Novo MDN

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PereiraMarques

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Re: Novo MDN
« Responder #15 em: Junho 27, 2011, 05:43:09 pm »
Secretário de Estado da Defesa, Paulo Braga Lino, um tipo vindo do Departamento Financeiro do Metro do Porto
 

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PereiraMarques

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Re: Novo MDN
« Responder #16 em: Junho 27, 2011, 08:39:57 pm »
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Paulo Braga Lino, novo secretário de Estado da Defesa, era, até agora, director Administrativo e Financeiro da Metro do Porto e director da empresa Felino, uma empresa de fundição e construções mecânicas do Norte do país.

Foi ainda director-geral da Fundação para o Desenvolvimento da Zona Histórica do Porto, membro da Comissão Instaladora da Autoridade Metropolitana de Transportes do Porto e controller da Metro do Porto.

O secretário de Estado do ministro da defesa José Pedro Aguiar-Branco é também técnico oficial de contas, inscrito na Direcção-Geral de Contribuições e Impostos e na Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas.

Ao longo da sua carreira de economista, ocupou ainda, cargos em empresas ligados às finanças, gestão e investimento.

Paulo Frederico Agostinho Braga Lino tem 45 anos e vem agora substituir Marcos Perestrello no cargo de secretário de Estado da Defesa.

No novo Governo, a secretaria de Estado da Defesa deixa de ter o pelouro dos Assuntos do Mar, que passa para o ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.

Braga Lino é licenciado em Economia pela Universidade Portucalense Infante Dom Henrique, possui uma pós-graduação em Estudos Europeus e tem um MBA pela Universidade Católica Portuguesa.

http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/per ... al_1500447
 

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Camuflage

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Re: Novo MDN
« Responder #17 em: Junho 27, 2011, 09:31:28 pm »
Não entendo porque não convidaram o Fernando Negrão para uma pasta na Defesa ou no MAI, claramente melhor que essas personagens sem experiencia no sector.
 

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Digo

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Re: Novo MDN
« Responder #18 em: Junho 28, 2011, 01:36:01 am »
Nao era melhor por gente que tenha experiência militar nos cargos relacionados com a defesa/segurança?
E que meter pessoas que  nao devem perceber nada daquilo...
 

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P44

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Re: Novo MDN
« Responder #19 em: Junho 28, 2011, 10:20:52 am »
Citar
director Administrativo e Financeiro da Metro do Porto

^Tendo em atenção o belo estado financeiro do MdP, isto promete...
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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PereiraMarques

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Re: Novo MDN
« Responder #20 em: Junho 28, 2011, 10:39:52 am »
Citação de: "Digo"
Nao era melhor por gente que tenha experiência militar nos cargos relacionados com a defesa/segurança?
E que meter pessoas que  nao devem perceber nada daquilo...

Peso político e vontade de fazer alguma coisa parece-me mais importante. O Paulo Portas não percebia nada de Defesa e fez o que fez...O Severiano Teixeira era filho de militar dos QP, Professor de Relações Internacionais, ex-Director do Instituto de Defesa Nacional, ex-Ministro da Administração Interna e...não fez nada.
 

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PereiraMarques

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Re: Novo MDN
« Responder #21 em: Junho 29, 2011, 10:27:04 pm »
 

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PereiraMarques

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Re: Novo MDN
« Responder #22 em: Julho 07, 2011, 04:32:33 pm »
Não é por falta de avisos...

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Podia,  nesta minha  primeira  intervenção  enquanto Ministro,  lamentar  o  estado  das
contas públicas e alongar-me no discurso das restrições orçamentais que vamos ter de
cumprir.  Podia  falar na necessidade  da  racionalização de  recursos  que  vamos  ter  de
fazer. Ou nos dias difíceis que temos pela frente.  
 
A verdadeira situação do país justificava-o.

http://www.mdn.gov.pt/NR/rdonlyres/C0DE ... _aerea.pdf
 

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papatango

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Re: Novo MDN
« Responder #23 em: Julho 08, 2011, 10:29:30 am »
Citação de: "PereiraMarques"
Peso político e vontade de fazer alguma coisa parece-me mais importante. O Paulo Portas não percebia nada de Defesa e fez o que fez...O Severiano Teixeira era filho de militar dos QP, Professor de Relações Internacionais, ex-Director do Instituto de Defesa Nacional, ex-Ministro da Administração Interna e...não fez nada.

Bom, na realidade em termos de aquisições mais sonantes, quando comparamos com o Paulo Portas...

O Portas queria comprar as Perry o Teixeira comprou as fragatas holandesas
O Portas queria pintar os M60, o Teixeira comprou os Leopard-2

O Teixeira foi claro na afirmação de que não teria comprado submarinos e que teria preferido um navio de apoio logistico antes.

Apontar pessoas capazes de gerir as finanças não é exactamente má ideia nas forças armadas.
Os médicos também achavam que deviam ser eles a gerir os hospitais, mas esquecem-se de que «gestão» não é a especialidade dos médicos.
Também não creio que «Gestão» seja especialidade dos militares ...  :mrgreen:
 

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nelson38899

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Re: Novo MDN
« Responder #24 em: Agosto 06, 2011, 06:52:13 pm »
Segundo o que parece o ministro irá acabar com as contrapartidas na compra do equipamentos.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Camuflage

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Re: Novo MDN
« Responder #25 em: Agosto 07, 2011, 11:13:05 am »
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Exclusivo Expresso: Aguiar Branco acaba com as contrapartidas
O ministro da Defesa decidiu acabar com o regime das contrapartidas e revogou o decreto-lei que estabelecia o seu regime jurídico, soube o Expresso de fonte oficial.


A decisão vai acarretar o fim da respetiva Comissão das Contrapartidas, cuja extinção está já a ser estudada em conjunto pelos Ministérios da Economia e da Defesa.

O assunto estava na ordem do dia desde que, há dois anos, a União Europeia exigiu o seu fim aos Estados-membros, terminando agora o prazo de transição que havia sido concedido. Por outro lado, Aguiar Branco considera que esta é a única maneira de tornar o processo de compras de equipamentos de defesa mais transparente e obter mais-valias no preço.

As contrapartidas são compensações acordadas entre o Estado e os fornecedores de material de defesa que deveriam contribuir para o desenvolvimento industrial da economia portuguesa. A experiência, porém, demonstrou que, de uma maneira ou de outra, acabaram por refletir-se sempre no preço mais elevado dos equipamentos, não eram frequentemente cumpridas e deram azo a negócios eventualmente fraudulentos, como é o caso de algumas relativamente aos submarinos e que são objecto de processos judiciais.

Relativamente aos contratos de contrapartidas já estabelecidos, manter-se-á um quadro legal transitório, que deverá ser assegurado por um organismo integrado no Ministério da Economia. Desde a saída do Embaixador Pedro Catarino, nomeado representante da República para os Açores em abril passado, que a comissão estava sem presidente e funcionava com menos um vogal.

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/exclusivo-expr ... z1UKvy8kT6
 

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nelson38899

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Re: Novo MDN
« Responder #26 em: Dezembro 20, 2011, 08:05:32 am »
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O ministro da Defesa anunciou, esta segunda-feira, que vai passar os dias 24, 25 e 26 de Dezembro a visitar as Forças Nacionais Destacadas no Líbano, Afeganistão e Kosovo, cumprindo um dever de "solidariedade" na altura do Natal.

"Vou visitar as Forças Destacadas que estão a honrar o nome de Portugal quer no Líbano, quer no Kosovo, quer no Afeganistão, e que estão a lutar contra o terrorismo, o tráfico de droga e em missões de carácter humanitário", afirmou José Pedro Aguiar-Branco aos jornalistas.

O governante falava na Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), no final de uma cerimónia de evocação dos 50 anos do início da Guerra Colonial e do terceiro aniversário da atribuição da Ordem da Liberdade à instituição.

Antes, durante o seu discurso no auditório da ADFA, que esteve completamente cheio, Aguiar-Branco adiantou que vai fazer a habitual visita às tropas destacadas "nem antes, nem depois", mas durante o Natal.

"Vou passar o Natal, a 24, 25 e 26 de Dezembro, com as FND", declarou, acrescentando querer "retribuir com um sentido de solidariedade" aos militares deslocados em "teatros de operações longe das famílias, dos amigos e dos entes queridos".

A cerimónia da ADFA teve como convidado de honra o ensaísta e filósofo Eduardo Lourenço, marcando presença na iniciativa o secretário de Estado da Defesa, Braga Lino, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Luís Araújo, o chefe da Casa Militar da Presidência da República, tenente-general Carvalho dos Reis, o deputado do PCP e vice-presidente da Assembleia da República, António Filipe, e o presidente da Liga dos Combatentes, general Chito Rodrigues.

jn.pt
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Agostinho da Silva
 

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nelson38899

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Re: Novo MDN
« Responder #27 em: Fevereiro 01, 2012, 09:08:31 pm »
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O ministro José Pedro Aguiar-Branco criticou esta quarta-feira as associações de militares que procuram "fazer contraponto às políticas" definidas pelo Governo e afirmou que os efetivos sem vocação para estar nas fileiras "estão no sítio errado".

"Forças Armadas com militares sem vocação são Forças Armadas que não funcionam nem são capazes de cumprir os objetivos", afirmou Aguiar-Branco, num almoço organizado pela revista Segurança e Defesa em Lisboa.
"Se não sentem vocação, estão no sítio errado. Se não sentem, antes de protestar precisam de mudar de carreira. Sem drama, sem ressentimento (...). Deixem o que é militar aos militares, o que é das associações às associações, o que é da política à política", sublinhou o governante.
Na base da dura crítica de Aguiar-Branco às associações socio-profissionais de militares estão declarações feitas no fim-de-semana pelo presidente da Associação Nacional de Sargentos (ANS), Lima Coelho, em que se pronunciou sobre o fim do feriado do 5 de outubro ou os salários na Função Pública.
Lima Coelho, ouvido pelo DN, rejeitou as críticas do ministro - "nem as reconheço" - e garantiu que o protesto marcado para 16 de fevereiro não tem qualquer relação com o fim do feriado do 5 de outubro (como foi noticiado).
Para o líder da ANS, as afirmações de Aguiar-Branco são "um aproveitamento" das suas afirmações por "quem está a querer manipular a opinião pública, dando uma ideia completamente errada do que foi dito".
Lima Coelho confirmou ter comentado o fim do referido feriado, no contexto das perguntas que lhe foram feitas sobre as comemorações do 31 de janeiro - uma data "percursora do 5 de outubro". Mas foi "uma opinião nossa" e "não há protesto contra o fim do 5 de outubro", insistiu o presidente da ANS.
Segundo Aguiar-Branco, "banalizar o protesto militar desprestigia" as Forças Armadas e "utilizar o protesto militar como forma de intervenção pública, política e partidária é grave. E compreendo a insatisfação dos (...) que servem nas Forças Armadas quando alguém fala em seu nome para dar opiniões partidárias sobre a extinção de um feriado ou as condições salariais na Função Pública", concluiu o governante, no almoço da revista Segurança e Defesa.

Citar
O ministro da Defesa disse, esta quarta-feira, que as promoções nas Forças Armadas são uma "condição fundamental da cadeia de comando e especificidade que justifica a diferença de tratamento" dos militares, face a outros servidores do Estado

"Estamos a trabalhar no sentido de encontrar uma solução que permita desbloquear a questão das promoções", mas "sem encargos adicionais para o Estado", reafirmou José Pedro Aguiar-Branco, que discursava num almoço organizado em Lisboa pela revista Segurança e Defesa.
A posição do ministro da Defesa surge um dia depois de o DN ter noticiado que os chefes militares defendem a necessidade de haver algumas promoções em todos os postos da cadeia hierárquica, dada a impossibilidade de manter a atual situação de bloqueio total das promoções - ou de só promover generais ou, ainda, de as fazer sem o respetivo aumento salarial.
Aguiar-Branco fez um balanço dos seus sete meses de mandato onde sobressaiu a nova reforma em curso nas Forças Armadas (dois anos depois de aprovada a legislação em vigor e que também representou uma reestruturação que muitos criticaram - a começar pelos então chefes dos ramos).
Um deles, o almirante Melo Gomes, lembrou isso de forma implícita ao colocar uma questão ao ministro, ao dizer que Aguiar-Branco participou (enquanto deputado) na aprovação da reforma de 2009. Acresce, alertou o ex-chefe do Estado-Maior da Armada, que as Forças Armadas precisam de estabilidade e "não podem estar permanentemente em reestruturação".
Aguiar-Branco contornou a 'armadilha' de lhe lembrarem que ele e o PSD também contribuíram para o atual estado de coisas nas fileiras , respondendo que "o País em 2011 não é o de 2009 ou 2008" - embora muitos observadores e o próprio PSD então dissessem que esse ano já era muito mau. O facto é que reconheceu que na Defesa e nas Forças Armadas, a exemplo de outros sectores, "também se vivia acima das possibilidades".
Exemplos disso podem ser encontrados na compra de 37 carros de combate - defendida pelo general Pinto Ramalho, também presente na sala, como ex-chefe do ramo que obteve depois a aprovação do poder político - ou, em retrospetiva, a aquisição de mais duas fragatas do tipo das Vasco da Gama, quando a Marinha se debate há anos com graves problemas ao nível dos meios afetos às missões de fiscalização ou busca e salvamento - e se sabia do grande atraso no programa de construção dos novos navios para essas operações, agora suspenso por falta de dinheiro.
O ministro disse aos jornalistas que, agora, "a Marinha tem perspetivas de encomendas" a executar pelos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Caso não se concretizem, a Armada só vai poder cumprir missões de fiscalização próximas da costa com navios oceânicos (guarnições e custos muito maiores ao necessário).
Quanto ao futuro dos estaleiros, Aguiar-Branco disse aos jornalistas que "a Lei de Programação Militar [ao abrigo da qual seria financiado esse programa] não pode ser fundamental" para a existência da empresa.
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JQT

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Re: Novo MDN
« Responder #28 em: Fevereiro 01, 2012, 09:49:19 pm »
Um perfeito desastre esta entrevista de Aguiar Branco. Já era evidente que nunca poderia dar um bom ministro da defesa (chega a ser ridículo na comissão parlamentar de defesa), mas pelo que aqui se vê não tem noção do chorrilho de disparates que está a dizer e a fazer. Mais do mesmo: um advogadozinho ignorante contratado para ler discursos de elogio aos militares para logo a seguir cortar no efectivo.

JQT
 

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Sertorio

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Re: Novo MDN
« Responder #29 em: Fevereiro 02, 2012, 01:53:57 am »
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/ninguem-esta-obrigado-a-ficar

O ministro considera que o país não tem condições para sustentar as forças armadas que actualmente tem...e pode até ter razão. Mas será que o mesmo não irá ser dito pelo proximo ministro da defesa relativamente ás forças armadas reestruturadas/reduzidas que este ministro deixar como legado? Qual a garantia de que, após ser pedido por Portugal o proximo resgate financeiro internacional, em 2013, não será concluido que as novas forças armadas reestruturadas/reduzidas são ainda assim demasiado dispendiosas para as possibilidades financeiras cada vez menores do país?
 

 

Lei nº5/2006 (Novo regime jurídico das armas e munições)

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