Sector Naval

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Re: Sector Naval
« Responder #165 em: Janeiro 31, 2018, 02:12:04 pm »
Lisnave com atividade em alta nos primeiros nove meses de 2017
Nuno Miguel Silva

Os navios reparados pela Lisnave nos primeiros três trimestres de 2017 foram provenientes de 39 clientes diferentes, de 19 países.

A Lisnave reparou 62 navios nos estaleiros da Mitrena, em Setúbal, nos primeiros nove meses do ano passado.

De acordo com a informação disponibilizada no ‘site’ oficial da Lisnave, a empresa de reparação naval aumentou a sua atividade face ao período homólogo de 2016, durante o qual reparou 54 navios, menos oito do que de janeiro a setembro do ano passado.

Os navios reparados pela Lisnave nos primeiros três trimestres de 2017 foram provenientes de 39 clientes diferentes, de 19 países.

Singapura foi o país que mais navios enviou para a Lisnave no período em análise, segundo-se a Grécia (sete), Dinamarca e Alemanha (seis cada), Bélgica e Brasil (cinco navios cada), Venezuela (quatro), e Noruega e Hong Kong (com três navios cada).

“A Lisnave continuar a reparar diversos tipos de navios, apoiada pelo forte ‘know how’ acumulado ao longo de décadas, sendo o tradicional mercado dos petroleiros a representar o maior número de navios reparados (34), seguido por navios porta-contentores com 13 navios e por navios graneleiros com oito navios”, revela um comunicado da Lisnave.

O mesmo documento acrescente no período em causa os clientes da Lisnave que repararam mais navios nos estaleiros da Mitrena foram o líder mundial dos armadores, “a A. P. Moeller/Maersk, com seis navios; V. Ships (do Brasil, Alemanha e Singapura) e Teekay Marina (Noruega e Singapura), com quatro navios cada”.

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/lisnave-com-atividade-em-alta-nos-primeiros-nove-meses-de-2017-263319
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Sector Naval
« Responder #166 em: Fevereiro 09, 2018, 07:29:19 pm »

Os movimentos marítimos na nossa costa vistos através do satélite Sentinel-3 da ESA.
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

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Re: Sector Naval
« Responder #167 em: Agosto 22, 2018, 11:49:05 pm »
Lembram-se da Atlantic eagle que queria tomar posse dos ENVC.?

Estes artistas com uma carteira de encomendas considerável para o estaleiro em questão, conseguiram por o Estaleiro do Mondego mais uma vez em insolvência.

A  insolvência foi pedida pelos trabalhadores que levavam já varios meses de ordenados em  atraso.

Em causa  ficam agora as construções dos ferry’s para Timor e varias outras encomendas de navios de pesca.

down: :down: :down: :down: :down: :mala: :down:
 
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Re: Sector Naval
« Responder #168 em: Janeiro 13, 2019, 08:02:29 pm »


Imagem de Mario Ferreira dos Estaleiros em Viana, lotado! 🚢
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Re: Sector Naval
« Responder #169 em: Fevereiro 18, 2019, 03:52:13 pm »
Mais um Post no Facebook do Mário Ferreira com queixas de falta de mão de obra especializada :

"Mais um dia em Viana, cada vez mais perto da data, cada vez mais Stress, a mão de obra especializada parece desaparecer num navio tão grande, se tivéssemos mais 100 colaboradores, para colocar papel, tectos, pladur e ajustar painéis em madeira, nem dávamos por eles..."


Foto Mário Ferreira
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Re: Sector Naval
« Responder #170 em: Fevereiro 27, 2019, 11:19:09 pm »
World Explorer to be Fitted with FarSounder FLS

O navio de cruzeiro World Explorer será equipado com alta tecnologia para navegar nos polos á vontadinha sem medo dos icebergues.

"FarSounder’s Forward-Looking Sonar (FLS) will be included on the World Explorer from Mystic Cruises when she debuts this spring.

This latest technology in navigation and obstacle avoidance will be a welcome addition to this state-of-the-art vessel, FarSounder said, in a prepared press release.

The ship will be on a worldwide deployment pattern, including the Polar Regions.

With FarSounder's 3D FLS installed, the crew can rest easy knowing they have the latest technology aboard to mitigate these risks, the company said.

One of the ship's captains, Captain Zakalashnnyuk, is looking forward to taking the helm on this "ultra well-equipped ship for expedition and exploring style cruises. With the latest and more advanced equipment that was included in its construction, all the knowledge and sophisticated technical improvements developed over the last decade in the maritime industry are on board allowing us to feel like we are on the bridge of a large yacht."

https://www.cruiseindustrynews.com/cruise-news/20433-world-explorer-to-be-fitted-with-farsounder-fls.html?fbclid=IwAR2vqhG_NQt_cRo9XLG2Tysbt9aDaMp6I1phWtfsNBRmdAil8c3-So5VqlI
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Re: Sector Naval
« Responder #171 em: Março 03, 2019, 03:31:23 pm »
Podem ver uma reportagem na RTP sobre os estaleiros west sea em Viana do Castelo, basta ir ao minuto 39'

https://www.rtp.pt/play/p5285/e393067/jornal-da-tarde-2019
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Re: Sector Naval
« Responder #172 em: Março 20, 2019, 10:22:19 am »
Navio World Explorer quase pronto.
Vai ser bonito ver esta beleza a navegar!


Foto : Mario Ferreira Facebook
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Re: Sector Naval
« Responder #173 em: Abril 08, 2019, 11:56:51 am »
Foi amadrinhado o Navio de cruzeiros World Explorer.
Uma visão de cima do dito com um "sportinguista" heliporto.



Foto de Mario Ferreira
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Re: Sector Naval
« Responder #174 em: Julho 17, 2019, 05:13:36 pm »
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Re: Sector Naval
« Responder #175 em: Julho 23, 2019, 05:48:26 pm »
SOPROMAR. EM ANGOLA "SÓ LHE FALTAVA TER UM AVIÃO", EM PORTUGAL APRENDEU A CAIR E LEVANTAR-SE PARA QUE O SONHO SE CUMPRISSE



Esta é a história de um sonho que um homem não conseguiu materializar, "que não o deixaram", e que a família carregou até fundar o estaleiro naval que é hoje a Sopromar, em Lagos. Ercidia é o pilar desta história. Marcada com os rótulos de retornada e viúva, só quer saber de um rótulo, o de mãe, aquele que lhe permitiu fundar o pequeno império que tem hoje.

...

https://24.sapo.pt/vida/artigos/sopromar-em-angola-so-lhe-faltava-ter-um-aviao-em-portugal-aprendeu-a-cair-e-levantar-se-para-que-o-sonho-se-cumprisse
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Sector Naval
« Responder #176 em: Julho 26, 2019, 01:47:19 am »
Bem, parece que os novos catamarans para a travessia do Tejo virão da Australia.
Segundo noticias de ontem, de todos os candidatos só mesmo a Austal cumpre os requisitos.


Quatro excluídos. Só ficou um concorrente para fornecer barcos à Transtejo

25/7/2019, 10:41

Maior concurso lançado pela Transtejo desde 2003 será disputado apenas por um concorrente. Os outros quatro falharam pré-qualificação. Juntar construção e manutenção de navios dificultou propostas.

É o maior concurso lançado pela Transtejo desde pelo menos 2003, ano em que a Soflusa (detida pela Transtejo atualmente) adquiriu os oito catamarãs que atualmente fazem a ligação entre Lisboa e o Barreiro. No entanto, o concurso para o fornecimento e manutenção de dez barcos para a Transtejo, com um valor de referência da ordem dos 90 milhões de euros, só tem um candidato qualificado a apresentar proposta final. Dos cinco concorrentes que se apresentaram a concurso, quatro chumbaram na fase de qualificação por razões acima de tudo formais — falta de documentos exigidos, ausência de certificação sobre capacidades técnicas e experiência exigidas, entrega fora de prazo e até falta de assinaturas.

Pelo caminho ficaram grupos internacionais como a Damen Shipyards, estaleiros holandeses que forneceram os barcos à Soflusa há 16 anos, mas também consórcios que juntavam estaleiros navais portugueses, os de Viana do Castelo geridos pelos irmãos Carlos Martins associados à Empresa de Tráfego e Estiva (ETE), e dos do Mondego, bem como o Arsenal do Alfeite, empresa pública que concorreu em parceria com estaleiros espanhóis situados nas Astúrias, os Astilleros Gondan.

O relatório final do júri, que confirma o relatório preliminar de avaliação das propostas, já foi validado pela administração da Transtejo na semana passada. A concurso ficou apenas um concorrente, a australiana Austal Limited, a única empresa que conseguiu reunir todos os requisitos impostos no concurso. O grupo qualificado é uma empresa australiana reconhecida no fornecimento de navios militares e comerciais e está nas suas mãos o sucesso do concurso para o qual o Governo tem remetido a solução para os graves problemas operacionais que têm afetado a frota da Transtejo com sucessivas supressões do serviço devido a avarias e necessidade de manutenção.

Fonte oficial da Transtejo confirma ao Observador que a qualificação de um único candidato “não é impeditivo do prosseguimento do processo concursal”, de acordo com as regras da contratação pública. A pré-qualificação dos candidatos é justificada pelo valor do investimento em causa e pela complexidade do objeto do fornecimento. O próximo passa por enviar ao concorrente uma carta convite, à qual se segue uma fase de negociação e só depois a entrega da versão final da proposta cujo preços não podem ultrapassar os valores fixados o preço base.

Qualquer proposta que apresente custo de fornecimento superior ao valor base definido nas peças do procedimento será excluída, confirmou ao Observador fonte oficial da Transtejo. E nesse caso, a “empresa não poderá realizar a adjudicação, tendo de proceder à anulação do concurso”.

A renovação da frota da empresa foi aprovada no início deste ano e prevê a compra de 10 navios com propulsão a gás natural para assegurar as ligações entre Lisboa, a partir do Cais do Sodré, e Montijo, Seixal e Cacilhas, por um valor máximo de 57 milhões de euros. A Soflusa, que faz a ligação ao Barreiro, não foi incluída. O concurso inclui a prestação de serviços de manutenção global integrada dos navios até 2035, no montante até 32,946 milhões de euros.

O concurso foi lançado em fevereiro e expetativa da Transtejo é que a adjudicação com a luz verde do Tribunal de Contas possa ser feita ainda este ano. A chegada dos primeiros barcos está prevista para começar em 2021. Se tudo correr bem.


Mas a elevada taxa de mortalidade de propostas é apontada por entidades conhecedoras do setor como um sintoma de que o concurso e o caderno de encargos não são os mais adequados à realidade do setor e do mercado e que o resultado final até pode ser uma anulação. Um cenário que a concretizar-se seria já depois das eleições legislativas de outubro, evitando embaraços para o Governo.

Concurso dificultou propostas? Transtejo diz que solução tem vantagens operacionais e financeiras
Uma das principais restrições apontadas, e que está na origem das dificuldades sentidas pelos concorrentes em cumprir os requisitos exigidos,  é a opção de juntar no mesmo concurso a conceção, a construção e a manutenção dos barcos.

Ora estas componentes costumam ser contratadas separadamente e um estaleiro de construção naval não tem, em regra, competências para fazer a manutenção, o que obriga os interessados a fazerem parcerias para apresentarem propostas. Com uma agravante de que está a ser exigido que o barco tenha um motor a gás natural, um modelo de propulsão que será pouco habitual no perfil e dimensão das embarcações que a Transtejo quer comprar.

No fundo, está a ser pedido aos concorrentes que apresentem quase um protótipo, uma embarcação feita à medida das necessidades e exigências da empresa — no caso do gás natural, a exigência terá até sido da tutela — com uma combinação de características que não se encontra nos navios que existem no mercado atualmente.

Questionada sobre esta combinação de requisitos no mesmo concurso, fonte oficial da empresa de transportes explica que esta solução “dá à Transtejo a garantia da total operacionalidade dos navios durante um período de tempo razoável, acautelando que o serviço público de transporte fluvial de passageiros é devidamente assegurado.” O modelo tem também vantagens financeiras e operacionais na medida em que “permite fixar os custos a suportar com a frota, num modelo em tudo equivalente ao do leasing operacional ou de contratação de serviço por “n” anos ou “y” milhas, muito habitual em investimentos semelhantes.

Dada a diversidade dos fornecimentos pedidos, acrescenta a empresa, foi admitida a criação de consórcios.

Porque foram afastados todos os outros concorrentes? Segundo o relatório do júri, foram vários os fatores que determinaram a exclusão.

No caso do concorrente West Sea (estaleiros de Viana), foi considerado que faltou a entrega da documentação de certificação que permitia comprovar a capacidade técnica para construção e manutenção de navios, processo que estaria em curso, segundo o candidato.
Já o candidato Arsenal do Alfeite e Astilleros Gondan falhou na entrega de autorizações e consentimentos dos titulares de dados pessoais, que constituiu fundamento para exclusão, mas também na assinatura eletrónica de documentos e, o não cumprimento dos requisitos de capacidade técnica exigidos, nomeadamente no que diz respeito à componente de experiência de manutenção de barcos.
Os estaleiros Damen Shipyards, associados à Sociedade de Consultores Martítimos, seriam à partida um candidato forte, mas acabaram excluídos por não cumprirem um conjunto de formalidades, e que passam pela não entrega de alguns documentos obrigatórios e pela não assinatura eletrónica de outros.
O concorrente formado pela Mondego Shipyard, Global Services, Mecren e Wight Shipyards cai porque apresentou candidatura fora do prazo, para além de um conjunto diversificado de falhas que passam por falta de assinaturas, mas também por não ter demonstrado a capacidade financeira e os requisitos técnicos impostos no concurso.
Quanto à incerteza sobre a forma como será feito o abastecimento dos navios a gás natural, outra das limitações apontadas por fonte do setor, nomeadamente na hora de apresentar valores a concurso, a Transtejo lembra que entre a decisão de adjudicação e a entrega do primeiro navio poderá decorrer cerca de um ano. Esse período, adianta, permitirá lançar um concurso para o fornecimento aos abastecedores de GNL (gás natural liquefeito), o que poderá ser feito por terra, como atualmente no fornecimento de gasóleo, ou por via fluvial.


Basta ver algumas imagens desta empresa australiana para se perceber que qualidade e inovação é com eles.
Esperemos pelo protótipo.
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Re: Sector Naval
« Responder #177 em: Julho 29, 2019, 01:40:17 pm »
Emenasa  empresa  que fabrica consolas para a ponte de comando de navios, quadros quadros e sistemas elétricos, instala-se em Viana do castelo!

A empresa é a fornecedora da ponte de comando dos NPO’s 2000

http://www.altominho.tv/site/2019/07/25/empresa-de-construcao-naval-cria-20-novos-postos-de-trabalho-em-viana-do-castelo/




http://www.altominho.tv/site/2019/07/25/empresa-de-construcao-naval-cria-20-novos-postos-de-trabalho-em-viana-do-castelo/

 

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Re: Sector Naval
« Responder #178 em: Julho 30, 2019, 11:24:06 am »
Emenasa  empresa  que fabrica consolas para a ponte de comando de navios, quadros quadros e sistemas elétricos, instala-se em Viana do castelo!

A empresa é a fornecedora da ponte de comando dos NPO’s 2000

http://www.altominho.tv/site/2019/07/25/empresa-de-construcao-naval-cria-20-novos-postos-de-trabalho-em-viana-do-castelo/

http://www.altominho.tv/site/2019/07/25/empresa-de-construcao-naval-cria-20-novos-postos-de-trabalho-em-viana-do-castelo/





martes, 22 de enero de 2019

Successful electrical installation in the THE NRP SETUBAL
Electromecánica Naval e Industrial S.A. (EMENASA), has successfully finished engineering, electrical installations and tests on board of the NRP SETUBAL.

The offshore patrol vessel, with a total length of 81 m, was built in WESTSEA SHIPYARDS in Viana do Castelo and delivered to the Portuguese Navy the last month of December.

EMENASA, as with the twin vessel NRP SINES, was the company in charge of delivering the turn key electrical installation, as well as the following equipment:

Two Main Switchboards, 400 Vac
Load centers
Distribution switchboards, 400 and 230 Vac
Transformers of the electrical installation
 

Congratulations to WESTSEA! We wish the best of lucks to the NRP SETUBAL in all its missions!
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Re: Sector Naval
« Responder #179 em: Agosto 02, 2019, 01:45:04 am »
Abbati, medico, potronoque intima pande
 

 

Sector público nacional melhorou nos anos 90

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Última mensagem Fevereiro 06, 2004, 02:12:50 am
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Sector do Turismo e Hotelaria

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Sector da Agricultura e pecuária

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Sector da Imprensa Escrita

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