Votação

Qual deveria ser a prioridade para o Exército até 2015-2020?

Sistema SHORAD/HIMAD
19 (14.4%)
Aumento do numero de Carros de combate
8 (6.1%)
Sistema Soldado do futuro
11 (8.3%)
Sistemas anti-carro
5 (3.8%)
Novas armas ligeiras
34 (25.8%)
UAV/UCAV para a UALE
6 (4.5%)
Remodelação das infraestruturas mais antigas
18 (13.6%)
Helis ligeiros/médios - UALE
14 (10.6%)
Novos VCI/VBTP para a BrigMec
10 (7.6%)
Artilharia AP/rebocada
3 (2.3%)
Sistemas de transmissões
4 (3%)

Votos totais: 80

Votação encerrada: Maio 07, 2010, 09:53:52 pm

Qual deveria ser a prioridade para o Exército até 2015-2020?

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Cabeça de Martelo

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Re: Qual deveria ser a prioridade para o Exército até 2015-2
« Responder #255 em: Abril 12, 2013, 10:47:01 am »
Citação de: "Miguel"
E se a prioridade à final e simplesmente ainda exister?

Concordo, basicamente é essa a prioridade.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Trafaria

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Re: Qual deveria ser a prioridade para o Exército até 2015-2
« Responder #256 em: Abril 12, 2013, 10:38:24 pm »
Exactamente, a prioridade é a sobrevivência. Ou quase...
::..Trafaria..::
Fórum da PSP
 

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Clausewitz

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Re: Qual deveria ser a prioridade para o Exército até 2015-2
« Responder #257 em: Julho 26, 2013, 11:06:45 pm »
A prioridade é mesmo continuar a existir. Num cenário menos catastrofista, penso que as prioridades deveriam ser:

Organização e racionalização:

- Reformular completamente o sistema de recrutamento e retenção (contratos e quadros) de militares;
- Melhorar e ampliar a formação complementar nas diversas especialidades;
- Diminuir o número de estabelecimentos existentes, concentrando a maioria das unidades em grandes polos, que ofereçam boas condições de treino e permitam diminuir as necessidades e gastos com serviços de apoio. Esta concentração pode acontecer entre unidades de diferentes ramos. Alienar o património não utilizado, principalmente dentro de cidades, embora esta época seja muito desfavorável ou até impossível para o concretizar;
- Extinguir as unidades dos Açores e Madeira. As missões das Forças Armadas nos arquipélagos deveriam ser asseguradas prioritariamente pela Marinha e Força Aérea. Mesmo a eventual defesa no ambito terrestre e o treino para esse cenário seria, em primeiro lugar, da responsabilidade dos fuzileiros. Tanto quanto possível, a Marinha deveria deslocar unidades de fuzileiros para as ilhas para treino. Aliás, tendo em conta a geografia nacional e o Conceito Estratégico de Defesa Nacional, penso que os fuzileiros devem ser uma força prioritária, a reforçar e desenvolver. Isto não impede que unidades do exército se desloquem às ilhas para treino ou para ajuda em caso de catástrofe;


Investimento:

- Melhorar as infraestruturas de treino e aumentar a frequência e realismo do mesmo;
- Substituir e melhorar os equipamentos individuais (tudo, desde coletes táticos até à substituição da G3);
- Melhorar a capacidade de sustentação logística autónoma de forças destacadas;
- Solucionar o programa Pandur (isto ultrapassa o Exército);
- Desenvolver o programa de U.A.Vs, em colaboração com a Força Aérea e a indústria nacional;
- Adquirir mais viaturas blindadas ligeiras, preferencialmente substituindo os humvee.


As prioridades são modestas, mas o mais realistas possível face às necessidades e possibilidades. Ficaria contente se não fossemos mais uma vez apanhados com as calças na mão, a ter que adaptar e improvisar muito e fazer aquisições de última hora, como aconteceu na maioria das vezes em que o Exército foi chamado a intervir em tempos recentes:

- Bósnia – material comprado à pressa e entregue na última hora, sem possibilidade de treino e adaptação, G3, paraquedistas em Chaimites, militares (ainda por cima paraquedistas) que levam bomblet que encontraram para dentro da camarata e a tentam desmontar... ;
- Kosovo – G3, M113, Chaimites, ... ;
- Timor – G3, Humvees comprados à pressa e desadequados ao terreno ... ;
- Afeganistão – G3, Uros emprestados por Espanha, problemas nos abastecimentos, Humvees que tiveram que ser blindados em Israel, única força internacional no país com camuflados desadequados ao ambiente, anos após o início da missão – ainda por cima com as desculpas mais estapafúrdias que é possível imaginar.

Já agora, na 1ª Guerra Mundial e na Guerra Colonial não foi muito diferente.
Para além dos aspectos financeiros, não adianta andar a pensar em mísseis anti-aéreos, carros de combate e aviação própria enquanto não tivermos, por exemplo, condições e confiança suficientes para empregar unidades da infelizmente denominada “tropa normal” em cenários de alto risco.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Qual deveria ser a prioridade para o Exército até 2015-2
« Responder #258 em: Julho 27, 2013, 12:57:20 pm »
Citação de: "Clausewitz"
A prioridade é mesmo continuar a existir. Num cenário menos catastrofista, penso que as prioridades deveriam ser:

Organização e racionalização:

- Reformular completamente o sistema de recrutamento e retenção (contratos e quadros) de militares;

Ainda à pouco tempo um colega do fórum colocou um estudo sobre Quadro Permanente de praças no exército, só isso já dava pano para mangas.

Citar
- Melhorar e ampliar a formação complementar nas diversas especialidades;
- Diminuir o número de estabelecimentos existentes, concentrando a maioria das unidades em grandes polos, que ofereçam boas condições de treino e permitam diminuir as necessidades e gastos com serviços de apoio. Esta concentração pode acontecer entre unidades de diferentes ramos. Alienar o património não utilizado, principalmente dentro de cidades, embora esta época seja muito desfavorável ou até impossível para o concretizar;

Oficialmente é isso mesmo que eles estão a fazer com a criação da EPA, mas de qualquer maneira as brigadas vão continuar a estar espalhadas pelo país, por isso ainda há muito trabalho a ser feito.

Citar
- Extinguir as unidades dos Açores e Madeira. As missões das Forças Armadas nos arquipélagos deveriam ser asseguradas prioritariamente pela Marinha e Força Aérea. Mesmo a eventual defesa no ambito terrestre e o treino para esse cenário seria, em primeiro lugar, da responsabilidade dos fuzileiros. Tanto quanto possível, a Marinha deveria deslocar unidades de fuzileiros para as ilhas para treino. Aliás, tendo em conta a geografia nacional e o Conceito Estratégico de Defesa Nacional, penso que os fuzileiros devem ser uma força prioritária, a reforçar e desenvolver. Isto não impede que unidades do exército se desloquem às ilhas para treino ou para ajuda em caso de catástrofe;

Confesso que não tenho opinião formada em relação a isto.

Citar
Investimento:

- Melhorar as infraestruturas de treino e aumentar a frequência e realismo do mesmo;
- Substituir e melhorar os equipamentos individuais (tudo, desde coletes táticos até à substituição da G3);
- Melhorar a capacidade de sustentação logística autónoma de forças destacadas;
- Solucionar o programa Pandur (isto ultrapassa o Exército);
- Desenvolver o programa de U.A.Vs, em colaboração com a Força Aérea e a indústria nacional;
- Adquirir mais viaturas blindadas ligeiras, preferencialmente substituindo os humvee.

Desde que haja dinheiro e vontade...

Citar
As prioridades são modestas, mas o mais realistas possível face às necessidades e possibilidades. Ficaria contente se não fossemos mais uma vez apanhados com as calças na mão, a ter que adaptar e improvisar muito e fazer aquisições de última hora, como aconteceu na maioria das vezes em que o Exército foi chamado a intervir em tempos recentes:

- Bósnia – material comprado à pressa e entregue na última hora, sem possibilidade de treino e adaptação, G3, paraquedistas em Chaimites, militares (ainda por cima paraquedistas) que levam bomblet que encontraram para dentro da camarata e a tentam desmontar... ;

Pára-quedistas em Chaimites é melhor do que os ditos militares só com UMM num TO onde havia minas com fartura, snipers e outras coisas do género. Já agora, os militares em questão cometeram uma falha grave de segurança, mas era a nossa primeira missão de grande envergadura desde a Guerra do Ultramar. Por isso é que já vi aqui pessoas a defenderem no passado a presença de um contingente mais numeroso no Afeganistão de forma a combater alguns vicios que foram surgindo no nosso Exército depois de mais de 15 anos de missões de paz pelo mundo.

Citar
Já agora, na 1ª Guerra Mundial e na Guerra Colonial não foi muito diferente.
Para além dos aspectos financeiros, não adianta andar a pensar em mísseis anti-aéreos, carros de combate e aviação própria enquanto não tivermos, por exemplo, condições e confiança suficientes para empregar unidades da infelizmente denominada “tropa normal” em cenários de alto risco.
[/quote][/quote]

Concordo.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Clausewitz

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Re: Qual deveria ser a prioridade para o Exército até 2015-2
« Responder #259 em: Julho 29, 2013, 01:34:12 am »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "Clausewitz"
A prioridade é mesmo continuar a existir. Num cenário menos catastrofista, penso que as prioridades deveriam ser:

Organização e racionalização:

- Reformular completamente o sistema de recrutamento e retenção (contratos e quadros) de militares;

Ainda à pouco tempo um colega do fórum colocou um estudo sobre Quadro Permanente de praças no exército, só isso já dava pano para mangas.


Será o trabalho de um aspirante sobre o quadro permanente de praças aplicado às tropas especiais? Se for eu li. O modo como as opções são apresentadas - contratos de longa duração e quadro permanente de praças - mantem essencialmente o paradigma actual. Penso que se deveria ir bem mais longe nessa transformação e lamento que o aspirante não tenha desenvolvido mais o exemplo britânico que apresentou.


Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "Clausewitz"
- Melhorar e ampliar a formação complementar nas diversas especialidades;
- Diminuir o número de estabelecimentos existentes, concentrando a maioria das unidades em grandes polos, que ofereçam boas condições de treino e permitam diminuir as necessidades e gastos com serviços de apoio. Esta concentração pode acontecer entre unidades de diferentes ramos. Alienar o património não utilizado, principalmente dentro de cidades, embora esta época seja muito desfavorável ou até impossível para o concretizar;

Oficialmente é isso mesmo que eles estão a fazer com a criação da EPA, mas de qualquer maneira as brigadas vão continuar a estar espalhadas pelo país, por isso ainda há muito trabalho a ser feito.

Exacto, pode e deve ser feito muito mais.

Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "Clausewitz"
Investimento:

- Melhorar as infraestruturas de treino e aumentar a frequência e realismo do mesmo;
- Substituir e melhorar os equipamentos individuais (tudo, desde coletes táticos até à substituição da G3);
- Melhorar a capacidade de sustentação logística autónoma de forças destacadas;
- Solucionar o programa Pandur (isto ultrapassa o Exército);
- Desenvolver o programa de U.A.Vs, em colaboração com a Força Aérea e a indústria nacional;
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Desde que haja dinheiro e vontade...

E desde que o Exército defina bem as prioridades e não gaste dinheiro noutros lados de duvidosa urgência, como aconteceu com os leopards.

Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "Clausewitz"
As prioridades são modestas, mas o mais realistas possível face às necessidades e possibilidades. Ficaria contente se não fossemos mais uma vez apanhados com as calças na mão, a ter que adaptar e improvisar muito e fazer aquisições de última hora, como aconteceu na maioria das vezes em que o Exército foi chamado a intervir em tempos recentes:

- Bósnia – material comprado à pressa e entregue na última hora, sem possibilidade de treino e adaptação, G3, paraquedistas em Chaimites, militares (ainda por cima paraquedistas) que levam bomblet que encontraram para dentro da camarata e a tentam desmontar... ;

Pára-quedistas em Chaimites é melhor do que os ditos militares só com UMM num TO onde havia minas com fartura, snipers e outras coisas do género. Já agora, os militares em questão cometeram uma falha grave de segurança, mas era a nossa primeira missão de grande envergadura desde a Guerra do Ultramar. Por isso é que já vi aqui pessoas a defenderem no passado a presença de um contingente mais numeroso no Afeganistão de forma a combater alguns vicios que foram surgindo no nosso Exército depois de mais de 15 anos de missões de paz pelo mundo.

O meu ponto não era que deveriam ter usado UMM em vez de Chaimites. O ponto é que o veículo menos mau que existia disponível para a missão era justamente a Chaimite, que apesar das modificações era desadequado e antiquado para aquele cenário frio, cheio de minas e snipers.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Qual deveria ser a prioridade para o Exército até 2015-2
« Responder #260 em: Agosto 01, 2013, 11:34:39 am »
Sem dúvida, tanto é assim que houve Chaimites a sofrerem modificações de forma a melhorar a visibilidade e conforto do condutor (houve muitos a serem puxados a braços porque mal conseguiam mexer-se depois de horas atrás do volunte num veiculo onde o isolamento térmico era nulo).
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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nelson38899

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Re: Qual deveria ser a prioridade para o Exército até 2015-2020?
« Responder #261 em: Maio 02, 2016, 01:28:09 am »
Citar
No âmbito da Lei de Programação Militar,
decorre entre 2018 e 2022 o projeto “Engenharia
de Combate das Forças Pesadas”, visando dotar a
Companhia de Engenharia de Combate Pesada
(CEngCombPes) com equipamentos que permitam
incrementar a proteção e sobrevivência da
Brigada Mecanizada (BrigMec), incluindo o âmbito
das missões de Route Clearance27. Para tal, está
prevista a aquisição de viaturas e equipamentos
de deteção, manipulação e redução de obstáculos
e engenhos explosivos, para que até final de 2019
a unidade esteja apta a cumprir adequadamente
as suas missões e a aumentar as suas capacidades,
em particular no apoio à BrigMec.

já com
fonte de financiamento atribuída, e que se prevê
vir a efetivar-se já a partir de 2018 – Route-
Clearance.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 
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paraquedista

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Re: Qual deveria ser a prioridade para o Exército até 2015-2020?
« Responder #263 em: Maio 04, 2016, 03:11:44 am »
Caro Nelson,
Voce tem vindo a citar varios projectos da LPM, muito bem descritos, com este...e de onde vem estas citacoes ?
E que me parece virem de algum documento da LPM que ate agora nao encontrei na internet e que tem um valor muito importante, para sabermos o que esta realmente inscrito na LPM.
Nao se importa de dizer ?
Agradecido desde ja.


Citar
No âmbito da Lei de Programação Militar,
decorre entre 2018 e 2022 o projeto “Engenharia
de Combate das Forças Pesadas”, visando dotar a
Companhia de Engenharia de Combate Pesada
(CEngCombPes) com equipamentos que permitam
incrementar a proteção e sobrevivência da
Brigada Mecanizada (BrigMec), incluindo o âmbito
das missões de Route Clearance27. Para tal, está
prevista a aquisição de viaturas e equipamentos
de deteção, manipulação e redução de obstáculos
e engenhos explosivos, para que até final de 2019
a unidade esteja apta a cumprir adequadamente
as suas missões e a aumentar as suas capacidades,
em particular no apoio à BrigMec.

já com
fonte de financiamento atribuída, e que se prevê
vir a efetivar-se já a partir de 2018 – Route-
Clearance.
« Última modificação: Maio 04, 2016, 03:13:43 am por paraquedista »
 

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Duarte

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Re: Qual deveria ser a prioridade para o Exército até 2015-2020?
« Responder #264 em: Maio 04, 2016, 04:22:06 am »
Caro Nelson,
Voce tem vindo a citar varios projectos da LPM, muito bem descritos, com este...e de onde vem estas citacoes ?
E que me parece virem de algum documento da LPM que ate agora nao encontrei na internet e que tem um valor muito importante, para sabermos o que esta realmente inscrito na LPM.
Nao se importa de dizer ?
Agradecido desde ja.


Aqui...  http://www.exercito.pt/sites/BrigMec/Publicacoes/Documents/Publica%C3%A7%C3%B5es/Atoleiros/Atoleiros%2030/Atoleiros30.pdf
 
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paraquedista

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Re: Qual deveria ser a prioridade para o Exército até 2015-2020?
« Responder #265 em: Maio 04, 2016, 04:47:56 pm »
Obrigado Duarte

O Atoleiros e uma excelente publicacao !

Caro Nelson,
Voce tem vindo a citar varios projectos da LPM, muito bem descritos, com este...e de onde vem estas citacoes ?
E que me parece virem de algum documento da LPM que ate agora nao encontrei na internet e que tem um valor muito importante, para sabermos o que esta realmente inscrito na LPM.
Nao se importa de dizer ?
Agradecido desde ja.


Aqui...  http://www.exercito.pt/sites/BrigMec/Publicacoes/Documents/Publica%C3%A7%C3%B5es/Atoleiros/Atoleiros%2030/Atoleiros30.pdf
 

 

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