Notícias do Exército Brasileiro

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1095 em: Maio 04, 2018, 03:02:02 pm »
Militares brasileiros são atacados na República Centro Africana (MINUSCA)


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O Tenente-Coronel Carlos Henrique Martins Rocha, do Exército Brasileiro, e a Capitão de Corveta Márcia Braga, da Marinha do Brasil, integrantes da Missão de Paz da ONU na República Centro-Africana (MINUSCA) como observadores militares, sofreram um ataque na manhã de hoje (1º de maio).

A emboscada aconteceu quando os militares realizavam patrulhamento de rotina na localidade de Bangui (REPÚBLICA CENTRO AFRICANA).

A viatura da ONU foi apedrejada e em seguida queimada pelos manifestantes.

O TC Rocha teve ferimentos mais sérios e foi evacuado para o hospital da ONU em Kampala (UGANDA), unidade médica com melhores condições técnicas de atender ao militar.

A Comandante MÁRCIA passa bem e sofreu apenas escoriações superficiais.

O Adido Militar do Brasil acreditado na África do Sul deslocar-se-á para UGANDA, a fim de acompanhar a situação do oficial atingido.

As família dos militares, aqui no Brasil, estão recebendo o apoio necessário e as informações mais atualizadas serão prestadas à imprensa oportunamente.


FONTE: http://tecnodefesa.com.br/militares-brasileiros-sao-atacados-na-republica-centro-africana-minusca/

 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1096 em: Maio 04, 2018, 03:04:21 pm »
General brasileiro assumirá o comando da maior missão de paz da ONU


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Brasília (DF) – O Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, nomeou o General de Divisão Elias Rodrigues Martins Filho, do Exército Brasileiro, o novo comandante militar da Missão de Estabilização das Nações Unidas na República Democrática do Congo, a MONUSCO.  Substituindo o General da África do Sul, Derrick Mgwebi, o novo Force Commander contará com um efetivo de cerca de 17 mil militares, de diferentes países. Pela segunda vez, a MONUSCO irá contar com um comando brasileiro, já que o General de Divisão Carlos Alberto dos Santos Cruz esteve à frente da missão de 2013 a 2015.

Com mais de 35 anos de serviço, o General Elias ocupava cargo no Escritório de Organismos Americanos do Ministério da Defesa, e já foi vice-conselheiro militar junto à ONU, em Nova Iorque; bem como integrante da Missão de Verificação das Nações Unidas em Angola. Além dos cursos militares, o General também é pós-graduado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília e graduado pela Faculdade de Defesa da Escola Superior de Guerra.

O novo Force Commander ainda explica que a missão de paz na República Democrática no Congo (RDC) possui características específicas: “é uma missão que já ocorria em 1960, quando o Brasil participou com um pequeno contingente naquela operação e, depois, ressurgiu no final década de 1990. Desde 2010, a missão segue em um novo modelo com um mandato que prioriza a proteção de civis”. Confiante, o General completa: “estou pronto para dedicar o melhor de mim à comunidade internacional”.

O país está localizado na região central do continente africano e conta com uma série de problemas sociais e conflitos armados. Trata-se de um dos maiores países do mundo em extensão territorial e possui grandes riquezas naturais, o que, infelizmente, não é sinônimo de desenvolvimento nacional. O baixo Índice de Desenvolvimento Humano e o alto índice de mortalidade infantil são apenas alguns dos tristes registros da República Democrática do Congo.

Segundo publicação de fevereiro deste ano na página web brasileira das Nações Unidas, “a situação na República Democrática do Congo é uma das mais complexas do mundo e piorou em virtude do aumento de vários conflitos locais. No início de 2018, existiam cerca de 5 milhões de congoleses deslocados: aproximadamente 674.879 refugiados em outros países africanos e cerca de 4,35 milhões de deslocados internos. Esses números colocam a RDC entre os países com as maiores crises de deslocamento do mundo”.

O General Elias explica que “para que ocorra uma Operação de Manutenção da Paz, como as que o Brasil participa, alguns requisitos precisam ser cumpridos: o primeiro é o consentimento do país anfitrião; o segundo é a existência de um acordo de paz entre as partes envolvidas; e o terceiro diz respeito aos atores que estão contribuindo para o processo de paz: civis, militares e agentes humanitários que devem ser imparciais e representar todos os continentes na área da missão. E, por fim, tudo isso deve que estar sob o comando das Nações Unidas”.

Ao ser abordado sobre os desafios da nova missão, o Force Commander ressalta algumas características do País: “os conflitos nessa região, em particular no leste, são bastante sangrentos e têm provocado desastres humanitários que não têm tido notoriedade diante da comunidade internacional. A República Democrática do Congo tem mais deslocados no interior do País do que o que a guerra da Síria provocou. Estudos indicam que há mais de 200 grupos armados, e bem armados, na região, causando grandes danos às populações civis. Nos últimos anos, tornaram-se comuns os ataques às tropas das Nações Unidas, portanto é um ambiente bastante tenso, uma situação de risco elevada que tem provocado mortes de peacekeepers, que são os militares na missão de paz”.

Confira, aqui,  na íntegra uma entrevista com o General Elias, novo Force Commander na República Democrática do Congo, no programa Papo Verde-oliva, no canal do Exército Brasileiro no YouTube.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx
http://www.forte.jor.br/2018/04/30/general-brasileiro-assumira-o-comando-da-maior-missao-de-paz-da-onu/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1097 em: Maio 05, 2018, 06:09:30 pm »
Exército Brasileiro receberá diferentes equipamentos militares dos EUA segundo site DSCA

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Segundo o site do Defense Security Cooperation Agency – DSCA dos EUA, o Exército Brasileiro – EB, deverá receber diferentes equipamentos militares visando o seu reequipamento.

Dentre os equipamentos, o EB solicitou:

200 veículos M577A2 Command Post Carrier


6 M88A1 Recovery Vehicles


40 M992 Field Artillery Ammunition Supply Vehicle (FAASV) (oferecido)


120 canhões M198 Howitzer


4 aeronaves C-23B+ Sherpa Cargo Transport Aircraft


FONTE: http://www.defesaaereanaval.com.br/exercito-brasileiro-recebera-diferentes-equipamentos-militares-dos-eua-segundo-site-dsca/
 
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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1098 em: Maio 11, 2018, 08:03:13 pm »
1º Batalhão de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear e a capacidade de Defesa do Exército Brasileiro


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Com a crescente industrialização, aliada à busca de novas tecnologias, formas inovadoras de produção foram aperfeiçoadas. Nesse contexto, a indústria química surgiu em diversos ramos da produção. A partir do século XX, a manipulação de elementos radioativos possibilitou a produção de energia, a irradiação de alimentos, os estudos para a melhoria da saúde e outras atividades. Junto ao progresso, o mundo sofreu com os problemas da utilização dos ramos químico e nuclear. Citam-se a degradação do meio ambiente, os efeitos da radiação sobre o organismo e os impactos diretos sobre a saúde, relacionados à intoxicação química e nuclear.

Outro aspecto a considerar tem relação com o surgimento ou o agravamento de doenças e epidemias em diversas partes do globo. Algumas delas estão relacionadas às atividades humanas de risco, ao manuseio de elementos perigosos e à falta de cuidado ambiental. Pode-se observar, ainda, que a ameaça do emprego de agentes químicos, biológicos, radiológicos e nucleares (QBRN) em atos terroristas traz a necessidade de constante atenção para as nações. Destaca-se que, ao longo da história, existem exemplos de ataques com agentes químicos, tais como o emprego de agentes na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o ataque na cidade de Halabja (1988) e, recentemente, a situação na Síria, acompanhada pela comunidade internacional...

CONTINUA: https://orbisdefense.blogspot.com.br/2018/05/1-batalhao-de-defesa-quimica-biologica.html





 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1099 em: Maio 11, 2018, 08:09:05 pm »
3º Batalhão de Aviação de Exército: apoio ao Centro de Instrução de Operações no Pantanal


Forte Coimbra (MS) – No período de 30 de abril a 2 de maio, o 3º Batalhão de Aviação do Exército apoiou o Centro de Instrução de Operações no Pantanal (CIOpPan) no Estágio de Operações no Pantanal (EOPan 18/1). Durante a fase de operações, realizada em Forte Coimbra-MS, o Batalhão Pantera empregou duas aeronaves HM-1 Pantera e uma aeronave HA-1 Fennec, possibilitando a realização de manobras de Rapel, McGuire e Hellocasting. Foram realizadas também, missões de Reconhecimento e Infiltração Aeromóvel.

O EOPan tem por objetivo capacitar militares a operarem no ambiente hostil da maior planície alagável do mundo.



FONTE: http://www.3bavex.eb.mil.br/not%C3%ADcias/201-eopan-2018
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1100 em: Maio 15, 2018, 02:14:01 pm »
Festa Nacional da Cavalaria 2018

 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1101 em: Maio 17, 2018, 03:33:15 pm »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1102 em: Maio 18, 2018, 09:57:53 am »
MBT Osório (Exercito Brasileiro)












Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 
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Cabeça de Martelo

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7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1104 em: Maio 22, 2018, 12:30:06 pm »
Paraquedistas do EB participam do Lone Paratrooper 2018 da OTAN


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León (Espanha) – No período de 3 a 11 de maio, na cidader de León, no Reino da Espanha, a Companhia de Precursores Paraquedista (Cia Prec Pqdt) participou do Exercício OTAN Lone Paratrooper 2018. O Exercício consiste em um intercâmbio de táticas, técnicas e procedimentos de Salto Livre Operacional à Grande Altitude (HAHO – HALO).

Neste ano, participaram Unidades Operacionais da Brasil, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália e Portugal, realizando saltos a 12.000, 18.000 e 24.000 pés, a partir de aeronaves C-295 e C-130 espanholas e um C-130 do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos da América. Ao término do Exercício, as equipes participantes tiveram a oportunidade de atualizar seus conhecimentos e empregar materiais de última geração nesse tipo de infiltração.

A Equipe brasileira foi composta pelo Major Rafael de Oliveira Penteado, Comandante da Cia Prec Pqdt; do Major Flávio Sentone Júnior, do Centro de Instrução Pára-quedista General Penha Brasil; e dos Segundo-Sargentos Anderson Luis Cordeiro e Alexandre Cordeiro Santos, ambos da Cia Prec Pqdt.




FONTE: http://www.forte.jor.br/2018/05/19/paraquedistas-do-eb-participam-do-lone-paratrooper-2018-da-otan/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1105 em: Maio 22, 2018, 12:36:10 pm »
Cooperação Brasil-Indonésia: estágio internacional de operação e manutenção de sistema de mísseis e foguetes


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Formosa (GO) – O Comando do Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes (CI Art Msl Fgt) realizou, no dia 18 de maio, uma solenidade de encerramento do Estágio Internacional de Operação e Manutenção do Sistema de Mísseis e Foguetes para militares do Exército da Indonésia. O estágio proporcionou aos militares de ambos os países, o intercâmbio de conhecimento técnico-operacional do Sistema Astros.

A atividade simboliza o primeiro Estágio Internacional realizado nas novas instalações do Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes. Dentre os assuntos abordados, destacam-se a operação e a manutenção do Sistema ASTROS, além do emprego tático de Grupo de Mísseis e Foguetes.

O Primeiro-Tenente Muhammad Rashid Karami, do Exército da Indonésia, destacou que “o Estágio no Sistema ASTROS foi muito importante para o Exército da Indonésia. Pudemos adquirir novos conhecimentos e experiências sobre o sistema que não possuíamos. A doutrina, teoria e prática com o Exército Brasileiro aumentou as nossas habilidades para lidar com esse moderno material na Indonésia. Esperamos que o programa de estágios internacionais no CI Art Msl Fgt seja mantido, com maior carga-horária e alunos”.

Participaram do evento, o Coronel Valério Luiz Lange, Chefe do Centro de Estudos Estratégicos do Exército; o Coronel Budhi Achmadí, Adido Militar da Indonésia no Brasil; e o Senhor Genivaldo Pimenta dos Santos, Supervisor do suporte e treinamento ao cliente na Indústria AVIBRAS.








FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/8886530
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1106 em: Maio 23, 2018, 01:29:48 pm »
Chefe do EPEx conhece capacidade tecnológica e produtiva da Avibras


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No último dia 12, a Avibras recebeu a visita do General-de-Brigada Ivan Ferreira Neiva Filho, Chefe do Escritório de Projetos do Exército (EPEx) e do General-de-Brigada R/1 (Reserva) José Júlio Dias Barreto, Gerente do Programa Estratégico do Exército ASTROS 2020. O objetivo foi conhecer a capacidade tecnológica e produtiva da Avibras, além de acompanhar a evolução dos contratos relacionados ao Programa ASTROS 2020.

“O que mais me impressiona na Avibras é o seu senso de compromisso. Muito mais do que entregar um produto de Defesa à sociedade Brasileira, a empresa entrega tecnologia, defesa, dissuasão, mostrando a Bandeira do Brasil ao mundo”, destacou General Neiva.

Hoje o EB tem 16 Programas Estratégicos nas mais diversas áreas. Segundo ele, existe uma gama imensa de possibilidades para a Avibras, que nascem da parceria entre indústria, academia e governo.

O General Barreto, Gerente do Programa Estratégico do Exército ASTROS 2020, disse que a cada visita na Avibras ele fica mais satisfeito e orgulhoso de ser brasileiro. “Tivemos a oportunidade de ver a evolução dos equipamentos que farão parte do túnel de jato livre e a parte de integração de todo o trabalho de desenvolvimento do Míssil Tático de Cruzeiro. Isso nos dá muita satisfação e segurança”, disse.

FONTE: https://www.avibras.com.br/site/midia/noticias/261-chefe-do-epex-conhece-capacidade-tecnologica-e-produtiva-da-avibras.html

 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1107 em: Julho 07, 2018, 02:46:45 am »
Academia Militar das Agulhas Negras ajuda na formação dos futuros oficiais de nações amigas


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A Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), instituição de ensino superior responsável pela formação dos oficiais do Exército Brasileiro, com sede na cidade de Resende (RJ), também é responsável em formar oficiais estrangeiros de nações amigas. Os cadetes buscam na bicentenária academia militar brasileira, a graduação como bacharéis em ciências militares, nas especialidades da linha de ensino militar bélica do EB: Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Engenharia, Intendência, Comunicações e Material Bélico. Em 2018, 48 cadetes de 17 diferentes países estudam em um dos quatro anos da AMAN, 10 deles no primeiro ano. Países como Angola, Guiana, Guiné-Bissau, Honduras, Moçambique, Paraguai, Peru, São Tomé e Príncipe, Suriname e Vietnã enviaram representantes. A AMAN recebe cadetes de nações parceiras desde 1946. Ao longo dos anos, mais de 200 oficiais estrangeiros já foram formados pela academia do EB. Segundo o General de Brigada Ricardo Augusto Ferreira Costa Neves, comandante da academia, o interesse dos estrangeiros em estudar na academia é justificado pela tradição da academia em preparar líderes e na manutenção dos valores da força terrestre.

“Aqui, além das disciplinas acadêmicas e militares, os cadetes têm as melhores condições para se aperfeiçoarem física, intelectual e moralmente, com o intuito de tornarem-se aptos a liderar seus futuros subordinados”, destacou. Para o comandante, o intercâmbio com cadetes de nações amigas proporciona um importante ganho cultural aos brasileiros por meio da troca de experiências profissionais e pessoais. “É uma oportunidade de mostrar o elevado nível de profissionalismo e capacitação do militar do Exército Brasileiro e divulgar as boas práticas executadas na AMAN (…) Fortalecendo ainda mais os laços de amizade entre nossas nações e aumenta a nossa credibilidade no cenário internacional “, disse o Gen Costa Neves. Os protocolos e as tratativas entre os países para viabilizar o intercâmbio são estabelecidos pelo Ministério da Defesa e pelo EB, de acordo com os objetivos estratégicos de cada uma das nações. O comando da AMAN recebe as informações necessárias à matrícula do aluno estrangeiro no ano anterior ao início do intercâmbio. “Os países selecionam os melhores cadetes para realizarem cursos no Brasil, que, ao final dos quatro anos, retornam como oficiais aos seus países para atuarem em seus respectivos exércitos”, ressaltou o Gen Bda Costa Neves.

Mesma rotina dos cadetes brasileiros

Ao ingressar na AMAN, o cadete estrangeiro vivencia um período de adaptação que o familiariza com a cultura brasileira, os regulamentos e as tradições do Exército Brasileiro, além de uma preparação de ordem unida e esclarecimentos inerentes ao curso. A partir daí o aluno é incorporado ao corpo de cadetes e passa a cumprir a rotina acadêmica, frequentando normalmente as aulas e instruções militares previstas. “Da alvorada ao toque de silêncio, o cadete, seja ele brasileiro ou estrangeiro, é constantemente desafiado a buscar conhecimentos técnico-profissionais, a superar dificuldades, a vencer seus próprios limites, a desenvolver camaradagem e espírito de corpo e a cultuar, incessantemente, a verdade, a lealdade, a probidade e a responsabilidade”, disse o Gen Bda Costa Neves. A AMAN oferece todas as oportunidades para que sejam vivenciados, internalizados e praticados os valores que balizarão todas as atitudes do futuro oficial ao longo da carreira militar, onde a escolha da especialidade do aluno ocorre no final do primeiro ano. “Alguns países determinam em qual a arma, o quadro ou o serviço militar o cadete deve prosseguir na sua formação. Já outras nações oferecem a oportunidade para que cada um opte pela especialidade que melhor lhe convier”, explicou o Gen Bda Costa Neves.

Experiência é destacada por estrangeiros

O Cadete Kevveon Travis Lewis, natural da Guiana, está cursando o 4.º ano de Engenharia na AMAN. Para ele, a experiência na academia brasileira tem sido fundamental, principalmente no que diz respeito ao conhecimento técnico-profissional. “Vou ter capacidade de contribuir na reestruturação do ensino e no treinamento da instrução militar do meu país (...) A escolha do Brasil para realizar o intercâmbio foi motivada pelo interesse de poder estudar na AMAN. Para a seleção foram consideradas a classificação na escola em que cursava na Guiana e o conhecimento básico da língua portuguesa. Dominar o português é uma das grandes dificuldades para todos nós, cadetes estrangeiros”, revelou o Cadete Kevveon. Dentre as principais diferenças entre a formação militar dos dois países está a complexidade do treinamento realizado no Brasil. “Na Guiana, a instrução militar é puramente física e baseada na doutrina militar; na AMAN, no entanto, o treinamento inclui treinamento físico, doutrina militar e estudos gerais”, contou o Cadete.

O programa de ensino desenvolvido no Brasil também foi apontado como diferencial pelo Cadete Luciano Coutinho, natural do Suriname, que está cursando o 4.º ano do Curso de Infantaria. “No meu país, apenas as instruções eminentemente práticas têm uma carga horária mais elevada (...) O programa de ensino da AMAN requer muita dedicação por parte dos alunos. O bom relacionamento com os cadetes e com os instrutores brasileiros foi ressaltado pelos estrangeiros. Estou tendo a oportunidade de fazer amizades verdadeiras e duradouras”, falou o Cadete Luciano. Aprendo muito com eles. Há muita camaradagem e troca de experiências, destacou o Cadete Kevveon. Segundo o Cadete Luciano, o intercâmbio está aprimorando seus conhecimentos na área militar e desenvolvendo competências profissionais e socio-emocionais. “Na AMAN aprendi a liderar, a ensinar e a guiar os meus subordinados, para o melhor caminho em busca do cumprimento da missão”, disse. “Os valores que vou levar dessa experiência influenciarão positivamente nas futuras relações entre o Brasil e o Suriname, principalmente, na área militar”, concluiu o Cadete.
FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com/2018/07/academia-militar-das-agulhas-negras.html
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1108 em: Julho 07, 2018, 03:04:26 am »
Unidades do Exército Brasileiro recebem Monóculos de Visão Noturna


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No mês de junho, a Seção de Optrônica do Arsenal de Guerra do Rio (AGR) enviou ao Batalhão de Manutenção e Suprimento de Armamento (BMSA), 33 Monóculos de Visão Noturna modelo Loris, para serem distribuídos às diversas organizações militares operacionais do Exército Brasileiro.

O Monóculo de Visão Noturna Loris é um equipamento de origem belga que utiliza a tecnologia de amplificação da luz residual, praticamente imperceptível ao olho humano, possibilitando realizar operações em ambientes escuros. Eles são adquiridos por meio da Comissão do Exército Brasileiro em Washington (CEBW) e entregues ao AGR pelo BMSA completamente desmontados, em um processo conhecido como Completely Knock-Down (CKD).

Coube à Seção de Optrônica do AGR a montagem e os testes do material, a fim de torná-los disponíveis para serem disponibilizados às organizações militares da Força Terrestre, aumentando significativamente a capacidade operativa da tropa. Tais equipamentos possibilitam desenvolver atividades peculiares em ambientes privados de iluminação adequada, tornando o uso desse equipamento um diferencial para o sucesso das missões.


FONTE: http://www.forte.jor.br/2018/06/24/unidades-do-exercito-brasileiro-recebem-monoculos-de-visao-noturna/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1109 em: Julho 07, 2018, 10:09:12 pm »
Exército Brasileiro confirma compra de 10 veículos Oshkosh


Conforme anunciado em primeira mão por T&D em artigo do especialista em blindados Paulo Bastos, publicado em 19 de junho, saiu a confirmação através de Boletim do Exército relativa a aquisição de 10 veículos especializados socorro OSHKOSH HEMTT M984 ao custo de US$ 9,2 milhões de dólares americanos.



Com a aquisição dos HEMTT M984, o EB poderá colocar em prática aquilo que se espera de suas forças mecanizadas por tempo suficiente para que os 8×8 importados possam ser substituídos futuramente por um veículo nacional.

FONTEhttp://tecnodefesa.com.br/exercito-confirma-compra-de-10-veiculos-oshkosh-conforme-anunciado-em-1a-mao-por-td/

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A opção nacional

A proposta inicial era de mobiliar as forças mecanizadas com uma versão 8×8 do blindado Guarani especialmente projetado para essa função.

Viatura de socorro, 8×8, do Sistema ASTROS II da AVIBRAS

Devido aos constantes cortes nos recursos destinados à área da defesa, o projeto da versão 8×8, que também contemplava um veículo de reconhecimento munido de um canhão de 105 mm, acabou paralisado por prazo indeterminado.

Isso obrigou o EB a buscar outras alternativas, dentre elas uma versão socorro, 8×8, do caminhão do sistema ASTROS II Mk.5 da AVIBRAS.

Esta opção não vingou, tanto devido a falta de recursos quanto pelo custo de aquisição desse tipo de equipamento, de alto custo unitário.

Caso a aquisição dos HEMTT M984 se concretize, ele permitirá a força, colocar em prática aquilo que se espera de suas forças mecanizadas por tempo suficiente para que possa ser substituído futuramente por um veículo nacional.

Com essas aquisições de grande efetividade e baixo custo total, o Exército Brasileiro demonstra mais uma vez seu pragmatismo perante a crise econômica que assola o país, ao modernizar e ampliar suas forças Mecanizadas e Blindadas mesmo em um viés de crise orçamentária.

FONTE:   http://tecnodefesa.com.br/exercito-brasileiro-negocia-a-compra-de-veiculos-oshkosh-hemtt-m984/
« Última modificação: Julho 07, 2018, 10:26:58 pm por Vitor Santos »
 

 

Comando de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (Cmdo Com GE Ex)

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