Israel lança ofensiva em Gaza

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typhonman

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« Responder #90 em: Janeiro 08, 2009, 03:29:13 pm »
Citação de: "FoxTroop"
:lol:  :lol:  :lol:  :lol:  

Os Israelitas são mesmo humanitários, deixam entrar camiões de ajuda humanitária para depois os poder matar de barriga cheia, que nisto de ser um país civilizado e respeitador do Direito Internacional não se pode matar as pessoas quando estão esfaimadas pois isso é coisa de nazis ou russos.

Bem, ao fim do cabo, tiveram bons mestres e mostram-se alunos aplicados, aquela estadia nos campos nazis sempre serviu para alguma coisa     :evil:


A parte final do seu comentário nem merece "comentários".. enfim....
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Jorge Pereira

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« Responder #91 em: Janeiro 08, 2009, 05:11:51 pm »
Citação de: "papatango"
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Quanto à história dos "povos que viviam na região, os autóctones", estou curiosissimo por saber quem eram esses tipos, está a referir-se aos Bizantinos?!!!!

Eu pessoalmente já esgotei as minhas baterias para explicar temas Históricos.

Os Bizantinos vieram depois dos romanos, e já depois do ano 1.
Os Judeus estavam na região a que hoje chamamos Palestina antes da chegada de migrações árabes.
Os Judeus vieram do Egipto e antes disso de algures entre o Tigre e o Eufrates (os dois traços azuis da bandeira de Israel).

Como se isso não bastasse, o apego dos Árabes a região da palestina tem a ver com Jerusalem, que eles consideram cidade santa, porque ali Maomé ascendeu aos Céus.

E isso aconteceu, mais de 600 anos depois de Cristo.

Não deveria haver qualquer dúvida sobre os direitos dos judeus, se vamos considerar a História.

Outra coisa, completamente diferente, é afirmar que os actuais judeus são na realidade migrantes europeus e americanos, que em parte absorveram a cultura ocidental, mantendo-se no entanto fieis à sua religião.

Mas essa é outra Estória, que terá que se entender, tentando perceber o que é para os Judeus a Nação, uma vez que a nação Judaica e o desejo e aspiração dos Judeus a um Estado próprio foi mantida graças à religião.

E a religião Judaica, tem direitos e pretensões àquela terra, muito anteriores às pretensões dos muçulmanos.


Correctíssimo papatango.

Para além de, terem sido os romanos que renomearam aquele território para «Syria Palestina» em 132 A.C. com o intuito de apagar qualquer vestígio judeu daquela terra, como resultado da rebelião judaica de Bar Kokhba contra o império romano.

Parece-me claro que naquela região nunca mais haverá paz até que os regimes sírios, e principalmente o iraniano, sejam removidos. Aliás, a situação só terá tendência a piorar com o avanço do programa nuclear iraniano. Obama vai ter muito que fazer se não quizer que seja Israel a tratar do assunto…
Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






Cumprimentos
 

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Scarto

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« Responder #92 em: Janeiro 08, 2009, 05:41:51 pm »
E não era tambem conhecida por Judeia,a região?
 

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Jose M.

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« Responder #93 em: Janeiro 08, 2009, 05:56:06 pm »
Citação de: "Jorge Pereira"
Citação de: "papatango"
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Quanto à história dos "povos que viviam na região, os autóctones", estou curiosissimo por saber quem eram esses tipos, está a referir-se aos Bizantinos?!!!!

Eu pessoalmente já esgotei as minhas baterias para explicar temas Históricos.

Os Bizantinos vieram depois dos romanos, e já depois do ano 1.
Os Judeus estavam na região a que hoje chamamos Palestina antes da chegada de migrações árabes.
Os Judeus vieram do Egipto e antes disso de algures entre o Tigre e o Eufrates (os dois traços azuis da bandeira de Israel).

Como se isso não bastasse, o apego dos Árabes a região da palestina tem a ver com Jerusalem, que eles consideram cidade santa, porque ali Maomé ascendeu aos Céus.

E isso aconteceu, mais de 600 anos depois de Cristo.

Não deveria haver qualquer dúvida sobre os direitos dos judeus, se vamos considerar a História.

Outra coisa, completamente diferente, é afirmar que os actuais judeus são na realidade migrantes europeus e americanos, que em parte absorveram a cultura ocidental, mantendo-se no entanto fieis à sua religião.

Mas essa é outra Estória, que terá que se entender, tentando perceber o que é para os Judeus a Nação, uma vez que a nação Judaica e o desejo e aspiração dos Judeus a um Estado próprio foi mantida graças à religião.

E a religião Judaica, tem direitos e pretensões àquela terra, muito anteriores às pretensões dos muçulmanos.

Correctíssimo papatango.

Para além de, terem sido os romanos que renomearam aquele território para «Syria Palestina» em 132 A.C. com o intuito de apagar qualquer vestígio judeu daquela terra, como resultado da rebelião judaica de Bar Kokhba contra o império romano.

Parece-me claro que naquela região nunca mais haverá paz até que os regimes sírios, e principalmente o iraniano, sejam removidos. Aliás, a situação só terá tendência a piorar com o avanço do programa nuclear iraniano. Obama vai ter muito que fazer se não quizer que seja Israel a tratar do assunto…


Siguiendo la línea de estos comentarios, quisiera recordar que uno de los mayores símbolos nacionales de Israel es la fortaleza de Masada, tomada en el año 74 por los romanos tras el suicidio de sus habitantes.

Allí es donde hoy en día van los soldados israelíes a hacer su juramento de lealtad.

Aún faltaban bastantes años para que naciera Mahoma...
 

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FoxTroop

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« Responder #94 em: Janeiro 08, 2009, 06:22:00 pm »
Sim, ficou conhecida por Judeia. Quando as tribos de Israel chegaram à Judeia passaram ao fio da espada e correram com quem lá vivia excepto um povo que conseguiu aliar-se prestando vassalagem. De acordo com a História Bíblica esses povos eram também povos semitas ou seja irmãos de Israel.

Se vamos por essa ordem de ideias os descendentes desses povos (Palestinos) têm todo o direito a essa terra (estavam lá antes).

A diferença é que, tal como os judeus, são de tendência secular, apesar de os partidos locais estarem cada vez mais a entrar no campo da religião (basta ver a história do HAMAS).

Os persas e os sírios também têm tendências seculares assim como os sunni iraquianos. Se o fundamentalismo tem crescido na area tal se deve a politicas que não dão espaço a mais nada. Se o meu vizinho rouba e mata à vontade por que razão eu devo respeitar a lei.

O primado da lei é que faz com que ela seja aceite e cumprida. Quando as excepções e impunidades atingem um certo nível o resultado é uma espiral cada vez maior de descarte e desdém pelos princípios que nos devem nortear.

Mesmo que um país seja suficientemente forte para passar impune não pode esquecer que abre precedentes que podem ser gravíssimos e em ultimo caso virar-se contra ele mesmo. Como se pode gritar por causa da Tchetchenia ou da Geórgia ou que o Irão possa vir a ter uma bomba-A?!!!
Depois do que se passou com uma série de países não é natural que se pense "epá se calhar a seguir somos nós"  

Qualquer pessoa com dois olhos e um cérebro percebe que ali existem dois pesos e duas medidas. Como já disse o nº de resoluções violadas por Israel se fosse outro país (árabe de preferência) já teria sido bombardeado.
Não acredito que haja aqui neste fórum quem ao ser tratado como os Palestinos têm sido ficasse parado.
 

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Scarto

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« Responder #95 em: Janeiro 08, 2009, 06:29:12 pm »
Era Judeia,antes de qualquer coisa.E os anteriores habitantes eram os cananeus(corrigam,porque não consigo lembrar do nome correcto).Por sua vez os romanos expulsaram os judeus..
Logo Israel parece ter direito à sua terra certo?

E já agora,porque videos como este não são divulgados nas noticias?  :roll:

http://www.youtube.com/watch?v=I1M4eH9Kk7I&eurl=&feature=player_embedded
 

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FoxTroop

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« Responder #96 em: Janeiro 08, 2009, 06:32:22 pm »
Não, era Canãa. Só depois da conquista pelas tribos de Israel é que uma pequena parte dessa terra assumiu o nome de Judeia (território da tribo de Judá, uma das 12)

Essa pequena faixa de território compreendia toda a zona envolvente de Jerusalém. Com o passar do tempo é que se começou a generalizar e a chamar às outras tribos judeus (por causa de rei dos israelitas ser de Judá), mas a Judeia nunca passou desse pequeno território.
 

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dremanu

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« Responder #97 em: Janeiro 08, 2009, 06:57:03 pm »
Em 1947 a ONU aprovou a criação de de um território com dois estados, um Judeu, e outro Árabe. Os Judeus aceitaram o plano, os Palestinianos não. A partir desde esse momento começou a guerra, e quem foi o instigador dessa guerra, foi, e tem sido, os Árabes. Não aceitaram porque pensavam que iam derrotar facilmente os Israelitas, mas enganaram-se, e perderam, e continuam a perder até hoje. Só como são burros não aprendem.

Está situação é mais um exemplo de como os Árabes são BURROS, não aprendem. Se eles se acham no direito de mandar foguetes para Israel porque supostamente os Judeus lhes estam a dificultar a vida, então não pode haver surpresa que os Israelistas se acham no direito de ripostar o tratamento que estam a receber dos Árabes de acordo com as capacidades ao seu dispor. Daí levarem com tanques, helis, aviões, exército, etc. Se as capacidade ofensivas dos Palestinianos lhes permitissem matar mais Judeus, sem dúvida que o fariam sem a menor hesitação.

Tendo em conta que Israel é superior em todas as capacidades, económica, militar, social, etc, ao que os Palestinianos têm ao seu dispor, seria do interesse dos ultimos procurar o caminho da paz, algo que Israel está disposto a fazer. Mas eles continuam sempre com o mesmo cumportamento, ataques terroristas à população civil. Então que sofram as consequências dos seus actos. Se escolherem a paz, e se forem HONESTOS, SINCEROS, no estabelecimento da mesma, a longo-prazo os problemas acabam.
« Última modificação: Janeiro 08, 2009, 07:02:07 pm por dremanu »
"Esta é a ditosa pátria minha amada."
 

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FoxTroop

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« Responder #98 em: Janeiro 08, 2009, 07:01:19 pm »
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endo em conta que Israel é superior em todas as capacidades, económica, militar, social, etc, ao que os Palestinianos têm ao seu dispor, seria do interesse dos ultimos procurar o caminho da paz, algo que Israel está disposto a fazer. Mas eles continuam sempre com o mesmo cumportamento, ataques terroristas à população civil. Então que sofram as consequências dos seus actos. Se escolherem a paz, e se forem HONESTOS, SINCEROS, no estabelecimento da mesma, a longo-prazo os problemas acabam.


 :rir:  :rir:  

Diga-me lá então onde é que os Israelitas alguma vez aceitaram as fronteiras que a ONU demarcou. Israel nem sequer reconhece oficialmente as sua próprias fronteiras
 

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dremanu

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« Responder #99 em: Janeiro 08, 2009, 07:37:29 pm »
Citação de: "FoxTroop"
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endo em conta que Israel é superior em todas as capacidades, económica, militar, social, etc, ao que os Palestinianos têm ao seu dispor, seria do interesse dos ultimos procurar o caminho da paz, algo que Israel está disposto a fazer. Mas eles continuam sempre com o mesmo cumportamento, ataques terroristas à população civil. Então que sofram as consequências dos seus actos. Se escolherem a paz, e se forem HONESTOS, SINCEROS, no estabelecimento da mesma, a longo-prazo os problemas acabam.

 :rir:  :rir:  

Diga-me lá então onde é que os Israelitas alguma vez aceitaram as fronteiras que a ONU demarcou. Israel nem sequer reconhece oficialmente as sua próprias fronteiras


Olhe meu caro, não seja criançola, nem se arme em "chico esperto" comigo, pois não irá longe.

Existe um território claramente definido como pertencente a Israel, ou sobre controle Israelita(como vc o quiser definir), com postos de fronteira onde é deliniado a divisão entre Israel, Syria, Egipto, Líbano e Jordânia. Dentre desses territórios existem "áreas de contestação" sobre quem tem autoridade nos mesmos. Esses são os únicos em que os Israelitas argumentam sobre quem deve, ou não deve, ter controle, ou que tipo de controle é que deve ser exercido.

De qualquer forma, esta realidade em nada invalida o que eu disse. Os Palestinianos REJEITARAM a decisão da ONU, logo de inicio, da criação de um território com dois estados, e optaram pela via do conflito armado. Abriram a porta para que Israel(e deixaram as portas abertas para eles) pela força das armas conquista-se mais território do que aquele que puderia ter sido inicalmente alocado. Sendo assim, não há nada a reclamar, ou têm força para lutar, e forçar os Israelitas a aceitaram a paz de acordo como querem, ou então tem que fazer o reverso, ou fazem o que continuam a fazer, e acatem com as consequências.
"Esta é a ditosa pátria minha amada."
 

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bokaido

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« Responder #100 em: Janeiro 08, 2009, 07:37:38 pm »
Sr. dremanu, burro é o senhor. Burro, estúpido e xenófobo, ao nível desses radicais do Hamas. Não percebo como é que o pessoal, sentado em frente ao pc, no conforto deste cantinho da Europa onde não se passa nada, consegue tão facilmente tomar posições nesta guerra sem sentido.

Precedência histórica? Baseada em escrituras? A religião é mesmo uma fraqueza humana.. Toda a gente tem direito a uma terra para viver e aquele território até poderia ser dividido entre as duas partes mas, cada dia que passa isso se torna mais utópico. A ONU, que é que a ONU vai ali fazer? Se nem num país europeu eles são capazes de actuar, como aconteceu nos balcãs, alguém acha que vão fazer algo numa guerra que opõe um exército fortíssimo (de um país ocidental e rico) a umas milícias extremistas que se misturam na população civil, pobre e subdesenvolvida?

O erro foi terem permitido a criação de um estado sobrepondo-se a outro, mas é natural que assim tenha acontecido porque quem tem poder e dinheiro oprime sempre quem é mais fraco. Agora as IDF fazem o que querem e lhes apetece naquela terra. E os coitados dos palestinianos (e não só) são parasitados por radicais islamitas que só dão mais razões aos israelitas para arrasar casas e encher aquela gente de chumbo. Enfim, a miséria...
Ó Estrela, queres cometa?
 

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Jorge Pereira

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« Responder #101 em: Janeiro 08, 2009, 07:40:23 pm »
Citar
Palestinians Use Extended Range 122mm Rockets form China for Long-Range Attacks

By mid-day Wednesday (Dec. 31, 2008) the Palestinians fired more than 50 rockets at Israeli cities and settlements wounding five people. Some of these rockets reached as far as Beer Sheba, almost 40 km from the Gaza border. The Palestinians have already reached this range when the towns of Ashdod and Yavneh were attacked two days ago, killing one person and wounding several others. According to the Deputy Commander of Israel's Home Front Command, Brig. General Abraham Ben David, these attacks represent a new dimension for the enemy's capability but are probably at the limit of the Palestian rockets.

Previously Palestinian Hamas relied on the 'homemade' Qasam or Iranian produced Grad rockets, enhanced at the Hamas workshops. These rockets could reach 11-12 miles into the Israeli area. Today, Israel officially confirmed today that the rocket recently fired against Beer Sheba were not Qasam or standard Grads rockets that were already familiar to the Israelis, but but standard 122mm produced by China. Iran is also producing 122mm rockets, but the types produced by Iran are not capable of reaching a range of 30-40km (about 19 – 25 miles).

The Chinese rockets referred to by General Ben-David, are most likely rockets of the 122mm version of the WeiShi family of rocket, ( WS-1E) developed and produced by the Sichuan Aerospace Industry Corporation (SCAIC) also known as Base 062. According to Sinodefence website, these rockets didn't enter production, yet apparently, some reached Hammas and exploded in Beer Sheba. WS-1E was developed for the Type 90 truck mounted multiple rocket launchers. Several versions of different calibers of the WeiShi artillery rocket systems are employed by the People's Republic of China Army and were widely exported to third world countries.

The WS-1E rocket measures about 2.9 meters (depending on type and range) and weighs 61-74 kg. Uunlike the ubiquitous Grad, these Chinese rockets are using both fin and spin stabilization to achieve high accuracy and low dispersion of multiple rockets groups. Unlike the Grad which uses a fixed amount of propellant and warhead, designed for maximum range of 20 km, the Chinese rocket uses a modular design, where some of the payload can be exchanged for propellant.

The two versions of this rocket are the 20km and 40km. Both types use a single chamber FG-42/43 solid rocket propellant uses an advanced hydroxy-terminated polybutadine (HTPB) composition. The rocket's payload consists of a modular warhead weighing 18-22kg in the standard version (20-40km version) or 26-28kg in the short range version (10-12kg). The standard high explosive (RDX-based) warhead can be enhanced with the ZDB-2 blast fragmentation warhead, comprising high explosive charge, containing reduced RDX-based explosive charge, over 4,000 steel ball matrix liner and prefabricated fragmentation sheath, extending lethal effect over a radius of about 100 meters. A thermobaric warhead is also available, comprising of a 17kg warhead containing 6.2 kg of energetic composition and 1,500 steel balls for dual-purpose effect optimized for urban warfare, and the SZB-1 anti-personnel and anti-armor mines containing submunitions for area denial attack.

 :arrow:  Vídeo  http://br.youtube.com/watch?v=p-DjCgYmPRw
Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






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Jorge Pereira

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« Responder #102 em: Janeiro 08, 2009, 07:48:59 pm »
Vamos ter atenção às Regras do Fórum! Calma!
Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






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dremanu

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« Responder #103 em: Janeiro 08, 2009, 07:49:15 pm »
Sr. Bokaido, está no seu direito de expressar a sua opinião, então permita-me a minha também, retorquindo-lhe que:¨- Sr. Bokaido, vá chamar "Burro, estúpido e xenófobo" a quem lhe fez as orelhas!"

Passar bem!
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FoxTroop

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« Responder #104 em: Janeiro 08, 2009, 07:57:16 pm »
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Olhe meu caro, não seja criançola, nem se arme em "chico esperto" comigo, pois não irá longe.


Chico esperto eu?!! Não, seu facho, eu até não me considero muito esperto, mas quanto a ir longe por enquanto vou até onde eu quiser.

Citar
De qualquer forma, esta realidade em nada invalida o que eu disse.


Invalida tudo o que disse, Israel não reconhece as suas próprias fronteiras justamente para as poder negociar ou considerar ao seu belo prazer. Está à vista e para mais o único líder israelita que realmente quis negociar a paz acabou com uma overdose de chumbo servida pelos seus "patriotas"
 

 

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