EUA podem entrar em crise ainda este ano

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P44

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EUA podem entrar em crise ainda este ano
« em: Fevereiro 26, 2008, 12:18:07 pm »
EUA podem entrar em crise ainda este ano


Os EUA devem entrar em recessão este ano. Num inquérito da Associação Nacional de Economia, 49% dos economistas dizem que os Estados Unidos vão enfrentar em 2008 uma crise. O painel de economistas prevê que os EUA cresçam 1,8% este ano, abaixo dos 2,6% previstos anteriormente.

A acontecer uma crise, provocada pela pressão no mercado imobiliário, a economia da Zona Euro não vai escapar intacta. Ontem, o economista chefe do Banco Central Europeu (BCE), Jürgen Stark, afirmou que os países da eurozona não "estão imunes ao que se passa nos EUA", pois a nível de mercados financeiros "não é possível falar de desligamento" das duas economias.

Ao mesmo tempo, o ex-presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos, Alan Greenspan, defendeu que "a existência de problemas financeiros é mais profunda do que o que tivemos nos últimos tempos, por isso, não ficaria surpreendido se esta recessão fosse mais profunda que as duas últimas".

JN
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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MERLIN

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« Responder #1 em: Fevereiro 26, 2008, 09:53:28 pm »
Mau para eles, mas sobretudo muito mau para nos :evil:
cumptos
"Se serviste a patria e ela te foi ingrata, tu fizestes o que devias, ela o que costuma"
Padrea Antonio Vieira
 

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tsumetomo

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Re: EUA podem entrar em crise ainda este ano
« Responder #2 em: Fevereiro 26, 2008, 10:22:38 pm »
Citação de: "P44"
EUA podem entrar em crise ainda este ano
Ou no prómino ano, ou no outro, ou no outro, etc... Essa possibilidade existe sempre.

Não acredito que isso venha a acontecer nos proximos tempos excepto, talvez, se após as eleições não ocorrer uma mudança e que isso leve os investidores a sairem dos EUA. Uma vitoria de Obama facilmente daria a volta á suposta crise... Uma de McCain provavelmente so pioraria as coisas.
 

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André

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« Responder #3 em: Fevereiro 28, 2008, 07:22:01 pm »
Bush descarta recessão nos EUA, mas admite abrandamento

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O presidente norte-americano, George W. Bush, descartou esta quinta-feira que os Estados Unidos estejam a caminho de uma recessão.
«Não há dúvidas que a economia abrandou, mas não creio que estejamos a caminho de uma recessão», referiu Bush numa conferência de imprensa.

Esta quinta-feira, o Departamento do Comércio manteve os dados referentes ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre de 2007, indicando uma expansão de 0,6%, o que coloca o crescimento económico do ano passado nos 2,2%, o nível mais baixo desde 2002.

Diário Digital / Lusa

 

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Miguel Sá

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« Responder #4 em: Março 17, 2008, 10:45:22 pm »
http://saberaverdade.blogspot.com/

Será que já começou?
Que consequências para os EUA, Europa o Mundo e Portugal?
Que sociedade teremos? Uma vez que parece-me que a classe média vai ser a mais maltratada.
 

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MERLIN

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« Responder #5 em: Março 18, 2008, 11:07:20 am »
A classe média é sempre aquela que paga a factura mais alta!
cumptos
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Padrea Antonio Vieira
 

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comanche

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« Responder #6 em: Março 18, 2008, 12:29:32 pm »
Americanos incendeiam casas para pagar hipotecas

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Objectivo é conseguir receber os seguros para liquidar dívida à banca

Desesperadas, sem conseguirem pagar as hipotecas, muitas famílias norte-americanas estão a recorrer a medidas extremas - incendeiam as casas, na tentativa de conseguirem cobrar os seguros e, assim, pagarem as dívidas aos bancos. É o lado mais dramático da crise dos créditos imobiliários de alto risco (subprime).

Só na Califórnia, os incêndios provocados pelos próprios proprietários duplicaram em relação ao ano passado e em outras regiões do país, como no Colorado, os números também aumentaram substancialmente, refere a agência Efe. "Não é um fenómeno global e não faz qualquer sentido", contrapõe Marietta Rodríguez, directora financeira do programa hipotecário da NeighborWorks America, uma organização que dá aconselhamento a pessoas que já não conseguem fazer frente aos encargos com os empréstimos.

"Queimar a casa não é solução para nada. Para onde vão morar depois? E só agravam a sua situação financeira - as seguradoras investigam os incêndios e acabam por não pagar as apólices; os donos das casas, pelo contrário, têm de suportar as custas judiciais e continuam sem dinheiro."

Mas, apesar disso, na Internet começam a proliferar blogues de pessoas que, sem saídas para os seus problemas financeiros, pedem conselho sobre a melhor maneira de incendiar as suas casas (enganando as seguradoras) e quais os trâmites a seguir posteriormente.

Num país que se habituou a viver a crédito, a crise do subprime - que nos últimos meses encheu páginas de jornais por causa dos problemas financeiros que criou a muitos bancos, à beira da falência, e da ameaça de lançar a economia dos EUA numa recessão - atinge dimensões alarmantes.

"Recebemos cinco mil chamadas por dia", confessa a NeighborWorks, "na sua maioria de afro-americanos e latinos, em situação desesperada e com medo de perderem as suas casas."

A associação criou já uma linha de atendimento, a Hope Now, que funciona 24 horas por dia. Neste serviço de atendimento trabalham assessores, investidores e especialistas em empréstimos, que procuram encontrar soluções alternativas para quem está em risco de perder a casa por não conseguir pagar a hipoteca.

Uma tarefa que se adivinha gigantesca - há apenas uns dias, o banco de investimento norte-americano Goldman Sachs calculou que, até ao final deste ano, 30% das hipotecas estarão em situação de incumprimento ou já em processo de execução judicial.
 

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comanche

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« Responder #7 em: Março 18, 2008, 06:01:04 pm »
Secretário do Tesouro admite declínio dos EUA
Sara Gamito
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secretário do Tesouro norte-americano, Henry Paulson, reconheceu hoje que a economia do país declinou “fortemente”, cita a agência Lusa, sem, no entanto, declarar uma recessão.

“Estamos perante um forte declínio e não há dúvidas de que os americanos sabem que a economia declinou fortemente”, admitiu Paulson numa entrevista à cadeia CNBC.

Confrontado pela imprensa, Paulson não quis dizer que os Estados Unidos se encontram em recessão, antes respondeu que “para mim, o que é importante, não é a etiqueta que se põe em cima, mas aquilo que fazemos a esses respeito”.

Quanto à decisão de baixar a taxa de juros, que deverá ser hoje tomada pelo comité de política monetária da Reserva Federal, o secretário do Tesouro apenas comentou que “A Reserva Federal é independente. Vão fazer o melhor. Tenho plena confiança na Reserva Federal e no facto de que vão fazer o que têm de fazer".

No que diz respeito ao salvamento do Bear Stearns, Paulson resalva que “A nossa prioridade é de manter a ordem nos mercados e de manter a nossa economia.
 

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comanche

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« Responder #8 em: Março 20, 2008, 02:22:01 pm »
OCDE: Crescimento económico nos EUA revisto em forte baixa para 1,4% em 2008


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Lisboa, 20 Mar (Lusa) - A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) reviu hoje em baixa o crescimento económico nos Estados Unidos em 2008, prevendo um acréscimo de 1,4 por cento, contra a anterior estimativa de 2 por cento.

A OCDE prevê uma estagnação do crescimento económico norte-americano para o segundo trimestre do ano, o que acontecerá pela primeira vez desde 2001, mas afasta o cenário de recessão.

"O nosso modelo cobre um horizonte a muito curto prazo", precisou Jurgen Elmeskov, economista chefe interino da OCDE, numa conferência de imprensa em Paris, sublinhando que o modelo se baseia somente em projecções que serão revistas em Maio no próximo relatório da OCDE sobre as perspectivas económicas.

A OCDE reviu fortemente em baixa as suas previsões para os dois primeiros trimestres nos Estados Unidos.De acordo com a organização, a economia norte-americana vai parar de crescer no segundo trimestre do ano, o que acontece pela primeira vez desde 2001.

A estagnação surge após uma expansão de 0,1 por cento no primeiro trimestre do ano, acrescenta.

Os Estados Unidos perderam postos de trabalho e as vendas a retalho e a produção industrial estão a diminuir.

A Reserva Federal norte-americana (Fed) cortou a sua taxa de juro de referência seis vezes desde Agosto, quando o colapso no mercado de crédito hipotecário (subprime) começou a afectar os mercados de todo o mundo.

No Japão, o crescimento económico deverá situar-se em 1,5 por cento, contra 1,6 por cento previsto anteriormente, adiantou Jurgen Elmeskov.

O crescimento económico na Zona Euro mantém-se inalterado nos 1,9 por cento.

A OCDE faz hoje uma avaliação preliminar da situação económica nos Estados Unidos, na Europa e no Japão, numa conferência do economista-chefe interino da OCDE, Jorgen Elmeskov, que antecede em dois meses o lançamento das Perspectivas Económicas (Economic Outlook) da Primavera e tem como pano de fundo a crise financeira internacional e as suas consequências, assim como o mau estado da economia norte-americana.

 

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André

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« Responder #9 em: Março 28, 2008, 01:40:52 am »
Lula da Silva diz ter telefonado a George W. Bush exortando-o a resolver a "crise" financeira

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O presidente brasileiro revelou quinta-feira a empresários do seu país e do México que exortou o seu homólogo norte-americano, George W. Bush, a "resolver a sua crise" financeira e a impedir um efeito dominó na economia global.

"O problema é o seguinte: nós passamos 30 anos sem crescer e agora que estamos a crescer apareces tu a intrometer-te. O problema é teu, de modo que resolve tu a crise", terá dito Luíz Inácio Lula da Silva a Bush num telefonema, sem esclarecer quando.

Lula contou o telefonema durante a sua participação num seminário de negócios entre empresários do Brasil e do México, salientando que "não é possível" que as duas maiores economias de América Latina tenham um intercâmbio comercial que "apenas" chega aos 6.000 milhões de dólares anuais.

Advertiu os empresários que os países latino-americanos foram "desafiados a usar toda a sua inteligência para impedir que dentro de cinco ou seis anos, com uma crise mais profunda", continuem a ser dependentes "de uma só economia, de um só país".

Segundo Lula, entre os países em desenvolvimento e os mais ricos existe uma relação desigual que tem de ser alterada.

"Quando eles crescem, nós crescemos um pouco, e quando eles têm uma crise, nós arruinamo-nos", afirmou o presidente no seminário realizado na cidade do Recife, no Noroeste do país.

O seminário, em que participam 200 empresários de ambos países, coincide com a inauguração das primeiras duas agências no Brasil do Banco Azteca, que escolheu o Recife (capital do Estado de Pernambuco) como a sua ponta de lança no maior mercado latino-americano.

O objectivo do foro é discutir oportunidades de negócios que permitam a presença de um maior número de empresas mexicanas no Brasil e vice-versa, assim como tratar de nivelar una balança comercial actualmente favorável ao país sul-americano.

Em 2006 o Brasil exportou para o México produtos no valor de 5.558 milhões de dólares e as suas importações desse país totalizaram 1.147 milhões de dólares, una relação que se manteve praticamente estável em 2007.

O interesse dos mexicanos é procurar novos clientes no Brasil, que substituam os que podem perder com uma possível recessão nos Estados Unidos, o maior destino das suas exportações.

Os brasileiros, por seu lado, pretendem entrar no segundo maior mercado latino-americano, que, além disso, faz parte do Tratado de Livre Comercio da América do Norte (com os Estados Unidos e Canadá).

No foro participam representantes de gigantes mexicanas, como a Telmex y Femsa, e varias empresas brasileiras com interesses no México, como o Banco do Brasil e a construtora Andrade Gutierrez.

Também assistem o ministro de Economia mexicano, Eduardo Sojo, e o empresário Ricardo

Lusa

 

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comanche

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« Responder #10 em: Março 31, 2008, 12:03:16 pm »
Califórnia assiste a nova corrida ao ouro

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Subida do preço do metal levou americanos a pegar no detector e na peneira
Pode não ter comparação com a de 1849, que levou centenas de milhares de pessoas à Califórnia, mas os Estados Unidos estão a assistir a uma nova corrida ao ouro. A subida do preço daquele metal, que este mês ultrapassou os mil dólares a onça (mais de 600 euros), aliado à crise económica que se anuncia, levou muitas pessoas a pegar no detector de metal, na picareta e na peneira e a sair atrás da sua fortuna.

"Teoricamente, se for bom a procurar, pode ganhar algumas centenas de dólares por dia", disse ao diário britânico The Independent Ed Hardt, que aos 74 anos se considera um veterano da corrida ao ouro e é presidente da Associação de Mineração do Oregon Oriental. Mas para quem só agora se inicia na arte de procurar as tão ansiadas pepitas douradas, esta pode ser uma actividade bastante perigosa. "Qualquer idiota sem nada melhor para fazer vai entrar nos bosques de detector de metais em punho e acabar por se perder", alertou Bill Dobell, outro garimpeiro veterano.

Mas para quem prefere jogar pelo seguro, há já empresas que se especializaram na organização de minicorridas ao ouro. A Associação de Prospectores de Mohave, por exemplo, oferece a possibilidade de ganhar algum dinheiro a encontrar pepitas no deserto do Arizona. Claro que estas foram previamente enterradas no solo por membros da organização, mas esse é apenas um pormenor para quem encontrou uma nova actividade para os fins-de-semana. "Há muitas pessoas à procura de um hóbi diferente e com o preço do ouro a rondar os mil dólares a onça, temos cada vez mais procura", explicou o presidente da associação, Al Adams, ao Daily Miner.

"Esta é a segunda corrida ao ouro na Califórnia", garantiu ao Financial Times o dono da GoldFeverProspecting.com, uma empresa que vende equipamento aos garimpeiros dos tempos modernos. Harrigan McGregor garante que algumas pessoas estão mesmo a "deixar os empregos para se dedicarem à prospecção a tempo inteiro". E a verdade é que a Associação Americana de Prospectores de Ouro viu o número de sócios triplicar desde que o preço daquele metal começou a subir.

E para quem não estiver disposto a empunhar o detector de metais, há outras formas de ganhar dinheiro. Um pouco por todos os EUA começam a surgir cartazes a dizer "Compramos ouro" ou "troca-se ouro por dinheiro".

Não são poucos, portanto, os que já começaram a dar voltar à caixa das jóias à procura daquele anel que já não serve ou do colar que lhes ofereceram e nunca usaram. Segundo o Denver Post, o preço que se consegue "varia consoante a quantidade que se vende e a qualidade do ouro".
 

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« Responder #11 em: Abril 09, 2008, 03:28:23 pm »
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09-04-2008 - 14:25h
FMI acredita que EUA já estão em recessão
Elogia corte das taxas de juro pela Fed e aconselha BCE a fazer o mesmo

Por: Paula Gonçalves Martins

O Fundo Monetário Internacional (FMI), que apresentou esta quarta-feira as suas previsões para a economia mundial, acredita que o risco de recessão mundial cresceu para 25%. Mas no que se refere aos EUA, a entidade aposta que já estão em recessão.

Embora considere que esta recessão da maior economia do Mundo será «suave», diz ser possível que a crise financeira gere uma contracção na economia a nível global. As probabilidades de o crescimento mundial cair para menos de 3% são agora de 25%.

A economia dos EUA deverá crescer 0,5%, quando antes o FMI esperava que crescesse 1,5% este ano.

A economia mundial deverá crescer 3,7%, face aos 4,1% anteriormente esperados. O novo valor representa uma desaceleração superior a 12 décimas face à expansão registada em 2007.

FMI eleva previsão para taxa desemprego nacional para 7,6%

FMI corta 5 décimas à previsão de crescimento nacional para 1,3%

E mesmo esta taxa deverá ser impulsionada sobretudo pelas economias emergentes, como a China e a Índia, já que a economia chinesa deverá abrandar mas, mesmo assim, crescer 9,3% e a indiana 7,9%.

Também para o Japão se espera um abrandamento, para 1,4%.
A ensombrar as perspectivas estão as perdas dos bancos, resultantes da crise financeira, e que ainda não estarão totalmente contabilizadas, bem como o disparo dos preços de alguns bens, como alimentos e energia.

No que se refere às taxas de juro, o FMI aplaude a actuação da Reserva Federal norte-americana, dizendo que as descidas no preço do dinheiro nos EUA têm sido justificadas e devem continuar. Já no que toca ao Banco Central Europeu (BCE), o FMI reitera que a instituição monetária tem margem para baixar as taxas, apesar da elevada inflação (que atingiu 3,5% em Março), uma vez que esta deve recuar para 2% em 2009, colando-se assim ao tecto estabelecido pelo BCE como ideal para assegurar a estabilidade de preços, a sua principal preocupação.


Fonte
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
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« Responder #12 em: Setembro 06, 2008, 11:16:18 am »
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Conference Board diz
Zona Euro está a entrar em recessão e os EUA estão estagnados
O Conference Board cnsidera que a economia da Zona Euro está a cair em recessão e que os EUA estão a "estagnar" , aumentando as probabilidades dos bancos centrais reduzirem as taxas de juro de referência.

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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt

 
O Conference Board considera que a economia da Zona Euro está a cair em recessão e que os EUA estão a “estagnar”, aumentando as probabilidades dos bancos centrais reduzirem as taxas de juro de referência.

“Este é um período de muitos ajustamento, que vão de sector a sector, e isso vai manter a taxa de crescimento dos EUA baixa, entre os 1 e os 2%” nos próximos tempos, afirmou Gail Fosler, presidente do Conference Board, numa conferência em Singapura, de acordo com a Bloomberg.

Fosler acrescentou que esta situação não se verifica só na maior economia do mundo uma vez que “a Europa está um pouco mais em perigo.”

Os sinais de abrandamento na Zona Euro foram referidos por Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu (BCE), que reviu em baixa o crescimento da região tanto para este ano, como para 2009.

Os receios de recessão económica já se fazem sentir na moeda única da Zona Euro que tocou hoje em mínimos de Outubro do ano passado, face à divisa norte-americana.

Já quanto à economia dos EUA, Michael Buchanan, economista chefe da Goldman Sachs, referiu que espera que “a economia abrande significativamente nos próximos trimestres”.

O economista acrescentou que “o crescimento do consumo nos EUA está a cair muito fortemente.”

Perante estes sinais, os bancos centrais começam a ficar sem margem para continuar sem baixar a taxa de juro de referência, uma vez que será necessário estimular a economia.

Folster, referiu ainda que os riscos de crescimento económico, estão a intensificar-se a nível global. Além da Zona Euro e dos EUA, o presidente do Conference Board, mencionou também o desempenho económico da Austrália, que está a abrandar, e da China, que está a ver os sinais mais profundos de abrandamento dos últimos dez anos.

 
jornal de negócios
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Luso

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« Responder #13 em: Setembro 29, 2008, 06:47:22 pm »
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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P44

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« Responder #14 em: Setembro 30, 2008, 08:21:46 am »
Citação de: "Luso"

http://www.youtube.com/watch?v=H5tZc8oH ... /News.html


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Este vídeo não está mais disponível devido à reclamação de Warner Music Group contra a violação de direitos autorais


Não me digas que era algum discurso do bush no politburo, a apelar á nacionalização em massa :twisted:
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Crise Alimentar Mundial

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Última mensagem Abril 29, 2008, 03:30:34 pm
por André
Crise Financeira Mundial

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por Lusitano89
China: novas regras ambientais podem fechar 900 fábricas

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por Marauder