Nações Unidas

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Lusitano89

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Re: Nações Unidas
« Responder #15 em: Setembro 25, 2018, 12:08:23 pm »
Marcelo Rebelo de Sousa quer afirmar valores europeus na ONU


 

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Re: Nações Unidas
« Responder #16 em: Janeiro 04, 2019, 04:07:16 pm »
Diretor-geral da IOM critica instrumentalização política da migração


 

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Re: Nações Unidas
« Responder #17 em: Janeiro 13, 2019, 06:22:48 pm »
Veterano da Força Aérea britânica pode ter assassinado secretário-geral da ONU em 1961


O piloto belga Jan van Risseghem pode ter sido o responsável pela morte do secretário-geral das Nações Unidas Dag Hammarskjöld num misterioso acidente de avião ocorrido no sul de África em 1961, alega o documentário Cold Case Hammarskjöld, realizado por Mads Brügger e que se vai estrear no próximo festival de Sundance.

De acordo com o jornal The Guardian, os responsáveis pelo documentário conseguiram novos testemunhos que parecem relacionar o veterano da RAF (Royal Air Force, a Força Aérea britânica) com este incidente que, até hoje, continua a ser investigado pela ONU.

O nome de Jan van Risseghem já tinha sido avançado antes, mas até agora havia apenas suspeitas não confirmadas. Além disso, Risseghem sempre foi identificado simplesmente como piloto. Mas o documentário revela que, embora o seu pai fosse belga, não só a sua mãe era britânica como ele próprio foi treinado na RAF e foi condecorado pelo sua prestação na Segunda Guerra Mundial.

O piloto morava na Bélgica mas no início da Segunda Guerra Mundial conseguiu escapar à Europa ocupada e foi para Inglaterra onde treinou com a RAF e participou em missões aéreas de ataque a posições nazis. Foi nesta altura que conheceu a sua mulher, que era britânica. No final da guerra, o casal voltou à Bélgica mas em 1961 Van Risseghem estava no Congo, onde trabalhava como piloto mercenário para os rebeldes separatistas que tinham declarado a independência da província de Katanga. Foi então que, segundo o documentário, recebeu ordens para abater o avião em que viajava Hammarskjöld.

No acidente de 18 de setembro de 1961 morreram mais 15 pessoas. Apesar de o nome de Van Risseghem já ter sido apresentado como suspeito, nunca foi possível provar que foi ele o responsável pela queda do avião, uma vez que nos registos de voo ele aparece de licença, só voltando a voar a 20 de setembro. No entanto, outro piloto mercenário que estava na região, Roger Bracco, diz no documentário que os registos de voo de Van Risseghem foram alterados. E um outro amigo, Pierre Coppen, diz que em 1965 Van Risseghem lhe confessou ter abatido o avião mas não sabia na altura quem eram os passageiros: "Ele disse: cumpri a missão, só isso."

No livro Une vie à tire-d'aile , o diplomata francês Claude de Kémoularia já tinha defendido a tese de que o avião DC-6 tinha sido abatido por mercenários belgas no Congo. Independente desde 1960, o Congo, antiga colónia belga, viu-se confrontada com uma rebelião secessionista na província do Katanga, junto à Zâmbia. Ao visitar o Congo, Hammarskjold queria reunir-se com Moise Tshombé, o líder dos rebeldes apoiados pelos mercenários belgas.

Kémoularia diz ter conhecido em Paris, em 1967, dois mercenários belgas do Katanga, na mesma altura em que foi apresentado a um piloto chamado Beukels, que dizia ter abatido o avião de Hammarskjold. Segundo esta versão, dois aviões dos rebeldes tentaram interceptar o DC-6 de Hammarskjold para o obrigar a aterrar na sua base de Kamina. Os líderes dos mercenários queriam negociar diretamente com o secretário-geral da ONU. Beukels disparou uma salva de aviso que atingiu o aparelho, levando à sua queda.

Van Risseghem morreu em 2007. Os seus familiares, incluindo a viúva, continuam a afirmar que ele não tem nada a ver com a morte de Hammarskjöld, e a verdade é que ele nunca interrogado pelas autoridades sobre este caso. A única vez que falou publicamente sobre o acidente, numa entrevista, reafirmou que não estava no sul de África na altura e disse que a ideia de um ataque era "um conto de fadas".


:arrow: https://www.dn.pt/mundo/interior/veterano-da-forca-aerea-britanica-pode-ter-assassinado-secretario-geral-da-onu-em-1961-10433352.html?fbclid=IwAR0rtXICjDpizvcublS2qtZmUi4tJV_iebPuymywIFyhdUpGDdq6uBIbHI4
 

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Re: Nações Unidas
« Responder #18 em: Abril 24, 2019, 10:11:50 pm »
ONU aprova resolução para o combate à violência sexual em conflitos



 

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Re: Nações Unidas
« Responder #19 em: Abril 25, 2019, 07:33:29 pm »
"António Guterres está numa situação extremamente difícil", antigo primeiro-ministro francês


O antigo primeiro-ministro francês Jean-Pierre Raffarin considerou em entrevista à Lusa que as organizações internacionais se tornaram "demasiado pesadas" para resolver os conflitos atuais e, mesmo com "coragem" e "subtileza", estar à frente da ONU é "um trabalho muito complicado".

Tendo saído da política ativa em 2017 para fundar a organização não-governamental Leaders pour la Paix, Jean-Pierre Raffarin, que conhece António Guterres desde a altura em este foi primeiro-ministro de Portugal, afirma que o atual secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) tem um trabalho “difícil” à sua frente.

“António Guterres está numa situação extremamente difícil. É um homem corajoso, com muita experiência. É alguém muito subtil e com uma grande cultura. Mas precisa de uma equipa e de muito apoio. A nossa organização esteve com ele em janeiro e quero que ele passe mais tempo aqui em Genebra do que em Nova Iorque. Os ares em Genebra são menos pesados. Conheci-o como primeiro-ministro e sei que está na linha dos grandes secretários-gerais da ONU, mas o trabalho é muito complicado”, afirmou o antigo primeiro-ministro sobre o português em entrevista à agência Lusa.

A organização Leaders pour la Paix, à qual Jean-Pierre Raffarin preside, é “um centro de reflexão sobre o multilateralismo”, promovendo também operações como universidades itinerantes da paz em regiões de conflitos e prémios para as melhores ideias do desenvolvimento da paz na primeira infância. Para o antigo-ministro, deixar o Senado francês para se dedicar a esta causa foi óbvio.

“Estou preocupado com as tensões no mundo. A paz não cai do céu, é preciso trabalhá-la e nem sempre vemos todas as ameaças. O mundo é perigoso e vemos conflitos em todo o lado. Os chefes de Estado devem permanecer vigilantes e introduzir isto no seu modo de atuação. Não gostei quando, recentemente, o meu país e a Itália chamaram os seus respetivos diplomatas e subiram o tom de ameaça. Podemos discordar, mas é importante que mantenhamos os nossos laços. Os partidos políticos podem combater uns contra os outros, os Estados têm de se respeitar”, sublinhou.

O antigo chefe de Governo de França considera que o multilateralismo permanece o antídoto para as tensões no mundo, mas já não apenas através de organizações como as Nações Unidas. “O multilateralismo serve para ter as pessoas sentadas à volta da mesma mesa. É a ONU, a UNESCO, mas essas grandes organizações deixaram de ter poder porque se tornaram demasiado pesadas. É preciso um multilateralismo mais operacional, com mais corpo”, indicou.

Algumas das propostas da organização que preside é a regionalização do multilateralismo, de forma “a apaziguar as tensões, com maior intensidade de diálogo e aproximar as organizações internacionais dos cidadãos”.


:arrow: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/antonio-guterres-esta-numa-situacao-extremamente-dificil-antigo-primeiro-ministro-frances
 

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Re: Nações Unidas
« Responder #20 em: Abril 29, 2019, 09:13:00 pm »
Portugal tem "desafios importantes" em direitos humanos, diz alta comissária da ONU


A alta comissária da Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, advertiu hoje para um tempo de incertezas e de regressão dos direitos fundamentais e disse que Portugal tem também “desafios importantes” nessa matéria.

Apesar de Portugal ter “grande experiência” com políticas públicas na área dos direitos humanos, “nenhum país é perfeito” e Portugal tem “desafios importantes”, na discriminação da etnia cigana e das pessoas afrodescendentes, na violência contra as mulheres, na pobreza e desigualdade socioeconómica, e no desemprego, sobretudo dos jovens, disse.

Michelle Bachelet falava hoje em Lisboa numa reunião com organizações não-governamentais de defesa dos direitos humanos no final de uma visita a Portugal.

A responsável, antiga Presidente do Chile, alertou para o aumento no mundo de nacionalismos, populismo, racismo, xenofobia e atitudes anti-islâmicas e antissemitismo. É um “período difícil para os direitos humanos” com a sociedade civil a ter “cada vez menos espaço” e a morreram “a cada dia” defensores dos direitos humanos, acrescentou.

Depois o mundo vive também a incerteza de saber quais as consequências para os direitos humanos das alterações climáticas, que deverão levar a mais pobreza, mais guerras e mais conflitos.

Michelle Bachelet acrescentou ainda mais uma incerteza, que é o impacto das novas tecnologias nos direitos humanos, que podem “ser fontes de expansão da democracia”, mas também “de prejuízo para os direitos humanos”.

A alta comissária deu como exemplo a perseguição à minoria rohingya, em Myanmar, ou o ataque a mesquitas em Christchurch, na Nova Zelândia, no mês passado, onde houve um “aumento do ódio” através das redes sociais.


:arrow: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/portugal-tem-desafios-importantes-em-direitos-humanos-diz-alta-comissaria-da-onu
 

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Re: Nações Unidas
« Responder #21 em: Maio 30, 2019, 06:00:05 pm »
Guterres galardoado com prémio Carlos Magno



 

 

A viabilidade das novas nações

Iniciado por papatango

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Última mensagem Junho 21, 2009, 08:18:52 pm
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