Cibersegurança

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Re: Cibersegurança
« Responder #15 em: Fevereiro 06, 2019, 03:55:36 pm »
Começou um curso online intitulado: Cidadão Ciberseguro, no Centro Nacional de Cibersegurança!
São 3 módulos, com uma disponibilidade de apenas 15 horas, geridas por nós, até ao fim de 2019!

https://lms.nau.edu.pt/courses/course-v1:CNCS+CC101+2018_T1/about
 
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Re: Cibersegurança
« Responder #16 em: Fevereiro 27, 2019, 11:12:10 pm »
Segurança em destaque no Mobile World Congress


 

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Re: Cibersegurança
« Responder #17 em: Fevereiro 28, 2019, 05:58:34 pm »
Suíça testa sistema de votação electrónico


 

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Re: Cibersegurança
« Responder #18 em: Março 05, 2019, 12:50:12 pm »
Família real britânica contra a ciberintimidação


 

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Re: Cibersegurança
« Responder #19 em: Março 22, 2019, 01:27:23 pm »
Telemóveis Nokia estavam a enviar dados dos utilizadores para a China

A Finlândia está a investigar a HMD Global, a nova casa dos telemóveis Nokia, face a alegações de envio dos dados de utilizadores para a China. Antes de mais nada, tudo terá começado com um Nokia 7 Plus. Agora, a investigação está a ser levada a cabo pela entidade finlandesa para a protecção de dados, agindo com base na denúncia por parte de um utilizador do smartphone em questão. O caso pode ter repercussões muito severas.

A situação foi primeiramente exposta por uma estação pública de emissão de rádio e televisão da Noruega.



Esta estação pública alega ter provas de que vários telemóveis Nokia estão a ser utilizados para veicular informações sensíveis para a China. Assim, com base na sua exposição, os órgãos competentes da Finlândia, país de origem da HMD Global, está a investigar a empresa. As suas conclusões ainda não foram avançadas.

Os telemóveis Nokia estariam a enviar informações para a China

Por sua vez, a cadeia de televisão norueguesa foi alertada para a situação com a denúncia de um utilizador do smartphone Nokia 7 Plus. O dispositivo, pertencente a Henrik Austad foi vigiado pelo próprio, tendo este descoberto que o terminal estava a enviar informação, não encriptada, para um servidor na China.

Aliás, esta operação ocorria sempre que o smartphone estava ligado, algo que naturalmente o deixou preocupado. Contudo, assim que começou a vigiar o tipo de dados enviados, descobriu algo ainda mais preocupante. Entre as informações estava, por exemplo, a sua localização, bem como o número de telefone.



Além disso, o smartphone Nokia 7 Plus estava a enviar vários detalhes do SIM em utilização para o servidor remoto, bem como várias outras informações sensíveis. Até mesmo o número de série do seu dispositivo móvel estava entre os dados enviados para a China. Mais concretamente, para uma empresa estatal chinesa.

Em causa está o smartphone Nokia 7 Plus

Assim sendo, após a denúncia recebida pelo cidadão em questão, a estação NRK lançou a sua própria investigação ao caso. Pouco depois, viria a descobrir que o servidor para o qual eram enviados os dados pertence à China Telecom, uma vez que estava alojado sob o domínio “vnet.cn”. Em seguida podemos observar uma das imagens que ilustra a investigação desta cadeia de televisão e rádio pública.



Por conseguinte e perante a popularidade dos telemóveis Nokia, a situação atraiu diversas atenções, inclusive a do governo finlandês que já está a par do caso, tal como referido no início. Entretanto, em declarações à agência Reuters, o representante finlandês garantiu que o caso será devidamente investigado.

Mais concretamente, de acordo com Reijo Aarnio, qualquer possível falha será investigada, bem como qualquer uso indevido de informação pessoal.

A HMD Global é a actual detentora dos telemóveis Nokia

Desde os telemóveis na verdadeira acepção da palavra, até aos smartphones (telemóveis inteligentes). Em função de um acordo de licenciamento com a duração de 10 anos, estabelecido com a Microsoft, a utilização da marca Nokia pertence apenas à HMD Global desde 2016.

Ainda de acordo com o responsável pela entidade finlandesa para a protecção de dados, um lote de telemóveis Nokia 7 apresentou uma falha de segurança. Contudo, este modelo não é vendido na Europa, apenas na China e foi eventualmente substituído pelo Nokia 7.1. Já, por outro lado, o smartphone que deu aso a toda esta questão foi um terceiro, o Nokia 7 Plus. Este sim, amplamente disponível na Europa.



O caso está assim a ser investigado por duas entidades. De um lado temos a agência finlandesa de protecção de dados e, do outro, a cadeia NRK. Agora, resta-nos aguardar pelas conclusões de uma e outra instituição para podermos clarificar todo o assunto.

Ainda assim, este caso surge numa altura em que a desconfiança está generalizada. Tudo isto após a escalada de tensões entre os Estados Unidos da América e a Huawei. Algo que também já se alastrou a várias outras fabricantes chinesas como a ZTE.

https://pplware.sapo.pt/informacao/telemoveis-nokia-estavam-a-enviar-dados-dos-utilizadores-para-a-china/comment-page-1/#comment-2339517

Depois da Huawei agora a Nokia...... haverá telemóveis e redes seguras?!?!?
 

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Re: Cibersegurança
« Responder #20 em: Maio 03, 2019, 04:20:53 pm »
Cibersegurança nas redes 5G preocupa governos



 

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Re: Cibersegurança
« Responder #21 em: Maio 14, 2019, 03:43:51 pm »
Utilizadores do Whatsapp vítimas de ataque cibernético



 

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Re: Cibersegurança
« Responder #22 em: Maio 17, 2019, 12:26:01 pm »
Rede de cibercrime que roubou mais de 100 milhões travada pela Europol



 

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Re: Cibersegurança
« Responder #23 em: Maio 19, 2019, 12:59:15 am »
"Cavalo alado" israelita tramou Whatsapp, El Chapo e talvez Khashoggi

O ataque pirata ao Whatsapp, que atingiu esta semana vários utilizadores da aplicação, foi feito com o mesmo programa israelita que permitiu prender um barão da droga mexicano e que pode ter levado ao assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.



O Whatsapp assumiu esta semana que uma tecnologia de espionagem israelita invadiu os dispositivos de vários utilizadores através da aplicação. Essa tecnologia foi desenvolvida por uma empresa israelita, a NSO, que criou um programa chamado Pegasus. Mas já não é a primeira vez que este "cavalo alado" anda nas bocas do mundo: já serviu para deter o barão da droga mexicano, El Chapo e, por outro lado, poderá ter ajudado no assassinato do jornalista saudita Khashoggi.

"A NSO cria tecnologia que ajuda as agências governamentais a prevenir e a investigar casos de terrorismo e crime, de forma a salvar milhares de vidas em todo o globo". Esta é a frase que abre o site da empresa israelita que desenvolveu o Pegasus. No mesmo site, a NSO explica que o software pode ser útil não só na prevenção do terrorismo, mas também para combater a pedofilia, resolver casos de rapto ou para ajudar salvamentos, em situações de emergência.

O "poder" do Pegasus está na capacidade de conseguir aceder ao conteúdo encriptado de qualquer dispositivo, incluindo o iPhone, garante a empresa israelita. Podem assim ficar a descoberto as mensagens e a localização do utilizador, para além de ser possível a ligação à câmara ou microfone do dispositivo. A Apple recusou-se a tecer comentários sobre estas possibilidades quando contactada pelo Financial Times.

E as "invasões" célebres do Pegasus sucedem-se. O mais recente incidente teve como protagonista a rede social Whatsapp, que viu a privacidade de vários utilizadores a ser quebrada. Os alvos, cujo número ainda não foi apurado, receberam chamadas e através delas receberam o código malicioso, mesmo que não as tenham atendido.

O Whatsapp garantiu que os respectivos engenheiros têm trabalhado ininterruptamente na solução deste problema. Já a empresa israelita disse também estar a investigar este assunto e ilibou-se: "a NSO não estaria envolvida sob nenhumas circunstâncias na operacionalização e identificação de alvos da sua tecnologia, a qual é apenas operada por agências de inteligência ou de aplicação da lei".

Barão da droga derrubado

Uma das invasões mais badaladas do Pegasus aconteceu em 2015 e permitiu a detenção de Joaquin "El Chapo" Guzmán, o líder de um cartel de drogas mexicano e um dos criminosos mais procurados, depois de ter conseguido escapar da prisão por mais de uma vez.

A captura de El Chapo foi possível depois de a NSO ter conseguido instalar o Pegasus no telemóvel de uma actriz mexicana, Kate del Castillo, a qual se encontrava em contacto  com o criminoso depois de este se ter mostrado interessado em que se fizesse um filme ou um documentário sobre a sua vida. Del Castillo convidou o actor Sean Penn para se reunirem com El Chapo e discutirem o assunto, um encontro que foi monitorizado pelas autoridades mexicanas com a ajuda dos técnicos da NSO. Apesar de terem decidido não actuar imediatamente para evitar danos de um eventual confronto, as autoridades mantiveram o controlo e, dois meses depois, conseguiram deter El Chapo.

Jornalista saudita apanhado

A contrabalançar com os casos de sucesso estão as suspeitas de que o software possa estar a ser utilizado indevidamente pelos Governos que o compram, como forma de silenciar críticos, activistas e jornalistas. Omar Abdulaziz, amigo do jornalista saudita Jamal Khashoggi, responsabiliza o Governo saudita pela morte do amigo e diz que o ataque terá sido possível depois de os governantes terem acedido através do Pegasus a mensagens trocadas entre Abdulaziz e a vítima. Abdulaziz terá mesmo avançado com um processo contra a NSO, de acordo com a CBS. O CEO da NSO, Shalev Hulio, negou as acusações numa entrevista ao mesmo meio de comunicação.

Jamal Khashoggi foi morto no passado dia 2 de Outubro, quando entrou no consulado árabe em Istambul para obter documentação para casar com a sua noiva. A Arábia Saudita começou por assegurar que o jornalista tinha saído do consulado vivo, mas depois mudou de versão e admitiu que ele foi morto na representação diplomática numa luta que correu mal. Segundo a investigação turca, Khashoggi foi morto por um esquadrão de agentes sauditas que viajaram para Istambul com esse fim.

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/tecnologias/detalhe/cavalo-alado-israelita-tramou-whatsapp-el-chapo-e-talvez-khashoggi?ref=DestaquesTopo