MLU às VdG e/ou BD - Hipóteses

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« Responder #150 em: Agosto 13, 2009, 11:43:33 am »
Eu pessolamente ja ficava todo contente e ja esfrega as maos se tivessemos a pintura nova, e um segundo Phalanx block 1b ja nem pedia misseis nem nada, desde que os nossos militares voltem em segurança e estejam em segurança para as missoes que lhes sao destinadas, que regressem a patria com o dever cumprido e em segurança.
"Aqui na Lusitanea existe um povo que não se governa nem se deixa governar" voz corrente entre os Romanos do Séc. I a.C
 

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wolfman351

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« Responder #151 em: Agosto 17, 2009, 11:02:49 am »
Eu preferia um sistema RAM e um CIWS... Mas podiam instalar os VLS como os da Bartolomeu Dias...mesmo que vazios...

Mas esse tipo de lançadores não necessitaria de um radar que pudesse seguir mais do que dois alvos como os da VdG?
 

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luis filipe silva

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« Responder #152 em: Agosto 17, 2009, 12:15:46 pm »
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Mas esse tipo de lançadores não necessitaria de um radar que pudesse seguir mais do que dois alvos como os da VdG?

O lançador em si, naõ tem nada a ver com os radares. Apenas duplica o número de mísseis Seasparrow embarcados, ou quadruplica se forem ESSM. Tem um tempo de reacção mais rápido do que os lançadores actuais das VG.
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saudações:
Luis Filipe Silva
 

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« Responder #153 em: Agosto 17, 2009, 02:07:08 pm »
Com este andar leva somente um novo Phalanx block 1b e pintura nova.... como se costuma dizer não ha dinheiro. c34x  c34x
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SSK

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« Responder #154 em: Agosto 17, 2009, 08:53:39 pm »
E que tal um VDS ou um TAS???
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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luis filipe silva

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« Responder #155 em: Agosto 17, 2009, 09:37:45 pm »
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E que tal um VDS ou um TAS???

O que conta são muitos misseis, muitos CIWS. O resto não conta... E agora perguntarão os nossos foristas mais aguerridos. Mas que raiode siglas são essas? c34x
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Luis Filipe Silva
 

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JMM

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« Responder #156 em: Agosto 17, 2009, 10:17:29 pm »
Boas,

Eu também gostava de uma VDS (Variable Depth Sonar, certo SSK?) ou um TAS (Towed Array Sonar), se fosse activo de muito baixa frequência... aí podia ser que os alvos já dessem mais luta ao amigo SSK e camaradas submarinistas, não era? Aliás, pelo que julgo saber, as VdG já estão preparadas para levar um TAS, ou estarei enganado?

No entanto, como estamos em plena silly season, deixem-me sonhar um pouquinho: imaginemos que vivíamos num país com algum dinheiro e políticos que percebem para que servem FA... visualizem.... já está? Pronto, então o que acham deste MLU que se segue para as VdG? Tecnicamente seria bem possível...

Se fizéssemos a modernização das Meko canadianas (classe Anzac) e puséssemos um CEA-FAR com iluminadores CEA-MOUNT as VdG poderiam ficar a disparar e controlar não só ESSM mas SM-2! De facto, o iluminador CEA-MOUNT é de banda X e pode controlar quer um, quer outro, utilizando o modo ICWI (Interrupted Continuous Wave Ilummination).

Segundo sei, à vante da ponte existe espaço para um lançador óctuplo Mk41, presumivelmente o mais curto, a versão Self Defense (5.3 m). Isto dá logo 32 ESSM... no lugar do lançador actual existe espaço para colocar mais dois lançadores óctuplos, mas na versão táctica (6.75m) que consegue lançar SM-2. Assim, as VdG ficariam com 16 SM-2 e 32 ESSM. O custo desta opção seria abdicar dos Harpoon, porque por razões de interferência electrónica têm que sair de onde estão, e a perda da capacidade para operarem o segundo helicóptero (o que raramente acontece porque não temos Lynx suficientes e levar os bichanos para o mar fica caro...) mas esse seria um preço pequeno a pagar para termos umas fragatas com capacidade bastante razoável de defesa aérea a um custo relativamente pequenos (cerca de 150-200 milhões de euros por tudo, mais coisa, menos coisa).

Quanto às BD poderiam ficar com uma missão mais ASW, incorporando um sonar rebocado activo de muito baixa frequência (também já estão preparadas), mas mesmo aí se poderia substituir os 16 Sea Sparrow por 32 ESSM nos lançadores Mk48 e mais do que duplicar a capacidade de guiamento montando os STIR entretanto tirados das VdG. Também se poderia fazer a adaptação para operações no litoral que os holandeses estão a fazer nas deles e "pront's, 'tão os MLU feitos"... mais 50 a 100 milhões deviam dar para fazer isso.

Em suma, por 200 a 300 milhões de euros (metade do custo de uma fragata AAW de última geração) podíamos ficar com uma força de superfície muito, mas mesmo muito boa, balançada e adequada às nossas necessidades.

Eu sei, eu sei, isto nunca vai acontecer em Portugal e se as VdG levarem um segundo Phalanx já não é mau, mas deixem-me sonhar...

Saudações a todos

João
 

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Lightning

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« Responder #157 em: Agosto 18, 2009, 12:51:48 am »
Citação de: "luis filipe silva"
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E que tal um VDS ou um TAS???
O que conta são muitos misseis, muitos CIWS. O resto não conta... E agora perguntarão os nossos foristas mais aguerridos. Mas que raiode siglas são essas? :lol: O pessoal quer é defesa aérea, protecção de task Forces, sistema Aegis, e tal como disse, muitos misseis SAM e muitos CIWS :twisted: .

Esse MLU que o JMM colocou, para mim que não percebo nada disso até parece uma coisa muito bem dita, mas ficar sem os Harpoon não seria uma medida arriscada? Penso que as fragatas ficavam sem capacidade ASuW, há sempre a peça de 100mm e o torpedos mas a mim não me cheira bem... digam os experts o que acham...
 

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« Responder #158 em: Agosto 18, 2009, 11:10:40 am »
Citação de: "Lightning"
Citação de: "luis filipe silva"
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E que tal um VDS ou um TAS???
O que conta são muitos misseis, muitos CIWS. O resto não conta... E agora perguntarão os nossos foristas mais aguerridos. Mas que raiode siglas são essas? :lol: O pessoal quer é defesa aérea, protecção de task Forces, sistema Aegis, e tal como disse, muitos misseis SAM e muitos CIWS :twisted: .

Esse MLU que o JMM colocou, para mim que não percebo nada disso até parece uma coisa muito bem dita, mas ficar sem os Harpoon não seria uma medida arriscada? Penso que as fragatas ficavam sem capacidade ASuW, há sempre a peça de 100mm e o torpedos mas a mim não me cheira bem... digam os experts o que acham...

Os experts (Políticos) querem poupança de dinheiro para terem para salvaguardarem os dinheiros investidos por amigos e sobrinhos em bancos fraudulentos e terem dinheiro para as tainadas aos fins de semana o resto é paisagens..... Eu so queria as meia duzia de FREMM´s como MLU ás VdG e BG daqui a 15 anos isso sim.
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« Responder #159 em: Agosto 18, 2009, 08:33:26 pm »
Uma hipótese interessante, a do JMM. Mas, só uma pergunta: será que existe margem de manobra no projecto original das VdG para tantas modificações? Uma modernização assim deve acrescentar umas tantas toneladas ao deslocamento das fragatas...Acho que é um factor muito esquecido aqui mas que é muito importante.
Cumprimentos
 

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luis filipe silva

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« Responder #160 em: Agosto 18, 2009, 09:13:07 pm »
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Uma hipótese interessante, a do JMM. Mas, só uma pergunta: será que existe margem de manobra no projecto original das VdG para tantas modificações? Uma modernização assim deve acrescentar umas tantas toneladas ao deslocamento das fragatas...Acho que é um factor muito esquecido aqui mas que é muito importante.

Talvez nem tantas como isso, devido a serem também retiradas algumas. No caso australiano (e não canadiano), os Harpoon foram colocados na posição B antes da ponte de comando.
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saudações:
Luis Filipe Silva
 

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HSMW

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« Responder #161 em: Agosto 18, 2009, 09:46:23 pm »
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Lightning

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« Responder #162 em: Agosto 18, 2009, 10:28:39 pm »
Citação de: "luis filipe silva"
No caso australiano (e não canadiano), os Harpoon foram colocados na posição B antes da ponte de comando.


Então nesse MLU do JMM daria para mantermos os Harpoons nas Vasco da Gama!!! :D
 

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JMM

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« Responder #163 em: Agosto 19, 2009, 01:00:32 am »
Dava para montar Harpoon sim senhor, mas no "meu" MLU (que é baseado no das Anzac australianas, claro, peço perdão pelo engano) as VdG seriam navios de defesa AAW, pelo que me parece mais importante aumnetar ao nº de Mísseis AA.

Se mantivéssemos os Harpoon onde os australianos os têm teríamos que abdicar do lançador Mk 41, pelo que os 16 casulos da ré teriam que dar para os SM-2 e para os ESSM (8+32 ou 12+16).

Isto de as fragatas terem que ter Harpoon tem muito que se lhe diga. O Harpoon é normalmente visto como uma arma de overkill para o tipo de missões que hoje se prevêem vir a existir porque é um míssil pesado navio-navio pensado para atacar navios soviéticos na 3ª Guerra Mundial em águas abertas. Na maioria dos cenários actuais de actuação em litorais congestionados o Harpoon não é muito útil. Por exemplo, basta ver que a US Navy abdicou deles nas Perry (cortou o lançador e transformou-as em OPVs glorificados) e no Flight IIA dos Arleigh Burke devido a questões de peso (que não se colocam neste meu cenário, já agora...). A ideia é que os SH-60 com mísseis Hellfire são mais que suficientes para atacar alvos móveis e pequenos (como os barcos iranianos) e eles preferem ter mísseis SM-2 e SM-3 nos contra-torpedeiros.

Mesmo a Royal Navy não tem Harpoon nos T45, embora estejam preparados para isso, porque decidiu que era mais importante gastar dinheiro em ter o melhor sistema de defesa aérea do mundo... entre os T45 e os Horizon franceses (que têm Exocet) e italianos (que têm Otomat) não me parece que ninguém tenha dúvidas quais são os navios AAW mais capazes...

No nosso caso, e dada a escassez de casulos nas fragatas, preferia ter uma VdG com boa capacidade AA e alguma capacidade ASu nos Lynx equipados com mísseis, que a ter as VdG a andarem por aí cheias de Harpoon (aliás, normalmente só dois ou quatro é que estão instalados) para atacar alvos que não existem... claro que outros podem ter outras preferências.

Um abraço

J
 

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luis filipe silva

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« Responder #164 em: Agosto 19, 2009, 03:12:53 am »
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No nosso caso, e dada a escassez de casulos nas fragatas, preferia ter uma VdG com boa capacidade AA e alguma capacidade ASu nos Lynx equipados com mísseis, que a ter as VdG a andarem por aí cheias de Harpoon (aliás, normalmente só dois ou quatro é que estão instalados) para atacar alvos que não existem... claro que outros podem ter outras preferências.

O mesmo se pode dizer dos SAM. Já vi que baseia a sua tese em simples jogos, quando a realidade pode ser diferente.
As nossas fragatas são anti-submarinas, a única ameaça possívem do mar para o nosso país. De resto, operamos com navios de outos países OTAN que têm navios AAW.
Por favor...Não misturem ficção com a nossa realidade.
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Luis Filipe Silva