Sector da Agricultura e pecuária

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Marauder

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Sector da Agricultura e pecuária
« em: Julho 09, 2006, 03:51:06 pm »
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Pesca: espanhóis estão a comprar frota algarvia

Armadores andaluzes estão a comprar embarcações e empresas de pesca algarvias, aproveitando-se da crise no sector, refere o jornal Correio da Manhã de domingo.


O jornal cita «fontes associativas», segundo as quais os espanhóis «já estão em maioria nas licenças do arrasto de crustáceos e de bivalves e estão a assediar o arrasto de peixe», adverte o CM.

Governo quer compensar mariscadores

Segundo a Agência Lusa, o ministro da Agricultura afirmou, no sábado, que vai apresentar ao Governo, já esta semana, uma proposta que tornará possível conceder uma compensação financeira aos mariscadores algarvios pelas paragens sanitárias e que provocaram já situações de fome.

«Tenciono levar a Conselho de Ministros uma proposta de forma a que os mariscadores possam ter apoios públicos durante as paragens por questões sanitárias», anunciou Jaime Silva, durante a visita à 11ª Feira de Caça, Pesca e do Mundo Rural, em Loulé (Algarve).

09-07-2006 10:42:28


de:
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro%5 ... news=69270

Pois...se ao menos o investimento espanhol meter comida na mesa desses pescadores não é assim tão mau...
« Última modificação: Agosto 02, 2006, 09:24:56 pm por Marauder »
 

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Marauder

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« Responder #1 em: Julho 27, 2006, 07:03:07 pm »
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Hipótese de pesca com redes maiores em estudo
O Governo está a estudar a possibilidade de permitir a pesca com redes maiores. Na quarta-feira os pescadores de Matosinhos bloquearam o acesso à doca da cidade em protesto contra a apertada fiscalização da Marinha.
( 16:45 / 27 de Julho 06 )

   

Esta quinta-feira, os pescadores reuniram-se com o secretário de Estado das Pescas que lhes prometeu estudar uma possível alteração à lei.

O Instituto de Investigação das Pescas e do Mar vai ser o responsável por fazer nas próximas duas semanas um parecer sobre a viabilidade das redes de pesca serem maiores para apanharem mais peixe.

A promessa aos armadores do norte foi dada pelo secretário de Estado Luís Vieira.

«Caso as conclusões a que se cheguem sejam no sentido de permitir que seja possível fazer esse ajustamento o Governo agirá em conformidade», disse.

António Pontes, presidente da Associação de Armadores do Norte, demonstrou-se satisfeito com esta abertura.

«As pessoas que estão a tutelar as pescas entenderam que os nossos problemas são graves e tudo vão fazer para nos ajudar», afirmou.

O secretário de Estado revelou ainda aos jornalistas que nos últimos dois meses a Marinha fez 31 inspecções a barcos entre Viana do Castelo e a Figueira da Foz. Nove embarcações estavam a trabalhar com redes ilegais.


de:
http://tsf.sapo.pt/online/vida/interior ... =TSF172603

Pescadores tugas...só me chocam pela falta de inteligencia...

Então reclamam com as inumeras inspecções...inspecções essas que revelam que 29% dos barcos usa redes ilegais (quase um terço!). Isto partindo da ideia que foram 31 barcos distintos, embora a repetição possa servir para ambos os casos.

Logo, é justo que haja uma discriminação negativa!! Se não usasem redes ilegais eu perceberia sua opinião...mas assim...
 

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Doctor Z

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« Responder #2 em: Julho 27, 2006, 07:05:35 pm »
Já faltam mais para termos outra vez um espanhol a frente do país ...
Será que estamos destinado a ser sempre mandados ?
Blog Olivença é Portugal
"Se és Alentejano, Deus te abençoe...se não
és, Deus te perdoe" (Frase escrita num azulejo
patente ao público no museu do castelo de
Olivença).

:XpõFERENS./
 

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Bravo Two Zero

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« Responder #3 em: Agosto 02, 2006, 09:46:49 pm »
Da SIC Online:


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Vaca louca nos Açores
 
 
Detectado animal com BSE na ilha do Pico
 
 
 
 
 
 
O Governo açoriano revelou hoje que foi detectado um caso de uma vaca com BSE numa exploração da ilha do Pico, tendo sido decretado de imediato o sequestro sanitário do local.
 
 


 
 
 
 
Segundo uma nota da Secretaria regional da Agricultura e Florestas, o diagnóstico foi hoje confirmado pelo Laboratório Nacional de Investigação Veterinária, após o teste rápido de despistagem da vaca ter dado positivo aquando do seu abate.

A mesma fonte assegurou que a carcaça do animal foi destruída de imediato e que foram cumpridos todos os procedimentos de segurança em vigor no âmbito do sistema operacional de controlo e vigilância à Encefalopatia Bovina Espongiforme (BSE).

Foi ainda determinado o abate de todos os animais coabitantes e os descendentes do animal contaminado na exploração da ilha do Pico.

A mesma fonte garantiu ainda que nenhuma carcaça de bovino com mais de 30 meses sai dos matadouros regionais antes de ser conhecido o resultado dos testes rápidos de despistagem da BSE (também conhecida como doença das vacas loucas), uma medida concretizada pelo Governo açoriano com o objectivo de garantir a segurança aos consumidores.

Contactado pela Agência Lusa o secretário regional da Agricultura e Florestas, Noé Rodrigues, remeteu para esta quinta-feira de manhã uma eventual reacção a este caso.

Este caso, hoje confirmado, eleva para seis o número de animais diagnosticados com BSE nos Açores.

O primeiro caso remonta a Novembro de 2000, numa vaca importada da Alemanha.

Com Lusa
 
 


http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida ... Acores.htm

O agradecimento atrasado ao Marauder pela mudança de título do tópico :wink:
"Há vários tipos de Estado,  o Estado comunista, o Estado Capitalista! E há o Estado a que chegámos!" - Salgueiro Maia
 

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Marauder

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« Responder #4 em: Agosto 02, 2006, 09:55:58 pm »
Citação de: "Bravo Two Zero"
O agradecimento atrasado ao Marauder pela mudança de título do tópico :wink:


Kein problem!

Só espero é que este caso de BSE seja um foco isolado. Não é que não seja dificil controlar o problema visto que estamos a falar de ilhas, onde a movimentação intra-arquipélago é teoricamente fácil, mas o espalhar de tal situação à Madeira ou ao Continente já não o é.

Como disse, esperemos que seja um caso isolado.
 

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ricardonunes

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« Responder #5 em: Agosto 03, 2006, 11:29:34 pm »
Uma noticia de 27/07/2006

CE exige a devolução de apoios agrícolas
Portugal deve devolver 260 mil euros

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A Comissão Europeia (CE) exigiu esta quinta-feira que Portugal devolva aos cofres comunitários 260 mil euros devido a irregularidades detectadas no controlo dos fundos agrícolas destinados ao sector da fruta e legumes.

Além de Portugal, outros seis Estados-membros foram notificados para a restituição de dinheiro, num total de 161,9 milhões de euros, por má gestão de fundos agrícolas no âmbito da Política Agrícola Comum (PAC), como a existência de controlos inadequados e desrespeito das regras de atribuição dos apoios.

Os países em falta são a França, o membro que mais dinheiro tem a devolver (cerca de 68 milhões de euros), Espanha, Itália, Grécia, Irlanda e Reino Unido. Portugal é o país que menos dinheiro tem de devolver, 260 mil euros.

Os Estados-membros são responsáveis pelos pagamentos e verificação dos gastos efectuados no quadro da PAC mas é a CE que assegura que os fundos são utilizados correctamente. A comissária europeia da Agricultura, Mariann Fischer-Boel, afirmou em comunicado que "a restituição é essencial se queremos que o dinheiro dos contribuintes seja usado correctamente".

Uma questão.
Quem vai/quem deve repor o dinheiro, o estado, que concedeu verbas sem controlar, ou os agricultores que as utilizaram para tudo menos para os fins a que as verbas se destinavam?
Potius mori quam foedari
 

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Marauder

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« Responder #6 em: Agosto 04, 2006, 06:20:35 am »
Citação de: "ricardonunes"
Uma questão.
Quem vai/quem deve repor o dinheiro, o estado, que concedeu verbas sem controlar, ou os agricultores que as utilizaram para tudo menos para os fins a que as verbas se destinavam?

Deverá ser o Estado, se os agricultores já não vão com a cara do Ministro da Agricultura, se este exigisse o dinheiro de volta a "casa ia abaixo" outra vez.

Mas pronto, não é assim muito dinheiro. Pior estão os franceses :wink:


Scheisse..afinal a BSE está 1 pouco mais activa do que eu pensava..19 casos este ano até agora:
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BSE: Portugal teve 19 casos positivos desde o início do ano
Desde o início do ano foram detectados 19 casos de BSE (doença das vacas loucas) em Portugal, país que está classificado como de «risco controlado», segundo uma nota de imprensa da Direcção Geral de Veterinária (DGV).

De acordo com a DGV, o número de animais positivos tem decrescido de forma sustentada, desde 2003, apesar de ter aumentado o nível de testagem nos bovinos mortos nas explorações.

O Governo açoriano revelou quarta-feira que foi encontrado um caso de BSE (Encefalopatia Espongiforme Bovina) numa exploração na ilha Pico.

Trata-se do 6º caso positivo nesta Região Autónoma desde o ano de 1990, início da crise de BSE em Portugal, sendo que dois destes casos foram detectados em animais importados.

Relativamente ao resultado positivo obtido nos Açores, a DGV refere tratar-se de bovino da raça frísia com 15 anos de idade submetido a abate de emergência.

A carcaça foi destruída e foram aplicados na exploração todos os procedimentos adequados que conduzem à eliminação e destruição dos animais coabitantes.

Os dados da Direcção Geral de Veterinária revelam que Portugal está classificado como um país de risco controlado, como acontece com todos os países da União Europeia.

Desde 1990 foram detectados em Portugal 1.021 casos de animais com BSE, mais de metade deles na área da Direcção Regional de Agricultura de Entre Douro e Minho (596), seguido da Beira Litoral (245), de Trás-os-Montes (87), do Alentejo (40), da Beira Interior (25) e da Região Oeste (22).

No Algarve e na Região Autónoma da Madeira não existe registo de casos.

Ainda de acordo com os dados da Direcção Geral de Veterinária, o maior número de casos positivos da doença foi detectado em animas nascidos entre 1992 e 1996.

A vaca detectada quarta-feira na Ilha do Pico, Açores, tinha nascido nos anos 90, período em que a doença surgiu com maior intensidade.

Na nota de imprensa, a DGV refere que os sistemas de controlo aplicados dão absoluta garantia aos consumidores e são controlados pelos serviços veterinário oficiais auditados internamente e pela União Europeia.

A sustentabilidade dos mecanismos de controlo permitiu que em Novembro de 2004 fosse levantado o embargo imposto pela UE.

Entre vários procedimentos, o controlo é feito com a recolha e eliminação sistemática dos cadáveres de bovinos mortos nas explorações com testagem de todos os animais com mais de 24 meses e com a inspecção sanitária nos estabelecimentos de abate e salas de desmancha.

Ainda de acordo com DGV, é também feita a testagem obrigatória de todos os bovinos elegíveis nomeadamente os abatidos para consumo com mais de 30 meses de idade, a destruição das carcaças de todos os animais positivos, e o controlo da alimentação animal no que se refere à proibição da incorporação de proteínas animais.

Segundo revelaram recentemente investigadores britânicos, a doença das vacas loucas foi importada para a Europa, através da Grã-Bretanha, em rações para animais e ossos originários do Sul da Ásia, que incluíam restos humanos recolhidos no rio Ganges.

A teoria divulgada por Alan Colchester, professor de medicina e ciências da saúde na universidade de Kent, e por Nancy Colchester, da faculdade de medicina e medicina veterinária da universidade de Edimburgo, inverte a ordem cronológica da infecção, atribuindo aos humanos o contágio das vacas, e não o contrário.

Num estudo publicado no final do ano passado na revista «The Lancet» os investigadores afirmam que as importações destinadas à alimentação animal começaram nos anos 50 do século XX e duraram até aos anos 70.

Os produtos importados incluíam restos de corpos humanos parcialmente calcinados em cerimónias fúnebres da religião hindu e recuperados nas águas do Ganges, que poderiam ser portadores da doença de Creutzfeld-Jakob, da mesma família que a encefalopatia espongiforme bovina (BSE), ou «doença das vacas loucas».

A BSE foi identificada no gado bovino britânico no final da década de 80 e os cientistas consideram geralmente que a doença se propagou aos seres humanos, sob a forma de uma nova variante da doença de Creutzfeld-Jakob.

Em Portugal, a doença de Creutzfeld-jakob afecta, em média, 10 a 15 portugueses por ano, mas o primeiro caso provável de contágio através do consumo de carne bovina foi registado em Junho de 2005.

A doença tem um período de incubação nos humanos que pode chegar aos 20 anos, afectando o sistema nervoso até provocar a morte.

Diário Digital / Lusa

03-08-2006 17:08:00

de:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=238439
 

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ricardonunes

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« Responder #7 em: Agosto 21, 2006, 10:16:09 am »
Produção de vinho no Alentejo deve aumentar 20% este ano

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Évora, 18 Ago
A produção de vinho no Alentejo deve registar este ano um aumento de 20 por cento em relação a 2005, sobretudo devido às novas vinhas plantadas que começam agora a dar os seus resultados.

António Rosa, responsável da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), afirmou hoje à agência Lusa que está prevista para este ano uma produção na ordem dos 83 milhões de litros de vinho, contra os 69,3 milhões de litros em 2005.

"A subida da produção, na ordem dos 20 por cento, deve-se particularmente ao aumento da área de vinha, com as novas plantações a começarem a dar os seus resultados este ano", explicou.

A área de vinha no Alentejo ronda actualmente os 21 mil hectares, enquanto que, há oito anos, se cifrava em 13.500 hectares, indicou o responsável.

António Rosa adiantou, ainda, que a produção média de vinho no Alentejo, nos últimos três anos, atingiu os 77,9 milhões de litros.

"Todos os indicadores apontam para um ano de vinho de boa qualidade", realçou o responsável.

António Rosa referiu também que a Adega Cooperativa de Redondo e alguns viticultores particulares já iniciaram a vindima, mas garantiu que a maioria só vai começar a partir de segunda-feira.

O Alentejo produz cerca de 12 por cento do vinho do país.

Em termos de mercado nacional de vinho de qualidade engarrafado, com Denominação de Origem Controlada (DOC) ou Vinho Regional, o Alentejo representa uma cota de 47 por cento.



Isto sim é uma boa noticia :lol:
Potius mori quam foedari
 

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pedro

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« Responder #8 em: Agosto 21, 2006, 10:27:24 am »
Ja ha vinha para toda a gente.
CUmprimentos
 

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Marauder

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« Responder #9 em: Setembro 12, 2006, 01:36:37 pm »
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Desenvolvimento Rural: UE destina 3,9 mil milhões a Portugal

Portugal vai receber mais de 3,92 mil milhões de euros de apoio comunitário para o desenvolvimento rural entre 2007 e 2013, o que representa mais de 550 milhões de euros por ano, anunciou hoje a Comissão Europeia.


O executivo comunitário adoptou hoje em Bruxelas o orçamento anual para o desenvolvimento rural nos 25 Estados-membros da União Europeia (UE) durante o próximo quadro orçamental, destinando a Portugal a sexta maior fatia, de 3.929.325 milhões de euros.

Deste montante global - próximo daquele já esperado por Lisboa na sequência do acordo sobre as denominadas «Perspectivas Financeiras», alcançado pelos chefes de Estado e de Governo da União Europeia em Dezembro de 2005 -, 2,18 mil milhões de euros destinam-se ao denominado objectivo de «convergência» (apoiar crescimento e criação de emprego nas zonas menos desenvolvidas).

De acordo com a tabela hoje aprovada pela Comissão relativa ao desenvolvimento rural, Portugal vai receber, em preços correntes, 562,210 milhões de euros no próximo ano, 562,491 milhões em 2008, 551,196 milhões em 2009, 559,018 milhões em 2010, 565,142 milhões em 2011, 565,192 milhões em 2012 e, por fim, 564,071 milhões em 2013, último ano do próximo pacote orçamental comunitário, que tem início a 1 de Janeiro de 2007.

Diário Digital / Lusa

12-09-2006 12:32:00


de:
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro%5 ... news=71501

Que sejam bem aproveitados, porque a "vaca-leiteira" está a ficar magra para nós..
 

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Marauder

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« Responder #10 em: Setembro 14, 2006, 12:23:01 am »
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Portugal vai promover vinho verde no Brasil e em Angola

A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) anunciou que vai investir 513 mil euros este ano na promoção do seus produtos nos mercado sexternos.


A intenção dos produtores é elevar as vendas no Brasil e Angola, que vêm apresentando níveis elevados de consumo dos vinhos verdes nacionais nos últimos meses.

Em 2005, o Brasil importou 483 mil litros do produto, no valor de 793 mil euros.

Angola, que em 2005 esteve entre os cinco mercados importadores de vinho verde que mais cresceram (num total 630 mil litros exportados a partir de Portugal, o equivalente a 1,2 milhões de euros), volta este ano a ser uma das grandes apostas.

13-09-2006 20:08:45

de:
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro%5 ... news=71579


Para não nos perdermos em off-topics, voltamos ao tema chave, o Vinho!

Até o padre bebe o seu copito na missa!!!
 

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ricardonunes

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« Responder #11 em: Novembro 06, 2006, 09:58:48 am »
Ministro aponta parcerias de agro-pólo de Mirandela como exemplo

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Mirandela, Bragança, 04 Nov
O ministro da Agricultura, Jaime Silva, apontou hoje como "exemplo" para o sector um projecto inédito para a criação de um agro-pólo, em Mirandela, que junta parcerias públicas e privadas na investigação e modernização da agricultura transmontana.

"Este projecto consubstancia aquilo que o governo e o Ministério da Agricultura entendem que é fundamental para a agricultura portuguesa: descentralização e parcerias", declarou o governante, na cerimónia pública de apresentação do pólo tecnológico no domínio agro-alimentar, que deverá começar a funcionar, em 2007, em Mirandela.

Este agro-pólo, com que o presidente da Câmara local, José Silvano, quer "virar do avesso a agricultura da região", será um centro de investigação e inovação na área agro-alimentar para apoiar o desenvolvimento da agricultura e de produtos regionais de qualidade transmontanos.

A iniciativa resulta de uma parceria público/privada que envolve a autarquia local, a Direcção Regional de Agricultura, universidades e institutos politécnicos portugueses e estrangeiros, instituições bancárias, câmaras municipais e organizações empresariais e de produtores agrícolas.

Um projecto inédito, segundo o ministro da Agricultura, que garantiu ao autarca social democrata o reforço da parceria da direcção regional de Agricultura, com a disponibilização da Quinta de Valongo para a instalação do agro-pólo.

De acordo com o presidente da Câmara, a promotora do projecto, este espaço vai reduzir os custos de 30 milhões de euros para 12,5 milhões e deste montante os promotores vão ter que procurar financiamento para apenas 7,5 milhões.

Com a disponibilização da Quinta de Valongo para a instalação do pólo, o investimento a fazer resume-se a equipamento mais moderno e à investigação, nomeadamente na formação de técnicos.

Silvano pediu ainda a Jaime Silva que diligencie junto do primeiro-ministro para que este projecto seja integrado no Plano Tecnológico Nacional, o que facilitaria o acesso a financiamentos.

O autarca "louvou e aplaudiu" o apoio do ministro da Agricultura, que considerou "uma questão de justiça e discriminação positiva para esta região", junto com a decisão recente de localizar a sede da direcção regional de Agricultura do Norte, em Mirandela.

José Silvano lembrou que mais de 50 por cento da população da região vive directa ou indirectamente da agricultura e que "a saúde do sector agrícola é também a saúde da região".

"Aqui costuma dizer-se que quando o ano de azeitona é mau, o ano do comércio também é mau, porque não há dinheiro para gastar", ilustrou.

O azeite, o vinho, os cogumelos e a conhecida alheira de Mirandela serão os primeiros produtos a ser tratados no agro-pólo, que disporá de laboratórios, serviços de apoio aos produtores, campos de experimentação, incubação, biotecnologia e banco de dados.

O agro-pólo garantirá também serviços para a certificação, rotulagem e embalamento, prestados actualmente por empresas do litoral, que implicam custos avultados para os produtores.



http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2006/11/05a.htm
Potius mori quam foedari
 

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Luso

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« Responder #12 em: Dezembro 25, 2006, 06:54:01 pm »
Uma curiosidade retirada do Jornal Público de 25 de Dezembro de 2006, página 61. E como estou mais ou menos a par do que se passa...

Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

 

Sector público nacional melhorou nos anos 90

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