CDS propõe 12 anos de serviço para pilotos da Força Aérea

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Viriato - chefe lusitano

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« Responder #15 em: Março 11, 2007, 11:13:39 am »
Não sei se será assim tanto exagero, assima de Major (inclusive) há por lá muitos, é só dar um pontapé numa porta e encontra-se logo PILAV's e então daqueles que nem uma hora de voô fazem e €€....
"Viriato, ao Pretor romano Caio Vetílio lhe degolou 4000 soldados; a Caio Lucitor matou 6000; a Caio Plaucio matou Viriato mais de 4000 e prendeu 2000 soldados, Pretor Cláudio Unimano lhe deu batalha e de todo foi destruído por Viriato da Lusitânia..."
 

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PereiraMarques

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« Responder #16 em: Setembro 11, 2007, 10:32:27 am »
Decreto-Lei n.º 310/2007, D.R. n.º 175, Série I de 2007-09-11
Ministério da Defesa Nacional
Altera o Estatuto dos Militares das Forças Armadas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 236/99, de 25 de Junho, aumentando o tempo mínimo de serviço efectivo na especialidade de piloto aviador de 8 para 12 anos
http://dre.pt/pdf1sdip/2007/09/17500/0644706447.PDF
 

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raphael

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« Responder #17 em: Setembro 11, 2007, 11:06:24 pm »
Não é isso que os vai impedir de sair, há sempre a opção de indemninzação, com valores a rondar os 150000€, há mesmo quem faça um empréstimo para poder sair e depois com o ordenado com que ficam dá para rentabilizar esse valor :shock:
Exemplos de militares que chumbam na academia em pilav, depois optam por Pil, fazem os mínimos em aeronaves plurimotores, nomeadamente Casa C-212, ou seja as horas que a TAP exige e depois dão o salto para a aviação civil!
Até mesmo pilotos de F-16 o fazem, na maior parte das vezes por razões familiares e depois também por questões de carreira, porque ao chegar a Major (alguns até antes) saltam do cockpit para a secretária e isso causa desmotivação. Comparando com os americas que mantêm Coroneis em missões operacionais com jactos!
Um abraço
Raphael
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Cabecinhas

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« Responder #18 em: Setembro 12, 2007, 12:41:35 am »
Citar
Até mesmo pilotos de F-16 o fazem, na maior parte das vezes por razões familiares e depois também por questões de carreira, porque ao chegar a Major (alguns até antes) saltam do cockpit para a secretária e isso causa desmotivação. Comparando com os americas que mantêm Coroneis em missões operacionais com jactos!


Qual é causa disto, o facto de termos poucos aviões?
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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raphael

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« Responder #19 em: Setembro 12, 2007, 02:40:44 am »
Em parte pode ser isso, porque acabam por ter de dar lugar aos mais modernos, aos alferes e tenentes que após o brevetamento são colocados nas esquadras de vôo e a progressão na carreira é a um ritmo fora do comum, comparando com as outras especialidades, nomeadamente as especialidades técnicas, conseguimos ter majores com 35 anos, mas muitos saem em capitão porque os favorece no ínicio de carreira na aviação civil.
Mas lá está a dimensão do país também não nos permite ter muito mais, até pelas reduções no orçamento. Mas o maior atractivo além do continuar a voar é sem dúvida a remuneração monetária, que no universo da força aérea favorece os Pilav, Pil, Nav em relação aos restantes, mas mesmo assim é francamente inferior ao auferido na aviação comercial.
E mesmo assim há falta de pilotos, nomeadamente nos EH-101 e C-130 que provoca taxas de esforço desmesuradas, mas todas as esquadras têm as suas dificuldades, mesmo os jactos, com o F-16 porque têm de assegurar o Alerta Aéreo disponível H24 com duas aeronaves, também o Falcon 50, tem cada vez mais sido usado para missões urgentes de transporte de orgãos ou feridos graves, enfim é uma multiplicidade de missões, em que havendo mais pilotos aptos reduziria a taxa de esforço dos actuais, permitindo que as familias dos visados não sejam afectadas pelas ausências prolongadas.
Nesse aspecto na TAP é uma vidinha bem mais descontraída e bem mais compensadora! c34x
A ver vamos o que a reformulação das carreiras militares nos vai trazer em 2008 (já não se usa o nunca pior, porque isto tem tendência a piorar mesmo).
Um abraço
Raphael
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