Unidade de Resposta Táctica da PJ

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Rebolt

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« Responder #15 em: Fevereiro 20, 2007, 05:29:30 am »
Não percebo porque é que as nossas policias se precisam de cursos operacionais, ate mm a titulo induvidual o agente querer sentir-se mais seguro, não o fazem no GOE. temos dos melhores grupos do tipo a nivel mundial e mesmo assim a GNR por exemplo em 1970 e tal preferiu ir aos estados unidos.. agora andam aqui pessoal do CATI a dar cursos a agentes portugueses. é um contracenso.

desculpem o post um pouco confuso.. mas foi em cima do joelho .. tenho de ir muito rapido.
 

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nonameboy

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« Responder #16 em: Fevereiro 21, 2007, 12:55:32 pm »
Citação de: "Lancero"
Não confundir seguranças da PJ com pessoal da carreira de investigação da PJ (inspectores, etc.). Ainda bem que se estão a actualizar e desenvolver como profissionais (além deste sei que fizeram um curso com a SWAT do FBI). Mas a URT está parada - o ministro cedeu às opiniões que era um duplicar de funções. É polémico mas a minha opinião é que preocedeu, pelo menos para já, bem........


mas quem vai ingressar na URT irão ser inspectores ou os seguranças da PJ?  :?

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Cabeça de Martelo

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« Responder #17 em: Fevereiro 21, 2007, 02:09:50 pm »
Nonameboy, a URT é uma realidade cada vez mais distante. Dúvido muito que vá para a frente.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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nonameboy

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« Responder #18 em: Fevereiro 21, 2007, 02:39:07 pm »
é concordo, o pais ñ tem condiçoes para criar a URT......


mas se tivesse condiçoes, acho que era perfeitamente aceitavel, ja que o FBI tem uma SWAT propria....

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LM

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« Responder #19 em: Fevereiro 21, 2007, 03:19:13 pm »
E ainda bem que não vai existir, era mais um quintal e a dar despesa...

Do FBI à PJ vai uma imensa diferença (para lá da dimensão), até a nivel das missões e, principalmente, da organização do país e das forças de segurança - já podemos estudar o que se passa da Europa.

Apesar de ser um defensor da existencia de 2 (ou 3, com a PJ) forças policiais (PSP e GNR), com as suas diferenças/doutrina e areas de actuação bem marcadas, quanto menos forças tão especializadas como os GOE (PSP) e a COE (GNR) houver melhor - por mim até ficava só a COE...
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

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« Responder #20 em: Fevereiro 21, 2007, 08:12:47 pm »
Por si ficava só a COE, pois por mim ficava só o GOE, enfim pensamentos e opiniões cada um tem as suas, força.
 

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Lightning

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« Responder #21 em: Fevereiro 21, 2007, 09:50:48 pm »
Citação de: "bodyguard-madeira"
Por si ficava só a COE, pois por mim ficava só o GOE, enfim pensamentos e opiniões cada um tem as suas, força.


Ai as quintinhas :lol: , cada um defende a sua claro, eu não tenho preferencia, como existem duas policias territoriais (uma urbana e uma rural) acho normal, existirem duas forças anti-motim e duas forças de operações especiais.
 

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LM

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« Responder #22 em: Fevereiro 21, 2007, 11:16:23 pm »
:oops: A minha falta de argumentos foi atroz...

Atenção que não julguei a capacidade do GOE, que (sem eu ter qualquer capacidade para o fazer) pessoalmente até "sinto" ser uma organização mais preparada do que COE.

O que eu queria dizer era que defendo 2 unidades de policia "territorial" (vamos deixar a PJ, SEF, etc fora disto), mas com diferenças entre elas, senão não vale a pena.

Para mim a GNR deve ser, marcadamente, uma unidade paramilitar, de "gendarmerie" pura e dura, sem desvios; teria a seu cargo (como já tem) unidades especiais (GF, que devia incorporar a Policia Maritima, etc) e... unidades de intervenção (motim)/reserva e operações especiais, para alem de responsabilidades territoriais muito mais limitadas.

A PSP seria assim uma força muito maior, tanto na vertente "classica" (em zonas urbana e semi-urbanas), como na investigação não PJ nessas areas.

A minha ideia era só uma reorganização das areas mas também das doutrinas/organização.
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

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Yosy

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« Responder #23 em: Fevereiro 21, 2007, 11:55:10 pm »
Concordo com o LM - a GNR deveria ser uma "gendarmerie" pura, e como tal, absorver o GOE (assim ficavamos com um GIGN portugues).

Por outro lado, acho que a Polícia Marítima deve ficar na Marinha, e não sobre controlo da GNR.
 

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luis89

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« Responder #24 em: Julho 07, 2008, 11:50:07 pm »
epa a minha opiniao e que essa unidade nao e necessaria, agora se kisessem reforçar o GOE da psp e o da gnr, ai ja concordava, agora criar um pelotao novo, nao vale a pena  :?
Airsofter uma vez, airsofter para sempre

  SPEC OPS AIRSOFT
"Sempre fiel ao airsoft"
 

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lofos

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URT
« Responder #25 em: Agosto 04, 2008, 10:08:08 pm »
Embora nunca tenha pugnado pela criação desta unidade e, ao que parece, a mesma nunca irá nascer, tenho por certo que a sua existência traria mais autonomia à Instituição PJ, numa vertente orientada para a preservação da cadeia da prova.
Não obstante, sinto-me compelido a comentar algumas considerações acima expostas pois, ao mesmo tempo que se estranha a criação duma força desta natureza na PJ, já não se estranha o alargamento das competências de Investigação, por vezes a roçar o inimaginável, atribuído às forças "territoriais" - GNR e PSP.
Não podem exisitir dois pesos e duas medidas.
Mais ainda, quando se fala de duplicação de meios, ela já existe, com o GOE e com o COE e não seria a criação da URT que viria desiquilibrar os pratos da balança.
Qualquer um dos OPC deste país desempenha quotidianamente missões de risco, sem necessitar da presença de outras forças especializadas em acções "paramilitares".
Todos temos de existir, todos temos as nossas virtudes, mas também todos teremos de assumir os nossos pecados e fazer o necessário acto de contrição
 

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Knyght

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Re: URT
« Responder #26 em: Agosto 06, 2008, 12:38:18 pm »
Citação de: "lofos"
Embora nunca tenha pugnado pela criação desta unidade e, ao que parece, a mesma nunca irá nascer, tenho por certo que a sua existência traria mais autonomia à Instituição PJ, numa vertente orientada para a preservação da cadeia da prova.

Eu penso que tanto a GOE como a COE quando é chamada por tanto PSP, GNR ou PJ é dado-lhes um briefing sobre o que devem, condições de actuação e objectivo final. Não ficam para recolher provas ou qualquer investigação...
Tal como as unidades de SWAT dos EUA...
 

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lofos

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« Responder #27 em: Agosto 06, 2008, 05:26:50 pm »
Quando se fala em preservação da cadeia da prova, significa que toda a actuação tem de ser pautada pela total conservação da mesma, desde a abordagem até ao rescaldo.
É claro que não compete a essas forças policiais a recolha da prova, essa tarefa destina-se somente a quem conhece o a Investigação em causa e os interesses que servem a mesma.

Cumprimentos,

lofos
 

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Knyght

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« Responder #28 em: Agosto 06, 2008, 08:03:42 pm »
Citação de: "lofos"
preservação da cadeia da prova, significa que toda a actuação tem de ser pautada pela total conservação da mesma, desde a abordagem até ao rescaldo.

Operações especiais e a sua entrada em cena é somente justificada em situações de perigo mortal, a prova deve ter sido recolhida antes e não estar a espera de apenas uma operação para ir buscar provas, correndo o perigo de morte.
Os elementos das Operações Especiais, são e têm, mesmo os GOE treino militar de elite, mas ninguém é imortal.
Acho que mais uma unidade de operações, penso ser em demasia, alias COE e GOE (embora com mega treino de cidade) devia antes ser uma única unidade, como anteriormente defendida. Não é Igrejinha, embora se entrar na GNR queira ir para o COE e sou um Civil nem fiz o serviço militar que fiquei Inapto na altura, penso que melhor entregue ficava na GNR. Depois acontecer como nos EUA haver grupos distritais que em situações maiores facilmente poderem agir em conjunto. Mais por exemplo neste momento há GOE e COE na Zona de Lisboa e como a PJ naturalmente tem sede em Lisboa era mais uma unidade a ficar sediada em Lisboa, não é?
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #29 em: Agosto 07, 2008, 10:48:09 am »
Meus senhores esta unidade não foi para a frente e a sua criação no futuro está desde já descartada.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

 

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