GOE (Grupo de Operações Especiais)

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« Responder #60 em: Agosto 25, 2006, 07:06:33 pm »
Não sei porque é que muitos encaram o facto de o GOE estar presente em embaixadas portuguesas em zonas de risco elevado e ofrecer proteção a diplomatas portugueses fora de portugal  com tanta estranheza!  


Portugal não é o unico país que faz isso....

Alemanha, Espanha, França, Italia, EUA, etc etc etc...


Exemplos:

França - GIGN; Beirut - Libano


[/quote]


Alemanha - GSG9; Afeganistão




Espanha - GEO; Iraque

http://media.putfile.com/omnhk4559 *video*

Portugal - GOE; Timor







Qual é o espanto meus senhores?
« Última modificação: Agosto 25, 2006, 09:35:50 pm por 3520 »
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #61 em: Agosto 25, 2006, 08:31:33 pm »
É isso que eu tenho andado a afirmar à séculos! Também não entendo o espanto, acho que o pessoal quer é meter os Fuzos nas embaixadas a imitar os americanos!  :lol:  :lol:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Trafaria

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« Responder #62 em: Setembro 23, 2006, 07:42:25 pm »
O pessoal parece não aperceber-se, ou finge ignorar, o importantíssimo e sensível aspecto que é deslocar e inserir dentro de um outro país soberano pessoal armado e com estatuto militar. É possível, claro que é, mas quase sempre muito complicado e revestido de pormenores muito intrincados!

Por outro lado o GOE, sendo da PSP, uma força segurança de cariz civil, torna tudo muito mais simples e versátil, levanta menos problemas pois está a coberto de práticas e de legislação internacional muito mais favoráveis e maleáveis.  

Além de outras vantagens ...

Trafaria
::..Trafaria..::
Fórum da PSP
 

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« Responder #63 em: Outubro 26, 2006, 04:31:36 am »
Num programa sobre Defesa Nacional que passou recentemente na Sociedade Civil da 2: , um agente dos GOE referiu que neste momento só estão representados em 5 embaixadas: Iraque, Timor, Congo, Guiné e São Tomé.

São Tomé?!
Parece que "destoa" um pouco em relação aos outros países em termos de "ambiente". Qual o critério?


Cumptos
A realidade não alimenta fóruns....
 

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Get_It

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« Responder #64 em: Dezembro 07, 2006, 02:23:24 am »
Citação de: "Sónia Simões, Correio da Manhã"
GOE chamado para deter ladrões de carros e armas
2006-12-07 - 00:00:00

Quatro homens, considerados perigosos, foram detidos ontem de manhã pela PSP por suspeitas de se dedicarem ao furto e à receptação de armas, material de construção e, ainda, à viciação de viaturas. A PSP do Montijo recorreu ao Grupo de Operações Especiais (GOE) para abordar os suspeitos, por temer “uma recepção violenta”.

Fonte da Divisão da PSP do Barreiro disse ao CM que os quatro homens, entre os 20 e os 60 anos, estavam a ser investigados por uma brigada de investigação criminal da PSP do Montijo há alguns meses.

Três dos suspeitos têm laços familiares entre si. Habitam numa zona junto ao rio conhecida por Porto da Espinhosa em casas “abarracadas e sem condições”, disse a fonte, e dedicam-se à venda em feiras.

Ontem de manhã, pelas 07h00, os quatro suspeitos foram acordados por elementos do GOE. Feita uma busca domiciliária às suas casas, a Polícia apreendeu armas, munições e o produto de vários furtos.

De acordo com a fonte policial contactada pelo Correio da Manhã, foi encontrada uma motorizada que, ao que tudo indica, estava a ser alterada pelos suspeitos. “O material apreendido leva-nos a crer que a motorizada, sem qualquer documentação, ia ser alterada”.

A investigação vai continuar para apurar se os quatro homens se dedicavam à viciação de viaturas e se estavam integrados em alguma rede criminosa.

Na casa dos suspeitos foi, ainda, apreendida uma pistola de alarme e uma espingarda que não estava licenciada. Do material apreendido, destaca-se munições .22, de caçadeira de calibre 12, diversas facas e uma espada oriental.

Os suspeitos tinham em casa uma verdadeira oficina montada com material furtado: berbequins, ferramentas diversas e um compressor industrial. Tinham também auto-rádios, uma playstation e diversos jogos , placas de matrícula automóvel.

Os quatro são suspeitos de dezenas de furtos durante o último ano. O caso seguiu para o Ministério Público.

A PSP denunciou à Comissão de Protecção de Menores “a situação de degradação e pobreza” em que vivem os familiares, menores, dos suspeitos.

Apanhados em veículos furtados
Ainda há duas semanas a PSP do Barreiro desmantelou um gang que se dedicava ao furto de viaturas quando, na tarde do dia 20, deitou mão a um homem que conduzia um carro furtado.

O suspeito conduzia um Fiat Cinquecento furtado e passou um sinal vermelho chamando a atenção de uma patrulha da PSP. Já sob detenção, na esquadra, confessou a autoria de mais três furtos de automóveis. Ao tentar localizar as viaturas furtadas, a PSP do Barreiro deparou-se com quatro homens no interior de um Hyundai Coupé.

O condutor do automóvel fugiu a alta velocidade ao ver a PSP. Acabou por colidir com um carro estacionado. Os quatro ocupantes do Hyundai fugiram desordenadamente, dois deles, de 17 e 21 anos, acabaram por ser detidos.

Viciação
Para viciar um carro roubado, é necessário um segundo carro da mesma marca e modelo. Quem se dedica ao negócio ilícito da venda de carros, adquire sempre um carro ‘batido’ com o livrete através de uma sucata.

O carro batido serve apenas para aproveitar o número do chassis, que será registado no carro roubado – normalmente de alta gama. Depois de alterado, o carro é introduzido no mercado legal e vendido.

Em Novembro último, a PJ desmantelou uma rede criminosa no Porto em que assaltantes, sucateiras e comerciantes colaboravam no negócio ilegal dos carros viciados.

fonte: http://www.correiodamanha.pt/noticia.as ... l=10&p=200


Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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PereiraMarques

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« Responder #65 em: Janeiro 05, 2007, 12:51:43 pm »
A Soldiers-Raids nº 131 de Agosto de 2006 trás um artigo sobre o GOE. De acordo com o mesmo o GOE possuí 215 elementos, dos quais 13 são oficiais, 47 chefes e 176 agentes.

No artigo a organização do GOE é a seguinte:
*Comando;
*Serviços de Apoio;
*Unidade Especial de Intervenção (UEI), constituida por:
**Comando
**Três Grupos Operacionais de Intervenção (GOI)(1º, 2º e 3º)cada um dos GOI é comandado por um oficial e integra entre vinte a vinte cinco elementos.
**Um Grupo Operacional Técnico (GOT)(4º)responsável pela formação, explosivos, equipas cinotécnicas e meios técnicos de vigilância, como câmaras ou equipamentos de visão nocturna.

Já actualizei os artigos da wikipedia, http://en.wikipedia.org/wiki/Grupo_de_O ... ortugal%29 e http://pt.wikipedia.org/wiki/Grupo_de_O ... .A7.C3.A3o .

PS: é referido que será publicado em breve outro artigo sobre o GOE, centrado na questão do treino e do equipamento.
 

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Pantera

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« Responder #66 em: Janeiro 05, 2007, 01:02:09 pm »
Citação de: "Get_It"
Citação de: "Sónia Simões, Correio da Manhã"
GOE chamado para deter ladrões de carros e armas
2006-12-07 - 00:00:00

Quatro homens, considerados perigosos, foram detidos ontem de manhã pela PSP por suspeitas de se dedicarem ao furto e à receptação de armas, material de construção e, ainda, à viciação de viaturas. A PSP do Montijo recorreu ao Grupo de Operações Especiais (GOE) para abordar os suspeitos, por temer “uma recepção violenta”.

Fonte da Divisão da PSP do Barreiro disse ao CM que os quatro homens, entre os 20 e os 60 anos, estavam a ser investigados por uma brigada de investigação criminal da PSP do Montijo há alguns meses.

Três dos suspeitos têm laços familiares entre si. Habitam numa zona junto ao rio conhecida por Porto da Espinhosa em casas “abarracadas e sem condições”, disse a fonte, e dedicam-se à venda em feiras.

Ontem de manhã, pelas 07h00, os quatro suspeitos foram acordados por elementos do GOE. Feita uma busca domiciliária às suas casas, a Polícia apreendeu armas, munições e o produto de vários furtos.

De acordo com a fonte policial contactada pelo Correio da Manhã, foi encontrada uma motorizada que, ao que tudo indica, estava a ser alterada pelos suspeitos. “O material apreendido leva-nos a crer que a motorizada, sem qualquer documentação, ia ser alterada”.

A investigação vai continuar para apurar se os quatro homens se dedicavam à viciação de viaturas e se estavam integrados em alguma rede criminosa.

Na casa dos suspeitos foi, ainda, apreendida uma pistola de alarme e uma espingarda que não estava licenciada. Do material apreendido, destaca-se munições .22, de caçadeira de calibre 12, diversas facas e uma espada oriental.

Os suspeitos tinham em casa uma verdadeira oficina montada com material furtado: berbequins, ferramentas diversas e um compressor industrial. Tinham também auto-rádios, uma playstation e diversos jogos , placas de matrícula automóvel.

Os quatro são suspeitos de dezenas de furtos durante o último ano. O caso seguiu para o Ministério Público.

A PSP denunciou à Comissão de Protecção de Menores “a situação de degradação e pobreza” em que vivem os familiares, menores, dos suspeitos.

Apanhados em veículos furtados
Ainda há duas semanas a PSP do Barreiro desmantelou um gang que se dedicava ao furto de viaturas quando, na tarde do dia 20, deitou mão a um homem que conduzia um carro furtado.

O suspeito conduzia um Fiat Cinquecento furtado e passou um sinal vermelho chamando a atenção de uma patrulha da PSP. Já sob detenção, na esquadra, confessou a autoria de mais três furtos de automóveis. Ao tentar localizar as viaturas furtadas, a PSP do Barreiro deparou-se com quatro homens no interior de um Hyundai Coupé.

O condutor do automóvel fugiu a alta velocidade ao ver a PSP. Acabou por colidir com um carro estacionado. Os quatro ocupantes do Hyundai fugiram desordenadamente, dois deles, de 17 e 21 anos, acabaram por ser detidos.

Viciação
Para viciar um carro roubado, é necessário um segundo carro da mesma marca e modelo. Quem se dedica ao negócio ilícito da venda de carros, adquire sempre um carro ‘batido’ com o livrete através de uma sucata.

O carro batido serve apenas para aproveitar o número do chassis, que será registado no carro roubado – normalmente de alta gama. Depois de alterado, o carro é introduzido no mercado legal e vendido.

Em Novembro último, a PJ desmantelou uma rede criminosa no Porto em que assaltantes, sucateiras e comerciantes colaboravam no negócio ilegal dos carros viciados.

fonte: http://www.correiodamanha.pt/noticia.as ... l=10&p=200

Cumprimentos,


uma força especial deveria acima de tudo dedicar-se a combater terrorismo, mafias tipo a italiana e japonesa, ETA´s e por aí fora.Por aqui usa-se forças especiais em tudo e mais alguma coisa,para simples casos de rusgas e assaltos a banco perpetuado por um individuo.

Pergunto-me se tivessemos o que acima referi cá em Portugal se não teriamos de pedir ajuda à NATO para resolver esses mesmos problemas.

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Lancero

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« Responder #67 em: Janeiro 05, 2007, 02:52:10 pm »
^^^

Acredite se por cá viermos a ter "terrorismo, mafias tipo a italiana e japonesa, ETA´s e por aí fora", Deus nos livre, eles irão actuar. Entretanto são usados nas missões em que possam ser necessários.
Mas porque é que não podem ser usados para intervenções tácticas em casos 'bicudos'? Ou iria o polícia de giro de Setúbal, com uma arma que encrava mais do que dispara, entrar num banco para deter um sequestrador armado? E se corresse mal e o polícia levasse um tiro e o sequestrador matasse todos os reféns? Não íamos perguntar porque é que uma unidade como o GOE está numa 'bruta' quinta a gastar milhares em/de munições sem ser usada?
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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Pantera

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« Responder #68 em: Janeiro 05, 2007, 04:17:59 pm »
Citação de: "Lancero"
^^^

Acredite se por cá viermos a ter "terrorismo, mafias tipo a italiana e japonesa, ETA´s e por aí fora", Deus nos livre, eles irão actuar. Entretanto são usados nas missões em que possam ser necessários.
Mas porque é que não podem ser usados para intervenções tácticas em casos 'bicudos'? Ou iria o polícia de giro de Setúbal, com uma arma que encrava mais do que dispara, entrar num banco para deter um sequestrador armado? E se corresse mal e o polícia levasse um tiro e o sequestrador matasse todos os reféns? Não íamos perguntar porque é que uma unidade como o GOE está numa 'bruta' quinta a gastar milhares em/de munições sem ser usada?


E você acha que ia um policia normal ? existem forças,tal como a judiciária treinadas e capazes de resolver esse tipo de situações.
Relativamente aos casos "bicudos" tem o corpo de intervação tal como outras forças dentro da própria policia

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Lancero

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« Responder #69 em: Janeiro 05, 2007, 06:08:27 pm »
Pantera, há aí muito desconhecimento das funções/treino/aplicação das diversas forças de segurança e suas valências.
Em Portugal só há duas unidades (não militares) capazes de realizar intervenções tácticas: GOE/PSP e COE/GNR.
A URT/PJ foi uma ideia que não avançou. O CI/PSP combate situações de violência declarada (motins, etc...) numa vertente de reposição da ordem pública e auxilia os comandos de polícia com patrulhamento 'musculado' quando necessário.
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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Pantera

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« Responder #70 em: Janeiro 08, 2007, 11:46:11 am »
o trabalho que o GOE faz em Portugal pode ser feito pelas policias normais,como é o caso de assaltos a bancos.
O prender "criminosos" perigosos também pode ser feito por outras policias preparados e treinados para isso,alias basta ver quando puseram 600 policias em camarate mais o GOE para apanhar um ou dois traficante.Será que é preciso forças especiais tão bem treinadas para este tipo de coisas?

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lecavo

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« Responder #71 em: Janeiro 09, 2007, 12:40:14 am »
Viva!

Citação de: "Pantera"
o trabalho que o GOE faz em Portugal pode ser feito pelas policias normais


Como tens como avatar a bandeira do Tio Sam, vou dar-te o exemplo dos norte-americanos. Os seus departamentos policiais têm uma equipa SWAT que faz diariamente patrulha normal em zonas mais "quentes" e buscas domiciliárias quando as informações policiais apontam para indivíduos perigosos ou muito perigosos.

Isso passa-se em todos os países do mundo. Todos os polícias acham que o GOE deveria ajudar ainda mais. Mas o facto é que o grupo também não é assim tão grande e tem tantas tarefas atribuídas que não dá para se desdobrar mais. Lá diz o ditado, quando o lençol é curto, se cobres a cabeça descobres os pés e vice-versa.

Os incidentes táctico-policiais têm muito que se lhe diga. Há muitos factores a ter em conta (de ordem legal, politico e social). Um agente patrulheiro não está preparado para resolver do ponto de vista táctico uma situação com reféns. Quanto ás buscas domiciliárias, deparamo-nos com o mesmo problema. Quando os suspeitos são muito perigosos e estão armados, avança o GOE.  Em Portugal fazem-se centenas de buscas domiciliárias por dia, mas o GOE faz apenas algumas por ano. Porque será que são chamados a fazer essas? Já pensaste nisso?
Um abraço.

--Lecavo
 

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Rebolt

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« Responder #72 em: Janeiro 12, 2007, 03:25:25 pm »
O lecavo tem toda a razão, aliás penso que isto tudo é senso comum.
O GOE é usado em casos que requerem uma capacidade de resposta que excede o do Policia de Patrulha e muitas vezes do próprio CI.
Terrorismo é apenas uma delas, quando é preciso uma respostas musculada ao crime organizado, resgate de reféns, rusgas de alto risco, etc... tudo isto deverá ser lidade com o GOE/COE dentro das suas jurisdições.
 

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Viriatuga

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« Responder #73 em: Janeiro 23, 2007, 09:40:33 am »
6ºMandamento: O Pára-quedista não se rende. Vencer ou morrer constitui para ele ponto de honra.
 

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lecavo

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« Responder #74 em: Fevereiro 02, 2007, 04:01:46 pm »
Um abraço.

--Lecavo
 

 

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