Arsenal do Alfeite

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PereiraMarques

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Re: Arsenal do Alfeite
« Responder #60 em: Outubro 30, 2017, 10:49:47 am »
Portaria n.º 373/2017 - Diário da República n.º 209/2017, Série II de 2017-10-30 114116820
Finanças e Defesa Nacional - Gabinetes do Ministro da Defesa Nacional e do Secretário de Estado do Orçamento
Extensão de encargos - empreitada de ampliação da doca seca da Arsenal do Alfeite, S. A.

https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/114116820/details/maximized?serie=II&parte_filter=31&dreId=114116816
 

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Lusitano89

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Re: Arsenal do Alfeite
« Responder #61 em: Fevereiro 01, 2018, 01:24:06 pm »
Presidente da Arsenal do Alfeite renuncia ao cargo por motivos pessoais


A presidente do conselho de administração da Arsenal do Alfeite, S.A, Andreia Ventura, apresentou ao Governo a renúncia ao cargo invocando razões de natureza pessoal, disse a própria à agência Lusa.

A saída, que foi aceite pelo Ministério da Defesa, ocorre numa altura em que a empresa de manutenção e reparação naval, 100% de capitais públicos, aguarda da tutela autorizações para usar os recursos financeiros próprios para investimentos na modernização industrial e tecnológica dos equipamentos e instalações.

Em declarações à Lusa, Andreia Ventura, cujo mandato se iniciou em 2015 e tinha terminado em dezembro, podendo ser renovado, disse que decidiu aceitar um convite para o setor privado.

Numa mensagem dirigida hoje aos trabalhadores da empresa, Andreia Ventura manifesta “esperança e a convicção” de que a tutela “continuará a pugnar” pelo futuro da Arsenal do Alfeite, que emprega 494 funcionários e iniciou o recrutamento de mais 42 para o segundo semestre do ano.

O recrutamento de mais 42 trabalhadores – nove engenheiros, dois técnicos especialistas e 31 operários navais -, é “essencial para o futuro da Arsenal do Alfeite” disse à Lusa Andreia Ventura à margem de uma visita dos deputados da comissão parlamentar de Defesa, na quarta-feira, mas, advertiu, faltam outros investimentos na modernização das capacidades da empresa.

Como exemplo, a presidente cessante do conselho de administração, frisou que foi pedida autorização ao Governo para a transição de saldos em 25 de janeiro, num montante de oito milhões de euros para a empresa poder avançar “com investimentos essenciais”.

A Arsenal do Alfeite, que assegura a reparação e manutenção dos navios da Marinha, "tem um potencial espantoso, mas é preciso ação” por parte do Governo, advertiu.

“Não temos dívidas e hoje pagamos a 30 dias e recebemos a 30 dias. Mas, é absolutamente essencial o investimento na modernização da Arsenal para garantir o seu futuro”, acrescentou.

Durante a visita dos deputados da comissão de Defesa, representantes dos trabalhadores manifestaram preocupação com o futuro da empresa e entregaram aos deputados uma carta a exigir um “esclarecimento” por parte da tutela sobre esta questão, considerando que “não é admissível que se continue a protelar a libertação de verbas que, afinal, pertencem à Arsenal do Alfeite S.A.”.


>>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/presidente-da-arsenal-do-alfeite-renuncia-ao-cargo-por-motivos-pessoais
« Última modificação: Fevereiro 01, 2018, 02:37:16 pm por Lusitano89 »
 

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jpthiran

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Re: Arsenal do Alfeite
« Responder #62 em: Fevereiro 03, 2018, 10:55:57 pm »
...fartou-se da falta de palavra dos governantes!...
...se todos lhes derem negas em permanências as coisas começam a mudar!...
...se deixar de haver oficias superiores disponíveis para comandar as forças armadas os políticos talvez abram os olhos!...
...e já não vai lá mais com diálogos, porque se está a lidar com gente sem palavra!...
 

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Lusitano89

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Re: Arsenal do Alfeite
« Responder #63 em: Fevereiro 08, 2018, 06:25:02 pm »
Secretário-geral da CGTP reclama investimentos para modernizar Arsenal do Alfeite


O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, reclamou hoje do Governo que "desbloqueie" as verbas necessárias para a modernização da empresa de manutenção dos navios da Marinha Arsenal do Alfeite S.A., cujos trabalhadores se manifestaram em Lisboa.

“O que nós estamos aqui a dizer é que não se justifica que um investimento que esteja previsto não esteja desbloqueado para modernizar o Arsenal”, afirmou Arménio Carlos, em declarações aos jornalistas, após dirigir-se aos trabalhadores daquela empresa que hoje se concentraram frente ao ministério das Finanças, em Lisboa.

Arménio Carlos defendeu que o investimento na empresa permitiria a “criação de riqueza, mais emprego e um estímulo ao desenvolvimento da economia”.

De acordo com a administração da Arsenal, que tem 100% de capitais públicos, a empresa dispõe de 10 milhões de euros de capitais próprios considerados essenciais para investimentos de modernização e reequipamento industrial e tecnológica, visando aumentar a capacidade de manutenção e reparação de navios.

Depois da concentração frente ao ministério das Finanças, em Lisboa, uma delegação de trabalhadores e o dirigente sindical Alexandre Plácido, do Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas, entregaram no gabinete da secretária de Estado da Administração e do Emprego Público uma resolução com as principais reivindicações.

Os trabalhadores da Arsenal do Alfeite, 494 atualmente, com uma média de idades de 48 anos, reivindicam também a aplicação do descongelamento das carreiras do setor empresarial do Estado.

Perante os trabalhadores, Arménio Carlos criticou o Governo pela falta de investimento na empresa, questionando se o objetivo do défice terá sido conseguido “à custa da falta de modernização” do Arsenal, responsável pela manutenção e reparação dos navios da Marinha portuguesa.

A contratação de mais 42 trabalhadores para a empresa já foi autorizada pelo secretário de Estado da Defesa Nacional, devendo o processo de recrutamento estar concluído no início do segundo semestre do ano.

Os trabalhadores deslocaram-se depois ao Estado-Maior da Armada para entregar uma resolução manifestando preocupação face ao que consideram “sinais de hesitação” e pelo “facto de o volume de trabalho contratualizado em 2017 pela Marinha ter sido o mais baixo desde a passagem do Estaleiro a sociedade anónima, em 2009″.


>>>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/secretario-geral-da-cgtp-reclama-investimentos-para-modernizar-arsenal-do-alfeite
 

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Viajante

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Re: Arsenal do Alfeite
« Responder #64 em: Março 14, 2018, 11:46:53 pm »
Arsenal do Alfeite aprova investimento de 2,5 milhões de euros para obras e reequipamento

A Arsenal do Alfeite S.A aprovou um investimento de 2,5 milhões de euros para dar início às obras de dragagem do canal de acesso à doca e para o reequipamento das oficinas, visando a manutenção dos submarinos.



Em declarações à Lusa, o presidente do conselho de administração da Arsenal do Alfeite S. A., contra-almirante José Belo, afirmou que a deliberação hoje aprovada prevê um investimento de 2,5 milhões de euros para aquelas obras e aquisições.

O concurso público para as obras de dragagem do canal de acesso e bacia de manobra da doca seca da Arsenal terá um valor base de 500 mil euros, disse. O restante será aplicado no reequipamento das oficinas, incluindo o fabrico de “ferramentas especiais” e “equipamentos de prova” adiantou.

A dragagem do canal de acesso à doca e o reequipamento das oficinas eram “essenciais” para dotar o estaleiro da capacidade para as revisões programadas dos submarinos da Marinha portuguesa. A revisão do “Arpão” está planeada para começar “a partir de setembro”, disse.

A par da “capacitação material”, está a decorrer o processo de “formação e treino do pessoal da empresa desde há cerca de um ano” nos estaleiros do fabricante, TKMS, na Alemanha, sublinhou.

Em declarações à Lusa, o secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, considerou que a capacitação dos estaleiros da Arsenal do Alfeite “é um passo importante” para a empresa, de capitais 100% públicos, e para a “capacidade operacional da Marinha”.

O secretário de Estado sublinhou ainda o acordo entre a Alfeite S.A e o fabricante alemão TKMS que prevê a possibilidade de a reparação e manutenção de outros submarinos do mesmo fabricante poder vir a ser feita em Portugal.

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/arsenal-do-alfeite-aprova-investimento-de-25-milhoes-de-euros-para-obras-e-reequipamento
 

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zawevo

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Re: Arsenal do Alfeite
« Responder #65 em: Novembro 24, 2018, 06:44:02 pm »
Com a visita do Presidente de Angola ao Arsenal do Alfeite pode ser que haja hipóteses de haver alguns negócios para a M. G. Angolana.
https://www.publico.pt/2018/11/24/politica/noticia/joao-lourenco-alfeite-olho-lanchas-cooperacao-1852326
 

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Lightning

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Re: Arsenal do Alfeite
« Responder #66 em: Janeiro 08, 2019, 09:03:49 pm »
Contrato de revisão do submarino Arpão abre "novos mundos" à industria naval -- Governo
https://www.dn.pt/lusa/interior/contrato-de-revisao-do-submarino-arpao-abre-novos-mundos-a-industria-naval----governo-10339558.html

Este contrato é uma espécie de Cabo Bojador. A partir da assinatura destes contratos, novos mundos se abrem para a nossa indústria naval", afirmou João Gomes Cravinho na cerimónia que decorreu na Base Naval de Lisboa
 

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Srgdoido

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Re: Arsenal do Alfeite
« Responder #67 em: Abril 21, 2019, 01:01:54 am »
"Arsenal do Alfeite é hipótese para manutenção de submarinos egípcios -- Ministro Defesa"
https://www.dn.pt/lusa/interior/arsenal-do-alfeite-e-hipotese-para-manutencao-de-submarinos-egipcios----ministro-defesa--10808929.html
 

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Daniel

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Re: Arsenal do Alfeite
« Responder #68 em: Junho 22, 2019, 03:02:19 pm »
Arsenal do Alfeite já está a reparar submarinos alemães do Thyssen Krupp
https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/arsenal-do-alfeite-ja-esta-a-reparar-submarinos-alemaes-do-thyssen-krupp-2-458999


Citar
O estaleiro do Alfeite, na Base Naval de Lisboa, fechou parcerias “milionárias” com o fabricante dos submarinos alemães da classe “Tridente” e com o produtor de mastros Gabler Maschinenbau.

Volvido mais de um século a operar submarinos – o primeiro chegou a Portugal em 1913 –, este ano será provavelmente um dos mais importantes na já longa experiência “submarinista” portuguesa: o estaleiro naval do Arsenal do Alfeite (AA) passa a ter capacidades na área da manutenção e reparação de submarinos alemães da classe “Tridente”, do tipo U-214. Isto quer dizer que o estaleiro do AA pode assegurar trabalhos de reparação e manutenção de submarinos desta classe, em parceria com o grupo alemão thyssenKrupp Marine Systems (tkMS), dono do estaleiro de Kiel onde o fabricante Howaldtswerke Deutsche Werft (HDW) produz os submarinos da classe “Tridente”.

Na prática, os dois submarinos portugueses adquiridos pela Marinha na sequência da resolução do Conselho de Ministros 14/98 – o NRP “Tridente” S160 e o NRP “Arpão” S161, que constituem a 5ª Esquadrilha portuguesa – transformaram-se numa janela de oportunidade para modernização do estaleiro do AA, que agora se especializa na alta tecnologia incorporada neste tipo de equipamento naval.

Além dos submarinos portugueses poderem ser reparados em Portugal, sem terem de navegar até à costa alemã, haverá disponibilidade para assegurar a manutenção e reparação de submarinos pertencentes a esquadrilhas de outros países. Trata-se de uma oportunidade de negócio para o AA, atendendo a que um contrato de manutenção de um submarino pode ultrapassar normalmente os 25 milhões de euros – segundo informações obtidas pelo Jornal Económico.

Mais: também está em curso o desenvolvimento do negócio com a Gabler Maschinenbau, com quem o AA detém uma parceria para a reparação, teste e manutenção de mastros de submarinos, e que representará mais uma vertente de negócio, até aqui inexistente.

Os dois submarinos da Classe “Tridente” – do tipo U-209PN, segundo a designação atribuída pelo fabricante aos submarinos entregues à Marinha de Guerra Portuguesa -, determinaram o posterior processo de capacitação do AA, para executar a manutenção planeada dos submarinos da classe “Tridente”. Este processo de capacitação teve início em 2015, entre a tkMS e a sociedade AA, em estreito alinhamento e articulação com a Marinha portuguesa. Para facilitar as manobras de entrada dos submarinos no Alfeite, foram feitas obras de dragagem do canal de acesso à doca seca do AA, concluídas em setembro de 2018, com um orçamento de aproximadamente 450 mil euros.

O programa de capacitação em manutenção de submarinos concretizado pelo estaleiro do Tejo incluiu o treino e formação da equipa de trabalhadores do AA nos estaleiros construtores da tkMS, em Kiel, entre janeiro de 2017 e junho de 2018. Esta ação de formação coincidiu com o desenvolvimento dos trabalhos referentes à primeira revisão intermédia do NRP “Tridente” e implicou um investimento de aproximadamente 1,7 milhões de euros.

Foi concretizado um plano de aquisição de sistemas e equipamentos para o reequipamento oficinal a fim de capacitar as áreas da mecânica, eletrotecnia e eletrónica, para a realização dos trabalhos que irão ocorrer no âmbito da primeira revisão intermédia do NRP “Arpão”, com uma duração estimada de cerca de 18 meses. Isso implicou um investimento cerca de 1,5 milhões de euros.

A parte contratual deste processo começou em 2017, com a celebração do contrato direto com o construtor tkMS, permitindo à sociedade AA realizar trabalhos de manutenção em sistemas do NRP ”Tridente” (na altura estava em reparação na tkMS, em Kiel, na Alemanha), desmontados de bordo e enviados para Portugal, e executando pequenos trabalhos de manutenção a bordo, na Alemanha.
 Este projeto-piloto, visou a validação do modelo de negócio bilateral que a tkMS pretende aplicar, numa maior escala, com a sociedade AA, mas também potenciou setores já proficientes do estaleiro na reparação de sistemas de bordo, com benefícios mútuos.

Seguiu-se a celebração em maio de 2018 de um Acordo Estratégico entre a tkMS, a AA e a Marinha Portuguesa, para potenciar a cooperação entre as duas empresas através do desenvolvimento de novos setores de negócio.

Com início no corrente ano, e por uma duração estimada em 18 meses, está previsto que o submarino “Arpão” realize a sua primeira revisão intermédia no AA. “Perspetiva-se que após 2020, o AA, passe a ser o estaleiro líder para a realização das grandes intervenções de manutenção dos submarinos da Marinha Portuguesa”, referiu ao Jornal Económico, o almirante José Luís Garcia Belo, presidente do Conselho de Administração do AA.

“Complementarmente existirão contratos diretos com a tkMS, ao abrigo do mencionado Acordo Estratégico, para a reparação de sistemas de submarinos de outros países”, admitiu o almirante.
 A manutenção de submarinos faz-se em ciclos de sete em sete anos, com reparações intermédias que demoram 18 meses, de grande complexidade. Entre as reparações intermédias, um submarino faz dois períodos de reparações de cinco meses. E nos intervalos de 24 meses faz revisões assistidas.

Sobre o potencial deste novo negócio para o AA, serve de exemplo o contrato de manutenção e reparações da Marinha com a tkMS, que ascende a 29 milhões de euros Mas ainda há um contrato acessório da Marinha com o AA para serviços de apoio ao contrato principal. Será sempre difícil calcular os valores cobráveis pelo AA pela reparação a um submarino estrangeiro porque os trabalhos a efetuar dependerão de cada caderno de encargos. Mas, segundo o almirante Garcia Belo, este negócio “pode representar num ano 30% a 40% da atividade do AA. Preparámo-nos para isso”, diz.

De resto, na perspetiva do AA, “um submarino é um investimento de longo prazo porque vão estar cá mais 30 anos. Os ciclos de vida dos navios estão definidos: nas fragatas são de 35 a 40 anos, nos porta-aviões, de 50 anos e nos submarinos, de 35 anos”, explica o diretor de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios do AA, Bruno Pica. Convém ter presente que o estaleiro do AA não pertence à Marinha. É uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos na tutela do ministro da Defesa Nacional e não pertence à Marinha. “A Marinha terá de nos contratar e nós temos de respeitar a contratação pública, embora haja um grande alinhamento entre a Marinha e o AA – a Marinha representa 90% da nossa carteira de encomendas”, adianta Bruno Pica.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 
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perdadetempo

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Re: Arsenal do Alfeite
« Responder #69 em: Agosto 03, 2019, 05:35:48 pm »
Já aparece publicado no site do estaleiro o relatório de contas de 2018.

http://www.arsenal-alfeite.pt/downloads/file207_pt.pdf

Além da informação financeira prevêem no relatório a entrega duma das vedetas salva-vidas em 2019. O NRP Guadiana é duvidoso ser entregue este ano ,visto informarem que a 31 de Dezembro de 2018 a percentagem de trabalhos concluidos era de 52,7%.

Cumprimentos,