Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia

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Fernando Negro

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Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia
« em: Novembro 09, 2012, 01:23:20 pm »
(Alguns pontos que penso serem de muito interesse...)


- Sabiam que os russos irão terminar este ano a construção de uma série de abrigos nucleares, construídos para proteger a população civil do seu país, na eventualidade de um ataque? [1]
- Sabiam que nos EUA tem sido também construída, nos últimos anos, uma série de verdadeiras aldeias subterrâneas, onde as elites deste país se poderão refugiar no caso de ocorrer uma grande catástrofe no seu território? [2]
- Sabiam que existe um plano, reportado por quem trabalhou para os serviços secretos russos, de uma eventual invasão da Rússia, no qual a presença da OTAN no Afeganistão é uma componente fundamental? [3]
- Leram, por acaso, o texto original de uma declaração que essa mesma pessoa fez no Parlamento Europeu? [4]
- Têm acompanhado a construção do sistema de defesa antimíssil na Europa por parte de países da OTAN? [5]
(Andou, por acaso, a Rússia, antes disto, a ameaçar o Ocidente com um ataque? Se não, porque razão está a ser construído tal sistema de defesa antimissíl?)
- Viram, por acaso, a inquietante declaração do Presidente russo, no final do ano passado, a avisar a sua população da possibilidade de um ataque ocidental?
(cliquem nas legendas) [6]
- Sabem da ameaça que a Rússia fez ao Ocidente, em resposta à construção deste mesmo sistema de defesa antimíssil? [7]



São apenas algumas questões (muito) importantes que achei de devia fazer e partilhar.


Segue-se também o que um conhecido político norte-americano tem a dizer sobre o assunto...

Assinado,

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Cabeça de Martelo

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Re: Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia
« Responder #1 em: Novembro 10, 2012, 12:50:10 pm »
Li com interesse este tópico, mas tenho que colocar várias questões.

1 - Os abrigos são parte de Moscovo mesmo antes da  guerra fria, nada disto é novo. Estes abrigos funcionam mais como uma forma de conforto psicológico do que outra coisa, já que se fecharmos toda a população de Moscovo por causa de um eventual ataque com ADM, como alimentamos a mesma enquanto está lá fechada? É que eu não ouvi falar nada de depósitos de viveres ou água. E como sairiam de Moscovo posteriormente?

Como já disse acima, para mim estes abrigos funcionam mais como uma forma de conforto psicológico do que outra coisa.

2 - Os abrigos subterrâneos também são conhecidos à muitos anos. Na verdade o último foi feito por baixo do Capitólio de forma a que os Congressistas e Senadores não percam tempo no transporte até lá. Vi isso num programa da National Geographic. No mesmo canal vi ontem um programa sobre os "Preppers". Curiosamente um dos casos que vi ontem era de um Construtor civil que comprou um antigo silo nuclear (onde estava um missel balistico que entretanto foi desmantelado) e estava a construir no dito local um condominio de luxo para uma comunidade "prepper". Cada nível era um apartamento e no final até tinha cinema e piscina, tudo protegido por metros e metros de betão reforçado.

Agora uma coisa é dizer os governo Norte-Americano está a construir ou construiu toda uma série de abrigos subterrâneos para as suas Forças Armadas e para proteger o governo e congresso, outra coisa é dizer que o dito governo está a construir para a elite (que engloba os Bill Gates e companhias).

3 - Tem que se ler com muito cepticismo qualquer relatório ou documento oficial proveniente de um serviço de informações. Isso pode-se ver pelos relatórios que foram apresentados pelos Norte-Americanos para justificar a invasão ao Iraque. Confesso que não pude ouvir o video porque o PC que estou a escrever não tem colunas, mas assim que puder ouvirei-o. Para mim a questão não é tanto num invasão fisica da Russia, mas sim num pressionar os calos do dito país até obterem alguma reacção. O governo Russo já disse que há coisas que os EUA e a OTAN não podem fazer e no entanto vê-se que andamos aqui às voltas a medir forças (Siria, Irão, etc).

4 - Já.

5 - Eis um tema muito complexo, na prática acho que é mais uma forma de pressionar a Russia e o Irão do que outra coisa. Não vejo esse dito sistema como algo realmente eficaz contra misseis balisticos, até porque os textes têm sido um flop completo.

6 / 7- A tipica resposta do governo Russo às pressões Ocidentais. Se fosse diferente é que seria estranho.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Cabeça de Martelo

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Re: Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia
« Responder #2 em: Novembro 10, 2012, 04:51:14 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Fernando Negro

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Re: Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia
« Responder #3 em: Novembro 10, 2012, 08:25:33 pm »
Cabeça de Martelo,


Sim, é sabido que, quer os EUA, quer a Rússia, já tinham abrigos desta natureza há várias décadas. O que se passa é que estão ambos os governos a construir toda mais uma série deles...

Sobre os abrigos na Rússia, você levanta interessantes questões... E sei tanto como você. Suponho que as autoridades tenham pensado nos vários aspectos que menciona e que tenham soluções para as questões que levanta. Mas não quero estar a especular. Sei apenas o que li nesse artigo e não é um pormenor que me interesse ao ponto de querer pesquisar sobre o assunto - acima de tudo, porque não sou uma das pessoas que pode para lá fugir. ;)

Sobre os EUA, quando falo de "elites", falo no plural - do conjunto de elites formado pela elite política, económica, intelectual, militar etc... Obviamente que não haverá lugar para toda a população nos sofisticados e relativamente pequenos abrigos existentes e que só uma minoria será seleccionada para poder para lá ir. E, pelo que vi no documentário que menciono, parece-me muito que são definitivamente poucas as pessoas que lá poderão se refugiar.

Em caso de guerra com a Rússia, o objectivo não será invadi-la - mas antes, apenas destruir a mesma, para que se possam pilhar os seus recursos naturais. (Já o Putin está farto de avisar que - seja através da sabotagem política interna, seja pela via da guerra, um dos principais objectivos dos EUA e seus aliados é destruir a Rússia enquanto nação.)

Sobre a falsidade de documentos oficiais, sei da situação que fala das armas de destruição maciça inexistentes. E posso dizer que já levo anos de pesquisa e de actividade jornalística (amadoras) para poder filtrar bem e saber distinguir, por mim próprio, a desinformação da informação genuína - acima de tudo, por já conhecer boas fontes que fazem também elas uma importante parte desse processo de filtragem.

Sobre a eficácia ou não do sistema de defesa antimíssil, não tenho conhecimentos suficientes para ter uma opinião formada.
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papatango

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Re: Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia
« Responder #4 em: Novembro 19, 2012, 12:17:17 pm »
Fernando Negro -> Em primeiro lugar seria necessário verificar que a fonte da notícia é verdadeira, porque o principal problema das fontes russas é o facto de em 2012 os russos ainda não terem desenvolvido uma imprensa realmente livre e séria.

No ocidente há quem tenha a tendência para aceitar o que se escreve na imprensa russa como se fosse verdade, ou como se pudesse ter uma ponta de verdade. Na realidade, muitas vezes não há nem sequer ponta de verdade.


Os russos sofrem de um sindroma de cerco que se inicia com o fim do império dos czares e com a ascenção dos comunistas. Durante os séculos XVI a XIX o império russo expandiu-se, transformando a antiga Moscóvia no maior império da terra. Ora qualquer grande império estará sempre cercado.
Naturalmente que o país sentiu desde logo o problema da dificuldade de gerir tanto espaço. Soma-se a isto o fato de os países ocidentais terem intervido  na guerra civil russa. Britânicos, franceses, italianos e outros ocuparam Arkangel, quase até S.Petersburgo. Americanos e japoneses ocuparam Vladivostok. Até os gregos enviaram tropas para a Crimeia.

Este sentimento de que a Russia está cercada, apoderou-se dos russos e qualquer governo tem que ter este sentimento em atenção.
Além disso, as armas nucleares continuam a existir e a Russia possui essas armas, logo seria natural que existissem planos de contingência para proteger pelo menos uma parte pequena da população caso houvesse problemas.

Isto não quer dizer que venha aí uma guerra. Grande parte das instalações militares nunca são utilizadas e acabam por ficar obsoletas e ser desativadas.
Dou o exemplo do campo militar de Lisboa. Foi erigido, foram construidos fortes e fortalezas, guarnecidas com artilharia e guarnições defensivas.
Onde está o campo militar de Lisboa ?
Em quantas batalhas foi decisivo ?
Resposta: Quase todos os fortes foram desmantelados. O CML nunca foi utilizado para defender Lisboa, porque Lisboa nunca foi atacada. O CML ficou obsoleto no inicio do século XX.
 
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Re: Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia
« Responder #5 em: Novembro 24, 2012, 05:35:56 pm »
["When Obama says, speaking about Iran, 'All options are on the table,' this of course does not exclude a nuclear first strike. And all Mideast experts agree that this would mean a third, thermonuclear world war, against Russia and China."]


http://www.larouchepub.com/pr_lar/2012/ ... wwiii.html


Will WW III Start in the Mideast?


Germany Needs Economic Progress, Not Arms Exports

by Helga Zepp-LaRouche


Nov. 17—Even though it is an endlessly intoned truism, it still bears repeating: Germany is not a sovereign state! But what in "normal times" would be an unjust and galling condition, becomes unbearable at times of existential threat like the present, because we are forced by the straitjacket of the EU and NATO into confrontations that are fundamentally against Germany's own interests and its very existence. The mass demonstrations on Nov. 14 in 23 European nations showed that the EU has reached the end of its rope. And just look at the situation in the Middle East: One step further, and we will be in the middle of World War III.

Germany was right to have played no part in the Iraq War, which was based on Tony Blair's lies; and Foreign Minister Westerwelle did the right thing by not sending German troops to participate in the "humanitarian intervention" in Libya, which ended in a war of aggression, as well as the brutal murder of a President who was a prisoner of war, and should therefore have been protected under the Geneva Convention.

The Mideast Tinderbox

But meanwhile, Germany has come under enormous pressure to participate in future interventions, both in Mali and Syria; this would be utter madness, given the utter failure of the policy of regime change in Iraq, Afghanistan, Libya, and now Syria, where the "rebels" are primarily from al-Qaeda, the Salafis, and mercenaries. The Russian Foreign Ministry warned, in response to the announcement by France that it would be arming the "rebels," that any country that armed these so-called rebels would be grossly violating the basic norms of international law. It is not only a breach of international law, it is also not very intelligent to arm people who then turn around and massacre their "benefactors," as we now can see in Afghanistan.

Violence is escalating in the Middle East between Hamas and Israel, after the targeted assassination of Hamas military chief Ahmed al-Jabari, and the threat by Israeli Foreign Minister Avigdor Lieberman to kill Gaza's Prime Minister Ismail Haniyeh, if necessary, at the start of a new war. Israel wants to mobilize 75,000 reservists, and a ground offensive is being prepared.

The rocket attacks on Tel Aviv and Jerusalem bring to mind the words of Chancellor Merkel, which were as fateful as they were wrong, that Israel's security is part of the German raison d'état. The newspaper Neue Westfälische of Bielefeld commented: "As if the situation were not already risky enough, we are now also moving closer to the point at which Iran will allegedly have enough weapons-grade plutonium. That raises the danger that Israel will carry out a first strike. As if by some miracle, it will have the weapons to do that. Then the conflagration will no longer be confined to the Middle East."

Mrs. Merkel and Lady Ashton blamed Hamas for the escalation, obviously ignoring the almost complete lockdown of the Gaza Strip by Israel, which makes the place almost unlivable. And the Russian newspaper Rossiyskaya Gazeta on Nov. 16 questioned the motives of Israel's Netanyahu government, for its escalation against Hamas:

Citar
"The events take on a certain logic, if one considers that this could be a prelude to war with Iran. It is no coincidence that Israel is now knocking out the Palestinians' weapons, which Hamas would fire against Tel Aviv in the event of an Israeli attack on Iran. In other words, the current operation may be nothing less than an attempt by Israel to deprive Tehran of its last trump cards."

Given that the official National Intelligence Estimate (NIE), based on the evaluation of 16 U.S. intelligence agencies, stated that Iran has not resumed the weapons program that it had ended in 2003, the German government should clearly take that position, because either the U.S. secret services have been lying, or Netanyahu has, since he claimed two months ago that Iran would have nuclear weapons in six months (only four now)! And if Israel is considering a first strike against Iran, then Germany must do everything in its power to ensure that that does not happen.

When Obama says, speaking about Iran, "All options are on the table," this of course does not exclude a nuclear first strike. And all Mideast experts agree that this would mean a third, thermonuclear world war, against Russia and China. It is therefore all the more outrageous that Munich Security Conference head Wolfgang Ischinger's call earlier this year for a public debate on German policy on the Israel-Iran conflict has so far not been answered.

Right now in the government parties, in military circles, and in think tanks close to the government, people are convinced that Germany will never act outside the trans-Atlantic alliance and the EU in an emergency, although such a situation has already existed for a long time. If those blinders remain, then disaster—the extinction of the human species in a thermonuclear war—is preprogrammed.

Given this highly tense situation, the planned deployment of up to 170 German soldiers in a NATO mission on the Turkish-Syrian border, and the relocation there of Patriot air defense missiles, are additional steps in the wrong direction: just one more small pretext, and Turkey could invoke Article 5 of the NATO Treaty,[1] and then what? And why Mrs. Merkel is seriously trying to present arms exports to countries such as Saudi Arabia, Qatar, and Israel, and participation in a military operation in Mali, as "means of securing peace," stretches the imagination to its utmost limits.

Who Is Violating Human Rights?

In view of this overall situation, the significant deterioration of German-Russian relations, to which the activities of Andreas Schockenhoff[2] and the anti-Russian resolution of the Bundestag have contributed, is quite alarming. In fact, given the human rights situation and the huge democracy deficit in the EU itself, it is difficult to understand how Mrs. Merkel and these parliamentarians can justify sitting on a high horse. Russian State Duma deputy Alexei Pushkov launched a counterattack, suggesting that the German government establish a human rights commission to deal with violations in Greece.

However, we also need such a commission for Portugal, Spain, and Italy—for starters. Because many millions of people participated in a general strike and support actions on Nov. 14 in 23 countries against the increasingly unbearable austerity policies of the EU, which violate real human rights and even cost human lives. In Spain, 9 million took to the streets, and the brutal attacks of the police with batons, tear gas, and rubber bullets prompted Die Welt journalist Henryk Broder to wonder whether General Franco had been resurrected. In France, there were rallies in 130 cities; in Belgium, eggs and firecrackers were thrown at the Portuguese Embassy, and protest demonstrations were held in 40 cities. In Italy, three members of the Monti government had to be rescued by helicopter from angry workers in Sardinia.

In Thessaloniki, Greece, German Ambassador Wolfgang Hoelscher-Obermaier and the Parliamentary State Secretary in the Federal Ministry of Labor and Social Affairs, Hans-Joachim Fuchtel, had water bottles and plastic coffee cups thrown at them. It can get very cold in Greece in the Winter, but electricity is being cut off from 30,000 families per month, because they cannot pay their bills. In both Greece and Italy, older people are being denied life-saving medicines, such as that for the treatment of breast cancer. The suicide rate has increased dramatically in Greece, Portugal, and Italy; in Spain, suicides became so frequent because of forced evictions that the government was forced to suspend some of them for the very poorest people, because the streets had exploded with rage.

UN advisor Jean Ziegler points out, in an interview with Junge Welt Nov. 17-18, titled "For the People of the South, the Third World War Has Already Begun," that it took German fascism six years to kill 56 million people, but neoliberalism is doing it in a little over one year. Here is how he describes the effects of the EU's agricultural policy:

Citar
"What the commissioners in Brussels are doing is profoundly dishonest. Their dumping policies are manufacturing hunger in Africa—and if refugees from hunger want to escape to Europe, they are brutally thrown back into the sea militarily, and thousands drown every year."

Henryk Broder was right when he wrote in Die Welt: Nov. 14 marks the beginning of the end of the EU. The only thing for governments to do, is to admit that the euro experiment has failed, which, unfortunately, they are hardly willing to do. Thus it remains for others to implement the solutions that do, in fact, exist: immediate adoption of a two-tier banking system in the tradition of Franklin Roosevelt's Glass-Steagall Act, regaining sovereignty over one's currency (the New D-mark), and an economic policy based on fixed exchange rates, a new credit system for the construction of the real economy, especially in Southern Europe and the Mediterranean.

In France, resentment is growing in military circles against the Hollande government's colonial policy to the benefit of the Anglo-American Empire; and a tendency is growing to seek a return to Charles de Gaulle's policy of withdrawal from NATO. Even though it seems to be unthinkable for some in Germany, we need a public debate on whether we should follow NATO and EU policies that are going to lead to national suicide.

We should remember our sacred oath of 1945: No more war!


Translated from German by Susan Welsh

[1] Article 5 specifies that if a NATO member comes under military attack, every other member will consider this as an armed attack against all members, and will assist the ally that was attacked.

[2] Andreas Schockenhoff is Chancellor Merkel's special envoy for non-governmental Russo-German relations. He is known for his attacks on Russian President Putin on issues of "civil society." The Bundestag resolution, passed on Nov. 9 and initiated by Schockenhoff, expresses "mounting concern" over violations of civil liberties since Putin returned to the Presidency.
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Re: Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia
« Responder #6 em: Novembro 24, 2012, 05:49:40 pm »
http://rt.com/news/iran-strike-israel-world-war-803/


Iran may launch pre-emptive strike on Israel, conflict could grow into WWIII - senior commander

Published: 23 September, 2012, 23:07


An Iranian military official has warned that military conflict between Iran and Israel could “turn into World War III.” He added that if Israel “is putting the final touches on attacking Iran,” a preemptive strike against Tel Aviv would ensue.

­Israel “cannot imagine” the force of Iran’s response if Tel Aviv attacks it, Brigadier General Amir Ali Hajizadeh told Iran’s Arabic-language television network. “It will sustain heavy damage and that will be a prelude to its obliteration,” he said.

Hajizadeh added that Iran does not see this happening at the moment because he does not believe that Israel will conduct an attack without its strongest ally – the United States.

If America does decide to back an Israeli plan to strike Iran, Hejizadeh insists Tehran will retaliate against both Tel Aviv and Washington.

“Tehran will definitely attack US bases in Bahrain, Qatar and Afghanistan…there will be no neutral country in the region,” Hajizadeh said. “To us, these bases are equal to US soil.”

The statement comes after the head of the Revolutionary Guards, General Mohammad Ali Jafari, said that a war between Iran and Israel “will eventually happen.” Jafari did not speculate on a possible date or location of the war.  

"If they begin [aggression], it will spell their destruction and will be the end of the story," Jafari told local news agencies.

Jafari’s deputy backed up his statements, telling Fars news agency that Iran will not start a war with Israel, but will respond to provocation.

“Iran’s defensive strategy is based on the assumption that we will engage in a war, a massive battle against a global coalition led by the US,” Deputy Commander of Iran's Revolutionary Guard Brig.-Gen. Hossein Salami said.

"If the Zionists act against Iran, it will be a historic opportunity for the Islamic Revolution to wipe them off the world's geographic history," he continued.

The latest statements come in response to Tel Aviv’s threats to strike Iranian nuclear facilities. Israel insists that numerous sanctions have failed to curb Tehran's alleged nuclear weapons program.

On September 2, Prime Minister Benjamin Netanyahu accused world powers, including the US, of failing to draw a “clear red line.”

“Until Iran sees this clear red line and this determination, it won’t stop advancing its nuclear program. Iran must never be allowed to acquire nuclear arms,” Netanyahu said.

The Obama administration refused to meet Israel’s demand. On September 14, President Obama said that there would not be any “red lines or deadlines” because “there remains time and space for diplomacy.”

The statements coincide with US led anti-mine sweeping exercises currently taking place in the Persian Gulf. The drills are being interpreted as a show of force – warning Tehran not to disrupt vital oil routes in the Strait of Hormuz.

American officials insist that the exercises were entirely defensive in nature and not directed at any particular country.

As tension continues to mount between Israel and Iran, Tehran continues to insist that its nuclear program is only for peaceful purposes.
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Re: Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia
« Responder #8 em: Novembro 24, 2012, 06:02:06 pm »
"Noticias" RT...  :roll:
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Re: Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia
« Responder #9 em: Novembro 24, 2012, 06:13:44 pm »
*Nunca* apanhei a RT a mentir... Mas, apenas a desvalorizar um pouco assuntos dos quais não era conveniente ao governo russo estar a falar muito.

Quanto às CNN, BBC, RTP, TVI e demais órgãos ocidentais... Já perdi a conta do número de vezes que os apanhei a mentir...
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Re: Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia
« Responder #10 em: Novembro 24, 2012, 10:08:37 pm »
Eu ao contrário, nunca encontrei uma notícia do Russia Today, que não fosse uma mentira, uma meia verdade ou propaganda anti-americana no pior estilo neo-soviético.

Essa emissora, baseia-se num dogma do período soviético que dizia que tudo o que era produzido pelos média ocidentais era mentira fabricada. Acreditando nisto, os russos decidiram fazer uma emissora de televisão, igual ao que eles acham que são as televisões ocidentais.

O resultado não podia ser outro.
De qualquer forma, O Russia Today, com todo o seu cortejo de fanáticos, teóricos da conspiração e ex-comunistas enrustidos consegue ser melhor que o resto das televisões russas que são basicamente lixo.

É facil conferir.
Basta tentar encontrar as notícias de há uns dois anos atrás e ver o que se confirmou...

Quando nos damos ao trabalho de fazer isso, concluímos o óbvio.
As notícias que não têm origem no ocidente, são normalmente fabricações.
 
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Re: Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia
« Responder #12 em: Dezembro 16, 2012, 10:27:41 pm »
Possibilidade existe e raramente, durante a Guerra Fria, esteve com um rácio tão elevado como agora. Fenrir também era suposto ser facilmente manietado. O resultado foi o que se sabe.
 

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Re: Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia
« Responder #13 em: Agosto 28, 2013, 05:26:54 pm »
http://www.eutimes.net/2013/08/putin-or ... cks-syria/

Citar
A grim “urgent action memorandum” issued today from the office of President Putin to the Armed Forces of the Russian Federation is ordering a “massive military strike” against Saudi Arabia in the event that the West attacks Syria.

According to Kremlin sources familiar with this extraordinary “war order,” Putin became “enraged” after his early August meeting with Saudi Prince Bandar bin Sultan who warned that if Russia did not accept the defeat of Syria, Saudi Arabia would unleash Chechen terrorists under their control to cause mass death and chaos during the Winter Olympics scheduled to be held 7-23 February 2014 in Sochi, Russia.

Leiam o resto.
Isto está bonito, está.
E face ao que tem vindo a lume sobre a vigilância eletrónica e polícia do pensamento, vou ter particular cuidado com as minhas intervenções futuras.
Quem viu, viu, quem não viu tivesse visto.
Isto está muito feio.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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papatango

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Re: Possibilidade de *guerra nuclear* com a Rússia
« Responder #14 em: Agosto 29, 2013, 12:11:23 pm »
Da mesma fonte
Citar
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O Putin terá ordenado um ataque à Arábia Saudita ?
Com o quê ?
Matrioskas ?



É mil vezes mais provavel que os sauditas tenham oferecido dinheiro ao Putin para não fazer nada, continuar a falar grosso mas retirar até os civis que estavam na Síria.

O que é que vimos nos últimos dias ?


O Putin é acima de tudo um agente corrupto da KGB. Ele gosta de dinheiro e sabe que não vai ficar no poder eternamente.
O pé de meia dele já se eleva a dezenas de milhares de milhões de dolares.
Se os sauditas tiverem ajudado a aumenta-lo, está explicada a evacuação de civis russos da Síria.
 

 

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