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Conflitos => Conflitos do Presente => Tópico iniciado por: HaDeS em Dezembro 27, 2008, 09:09:07 pm

Título: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: HaDeS em Dezembro 27, 2008, 09:09:07 pm
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Número de mortos em Gaza por ataque de Israel sobe para 208

Da Reuters
Por Nidal al-Mughrabi

GAZA (Reuters) - Aviões e helicópteros de combate israelenses bombardearam a Faixa de Gaza neste sábado, deixando pelo menos 208 mortos no território controlado pelo Hamas, num dos dias mais sangrentos para os palestinos em 60 anos de conflito com Israel.

Militantes palestinos responderam lançando foguetes que mataram um israelense e feriram muitos outros, de acordo com médicos da região.

Os militares israelenses disseram que os alvos dos ataques eram "infra-estrutura terrorista". O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, disse que a operação militar "pode levar tempo" e uma fonte militar israelense afirmou que a campanha pode ser ampliada e incluir forças terrestres.

"Não temos limite de tempo e estamos determinados a fazer o que for preciso, incluindo todas as nossas opções, por ar ou por terra", disse o militar israelense a repórteres.

O Hamas informou que pelo menos 100 membros das forças de segurança do grupo foram mortas, além de pelo menos 15 mulheres e crianças, e prometeu vingar o que chamou de "carnificina israelense".

"Não vamos deixar nossa terra, não vamos levantar bandeiras brancas e não vamos ficar de joelhos, exceto diante de Deus", disse Ismail Haniyeh, líder do governo do Hamas na Faixa de Gaza, a um site da Internet.

"Há sangue por todo lugar, há feridos e mártires em todas as casas e em todas as ruas. Gaza hoje foi decorada de sangue... Pode haver mais mártires e pode haver mais feridos, mas Gaza nunca será destruída e nunca vamos nos render", acrescentou Haniyeh.

Uma fumaça negra e espessa tomou o céu sobre a Cidade de Gaza, onde mais de 30 ataques foram realizados, destruindo várias instalações policiais do Hamas, incluindo duas onde aconteciam cerimônias de formatura de novos recrutas.

Imagens de TV mostravam corpos no chão, e mortos e feridos sendo carregados do local. Vários edifícios foram atingidos.

Entre os mortos estavam o chefe de polícia nomeado pelo Hamas, Tawfiq Jabber, o chefe de segurança do Hamas e o governador da região central de Gaza, de acordo com funcionários dos serviços médicos. Segundo médicos de Gaza, o número de palestinos mortos chega a pelo menos 205.

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, disse que a ofensiva aérea israelense era "criminosa" e pediu intervenção da comunidade internacional. A Liga Árabe informou que ministros das Relações Exteriores árabes se encontrarão no Cairo, domingo ou segunda-feira, para tomar uma posição comum sobre os ataques israelenses.

A União Européia fez um apelo por um cessar-fogo imediato em Gaza: "Estamos muito preocupados com os eventos em Gaza... pedimos que todos mostrem máxima moderação", afirmou o porta-voz para do chefe de Política Externa da União Européia, Javier Solana.

Já a Casa Branca pediu que Israel evite baixas civis em seus ataques aéreos e afirmou que o Hamas precisa interromper os ataques de morteiros a Israel para cessar a violência. No entanto, Washington não pediu para que Israel interrompa os ataques aéreos.

"Os contínuos ataques de morteiros do Hamas em Israel precisam parar para interromper a violência. O Hamas precisa acabar com suas atividades terroristas se quiser ter um papel no futuro do povo palestino", afirmou o porta-voz da Casa Branca Gordon Johndroe.

A chanceler israelense Tzipi Livni, uma das líderes das pesquisas para o pleito de fevereiro que escolherá o novo primeiro-ministro do país, pediu apoio internacional contra o Hamas, considerado por ela "uma organização extremista islâmica... que tem o apoio do Irã", arquiinimigo de Israel.

"CARNIFICINA ISRAELENSE"

Os ataques aéreos aconteceram após o fim, há uma semana, de uma trégua de seis meses em Gaza. Na quinta-feira, o premiê de Israel, Ehud Olmert, alertou o Hamas para que parasse de disparar foguetes contra alvos israelenses ou então que enfrentasse as consequências.

Uma dezena de foguetes foi disparada de Gaza na sexta-feira. Um matou de forma acidental, no norte de Gaza, duas crianças palestinas, segundo médicos.

Neste sábado, corpos eram empilhados, e feridos se contorciam em dor. Os que mostravam sinais de vida eram levados para carros e ambulâncias.

Alguns dos que faziam o resgate batiam na própria cabeça e gritavam: "Allahu akbar" (Deus é grande). Testemunhas disseram que os ataques foram realizados por aviões e helicópteros de combate.

Mais de 700 palestinos ficaram feridos, de acordo com os médicos.

"Todos os combatentes têm a ordem de responder à carnificina israelense", afirmou um comunicado do Jihad Islâmico. O Hamas e outros grupos armados se pronunciaram no mesmo sentido.

O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, afirmou que a operação militar em Gaza terá longa duração e será ampliada se necessário. "Não será fácil e não será curta", disse Barak a jornalistas.

Em março, uma ofensiva israelense de cinco dias matou mais de 120 pessoas


http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,M ... +PARA.html (http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL937021-5602,00-NUMERO+DE+MORTOS+EM+GAZA+POR+ATAQUE+DE+ISRAEL+SOBE+PARA.html)
Título: Abbas pede ajuda; Liga Árabe convoca reunião de urgência
Enviado por: HaDeS em Dezembro 27, 2008, 09:21:15 pm
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CAIRO - A Liga Árabe condenou neste sábado, 27, o bombardeio israelense sobre a Faixa de Gaza e convocou uma reunião de urgência de seus ministros de Exteriores para a próxima segunda-feira, a fim de falar sobre o ataque, que deixou dezenas de mortos. Mais cedo, o  presidente palestino Mahmoud Abbas anunciou ter iniciado uma série de "contatos urgentes" com diversos países para deter os bombardeios israelenses. "Iniciamos contatos urgentes com vários países árabes e outros para cessar a agressão e os massacres na Faixa de Gaza", disse Abas por telefone à agência de notícias AFP.

A organização também pediu ao Conselho de Segurança da ONU para adotar medidas a fim de conter os ataques israelenses sobre a Faixa de Gaza e proteger os palestinos, segundo a agência de notícias governamental egípcia Mena.

O assistente do secretário-geral da Liga Árabe para assuntos palestinos, Mohamad Subeih, pediu aos palestinos que deixem de lado suas disputas e permaneçam unidos, e solicitou aos Estados árabes uma postura unificada frente aos "crimes" de Israel.

Os Governos da Jordânia e dos Emirados Árabes Unidos (EAU) já condenaram o ataque, enquanto o Egito decidiu abrir a passagem de Rafah, na fronteira com Gaza, para evacuar os feridos, e mandou 30 ambulâncias ao território palestino para transferir as vítimas a hospitais egípcios.

Centenas de sindicalistas jordanianos foram às ruas para protestar contra o bombardeio, e gritaram palavras de ordem contra o papel de mediação do Egito no conflito palestino-israelense, e contra o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.

Segundo agências internacionais, pelo menos 155 pessoas morreram e várias centenas ficaram feridas devido ao bombardeio realizado hoje pelo Exército israelense em Gaza, onde as equipes de socorro trabalham para resgatar as vítimas presas sob os escmbros.

http://www.estadao.com.br/internacional ... 9575,0.htm (http://www.estadao.com.br/internacional/not_int299575,0.htm)
Título:
Enviado por: HaDeS em Dezembro 28, 2008, 07:05:10 pm
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Israel expande ofensiva militar e fará invasão terrestre a Gaza

O governo de Israel aprovou neste domingo a convocação de 6.500 reservistas para uma eventual invasão militar de Gaza por terra, que se segue aos bombardeios aéreos que já deixaram 270 mortos e mais de 700 estão feridos. Hoje, pelo segundo dia consecutivo, os israelenses arremessaram cerca de 100 bombas contra os palestinos.

Para a operação, o Exército de Israel organizou na faixa de Gaza centenas de soldados de infantaria e veículos de combate para uma operação terrestre em grande escala. O ministro da Defesa israelense, Ehud Barak, disse hoje que o Exército "aprofundará e ampliará sua operação conforme necessário, pois o objetivo da operação é mudar completamente as regras do jogo".

De acordo com jornal "Haaretz", o número de convocações de reservistas pode aumentar, na maior ofensiva do país desde a Guerra dos Seis Dias em 1967. "Oficiais da Defesa disseram que alguns reservistas estão sendo mobilizados para ajudar proteger algumas comunidades na fronteira de Gaza e que podem ajudar na retaliação com os palestinos. Os novos reservistas poderão ajudar na nova escalada de ataques".

O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, disse hoje que o governo usará de "sensatez, paciência e firmeza" na gestão do ataque iniciado sábado na faixa de Gaza. Em resposta, as milícias palestinas dispararam mais de 50 foguetes --o que chegou mais longe caiu perto de Ashdod, a cerca de 37 quilômetros da faixa de Gaza.

A Organização para a Libertação da Palestina (OLP) convocou uma jornada de luto e greve na Cisjordânia e Jerusalém Oriental. Em Nova York, o Conselho de Segurança da ONU realizou uma reunião de urgência e pediu o fim imediato da violência na região, além do fornecimento de ajuda humanitária.

De acordo com o jornal "El País", os ataques israelenses de hoje foram em sedes policiais e centros de entretenimento do Hamas, assim como zonas residenciais, estações de televisão, que desde o início dos ataques, fizeram as transmissões dos ataques.

"Uma mesquita foi bombardeada nas últimas horas por acolher atividades terroristas. Durante a madrugada caças áreas F-16 israelenses bombardearam 23 pontos, entre eles, a sede do governo no Hamas onde está situado o conselho do ministros", informou o jornal.

Hamas

De acordo com o "Haaretz", três oficiais sêniores do Hamas foram mortos nos ataques. "Tawfik Jabber, comandante da força policial em Gaza, o seu ajudante, comandante da Defesa e Segurança, Ismail al Ja'abri, e o governantes da central do Hamas, em Gaza, Abu Ahmad Ashur", informa o jornal.

Hoje, os palestinos prometeram começar a retaliação. " Os ocupantes israelenses devem saber que serão recebidos a fogo pelas nossas organizações militares", disse Iz al Din, Brigadas de Ezzedin al Qassam, braço armado do Hamas.

De acordo com o jornal, a situação na região está caótica. Com a falta de medicamentos e leitos em hospitais, os sobreviventes estão sendo atendidos em corredores e os corpos estão sendo colocados amontoados em salas de refrigeração.

Segundo o "El País", a Jihad Islâmica afirmou hoje que todos os combatentes estão convocados a responder a carnificina israelense. O líder do grupo palestino, Khaled Meshaal, pediu hoje aos partidários uma nova ofensiva contra Israel.

Anteriormente, o líder do governo do Hamas, Ismael Haniyeh, afirmou que os palestinos nunca se renderam em Israel. "Nós nunca abandonamos a nossa terra, nós levantaremos as bandeiras brancas somente a Deus", disse Haniyeh. "Pode haver mártires feridos, mas Gaza nunca irá se render".

O presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmud Abbas, afirmou hoje que a responsabilidade da situação atual vivida hoje em Gaza é do grupo radical Hamas. "Nós conversamos com ele e pedimos: por favor, não comecem com os ataques, nós queremos a continuidade da trégua. Nós poderíamos ter evitado isso se eles tivessem aceitado", disse Abbas.

O grupo radical acusa Israel de ter violado o acordo de cessar-fogo estipulado em junho deste ano e que expirou no dia 19 de dezembro.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mund ... 3948.shtml (http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u483948.shtml)
Título:
Enviado por: Scarto em Dezembro 29, 2008, 04:37:53 pm
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Germany sides with Israel over Gaza escalation

By ASSOCIATED PRESS
BERLIN

Germany has blamed Hamas for the escalation of violence in the Middle East and called on Israel to avoid civilian casualties.
German Chancellor Angela Merkel has spoken by telephone with Prime Minister Ehud Olmert about the assault on Gaza that began Saturday.

Merkel spokesman Thomas Steg said the chancellor and Olmert agreed that the "clear, sole responsibility for the situation lies with Hamas" for breaking a cease-fire.
Steg said Merkel stressed in the telephone conversation late Sunday that Israel must do everything possible to avoid civilian causalities and insisted that Hamas must immediately halt its rocket attacks on Israel.

http://www.jpost.com/servlet/Satelli...cle%2FShowFull (http://www.jpost.com/servlet/Satelli...cle%2FShowFull)


Ate ao momento,até o proprio Hamas admite que practicamente todos os mortos são membros do Hamas.Pensa-se que cerca de 50são civis.

Pelo que tenho lido em alguns sites,esta não é uma operação preparada em cima do joelho..Israel parece estar em posse de todas ou quase todas as localizações do Hamas,mesmo após os primeiros ataques continua a "saber" onde andam.Até os tuneis foram destruidos..

Mossad a trabalhar,ou como alguns arabes dizem,ajudados pela Jordania e pelo Egipto?
Título:
Enviado por: André em Dezembro 29, 2008, 05:13:54 pm
:arrow:  Nenhum edifício do Hamas em Gaza ficará de pé, promete general israelita

Nenhum edifício do Hamas na Faixa de Gaza ficará de pé depois da operação militar iniciada por Israel contra o movimento islamita palestiniano, prometeu hoje o chefe adjunto do Estado-Maior, general Dan Harel, em declarações ao jornal Yediot Aharonot.
«Esta operação é diferente das anteriores. Não estamos apenas a atacar os terroristas e os lança-foguetes, mas sim todo o governo do Hamas. Visamos aos edifícios oficiais, às forças de segurança, e atribuímos a responsabilidade de tudo o que está a acontecer ao Hamas. Não fazemos qualquer distinção entre as suas várias ramificações», acrescentou.

«Só estamos no início da batalha. O mais difícil está para chegar e é preciso preparar-se para isso. Queremos mudar as regras do jogo na Faixa de Gaza», concluiu

Lusa
Título:
Enviado por: HaDeS em Dezembro 29, 2008, 06:29:45 pm
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Israel declara "guerra total" ao Hamas

Jerusalém, 29 dez (EFE).- A operação em Gaza será longa e se trata de uma "guerra total contra o Hamas e os de sua classe", advertiu esta tarde no Parlamento israelense o ministro da Defesa, Ehud Barak.

A operação, iniciada no sábado e denominada "Chumbo Fundido", será "ampliada e aprofundada segundo seja necessário", disse o titular da Defesa no Knesset (Parlamento de Israel).

O objetivo da ofensiva, que matou até agora 345 pessoas, segundo o Ministério da Saúde de Gaza e feriu outras 1.600, não são os residentes da Faixa, mas o Hamas, disse Barak, que assegurou que o movimento islamita "é responsável por tudo o que ocorre em Gaza" e de ter transformado esse território palestino em um "refúgio de terroristas".

O ministro lembrou ao Plenário que o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, quando visitou Israel sendo ainda candidato presidencial, assegurou que se alguém lançasse foguetes contra sua casa enquanto suas filhas dormissem "faria tudo o que pudesse para evitá-lo".

Vários parlamentares árabes acusaram o Governo de levar ao país a uma guerra por motivos partidários a fim de ganhar votos antes das eleições gerais do próximo mês de fevereiro.

A comandante Avital Leivovitz, porta-voz do Exército israelense, confirmou em entrevista à Agência Efe que por enquanto a ofensiva contra Gaza "continua sendo por ar" e "levará bastante tempo".

Segundo a porta-voz, por enquanto "só há planejada uma operação terrestre".

A aprovação ontem por parte do Conselho de Ministros da mobilização de 6.500 reservistas é só um primeiro passo, que deverá ser confirmado pelo Comitê de Defesa antes que estes possam ser convocados para lutar.

"Temos muitas tropas em alerta, mas ainda não há plano para ativá-las", disse a comandante, embora indicando que poderia iniciar uma operação por terra se decidir "terminar a ação com maior rapidez".

Ontem à noite, a Marinha israelense uniu-se à operação e disparou contra dois navios que o movimento islamita Hamas utiliza para introduzir armas na Faixa, segundo a porta-voz.

Tanto ontem quanto hoje Israel permitiu a entrada em Gaza de caminhões com ajuda humanitária, afirmou Leivovitz, precisando que no domingo entraram na Faixa 150 toneladas de comida e medicina enquanto hoje se introduziu a carga de 100 caminhões.

"Não temos nenhum limite da quantidade de medicina e alimentos que permitimos passar: estamos deixando entrar tudo o que enviarem as organizações humanitárias", indicou.

As comunidades do sul de Israel se encontram em estado de alerta e a Frente de Interior se posicionou na região para proteger seus habitantes.

"As pessoas que vivem a menos de 10 quilômetros da Faixa de Gaza têm que permanecer o dia todo em refúgios, os que vivem a entre 10 e 20 quilômetros têm que permanecer a menos de 15 segundos de um refúgio e entre 20 e 30 quilômetros a 30 segundos", disse a militar, explicando que "300 mil israelenses encontram-se atualmente sob a mira de foguetes".

Enquanto o Exército israelense abateu hoje 20 alvos -entre eles vários abrigos subterrâneos, instalações do Hamas e plataformas de lançamento de foguetes-, as milícias palestinas lançaram 10 bombas e 50 foguetes Qassam e Grad ao território israelense, um dos quais matou um pedreiro na cidade de Askhelon.

Estes foguetes são de fabricação artesanal e seu potencial destrutivo é baixo. EFE

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,M ... HAMAS.html (http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL938334-5602,00-ISRAEL+DECLARA+GUERRA+TOTAL+AO+HAMAS.html)[/i]
Título:
Enviado por: André em Dezembro 30, 2008, 05:38:15 pm
:arrow:  Anunciado cessar-fogo em Gaza

A notícia é avançada pelo jornal Israelita Haaretz.

Foi anunciado um cessar-fogo de dois dias na Faixa de Gaza e Israel vai suspender os ataques, avança o jornal israelita Haaretz.

Ainda hoje, fontes oficiais afirmaram que os dirigentes israelitas admitiram a possibilidade de um cessar-fogo temporário na Faixa de Gaza.

TV Net
Título:
Enviado por: André em Dezembro 30, 2008, 07:23:51 pm
:arrow:  Olmert diz que a operação em Gaza está na «primeira fase»

O primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, afirmou hoje que a operação militar em Gaza, que já matou mais de 380 pessoas e feriu mais de 1.700, em quatro dias de bombardeios, ainda está na sua «primeira fase».

Olmert fez estas declarações num encontro com o chefe de Estado, Shimon Peres, para o informar sobre a ofensiva, indicou o gabinete do presidente em comunicado.

«A operação militar está actualmente a avançar e, por enquanto, o Exército está a executar a primeira de várias fases que foram autorizadas pelo gabinete político-militar» na quarta-feira passada, dia em que se decidiu a ofensiva, disse Olmert.

Israel mantém tropas e tanques posicionados em torno de Gaza visando uma possível invasão terrestre da Faixa.

Por seu turno, Peres afirmou que «não há ninguém no mundo que entenda quais são os objectivos do Hamas e porque é que eles continuam a disparar foguetes» contra Israel.

Quatro pessoas morreram nas localidades próximas a Gaza pelo disparo pelas milícias palestinianas de cerca de 200 projécteis de fabrico caseiro, que desencadeou o bombardeamento em massa à Faixa.

«Israel não está a combater a população palestiniana, (mas) só contra uma organização terrorista que fez sua a bandeira da continuação da violência e a ameaça à estabilidade regional», acrescentou o presidente israelita no encontro, realizado na sua residência em Jerusalém.

Lusa
Título:
Enviado por: P44 em Dezembro 30, 2008, 09:27:53 pm
e o mais "engraçado" no meio disto tudo é que o Hamas é uma criação da Mossad, para minar a Fatah....

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Hamas is a Creation of Mossad
by Hassane Zerouky
Global Outlook, No 2, Summer 2002
www.globalresearch.ca (http://www.globalresearch.ca)   23 March 2004
The URL of this article is: http://globalresearch.ca/articles/ZER403A.html (http://globalresearch.ca/articles/ZER403A.html)


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Thanks to the Mossad, Israel's "Institute for Intelligence and Special Tasks", the Hamas was allowed to reinforce its presence in the occupied territories. Meanwhile, Arafat's Fatah Movement for National Liberation as well as the Palestinian Left were subjected to the most brutal form of repression and intimidation

Let us not forget that it was Israel, which in fact created Hamas. According to Zeev Sternell, historian at the Hebrew University of Jerusalem, "Israel thought that it was a smart ploy to push the Islamists against the Palestinian Liberation Organisation (PLO)".

 

Ahmed Yassin, the spiritual leader of the Islamist movement in Palestine, returning from Cairo in the seventies, established an Islamic charity association. Prime Minister Golda Meir, saw this as a an opportunity to counterbalance the rise of Arafat’s Fatah movement. .According to the Israeli weekly Koteret Rashit (October 1987), "The Islamic associations as well as the university had been supported and encouraged by the Israeli military authority" in charge of the (civilian) administration of the West Bank and Gaza. "They [the Islamic associations and the university] were authorized to receive money payments from abroad."

The Islamists set up orphanages and health clinics, as well as a network of schools, workshops which created employment for women as well as system of financial aid to the poor. And in 1978, they created an "Islamic University" in Gaza. "The military authority was convinced that these activities would weaken both the PLO and the leftist organizations in Gaza." At the end of 1992, there were six hundred mosques in Gaza. Thanks to Israel’s intelligence agency Mossad (Israel’s Institute for Intelligence and Special Tasks) , the Islamists were allowed to reinforce their presence in the occupied territories. Meanwhile, the members of Fatah (Movement for the National Liberation of Palestine) and the Palestinian Left were subjected to the most brutal form of repression.

In 1984, Ahmed Yassin was arrested and condemned to twelve years in prison, after the discovery of a hidden arms cache. But one year later, he was set free and resumed his activities. And when the Intifada (‘uprising’) began, in October 1987, which took the Islamists by surprise, Sheik Yassin responded by creating the Hamas (The Islamic Resistance Movement): "God is our beginning, the prophet our model, the Koran our constitution", proclaims article 7 of the charter of the organization.

Ahmed Yassin was in prison when, the Oslo accords (Declaration of Principles on Interim Self-Government) were signed in September 1993. The Hamas had rejected Oslo outright. But at that time, 70% of Palestinians had condemned the attacks on Israeli civilians. Yassin did everything in his power to undermine the Oslo accords. Even prior to Prime Minister Rabin’s death, he had the support of the Israeli government. The latter was very reluctant to implement the peace agreement.

The Hamas then launched a carefully timed campaign of attacks against civilians, one day before the meeting between Palestinian and Israeli negotiators, regarding the formal recognition of Israel by the National Palestinian Council. These events were largely instrumental in the formation of a Right wing Israeli government following the May 1996 elections.

Quite unexpectedly, Prime Minister Netanyahu ordered Sheik Ahmed Yassin to be released from prison ("on humanitarian grounds") where he was serving a life sentence. Meanwhile, Netanyahu, together with President Bill Clinton, was putting pressure on Arafat to control the Hamas. In fact, Netanyahu knew that he could rely, once more, on the Islamists to sabotage the Oslo accords. Worse still: after having expelled Yassin to Jordan, Prime Minister Netanyahu allowed him to return to Gaza, where he was welcomed triumphantly as a hero in October 1997.

Arafat was helpless in the face of these events. Moreover, because he had supported Saddam Hussein during the1991 Gulf war, (while the Hamas had cautiously abstained from taking sides), the Gulf states decided to cut off their financing of the Palestinian Authority. Meanwhile, between February and April 1998, Sheik Ahmad Yassin was able to raise several hundred million dollars, from those same countries. The the budget of The Hamas was said to be greater than that of the Palestinian Authority. These new sources of funding enabled the Islamists to effectively pursue their various charitable activities. It is estimated that one Palestinian out of three is the recipient of financial aid from the Hamas. And in this regard, Israel has done nothing to curb the inflow of money into the occupied territories.

The Hamas had built its strength through its various acts of sabotage of the peace process, in a way which was compatible with the interests of the Israeli government. In turn, the latter sought in a number of ways, to prevent the application of the Oslo accords. In other words, Hamas was fulfilling the functions for which it was originally created: to prevent the creation of a Palestinian State. And in this regard, Hamas and Ariel Sharon, see eye to eye; they are exactly on the same wave length.


http://www.globalresearch.ca/articles/ZER403A.html (http://www.globalresearch.ca/articles/ZER403A.html)

http://www.wariscrime.com/2008/12/29/ne ... by-mossad/ (http://www.wariscrime.com/2008/12/29/news/hamas-was-founded-by-mossad/)
Título:
Enviado por: Lightning em Dezembro 31, 2008, 01:41:57 am
Citação de: "P44"
e o mais "engraçado" no meio disto tudo é que o Hamas é uma criação da Mossad, para minar a Fatah....


Aprenderam com a CIA, estes apoiaram os vietnamitas comunistas e os Afegãos radicais  :roll:
Título:
Enviado por: Portucale em Dezembro 31, 2008, 07:55:59 pm
Usar os pontos fracos do inimigo é uma estratégia muito antiga.
Os palestinianos foram e são o somatório de muitas facções, os Israelitas sabem disso.
Sempre é melhor ter vários grupos, em que os recursos têm de ser divididos por todos, do que um grupo com todos os meios ao seu dispor.
 
Chama-se dividir para reinar......................
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 31, 2008, 10:24:53 pm
"Pobres" Judeus! Agora até os culpa da criação do Ezbolah! :shock:
Também já foram responsabilizados pela chegada do Adolfo ao poder.

Entretanto, enquanto a "esquerda festiva" e caviar faz as suas festas, milhões morrem no Congo e arredores. E desses ninguém fala.
Dá para perguntar se essa "esquerda" não estará a fazer de palhaço para "alguém".

Às tantas também é esta "esquerda" que é criação dos judeus...
Mas eu também já estou à espera de tudo.
Título:
Enviado por: P44 em Janeiro 01, 2009, 11:56:08 am
não é o Ezbolah, é o Hamas, pá :wink:
Título:
Enviado por: André em Janeiro 02, 2009, 12:00:53 am
:arrow:  Aviação israelita mata importante dirigente do Hamas

Israel marcou o sexto dia de bombardeamentos na Faixa de Gaza com a morte de um importante dirigente do Hamas, Nizar Rayan, e uma série de outros ataques que fizeram subir o balanço para mais de 400 mortos.

A par desta escalada, e apesar de insistir na prontidão do exército para avançar para uma ofensiva terrestre, o governo israelita deu os primeiros sinais de abertura a uma solução diplomática para o conflito, exigindo observadores internacionais como condição para uma trégua com o movimento radical islâmico.

O lançamento de uma bomba de uma tonelada que destruiu o prédio de quatro andares do campo de refugiados de Jebalya em que vivia Nizar Rayan, e que matou mais onze pessoas, incluindo mulheres e filhos do dirigente do Hamas, mostrou que nesta ofensiva nenhum líder do movimento está a salvo.

"Estamos a tentar atingir todas as pessoas com funções dirigentes no movimento e hoje atingimos um dos seus líderes", declarou o vice-primeiro-ministro israelita, Haim Ramon, numa entrevista à televisão.

Nizar Rayan, de 50 anos, era um dos cinco principais decisores do Hamas e foi o mais importante dirigente do movimento a ser morto na actual ofensiva.

Professor de lei islâmica, era conhecido pelas suas ligações estreitas à ala militar do movimento e respeitado em Gaza por participar pessoalmente em ataques contra as forças israelitas, como quando em Outubro de 2001 enviou um dos seus filhos numa missão suicida que matou dois colonos israelitas em Gaza.

Eminente orador e partidário da linha mais radical do Hamas, prometeu em Outubro de 2007 que o movimento que tomou pela força o controlo da Faixa de Gaza iria fazê-lo igualmente na Cisjordânia.

Mais de 400 habitantes da Faixa de Gaza foram mortos desde o início dos bombardeamentos, sábado passado, e cerca de 1.700 foram feridos.

As Nações Unidas dizem que o balanço total de mortos inclui mais de 60 civis, 34 deles crianças.

Do lado israelita, três civis e um soldado morreram em ataques com "rockets" disparados da Faixa de Gaza para distâncias cada vez mais longas, que nesta altura colocam um oitavo da população israelita sob o seu alcance.

Até agora, a ofensiva israelita lançada depois de uma série de ataques do Hamas que quebrou uma trégua em vigor há seis meses tem sido exclusivamente aérea, mas o porta-voz militar major Avital Leibovich disse hoje que os preparativos para uma ofensiva terrestre estão concluídos.

"A infantaria, a artilharia e outras forças estão prontas. Estão posicionadas em volta da Faixa de Gaza, à espera de ordem para avançar", disse.

A campanha militar israelita não conseguiu até agora pôr fim aos lançamentos de "rockets". Segundo o exército, ao longo do dia de hoje foram lançados mais de 30 "rockets" que não fizeram qualquer vítima, mas apenas danos materiais.

Quarta-feira, o primeiro-ministro israelita recusou uma proposta francesa para uma trégua de 48 horas mas, hoje, deu sinais de abertura a uma solução diplomática ao dizer à chefe da diplomacia norte-americana, Condoleezza Rice, que Israel só aceitará uma trégua se observadores internacionais se responsabilizarem pela sua aplicação, segundo fontes do governo israelita.

Em 2006, quando bombardeou o Líbano, Israel aceitou uma trégua mediada e acompanhada pela comunidade internacional, em que a ONU aceitou destacar forças de manutenção de paz no sul do Líbano.

JN
Título:
Enviado por: André em Janeiro 03, 2009, 12:58:13 pm
:arrow:  Ataque aéreo de Israel mata líder militar do Hamas em Gaza

Um ataque aéreo israelita causou hoje a morte de mais um comandante de alto nível do braço armado do Hamas, enquanto o líder do grupo advertiu o exército de Israel de que será derrotado se invadir Gaza.

Uma semana depois de Israel ter iniciado ataques aéreos devastadores contra o enclave palestiniano com o objectivo declarado de acabar com o lançamento de foguetes contra o seu território, o fim das hostilidades parece distante apesar dos esforços diplomáticos internacionais.

O ataque aéreo nocturno em Gaza causou a morte de Abu Zakaria al Yamal, um alto comandante do braço armado do Hamas, disse o grupo islamita.

O exército israelita disse apenas que realizou uma série de ataques durante a noite.

Na quinta-feira, uma ataque aéreo de Israel matou outro líder do Hamas, Nizar Rayan. A maioria dos oficiais do Hamas está escondida, antecipando-se a possíveis tentativas de assassínio por parte de Israel.

Os Estados Unidos defenderam um cessar-fogo com supervisão internacional que garantisse que o Hamas não pudesse armar-se, mas em Damasco, o líder do grupo Jaled Meshaal surgiu desafiador num discurso na televisão.

«Estamos prontos para o desafio, essa batalha foi-nos imposta e confiamos em alcançar a vitória porque fizemos a nossa preparação«, disse Meshaal.

Médicos em Gaza estimam que foram mortos 429 palestinianos e pelo menos 2.000 estão feridos.

Uma agência das Nações Unidas afirmou que mais de um quarto dos mortos são civis. Um grupo de direitos humanos palestiniano estabeleceu aquela cifra de 40%.

Quatro israelitas morreram vítimas dos foguetes palestinianos, que alcançaram o porto de Ashdod e a povoação no deserto de Beersheba, obrigando ao encerramento de escolas e a busca de refúgio pelos moradores.

Lusa
Título:
Enviado por: André em Janeiro 03, 2009, 05:08:28 pm
:arrow:  Israel lança ataque terrestre contra Faixa de Gaza segundo Haaretz

Tanques da artilharia israelita lançaram hoje um ataque contra a Faixa de Gaza, disseram testemunhas palestinianas citadas pelo jornal Haaretz.

Este é um passo que pode dar início a uma nova fase da ofensiva militar israelita contra o movimento radical islâmico Hamas, nomeadamente a um ataque terrestre.

Neste sábado, os aviões das Forças de Defesa israelitas mantiveram os bombardeamentos aéreos a pelo menos 23 alvos na região, numa ofensiva que já causou mais de 420 mortos e cerca de 2.200 feridos.

Testemunhas palestinianas disseram que o ataque terrestre causou uma grande explosão na cidade de Gaza, bem como uma série de explosões perto da fronteira com Israel.

Não há informações até ao momento sobre vítimas do ataque terrestre.

A artilharia israelita costuma atacar com munições de 155 mm. Caso Israel efectivamente inicie uma ofensiva terrestre contra a Faixa de Gaza, pode aumentar significativamente o número de vítimas civis - que, segundo agências da ONU correspondem a 25% do total de vítimas.

Desde há dias que Israel mantém tanques e artilharia a postos na fronteira com Gaza, preparados para, a qualquer momento, cumprir a decisão das Forças de Defesa de evoluir na estratégia da ofensiva militar.

Analistas apontam que o exército evita um ataque terrestre por recear as minas terrestres implantadas por militantes do Hamas na região da fronteira, justamente para conter a chegada dos tanques israelitas.

Fontes do Hamas divulgaram que, durante a madrugada, os seus homens frustraram a primeira tentativa do exército israelita de entrar na Faixa de Gaza por terra, segundo o Haaretz.

No entanto, um porta-voz do Exército negou totalmente que tenha acontecido uma operação do género.

Desde há oito dias consecutivos, Israel comanda uma operação militar na Faixa de Gaza com bombardeamentos que atingiram diversos pontos vinculados ao Hamas, como ministérios, casas de activistas, esquadras, mesquitas, a sede de uma ONG e edifícios da Universidade Islâmica e já matou três importantes líderes do grupo.

Segundo Israel, a ofensiva é uma resposta à violação - e lançamento de foguetes - do Hamas da trégua de seis meses assinada com Israel e que acabou oficialmente a 19 ed Dezembro.

Trata-se da pior ofensiva realizada por Israel desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967.

Lusa
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Enviado por: nelson38899 em Janeiro 03, 2009, 09:39:12 pm
Espero que desta vez Israel acabe de vez com o Hamas
Título:
Enviado por: André em Janeiro 03, 2009, 09:51:10 pm
Invasão de Gaza «não será fácil nem será curta» diz Ehud Barak

(http://i.l.cnn.net/cnn/2007/WORLD/meast/10/25/israel.gaza/art.barak.file.afp.gi.jpg)

O ministro da Defesa israelita, Ehud Barak, afirmou hoje que a incursão militar da faixa de Gaza «não será fácil nem será curta».
Confirmou também uma «ordem de mobilização urgente de milhares de reservistas» devido à ofensiva terrestre.

Entretanto, o braço armado do Hamas disse que Israel «pagará um alto preço» pela operação.

Em entrevista transmitida pelas estações de TV, o ministro israelita afirmou que as Forças Armadas «continuam a aumentar a operação» e previu «dificuldades e vítimas».

«Não abandonaremos os nossos cidadãos. O trabalho do exército é defender a fronteira nacional», afirmou.

Barak ainda afirmou que o país está preparado para qualquer eventualidade na sua fronteira norte com o Líbano, numa advertência velada ao grupo islâmico libanês Hezbollah.

Hoje, o líder daquele grupo, Hassan Nasrallah, declarou que o movimento Hamas e outras facções da «resistência» deveriam infligir o «maior número possível de baixas» ao exército israelita.

O braço armado do Hamas, as Brigadas Al Kasam, divulgou um comunicado de imprensa em que adverte para o «alto preço» que o Estado judeu vai pagar pela incursão militar.

«O inimigo sionista está a aproximar-se da armadilha que os nossos lutadores prepararam para os seus soldados e tanques», disse.

O comunicado alerta ainda que «Israel vai ter surpresas e vai arrepender-se de levar a cabo uma operação como esta».

Após oito dias consecutivos de ataques aéreos, que deixaram mais de 420 mortos e cerca de 2.200 feridos, o exército israelita deu início na noite deste sábado a uma invasão terrestre, com tropas, tanques e veículos blindados.

Lusa
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Enviado por: HaDeS em Janeiro 03, 2009, 10:43:45 pm
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Presidência da UE considera ofensiva israelense defensiva

A República Checa liderará uma missão a Gaza para 'supervisionar a situação' na zona de conflito

PRAGA - O Governo checo, que acaba de assumir a Presidência da União Européia (UE), considera a operação terrestre lançada neste sábado, 3, por Israel contra o grupo fundamentalista palestino Hamas na Faixa de Gaza uma "medida defensiva".
Assim disse neste sábado, 3, à Agência Efe em Praga Jiri Potuznik, porta-voz do Governo checo, que acrescentou que Praga deseja, no entanto, obter explicações das partes envolvidas para reativar o processo de paz na região.

O chefe da diplomacia checa, Karel Schwarzenberg, liderará a missão da delegação formada pela Presidência rotativa, pela Comissão Européia e pelo Conselho Europeu no domingo, 4, rumo ao Oriente Médio para "supervisionar a situação" na zona de conflito.

"Esperamos uma explicação, já que para a República Checa o verdadeiramente importante é o processo de paz e não a operação armada", assinalou Potuznik.

"Nas próximas horas e dias passaremos informações a nossos parceiros comunitários para poder debater sobre este processo", acrescentou o porta-voz.

Essa visita deve servir para preparar o terreno de uma reunião a alto nível no Oriente Médio, à qual aspira o primeiro-ministro tcheco, Mirek Topolanek, concluiu o porta-voz.

http://www.estadao.com.br/internacional ... 2105,0.htm (http://www.estadao.com.br/internacional/not_int302105,0.htm)
Título:
Enviado por: HaDeS em Janeiro 04, 2009, 04:12:11 am
A UE mais uma vez não conseguiu falar a mesma língua R. Tcheca diz uma coisa, França, Espanha e Inglaterra diz outra...
Título:
Enviado por: rafafoz em Janeiro 04, 2009, 04:14:04 am
Quem está financiando está guerra? Somente dos cofres públicos de Israel é que não deve ser.
A meu ver é de interesse dos EUA e da UE está guerra contra o Hamas, mais sem entrar nela.
Título:
Enviado por: Camuflage em Janeiro 04, 2009, 02:03:24 pm
Se a guerra fosse na Costa do Marfim já a França teria enviado fuzileiros, se fosse em qualquer outra parte de África  já a ONU teria enviado capacetes azuis, se fosse aumento das tensões no Afeganistão ou Iraque, a NATO enviaria mais tropas... Como é num Estado que é apoiado pelo patrão da ONU, o mundo reage de forma politicamente correcta e deixa andar.
Título:
Enviado por: Ataru em Janeiro 04, 2009, 04:16:18 pm
Aquela guerra só diz respeito a israel e aos países árabes... o resto do mundo nada pode fazer a não ser assistir, pois já por 2 vezes a proposta de cessar-fogo foi vetada pelos EUA na ONU por isso deixem a guerra continuar que ela eventualmente acaba...
Título:
Enviado por: André em Janeiro 04, 2009, 05:29:08 pm
:arrow:  Presidente israelita rejeita possibilidade de trégua em Gaza

O presidente israelita, Shimon Peres, rejeitou hoje a possibilidade de trégua na Faixa de Gaza, à medida que as forças de Israel seguem com a sua ofensiva contra militantes do Hamas.
No entanto, disse que Israel não pretende ocupar a região.

«Nós não pretendemos nem ocupar Gaza nem esmagar o Hamas, mas sim esmagar o terror. E o Hamas precisa de uma real e séria lição. E eles estão aprendendo isso agora», disse Peres em entrevista ao programa da ABC News This Week.

Peres também rejeitou a possibilidades de uma trégua para o conflito.

Importantes senadores dos EUA, ouvidos pela media norte-americana, estão a apoiar fortemente Israel. Entre os partidários estão senadores democratas e republicanos.

Peres acrescentou: «Fomos cuidadosos, fomos contidos, aguardamos. Demos-lhes (ao Hamas) muitas possibilidades».

«Eles não podem explicar por que estavam a disparar... e não podem esconder que estão a agir por ordem do Irão. O Irão tem dois seguidores no Médio Oriente: o Hezbollah no Líbano e o Hamas em Gaza».

Lusa
Título:
Enviado por: TOMSK em Janeiro 05, 2009, 01:12:37 am
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Presidência da UE considera ofensiva israelense defensiva


Efectivamente, a "ataque é a melhor defesa", já dizia o outro...

Contudo, receio que esta seja uma guerra sem fim à vista, e com a morte dos líderes do Hamas, cada vez mais dificíl se torna...
Título:
Enviado por: André em Janeiro 05, 2009, 07:50:54 am
Aviação israelita atacou 130 objectivos durante a madrugada

A aviação israelita atacou 130 objectivos na Faixa de Gaza durante a madrugada de hoje, indicou uma porta-voz militar em Telavive.

"As nossa força aérea atacou 130 objectivos na Faixa de Gaza", afirmou hoje a porta-voz.

"A aviação visou uma mesquita em Jabaliya onde estava armazenado armamento, bem como casas que protegem esconderijos de armas, veículos que transportam lança-foguetes e homens armados", acrescentou.

De acordo com a mesma fonte, "as forças terrestres continuaram a sua progressão, apoiadas pelos bombardeamentos de vedetas da marinha".

Israel a lançou a 27 de Dezembro uma ofensiva aérea contra o Hamas, que controla a Faixa de Gaza, seguida desde sábado à noite de uma operação terrestre.

Desde o desencadeamento da ofensiva "Chumbo endurecido", um soldado israelita foi morto e 45 ficaram feridos, três dos quais com gravidade, indicou hoje a porta-voz militar.

Antes do amanhecer, fortes explosões foram ouvidas na cidade de Gaza e houve bombardeamentos da marinha israelita.

De acordo com testemunhas, os navios israelitas também bombardearam os dois principais eixos rodoviários do território palestiniano.

Segundo a mesma fonte, o exército israelita isolou a cidade de Gaza do Sul do território, privando assim os combatentes do Hamas que aí se encontram de eventuais abastecimentos em armas e munições.

A aviação israelita multiplicou os seus raids sobre objectivos situados a Sul da cidade de Rafah, onde túneis de abastecimento foram escavados pelos grupos palestinianos sob a fronteira com o Egipto.

Pelo menos 512 palestinianos, 70 dos quais na noite de sábado, morreram nos ataques israelitas, de acordo com os serviços de urgência palestinianos.

Lusa
Título:
Enviado por: nelson38899 em Janeiro 05, 2009, 09:06:35 am
Citação de: "TOMSK"
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Presidência da UE considera ofensiva israelense defensiva

Efectivamente, a "ataque é a melhor defesa", já dizia o outro...

Contudo, receio que esta seja uma guerra sem fim à vista, e com a morte dos líderes do Hamas, cada vez mais dificíl se torna...


O que se está a passar é apenas mais uma batalha entre judeus e muçulmanos. Pois o mais certo é esta guerra ser eterna
Título:
Enviado por: P44 em Janeiro 05, 2009, 11:34:49 am
Citação de: "nelson38899"
Espero que desta vez Israel acabe de vez com o Hamas


não lhe convém...depois quem vão culpar para as suas invasões?
Título:
Enviado por: André em Janeiro 05, 2009, 12:06:19 pm
Citação de: "P44"
não lhe convém...depois quem vão culpar para as suas invasões?


O Hezbollah ...  :roll: Israel está apenas a responder aos amigos do Hitler Persa perto das suas fronteiras e que quer pura e simplesmente exterminar o povo judeu ...  :roll:
Título:
Enviado por: nelson38899 em Janeiro 05, 2009, 04:04:26 pm
Um blog interessante

http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/bombas-em-gaza/ (http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/bombas-em-gaza/)
Título:
Enviado por: HaDeS em Janeiro 05, 2009, 06:29:50 pm
Não é atoa que Israel não aderiu ao tribunal de crimes de guerra de Haia, eles bombadeiam mesquitas, universidade pra eles também é alvo e nem hospital escapa, bloqueia a faixa de gaza (alias ja fazem isso a meses), não querem nem saber se lá tem comida, remédio, combustivel e ainda sabendo que isso não vai resolver nada, alias não ta resolvendo ja que os foguetes não param de cair e nem a desculpa de que é uma operação cirurgica podem dar,  porque estão usando artilharia terrestre ai de guiadas as bombas não tem nada. O mais imprecionante é que a UE cruza os braços, os EUA  incentivam Israel. Se fosse a China atacando o Tibet ja tavam gritando aos 4 ventos que era um absurdo, um massacrate, ja iria invocar os direitos humanos, pobre palestinos que não tem ninguém que os defenda.
Título:
Enviado por: Camuflage em Janeiro 05, 2009, 06:55:02 pm
Citação de: "HaDeS"
Não é atoa que Israel não aderiu ao tribunal de crimes de guerra de Haia, eles bombadeiam mesquitas, universidade pra eles também é alvo e nem hospital escapa, bloqueia a faixa de gaza (alias ja fazem isso a meses), não querem nem saber se lá tem comida, remédio, combustivel e ainda sabendo que isso não vai resolver nada, alias não ta resolvendo ja que os foguetes não param de cair e nem a desculpa de que é uma operação cirurgica podem dar,  porque estão usando artilharia terrestre ai de guiadas as bombas não tem nada. O mais imprecionante é que a UE cruza os braços, os EUA  incentivam Israel. Se fosse a China atacando o Tibet ja tavam gritando aos 4 ventos que era um absurdo, um massacrate, ja iria invocar os direitos humanos, pobre palestinos que não tem ninguém que os defenda.


Teriam gritado mas também ninguém faria nada, assim como se fosse a Rússia atacar novamente a Chechénia.
O papel da ONU deveria ser o de mediar este tipo de conflitos e promover a paz mundial, instaurar embargos como formas de castigo, em vez disso não passa de uma arma politica dos maiores produtores e traficantes mundiais de armas, presentes no conselho de segurança.

Guerra=$$$$$$ portanto há que manter-las durante o tempo que for necessário. Ideologias inventam-se e nada melhor que contratar os melhores relações publicas para lidar com a imprensa e além de fomentar psyops junto dos media para colocar o povo contra o "tirano" ou qualquer outro mau.
Título:
Enviado por: André em Janeiro 05, 2009, 07:13:47 pm
Citação de: "HaDeS"
pobre palestinos que não tem ninguém que os defenda.


 :lol:  :lol:  :roll:  :roll:
Título:
Enviado por: Scarto em Janeiro 05, 2009, 07:17:50 pm
Não querendo fazer o papel de advogado do diabo,mas no entanto não posso deixar de dizer isto:

Não é à toa que a Palestina não aderiu ao tribunal de crimes de guerra de Haia,bombardeiam populações civis,fazem atentados em restaurantes,centros comerciais,paragens de autocarros,usam buldozers,etc..E mais estranho que pareça,só atacam alvos civis!Contudo não vemos o mundo aos quatro ventos a clamar que é um absurdo,que não podem fazer isto e aquilo!:roll:
Por outro lado,tem passado ajuda alimentar e medicamentos para a Faixa(ok aqui nada a dizer,que mais devia passar,pois o que há é sempre pouco).

O que quero dizer,é que não pode haver dois pesos e duas medidas!
Se o Hamas ataca são os coitadinhos,que se defendem e os civis são meras vitimas.Por outro lado,se é Israel a atacar,são uns mauzões que só matam civis(aqui já importa serem civis,incrivel não é?).

P.S-Veja as ultimas declarações de um dos lideres do Hamas,em que diz que se vão concentrar ainda mais no ataque a civis(leu bem,civis).
Título:
Enviado por: HaDeS em Janeiro 05, 2009, 07:38:32 pm
Citar

Então o Irão e o Hezbollah que em vez de ajudarem a resolver a situação deitam mais lenha e gasolina na fogueira ajudando e incentivando o Hamas a lançar rockets e provocar Israel para que eles entrassem em Gaza e desse a opnião pública mundial a ideia que eram os coitadinhos ... Naquele já longo conflito todos têm culpas no cartório e quem sabe se os Palestinianos e os seus compinchas não fariam igual ou pior se tivessem o poder que Israel dispõem ...


Não disse que os palestinos ou Hamas são santos, mas Israel que se julga um estado civilizado tinha que agir como tão, qualquer um que conheça um pouco daquela região sabe que é impossível riscar o Hamas de lá, acredito que até os israelenses sabem disso, uma eleição israelense se aproxima e o atual governo corre o risco de perder as eleições então essa operação entre outras coisas procura garantir que o atual governo continue no poder, matar árabes sempre deu votos em Israel assim como o inverso acontece  na Palestina.
Título:
Enviado por: Scarto em Janeiro 05, 2009, 08:09:12 pm
Hades,vou-te colocar um exemplo:

Uma zona brasileira,junto á fronteira com a Bolivia.Essa zona boliviana(apoiada pela Venezuela),disparava de forma sistemática rockets contra zonas habitadas do lado brasileiro.Qual seria a tua reacção?A reacção do teu governo?

Não desculpo Israel,mas penso que qualquer governo ao fim de algum tempo teria de agir,não podendo continuar a ignorar as provocações,as mortes..
Se tem haver com as eleições israelitas?Talvez,mas duvido que o actual governo fique(mesmo com o aumento de popularidade).

Destruir o Hamas?Não acredito.
Decapita-lo,criar uma situação que os palestinianos vejam que ter o Hamas no poder ou apoia-lo levará a situações semelhantes e fazer com que se revoltem?Talvez..
Título:
Enviado por: André em Janeiro 05, 2009, 08:13:33 pm
Ahh e já agora os joguinhos que os Ayatollah o Anti-Cristo e restantes comparsas estão a fomentar e a incentivar naquela região problemática ou eu me engano muito ou servem para tapar, camuflar e distrair Israel e principalmente o Mundo Ocidental  do verdadeiro problema, a construção da Bomba Atómica Iraniana com isto quero que se faça alguma luz na cabeça de certos pseudo-iluminados ...  :P  :wink:
Título:
Enviado por: HaDeS em Janeiro 06, 2009, 03:29:28 am
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Vitória de Israel sobre Hamas 'é impossível', segundo revista Jane's

LONDRES, 5 Ene 2009 (AFP) - Uma vitória de Israel sobre o grupo islâmico palestino Hamas na Faixa de Gaza "é impossível", estimou nesta segunda-feira a revista especializada britânica Jane's, no décimo dia da ofensiva do Exército hebreu na região.

"Uma vitória militar de Israel sobre o Hamas não é possível. A situação da segurança no sul de Israel e em Gaza não melhorará, nem mesmo a longo prazo", disse David Hartwell, analista especializado em Oriente Médio da Jane's.

"Israel estima que ainda tem entre uma semana e dez dias para concluir suas operações em Gaza, que é o tempo necessário para que as pressões internacionais cheguem ao ponto de um compromisso (diplomático)", destaca Hartwell.

O Estado hebreu "também deverá mostrar resultados tangíveis para justificar, junto à população israelense, o custo de vidas e recursos".

Segundo Hartwell, "apesar dos crescentes apelos ao cessar-fogo, os combates prosseguirão em Gaza até que Israel estime ter atingido seus objetivos ou que os Estados Unidos manifestem publicamente sua preocupação (...), hipótese pouco provável a curto prazo dada a situação do governo de George W. Bush".

"O Hamas poderia ceder às pressões egípcias e reconhecer a necessidade de uma trégua, mas um cessar-fogo só ocorrerá se Israel considerar que sua missão militar terminou".

A ofensiva sobre a Faixa de Gaza tem por objetivo declarado acabar com os disparos de foguetes palestinos contra o sul de Israel.


http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,M ... JANES.html (http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL944391-5602,00-VITORIA+DE+ISRAEL+SOBRE+HAMAS+E+IMPOSSIVEL+SEGUNDO+REVISTA+JANES.html)[/b]
Título:
Enviado por: nelson38899 em Janeiro 06, 2009, 09:25:03 am
Citação de: "André"
Citação de: "HaDeS"
pobre palestinos que não tem ninguém que os defenda.

 :lol:  :lol:  :roll:  :roll:


do que pude ouvir na televisão, o hezbollah dispõe de 150 conselheiros na faixa de Gaza a apoiar o Hamas.
Com esta operação realizada por Israel, acho que os resultados vão ser positivos mais para o lado de Israel, pois irá possibilitar ao exercito Israelita limpar a imagem sobre a ultima guerra, decapitar o Hamas, e finalmente preparar a força aérea para um possível ataque contra o Irão. No lado do Hamas não encontro vantagens, mas para o lado do hezbollah esta guerra vai permitir aumentar a operacionalidade e ao mesmo tempo permitir conhecer o modo como ataca Israel. quanto ao Irão penso que as vantagens serão iguais à do Hezbollah.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Janeiro 06, 2009, 11:16:51 am
fotos

http://www.spiegel.de/fotostrecke/fotos ... 88-15.html (http://www.spiegel.de/fotostrecke/fotostrecke-38488-15.html)
http://www.stern.de/politik/ausland/:Kr ... .html?cp=5 (http://www.stern.de/politik/ausland/:Krieg-Gaza-Streifen-Angst%2C-Schrecken%2C-Tr%FCmmer/650340.html?cp=5)[/img]

Citar
Israel definiu nesta terça-feira sua condição de trégua na Faixa de Gaza, dizendo que não iria concordar com um cessar-fogo a menos que inclua medidas para evitar que o Hamas de se rearme.


"Prevenir uma reconstrução das armas do Hamas é o princípio necessário para qualquer medida de trégua. Essa é a questão vital", disse Mark Regev, porta-voz do primeiro-ministro israelense Ehud Olmert.

Regev disse que esta foi a mensagem de Olmert durante encontro com o presidente da França, Nicolas Sarkozy, na segunda-feira. Sarkozy pediu a realização de uma reunião com autoridades israelenses e palestinas para um rápido cessar-fogo em Gaza.

Regev disse que o Hamas, que contrabandeia armas para a Faixa de Gaza através de túneis na região de fronteira com o Egito, usou o cessar-fogo de seis meses atrás estabelecido pelo Cairo para dobrar o alcance de seus foguetes de 20 para 40 quilômetros.

"Sob nenhuma circunstância vamos concordar com uma nova trégua que irá permitir ao Hamas aumentar o alcance de seus foguetes para 60 quilômetros e então teremos foguetes caindo nos arredores de Tel Aviv", disse Regev.

Israel, cujos líderes disputam uma eleição parlamentar em 10 de fevereiro, deixou claro que sua prioridade na ofensiva em Gaza é garantir a segurança de seus cidadãos. Hamas exigiu o fim do bloqueio de Israel na Faixa de Gaza como parte de qualquer medida de cessar-fogo.

Autoridades israelenses disseram que em vez da presença de observadores internacionais para monitorarem uma trégua futura, Israel quer uma missão internacional na fronteira Egito-Gaza para evitar que o Hamas recrie uma rede de túneis para o contrabando de armas.

http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/ ... ael_tregua (http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/manchetes_ormed_israel_tregua)
Título:
Enviado por: typhonman em Janeiro 06, 2009, 05:05:37 pm
Esta ofensiva já vem tarde, o Hamas e Hezbolah, já deviam, ter desaparecido do mapa a muito. Neste momento, na cena internacional as unicas nações que merecem o meu respeito são o Canadá/UK e Israel, os primeiros da forma como se estão a empenhar no Afeganistão no combate a corja "taliban" os ultimos pela forma como defendem a sua terra e os seus cidadãos, num conflito onde muitos falam que a diplomacia devia imperar (meninos bonitos da europa e afins)... e aonde a unica solução é matar, um a um os membros do Hamas. Não tenham dúvidas, a solução para esta gente, Hezbolah, Hamas, Talibãs, é ou um tiro na cabeça ou então uma JDAM em cima... Não ha outra via...
Título:
Enviado por: HSMW em Janeiro 06, 2009, 05:48:29 pm
Citação de: "Typhonman"
num conflito onde muitos falam que a diplomacia devia imperar (meninos bonitos da europa e afins)... e aonde a unica solução é matar, um a um os membros do Hamas. Não tenham dúvidas, a solução para esta gente, Hezbolah, Hamas, Talibãs, é ou um tiro na cabeça ou então uma JDAM em cima... Não ha outra via...


Começo a concordar cada vez mais com isso  :roll:
Título:
Enviado por: André em Janeiro 06, 2009, 07:59:46 pm
Ahh e o Sarkozy em vez de se armar em Madre Teresa de Calcutá que venha mas é para a Europa resolver o problema do Gás com a Rússia antes que o seu povo e dos paises limitrofes congele de frio ...  :roll:  :roll:
Título:
Enviado por: legionario em Janeiro 06, 2009, 08:00:29 pm
Esta guerra so vai acabar quando se "extinguir" uma das partes. Arabes e judeus professam a lei de Taliao : "olho por olho, dente por dente " e as guerras de hoje justificarao as de amanha. ( Rezemos pela conversao destes infieis  à lei do Cristo e que em vez de vingança saibam oferecer a outra face)    :):)
Os palestinos nunca irao abdicar da sua terra natal e os judeus agarram-se com unhas e dentes a uma terra que nao era deles... mas que supostamente lhes tinha sido prometida por Deus .
Ja no Velho Testamento se encontram referencias à barbarie israelita contra os povos vizinhos. Em todas estas guerras antigas ja o Deus dos judeus lhes ordenava que passassem todos os habitantes e até os animais ao fio da espada e que se nao deixasse pedra sobre pedra ... e é isto que mais uma vez Israel esta a fazer e até agora com a bençao de europeus e americanos.

Se o Hamas rompeu es treguas e recomeçou a lançar rocketes contra Israel, foi porque Israel nao estava a respeitar os termos do acordo, em que um dos quatro pontos estipulava o fim do cerco a Gaza. Ora, os habitantes de Gaza viviam e vivem numa imensa prisao , asfixiados pela pressao militar e economica israelitas.

Entretanto o que me chateia mais nisto tudo é que mais uma vez vai ser a Europa a pagar a reconstruçao dos equipamentos e instalaçoes destruidos por Israel na Palestina, e em que serao mais uma vez as empresas israelitas que vao ganhar dinheiro a "reconstruir" edificios que têm vocaçao para serem destruidos na proxima guerra e assim sucessivamente ...
Título:
Enviado por: papatango em Janeiro 06, 2009, 08:33:57 pm
Os palestinianos também não são exactamente muit bem vindos em lugar nenhum.
Não nos podemos esquecer que foram expulsos da Jordânia, foram para o Líbano onde os Xiitas pediram a Israel em 1982 para se virem livres deles.

Quando não têm ninguém a quem atacar eles matam-se entre eles (vide Hamas x Fatah).

Quando a quem tem direito à terra, é uma questão muito complicada. Os Árabes também terão direito ?
Eles têm tanto direito à Palestina como ao Al Andalus. Afinal as tribos árabes também são migrantes. Os povos que viviam na região, os autóctones estão praticamente extintos e apenas na Siria e no Libano ainda existem comunidades que se podem considerar autóctones.

Queira-se ou não se queira, goste-se ou não se gosta, a verdade é que Israel ganhou o direito à terra lutando por ela. Se as razões eram boas ou más, não discuto, mas o facto é que ganharam esse direito.
Título:
Enviado por: André em Janeiro 06, 2009, 08:48:26 pm
Realmente não sei qual é a melhor solução se deixar eles à mocada com curtos periodos paz feitos pelos Ocidentais. transferir o povo israelita para outra região e a hipotese por mim posta de lada e menos para os radicais e o Anti-cristo tanto apela que é Exterminar ambos os povos, sim já que o poder de uma bombinha aqueles territórios como os paises limitrofres infelizmente desapareciam do mapa  ...  :roll:  :roll:
Título:
Enviado por: HSMW em Janeiro 06, 2009, 08:54:44 pm
Olha o PT voltou das férias   :?
A verdade é que não concordo muito com esse termo.
Então Olivença... :roll: Mas não vamos por aí...

Concordo absolutamente com o que o legionário disse. As guerras de hoje justificam as de amanhã e elas já vêem de há muito tempo atrás, quando não se sonhava sequer com UE ou EUA. Mas tenho de me informar melhor sobre esta História.
Título:
Enviado por: papatango em Janeiro 06, 2009, 10:15:12 pm
A questão de Olivença não tem nada a ver com esta.
Olivença foi tomada por espanhóis e franceses no contexto do que foi na prática uma guerra mundial.
Não ficou, nem poderia ficar determinado qualquer direito ao território, quando se tratava de uma questão absolutamente secundária, num território que toda a gente reconhecia como português e que apenas não foi devolvido aos seus donos legítimos porque a inglaterra precisava do apoio das milícias espanholas.
Título:
Enviado por: Sintra em Janeiro 06, 2009, 10:38:13 pm
Citação de: "papatango"
A questão de Olivença não tem nada a ver com esta.
Olivença foi tomada por espanhóis e franceses no contexto do que foi na prática uma guerra mundial.
Não ficou, nem poderia ficar determinado qualquer direito ao território, quando se tratava de uma questão absolutamente secundária, num território que toda a gente reconhecia como português e que apenas não foi devolvido aos seus donos legítimos porque a inglaterra precisava do apoio das milícias espanholas.


 A partir do momento em que se admite que Israel ganhou direito a território que não sei quantas dezenas de resoluções da ONU dizem que é Palestiniano, o que é reconhecido por "toda a gente", com a justificação de que "Lutou" por ele, então Olivença é Espanhola, ponto final no assunto...
 E seguindo a mesma lógica, se Hitler tivesse tido o bom senso de não invadir a URSS e fazer a paz com a Grã Bretanha em 1940 abdicando de parte dos territórios conquistados no leste da Europa, então a Alemanha teria direito à Austria e eventualmente a parte da Polónia e da Checoeslováquia...

 Quanto à história dos "povos que viviam na região, os autóctones", estou curiosissimo por saber quem eram esses tipos, está a referir-se aos Bizantinos?!!!!
Título:
Enviado por: dremanu em Janeiro 06, 2009, 10:47:57 pm
Os Palestinianos já tiveram várias oportunidades para procurar viver em paz com os Israelitas, porque não o fazem? É dificil, mas não é impossível. O que é que eles têm a perder se viverem em paz com os Judeus de Israel?
Título:
Enviado por: André em Janeiro 06, 2009, 10:50:47 pm
Citação de: "Sintra"
A partir do momento em que se admite que Israel ganhou direito a território que não sei quantas dezenas de resoluções da ONU dizem que é Palestiniano, o que é reconhecido por "toda a gente", com a justificação de que "Lutou" por ele, então Olivença é Espanhola, ponto final no assunto...
 E seguindo a mesma lógica, se Hitler tivesse tido o bom senso de não invadir a URSS e fazer a paz com a Grã Bretanha em 1940 abdicando de parte dos territórios conquistados no leste da Europa, então a Alemanha teria direito à Austria e eventualmente a parte da Polónia e da Checoeslováquia...


SE, SE, SE, SE, SE, SE dessa treta a História e a Humanidade estão cheias, se Portugal lutasse podia ter Olivença, se Israel fosse derrotado nas constantes guerras do Século XX não haveria esta situação caótica ...
SE, SE, SE, SE, SE, SE, SE ...  :roll:  :lol:  :lol:  :lol:

Meu amigo o caminho é o Presente e o Futuro não vale pena tentar reescrever ou alterar os erros do passado ao menos que inventem a máquina do tempo ...  :lol:  :lol:  :wink:
Título:
Enviado por: papatango em Janeiro 06, 2009, 11:32:24 pm
Sintra -> Não misture as questões.

O problema com os palestinianos é que eles não querem a Liberdade de Gaza ou da margem ocidental do rio Jordão. O problema do Hamas e dos iranianos e do terrorismo islâmico em geral, é a existência do Estado de Israel.

Todo ele e não apenas a àrea que lhe foi atribuida.

Os israelitas lutaram pelo território deles. Por Olivença lutaram os franceses e foi por causa dos franceses que não nos foi devolvido. São coisas tão diferentes quanto água e vinho.

Eu não nego que os palestinianos tenham direito a um território, mas não há como aceitar que eles pura e simplesmente atirem foguetes e bombas para cima dos vizinhos.

Eles poderiam ter transformado a Faixa de Gaza num centro financeiro no Mediterrâneo. Com tanto dinheiro que receberam já poderiam ter transformado aquilo em algo produtivo.

A única coisa que conseguíram fazer foi uma plataforma de lançamento de foguetes. O Hamas e a violência vão dia a dia, lenta e inexoravelmente perdendo direitos que de outra forma toda a gente lhes daria.
Título:
Enviado por: André em Janeiro 06, 2009, 11:59:21 pm
Papatango deixá lá este pessoal é como o São Tomé que "Têm que Ver para crer", que Israel é mau mas a restante escumalha (Hamas, Hezbollah, Jihad Islâmica e restante treta) é 100 vezes ou mais pior e quando finalmente toparem será tarde de mais para ambos os povos infelizmente ....  :roll:  :wink: E depois quando eram os Israelitas/Judeus a levar no pelo e a serem barbaramente massacrados inclusivamente por Portugal como ficou tristemente celebre o progrom de 1506 em Lisboa e outros tantos casos tanto em Portugal como no resto da Europa até ao Século passado ai pouca gente afirmava "Tadinhos dos Judeus" e quem disse-se isso estava em sérios problemas ... como tanta choradeira fazem actualmente pelos Palestinianos ... :roll: :roll:
Título:
Enviado por: André em Janeiro 07, 2009, 12:14:39 am
Telavive aprova «corredor humanitário» para residentes em Gaza

Israel concordou, esta terça-feira, em estabelecer um «corredor humanitário» para abastecer os residentes na Faixa de Gaza. Esta parece ser a primeira resposta à multiplicação de esforços da comunidade internacional para uma resolução do conflito na região.
O gabinete do primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, anunciou, esta terça-feira, que Israel vai abrir um «corredor humanitário» para abastecer os residentes na Faixa de Gaza, sem, no entanto, adiantar para quando está prevista essa iniciativa.

Isto implica o acesso a certas áreas «em períodos limitados de tempo, durante os quais a população estará em condições de receber ajuda», precisa o gabinete do Chefe do Governo, em comunicado, respondendo assim a uma proposta do Conselho de Segurança da ONU.

Segundo o plano, cujo objectivo é «prevenir uma crise humanitária na Faixa de Gaza», Israel irá suspender os ataques em áreas específicas de Gaza para permitir a entrega de bens básicos às pessoas, lê-se no documento.

O anuncio surge num altura em que várias organizações humanitárias e representantes das Nações Unidas denunciam a existência de um crise humanitária «total» na Faixa de Gaza.

Entretanto, o presidente do Egipto propôs uma reunião de emergência entre Israel e Palestina, com vista a negociar acordos e garantias para um novo cessar-fogo.

Para Hosni Moubarak,o mais urgente neste momento é garantir a segurança das fronteiras, assegurar pontos de entrada no território de Gaza e levantar o cerco.

O Chefe de Estado do Egipto aproveitou a reunião com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, para lançar o apelo às duas partes em conflito para que cessem imediatamente as hostilidades e convidou as facções palestinianas, nomeadamente a Fatah e o Hamas, para um novo esforço de reconciliação interna.

Nicolas Sarkozy terminou, assim, a sua visita ao Médio Oriente com uma nota de esperança, considerando que está dado o primeiro passo para um plano de paz conjunto franco-egípcio.

O presidente da França avançou ainda que já tem informações precisas sobre o encontro de uma delegação israelita com representantes egípcios, para discutir questões de segurança.

O presidente da Autoridade Palestiniana, Mammuoud Abbas, reagiu, entretanto, à proposta de reunião entre Israel e Palestina, afirmando que apoia a proposta de cessar-fogo apresentada por Mubarak.

Também o secretário-geral das Nações Unidas, Ban ki-moon, mostrou-se gratificado com a iniciativa franco-egípcia e anunciou que irá visitar Israel e a Faixa de Gaza na próxima semana, num novo esforço de paz.

Entretanto, a Colômbia também apelou para que cessem todas as agressões militares entre israelitas e palestinianos e para que seja retomada a via do diálogo neste conflito.

TSF
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Janeiro 07, 2009, 12:18:43 am
Citar
Médio Oriente: Venezuela expulsa embaixador de Israel
06 de Janeiro de 2009, 21:58

Caracas, 06 Jan (Lusa) -- O governo do presidente Hugo Chávez, ordenou, hoje, a expulsão do embaixador de Israel em Caracas, Shlomo Cohen, em protesto pela incursão de Israel na Faixa de Gaza e em solidariedade com o povo palestiniano, anunciou o Ministério de Relações Exteriores (MRE).
Título:
Enviado por: P44 em Janeiro 07, 2009, 12:14:14 pm
Faixa de Gaza tornou-se o inferno dos palestinianos
06 de Janeiro de 2009, 17:44

Bombardeamentos incessantes, hospitais cheios de feridos, crianças em estado de choque e noites geladas tornaram-se rotina para os moradores de Gaza, que ainda temem pelo pior.

Após uma semana de ataques aéreos, Israel lançou, na noite de sábado, uma ofensiva terrestre na Faixa de Gaza. A Cidade de Gaza, onde moram mais de 500.000 pessoas, está cercada pelos tanques. Há falta água, comida e electricidade.

As agências da ONU não podem distribuir alimentos a todos os necessitados, devido aos bombardeios e aos ataques.

O território está dividido em duas partes. As tropas israelitas tomaram posição na antiga colónia judia de Netzarim e impedem a circulação entre o norte e o sul da Faixa de Gaza, controlada pelos islâmicos radicais do Hamas desde Junho de 2007.

Nas casas palestinas, gritos de crianças assustadas sobrepõem-se ao barulho das explosões nas ruas vazias da cidade.

"Muitas crianças pararam de comer, e até de falar. Não largam os seus pais o dia todo. Estão apáticas", explicou Sajy al-Mughanni, um funcionário do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). "Sem luz, as crianças vivem no medo do escuro", acrescentou.

Como muitos moradores da Faixa de Gaza, um território densamente povoado onde vivem 1,5 milhão de pessoas, Sajy mora agora num apartamento, no oeste da Cidade de Gaza, onde todas as janelas foram destruídas pelas incessantes explosões. "As noites são muito frias e temos que usar várias roupas ao mesmo tempo", relatou.

Os hospitais de Gaza estão numa situação preocupante, cheios de feridos. Faltam camas, medicamentos e pessoal. Desde o início da ofensiva pelo menos 635 palestinianos foram mortos e mais de 2.900 ficaram feridos.

Cronologia da ofensiva lançada por Israel na Faixa de Gaza

SÁBADO 27 DEZEMBRO

- Israel lança ofensiva aérea contra o Hamas na Faixa de Gaza para pôr fim aos tiros de foguetes do Hamas (operação "chumbo grosso", de amplitude sem precedente nos Territórios palestinos desde 1967).
- O Egipto abre o terminal de Rafah, na fronteira com a Faixa de Gaza, para acolher os palestinos feridos.
- O chefe do Hamas no exílio, Khaled Mechaal, apela a uma terceira intifada, a revolta.
- Pelo menos 230 palestinos são mortos, na maioria policias do Hamas (fontes hospitalares palestinas).
- Apelos internacionais ao fim dos bombardeios e aos lançamentos de foguetes.

DOMINGO 28
- Sinal verde de Israel para a mobilização de 6500 reservistas. O exército posiciona blindados na fronteira com Gaza.
- Israel bombardeia 40 túneis usados para o contrabando de armas na fronteira entre Egipto e Gaza.
- O Egito volta a fechar Rafah depois que palestinianos tentaram forçar a passagem. Um guarda de fronteira egípcio foi morto por tiros provenientes de Gaza. O terminal seguirá aberto ou a fechado, alternativamente.
- Manifestações na Europa, nos países árabes e na Cisjordânia, contra os bombardeamentos.
- "A agressão israelita" não permite o prosseguimento das negociações com Israel (Síria).

SEGUNDA-FEIRA 29
- Israel, comprometido numa "guerra sem cartel" contra o Hamas, decreta o sector de fronteira do território palestino "zona militar fechada".
- Um quarto israelita é morto por tiros de foguete disparados por palestinianos.

TERÇA-FEIRA 30
- As forças terrestres israelitas dispõem-se a agir em Gaza (exército).
- As operações em curso representam "a primeira fase entre várias outras já aprovadas pelo gabinete de segurança" (Israel). Sinal verde para a mobilização de um novo contingente de 2500 reservistas.

QUARTA-FEIRA 31
- Prosseguimento dos bombardeamentos israelitas. Alguns tiros de foguetes palestinianos atingem até 40 km.
- 106 camiões de ajuda humanitária internacional transitam de Israel em direcção a Gaza (fonte: Israel).
- Israel rejeita as propostas de trégua da UE e do Quarteto para o Médio Oriente (Estados Unidos, UE, Rússia, ONU) e afirma que vai prosseguir as operações.
- A Liga árabe faz um apelo à reconciliação dos palestinianos.

QUINTA-FEIRA 1 JANEIRO
- O exército israelita anuncia ter enquadrado 30 alvos do Hamas, entre eles "ministérios", um prédio do Parlamento, túneis de contrabando e oficinas "de fabricação de foguetes".
- Um dos principais líderes do Hamas, Nizar Rayan, é morto num bombardeamento israelita.
- Mais de 40 foguetes são atirados de Gaza contra o sul de Israel atingindo principalmente Ashdod e Beersheva.
- O primeiro-ministro israelita Ehud Olmert afirma não querer uma "guerra longa".
- O Hamas desmente ter aceite "sob condições" as propostas de trégua da UE.
- A chefe da diplomacia israelita Tzipi Livni vai a Paris para se encontrar com o presidente francês Nicolas Sarkozy que, por sua vez, deve realizar uma visita pelo Médio Oriente.

SEXTA-FEIRA, 2 JANEIRO
- "Dia de ira": milhares de palestinianos manifestam-se na Cisjordânia e em Jerusalém, onde os confrontos opõem manifestantes às forças da ordem israelitas.

SÁBADO, 3 JANEIRO
- Israel lança uma ofensiva terrestre contra o Hamas na Faixa de Gaza para pôr fim aos lançamentos de foguetes. A ofensiva israelita custou, até aqui, a vida de pelo menos 460 palestinianos, entre eles 75 crianças e 21 mulheres, e feriu 2350, segundo fontes médicas palestinianas.
- O Hamas ameaça sequestrar soldados israelitas em caso de ofensiva terrestre de Israel.
- À noite, o exército israelita anuncia que um "número importante de forças" israelitas participam da "segunda fase" da operação, que começou com a entrada de tropas no interior do território palestino. A ofensiva terrestre está prevista para durar "vários dias". O Hamas ameaça transformar o território palestino em "cemitério" para o exército israelita.

DOMINGO, 4 JANEIRO
- Tropas israelitas, apoiadas pela artilharia e bombardeamentos, avançam em profundidade em vários sectores de Gaza. Os tanques tomam controlo de vários eixos estratégicos e entram em conflito directo com combatentes do Hamas.
- 63 palestinianos são mortos, elevando a 512 o número de mortos neste território desde 27 de Dezembro.
- Um primeiro balanço oficial israelita anuncia um soldado morto e 30 feridos.
- Manifestações contra a ofensiva israelita e apelos ao cessar-fogo multiplicam-se no mundo.
SEGUNDA-FEIRA, 5 JANEIRO
As forças terrestres israelitas prosseguiam o seu avanço e bombardeios, apoiadas por lanchas da marinha. Combates na Cidade de Gaza entre soldados israelitas e palestinianos. A aviação bombardeia o centro da cidade de Gaza.
TERÇA-FEIRA, 6 JANEIRO

Os combates estendem-se a zonas urbanas. "O exército (israelita) cortou em duas a Faixa de Gaza e cercou a cidade de Gaza", afirmou o ministro israelense da Defesa. Pelo menos 40 mortos perto de uma escola administrada pela ONU. Dezenas de foguetes atirados sobre o sul de Israel, entre eles um a mais de 45 km.
O presidente francês Nicolas Sarkozy, que efectua uma visita pelo Oriente Médio e deve voltar ao Egipto, pediu à Síria para "pressionar" o Hamas para uma volta à paz. A população é vítima de uma crise humanitária "total" (CICV).
Pelo menos 635 palestinos morreram e mais de 2.900 ficaram feridos desde 27 de dezembro (fontes palestinas).
Quatro israelitas morreram vítimas dos foguetes disparados contra o sul de Israel, e 40 ficaram feridos (oficial). Seis militares israelitas mortos e 83 feridos na ofensiva terrestre (exército).

SAPO/AFP
Título:
Enviado por: P44 em Janeiro 07, 2009, 12:16:42 pm
Citação de: "Sintra"
Citação de: "papatango"
A questão de Olivença não tem nada a ver com esta.
Olivença foi tomada por espanhóis e franceses no contexto do que foi na prática uma guerra mundial.
Não ficou, nem poderia ficar determinado qualquer direito ao território, quando se tratava de uma questão absolutamente secundária, num território que toda a gente reconhecia como português e que apenas não foi devolvido aos seus donos legítimos porque a inglaterra precisava do apoio das milícias espanholas.

 A partir do momento em que se admite que Israel ganhou direito a território que não sei quantas dezenas de resoluções da ONU dizem que é Palestiniano, o que é reconhecido por "toda a gente", com a justificação de que "Lutou" por ele, então Olivença é Espanhola, ponto final no assunto...
 E seguindo a mesma lógica, se Hitler tivesse tido o bom senso de não invadir a URSS e fazer a paz com a Grã Bretanha em 1940 abdicando de parte dos territórios conquistados no leste da Europa, então a Alemanha teria direito à Austria e eventualmente a parte da Polónia e da Checoeslováquia...

 Quanto à história dos "povos que viviam na região, os autóctones", estou curiosissimo por saber quem eram esses tipos, está a referir-se aos Bizantinos?!!!!


é nestas alturas que se veêm os verdadeiros HIPÓCRITAS, amigo Sintra!
Título:
Enviado por: P44 em Janeiro 07, 2009, 12:18:27 pm
Citação de: "André"
Citação de: "Sintra"
A partir do momento em que se admite que Israel ganhou direito a território que não sei quantas dezenas de resoluções da ONU dizem que é Palestiniano, o que é reconhecido por "toda a gente", com a justificação de que "Lutou" por ele, então Olivença é Espanhola, ponto final no assunto...
 E seguindo a mesma lógica, se Hitler tivesse tido o bom senso de não invadir a URSS e fazer a paz com a Grã Bretanha em 1940 abdicando de parte dos territórios conquistados no leste da Europa, então a Alemanha teria direito à Austria e eventualmente a parte da Polónia e da Checoeslováquia...

SE, SE, SE, SE, SE, SE dessa treta a História e a Humanidade estão cheias, se Portugal lutasse podia ter Olivença, se Israel fosse derrotado nas constantes guerras do Século XX não haveria esta situação caótica ...
SE, SE, SE, SE, SE, SE, SE ...  :roll:  :lol:  :lol:  :lol:

Meu amigo o caminho é o Presente e o Futuro não vale pena tentar reescrever ou alterar os erros do passado ao menos que inventem a máquina do tempo ...  :lol:  :lol:  :wink:


então porque tanta treta acerca de olivença?

Ironicamente, muitos dos que defendem a olivença "portuguesa" com unhas e dentes, também aplaudem de pé a anexação dos Golan por Israel...yeah right!
Título:
Enviado por: André em Janeiro 07, 2009, 01:26:34 pm
Citação de: "P44"
então porque tanta treta acerca de olivença?


Eu já desisti de discutir como já devem ter reparado esse assunto acho que é tempo perdido, já cheguei à conclusão, já que nenhum lado verga (Português e Castelhano) e se é para voltar para Portugal mas depois deixa-los ao abandono como fazemos a muitas zonas do interior ou perto da fronteira nem vale a pena ...  :roll:
Título:
Enviado por: papatango em Janeiro 07, 2009, 03:18:55 pm
Citar
Quanto à história dos "povos que viviam na região, os autóctones", estou curiosissimo por saber quem eram esses tipos, está a referir-se aos Bizantinos?!!!!


Eu pessoalmente já esgotei as minhas baterias para explicar temas Históricos.

Os Bizantinos vieram depois dos romanos, e já depois do ano 1.
Os Judeus estavam na região a que hoje chamamos Palestina antes da chegada de migrações árabes.
Os Judeus vieram do Egipto e antes disso de algures entre o Tigre e o Eufrates (os dois traços azuis da bandeira de Israel).

Como se isso não bastasse, o apego dos Árabes a região da palestina tem a ver com Jerusalem, que eles consideram cidade santa, porque ali Maomé ascendeu aos Céus.

E isso aconteceu, mais de 600 anos depois de Cristo.

Não deveria haver qualquer dúvida sobre os direitos dos judeus, se vamos considerar a História.

Outra coisa, completamente diferente, é afirmar que os actuais judeus são na realidade migrantes europeus e americanos, que em parte absorveram a cultura ocidental, mantendo-se no entanto fieis à sua religião.

Mas essa é outra Estória, que terá que se entender, tentando perceber o que é para os Judeus a Nação, uma vez que a nação Judaica e o desejo e aspiração dos Judeus a um Estado próprio foi mantida graças à religião.

E a religião Judaica, tem direitos e pretensões àquela terra, muito anteriores às pretensões dos muçulmanos.
Título:
Enviado por: legionario em Janeiro 07, 2009, 04:23:16 pm
A populaçao judia de Israel é oriunda na sua maior parte da diaspora que desde os finais do seculo XIX (e o advento do Sionismo) emigraram para a Terra Prometida começando a comprar terras aos arabes e a instalar-se na regiao.

Logo a seguir à segunda guerra mundial, a Palestina que estava sob protectorado inglês foi literalmente tomada de assalto pelos judeus europeus que aproveitaram o holocausto para impor ao mundo um estado de Israel "de facto" e isto em detrimento das populaçoes arabes que foram massacradas e expulsas das terras que ocupavam à geraçoes.

Os ingleses  tentaram opor-se sem sucesso a esta investida dos judeus sobre a Palestina ; foi nesta altura que foram utilizados pela primeira vez (pelos judeus contra os ingleses e contra os arabes)  algumas das "técnicas terroristas" modernas que , como poucos sabem, foram inventadas por Israel ( atentado à bomba no Hotel Rei David, bombas em sitios publicos como mercados, mesquitas e autocarros, correio armadilhado, massacres de DEIR YASSIN, TANTURA, DAWAYMETH, etc), ficaram famosos desde esta altura a Haganah (actual Tsahal)  e o Mossad que se distinguiram nos progroms contra os arabes cristaos e muçulmanos e no assassinato de notaveis como Folke Bernadotte, mediador da ONU ou Lord Mayne, ministro plenipotenciario inglês...
     
          « Aucun doute n’est possible : de nombreuses atrocités de nature sexuelle ont été perpétrées par les agresseurs juifs. Beaucoup de jeunes filles arabes ont été violées, puis égorgées. Des femmes âgée ont été, par ailleurs, molestées. »
Le Général Richard Catling, vice-inspecteur de l’armée britannique, après avoir interrogé plusieurs survivantes (in The Palestinian Catastrophe, par Michael Palumbo, 1987).


Foi neste clima que foi criado o estado de Israel através duma açao de invasao, massacres e forçando ao exilio as populaçoes muçulmanas e cristas que ai viviam.  Ha pois razoes de sobra para os ressentimentos dos arabes contra os judeus.
Podemos muito bem achar que meia duzia de roquetes (quase inofensivos) justificam uma tal demonstraçao de força por parte de Israel, mas os Palestinianos continuarao a ter razao, pois lutam pela sua terra e havera sempre um palestino algures para gritar alto e forte que a Palestina é  a sua patria, porque assim sao educados desde o berço pelos progenitores... Como é que se luta contra isto ?
Título:
Enviado por: cromwell em Janeiro 07, 2009, 04:35:22 pm
Citação de: "legionario"
A populaçao judia de Israel é oriunda na sua maior parte da diaspora que desde os finais do seculo XIX (e o advento do Sionismo) emigraram para a Terra Prometida começando a comprar terras aos arabes e a instalar-se na regiao.

Logo a seguir à segunda guerra mundial, a Palestina que estava sob protectorado inglês foi literalmente tomada de assalto pelos judeus europeus que aproveitaram o holocausto para impor ao mundo um estado de Israel "de facto" e isto em detrimento das populaçoes arabes que foram massacradas e expulsas das terras que ocupavam à geraçoes.

Os ingleses  tentaram opor-se sem sucesso a esta investida dos judeus sobre a Palestina ; foi nesta altura que foram utilizados pela primeira vez (pelos judeus contra os ingleses e contra os arabes)  algumas das "técnicas terroristas" modernas que , como poucos sabem, foram inventadas por Israel ( atentado à bomba no Hotel Rei David, bombas em sitios publicos como mercados, mesquitas e autocarros, correio armadilhado, massacres de DEIR YASSIN, TANTURA, DAWAYMETH, etc), ficaram famosos desde esta altura a Haganah (actual Tsahal)  e o Mossad que se distinguiram nos progroms contra os arabes cristaos e muçulmanos e no assassinato de notaveis como Folke Bernadotte, mediador da ONU ou Lord Mayne, ministro plenipotenciario inglês...
     
          « Aucun doute n’est possible : de nombreuses atrocités de nature sexuelle ont été perpétrées par les agresseurs juifs. Beaucoup de jeunes filles arabes ont été violées, puis égorgées. Des femmes âgée ont été, par ailleurs, molestées. »
Le Général Richard Catling, vice-inspecteur de l’armée britannique, après avoir interrogé plusieurs survivantes (in The Palestinian Catastrophe, par Michael Palumbo, 1987).


Foi neste clima que foi criado o estado de Israel através duma açao de invasao, massacres e forçando ao exilio as populaçoes muçulmanas e cristas que ai viviam.  Ha pois razoes de sobra para os ressentimentos dos arabes contra os judeus.
Podemos muito bem achar que meia duzia de roquetes (quase inofensivos) justificam uma tal demonstraçao de força por parte de Israel, mas os Palestinianos continuarao a ter razao, pois lutam pela sua terra e havera sempre um palestino algures para gritar alto e forte que a Palestina é  a sua patria, porque assim sao educados desde o berço pelos progenitores... Como é que se luta contra isto ?


Realmente, senhor legionário, você tem um sentido de contradição gigantesco. :shock:
Acha que a união ibérica é boa para portugal, que quem é que são os bonzinhos nesta guerra é o Hamas e os palestinianos que os ajudam.
O que é que você vai dizer a seguir?
Que foi bom a Russia invadir a Georgia?
Título:
Enviado por: legionario em Janeiro 07, 2009, 05:28:50 pm
Cromowell : és um tontinho ! :):)
Título:
Enviado por: Scarto em Janeiro 07, 2009, 05:48:50 pm
Por vezes não concordo com algumas ideias do Papatango,mas neste caso tem razão.Verifiquem a história antiga de forma séria e vão ver que,se existe povo que tem direito à tal terra é o povo judeu.

As pessoas têm a péssima tendencia(viva o jornalismo e afins) de só pensarem em Israel,devido à WW2.Coisa mais errada,mas pronto,por mais que se tente explicar,eles são sempre os maus.

P.S-Legionário,dizer que são rockets practicamente inofensivos é no minimo caricato.Veja os efeitos que os rockets provocam nas casa,e depois pense outra vez.E dizer que são inofensivos porque não têm sistema direccional não serve de desculpa,só os torna mais perigosos.
Título:
Enviado por: André em Janeiro 07, 2009, 05:54:04 pm
Deixa-lá Legionário, eu explico, todos os paises sem ser Israel, EUA e restantes aliados não podem entrar em guerra com outro pais, mas se for preferencialmente a Rússia, Castela, França, Alemanha e talvez a China tá tudo bem, não se passa nada, é tudo gente bonzinha, santa e civilizada mas se for os States ou Israel aí é que cai o Carmo e a Trindade para ele, é o tadinhos do Hamas, tadinhos dos Aytollah, tadinhos da Al-Qaeda, tadinhos do Hezbollah e Mauzões dos Yankees, Mauzões dos Israelitas etc etc ... Espero ter te esclarecido e cumprimentos caro Cromwell  :lol:  :wink:
Título:
Enviado por: legionario em Janeiro 07, 2009, 06:00:07 pm
Mas os judeus têm direito àquela terra porquê ? O argumento que os sionistas avançam é que a Palestina é a terra onde "corre o leite e mel", terra prometida por Deus ao Povo Eleito ! E a unica conservatoria de registo predial que têm os judeus sao os textos antigos que eles proprios escreveram e que em caso algum fazem prova de propriedade sobre as terras da Palestina. Permitam-me que duvide que Deus tenha prometido o que quer que seja aos judeus...ou aos gregos!

ps Se embarcamos nesta de reclamar terras que pertenceram aos nossos antepassados a coisa pode-se complicar, ... acho eu :):)
Título:
Enviado por: legionario em Janeiro 07, 2009, 06:08:30 pm
Amigo André estas novamente ai na tua rotina, aborrecido sem saber bem o que fazer e eis que decides picar o legionario . Isso que acabaste de escrever é verdade ; tambem é verdade que de vez em quando vou tomar cha com os Ayatolah's e beber uma Cuba Libre com os manos Castro ... sou alem disso muito solicitado por Chavez e amigo intimo do Ben Laden...mas nao digas a ninguem, ok ?
Título:
Enviado por: André em Janeiro 07, 2009, 06:17:28 pm
Citação de: "legionario"
Amigo André estas novamente ai na tua rotina, aborrecido sem saber bem o que fazer e eis que decides picar o legionario . Isso que acabaste de escrever é verdade ; tambem é verdade que de vez em quando vou tomar cha com os Ayatolah's e beber uma Cuba Libre com os manos Castro ... sou alem disso muito solicitado por Chavez e amigo intimo do Ben Laden...mas nao digas a ninguem, ok ?


Já lhe disse que isto não é forum sobre a vida dos outros  :wink: ... por isso tou nas tintas com quem anda ou o que toma, pode ser uma Marijuana ou shoot que a mim é indiferente, apenas tava a explicar ao caro Cromwell e não Cromowell, (mas nós percebemos a sua estadia em França deve ter enferrujado e de que maneira o seu inglês) as suas inclinações geoestratégicas ....  :wink:
Título:
Enviado por: Xô Valente em Janeiro 07, 2009, 06:30:33 pm
Olhem, fiquei sem a minha actual casa, queriam dizimá-la e destruíram-na e agora como não tenho onde morar, ocupei o quintal da minha antiga casa, que agora é habitada por um casal. Agora os moradores dessa casa andam a mandar vir comigo e a querer expulsar-me de lá dizendo que aquilo não é meu. Mas quem são eles para me querer fora dalí? Aquela era a minha antiga casa, eu roubei-lhes o quintal para eu ter onde morar. É legítimo não é?
Não, não é. Mas no fundo foi o que os Israelitas fizeram. E é com um exemplo de um pequeno espaço de terreno que explico o que os israelitas (ou judeus), RU e ONU fizeram num espaço de terreno maior. E vêm com o pretexto de que é para servir de local de retorno aos judeus que foram massacrados durante a 2 Guerra Mundial.
 E porque não criaram uma terra para se juntarem todos os homossexuais, outra para os ciganos, entre outros massacrados? :roll:
Título:
Enviado por: Edu em Janeiro 07, 2009, 06:34:17 pm
Caros foristas neste assunto partilho claramente da opinião do legionario, o estado de Israel é mais ou menos o mesmo que agora começassem muculmanos a conprar terrenos no algarve e alentejo e depois quisessem lá criar um país á parte, certamente deverá constar em algum antigo documento muçulmano que Portugal é a terra prometida deles e como eles já até a ocuparam no passado seria mais ou menos o mesmo, e depois ainda expulsavam do alentejo e algarve todos os portugueses que á seculos lá habitavam, eu pergunto aos foristas que tomam partido de Israel como se sentiriam nesta situação por mim descrita, eu garanto que da minha parte não mandava só rockets...

Para mim o estado de Israel não tem legitimidade para existir, pelo menos da forma como existe e como foi criado.

Cumprimentos, e espero não ofender ninguem com a minha opinião
Título:
Enviado por: FoxTroop em Janeiro 07, 2009, 06:48:31 pm
Existe um kilos de resoluções da ONU sobre o assunto. Os Israelitas não têm cumprido, muito pelo contrário. Por muito menos que o que os Israelitas têm feito já se invadiu e destruiu países.

Quem aceita que Israel se comporte assim não pode acusar outros países de usar as mesmas técnicas. Quem o faz não passa de um facho, hipocrita e cínico, isto para ser simpatico. Aos Palestinos o que lhes foi dado de direito na ONU (que a meu ver não está correcto mas é melhor que nada) e então falem de estado para estado mas isso não pode ser, não é?...

A Lei Internacional é letra morta numa serie de assuntos e este é um deles. Tenho cada vez mais a certeza que só quando um país muçulmano (árabe ou persa não interessa) tiver ameixas atómicas e os respectivos vectores para as colocar onde for, é que aquilo vai ter paz. Basta ver a Russia e os USA assim como a India e o Pasquistão fartam-se de ladrar mas morder tá quieto.
Título:
Enviado por: TOMSK em Janeiro 07, 2009, 06:58:20 pm
blx2x1  
Até Olivença entra aqui....


Se colocarmos as duas forças em confronto numa balança, os seus ideais, a situação à volta, etc - chegamos a uma conclusão:

É do interesse Ocidental, em geral, que Israel continue com esta operação. Há que manter uma posição de força naquela região algo instável, e não pode ser sempre os Americanos e os aliados europeus a fazerem o trabalho.
Israel tem os meios necessários, pode ou não ter as razões, mas deve ter o apoio do Ocidente. Porque no fundo, não creio que Israel seja um perigo para Portugal e os aliados. Os outros já não sei...Olhamos sempre com desconfiança para os "mouros", é normal...

Porque a "geopolítica comanda a política" e a guerra hoje devia ser uma 2º ou 3º via. Só que naquela região, já se viu que a diplomacia é uma treta que não funciona...
Título:
Enviado por: Scarto em Janeiro 07, 2009, 07:37:30 pm
http://www.youtube.com/watch?v=FpNLYH1qFWs&eurl=http://www.fresh.co.il/vBulletin/showthread.php?t=453619
Título:
Enviado por: HaDeS em Janeiro 07, 2009, 07:58:38 pm
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Ofensiva israelense em Gaza matou 205 crianças

Violência também ameaça saúde mental de crianças na região, dizem psiquiatras.

(http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2009/01/20090107142737090107gazach203.jpg)
Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na Faixa de Gaza.

O número de crianças entre os 2,9 feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na Faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.

Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.

Trauma

Sarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele.

Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado.

"Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo."

"Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na Faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas.

"Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.

Choque

Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.

Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida.

"Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.

Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos.

"Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou.

"Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Israel

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da Faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos.

Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.

Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam.

"A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.

Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008.

"Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.

Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático.

Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da Faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.


http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporte ... asfn.shtml (http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2009/01/090107_gazaataquecriancasfn.shtml)
Título:
Enviado por: Duarte em Janeiro 07, 2009, 09:44:13 pm
A morte de inocentes, especialmente crianças, é triste, mas há aqui um simples facto que é convenientemente ignorado: HAMAS, ao enviar rockets para Israel, fá-lo com deliberada intenção de matar o máximo número de civis, crianças, velhos, quantos mais, melhor.

Israel tenta, tanto quanto possível e por vezes passando por extremos exagerados, evitar a morte de civis. Vão ao ponto de estudar qual o ângulo para enviar um míssil para evitar estruturas civis. Entre civilização e barbaridade, a escolha é simples.
Título:
Enviado por: papatango em Janeiro 07, 2009, 09:48:41 pm
O Hamas é uma organização terrorista.

Um grupo islamita fanático, apoiado pelos regimes terroristas do Irão e por grupos terroristas árabes.

O Hamas ataca Israel não para protestar por causa de resoluções das Nações Unidas mas sim por razões religiosas e para defender a posição dos fanáticos iranianos.

Israel é a única democracia do Médio Oriente. O único país da região onde há eleições livres.

Numa região desértica e sem recursos naturais, nao há como sobreviver se não for apostando nas pessoas e no desenvolvimento tecnológico, coisa que Israel fez.

Os árabes, continuaram na mesma. Muitos judeus compraram terras em Israel porque os árabes as venderam, e porque os árabes não perceberam o que se estava a passar.

Em 1948, centenas de milhares de árabes foram-se embora temporariamente, aguardando o "massacre mongol" que foi prometido para os judeus.

Ainda Israel estava a declarar a independência e já os árabes os estavam a atacar.

Fizeram tudo ao contrário, e por razões que têm a ver com a guerra entre árabes e persas, o Irão utilizou o Hamas e o Hezbollah para manter a pressão sobre Israel.
Título:
Enviado por: André em Janeiro 07, 2009, 09:55:51 pm
Citação de: "FoxTroop"
Tenho cada vez mais a certeza que só quando um país muçulmano (árabe ou persa não interessa) tiver ameixas atómicas e os respectivos vectores para as colocar onde for, é que aquilo vai ter paz.


Nisso tens razão, se a bomba cair nas mãos de um dos muitos lideres fundamentalistas da região, bem aquilo é que vai ser a paz, vão acabar por matarem-se todos uns aos outros e no final aquela região fica entregue às Baratas que pelo menos entedem-se melhor que nós humanos e não têm mentes perversas ...  :lol:  :lol:  :lol:
Título:
Enviado por: dremanu em Janeiro 07, 2009, 10:15:10 pm
É típico das esquerdas de transformar o agressor em vítima, e esta situação é mais um exemplo desta artimanha.

Quem é responsável por tudo o que está a acontecer são os Palestinianos, porque é que eles mandaram os foguetes? Se eles não os tivessem mandado em 1o lugar, nada disto estaria a acontecer. Para cada ação há um reacção.
Título:
Enviado por: André em Janeiro 07, 2009, 11:07:27 pm
Dinamarca e Holanda propõem força policial da UE para Gaza

A Dinamarca e a Holanda propuseram hoje à União Europeia (UE) enviar polícias para a fronteira entre o Egipto e Gaza para aí efectuar controlos, anunciou o Ministério dinamarquês dos Negócios Estrangeiros.

Esta proposta do chefe da diplomacia dinamarquesa, Per Stig Moeller, e do seu homólogo holandês, Maxime Verhagen, foi enviada à Presidência Checa da UE no quadro dos esforços diplomáticos para encontrar uma solução para o conflito entre Israel e o partido sunita palestiniano Hamas.

Os dois ministros apelaram aos Estados membros da UE para propôr "ao Egipto e à Autoridade Palestiniana o envio de uma força policial importante para um controlo eficaz desta fronteira", segundo um comunicado do Ministério dinamarquês.

Essa força contribuiria para "criar condições para uma cessar-fogo permanente e viável", sublinha o comunicado.

"A necessidade de um cessar-fogo é muito urgente", disse Moeller, afirmando que "os terríveis sofrimentos suportados pela população civil têm de cessar e a diplomacia deve encontrar uma solução para trazer a paz".

"É essencial que um cessar-fogo dê simultaneamente a Israel e aos palestinos a segurança necessária", nota o ministro dinamarquês.

Verhagen, por seu lado, declarou num comunicado que um cessar-fogo permanente "só será possível se Israel acreditar que o Hamas não se rearmará com rockets" encaminhados clandestinamente pela fronteira entre o Egipto e a Faixa de Gaza.

Nestas condições, "será possível reabrir as fronteiras de Gaza a uma assistência humanitária e económica cuja necessidade é tão urgente", acrescentou.

Lusa
Título:
Enviado por: HaDeS em Janeiro 07, 2009, 11:16:49 pm
E por que Israel não sai das areas ocupadas? ONU ja disse pra Israel sair, mas eles não saem e ignoram a ONU, do mesmo jeito que os palestinos lançam foquetes contra Israel, o exército hebreu faz incursões nessas areas sempre com desculpas de  que é por causa disso e daquilo, a meses eles bloqueiam a faixa de gaza, mesmo com cessar-fogo e não foram eles que quebraram a tregua? Israel lança folhetos pedindo para os palestinos fugirem da região, mas quanta incoerencia, como eles vão fugir se todas as fronteiras estão fechadas? vão fugir para o mar? Israel é tão ou mais terrorista que o Hamas, Hezbollah, etc. A única diferença é que a comunidade internacional ( EUA e UE) sempre passam a mão na cabeça dos judeus, mesmo que estes hajam como terroristas. Quem defende que Israel extrapole todos os limites do aceitavem não pode depois vir sinicamente e condenar China e Rússia por fazerem o mesmo no Tibet e Chechênia.
Título:
Enviado por: André em Janeiro 07, 2009, 11:51:46 pm
Citação de: "HaDeS"
Israel é tão ou mais terrorista que o Hamas, Hezbollah, etc. A única diferença é que a comunidade internacional ( EUA e UE) sempre passam a mão na cabeça dos judeus, mesmo que estes hajam como terroristas.  


 :shock:

Isso é tão verdade como o Jornalismo fazer mal ao Figado ...  :lol:  :lol:  :wink:
Título:
Enviado por: FoxTroop em Janeiro 08, 2009, 12:00:21 am
É capaz de ser mentira, não é?.......
Título:
Enviado por: HaDeS em Janeiro 08, 2009, 12:13:06 am
Claro que é mentira, escolas, universidades, hospitais e mesquitas sempre foram alvos legítimos!
Título:
Enviado por: FoxTroop em Janeiro 08, 2009, 12:28:46 am
Estava a ser irónico.   :evil:

E se vamos por a lei da força então o "tovarich" do  Putina Vladimoscas tem todo o direito de cometer as barbáries que bem entender na Tchetchenia e de anexar Ossetias e Abcássias, mandar umas ameixas ao Sakanaville (com a Ucrânia a entrar em espiral agora também) assim como todos os paises que se lembrarem de decidir que o A ou B são terroristas.

Como é bonita a lei do mais forte  :twisted:
Título:
Enviado por: legionario em Janeiro 08, 2009, 09:07:35 am
A Holanda e a Dinamarca querem mandar para la uma força de  policia ... se for para fazer como os holandeses fizeram na ex-Jogoslavia, os Israelitas podem ficar descansados :)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Janeiro 08, 2009, 09:29:29 am
Citação de: "HaDeS"
Claro que é mentira, escolas, universidades, hospitais e mesquitas sempre foram alvos legítimos!

penso que está a ser irónico, pois nisso do ataque a hospitais ou mesquitas o responsável é o hamas e não Israel, pois é o hamas que usa esses sítios para lançar os foguetes de artilharia é o hamas, e como naquela região é dente por dente olho por olho, ou seja, quando o hamas lança o foguetes desses sitios Israel logo de seguida ataca a zona de lançamento, mas como normalmente o mau é Israel o hamas aproveita os médias ocidentais para mostrar que Israel só ataca lugar civis.

já está aberta a segunda frente, mais uma vez a ONU nada fez para diminuir o poder do hezbollah:

 
Citar
“Rockets” disparados a partir do Líbano atingem o Norte de Israel

Pelo menos três “rockets” disparados a partir do Líbano atingiram esta madrugada o Norte de Israel e fizeram vários feridos, segundo fontes militares israelitas.

Os disparos atingiram a cidade israelita de Nahariya e outras três localidades. Um “rocket” caiu num edifício em Nahariya que os media israelita dizem ser um lar para idosos. O local foi, entretanto, evacuado.

A agência Reuters fala em dois feridos, citando fontes médicas e policiais.

Israel respondeu com disparos de artilharia. As forças israelitas têm estado em alerta máximo no Norte do país, receando ataques do Hezbollah.

Mas ainda não é claro se foram as guerrilhas do Hezbollah, do Líbano, - contra as quais Israel travou uma guerra em 2006 - ou palestinianas os autores dos disparos dos "rockets". Fontes do Hamas no Líbano negaram já qualquer envolvimento.

Hoje a aviação israelita bombardeou a Faixa de Gaza e os tanques avançaram pelo território dominado pelo Hamas, numa altura em que aumentam as expectativas de um cessar-fogo, apoiado pelos Estados Unidos. A ofensiva israelita, que começou a 27 de Dezembro, já matou mais de 600 palestinianos.

http://ultimahora.publico.clix.pt/notic ... idCanal=11 (http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1355339&idCanal=11)
Título:
Enviado por: HaDeS em Janeiro 08, 2009, 12:19:03 pm
Se foi o Hezbollah  que disparou o conflito pode ficar perigoso, Hezbollah pode arrastar o Líbano para uma nova guerra e  generalizar a guerra na região.
Título:
Enviado por: typhonman em Janeiro 08, 2009, 01:02:27 pm
Citação de: "Duarte"
A morte de inocentes, especialmente crianças, é triste, mas há aqui um simples facto que é convenientemente ignorado: HAMAS, ao enviar rockets para Israel, fá-lo com deliberada intenção de matar o máximo número de civis, crianças, velhos, quantos mais, melhor.

Israel tenta, tanto quanto possível e por vezes passando por extremos exagerados, evitar a morte de civis. Vão ao ponto de estudar qual o ângulo para enviar um míssil para evitar estruturas civis. Entre civilização e barbaridade, a escolha é simples.


Ora nem mais.

Tem mesmo de ser assim, agora os meninos do Hezbolah, já abriram uma nova frente a norte..Ainda vão dizer que foi Israel a provocar os meninos de coro que são aquelas bestas... Mais uma vez, Força Israel!
Título:
Enviado por: P44 em Janeiro 08, 2009, 02:25:11 pm
pois claro, até porque os palestinianos são "untermenschen", servem mesmo é para tiro ao alvo...

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Forças de Israel matam motorista que levava ajuda a Gaza, diz porta-voz da ONU
Ataque teria ocorrido durante trégua temporária na região palestina.
Foguetes lançados a partir do Líbano deixaram dois feridos em Israel.

Do G1, com agências internacionais

Tropas de Israel atiraram nesta quinta-feira (8) contra um caminhão da ONU que transportava ajuda humanitária na Faixa de Gaza e mataram o motorista, informou Adnan Abu Hasna, um porta-voz das Nações Unidas no território.

 

O ataque ocorreu no norte de Gaza, durante a trégua temporária de três horas proporcionada por Israel para permitir a entrada de ajuda no território, que enfrenta um crise humanitária após 13 dias de ataques.


O porta-voz disse que o caminhão, que vinha da passagem de Erez em um comboio coordenado entre ONU e Israel, estava marcado com o símbolo das Nações Unidas.

 

Segundo o site da TV Al Jazeera, duas pessoas também teriam ficado feridas. As vitimas seriam palestinos.

 

O Exército de Israel disse que está investigando o caso.




A Faixa de Gaza teve, pelo segundo dia consecutivo, um cessar-fogo de três horas para que a população civil possa obter mantimentos. A trégua ocorreu novamente entre 13h e 16h (9h e 12h de Brasília), disse Peter Lerner, porta-voz do Exército israelense para a coordenação com os territórios palestinos, que disse que a medida tem por objetivo "permitir que a população se abasteça de artigos essenciais".

 

A situação humanitária é grave no 13º dia da ofensiva de Israel contra a Faixa de Gaza. Os confrontos já deixaramu 702 mortos e 3.100 feridos no território dominado pelo Hamas e mataram ao menos 12 israelenses -oito soldados em ação em Gaza e 4 civis atingidos por foguetes em cidades de Israel.


http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,M ... DA+ON.html (http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL947810-5602,00-FORCAS+DE+ISRAEL+MATAM+MOTORISTA+QUE+LEVAVA+AJUDA+A+GAZA+DIZ+PORTAVOZ+DA+ON.html)
Título:
Enviado por: FoxTroop em Janeiro 08, 2009, 03:11:18 pm
:lol:  :lol:  Direitos Humanos  :lol:  :evil:
Título:
Enviado por: typhonman em Janeiro 08, 2009, 03:29:13 pm
Citação de: "FoxTroop"
:lol:  :lol:  :lol:  :lol:  

Os Israelitas são mesmo humanitários, deixam entrar camiões de ajuda humanitária para depois os poder matar de barriga cheia, que nisto de ser um país civilizado e respeitador do Direito Internacional não se pode matar as pessoas quando estão esfaimadas pois isso é coisa de nazis ou russos.

Bem, ao fim do cabo, tiveram bons mestres e mostram-se alunos aplicados, aquela estadia nos campos nazis sempre serviu para alguma coisa     :evil:


A parte final do seu comentário nem merece "comentários".. enfim....
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Janeiro 08, 2009, 05:11:51 pm
Citação de: "papatango"
Citar
Quanto à história dos "povos que viviam na região, os autóctones", estou curiosissimo por saber quem eram esses tipos, está a referir-se aos Bizantinos?!!!!

Eu pessoalmente já esgotei as minhas baterias para explicar temas Históricos.

Os Bizantinos vieram depois dos romanos, e já depois do ano 1.
Os Judeus estavam na região a que hoje chamamos Palestina antes da chegada de migrações árabes.
Os Judeus vieram do Egipto e antes disso de algures entre o Tigre e o Eufrates (os dois traços azuis da bandeira de Israel).

Como se isso não bastasse, o apego dos Árabes a região da palestina tem a ver com Jerusalem, que eles consideram cidade santa, porque ali Maomé ascendeu aos Céus.

E isso aconteceu, mais de 600 anos depois de Cristo.

Não deveria haver qualquer dúvida sobre os direitos dos judeus, se vamos considerar a História.

Outra coisa, completamente diferente, é afirmar que os actuais judeus são na realidade migrantes europeus e americanos, que em parte absorveram a cultura ocidental, mantendo-se no entanto fieis à sua religião.

Mas essa é outra Estória, que terá que se entender, tentando perceber o que é para os Judeus a Nação, uma vez que a nação Judaica e o desejo e aspiração dos Judeus a um Estado próprio foi mantida graças à religião.

E a religião Judaica, tem direitos e pretensões àquela terra, muito anteriores às pretensões dos muçulmanos.


Correctíssimo papatango.

Para além de, terem sido os romanos que renomearam aquele território para «Syria Palestina» em 132 A.C. com o intuito de apagar qualquer vestígio judeu daquela terra, como resultado da rebelião judaica de Bar Kokhba contra o império romano.

Parece-me claro que naquela região nunca mais haverá paz até que os regimes sírios, e principalmente o iraniano, sejam removidos. Aliás, a situação só terá tendência a piorar com o avanço do programa nuclear iraniano. Obama vai ter muito que fazer se não quizer que seja Israel a tratar do assunto…
Título:
Enviado por: Scarto em Janeiro 08, 2009, 05:41:51 pm
E não era tambem conhecida por Judeia,a região?
Título:
Enviado por: Jose M. em Janeiro 08, 2009, 05:56:06 pm
Citação de: "Jorge Pereira"
Citação de: "papatango"
Citar
Quanto à história dos "povos que viviam na região, os autóctones", estou curiosissimo por saber quem eram esses tipos, está a referir-se aos Bizantinos?!!!!

Eu pessoalmente já esgotei as minhas baterias para explicar temas Históricos.

Os Bizantinos vieram depois dos romanos, e já depois do ano 1.
Os Judeus estavam na região a que hoje chamamos Palestina antes da chegada de migrações árabes.
Os Judeus vieram do Egipto e antes disso de algures entre o Tigre e o Eufrates (os dois traços azuis da bandeira de Israel).

Como se isso não bastasse, o apego dos Árabes a região da palestina tem a ver com Jerusalem, que eles consideram cidade santa, porque ali Maomé ascendeu aos Céus.

E isso aconteceu, mais de 600 anos depois de Cristo.

Não deveria haver qualquer dúvida sobre os direitos dos judeus, se vamos considerar a História.

Outra coisa, completamente diferente, é afirmar que os actuais judeus são na realidade migrantes europeus e americanos, que em parte absorveram a cultura ocidental, mantendo-se no entanto fieis à sua religião.

Mas essa é outra Estória, que terá que se entender, tentando perceber o que é para os Judeus a Nação, uma vez que a nação Judaica e o desejo e aspiração dos Judeus a um Estado próprio foi mantida graças à religião.

E a religião Judaica, tem direitos e pretensões àquela terra, muito anteriores às pretensões dos muçulmanos.

Correctíssimo papatango.

Para além de, terem sido os romanos que renomearam aquele território para «Syria Palestina» em 132 A.C. com o intuito de apagar qualquer vestígio judeu daquela terra, como resultado da rebelião judaica de Bar Kokhba contra o império romano.

Parece-me claro que naquela região nunca mais haverá paz até que os regimes sírios, e principalmente o iraniano, sejam removidos. Aliás, a situação só terá tendência a piorar com o avanço do programa nuclear iraniano. Obama vai ter muito que fazer se não quizer que seja Israel a tratar do assunto…


Siguiendo la línea de estos comentarios, quisiera recordar que uno de los mayores símbolos nacionales de Israel es la fortaleza de Masada, tomada en el año 74 por los romanos tras el suicidio de sus habitantes.

Allí es donde hoy en día van los soldados israelíes a hacer su juramento de lealtad.

Aún faltaban bastantes años para que naciera Mahoma...
Título:
Enviado por: FoxTroop em Janeiro 08, 2009, 06:22:00 pm
Sim, ficou conhecida por Judeia. Quando as tribos de Israel chegaram à Judeia passaram ao fio da espada e correram com quem lá vivia excepto um povo que conseguiu aliar-se prestando vassalagem. De acordo com a História Bíblica esses povos eram também povos semitas ou seja irmãos de Israel.

Se vamos por essa ordem de ideias os descendentes desses povos (Palestinos) têm todo o direito a essa terra (estavam lá antes).

A diferença é que, tal como os judeus, são de tendência secular, apesar de os partidos locais estarem cada vez mais a entrar no campo da religião (basta ver a história do HAMAS).

Os persas e os sírios também têm tendências seculares assim como os sunni iraquianos. Se o fundamentalismo tem crescido na area tal se deve a politicas que não dão espaço a mais nada. Se o meu vizinho rouba e mata à vontade por que razão eu devo respeitar a lei.

O primado da lei é que faz com que ela seja aceite e cumprida. Quando as excepções e impunidades atingem um certo nível o resultado é uma espiral cada vez maior de descarte e desdém pelos princípios que nos devem nortear.

Mesmo que um país seja suficientemente forte para passar impune não pode esquecer que abre precedentes que podem ser gravíssimos e em ultimo caso virar-se contra ele mesmo. Como se pode gritar por causa da Tchetchenia ou da Geórgia ou que o Irão possa vir a ter uma bomba-A?!!!
Depois do que se passou com uma série de países não é natural que se pense "epá se calhar a seguir somos nós"  

Qualquer pessoa com dois olhos e um cérebro percebe que ali existem dois pesos e duas medidas. Como já disse o nº de resoluções violadas por Israel se fosse outro país (árabe de preferência) já teria sido bombardeado.
Não acredito que haja aqui neste fórum quem ao ser tratado como os Palestinos têm sido ficasse parado.
Título:
Enviado por: Scarto em Janeiro 08, 2009, 06:29:12 pm
Era Judeia,antes de qualquer coisa.E os anteriores habitantes eram os cananeus(corrigam,porque não consigo lembrar do nome correcto).Por sua vez os romanos expulsaram os judeus..
Logo Israel parece ter direito à sua terra certo?

E já agora,porque videos como este não são divulgados nas noticias?  :roll:

http://www.youtube.com/watch?v=I1M4eH9Kk7I&eurl=&feature=player_embedded
Título:
Enviado por: FoxTroop em Janeiro 08, 2009, 06:32:22 pm
Não, era Canãa. Só depois da conquista pelas tribos de Israel é que uma pequena parte dessa terra assumiu o nome de Judeia (território da tribo de Judá, uma das 12)

Essa pequena faixa de território compreendia toda a zona envolvente de Jerusalém. Com o passar do tempo é que se começou a generalizar e a chamar às outras tribos judeus (por causa de rei dos israelitas ser de Judá), mas a Judeia nunca passou desse pequeno território.
Título:
Enviado por: dremanu em Janeiro 08, 2009, 06:57:03 pm
Em 1947 a ONU aprovou a criação de de um território com dois estados, um Judeu, e outro Árabe. Os Judeus aceitaram o plano, os Palestinianos não. A partir desde esse momento começou a guerra, e quem foi o instigador dessa guerra, foi, e tem sido, os Árabes. Não aceitaram porque pensavam que iam derrotar facilmente os Israelitas, mas enganaram-se, e perderam, e continuam a perder até hoje. Só como são burros não aprendem.

Está situação é mais um exemplo de como os Árabes são BURROS, não aprendem. Se eles se acham no direito de mandar foguetes para Israel porque supostamente os Judeus lhes estam a dificultar a vida, então não pode haver surpresa que os Israelistas se acham no direito de ripostar o tratamento que estam a receber dos Árabes de acordo com as capacidades ao seu dispor. Daí levarem com tanques, helis, aviões, exército, etc. Se as capacidade ofensivas dos Palestinianos lhes permitissem matar mais Judeus, sem dúvida que o fariam sem a menor hesitação.

Tendo em conta que Israel é superior em todas as capacidades, económica, militar, social, etc, ao que os Palestinianos têm ao seu dispor, seria do interesse dos ultimos procurar o caminho da paz, algo que Israel está disposto a fazer. Mas eles continuam sempre com o mesmo cumportamento, ataques terroristas à população civil. Então que sofram as consequências dos seus actos. Se escolherem a paz, e se forem HONESTOS, SINCEROS, no estabelecimento da mesma, a longo-prazo os problemas acabam.
Título:
Enviado por: FoxTroop em Janeiro 08, 2009, 07:01:19 pm
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endo em conta que Israel é superior em todas as capacidades, económica, militar, social, etc, ao que os Palestinianos têm ao seu dispor, seria do interesse dos ultimos procurar o caminho da paz, algo que Israel está disposto a fazer. Mas eles continuam sempre com o mesmo cumportamento, ataques terroristas à população civil. Então que sofram as consequências dos seus actos. Se escolherem a paz, e se forem HONESTOS, SINCEROS, no estabelecimento da mesma, a longo-prazo os problemas acabam.


 :rir:  :rir:  

Diga-me lá então onde é que os Israelitas alguma vez aceitaram as fronteiras que a ONU demarcou. Israel nem sequer reconhece oficialmente as sua próprias fronteiras
Título:
Enviado por: dremanu em Janeiro 08, 2009, 07:37:29 pm
Citação de: "FoxTroop"
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endo em conta que Israel é superior em todas as capacidades, económica, militar, social, etc, ao que os Palestinianos têm ao seu dispor, seria do interesse dos ultimos procurar o caminho da paz, algo que Israel está disposto a fazer. Mas eles continuam sempre com o mesmo cumportamento, ataques terroristas à população civil. Então que sofram as consequências dos seus actos. Se escolherem a paz, e se forem HONESTOS, SINCEROS, no estabelecimento da mesma, a longo-prazo os problemas acabam.

 :rir:  :rir:  

Diga-me lá então onde é que os Israelitas alguma vez aceitaram as fronteiras que a ONU demarcou. Israel nem sequer reconhece oficialmente as sua próprias fronteiras


Olhe meu caro, não seja criançola, nem se arme em "chico esperto" comigo, pois não irá longe.

Existe um território claramente definido como pertencente a Israel, ou sobre controle Israelita(como vc o quiser definir), com postos de fronteira onde é deliniado a divisão entre Israel, Syria, Egipto, Líbano e Jordânia. Dentre desses territórios existem "áreas de contestação" sobre quem tem autoridade nos mesmos. Esses são os únicos em que os Israelitas argumentam sobre quem deve, ou não deve, ter controle, ou que tipo de controle é que deve ser exercido.

De qualquer forma, esta realidade em nada invalida o que eu disse. Os Palestinianos REJEITARAM a decisão da ONU, logo de inicio, da criação de um território com dois estados, e optaram pela via do conflito armado. Abriram a porta para que Israel(e deixaram as portas abertas para eles) pela força das armas conquista-se mais território do que aquele que puderia ter sido inicalmente alocado. Sendo assim, não há nada a reclamar, ou têm força para lutar, e forçar os Israelitas a aceitaram a paz de acordo como querem, ou então tem que fazer o reverso, ou fazem o que continuam a fazer, e acatem com as consequências.
Título:
Enviado por: bokaido em Janeiro 08, 2009, 07:37:38 pm
Sr. dremanu, burro é o senhor. Burro, estúpido e xenófobo, ao nível desses radicais do Hamas. Não percebo como é que o pessoal, sentado em frente ao pc, no conforto deste cantinho da Europa onde não se passa nada, consegue tão facilmente tomar posições nesta guerra sem sentido.

Precedência histórica? Baseada em escrituras? A religião é mesmo uma fraqueza humana.. Toda a gente tem direito a uma terra para viver e aquele território até poderia ser dividido entre as duas partes mas, cada dia que passa isso se torna mais utópico. A ONU, que é que a ONU vai ali fazer? Se nem num país europeu eles são capazes de actuar, como aconteceu nos balcãs, alguém acha que vão fazer algo numa guerra que opõe um exército fortíssimo (de um país ocidental e rico) a umas milícias extremistas que se misturam na população civil, pobre e subdesenvolvida?

O erro foi terem permitido a criação de um estado sobrepondo-se a outro, mas é natural que assim tenha acontecido porque quem tem poder e dinheiro oprime sempre quem é mais fraco. Agora as IDF fazem o que querem e lhes apetece naquela terra. E os coitados dos palestinianos (e não só) são parasitados por radicais islamitas que só dão mais razões aos israelitas para arrasar casas e encher aquela gente de chumbo. Enfim, a miséria...
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Janeiro 08, 2009, 07:40:23 pm
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Palestinians Use Extended Range 122mm Rockets form China for Long-Range Attacks

By mid-day Wednesday (Dec. 31, 2008) the Palestinians fired more than 50 rockets at Israeli cities and settlements wounding five people. Some of these rockets reached as far as Beer Sheba, almost 40 km from the Gaza border. The Palestinians have already reached this range when the towns of Ashdod and Yavneh were attacked two days ago, killing one person and wounding several others. According to the Deputy Commander of Israel's Home Front Command, Brig. General Abraham Ben David, these attacks represent a new dimension for the enemy's capability but are probably at the limit of the Palestian rockets.

Previously Palestinian Hamas relied on the 'homemade' Qasam or Iranian produced Grad rockets, enhanced at the Hamas workshops. These rockets could reach 11-12 miles into the Israeli area. Today, Israel officially confirmed today that the rocket recently fired against Beer Sheba were not Qasam or standard Grads rockets that were already familiar to the Israelis, but but standard 122mm produced by China. Iran is also producing 122mm rockets, but the types produced by Iran are not capable of reaching a range of 30-40km (about 19 – 25 miles).

The Chinese rockets referred to by General Ben-David, are most likely rockets of the 122mm version of the WeiShi family of rocket, ( WS-1E) developed and produced by the Sichuan Aerospace Industry Corporation (SCAIC) also known as Base 062. According to Sinodefence website, these rockets didn't enter production, yet apparently, some reached Hammas and exploded in Beer Sheba. WS-1E was developed for the Type 90 truck mounted multiple rocket launchers. Several versions of different calibers of the WeiShi artillery rocket systems are employed by the People's Republic of China Army and were widely exported to third world countries.

The WS-1E rocket measures about 2.9 meters (depending on type and range) and weighs 61-74 kg. Uunlike the ubiquitous Grad, these Chinese rockets are using both fin and spin stabilization to achieve high accuracy and low dispersion of multiple rockets groups. Unlike the Grad which uses a fixed amount of propellant and warhead, designed for maximum range of 20 km, the Chinese rocket uses a modular design, where some of the payload can be exchanged for propellant.

The two versions of this rocket are the 20km and 40km. Both types use a single chamber FG-42/43 solid rocket propellant uses an advanced hydroxy-terminated polybutadine (HTPB) composition. The rocket's payload consists of a modular warhead weighing 18-22kg in the standard version (20-40km version) or 26-28kg in the short range version (10-12kg). The standard high explosive (RDX-based) warhead can be enhanced with the ZDB-2 blast fragmentation warhead, comprising high explosive charge, containing reduced RDX-based explosive charge, over 4,000 steel ball matrix liner and prefabricated fragmentation sheath, extending lethal effect over a radius of about 100 meters. A thermobaric warhead is also available, comprising of a 17kg warhead containing 6.2 kg of energetic composition and 1,500 steel balls for dual-purpose effect optimized for urban warfare, and the SZB-1 anti-personnel and anti-armor mines containing submunitions for area denial attack.

 :arrow:  Vídeo  http://br.youtube.com/watch?v=p-DjCgYmPRw (http://br.youtube.com/watch?v=p-DjCgYmPRw)
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Janeiro 08, 2009, 07:48:59 pm
Vamos ter atenção às Regras do Fórum! Calma!
Título:
Enviado por: dremanu em Janeiro 08, 2009, 07:49:15 pm
Sr. Bokaido, está no seu direito de expressar a sua opinião, então permita-me a minha também, retorquindo-lhe que:¨- Sr. Bokaido, vá chamar "Burro, estúpido e xenófobo" a quem lhe fez as orelhas!"

Passar bem!
Título:
Enviado por: FoxTroop em Janeiro 08, 2009, 07:57:16 pm
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Olhe meu caro, não seja criançola, nem se arme em "chico esperto" comigo, pois não irá longe.


Chico esperto eu?!! Não, seu facho, eu até não me considero muito esperto, mas quanto a ir longe por enquanto vou até onde eu quiser.

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De qualquer forma, esta realidade em nada invalida o que eu disse.


Invalida tudo o que disse, Israel não reconhece as suas próprias fronteiras justamente para as poder negociar ou considerar ao seu belo prazer. Está à vista e para mais o único líder israelita que realmente quis negociar a paz acabou com uma overdose de chumbo servida pelos seus "patriotas"
Título:
Enviado por: bokaido em Janeiro 08, 2009, 08:03:07 pm
Sr. dremanu, nada tenho contra si, e retiro o meu insulto.

Mas afirmações como
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Está situação é mais um exemplo de como os Árabes são BURROS, não aprendem
são também insultuosas.

Seja comedido nas suas palavras, eu farei o mesmo.
Título:
Enviado por: TOMSK em Janeiro 08, 2009, 08:36:11 pm
Nunca vi tanta discussão e insulto num tópico que nada tem a ver directamente com Portugal... :lol:
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 08, 2009, 08:38:44 pm
http://en.wikipedia.org/wiki/United_Nat ... lution_181 (http://en.wikipedia.org/wiki/United_Nations_General_Assembly_Resolution_181)

(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/97/UN_Partition_Plan_For_Palestine_1947.png)
Título:
Enviado por: HSMW em Janeiro 08, 2009, 09:55:21 pm
E era assim que devia ser se não tivessem atacado Israel.
Título:
Enviado por: Portucale em Janeiro 08, 2009, 11:24:27 pm
Na minha opinião discutir quem são os herdeiros da terra em questão é um pouco desajustado.
É uma das áreas do mundo com mais história, muito á custa da religião, cheia de intervenientes e todos eles querem o seu 'pedaço'.

Vivemos no ano de 2009.
Há que lidar com a situação actual, encontrar uma solução para o futuro e estou certo quando digo que nenhum dos interessados esquecerá o seu passado nesse local.

Existe muita gente interessada na região, alguns aparentemente nem lá estão, pelo menos fisicamente.
Uns querem a terra outros estão lá pela religião, todos têm sangue nas mãos, uns mais do que outros é verdade.

Somos seres racionais, ditos inteligentes, talvez seja tempo de o provar novamente.
Resolver este conflito seria um exemplo de evolução por parte de nós seres humanos.
Falta remar para o mesmo lado, o da paz e do desenvolvimento.

É necessário convergir para uma ideia clara.
Ambos os povos, os palestinianos e os Israelitas, têm de viver lá, em estados vizinhos e independentes.

Os árabes e os persas têm de reconhecer Israel.
Deve nascer um verdadeiro estado palestiniano incluindo a Faixa de Gaza e a Cisjordania sem colonatos.

Reconheço que existe uma questão para a qual não existe uma resposta simples: Jerusalém.
Mas o caminho faz-se caminhando, por isso, com o tempo também será possivel encontrar uma solução para essa questão.

É necessário estabelecer pontes de ligação e apoiar os que pretendem a paz.

O grande desafio é a existência de movimentos, em ambos os lados, que não reconhecem a possibilidade da existência dos 'outros'.
Infelizmente alguns de esses movimentos têm real poder.

É o caso do Hamas, neste momento, a sua acção não é nada construtiva e não deve receber muita compreensão.
Era uma organização 'politica', com claro caracter social e militar, mas politica.
Adoptou pela violência ao fazer um golpe dentro do seu próprio estado pela força das armas.
As actuais ideias do Hamas não são portas para a paz.

Termino com uma palavra de dor por todos os inocentes, de ambos os lados, que estão a sofrer.
Título:
Enviado por: bokaido em Janeiro 08, 2009, 11:28:48 pm
Pois, é fácil aceitar que alguém divida o seu país em pedaços, entregue as melhores áreas agrícolas e os montes Golã a outro povo, e ficar de braços cruzados.

E os judeus, nobres e tb nada radicais, nunca tentariam colonizar o resto do território. Até na faixa de Gaza tentaram instalar colonatos..
Título:
Enviado por: André em Janeiro 08, 2009, 11:52:23 pm
Citação de: "bokaido"
Pois, é fácil aceitar que alguém divida o seu país em pedaços, entregue as melhores áreas agrícolas


 :shock:

Naquela zona não há bons ou maus terrenos agricolas já que aquilo é seco, os israelitas precisam de disparar com peças de artilharia para as nuvens para haver rega ...  :lol:  :lol:
Título:
Enviado por: legionario em Janeiro 09, 2009, 09:47:03 am
A animosidade dos arabes contra Israel é tao grande e està tao interiorizada em cada filho da Palestina que nao acredito na eficacia de qualquer acordo escrito entre as duas partes ; havera sempre um motivo para...

Devo aqui recordar, pois parece que ha aqui muita gente sem informaçao (ou sem Razao), que o Hamas recomeçou os tiros contra Israel porque este pais nao estava a respeitar o acordo precedente que impunha o desencravamento de Gaza. Israel nunca deixou de cercar Gaza e de limitar os acessos a este territorio a tal ponto que muitas organizaçoes internacionais de defesa dos direitos do homem e até organizaçoes e personalidades catolicas comparam Gaza a um enorme campo de concentraçao. Nestas condiçoes, acredito ainda menos na Paz !

Nao se trata aqui (como foi ja evocado) de se ser de "direita" ou de "esquerda" ,  "prò" ou "contra" este ou aquele, mas sim de uma questao de justiça. Enquanto os Palestinos nao tiverem um estado tao livre como o é Israel, havera guerra !  

E mesmo depois de haver um estado Palestino independente, Israel vai ter que fazer um longo trabalho de aproximaçao com os vizinhos arabes; tao longo e penivel como aquele que suportou a Alemanha depois da guerra, com o seu longo cortejo de "meas culpas", indemnizaçoes etc aos judeus. Desta vez serao os judeus a ter que fazer essa travessia do deserto.
Título:
Enviado por: P44 em Janeiro 09, 2009, 10:41:09 am
ninguém fala por exemplo, na construção incessante de colonatos israelistas na Cisjordânia, á revelia de "n" resoluções da ONU :roll:
Título:
Enviado por: André em Janeiro 09, 2009, 12:14:56 pm
:arrow:  Embaixador de Israel diz que crítica da força é «argumento estúpido»

O novo embaixador de Israel em Portugal classificou de «argumento estúpido e cínico» a crítica ao uso desproporcionado da força pelos soldados israelitas na faixa de Gaza e considerou positivo qualquer passo para acabar com os combates.

Ehud Gol, que assumiu funções em Lisboa esta semana, disse à agência Lusa não compreender os que utilizam «esse argumento estúpido» de um uso desproporcionado da força por parte de Israel na ofensiva militar à faixa de Gaza lançada a 27 de Dezembro e que, de acordo com fontes palestinianas, já causou a morte a mais de 700 pessoas no território.

«O que é que é desproporcionado? Se morressem 600 judeus seria proporcional? Não compreendo os que utilizam esse argumento estúpido. É um argumento cínico», declarou o diplomata em entrevista à Lusa.

«Quando o (movimento islamita palestiniano que controla a faixa de Gaza) Hamas pede pela libertação de (soldado israelita capturado em 2006 por grupos armados palestinianos) Gilad Shalid mil pessoas isto é proporcional? Onde é que estão todos esses que nos criticam por sermos desproporcionados?», questionou o embaixador israelita.

Ehud Gol referiu que «nos últimos oito anos foram disparados 8.000 rockets Kassam e Katiushas (sobre Israel)», para questionar ainda: «o que seria proporcional? Que bombardeássemos 8.000 vezes Gaza?»

O diplomata assinalou que Israel não iniciou o ataque e declarou que «o elemento desproporcionado» é o movimento islamita pôr «os terroristas (…) entre a população civil (da faixa de Gaza)».

«Nos últimos 12 dias quase 800 rockets caíram sobre Sderot, Ashkelon, Beersheba, Gedera (cidades do sul de Israel), e têm como alvo civis. Seria proporcional se bombardeássemos jardins-de-infância e escolas?», disse ainda, para aconselhar «os que criticam Israel» a «abrir os olhos e olhar a verdade e criticar o Hamas e os outros que estão envolvidos no terrorismo e tentam matar mulheres e crianças em Israel».

Considerando que «1,5 milhões sofrem em Gaza por causa do Hamas e um milhão (população no sul) sofre em Israel por causa do Hamas», Ehud Gol defendeu que «qualquer passo para acabar com a luta é positivo».

Por isso, salientou que o governo israelita agradece «a qualquer líder no mundo que esteja disposto a fazer algo para se alcançar uma coexistência pacífica».

Desse modo o Estado hebreu acolheu «favoravelmente a abordagem do presidente Hosni Mubarak (egípcio), e presidente Nicolas Sarkozy (francês), para acabar com o conflito agora», disse.

Um plano elaborado pelo presidente egípcio, em coordenação com o seu homólogo francês, prevê «um cessar-fogo imediato por um período limitado» para permitir a abertura de corredores humanitários, a continuação dos esforços egípcios para uma trégua permanente e acordos para tornar seguras as fronteiras da faixa de Gaza antes da sua eventual reabertura.

Israel espera com a ofensiva conseguir «limitar a capacidade do Hamas para continuar com as suas actividades terroristas contra o sul de Israel», mas para o embaixador do país em Portugal «a chave para uma solução é acabar com o contrabando de armas através da fronteira com o Egipto, por Rafah».

«Se os egípcios estiverem dispostos a dar os passos necessários e juntamente com uma força internacional se pudesse garantir que nenhum armamento era contrabandeado do Egipto para Gaza alcançaríamos outra era e seria muito mais fácil para nós e também muito mais fácil para o povo de Gaza», afirmou.

A propósito, recordou que Israel deixou Gaza há três anos. «Não foram só os soldados israelitas (…), cerca de 20.000 colonos deixaram a área de Gaza por decisão do governo, abandonámos as nossas sinagogas, as nossas escolas, os nossos centros, tudo foi destruído porque queríamos ficar fora de Gaza e deixá-la aos palestinianos para chegar ao dia em que um Estado palestiniano fosse criado».

«Mas em vez de aproveitar esse desafio e tentar viver em coexistência e harmonia connosco, o Hamas fez um golpe contra a Fatah, mesmo se no início o processo fosse democrático (…), não faz diferença porque se transformou num caos e ditadura», adiantou.

Em Janeiro de 2006 o Hamas venceu as eleições para o Conselho Legislativo Palestiniano derrotando a Fatah, movimento de que é membro o presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmud Abbas, e em Junho de 2007 o movimento islamita tomou o controlo da faixa de Gaza derrotando as forças da Fatah no território.

«Vencer o Hamas não é só do interesse de Israel. Claro que é nosso interesse directo porque somos alvo das suas actividades terroristas, mas não tem ideia de quantos palestinianos no Estado palestiniano desejam o dia em que o Hamas desapareça, especialmente os palestinianos que vivem em Gaza e que estão sujeitos ao terror e violência do Hamas em Gaza», salientou Ehud Gol.

Adiantou que também «vários países moderados no mundo árabe (…) gostariam de ver o desaparecimento desta organização Hamas, porque também é importante para eles o processo em que a região avance e possa envolver-se em negociações».

«Se tudo acalmar, Gaza pode transformar-se na Hong Kong do Médio Oriente. Esse é o nosso objectivo, mas eles (o Hamas) transformaram-no num inferno», declarou o diplomata israelita, sublinhando que o sonho de Israel há 60 anos (desde a sua criação) é viver em «paz e tranquilidade com os (seus) vizinhos».

Lusa
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 09, 2009, 12:27:41 pm
Estes videos explicam algumas das coisas que estão a acontecer em Gaza.

 :arrow: http://www.youtube.com/watch?v=LCVr7MBhgj0 (http://www.youtube.com/watch?v=LCVr7MBhgj0)

 :arrow: http://www.youtube.com/watch?v=qvBf-Vh4pNg (http://www.youtube.com/watch?v=qvBf-Vh4pNg)
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Janeiro 09, 2009, 10:12:06 pm
Talvez não será o sítio mais indicado, mas serve para se ter uma ideia da expansão das religiões desde 3000AC
http://mapsofwar.com/images/Religion.swf
Título:
Enviado por: HaDeS em Janeiro 10, 2009, 06:55:24 am
:D :D
http://www.youtube.com/watch?v=250IfMhMPf0&eurl (http://www.youtube.com/watch?v=250IfMhMPf0&eurl)
Título:
Enviado por: P44 em Janeiro 10, 2009, 10:23:47 am
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ONU arrasa estratégia de Israel

Hamas envia ao Egipto delegação de alto nível para analisar proposta de cessar-fogo
00h09m
ORLANDO CASTRO

Indiferente aos apelos e acusações internacionais, nomedamente da ONU, Israel continua a usar tudo quanto pode para reduzir o Hamas, e com ele a Faixa de Gaza, a cinzas. Confirma-se a tese de Telavive de que nada ficará como dantes.

Ontem a ONU revelou, entre outros casos, que as Forças Armadas israelitas bombardearam uma casa na Faixa de Gaza onde os próprios soldados de Israel tinham colocado, no dia anterior, cerca de 110 palestinianos, sendo 50 crianças, supostamente para estarem em segurança. No ataque morreram 30.

Perante a cortina de ferro imposta por Israel à comunicação social internacional, que continua longe do epicentro da guerra, são as organizações internacionais como a Cruz Vermelha e a ONU que contam o que se passa em Gaza.

As revelações destas organizações estão, aliás, a provocar mais estragos na estratégia militar israelita do que o próprio Hamas. Embora tanto a ONU como outras organizações humanitárias estejam a abandonar a zona de conflito por, afirmam, terem passado a ser também alvo dos militares de Israel, o que já viram e revelaram ao Mundo está a ser demolidor para Telavive.

O Governo de Ehud Olmert admite, tal como foi agora pedido pelos Repórteres Sem Fronteiras e por mais de meia centena de meios de comunicação internacionais, dar luz verde à entrada dos jornalistas na Faixa de Gaza. No entanto, tal só deverá acontecer depois de Israel ter atingido a esmagadora maioria dos objectivos estabelecidos.

Objectivos esses que, segundo o Gabinete de Segurança, ainda carecem de mais alguns dias de ofensiva. Enquanto isso não acontecer, Israel continuará a não aceitar, como fez agora, o pedido de cessar-fogo estabelecido na resolução aprovada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.

"Israel nunca aceitou nem aceitará que sejam forças externas a dizer como deverá defender os seus cidadãos. Por isso, os nossos militares continuarão a operar de acordo com os nossos interesses", afirma Olmert.

"Os disparos de mísseis contra os cidadãos do sul apenas provam que a resolução da ONU não será respeitada pelas organizações terroristas palestinianas", afirmou o primeiro-ministro israelita, acrescentando que "se os terroristas não cumprem, Israel também não pode nem deve cumprir".

Entretanto, deverão hoje chegar ao Cairo altos representantes do Hamas que vão analisar a proposta do Egipto para um cessar-fogo, segundo revelou Mussa Abu Marzuk, vice-chefe da organização radical islâmica.

Mussa Abu Marzuk afirmou também que o Hamas "não poderia aceitar ou rejeitar uma resolução do Conselho de Segurança da ONU para a qual não foi consultado".

Por outro lado, a alta-comissária dos Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, ex-juíza do Tribunal Penal Internacional, quer que seja feita uma investigação "credível e independente" ao que se passou na Faixa de Gaza desde o passado dia 27 de Dezembro, afirmando que as violações do direito humanitário internacional podem constituir crimes de guerra, "para os quais a responsabilidade penal individual pode ser invocada".


http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/I ... id=1069817 (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1069817)
Título:
Enviado por: ShadIntel em Janeiro 10, 2009, 10:38:15 am
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GUERRA EM GAZA

João Miranda
Investigador em biotecnologia - jmirandadn@gmail.com

O conflito israelo-palestiniano gera discussões intermináveis na Internet e nos jornais entre os defensores do lado israelita e os defensores do lado palestiniano. Discute-se quem tem o direito à terra, quem iniciou as várias fases do conflito, quem é mais democrático ou quem usa métodos mais reprováveis. Estes debates acabam frequentemente na propaganda e no insulto. Reproduzem, em detalhe, as dezenas de anos do conflito e ajudam a perceber porque é que ele se eterniza. Se, a milhares de quilómetros de distância, existem portugueses que se recriminam por causa de um assunto que não lhes diz directamente respeito, então é natural que quem se encontra no terreno recorra à guerra e ao terrorismo. A análise da questão da legitimidade, em que se procura determinar uma solução para o conflito com base no direito das partes aos territórios em disputa, está condenada ao fracasso. Por um lado, essa abordagem não tem em conta uma situação militar que favorece Israel. Por outro lado, os descendentes dos imigrantes israelitas adquiriram entretanto direitos sobre a terra em que se fixaram. Já não é possível repor a situação anterior à criação do Estado de Israel em 1948, a não ser que se recorra à violação em massa dos direitos humanos. Tudo se conjuga, portanto, para que as recriminações históricas, que a opinião pública tanto aprecia, não conduzam a uma resolução pacífica do conflito. O conflito israelo- -palestiniano não vai ter uma solução justa, e muito menos uma solução consistente com o romantismo e o moralismo dos defensores da chamada causa palestiniana. Terá de ter uma solução realista, muito próxima daquela que os líderes israelitas estão dispostos a aceitar. Os líderes israelitas aceitam a criação de um Estado palestiniano em troca de garantias de paz. O Hamas defende a eliminação do Estado de Israel e o regresso dos palestinianos aos territórios que detinham há 60 anos. Estes objectivos são utópicos e irrealistas. O Hamas é neste momento o principal obstáculo à paz.

DN (http://http)
Título:
Enviado por: FoxTroop em Janeiro 10, 2009, 12:18:27 pm
Israel não quer a paz. Isso é tão verdade como o Hamas querer dar cabo de Israel. Dizer que os lideres de Israel querem paz e os outros é que não é cínico, no mínimo.

Tal como já disse antes o único líder israelita que realmente se empenhou num processo de paz, acabou com um bocado de chumbo no corpo, obra dos que em Israel (e são uma esmagadora maioria) sonham com a "grande Israel" (isso lembra-me a grande Servia, grande Rússia, grande Reich, etc, etc.)

O que se passa ali são crimes de guerra e ponto final. Quem aqui defende Israel é justamente quem gritou bem alto "Rússia, criminosos, Servia, criminosos, etc, etc.

Infelizmente, aqui no nosso canto, podemos tomar a posição assim como que toma partido num jogo (gosto deste, não gosto daquele) e isso arrepia-me. Tive contacto com a guerra e justamente por isso sei que não se alveja uma escola ou uma casa assim do nada, por engano, ainda mais um exercito treinado e com experiência de combate. Sei que, no calor do momento, por vezes dispara-se sobre quem não tem nada a ver com aquilo, mas sobre escolas e edifícios da ONU?!!!

A lei do mais forte é bonita, desde que não sejamos nós o fraco.....
Título:
Enviado por: Scarto em Janeiro 10, 2009, 01:12:21 pm
Isso acontece,quando se faz isto..E atenção foi a AP que reportou isto,não a IDF.

Citar
Two residents who spoke to an AP reporter by phone said the two brothers were known to be low-level Hamas militants. They said a group of militants — one of them said four — were firing mortar shells from near the school.

An Israeli shell targeted the men, but missed and they fled, the witnesses said. Then another three shells landed nearby, exploding among civilians, they said, refusing to allow their names to be published because they feared for their safety.


Baixas civis,são sempre condenaveis,mas acredita mesmo que Israel não as tente evitar ao máximo?Se Israel se estivesse a marimbar para os civis,simplesmente arrasava toda a faixa de Gaza!
Agora se disser que o Hamas usa os civis como escudos humanos,e para voltar os media contra Israel,isso é outra história..[/code]
Título:
Enviado por: FoxTroop em Janeiro 10, 2009, 01:31:36 pm
Não arrasa porque sabe que tem de manter um nível de destruição, que seja tolerável pela comunidade internacional, mas que seja suficientemente alto que leve ao êxodo dos palestinos das suas terras.

Se o nível de destruição ultrapassar um determinado ponto Israel sujeita-se a deixar de ser visto como o "tadinho" e a sofrer sanções de facto. É apenas por isso que não o faz e não por motivos humanitários.
Título:
Enviado por: papatango em Janeiro 10, 2009, 09:05:00 pm
Definitivamente as questões históricas não nos levam a lado nenhum.
Há muitas variáveis neste "estória".A questão palestina passou a ser um conflito entre judeus e árabes, mas há palestinianos que não são árabes.

Isto pode parecer esquisito para muitos, mas não deixa de ser verdade.
Os árabes e os judeus vêm de lugares relativamente próximos, mas migraram para ocidente.

Quando os judeus chegaram à actual terra santa,m um dos povos que tiveram de derrotar (segundo as escrituras) foram os filisteus.

Em árabe, palestino, diz-se filisteen.
Ou seja. segundo as escrituras os palestinianos seriam os filisteus. Pelo que quando os judeus chegaram à Terra Santa já lá estavam os palestinianos.
A argumentação história acaba por isto tudo, por ser impossível de aplicar.

Todos nós concordamos que isto aparenta não ter solução.

Mas se queremos restringir-nos ao corrente conflito, então a sua origem imediata são os bombardeamentos. Mas não encontramos ninguém absolutamente limpo nisto. Um dos casos é o da margem ocidental do rio Jordão e dos colonatos judaicos que estão ali ilegalmente instalados.

Mas se alguém acredita que este conflito tem apenas origem no problema judaico, creio que estará enganado.
Se não houvesse um problema judaico, haveria sempre outro problema qualquer...

Se não houvesse Israel, os interesses da Jordânia, do Egipto e da Siria acabariam por transformar-se em conflito.

A Terra Santa, é uma plataforma de encontro entre três continentes. Ali se juntam a Europa a Ásia e a África e uma imensidão de culturas. Sempre foi uma área de grande tensão entre impérios.

Continua e provavelmente continuará a ser uma fonte de problemas. O conflito Israel-Palestina, é provavelmente apenas o formato actual de um conflito que não terá fim.
Título:
Enviado por: André em Janeiro 11, 2009, 05:11:12 pm
:arrow:  Objectivos da ofensiva estão "quase cumpridos" diz Olmert

O primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, garantiu hoje que Israel «está próximo de atingir os objectivos que fixou» para a sua ofensiva militar na Faixa de Gaza.

Atingir esses objectivos permitirá «mudar as condições de segurança no sul de Israel», alvo frequente de mísseis artesanais palestinianos, e «garantir a estabilidade e segurança da população a longo prazo», declarou Olmert na abertura do Conselho de Ministros semanal.

«Até agora, temos obtido resultados impressionantes na operação contra as organizações terroristas em Gaza», afirmou.

Nesta ofensiva, 878 palestinianos morreram e mais de 2.500 foram feridos, metade dos quais civis, segundo o responsável do serviço de urgências da Faixa de Gaza, Moawiya Hasanein.

Olmert atribuiu estes «êxitos» à «valentia, determinação e sacrifício» das tropas israelitas.

«Não devemos deitar a perder no último momento um esforço nacional sem precedentes que logrou restaurar o espírito de unidade do povo de Israel», considerou o chefe do governo israelita.

Ehud Olmert reiterou a sua recusa de cumprir a resolução 1860, aprovada esta semana pelo Conselho da Segurança das Nações Unidas, que exorta a um cessar-fogo em Gaza.

«Nenhuma resolução passada ou futura nos privará do direito básico de defender o povo de Israel. Nunca permitimos a ninguém decidir se temos o direito de atacar aqueles que lançam bombas contra as nossas escolas, e assim continuaremos a proceder no futuro», disse.

Ehud Olmert considerou que «nenhum país do mundo, incluindo os que pretendem dar lições de moral, teria demonstrado a contenção que Israel teve antes de lançar a ofensiva».

Por seu lado, o titular de Defesa israelita, Ehud Barak, defendeu que «não existe contradição» entre a actividade militar desencadeada em Gaza e a diplomática para atingir um cessar-fogo.

Lusa
Título:
Enviado por: legionario em Janeiro 11, 2009, 08:26:31 pm
Citação de: "papatango"
Definitivamente as questões históricas não nos levam a lado nenhum.
Há muitas variáveis neste "estória".A questão palestina passou a ser um conflito entre judeus e árabes, mas há palestinianos que não são árabes.

Isto pode parecer esquisito para muitos, mas não deixa de ser verdade.
Os árabes e os judeus vêm de lugares relativamente próximos, mas migraram para ocidente.

Quando os judeus chegaram à actual terra santa,m um dos povos que tiveram de derrotar (segundo as escrituras) foram os filisteus.

Em árabe, palestino, diz-se filisteen.
Ou seja. segundo as escrituras os palestinianos seriam os filisteus. Pelo que quando os judeus chegaram à Terra Santa já lá estavam os palestinianos.
A argumentação história acaba por isto tudo, por ser impossível de aplicar.

Todos nós concordamos que isto aparenta não ter solução.

Mas se queremos restringir-nos ao corrente conflito, então a sua origem imediata são os bombardeamentos. Mas não encontramos ninguém absolutamente limpo nisto. Um dos casos é o da margem ocidental do rio Jordão e dos colonatos judaicos que estão ali ilegalmente instalados.

Mas se alguém acredita que este conflito tem apenas origem no problema judaico, creio que estará enganado.
Se não houvesse um problema judaico, haveria sempre outro problema qualquer...

Se não houvesse Israel, os interesses da Jordânia, do Egipto e da Siria acabariam por transformar-se em conflito.

A Terra Santa, é uma plataforma de encontro entre três continentes. Ali se juntam a Europa a Ásia e a África e uma imensidão de culturas. Sempre foi uma área de grande tensão entre impérios.

Continua e provavelmente continuará a ser uma fonte de problemas. O conflito Israel-Palestina, é provavelmente apenas o formato actual de um conflito que não terá fim.


Concordo .
Aquela regiao so esteve tranquila durante a ocupaçao Otomana ... e antes da chegada de ingleses e franceses que dividiram entre si os ex territorios otomanos, impondo a divisao da naçao arabe na regiao.
O Médio oriente é como os Balcas : uma eterna fonte de conflitos. Se calhar temos que restaurar os impérios austriaco e  otomano para ter paz :)
Título:
Enviado por: HaDeS em Janeiro 11, 2009, 09:28:55 pm
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Israel denies banned weapons use
(http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/45365000/jpg/_45365526_1.jpg)
Human Rights Watch says pictures like this point to white phosphorus use, but Israel denies this

Medics in Gaza say latest casualties include at least 60 people affected by suspected phosphorus shells fired illegally near civilian areas.

An Israeli army spokeswoman strongly denied the report, saying all its munitions complied with the law.

An Israeli spokesman also denied Human Rights Watch allegations of multiple use of white phosphorus in the bombing.
Phosphorus shells are allowed to make smoke in battlefields. Their use where civilian may be harmed is prohibited.

Palestinian medics in Khan Younis said the Israelis fired phosphorus shells at Khouza, east of the southern city, killing a woman and causing at least 60 people to suffer gas inhalation and burns.

"These people were burned over their bodies in a way that can only be caused by white phosphorus," said Dr Yousef Abu Rish.

Human Rights Watch said its researches observed multiple shell-bursts of white phosphorus on 9 and 10 January near Gaza City and Jabaliya refugee camp.

There is no way to independently explain the contradiction between the Israeli military's denial and claims by Dr Abu Rish as well as other Palestinian doctors and HRW.

Israel has prevented international journalists from entering the Gaza Strip during its bombardment.

Horrific burns

HRW cited numerous photos and video of the Israeli bombardment appearing to show the characteristic outline of white phosphorus shells.

It acknowledged the weapons appeared to have been used legally to make smoke screens to hide troop movements, but warned of the risk to Palestinian civilians.

"White phosphorus can burn down houses and cause horrific burns when it touches the skin," said Human Rights Watch analyst Marc Garlasco.

The Israeli army said operational secrecy prevented disclosure of its weaponry, but emphasised it "only employs weapons permitted by international law".

White phosphorus sticks to human skin and will burn right through to the bone, causing death or leaving survivors with painful wounds which are slow to heal.

The international convention on the use of incendiary weapons says it should not be used where civilians are concentrated.

Controversial use

The US military in Iraq admitted using white phosphorus as a weapon in the assault on Falluja in 2004 - after initial denials, although it insisted the use was legal.

Afterwards, officials for the Organisation for the Prohibition of Chemical Weapons stressed white phosphorus use was permissible only if it was to produce smoke.

However, if its "toxic or caustic properties" are specifically intended to be used as a weapon, it would be considered a chemical rather than incendiary weapon and therefore would be banned.

The Israeli military has used phosphorus shells in the past, during its bombardment of Lebanon in 2006.

Minister Jacob Edery told the Israeli parliament after the 2006 war: "The [Israeli Defence Forces] holds phosphorus munitions in different forms... [and] made use of phosphorous shells during the war against Hezbollah in attacks against military targets in open ground."

The Israeli military was strongly criticised for some of its tactics in 2006, including the widespread use of cluster munitions in the final hours before a ceasefire came into effect.


http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/7823078.stm (http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/7823078.stm)
Título:
Enviado por: Scarto em Janeiro 11, 2009, 11:21:42 pm
Isso já foi discutido até à exaustão em outro forum.São apenas "granadas" de fumo..

http://switch3.castup.net/cunet/gm.asp?ai=386&ar=NanaTV01&dr=02:30:00%20-%202k%20-

Link em directo da Faixa de Gaza com som e imagem.Pode por vezes bloquear por uns segundos devido a sobrecarga.
Título:
Enviado por: 123go em Janeiro 12, 2009, 10:42:49 pm
Este video descreve bem a situação.

http://video.google.com/videoplay?docid ... 8578139565 (http://video.google.com/videoplay?docid=-6604775898578139565)
Título:
Enviado por: dawn_to_dusk_ em Janeiro 13, 2009, 01:45:41 am
para quem quiser abrir uma janela para a guerra:

http://switch434-01.castup.net/cunet/gm ... =CH2News_2 (http://switch434-01.castup.net/cunet/gm.asp?ai=434&ar=CH2News_2)

tem estado transmitir os foguetes
Título:
Enviado por: André em Janeiro 13, 2009, 01:18:14 pm
Chefe militar de Israel diz que «resta muito a fazer» em Gaza

O chefe do Estado-Maior para a Defesa (Jemad) em Israel, Gabi Ashkenazi, disse hoje no Comité de Defesa e Assuntos Externos do Parlamento israelita (Knesset) que «resta muito a fazer» na Faixa de Gaza.

«Os soldados estão a fazer um trabalho extraordinário, conseguimos prejudicar o Hamas e a sua infraestrutura, o seu regime e o seu braço armado, mas ainda resta muito a fazer», disse Ashkenazi, segundo a edição on-line do jornal Yedioth Ahronoth.

O Jemad afirmou que as tropas «trabalham para aprofundar o golpe à ala militar, minimizar os ataques e fortalecer a dissuasão, a fim de criar uma verdadeira situação de segurança para os residentes do sul (de Israel) que estão sob ameaça de fogo» devido aos foguetes lançados da Faixa de Gaza.

«A batalha é complexa e contínua. Continuaremos a trabalhar de acordo com o plano das forças de defesa de Israel e com as instruções de natureza política», acrescentou.

O alto comando militar negou as acusações de que o exército esteja a usar em Gaza armamento que viole o direito humanitário, e disse que as forças de Israel «só utilizam armas autorizadas pela legislação internacional».

Ashkenazi agradeceu o apoio recebido por parte dos «soldados, do (serviço de inteligência interno) Shin Bet, das forças de segurança e de resgate, das autoridades locais e dos cidadãos do Estado de Israel».

«É uma mostra de unidade verdadeiramente impressionante que contribui de verdade para a determinação dos soldados e da sua fé na justiça deste caminho», disse.

Também se referiu à situação humanitária na Faixa de Gaza, onde cerca de 920 palestinianos morreram, precisando que «foi permitido o acesso à área de centenas de camiões com ajuda humanitária e onde as linhas de energia eléctrica ainda funcionam».

Desde o início da ofensiva, a 27 de Dezembro, 10 soldados e três civis israelitas morreram em combates em Gaza ou devido ao disparo de foguetes contra o sul do Estado judeu.

Lusa
Título:
Enviado por: P44 em Janeiro 13, 2009, 01:22:00 pm
assim se vê quem realmente manda....

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Gaza

Olmert conta como pressionou Bush para os EUA se absterem no Conselho de Segurança

13.01.2009 - 09h49 Reuters

Ehud Olmert, primeiro-ministro israelita, afirmou ontem num discurso que foi um telefonema seu para George Bush que forçou a secretária de Estado, Condolezza Rice, a abster-se durante a votação de quinta-feira, no Conselho de Segurança das Nações Unidas, de uma resolução que pedia um cessar-fogo imediato para a Faixa de Gaza, deixando Rice “envergonhada”.

Olmert disse que exigiu falar com Bush apenas dez minutos antes da votação no Conselho de Segurança da resolução à qual Israel se opôs. “Quando vimos que a secretária de Estado, por razões que não percebemos, queria votar a favor da resolução... Procurei entrar em contacto com o Presidente Bush e eles disseram-me que ele estava em Filadélfia a fazer um discurso”, disse Olmert. “Disse-lhes: ‘não me interessa. Tenho de falar com ele agora’.”

O primeiro-ministro israelita caracterizou Bush como um “amigo sem paralelo” de Israel. “Eles tiraram-no do palco, levaram-no para outra sala e eu falei com ele. Disse-lhe: ‘não pode votar a favor desta resolução’. E ele respondeu-me: ‘Escute, eu não sei nada sobre isso, não o vi, não estou familiarizado com a forma como está formulado’.” Olmert contou que disse então a Bush: “‘Eu estou familiarizado com ele. Não pode votar a favor’. “Ele deu a ordem à secretária de Estado e ela não votou a favor – a resolução que ela própria concebeu, formulou, organizou e manobrou para ser aprovada. Ela ficou bastante envergonhada e absteve-se na resolução que ela própria criou.”

Dos 15 membros do Conselho de Segurança, 14 votaram a favor da resolução, com a abstenção dos Estados Unidos. No entanto, isso não foi suficiente para parar a ofensiva israelita na Faixa de Gaza nem o lançamento de rockets por parte do Hamas.

Ehud Olmert, sob investigação devido a alegados casos de corrupção, demitiu-se do cargo de primeiro-ministro no dia 21 de Setembro, mas ainda permanece em funções, liderando um Governo de transição.


http://ultimahora.publico.clix.pt/notic ... idCanal=11 (http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1355924&idCanal=11)
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Enviado por: P44 em Janeiro 13, 2009, 01:26:41 pm
Controversial Israeli weapon 3:17
CNN's Ben Wedeman reports that Israel is hesitant to answer questions about its use of white phosphorous weapons.

VIDEO CNN
 :arrow: http://edition.cnn.com/video/#/video/wo ... phorus.cnn (http://edition.cnn.com/video/#/video/world/2009/01/12/wedeman.gaza.israel.phosphorus.cnn)
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 13, 2009, 03:35:36 pm
As que têm sido mostradas são munições M825. Fazem fumo. Não são anti-pessoais mas eu não gostaria de levar com uma das granadas.

(http://img155.imageshack.us/img155/4427/610xio1.jpg)

(http://www.globalsecurity.org/military/systems/munitions/images/m825a1_usafas.jpg)

(http://www.globalsecurity.org/military/systems/munitions/images/m825a1_effects_usafas.jpg)

Citar
The M825 WP projectile is an FA-delivered 155-mm base-ejection projectile designed to produce a smoke screen on the ground for a duration of 5 to 15 minutes. It consists of two major components--the projectile carrier and the payload. The projectile carrier delivers the payload to the target. The payload consists of 116 WP-saturated felt wedges. The smoke screen is produced when a predetermined fuze action causes ejection of the payload from the projectile. After ejection, the WP-saturated felt wedges in the payload fall to the ground in an elliptical pattern. Each wedge then becomes a point or source of smoke. The M825 is ballistically similar to the M483A1 (DPICM) family of projectiles.


http://www.globalsecurity.org/military/ ... /smoke.htm (http://www.globalsecurity.org/military/systems/munitions/smoke.htm)

http://www.janes.com/extracts/extract/jah/jah_0461.html (http://www.janes.com/extracts/extract/jah/jah_0461.html)

http://www.globalsecurity.org/military/ ... s/m825.htm (http://www.globalsecurity.org/military/systems/munitions/m825.htm)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Janeiro 14, 2009, 10:04:23 am
video interessante:

http://dotsub.com/view/80f72f12-a701-45 ... 6e2d9d4808 (http://dotsub.com/view/80f72f12-a701-4520-9925-d96e2d9d4808)
Título:
Enviado por: HaDeS em Janeiro 14, 2009, 02:32:59 pm
Ha então que se explicar porque essas "bombas de fumaça" estão causando tantas queimaduras de 3º grau nos palestinos, inclusive queimaduras tão estranhas que os médicos acostumados a tratar esse tipo de ferimento se assustam ao vê-las, pois nunca tinham visto algo parecido antes.
Título:
Enviado por: JoãoPedroG em Janeiro 14, 2009, 06:57:37 pm
descobri este link http://switch3.castup.net/cunet/gm.asp? ... 0%20-%202k (http://switch3.castup.net/cunet/gm.asp?ai=386&ar=NanaTV01&dr=02:30:00%20-%202k) onde é possível ver a faixa de Gaza em directo com som. de cima de um prédio
Título:
Enviado por: JoãoPedroG em Janeiro 14, 2009, 06:58:52 pm
já assisti a uns bombardeamentos
Título:
Enviado por: Xô Valente em Janeiro 14, 2009, 07:17:51 pm
Boas!
Então é possível ver os combates daquela camera?
Digam-me a que horas são para os ver.
Obviamente que estou a brincar. Mas ao menos dá para as pessoas de todo o mundo presenciarem o que se passa por aquelas terras. O sofrimento. Uma guerra interminável.
Título:
Enviado por: Hymy em Janeiro 15, 2009, 04:02:14 pm
A mím sorprendeme a esgalha a premsa europeia e, máis geralmente, ocidental. É increível o posicionamento partidista tão evidente que fazem,  sempre a mostrar o ponto de vista de uma das dúas partes sem disfarçar a sua intenção. Quando ja é um conflito complicado de entender, os medios de comunicação o dificultan ainda máis.
Título:
Enviado por: legionario em Janeiro 15, 2009, 04:30:36 pm
Nao é nada complicado : sao os judeus contra os arabes , isto a mim parece-me a rotina :)  Até temos camaras e tudo para ver o espectaculo na primeira fila
Título:
Enviado por: Hymy em Janeiro 15, 2009, 06:56:53 pm
Sim, grosso modo, é um conflito entre judeus contra árabes, no entanto as excessivas simplificações e o discurso tendencioso, impedem uma boa compressão. Formar uma opinião sem cair num maniqueismo extremo pode ser dificultoso.

É por isso que os meios de comunicação ocidentais tenhem uma actitude tão criticável. A missão dos meios é informar dos feitos da maneira máis imparcial posível e isso é uma coisa que não estão a fazer.
Título:
Enviado por: André em Janeiro 15, 2009, 07:52:19 pm
:arrow:  http://videos.sapo.pt/DaY5SwrPHhZZaQzvu7uZ (http://videos.sapo.pt/DaY5SwrPHhZZaQzvu7uZ)
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 16, 2009, 04:07:24 pm
Citação de: "HaDeS"
Ha então que se explicar porque essas "bombas de fumaça" estão causando tantas queimaduras de 3º grau nos palestinos, inclusive queimaduras tão estranhas que os médicos acostumados a tratar esse tipo de ferimento se assustam ao vê-las, pois nunca tinham visto algo parecido antes.


Os médicos dos hospitais do Hamas?
Título:
Enviado por: P44 em Janeiro 17, 2009, 11:05:16 am
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Publicação: 17-01-2009 09:24    |   Última actualização: 17-01-2009 09:54  
Bombardeamento israelita na Faixa de Gaza



Dois mortos em escola palestiniana gerida pela ONU


Uma mulher e uma criança foram mortas hoje no bombardeamento israelita a uma escola gerida pelas Nações Unidas em Beit Lahiya, no norte da Faixa de Gaza, onde civis que fogem dos combates encontraram refúgio, revelaram fontes médicas e testemunhas.

   Onze pessoas ficaram feridas no bombardeamento que provocou um incêndio, indicaram as mesmas fontes.

Intensos combates desenrolaram-se em redor da escola onde o exército israelita, com recurso a tanques, enfrentou activistas palestinos, referiram as fontes.

Nenhuma informação foi disponibilizada de imediato pelo exército israelita.

Para além disso, uma menina de dois anos foi morta por uma granada israelita em Beit Hanoun, no norte da Faixa de Gaza, e três palestinianos foram mortos por uma granada de tanque em Karama, também no norte do território, segundo fontes médicas palestinas.

É a quarta vez que uma escola gerida pela agência da ONU para a ajuda aos refugiados palestinos (UNRWA) em Gaza é atingida por um bombardeamento israelita desde o início da ofensiva de Israel contra o território palestiniano a 27 de Dezembro passado.

A 6 de Janeiro, 43 pessoas foram mortas e mais de 100 ficaram feridas por uma introdução por um ataque israelita no perímetro de uma escola gerida pela ONU no norte da Faixa de Gaza, segundo fontes palestinas.

Israel afirmou que as suas forças responderam a tiros de morteiro provenientes da escola, antes de retirar as suas declarações após um firme desmentido da ONU.

http://sic.aeiou.pt/online/noticias/mun ... la+ONU.htm (http://sic.aeiou.pt/online/noticias/mundo/Dois+mortos+em+escola+palestiniana+gerida+pela+ONU.htm)

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Today’s Israel is yesterday’s Nazi Germany

January 6, 2009 · 1 Comment

Israel’s overwhelming firepower from tanks, artillery and aircraft are killing women and children indiscriminately.  

Gaza Medics say 660 Palestinians, including 215 children and 98 women, have been killed in the Israeli onslaught on the Gaza Strip. More than 2000 have been wounded.

Today, at least 40 people have been killed in a new Israeli attack on a school run by the UN agency for Palestinian refugees in the Gaza Strip.

Basically, for every Israeli that the Palestinian’s kill,  Israel kills 200 Palestinians.

Isn’t that what the Nazi’s did during the Jewish uprisings in occupied Europe during WWII?

I call that the ultimate in irony.

Now, the Israelis can join the Nazis in hell.  However, since they are god’s chosen people, maybe they will get a better table.

CJR


http://realwords.wordpress.com/2009/01/ ... i-germany/ (http://realwords.wordpress.com/2009/01/06/todays-israel-is-yesterdays-nazi-germany/)
Título:
Enviado por: FoxTroop em Janeiro 17, 2009, 12:25:25 pm
:lol:  :lol:  :lol:
Título:
Enviado por: pmdavila em Janeiro 17, 2009, 02:48:30 pm
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Portugal impede sobrevoos de aviões para Israel

Portugal deu instruções para a não autorização de sobrevoos ou aterragens em aeroportos portugueses de aeronaves que transportem material contencioso para Israel enquanto se mantiver a operação militar em Gaza, segundo fontes do Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Contactada hoje pela Agência Lusa, a porta-voz do MNE confirmou a informação, mas escusou-se a fazer comentários.

Segundo as fontes, a medida vem na sequência dos três apelos para um cessar-fogo na Faixa de Gaza feitos pelo ministro dos Negócios Estrangeiros português, Luís Amado, nas últimas três semanas e insere-se nos esforços internacionais para permitir um cessar-fogo duradouro entre Israel e o Hamas.

Esta informação surge também um dia depois da assinatura de um acordo bilateral entre as chefes das diplomacias de Israel e dos Estados Unidos, Tzipi Livni e Condoleezza Rice, destinado a dar garantias a Israel do não rearmamento do Hamas, movimento radical que controla a Faixa de Gaza desde Junho de 2007.

Apesar das múltiplas iniciativas da comunidade internacional, designadamente da União Europeia e das Nações Unidas, para a obtenção de um cessar-fogo em Gaza, a operação militar israelita lançada a 27 de Dezembro mantém-se e nos últimos dias intensificou-se.

O mais recente balanço de vítimas da ofensiva israelita regista 1.160 mortos e cerca de cinco milhares de feridos, entre os quais 370 crianças e 85 mulheres.

Na madrugada de hoje, uma mulher e uma criança foram mortas num bombardeamento israelita a uma escola gerida pelas Nações Unidas em Beit Lahiya, no norte da Faixa de Gaza, onde civis que fogem dos combates encontraram refúgio, segundo fontes médicas e testemunhas.

Fontes israelitas indicaram a possibilidade de Israel decretar hoje um cessar-fogo unilateral, mas o representante do Hamas em Beirute, Osama Abu Hamdan, advertiu que os confrontos «continuarão» mesmo que isso aconteça.

«Este (eventual) cessar-fogo unilateral não prevê a retirada do Exército israelita, que enquanto permanecer em Gaza enfrentará resistência e a confrontação», disse Hamdan.

Diário Digital / Lusa


Fonte (http://http)


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Embaixada de Israel não comenta decisão de Portugal

A embaixada de Israel em Lisboa «não tem comentários a fazer» à decisão de Portugal de recusar a passagem pelo espaço aéreo do país de material contencioso para o Estado hebreu enquanto se mantiver a operação militar em Gaza
 

«É uma decisão do Governo português», declarou Amir Sagie, encarregado de negócios da embaixada de Israel em Lisboa, à agência Lusa, adiantando que a representanção diplomática «não tem comentários a fazer».

Portugal deu instruções para a não autorização de sobrevoos ou aterragens em aeroportos portugueses de aeronaves que transportem material contencioso para Israel enquanto se mantiver a operação militar em Gaza, segundo fontes do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Segundo as fontes, a medida vem na sequência dos três apelos para um cessar-fogo na Faixa de Gaza feitos pelo ministro dos Negócios Estrangeiros português, Luís Amado, nas últimas três semanas e insere-se nos esforços internacionais para permitir um cessar-fogo duradouro entre Israel e o Hamas.

O mais recente balanço de vítimas da ofensiva israelita lançada a 27 de Dezembro regista 1.160 mortos e cerca de cinco milhares de feridos, entre os quais 370 crianças e 85 mulheres.

Lusa / SOL



Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Janeiro 17, 2009, 02:55:21 pm
pergunto-me a mim mesmo se essa situação vai se manter durante muito tempo, pois não sei se Portugal vai ter a coragem de dizer as américas Não quando eles começarem a pressionar
Título:
Enviado por: Scarto em Janeiro 17, 2009, 08:51:52 pm
Será que isto é apenas para ingles ver?Esta medida diz respeito às Lajes tambem,ou sendo "base americana" não inclui?

P.S-Não é Portugal que tem alguma cooperação a nivel militar com os israelitas?(Pandur,F16?)
Título:
Enviado por: typhonman em Janeiro 17, 2009, 09:36:15 pm
Acho péssima decisao para as relacoes bilaterais...

Temos software israelita nos nossos F-16/MLU.
Título:
Enviado por: André em Janeiro 17, 2009, 10:46:30 pm
Não se preocupem caros foristas ...  :arrow:  Israel anuncia cessar-fogo unilateral na Faixa de Gaza

O primeiro-ministro israelita Ehud Olmert anunciou este sábado que os objectivos da ofensiva militar contra o Hamas foram cumpridos e que as operações em Gaza cessam às 0h de Lisboa (2h da manhã em Telavive)

Vinte e dois dias após o início da ofensiva contra o Hamas em Gaza, Ehud Olmert declarou que o movimento islamita radical «foi gravemente atingido» e que «não será capaz de agredir Israel durante muito tempo».

«Quero dizer ao povo de Gaza que Israel não é vosso inimigo. O Hamas é o vosso verdadeiro inimigo. O Hamas é o nosso inimigo», declarou, acusando o movimento de ser como «um agente do Irão» e de «tornar sua refém metade da população palestiniana».

«Israel não vos odeia», disse Olmert aos palestinianos. «Apenas quisemos proteger as nossas crianças, e nunca magoar as crianças de Gaza».

O líder israelita afirmou ainda que «a paz com os vizinhos árabes é o principal objectivo do Governo» e reafirmou o compromisso para um acordo de paz e para a criação de uma solução de «dois estados» no Médio Oriente.

Olmert agradeceu «ao presidente egípcio Hosni Mubarak, pela sua liderança», bem como «ao presidente norte-americano George W. Bush e à secretária de Estado Condoleezza Rice» por terem «criado o ambiente necessário ao fim das hostilidades ao mesmo tempo que compreenderam o direito de defesa de Israel».

O chefe do Executivo israelita citou ainda o contributo fulcral da assinatura de um acordo de luta contra o tráfico de armas para Gaza, conseguido por egípcios e norte-americanos, e apoiado pela Europa - Gordon Brown já se disponibilizou para enviar forças navais para a zona, para apoiar a operação.

Foram também feitos agradecimentos a vários líderes europeus como Sarkozy, Brown, Angela Merkel e à presidência checa da União Europeia, bem como ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, que apelou este sábado a que o cessar-fogo seja acompanhado pela retirada das tropas israelitas.

Vitória da diplomacia

Fundamental para esta decisão foi o acordo firmado entre Israel, Egipto e Estados Unidos para a luta contra o tráfico de armas para Gaza, visto como a principal ameaça para o estado judaico.

Os contornos finais do plano ainda não são conhecidos, com algumas fontes diplomáticas a afirmarem que são necessárias mais negociações.

Domingo, no Egipto, reúnem-se Ehud Olmert, Mahmoud Abbas, Hosni Mubarak, Gordon Brown e outros líderes para acertar os pormenores do 'pós-guerra'.

Mais de um milhar de mortos

O acordo pode significar o fim de uma ofensiva de 22 dias que matou mais de 1.200 palestinianos e agravou profundamente a crise humanitária de Gaza, território árabe controlado pelo Hamas. Treze israelitas morreram desde o início do conflito.

Só na noite de sexta para sábado, registaram-se 50 ataques contra Gaza. Há várias vítimas civis, incluindo três crianças e vários familiares de um reputado médico palestiniano, militante pela paz, que estava a ser entrevistado pela televisão no exacto momento do bombardeamento. Foram também disparados vários 'rockets' do Hamas contra cidades israeltias como Beer Sheva.

Israel arrisca-se mesmo a enfrentar acusações de crimes de guerra em instâncias penais internacionais, por iniciativa de várias organizações humanitárias e da agência local das Nações Unidas.

Mais desenvolvimentos em breve.

SOL
Título:
Enviado por: HaDeS em Janeiro 19, 2009, 03:13:26 am
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Ha então que se explicar porque essas "bombas de fumaça" estão causando tantas queimaduras de 3º grau nos palestinos, inclusive queimaduras tão estranhas que os médicos acostumados a tratar esse tipo de ferimento se assustam ao vê-las, pois nunca tinham visto algo parecido antes.


Os médicos dos hospitais do Hamas?

Ah claro, confiavel é o New York Times
Título:
Enviado por: Scarto em Janeiro 19, 2009, 11:33:15 pm
De confiança é alguem que tente se manter neutro.E dúvido muito que seja um médico de um hospital ligado ao Hamas,que vá fazer isso..
Título:
Enviado por: HaDeS em Janeiro 19, 2009, 11:47:13 pm
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AI encontra provas de que Israel usou fósforo branco em Gaza

Londres, 19 jan (EFE).- Uma delegação da Anistia Internacional (AI) encontrou provas que demonstram o uso "indiscriminado" de fósforo branco por parte do Exército israelense em Gaza, o que qualificou de "crime de guerra".

A AI, que enviou uma delegação ao território palestino com o objetivo de obter provas do uso dessa substância, informou hoje em comunicado que o fósforo branco é "altamente incendiário" e "explode ao contato com o ar".

Um membro dessa delegação, Christopher Cobb-Smith, explicou que essa substância é usada para "levantar uma cortina de fumaça a fim de ocultar o movimento de tropas no campo de batalha", mas tem um efeito "expansivo" e "nunca deveria ser usada em áreas civis".

Segundo a AI, cada projétil de artilharia de 155 mm dotado de 116 cunhas impregnadas de fósforo branco que explode ao contato com o oxigênio pode se espalhar, dependendo da altura e das condições do vento, por uma área do tamanho de um campo de futebol.

As provas encontradas pela organização incluem cunhas e restos de projéteis espalhados por prédios residenciais, muitos dos quais foram incendiados no domingo.

A AI afirma que um dos lugares mais afetados pelo uso da substância foi a escola que as Nações Unidas mantinham aberta em Gaza e que foi atingida por três projéteis que continham fósforo branco em 15 de janeiro.

Estes projéteis explodiram perto de alguns caminhões carregados de combustível e causaram um grande incêndio que destruiu toneladas de ajuda humanitária, afirmou a organização.

No mesmo dia, outro projétil com fósforo branco atingiu um hospital de Gaza e causou um segundo incêndio que obrigou à evacuação dos pacientes.

"Esta arma foi usada em bairros residenciais densamente povoados de forma indiscriminada", criticou, por sua parte, Donatella Rovera, representante da AI em Israel e nos territórios palestinos ocupados. EFE

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,M ... +GAZA.html (http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL962472-5602,00-AI+ENCONTRA+PROVAS+DE+QUE+ISRAEL+USOU+FOSFORO+BRANCO+EM+GAZA.html)[/b]
Título:
Enviado por: André em Janeiro 21, 2009, 01:01:31 pm
:arrow:  Israel investiga uso ilegal de fósforo branco em Gaza

O Exército de Israel iniciou uma investigação interna para determinar se os seus soldados dispararam armas com fósforo branco em zonas habitadas durante a ofensiva na Faixa de Gaza, o que representaria o uso ilegal desta substância química, informa o jornal Haaretz.

O jornal indica que a investigação está centrada em 20 obuses usados em Beit Lahiya, norte da Faixa, que teriam sido disparados por uma brigada de paraquedistas da reserva.

O coronel da reserva Shai Alkalai coordena a investigação, segundo o jornal, enquanto um porta-voz do Exército declarou que não existe nenhuma «investigação oficial».

O direito internacional não proíbe totalmente o uso de fósforo branco, mas veta a substância contra zonas habitadas por civis.

A Amnistia Internacional (AI) afirma que Israel pode ter cometido crimes de guerra, ao indicar que o uso da substância química em zonas civis era «claro e inegável». Fontes médicas de Gaza informaram que dezenas de pessoas estavam a ser tratadas por queimaduras provocadas por fósforo branco durante a ofensiva de 22 dias de Israel contra o grupo radical Hamas, que matou mais de 1.300 palestinos, mais da metade civis.

Israel insiste que todas as armas utilizadas na campanha são autorizadas pelo direito internacional.

O fósforo branco é um agente químico tóxico e a exposição a esta substância pode ser fatal. Pode provocar graves queimaduras e danificar o fígado, o coração e os rins.

Dispersado com fogo de artilharia, a substância arde em contacto com o oxigénio, criando uma cortina de fumo para que as tropas possam movimentar-se sem ser percebidas.

Lusa
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 12, 2009, 03:45:44 pm
Hamas domina a Faixa de Gaza

Hamas domina a Faixa de Gaza

A recente guerra não alterou a determinação de criar um Estado pan-islâmico.

Video: http://sic.aeiou.pt/online/video/inform ... degaza.htm (http://sic.aeiou.pt/online/video/informacao/Reportagem+Especial/2009/2/hamasdominaafaixadegaza.htm)



Para quem quer compreender melhor o hamas e o que está a acontecer no Médio Oriente, esta reportagem é uma excelente forma de conhecer alguns detalhes sobre esta organização.
Título:
Enviado por: P44 em Fevereiro 14, 2009, 11:29:18 am
Fala da criação do Hamas por Israel, ou esse "pormenor" foi deixado de lado????
Título:
Enviado por: André em Abril 27, 2009, 01:53:36 am
Destruído navio iraniano que levava armas para Gaza

Um cargueiro iraniano que supostamente transportava armamento para Gaza foi afundado esta semana ao largo do Sudão, revelou domingo o jornal egípcio El-Aosboa. A acção terá sido levada a cabo pela aviação israelita ou pelas forças norte-americanas.

A informação é revelada este domingo pelo jornal egípcio El-Aosboa, que cita fontes anónimas em Cartum, a capital do Sudão. Algures esta semana, um navio de carga que supostamente transportava armamento para os movimentos extremistas de Gaza foi destruído ao largo do país africano.

Tanto a aviação israelita como a norte-americana são suspeitas de terem realizado o ataque, mas nem Telavive nem Washington comentaram a notícia. Da parte de Teerão e de Cartum também não há reacção.

Será a segunda vez este ano que um carregamento de armas é interceptado no Sudão. Segundo o New York Times, que citava em Março fontes do Pentágono, as forças israelitas bombardearam em Janeiro uma coluna de veículos que transportava material bélico iraniano. O destino seria Gaza.

Já em Fevereiro, foi o Chipre que reteve um navio iraniano que transportava morteiros e armas anti-tanque para a Síria, a pedido dos EUA e de Israel.

SOL
Título:
Enviado por: Captain Lunatic em Maio 25, 2009, 03:28:54 am
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: HSMW em Julho 11, 2014, 09:16:07 pm

(http://abload.de/img/4895zji.jpg)
(http://abload.de/img/55yersf.jpg)
(http://abload.de/img/56mhrmz.jpg)
(http://abload.de/img/idf475eseq.jpg)
(http://i.imgur.com/VUU8ivA.jpg)


Masi uma vez...  :roll:
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: mafarrico em Julho 12, 2014, 01:40:58 pm
escreveu-se no Haaretz

Mossad chief's chillingly prescient kidnap prophecy

Ten days ago, Tamir Pardo outlined a scenario that was spookily similar to the kidnapping of three teens missing in the West Bank since Thursday.

By Barak Ravid   
Published 06:08 15.06.14

Ten days ago, at a security cabinet meeting, Mossad Chief Tamir Pardo outlined a scenario spookily similar to the kidnapping of the three Israeli teens missing since Thursday night.

The meeting dealt with the report of the Shamgar Committee on prisoner exchanges and on the Habayit Hayehudi bill that prohibits granting pardons to terrorists.

Pardo, along with other defense establishment officials present, tried to convince the ministers not to advance the bill. He was against it because it would limit the government's room for maneuver in future abduction cases, would keep its hands tied, and prevent it from considering other solutions for dealing with a potential crisis.

Pardo gave as an example the kidnapping of the 200 schoolgirls in Nigeria by the militant group Boko Haram. He addressed Economy Minister Nafatali Bennett, whose party promoted  the bill, and used it to draw a comparison of something that could happen in Israel in the future.

"What will you do if in a week three 14-year-old girls will be kidnapped from one of the settlements?,"  he asked. "Will you say there is a law, and we don't release terrorists?"

Pardo did not convince the ministers, however. At the cabinet meeting three days later, the appeal of Science and Technology Minister Jacob Perry was rejected and the bill passed to a Knesset vote.  By Wednesday, the bill passed its preliminary reading in the Knesset.

e no mondoweiss

http://mondoweiss.net/2014/07/israels-m ... nians.html (http://mondoweiss.net/2014/07/israels-message-palestinians.html)

Israel’s message to the Palestinians: Submit, leave or die

Jeff Halper on July 11, 2014

The Kerry initiative may have ended with a whimper instead of a bang, but its impact on the Israeli-Palestinian conflict was significant and fundamental nonetheless. The end of the political process, futile as it may have been, triggered the collapse of the status quo as we have known it for the past 47 years. It set in motion a series of events that will confront us with two stark alternatives regarding Israel and Palestine: either the permanent warehousing of an entire population or the emergence of a single democratic state.

Both the blatantly disproportionate response to the kidnapping and killing of the three Israeli boys and, as I write, the all-out air strikes on Gaza, have been cast by Israel as military operations: Operations Brothers’ Keeper and Operation Protective Edge. Neither had anything to do with the operations’ purported triggers, the search for the boys or rocket fire from Gaza. Palestinian cities supposedly enjoying extra-territorial status were invaded in Operation Brothers’ Keeper, more than 2000 homes were ransacked, some 700 people arrested. Who knows as yet the devastation wrought on Gaza – 100 dead in more than 1,100 air attacks so far, mostly civilians according to reports; deafening around-the-clock bombing of communities by American-supplied F-15 and artillery from the ground and sea that amounts to collective torture; Israel’s Foreign Minister calling for cutting off all electricity and water amidst threats to completely obliterate Gaza’s infrastructure; and the prospect of almost two million people being permanently imprisoned, reduced to bare existence just this side of starvation.

What is clear is that the military operations had a purpose of their own, that they would have been launched regardless, that they were merely waiting on a pretext. They had to come because the vacuum left by Kerry had to be filled. “Closure” was necessary – and it was clear that the Palestinian Authority, which had several months to take an initiative that would have bolstered the Palestinians’ position, would not do so, even though Martin Indyk, the American’s chief negotiator and former AIPAC leader, placed the blame squarely on Israel for talks’ failure.

In fact, the end of the Kerry initiative marked the culmination of a decades-old campaign, systematic and deliberate, of eliminating the two-state solution. From the start, in 1967, successive Israeli governments officially denied that there even was an occupation, claiming that since the Palestinians had never had a state of their own they had no national claim to the land. The Labor Party denied the very applicability of the Fourth Geneva Convention that protects civilian populations finding themselves under hostile rule with no means of self-defense – and which had been formulated specifically with the intent of providing the protection denied to Jews during the Holocaust. It therefore embarked on a project of establishing settlements, now numbering some 200, in clear violation of international law that prohibits an Occupying Power from moving its civilian population into an occupied territory.

Indeed, Labor (the “Zionist left”) bears more responsibility for eliminating the two-state solution than does the Likud of Begin, Sharon and Netanyahu. It was Labor who ruled during almost all seven years of the Oslo peace process, and it was Labor that chose to double Israel’s settler population during that period. Labor fragmented the Palestinian territories into tiny and impoverished enclaves, Labor imposed the economic closure and impediments to Palestinian movement these last 21 years, and Labor – not Likud, which actually opposed the project – initiated the construction of the Separation Barrier, the Apartheid Wall.

The Likud, of course, was a willing partner, as were all the secular and religious parties from the center to the extreme right, but it has fallen to Netanyahu to kill the two-state solution for once and for all. The first step was to decisively end Kerry’s initiative and any that might follow it. This Netanyahu did by raising his demands to intolerable levels. He declared that the Palestinians must relinquish their own national narrative and civil rights by recognizing Israel as a Jewish state, and he held to the position that Israel would retain permanently East Jerusalem, the Jordan Valley and Israel’s main settlement blocs (about a third of the West Bank), as well as the water and natural gas resources, the country’s electro-magnetic sphere (communications) and all of its airspace.

He left the Palestinians with less than a Bantustan, non-viable and non-sovereign, a prison comprised of the 70 islands of Areas A and B of the West Bank, ghettos in “east” Jerusalem, tightly contained enclaves within Israel, and he cage which is Gaza – half the population of the land between the Mediterranean and the Jordan River confined to dozens of islands on 15% of historic Palestine.

Operations Brothers’ Keeper and Protective Edge represent the imposition of a regime of warehousing, of outright imprisonment of an entire people. The seemingly blind and atavistic destruction and hatred unleashed on the Palestinians over the past few weeks is not merely yet another “round of violence” in an interminable struggle. It is the declaration of a new political reality. The message is clear, unilateral and final: This country has been Judaized: it is now the Land of Israel in the process of being incorporated into the state of Israel. You Arabs (or “Palestinians” as you call yourselves) are not a people and have no national rights, certainly to our exclusively Jewish country. You are not a “side” to a “conflict.” Once and for all we must disabuse you of the notion that we are actually negotiating with you. We never have and never will. You are nothing but inmates in prison cells, and we hereby declare through our military and political actions that you have three options before you: You can submit as inmates are required to you, in which case we will allow you to remain in your enclave-cells. You can leave, as hundreds of thousands have done before you. Or, if you choose to resist, you will die.  

Warehousing is worse than apartheid. It does not even pretend to find a political framework for “separate development,” it simply jails the oppressed and robs them of all their collective and individual rights. It is the ultimate form of oppression before actual genocide, and in that it robs a people of its identity, its land, its culture and the ability to reproduce itself, it is a form of cultural genocide that can lead to worse. This is what Israel has left the Palestinians, this is the meaning of the bombing of Gaza, the terrorizing of the West Bank – and the ongoing destruction of Bedouin and Palestinian homes within Israel.

Assuming that apartheid and warehousing are absolutely unacceptable “solutions” and, indeed, are ultimately unsustainable, generating even more violence and conflict in the volatile Middle East, Israel has in fact left us with only one workable, just and lasting way out: a single democratic state in Palestine/Israel that guarantees the individual and collective rights of all its citizens. This is what we must struggle for. Israel’s military operations mark the beginning of the collapse of the Occupation. It is incumbent on Palestinian civil society, joining with their partners on the critical Israeli left, to urgently formulate how that state would look and, ensuring everyone in that land a part in its future, to begin the struggle to achieve it. Despite the suffering of the moment, public opinion the world over support us. Only our effective mobilization will defeat warehousing.

falou-se na RT

Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: HSMW em Julho 13, 2014, 01:33:46 pm
Hamas
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: HSMW em Julho 14, 2014, 08:01:33 pm
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 16, 2014, 02:31:20 pm
:arrow: http://foxtrotalpha.jalopnik.com/israel ... 1604230044 (http://foxtrotalpha.jalopnik.com/israels-controversial-roof-knocking-tactic-caught-on-vi-1604230044)
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 17, 2014, 02:43:39 pm
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: Lusitano89 em Julho 17, 2014, 09:30:59 pm
Israel anuncia ofensiva terrestre sobre Gaza


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou esta quinta-feira que deu instruções ao exército para realizar uma manobra ofensiva sobre Gaza, por terra, confirmou hoje uma fonte do gabinete do PM israelita. «O primeiro-ministro e o ministro da defesa deram instruções para iniciar a operação terrestre esta noite, no sentido de atingir os túneis de terror [que vão] desde Gaza a Israel», refere o comunicado, citado pela Reuters.

De acordo com um comunicado das forças armadas de Israel, a operação vai incluir «infantaria, corpos armados, unidades de engenheiros, artilharia e serviços secretos, combinados com suporte aéreo e naval».Testemunhas e residentes de Gaza reportaram «ataques de artilharia pesada, bombardeamentos navais e fogo de helicóptero» ao longo da fronteira.

Militantes israelitas e palestinianos têm travado há vários dias uma guerra violenta na fronteira daquela faixa densamente povoada. Enquanto Israel fala «mais de 1.300 rockets disparados a partir de Gaza, as autoridades de Saúde na Palestina chamam a atenção para os «233 mortos» na sequência de ataques aéreos e navais.

Um civil israelita morreu atingido por fogo palestiniano, refere a agência de notícias.

Antes do pôr-do-sol esta quinta-feira, cerca de uma dúzia de Palestinianos entraram num dos túneis e emergiram numa localidade israelita. Pelo menos um morreu quando uma aeronave bombardeou o grupo, referiram os militares.

Lusa
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: mafarrico em Julho 21, 2014, 10:41:07 pm
http://aohr.org.uk/index.php/en/all-rel ... srael.html (http://aohr.org.uk/index.php/en/all-releases-2/1326-400-british-arms-export-licences-to-israel.html)

400 british arms export licences to israel

Created on Monday, 21 July 2014 02:37

17 British companies sell spare parts
and military technology to the Israeli army

Britain profiting from Israeli massacres

As Israeli intensifies its assault on the Gaza Strip, the annual Farnborough International Air Show was inaugurated on the 14th of July 2014 with the participation of Israel which is represented by Elbit Systems, Rafael and the Israeli Aerospace Industries (IAI), companies which manufacture weapons that kill Palestinians. Meanwhile Arab delegations attended the event to procure the most weaponry. The Air Show concluded on the 20th of July 2014.

The CEO of IAI, Yossi Weiss,announced during the Air Show that his company was working round the clock to meet Israel’s security needs. IAI manufactured a radar for Operation Protective Edge and will manufacture 811 pairs of wings for the US F35 fighter jets according to a contract signed with Lockheed Martin which supplies Israel with F16 fighters.


The Israeli company Rafael announced it was conducting negotiations with the British ministry of defence to supply its fighter jets with new targeting pod systems. Rafael had recently signed a 15-year contract with the British ministry of defence to supply it with Litening Targeting Pods.

These shows provide Israel with a golden opportunity to strike deals to sell weapons it had developed and tested on Palestinians, especially during offensives on the Gaza Strip. These contracts, worth billions, demonstrate that countries which purchase weapons from Israel choose to ignore the crimes committed by Israel against the Palestinians.

A British arms export controls parliamentary committee's annual report published in 2013 revealed that more than 3,000 current export licenses for arms and military equipment worth more than £12bn were  approved for 27 countries classified by the Foreign Office as "of concern" because of their poor human rights record but that no measures have been taken to rescind these contracts .

According to the report, Israel received the bulk of this equipment, valued at nearly £8bn in the form of 400 export licenses. Weapons include components for body armour, parts for "all-wheel drive vehicles with ballistic protection", assault rifles, pistols, military support vehicles, crowd-control ammunition, a spare parts for tanks, and F16 and Apache fighter jets, and combat drones.

In 2005, the British ministry of defense granted U-TacS, a Leicester-based company, a license to manufacture Wachkeeper (WK450) combat drones. U-TacS’s parent companies are Elbit Systems Ltd, an Israeli company, and Thales UK Ltd.  The value of the contract was one billion pounds.  In 2010, the ministry of defense signed with Elbit Systems Ltd. a contract worth 70 million pounds for maintenance services, training and logistical support. Britain had signed a contract to rent Hermes and Heron combat drones for use in Afghanistan.

On the 21st of April 2009, the then secretary of state David Miliband admitted in an official statement that the equipment Israel used in attacking Gaza during Operation Cast Lead 200-2009 “almost certainty’ had components manufactured in UK. He added that equipment used in the attack on Gaza contained British-supplied components included in cockpit displays in US F-16 combat aircraft sold to Israel, and components for the fire control and radar systems, navigation equipment and engine assemblies for US Apache .

He also admitted that the equipment also included armored personnel carriers adapted from Centurion tanks sold to Israel in the late 1950s and components for the 76mm guns and radar in Israeli Sa'ar-class corvettes which took part in the operation in addition to supplying Israeli reconnaissance satellites used in preparing for the attack with British components.

None of the abovementioned contracts has been suspended even following Operation Cast Lead and Operation Pillar of Cloud on Gaza and the current operation, nicknamed Protective Edge, thus confirming that the British government is in stark violation of the rules that govern arms sales to countries which breach human rights.

It ought to be mentioned that 17 companies with headquarters or branches in the UK provide Israel with spare parts for F16 and Apache fighter jets, tanks, naval ships, and other military and security equipment.

F16 and naval ships with components manufactured in the UK have so far killed 223 Palestinians during the most recent offensive on Gaza, 46 of them children, 26 women and 14 elderly people. The rest were innocent civilian men. The random attacks have also injured 1887 Palestinians, many of them remain in critical condition, in addition to destroying 1800 homes and 89 public buildings.

Arab Organization for Human Rights in the UK (AOHR UK) calls upon the British government to take a legal and moral stand vis-à-vis the Israeli crimes against innocent civilians in Gaza by suspending all military contracts with the Israeli government.

AOHR UK considers the British government’s decision to continue to supply Israel with military technology which is then used to murder innocent civilians a breach of all human rights laws and could mean that  British officials are complicit in the crimes against humanity committed by Israel.

AOHR UK also urges EU countries to suspend all military deals with Israel especially Israel’s participation in the Horizon 2020 military and security research programme sponsored by the EU at a cost of 80 billion Euros.


Arab Organisation for Human Rights in UK (AOHR UK)
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: Edu em Julho 22, 2014, 01:00:05 pm
https://www.youtube.com/watch?v=GCcV7AtYgwo#t=13

A educação pode ser a base do bem, pode também ser a base do mal.

A educação em Israel está cada vez mais parecida com a educação dada na Alemanha Nazi.
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: Lusitano89 em Julho 23, 2014, 02:07:52 pm
Nações Unidas admitem que Israel pode estar a cometer crimes de guerra


Israel pode estar a violar a lei internacional na Faixa de Gaza, alerta a alta comissária da Comissão das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, na reunião de emergência desta comissão agendada para esta quarta-feira, a pedido dos palestinianos, do Egipto e do Paquistão.

A destruição de casas e hospitais e a morte de civis e crianças “são apenas alguns exemplos onde parece existir uma forte possibilidade de o Direito Internacional Humanitário estar a ser violado e estarem a ser cometidos crimes de guerra”, disse Navi Pillay.

A alta comissária condenou também o disparo indiscriminado de “rockets” e morteiros por parte do Hamas, que põem em risco a vida de civis em Israel. "Todos estes incidentes têm de ser devidamente investigados de forma independente”, acrescentou.

“Os residentes de Gaza não são nossos inimigos. Israel está plenamente comprometido com a lei internacional”, disse o embaixador israelita, Eviatar Manor, durante o debate, reforçando que a intenção israelita é destruir as infra-estruturas militares do Hamas. Eviatar Manor disse ainda que os israelitas têm o direito de se defender e acusou o Hamas de estar a cometer crimes de guerra.

Esforços diplomáticos e ofensiva continuam

No terreno, a ofensiva terrestre entrou no 16º dia. Esta quarta-feira já há registo da morte de cinco palestinianos, entre os quais duas crianças.

No plano diplomáticos, depois de se encontrar com autoridades israelitas em Tel Aviv, o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, chegou a Jerusalém para um encontro com o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.

O objectivo destas reuniões é discutir um eventual cessar-fogo em Gaza. “Estamos a fazer progressos mas ainda há trabalho por fazer”, disse John Kerry à chegada.

Renascença
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: Lusitano89 em Julho 28, 2014, 01:03:10 pm
A terceira invasão de Gaza, em cinco anos
Alexandre Reis Rodrigues

(http://www.jornaldefesa.pt/1/images/280_0_3494873_67033.jpg)

A operação que Israel tem em curso na Faixa de Gaza (Operation Protective Edge) é a terceira com a mesma natureza e finalidade nos últimos cinco anos. Deveriam ter permitido eliminar a capacidade de o Hamas atingir o território israelita com rockets ou dissuadi-lo de continuar a ameaçar a segurança de Israel. No entanto, não têm conseguido mais do que reduzir temporariamente o nível dessa ameaça, numa espécie de ciclo de “altos e baixos” em que os baixos, afinal, são os períodos em que o Hamas repõe o seu arsenal, com a ajuda dos seus aliados tradicionais, o Irão e a Síria.

O gráfico acima torna bem patente essa situação, ao mostrar dois picos de ameaça, em 2008 e 2012, anos de intervenção militar israelita (Operations Cast Lead e Pillar of Defense, respetivamente) e os períodos intermédios de relativa acalmia. O ano de 2014 constituirá um novo pico, com o número de ataques a aproximarem-se rapidamente, com o decurso da atual operação, dos níveis máximos atingidos anteriormente e a acentuarem a tendência, que vem de trás, de crescimento do alcance e maior sofisticação dos rockets. Nos primeiros seis dias da operação Cast Lead, o Hamas disparou 800 rockets, mais do que tinha disparado nos primeiros 21 dias da operação anterior (2008). Nos primeiros seis dias da operação em curso, alvejou Israel com 1300 rockets (o triplo dos disparados no primeiro semestre deste ano), grande parte deles com alcances duplos dos anteriores, o que permite atingir o triângulo formado pelas cidades de Haifa, Telavive e Jerusálem.

Israel procura fazer o que é necessário para não dar ao Hamas qualquer esperança de que poderá conseguir uma vitória, mesmo simbólica, mas os sucessos táticos que tem conseguido nestas intervenções não estão a alterar a situação a seu favor, ao nível estratégico. Na verdade, não estão sequer a reforçar o poder dissuasão implícito à posse de uma poderosa e sofisticada máquina militar e uma capacidade de intervenção que tem provocado sistematicamente muita destruição e morte no lado palestiniano.

O poder militar que Israel conseguiu desenvolver permitiu-lhe livrar-se dos seus inimigos tradicionais na região, com quem acabou por estabelecer acordos de paz que nenhum deles questiona, mas não chegará para se libertar das capacidades assimétricas do Hamas ou do Hezbollah, ou pelo menos impedir o crescente grau de perturbação em que vive hoje parte importante da população israelita, devido à insegurança criada pelo maior alcance dos rockets palestinianos.

O impasse continuará com a “batalha pela opinião pública internacional” cada vez mais acesa. Por um lado, com Israel a tentar passar a imagem de que tudo faz para não atingir inocentes, tendo o cuidado de alertar os residentes para abandonarem residências que serão próximos alvos da aviação israelita. Um dos slogans preferidos é lembrar que enquanto os israelitas usam armas para proteger a sua população, o Hamas faz precisamente o contrário: usa a população para proteger as suas armas. Não obstante este esforço, Israel não está a conseguir evitar aparecer aos olhos do mundo como o agressor nem ser referido na Comissão de Direitos Humanos da ONU, sob o princípio de que «the actions of one party do not absolve the other party of the need to respect its obligations under international law».

O Hamas tem tido, a seu favor, uma cobertura noticiosa internacional que tem destacado amplamente o sofrimento por que passa a população palestiniana. Parece evidente a qualquer observador que, não obstante todos os possíveis cuidados das Forças Armadas de Israel, têm sido cometidos erros, nalguns casos grosseiros, sendo isso o que “vende mais jornais” e acaba por prevalecer na opinião pública. O problema é que também tende a fazer esquecer que o Hamas continua a ser considerado como uma organização terrorista que recusa reconhecer o direito à existência do Estado de Israel.

No final desta operação, Israel vai reclamar ter atingido todos os seus objetivos militares, garantindo, como fez noutras ocasiões, que eliminou todos túneis e todos os locais de armazenamento e de lançamento de rockets. O Hamas, por seu lado, vai realçar o crescente alcance do seu arsenal de rockets e o facto de continuar a impedir que Israel use de forma decisiva a superioridade da sua poderosa e sofisticada máquina militar. A não serem tiradas as devidas ilações desta situação, o que implicará alterações de postura política e, sobretudo, o reconhecimento de que não existe uma solução militar para o conflito, o desfecho desta operação não vai alterar os termos do conflito nem evitar que o ciclo de violência seja retomado, como aconteceu em situações anteriores.

Jornal Defesa
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: Lusitano89 em Julho 28, 2014, 09:42:05 pm
Netanyahu prepara Israel para "longa campanha"


O primeiro ministro israelita, Benjamin Netanyahu, dirigiu-se hoje aos cidadãos israelitas alertando que estes devem preparar-se para uma "longa campanha" contra o Hamas.

"Temos de estar preparados para uma campanha prolongada contra o Hamas" disse hoje o chefe do Governo israelita numa comunicação ao país transmitida pela televisão. Segundo Netanyahu a solução para o conflito consiste na desmilitarização do grupo radical islâmico palestiniano Hamas e dos seus aliados. O alerta vem na sequência de três semanas de conflitos entre Israel e o Hamas. Só hoje, quatro pessoas foram mortas na região de Eshkol por um morteiro disparado a partir da Faixa de Gaza e mais de dez pessoas, incluindo sete crianças, morreram num bombardeamento a um campo de refugiados em Chatti e a um hospital no norte de Gaza. "Este é um dia difícil e doloroso" lamentou o primeiro-ministro de Israel, afirmando que "os cidadãos de Israel não podem viver com a ameaça constante dos rockets e dos túneis transfronteiriços".

Pouco antes, segundo a AFP, os líderes ocidentais haviam afirmado a vontade de "redobrar os seus esforços" e "aumentar a pressão" para que haja um cessar-fogo na Faixa de Gaza. Nesse sentido, o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, declarou durante a tarde desta segunda-feira que os esforços internacionais para se conseguir um cessar-fogo devem conduzir-se ao "desarmamento do grupo islâmico Hamas". O chefe da diplomacia americana afirmou que um cessar-fogo pode mesmo ser alcançado durante o Eid al Fitr, a celebração muçulmana que marca o fim do Ramadão e que começa hoje, o que permitiria a entrada em Gaza de medicamentos e alimentos.

Hoje ainda, os 15 membros do Conselho de Segurança da ONU, reunidos de emergência em Nova Iorque, adotaram uma declaração por unanimidade apelando a um "cessar-fogo humanitário imediato e incondicional" em Gaza. Os 15 países apelaram igualmente ao "respeito pleno do direito humanitário internacional, sobretudo no que respeita à proteção dos civis". O Conselho de Segurança apontou ainda "a necessidade de fornecer imediata assistência humanitária à população palestiniana na Faixa de Gaza", nomeadamente aumentando as contribuições para a UNRWA (agência da ONU para os refugiados palestinianos).

Parecem assim desvanecer-se quaisquer esperanças de um fim rápido para a ofensiva israelita que já matou cerca de 1050 palestinianos - mais de três quartos deles civis - e fez 6200 feridos em Gaza. Segundo a ONU, as crianças representam 20% das vítimas civis palestinianas deste conflito. Do lado israelita há, até ao momento, sete vítimas mortais a registar entre os civis e 43 entre os militares

DN
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: Lusitano89 em Julho 29, 2014, 01:27:22 pm
Coreia do Norte nega que negoceie armas com o Hamas e Hezbollah


A Coreia do Norte denunciou as alegações de que o país fornecia mísseis ao Hamas e material para apoiar o Hezbollah como 'pura ficção' e um esforço 'sinistro' para ligar Pyongyang aos conflitos no Médio Oriente.

A informação do Ministério dos Negócios Estrangeiros norte-coreano foi difundida na segunda-feira pela agência KCNA, e segue uma informação divulgada no fim de semana pelo britânico Daily Telegraph, o qual citava fontes de segurança ocidentais indicando que o movimento islamita Hamas tinha realizado um pagamento inicial à Coreia do Norte para adquirir mísseis adicionais e equipamentos de comunicação.

Além disso, a informação é veiculada dias depois de um juiz de um tribunal federal em Washington ter determinado que a Coreia do Norte forneceu armamento ao Hezbollah no Líbano.

Lusa
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 30, 2014, 01:49:38 pm
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: HSMW em Agosto 02, 2014, 01:39:39 pm
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: HSMW em Agosto 03, 2014, 05:54:22 pm
Combates contra os israelitas.
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: HSMW em Agosto 05, 2014, 02:53:09 pm
Terminou aqui?

(http://i.imgur.com/JALnRnb.jpg)
E vai começar aqui?  :roll:
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: HSMW em Agosto 08, 2014, 12:18:23 am
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 08, 2014, 02:30:05 pm
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 12, 2014, 11:53:36 pm
Um conflito insolúvel?
Alexandre Reis  Rodrigues


Continua a especular-se sobre o que levou Israel a decidir uma nova intervenção militar na Faixa de Gaza. A terceira em cinco anos. As causas diretas mais frequentemente referidas são o rapto de três jovens israelitas no West Bank (12 de junho), depois assassinados, o contínuo disparo de rockets sobre território israelita, com alcances a pôr em causa a segurança dos mais importantes centros populacionais, e a questão dos túneis sob o muro de separação construído por Israel, quer para “furar” o bloqueio, quer para permitir infiltrações para ações terroristas. É possível – acrescentam alguns observadores – que Telavive, no seu processo de decisão, tenha entrado em conta, a favor da intervenção, com o interesse em alterar o contexto que permitiu o acordo entre o Hamas e a Autoridade Palestiniana para a formação de um governo de unidade, o que contrariaria o interesse israelita da manter os palestinianos divididos.

Sobre as motivações do Hamas para provocar Israel e desafia-lo a uma  nova intervenção também têm sido adiantadas algumas tentativas de explicação.  Alega-se a situação cada vez mais difícil em que a organização se encontra, quer em termos económicos, quer em termos políticos, a nível interno e externo. Perante o descontentamento crescente em que vive a população da Faixa de Gaza, a liderança do movimento poderá ter sentido necessidade de recuperar o espaço que estaria a perder para organizações jihadistas1 mais radicais. Outra razão poderá derivar do receio de uma onda de perdas de apoio internacional, na sequência da do Egipto, a partir do momento em que a Irmandade Muçulmana foi afastada pelos militares.2 Sob essas novas circunstâncias, o Hamas poderá ter concluído que precisaria de se reafirmar política e militarmente, em mais uma tentativa de alterar a dinâmica do conflito.3

Possivelmente, não foi nenhuma destas circunstâncias específicas que desencadeou a situação. Israel, mesmo sabendo que o conflito não tem um desfecho militar,
precisa de reafirmar periodicamente que nunca permitirá que o Hamas consiga alguma vantagem, qualquer que seja o progresso que faça no campo das suas capacidades de afetar a integridade territorial de Israel. Continuará a intervir sempre que a avaliação da situação o leve a concluir que o Hamas se refez do revés sofrido na operação anterior, tendo, por exemplo, conseguido repor o seu arsenal de rockets.

Por outro lado, o Hamas precisa de obrigar Israel a ter presente que nada o impedirá de continuar a desafiar a enorme vantagem militar dos israelitas e a pôr em causa a segurança do seu território. Não se trata do tipo de ameaça que representa o Irão e para a qual Telavive tem orientado o essencial do seu esforço militar mas é uma ameaça que acaba por ter um impacto significativo na rotina dos israelitas, mesmo não tendo elevado grau de letalidade.4 Embora com custos enormes para a martirizada população da Faixa de Gaza, o Hamas acaba por retirar dividendos políticos da forma como a opinião pública tende, consensualmente, a considerar desproporcionadas e desumanas as intervenções israelitas.5
 
Nestes termos, parece-me pouco relevante a importância que alguns atribuem à identificação das causas do reacender da luta. Algumas das razões acima avançadas tiveram respostas diretas e proporcionais por parte de Israel. Nomeadamente o anúncio de recusa do reconhecimento de qualquer futuro governo palestiniano que inclua o Hamas (organização terrorista) e a prisão de cerca de quinhentos membros do Hamas, na sequência do rapto das três crianças, ao que, aliás, um grupo radical de judeus retaliou queimando um jovem palestiniano. Para manter as linhas acima identificadas, as duas partes apenas precisam de pretextos, não de razões profundas, para usar a força na altura mais conveniente. Como se tem visto, pretextos nunca têm faltado.

A questão importante que se põe é saber se as conversações em curso vão continuar a centrar-se apenas na gestão do conflito ou se vão tentar entrar no âmbito da sua solução. Para já não parece possível passar da primeira opção. Na verdade, não se descortinam circunstâncias que permitam antecipar um desfecho diferente do que tiveram as duas anteriores intervenções de Israel. Ou seja um período de acalmia numa luta que será retomada brevemente.

Washington tem usado uma linguagem invulgarmente crítica 6 em relação a aspetos específicos da postura militar israelita e veio agora insistir com a ideia de que o
bloqueio à Faixa de Gaza não pode continuar. Esta situação gera alguma esperança entre os que pensam que essa exigência, juntamente com um ponto final na expansão dos colonatos israelitas no West Bank, é a aproximação necessária para criar um clima de negociações. No entanto, malgrado a “novidade” desta maior pressão não se espera que o contexto que tem prevalecido venha a sofrer qualquer alteração substantiva. Israel, baseando-se no argumento que faz uma leitura da ameaça diferente da dos EUA, vai continuar a ignorar diplomaticamente as críticas que recebe, como aliás aconteceu em anteriores situações (passando por Reagan,
Clinton e Bush).7
 
Telavive deu um passo politicamente importante para as conversações em curso ao retirar as tropas que tinha na Faixa de Gaza mas essa decisão pouco altera a situação militar de facto. Primeiro porque continuam ao longo da fronteira, depois porque o fim das operações em terra não significa o fim das operações militares. O dispositivo aéreo e naval pode retomar de imediato os ataques à Faixa de Gaza, como aliás se tem visto em resposta ao retomar do disparo de rockets..

A situação poderia alterar-se se as partes vissem qualquer vantagem em fazer concessões mas não se imagina que isso possa acontecer proximamente. Israel não vendo qualquer espaço de entendimento com o Hamas não vai fazer concessões que comprometeriam o que tem conseguido ao longo do tempo para reduzir a vulnerabilidade da sua geografia. Essa vulnerabilidade, não lhe permite, no curto prazo, aceitar o levantamento do bloqueio à Faixa de Gaza sem o compromisso do Hamas em renunciar à violência e a aceitação da sua desmilitarização prévia.

Numa perspectiva de longo prazo, não se imagina também que Israel venha a aceitar o regresso às fronteiras de 1967. Sabe que a supremacia militar que, presentemente, tem a nível regional pode alterar-se no futuro e deixar o País numa situação novamente precária. Israel considera que as fronteiras de 1967, deixariam os seus dois principais centros populacionais (Telavive e Haifa) numa situação inaceitável de alvo fácil a um ataque externo.

Do lado palestiniano, o grande obstáculo continua a girar à volta da recusa do Hamas em reconhecer o Estado de Israel e da inflexibilidade com que costuma lidar com todas as questões, inviabilizando qualquer negociação. A menos que surja qualquer alteração muito significativa não se espera que desista do objetivo que faz a sua razão de ser. É preciso lembrar, em qualquer caso, que o problema central em cima da mesa é a criação do Estado Palestiniano e aí surge o problema das fronteiras e a ocupação do West Bank, aspeto em que o Governo israelita insiste em consolidar, não obstante a condenação internacional que essa postura tem gerado. Este assunto coloca Israel em confronto também com a Autoridade da Palestina.

As perspetivas continuarão muito sombrias. Para ser possível fazer uma aproximação ao problema no sentido de o resolver de uma forma duradoira em vez de apenas o gerir seria necessário tratar da questão da Faixa de Gaza em conjunto com o tema do West Bank. Não há sinais de que se esteja próximo das condições necessárias para seguir esse caminho.


1
 Numa entrevista conduzida por uma jornalista da CNN, no verão passado, um dirigente de um dos
grupos radicais já se pronunciava do seguinte modo: «In years to come we will govern Gaza. Hamas
became agentes of israelis»
2
 Um apoio chave é o do Irão que, de algum modo esfriou, com a crise Síria, que o Hamas vê sobretudo
sob uma perspetiva sunita. O apoio não terminará, no entanto, porque o Irão não pode perder a
influência e poder que tem, por seu intermédio, no Médio Oriente e especialmente em Israel.
3
 Elliott Abrams avança com a interpretação de que o Hamas desencadeou a guerra para obter ajuda
financeira («War for cash»), sob a perspetiva que no final da muita destruição provocada pela
intervenção israelita virá uma espécie de “Plano Marshall” que para além da reconstrução permitirá
pagar aos 43000 palestinianos que tem na sua folha de salários, dos quais 13000 são combatentes.

4
 O Hamas tem-se mostrado interessado sobretudo em desestabilizar o dia-a-dia dos israelitas. Tem
trocado letalidade por alcance, reduzindo a carga das ogivas dos seus rockets para atingir zonas mais
distantes.
5
 Segundo uma recente sondagem do “Pew Research Center”, nos EUA 40% dos inquiridos continua a
considerar que o Hamas é o primeiro responsável pela situação. As responsabilidades vão para Israel
apenas por 19% e para ambos por 14%. Noutras sondagens, as opiniões mostram-se divididas entre a
aprovação e a condenação de Israel, com tendência de crescimento para a segunda hipótese
Percentagem a favor varia entre 39% e 50%). A Europa, regra geral, mostra-se mais crítica e leva a sua
desaprovação para o caminho das manifestações. Portugal mostra-se alheado.
6
«The suspicion that militants are operating nearby does not justify strikes that put at risk the lives of
so many innocent civilians».

7
 Israel vai continuar a receber o apoio necessário dos EUA para manter a vantagem militar que tem na
região.


Jornal Defesa
Título: Re: Israel lança ofensiva em Gaza
Enviado por: FranciscoDuarte em Maio 05, 2015, 03:57:50 pm
Relatório apresentado pelo grupo "Quebrando o Silêncio" admite que tropas israelitas eram instruídas para ignorar danos e baixas entre os civis durante a invasão de Gaza do ano passado. A IDF já declarou o relatório não apresenta provas credíveis e que já havia efectuado as suas próprias investigações sobre o assunto.

http://pt.blastingnews.com/internaciona ... 79769.html (http://pt.blastingnews.com/internacional/2015/05/israel-apresentado-relatorio-comprometedor-sobre-conflito-em-gaza-00379769.html)