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Forças Armadas e Sistemas de Armas => Exército Português => Tópico iniciado por: GMAR em Dezembro 17, 2004, 04:26:43 pm

Título: Substituição da G3
Enviado por: GMAR em Dezembro 17, 2004, 04:26:43 pm
Paulo Portas anuncia hoje concurso para substituir metralhadoras G-3

O ministro da Defesa, Paulo Portas, vai anunciar hoje o lançamento do concurso para o fornecimento de uma nova arma ligeira para as forças armadas portuguesas, em substituição da metralhadora G-3.

Paulo Portas fará o lançamento do concurso para a nova arma ligeira do Exército, Marinha e Força Aérea numa cerimónia às 11h00 no Museu Militar, em Lisboa, que contará com a presença das chefias militares.

O início do programa da arma ligeira está previsto na actual Lei de Programação Militar e prevê um investimento de 75,2 milhões de euros.

Portugal adquiriu as primeiras G-3, um modelo da empresa alemã Heckler Koch em 1961, tendo começado a fabricar este modelo de espingarda automática em massa na década de 1960, como forma de equipar as forças portuguesas que combatiam na guerra colonial.

O processo de substituição da G-3, arma de calibre 7,62 milímetros, tem sido discutido há mais de uma década, devido à desactualização do armamento e também porque o calibre adoptado pela North Atlantic Treaty Organization (NATO) para a arma individual ligeira é 5,56 milímetros.

No dia 24 de Agosto, foi publicado em despacho no Diário da República a apresentação da comissão de seis elementos, liderada pelo coronel Fernando Serafino, director-geral de Armamento e Equipamentos de Defesa, responsável pela preparação e condução do concurso.

O ministério prevê adquirir, a partir de 2006, 24.500 novas pistolas-metralhadoras, metralhadoras ligeiras e espingardas automáticas para o Exército, para substituir a G-3.

Armada e Força Aérea, que não consideraram este programa como prioritário no quadro do reequipamento militar, deverão iniciar a substituição das armas mais tarde.  Adriano Miranda/Lusa
Título:
Enviado por: snakeye25 em Dezembro 17, 2004, 04:28:18 pm
http://www.lusa.pt/print.asp?id=SIR-6604162
Citar
Defesa: Forças Armadas poderão receber armas para substituir G-3 no final 2005

 
Lisboa, 17 Dez (Lusa) - Os três ramos das Forças Armadas -o Exército, Força Aérea e Marinha- poderão receber as armas que vão substituir a G-3 já no final do próximo ano, disse hoje o ministro da Defesa.

Paulo Portas, que falava no lançamento dos procedimentos para o concurso internacional com vista ao fornecimento da arma ligeira para as Forças Armadas, afirmou que "se tudo correr bem, até final de 2005" serão entregues as armas.

O concurso tem como objecto o fornecimento de 31 mil espingardas automáticas, 1.700 metralhadoras ligeiras e 6.800 pistolas e respectivos acessórios, refere o "anúncio de concurso com selecção de propostas para negociação".

Questionado acerca do valor do investimento que implica a substituição das G-3, o ministro de Estado, Defesa Nacional e Assuntos do Mar, disse que a Lei da Programação Militar estipula 75 milhões de euros.

As propostas devem ser apresentadas até 60 dias após a publicação do anúncio, o que "poderá acontecer domingo", segundo uma fonte do Ministério da Defesa.

No dia seguinte à data limite para apresentação, serão abertas as propostas que devem ser entregues na Direcção Geral do Armamento e Equipamento de Defesa.

O anúncio do concurso limita o número máximo de propostas a seleccionar para a fase de negociações a oito, não podendo ser seleccionadas mais que duas por concorrente.

A adjudicação será feita "de acordo com o critério da proposta economicamente mais vantajosa" e tendo em conta, por ordem decrescente de importância, aspectos relativos a custos, índice de satisfação operacional e contrapartidas.

O lançamento do concurso para a substituição das G-3 era "uma necessidade operacional" há muito tempo, já que a vida útil destas armas é de 25 a 30 anos, e o início da sua produção foi em 1962, explicou Paulo Portas.

Logo, em 1990 devia ter-se começado a tratar da substituição das G-3, afirmou o ministro, acrescentando que, na área da Defesa, "o preço de não decidir é elevadíssimo".

Os primeiros estudos para a substituição da G-3 datam da década de 70, tendo-se sucedido várias intenções e outros tantos adiamentos ao longo dos últimos anos.

Mas, "a instituição militar continuou sempre o seu dever [realizando estudos para a substituição], a parte política é que não", acrescentou o ministro.

Paulo Portas frisou as vantagens de ser realizado um concurso comum para os vários ramos das Forças Armadas, conferindo "mais força negocial e maior operacionalidade".

O governante recordou que o concurso já devia ter sido lançado "não fossem os acontecimentos políticos" das últimas semanas, mas "estava previsto para 2004 e foi cumprido".

EA.

Lusa/Fim

 
Título: G3 off DIEMACO on
Enviado por: typhonman em Dezembro 18, 2004, 02:44:42 pm
Sei que a DIEMACO e a G36 estão bem encaminhadas... :D
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 18, 2004, 03:12:25 pm
Diemaco?
Ainda estamos nessa?

"Oh brother!..." :mala:
Título:
Enviado por: typhonman em Dezembro 18, 2004, 06:33:26 pm
ao que parece sim...

Veja-se a Holanda a Dinamarca a Noruega o Canadá a Dinamarca... 8)
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 18, 2004, 07:44:12 pm
Nem vou fazer mais comentários :dormir:
Título:
Enviado por: Pedro Monteiro em Dezembro 18, 2004, 07:44:26 pm
Citação de: "Typhonman"
ao que parece sim...

Veja-se a Holanda a Dinamarca a Noruega o Canadá a Dinamarca... 8)


Tinha ideia (falando de memória...) que a Noruega usava ainda na década de 90 a G-3 e não mudou para C-7. Estou correcto?
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
Título:
Enviado por: Ricardo Nunes em Dezembro 18, 2004, 08:12:05 pm
Citação de: "Pedro Monteiro"
Citação de: "Typhonman"
ao que parece sim...

Veja-se a Holanda a Dinamarca a Noruega o Canadá a Dinamarca... 8)

Tinha ideia (falando de memória...) que a Noruega usava ainda na década de 90 a G-3 e não mudou para C-7. Estou correcto?
Cumprimentos,
Pedro Monteiro


Certíssimo.

A opção pela Diemaco parece-me estranha. Os próprios fuzileiros navais holandadeses irão em 2006 ( principal ano de entrega das nossas armas  ) mudar da C-7 para, ao que tudo indica, G-36.

Um abraço,
Título:
Enviado por: emarques em Dezembro 18, 2004, 08:18:03 pm
Vamos comprá-las em segunda mão à Holanda (não havia uma "surpresa" qualquer sobre o contrato dos P3?). :mrgreen:
Título:
Enviado por: typhonman em Dezembro 18, 2004, 08:36:30 pm
Luso. ok esta no seu direito :shock:
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 18, 2004, 10:52:27 pm
Nada contra si, Typhonman!  :G-beer2:
Título:
Enviado por: fgomes em Dezembro 18, 2004, 11:06:54 pm
Depois de mais de 40 anos de bons e leais serviços é tempo da G3 passar à reforma.
Já agora Luso e Thyphonman podiam referir quais, na vossa opinião, são as vantagens e inconvenientes da G36 e da Diemaco?
(Este apelo é extensivo a todos os participantes e a outras armas candidatas a suceder à G3)
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 18, 2004, 11:26:21 pm
Bom e velho fgomes, o tema já foi tão discutido...
Esperar tanto tempo para considerar a... Diemaco é para mim incompreensível.
Título:
Enviado por: typhonman em Dezembro 19, 2004, 01:17:28 am
Luso um abraço camarada de armas!!!

A diemaco é sobretudo versátil e com provas dadas.

www.diemaco.com (http://www.diemaco.com)

A 2 anos atrás referia-se no site que era uma forte candidata pa substituição da G3 com possibilidade de serem feitas cá.

Além do mais o MDN procura versatilidade e aspectos comuns nas armas  de 5.56mm 7.62mm etc etc.. além do mais a diemaco tem a melhor mira do mundo!!!
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 19, 2004, 10:49:45 am
"Além do mais o MDN procura versatilidade e aspectos comuns nas armas de 5.56mm 7.62mm etc etc.. além do mais a diemaco tem a melhor mira do mundo!!!"

Uma flip-up de duas posições?
Ou está a falar-nos do ÚLTIMO modelo Elcan?
(não é barata essa mira...)
http://www.arizonagunrunners.com/Produc ... elcan.html (http://www.arizonagunrunners.com/Products/Elcan/body_elcan.html)
Não é que tenha algo contra esse equipamento na sua versão mais recente (as bases do primeiro modelo tinham problemas).

Não estou a dizer que a Diemaco é lixo, que não é, mas partilha dos mesmos problemas da M16. Escolher a C7 é regressar ao início dos anos 80. Se esperámos todos este tempo então deveremos ir para o que há de melhor. E temos tudo para poder fabricar a G36 cá (e até já me acredito em canos).
A M16 também já que coisa que não falta são ficheiros CAD-CAM na Internet.
E já agora não me acredito na modularidade que quer fazer-nos acreditar que é possivel transformar uma espingarda de assalto em metralhadora ligeira. Possível até é, mas para quê? Para ter um equipamento inferior?
E atiradores especiais (não snipers)? Já está definida uma doutrina para o seu uso e integração nas unidades operacionais?
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 19, 2004, 12:51:30 pm
Ou USD$950 (Elcan 3.5x)...
Título:
Enviado por: typhonman em Dezembro 19, 2004, 12:55:09 pm
Luso..  a qualidade paga-se!!

 8)
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 19, 2004, 12:58:09 pm
Citar
Luso.. a qualidade paga-se!!


É verdade.
Então mais vale ir para o StGw90.
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 19, 2004, 01:20:12 pm
PT, tem que escrever um artigo sobre esta temática no seu site! :wink:
Título:
Enviado por: fgomes em Dezembro 19, 2004, 03:36:53 pm
Já ouvi chamar ao StGw90 a Rolls-Royce das espingardas de assalto. Concordo com Luso, já que se esperou tanto tempo, convinha adquirir um produto o mais moderno possível...
Título:
Enviado por: Ricardo Nunes em Dezembro 19, 2004, 04:28:29 pm
Já agora: tinha ideia que a Sig 550/551 também iria entrar no concurso de aquisição de armas ligeiras. Mas pelos vistos não.  :roll:

(http://dboy.cpgl.net/SIG/sg550551/615.jpg)
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 19, 2004, 04:30:47 pm
Seria certamente a mais cara...
Aos meus olhos a G36 é que apresenta a melhor relação qualidade-preço.
E uma das que permite montar mais tralhas...
Título:
Enviado por: Miguel em Dezembro 19, 2004, 04:38:52 pm
:lol:
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 19, 2004, 05:07:28 pm
O que é que o nosso Legionnaire utilizava?
O que nos diz do Famas?
Título:
Enviado por: Miguel em Dezembro 19, 2004, 05:29:28 pm
o FAMAS é a pior arma que deve de haver com a SA80,
por esse motivo existe em cada "groupe combat" secção 1 atirador com FRF1 em 7.62mm.
na legião quando o 2REP salto em paraquedas em Kolwezi(zaire) os para-legionarios servirem-se muito de AK47/G3 capturadas

Para mim o problema da 5.56 em que "não elimina um adversario com uma so munição" o que pode torna-se muito perigoso,outro aspecto é no combate urbano a 5.56 não "fura" um muro(exemplo).
Título:
Enviado por: Miguel em Dezembro 19, 2004, 05:40:37 pm
quero aqui lembrar o que levou a Nato a desenvolver o calibre 5.56,
nessa altura pensava-se que o mais eficaz em combate(durante guerra fria) era que se devia preferir os feridos em vez de matar, porquê?
-simples:
- 1 ferido é preciso evacua-lo,portanto é preciso ,enfermeiros, maqueiros etc...
-1 morto não necessita nada(infelizmente claro)
-leva-se mais munições, e a arma é mais leve(mais fragil tambem)

No entanto contra terroristas ou guerrilha, não acredito que eles se preoccupem com os feridos(allah é grande e dà 70 virgems!)
por esse motivo a 7.62 e a melhor!
Título:
Enviado por: Yosy em Dezembro 19, 2004, 06:50:03 pm
O combate em áreas urbanas é o tipo de conflito que se espera que seja o dominante no século XXI. Este tipo de combate provoca um alto consumo de munições. Por isso o calibre 5.56 ainda é o favorito.

Um artigo muito bom sobre combate em areas urbanas:

Citar
Fighting In Built Up Areas

Fighting in built up areas, or FIBUA for short, is a vital skill for the modern soldier. Some of the most bloody and decisive battles in recent times have been fought in towns and cities.

Built up areas are favoured by weaker forces, who can even the odds by drawing conventional infantry into a maze of rubble, high rise buildings, sewers, tunnels and cellars, and so reduce the disparity in combat power.

When the fighting moves into a built-up area, a whole new set of factors come into play. Buildings, dust and rubble block visibility and fields of fire. Actions are fought at section level, and even man to man. There is a high consumption of ammunition, and radio communications are difficult with screening from tall buildings.

For both defending and attacking troops, there are a number of common factors. The soldiers will be under considerable stress and will need special training for urban operations.

One factor that must never be overlooked is the humanitarian one. Combat in built-up areas is fought in the homes and businesses of the civil population. Looting and unnecessary damage to buildings will alienate the population. There are also sound operational reasons for avoiding these: rubble blocks routes and gives the enemy more cover, while looting alienates the population and soldiers may lose the momentum of an assault and discard military equipment to carry their loot.

Many major battles and even campaigns have centred around a city or industrial area. In World War II battles were fought in the streets, factories and sewers at Stalingrad in 1942, Warsaw in 1939, 1943 and 1944, Berlin and Manila in 1945. In 1950 there was a severe fight for Seoul during the Korean war, and Beirut was a battleground in 1958 and from 1975 to 1982.

The Hungarian people rose against the Soviet forces and fought in Budapest in 1956. During the Vietnam War US and South Vietnamese troops fought in Hue during the Tet Offensive of 1968. In the early 1990s, as Yugoslavia collapsed into civil war, towns became battlegrounds and Sarajevo endured a sustained siege by Serb forces.

In the 21st Century fighting in built up areas will continue to be a form of combat favoured by weaker forces.

Defence

What should you look for in a building when you are preparing to defend a built-up area? It must have good fields of fire and command the routes taht the enemy is likely to take into the city. It must also be strong - many modern buildings have thin walls fixed to a steel or concrete frame, and may even have large windows.
The ideal building is made from stone, brick, or with strong reinforced concrete structure. It has more than one floor, and a basement: the upper floors will absorb artillery and mortar fire, while the basement can be used for treating casualties and storing food, water and ammunition.

Before any fighting begins the building should be prepared for defence. This will include removing all glass, which an explosion will turn into lethal projectiles. Chicken wire is fixed inside the windows to prevent grenades being thrown in. In a domestic home the net curtains are left in place, since they screen movement inside. Alternatively, hessian can be nailed to window frames.

The house or building is reinforced with timbers supporting the floors inside. Sandbags are used to block the front door, thicken walls and floors to protect against small arms fire and fragments, and to construct bunkers inside the building. These bunkers provide protection for machine gun crews and are set about one and a half metres back from the window. Although the gunners may have a restricted field of fire, the flash, smoke or dust from the weapon firing will not be seen from outside.

Other embrasures for riflemen can be made in the roof, under the eaves, or by knocking out single bricks. Anti-tank weapons may be sited to engage enemy armour from above, where it will hit the thinner top armour.

The infantry and anti-tank weapons will be sited to give a vertically and horizontally layered defence. The enemy can be further confused if fake embrasures are painted onto walls using black paint, and if unoccupied buildings are made to look as if they have been prepared for defence.

Window sills should be blocked by boards studded with nails. The stairs can be sawn down or strung with barbed wire, and doors studded with nails. Within the house, movement between floors will be by a ladder to a hole in the upper floor - in room-to-room fighting this ladder can be removed.

Barbed wire can be incorporated into existing natural obstacles like hedges, fences and walls, and used to block access from the roof. Drainpipes and creepers which may be used by attackers to reach the roof should be removed. In Beirut, street fighters would often leave the electric power on in a neighbouring building, with bare wires dangling as a hazard for enemy troops who might use it to form up for an attack.

Before fighting starts, water should be collected in all available containers, inclusing domestic baths and sinks, since it may be needed to fight fires as well as keeping soldiers replenished in the hot and dusty conditions of a building under attack.

Mines, both anti-tank and anti-personnel, as well as booby traps, can be used to funnel men and vehicles into killing grounds as well as slowing down attacks and blocking the approaches to defended buildings.

Defenders should always contest ground to the limit, but only a certain type of suicidal fanatic will want to die for it. Exits and entrances, either through walls into adjoining buildings or into sewers, will allow men to move around and so maximise the effect of their weapons as well as enabling them to withdraw if enemy fire is too heavy.

As with any defence, the most effective tactics are not to be passive but to engage the enemy with fighting patrols and screens of infantry and armour that can they withdraw into the city after causing casualties to the enemy. The aim of these groups is to prevent the enemy building up a picture of the defences and obstacles they are going to encounter, as well as degrading the combat power and morale of the enemy forces before they reach the main defences.

Interestingly air power, which has been a decisive factor in most late 20th Century wars, is often of less value in fighting in built-up areas - as demonstrated by Nato air strikes in support of UN operations in Bosnia. Though air power can be used to reduce the flow of supplies and reinforcements being directed towards a city, once the two sides are locked into combat, the ranges are so close that it is very hard for either attack helicopters or fixed wing aircraft to deliver their ordnance accurately without killing or injuring friendly forces.

Attack

For the attackers, the aim will be to take the city in 'bite-sized' chunks - in other words, attacking a block or building, clearing and securing it, and moving on to the next one. The most dangerous situation is to be drawn deep in among buildings where the enemy can ambush the attack and roll it up.
Anti-tank weapons, the main armament of Infantry Fighting Vehicles (IFVs) or Main Battle Tanks (MBTs) can be used to blast positions with direct fire. This not only kills or stuns the defenders, but also allows the attacking soldiers access to the building through holes blasted in the walls.

Other specialised equipment includes Bangalore Torpedoes for clearing barbed wire, satchel charges for blasting strongpoints, and flame throwers. Flame throwers kill by burning, but also consume oxygen in cellars and bunkers. Bursts of flame can be 'bounced' around corners, and enemy positions can be attacked by a 'wet' shot followed by a 'dry'. A wet shot is unignited fuel squirted through a window or embrasure; a dry one is burning fuel. A wet shot alone can be enough to persuade defenders it is time to surrender.

Flame weapons can also be used by defenders, and probably the oldest and simplest is the petrol bomb. It consists of a glass bottle with petrol, a thickener and a wick. The wick is lit just before the bomb is thrown. When it hits a vehicle, wall or other hard surface the glass breaks, and the thickened burning petrol splashes over the target and surrounding area.

Smoke and CS grenades can be used to flush out men in cellars and sewers, while white phosphorous grenades can be used to create smoke or as an anti-personnel weapon.

Ideally a building should be cleared from the top downwards. This means that soldiers should develop skills akin to those of a mountaineer - ladders, grapnels and ropes as well as the tricks of the assault course are used to get men into windows or onto roofs.

The US army has included heliborne operations, with helicopters landing or troops abseiling or fast-roping onto flat roofs. Once in the upper floors, grenades are dropped into rooms and cellars below - when they are thrown upwards, they have a nasty habit of falling back towards the thrower!

Immediately after the grenade has exploded, a soldier will burst into the room with his rifle on automatic fire, and keeping his back to the wall will killor neutralise and surviving defenders. He will then shout "Room clear!". It is marked as clear, and the assaulting force moves on.

If possible the attackers should not expose themselves on the streets or open spaces, which will have been turned into 'killing grounds' by the defenders.

Fieldcraft skills for both attackers and defenders include keeping back in the shadows away from windows, looking round corners at ground level, and avoiding creating a silhouette or shadow where walls and windows make straight lines.

One way of moving through a built-up area is by using back gardens or sewers, or by blasting holes through adjoining walls - known euphemistically as 'mouseholing'. A basic knowledge of building design is useful since it allows attackers to locate the weaker walls for mouseholing.

While attackers do not want to be drawn into traps, or run ahead of their casualty evacuation and ammunition re-supply, they do need to keep the pressure on the enemy, since halts will allow the enemy to regroup, infiltrate or counter-attack.

For both attackers and defenders, fighting in built-up areas produces very high rates of ammunition consumption. Ranges can be very short - literally room to room - so casualties can also be high.

Sewers, underground railways and service tunnels can be used to move men and their supplies and ammunition forward under cover.


http://www.combat-online.com/

Continuando...

DN: "As autoridades prevêem que pelo menos oito fabricantes se apresentem a concurso: a Styer (Austria/Suíça), a Sig Sauer (Áustria), a FN Herstal (Bélgica), a HK (Alemanha), a Colt (EUA), a Diemaco (Canadá), a IMI (Israel) e a Singapore Technologies Engineering (Singapura)."
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 19, 2004, 09:14:49 pm
A sério, Notepad?
Prometes??? :D
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 19, 2004, 09:48:25 pm
É sim! (dois cartuchos 5.56) :wink:
Após ganhar posso preferir a sua irlandesazinha?


E faz recarga, o nosso Notepad?
Título:
Enviado por: Miguel em Dezembro 19, 2004, 09:56:26 pm
Citação de: "NotePad"
Todos já sabem a minha posiçao neste assunto, G-36, mesmo assim refiro, colt, diemaco etc são armas relativamente ultrapassadas. Alias o DAE trocou as suas colt CAR-15 pelas G-36 o rescom trocou as G-3SG1 por G-36, a propria ida da G-36 para o iraque com a GNR foi uma especie de teste final no terreno à arma que de todas as consideradas na minha opinião é a melhor. Agora é assim se alguem quiser meter-se atraz de um muro eu e a minha SL-8 disparamos contra o muro, se furar quero a herança se não ofereço a minha sl8! alguem alinha? 5,56 e pouco potente comparado com 7,62 mas não e assim tao fraco... 7,62 e muito bom mas e melhor para armas de apoio de fogo ou metralhadoras ligeiras. nunca para arma individual, porque aqui e muito giro mas andar de G-3 e muniçoes jáo não e tão engraçado. Depois chega-se a altura que e preciso disparar e do cansaço nem se consegue levantar a arma...e pimba tas morto.


A minha escolha seria tambem a G36,mas repito, deve-se conservar algumas 7.62 dentro do pelotão em metrelhadoras ligeiras.

OK NotePad :wink:
Título:
Enviado por: Yosy em Dezembro 19, 2004, 10:11:39 pm
Notepad, o que é o rescom? É a unidade CSAR da Força Aerea? Alguém tem mais informação sobre ela?
Título:
Enviado por: Ricardo Nunes em Dezembro 19, 2004, 10:18:03 pm
Citação de: "Yosy"
Notepad, o que é o rescom? É a unidade CSAR da Força Aerea? Alguém tem mais informação sobre ela?


Correcto Yosy.
O RESCOM ( RESgate em COMbate ) é a unidade CSAR da Força Aérea constituída por sargentos e oficiais da Polícia Aérea.

Foto Sarg. Catroga - CAVFAP ( 2002 ):
(http://img.photobucket.com/albums/v248/EskiloKanibal/rescomfap.jpg)
Título: Substituição da G3
Enviado por: Major Alvega em Dezembro 19, 2004, 11:11:54 pm
Alguem sabe, além da G36 e da Diemaco C7, quais são as outras armas que estão em concurso para substituir a G3?
Título:
Enviado por: Miguel em Dezembro 20, 2004, 10:47:41 am
As minhas armas favoritas são uma AK47 e um "revolver", isso é que nunca avaria :lol:
Título: Rescom
Enviado por: Nuno em Dezembro 20, 2004, 11:22:21 pm
Já agora, por quantos elementos +/-é constituido o RESCOM ?
Título:
Enviado por: Ricardo Nunes em Dezembro 20, 2004, 11:33:19 pm
Cada equipa é constituída por 8 homes, 1 oficial e 7 sargentos ( normalmente ). Desconheço o número total de elementos do RESCOM.
Título: Re: Substituição da G3
Enviado por: P44 em Dezembro 22, 2004, 12:22:14 pm
Citação de: "Major Alvega"
Alguem sabe, além da G36 e da Diemaco C7, quais são as outras armas que estão em concurso para substituir a G3?


Li no Jornal que a MD-2 da Brasileira IMBEL tb era uma das candidatas.
Título:
Enviado por: Yosy em Dezembro 22, 2004, 09:37:28 pm
Citação de: "miguel"
As minhas armas favoritas são uma AK47 e um "revolver", isso é que nunca avaria :lol:


E que tal a Galil? É usada nas forças especiais da Africa do Sul (os famosos "recces"), e na BAI. Os comandos da Marinha Israelita (Shayetet 13) antes usavam a AK-47 e agoram também usam a Galil.
Título: Re: Substituição da G3
Enviado por: JNSA em Dezembro 23, 2004, 11:12:26 am
Citação de: "Major Alvega"
Alguem sabe, além da G36 e da Diemaco C7, quais são as outras armas que estão em concurso para substituir a G3?

De acordo com o Correio da Manhã as candidatas são a G36, a M16 e/ou a M4, a C7 e/ou a C8, a Steyr AUG, a TAR 21, a MD-2 e a SAR-80 e/ou SAR-21  e a F2000.

Parece-me ainda que a SIG também se deve apresentar a concurso com a SG550 e, eventualmente, a Beretta também o deve fazer com a AR70/90.

Já agora, aqui fica o artigo:

Citar
Forças Armadas recebem uma arma nova no final de 2005

G3, arma minha que partiste
Está ao serviço das Forças Armadas há mais de 40 anos. Serviu na Guerra Colonial e ajudou a abrir as portas da Democracia. Com ela se mantém ainda hoje a paz e segurança internacional em muitos cenários de conflito. Mas está obsoleta e o seu ciclo de vida prestes a chegar ao fim. A velhinha G3 vai finalmente ser substituída por uma arma ligeira mais moderna e tecnologicamente mais avançada.

Apesar de não se conhecer ainda qual a arma que irá servir as Forças Armadas nas próximas décadas, espera-se que as primeiras remessas comecem a chegar no final próximo ano.

O concurso internacional para a substituição da espingarda automática G3 foi ontem lançados em Lisboa pelo ministro da Defesa Nacional, Paulo Portas, e prevê o fornecimento de um total de 31 mil espingardas automáticas, 1700 metralhadoras ligeiras e 6800 pistolas.

Muito embora não tenha referido os custos inerentes à aquisição do novo armamento, Paulo Portas lembrou que o programa de substituição da arma ligeira tem inscrita uma verba de 75,247 milhões de euros, constituindo um dos 50 programas mais importantes da Lei de Programação Militar.

Devido a problemas de orçamento, as forças de segurança suspenderam a sua participação neste concurso. Porém, quer a PSP quer a GNR, podem vir a beneficiar deste programa mais à frente.

A espingarda automática G3 começou a ser produzida em Portugal em 1962 tendo entrado ao serviço do Exército em 1963. Quatro décadas depois, continua ao serviço dos três ramos das Forças Armadas – Exército, Marinha e Força Aérea – da GNR, PSP, SEF e Guarda Prisional.

A ultima recepção de armamento – um lote de 3958 armas – foi feito em 1983.

A substituição da G3 por uma arma ligeira mais moderna tem-se revelado um processo longo e penoso, tal como recordou ontem Paulo Portas.

“A G3 começou a ser fabricada em 1962. De acordo com as previsões na altura, devia ter tido uma vida útil de cerca de 25 a 30 anos. Significa que por volta de 1990 se deveria ter tratado da sua substituição”, referiu, sublinhando o esforço conjunto dos três ramos das Forças Armadas no último ano.

Na sua intervenção, o ainda ministro deixou cair algumas provocações políticas ao sublinhar que “em defesa, em segurança, o preço de não decidir é elevadíssimo”. “Na disciplina da urgência houve quem considerasse que havia matérias mais importantes”, disse.

Estima-se que se apresentem a concurso oito empresas fabricantes de armas ligeiras. O prazo de apresentação das propostas termina 60 dias após a publicação do anúncio referente ao concurso – o que deverá acontecer até domingo.

De acordo com Paulo Portas só serão adquiridas as armas necessárias e que sirvam os três ramos das Forças Armadas.

CANDIDATAS À SUCESSÃO

Na linha de sucessão da velha G3 estão oito concorrentes de oito países, que já tiveram a oportunidade de vir a Portugal mostrar as suas propostas de arma ligeira. Os candidatos são: a alemã HK (Heckler und Koch), com a G36; a norte-americana Colt, com a M16 e M4; a canadiana Diemaco C7 (ou C8); a austríaca Styer- Mannlicher, com Stg.77 AUG; a belga FN (Fabrique National de Herstal), com a F200; a Israelita IMI (Israel Military Industries), com a Tavor TAR 21; a brasileira Inbel, com a M2; e, finalmente, Singapura (Singapore Thecnologies Engineering), com as SAR-80 e/ou a SAR-21. É claro será crucial para a decisão do vencedor o preço e a oferta de contrapartidas, nomeadamente eventual transferência de tecnologia para Portugal.

HK, G36 - ALEMANHA

A HK G36 é uma grande candidata à substituição da G3 (também alemã). A G36 ganhou o concurso para substituição da G3 em Espanha, porque instalou lá uma fábrica. Caso a G36 ganhe, Portugal poderá ser fornecido pela fábrica em Espanha.

COLT, M16/M4 - EUA

A Colt, EUA, oferece a famosa M16 e a M4, que já foram utilizadas no Vietname. Estas armas já deram provas mas, na verdade, não são suficientemente inovadoras e Portugal precisa de uma arma pelo menos para os próximos 20 anos.

DIEMACO, C7/C8 - CANADÁ

A canadiana Diemaco propõe a C7 e/ou C8, que são, no fundo, uma versão da Colt M16 dos EUA. A C7 está ao serviço das Forças Armadas desde 1984, tendo sido também adoptada pelas Forças Armadas dinamarquesas e holandesas.

STEYER, AUG A1 - AÚSTRIA

A austríaca Steyr propõe a AUG A1, considerada de grande qualidade e revolucionária em alguns aspectos. O seu custo parece ser elevado. Foi adoptada pelas Forças Armadas da Austrália, Nova Zelândia, Omã, Malásia, Irlanda e Arábia Saudita.

FN, F2000 - BÉLGICA

A Belga FN tem uma grande vantagem, porque tem uma fábrica em Viana do Castelo. Contudo, a arma que propõe, a F2000, introduzida em 2001, nunca foi testada em combate. É considerada uma arma muito sensível à sujidade.

IMI, TAVOR 21 - ISRAEL

Israel aposta forte na Tavor. A TAR 21 foi concebida em 1990 e fez a sua aparição em 1998. Foi testada em combate (1999-2000) por três pelotões operacionais. Os israelitas propõe-se, se for exigido, instalar uma fábrica em Portugal.

INBEL, MD-2 - BRASIL

A Inbel do Brasil candidata-se à substituição da G3 com a MD2. É uma arma desenvolvida em 1982, com o nome de MD-1, e fez o seu aparecimento em 1983 com o nome de MD-2, tendo sido adoptada pelas Forças Armadas em 1985.

STE, SAR-21 - SINGAPURA

Singapura tem duas armas a considerar, a SAR-80 e SAR-21. A primeira foi desenvolvida (para substituir a M16A1, dos EUA) e adoptada pelo Exército em 1984. A SR-21 foi a última criação. Surgiu em 99 e gradualmente substituiu a M16S1, EUA.

REACÇÕES

LOUREIRO DOS SANTOS (General)

Como oficial da repartição de operações do Quartel-General acompanhei algumas operações no terreno, mas nunca tive necessidade de usar a arma. Um comandante só faz fogo em último recurso. Aos meus soldados recomendava que usassem a arma como se fosse um prolongamento do corpo.

ANTÓNIO BASTOS (Ex-alferes)

Durante a guerra colonial o inimigo já possuía armas mais rápidas e com uma cadência de tiro superior, como a Kalashnicov, mas a G3 foi a grande companheira do soldado português, aquela que se encontrava na mesa-de-cabeceira, ao lado das fotografias dos pais e da namorada. A mudança já era necessária.

JOSÉ ARRUDA (Antigo combatente)

Combati em Moçambique em 68/70 e a G3 foi uma das melhores armas que apareceu na guerra colonial. Era o nosso anjo da guarda, a arma que mais segurança nos dava e aquela que tinha um melhor campo visual de tiro. Era tratada como um filho, com todos os cuidados, para que não nos deixasse ficar mal depois.

VIATURAS BLINDADAS VENCERAM POR MÉRITO

A viatura vencedora do concurso para equipar a Marinha e o Exército com novos blindados de rodas “passou 243 requisitos técnicos”. A garantia foi dada ontem pelo ministro Paulo Portas, no final da cerimónia de lançamento do programa de substituição da G3, como resposta a notícias que referem ter sido a empresa classificada em segundo lugar a ficar com o fabrico dos novos blindados.

Segundo o ministro demissionário, a viatura escolhida “foi a única que passou os testes até ao fim, sem precisar de fazer manutenções a meio”.

“Quando há concursos, há pessoas que tinham comissões a ganhar e que as perdem. E ficam uma bocadinho maçadas. Mas isso não leva o Estado português a preferir gastar mais 14 milhões de euros e a comprar viaturas que seriam fabricadas na Suíça”.

A escolha, reafirmou Portas, baseou-se, no facto das viaturas serem construídas em Portugal. “Significa que 220 blindados vão ser industrialmente fabricados cá. E como estão entre os mais sofisticados do mundo isso dá a portugueses – a técnicos e operários – uma capacidade tecnológica para podermos usar para exportação”. Na ocasião, o ministro esclareceu igualmente a polémica em torno do local de fabrico das viaturas: “De preferência serão feitas nas instalações da Bombardier. Se houver alguma dificuldade serão construídas noutro local, o que também sempre esteve previsto”.

Uma última palavra para as Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA) que o ministro garante terminarem o ano com resultados positivos.
Manuela Guerreiro / José Rodrigues com C.E.


fonte: http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=143372&idselect=9&idCanal=9&p=94
Título:
Enviado por: JNSA em Dezembro 23, 2004, 11:20:41 am
Já agora, alguém pode esclarecer uma dúvida que tenho?

O concurso é do género "winner takes all", ou seja, o fabricante apresenta uma proposta para espingarda de assalto, metralhadora ligeira e pistola automática em bloco, e ganha ou perde também em bloco, ou cada fabricante pode apresentar propostas para cada um dos equipamentos individualmente?
Título: Re: Substituição da G3
Enviado por: FinkenHeinle em Dezembro 24, 2004, 07:45:55 pm
Citação de: "P44"
Citação de: "Major Alvega"
Alguem sabe, além da G36 e da Diemaco C7, quais são as outras armas que estão em concurso para substituir a G3?

Li no Jornal que a MD-2 da Brasileira IMBEL tb era uma das candidatas.


Os amigos portugueses que não me entendam mal, mas enquanto aqui também debatemos a substituição das FAL e MD-2 (que são totalmente ultrapassadas), no Além-Mar vocês pensam em comprá-la?!

Espero que a Imbel MD-2 não vença, para o bem dos amigos... :wink:
Título:
Enviado por: J.Ricardo em Dezembro 29, 2004, 11:45:47 am
Não entendi a atitude da Imbel, no mínimo para um concurso como este, ela deveria ter oferecido o modelo MD-97L, que é o fuzil mais avançado fabricado no Brasil, não um modelo totalmente ultrapassado como a MD-2!
Título:
Enviado por: komet em Dezembro 29, 2004, 03:23:43 pm
Deve ser um lote que está em stock, e como somos portugueses devem ter pensado q somos burros o suficiente para as comprar  :D
Título:
Enviado por: Janus em Dezembro 29, 2004, 08:43:20 pm
Na minha opinião, o G36 não é assim tão revolucionário, nem a M-16/C7, FAL, Kalashnikov e outros sistemas tão ultrapassados.  Por exemplo, o sistema de travamento do G36 é similar ao da M16/C7; o ferrolho (bolt carrier) é do tipo da AR-18; e a coronha dobrável é, com poucas diferenças, similar ao da FAL ou SIG 550.  É relativamente leve, isso é verdade, mas também não é muito pequeno, sendo comparável à G3.  Não deixa de ser um bom sistema, e a sua construção em polímeros e modularidade são talvez as suas características mais “avançadas.”  (Se bem que a AUG, por exemplo, também faz bom uso do plástico e é uma arma bastante modular; a M16, essa também, é uma arma supreendemente modular.)  A Kalashnikov, apesar de ser uma arma de baixa tecnologia, tem um “pedigree” de combate invejável--e é barata, uma característica muito importante para exercítos menos bem financiados.  Também os sistemas FAL e M16 são sistemas duramente testados em combate, e com successo.  Na minha opinião ainda não chegaram ao fim dos seus dias, e o entusiasmo pela G36 tem tanto a ver com a vontade humana de ter algo de novo, de mais “moderno,” do que com as (muitas) qualidades da arma em si.  Mas para a maioria de exércitos do mundo, qualquer dos outros sistemas principais de hoje em dia é mais do que adequado.  Em minha humilde opinião.
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 29, 2004, 11:22:21 pm
Correcto, Janus.
Nenhum destes sistemas é mecânicamente revolucionário, já que podemos encontrar os seus pioneiros no fim do século XIX e início do Sec.XX.

O que a G36 pode trazer de novo são algumas melhorias ao nível da construção, peso e ergonomia. São melhorias progressivas e não saltos radicais como o G11. Face a realidade das coisas direi mesmo que o próximo passo será eliminar o invólucro de latão do cartucho por algum polímero. E é como diz: a G36 é uma AR18 plastificada (mecânicamente, claro).
Título:
Enviado por: Spectral em Dezembro 29, 2004, 11:28:05 pm
A G11 tinha pernas para andar, ou era demasiado avançada ?
Título:
Enviado por: komet em Dezembro 29, 2004, 11:37:57 pm
Pelo que sei a G-11 era revolucionária... em praticamente tudo.

O coice da arma era retardado por um mecanismo, por exemplo disparando em rajadas de três tiros, só depois de saír a última bala é que o soldado sentia o coice da arma.

Em termos de munições penso que utiliza um calibre 4.x mm, "caseless munition" que suponho que sejam balas sem o comum invólucro.

Claro que nem tudo o que é revolucionário é bom, muitos problemas podem surgir quando se complica um mecanismo, ou quando surgem novas munições sem teste-de-fogo em cenários de guerra reais.
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 30, 2004, 12:02:51 am
Os americanos lançaram um concurso para uma futura metralhadora ligeira que deverá utilizar munição caseless, mas como agora eles sonham mais do que fazem...
Procurem o video da G11. É muito interessante.
Título:
Enviado por: FinkenHeinle em Dezembro 30, 2004, 07:04:48 pm
Citação de: "João Ricardo"
Não entendi a atitude da Imbel, no mínimo para um concurso como este, ela deveria ter oferecido o modelo MD-97L, que é o fuzil mais avançado fabricado no Brasil, não um modelo totalmente ultrapassado como a MD-2!


O MD-97L é uma carabina, principalmente para uso policial, e não um Fuzil...
Título:
Enviado por: J.Ricardo em Dezembro 30, 2004, 07:52:16 pm
FinkenHeinle, você esta enganado quanto ao modelo, a carabina é o modelo MD-97LC, que é o modelo escolhido para equipar a Força de Segurança Federal, o modelo MD-97L é um fuzil.

Caso queira mais informações o link abaixo descreve um pouco esses dois modelos:

http://www.defesanet.com.br/eb/fuzil556.pdf (http://www.defesanet.com.br/eb/fuzil556.pdf)
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Abril 02, 2005, 11:46:58 pm
O Ministro da Defesa, Luís Amado, decidiu manter o concurso para a substituição da G-3 assim como o calendário do mesmo apesar das acusações de alguns concorrentes que alegam que o concurso foi feito à medida do fabricante alemão HK. Aliás, os únicos concorrentes serão os alemães da HK e os suíços da Swiss Arms.

A providência cautelar que uma das marcas colocou no Tribunal Administrativo de Lisboa para que o concurso fosse suspenso foi indeferida.

As propostas deverão ser entregues até a próxima quarta-feira e no dia seguinte abertas em cerimónia pública.

Os outros sete potenciais candidatos decidiram, como forma de protesto, não apresentar sequer propostas.

Uma excelente notícia :G-beer2:
Título:
Enviado por: typhonman em Abril 03, 2005, 02:41:01 pm
Tristeza..
Título:
Enviado por: TOMKAT em Abril 03, 2005, 03:16:21 pm
Citação de: "Jorge Pereira"
O Ministro da Defesa, Luís Amado, decidiu manter o concurso para a substituição da G-3 assim como o calendário do mesmo apesar das acusações de alguns concorrentes que alegam que o concurso foi feito à medida do fabricante alemão HK. Aliás, os únicos concorrentes serão os alemães da HK e os suíços da Swiss Arms.

A providência cautelar que uma das marcas colocou no Tribunal Administrativo de Lisboa para que o concurso fosse suspenso foi indeferida.

As propostas deverão ser entregues até a próxima quarta-feira e no dia seguinte abertas em cerimónia pública.

Os outros sete potenciais candidatos decidiram, como forma de protesto, não apresentar sequer propostas.

Uma excelente notícia :G-beer2:


Pensei que o ministro estivesse "desaparecido em combate".
Afinal estava no seu gabinete a trabalhar. :)
Título:
Enviado por: TOMKAT em Abril 07, 2005, 06:20:04 am
Site interessante sobre a G36

http://www.hkpro.com/G36.htm

Toda a panóplia de acessórios disponívies.
Até aparece uma comparação (foto) curiosa entre a G36
 e a G3 (a mãe de todas as hk  :) )
Título:
Enviado por: NBSVieiraPT em Maio 06, 2005, 08:12:26 pm
Bem olá a todos, este é o meu primeiro post...
E num assunto em que estou muito atento!

Eu quero ser um ranger portugues por isto pode afectarme bastante...

Eu mesmo sem nunca ter disparado uma arma apostei desde o inicio na G36 versao K se possivel pois e mais pequena e com especificações iguais à A e E. (axo eu!)
Ou entao a SG550 mas um amigo meu suiço que esta em reconhecimento diz que arma é uma porcaria, desde a mira ate ao cano.
Por isso eu diria com toda a certeza que Portugal devia comprar a G36...

Mas é só a minha opinião!

Hasta
BV
Título:
Enviado por: Luso em Maio 06, 2005, 09:07:36 pm
Um amigalhaço meu alemão enviou-me este "cartão de visita" para convencer-me das virtudes da SL-8...
Lamentavelmente não tenho € para dedicar a esse brinquedo.
A cápsula é de 30-06.
(http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/cartodevisita.jpg)

É a primeira vez que ouço dizer que a SIG é uma porcaria. Esses comentários são baseados em quê, já agora...
Título:
Enviado por: NBSVieiraPT em Maio 06, 2005, 10:20:37 pm
Bem Luso o gajo que me disse, ate me mandou imagens dela pela mira e pareceu um bocado pequena e ele disse que muitas vezes os canos basta entrar um bocadinho de agua e pronto, tens de ir as barracas pa troca-la!
Mas e apenas uma opiniao!

Eu adoro as sig e as Hk por isso...
Eu so referi esta opiniao apenas para se saber que ha gente que na gosta

Hasta
BV
Título:
Enviado por: NotePad em Maio 10, 2005, 07:17:59 pm
Citação de: "Luso"
Um amigalhaço meu alemão enviou-me este "cartão de visita" para convencer-me das virtudes da SL-8...
Lamentavelmente não tenho € para dedicar a esse brinquedo.
A cápsula é de 30-06.
(http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/cartodevisita.jpg)

É a primeira vez que ouço dizer que a SIG é uma porcaria. Esses comentários são baseados em quê, já agora...


Só uma cena que n percebo nessa imagem, tipo o teu amigo tera mandado uma bujarda de sl8 contra o 30-06, mas tipo se foi assim entao n percebo porke raio o metal ficou dobrado pra fora nos 2 lados, tipo supostamente o lado em ke furo primeiro fikava o metal farrapado pa dentro, onde sai e ke fica pra fora ai tens 2 marcas para fora... :?
Título:
Enviado por: komet em Maio 10, 2005, 07:53:34 pm
Para não falar que o diametro do furo parece pequeno demais...
Título:
Enviado por: Luso em Maio 10, 2005, 08:22:52 pm
Procurem fotos de penetração de blindagem e vejam por vós mesmos. Olhem, visitem o Museu da Marinha, cá fora...
Título:
Enviado por: NBSVieiraPT em Maio 10, 2005, 08:43:38 pm
Boas!

Ora bem é melhor esclarecer melhor esta cena da SG550 na prestar...
A SG550 é uma arma espectacular! Eu curto mesmo aquela arma mas esse meu amigo referiu que ela tem 2 problemas que podem ser um bocado chatos:
--> O cano se ficar nem que seja um bocadinho húmido lixa tudo;
--> A mira ele agora disse-me que se tinha enganado na versão, a da stw90 (axo que é esta!) é que não presta!

Por isso peço desculpa pelo mau entendido...

E já agora a G36 é que RULA!!!!!!

inté
BV

Fiquem bem!
Título:
Enviado por: Luso em Maio 10, 2005, 10:36:18 pm
Creio que para começares o site deverás dar um pouco mais de atenção à ortografia. Não que eu seja um mestre, longe disso - como os nossos companheiros de fórum poderão atestar...
Mas para mim não existe "desvaneio" mas sim "devaneio"...
Estarei errado?
Que dizeis, oh mui ilustre historiador deste fórum, excelso defensor da terra e memória Lusas! Dizei-nos, oh grande Papatango!
Título:
Enviado por: papatango em Maio 10, 2005, 10:59:10 pm
O papatango, depois de ver os desvaneios, agarrou no Lello, e bateu com a cabeça várias vezes no dito. Depois disso, agarrou no dicionário de lingua inglesa, e bateu outras e repetidas vezes com o dito na cabeça. Depois o papatango agarrou no dicionário de castelhano, e caiu para o lado...
O Hasta estava bem escrito  :crit:  :crit:  :crit:  :crit:

Cumprimentos
Título:
Enviado por: papatango em Maio 10, 2005, 11:01:39 pm
Depois disto, o papatango foi transportado para o hospital, por causa das escoriações. Ficou três horas à espera de médico, e quando o médico chegou, era espanhol.

papatango, encontra-se, naturalmente, em estado grave, para observação.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: NBSVieiraPT em Maio 11, 2005, 02:26:38 pm
???? esta até vi lume!

Na percebi um c**** do que vocês tao para ai a falar mas tb na faz mal...

Fiquem bem
BV
Título:
Enviado por: papatango em Maio 11, 2005, 09:45:12 pm
Caro NBRVieiraPT, não leve a mal, os devaneios.
Nem leve a mal qualquer critica que seja feita, porque as críticas são sempre positivas. Especialmente porque, só com críticas se pode melhorar.

O Lello, é o meu dicionário de Português-Português.

Além do mais, quando escrevo coisas um pouco mais complexas, trato de utilizar um corrector ortográfico, para evitar os erros de português.

Mesmo assim muitas vezes sai disparate. ... :mrgreen:

Cumprimentos
Título:
Enviado por: komet em Maio 11, 2005, 09:59:58 pm
Fiquem sabendo que sou contra o consumo de drogas, mesmo leves  :?
Título:
Enviado por: NBSVieiraPT em Maio 11, 2005, 10:12:55 pm
Eu na levei nada a mal só na percebi...

E a minha stora de portugues e que me levou em erro!!
Também de uma stora que diz Lusêdas em vez de Lusíadas não se deve esperar muito!

Fiquem bem
BV
Título:
Enviado por: NBSVieiraPT em Junho 07, 2005, 08:10:34 am
Ora bom dia a todos!! o

Alguma notícia sobre a escolha da arma?
Eles no Exército já as testaram centenas de vezes que isso eu sei, um colega meu está na unidade onde se está a testar e ele disse que a G36 já tinha vantagem na primeira parte mas agora nunca mais voltou ao mirc (canal #exercito para quem na sabe)...

Por isso obrigado por qualquer informação! :D

Cumprimentos
BV
Título:
Enviado por: TOMKAT em Junho 09, 2005, 09:37:31 pm
Acerca da G36...
 
Comparação interessante entre a G3 e a G36...

(http://img82.echo.cx/img82/7498/g3g364bm.jpg)

A G36 desmontada...

(http://img243.echo.cx/img243/8531/g36strip6vw.jpg)

(http://img264.echo.cx/img264/7540/g36internal5yo.jpg)

Outra versão da G36...

(http://img165.echo.cx/img165/453/g36kfold7yk.jpg)

Engraçado...a G36 dá ares de uma G3 modernizada. :?
Mas como a G3 é a mãe das HK...
Título:
Enviado por: NBSVieiraPT em Junho 09, 2005, 10:44:49 pm
Se nao me engano essa ultima é uma G36K...
Linda!!!! A melhor do mundo na opinião de cada vez mais pessoas creditadas no meio!

http://remtek.com/arms/hk/index.htm (http://remtek.com/arms/hk/index.htm)

http://www.hkpro.com/G36.htm (http://www.hkpro.com/G36.htm)

alguns sites sobre a G36... eu sabia de um muito melhor...
kando encontrar eu digo kal é!

Cumprimentos
BV
Título:
Enviado por: Vilarnovo em Junho 10, 2005, 07:59:01 pm
As maiores vantagens da G36 são seu peso reduzido e a característica de quase não precisar manutenção.

Aqui há uma ótima análise da G36 :

http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/sof/sofber3a.html
Título:
Enviado por: Luso em Junho 11, 2005, 04:22:23 pm
O que eu gostava era de ver uma animação do sistema de repetição da espingarda automática russa AN94...
Título:
Enviado por: TOMKAT em Junho 12, 2005, 06:43:15 am
Citação de: "Luso"
O que eu gostava era de ver uma animação do sistema de repetição da espingarda automática russa AN94...


Luso não é própriamente a animação que desejavas,
mas aqui vão uns "bonecos" da AN94.
Esta arma tem uma tarefa difícil que é substituir a Kalashnikov AK47, essa arma mítica.

(http://img300.echo.cx/img300/6240/an94abakan085gb.jpg)

(http://img110.echo.cx/img110/3927/an94abakan015zn.jpg)

(http://img210.echo.cx/img210/7245/an94abakan046wa.jpg)

(http://img247.echo.cx/img247/4480/an94abakan029hg.jpg)
Título:
Enviado por: Luso em Junho 12, 2005, 10:19:39 am
Segundo um livro que comprei sobre a história da AK-49 (Ak-47 é uma designação errada mas a adoptada) e que afirma que a Abakan (Avtomat Nikonova) AN94 é muito mais precisa e confiável que a AK (!!!). E já foi adoptada, não há rublos!
Uma animação que explicasse o seu mecanismo era excelente porque ainda não compreendi totalmente o seu funcionamento.
Pode ser - eventualmente - o melhor mecanismo para espingardas de assalto jamais concebido...
Título:
Enviado por: fgomes em Junho 22, 2005, 06:14:31 pm
Embora a possibilidade da sua adopção pelas nossas FA's seja remota (pelo andar das coisas, qualquer substituição da G3 parece remota) a Steyr lançou uma nova versão da AUG:

http://www.steyr-mannlicher.com/index.php?id=656

Curioso que uma versão no calibre 6,8 SPC também esteja a ser avaliada.
Título:
Enviado por: Luso em Junho 22, 2005, 08:28:36 pm
Olha, esta não conhecia...
E é toda estilosa!
O fgomes diz-nos que ESTAMOS a testar o 6.8spc?
Ou é a Steyr?
Título:
Enviado por: fgomes em Junho 22, 2005, 09:28:34 pm
Não somos nós é a Steyr. Acho curioso porque sendo a Steyr uma grande empresa, o facto e andar a experimentar um calibre diferente do standard pode querer dizer que uma empresa destas pensa na hipótese de adopção de um novo calibre e convém estar preparada. Será que os EUA estão a pensar sériamente neste assunto?
Título:
Enviado por: Miguel em Julho 12, 2005, 05:26:13 pm
bem

exelente o artigo de Papatango sobre as vantagens do calibre 7.62 :wink:  quem esteve em combate sabe  :?  isto que dizer tudo. prontos.

Podemos e fabricar umas G3 Novas ! isso sim seria exelente
Título:
Enviado por: Luso em Julho 12, 2005, 05:52:26 pm
Creio que é possível fazer ligeiras melhorias à G3, melhorando a ergonomia, resistência à corrosão, peso do gatilho, miras, manípulo do ferrolho e abertura do ferrolho após o último disparo. Uma nova telha com apoios picattiny e está a andar.
Julgo que são alterações que não devem ser caras...
Mas como quem vai decidir (ou não) não gosta mínimamente do assunto então nem sequer se vai pensar nisto.
Título:
Enviado por: Yosy em Julho 12, 2005, 07:01:30 pm
Citação de: "Luso"
Segundo um livro que comprei sobre a história da AK-49 (Ak-47 é uma designação errada mas a adoptada) e que afirma que a Abakan (Avtomat Nikonova) AN94 é muito mais precisa e confiável que a AK (!!!). E já foi adoptada, não há rublos!
Uma animação que explicasse o seu mecanismo era excelente porque ainda não compreendi totalmente o seu funcionamento.
Pode ser - eventualmente - o melhor mecanismo para espingardas de assalto jamais concebido...


 :shock:

Meu Deus isso é possível? Seria, sem qualquer margem para dúvidas, a melhor arma de fogo de todos os tempos!
Título:
Enviado por: papatango em Julho 12, 2005, 07:32:50 pm
Citação de: "Luso"
Pode ser - eventualmente - o melhor mecanismo para espingardas de assalto jamais concebido...


Por curiosidade ( e preguiça )
Essa é a que dispara duas munições de cada vez?

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Luso em Julho 12, 2005, 08:58:31 pm
Três modos de disparo: semi, rajada de 2 tiros (1800 tpm); rajada (600 tpm).
E o recuo é bastante reduzido, segundo dizem. Eu experimentava uma em 5.56mm para competir com a g36...
Creio que isso de seve ao facto do cano recuar enquanto a culatra avança. E os esforços tendem a anular-se. Tal como a Diana 75 de competição que tem dois pistões antagónicos para anular o recuo.
Título:
Enviado por: Luso em Julho 12, 2005, 09:17:07 pm
Citação de: "Yosy"
Citação de: "Luso"
Segundo um livro que comprei sobre a história da AK-49 (Ak-47 é uma designação errada mas a adoptada) e que afirma que a Abakan (Avtomat Nikonova) AN94 é muito mais precisa e confiável que a AK (!!!). E já foi adoptada, não há rublos!
Uma animação que explicasse o seu mecanismo era excelente porque ainda não compreendi totalmente o seu funcionamento.
Pode ser - eventualmente - o melhor mecanismo para espingardas de assalto jamais concebido...

 :shock:

Meu Deus isso é possível? Seria, sem qualquer margem para dúvidas, a melhor arma de fogo de todos os tempos!


Segundo a publicação que mencionei, o número médio de disparos entre falhas é de cerca de 40.000, e o da AK47 (49) é de 30.000.
A Avtomat Nikonova é uma arma que merece muito mais atenção.
Título:
Enviado por: Miguel em Julho 12, 2005, 09:19:34 pm
Citação de: "Luso"
Creio que é possível fazer ligeiras melhorias à G3, melhorando a ergonomia, resistência à corrosão, peso do gatilho, miras, manípulo do ferrolho e abertura do ferrolho após o último disparo. Uma nova telha com apoios picattiny e está a andar.
Julgo que são alterações que não devem ser caras...
Mas como quem vai decidir (ou não) não gosta mínimamente do assunto então nem sequer se vai pensar nisto.


sim G3Portuguese New Generation :wink:

de realçar que o 7.62 também tem capacidade para travar um jipe etc... coisa que o 5.56 nao faz...

e se não me engano ainda temos a linha de montagem da G3??
Título:
Enviado por: Luso em Julho 12, 2005, 09:24:25 pm
Pelos vistos a linha de produção já foi ao ar. Mas aposto que se conseguia fabricar esses acessórios/peças de reposição e sem grandes dificuldades e custos. Há que aprender como a Suécia que "refabricou" os seus stocks de G3. Não é à toa que é um país rico...
Título:
Enviado por: Miguel em Julho 12, 2005, 09:28:34 pm
de qualquer modo começaram a distribuir G36, por isso todos sabemos que o assunto esta resolvido :?

devia-se era pensar qual arma deve-se manter ao nivel secção para apoio geral, eu acredito que manter 1 MG3 por secção seria uma boa opção?

seja

pelotão 30 homens= 3 Metrelhadoras MG3 en 7.62 e 27 G36
Título:
Enviado por: Miguel em Julho 12, 2005, 09:32:14 pm
Citação de: "Luso"
Pelos vistos a linha de produção já foi ao ar. Mas aposto que se conseguia fabricar esses acessórios/peças de reposição e sem grandes dificuldades e custos. Há que aprender como a Suécia que "refabricou" os seus stocks de G3. Não é à toa que é um país rico...


essa da Suécia eu não sabia :P

Luso eu sei que cada secção infantaria sueca 10 Homens tem 2 Metrelhadoras MAG, psss que potencia de fogo hein??
Título:
Enviado por: papatango em Julho 12, 2005, 10:04:40 pm
O principal problema quando se tem um calibre diferente, tem a ver com a participação portuguesa em operações internacionais.
O facto de uma parte de uma força, não poder utilizar, em caso de necessidade as armas da maioria, é um problema.

No entanto, se que efectua o planeamento, tiver este problema em consideração, poderá tentar reduzir o problema, ou os seus efeitos.

Do meu ponto de vista, acho que a G-3 já deu o que tinha a dar, porque tanto quanto sei, já não possuimos capacidade para as fabricar.

Um dos problemas que temos, é que o numero de G-3 em estado novo, tem vindo a reduzir-se.
Quando estive no serviço militar, utilizei uma G-3 novinha em folha (a mais nova de todas quantas vi e me passaram pela mão). Essa arma, se bem tratada (limpa) era de facto muito boa. Da primeira vez que disparei, no entanto, fiquei com o "focinho" vermelho que nem uma maçã :evil:  :evil:  :evil: que comprei, embora seja adequada, não aguenta o tranco, e dez tiros depois de começar já tenho que calibrar a mira.

E já estou eu a "desvirtuar" o tópico

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Luso em Julho 12, 2005, 10:49:34 pm
Uma coisa é certa e indesmentível: a G3 é material já com uns aninhos valentes. Pode-se fazer um lifting mas para essa operação correr bem será necessário proceder com cuidados que não me acredito que os sobas locais sejam capazes de salvaguardar.
Em todo o caso sempre há a FN-SCAR H.
Quanto ao coice da G3, aposto que uma conversão simples para que esta funcione com pistão a gás poderia reduzir um bocado esse inconveniente. Aliás já desenhei uma conversão semelhante com ferolho de três ressaltos accionado por pistão e carro de ferrolho semelhante ao da G36 (AR18) 8). Espaço há!
Mas realmente não creio que compense.
Se for para manter o 7.62 Nato, pensar no SCAR-H, até porque esta malta de agora gosta de comprar tudo feito (uns chatos).
Título:
Enviado por: Luso em Julho 12, 2005, 10:57:53 pm
"Faz-me lembrar uma pressão de ar que tenho. A arma é boa, mas a mira espanhola  :evil:  :evil: que comprei, embora seja adequada, não aguenta o tranco, e dez tiros depois de começar já tenho que calibrar a mira."

A mira não é espanhola (aposto que a marca é Gamo) mas é de fabrico chinês ou coreano, com mais hipóteses para a primeira. Repara nas velhas Tasco e compara-as com as miras mais baratuchas e depois diz-me se não é a mesma porcaria.
Poupa e compra uma boa mira alemã em segunda mão (comprei há meses uma Kahles 6x por €150) ou uma Bushnell Trophy com controlo de foco para um mínimo de 10m. Tenho duas 6x18x40mm e aguentam bem uma TX 200 e uma Diana 48. PT, se gostas de pressões de ar temos que iniciar outro tópico na área livre! :D
Título:
Enviado por: papatango em Julho 12, 2005, 11:28:34 pm
:evil: :evil:  :D

Cumprimentos
Título:
Enviado por: emarques em Julho 13, 2005, 01:05:31 pm
Citação de: "Luso"
Pelos vistos a linha de produção já foi ao ar. Mas aposto que se conseguia fabricar esses acessórios/peças de reposição e sem grandes dificuldades e custos. Há que aprender como a Suécia que "refabricou" os seus stocks de G3. Não é à toa que é um país rico...


Mas eles refabricaram as AK4 (G3) para as distribuir pela Guarda Territorial, ou lá como é que se chama. São armas para distribuir pela população que está na reserva em caso de necessidade. A espingarda padrão do exército sueco é a AK5 (FNC). Ou seja, eles fizeram mais ou menos o que estamos a fazer agora, mas guardaram as G3 para usar em caso de necessidade.

Eu não sei o que se vai fazer às G3, mas suponho que as vamos guardar bem guardadinhas. Se fosse caso de mobilizar a reserva (cruzes, canhoto) provavelmente era melhor por-lhes na mão a arma que conhecem do SMO, em vez da arma nova. Claro, isso enquanto há reserva que fez o SMO.

Os noruegueses é que, segundo o que consigo perceber, ainda usam a G3 como espingarda padrão.
Título:
Enviado por: Miguel em Julho 13, 2005, 02:29:34 pm
A solução mais adequada podia passsar pela aquisição de um lote de G36 (12000) e manter a G3 ainda por muito tempo lado a lado...

A G36 seria distribuida apenas nos BInf,Mec,Paras etc...
Título:
Enviado por: Luso em Julho 29, 2005, 03:23:19 pm
Segundo uns mentideros, foi aqui que foi parar o ferramental nacional de produção das G3...

http://www.pof-usa.com/ (http://www.pof-usa.com/)

Pelos vistos agora estão na mão de quem gosta do que faz.
Título:
Enviado por: Luso em Agosto 22, 2005, 08:19:47 pm
Está confirmado: é esta a substituta da G3...

http://www.slinging.org/index.html (http://www.slinging.org/index.html)
Título:
Enviado por: komet em Agosto 22, 2005, 09:06:26 pm
Ó Luso, essa arma terrível já derrotou Golias na mão de David... está provada a eficácia no terreno.
Título:
Enviado por: typhonman em Agosto 23, 2005, 03:39:38 am
:lol:
Título:
Enviado por: Private_lusitano em Outubro 27, 2005, 08:59:12 pm
Alguém me sabe dizer qual é a diferença entra a C7 e a M16??? Muda só o fabricante?

Voto na G36 pó pessoal.
Título:
Enviado por: komet em Outubro 27, 2005, 09:20:22 pm
A Diemaco C7 possui selector de tiro full-automatic, contra a sequência de três tiros da M-16, de resto, tirando o sistema de mira e um material ou outro na construção penso que seja idêntica.
Título:
Enviado por: Artífice em Outubro 28, 2005, 12:10:28 am
- Oh meus amigosszzzz !
- A G3 é uma arma diabolicamente infernal !!!
--Sabem porque encrava? Por causa do carregador...!!!

UM LIFTING? Para a G 3 bastava o seguinte:

- 1º Um carregador maior e em resina (polimero) transparente para se ver o nº de cartuchos disponíveis, por outro lado, a resina ou o plástico, não se deforma, -parte-(parte deita fora) acabaram-se os encravanços!!!
- 2º Um rail do tipo picantinny superiôr e outro lateral (em resina ou alumínio) e já podemos montar os mais modernos dispositivos de pontaria Ex: Miras holográficas.
- 3º Revisão aos plásticos (baquelite) das armas q são de má qualidade e  velhos, partindo com facilidade.
- 4º Um amortecedor da culatra melhorado.
- 5º E já agora uma nova coronha regulável em comprimento com uma chapa de couce digna desse nome ( como a XM-8 ) que seria extremamente fácil de aplicar, pois é um grupo completo fixo apenas por 2 cavilhas.
- 6º Fogo à peça... e viva o recúo do 7.62mm !!! !!! !!!

(Embora os Suecos não tenham ido tão longe !)


NOTA: A conversão de uma arma q funciona por acção indirecta de gases numa de acção directa (c/ êmbolo ou piston de gases) é impossível, seria o mesmo que construir uma nova... Além disso não há vantagens nenhumas nisso são mais 2 ou 3 peças que podem ter problemas !!! :D
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 28, 2005, 01:08:31 am
Citar
NOTA: A conversão de uma arma q funciona por acção indirecta de gases numa de acção directa (c/ êmbolo ou piston de gases) é impossível, seria o mesmo que construir uma nova... Além disso não há vantagens nenhumas nisso são mais 2 ou 3 peças que podem ter problemas !!!


Actualizações recentes do projecto demonstram que a ideia da cabeça com três ressaltos demonstram que a ideia é um disparate pegado!  :mrgreen:
Era uma arma "nova"?
Sem dúvida, mas olhe que não eram precisas forjas nem "flutar" a
câmara!
Além disso reciclagem! :wink:
Fiabilidade?
- AK47!

Agora a sério: o que diz é sensato e mais que suficiente (se bem eu que lhes daria um acabamento GunKote sobre fosfatado)
Título:
Enviado por: NotePad em Outubro 28, 2005, 02:02:37 pm
Citação de: "Artífice"
- Oh meus amigosszzzz !
- A G3 é uma arma diabolicamente infernal !!!
--Sabem porque encrava? Por causa do carregador...!!!

UM LIFTING? Para a G 3 bastava o seguinte:

- 1º Um carregador maior e em resina (polimero) transparente para se ver o nº de cartuchos disponíveis, por outro lado, a resina ou o plástico, não se deforma, -parte-(parte deita fora) acabaram-se os encravanços!!!
- 2º Um rail do tipo picantinny superiôr e outro lateral (em resina ou alumínio) e já podemos montar os mais modernos dispositivos de pontaria Ex: Miras holográficas.
- 3º Revisão aos plásticos (baquelite) das armas q são de má qualidade e  velhos, partindo com facilidade.
- 4º Um amortecedor da culatra melhorado.
- 5º E já agora uma nova coronha regulável em comprimento com uma chapa de couce digna desse nome ( como a XM-8 ) que seria extremamente fácil de aplicar, pois é um grupo completo fixo apenas por 2 cavilhas.
- 6º Fogo à peça... e viva o recúo do 7.62mm !!! !!! !!!

(Embora os Suecos não tenham ido tão longe !)


NOTA: A conversão de uma arma q funciona por acção indirecta de gases numa de acção directa (c/ êmbolo ou piston de gases) é impossível, seria o mesmo que construir uma nova... Além disso não há vantagens nenhumas nisso são mais 2 ou 3 peças que podem ter problemas !!! :D


A G-3 encrava porque as peças estão incrivelmente desgastadas a maioria das G-3 em portugal estiveram na guerra colonial e têm o peso de quase 40 anos de serviço em cima. o metal esta folgado e dilatado devido a tantos anos a serem disparadas. as peças já nao encaixam na perfeição, alias tive a oportunidade de ver 1 g-3 com folga no cano ou seja akilo ate disparava mas o cano tinha uma ligeira folga e mexia para os lados. De resto é uma excelente arma alias ate dispara com areia dentro do carregador camara cano etc, e so encostar a uma arvore pezada na alavança e ja ta! arranjam-me outra arma que faça isso! Meteram as Sig nos comandos cioe que a unica vantagem e o peso de resto, apanha po? não dispara! apanha us salpicos de agua? não dispara! apanha muniçoes mais manhosas? encrava e é o inferno para a arranjar! Tive a oportunidade de ver uma g-3a3 fabricada em 1986 (se não me engano) e sem problemas. As unicas vezes que encravava era por azelhice de kem a disparava coisas como encaixar mal o carregador, ou deixar peças de fora (uma vez vi 1 tipo que montou uma g3 e sobraram peças, lol). Ou muniçoes defeituosas.
Título:
Enviado por: emarques em Outubro 28, 2005, 03:35:24 pm
Bem, suponho que uma coisa sejam as armas da recruta e outra as que estão armazenadas "para uma mobilização". Para ensinar gente a montar e desmontar uma arma, mais vale entregar-lhes armas que já estejam desgastadas, porque assim não estragam as que estão boas.
Título:
Enviado por: Artífice em Outubro 28, 2005, 05:14:43 pm
Citação de: "Luso"
Fiabilidade?
- AK47!

- Só se for 7.~ mm x pelo menos 51mm, menos que isso...

 
Citação de: "Luso"
Agora a sério: o que diz é sensato e mais que suficiente (se bem eu que lhes daria um acabamento GunKote sobre fosfatado)


- Esse tal de GunKote parece-me realmente modernaço, mas, talvez apostasse antes no revestimento a teflon, embora não saiba a resistência mecânica do mesmo, o resultado em armas curtas é excelente. Mas a velha oxidação a quente com sais de brunir é mais barata e dura muitos anos.

-Agora em relação à dita conversão, só digo que é impossível, do ponto de vista económico pois técnico não o seria, apesar de obrigar a recalcular toda a balística interna da arma. Mas neste caso (modernização G 3)
seria um disparate.

 Na dita modernização espanta-me que os Suecos tenham optado pelo velho carregador de chapa (os tipos de certeza não abrem as cervejas com o dito cujo) pois parece-me q um em polimero sairía mais barato e eficaz, surpreende-me aínda não terem trocado de tipo de coronha, (embora acredite que para eles esse facto seja secundário pois nenhum elemento deve ter menos de 1,70m e uns braços tipo remo...).

-Quanto à alça q adoptaram, penso ser neste momento o tipo de alça com a melhor relação Qualidade/desempenho/preço.
Título: Aqui está!!!
Enviado por: Artífice em Outubro 31, 2005, 11:54:19 am
- Aqui está aquilo que referi antes, seria muito difícil ???



(http://img269.imageshack.us/img269/3655/g32006ii5bw.th.jpg) (http://http)
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 31, 2005, 12:42:30 pm
Parece-me uma boa ideia, excepto a alça para transporte (nunca soube para que servem essas coisas). Já agora, o que me diz de um novo manípulo para armar?
E uma patilha alongada para soltar o carregador, à la XM-8.
Quanto à coronha os plásticos, essas peças podem ser feitas cá.
Quanto à telha para montar tralhedo há as da Brugger & Tommet que se podem por cá copiar. Afinal, não é só no calçado e mobiliários que os modelos "se tiram".

O acabamento, como já referi:
http://www.kgcoatings.com/gunkote.html (http://www.kgcoatings.com/gunkote.html)
Título:
Enviado por: emarques em Outubro 31, 2005, 01:56:55 pm
Já agora, qual seria a possibilidade de substituição da própria carcaça da arma por uma em polímero?
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 31, 2005, 02:40:48 pm
Há uma empresa que fabrica partes de chassis em fibra de carbono em substituição das ligas de alumínio...

http://www.bushmaster.com/shopping/Carb ... 16m4ft.asp (http://www.bushmaster.com/shopping/Carbon15/az-c1516m4ft.asp)

O habitual é utilizarem-se reforços de aço ou ligas de alumínio mais resistentes.

Também já existe um novo polímero que substitui parte do corpo dos cartuchos, excepto a cabeça, e que previne/reduz o cook-off, mas que, sobretudo, reduz o peso da munição.
Título:
Enviado por: Artífice em Outubro 31, 2005, 03:30:55 pm
Citação de: "Luso"
Parece-me uma boa ideia, excepto a alça para transporte (nunca soube para que servem essas coisas). Já agora, o que me diz de um novo manípulo para armar?

  Também seria algo a considerar, embora numa arma deste tipo, seja sempre necessário um "manobrador" de medidas generosas, devido ao peso da culatra e força da mola recuperadora. As alças de transporte, para além de servirem para isso mesmo, servem também para proteger a alça de pontaria, que neste tipo de construção eventualmente seria uma alça optico/electronica "red dot" com aumento até 2x.

Citação de: "Luso"
E uma patilha alongada para soltar o carregador, à la XM-8.
Quanto à coronha os plásticos, essas peças podem ser feitas cá.
Quanto à telha para montar tralhedo há as da Brugger & Tommet que se podem por cá copiar. Afinal, não é só no calçado e mobiliários que os modelos "se tiram".


  Temos uma indústria de polímeros mortinha para entrar no mercado com projectos arrojados, houvesse vontade...

Citação de: "Luso"
O acabamento, como já referi:
http://www.kgcoatings.com/gunkote.html (http://www.kgcoatings.com/gunkote.html)



  Sim, parece-me de facto muito bom, mas o custo talvez tornasse proibitivo o objectivo de recuperar esta arma, além de que a tradicional oxidação até talvez tenha uma resistência mecânica mais elevada.
Título:
Enviado por: Artífice em Outubro 31, 2005, 03:36:39 pm
Citação de: "emarques"
Já agora, qual seria a possibilidade de substituição da própria carcaça da arma por uma em polímero?


   Nesta arma em particular julgo que seria a condenação do projecto, sairía muito caro fazer a carcaça em polímero, e depois reforçá-la nas zonas de atrito principalmente com a culatra e os roletes de travamento, pois não podemos esquecer que é uma arma cujo travamento é feito por roletes q se alojam na propria carcaça para travar a culatra, se esta fosse em polímero ou resina o gastamento seria enorme.
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 31, 2005, 05:11:00 pm
Citar
Nesta arma em particular julgo que seria a condenação do projecto, sairía muito caro fazer a carcaça em polímero, e depois reforçá-la nas zonas de atrito principalmente com a culatra e os roletes de travamento, pois não podemos esquecer que é uma arma cujo travamento é feito por roletes q se alojam na propria carcaça para travar a culatra, se esta fosse em polímero ou resina o gastamento seria enorme.


Claro. Mas não seria essa peça a ser construída em polímero: o cano teria uma extensão onde estão os ressaltos para os roletes, em aço. como acontece em quase todas as armas modernas para reduzir peso.
Título:
Enviado por: Mar Verde em Outubro 31, 2005, 07:17:22 pm
Citar
LINKOPING, Sweden, Oct. 31, 2005 (PRIMEZONE) -- The Swedish Defence Materiel Administration has signed a contract with Saab Bofors Dynamics to upgrade the existing Ak5 assault riffle. The contract encompasses almost 40,000 weapons and secures capacity utilization at Saab Bofors Dynamics' workshops in Eskilstuna for approximately four years.

The weapons will be made shorter, lighter and mounting rails will be added to allow for modern telescopic sights to be fitted.

Saab spokesman Anders Florenius said the Swedish Armed Forces had requested the changes as its emphasis shifts from homeland defense toward international peacekeeping operations.


(http://wpy.observer.se/wpyfs/00/00/00/00/00/06/72/02/05-085_Ak5C051029.jpg)


AK5 standard

(http://www.soldf.com/images/s_ak5_nykolv.jpg)
Título:
Enviado por: emarques em Outubro 31, 2005, 08:53:24 pm
Bolas, ainda têm as AK4 (G3) modernizadas todos direitinhas nos armazéns e já estão a preparar o upgrade às FNC?
Título:
Enviado por: soultrain em Novembro 01, 2005, 02:30:37 am
Mar Verde,

O seu nick refere-se a isto?:

Citar
Em princípios de 1969 soubera-se em Bissau que a Guiné-Conakry havia recebido da URSS três vedetas-torpedeiras da classe «Komar» e o PAIGC quatro vedetas-torpedeiras da classe «P6». As primeiras eram navios de 75 toneladas, armados com duas peças AA de 25 mm e dois mísseis superfície-superfície; as segundas eram navios de 66 toneladas, armados com duas peças AA de 25 rnm e dois tubos lança-torpedos. Umas e outras podiam atingir uma velocidade superior a 40 nós.
Como é evidente, tratava-se de uma ameaça grave para nós. Durante a noite poderiam essas vedetas chegar a Bissau sem serem detectadas e afundar em poucos minutos um transporte de tropas ou qualquer outro navio de carga que lá se encontrasse.
Logo após a operação «Nebulosa» (Agosto de 1969) o comandante Alpoim Calvão, que era especializado em mergulhador-sapador, idealizou uma nova operação destinada a liquidar de uma assentada tanto as vedetas-torpedeiras do PAIGC como as da Guiné-Conakry. De acordo com o seu plano, uma das nossas LFG's aproximar-se-ia sub-repticiamente, durante a noite, do porto de Conakry e colocaria na água várias equipas de homens-rãs que iriam fixar minas-lapa nos cascos das vedetas. Feito isso, regressariam à LFG, que desapareceria sem deixar rasto. Algumas horas mais tarde as minas explodiriam e aquelas iriam ao fundo sem que ninguém pudesse saber exactamente o que tinha acontecido!
Como seria de esperar, o brigadeiro Spinola aprovou com entusiasmo a ideia. Calvão foi a Lisboa, conseguiu o apoio do chefe do Estado-Maior da Armada (vice-almirante Reboredo e Silva), que provavelmente terá informado o Ministro da Marinha (vice-almirante Pereira Crespo), e seguiu depois para a África do Sul, acompanhado por um inspector da DGS, a fim de tentar obter aí as minas-lapa necessárias para a operação, uma vez que a nossa Marinha não as possuía. Conseguidas estas, trouxe-as para Lisboa como se fossem bagagem pessoal e, seguidamente, mandou-as para a Guiné.
Tratava-se agora de obter um plano actualizado do porto de Conakry, de que também não existia nenhum em Lisboa ou em Bissau. Para resolver o problema o comandante Calvão propôs ao comandante da Defesa Marítima da Guiné (comodoro Luciano Bastos) que uma LFG disfarçada fosse fazer um reconhecimento a Conakry durante a noite. Concordou aquele e em meados de Setembro de 1969 Alpoim Calvão embarcou na Sagitário, de que era comandante o capitão-tenente Camacho de Campos, e dirigiu-se para a ilha João Vieira, onde o navio foi disfarçado por forma a dar impressão de que pertencia ao PAIGC. Foi também combinado que se a LFG se cruzasse com quaisquer outros navios ou embarcações durante o trajecto para Conakry só apareceriam no exterior os elementos africanos da sua guarnição. Um cabo fuzileiro com boné de capitão-tenente representaria o comandante. E assim foi feito, conseguindo a lancha chegar a Conakry pelas zero horas do dia 17 de Setembro sem levantar suspeitas, apesar de se ter cruzado pelo caminho com diversos pesqueiros guineenses!
Dando uma volta larga para se apresentar diante da cidade como se viesse do sul, a Sagitárío entrou no canal que separa as ilhas Loos da península de Conakry cerca das duas horas. Então, utilizando o radar, foram localizadas com rigor as posições dos diversos cais acostáveis. Uma hora mais tarde a lancha dirigiu-se para a saída. Mas, inesperadamente, o gerador avariou-se e o navio foi obrigado a fundear, o que submeteu os nervos dos seus tripulantes a uma rude prova. Felizmente a avaria foi rapidamente reparada e a Sagitário pôde continuar viagem e regressar a Bissau sem novidade. Indubitavelmente uma das mais audaciosas e mais bem sucedidas operações de reconhecimento levadas a cabo pela nossa Armada.
Animado pelo êxito da «visita» a Conakry Calvão resolveu alargar o âmbito da operação que estava a planear. Porque não, fazer um raide àquela cidade, cuja aproximação parecia tão fácil, e, simultaneamente, destruir as vedetas e libertar os 26 prisioneiros portugueses que lá se encontravam? Era uma ideia que desde há muito germinava na sua mente e que agora se afigurava possível de levar à prática. E logo se apressou a apresentar a proposta a Spínola. Concordou de imediato o comandante-chefe com a ampliação dos objectivos da operação, a que havia sido dado o nome de código «Mar Verde», mas entendeu que, já que se ia entrar à viva força em Conakry, então que se aproveitasse para destruir também as instalações que o PAIGC ali tinha! A verdade é que o sucessivo alargamento dos objectivos a alcançar ainda não ia ficar por aqui.

Desde 1964 havia contactos entre as autoridades portuguesas, tanto de Lisboa como de Bissau, com a FLNG (Front de Libération National Guinéen), um dos principais partidos da oposição clandestina ao regime despótico de Sekou Touré. A partir da chegada do brigadeiro António de Spinola à Guiné esses contactos intensificaram-se. Era sua intenção auxiliar a FLNG a estabelecer bases de guerrilha no nosso território a fim de fomentar uma guerra subversiva no interior da Guiné-Conakry que levasse à deposição de Sekou Touré e à instauração de um regime que nos fosse favorável, isto é, que pusesse cobro às acções militares que o PAIGC vinha efectuando contra nós a partir daquele país. No entanto o projecto estava a avançar com muita lentidão por se recear que pudesse acarretar graves complicações internacionais.
Foi então que o comandante Calvão teve a ideia de aproveitar o projectado ataque a Conakry para, com a ajuda de forças da FLNG (que haveria que organizar), tentar também levar a cabo um golpe de Estado naquela cidade que conduzisse à liquidação imediata do regime de Sekou Touré! E, mais uma vez, obteve o apoio imediato do já então general Spínola. Encontravam-se finalmente definidos os quatro objectivos da operação «Mar Verde»: destruir as vedetas-torpedeiras; libertar os prisioneiros portugueses; inutilizar as instalações do PAIGC em Conakry; substituir o governo de Sekou Touré por um governo da FLNG.          Saturnino Monteiro                
em «Batalhas e Combates da Marinha Portuguesa» (Vol.VIII)


Cump.
Título:
Enviado por: Mar Verde em Novembro 01, 2005, 11:41:41 am
sim

postei a história da Operação Mar Verde aqui:

http://www.forumdefesa.com/forum/viewto ... 7312#27312 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?p=27312#27312)
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 02, 2005, 09:58:10 pm
Atenção: Aditamento a contrato para novas armas ligeiras para as forças armadas dos EUA...

Data: 31 de Outubro de 2005

Conteúdo:

Citar
The purpose of this Amendment is to CANCEL Solicitation W15QKN-05-R-0449, OICW Increment One.  

This action has been taken in order for the Army to reevaluate its priorites for small caliber weapons, and to incorporate emerging requirements identified during Operation Enduring Freedom and Operation Iraqi Freedom. The Government will also incorporate studies looking into current capability gaps during said reevaluation.


Ou seja, o melhor é esperar para ver. Pode ser que hajam novidades, sobretudo no calibre.
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 02, 2005, 10:15:35 pm
Entretanto, na Suécia ( e Noruega que vai / está a fazer o mesmo...)

(http://hem.bredband.net/b387781/IM000756.jpg)

O manípulo para armar é que nunca me convenceu...

Soldado Norueguês em Cabul...

(http://www.mil.no/multimedia/archive/00066/Modifisert_AG-3_66902a.jpg)
Título: Fiabilidade vs Armas de Brinquedo
Enviado por: AugustoBizarro em Novembro 03, 2005, 06:29:32 pm
O objectivo duma arma, suponho, é que dispare quando necessário, ou seja a qualquer momento.
Uma folha técnica com características impressionantes, e funcionalidades aparentemente úteis vale somente se forem fiáveis.

Aqui, parece-me, entramos num aspecto cultural.

Há certas culturas que têm hábitos, vícios, de quererem ter o record das capacidades, escondendo os potenciais defeitos inerentes de tal obsessão.
Um arma que , como que temperamental , funcionando ou não, por capricho (nem tem culpa coitada.. é apenas uma criação, o culpado é o(s) autor(es) do projecto ).
Outras culturas, por necessidade, ou até geografia, precisam mesmo que o material funcione.

Eu pessoalmente acharia mais sensato por parte de quem decidirá o futuro substituto da G3, escolher uma arma vinda duma cultura que encara a fiabilidade acima de qualquer outro ponto.
De que serve uma arma cheia de lasers e lanterninhas, e lançadores de isto e daquilo, se na altura de dar o litro, aparece uma imagem no visor:
"por favor, troque as pilhas".

Um soldado fica ali com um peso morto, vulnerável a uma velhinha que empunhe uma pá, ou meramente um tijolo.
Ora, quando uma arma do século XXI, não consegue sequer funcionar, é caso para perguntar, se não deveriamos equipar os soldados com arcabuzes ou trabucos!

Posto a brincadeira, e por falar em trabucos, aqui fica um , mas do século XX.

(http://world.guns.ru/sniper/rt-20.jpg)

(http://world.guns.ru/sniper/rt20_1.jpg)
RT-20, Croácia, 20 mm

(http://world.guns.ru/sniper/20hs404.jpg)
12.7x99mm .50 BMG (topo) e o 20x110mm Hispano-Suiza (baixo)

Por esta perspectiva, o coice da G3 será assim tão mau?


Com umas armas baratas, umas AK-101 e por aí fora (até usam 5.56 mm e tudo), com um tambor de 75 balas, é uma festa.

Sobra dinheiro para munição farta , dinheiro para peças, e até dá para comprar uns extras, como essas RT-20, e uns Strela baratuchos.
o Exército fica mais bem servido, pode praticar á vontade sem constrangimentos de falta de munição.


Ás vezes quando vejo pessoas a criticarem o material mais antigo, em favor de armas aparentando terem saído duma série B de ficção científica
dos anos 50-60,  pergunto-me se as pessoas tem consciência do potencial e fiabilidade das espingardas da Grande Guerra.

Verdadeiras obras de arte da tecnologia, agora estes brinquedos, por amor de Deus.


Posto isto,  bom mesmo, melhor do que qualquer selecionamento cuidadoso ou escolha, para a compra duma nova arma, seria o Governo ou o Exército, por iniciativa própria, pegar nas verbas, e montar uma fábrica, e produzir o seu material, por pior que fossem os primeiros modelos, o dinheiro ficava cá, e a tecnologia desenvolver-se-ia.

Isto de andar a fabricar por licença , não trás qq tecnologia, pois o projecto e o desenho não é feito cá.

Em vez do Português estar sempre a opinar sobre o material estrangeiro
era tempo de haver produção propria, passar de consumidor a produtor.


Se calhar fugi demasiado ao tema, as minhas desculpas, mas ás vezes fico revoltado por me dar a sensação que sou o único português que quer que o seu país não seja apenas uma nota de rodapé, num livro de história sobre culturas exóticas, extintas, em 2300.

link:
http://world.guns.ru/sniper/sn56-e.htm (http://world.guns.ru/sniper/sn56-e.htm)
Título:
Enviado por: NotePad em Novembro 03, 2005, 06:38:30 pm
So tem o defeito em ser de ferrolho...
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 03, 2005, 09:08:34 pm
Citar
De que serve uma arma cheia de lasers e lanterninhas, e lançadores de isto e daquilo, se na altura de dar o litro, aparece uma imagem no visor:
"por favor, troque as pilhas".


Recentemente tive observar um dialogo a este respeito e que para mim foi bastante educativo:

1.º Lasers, lanterninhas e visores holográficos falham, como aliás qualquer coisa;

2.º Quem não tiver maturidade de verificar o estado das baterias antes de ir para combate também não a deve ter para ter um carro ou uma família;

3.º Miras como as Aimpoint M3 permitem uma utilização de 50.000 horas sem trocar de pilhas. Visores ACOG não precisam de pilhas (porque utilizam trítio e/ou fibras ópticas).

Agora pense nas vantagens de ter esse tralhedo todo em condições de baixa visibiliadade. Pondere o custo-benefício. Pense na capacidade dissuasora em cenário de manutenção de paz em que um tipo mais exaltado é acalmado com uns pontinhos vermelhos a dançar no seu peito;
Pense nas vidas salvas devido a uma correcta identificação noturna.
Ou então que esse laser permite efectuar pontaria sem que seja necessário encarar a arma.

Se me conhecer terá a oportunidade de verificar que tendo a ser um pouco espartano e pouco dado a novidades "fashion". Portanto considero-me isento nesta apreciação.
Título:
Enviado por: Luso em Abril 18, 2006, 12:39:28 pm
Só para colocar o artigo citado pelo Jorge Pereira e que vem a propósito de polémicas recentes acerca de adiamentos, atrasos e companhia...

Citar
Jornal de Notícias escreveu:

Carlos Varela

Oconcurso para substituição da G-3 está praticamente parado há quase um ano. Uma situação que está a preocupar sectores do Exército, Marinha e Força Aérea, uma vez que o processo abrange também a aquisição de metralhadoras e de pistolas. É que a G-3 já não é fabricada há vários anos para uso militar. Nas metralhadoras, o Exército tem ainda que recorrer à HK-21, que nunca teve grandes adeptos por encravar com facilidade, e quanto a pistolas, a que está em uso é a Walther P38, uma arma robusta e fiável, mas com origem na Segunda Guerra Mundial e já com 40 anos de serviço.

Os últimos testes às duas armas em concurso - a HK G-36 e a Sig 550 - para substituir a G-3 foram feitos em Julho do ano passado, mas desde então nenhum outro passo foi dado para continuar a avaliação. O mesmo se passou com as metralhadoras e as pistolas, onde estão em concurso, respectivamente, a FN Minimi e a HK MG-4, por um lado, e a HK USP e a Sig Sauer 20/22, por outro.

Até ao final do ano, todas estas armas deviam ter sido ser sujeitas a novas testes, desta feita testes técnicos em laboratório para avaliação da robustez e fiabilidade, mas a verdade é que este passo ainda não foi dado. Os testes teriam que ser realizados num centro credenciado pela OTAN e chegou a ser equacionada a hipótese da infra-estrutura existente em Espanha, em Carabanchel. Há igualmente dois outros centros na Alemanha e na Inglaterra, mas não há notícia sequer de um agendamento para realização dos testes.

As razões para o atraso parecem estar no facto de o Ministério da Administração Interna (MAI) ter querido entrar no concurso ao lado do Ministério da Defesa Nacional, em particular devido à aquisição de pistolas para fornecer à GNR e à PSP, uma vez que poderia fazer baixar o preço da aquisição com o aumento do número de armas e os requisitos de militares e polícias serão conciliáveis. Outra vantagem da entrada do MAI estaria associada à uma maior facilidade de manutenção, na gestão de "stocks" de sobressalentes e na instrução, uma vez que o vencedor seria o mesmo para os militares e polícias. Talvez por isso elementos da PSP e da GNR estiveram presentes nos testes realizados no ano passado, os chamados testes de campo.

A verdade, no entanto, é que parece não ter sido ainda encontrada uma fórmula jurídica que permita conciliar as duas necessidades, do Ministério da Defesa, que iniciou o concurso e o processo de aquisição, e do Ministério da Administração Interna, a braços também com uma necessidade premente de pistolas para a PSP e para a GNR.

Como consequência, o concurso está irremediavelmente atrasado e dificilmente se poderá vir já a ser respeitado o que fora calendarizado, quando o anterior ministro da Defesa, Paulo Portas, deu o aval para o avanço do processo. Ou seja, o início da entrega de novas armas para as Forças Armadas em finais deste ano ou princípios de 2007, num processo que, segundo o previsto, estaria concluído em 2008.



Uma pergunta destinada aos insignes peritos (os que sabem mas não querem dizer):

Se a G36 já foi submetida a testes que a levaram a ser adoptada por exércitos como a Alemanha (1995), Espanha (1999) e México e por forças especiais de diversos países, que testes tão demorados faltarão ainda executar?

A SIG também está em produção desde 1986 e em uso no Exécito Suíço e por diversas forças especiais de todo mundo. Também haverá que levar a efeito testes transcendentes?

E já agora, já que se pensa em atrasar tudo, porque não considerar a SCAR?

Mas, como já disse num postal anterior, os testes ainda vão revelar a existência de limalha nas culatras...
Ou cegonhas que nidificaram na carreira de tiro dos testes.
Título:
Enviado por: typhonman em Abril 18, 2006, 02:20:42 pm
AINDA GOSTAVA DE SABER PORQUE É QUE A TAVOR FOI EXCLUIDA...
Título:
Enviado por: TOMKAT em Abril 19, 2006, 01:07:24 am
Citação de: "Luso"

Mas, como já disse num postal anterior, os testes ainda vão revelar a existência de limalha nas culatras...
Ou cegonhas que nidificaram na carreira de tiro dos testes.


Talvez areia... e teias de aranha na cabeça dos decisores políticos... :?
Título:
Enviado por: Luso em Abril 19, 2006, 11:48:53 am
Porque é que o Ministério da Defesa não compra tudo e depois transfere as armas para o Ministério da Administração Interna, mediante o pagamento das unidades transferidas?
É assim tão complicado?
Que questões menores estarão a colocar em causa a aquisição das armas?
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Abril 19, 2006, 12:16:31 pm
Citação de: "Luso"
Porque é que o Ministério da Defesa não compra tudo e depois transfere as armas para o Ministério da Administração Interna, mediante o pagamento das unidades transferidas?
É assim tão complicado?
Que questões menores estarão a colocar em causa a aquisição das armas?


E se depois o MAI desisti-se da compra lá ficava o MDN para ai com umas 40.000 pistolas a mais...passava a haver mais pistolas que militares das forças armadas...
Título:
Enviado por: Luso em Abril 19, 2006, 12:42:20 pm
Desistir, Pereira Marques? :wink:
Título:
Enviado por: Yosy em Abril 19, 2006, 06:42:38 pm
Citação de: "Typhonman"
AINDA GOSTAVA DE SABER PORQUE É QUE A TAVOR FOI EXCLUIDA...


Pode muito bem ser razões políticas - a esquerda em peso não gostaria de ver armas israelitas por todas as nossas forças armadas.
Título:
Enviado por: Lightning em Abril 19, 2006, 07:42:33 pm
Citação de: "Yosy"
Citação de: "Typhonman"
AINDA GOSTAVA DE SABER PORQUE É QUE A TAVOR FOI EXCLUIDA...

Pode muito bem ser razões políticas - a esquerda em peso não gostaria de ver armas israelitas por todas as nossas forças armadas.


Os Para-quedistas usam a Galil que é israelita.
Existem muitas Uzis espalhadas pelas forças armadas.
Penso que os F-16 são ou vão ser equipados com um "pod" de fabrico israelita.
Título:
Enviado por: Pedro Monteiro em Abril 19, 2006, 11:06:31 pm
Citação de: "Typhonman"
AINDA GOSTAVA DE SABER PORQUE É QUE A TAVOR FOI EXCLUIDA...


Não há polémicas ou políticas. A sua exclusão deveu-se simplesmente a não ter as dimensões exigidas no concurso. Trata-se literalmente de um concurso feito "à medida" (diz-se que da G-36).
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
Título:
Enviado por: Luso em Abril 20, 2006, 10:41:24 pm
Bom: só para dizer que apaguei os postais todos não relevantes para o tema em questão, sobretudo quando se recuperou a discussão no tópico dedicado ao exército espanhol, o que é inadmissível!

Já agora as minhas saudações ao nosso amigo Menacho que se tem comportado exemplarmente. Apareçam mais como ele.
Título:
Enviado por: Luso em Maio 01, 2006, 11:52:42 am
Novas sobre as pistolas...

Governo faz avançar concursode pistolas para PSP e GNR

http://jn.sapo.pt/2006/05/01/primeiro_p ... olas_.html (http://jn.sapo.pt/2006/05/01/primeiro_plano/governo_avancar_concursode_pistolas_.html)

Carlos Varela

AGNR e a PSP ainda este ano deverão começar a receber novas pistolas para substituir as velhas armas ainda em serviço, segundo adiantou ao JN o subsecretário de Estado da Administração Interna Rocha Andrade. Está em causa o fornecimento de mais de 35 mil pistolas, envolvendo um investimento superior a um milhão e 250 mil euros (250 mil contos), e há a certeza da opção pelo calibre de 9 mm.

Em todo o caso, o concurso de aquisição vai ser lançado autonomamente do processo que decorre nas Forças Armadas, uma vez que não foi juridicamente possível juntar ambas as situações, salientou o governante.

No entanto, embora Rocha Andrade não o tenha admitido, o JN sabe que é provável que processo tenha ainda que ter a intervenção directa do próprio ministro António Costa, uma vez que as forças policiais não se entendem relativamente a uma questão aparentemente simples as novas pistolas devem ou não ter patilha de segurança? Rocha Andrade não quis comentar a informação, mas salientou a vontade do Ministério fazer avançar rapidamente o concurso.

Falta de confiança

Actualmente, as armas ainda em serviço na PSP e na GNR têm uma média de 40 anos de utilização e há muito que em particular as associações das forças de segurança protestam pela necessidade de proceder a um processo de substituição.

É que, se bem que a arma só deva ser usada em última instância e as limitações impostas ao seu uso restrinjam fortemente a sua utilização, é bem conhecida a falta de confiança gerada pelas velhas pistolas de serviço, quer por parte da GNR quer por parte da PSP. Em muitos casos, sabe o JN, em particular os elementos de investigação criminal chegam a comprar armas com o seu próprio dinheiro por falta de confiança na arma de serviço.

Daí que tenha sido intenção do Governo assumir como uma das prioridades a aquisição de uma nova arma que possa ser usada quer pela GNR quer pela PSP. Quando o Ministério da Defesa de Luís Amado lançou o concurso para substituição da G-3, herdando uma decisão já tomada pelo anterior ministro da Defesa, Paulo Portas, o objectivo acabou por ser mais vasto e a opção acabou também por recair em novas metralhadoras assim como pistolas.

António Costa viu benefícios no facto de juntar-se nas pistolas ao processo de aquisição para as Forças Armadas, tanto assim que foram nomeados oficiais da GNR e da PSP para acompanharem o concurso e no Orçamento de Estado do ano passado foram inscritas verbas, no âmbito do PIDDAC (Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central), para aquisição de material para as forças de segurança, abrangendo igualmente as pistolas.

Como consequência, a entrada do MAI veio atrasar o concurso nas Forças Armadas, tal como o JN já noticiou. No entanto, a Administração Interna acabou por retirar-se do processo, uma vez que, tal como adiantou Rocha Andrade ao JN, "pedimos um parecer jurídico sobre a possibilidade de podermos agregar-nos ao processo do Ministério da Defesa", mas o resultado foi negativo.

A principal alteração na sequência deste parecer é que o MAI está agora lançar um processo autónomo de aquisição e segundo o sub-secretário de Estado Rocha Andrade, "há a vontade do Ministério (da Administração Interna) fazer ainda este ano a entrega de algumas armas". Rocha Andrade admite que esse número possa rondar entre as três mil e as cinco mil pistolas e embora adiantar os valores em causa salientou que as verbas já estão previstas no âmbito do PIDDAC, no item de aquisição de material para modernização das forças de segurança.
Título:
Enviado por: emarques em Maio 01, 2006, 12:25:04 pm
Citar
Como consequência, a entrada do MAI veio atrasar o concurso nas Forças Armadas, tal como o JN já noticiou. No entanto, a Administração Interna acabou por retirar-se do processo, uma vez que, tal como adiantou Rocha Andrade ao JN, "pedimos um parecer jurídico sobre a possibilidade de podermos agregar-nos ao processo do Ministério da Defesa", mas o resultado foi negativo.

Mas por que carga d'água é que não podem?!
Título:
Enviado por: Luso em Maio 01, 2006, 12:39:24 pm
Não faço a mínima ideia!...
Terá alguma coisa a haver com as verbas do PIDDAC, que não poderão ser "misturadas" com o orçamento da Defesa?
Ele há coisas que realmente me custam a compreender...
Lá vamos continuar com a salgalhada de tipos de armas "regulamentares".
Título:
Enviado por: typhonman em Agosto 28, 2006, 08:53:47 pm
Porque se esta a demorar tanto para escolher uma arama que substitua a G3? Meu Deus... Que nojo..
Título:
Enviado por: Luso em Agosto 28, 2006, 10:09:41 pm
São os políticos de farda... :roll:
Isto anda mesmo a precisar de uma purga...
Título:
Enviado por: NVF em Agosto 28, 2006, 11:53:07 pm
Luso,

O que achas desta espingarda? Ja' se comecam a ver policais e militares americanos (SF) com elas.

http://hkpro.com/hk416.htm (http://hkpro.com/hk416.htm)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 29, 2006, 01:27:06 am
Para isso prefiro a original, ou seja, a G-36!  :wink:
Título:
Enviado por: Luso em Agosto 29, 2006, 10:34:45 am
Para ser sincero - e sem ter manipulado ambos os modelos "a sério" - devo confessar que prefiro a M16 com pistão (HK416).
Porquê?

1 - Sou céptico em relação ao chassis de polímero sobretudo na parte em que a extensão do cano onde estão os ressaltos para o ferrolho se une a esse chassis (com aumento de temperaturas, abusos, etc)

2 - Modularidade superior da M16: é possível "quitar" tudo. Aliás é graças a isso mesmo que temos a infinidade de versões dessa arma, inclusive a própria HK416. É possivel fazer-se quase tudo, desde transformar-se um arma básica em metralhadora alimentada a cintas até em sniper para uso urbano, silenciada (whisper), para disparar munição de pistola ou .22Lr;  

3 - Há MUITOS fabricantes de acessórios e conversões para M16. Neste momento é possível retirar a mola de retorno normal em troca de outro sistema para evitar ter a culatra obrigatóriamente fixa

4 - Num espaço comparativamente curto é possível mudar de configuração da arma. Se bem que, com o tempo, será eventualmente possível aumentar a capacidade de fazer "tunning" da G36. Infelizmente isso vai ser bastante difícil, porque é o mercado civil que dinamiza este tipo de alterações e a HK não facilita, ao contrário da FN, por exemplo

5 - Também seria fácil contruir a HK 416(7) aqui. CNC´s não faltam.

6 - Julgo que o sistema de desmontagem para limpeza da M16 é superior, não correndo o risco de ser perder pinos;

7 - Contras: a mola de retorno que não permite grandes abusos. Mas uma arma também não é para ser usada como alavanca (na "queda da máscara", essa vandalização de bom material). A patilha de segurança podia ser melhorada, já que implica um giro de 180º (máximo) e não é ambidextra, tal como não o é a retenção do carregador.

Básicamente julgo que a M16 a pistão é capaz de ser tão fiável como a HKG36 com a enorme vantagem de já possuir um grande universo de acessórios e conhecimentos sobre como afiná-la. Além disso é muito precisa: é considerada a arma mais precisa que os Estados Unidos jamais tiveram como arma regulamentar.

Mas chamo também à atenção de outro modelo: a FN SCAR, que parece ter as vantagem das duas com a potencialidade de vir a ter eventualmente um aceitável universo de complementos e de "almas estudiosas" já que a FN tem intenções de a disponibilizar ao mercado civil.

Exemplo:

Como o mercado civil consegue transformar a M16 numa arma muito fiável:

(http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/38e428a6.jpg)

Coronha para sniper

(http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/434.jpg)

Coronha "táctica"

(http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/6a5573b1.jpg)

Telha "táctica" free float

(http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/Image6-1.jpg)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 29, 2006, 10:48:38 am
A SCAR é porreira, mas pelo que eu ouvi é um pouco cara e na minha opinião é uma arma mais indicada para as Operações Especiais/DAE, do que as restantes unidades (isso inclui os Pára-quedistas, Comandos e Fuzileiros).
Título:
Enviado por: Luso em Agosto 29, 2006, 11:06:12 am
Cabeça de Martelo, o preço de uma arma representa pouco perante o custo que um militar tem para o país ao longo do seu serviço, para não falar da vida que pode perder por ter material inferior. Além disso, quantas gerações essas armas vão ter de servir?

Por mim FN SCAR para todos.
As forças especiais que tenham melhores miras ópticas e acessórios.

Soluções baratuchas: façam as M16 a pistão cá. Seria mais fácil do que pensam, mas isso é outra história.
Depois "quitem-nas" à vontade.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 29, 2006, 11:30:25 am
Em primeiro lugar tenho que dizer que fizeste uma boa pesquisa (as fotos ajudam sempre o pessoal a perceber a modularidade da espingarda-automática em questão.

Citar
Cabeça de Martelo, o preço de uma arma representa pouco perante o custo que um militar tem para o país ao longo do seu serviço, para não falar da vida que pode perder por ter material inferior. Além disso, quantas gerações essas armas vão ter de servir?


Se estivéssemos a falar de qualquer outro país Europeu, eu concordava contigo, mas cá em Portugal o máximo de contractos é de SEIS anos. Ou seja, fizemos o contrário do que é normal de umas Forças Armadas profissionais. Diminuímos o tempo de tropa para os contratados, o camuflado piorou de qualidade e as unidades continuam a não ter condições... Por isso não sei se é mesmo verdade. Acho que para um político Português os Mercedes e as ajudas de custo são mais importantes do que a vida do um qualquer soldado Português.  

Os Israelitas fazem verdadeiros tunings às suas armas e fazem em Israel. Modificam as armas de acordo com as suas necessidades, com excelentes resultados práticos. Não sou muito fã da quantidade de miras e outras coisas que os americanos metem nas suas armas, acho que à soluções muito mais práticas para melhorar a precisão de um soldado. Vejam a Tavor e a solução que eles encontraram.

Fabricar em Portugal está cada vez mais difícil, especialmente porque o vencedor à priori será a G-36 e elas vão ser provavelmente fabricadas na Alemanha ou em Espanha. No entanto não podemos esquecer que a FN tem um a fábrica cá em Portugal e que os Israelitas já disseram que não há problema em se construir cá uma fábrica.
Título:
Enviado por: typhonman em Agosto 29, 2006, 03:16:29 pm
Sim, se for preciso faz-se uma fábrica em Portugal para construir as Tavor.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 29, 2006, 04:42:01 pm
Citação de: "Typhonman"
Sim, se for preciso faz-se uma fábrica em Portugal para construir as Tavor.


Pois...o problema é que todos os fabricantes se retiraram do programa porque disseram que as regras tinham sido feitas para benefício da HK. Neste momento só a HK e os Suíços se mantêm no programa. Sabendo que as armas Suíças custam uma pequena fortuna e que já há inúmeras unidades com a G-36, acho que podemos dizer com alguma segurança que o vencedor à priori é a G-36. Mas segundo eu ouvi ao contrário dos Israelitas a HK não se comprometeu a construir nada cá em Portugal e as G-36 provavelmente serão construídas em Espanha.
Título:
Enviado por: Luso em Agosto 29, 2006, 04:54:53 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
e as G-36 provavelmente serão construídas em Espanha.


É como disse Sócrates: "Espanha, Espanha, Espanha".
Título:
Enviado por: Menacho em Agosto 30, 2006, 10:43:43 am
Una questao:

Os fusiles Galil de suas tropas paraquedistas........¿son 5,56 o 7,62?

¿Estan satisfeitos con elos?

Brigado.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 30, 2006, 10:49:42 am
5.56mm e estamos satisfeitissimos com elas!
Título:
Enviado por: Menacho em Agosto 30, 2006, 11:07:03 am
:wink:  Brigado.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 30, 2006, 12:12:02 pm
De nada, se tiveres mais alguma dúvida, avisa.  :wink:
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 30, 2006, 04:07:15 pm
Mudanças no júri do concurso... :roll:

http://dre.pt/pdf2sdip/2006/08/167000000/1697816979.pdf (http://dre.pt/pdf2sdip/2006/08/167000000/1697816979.pdf)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 30, 2006, 04:20:11 pm
Mudança nos "tachistas", tipicamente "tuga", e mais uns anitos á espera.
Interessante é a quantidade de Dr.'s.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 30, 2006, 04:25:23 pm
Lancero eu pessoalmente acredito que quando o governo quiser numa semana temos este processo concluido e o contracto assinado. O problema é que para o governo é muito bom esta situação. Podem dizer que há um programa, mas não correm o risco de terem mais despesa (do que aquela que já têm com as missões no estrangeiro actuais e futuras)... :?
Título:
Enviado por: Get_It em Setembro 07, 2006, 03:08:14 pm
Vídeo de um documentário que passou no Discovery Channel sobre a IMI Tavor: Future Weapons: The Tavor (http://http).

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: typhonman em Setembro 08, 2006, 03:34:37 pm
Está mais que visto que a TAVOR é a melhor arma que está em concurso.. c34x
Título:
Enviado por: Get_It em Setembro 08, 2006, 03:55:44 pm
Citação de: "Typhonman"
Está mais que visto que a TAVOR é a melhor arma que está em concurso.. c34x

Estava, retiraram-se do concurso (pelo menos é essa a informação que se tem antes de 2006) com o motivo do concurso ser mais a favor da G-36 do que outra coisa.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Lightning em Setembro 08, 2006, 07:23:12 pm
Citação de: "Get_It"
Citação de: "Typhonman"
Está mais que visto que a TAVOR é a melhor arma que está em concurso.. c34x
Estava, retiraram-se do concurso (pelo menos é essa a informação que se tem antes de 2006) com o motivo do concurso ser mais a favor da G-36 do que outra coisa.

Cumprimentos,


É mesmo verdade, as armas cujo carregador se encontram por trás do punho da arma (desconheço a designação oficial) foram automaticamente eliminadas já que era um requesito da arma ter o carregador à frente, por isso as Tavor Israelita, Famas Francesa, Sa80 Britânica e outras do género puseram-lhes um par de patins e voltaram rapidamente para casa, as restantes foram sendo eliminadas (Americanos, Italianos, etc) e actualmente o duelo é entra Alemães e Suiços....
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Setembro 08, 2006, 08:09:07 pm
Citação de: "Hélder"
Citação de: "Get_It"
Citação de: "Typhonman"
Está mais que visto que a TAVOR é a melhor arma que está em concurso.. c34x
Estava, retiraram-se do concurso (pelo menos é essa a informação que se tem antes de 2006) com o motivo do concurso ser mais a favor da G-36 do que outra coisa.

Cumprimentos,

É mesmo verdade, as armas cujo carregador se encontram por trás do punho da arma (desconheço a designação oficial) foram automaticamente eliminadas já que era um requesito da arma ter o carregador à frente, por isso as Tavor Israelita, Famas Francesa, Sa80 Britânica e outras do género puseram-lhes um par de patins e voltaram rapidamente para casa, as restantes foram sendo eliminadas (Americanos, Italianos, etc) e actualmente o duelo é entra Alemães e Suiços....


Se assim for, não compreendo a "embirração" do júri do concurso com o formato "bullpup"- carregador atrás do gatilho e encaixado na coronha
A meu ver há vantagens- arma mais compacta, mantendo o mesmo comprimento do cano ( sem comprometer a precisão e alcance ).
Alguém com maiores conhecimentos que diga de sua justiça..........
Título:
Enviado por: Hollywood em Setembro 08, 2006, 08:20:00 pm
Bem para este tópico só tenho uma comentário a fazer...

A idade não perdoa!
Título:
Enviado por: sierra002 em Setembro 09, 2006, 10:10:37 am
Los "bull-pub" dan problemas porque varias razones.
Son muy sensibles a los golpes en la culata. Son muy conocidos los casos de Steyrs que se han disparado solos por recibir golpes.
Dan una sensación desagradable al tirador por expulsar las vainas de munición muy cerca de la cara.
Pocos modelos son capaces de expulsar las vainas por cada lado, por lo que solo son aptos para diestros, (los que usan la mano derecha para las cosas importantes) lo que es un problema para los zurdos. Como en el caso del Sa80 inglés.
A pesar de ser mas cortos de por si, no se pueden plegar.
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Setembro 09, 2006, 11:07:06 am
Segundo li em relação à Steyr AUG, o mecanismo de segurança com o uso perdia a capacidade de bloquear na posição "safe" ou "fire". Por isso os australianos estão constantemente a instruir aos seus recrutas que verifiquem o mecanismo de segurança em variadas situações ( ao poisar a arma e ao levantá-la, ao receberem e ao passar a arma a outro indivíduo)
A L85/SA80 é, segundo os militares britânicos, uma m****
Desde carregadores que caiam devido à falta de um segurança para o carregador ( magazine release catch - não sei a tradução exacta para a língua de Camões), ao plástico que derretia quando aplicado repelente de insectos  :shock: .
Daí o recurso à Heckler & Koch para tentar resolver os problemas de concepção e que resultou na L85A2 que ainda é criticada pelos militares, embora em menor escala.
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 09, 2006, 12:20:55 pm
Pensem o que é contornar uma esquina à direita com uma bullpup.

E ter uma ruptura de estojo ao disparar do ombro esquerdo...
Ou uma carga dupla ou obstrução do cano.
E querer fazer tiro com mais precisão mas não o poder fazer com mais facilidade porque os gatilhos são mais pesados (devido à distância a vencer até ao mecanismo que solta o cão).

É um compromisso que quanto a mim não se justifica e que em grande parte se deve à necessidade de se terem canos longos para imprimir ao projectil 5.56 toda a velocidade possível para que seja eficiente. O 7.62x39 não é tão susceptível a isso nem o .300 Whisper.

Num mundo de compromissos muitos comprometem-se.:mrgreen:
Alguns não o podem, no entanto...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 15, 2006, 04:00:07 pm
Sobre a FN SCAR:

http://www.defesanet.com.br/armas/scar.htm (http://www.defesanet.com.br/armas/scar.htm)
Título:
Enviado por: fgomes em Setembro 20, 2006, 06:36:27 pm
A Eslovénia vai adoptar a FN2000!
Sempre pensei que esta arma tivesse mais "estilo" que eficiência!
Será que consegue resolver os problemas da configuração "bullpup"?

http://www.fnherstal.com/html/Index.htm
Título:
Enviado por: Flying Frog em Setembro 23, 2006, 01:24:50 pm
O Mexico tambem utiliza a G-3. Va remplaçar esta com o G-36 Alemao. O FN 2000 e material de alta tecnologia. Ista arma podria ser optima pra ou ejercito de Portugal.
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 23, 2006, 01:37:46 pm
Gosto muito da versão mexicana da G36. Até é parecida (no que interessa) a uma proposta que tinha aqui colocado.
É a minha versão favorita, pena é o calibre.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 23, 2006, 01:56:28 pm
Citação de: "Flying Frog"
O Mexico tambem utiliza a G-3. Va remplaçar esta com o G-36 Alemao. O FN 2000 e material de alta tecnologia. Ista arma podria ser optima pra ou ejercito de Portugal.


A F2000 tem a fama de encravar muito. Desde que descobri que a SCAR custa praticamente o mesmo que as outras espingardas-automáticas fiquei fixado à arma. No entanto tudo são especulações, porque todos sabemos quem vai ganhar o concurso, ou seja, a HK com a G-36.
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 23, 2006, 02:12:21 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
A F2000 tem a fama de encravar muito. Desde que descobri que a SCAR custa praticamente o mesmo que as outras espingardas-automáticas fiquei fixado à arma. No entanto tudo são especulações, porque todos sabemos quem vai ganhar o concurso, ou seja, a HK com a G-36.


Grande Martelo!
Por cerca de USD$800 o exemplar não me digam que não é uma arma do caraças. Era essa e comprada por ajuste directo.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 23, 2006, 02:16:29 pm
Tenho q concordar contigo. E não se esqueçam em Portugal à uma fábrica da FN. Seria criar postos de trabalho cá! Não na Alemanha ou em Espanha, mas cá!  :wink:
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 23, 2006, 02:37:28 pm
Há que o dizer claramente:

- O pessoal do Fórum Defesa quer a FN SCAR!!!

Estão a ler isto, senhores jornalistas?
Título:
Enviado por: antoninho em Setembro 23, 2006, 09:23:59 pm
Espera aí........mas quem vai mandar não é a comissão de avaliação?
Iguais aqueles juris, que aparecem no totoloto e euromilhões, que ninguem vê e que nunca ninguem viu fazer nada, néspias.......só para o concurso ser tido como tal.......os jornalistas independentes vão acabar por desaparecer,senão entram os insp. e lá vai computador, condenação em tribunal.... pobre democracia convertida numa demo (a cracia está crassa) a mando de uns zecas diabos....o petroleo baixa 15 dol. e nas bombas 3cent. e ninguem manda vir....está é tudo manso e o Luso ainda pensa no jornalismo independente.....
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 23, 2006, 10:58:21 pm
O Luso não tem essas ilusões. c34x
Mas pode ajudar a acabar com a dos outros de uma vez por todas, não lhes dando desculpas.
Depois, com os blogues e fóruns como estes quem é que se preocupa realmente com o que os jornalistas dizem?
Nisso dou razão ao Antoninho: estou a dar importância a quem não a tem ou não a merece.
Título:
Enviado por: Get_It em Setembro 24, 2006, 10:17:33 pm
Fico triste por a Tavor já não ser uma opção para os juízes do concurso. Pois estive a ver alguns documentários e a fazer alguma leitura sobre a arma e até mesmo discussões em alguns fórums e passei a gostar da arma. Mesmo os seus defeitos poderiam ser muito facilmente corrigidos mesmo por a IMI prometer "personalizar" as suas armas quanto às necessidades dos seus clientes.

Além dos postos de trabalhos que se ganharia com a construção de uma fábrica da IMI cá em Portugal (conforme a proposta original) penso que ganhar-se ia muito mais Know-How com uma fábrica da IMI cá do que [possivelmente] com a FN.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Artífice em Setembro 25, 2006, 06:03:58 pm
SCAR; SCAR; SCAR !!!

                                 (7.62mm e 5.56mm)
Título:
Enviado por: Ricardo em Setembro 29, 2006, 01:09:18 pm
Consideram que justificaria-se também substituir os modelos de granadas de mão ofensivas e defensivas, utilizados pelas nossas Forças Armadas?

Já agora alguém sabe qual é o modelo, e se é padrão nos 3 ramos das Forças Armadas?
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Setembro 30, 2006, 07:42:44 pm
Citar
Armas para o exército
Tribunal anula concurso de Portas


Valentina Marcelino
 
Os juízes entenderam que os requisitos exigidos só podiam ser cumpridos por um dos concorrentes, a alemã HK.

O concurso para adquirir as armas ligeiras para o exército, orçado em 75 milhões de euros, lançado pelo ex-ministro da Defesa, Paulo Portas, em 2005, foi anulado esta semana pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa. Os juízes consideraram que o concurso, que está neste momento a decorrer, viola o princípio de imparcialidade.
Esta era a principal alegação de um dos concorrentes, João Bravo, representante das armas austríacas Steyr e Glock, que interpôs a acção judicial. Que o concurso constituía "uma clara violação da prossecução de interesse público, da igualdade, da concorrência e da imparcialidade".
O tribunal concordou com os argumentos, que pretendiam demonstrar que os requisitos técnicos pedidos aos candidatos, no caderno de encargos, eram característicos de apenas uma dos fabricantes concorrentes, a alemã Heckler & Koch (HK), a marca das espingardas automáticas G3 que agora o exército pretendia substituir. No caso pelas modernas HK G 36, usadas apenas pela elite das forças de segurança.
O ministério da Defesa pretendia adquirir 31.000 destas espingardas automáticas, mais 1700 metralhadoras e 6800 pistolas.
João Bravo manifestou ao EXPRESSO a sua "satisfação" pela decisão judicial, sublinhando nunca ter duvidado que havia "um claro favorecimento a um dos concorrentes". Na sua acção, contou também com o apoio de outros fabricantes concorrentes, como a FN belga, a Colt norte-americana e a Tavor israelita, que também ficaram de fora do concurso.
O porta-voz oficial do ministério da Defesa, disse ao EXPRESSO que o ministro Nuno Severiano Teixeira "está a ponderar se vai ou não recorrer da decisão".
Entretanto, os militares das forças armadas vão continuar com a "velhinha" G3, arma que, aliás, vai ser a que vai acompanhar os militares portugueses destacados para a missão no Líbano.

Fonte (http://http)

Título:
Enviado por: Luso em Setembro 30, 2006, 07:53:22 pm
Aposto que quem elaborou o "caderno de encargos" também recebeu um louvor e/ou promoção.
Que vergonha.
Depois ainda se fazem de virgem impolutas.
Palhaçada...

Esperam-se decisões finais para breve.
E contratos por ajuste directo.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Setembro 30, 2006, 08:34:40 pm
Citação de: "Luso"
Aposto que quem elaborou o "caderno de encargos" também recebeu um louvor e/ou promoção.
Que vergonha.
Depois ainda se fazem de virgem impolutas.
Palhaçada...

Esperam-se decisões finais para breve.
E contratos por ajuste directo.


Contratos por ajuste directo, concordo a 100%.
Se já se sabe o que se quer, é preciso é vontade de comprar.

A mesma opinião em relação aos helis para o GALE/UALE ou Aviação do Exercito, isto como lhe queiram chamar.
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Outubro 01, 2006, 12:00:34 am
Citação de: "ricardonunes"
Citação de: "Luso"
Aposto que quem elaborou o "caderno de encargos" também recebeu um louvor e/ou promoção.
Que vergonha.
Depois ainda se fazem de virgem impolutas.
Palhaçada...

Esperam-se decisões finais para breve.
E contratos por ajuste directo.

Se já se sabe o que se quer, é preciso é vontade de comprar.



Ora aí está o cerne da questão.
Título:
Enviado por: TOMKAT em Outubro 05, 2006, 02:34:34 am
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Ministério acusado de ser parcial em concurso de armas

Um concurso de aquisição de armas lançado no período em Paulo Portas era ministro da Defesa foi suspenso sob a acusação da "violação do princípio da imparcialidade" e de ter sido concebido à imagem de apenas um dos concorrentes, segundo um acórdão do Tribunal Administrativo (TA) a que o JN teve acesso.

O concurso, no valor de 40 milhões de euros, foi lançado para substituição da espingarda G-3 e de metralhadoras e pistolas que estão ao serviço das Forças Armadas há mais de 40 anos, mas o Tribunal Administrativo de Lisboa veio agora argumentar que o Ministério da Defesa, em 2004, "desenhou um conjunto de requisitos técnicos com carácter excludente e fechado, que apenas permitia a permanência em concurso da firma alemã HK, o que consubstancia a violação do referido princípio da imparcialidade".

Além da argumentação técnica que sustenta a decisão de anulação do concurso lançado pelo então ministro Paulo Portas, o TA considera ainda que o Estado "não actuou de forma a prevenir o risco de parcialidade" e sustenta-se em termos doutrinários, entre outros, na obra de Marcelo Rebelo de Sousa "O concurso público na formação do contrato administrativo" "A função do (concurso público) é assegurar a máxima abertura à participação da generalidade dos cidadãos em clima de objectiva concorrência". Terão sido estes pressupostos que o tribunal entendeu não terem sido cumpridos.

E, no entanto, aquando do processo de aquisição, o próprio Ministério da Defesa foi avisado por vários dos concorrentes dos vícios de que enformava o caderno de encargos. "Eu lembro-me de ter falado com um secretário de Estado, mas outros concorrentes chegaram a falar com o ministro da Defesa de então, Paulo Portas, sobre os problemas que poderiam surgir, mercê dos requisitos do caderno de encargos", aponta João Maria Bravo, da firma SODARCA, representante em Portugal da Styer, a concorrente austríaca que interpôs a acção judicial em 2005 contra o Ministério da Defesa. De acordo com o empresário, o "próprio Director-Geral de Armamento foi avisado de que o caderno de encargos estava feito à imagem de apenas um dos concorrentes e que isso não podia ser, era desonesto".

Na altura, como consequência da decisão governamental que não quis recuar nos polémicos requisitos para o caderno de encargos, dos sete concorrentes que levantaram o documento no Ministério da Defesa, só dois permaneceram em concurso, a Swiss Arms e a própria HK. Os restantes optaram por não concorrer, entre os quais, além da Styer, a Colt/Diemaco e a Beretta e a IMI. "Não valia a pena estar a concorrer, porque só a HK tinha condições para corresponder aos requisitos", apontou ao JN um outro concorrente que pediu para manter o anonimato.

O Gabinete do actual ministro da Defesa, Severiano Teixeira, confirmou a decisão judicial de anulação do concurso, mas o passo seguinte ainda não está definido. À partida, o Ministério da Defesa pode, até dia 10, recorrer do acórdão , o que fará subir o processo para o Supremo Tribunal Administrativo (STA), mas segundo adiantou uma fonte do MDN "ainda se está a estudar qual a posição a tomar".

Em todo o caso, até transitar em julgado, num prazo de dez dias, o concurso está suspenso e assim se manterá até uma eventual decisão do STA. A outra opção é lançar um novo concurso, mas já com novos requisitos.

http://jn.sapo.pt/2006/10/05/primeiro_plano/ministerio_acusado_ser_parcial_concu.html


Citar
Militares preocupados com reequipamento

Os militares estão a ficar fortemente preocupados com as consequências que a decisão judicial acarreta para o processo de reequipamento em armas ligeiras, uma prioridade que tinha sido assumida por Paulo Portas quando recebeu a pasta da Defesa. É que independentemente dos argumentos jurídicos, a verdade é que se o Ministério da Defesa não encontrar rapidamente uma solução, todo o processo de substituição, em particular da G-3, fica em causa, uma vez que o fornecimento das novas armas iria começar no próximo ano. As maiores preocupações vêm do Exército, que actualmente está a utilizar três tipos de espingardas, a G-3, a Sig Sauer 43 e a Galil. A G-3, no calibre 7,62 mm, já não é fabricada a não ser na sua versão civil e quanto às outras armas são já no calibre 5,56 mm, mas o número é muito reduzido para todo o efectivo e, por outro lado, a Sig nunca foi do agrado dos militares. Uma outra prioridade era a das metralhadoras ligeiras no calibre 5,56 mm, uma novidade nas Forças Armadas, mas que para os restantes países da NATO já é usada há mais de dez anos. Tem a vantagem de poder ser operada apenas por um homem, mas, por outro lado, garante uma intensidade de fogo superior às das actuais armas de 7,62 mm.CV


http://jn.sapo.pt/2006/10/05/primeiro_plano/militares_preocupados_reequipamento.html

 :?
Título:
Enviado por: Get_It em Outubro 05, 2006, 03:04:53 am
Cá para mim, existiria parcialidade mesmo que utilizassem a técnica do "pedra-tesoura-papel" para escolher a nova arma ligeira.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: atirador em Outubro 08, 2006, 02:25:25 pm
typhonman, acha mesmo que a diemaco tem melhor mira do que as duas miras da HK G36?
até a versão de exportação da G36 que só tem uma mira de reticulo e superior as miras e alças mecânicas da Diemaco, que nao e nada mais do que uma reles imitação da Clt M16A2, acho eu...
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 11, 2006, 01:04:26 pm
Citar

Governo recorre para substituir as 'G-3'

Manuel Carlos Freire    
 
O Governo recorreu ontem da decisão do Tribunal Administrativo de Lisboa, que suspendeu o concurso para o fornecimento da nova arma ligeira para as Forças Armadas, disse ao DN a porta-voz do Ministério da Defesa. O recurso de Nuno Severiano Teixeira para o Supremo Tribunal Administrativo, no limite do prazo, procura evitar novo atraso - e posterior recomeço do zero - num concurso de que se fala desde o final dos anos 80 e que visa substituir as célebres e antiquadas metralhadoras G-3.

O acórdão do Tribunal Administrativo (TA) de Lisboa, segundo noticiou o JN há cerca de uma semana, deu razão aos concorrentes que puseram em causa os pressupostos técnicos do concurso - lançado pelo então ministro Paulo Portas - por, alegadamente, favorecerem objectivamente o construtor alemão da HK-36 [sic].

O ministério, segundo aquele tribunal, "desenhou um conjunto de requisitos técnicos com carácter excludente e fechado, que apenas permitia a permanência em concurso da firma alemã HK, o que consubstancia a violação do referido princípio da imparcialidade". "Não actuou de forma a prevenir o risco de parcialidade", insistiu o tribunal.

O concurso internacional para o fornecimento de nova arma ligeira, no valor de mais de 40 milhões de euros, visa dotar as Forças Armadas com uma nova gama de 31 mil espingardas automáticas, 1700 metralhadoras ligeiras e 6800 pistolas, para substituir as que estão em uso desde os anos 60.

A queixa foi apresentada no ano passado pelo representante em Portugal da austríaca Styer, um dos vários construtores que manifestaram intenção de participar no concurso (como a Swiss Arms, a Beretta, a IMI, a FN ou a Colt). A posição da maioria destas empresas foi transmitida na altura aos responsáveis do Ministério da Defesa, que manteve o concurso, por entender que os critérios definidos correspondiam às exigências da tropa.

Há cerca de dois anos, o DN escreveu sobre este concurso que poderia estar em risco de os militares portugueses ficarem desarmados até 2006, caso o processo não ficasse concluído. Na altura, esta posição mostrava o receio de novos atrasos no concurso devido ao calendário político dos meses seguintes, com um Governo de gestão e eleições em Fevereiro de 2005 (que Sócrates venceu).

Ao longo dos anos realizaram-se testes operacionais a diferentes modelos. Além dos requisitos operacionais, as autoridades têm procurado garantir contrapartidas que incluam as transferências de tecnologia e fabrico em Portugal, bem como o destino das G-3 ainda ao serviço.  

Fonte: http://dn.sapo.pt/2006/10/11/nacional/g ... ir_g3.html (http://dn.sapo.pt/2006/10/11/nacional/governo_recorre_para_substituir_g3.html)
Título:
Enviado por: MERLIN em Outubro 11, 2006, 01:19:17 pm
Em Portugal começa a ser norma os concursos para material de defesa serem sistematicamente alvo de contestação :evil: !
E verdade que o cadernos de encirgos do concurso foi feito à medida para a G36. Para evitar fazia uma adjudicação directa e pronto, ja que a G36 é a preferida. Por outro lado, o concurso dos helicopteros tinha sido feito a medida para o EH101 e ninguém contestou nesta altura.
Cumptos
Título:
Enviado por: Pedro Monteiro em Outubro 11, 2006, 01:25:12 pm
Citação de: "MERLIN"
Em Portugal começa a ser norma os concursos para material de defesa serem sistematicamente alvo de contestação :evil: !
E verdade que o cadernos de encirgos do concurso foi feito à medida para a G36. Para evitar fazia uma adjudicação directa e pronto, ja que a G36 é a preferida. Por outro lado, o concurso dos helicopteros tinha sido feito a medida para o EH101 e ninguém contestou nesta altura.
Cumptos


Duas notas. Primeiro, o concurso dos helicópteros não pode ter sido à medida do EH-101 que, além dele, o S-92 também cumpriu plenamente os requisitos. O concurso das armas poderia efectivamente ser cancelado e decidido o ajuste directo, porém, sem as vantagens a nível de contrapartidas e sempre com maios dificuldade na negociação de preços...
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
Título:
Enviado por: MERLIN em Outubro 11, 2006, 03:16:48 pm
Sim, mas a FAP queria um heli triturbina e o S92 so tem duas... por isso...
Cumptos
Título:
Enviado por: Pedro Monteiro em Outubro 11, 2006, 04:10:24 pm
Citação de: "MERLIN"
Sim, mas a FAP queria um heli triturbina e o S92 so tem duas... por isso...
Cumptos


Desconhecia esse requisito (sabia, de facto, da preferência da FAP pelo EH-101 e pela motorização da Rolls-Royce). Estava formalizado nos requisitos do concurso? Como se explica a passagem do S-92 à fase de negociações?
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
Título:
Enviado por: p_shadow em Outubro 12, 2006, 01:54:30 am
Também nunca ouvi falar de tal requisito nesse concurso. :?

Tem a certeza, caro Merlin?


Cumptos
Título:
Enviado por: MERLIN em Outubro 12, 2006, 09:04:07 am
Nos requisitos "oficiais" do concurso não esta mencionado a opção triturbinas, nem a possibilidade do aparelho ter autonomia suficiente para chegar aos açores, mas informalmente e nos bastidores a FAP sempre defendeu e lutou pela opção triturbinas e grande autonomia que so o EH101 garantia.
De qualquer modo acho que operacionalmente o EH101 era a melhor opção, embora, por uma questão de economia de escala, talvez a opção NH90 deveria ter sido avaliada.
Cumptos
Título:
Enviado por: Pedro Monteiro em Outubro 12, 2006, 10:23:47 am
Citação de: "MERLIN"
Nos requisitos "oficiais" do concurso não esta mencionado a opção triturbinas, nem a possibilidade do aparelho ter autonomia suficiente para chegar aos açores, mas informalmente e nos bastidores a FAP sempre defendeu e lutou pela opção triturbinas e grande autonomia que so o EH101 garantia.
De qualquer modo acho que operacionalmente o EH101 era a melhor opção, embora, por uma questão de economia de escala, talvez a opção NH90 deveria ter sido avaliada.
Cumptos


Isso é uma coisa totalmente diferente. É uma preferência. Ou seja, o concurso nunca foi feito à medida do Merlin, tanto que o S-92 foi seleccionado para a fase de negociações (e o Cougar, claro). Portanto, comparando com o concurso para a nova arma ligeira onde os requisitos apontavam pesos e dimensões (apenas) idênticas à da G-36, estamos perante uma situação distinta.
Preferências, todos os ramos têm. É verdade o que diz, mas isso não coincide com o que anteriormente disse. O concurso dos helicópteros, ao contrário da nova arma ligeira, não foi feito à medida de um dado concorrente.
Cumprimentos,
Pedro Monteiro

PS- As minhas desculpas aos membros pelo off-topic, mas, como se vê, havia que fazer esta correcção à afirmação do Merlin.
Título:
Enviado por: antoninho em Outubro 12, 2006, 11:07:09 am
Mas esse dito tambem não foi constetado pela fabricante do Cougar, pela eliminação do seu "aparelho"'??
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 12, 2006, 11:33:48 am
Pedia-lhes para terem em atenção o tópico. Sei que as conversas são como as cerejas mas...  :wink:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 12, 2006, 11:47:16 am
Substituição da G-3: Governo recorreu para o Supremo

Citar
O Governo recorreu, na terça-feira, da decisão do Tribunal Administrativo de Lisboa, que suspendeu o concurso para o fornecimento da nova arma ligeira para as Forças Armadas.

A revelação foi feita ao Diário de Notícias pelo porta-voz do Ministério da Defesa, que garantiu ainda que o recurso para o Supremo Tribunal Administrativo, no limite do prazo, procura evitar novo atraso - e posterior recomeço do zero - num concurso de que se fala desde o final dos anos 80 e que visa substituir as célebres e antiquadas metralhadoras G-3.

O acórdão do Tribunal Administrativo (TA) de Lisboa, segundo noticiou o JN há cerca de uma semana, deu razão aos concorrentes que puseram em causa os pressupostos técnicos do concurso - lançado pelo então ministro Paulo Portas - por, alegadamente, favorecerem objectivamente o construtor alemão da HK-36.

O ministério, segundo aquele tribunal, «desenhou um conjunto de requisitos técnicos com carácter excludente e fechado, que apenas permitia a permanência em concurso da firma alemã HK, o que consubstancia a violação do referido princípio da imparcialidade». «Não actuou de forma a prevenir o risco de parcialidade", insistiu o tribunal.

O concurso internacional para o fornecimento de nova arma ligeira, no valor de mais de 40 milhões de euros, visa dotar as Forças Armadas com uma nova gama de 31 mil espingardas automáticas, 1700 metralhadoras ligeiras e 6800 pistolas, para substituir as que estão em uso desde os anos 60.

A queixa foi apresentada no ano passado pelo representante em Portugal da austríaca Styer, um dos vários construtores que manifestaram intenção de participar no concurso (como a Swiss Arms, a Beretta, a IMI, a FN ou a Colt).

A posição da maioria destas empresas foi transmitida na altura aos responsáveis do Ministério da Defesa, que manteve o concurso, por entender que os critérios definidos correspondiam às exigências da tropa.

11-10-2006 7:36:28


http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=246129 (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=246129)
Título:
Enviado por: dremanu em Outubro 18, 2006, 10:35:51 pm
Surpreende-me que não houve mais discussão sobre esta decisão do tribunal.

Quando li a decisão do tribunal senti-me indignado, como é possível que um tribunal qualquer tenha a capacidade de por um entrave ao MND de efectuar uma compra essencial!?

E ainda por cima baseando-se num argumento ridículo de que ouve parcialidade!!!!!

Claro que tem que haver parcialidade, para isso se fazem testes para se decidir qual o material que interessa comprar para as FA, caso contrário, então para que servem os testes, mais vale logo comprar o mais barato.

Conseguem imaginar o Departamento de Defesa dos E.U.A. a ter que justificar o critério de decisão de aquisição de armas ligeiras a um tribunal qualquer Americano?

Como é possível que isto aconteça no nosso país?
Título:
Enviado por: Get_It em Outubro 18, 2006, 11:48:03 pm
Basicamente as nossas FAs, ou melhor, o MDN não compra directamente as armas ligeiras de modo a obrigar os fornecedores/vendedores a reduzir o custo do produto, ou pelo menos dando contrapartidas em troca da compra.

A culpa aqui não é do tribunal, mas sim de quem criou o concurso. E já se sabia muito bem que a escolhida era a HK com a sua G-36.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Spectral em Outubro 24, 2006, 05:40:14 pm
Continuando a discussão do outro tópico ( http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?t=4568&start=15)  

 
Citar
Sem ser especialista...deixo também a pergunta se o problema não será usarmos uma versão carabina, com o cano mais curto?

Comparar SIG 540 com SIG 543 (em baixo)


Acho que o Pereira Marques é bem capaz de ter acertado no alvo. Se o calibre 5.56 não parece ser o mais indicado para as grandes extensões abertas do Afeganistão, então a utilização de um cano mais curto reduziria ainda mais a velocidade da bala e portanto o alcance.
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 24, 2006, 05:45:22 pm
Citação de: "Spectral"
Acho que o Pereira Marques é bem capaz de ter acertado no alvo. Se o calibre 5.56 não parece ser o mais indicado para as grandes extensões abertas do Afeganistão, então a utilização de um cano mais curto reduziria ainda mais a velocidade da bala e portanto o alcance.


Não é bem o alcance que é afectado mas mais a energia da bala.
Uma .45-70 de pólvora negra é muito mais lenta que uma 5.56 mas é capaz de proezas a mais de um quilómetro.
Quando as balas são leves, a velocidade tem que compensar.
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 10, 2006, 05:39:44 pm
Uma lição do México. Artigo Retirado da revista Armas n.º 289, pag. 36...
Logicamente que nós continuamos a saber mais que os outros.

(http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/fx-05.jpg)

(http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/fx05.jpg)
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 18, 2006, 09:11:27 pm
Não há por aí nenhum "mentidero" com novidades sobre a "substituta"? :wink:
Título:
Enviado por: typhonman em Novembro 19, 2006, 01:52:00 am
Tavor...? :wink:
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 02, 2007, 10:30:27 pm
Enquanto isto não anda para a frente...

Citar
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Posted on Sunday, December 31 @ 11:54:47 PST by davidc  
 
 by David Crane
david at defensereview.com

Small arms designer/developer J.D. Jones of SSK Industries has developed what may just prove to be a superior solution to the 6.8x43mm SPC (a.k.a. 6.8 SPC) and/or 6.5 Grendel (6.5x39mm) cartidges as a replacement for the 5.56x45mm NATO cartridge for U.S. military general infantry and Special Operations (USSOCOM) use. Mr. Jones is calling it the 6.5mm Multi-Purpose Cartridge (6.5 MPC), and on paper, it looks pretty good.

The 6.5 MPC (6.5x45mm) utilizes the standard 5.56x45mm NATO/.223 Rem. case. However, to maximize powder capacity (and thus projectile velocity and ballistic/terminal performance), Mr. Jones pushed the case shoulder back a tad and increased the size of the case neck so it would accept a 6.5mm bullet. The result? A 95-grain "SSK Solid" bullet travelling at a muzzle velocity (MV) of approx. 2600 fps out of a 12-inch (12") barrel and approx. 2800 fps out of a 20-inch (20") barrel. So, were' guessing around 2700 fps out of a 16-inch (16") barrel (unconfirmed/unverified). Pretty respectable. Muzzle velocities for the 110-grain Sierra HP version of the 6.5 SPC are 2480 fps (12") and 2731 fps (20"). MVs for the 120-grain "SMK" round are 2220 fps (12") and 2400 fps (20"). 120-grains is the upper limit of bullet weight for this cartridge. Anything above that affords limited ballistic returns. Impact energy (terminal energy) is reportedly 30-50% greater for the 6.5 MPC over the 5.56mm NATO, depending on bullet weights and types, while the weapon remains highly controlloble on full-auto.
The 6.5 MPC page at the SSK Industries website mentions that they've fired a 107-grain SMK round at 2400 fps out of a weapon with a 12"-barreled CQBR-type upper receiver and that effective engagement range is 300+ yards. With longer barrels, the distance is increased.

So, why the 6.5 MPC instead of the 6.8 SPC? Ease and cost of conversion (weapons conversion), ammo capacity, and ammo weight (ammo carry capacity at a given load weight). The 6.5 MPC utilizes standard AR-15/M16/M4/M4A1 magazines and bolts, and will function in both the SOPMOD M4/M4A1 Carbine and belt-fed FN M249 SAW/LMG, provided you switch out the barrel(s). No further modification is reportedly necessary. Mag capacity for the 6.5mm MPC is 30 rounds (although you might still want to down-load it to 28, as many do with 5.56mm ammo for reliability purposes). The 6.8mm SPC doesn't stack properly in standard 5.56mm M4/M4A1 mags, and the magazines that have been developed for it limit ammo capacity to 25 rounds, as opposed to 30 rounds, so the 6.8 SPC mags will fit inside current military mag carry pouches. You can also use 5.56 NATO stripper clips to load 6.5 MPC rounds into the mag. At present, there are no 6.8 SPC stripper clips.

6.5 MPC ammo will reportedly feed as reliably as 5.56x45mm NATO ball ammo can utilize standard M27 links (belt links) with no modification, so it will feed reportedly feed reliably through the M249 SAW. You only have to switch the barrel to 6.5mm caliber. Not so with the 6.8 SPC, which would require modification to the M27 link.

The 6.8 SPC cartridge weighs approx. 40% more than the 5.56mm NATO cartridge. That, combined with the fact that 6.8 SPC mags are made of steel instead of aluminum (making the magazine roughly twice as heavy), means that the infantry warfighter or Spec-Operator will be able to carry less rounds of 6.8 SPC vs. 6.5 MPC or 5.56 NATO.

Reported ammo carry capacity breakdown for the various cartridges at the same carry weight (specific weight unkown, and unconfirmed/unverified):

5.56 NATO: 10 x 30-round mags = 300 rounds

6.5 MPC: 9 x 30-round mags = 270 rounds

6.8 SPC: 7 x 25-round mags = 175 rounds

DefenseReview recommends that you read Stan Crist's article on the 6.5mm Multi-Purpose Cartridge in the #44 issue of Special Weapons for Military & Police (SWMP) magazine. That issue has a photo of a U.S. Ordnance M60E4/MK43 Mod1 Commando "light machine gun series" GPMG (7.62x51mm) on the cover, and the article is titled "SSK 6.5mm MPC: Multi-Purpose Cartridge delivers bet-your-life performance." While SSK Industries Website indicates that they developed the 6.5 MPC round at the behest of one Brian Hormberg (USMC), it should perhaps be noted that Stanley Crist mentions in his article that he wrote about his own idea for a 6.5mm assault rifle cartidge in the #36 Issue of Special Weapons for Military and Police. Mr. Crist called his cartridge the 6.5mm Standard Combat Cartridge (6.5 SCC).

Bottom line, if the 6.5 MPC proves reliable in the AR-15/M16 and SOPMOD M4/M4A1 platforms, is combat accurate out to realistic assault rifle engagement distances, and the upper receivers and barrels hold up to full-auto and high round count, then it may just be the ticket for the 5.56's replacement (and thus a better answer than the 6.8 SPC or 6.5 Grendel) for infantry assault rifles and carbines. Time, money, and politics will tell.

If you'd like more info in the 6.5MPC cartridge and weapon conversions (i.e. upper receivers) that are available for it, Defense Review suggests that you contact SSK Industries.


E ora aí está mais uma coisa interessante!
Este, ao contrário de outro 6.5-223 (o 6.5 TCU) já pode ser utilizado em depósitos normais de AR15.
Embora julgue que o .300 Whisper com uns projécteis mais leves e com ponta de polímero (tipo Nosler BTip) possam ser melhor e mais flexível, esta nova munição parece ser muito boa.
Em tempos tentei desenhar ESTA munição mas só me diziam que não era eficiente, que iria encravar na alimentação, etc. Também, quando só se pode utilizar o Autocad, um programeco de balística e olhómetro... :roll:
Título:
Enviado por: balburdio em Janeiro 02, 2007, 11:09:06 pm
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Citação de: "dremanu"
Surpreende-me que não houve mais discussão sobre esta decisão do tribunal.

Quando li a decisão do tribunal senti-me indignado, como é possível que um tribunal qualquer tenha a capacidade de por um entrave ao MND de efectuar uma compra essencial!?

Chama-se separação de poderes e é um dos pilares de um estado de direito que se preze

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E ainda por cima baseando-se num argumento ridículo de que ouve parcialidade!!!!!
ridiculo ou não é ilegal.

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Claro que tem que haver parcialidade, para isso se fazem testes para se decidir qual o material que interessa comprar para as FA, caso contrário, então para que servem os testes, mais vale logo comprar o mais barato.
Confunde parcialidade com selectividade, parcialidade é quando a decisão já está tomada à priori

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Conseguem imaginar o Departamento de Defesa dos E.U.A. a ter que justificar o critério de decisão de aquisição de armas ligeiras a um tribunal qualquer Americano?
Consigo, aliás tem de justificar a nada menos que 3 entidades: Congresso, supremo tribunal administrativo e ao tribunal  de contas lá do sítio. E a quantidade de chumbos é enorme

Citar
Como é possível que isto aconteça no nosso país?

espero bem que continue a acontecer, só é pena que não aconteça mais vezes e que na maior parte dos casos o poder ilegítimo da corrupção leve a melhor
Título:
Enviado por: Viriatuga em Janeiro 10, 2007, 02:21:47 pm
ja a algum tempo que eu me inscrevi neste forum mas ainda nao fiz quase nenhum comentario , como nao estou a viver em portugal gostava que me dessem novidades sobre o caso da substituicao da G3
obrigado pela atençao
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 10, 2007, 02:43:37 pm
As últimas noticias é que anda tudo parado nos tribunais (como podes inclusiver ver nos artigos acima citados).
Título:
Enviado por: Viriatuga em Janeiro 10, 2007, 02:58:07 pm
obrigado
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 12, 2007, 06:13:09 pm
Mais um produto...

(http://img329.imageshack.us/img329/7099/untitledgx6.jpg)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 12, 2007, 06:49:58 pm
Não conheço, de que país é isto?
Título:
Enviado por: migbar2 em Janeiro 13, 2007, 05:16:47 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Não conheço, de que país é isto?






Isto pelo nome deve ter qualquer coisa com Israel   :?:
Título:
Enviado por: Johnnie em Janeiro 13, 2007, 12:54:02 pm
Não seria mais facil encomendar as G-36 de uma vez por todas?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 13, 2007, 02:04:44 pm
Era mais fácil era fazer uma encomenda de SCAR's à FN, com a contra-partida de eles fabricarem cá as armas em Portugal (a FN tem uma fábrica cá).  :wink:
Título:
Enviado por: typhonman em Janeiro 13, 2007, 02:10:57 pm
Ou Tavors... Eles queriam montar cá uma fábrica.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 13, 2007, 02:53:09 pm
Sim... c34x
Título:
Enviado por: 3520 em Janeiro 14, 2007, 06:08:56 pm
Já vi que estão muito agarrados às SCAR's  :)  

Mas a FN SCAR, não foi uma arma pensada para as forças especiais? Tanto que já é a arma de eleição para o SOCOM. Qual seria o sentido de adopta-lá em larga escala num exercito?


A tavor tambem me agrada.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 14, 2007, 06:34:00 pm
Citação de: "3520"
Já vi que estão muito agarrados às SCAR's  :)  

Mas a FN SCAR, não foi uma arma pensada para as forças especiais? Tanto que já é a arma de eleição para o SOCOM. Qual seria o sentido de adopta-lá em larga escala num exercito?


Pelo que se diz, a Scar sem óptica custará cerca de USD$850 (valor que até a mim me surpreendeu).

Portanto, onde está o problema?
Pessoalmente (e repito) julgo que o bulpup é um conceito deficiente para uma espingarda de assalto. Pode parecer "fixe", "yá-meu", mas lá vem aquele problemita da cara estar onde não deve, na altura errada e no sítio errado, coisa que não se nota na carreira de tiro clássica.

Tirando isso, a coisa que ande mas é para a frente que já não há pachorra.
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 14, 2007, 06:38:38 pm
Uma pergunta, existem bullpup para canhotos (esquerdinos) ou esse pessoal vai ter que aprender a disparar com a mão direita?
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 14, 2007, 07:32:08 pm
Citação de: "Lightning"
Uma pergunta, existem bullpup para canhotos (esquerdinos) ou esse pessoal vai ter que aprender a disparar com a mão direita?


- O AUG dá para configurar mas é preciso desmontar a arma e creio que mudar uma (umas) peças - ejecção do estojo e mudar a tampa da porta de execção de sítio;

- L85: o canhoto aprende com a direita - e calou!

Atenção: os controlos podem ser ambidextros mas não muda o problema da ejecção, a não ser na FN2000 e no protótipo Steyr ACR que ejectava para baixo.
Mas pensem na manipulação dos dois tipos de arma, sobretudo o remuniciamento, a mudança dos depósitos de munições. Imaginem vocês mesmos.
Título:
Enviado por: komet em Janeiro 14, 2007, 07:39:11 pm
Só consigo disparar com a esquerda  :cry:
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 14, 2007, 08:00:13 pm
Citação de: "komet"
Só consigo disparar com a esquerda  :mrgreen:) não vais poder pegar na minha arma e disparar eficazmente.
Título:
Enviado por: 3520 em Janeiro 14, 2007, 08:20:57 pm
Citação de: "Luso"
Citação de: "3520"
Já vi que estão muito agarrados às SCAR's  :wink: . Para alem de que o conceito BullPup ganhou mais um elemento a favor, os israelitas não só gostaram do conceito como o melhoraram criando finalmente uma arma Bullpup ao nivel das convencionais ou até mesmo superior, e como todos nós sabemos a opinião em relação a combate dos israelitas deve sempre ser levada em conta  :wink: .

Portanto, neste momento com os avanços realizados ao conceito Bullpup as tipicas criticas não passam de mitos, ponham os olhos num dos mais experientes exercitos do mundo que acabou por considerar que o inovador conceito Bullpup arrebata, e como tudo na vida só precisava de ser melhorado. E agora já todos os novos recrutas das IDF já se treinam com a Tavor.

PS: as forças especiais do exercito colombiano incorporaram a Tavor

http://www.youtube.com/watch?v=jUlc2u3w ... ed&search= (http://www.youtube.com/watch?v=jUlc2u3wEFk&mode=related&search=)


(http://img230.imageshack.us/img230/8186/tavornew1ox3.jpg)
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 14, 2007, 08:48:37 pm
Citar
Quanto ao conceito BullPup, ainda é relativamente recente e é tudo uma questão de aprender com os erros e progredir como em todos os equipamentos militares revolucionarios que surgiram e acabaram por mudar a forma de combater

Sou ambivalente quanto a conceitos revolucionários  :wink: . Para alem de que o conceito BullPup ganhou mais um elemento a favor, os israelitas não só gostaram do conceito como o melhoraram criando finalmente uma arma Bullpup ao nivel das convencionais ou até mesmo superior, e como todos nós sabemos a opinião em relação a combate dos israelitas deve sempre ser levada em conta  :cry:

Bullpup sim, mas só com munição sem estojo.

Já agora, porque é que o Legionário Miguel não partilha as suas experiências com a FAMAS?
Título:
Enviado por: balburdio em Janeiro 14, 2007, 09:18:15 pm
Citação de: "Johnnie"
Não seria mais facil encomendar as G-36 de uma vez por todas?

fácil talvez, mas não seria o mais correcto.
creio que de entre os candidatos seria a melhor opção no geral, poderá ser ou não a melhor arma, mas é o candidato que mais facilmente cederia direitos de fabricação e posteriormente podemos introduzir melhorias.

o mais correcto teria sido o processo decorrer normalmente respeitando calendários e prazos e uma folha de requisitos pertinente.
nada disto aconteceu e continua a não acontecer.
por este os nossos soldados ainda terão de levar a fiel G3 para as suas missões internacionais daqui a outros 40 anos (a nossa g3 tem 40 anos)
Título:
Enviado por: 3520 em Janeiro 14, 2007, 09:26:10 pm
Citação de: "Luso"
Citar
Quanto ao conceito BullPup, ainda é relativamente recente e é tudo uma questão de aprender com os erros e progredir como em todos os equipamentos militares revolucionarios que surgiram e acabaram por mudar a forma de combater

Sou ambivalente quanto a conceitos revolucionários  :wink: . Para alem de que o conceito BullPup ganhou mais um elemento a favor, os israelitas não só gostaram do conceito como o melhoraram criando finalmente uma arma Bullpup ao nivel das convencionais ou até mesmo superior, e como todos nós sabemos a opinião em relação a combate dos israelitas deve sempre ser levada em conta  :cry:

Bullpup sim, mas só com munição sem estojo.

Já agora, porque é que o Legionário Miguel não partilha as suas experiências com a FAMAS?



Vê se claramente no video que o cartucho ejectado para a direita e desce rapidamente.

Nenhum esquerdino descobriria que era esquerdino só no campo de batalha  :?

Luso a M4 ( e armas da familia da mesma ) bem como a FN Scar projectam o cartucho quase ao nivel dos olhos, como poderá bem verificar no filme. Logo esse argumento para mim não é valido e tambem porque a tavor projecta o cartucho para a direita que é bem abaixo da cara e este desce rapidamente.

Sabe Luso, pode deixar de dar-se mais ao trabalho de apresentar argumentos sem sentido diga logo que não gosta da Tavor e pronto  :wink:  


Secalhar, por si deveriamos era deixar de usar estas mariquices das Armas automaticas e semi-automaticas e voltar todos às espadas.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 14, 2007, 09:33:32 pm
Citação de: "balburdio"
(a nossa g3 tem 40 anos)


Uma pequena correcção, tem 45 anos a produção iniciou-se em 1962 na FMBP.
Uma curiosidade, até janeiro de 1974 foram destribuidas às FA, 298 395 G3.
Título:
Enviado por: balburdio em Janeiro 14, 2007, 09:38:41 pm
Citar
Sou ambivalente quanto a conceitos revolucionários  :mrgreen: , mas na minha opinião o conceito bulpup não atingiu a maturidade já que precisa de munição que permita retirar todas as potencialidades do sistema ao eliminar o problema de ejecção

na realidade o maior problema com as bulpup não é tanto a ejecção que é apenas um contratempo menor mas o recarregamento, que em algumas armas é mais lento.
nenhum destes problemas parece contudo afectar algumas destas armas como a FAMAS e a Steyr por exemplo.

Citar
a arma poderá ser usada por esquerdinos depois de previa adaptação pelo armeiro


Citar
Não: qualquer um pode TER que se tornar esquerdino. Repare que a Tavor nem defletor de estojo tem. Além do deflector do estojo há que pensar na possibilidade de ocorrência de detonação prematura ou atrasada, algo pouco saudável para quem tem a cara junto à janela de ejecção. Depois já se sabe: no campo de batalha não há armeiros em cada esquina. Até entendo que a questão nem se coloca.
esse problema não afecta a FAMAS já que ejecta numa diagonal apertada para a frente e pode ser disparada facilmente bem á frente da cabeça.


Citar
Tanto vão reduzir o cano que vão todos querer as mesmas 12" com as respectivas consequências.
E quanto aos israelitas: até os melhores se enganam, ainda para mais quando a opção foi feita quando a fábrica estava em risco de falência.

se os israelitas fossem assim tão bons já tinham resolvido todos os seus problemas. bons eram os ingleses que mantinham toda a região pacificada quando controlaram o medio oriente.

a opção pela tavor parece realmente ser mais politica que outra coisa. a verdade é que a M-16 (e derivados) está obsoleta (tambem tem mais de 40 anos como a nossa G-3) e não havia alternativa possível.
mas existia a hipotese de um outro conceito, contudo a IMI investiu no bulpup e estava em dificuldades.
Título:
Enviado por: 3520 em Janeiro 14, 2007, 09:52:49 pm
A IMI desenvolve tecnologia e armas a pensar principalmente nas necessidades das IDF, e respondeu a essas necessidades, e dai surgiu a Tavor que para mim e com certeza para muito boa gente é o melhor Bullpup feito até agora.


Mas ainda ninguem em respondeu: Qual o sentido de adoptar a FN SCAR , uma arma pensada e feita para as forças especiais, num exercito inteiro? Porque isto de adoptar carabinas em infantaria seja em que cenario for confesso que ainda me faz confusão  :?
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 14, 2007, 09:57:35 pm
3520, não me é possível - nem quero - refutar a sua fé: a minha ciência, física, mecânica, geometria e senso comum não servem para a contraditar.

Nem posso ter a ousadia de lhe pedir que concorde comigo.
Mas posso recomendar-lhe que faça três visitas:

1.ª http://www.youtube.com/watch?v=Y7sE0b9o-vA (http://www.youtube.com/watch?v=Y7sE0b9o-vA)
Porque é que será que a FN se deu ao trabalho de desviar a ejecção?

2.ª http://www.fnherstal.com/html/Index.htm (http://www.fnherstal.com/html/Index.htm)
Estude a arma (que é reconhecidamente menos "fixe" e mais "feiota", o que parece ser uma característica importante e eu não sabia).

3.ª Ao oftlamologista, já que está com dificuldades em VER o padrão de ejecção da Tavor.

NB: o conceito revolucionário, só por o ser, não o torna verdadeiro, como todos já deviamos saber.

Só peço a quem tenha responsabilidade de adquirir a substituta da G3 que pondere nos factores que enunciei para justificar as minhas afirmações e que não estoire dinheiro em brinquedos... fixes.
Título:
Enviado por: balburdio em Janeiro 14, 2007, 09:59:57 pm
Citação de: "ricardonunes"
Citação de: "balburdio"
(a nossa g3 tem 40 anos)

Uma pequena correcção, tem 45 anos a produção iniciou-se em 1962 na FMBP.
Uma curiosidade, até janeiro de 1974 foram destribuidas às FA, 298 395 G3.


sim ,eu sei, o que eu queria dizer é que tinha mais de 40 anos, aliás uma revista nacional assinalava os 45 anos da g-3

acrescento ainda que depois de 74 a g3 continuou a ser produzida sendo o numero total perto das 500 mil

muitas foram entregues ao PS e ao PCP durante o 25 de abril, poucas forma devolvidas
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 14, 2007, 10:12:33 pm
Citação de: "balburdio"
na realidade o maior problema com as bulpup não é tanto a ejecção que é apenas um contratempo menor mas o recarregamento, que em algumas armas é mais lento.
nenhum destes problemas parece contudo afectar algumas destas armas como a FAMAS e a Steyr por exemplo.


Esse é de facto um dos grandes defeitos mas não será um dos maiores na Tavor já que a alavanca (botão que solta o depósito) parece ser relativamente eficiente e não seria por aí que lhe pegaria. Mas esse problema existe. Compare-se a rapidez de remuniciamento da g36 modificada:

indicador solta o carredor, a mão esquerda introduz o carregador (e sempre a apontar, se necessário, caso a câmara tenha uma munição;
o indicador solta o travão da culatra (last shot bolt-hold-open) e aí vai disto, Evaristo.

Na M16 e deivados, o sistema é relativamente parecido, com o travão de posição da culatra a ser accionado pela mão que introduz o depósito.
Tudo com peças pequenas e acessíveis, sem que haja necessidade de transferências longas.

Quanto ao FAMAS
http://www.remtek.com/arms/famas/index.htm (http://www.remtek.com/arms/famas/index.htm)

Mas não se acreditem em mim: vejam os manuais, estudem os mecanismos, vejam os filmes.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 14, 2007, 10:17:09 pm
Citação de: "3520"
Mas ainda ninguem em respondeu: Qual o sentido de adoptar a FN SCAR , uma arma pensada e feita para as forças especiais, num exercito inteiro? Porque isto de adoptar carabinas em infantaria seja em que cenario for confesso que ainda me faz confusão  :?


Talvez a pergunta não tenha razão de ser. Já pensou nisso?

Se me indicar as diferenças que uma espingarda de assalto concebida para operações especiais que a torna inadequada ou incompatível para uso de um exército de voluntários (e até de conscriptos!) por favor diga.
Título:
Enviado por: 3520 em Janeiro 14, 2007, 10:21:16 pm
Citação de: "Luso"
3520, não me é possível - nem quero - refutar a sua fé: a minha ciência, física, mecânica, geometria e senso comum não servem para a contraditar.

Nem posso ter a ousadia de lhe pedir que concorde comigo.
Mas posso recomendar-lhe que faça três visitas:

1.ª http://www.youtube.com/watch?v=Y7sE0b9o-vA (http://www.youtube.com/watch?v=Y7sE0b9o-vA)
Porque é que será que a FN se deu ao trabalho de desviar a ejecção?

2.ª http://www.fnherstal.com/html/Index.htm (http://www.fnherstal.com/html/Index.htm)
Estude a arma (que é reconhecidamente menos "fixe" e mais "feiota", o que parece ser uma característica importante e eu não sabia).

3.ª Ao oftlamologista, já que está com dificuldades em VER o padrão de ejecção da Tavor.

NB: o conceito revolucionário, só por o ser, não o torna verdadeiro, como todos já deviamos saber.

Só peço a quem tenha responsabilidade de adquirir a substituta da G3 que pondere nos factores que enunciei para justificar as minhas afirmações e que não estoire dinheiro em brinquedos... fixes.


1º Sinceramente acho que o Luso devido à sua idade deverá ter problema de visão ou então está decididamente a brincar comigo, no video é mais que claro que o cartucho é ejectado não para cima mas sim para a direita e com força suficiente para nem sequer tocar no corpo do homem ou do soldado.

2º Eu não estou a dizer que a Tavor é que é a eleita, o que eu quero dizer é que eu nunca fui muito apologista do conceito Bullpup, mashouve uma inovação com a Tavor e que gostei dessa inovação, porque foi uma arma pensada para o combate urbano e a FN2000 não devido ao tamanho da arma.

3º Desculpe la a expressão luso, mas vamos lá deixar nos de "palermices", não se trata de brinquedos ou de bijuteria para tornar um "soldado" mais bonito, porque senão como eu já disse para que a criação de programas para melhorar a capacidade de combate do soldado individual que se tem visto pelo o mundo fora? Trata-se sim de evolução, inovação e aperfeiçoamento, parametros tipicos da competitiva industria de defesa e requerimentos cada vez mais exigentes dos exercitos, das situações de combate em si, e dos terrenos de combate.

4º Eu estou a falar da Tavor não como futura arma do exercito português mas sim como uma exelente arma e que foi feita por quem sabe.

Se preferir continuar com um discurso que não nos leva a lado nenhum, então o melhor é terminarmos o assunto Tavor por aqui.
Título:
Enviado por: 3520 em Janeiro 14, 2007, 10:30:07 pm
Citação de: "Luso"
Citação de: "3520"
Mas ainda ninguem em respondeu: Qual o sentido de adoptar a FN SCAR , uma arma pensada e feita para as forças especiais, num exercito inteiro? Porque isto de adoptar carabinas em infantaria seja em que cenario for confesso que ainda me faz confusão  :?
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 14, 2007, 11:26:13 pm
Ora muito bem...

http://en.wikipedia.org/wiki/M4_carbine (http://en.wikipedia.org/wiki/M4_carbine)

Citar
Although the M4 does not have as far an effective range as the longer M16, many military analysts consider engagement with a non-specialized small arm above a range of 300 meters to be unnecessary. It is effective at ranges of 150 meters or less. It has a maximum effective range of about 400 meters.


M4: 838mm (máximo) para um cano de 368mm; peso 2,56kg vazia (vou dar 2,80kg com pistão ARES)

Tavor TAR http://www.israel-weapon.com/files/Pdf/TAVOR.pdf (http://www.israel-weapon.com/files/Pdf/TAVOR.pdf)
725mm para um cano de 480mm, 3,27kg vazia.

A Tavor tem que usar miras ópticas devido ao design. Mas fala-se de uma electroóptica. Ora esse tipo de miras é dedicado a distâncias curtas, os tais 300m.
A vantagem vai para a Tavor porque as balas têem mais energia cinética.
Mas não para ser utilizada a mais de 300m porque as miras não permitem.
Com mira a vantagem continua para a TAVOR, porém, essa vantagem deve ser contraposta com a rapidez de remuniciamento e facilidade de disparo.

A TAVOR é optimizada para providenciar um cano longo e balísticamente eficiente, com consequentes perdas noutros campos muito importantes. Mais ainda, essa vantagem balística é perdida com as miras e uso a que se destina, o combate a curta distância.

Sei que a Judiciária adquiriu essa arma, e provavelmente faz bem: é precisa, manobrável e confiável. Cabe bem nas viaturas. É uma arma de caça mais atrevida e funcional. Mas não estou a ver a PJ a fazer combate urbano e a ter que mudar de carregadores rápidamente como disso dependesse a sua vida.

Quanto à SCAR: a SCAR é modularidade, ergonomia e logística. Isso a meu ver é que é revolucionário, se gosta do termo. Todos com SCAR-L (e quem diz SCAR L diz a nova Masada - também um conceito SCAR e bem mais limpa pelo que parece).
Se for preciso "ir mais" longe, basta trocar umas peças e dá-la a quem a souber utilizar.

Porque ter um cano maior só para ter e não saber/poder utilizar essa vantagem  :mrgreen:  mas vale simplificar e ir pelo que realmente funciona.
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 14, 2007, 11:32:05 pm
Há uns meses valentes conversei com duas pessoas que experimentaram a Tavor na carreira de tiro da Carregueira. Faláva-mos de várias coisas e essa arma veio à baila de forma muito curta. Isto, claro, também vale o que vale.

Um polícia (GOE): "É porreirinha. É precisa e bem boa para se dar uns tiros na carreira. Mas para nós não serve!"

Um militar (Comando): "Se fosse eu a escolher queria algo mais robusto!"

Como disse, vale o que vale.
Título:
Enviado por: 3520 em Janeiro 15, 2007, 07:39:23 pm
Ok, ok. Pode-se facilemente acopolar atras da mars ou substituindo mesmo a mars uma mira que possiblita maiores distancias, e isto sem se recorrer a afinação, eu gosto da Tavor porque elevou as espectativas em relação ao conceito Bullpup, e o Luso tambem tem razão em certos aspectos.


Eu não disse que não gostava das SCAR's, pelo contrario até gosto devido à sua modularidade e resolve e responde a uma das questões que tem vindo ultimamente mais à "baila" que é a superioridade do 7,32 em certos aspectos relativamente ao 5,56, e o conceito é simples e eficaz! Fazendo-se uma arma que possa suportar os dois calibres após previa adaptação claro, para além de que em questões de "tralha adicionavel" a SCAR é bastante porreira. Afinal de contas eu até gosto mais da SCAR do que da G36, uma vez que apesar de a G36 ser uma boa arma acho a demasiado grande (comprida). :?
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 15, 2007, 08:40:44 pm
Citação de: "3520"
Eu não disse que não gostava das SCAR's, pelo contrario até gosto devido à sua modularidade e resolve e responde a uma das questões que tem vindo ultimamente mais à "baila" que é a superioridade do 7,32 em certos aspectos relativamente ao 5,56, e o conceito é simples e eficaz! Fazendo-se uma arma que possa suportar os dois calibres após previa adaptação claro, para além de que em questões de "tralha adicionavel" a SCAR é bastante porreira. Afinal de contas eu até gosto mais da SCAR do que da G36, uma vez que apesar de a G36 ser uma boa arma acho a demasiado grande (comprida). :?


Acho que se refere ao calibre 7.62mm mas isso é só um pormenor.

Em termos de comprimento se acha a G36 grande olhe a a SCAR tb não é pequena.

A G36E tem um comprimento de 998mm.
A G36K tem um comprimento de 860mm.
A G36C tem um comprimento de 720mm.
A FN SCAR-L tem um comprimento de 850mm.
A FN SCAR-H tem um comprimento de 997mm.
Título:
Enviado por: 3520 em Janeiro 15, 2007, 10:52:30 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "3520"
Eu não disse que não gostava das SCAR's, pelo contrario até gosto devido à sua modularidade e resolve e responde a uma das questões que tem vindo ultimamente mais à "baila" que é a superioridade do 7,32 em certos aspectos relativamente ao 5,56, e o conceito é simples e eficaz! Fazendo-se uma arma que possa suportar os dois calibres após previa adaptação claro, para além de que em questões de "tralha adicionavel" a SCAR é bastante porreira. Afinal de contas eu até gosto mais da SCAR do que da G36, uma vez que apesar de a G36 ser uma boa arma acho a demasiado grande (comprida). :?

Acho que se refere ao calibre 7.62mm mas isso é só um pormenor.

Em termos de comprimento se acha a G36 grande olhe a a SCAR tb não é pequena.

A G36E tem um comprimento de 998mm.
A G36K tem um comprimento de 860mm.
A G36C tem um comprimento de 720mm.
A FN SCAR-L tem um comprimento de 850mm.
A FN SCAR-H tem um comprimento de 997mm.


Sempre é mais pequena que a G36K e esta tem um cano  menor que o da SCAR'L standart, e estamos a falar de 860 com a coronha "full extended". Eu sincerametne creio que a diferença ainda é consideravel, para alemd e que a SCAR é bastante mais modular que a G36 mesmo relativamente à tralha que se adiciona.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 15, 2007, 10:56:27 pm
Não sei porquê, mas tenho a impressão (nada substanciada) que a G36 é para o "frágil". Quem o pode desmentir/confirmar?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 15, 2007, 11:26:12 pm
Pelo menos no principio queixavam-se da fragilidade da coronha.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 16, 2007, 12:04:55 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Pelo menos no principio queixavam-se da fragilidade da coronha.


Sim, mas experiências recentes?
A GNR agora terá certamente autoridade na matéria...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 16, 2007, 12:09:01 am
Não sei de mais nada.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 16, 2007, 12:25:10 am
Citação de: "Luso"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Pelo menos no principio queixavam-se da fragilidade da coronha.

Sim, mas experiências recentes?
A GNR agora terá certamente autoridade na matéria...


A GNR, a DAE e o rescom da FAP, se existe mais alguma "capelinha" a usa-la não sei, mas é provável.
Uma pergunta.
Tivesse-mos nós as linhas de montagem da G3, para peças suplentes, e se produzíssemos uns rail's modernaços, isso não seria o suficiente?
A arma já deu provas da sua eficácia (G3), acho que um peeling seria o ideal, ficavamos com o mesmo mas com aspecto de novo :wink:
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 16, 2007, 12:38:38 am
Ricardo, ia dizer que já estou por tudo... mas não digo. :?
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 16, 2007, 12:43:32 am
Citação de: "Luso"
Ricardo, ia dizer que já estou por tudo... mas não digo. :wink:
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Janeiro 16, 2007, 12:57:12 am
Citação de: "ricardonunes"
A GNR, a DAE e o rescom da FAP, se existe mais alguma "capelinha" a usa-la não sei, mas é provável.


GOE/PSP
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 16, 2007, 01:02:58 am
Citação de: "PereiraMarques"
Citação de: "ricardonunes"
A GNR, a DAE e o rescom da FAP, se existe mais alguma "capelinha" a usa-la não sei, mas é provável.

GOE/PSP


Mais uma (capelinha) :)
Pelo que sei por enquanto é só .38
Título:
Enviado por: Artífice em Janeiro 16, 2007, 11:24:29 pm
Já agora gostaria de contribuir, novamente, com mais uma opinião: a minha...


A G 36 é uma excelente arma, caso contrario não conseguiria a carteira de clientes que conseguiu em quase todos os países ocidentais nas respectivas forças militares ou de segurança.

Já foi sujeita a testes num sem-número de países tendo em vista a sua aquisição, tendo ficado sempre bem classificada ou vencendo as provas.

É mais robusta do que aparenta:


Então porque devemos considerar a SCAR como a escolha acertada?


1º A sua modularidade ! (Pois ao contrario do que muitos Srs. aqui pensam, não são só as forças especiais que desempenham missões de diferentes tipos e características e que, como tal, têm de se adaptar a um determinado tipo de  missão num curto espaço de tempo. E quanto mais versátil for a arma, melhor a adaptabilidade do homem à missão).

2º A capacidade de alternar (com a respectiva preparação) entre os calbres 5.56 e 7.62, é o melhor de 2 mundos, em termos de tiro. E uma vez mais confere versatilidade acrescida à unidade combatente.

3º Em termos económicos o facto de adquirir a G36, só aumentaria a nossa já vergonhosa, dependência económica e militar dos vizinhos Espanhois. Que detêm a licença de produção da dita G36 o que, a meu ver, retira todo o interesse na aquisição/produção desta arma.

4º Pelo facto de inovar em vários aspectos, a SCAR garante um futuro mais longo ao serviço e melhores possibilidades de uma eventual futura comercialização.

5º O calibre 7.62 é imprescindível numa força militar dos tempos que correm, em que os conflitos são assimétricos e as missões são de "paz". O potencial alvo, tanto pode estar sentado à beira da estrada sem qualquer protecção, como entrincheirado dentro de qualquer casebre ou edificação, e atenção ao poder de "penetração" do 7.62mm.



-Na SCAR só vejo um senão,O carregador de chapa vai dar a mesma chatice que os da G3 (com o passar do tempo deformam-se e dão problemas de tiro).
Substituí-los por carregadores plásticos semi-transparentes como o da G36 é quase obrigatório, que para além da vantagem mais óbvia, garantidamente, não deforma, parte-se e deita-se fora...


Bem -hajam, companheiros foristas.
(Que ensinam muito a muita gente e à borla...)






 


 :twisted:
Título:
Enviado por: 3520 em Janeiro 19, 2007, 09:37:53 pm
1º A sua modularidade ! (Pois ao contrario do que muitos Srs. aqui pensam, não são só as forças especiais que desempenham missões de diferentes tipos e características e que, como tal, têm de se adaptar a um determinado tipo de missão num curto espaço de tempo. E quanto mais versátil for a arma, melhor a adaptabilidade do homem à missão).  


Eu gosto da SCAR, e gostaria que fosse esta a arma a ser incorporada, mas no entanto se o comprimento do cano de uma arma não influência-se o desempenho da mesma, então o conceito bullpup nunca teria sido inventado, uma vez que o principal objectivo deste conceito é precisamente manter a eficacia de um cano longo com a com a vantagem que uma arma curta oferece a um soldado em situação de combate, principalmente no cenario urbano. Nem diferentes versões mais curtas das de armas seriam inventadas para a mesma utilização por parte de forças mais "especiais" que a infantaria.

Torno a dizer, que a utilização de carabinas num exercito inteiro ( principalmente a sua utilização em massa na infantaria ainda me faz confusão )  :?   :?
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 19, 2007, 09:53:12 pm
Citação de: "3520"
Penso eu de que, e ainda desafio alguem a apresentar argumentos validos que me abstraiam deste meu pensamento.   :wink:

Peço desculpa pela minha "teimosia"  :?


3520, todos os motivos já lhe foram apresentados. Se os quiser aceitar aceita, se não quiser, está no seu direito.
Ninguém o vai forçar nada...
Título:
Enviado por: 3520 em Janeiro 19, 2007, 10:06:17 pm
Citação de: "Luso"
Citação de: "3520"
Penso eu de que, e ainda desafio alguem a apresentar argumentos validos que me abstraiam deste meu pensamento.   :wink:

Peço desculpa pela minha "teimosia"  :?

3520, todos os motivos já lhe foram apresentados. Se os quiser aceitar aceita, se não quiser, está no seu direito.
Ninguém o vai forçar nada...


Não, ainda ninguem se referiu nem contra argumentou o meu "contra", só "catalisaram" mais os meus prós. Estava à espera das vossas opiniões mais concretas em relação ao uso generalizado num exercito de uma arma mais eficiente num combate de "proximidade" CQC, tão tipico das forças especiais e de uma guerra urbana, aspectos estes em que a SCAR arrebata completamente.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 19, 2007, 10:18:16 pm
Haverá algum profissional credenciado que queira tirar as dúvidas que estarão a inquietar o 3520?
Título:
Enviado por: fgomes em Janeiro 19, 2007, 11:20:04 pm
Acho a FN SCAR uma alternativa interessante. Quanto ao comprimento do cano, sendo uma das características desta arma a modularidade, não haverá hipótese de desenvolver com facilidade uma variante com cano mais comprido?
A concorrente vencida deste concurso, tem a possibilidade de apresentar uma grande variedade de canos, dos mais curtos ao standard.

http://www.robarm.com/xcrtm_modular_weapon_system.htm
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Janeiro 19, 2007, 11:55:48 pm
Devo confessar que há uns tempos atrás era um acérrimo defensor da G-36 para as nossas Forças Armadas, no entanto, e depois de trocar informações com quem a experimentou juntamente com a SCAR, mudei completamente de ideias.

Segundo me disseram a G-36 tem basicamente os seguintes defeitos:

- Não está bem construída, não há uma boa união entre as suas partes e os materiais não são da melhor qualidade.

- A culatra parte com muita facilidade, seja ao cair a espingarda, seja quando o soldado se atira ao chão.

- O cano também é frágil e sobreaquece com alguma facilidade.


Sobre a SCAR não me reportaram nenhum defeito, nenhum!

Citação de: "[url
http://www.defesanet.com.br/docs/scar.pdf[/url]"]O SCAR é um sistema robusto, altamente confiável, controlável em fogo automático, sem modos
de disparo inseguros, altamente ergonômico, resistente à corrosão, capaz de disparar sem
lubrificação e capaz de ser operado e mantido em seus diversos escalões pelo próprio operador.
É um amalgama das melhores qualidades existentes nos vários Fuzis de Assalto em uso no
mundo, formando um pacote completo, que maximiza cada uma destas qualidades individuais.




Tendo em consideração isto, além das características já aqui mencionadas da SCAR, mais a possibilidade real da arma ser fabricada em Portugal (onde a FN tem uma fábrica em Viana) penso que os decisores deveriam ponderar seriamente a aquisição desta espingarda para as nossas Forças Armadas. Parece-me a opção mais lógica, vantajosa e inovadora.
Título:
Enviado por: typhonman em Janeiro 20, 2007, 12:33:04 am
Falou-se que essa fábrica iria fechar...
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 20, 2007, 12:44:56 am
Falou-se também em transferir a produção da Winchester para a fábrica de Viana...
Winchester e Browning (armas de caça).
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Janeiro 20, 2007, 08:29:59 am
Citação de: "Typhonman"
Falou-se que essa fábrica iria fechar...

Citar
Fábrica de armas diz que não abandonará o concelho

Miguel Rodrigues

Fábrica de armas diz que não abandonará o concelho

ABrowning-Viana, Fábrica de Armas e Artigos de Desportos, sediada na zona industrial de S. Romão do Neiva, em Viana do Castelo, veio ontem a público desmentir as noticias vinculadas pela imprensa que davam conta da deslocalização da única fábrica de armas em Portugal. "O Grupo FN-Herstal, ao qual esta empresa pertence, não tem por hábito ameaçar, e muito menos ameaçou, deslocalizar a Browning-Viana, pelo que as notícias postas a circular são falsas, sensacionalistas e inoportunas" lê-se, num comunicado ontem emitido.

As notícias em questão davam conta que a multinacional belga, que produz as armas norte-americanas Browning e Winchester, poderia deixar a unidade de Viana do Castelo se o projecto de ampliação da área fabril não fosse aprovado (ver caixilho).

O estudo de impacto ambiental daquele projecto está em consulta pública desde Dezembro (a discussão pública prolonga-se até à próxima segunda-feira), sendo que, segundo as notícias publicadas, a empresa justificaria uma eventual deslocalização pelo facto de "a não execução do projecto não permitir a adaptação do tratamento de metais da Browning-Viana às melhores técnicas disponíveis no mercado".

Segundo o coordenador da União de Sindicatos, Branco Viana, a administração garantiu que essa hipótese é meramente académica, mas não passa pela cabeça de ninguém que o projecto de ampliação da fábrica, cujo estudo de impacto ambiental está em consulta pública, não venha a ser aprovado", acrescentou. Por isso, o dirigente sindical considerou não existirem razões "para alarmismos", sendo que os 380 trabalhadores da empresa "podem estar descansados".

Também o presidente da Câmarase mostrou tranquilo em relação a esta questão "A Autarquia não tem quaisquer reservas quanto ao projecto", disse Defensor Moura, salientando que a Browning "é uma empresa responsável, que faz o devido tratamento dos produtos que tem de mandar para a rede pública".

Defensor Moura relembrou que esta "é a única fabrica de armas do país e está sediada em Viana do Castelo. Temos consciência da importância desta instalação e por isso nos mobilizamos para que a ampliação necessária fosse feita no concelho", tendo a empresa "conseguido acomodar-se no actual terreno".


O que é que está em causa

A Browning-Viana pretende investir cerca de dez milhões de euros, até ao próximo ano, na modernização e adaptação da fábrica que detém na zona industrial de S. Romão do Neiva. O projecto em causa prevê a construção de três pavilhões produtivos e, ainda, a instalação de uma nova linha de cromagem, de forma a poder produzir outro tipo de armas.

Fonte (http://http)

Título:
Enviado por: 3520 em Janeiro 20, 2007, 09:57:17 am
Rendime à SCAR.
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 20, 2007, 02:10:01 pm
Citação de: "Jorge Pereira"
Sobre a SCAR não me reportaram nenhum defeito, nenhum!
Creio que a SCAR só tem modo single shot e full auto e já aqui foi mencionada a questão dos carregadores metálicos.

Citar
Tendo em consideração isto, além das características já aqui mencionadas da SCAR, mais a possibilidade real da arma ser fabricada em Portugal (onde a FN tem uma fábrica em Viana) penso que os decisores deveriam ponderar seriamente a aquisição desta espingarda para as nossas Forças Armadas. Parece-me a opção mais lógica, vantajosa e inovadora.

Obviamente, a questão 5.56 vs 7.72 não está tão resolvida como se se pensava há uns anos e vejo toda a vantagem em adquirir uma familia de armas feita para os dois calibres.

Contudo, acho que está a por o carro à frente dos bois: a substituição da G3 vai-se fazer por concurso público.
Antes de mais, teria de ser a FN a chegar-se à frente e propor a SCAR, em moldes adequados.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 20, 2007, 02:15:22 pm
Citação de: "lurker"
Contudo, acho que está a por o carro à frente dos bois: a substituição da G3 vai-se fazer por concurso público.
Antes de mais, teria de ser a FN a chegar-se à frente e propor a SCAR, em moldes adequados.


Lurker, com o devido respeito, creio que os moldes adequados já revelaram a sua inadequação. E depois, em relação a este tema, pelo menos, nem bois nem carros, nem nenhum deles está com vontade de ultrapassar o outro.
O correcto seria colocar os boys à frente do carro. :wink:
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 20, 2007, 02:23:19 pm
HAHAH! :wink:

Para melhor e pior, não há alternativa a concurso público neste caso.
Por moldes adequados eu estava a pensar em a FN
a) propor a SCAR a concurso
b) a um preço adequado
c) com selective fire (creio que é um requisito) e carregadores plásticos
d) com produção em território nacional, como o Jorge Pereira estava a pensar

Já agora, ligeiramente offtopic: há algum standard para os carregadores de 5.56mm?
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 20, 2007, 02:42:26 pm
Luker, creio que há alguma confusão: "selective fire" é essa capacidade de disparo opcional entre auto e semi-auto, coisa que a SCAR permite.
No caso da M16A2 (rajada de três tiros) diz quem a usa ou usou que o mecanismo "estraga" o gatilho e o proprio conceito não foi muito bem recebido. Em relação à qualidade do gatilho só posso falar da M16 A2, pelo que desconheço comentários relativos a outros mecanismos similares.
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 20, 2007, 02:53:01 pm
Erro meu, obrigado pela correcção.

De qualquer forma, tinha na ideia que, bem ou mal, o modo de rajada de 3 tiros fazia parte dos requisitos para a substituta da G3.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 20, 2007, 02:56:17 pm
Citação de: "lurker"
Erro meu, obrigado pela correcção.

De qualquer forma, tinha na ideia que, bem ou mal, o modo de rajada de 3 tiros fazia parte dos requisitos para a substituta da G3.


Talvez seja, mas não será por aí que essa característica não seja contemplada.
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 20, 2007, 03:12:03 pm
Eu percebo que há pessoal que gosta da SCAR, mas tenho a ideia que a FN veio para o concurso da substituição da G3 com a F2000 e não com a SCAR.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 20, 2007, 03:15:33 pm
A SCAR é mais recente.
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Janeiro 20, 2007, 03:49:31 pm
Citação de: "lurker"
Contudo, acho que está a por o carro à frente dos bois: a substituição da G3 vai-se fazer por concurso público.
Antes de mais, teria de ser a FN a chegar-se à frente e propor a SCAR, em moldes adequados.


Tem razão, é uma questão de todo pertinente. Por isso mesmo, gostaria que alguém que percebesse a fundo os meandros legais dos concursos públicos, nos elucidasse em relação ao seguinte cenário:

Como sabemos, o governo recorreu da decisão do Tribunal Administrativo de Lisboa, que suspendeu o concurso para o fornecimento da nova arma ligeira para as Forças Armadas, certo? Se fossemos nós os decisores e definitivamente quiséssemos optar pela SCAR, qual seriam os passos a seguir? Ajuste directo? Invocando a necessidade urgente dessas novas armas para as nossas forças destacadas no estrangeiro? Retirar o recurso (não sei se é possível) e permitir que o concurso comece do zero novamente?

Alguém nos pode elucidar?
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 20, 2007, 04:09:05 pm
Legislação aplicada à aquisição dos NPO´s

http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Go ... c_PRAN.htm (http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC16/Ministerios/MDNAM/Comunicacao/Outros_Documentos/20041222_MEDNAM_Doc_PRAN.htm)

Citar
Nos termos do Decreto-Lei n.º 33/99, de 5 de Fevereiro, diploma que disciplina as aquisições de bens e serviços no domínio da defesa abrangidos pela citada disposição do Tratado de Amesterdão, é prevista, nas condições supramencionadas, a possibilidade do recurso ao ajuste directo.


Ainda ando à procura desse DL.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 20, 2007, 06:19:25 pm
Ainda não encontrou :wink:
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 20, 2007, 06:45:51 pm
Obrigado, Ricardo!
Esqueci-me completamente da INCM :oops:
Título:
Enviado por: hellraiser em Janeiro 20, 2007, 07:10:51 pm
Pelo que tenho lido nos ultimos dias de forma a tentar ganhar um domínio sobre esta matéria, a SCAR é um arma desenvolvida para tropas especiais conforme as especificações e necessidades das mesmas, não se adequando assim a exércitos regulares. Foi desenvolvida seguindo uma doutrina pela qual o alcance-se do poder de fogo é assegurado por outras formas, quer pela diversidade de armamento numa força, quer por apoios de outras forças. A SCAR foi também desenvolvida a pensar na guerra urbana e em espaços curtos. Propor esta arma para o exercito é como propor uma g3ka4,  mais pequena e ate mais simples de utilizar que a SCAR. O próprio conceito da scar não fará muito sentido, se um soldado sabe que o 5.56 e menos eficaz e que o 7.62 "vira tudo" duvido que prefira ir de 5.56 só para carregar menos umas gramas... A scar tem um conceito interessante mas apenas um conceito de passagem até que apareça uma nova arma que realmente dispare qualquer das munições mais comuns sem necessitar de qualquer ajuste e acima de tudo que dispare um intermédio entre o 7.62 e o 5.56. Quanto a renovação do armamento, sou a favor ou da re-fabricação das G-3 a semelhança da suecia ou da G-36 numa nova versão de forma a incluir um encontro de ombro retráctil e dobrável com estrutura em metal revestido por plásticos.  
Seja qual for a escolha falamos de um numero de aproximadamente 20 mil armas a serem fornecidas sem falar nas pistolas. É imperativo e inegociável que tal equipamento seja fabricado em Portugal à semelhança do que tem vindo a fazer com chaimites, G3 e agora Pandur.
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 20, 2007, 08:23:39 pm
Citação de: "Jorge Pereira"
Por isso mesmo, gostaria que alguém que percebesse a fundo os meandros legais dos concursos públicos, nos elucidasse em relação ao seguinte cenário:


Creio que acabou de matar a discussão. Na minha vaga experiência com o assunto -- estive a "ver" enquanto uns colegas meus tentavam compor um caderno de encargos -- só mesmo um jurista especializado nisso nos poderia ajudar. E mesmo assim, é dificil.

Apesar disso, perdoem-me mas vou fazer um pouco de jurismo amador.

Pelo que me foi dado a perceber, um concurso destes rege-se por regras aparentente simples mas que têm por trás alguns conceitos juridicos como "imparcialidade" e "boa-fé", pelo que há sempre uma boa probabilidade de um concurso suficientemente valioso acabar em tribunal para um colectivo de juízes decidir se esses principios foram respeitados ou não.

Retirar o recurso interposto é perfeitamente possivel. Nesse caso, o Governo teria de cumprir o que quer que o Tribunal Administrativo tenha deliberado e talvez abra a porta para algumas indeminizações aos concorrentes.
E claro, o processo de substituição teria de voltar à estaca zero.

A adjudicação directa de meios necessários para as tropas que de facto enviamos para o estranjeiro é justificável mas a adjudicação directa das armas ligeiras para todo o exército não é.

Obviamente, um novo concurso iria levar algum tempo.
E se o caderno de encargos incluir questão de a arma estar disponivel em versões 5.56 e 7.62 poderá levar ainda mais tempo. A SCAR é, tanto quanto sei, a única familia de armas moderna e em produção com essa capacidade. Para respeitar o principio de imparcialidade, o concurso poderá ter de prever a possibilidade de outros concorrentes oferecerem uma proposta semelhante. O mais provável é ir parar a tribunal de novo.

EDIT:
Mais uma adenda: A SCAR foi desenvolvida para o SOCOM e provavelmente, o desenvolvimento da arma foi finananciado pelo SOCOM. Terá a FN a liberdade de a fornecer a outros?
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 20, 2007, 08:29:45 pm
Citar
Pelo que tenho lido nos ultimos dias de forma a tentar ganhar um domínio sobre esta matéria, a SCAR é um arma desenvolvida para tropas especiais conforme as especificações e necessidades das mesmas, não se adequando assim a exércitos regulares.

Continuo sem perceber o "defeito" que uma arma concebida para operações especiais que a impeça de ser usada por tropas regulares que - no nosso caso são profissionais e portanto devem estar habilitadas a manusear competentemente a sua arma regulamentar. Atenção que a SCAR contempla canos de tamanhos diferentes. Uma coisa não tira a outra. Uma G3KA4 (12,4" de cano) não pode transformar-se uma G3 "normal" com cano de 17,7". Perguntem a um armeiro. A G3 não foi feita para isso. Há pontos de solda e um pino que ligam o cano e sua extensão onde estão os ressaltos, ao chassis. Com a SCAR isso é possível. Por exemplo, o DAE pode abordar um navio com uma SCAR-L com cano de 12" e, noutra ocasião mudar o cano para acção no deserto, por exemplo, mudando-lhe apenas o cano. As tropas "banais" podem utilizar uma SCAR com cano de 16" por exemplo. Além disso, esse sistema de troca de canos é um auxiliar à manutenção das armas ao permitir a substituição dos canos que se vão erodindo com o uso. Por isso é que gostaria de saber em que condições estão as almas, câmaras e as "gargantas" das nossas G3. E no caso de estarem mal, quanto tempo é que as G3 demorariam a regressar ao serviço activo depois de uma recauchutagem significativa. As pessoas não sabem que a G3, tal como a AK47, foi concebida para ser... descartável.

Mudar para outros calibres:
No caso da SCAR que utiliza depósitos 5.56 STANAG só é necessário mudar de cano para disparar, por exemplo:

6.5 MPC;
.300 Whisper.

Mudando cano, depósito, cabeça de ferrolho e certamente a mola de retorno:

6.8 SPC;
6.5 Grendel.

Mas que fique claro: a SCAR 5.56 apenas partilha algumas peças com a SCAR 7.62. Os chassis têem que ser diferentes. Quando muito, as coronhas e os grupos de gatilho é que poderão ser os mesmos.

Citar
Foi desenvolvida seguindo uma doutrina pela qual o alcance-se do poder de fogo é assegurado por outras formas, quer pela diversidade de armamento numa força, quer por apoios de outras forças. A SCAR foi também desenvolvida a pensar na guerra urbana e em espaços curtos. Propor esta arma para o exercito é como propor uma g3ka4,  mais pequena e ate mais simples de utilizar que a SCAR.

Ver contraditório acima

Citar
A scar tem um conceito interessante mas apenas um conceito de passagem até que apareça uma nova arma que realmente dispare qualquer das munições mais comuns sem necessitar de qualquer ajuste e acima de tudo que dispare um intermédio entre o 7.62 e o 5.56.

Os americanos não estão com disposição para mudar de calibre, nem com o novo 6.5 MPC (que só exige mudança de cano).
Depois não pode surgir uma "nova arma que dispare qualquer das munições mais comuns". Isso não é possível. Nem só o calibre tem implicações: A cabeça do estojo também é determinante. Se quer menos recuo que o 7.62, mas ter a possibilidade de a ele regressar então basta um wildcat em 6.5mm com o comprimento total limitado ao do carregador da G3. Seria uma munição fantástica, mas valeria a pena a mudança logística, ao nível NATO?
E o próprio cenário é credível quando quase todos já mudaram para o 5.56 e as 7.62 estão relegadas para a reserva (nesses países)?

Citar
Quanto a renovação do armamento, sou a favor ou da re-fabricação das G-3 a semelhança da suecia

Já propus isso no passado mas agora tenho  dúvidas quanto à viabilidade económica dessa acção, ainda para mais que o nosso ferramental foi vendido aos americanos. Mais ainda quando tenho muitas dúvidas acerca do bom estado das armas em serviço. Ainda por cima quando sei que boas armas portuguesas foram cortadas para servirem de kits para peças para o mercado civil americano.

Citar
Seja qual for a escolha falamos de um numero de aproximadamente 20 mil armas a serem fornecidas sem falar nas pistolas. É imperativo e inegociável que tal equipamento seja fabricado em Portugal à semelhança do que tem vindo a fazer com chaimites, G3 e agora Pandur.


De acordo. Além disso há que pensar em ter uma base industrial mínima nem que seja para fabrico de peças de reposição. E canos! Não esquecer que os reservistas também devem ser armados adequadamente e com munições suficientes.
20.000 armas não chegam, sobretudo se ainda tiverem de ser canibalizadas.

Faço uma proposta ao MDN: comprem uma máquina de fazer canos martelados a frio e respectivos operadores e depois entrem em contacto comigo. :wink:
Levo metade do que pagam a esses avençados que pululam por aí!
Título:
Enviado por: komet em Janeiro 20, 2007, 08:37:13 pm
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Faço uma proposta ao MDN: comprem uma máquina de fazer canos martelados a frio e respectivos operadores e depois entrem em contacto comigo. Wink
Levo metade do que pagam a esses avençados que pululam por aí!


O nosso amigo Luso à caça de um TACHO ahahah
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 20, 2007, 08:40:42 pm
Citação de: "komet"
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Faço uma proposta ao MDN: comprem uma máquina de fazer canos martelados a frio e respectivos operadores e depois entrem em contacto comigo. Wink
Levo metade do que pagam a esses avençados que pululam por aí!

O nosso amigo Luso à caça de um TACHO ahahah


Tal como o Professor Karamba, GARANTO resultados. Desde que o senhor político não se intrometa.
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 20, 2007, 08:42:43 pm
Um pouco de Googling antes teria-me evitado isto..

Pelo menos uma das concorrentes derrotadas ao concurso ganho pela SCAR parece esta disponivel:
Robinson Arms XCR (http://http)

Talvez não seja tão dificil assim incluir esse aspecto num concurso.
Título:
Enviado por: Get_It em Janeiro 20, 2007, 08:43:27 pm
Citação de: "hellraiser"
(...)
Quanto a renovação do armamento, sou a favor ou da re-fabricação das G-3 a semelhança da suecia ou da G-36 numa nova versão de forma a incluir um encontro de ombro retráctil e dobrável com estrutura em metal revestido por plásticos.
Seja qual for a escolha falamos de um numero de aproximadamente 20 mil armas a serem fornecidas sem falar nas pistolas. É imperativo e inegociável que tal equipamento seja fabricado em Portugal à semelhança do que tem vindo a fazer com chaimites, G3 e agora Pandur.

Então há que esquecer a G-36, pois a HK não irá abrir mão da produção da G-36 quer na Alemanha ou quer na Espanha.

Pelo que parece as únicas opções para a nova espingarda de assalto para as Forças Armadas com possibilidade de serem produzidas cá seriam: a SCAR - pela FN, que como já foi mencionado tem uma fábrica em Viana - e a TAVOR - no qual a IMI não tinha problemas com a instalação de uma fábrica cá.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: typhonman em Janeiro 20, 2007, 08:49:26 pm
A Diemaco penso que também propos o mesmo...
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 20, 2007, 08:55:12 pm
Citação de: "lurker"
Pelo menos uma das concorrentes derrotadas ao concurso ganho pela SCAR parece esta disponivel


Que concurso é que a SCAR ganhou?
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 20, 2007, 09:06:14 pm
Estava a referir-me ao concurso do comando de operações especiais dos EUA (SOCOM) que levou a que a SCAR fosse desenvolvida.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 20, 2007, 09:11:28 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "lurker"
Pelo menos uma das concorrentes derrotadas ao concurso ganho pela SCAR parece esta disponivel

Que concurso é que a SCAR ganhou?


Fornecimento de armas ao SOCOM.

A Robinson Arms, devido à sua dimensão não poderia ter levado o conceito mais em frente, sobretudo ao nível das questões de fabrico e problemas/vantagens associados.
Em todo o caso seria vantajoso tirarmos partido das nossas empresas de moldes e de plásticos para dar a volta a parte do problema e substituir parte dos maquinados em alumínio por polímeros de qualidade.
Mantenho a minha oferta, no entanto! :mrgreen:
Título:
Enviado por: balburdio em Janeiro 21, 2007, 03:50:50 pm
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Continuo sem perceber o "defeito" que uma arma concebida para operações especiais que a impeça de ser usada por tropas regulares

para começar: o preço!


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Além disso, esse sistema de troca de canos é um auxiliar à manutenção das armas ao permitir a substituição dos canos que se vão erodindo com o uso. Por isso é que gostaria de saber em que condições estão as almas, câmaras e as "gargantas" das nossas G3. E no caso de estarem mal, quanto tempo é que as G3 demorariam a regressar ao serviço activo depois de uma recauchutagem significativa. As pessoas não sabem que a G3, tal como a AK47, foi concebida para ser... descartável.
o cano da G-3 é substituivel, apenas não é fácil de ser feito no teatro de operações.

Citar
Mudar para outros calibres:
No caso da SCAR que utiliza depósitos 5.56 STANAG só é necessário mudar de cano para disparar, por exemplo:
6.5 MPC;
.300 Whisper.
Mudando cano, depósito, cabeça de ferrolho e certamente a mola de retorno:
6.8 SPC;
6.5 Grendel.
Esta possibilidade é uma das coisas que torna a arma muito cara, além disso, outras especificações para forças especiais tornam-na pouco adequada para as forças regulares.


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A scar tem um conceito interessante mas apenas um conceito de passagem até que apareça uma nova arma que realmente dispare qualquer das munições mais comuns sem necessitar de qualquer ajuste e acima de tudo que dispare um intermédio entre o 7.62 e o 5.56.

Apoiado, aliás nós temos bastante experiencia nesse campo, já que houve um calibre 6,5mm portugues, o 6,5 Vergueiro , utilizado nas
Mauser-Vergueiro e nas Steyr Mannlicker.

Disparar calibres diferentes sem ajustes é impossível, não se pode meter o rossio na rua da betesga!
será sempre necessario substituir o cano pelo menos.

Existem diversas armas de caça que o fazem, como as Merkel por exemplo: uma arma - vários canos e simplicidade na substituição dos canos (nas merkel é só fixar o cano e rodar 30º).


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E o próprio cenário é credível quando quase todos já mudaram para o 5.56 e as 7.62 estão relegadas para a reserva (nesses países)?
pareçe haver muitas dúvidas actualmente, quanto à eficácia deste calibre em cenarios como o do iraque. as modernas proteções favorecem a AK-47 e o seu calibre muito mais potente.


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Faço uma proposta ao MDN: comprem uma máquina de fazer canos martelados a frio e respectivos operadores e depois entrem em contacto comigo. :wink:
Levo metade do que pagam a esses avençados que pululam por aí

Eu posso tratar do desenho da arma. em tempos desenhei um projecto para uma arma com canos permutáveis para os calibres NATO 7,62mm; 5,56mm e para o calibre 6,5mm modificado a partir do modelo sueco e remetendo para o Vergueiro que era o mais potente do lote (onde se incluiam o Arisaka utilizado na 2ª Guerra Mundial e o original Mauser)
Esta arma seria uma Bullpup muito simples que se baseia numa caixa de mecanismos muito compacta que pode ser facilemente substituida.
Existem as referidas 3 variantes de calibre, 4 variantes de cano (normal, carabina, sniper e apoio) e 2 variantes de sistema: cartucho metalico e caseless. neste último caso um gel propulssivo é injectado na câmara e detonado electricamente (elemento piezoelectrico).
A variante 6,5mm de gel permite carregadores de 50 munições, a arma permite ainda regular a quantidade de gel injectado o que permite controlar o recuo conforme o cenario (curta-distancia/longa-distancia)
A carcaça é feita de NAD-FV (nylon de alta densidade reforçado a fibra de vidro) e é composta por duas peças, o fuste que envolve completamente o cano no seu interior e a coronha que aloja a caixa de mecanismos.

há um carril fêmea (não picatinny) na parte superior e na inferior do fuste, o de baixo fixa o guarda mão e o punho que é móvel, comunicando com a caixa de mecanismos (gatilho, selector e regulador de gel) mediante um curioso mecanismo de longas e finas astes com sulcos elicoidais, integradas no carril inferior.
o carril de cima suporta uma mira óptica.
Outros equipamentos podem ser adicionados nestes 2 carris incluindo um adaptador picatinny.
A arma é de uma simplicidade absurda, já que uma vez desmontada (básico) só temos 8 peças: o fuste, o punho, o guarda-mão, a coronha e a pequena caixa de mecanismos e a mira óptica.
O cano monta-se directamente na caixa de mecanismos (também chamada caixa de culatra???).
Para converter apenas calibres basta mudar o cano, para mudar entre cartucho e gel é necessário apenas mudar a caixa de culatra.

uma particularidade curiosa da arma é o facto de flutuar (mal, dentro de água ficaria na vertical com o cano para baixo aflorando apenas a coronha), mas só se não tiver outros equipamentos pesados.
Outra é o facto da baioneta ser uma peça adicional, afixavel no carril inferior (flutua).
a arma teria um tratamento que lhe permite disparar após ter estado mergulhada em água.
Também o sistema de disparo é curioso, já que não tem o tradicional ponto de tomada de gás num ponto do cano. funciona por tomada de gás à cabeça da câmara de alimentação, com um mecanismo de atraso da abertura o que permite que tal como disse, todo o mecanismo esteja contido numa pequena caixa.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 21, 2007, 04:14:29 pm
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para começar: o preço!

Por favor fundamente a sua observação.

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o cano da G-3 é substituivel, apenas não é fácil de ser feito no teatro de operações.

Não contradiz a minha observação. Já agora, pode-me explicar o procedimento de substituição?

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Esta possibilidade é uma das coisas que torna a arma muito cara, além disso, outras especificações para forças especiais tornam-na pouco adequada para as forças regulares.

Pode fundamentar a sua observação?  :roll:

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A scar tem um conceito interessante mas apenas um conceito de passagem até que apareça uma nova arma que realmente dispare qualquer das munições mais comuns sem necessitar de qualquer ajuste e acima de tudo que dispare um intermédio entre o 7.62 e o 5.56.

Apoiado, aliás nós temos bastante experiencia nesse campo, já que houve um calibre 6,5mm portugues, o 6,5 Vergueiro , utilizado nas
Mauser-Vergueiro e nas Steyr Mannlicker.

Negativo. Temos experiência? Desde quando? Há 100 anos atrás?
Quem concebeu a munição? Fomos nós ou a DWM?
Além disso o 6.5x58 Vergueiro não é compatível com o 6.5x53R Mannlicher (utilizado também pela Holanda e Roménia).
Já agora, sabe como está a INDEP e quem lhe produz as munições e onde?

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Disparar calibres diferentes sem ajustes é impossível, não se pode meter o rossio na rua da betesga!
será sempre necessario substituir o cano pelo menos.

Em certas situações é possível mas certamente que nesta NÃO é possível, é verdade.

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pareçe haver muitas dúvidas actualmente, quanto à eficácia deste calibre em cenarios como o do iraque. as modernas proteções favorecem a AK-47 e o seu calibre muito mais potente.

Há dúvidas e algumas certezas é verdade. Uns têem vontade de mudar. Outros não querem. O certo é que há opções mas ninguém quer avançar.
O 7.62x39 não é muito mais potente que o 5.56x45, ao nível de energia pura. Uma das vantagens está na superior capacidade do maior calibre transferir essa energia ao alvo.

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Eu posso tratar do desenho da arma. em tempos desenhei um projecto para uma arma com canos permutáveis para os calibres NATO 7,62mm; 5,56mm e para o calibre 6,5mm modificado a partir do modelo sueco e remetendo para o Vergueiro que era o mais potente do lote (onde se incluiam o Arisaka utilizado na 2ª Guerra Mundial e o original Mauser)
Esta arma seria uma Bullpup muito simples que se baseia numa caixa de mecanismos muito compacta que pode ser facilemente substituida.
Existem as referidas 3 variantes de calibre, 4 variantes de cano (normal, carabina, sniper e apoio) e 2 variantes de sistema: cartucho metalico e caseless. neste último caso um gel propulssivo é injectado na câmara e detonado electricamente (elemento piezoelectrico).
A variante 6,5mm de gel permite carregadores de 50 munições, a arma permite ainda regular a quantidade de gel injectado o que permite controlar o recuo conforme o cenario (curta-distancia/longa-distancia)
A carcaça é feita de NAD-FV (nylon de alta densidade reforçado a fibra de vidro) e é composta por duas peças, o fuste que envolve completamente o cano no seu interior e a coronha que aloja a caixa de mecanismos.

há um carril fêmea (não picatinny) na parte superior e na inferior do fuste, o de baixo fixa o guarda mão e o punho que é móvel, comunicando com a caixa de mecanismos (gatilho, selector e regulador de gel) mediante um curioso mecanismo de longas e finas astes com sulcos elicoidais, integradas no carril inferior.
o carril de cima suporta uma mira óptica.
Outros equipamentos podem ser adicionados nestes 2 carris incluindo um adaptador picatinny.
A arma é de uma simplicidade absurda, já que uma vez desmontada (básico) só temos 8 peças: o fuste, o punho, o guarda-mão, a coronha e a pequena caixa de mecanismos e a mira óptica.
O cano monta-se directamente na caixa de mecanismos (também chamada caixa de culatra???).
Para converter apenas calibres basta mudar o cano, para mudar entre cartucho e gel é necessário apenas mudar a caixa de culatra.

uma particularidade curiosa da arma é o facto de flutuar (mal, dentro de água ficaria na vertical com o cano para baixo aflorando apenas a coronha), mas só se não tiver outros equipamentos pesados.
Outra é o facto da baioneta ser uma peça adicional, afixavel no carril inferior (flutua).
a arma teria um tratamento que lhe permite disparar após ter estado mergulhada em água.
Também o sistema de disparo é curioso, já que não tem o tradicional ponto de tomada de gás num ponto do cano. funciona por tomada de gás à cabeça da câmara de alimentação, com um mecanismo de atraso da abertura o que permite que tal como disse, todo o mecanismo esteja contido numa pequena caixa.


Se existirem interessados no sistema de gel e num novo calibre, então força!
Só sugiro que pondere na necessidade de precisão de regular o fluxo de gel para a câmara - sabe bem que a precisão depende da consistência da quantidade de propelente na câmara que pode ir às fracções de miligrama. Depois se conseguir resolver também os problemas do fluxo reolítico do depósito de combustível para a câmara tera em mim um sincero admirador. Quanto a esse tipo de propulsão, não com gel mas com gasolina, já um italiano (Giannino Ghiotto) inventou um sistema semelhante.
Pergunta que lhe deixo: os alemães desenvolveram com relativo sucesso e chegaram mesmo a adoptar (burocráticamente) um bullpup de munição sem estojo (G11). O que é que lhe sucedeu?
Outra pergunta: nós temos chaços a precisar de substituição urgente. Parece-lhe sensato procurar um sistema "revolucionário"  sem provas dadas e sem testes?
Pergunta final: como faria a obturação dos gases da câmara em relação ao depósito de gel?
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 21, 2007, 04:55:13 pm
Em relação ao número de armas,

O concurso que alegadamente estará suspenso era para, salvo erro meu, 31.000 espingardas de assalto, 1.700 metralhadoras ligeiras e 6.800 pistolas, incluindo os respectivos acessórios.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 21, 2007, 08:21:19 pm
Balburdio, fiquei curiosíssimo em relação à sua espingarda, até porque os meus conceitos são muito mais elementares que os seus e pouco ou nada trazem de novo. Se possível, coloque aqui um "esquemazinho" para nós compreendermos o mecanismo de trancamento, desarme, de alimentação, etc.

Obrigado.
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Janeiro 21, 2007, 09:57:45 pm
Citação de: "Lancero"
Em relação ao número de armas,

O concurso que alegadamente estará suspenso era para, salvo erro meu, 31.000 espingardas de assalto, 1.700 metralhadoras ligeiras e 6.800 pistolas, incluindo os respectivos acessórios.


Lancero, podia, se faz favor, colocar a fonte de tal informação, pois esse número de espinguardas-automáticas parece-me claramente insuficiente, para armar todos os membros das Forças Armadas Portuguesas (cerca de 20.000 no Exército, cerca de 10.000 na Armada e cerca de 6.000 na Força Aérea).

Cumprimentos
B. Pereira Marques
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 21, 2007, 10:04:55 pm
Citar
Concurso para o fornecimento de armas ligeiras para as Forças Armadas
 
O Ministério da Defesa Nacional lançou em 17 de Dezembro de 2004 o “Anúncio de concurso com selecção de propostas para negociação”, relativo ao fornecimento de armas ligeiras para as Forças Armadas.
 
De acordo com este anúncio está em causa o fornecimento de 31.000 espingardas de assalto, 1.700 metralhadoras ligeiras e 6.800 pistolas, incluindo os respectivos acessórios, para as Forças Armadas Portuguesas.
 
As propostas respeitantes a este concurso deverão serão apresentadas no prazo de dois meses (após a publicação do anúncio em Diário da República).
 
A Lei de Programação Militar publicada em Maio de 2003, e ainda não revista, inclui este programa, “Equipamento Ligeiro e Equipamento Indivi­dual”, nos programas do Exército, e destina‑lhe uma verba de 75,247 milhões de euros.
 
Neste mesmo dia o Ministro de Estado, da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar, em cerimónia pública realizada no Museu Militar em Lisboa, anunciou, de acordo com a Agência Lusa e sem precisar qual a quantidade mas que se destinavam aos três ramos das Forças Armadas, “se tudo correr bem, até final de 2005”, serão entregues as armas.


Revista Militar - http://www.revistamilitar.pt/modules/ar ... .php?id=41 (http://www.revistamilitar.pt/modules/articles/article.php?id=41)


Já agora, voltando um pouco atrás à discussão de quais são as unidades portuguesas a usar a G-36, qual é esta? (uma dica - são do Exército e a arma não é obviamente deles)

(http://img176.imageshack.us/img176/572/digitalizar00191jn.jpg)
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Janeiro 21, 2007, 10:10:19 pm
Ok, obrigado Lancero, uma das hipóteses poderá ser que que a Armada e a Força Aérea (à excepção dos Fuzileiros e da Polícia Aérea), como não têm forças de combate terrestre, continuem a utilizar a G-3.

Em relação à foto, pelo chapéu, diria que são militares do CTOE, se bem que já fotos de Comandos com esse chapéu c34x ...
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 21, 2007, 11:27:07 pm
Essa foto devia ser posta no jogo do reconhecimento. c34x
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 21, 2007, 11:45:36 pm
Revista Mama Sume n.º 63 - Agosto/Dezembro 2005. Pág. 25  
:wink:

(http://img181.imageshack.us/img181/4928/digitalizar00181go.jpg)
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 21, 2007, 11:48:53 pm
Ok são comandos :twisted: .

Mas e de quem são as armas?

Da HK, esperimentar as armas que futuramente vão equipar as forças armadas?

Do DAE ou Rescom num exercicio conjunto? Duvido...
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 21, 2007, 11:54:09 pm
São mesmo espanholas. Foi no exercício MADEIRAL 04, em que participou um grupo de combate dos então recém-reactivados comandos. O mesmo artigo faz referência à ida, até áquela data, à Roménia (Centro Operacional de Tropa de Montanha - visita), Reino Unido (SAS - visita) e
EUA ('Ranger' - curso)
Título:
Enviado por: balburdio em Janeiro 22, 2007, 04:12:24 pm
Citar
Por favor fundamente a sua observação.
a arma é cara porque é feita com criterios de qualidade normalmente exclusivos a armas de caça ou desportivas de precisão.
Não há aqui concessões à facilidade e economia de construção. As peças são feitas com grande precisão recorrendo aos melhores materiais e técnicas de fabrico e acabamento.

Citar
Não contradiz a minha observação. Já agora, pode-me explicar o procedimento de substituição?
Requer meios técnicos, não é um mero processo de "break down". Implica a utilização de uma prensa para canos.
O cano está unido à caixa de culatra quer por meio de um pino quer por pressão (existe um rebordo na base do cano sobre o qual aperta uma manga da caixa de culatra)


Citar
Negativo. Temos experiência? Desde quando? Há 100 anos atrás?
Não é preciso mais que a experiência documentada, a munição e a arma eram apreciadas na altura e existe uma série de obras da +epoca e recentes sobre esta matéria. A arma existe em duas versões, a 1904 original e a 39, adoptada por conseguinte em 1939. Pergunte ao seu avô que arma utilizou ele quando foi à tropa!!


Citar
Quem concebeu a munição? Fomos nós ou a DWM?
Fomos nós com base na munição original, a nossa munição era superior às congeneres em todos os aspectos, fruto do excelente trabalho do Tenente-Coronel José Alberto Vergueiro! Também a arma, cuja qualidade era tão apreciada que, ao ser adoptado o novo calibre 7,92 tentou-se a conversão das velhas mauser. Infelizmente o resultado não foi muito bom porque alguma mente inteligente deu preferencia na conversão às armas mais antigas com os canos mais gastos o que resultou numa série de canos rebentados.



Citar
Além disso o 6.5x58 Vergueiro não é compatível com o 6.5x53R Mannlicher (utilizado também pela Holanda e Roménia).
Já agora, sabe como está a INDEP e quem lhe produz as munições e onde?
NEm vejo porque teria de ser compatível.
Quanto às munições, não faço ideia, os últimos governos deixaram-nos praticamente desarmados!

Citar
Em certas situações é possível mas certamente que nesta NÃO é possível, é verdade.
só é possível quando os calibres, apesar das designações diferentes, tem valores reais identicos ou muito proximos.


Citar
Há dúvidas e algumas certezas é verdade. Uns têem vontade de mudar. Outros não querem.
sim, os soldados querem mudar, os politicos não!

Citar
O certo é que há opções mas ninguém quer avançar.
O 7.62x39 não é muito mais potente que o 5.56x45, ao nível de energia pura.
sim, de facto não chega ao dobro (1.792 J contra 3.352 J)

Citar
Uma das vantagens está na superior capacidade do maior calibre transferir essa energia ao alvo.
E no facto de não ser desviada por coisas como : folhas, ramos de arvores, árvores, paredes, etc.



Citar
Só sugiro que pondere na necessidade de precisão de regular o fluxo de gel para a câmara - sabe bem que a precisão depende da consistência da quantidade de propelente na câmara  que pode ir às fracções de miligrama.

O gel é injectado a partir de um êmbolo calibrado com 3 ou mais posições. A regulação está marcada em unidades de distância.

sendo o gel uniforme e muito mais homogéneo que as pólvoras normalmente utilizadas torna-se mais fácil controlar com precisão as massas utilizadas. A sua combustão também é mais perfeita e mais regular.


Citar
Depois se conseguir resolver também os problemas do fluxo reolítico do depósito de combustível para a câmara tera em mim um sincero admirador.
O gel é injectado directamente na câmara, que faz parte do cano, imediatamente atrás do projéctil.
A questão que põe poderia ter alguma relevancia com gel metalizado como o utilizado em alguns mísseis e foguetes que produziria grande erosão térmica nas paredes da câmara, contaminando o cano.
O meu gel queima a muito mais baixa temperatura e liberta pouco resíduo, a queima também é mais lenta mas o gel tem mais energia específica.
O desgaste efectivo na câmara é inferior ao provocado pelo projéctil ao longo do resto do cano, eventualmnete ao fim de algumas dezenas de milhar de disparos será necessário substituir o cano, o que leva cerca de 15 segundos.


Citar
Quanto a esse tipo de propulsão, não com gel mas com gasolina, já um italiano (Giannino Ghiotto) inventou um sistema semelhante.
é muito menos seguro um líquido que um gel.
Este gel é composto essencialmente por 3 ingredientes, um oxidante (nitrato de potassio), um combustível(etileno) e um gelificante(pectina).
É estavel e seguro tendo uma durabilidade considerável.


Citar
Pergunta que lhe deixo: os alemães desenvolveram com relativo sucesso e chegaram mesmo a adoptar (burocráticamente) um bullpup de munição sem estojo (G11). O que é que lhe sucedeu?
Sucedeu que as duas alemanhas se juntaram e deixou de haver verba, a NATO preferiu as suas munições. além disso o meu principio é totalmente diferente.
http://www.youtube.com/watch?v=y7KLXEUe ... ed&search= (http://www.youtube.com/watch?v=y7KLXEUetpw&mode=related&search=)


Citar
Outra pergunta: nós temos chaços a precisar de substituição urgente. Parece-lhe sensato procurar um sistema "revolucionário"  sem provas dadas e sem testes?
nenhuma arma moderna tem provas dadas!


Citar
Pergunta final: como faria a obturação dos gases da câmara em relação ao depósito de gel?

Não há depósito de gel, este é injectado na câmara atrás do projéctil.
Após a ignição há recolha de gases na câmara (fui confirmar e afinal a câmara não pertence ao cano mas sim à caixa de culatra), uma válvula mantém fechado o acesso ao pistão de retrocesso até que a pressão baixe, logo após isto, os gases remanscentes fazem recuar o pequeno pistão que desbloqueia a culatra empurrando-a para trás.
Quando a culatra atinge a sua posição mais atrás um embolo fixo injecta uma quantidade de gel no embolo móvel da culatra.
A culatra avança alimentando a câmara com um projectil e com o gel, tranca e está pronta a disparar.
Para melhorar a obturação dos gases entre a câmara e a caixa de culatra existe um anel em polímero (a temperatura de combustão é relativamente baixa pelo que não afecta o material).
Título:
Enviado por: balburdio em Janeiro 22, 2007, 05:13:53 pm
Citação de: "Jorge Pereira"
Devo confessar que há uns tempos atrás era um acérrimo defensor da G-36 para as nossas Forças Armadas, no entanto, e depois de trocar informações com quem a experimentou juntamente com a SCAR, mudei completamente de ideias.

Segundo me disseram a G-36 tem basicamente os seguintes defeitos:

- Não está bem construída, não há uma boa união entre as suas partes e os materiais não são da melhor qualidade.

- A culatra parte com muita facilidade, seja ao cair a espingarda, seja quando o soldado se atira ao chão.

- O cano também é frágil e sobreaquece com alguma facilidade.


Sobre a SCAR não me reportaram nenhum defeito, nenhum!

Citação de: "[url
http://www.defesanet.com.br/docs/scar.pdf[/url]"]O SCAR é um sistema robusto, altamente confiável, controlável em fogo automático, sem modos
de disparo inseguros, altamente ergonômico, resistente à corrosão, capaz de disparar sem
lubrificação e capaz de ser operado e mantido em seus diversos escalões pelo próprio operador.
É um amalgama das melhores qualidades existentes nos vários Fuzis de Assalto em uso no
mundo, formando um pacote completo, que maximiza cada uma destas qualidades individuais.



Tendo em consideração isto, além das características já aqui mencionadas da SCAR, mais a possibilidade real da arma ser fabricada em Portugal (onde a FN tem uma fábrica em Viana) penso que os decisores deveriam ponderar seriamente a aquisição desta espingarda para as nossas Forças Armadas. Parece-me a opção mais lógica, vantajosa e inovadora.


claro, em vez de 31.000 comprávamos só 10.000
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 22, 2007, 05:48:47 pm
John Balburdio Browning,

http://world.guns.ru/assault/as59-e.htm (http://world.guns.ru/assault/as59-e.htm)

5.56x45mm NATO, bala 62 grains 921m/s = 1700J
7.62x39mm M43 = 1991J » 2000J

No caso da MK262 Mod 1 (novo standard 5.56x45) = 1800J

http://www.gunsandammomag.com/ammunitio ... ndex2.html (http://www.gunsandammomag.com/ammunition/mk262_080105/index2.html)

Citar
(fui confirmar e afinal a câmara não pertence ao cano mas sim à caixa de culatra),


Não se lembra do seu projecto revolucionário?
Vá lá: coloue aqui uns desenhitos, uns esquemas que ninguém vai patentear nada.

De resto não o vou contraditar. O balburdio ganhou, ganha e ganhará sempre. Estou impressonado!  :shock:
Título:
Enviado por: balburdio em Janeiro 22, 2007, 06:09:10 pm
Citar
A IMI desenvolve tecnologia e armas a pensar principalmente nas necessidades das IDF, e respondeu a essas necessidades, e dai surgiu a Tavor que para mim e com certeza para muito boa gente é o melhor Bullpup feito até agora.

exagero de parcialidade, é uma arma que pertence a uma tecnologia de segundo plano. nada tem de notório excepto a configuração bullpup.
Não se compara a uma AUG 3 ou uma FN 2000
Título:
Enviado por: balburdio em Janeiro 22, 2007, 06:37:17 pm
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Não se lembra do seu projecto revolucionário?
o projecto tem 5 anos, não me posso lembrar de tudo

Citar
Vá lá: coloque aqui uns desenhitos, uns esquemas que ninguém vai patentear nada.

A imagem sacaneada não ficou grande coisa mas o desenho é este:
http://www.apsnt.com/images/mea.jpg (http://www.apsnt.com/images/mea.jpg)

o desenho não inclui a mira telescópica.
A parte escura atrás é a tampa do estojo de ferramentas
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 22, 2007, 06:56:03 pm
balburdio, como não sou entendido, mas muito curioso não tem um desenho do mecanismo, ou um desenho em corte, do seu projecto?
É que com a imagem que colocou não percebi o funcionamento da mesma.
Se tiver coloque, se não ignore o meu post, é que não quero entrar em discussões técnicas quando não as sei :wink:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 22, 2007, 06:59:47 pm
Eu defendo acima de tudo que estas armas sejam fabricadas em Portugal, por Portugueses e para as tropas Portuguesas. Há uma fábrica de armas em Portugal da FN, em vez de se perder tempo com concursos faça-se uma encomenda directa à FN, exigindo a construção dessas armas cá. Basta isso, penso eu de que. No concurso que se fez e agora está em águas de bacalhau a SCAR não era a proposta da FN, no entanto não acho que haja grande problema já que essa espingarda-automática vai estar à venda no mercado civil Norte-Americano. As SCAR não é cara por si, mas por causa das miras que leva em cima, vejam fotos das unidades Americanas no Iraque e depois venham dizer-me que uma M-4 usada por eles que está apetrechada até aos dentes é mais barata que uma Scar sem nada...
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 22, 2007, 07:08:32 pm
Citação de: "ricardonunes"
balburdio, como não sou entendido, mas muito curioso não tem um desenho do mecanismo, ou um desenho em corte, do seu projecto?
É que com a imagem que colocou não percebi o funcionamento da mesma.
Se tiver coloque, se não ignore o meu post, é que não quero entrar em discussões técnicas quando não as sei :wink:


É esse o meu pedido também. Algo assim...
 (http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/sabesmuitasmodas.jpg)

Lógicamente que não precisa de ser TÃO elaborado, basta um esquemita só para ter uma ideia do mecanismo e do depósito dos projécteis, já agora...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 23, 2007, 04:19:03 pm
(http://img411.imageshack.us/img411/8392/319334895ns.jpg)
(http://img262.imageshack.us/img262/3545/319335098ip.jpg)


México... Camuflagem Digital, Tavor-21...enquanto que isso em Portugal...  :oops:
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 23, 2007, 05:36:14 pm
Colombianos. Mais algumas

(http://d.yimg.com/us.yimg.com/p/rids/20070122/i/r1812809307.jpg)

(http://d.yimg.com/us.yimg.com/p/rids/20070122/i/r2336843832.jpg)

Código: [Seleccione]
Colombian soldiers attend a ceremony in Cucuta January 22, 2007. Colombia has created a new special force with members of the national police, army and officials from the Attorney General's office to combat the new paramilitary groups that have arisen since the start of the peace process between the government and irregular forces. REUTERS/Stringer (COLOMBIA)  
Título:
Enviado por: JQT em Janeiro 24, 2007, 12:24:49 pm
Luso disse:
Citar
Já agora, sabe como está a INDEP e quem lhe produz as munições e onde?


A linha de produção de munições da Indep (que era a única actividade lucrativa da empresa) foi vendida à Santa Bárbara em 2005, que a transferiu para Espanha. Com a capacidade de produção muito aumentada (a Indep tinha uma capacidade grande; era a sua função na Guerra Fria), a SB passou a poder produzir 60 milhões de munições 5,56mm por ano. Isso deixou-a em boas condições para poder concorrer a fornecedor do Exército dos EUA. Em 2006 conseguiu o contrato. E de caminho ficou com a carteira de clientes da Indep e com a patente das munições portuguesas (entre as melhores do mundo).

Não sei por quanto a Indep foi vendida e também não vi nada na imprensa. Aliás só fiquei a saber disto pela imprensa espanhola. O Dr. Luis Amado poderá explicar.

JQT
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 24, 2007, 02:29:30 pm
JQT,

Desconheço essas movimentações. Sei que o ferramental foi vendido mas não sei a quem. Entretanto a marca estaria a subsistir como "brand" (FNM) que comercializar munições militares obsoletas para espingardas de repetição surplus, fabricadas - salvo erro - na Croácia.
A FNM conseguiu-se implantar nesse nicho de mercado ao oferecer o que mais ninguém queria fabricar e a qualidade dos seus componentes era reconhecida.
Longe vãos os tempos em que a munição nacional 7.92x57mm era reconhecida como a melhor do mercado e a preços imbatíveis (creio que o ferramental era Hirtenberger).

Assim vai a venda de Portugal ao estrangeiro.
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 25, 2007, 06:38:47 pm
Voltando à conversa sobre a substituição da G-3, tive recentemente uma conversa relativa a G-36 com um conhecido meu que já teve oportunidade de a disparar e observou pessoalmente alguns testes feitos a esta arma.
Relativamente a algumas criticas que li aqui e me lembrei de lhe perguntar, referi a fragilidade dos materiais e o aquecimento do cano, não sei se há mais criticas à G-36.
Em relação há primeira critica considerou a fragilidade relativa à situação, se lhe passar com um cilindro das obras é claro que se desfaz :? , pelo que percebi uma das particularidades da G-36 é poder fazer fogo durante longos periodos de tempo sem parar. Um teste que foi feito é o de disparar o um grande numero de tiros de rajada e depois dar tiros individuais e observar o comportamento da arma, por exemplo a G3, depois de 5 carregadores seguidos em rajada (100 munições) quando se tenta dar um unico tiro existe uma grande possibilidade de o mecanismo encravar e começar a disparar rajadas sozinha, penso que essa é uma das razões da mudança do cano na HK-21 ao fim de um certo numero de tiros, já que possui muitas partes idênticas à G3.
 Com a G36 nunca se conseguiu que tal acontecesse e chegou-se ao cumulo de disparar 7 carregadores de 100 munições seguidos estando já a ponta da arma incandescente e quando dispararam tiros singulares a arma correspondeu correctamente.

Também me falou que é uma arma relativamente barata, não sei valores mas o equipamento que os operações especiais poe nas armas como mira de visão noturna, apontador lazer, lanterna, e outras coisas do género são mais caras do que a G-36 propriamente dita.

A questão de usar a SCAR porque as forças regulares possam também em caso de necessidade equipar a arma com equipamentos extra é algo que não se poe, para já esse género de equipamentos não equipa nem há a pretensão que venha a equipar forças regulares, esqueçam a ideia de 1 batalhão de infantaria ser enviado para um local qualquer e ir todo com espingardas equipadas com miras, lanternas, etc... Isso é para forças especiais, talvez na melhor das hipoteses se veja uma companhia de Comandos, mas mais que isso é ilusão.

Também me parece que não há grande interesse em fabricar a arma cá qualquer que ela seja, depende tudo da questão de ser ou não economicamente viável, mas fabricar 2 ou 3 dezenas de armas é bem diferente de fabricar centenas de milhar como foi o caso da G3.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 25, 2007, 07:02:57 pm
Lightning, a unica modificação a fazer à SCAR para tropas regulares que não dispõem de lanternas laser e coisas parecidas (até delas virem a precisar) é cobrir os rails picattiny com uns perfis plásticos adequados. E está feito.
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 25, 2007, 07:57:58 pm
Citação de: "Luso"
Lightning, a unica modificação a fazer à SCAR para tropas regulares que não dispõem de lanternas laser e coisas parecidas (até delas virem a precisar) é cobrir os rails picattiny com uns perfis plásticos adequados. E está feito.


O Exército diz que eles não precisam.
Título:
Enviado por: Spectral em Janeiro 25, 2007, 08:05:20 pm
Enquanto que lá fora todas as armas para a infantaria novas vêm já com uma mira incorporada, o nosso Exército diz que "não são precisas".

Deve ser como as estação remotas para os Pandur  :roll:
Título:
Enviado por: Artic Fusion em Janeiro 25, 2007, 08:08:16 pm
Citação de: "Spectral"
Enquanto que lá fora todas as armas para a infantaria novas vêm já com uma mira incorporada, o nosso Exército diz que "não são precisas".


Bom, as G-36 já inclui mira optica, excepto a versão C. A versão K até inclui duas se não me engano...
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 25, 2007, 08:16:47 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "Luso"
Lightning, a unica modificação a fazer à SCAR para tropas regulares que não dispõem de lanternas laser e coisas parecidas (até delas virem a precisar) é cobrir os rails picattiny com uns perfis plásticos adequados. E está feito.

O Exército diz que eles não precisam.


Lightning, aqui entre nós, entende que uma porcaria de um perfil de alumínio é argumento suficiente para justificar o abandono de um sistema mais versátil e que facilita a manutenção (e que custará cerca de USD$850 a unidade) por outro que nem tanto?


E quem me sabe dizer o preço de uma G36?
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 25, 2007, 09:15:11 pm
A mim, parece-me que envolve um pouco mais.
a) Substituir os rails por uma mira fixa. O meu conhecimento de armas de fogo resume-se a fisica elementar, mas parece-me que os rails não são tão simples quanto parecem: para fazerem a sua função, devem estar cuidadosamente alinhados com o ano e também me parece que isso é mais fácil de conseguir com as miras fixas.
b) Subsituir as coronhas dobráveis e extensiveis por coronhas fixas.
c) Adicionar um suporte para baioneta?

Já agora, neste momento as SCAR-L e as SCAR-H "só partilham 60% dos componentes". Não sei que custos e trabalho estão envolvidos em mudar de calibre.
A ideia de termos flexibilidade futura a respeito dos calibres parece-me muito interessante, mas que cenários são realistas?
Título:
Enviado por: dremanu em Janeiro 25, 2007, 09:16:03 pm
Citação de: "Luso"
E quem me sabe dizer o preço de uma G36?


One of the most promising aspects of the G36 system is the cost.  The G36 series costs roughly $950 for the basic rifle to U.S. LE agencies.  This is significantly less than the roller locked rifles which start at about $1200.  Dual optical sighted models are about $400 more.
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 25, 2007, 09:33:47 pm
A questão não é o custo do perfil de aluminio, é sim o custo do equipamento propriamente dito, é claro que não se vão comprar 40.000 miras telescopicas, apontadores lazer, lanternas de incorporar, silenciadores, etc, etc ,etc...

... esses equipamentos serão comprados em numero de talvez algumas centenas no máximo, como não haverá equipamentos extra para forças regulares, não vale a pena equipa-los com armas que os possam levar.

Até acredito que possam ser compradas algumas SCAR para forças  especiais, mas adopta-la como arma principal das forças armadas acho pouco provavel.
E se for verdade o que li aqui, que a escolherem a SCAR em vez de virem 30.000 vinham 10.000 devido a ser cara, é que é mesmo impossivel virem para todos.

Além disso parace-me que há uma forte tendencia das forças armadas para favorecer a G-36, a FAP e a Marinha já possuem pessoal experiente com essa arma, já se sabe que o anterior concurso foi parado devido a favorecimentos para a G-36, por isso é porque há quem a queira a todo o custo, já possui mira integrada como já aqui foi dito nas versões longas o que já é um "bonus" para as forças regulares e a G36C também tem capacidade de ser "artilhada" com os "brinquedos" das operações especiais, ou alguém me sabe dizer se há algum equipamento que pode ser posto na SCAR (ou noutra arma) que seja importante e não pode ser montado na G-36C, isto é, quero saber se pode fazer e ser equipada com o que as outras armas dedicadas a operações especiais (SCAR, M4) podem.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 25, 2007, 09:59:43 pm
Lightning, não me interprete como sendo teimoso, peço-lhe. Não é isso.

Não considero que a montagem de acessórios seja um factor assim tão significativo. É um factor a ter em conta mas o que interessa é que dispare bem e quando deve.

Dremanu, fala-nos em USD$1200 por uma versão básica da G36. Pois bem, vejam o preço que está no .pdf colocado anteriormente sobre a SCAR...

Já agora...
(não é uma peça... bonita, mas mecânicamente muito interessante)

SCAR-H
(http://www.militech.sownet.pl/inne/_SCAR-H_01.jpg)

SCAR-L
(http://www.militech.sownet.pl/inne/_SCAR-L_02.jpg)

Mas nesta altura estou por tudo: até AK modernizadas podem vir.
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 25, 2007, 10:02:58 pm
Citação de: "Luso"
Dremanu, fala-nos em USD$1200 por uma versão básica da G36. Pois bem, vejam o preço que está no .pdf colocado anteriormente sobre a SCAR...


Err.. 950 USD pela versão básica da G36. 1200 USD era o preço de espingardas de assalto "roller locked" ou seja, G3, G33, etc.
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 25, 2007, 10:11:32 pm
Eu não o levo a mal caro Luso, todos temos direito a ter opinião.
Acho que estamos a por um bocado "a carroça à frente dos bois" acho que em principio deviamos discutir as armas que estão no dito concurso, não sei se é possivel o concurso retomar de onde está ou se é necessário começar do inicio, caso retome o antigo concurso não sei até que ponto se possam adicionar armas novas ou as empresas trocar por outras, mas provavelmente a querermos mesmo basta apresentar uma FN 2000 PT :lol: , ao estilo dos submarinos :wink: .
Se o concurso começar do inicio então não há problema em a FN apresentar a SCAR, resta saber é se há interesse por parte dela em vender-nos a SCAR em vez da FN 2000. Porque de certeza que as caracteristicas da arma incluem uma estimativa de preço por unidade ou por um pacote de X armas...
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 25, 2007, 10:26:29 pm
Seja. Até agora a G36 é um nadita mais cara. Não será pelo preço, a menos que ele se revele em questões de escala!

Custo SCAR (alegado) = USD$850 = USD$26.350.000 = €20,376,395.82
Custo G36 = USD$950 = USD$29450000000 = €22,774,563,393.62

Cerca de €2.500.000 dá para comprar, a €1.76 a munição XM855, cerca de 1.420.450 munições, o equivalente a 47348 depósitos de 30 munições, ou seja, equipar 5260 militares com 9 depósitos de 30 tiros.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 25, 2007, 10:28:47 pm
É especulação, Lightning, é certo. Mas pelos vistos temos muito tempo para o fazer enquanto a carroça não desencalha, já que os boys não têm força para a puxar.
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 25, 2007, 10:29:15 pm
Afinal enganaram-me quando disseram que a SCAR era muito cara :shock: ...

Mas porque esse "alegado"?
Ainda não existe preço concreto...
Título:
Enviado por: dremanu em Janeiro 25, 2007, 10:32:52 pm
Acabei de ler o seguinte aqui: http://forums.military.com/eve/forums/a ... 0075780001 (http://forums.military.com/eve/forums/a/tpc/f/663108624/m/2870075780001)

According to a Mexican Newspaper, the "Secretaria de la Defensa Nacional" (National Defense Secretariat, equivalent to DoD here), ask for bidings for a new combar rifle and H&K asked for 63 millions of Euros for developing a new rifle for the Mexican Military. At the end H&K agreed to transfer the G36 technology and machinery to Mexico for 16 Millions (Euros)and the Mexican Military modifed the G36 into the FX-05.


A FX-05 Mexicana:

(http://img171.imageshack.us/img171/3716/desfile12gm7.jpg)
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 25, 2007, 10:38:34 pm
Não vejo porque não o possamos fazer também.
Mas os boys, está a ver...
Título:
Enviado por: Get_It em Janeiro 25, 2007, 10:43:00 pm
Citação de: "dremanu"
Acabei de ler o seguinte aqui: http://forums.military.com/eve/forums/a ... 0075780001 (http://forums.military.com/eve/forums/a/tpc/f/663108624/m/2870075780001)

According to a Mexican Newspaper, the "Secretaria de la Defensa Nacional" (National Defense Secretariat, equivalent to DoD here), ask for bidings for a new combar rifle and H&K asked for 63 millions of Euros for developing a new rifle for the Mexican Military. At the end H&K agreed to transfer the G36 technology and machinery to Mexico for 16 Millions (Euros)and the Mexican Military modifed the G36 into the FX-05.
Já agora, um pouco de trivia, segundo certas pessoas no MilitaryPhotos.net, quem trabalhou na FX-05 esteve cá em Portugal a estudar antes de começar realmente o projecto.
Citação de: "Luso"
Não vejo porque não o possamos fazer também.
Mas os boys, está a ver...

Falta, mais uma vez, vontade política.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 25, 2007, 10:52:18 pm
Citar
Já agora, um pouco de trivia, segundo certas pessoas no MilitaryPhotos.net, quem trabalhou na FX-05 esteve cá em Portugal a estudar antes de começar realmente o projecto.


Fiz o que pude por eles. :mrgreen:  :wink:
Título:
Enviado por: dremanu em Janeiro 25, 2007, 10:53:23 pm
Já desisti de tentar entender o que motiva os "boys" a fazer seja o que for.
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 25, 2007, 11:32:01 pm
Citação de: "Luso"
Citar
Já agora, um pouco de trivia, segundo certas pessoas no MilitaryPhotos.net, quem trabalhou na FX-05 esteve cá em Portugal a estudar antes de começar realmente o projecto.

Fiz o que pude por eles. :mrgreen:  c34x

Citar
"El arma es completamente mexicana, el diseño es diferente, pudiera parecerse en el el exterior (durante mas de 20 años en México se ha fabricado armamento HK, la influencia no puede pasar desapercibida, los ingenieros militares entre otros aspectos, se capacitaron en Portugal para el diseño y desarrollo de sus moldes, enviaron un Doctor con experiencia en moldes y utillaje) pero es diferente en sus mecanismos, y posee diseño ergonómico para el militar mexicano que en promedio somos de baja estatura, la materia prima es nacional y no existe ninguna licencia ni vínculo con los alemanes de la Heckler, la tecnología alemana que se adquirió (máquinas CNC y al pàrecer inyectoras de plásticos) tampocó tienen algo que ver con la HK, el comentario de las "generaciones" y tipo de culata son infundados, son de gente que solo especula, pero sin elementos de juicio válidos.

el nombre del fusil FX05, procede de Fusil Xiuhcoatl diseñado en el 2005, ahora que se obtuvo un resultado con cierto éxito, ya tiene muchos "padres", sin embargo, una parte medular del mérito es de la actual administración de la Industria Militar en México (Generales Oropeza Garnica e Iztiga Landeros), que concibió, diseño y desarrolló el arma, para ello, fortalecieron un organismo interno que se denomina CIADTIM (CENTRO DE INVESTIGION Y APLICACION DE DESARROLLO TECNOLOGICO DE LA INDUSTRIA MILITAR) en donde aglutinaron a un buen número de ingenieros con experiencia y diversos estudios de postgrado, la mayoría son al menos masters y bajo la conducción de un Doctor (estudio en Francia) de apellido Herrera.

La otra parte toral que permitió el trabajo, fue el amplio apoyo de la SDN y su titular que facilitó en todo lo posible el desarrollo."


A FX-05 Xihuacóatl (serpente de fogo)

(http://img251.imageshack.us/img251/540/img0194kr97pa.jpg)

(http://img147.imageshack.us/img147/5872/desfile11tv50vc.jpg)

(http://img114.imageshack.us/img114/1941/fx05kp0.jpg)

(http://img153.imageshack.us/img153/6994/dsc02726xyk19uz.jpg)

(http://img147.imageshack.us/img147/9820/dsc02736xfo04we.jpg)

(http://img153.imageshack.us/img153/5386/desfile12gm77ds.jpg)

(http://img171.imageshack.us/img171/606/1sp2.jpg)

(http://img172.imageshack.us/img172/9491/2ky0.jpg)
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 25, 2007, 11:37:13 pm
Citação de: "Luso"
Não vejo porque não o possamos fazer também.
Mas os boys, está a ver...

O facto de o México ter pago 16M EUR à HK só pela tecnologia e equipamento de fabrico, ficando a faltar o desenvolvimento da FX-05 e fabrico das armas propriamente ditas, é capaz de ter qualquer coisa a ver com o assunto. :wink:
Título:
Enviado por: balburdio em Janeiro 25, 2007, 11:42:51 pm
Citação de: "Lightning"
Afinal enganaram-me quando disseram que a SCAR era muito cara :shock: ...

Mas porque esse "alegado"?
Ainda não existe preço concreto...


todo este sururu sobre a SCAR não passa de alegações aliás.

1º a SCAR não nos serve, nem sequer tem qualquer vantagem sobre as actuais concorrentes além da posibilidade de mudar de calibre, o que logo à partida não faz parte dos requisitos. não tem provas dadas, é mais pesada e tem inumeras limitações

2º estes preços são todos alegações, mesmo uma M4 custa 800 dólares pelo que duvido muito que tenham alguma relevancia.

3º a SCAR é mais um exercício de estilo do que outra coisa, foi apenas adoptada por uma única instituição, o SOCOM que não é referencia em selecção de armamento. A SCAR segue a linha de outros exercicios de estilo como a Magpul Massada http://www.magpul.com/Masada_inside.pdf (http://www.magpul.com/Masada_inside.pdf)
e outras.

4º se a ideia é adoptar uma arma improvada então mais vale criarmos uma e construi-la nós.

5º  duvido que a FN herstal permita a produção local desta arma, até por se tratar de um programa "americano"
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 25, 2007, 11:53:32 pm
Regresso ao passado :lol: .

Steyer AUG
(http://www.counter-strike.de/content/general/strategie/images/AUG.jpg)

FN 2000
(http://www.webarms.com/Gun%20Suppliers/FN/FNFS2000_1.jpg)

Diemaco C7
(http://www.42blj.com/content.wapens/images/diemaco%20C7.jpg)

HK G36
(http://img221.imageshack.us/img221/3350/g36ejg3.gif)

Beretta AR 70/90
(http://www.ccpartuscania.net/images/AR70-90.jpg)

IMI Tavor Tar-21
(http://www.enemyforces.com/firearms/tavor.jpg)

Singapore Technologies SAR-21
(http://defence-data.com/dsei99/sar21.jpg)

Sig SG-550
(http://image.space.rakuten.co.jp/lg01/78/0000264278/04/img8b561db7hp1o4c.jpeg)
Título:
Enviado por: dremanu em Janeiro 25, 2007, 11:59:15 pm
Citar
los ingenieros militares entre otros aspectos, se capacitaron en Portugal para el diseño y desarrollo de sus moldes, enviaron un Doctor con experiencia en moldes y utillaje)


Portugal é mesmo um país de loucos!!!! Estes gajos vieram se capacitar ao nosso país, voltaram para o país dele, desenvolveram a arma, saíu mais barato,  e nós ainda não passamos de discutir que tipo de arma se deve comprar.

Isto tem algum sentido??????
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 26, 2007, 12:06:23 am
Citação de: "dremanu"
Isto tem algum sentido??????


Só não compreende quem não quer :?
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 26, 2007, 12:19:25 am
Não assumamos que as decisões dos outros são sempre melhores que as nossas.

O mais provável é serem diferentes.
a) o governo mexicano pretende adquirir FX-05 suficientes para compensar o investimento incial.
b) o governo mexicano tem pretensões a vender a FX-05 aos vizinhos sul americanos e/ou a dar um impulso à industria nacional

EDIT:
Pelo que percebi, a FX-05 vai ser fabricada "pelo exército mexicano".
Os contornos da questão têm o ar de uma adjudicação directa ao exército mexicano.
Para o melhor e para o pior, isso provavelmente não seria possivel cá.
O mais parecido seria o ministério da defesa constituir uma empresa pública de fabrico de armas e apresentar um concurso para o desenvolvimento de uma nova arma ligeira, que provavelmente nunca conseguiria vencer frente às concorrentes estrageiras.
Título: IMI Tavor Tar-21
Enviado por: Get_It em Janeiro 26, 2007, 02:24:22 am
Citação de: "Lightning"
IMI Tavor Tar-21
(http://www.enemyforces.com/firearms/tavor.jpg)

Já agora uma foto mais recente:
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e1/Tavor-latrun-exhibition-1.jpg/600px-Tavor-latrun-exhibition-1.jpg) (http://http)

Ah, e não me posso esquecer das fotos no Military Zone (http://http).

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: hellraiser em Janeiro 26, 2007, 03:50:09 am
O essencial num projecto destes que seja made in Portugal. Pouco interessa que seja a scar ou a g-36 ou mesmo a modernização da G-3. Interessa que crie postos de trabalho em Portugal. Que haja uma passagem de tecnologia e conhecimentos para Portugal. E independentemente do design escolhido esse devera ser modificado e melhorado em Portugal.

Três possibilidades são:

1- Projecto baseado na G-3 com a renovação/modificação de componentes. Substituindo metais por novas resinas plásticas, de forma a aligeirar e tornar a G-3 mais pratica. E mantendo o calibre 7.62. Possível alteração do design.

2- Projecto baseado na G-36 a semelhança do projecto mexicano, como modificações Portuguesas a ser levado a cabo no em Portugal.

3- Projecto baseado na SCAR com uma ou outra alteração made in Portugal. E como todos os outros totalmente fabricado em Portugal.

Agora falando em vantagens/desvantagens:

G-3 (RENOVADA)

Vantagens:
Know how, experiência e mão de obra já existentes. Não implica uma mudança radical nas FA's nem um investimento tão grande visto que muitas armas podem ser reaproveitadas.

Desvantagens:
Alguém lembrou-se de vender as linhas de montagem do INDEP. Calibre 7.62 quando o standard da nato é o 5.56 (no entanto o 7.62 volta a estar cada vez mais na moda). Acrescida despesa económica em novas miras e sistemas extra.

G-36PT (v Portuguesa)

Vantagens:
Provavelmente a mais fácil de implementar. Relações pré-existentes com a HK, permitem negociar a transferência de know how. Não necessita de uma morosa e trabalhosa recolha gradual de armas. Cria novos postos de trabalho, e favorece o desenvolvimento Português. Utiliza uma excelente arma como base. E no geral a que se apresenta como melhor pacote visto o preço unitário já incluir miras e sistemas que a acrescentar a outras subiria bastante o preço das concorrentes (SCAR).

Desvantagens:
Investimento superior à renovação das G3. Implica uma mudança para o calibre 5.56 que começa a mostrar-se desadequado às guerras do futuro. A grande quantidade de plásticos faz com que seja mais frágil que uma SCAR ou mesmo uma G3 renovada.

SCAR PT (versão Portuguesa)
Vantagens: Um investimento novo com uma empresa que já possui fabrica em Portugal, logo com uma transição de know how e tecnologias muito mais facilitado. Um projecto híbrido e bastante modular que permite tanto tirar vantagens do abundante calibre 5.56 como o fiável 7.62. Algumas modificações a serem efectuadas em Portugal dariam um novo "look" e possivelmente aperfeiçoamentos à arma. Não necessita de uma morosa e trabalhosa recolha gradual de armas. Cria novos postos de trabalho, e favorece o desenvolvimento Português. Utiliza uma excelente arma como base cujo sistema modular permitira facilmente uma implementação de versões civis com muito pouco trabalho. Logo um investimento que poderá facilmente trazer retorno. Em aspectos técnicos a melhor arma das referidas.

Desvantagens: Provavelmente o maior investimento monetário. Implica negociações com uma empresa com o qual não possui-mos propriamente uma "tradição".

O estado novo conseguiu, nos anos 60, implementar um projecto semelhante a este, que para a economia da altura era estrondosamente mais exigente que este. Não percebo porque o estado continua a politica de pedir aos estrangeiros, quando todos os dias provamos que também podemos podemos fazer tão bom ou melhor.

Isto é só uma breve analise do momento por um leigo. Agora os experts que opinem!  :wink:
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 26, 2007, 11:08:46 am
Estudem o sucesso da Mauser nos finais do século XIX e inícios do século XX. Vejam a imensa variedade de tipos de armas e munições que disparavam e a facilidade com que eram alteradas. Tudo graças não só à qualidade e design da arma propriamente dita como também à modularidade da mesma e ao design das respectivas munições. E agora com a tecnologia dos plásticos, aliada à modularidade do conceito SCAR (que modificaria com um kit adaptador de depósitos) teriamos um novo produto com sucesso "Mauser".
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 26, 2007, 12:32:43 pm
Citação de: "hellraiser"
O essencial num projecto destes que seja made in Portugal. Pouco interessa que seja a scar ou a g-36 ou mesmo a modernização da G-3. Interessa que crie postos de trabalho em Portugal. Que haja uma passagem de tecnologia e conhecimentos para Portugal. E independentemente do design escolhido esse devera ser modificado e melhorado em Portugal.

Três possibilidades são:

1- Projecto baseado na G-3 com a renovação/modificação de componentes. Substituindo metais por novas resinas plásticas, de forma a aligeirar e tornar a G-3 mais pratica. E mantendo o calibre 7.62. Possível alteração do design.

2- Projecto baseado na G-36 a semelhança do projecto mexicano, como modificações Portuguesas a ser levado a cabo no em Portugal.

3- Projecto baseado na SCAR com uma ou outra alteração made in Portugal. E como todos os outros totalmente fabricado em Portugal.

Agora falando em vantagens/desvantagens:

G-3 (RENOVADA)

Vantagens:
Know how, experiência e mão de obra já existentes. Não implica uma mudança radical nas FA's nem um investimento tão grande visto que muitas armas podem ser reaproveitadas.

Desvantagens:
Alguém lembrou-se de vender as linhas de montagem do INDEP. Calibre 7.62 quando o standard da nato é o 5.56 (no entanto o 7.62 volta a estar cada vez mais na moda). Acrescida despesa económica em novas miras e sistemas extra.

Exacto, já foi vendida, ou seja, terias de comprar tudo de novo. Para isso mais vale adquirir uma espingarda-automática mais recente.

G-36PT (v Portuguesa)

Vantagens:
Provavelmente a mais fácil de implementar. Relações pré-existentes com a HK, permitem negociar a transferência de know how. Não necessita de uma morosa e trabalhosa recolha gradual de armas. Cria novos postos de trabalho, e favorece o desenvolvimento Português. Utiliza uma excelente arma como base. E no geral a que se apresenta como melhor pacote visto o preço unitário já incluir miras e sistemas que a acrescentar a outras subiria bastante o preço das concorrentes (SCAR).

Desvantagens:
Investimento superior à renovação das G3. Implica uma mudança para o calibre 5.56 que começa a mostrar-se desadequado às guerras do futuro. A grande quantidade de plásticos faz com que seja mais frágil que uma SCAR ou mesmo uma G3 renovada.

Segundo pessoas que já as testaram essa fragilidade é aparente, na verdade é uma excelente criação da HK. Fabricá-la em Portugal é muito difícil porque já é fabricada em Espanha. É provável que os Espanhóis tenham os direitos de fabrico para a Peninsula Ibérica (tal como nós temos para os Pandur para os PALOPs e América do Sul.

SCAR PT (versão Portuguesa)
Vantagens: Um investimento novo com uma empresa que já possui fabrica em Portugal, logo com uma transição de know how e tecnologias muito mais facilitado. Um projecto híbrido e bastante modular que permite tanto tirar vantagens do abundante calibre 5.56 como o fiável 7.62. Algumas modificações a serem efectuadas em Portugal dariam um novo "look" e possivelmente aperfeiçoamentos à arma. Não necessita de uma morosa e trabalhosa recolha gradual de armas. Cria novos postos de trabalho, e favorece o desenvolvimento Português. Utiliza uma excelente arma como base cujo sistema modular permitira facilmente uma implementação de versões civis com muito pouco trabalho. Logo um investimento que poderá facilmente trazer retorno. Em aspectos técnicos a melhor arma das referidas.

Desvantagens: Provavelmente o maior investimento monetário. Implica negociações com uma empresa com o qual não possui-mos propriamente uma "tradição".

O estado novo conseguiu, nos anos 60, implementar um projecto semelhante a este, que para a economia da altura era estrondosamente mais exigente que este. Não percebo porque o estado continua a politica de pedir aos estrangeiros, quando todos os dias provamos que também podemos podemos fazer tão bom ou melhor.

Isto é só uma breve analise do momento por um leigo. Agora os experts que opinem!  :wink:


A FN tem uma fábrica cá em Portugal, por isso os problemas que tu apontas-te não existem. As infraestruturas já cá existem, é só alargar um pouco a fábrica e trazer para Portugal mais maquinaria.

Os Israelitas tb disseram que não têm problema, em criar em Portugal uma fábrica, por isso tb é uma hipótese a pensar.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 26, 2007, 02:17:24 pm
Um texto muito interessante de um colega de um outro fórum:

Citar
...Mas voltando ao caso do FAL: dizer que a arma fica parada, fechada, apoiada em um suporte sob a chuva, sol, vento, etc. por vários dias e depois ao ser acionada dispara sem problemas é o mínimo que pode se esperar de qualquer arma que se proponha ser uma arma de emprego militar. Agora dizer que outras armas de uso consagrado não o fazem, isso não dá para engolir. Dá até para imaginar as condições do teste: um Para-Fal novo e com a manutenção impecável, dado o domínio que a tropa brasileira tem sobre esta arma, com cada micro dobra das voltas de cada parafuso rigorosamente limpa e a munição nova, por ser a munição padrão do EB, de dotação de uma Unidade que é Centro de Excelência. No outro lado do ringue, um M-16 A2, uma arma que os combatentes do Exército vêem mais na televisão do que ao vivo, com mecanismo de funcionamento não totalmente compreendido, haja vista ter ferrolho de trancamento rotativo e sistema de tomada de gases sem pistão, ao invés do ferrolho basculante e pistão do FAL, e “com a manutenção recomendada pelo fabricante”, ou seja, abriu-se o manual deu-se uma olhadela e pronto. Será que o venturi de transporte dos gases foi corretamente desmontado e limpo no seu interior, pois ele demanda uma escova calibre .17 que não vem com a arma e que não existe no EB, que utiliza escova calibre .30 para a limpeza das armas. Será que o alojamento do percussor foi limpo e a mola de retenção em “v” foi colocada na posição correta? Será que os três anéis de vedação da cabeça do ferrolho foram mantidos desalinhados? Pergunto isso por que, segundo relatos, a arma nem disparou. Não disparou por quê? Será que a face da cabeça do ferrolho foi lubrificada e o óleo contaminou a espoleta da munição de um dia para o outro? Ou será que o carregador foi lubrificado, contaminando a munição? Que munição estava sendo utilizada? Era nova? Por que esta não é a munição de dotação do EB, e pode ter sido utilizada uma munição emprestada ou cedida por outra Força ou por uma Polícia, que não vai dar munição nova para “torrar” em testes. Veja bem, não digo isso por ser um fã do fuzil M-16. Não sou, pois prefiro muito mais um fuzil AK-101 (AK-74M em calibre 5,56x45 OTAN) ou um fuzil Sig Sauer 551, como o utilizado pelo PARASAR da FAB, mas profissionalmente utilizo um fuzil M-4, que nada mais é do que um M-16 A2 encurtado. Portanto não faço os comentários que fiz por suposição: já participei de diversas operações na região amazônica, nas quais sempre procurei fazer contato com o pessoal do EB, que sempre me apoiou da melhor forma possível (Aliás, aproveito para agradecer publicamente o 1º Ten WELLINGTON JUNIO MATHEUS PIRES, Comandante do 4º Pelotão Especial de Fronteira, em Surucucu/RR, que abrigou toda minha equipe nas instalações daquela Unidade de Fronteira, fornecendo-nos alimentação e abrigo, e até atendimento médico, quando fui acometido por uma daquelas esquisitas enfermidades de selva). Nestes diversos contatos sempre faço um “intercâmbio”, demonstrando e dando instrução sobre o fuzil M-4, que toda a tropa e boa parte dos Oficiais nunca sequer viu de perto, portanto acredito que a manutenção dada à arma durante as avaliações não foi comparável àquela do FAL e, ademais, uma arma que sequer dispara depois de um dia de sol e chuva, como foi relatado, está com algum defeito ou problema, caso contrário, metade do Exército Norte-Americano e a totalidade do Exército Israelense já teriam sido mortos em combate.


E, voltando ao ringue, temos ainda um HK-33, provavelmente um fuzil emprestado pela FAB, pois é sua arma de dotação, que já contabiliza mais de 25 anos de uso, com um mecanismo de trancamento por roletes e sem pistão, ou seja, um funcionamento totalmente “alienígena” para quem está acostumado com o FAL e, provavelmente, desacompanhado de seu manual: este não precisa nem de comentários.


Deixando a brincadeira de lado, temos que observar seriamente o seguinte: os israelenses utilizavam o FAL na Guerra dos Seis Dias e a arma deixou muito a desejar naqueles ferozes combates, pois seu cano aquecia demais com uso contínuo, mesmo que em fogo semi-automático, causando a detonação espontânea dos cartuchos, e o mecanismo não suportava o acúmulo de resíduos de pólvora e o ingresso ocasional de areia, que levavam à pane de trancamento incompleto do ferrolho. Como o FAL não tinha um botão auxiliar para o trancamento manual do ferrolho, como o M-16 o tem, sendo este o botão arredondado atrás da janela de ejeção, e nem tão pouco a alavanca de manejo do FAL é afixada ao transportador do ferrolho, como no caso do AK-47, quando esta pane ocorria, só havia duas soluções possíveis: ou o combatente desmontava o fuzil em meio ao combate e limpava os ressaltos de trancamento do ferrolho basculante, ou ele sentava e começava a chorar. Os Sul-Africanos, que também usavam o FAL, passaram pelos mesmos problemas quando o usaram em combate real. O resultado é que os Israelenses, admirados com a confiabilidade da arma de seus adversários, o AK-47, copiaram seu design e seu mecanismo, adaptando-o a um calibre ocidental, dando origem ao famoso fuzil de assalto Galil. Os Sul-Africanos procuraram se esforçar menos e apenas copiaram o Galil dos israelenses, produzindo-o sob a designação de R4. Disto tiramos uma lição, que merece ser analisada, e que é tecnicamente comprovada: o mecanismo de funcionamento por ferrolho basculante empregado no FAL é muito menos confiável que o mecanismo de ferrolho rotativo, empregado na totalidade dos fuzis de assalto de projeto recente. Isto, somado ao fato de o FAL não possuir meios de trancar o ferrolho manualmente em caso de pane, pois não possui o botão de trancamento auxiliar e nem a alavanca de manejo afixada ao transportador do ferrolho, torna-o uma arma muito menos confiável do que outros fuzis de assalto de projeto mais recente. É a realidade, é mecânico e é comprovado em combate. Tanto é assim que o fuzil IMBEL MD-97, da fabricante do nosso FAL, deixou de utilizar o mecanismo de ferrolho basculante, adotando para a nova arma o trancamento por ferrolho rotativo, bem como a dotando de um botão auxiliar para trancamento manual do ferrolho em caso de pane. É a comprovação da realidade dos fatos, mais uma vez.

http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/sof/sofber2.html (http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/sof/sofber2.html)
Título:
Enviado por: hellraiser em Janeiro 26, 2007, 03:37:35 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"

Alguém lembrou-se de vender as linhas de montagem do INDEP.

Exacto, já foi vendida, ou seja, terias de comprar tudo de novo. Para isso mais vale adquirir uma espingarda-automática mais recente.

Pois mas e as 30 mil G-3 que ainda temos umas em melhor estado que outras e sem falar que a G3 é uma excelente arma. os comandos que as preferiam para levar pro Afeganistão que o digam. E tiveram a possibilidade de levar a g36. A grande vantagem que a G-3 tem face as outras é o calibre e o facto de já termos 30 mil, logo acabando por se rum investimento mais barato.

Citação de: "Cabeça de Martelo"
A grande quantidade de plásticos faz com que seja mais frágil que uma SCAR ou mesmo uma G3 renovada.

Segundo pessoas que já as testaram essa fragilidade é aparente, na verdade é uma excelente criação da HK. Fabricá-la em Portugal é muito difícil porque já é fabricada em Espanha. É provável que os Espanhóis tenham os direitos de fabrico para a Peninsula Ibérica (tal como nós temos para os Pandur para os PALOPs e América do Sul.

Isso é suposições. Se pagarmos de certeza que eles permitem um fabrica em Portugal. Eles preferem uns milhões por uma licença de fabrico que nada e depois irmos fazer o mesmo com a arma da FN. Alias já tivemos uma licença para a G-3 logo temos também uma tradição de utilização de material HK. Se ha coisa que as empresas percebem é a linguagem do $$. É claro que se for pra produção de umas centenas de g36 nem eles abriam mão da licença de produção, muito menos nos estaríamos dispostos a gastar tanto dinheiro. Mas trata-se de 30 mil armas. Não é como ir ao armeiro local. Além disso as G36 da gnr, do DAE e do RESCOM foram fabricadas em Oberndorf na Alemanha, portanto isso de os espanhóis terem a licença para a península ibérica acaba de ir por agua abaixo.

Citação de: "Cabeça de Martelo"
A FN tem uma fábrica cá em Portugal, por isso os problemas que tu apontas-te não existem. As infraestruturas já cá existem, é só alargar um pouco a fábrica e trazer para Portugal mais maquinaria.

Os Israelitas tb disseram que não têm problema, em criar em Portugal uma fábrica, por isso tb é uma hipótese a pensar.


A FN tem uma fabrica de armas de caça. não propriamente de material de guerra. A nivel de tradição, alem dumas dúzias de FAL e as P90 no GOE, praticamente nunca usamos nada feito pela FN, logo não temos uma tradição com eles como temos com a HK. O grande problema dos israelitas é o design com o carregador atrás do gatilho. Que tem os problemas associados, e acima de tudo o calibre (5.56) e preço da arma.

Numa comparação directa, entre calibre 5.56 a G36 vence a TAR-21/SAR-21 por pelo preço unitário incluir acessórios que subiriam drasticamente eo preço das TAVOR. Já na minha opinião as possibilidades com calibre 7.62 são muito mais vantajosas. Que modernização da G# que acarreta um muito menor investimento. Que pela versatilidade da SCAR.
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 26, 2007, 04:13:32 pm
Citação de: "hellraiser"
os comandos que as preferiam para levar pro Afeganistão que o digam. E tiveram a possibilidade de levar a g36.


Os Comandos preferiram a G3 à G36??? :?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 26, 2007, 04:18:10 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "hellraiser"
os comandos que as preferiam para levar pro Afeganistão que o digam. E tiveram a possibilidade de levar a g36.

Os Comandos preferiram a G3 à G36??? :?


Exacto, o Hellraiser deve ter-se engando!  :wink:
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 26, 2007, 04:37:06 pm
Caro Hellraiser, de facto, a G3 é tida como uma excelente arma.  
Mas, questões de calibre à parte, há várias melhorias possiveis: modularidade, ergonomia, custo, etc.
Dai a opção de muitos paises pela G36 e não pela G33 (essencialmente uma G3 em calibre 5.56mm).
A opção das tropas no Afeganistão pela G3 provavelmente teve mais a ver com o as caracteristicas do calibre 7.62mm do que com as restantes qualidades da arma.
A questão do calibre é um problema. Têm-se observado deficiências ao calibre 5.56mm. Mas a lenta adopção do calibre 5.56mm por parte da NATO também resulta da observação deficiências do calibre 7.62mm.
O "melhor" seria mesmo ter flexibilidade para o futuro e para as missões.

Quanto à possibilidade de fabricar cá a arma, a IMI foi a única que de facto manifestou essa disponibilidade.
Quanto às restantes concorrentes, lembremo-nos que esse aspecto não era um item pontuável no concurso. A disponibilidade de qualquer dos outros concorrentes para isso pode ir de boa a nenhuma.
Contudo, permitamo-nos especular sobre a HK G36. A HK já tem uma fábrica na Alemanha e uma fábrica em Espanha.
Como com qualquer outra fábrica, cada uma dessas fábricas implica investimentos e responsabilidades para com os governos e trabalhadores das mesmas.
Não podem simplesmente ser desaparecer. Uma vez aberta uma fábrica, tenta-se conseguir rentabilizá-la ao máximo a não ser que hajam factores que  justifiquem a deslocalização.
É perfeitamente possivel que o valor pelo qual a HK estaria a abrir uma fábrica em Portugal tornasse muito mais atractivo comprar as G36 fabricadas em Espanha e/ou Alemanha.
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 26, 2007, 04:44:00 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "hellraiser"
os comandos que as preferiam para levar pro Afeganistão que o digam. E tiveram a possibilidade de levar a g36.

Os Comandos preferiram a G3 à G36??? :?


Creio que já vi aqui escrito neste fórum que lhes foram disponibilizadas as G36 que a GNR usou no Iraque.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 26, 2007, 04:59:26 pm
Citação de: "lurker"
Mas a lenta adopção do calibre 5.56mm por parte da NATO também resulta da observação deficiências do calibre 7.62mm.


 :conf:

Que deficiências são essas?
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Janeiro 26, 2007, 05:07:28 pm
Bom, ontem decidi contactar directamente a FN HERSTAL  e perguntar sobre a possibilidade da venda da SCAR fora da órbita das forças armadas norte-americanas.

A resposta foi esta:

Citar
The FN SCAR is a product that is developed on special request of the US armed forces users and is not available on other markets.


Será? c34x
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 26, 2007, 05:14:57 pm
Caro ricardonunes,
as munições 7.62mm são maiores e mais pesadas, pelo que os carregadores levam menos e os soldados também transportam menos munições.
As armas também tendem a ser um pouco maiores e mais pesadas.
Para uma arma com concepção idêntica, o recuo é maior (a 3ª lei de Newton é tramada), o que torna mais dificil manter a arma apontada.

Há outra "desvantagem" da munição 7.62mm: a munição 5.56 mm é mais eficaz contra capacetes e coletes à prova de bala, mas isso é porque tem uma ponta de aço. A mesma estratégia poderia ser aplicada à munição 7.62mm.
Contudo, não sei até que ponto tal munição seria compativel com as armas 7.62mm existentes. Não sei o que está envolvivo nisso mas originalmente a munição 5.56mm desenvolvida pelos EUA também não tinha essa ponta de aço. Quando a ponte de aço foi adicionada, a M16 sofreu mais uma iteração. Pode não ser nada ou pode ser alguma coisa. Espero que alguém mais entendido em armas se pronuncie. :)
Título:
Enviado por: hellraiser em Janeiro 26, 2007, 05:36:49 pm
Citação de: "Lightning"
Os Comandos preferiram a G3 à G36??? :?

Citação de: "Cabeça de Martelo"
Exacto, o Hellraiser deve ter-se engando!  :wink:

Citação de: "Lightning"
Creio que já vi aqui escrito neste fórum que lhes foram disponibilizadas as G36 que a GNR usou no Iraque.

Exactamente! Aquando da ida para o Afeganistão, os comandos tiveram o problema das Armas a levar. Poderiam levar as SIG-543, as G-3A3, e a GNR cedeu as G-36KV caso eles quisessem. Escolheram as G3 por algum motivo. E sim a GNR tinha mais que G36 suficientes para equipar todos os militares dos Comandos.



Citação de: "lurker"
Caro Hellraiser, de facto, a G3 é tida como uma excelente arma.  
Mas, questões de calibre à parte, há várias melhorias possiveis: modularidade, ergonomia, custo, etc.
Dai a opção de muitos paises pela G36 e não pela G33 (essencialmente uma G3 em calibre 5.56mm).
A opção das tropas no Afeganistão pela G3 provavelmente teve mais a ver com o as caracteristicas do calibre 7.62mm do que com as restantes qualidades da arma.
A questão do calibre é um problema. Têm-se observado deficiências ao calibre 5.56mm. Mas a lenta adopção do calibre 5.56mm por parte da NATO também resulta da observação deficiências do calibre 7.62mm.
O "melhor" seria mesmo ter flexibilidade para o futuro e para as missões.

Quanto à possibilidade de fabricar cá a arma, a IMI foi a única que de facto manifestou essa disponibilidade.
Quanto às restantes concorrentes, lembremo-nos que esse aspecto não era um item pontuável no concurso. A disponibilidade de qualquer dos outros concorrentes para isso pode ir de boa a nenhuma.
Contudo, permitamo-nos especular sobre a HK G36. A HK já tem uma fábrica na Alemanha e uma fábrica em Espanha.
Como com qualquer outra fábrica, cada uma dessas fábricas implica investimentos e responsabilidades para com os governos e trabalhadores das mesmas.
Não podem simplesmente ser desaparecer. Uma vez aberta uma fábrica, tenta-se conseguir rentabilizá-la ao máximo a não ser que hajam factores que  justifiquem a deslocalização.
É perfeitamente possivel que o valor pelo qual a HK estaria a abrir uma fábrica em Portugal tornasse muito mais atractivo comprar as G36 fabricadas em Espanha e/ou Alemanha.



Permita-me discordar. O calibre é muito importante. O calibre 7.62 da G3 aliado à sua precisão e fiabilidade tornam a G3 numa arma incrivelmente versátil e acima de tudo funcional. Devido ao sistema de fecho exigido numa arma de calibre 7.62 seria algum desperdício converter esse mesmo sistema a uma arma calibre 5.56, que poderia operar com componente mais leves e pequenos de forma tão ou mais eficaz, dai a G36 baseada na AR18 ter tido mais sucesso que a G33 baseada na G-3. A G33 é uma G3 convertida a um calibre mais pequeno, a G36 é uma arma feita de raiz para esse calibre mais pequeno. Assim não existem desperperdicios e pesos desnecessários na arma. Por isso uma UMP é substancialmente mais leve que uma MP5 disparando o mesmo calibre com a mesma eficácia. Em detalhes técnicos a G36 é claramente superior à G3, mais leve rápida e sofisticada. Mas no mundo real, isso já não é tão linear. O calibre da G3 e o seu design tornam-na numa arma perfeita para as guerras de subversão e urbanas. Aliás toda a ideia de mudra o claibre 7.72 para o 5.56 esta a ficar ultrapassada. É um conceito da guerra fria que previa uma invasão terrestre da Europa, onde a quantidade de munições e a dispersão de fogo eram os pontos a considerar visto que o objectivo era ferir e não matar, e não se previa que as situações exigissem atenção à presença de civis. No entanto, hoje, a guerra é diferente, ironicamente um estilo de guerra semelhante à que encontrámos no ultramar, um guerra de emboscadas de subversão o chamado "dispara e foge". O inimigo terrorista não tem medo de morrer e refugia-se no meio a população civil. Preciso um calibre que apenas um projéctil derrube e mate o inimigo ao invés de um projéctil que o deixe ferido, no entanto ainda capas de continuar a lutar. É também necessária uma arma que seja precisa e com longo alcance de fogo. Mantendo uma alta letalidade ate ao final do seu alcance. Uma arma que embora possua a possibilidade de fogo em rajada, deve ser utilizada principalmente de forma semi-automática. Ora... a G3 é perfeita,a SCAR pode ser superior por ser mais versátil quanto a calibre. No entanto a SCAR compromete com uma compra de mais de 30 mil novas armas. A G3 apenas implica a compra/fabrico de novas peças. Dai que a Suécia tenha optado por modificar e apetrechar as suas em vez de gastar dinheiro em armas cujo calibre esta claramente obsoleto. Colocaram-lhes rails, miras peças em resinas plásticas. Pouparam uma quantidade de massa, ficaram com armas não muito actuais mas sem duvida preparadas para o futuro, e conseguíram reduzir o peso das G3!
A HK em Espanha apenas produz as versões G36E e G36KE, a versão concorrente para o exercito Português é a G36 e G36K, as diferenças entre outra passam pelo cano, miras etc. Tal implica inclusive um processo de fabrico do cano diferente em diferentes equipamento que não existem em Espanha. O exercito mexicano negociou com a HK uma licença para a tecnologia da construção da G36, no entanto já existia uma fábrica da HK nos EUA. A ser construída em Portugal deveria seguir-se o mesmo processo da G3, adquirir a licença para a tecnologia da G36, e construir pelo exercito no INDEP. A semelhança do que fizemos com a G3 e os mexicanos fazem com a G36. Devo lembrar que a HK construiu uma fabrica no EUA para o fornecimento das OICW e XM8 no entanto ficou tudo em águas de bacalhau e depois foram meter uma no México, enquanto que a fabrica americana anda as moscas. Logo rentabilização de fábricas não é um entrave. Como já disse 30 mil espingardas de assalto não é propriamente como fornecer a PSP do Barreiro. Qualquer empresa esta disposta a passar o know how pelo dinheiro certo.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 26, 2007, 05:43:18 pm
Há um erro muito comum que resulta da comparação de alhos com bugalhos. Exemplo: a penetração 5.56x45 AP é superior à 7.62x51 ordinária (ball). Não é possível comparar as duas munições. A 7.62 será sempre superior à 5.56 na respectiva categoria.

Jorge Pereira, a FN não está interessada.
Óptimo!
Enquanto alguns vêm problemas, nós podemos ver oportunidades. Eu já as vi!:D
Mas provavelmente o ganhador será o que melhor "mecenato" partidário fizer.
Título:
Enviado por: hellraiser em Janeiro 26, 2007, 05:45:17 pm
Citação de: "Luso"
Há um erro muito comum que resulta da comparação de alhos com bugalhos. Exemplo: a penetração 5.56x45 AP é superior à 7.62x51 ordinária (ball). Não é possível comparar as duas munições. A 7.62 será sempre superior à 5.56 na respectiva categoria.


Não digo o contrario. Estou a comparar munições ordinárias.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 26, 2007, 05:52:14 pm
Mas afinal a INDEP não foi fechada e a maquinaria vendida?

Em relação à G-3...para mim é muito simples; quando sei que a G-3 foi subsitituida pela Galil à mais de 20 anos, acho que prefiro outra solução.

Que faça qualquer das espingardas-automáticas acima faladas, mas que se faça CÁ!  :wink:
Título:
Enviado por: Get_It em Janeiro 26, 2007, 05:52:31 pm
Já agora que estão com comparações, deixem-me fazer uma comparação sobre a produção de uma espingarda de assalto cá em Portugal.

Se realmente existisse vontade, diria com base nas situações actuais e na nossa história com os outros países que provavelmente era muitos mais fácil a IMI produzir cá espingardas Tavor modificadas para calibre 7.62, do que a produção da G-36 (5.56).

Quanto à G-36, duvido muito que a Heckler & Koch tivesse vontade de instalar uma fábrica cá em Portugal. A verdade é que qualquer G-36 que Portugal compre será fabricada na Alemanha ou na Espanha. A nível económico e mesmo a nível de relações entre a H&K com a Espanha, é mais viável Espanha continuar a produzir armas para o resto do mundo como já fez para as suas próprias G-36, em vez de estar a gastar dinheiro a instalar uma fábrica em Portugal que só iria fabricar armas para o mercado nacional - claro que isto já foi mencionado.

Agora quanto à Tavor acho pessoalmente - e escrevi pessoalmente, e até gostaria de ouvir a opinião de outros membros que têm mais conhecimentos a nível de relações entre Israel e Portugal e sobre armamento - que a IMI não teria qualquer problema em instalar uma fábrica em Portugal e até um centro de desenvolvimento para ajudar Portugal a desenvolver uma Tavor para o calibre 7.62. Escrevo isto, pois a Tavor não tem ainda grande domínio a nível de mercado global como a G-36, e pois a IMI também tem algum interesse em que novas versões da Tavor sejam desenvolvidas.

Claro que quanto à G-36 ainda ficaria a possibilidade, como já indicaram, de fazer que nem o México fez, e comprar equipamento e uma licença à H&K para a produção de uma espingarda de assalto portuguesa baseada na G-36. Mas isto também não seria algo economicamente viável e só viria atrasar ainda mais a entrega das armas. O porquê de não economicamente viável, é que ao contrário do México, Portugal não teria mercado para exportar a sua espingarda de assalto, nem para os PALOP, pois não traria nada de novo comparado com a G-36 e a FX-05. Agora, no meu ponto de vista, uma Tavor 7.62, mesmo sendo bullpup, já traria mais algumas vantagens a nível de know how, e já traria algo de novo ao mercado internacional. Sendo assim já se poderia rentabilizar a produção não só para o mercado nacional mas também para o mercado internacional.

Mas agora pondo de parte este assunto, acho que não é preciso estarmos aqui a discutir sobre calibres 5.56 e 7.62, pois pelo que dá a entender as FA, ou pelo menos o (des)governo, já tomaram a decisão de mudar para o calibre 5.56. Mas claro que isto deverá ter tido mais interesses políticos e de logística do a nível de vantagens.

Cumprimentos,
PS: Vejo que enquanto respondia aos posts da página anterior, a discussão já avançou mais.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 26, 2007, 05:54:49 pm
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Dai que a Suécia tenha optado por modificar e apetrechar as suas em vez de gastar dinheiro em armas cujo calibre esta claramente obsoleto. Colocaram-lhes rails, miras peças em resinas plásticas. Pouparam uma quantidade de massa, ficaram com armas não muito actuais mas sem duvida preparadas para o futuro, e conseguíram reduzir o peso das G3! empresa esta disposta a passar o know how pelo dinheiro certo.


Atenção: a G3 não é o padrão sueco mas a AK-5 (versão da FNC 5.56x45mm)

(http://www.soldf.com/images/s_ak5.jpg)

Antes de pensar em modernizar as nossas G3 primeiro é preciso saber em que estado é que elas estão e então proceder a uma recauchutagem das melhores se isso for viável.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 26, 2007, 06:04:57 pm
Ouçam...
Nesta altura em que há CNC´s e uma indústria nacional de moldes e plásticos de categoria mundial porque diabo é que se se pensa em criar uma fábrica nos moldes de há 30 ou 50 anos?
Até o próprio Exército pode ter uma pequena instalação com capacidades de fabrico de pequenas séries de armas (para todos os ramos e forças de segurança).
Cada vez mais se torna viável a produção em pequena escala.
Uma dessas fábricas e oficinas também poderia servir para dar formação profissional e dar um módico de independência no fabrico e manutenção de armas ligeiras.
- Caramba! :G-clever:

Eu digo: PODE SER FEITO!

Não o é?

PORQUE POLÍTICAMENTE NÃO SE QUER. Ponto.
Título:
Enviado por: dremanu em Janeiro 26, 2007, 06:26:37 pm
Citação de: "Luso"
Ouçam...
Nesta altura em que há CNC´s e uma indústria nacional de moldes e plásticos de categoria mundial porque diabo é que se se pensa em criar uma fábrica nos moldes de há 30 ou 50 anos?
Até o próprio Exército pode ter uma pequena instalação com capacidades de fabrico de pequenas séries de armas (para todos os ramos e forças de segurança).
Cada vez mais se torna viável a produção em pequena escala.
Uma dessas fábricas e oficinas também poderia servir para dar formação profissional e dar um módico de independência no fabrico e manutenção de armas ligeiras.
- Caramba! :G-clever:

Eu digo: PODE SER FEITO!

Não o é?

PORQUE POLÍTICAMENTE NÃO SE QUER. Ponto.


É mesmo assim...O mais complicado é entender o que vai na cabeça dos "boys".
Título:
Enviado por: fgomes em Janeiro 26, 2007, 06:47:12 pm
Dremanu disse:

Citar
É mesmo assim...O mais complicado é entender o que vai na cabeça dos "boys".


Nunca será possível entender o que vai na cabeça dos "bóis" porque não existe nada nas cabeças da "bóiada"! :lol:
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 26, 2007, 07:28:40 pm
Citação de: "Luso"
Há um erro muito comum que resulta da comparação de alhos com bugalhos. Exemplo: a penetração 5.56x45 AP é superior à 7.62x51 ordinária (ball). Não é possível comparar as duas munições. A 7.62 será sempre superior à 5.56 na respectiva categoria.


Caro Luso, creio que não me expressei muito bem.
A meu ver, as munições são comparáveis porque este é o status quo, tanto quanto sei: a munição 5.56mm standard da NATO inclui um pequeno penetrador de aço, a munição 7.62mm standard da NATO não inclui tal artefacto.

O penetrador de aço foi adicionado pela FN para compensar a falta de capacidade de penetração da ball 5.56mm originalmente desenvolviva pelos americanos e foi essa munição que se tornou standard da NATO.
Não sei que melhorias poderiam ser feitas à munição 7.62 e que implicações isso teria nas armas para poderem usar essa munição melhorada, por isso referi esta questão.

Caro hellraiser, longe de mim afirmar que o calibre não é importante.
A minhas afirmações eram (em versão mais resumida) que a escolha da G3 para a missão no Afeganistão teriam mais a ver com o calibre que com as restantes qualidades da arma e que a questão das vantagens do calibre 5.56 vs 7.62 está longe de ser resolvida.
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 26, 2007, 07:56:45 pm
A G3A4 que os noruegueses usam no Afeganistão (e outros lados  :D ) - AG3-F1

(http://img128.imageshack.us/img128/7108/m17telemarkb3005j406556g1za.jpg)

(http://img253.imageshack.us/img253/623/ag3f1nl8.jpg)


(http://www.hkpro.com/image/action2norway1.jpg)

(http://www.hkpro.com/image/action2norway2.jpg)
Norwegian soldier with Norwegian AG3-F1 with HK79 grenade launcher. http://www.hkpro.com/hk79.htm (http://www.hkpro.com/hk79.htm)
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 26, 2007, 07:58:29 pm
Citação de: "Luso"
Ouçam...
Nesta altura em que há CNC´s e uma indústria nacional de moldes e plásticos de categoria mundial porque diabo é que se se pensa em criar uma fábrica nos moldes de há 30 ou 50 anos?
Até o próprio Exército pode ter uma pequena instalação com capacidades de fabrico de pequenas séries de armas (para todos os ramos e forças de segurança).
Cada vez mais se torna viável a produção em pequena escala.
Uma dessas fábricas e oficinas também poderia servir para dar formação profissional e dar um módico de independência no fabrico e manutenção de armas ligeiras.
- Caramba! :wink:

Mais a sério, o facto de a produção em produção em pequena escala ser possivel não quer dizer que a produção em escala não continue a ser substancialmente mais barata.

A HK tem 50 anos de experiência e meios de desenvolvimento, cujo custo foi amortizado por milhões de armas vendidas.
Tem uma linha de montagem de G36, cujo custo foi amortizado pelo fabrido das G36 para o exército alemão, etc.

Em Portugal, não há quase nada.
De facto, há empresas com capacidade para desenvolver e fabricar os polimeros usados numa arma moderna.
Mas mesmo os tais polimeros provavelmente não existem na prateleira de receitas de nenhum fabricante nacional.
É preciso investigar quais é que resultam bem numa arma, talvez criar variantes novas e descobrir como se pode optimizar o fabrico em quantidade.
Depois é preciso criar os meios para fabricar e controlar a qualidade das peças.
Tudo isto requer tempo e dinheiro. E quanto às restantes componentes da concepção e fabrico da arma, o investimento teria de ser ainda maior.

E há ainda a considerar de quem é que vai financiar isso. É que há regras, nacionais e internacionais, para a forma como Estado gasta o dinheiro e como as empresas públicas concorrem com as privadas.
O primeiro-ministro não pode simplesmente acordar um dia e dizer "vamos abrir uma empresa de fabrico de armas".
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 26, 2007, 08:10:38 pm
Citação de: "Lancero"
A G3A4 que os noruegueses usam no Afeganistão (e outros lados  :wink:
Título:
Enviado por: typhonman em Janeiro 26, 2007, 10:30:52 pm
A Diemaco também parece ser interessante, com uma modularidade interessante e a mira ECLAN..Havendo uma versão para as forças especiais a C8 a C7 para forças regulares, e outras armas de apoio de fogos. Foi escolhida pela Holanda, Dinamarca,Canadá(país que a fabrica)..
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 26, 2007, 10:38:19 pm
Salvo erro a SAS e a SBS tb usa essa arma.
Título:
Enviado por: typhonman em Janeiro 26, 2007, 11:18:58 pm
Penso que é a SAS. E as Forças Especiais da Noruega tambem as usam.

www.diemaco.com (http://www.diemaco.com)
Título:
Enviado por: hellraiser em Janeiro 27, 2007, 01:41:16 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Mas afinal a INDEP não foi fechada e a maquinaria vendida?

Em relação à G-3...para mim é muito simples; quando sei que a G-3 foi subsitituida pela Galil à mais de 20 anos, acho que prefiro outra solução.

Que faça qualquer das espingardas-automáticas acima faladas, mas que se faça CÁ!  :wink:

As linhas de montagem das G3 no INDEP foram vendidos no entanto, o INDEP ainda se encontra activo. Alias ainda tem engenheiros e empregados. Agora a fazer o que é que já não sei. Presumo que manutenção de armamentos. A galil tb não é propriamente uma excelente arma. tem o defeito de ser em 5.56 (a nossa versão). Acho que preferia ir para Afeganistão, Kosovo, Bósnia etc, com uma G3 em estado razoável, que um galil 5.56 saída da fabrica, ao menos quando acerta, eles ja não se voltam a levantar.

Citação de: "Get_It"
Se realmente existisse vontade, diria com base nas situações actuais e na nossa história com os outros países que provavelmente era muitos mais fácil a IMI produzir cá espingardas Tavor modificadas para calibre 7.62, do que a produção da G-36 (5.56).

A passagem da TAVOR do calibre 5.56 para o 7.62 seria tudo menos simples. O design bullpup, e o sistema de fecho metem de lado uma simples conversão.

Citação de: "Get_It"
Quanto à G-36, duvido muito que a Heckler & Koch tivesse vontade de instalar uma fábrica cá em Portugal. A verdade é que qualquer G-36 que Portugal compre será fabricada na Alemanha ou na Espanha. A nível económico e mesmo a nível de relações entre a H&K com a Espanha, é mais viável Espanha continuar a produzir armas para o resto do mundo como já fez para as suas próprias G-36, em vez de estar a gastar dinheiro a instalar uma fábrica em Portugal que só iria fabricar armas para o mercado nacional - claro que isto já foi mencionado.

Porquê? Percebo a relutância que eles possam ter a financiar uma fabrica em Portugal, visto que o investimento seria deles. Agora podem muito bem vender linhas de montagem e licenças de produção como fizeram com o México e mesmo com Portugal aquando da G3 na FBP. Recordo que existe maquinaria de G36, na Alemanha, Espanha, México e Estados Unidos. Alias a maquinaria nos EUA esta praticamente parada visto que o projecto xm8 foi congelado e eles não se importaram de dar ao México uma licença. E a fabrica americana não esta assim tão longe do México. Alem do mais a maquinaria da G36 pode ser facilmente adaptada pra construir todas as suas variantes sejam g36k ou ump's. E lembro que a Hk é dos construtores de armas com mais sucesso a nível mundial no momento, com as encomendas a disparem.

Citação de: "Get_It"
Agora quanto à Tavor acho pessoalmente - e escrevi pessoalmente, e até gostaria de ouvir a opinião de outros membros que têm mais conhecimentos a nível de relações entre Israel e Portugal e sobre armamento - que a IMI não teria qualquer problema em instalar uma fábrica em Portugal e até um centro de desenvolvimento para ajudar Portugal a desenvolver uma Tavor para o calibre 7.62. Escrevo isto, pois a Tavor não tem ainda grande domínio a nível de mercado global como a G-36, e pois a IMI também tem algum interesse em que novas versões da Tavor sejam desenvolvidas.

 A tavor é sem duvida uma excelente arma. E realmente propros-se a instalar uma fabrica em Portugal. A versão de 7.62 é que seria mais morosa e o design bullpup tem algumas desvantagens bastante conhecidas. No entanto é uma excelente opção pena ser mais cara que a G36 e não incluir os mesmo sistemas.

Citação de: "Get_It"
Claro que quanto à G-36 ainda ficaria a possibilidade, como já indicaram, de fazer que nem o México fez, e comprar equipamento e uma licença à H&K para a produção de uma espingarda de assalto portuguesa baseada na G-36. Mas isto também não seria algo economicamente viável e só viria atrasar ainda mais a entrega das armas. O porquê de não economicamente viável, é que ao contrário do México, Portugal não teria mercado para exportar a sua espingarda de assalto, nem para os PALOP, pois não traria nada de novo comparado com a G-36 e a FX-05. Agora, no meu ponto de vista, uma Tavor 7.62, mesmo sendo bullpup, já traria mais algumas vantagens a nível de know how, e já traria algo de novo ao mercado internacional. Sendo assim já se poderia rentabilizar a produção não só para o mercado nacional mas também para o mercado internacional.

O que o México fez com a G36 foi exactamente o que Portugal fez com a G-3. Não percebo é porque raio é que é rentável para os espanhóis, mexicanos e alemães, mas quando é o tuga a fazer nunca é rentável. Um fabrico em Portugal, quer de g36, quer de tavor demoraria sensivelmente o mesmo, atrevo-me a dizer que a tavor seria mais morosa, porque implicaria uma conversão para um calibre superior, o que muito provavelmente nem sequer é viável tecnicamente de forma a manter a funcionalidade da arma. Tal como a H33 não é tão boa como a G3. Uma arma deve ser feita de raiz e não adaptada. Esses desenrrascanços tipicamente TUGAS, dão sempre merda...

Citação de: "Get_It"
Mas agora pondo de parte este assunto, acho que não é preciso estarmos aqui a discutir sobre calibres 5.56 e 7.62, pois pelo que dá a entender as FA, ou pelo menos o (des)governo, já tomaram a decisão de mudar para o calibre 5.56. Mas claro que isto deverá ter tido mais interesses políticos e de logística do a nível de vantagens.


No meu entender, deveria ser dada primazia ao calibre! Aliás escolher o calibre 5.56 é como que os nazis decidirem mudar todo o seu dispositivo militar para as praias da Normandia, 1 semana depois do Dia D. No meu entender só faz sentido adoptar uma arma que venha a ser construída em Portugal que possa utilizar o calibre 7.62. Agora se ha tachos 4 the "boys" ai é a comum corrupção em Portugal.
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 27, 2007, 02:09:39 am
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O que o México fez com a G36 foi exactamente o que Portugal fez com a G-3. Não percebo é porque raio é que é rentável para os espanhóis, mexicanos e alemães, mas quando é o tuga a fazer nunca é rentável.


Porque está longe de ser idêntico.
O que Portugal fez com a G3 foi adquirir à HK toda o material e autorização necessário para fabricar G3 (apenas para si, creio) numa empresa pública, a INDEP.
Mas isto foi no tempo da "outra senhora".

O que o México queria era algo idêntico para com a G36 (quiçá, com a possibilidade de vender a G36 a outros paises) mas quando como a HK lhes pediu 63M EUR, acabaram por pagar "só" 16M EUR por equipamento e informação e investiram mais algum no desenvolvimento da FX-05.
Quanto à tendência do México para os monopólios estatais, eles que fiquem com eles.

O que os Espanhóis fizeram com a G36 foi convencer a HK a instalar uma fábrica da HK em Espanha, o mesmo que a IMI estaria disposta a fazer se escolhermos a Tavor.
Título:
Enviado por: hellraiser em Janeiro 27, 2007, 02:20:52 am
Citação de: "Luso"
Ouçam...
Nesta altura em que há CNC´s e uma indústria nacional de moldes e plásticos de categoria mundial porque diabo é que se se pensa em criar uma fábrica nos moldes de há 30 ou 50 anos?
Até o próprio Exército pode ter uma pequena instalação com capacidades de fabrico de pequenas séries de armas (para todos os ramos e forças de segurança).
Cada vez mais se torna viável a produção em pequena escala.
Uma dessas fábricas e oficinas também poderia servir para dar formação profissional e dar um módico de independência no fabrico e manutenção de armas ligeiras.
- Caramba! :wink:
no entanto discordo. todos sabemos que as luvas, são a causa da ruína da  industria Portuguesa. Como explicar o fim das Fundições de Oeiras numa época em que a Industria dos metais prosperava? Como explicar a descontinuação do projecto UMM que conseguiu ter uma enorme quantidade de veículos a circular em Portugal? Como explicar que o INDEP tenha vendido um linha de montagem de G3 aos EUA para agora eles a rentabilizarem de forma incrível. Ou as linha de montagem de munições aos espanhóis que se tornam o maior fornecedor na Europa? Das duas uma, ou temos ministros demasiado azelhas que não sabem avaliar negócios. E assim não percebo como podem ser ministros. Ou recebem uns trocos por fora... E talvez, arrisco a dizer que se passam os dois casos. Os que não são corrupto, são BURROS![/color]


Citação de: "lurker"
Caro hellraiser, longe de mim afirmar que o calibre não é importante.
A minhas afirmações eram (em versão mais resumida) que a escolha da G3 para a missão no Afeganistão teriam mais a ver com o calibre que com as restantes qualidades da arma e que a questão das vantagens do calibre 5.56 vs 7.62 está longe de ser resolvida.

Penso que não há muito por onde puxar neste assunto. A G3 é claramente mais fiável que a SG-543, estando a nível da G36. Perde no entanto no peso. Ao juntar-mos o factor calibre à equação, a G3 sai a clara vencedora entre a G36 e a SIG. Quanto a vantagens a 5.56 no meu entender não é um calibre viável no futuro. Especialmente quando se adivinha o que o terrorismo poderá trazer. O conceito de ferir para atrapalhar o inimigo só funciona quando este tem medo de morrer.

Citação de: "Lancero"
(http://img253.imageshack.us/img253/623/ag3f1nl8.jpg)

É isto meus senhores! E mais! Podemos observar a moderna mira red dot, os rails no guarda mão modificado, penso que a culatra e o carregador também poderiam ser melhorados nomeadamente pelo uso de articulações em ligas leves e resinas plástica de baixa dilatação sobre temperatura.

Citação de: "lurker"
Olhe, eu digo: porque é uma tolice. E agora? :wink:

Mais a sério, o facto de a produção em produção em pequena escala ser possivel não quer dizer que a produção em escala não continue a ser substancialmente mais barata.

A HK tem 50 anos de experiência e meios de desenvolvimento, cujo custo foi amortizado por milhões de armas vendidas.
Tem uma linha de montagem de G36, cujo custo foi amortizado pelo fabrido das G36 para o exército alemão, etc.

Em Portugal, não há quase nada.
De facto, há empresas com capacidade para desenvolver e fabricar os polimeros usados numa arma moderna.
Mas mesmo os tais polimeros provavelmente não existem na prateleira de receitas de nenhum fabricante nacional.
É preciso investigar quais é que resultam bem numa arma, talvez criar variantes novas e descobrir como se pode optimizar o fabrico em quantidade.
Depois é preciso criar os meios para fabricar e controlar a qualidade das peças.
Tudo isto requer tempo e dinheiro. E quanto às restantes componentes da concepção e fabrico da arma, o investimento teria de ser ainda maior.

E há ainda a considerar de quem é que vai financiar isso. É que há regras, nacionais e internacionais, para a forma como Estado gasta o dinheiro e como as empresas públicas concorrem com as privadas.
O primeiro-ministro não pode simplesmente acordar um dia e dizer "vamos abrir uma empresa de fabrico de armas".


Os mexicanos creio que discordariam da sua opinião. Tal como os espanhóis.

Mais de 30 mil armas, não é propriamente pequena escala...

Os processos de fabrico e de controle ja temos os engenheiros do indep para resolver.
O INDEP que abasteceu durante 30 anos praticamente todo o mundo com armas e munições não é propriamente como uma oficina de automóveis la do bairro. Têm engenheiros que desenvolveram e conduziram todo o fabrico de armas e controlaram os seus processos. Os materiais basta pesquisar a internet, ou ir ali ao técnico buscar um qualquer recem licenciado em engenharia dos materiais. As resinas plasticas de alta resistência não é propriamente o segredo da alquimia.

Enfim, e não me leve a mal, mas você já parece um burocrata. Se houver boa vontade politica, não há nada que não se realize. O problema é que a fé e vontade politica a maior parte das vezes implica incentivos nos bolsos da classe politica.

Citação de: "lurker"
Porque está longe de ser idêntico.
O que Portugal fez com a G3 foi adquirir à HK toda o material e autorização necessário para fabricar G3 (apenas para si, creio) numa empresa pública, a INDEP.
Mas isto foi no tempo da "outra senhora".

O que o México queria era algo idêntico para com a G36 (quiçá, com a possibilidade de vender a G36 a outros paises) mas quando como a HK lhes pediu 63M EUR, acabaram por pagar "só" 16M EUR por equipamento e informação e investiram mais algum no desenvolvimento da FX-05.
Quanto à tendência do México para os monopólios estatais, eles que fiquem com eles.

O que os Espanhóis fizeram com a G36 foi convencer a HK a instalar uma fábrica da HK em Espanha, o mesmo que a IMI estaria disposta a fazer se escolhermos a Tavor.

Permita-me discordar. O que Portugal fez foi adquirir à HK as licenças de produção de G3, a maquinaria e a tecnologia. O méxico contractuou com a HK a tecnologia e a maquinaria mas não a licença em si da G36. Assim eles podem fabricar um clone da G36 mas obrigatoriamente com outro nome e visual alterado. No entanto aproveitaram e fizeram uma "personalização" da Arma corrigindo alguns aspectos que acharam que deviam ser corrigidos. No entanto não pense que eles tiveram de investigar muito porque não tiveram. Toda a tecnologia da G36 foi-lhes vendida. No mesmo contracto há clausulas que  impedem o fabrico de armas com o nome g36. Aliás a FX-05 não passa de uma G36 com uma maquilhagem. Tal como a a XM-8 o é.

Citação de: "Typhonman"
A Diemaco também parece ser interessante, com uma modularidade interessante e a mira ECLAN..Havendo uma versão para as forças especiais a C8 a C7 para forças regulares, e outras armas de apoio de fogos. Foi escolhida pela Holanda, Dinamarca,Canadá(país que a fabrica)..


A Diemaco não passa de uma M16 made in canada. E tem todos os defeitos do sistema AR15. Andam os americanos a querem ver-se livres daquilo e íamos nos comprar.... Antes a compra da HK416 que resolve os problemas dos sistema AR15 agora sistemas obsoletos é que não...
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 27, 2007, 03:22:35 am
Citação de: "hellraiser"
Os mexicanos creio que discordariam da sua opinião. Tal como os espanhóis.
De qual opinião? De que o PM não pode acordar um dia e decidir dedicar-se ao fabrico de armas?
Decerto, os mexicanos discordariam. Mas prefiro que os problemas económicos relacionados com os monopólios estatais e privados no México fiquem por lá.
Quanto a Espanha, a fábrica da HK que lá está é uma empresa privada, tal como a empresa que está a fabricar os nossos PANDUR II.

Quanto ao volume de armas, 30 mil são muitas ou poucas dependendo do contexto.
Como afirmei antes, isto é apenas especulação educada: não sabemos a disponibilidade da HK para instalar uma fábrica em Portugal caso isso fosse um item pontuável no concurso.
Mas a HK tem duas fábricas na Europa, que implicam uma série de custos, passados e futuros.
Muito provavelmente, interessa-lhe mais obter volume para essas duas fábricas do que outra opção qualquer e está na posição de oferecer um  preço muito mais interessante caso as armas sejam fabricadas numa das fábricas que já existem do que qualquer outra alternativa.


Citação de: "hellraiser"
INDEP que abasteceu durante 30 anos praticamente todo o mundo com armas e munições não é propriamente como uma oficina de automóveis la do bairro. Têm engenheiros que desenvolveram e conduziram todo o fabrico de armas e controlaram os seus processos.
Tanto quanto sei, a INDEP não desenvolve uma arma que seja produzida em massa desde o tempo da "outra senhora".
Sem menosprezar a INDEP, não me parece que tenham "calo" para levar a bom termo um assunto destes sozinhos.

Citar
Os materiais basta pesquisar a internet, ou ir ali ao técnico buscar um qualquer recem licenciado em engenharia dos materiais. As resinas plasticas de alta resistência não é propriamente o segredo da alquimia.
Ficámos esclarecidos sobre as suas qualificações sobre o assunto.

Citação de: "hellraiser"
Enfim, e não me leve a mal, mas você já parece um burocrata. Se houver boa vontade politica, não há nada que não se realize. O problema é que a fé e vontade politica a maior parte das vezes implica incentivos nos bolsos da classe politica.
Não sou um burocrata, apenas uma pessoa que tem de lidar com a burocracia e por vezes tenta compreender a razão de ser dessa burocracia para manter a  sanidade mental.
Infelizmente, não basta boa vontade politica. Havia muita boa vontade politica para comprar a G36, mas o processo acabou em Tribunal.
Há regras e até os politicos têm que se cingir a elas às vezes.

Citação de: "hellraiser"
Permita-me discordar. O que Portugal fez foi adquirir à HK as licenças de produção de G3, a maquinaria e a tecnologia. O méxico contractuou com a HK a tecnologia e a maquinaria mas não a licença em si da G36.

E onde é que você está a discordar de mim?
O México inicialmente queria a licença da G36, mas a HK pediu-lhes 63M EUR e optaram pela segunda via.

Citar
Assim eles podem fabricar um clone da G36 mas obrigatoriamente com outro nome e visual alterado. No entanto aproveitaram e fizeram uma "personalização" da Arma corrigindo alguns aspectos que acharam que deviam ser corrigidos. No entanto não pense que eles tiveram de investigar muito porque não tiveram. Toda a tecnologia da G36 foi-lhes vendida. No mesmo contracto há clausulas que  impedem o fabrico de armas com o nome g36. Aliás a FX-05 não passa de uma G36 com uma maquilhagem.

Não sabemos quanto é que o México gastou em desenvolvimento para além dos 16M EUR, mas a HK também manifestou intenção de processar o México a respeito da FX-05 (que obviamente, mantém que a FX-05 é mais que uma G-36 maquilhada).
Se a FX-05 não é mais que uma G-36 maquilhada, a HK não está feliz com isso e quer o os outros 47M EUR.
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 27, 2007, 03:27:37 am
Citação de: "hellraiser"
Os mexicanos creio que discordariam da sua opinião. Tal como os espanhóis.
De qual opinião? De que o PM não pode acordar um dia e decidir dedicar-se ao fabrico de armas?
Decerto, os mexicanos discordariam. Mas prefiro que os problemas económicos relacionados com os monopólios estatais e privados no México fiquem por lá.
Quanto a Espanha, a fábrica da HK que lá está é uma empresa privada, tal como a empresa que está a fabricar os nossos PANDUR II.

Quanto ao volume de armas, 30 mil são muitas ou poucas dependendo do contexto.
Como afirmei antes, isto é apenas especulação educada: não sabemos a disponibilidade da HK para instalar uma fábrica em Portugal caso isso fosse um item pontuável no concurso.
Mas a HK tem duas fábricas na Europa, que implicam uma série de custos, passados e futuros.
Muito provavelmente, interessa-lhe mais obter volume para essas duas fábricas do que outra opção qualquer e está na posição de oferecer um  preço muito mais interessante caso as armas sejam fabricadas numa das fábricas que já existem do que qualquer outra alternativa.


Citação de: "hellraiser"
INDEP que abasteceu durante 30 anos praticamente todo o mundo com armas e munições não é propriamente como uma oficina de automóveis la do bairro. Têm engenheiros que desenvolveram e conduziram todo o fabrico de armas e controlaram os seus processos.
Tanto quanto sei, a INDEP não desenvolve uma arma que seja produzida em massa desde o tempo da "outra senhora".
Sem menosprezar a INDEP, não me parece que tenham "calo" para levar a bom termo um assunto destes sozinhos.

Citar
Os materiais basta pesquisar a internet, ou ir ali ao técnico buscar um qualquer recem licenciado em engenharia dos materiais. As resinas plasticas de alta resistência não é propriamente o segredo da alquimia.
Ficámos esclarecidos sobre as suas qualificações sobre o assunto.

Citação de: "hellraiser"
Enfim, e não me leve a mal, mas você já parece um burocrata. Se houver boa vontade politica, não há nada que não se realize. O problema é que a fé e vontade politica a maior parte das vezes implica incentivos nos bolsos da classe politica.
Não sou um burocrata, apenas uma pessoa que tem de lidar com a burocracia e por vezes tenta compreender a razão de ser dessa burocracia para manter a  sanidade mental.
Infelizmente, não basta boa vontade politica. Havia muita boa vontade politica para comprar a G36, mas o processo acabou em Tribunal.
Há regras e até os politicos têm que se cingir a elas às vezes.

Citação de: "hellraiser"
Permita-me discordar. O que Portugal fez foi adquirir à HK as licenças de produção de G3, a maquinaria e a tecnologia. O méxico contractuou com a HK a tecnologia e a maquinaria mas não a licença em si da G36.

E onde é que você está a discordar de mim?
O México inicialmente queria a licença da G36, mas a HK pediu-lhes 63M EUR e optaram pela segunda via.

Citar
Assim eles podem fabricar um clone da G36 mas obrigatoriamente com outro nome e visual alterado. No entanto aproveitaram e fizeram uma "personalização" da Arma corrigindo alguns aspectos que acharam que deviam ser corrigidos. No entanto não pense que eles tiveram de investigar muito porque não tiveram. Toda a tecnologia da G36 foi-lhes vendida. No mesmo contracto há clausulas que  impedem o fabrico de armas com o nome g36. Aliás a FX-05 não passa de uma G36 com uma maquilhagem.

Não sabemos quanto é que o México gastou em desenvolvimento para além dos 16M EUR, mas a HK também manifestou intenção de processar o México a respeito da FX-05 (que obviamente, mantém que a FX-05 é mais que uma G-36 maquilhada).
Se a FX-05 não é mais que uma G-36 maquilhada, a HK não está feliz com isso e quer o os outros 47M EUR.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 27, 2007, 10:37:28 am
Hellraiser, se queres que eu te diga eu não entendo muito essa mania de atacar o calibre 5.56 mm e muito menos a Galil. A Galil é uma arma excelente, muito fiável, com uma óptima construção e muito controlável em tiro automático. A superioridade do calibre 7.62 NATO só se verifica a partir dos 300 metros, ora a maior parte dos combates realizam-se nessa distância. Se formos comparar a contrabilidade em disparo de uma Galil e uma G-3, não tem nada haver. A maior parte das críticas em relação a esse calibre vem dos Americanos, povo que gosta de tudo em grande e com o máximo de potência possível (vê as armas que eles costumam comprar, os seus carros, os seus desportos, etc). A Galil e o calibre 5.56 são excelentes opções, tal como qualquer arma fiável nesse calibre.

Diemaco é uma versão melhorada e com uma construção superior à sua congénere americana.

Nisto tudo estamos a esquecer que não é só a G-3 que vai ser substituída, as Forças Armadas vão substituir as Espingardas-automáticas, as Metralhadoras-ligeiras e as pistolas. Quais são os vossos candidatos favoritos?
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 27, 2007, 11:03:24 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
A superioridade do calibre 7.62 NATO só se verifica a partir dos 300 metros, ora a maior parte dos combates realizam-se nessa distância. Se formos comparar a contrabilidade em disparo de uma Galil e uma G-3, não tem nada haver. A maior parte das críticas em relação a esse calibre vem dos Americanos, povo que gosta de tudo em grande e com o máximo de potência possível (vê as armas que eles costumam comprar, os seus carros, os seus desportos, etc).

Bem, não exageremos no anti-americanismo. :)
Foram eles que criaram o calibre 5.56, quem tem mais experiência em combate com ele e quem levou a NATO a adoptá-lo quando o resto da NATO já tinha adoptado o 7.62mm.

As criticas ao 5.56 sempre existiram e não têm mudado muito e normalmente não lhes prestaria muita atenção. Contudo, principalmente da experiência no Afeganistão, começa-se a ver que hoje em dia a premissa básica do calibre 5.56 não é assim tão universal: os soldados hoje em dia têm a capacidade (e necessidade) de alvejar alvos a mais de 300 metros com alguma frequência e o calibre 5.56mm revela-se limitador.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 27, 2007, 11:29:38 am
Lurker não é anti-americanismo, é apenas uma constatação dos factos. Isso não os torna melhores ou piores que nós, apenas diferentes. Em relação às distâncias...bem o Afeganistão é um cenário um pouco diferente do normal para as nossas tropas. Mesmo assim, duvido que um militar Português consiga ter a precisão necessária para fazer tiros a mais de 300 metros sem miras, mas isso é apenas a minha opinião. Confesso que no meu tempo na tropa, nunca me revelei um atirador muito dotado.  :oops:
Tenho pena que ainda não se tenha iniciado uma coisa que está a acontecer à muito tempo em muitos países nossos aliados. Ou seja, a criação de uma Escola de Snipers. Eu digo isso não no sentido de um sitio físico com carreiras de tiro, etc; mas de unidades devidamente equipadas e treinadas para esse efeito. Nos EUA todos os batalhões têm um Pelotão de Snipers, assim podem contar sempre com o apoio de alguém que pode resolver esse tipo de problemas. Cá em Portugal a unidade mais bem preparada a esse nível é sem dúvida os Fuzileiros. Talvez porque não pertencem ao Exército e porque a Marinha finalmente percebeu que tem uma unidade de elite que deve acarinhar e apoiar. As companhias de Atiradores do 2º Batalhão (2 equipas), o Pelotão de Reconhecimento, o DAE e talvez o Pelotão de abordagem têm Snipers. No Exército com a excepção das FOE e da Companhia de Precursores, mais nenhuma unidade tem Snipers, o que é mau e limitativo.
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 27, 2007, 11:57:16 am
Citação de: "hellraiser"
Alias a maquinaria nos EUA esta praticamente parada visto que o projecto xm8 foi congelado e eles não se importaram de dar ao México uma licença


Mas a HK nos EUA tem já tem equipado algumas forças policiais com a G36, além da existencia de um enorme mercado civil de espingardas semi-automáticas nesse pais.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 27, 2007, 12:14:30 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "hellraiser"
Alias a maquinaria nos EUA esta praticamente parada visto que o projecto xm8 foi congelado e eles não se importaram de dar ao México uma licença

Mas a HK nos EUA tem já tem equipado algumas forças policiais com a G36, além da existencia de um enorme mercado civil de espingardas semi-automáticas nesse pais.


A HK, nos Estados Unidos, não pretende fornecer o mercado civil com espingardas semi-automáticas, ou pelo menos explorar esse mercado com consistência e agressividade comercial.

Já não tenho paciência para este tema. Para mim já foi tudo dito, criticado e alternativas foram apresentadas (umas loucas outras realistas). Há apenas que passar à acção.
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 27, 2007, 12:17:18 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Lurker não é anti-americanismo, é apenas uma constatação dos factos. Isso não os torna melhores ou piores que nós, apenas diferentes. Em relação às distâncias...bem o Afeganistão é um cenário um pouco diferente do normal para as nossas tropas. Mesmo assim, duvido que um militar Português consiga ter a precisão necessária para fazer tiros a mais de 300 metros sem miras, mas isso é apenas a minha opinião. Confesso que no meu tempo na tropa, nunca me revelei um atirador muito dotado.  :oops:
Tenho pena que ainda não se tenha iniciado uma coisa que está a acontecer à muito tempo em muitos países nossos aliados. Ou seja, a criação de uma Escola de Snipers. Eu digo isso não no sentido de um sitio físico com carreiras de tiro, etc; mas de unidades devidamente equipadas e treinadas para esse efeito. Nos EUA todos os batalhões têm um Pelotão de Snipers, assim podem contar sempre com o apoio de alguém que pode resolver esse tipo de problemas. Cá em Portugal a unidade mais bem preparada a esse nível é sem dúvida os Fuzileiros. Talvez porque não pertencem ao Exército e porque a Marinha finalmente percebeu que tem uma unidade de elite que deve acarinhar e apoiar. As companhias de Atiradores do 2º Batalhão (2 equipas), o Pelotão de Reconhecimento, o DAE e talvez o Pelotão de abordagem têm Snipers. No Exército com a excepção das FOE e da Companhia de Precursores, mais nenhuma unidade tem Snipers, o que é mau e limitativo.


Só para completar agora, a nivel FAP existe a Rescom, todos os seus elementos são snipers ou atiradores de precisão, quer do solo quer de helicopteros, para além de também terem capacidade "anti-sniper" aprendida nos GOE, foram pelo menos uma vez empregues nesta missão para proteger a chegada do Presidente da Federação Russa Vladimir Putin ao aeroporto militar de Figo Maduro.
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 27, 2007, 01:43:29 pm
Citação de: "Luso"
Já não tenho paciência para este tema. Para mim já foi tudo dito, criticado e alternativas foram apresentadas (umas loucas outras realistas). Há apenas que passar à acção.


Isso lembra-me um detalhe: nós estamos para aqui a falar sobre milhentas possibilidades mas a vontade de quem pode decidir parece ser levar até ao fim o concurso que está suspenso e portanto, adquirir a G-36.
Qualidades da arma à parte, é o caminho mais rápida para re-equipar o exército. A alternativa é reinicar o processo...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 27, 2007, 02:10:46 pm
Citação de: "Lightning"
Só para completar agora, a nivel FAP existe a Rescom, todos os seus elementos são snipers ou atiradores de precisão, quer do solo quer de helicopteros, para além de também terem capacidade "anti-sniper" aprendida nos GOE, foram pelo menos uma vez empregues nesta missão para proteger a chegada do Presidente da Federação Russa Vladimir Putin ao aeroporto militar de Figo Maduro.


Certo... :wink:
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 27, 2007, 03:00:12 pm
Amor, a quanto obrigas... :roll:

(http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/MK262mod1.jpg)

.300 Whisper
(http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/.jpg)


Para isso basta uma mudança de canos num sistema que a facilite.
Título:
Enviado por: Mar Verde em Fevereiro 07, 2007, 07:22:44 pm
e este concurso como está ? tb está parado ?


eu começo a achar piada à Tavor
(http://www.israeli-weapons.com/weapons/small_arms/tavor/tar.jpg)


senão que venha a G36
(http://www.hkpro.com/image/G36RIFLE.jpg)
Título:
Enviado por: lurker em Fevereiro 07, 2007, 09:08:14 pm
Está à espera do desenrolar do processo apresantado pela Steyr no Tribunal Administrativo.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Fevereiro 21, 2007, 12:35:36 pm
HK416 (http://http)
Título:
Enviado por: Get_It em Fevereiro 21, 2007, 07:47:56 pm
Um artigo sobre a M16 e M4 em uso pelos EUA que também inclui informação sobre a HK416, em uso pela FOE Delta:
 :arrow: U.S. Army Has a Better Rifle, But Not for All (http://http).

Um comentário interessante do artigo relacionado com a SCAR:
Citação de: "DefenseNews.com, U.S. Army Has a Better Rifle, But Not for All "
In November 2004, SOCOM awarded a developmental contract to FN Herstal to develop its new Special Operations Combat Assault Rifle.
The SCAR has a short-stroke, gas piston operating system, similar to the M1 carbine from World War II and the Korean War.

H&K officials now describe their decision not to enter the 416 in the SCAR competition as a “strategic mistake,” Meyer said.
Título:
Enviado por: Luso em Fevereiro 21, 2007, 08:00:18 pm
Há pelo menos dois kits que transformam a M16 numa espigarda com "motor a pistão". É um sistema eficaz, simples e pode ser muito barato se produzido em quantidade. Porque não o fazem, não sei. Preferem gastar biliões de USD$ em mariquices que são canceladas e que depois ninguém põem a vista em cima.
Título:
Enviado por: dremanu em Fevereiro 22, 2007, 12:36:05 am
Para combate urbano, qual será o melhor calibre a ser usado, 5.56, ou 7.62?
Título:
Enviado por: Yosy em Fevereiro 22, 2007, 01:30:58 am
Citação de: "dremanu"
Para combate urbano, qual será o melhor calibre a ser usado, 5.56, ou 7.62?


Segundo o pessoal que anda pelo Iraque o 7.62 mm é o favorito.
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Fevereiro 28, 2007, 04:11:29 am
Vou tentar responder a sua questao, o calibre 5,56mm  foi adoptado para AR-15,  em teoria e o mesmo que o .222 Remington mas mais estavel a longas distancias, qundo apareceu  M-16 McNamara forcou a NATO a adoptar este, mas a polvora usada nos primeiros tempos e o peso do projectil nao correspondiao as recomendadas pela remington por isso hove problemas que foram rapidamente resolvidos com mudancas de polvora, peso do projectil e tambem forao encurtadas as estrias do cano! O verdadeiro nome desta municao e .223 remington. O outro calibre o .308 winchester ou 7,62mm e muito mais mortifero mas menos estavel a curtas distancias as grandes diferencas sao taxa de mortalidade e economia de escala, ficou provado que e muito pior para o inimigo ter um ferido grave do que um morto por isso foi adoptado este calibre!
Título:
Enviado por: Mar Verde em Fevereiro 28, 2007, 09:56:07 am
Tavor na Colômbia (em uso tb na Índia)


(http://i18.tinypic.com/2rz5ket.jpg)
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Março 01, 2007, 02:58:39 am
Desculpem mas acho as armas Israelitas pouco originais, sao praticamente copias de outras, nao no design mas nas pecas! Tb queria dizer que nao vejo necessidade de substituir a G3, A arma e melhor do que quase todo que ha de novo no mercado, pode ser um poco pesada mas nada de especial, se querem uma coisa nova so para dizer que e nova tudo bem mas que o design e conceito da arma nao esta ultrapassada em nada! E a minha opiniao! quase todas as semanas faco fogo com 5 ou seis diferentes metralhadoras e nao vejo nada de especial de diferente. Ate acho a G-36 por ser mais leve e muito mais dificil de controlar. So a minha opiniao
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 01, 2007, 10:44:59 am
O problema é que as G-3 estão a envelhecer e se não as substituirmos daqui a nada começam a dar problemas.
As armas Israelitas são por norma extremamente bem concebidas, muito fiáveis, etc; no entanto a possibilidade de termos as Forças Armadas equipadas com a Tavor é reduzida. Se a Galil ganhou o concurso para a substituição da G-3 no Corpo de Tropas Páraquedistas foi porque a qualidade foi vista como prioritária e não modas ou pressões politicas...
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Março 02, 2007, 01:40:41 am
Certo, sao velhas mas nao sao do ponto de vista mecanico velhas... Se realmente tem que se substituir que se substitua com material feito em portugal. Nao so a montagem mas a fabricacao em si!
Título:
Enviado por: Luso em Março 02, 2007, 10:14:00 am
Meus amigos,

antes de colocarem questões, por favor consultem os tópicos para evitar repetições do mesmo.

Obrigado.
Título:
Enviado por: Lancero em Março 03, 2007, 12:43:11 am
Citar
Better than M4, but you can’t have it

By Matthew Cox - Staff writer
Posted : Wednesday Feb 21, 2007 15:31:46 EST
   
Delta Force worked with a gun maker to come up with a better weapon. The 416 is now considered in many circles to be the best carbine in the world, but the regular Army is sticking with the M4 and M16.

Flash animation
Comparing carbines - http://www.armytimes.com/projects/flash ... 0_carbine/ (http://www.armytimes.com/projects/flash/2007_02_20_carbine/)

Video
The H&K 416 Carbine in action -
http://www.armytimes.com/projects/video ... 19carbine/ (http://www.armytimes.com/projects/video/daily/0219carbine/)

Army Times editorial
Field the best weapon

March 4, 2002. An RPG tore into the right engine of an MH-47 Chinook helicopter loaded with a quick-reaction force of Rangers in the Shahikot Mountains of eastern Afghanistan. The Chinook crashed atop Takur Ghar, a 10,000-foot peak infested with al-Qaida fighters.

Enemy fire poured into the fuselage, killing Rangers even before they got off the aircraft. Capt. Nate Self crawled out.

“As soon as I got off the ramp, a burst of rounds fired right over my head,” he recalled.

He joined a handful of his men in the open, exposed to enemy fire. An RPG exploded within a few feet of their position.

“We got up and started firing and moving to some boulders 15 meters away,” he said.

Once behind cover, Self tried to fire again, but his weapon jammed.

Instinctively, he tried to fix it with “immediate action,” a drill he’d practiced countless times.

“I pulled my charging handle back, and there was a round stuck in the chamber,” he recalled.

Like the rest of his men, Self always carried a cleaning rod zip-tied to the side of his weapon in case it failed to extract a round from the chamber.

“There was only one good way to get it out and that’s to ram it out with a cleaning rod,” he said. “I started to knock the round out by pushing the rod down the barrel, and it broke off. There was nothing I could do with it after that.”

The Rangers were fighting for their lives. Self left his covered position and ran under machine-gun fire to search for a working weapon.

“I just got up and moved back to the aircraft because I knew we had casualties there. I threw my rifle down and picked up another one.”

Self was awarded a Silver Star for his actions that day.

When even highly trained infantrymen like Self have problems with their M4 it is a sign there might be a problem with the weapon, not the soldier.

The problems had become obvious enough that at the time of the Afghanistan battle, members of the Army’s Delta Force had begun working on a solution. Today, Delta Force is fighting in Iraq and Afghanistan with a special carbine that’s dramatically more reliable than the M16s and M4s that the rest of the Army dependsupon.

Members of the elite unit linked up with German arms maker Heckler & Koch, which replaced the M4’s gas system with one that experts say significantly reduces malfunctions while increasing parts life. After exhaustive tests with the help of Delta, the H&K 416 was ready in 2004.

Members of the elite commando unit — formally known as 1st Special Forces Operational Detachment-Delta — have been carrying it in combat ever since.

The 416 is now considered in many circles to be the best carbine in the world — a weapon that combines the solid handling, accuracy and familiarity of the M4 with the famed dependability of the rugged AK47.

For the foreseeable future, however, the Army is sticking with the M4 and M16 for regular forces.

The Army plans to buy about 100,000 M4s in fiscal 2008. For this large a buy, each M4 without accessories costs about $800, Colt Chief Executive Officer William Keys said. As part of the contract, though, each M4 comes with a rail system for mounting optics and flashlights, a backup iron sight, seven magazines and a sling — additions that raise the price for each M4 package to about $1,300, according to Defense Department budget documents.

The price of each 416 “will range anywhere from $800 to $1,425 depending on volume and accessories,” said H&K’s CEO John Meyer Jr.

To Col. Robert Radcliffe, the man responsible for overseeing the Army’s needs for small arms, the M16 family is “pretty damn good.” It’s simply too expensive, he said, to replace it with anything less than a “significant leap in technology.”

Since 2000, that leap centered on development of the XM29 Objective Individual Combat Weapon — a dual system featuring a 5.56mm carbine on the bottom and a 25mm airburst weapon on top, capable of killing enemy behind cover at 1,000 meters.

Seven years and more than $100 million later, the 18-pound prototype — three times the weight of an M4 — is still too heavy and bulky for the battlefield.

“We think that somewhere around 2010, we should have enough insight into future technologies to take us in a direction we want to go for the next generation of small arms,” said Radcliffe, director of the Infantry Center’s Directorate of Combat Developments at Fort Benning, Ga.

“We will have M4s and M16s for years and years and years and years,” he said.“We are buying a bunch of M4s this year ... and we are doing it for all the right reasons, by the way. It’s doing the job we need it to do.”

But many soldiers and military experts say this mind-set is off target now that soldiers are locked in a harsh desert war with no end in sight.

“We are not saying the [M4 and M16 are] bad,” said former Army vice chief of staff retired Gen. Jack Keane. “The issue for me is do our soldiers have the best rifle in their hands.”

Before retiring in late 2003, Keane launched a campaign to modernize individual soldier gear after ground troops fighting in Afghanistan complained that they were ill-equipped for the current battlefield. As part of that campaign, Keane backed another effort to give soldiers a better rifle — the XM8, a spinoff of the OICW — only to see it sink last year in a sea of bureaucratic opposition.

“If we are going to build the best fighters, and put the best tanks on the ground, don’t our soldiers deserve, absolutely hands down, the best technology for a rifle?,” Keane said. “Not good enough, but the best.”

Reliability tested in war zone
Ever since the Army’s adoption of the M16 in the mid-1960s, a love-hate relationship has existed between combat troops and the weapon known as the “black rifle.”

It’s accurate and easy to shoot. Plus, the M16’s light weight and small caliber helped soldiers carry more ammunition than ever before into battle.

The M16, however, has always required constant cleaning to prevent it from jamming. The gas system, while simple in design, blows carbon into the receiver, which can lead to fouling.

The Army has decided to replace most of its M16s with the newer M4 carbine. The Army started buying M4s in the mid-1990s but mainly reserved them for rapid-deployment combat units. Its collapsible stock and shortened barrel make it ideal for soldiers operating in vehicles and tight quarters associated with urban combat.

Experts, however, contend that the M4 in many ways is even less reliable than the M16.

Special Operations Command documented these problems in a 2001 report, “M4A1 5.56mm Carbine and Related Systems Deficiencies and Solutions: Operational and Technical Study with Analysis of Alternatives.”

The M4 suffers from an “obsolete operating system,” according to the report, which recommended “redesign/replacement of current gas system.” It describes the weapon’s shortened barrel and gas tube as a “fundamentally flawed” design and blames it for problems such as “failure to extract” and “failure to eject” during firing. “The current system was never designed for the rigors of SOF use and training regimens — the M4 Carbine is not the gun for all seasons,” the report concluded.

However, Keys, a retired Marine Corps three-star general, said every M4 made at Colt meets the government’s standards.

“It’s quality, quality, everything is quality. If you don’t have the quality, you don’t get the gun,” Keys said.

Before taking the helm at Colt in 1999, Keys spent 35 years in the Marines. He served as a company commander with the 9th Marine Regiment in the Vietnam War and commanded the 2nd Marine Division during the 1991 Persian Gulf War.

“I know what a combat gun has to do in combat because I have been in combat,” he said. “I’m not going to put any out there that doesn’t do the job.”

In the 30 years following the Vietnam War, the Army existed mainly as a peacetime force. The 1991 Gulf War was an armor-dominated fight, lasting only 100 hours. Most soldiers put their rifles to little or no use. But after Sept. 11, 2001, soldiers found themselves fighting protracted shooting wars in the harshest regions on the planet.

M16 rifles and newer M4 carbines no longer were stored in clean arms room racks. They were now a soldier’s constant companion, exposed to the super-fine dust and sand that blow across the desert landscapes of Afghanistan and Iraq. Still, the Army is quick to blame most M16 family malfunctions on soldiers not cleaning weapons properly.

Looking for reliability
The key to the 416’s reliability lies in its gas system. It looks like the M4 carbine on the outside, but on the inside, H&K has replaced Colt’s “gas-tube” system with the short-stroke piston system. This eliminates carbon being blown back into the chamber, which leads to fouling problems, and greatly reduces parts wear created by super-heated gases used to cycle the weapon. The result, experts say, is that the 416 is more reliable, easier to maintain and has a longer parts life than the M4.

“It was a phenomenal gun,” said former Delta member and current H&K consultant Larry Vickers. “In my opinion it has the best gas system on the market for a shoulder-fired autoloading weapon. It’s lightweight, very efficient; it’s clean and has minimal heat transfer.”

Vickers retired as a master sergeant in 2003 after serving 15 of his 20 years on active duty with Delta. He played a major role in the development of the 416 while working as weapons research and development sergeant for Delta.

Vickers has stayed connected with the special operations community as a weapons trainer since his retirement. He remembered that Delta leaders were so happy with the 416 they bought the first 500 to come off the assembly line.

It was in Iraq in no time, but not before H&K and Delta put “a quarter-of-a-million rounds through it,” Vickers said. “It had the right kind of testing — endurance firing to 15,000 rounds with no lubrication. It runs like a sewing machine.”

At Colt’s plant in Connecticut, a government inspector pulls samples from each lot of M4s and performs a 108-point inspection to ensure they meet the Army’s specifications. M4s are also routinely subjected to endurance firing, but only to 6,000 rounds.

it’s the Army that sets the standard, Colt officials say.

“We make to their specs,” said Keys, the Colt CEO. “We are not authorized to make any kind of changes; the Army tells you what changes to make.

“If we have a change that we think would help the gun, we go to the Army Â… which is not an easy process, by the way. We spent 20 years trying to get [an extractor] spring changed. They just said ‘well, this works good enough.’”

Like Colt’s CEO, the head of H&K is a career military man with combat experience.

Meyer, a retired Army major general, said he thinks that the fact that soldiers are fighting with basically the same weapon he used four decades ago as a military police captain in Vietnam shows the Army places a low priority on small arms.

“This will sound parochial but I’m also an ex-soldier and I think it’s very shortsighted that we have a weapon that we are using now for 42 years,” Meyer said.

Meyer concedes H&K has a potential stake in any Army decision to replace its main personal weapon, but said his company’s position is “don’t buy HK, just have a competition Â… and if that 42-year-old weapon beats out all the competition, you will never hear a complaint from HK.”

The Army, however, isn’t interested in the 416 or any other current rifle technology.

“We will hold on trying to replace the small-arms fleet, and we will search for technologies that might give us significantly greater capabilities in Â… the next 10 years or something like that,” Radcliffe said.

Among those greater capabilities is what the Infantry Center refers to as “counter defilade technology,” but right now that only exists in the 18-pound OICW prototype known as the XM29. Fort Benning officials still want this airburst weapon, “not only to be able to shoot the enemy in defilade but to overcome soldier aim error,” said Jim Stone, deputy director of Benning’s Directorate of Combat Developments.

“Soldier aim error is not going to go away Â… you can reduce aim error through training, better optics and shooting techniques. There are a lot of things you can do to reduce aim error, but you will never take it out.”

The major problem with XM29 is that the combined weight of the carbine, airburst launcher and fire-control system was six to eight pounds heavier than the goal of a 10- to 12-pound system.

“So in addition to costing more than we wanted to pay and being bigger and bulkier and not meeting weight, the technology wasn’t there,” said Stone.

One Army general tried to salvage the stagnated program by developing the components of XM29 separately. Ret. Gen. James Moran transformed the XM29’s carbine into the XM8, a new family of small arms intended to replace the M16 family.

After spending three years and $33 million, the Army canceled the program in October 2005 amid mounting opposition in the joint world.

Soldiers weigh in on M4
Fort Benning officials maintain the XM8 wasn’t really needed since soldiers are happy with the M16 and M4, according to “post combat surveys,” in which Army small-arms officials routinely interview soldiers on how their weapons have performed in combat.

Benning officials would not release the survey data, but said the results showed no negative trends in the performance of soldier weapons. Army Times has requested the information through the Freedom of Information Act.

Army Times obtained a copy of Project Manager Soldier Weapons Assessment Team’s July 31, 2003, report, a similar survey that Infantry Center officials participated in along with other members of the Army’s small-arms community.

The executive summary said that M16s and M4s “functioned reliably” in the combat zone as long as “soldiers conducted daily operator maintenance and applied a light coat of lubricant,” the summary stated. The report also stated, “While keeping the weapon clean in this environment was a continuous requirement, it was not considered to be a difficult one.”

The stack of anonymous soldier comments that accompanied the report paints a different picture.

Though there were plenty of positive comments about the M16 and M4, soldiers weren’t shy about criticizing the weapons’ reliability.

A 3rd Infantry Division soldier wrote, “The weapon malfunctions in rough conditions/hard to keep clean.”

Another 3rd ID soldier wrote, “I know it fires very well and accurate [when] clean. But sometimes it needs to fire dirty well too.”

A 25th Infantry Division soldier wrote, “The M4 Weapon in the deserts of Iraq and Afghanistan was quick to malfunction when a little sand got in the weapon. Trying to keep it clean, sand free was impossible while on patrols or firefights. Sometimes we spend more time cleaning the weapon than firing it.”

An 82nd Airborne Division soldier wrote, “The M4 is overall an excellent weapon, however the flaw of its sensitivity to dirt and powder residue needs to be corrected. True to fact, cleaning will help. Daily assigned tasks, and nonregular hours in tactical situations do not always warrant the necessary time required for effective cleaning.”

Elite forces also had similar criticisms of the M4.

A member of the 75th Ranger Regiment wrote, “Even with the dust cover closed and magazine in the well, sand gets all inside; on and around the bolt. It still fires, but after a while the sand works its way all through the gun and jams start.”

Self, the former 75th Ranger Regiment officer who had his weapon jam in Afghanistan, told Army Times that his unit routinely kept its M4s covered in a tent to protect them from dust and sand.

“I think it’s the sand” in Afghanistan, he said. “It’s a big problem.”

Infantry Center officials label these criticisms as purely anecdotal, and argue that there is no statistical data that shows reliability problems with the M16 or the M4.

That’s not exactly accurate, according to the Marines.

The M4 suffered significant reliability problems during Marine Corps testing in late summer 2002. According to briefing documents, Marine officials said the M4 malfunctioned three times more often than the M16A4 during an assessment conducted for Marine Corps Systems Command at Quantico, Va.

Malfunctions were broken down into several categories, including “magazine,” “failure to chamber,” “failure to fire,” “failure to extract” and “worn or broken part,” according to the briefing documents. During the comparison, the M4 failed 186 times across those categories over the course of 69,000 rounds fired. The M16A4 failed 61 times during the testing.

The Army conducted a more recent reliability test between October 2005 and April 2006, which included 10 new M16s and 10 new M4s. Testers fired 35,000 rounds through each weapon in laboratory conditions. On average, the new M16s and M4s fired approximately 5,000 rounds between stoppages, according to an Army official who asked that his name not be released.

By comparison, the 416 fires 10,000 to 15,000 rounds between stoppages in similar test conditions, Vickers said.

U.S. SOCOM would not comment on any aspect of the 416’s performance, Air Force Maj. Ken Hoffman, a spokesman for the command, said.

In addition to Delta, experts say the 416 is also in use by other specialized Army units, including the Asymmetric Warfare Group, as well as the Navy’s elite SEAL Team 6.

Infantry Center officials said it’s much easier for special mission units to find the money for new weapons.

“They can buy 50; we have to buy 50,000,” Stone said. “We are wise to watch them and follow them and see what we can learn from them, but that doesn’t mean that every time that they get a new pair of boots that we need to get a new pair of boots.”

Bang for the buck
Replacing the M16 family right now would cost too much money, Benning officials say.

“The truth is, to change out a fleet takes a tremendous amount of money,” Radcliffe said, referring to the task of outfitting a million soldiers with new weapons.

Experts say it would cost approximately $1 billion to replace the Army’s M16s and M4s with an “off-the-shelf” weapon like the 416.

One of the benefits of the 416’s piston rod design is it saves money on spare parts over time. SOCOM found that it doesn’t blow heat into the receiver as the M16 family’s gas system does. Heat dries out lubricants quickly and inflicts extreme wear on weapon parts.

It’s not as simple as moving to a piston rod gas system, though, said Col. Carl Lipsit, project manager for Soldier Weapons, explaining that the Army would have to hold a competition if it wanted to make such a change.

“You should always look at improving a weapon anytime you can. That said, when you do major changes to the form, fit and function, it may drive you to do a competition,” he said.

The 416 isn’t the only new weapon out there that’s found success with a piston rod design.

Delta’s move to the 416 prompted U.S. SOCOM to raise its standards for small-arms reliability. The command is developing a new group of weapons that will replace all those from the M16 family.

In November 2004, SOCOM awarded a developmental contract to FN Herstal to develop its new Special Operations Combat Assault Rifle.

The SCAR has a short-stroke, gas piston operating system, similar to the M1 carbine from World War II and the Korean War.

H&K officials now describe their decision not to enter the 416 in the SCAR competition as a “strategic mistake,” Meyer said.

If all goes well, that program is scheduled to go into full-rate production late this year, said FN officials, who hope to build up to 20,000 weapons for SOCOM.

Colt, meanwhile, has developed two M4-style prototypes with the piston rod design.

“Does it shoot better? I don’t know if it shoots better; it has different characteristics than the [M16 family’s] design,” Keys said. “For some reason, some of the military think that is the way to go. We could do either one Â… We want to be ready for any requirement that comes down the road. We will do whatever it takes to satisfy the customer.”

To Keane, holding a competition is the only way for the Army to make sure soldiers still have the best weapons available.

“The fact of the matter is that technology changes every 10 or 15 years and we should be changing with it,” he said. “And that has not been our case. We have been sitting on this thing for far too long.”

Perhaps the most well-known incident of M16s failing in battle involves the 507th Maintenance Company in 2003 during the opening days of the ground invasion of Iraq.

Enemy forces ambushed 507th soldiers outside Nasiriyah, killing 11 and capturing six, when the unit became separated from a supply convoy.

Several of the 507th soldiers later complained that their M16s, and other weapons, failed them during the March 23 ambush.

The Army responded by revamping Basic Training to make sure soldiers knew how to better maintain their weapons and perform malfunction drills.

What’s not so well known is how then-Pfc. Patrick Miller earned a Silver Star for keeping his M16 from jamming long enough to take out an enemy mortar position.

“We were taking fire from everywhere,” Sgt. Miller recalled in a recent Army Times interview.

Enemy fire had knocked out his five-ton truck, forcing him to fight on foot.

He dove for cover behind a dirt berm and spotted an Iraqi soldier manning a mortar position across the road.

“It looked like he was trying to drop the shell in the tube. That is when I fired the first shot and the guy went down.”

When he pulled the trigger again, nothing happened.

“After the first shot, the round ejected. When the next round went to go in, it froze up,” he said. “It didn’t feed all the way into the chamber.”

Miller pounded on the forward assist, a tiny plunger on the M16’s receiver designed to manually push the weapon’s bolt into the chamber.

He fired his rifle once more, and it jammed again. Miller tried the immediate action drill he learned in Basic Combat Training — he slapped the bottom of the magazine to reseat it, pulled the charging handle back to look into the chamber. When he released, the bolt wouldn’t chamber the next round.

Changing magazines didn’t work either.

“After the third magazine I decided it took longer to change mags than to beat on the forward assist,” he said.

That worked, but his weapon would only fire a single shot and jam again.

“I was beating that thing with the palm of my hand four or five times for each round,” he recalled.

Miller managed to fire about eight times using this frantic sequence under enemy fire.

It was a valiant, but futile, effort. His fellow soldiers were trying to fight, but their weapons failed them as well.

Miller turned around and shot at a target behind him.

“When I turned there were about 40 Iraqis that had moved up on the road” approaching his position, he said. “At that time there was not much else I could have done.”

Miller put down his rifle and surrendered.

(http://www.navytimes.com/xml/news/2007/02/atCarbine070219forafmcnt/070221HK416_story1_287.jpg)

(http://www.navytimes.com/xml/news/2007/02/atCarbine070219forafmcnt/070221HK416_story2_287.jpg)
Citar
The Heckler and Koch 416 in three variations of barrel length, from bottom, 14.5 inch, 20 inch, 10 inch.

(http://www.navytimes.com/xml/news/2007/02/atCarbine070219forafmcnt/070221HK416_story3_287.jpg)
 
Citar
The Keckler and Koch 416 14.5 inch version field stripped

Fonte (http://http)

(http://i99.photobucket.com/albums/l314/Macs3000/416mauch-vickers.jpg)
Citar
Ernst Mauch, left and Larry Vickers, the fathers of the HK 416 system with two early prototypes. Yuma-September, 2003.


Mais info e fotos sobre a arma aqui  :arrow:  http://www.hkpro.com/hk416.htm (http://www.hkpro.com/hk416.htm)


Luso, veja a animação flash e o vídeo no artigo da Navy Times
Título:
Enviado por: Mar Verde em Março 05, 2007, 08:41:56 pm
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As novas armas ligeiras

por José Luís Tavares de Andrade*

“...Portugal nunca foi lesto em madrugar para as proveitosas invenções e descobrimentos na ciência militar....”

(História Política e Militar de Portugal, Gen. Latino Coelho)

............


  1. A espingarda de assalto

De acordo com os especialistas, a moderna espingarda dita de assalto terá surgido, na Alemanha, como tentativa de resposta às dificuldades que a sua Wehrmacht estava a enfrentar nas estepes russas. Infindáveis hordas de soldados russos, mal treinados e enquadrados mas animados de um fortíssimo espírito de luta, combatiam as tropas alemãs e os seus aliados que se encontravam em situação de inferioridade numérica. Avançando protegidos pela blindagem dos seus versáteis tanques e armados com pistolas metralhadoras, robustas mas pouco sofisticadas, iam, paulatinamente, subjugando os alemães com fogo maciço de rajadas automáticas, a curtas distâncias, em vagas sucessivas de assaltos suicidas.

Embora a forma de assalto rápido e incisivo não constituísse surpresa para os alemães já que, afinal de contas, tinham sido os melhores executantes da BlitzKrieg, este tipo de ataque com contínuas ondas humanas, equipadas com fogo automático, apanhou-os desprevenidos.

Como quase todos os países com know-how tecnológico para o poderem fazer, os alemães estavam então empenhados no desenvolvimento de uma arma ligeira comparável à Garand M-1 americana ou à Tokarev soviética de 1940 para substituir a Mauser regulamentar. No entanto, face às dificuldades com que se deparavam nas planícies russas e ucranianas, decidiram desistir da ideia e concentrar todos os esforços no projecto de uma arma que reunisse as seguintes características: disparasse em modo automático ou semi-automático; utilizasse um carregador de munições destacável e de capacidade média e usasse um cartucho menor que o da Mauser mas com potência suficiente para abater um soldado soviético para além do limite de eficácia da sua PPsh-41, com que normalmente estava equipado. Estas especificações resultavam essencialmente da constatação de que o soldado médio, debaixo do stress e do fogo de combate, jamais conseguiria usar todo o potencial de longo alcance da munição regular.

Com as idiossincráticas rapidez e eficiência alemãs, a Waffenamt (organismo responsável pelo armamento) criou a Sturmgewehr ou arma de assalto. O protótipo inicial a MKb-42 disparava uma munição de calibre 7,92x33 mm - o 8 mm Kurz. Havendo necessidade de tirar partido do grande número de maquinaria existente para o calibre 7,92, a nova munição mantinha-o mas reduzia os 57 mm da Mauser para 33.

A primeira arma a registar grande produção foi a MP-44 e o 8 mm Kurz faria a sua estreia operacional no teatro de guerra da frente leste. Havia sido criada uma nova categoria de armas ligeiras - a espingarda de assalto que passaria a equipar todos os soldados de infantaria, subsituindo gradualmente a espingarda de repetição.

  2.  Armamento base

Se a guerra de trincheiras favorecia a utilização de espingardas de longo alcance, sem grandes preocupações de peso, dimensão ou cadência de tiro, o maior dinamismo operacional dos conflitos subsequentes obrigou ao reequipamento das tropas com base nos requisitos anteriormente indicados.

Contudo, a eficácia real do conceito da Sturmgewehr (os russos afinal passaram mesmo!) enquanto arma de equipamento básico generalizado, foi sempre posta em causa. A impossibilidade de apontar com precisão quer pelo mínimo tempo de reacção exigido quer pelo constrangimento psicológico de tensão ou descompressão durante o combate, torna limitada, na prática, a sua eficácia.

Tem-se vindo a chegar à conclusão de que, à semelhança do que acontece com outros sistemas de armas balísticos, também as armas ligeiras que equipam as unidades tácticas básicas, deveriam tender para a especialização e diversidade de acordo com o raio de acção e poder de fogo desejados.

Nomeadamente nas unidades de elite, foram surgindo equipamentos especificamente adequados aos tipos de conflitos, missões e teatros. Foram disponibilizadas, por exemplo, novas armas de longo alcance e alta precisão, dispondo de sofisticados aparelhos de pontaria e VCB em condições diurnas e nocturnas que equipam atiradores especiais (snipers) possuidores de qualidades inatas apropriadas, consolidadas com intensivas e dispendiosas acções de treino e formação. Aqui, a tónica é a qualidade e obviamente o elevado custo da arma.

No que diz respeito à arma automática que equipa o combatente indiferenciado, seria desejável que apresentasse uma boa eficiência, pelo menos até aos 300-400 metros, e que fosse leve e ergonómica. Por algumas das razões anteriormente apontadas quanto à real eficácia da arma de assalto, seria desejável que a munição a disparar por esta arma fosse, não uma bala convencional mas sim um projéctil de elevado poder dispersante (como o de uma caçadeira). Alguns desenvolvimentos do programa ACR (Advanced Combat Rifle) americano apontaram para isso; com efeito quer a bala Duplex quer as flechettes múltiplas são uma tentativa nessa direcção. A tónica, nestas armas, é a quantidade e, logicamente, o baixo custo de produção.

   3. Os calibres


Também no que diz respeito aos calibres se tem evoluído de acordo com as especificações acima descritas. A diminuição da fasquia do alcance útil, conjugada com a necessidade de melhoria da portabilidade, veio permitir a adopção gradual de calibres mais baixos - primeiro o 7,62 mm e ultimamente o 5,56 mm.

Havendo várias munições deste último calibre adaptadas para diversos estriamentos e câmaras, estabeleceu-se como standard, no seio da OTAN, o projéctil belga SS109, manifestamente superior ao americano M193.

(http://www.alamedadigital.com.pt/n5/imagens/f_armas1.gif)

Apesar de não ter um impacto (função da energia cinética e do formato aerodinâmico) comparável ao do calibre 7,62 - o SS109 tem até aos 450 metros um comportamento ainda mais tenso e suficientemente letal (v.g. gráfico). No entanto, a arma, tal como a munição, pesa geralmente menos de metade da correspondente 7,62 mm.

(http://www.alamedadigital.com.pt/n5/imagens/f_armas_hk_g11.gif)

Muitos estudos continuam a ser feitos no capítulo das munições, procurando conseguir armas ainda mais ligeiras e eficazes. A G-11, desenvolvida pela alemã Heckler & Koch, autora da G-3 e da HK-21, pretendia ser uma arma do futuro tendo por base uma nova tecnologia de  munição em que a cápsula do explosivo propulsor não existe e a bala apresenta um peso cerca de metade da do calibre 5,56 mm. É quase um regresso ao passado quando as balas eram carregadas pela boca.. Apesar das grandes vantagens que este tipo de munição apresenta, o seu desenvolvimento tem sido muito lento devido às dificuldades em conseguir um bom isolante que proteja a pólvora propulsora da humidade sem deixar resíduos na arma bem assim como ao facto de se verificar, com demasiada frequência, a ignição não controlada da munição apresentada na câmara por efeitos das altas temperaturas aí registadas (cook-off). Contudo, os custos e de, certa forma, as inconsequências imediatas desse projecto estiveram certamente na origem da iminente falência da Heckler & Koch que culminou na sua venda à Royal Ordnance inglesa.

Importa notar que o tipo de conflitos que nos últimos anos tem caracterizado o panorama político internacional, trará certamente um abrandamento, por agora, nas despesas com armas individuais de ataque por parte dos principais países responsáveis pelo R&D neste sector; a prioridade é agora a intelligence e os equipamentos de prevenção, detecção e apreensão. O calibre 5,56 mm manter-se-á seguramente como standard por longos anos.

Também a uniformização dos calibres nas diversas famílias de armas ligeiras constitui um problema que não é dispiciendo. Com funções de cobertura e suporte, existem as metralhadoras ligeiras, de apoio de secção, caracterizadas por grande cadência e volume de tiro. No nível mais baixo do espectro do armamento ligeiro, a arma de defesa pessoal (vulgarmente uma pistola), tem registado algumas evoluções, tendo-se dado ultimamente grandes passos no sentido de se conseguir uma arma pequena, com bastantes munições e elevada cadência de tiro e à qual, atendendo à natureza da sua missão, baste ser eficaz a curtas distâncias. No entanto, a questão da munição tem sido secundarizada, pelo que, por enquanto, se continua a manter o calibre 9 mm como o mais divulgado. De qualquer forma, razões de natureza logística, tornam incontornável que, independentemente do tipo e natureza de arma, se procure usar a mesma munição. Não é, contudo, evidente que a arma de apoio (metralhadora ligeira) e a espingarda automática tenham de fazer parte da mesma família. Algumas razões de logística de produção (algumas peças seriam comuns) podem justificar essa exigência mas, na realidade, essa orientação não foi adoptada pela maioria dos países da OTAN. Po exemplo, no grande mercado que são as Forças Armadas do E.U.A. coexistem a Colt M16 e a FN-Minimi.

   4.  As questões operacionais


Na escolha da arma há que ter em atenção os prementes requisitos da ergonomia e da portabilidade à medida que as forças militares se procuram ajustar cada vez mais aos modernos conceitos de intervenção rápida. O crescente uso de APC (Armored Personal Carriers) em unidades mecanizadas e o reduzido espaço interior que lhes está associado implicam que as novas armas ligeiras devam ser curtas, leves e compactas. A resposta a este requisito é dada pelo formato bullpup, geralmente aceite como a terceira geração das espingardas automáticas (v.g. ilustrações seguintes).

(http://www.alamedadigital.com.pt/n5/imagens/f_armassteyer_aug.gif)

(http://www.alamedadigital.com.pt/n5/imagens/f_armas_fa_mas.gif)

(http://www.alamedadigital.com.pt/n5/imagens/f_armassa_80.gif)

(http://www.alamedadigital.com.pt/n5/imagens/f_armas_svu.gif)

(http://www.alamedadigital.com.pt/n5/imagens/f_armasvektor.gif)

(http://www.alamedadigital.com.pt/n5/imagens/f_armas_t86.gif)

(http://www.alamedadigital.com.pt/n5/imagens/f_armassteyer_acr.gif)

(http://www.alamedadigital.com.pt/n5/imagens/f_armassar_21.gif)

(http://www.alamedadigital.com.pt/n5/imagens/f_armasfn_f2000.gif)

(http://www.alamedadigital.com.pt/n5/imagens/f_armas_tavor.gif)

Talvez por não serem muito fotogénicas em paradas e desfiles, as Forças Armadas portuguesas pouca importância têm dado a esta questão. Aliás, o próprio calibre generalizado continua a ser o 7,62, tendo sempre o programa da nova arma ligeira ficado relegado para as calendas gregas. As preferências tem sido dadas a brinquedos de mais vulto como os chaços dos M-60 ou os prestigiantes submarinos (prioritários, evidentemente, para os teatros de operações em que as NF se movimentam). No meio da indecisão e da indefinição, grassam os negócios avulso quase se chegando ao ponto de cada destacamento se equipar com a arma que mais lhe agrada. Os paraquedistas deram o mote adquirindo, há já alguns anos, a Galil. E, com a crescente falta de recursos, qualquer dia recorrem ao leasing ou aos penhores para as adquirir.

Afinal, parece que a supracitada afirmação do Latino Coelho permanece válida.

__________________________

* Auditor de Defesa Nacional e antigo Adjunto para as questões tecnológicas do Secretário de Estado da Defesa (1987-1992)

http://www.alamedadigital.com.pt/n5/armas_ligeiras.php (http://www.alamedadigital.com.pt/n5/armas_ligeiras.php)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Março 05, 2007, 09:16:54 pm
Para quando o acordão do STA sobre o recurso interposto (http://http) pelo Governo?
Será que foi interposto?
Ou será que é como o concurso das armas para a policia (PSP e GNR), é noticia a intenção de abrir o concurso, é noticia a abertura do concurso mas não é noticia o cancelamento do mesmo :?:
Título:
Enviado por: Mar Verde em Março 06, 2007, 06:35:33 pm
apesar do upgrade da AG3 (G3 Norueguesa) a Noruega vai adquirir novas armas

http://www.mil.no/haren/start/article.j ... eID=135736 (http://www.mil.no/haren/start/article.jhtml?articleID=135736)

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New weapons for the Army

For the Army, its important that the personnel have the best equipment the market can offer. That means the Army needs to be equipped with new smallarms - based on 5.56mm ammunition, according to new trials.

Last year, the Army decided to rely upon upgraded AG-3 7.62mm as the primary smallarm for the Army of the future. Now the Army´s leader-group is correcting that course.

Changing advice:
-The decision to invest in upgraded AG-3s was made founded on tests showing long-range accuracy and penetration was better than with competing weapons then available. These arguments we meant justified the high weight the AG-3 with ammunition, compared to weapons in caliber 5.56,the General-Inspector of the Army, Robert Mood says.

He is also the one now deciding the Army is to change the investmentproject for new smallarms.

- For us it is very important not to reduce the attention to science and the development of the equipment our troops have available, Mood assures.
He tells that the Army´s transformation- and doctrinecommand (Tradok), together with the Defence institute of science and the Defence logistics- organization has continued the testing of several weapons and ammunitions.
-We now have a better picture of the weapons compared to each other, the General-Inspector means.

Better seen in total
Tradok now has presented an report, which points in the direction that an investment in lighter weapons and ammunition is desirable. The new tests have given the Army a new base of facts. Amongst others, this regards longrange accuracy. Even though 7.62 is less affected by side-wind, it appears that the precision of new weapons in 5.56 is better. The reasons for this is a flatter trajectory, and that the bullet arrives faster out to 600m.
However, it is beyond any doubt of reason that 7.62 deposits more energy if it stops in the target, something doing greater damage when the projectile penetrates. It is still important to state that both calibers will incapacitate the enemy.

Relieving
The new tests proves that the advantages of the AG-3 which was the reason for upgrading it, is not decisive when new weapons and ammunitions have been tested.
The weight-factor has literally gained new weight. The combined weight of a soldier in combat-gear will be reduced by 3.5kgs with 5.56 in stead of 7.62, whereof 1.7kgs of the difference is made by the weapon, and 1.8kgs by the ammunition.

-For those of us having carried the AG-3 and combatload in the heat of Afghanistan, I believe the decision to reduce the weight is welcome. The most important is that we still retain, and in some cases improve the combat-ability of every soldier, Mood assures.

In the meanwhile
The procurement of the new weapons will come as an extension of the upgrading of the AG-3. The Army has a critical need of better smallarms-capacity as soon as possible. There is a requirement for such an amount that the organization can train with the same equipment they operate with.
Thats why the delivery of upgraded the AG-3s will be useful, and represent a decisive improvement in capacity while waiting for the new 5.56-weapons. The AG-3s will arrive in the spring. The first step towards the 5.56-weapons will be that the Army will request the DoD to allow procuring the weapons.
- I would prefer that the weapons were employed as soon as possible, preferrably within a couple years.Formerly, we have good examples of being able to procure equipment in a relatively short window of time if we join forces. We are now discussing with the DoD and the logistics-organization to work out how fast we can get moving, Robert Mood says.

Noruegueses no Afeganistão

(http://k53.pbase.com/g4/76/574376/2/65267120.OX7TKnll.jpg)

(http://k41.pbase.com/g4/76/574376/2/65266926.8AwTTyW2.jpg)

+ Fotos: http://www.pbase.com/marsuitor/afgh2006&page=all (http://www.pbase.com/marsuitor/afgh2006&page=all)


estão a considerar a HK G36 bem como a HK 416, entre outras

HK 416
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/6/66/HK416_D145RS.jpg)




não está a concurso na Noruega, mas fica o registo de uma "nova" arma


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Magpul Masada
From Wikipedia, the free encyclopedia

Masada Adaptive Combat Weapon System

(http://demigod.org/~zak/DigiCam/Magpul-Masada/small/D100_8657_img.jpg)
Magpul Masada, 5.56mm, 14.5-inch barrel

(http://demigod.org/~zak/DigiCam/Magpul-Masada/small/D100_8699_img.jpg)

The Masada Adaptive Combat Weapon System is an assault rifle platform designed by Magpul Industries of Erie, Colorado. The rifle was initially developed over a period of four months, completely independent of government funding. Prototypes were displayed at the 2007 SHOT Show in Orlando, Florida. The platform is still currently under development and is tentatively scheduled for release in the first quarter of 2008.

The Masada represents an amalgamation of several recent rifle designs, incorporating what is considered by its designers to be the best features of each in a single, lightweight, modular assault rifle platform. Design features from the Armalite AR-18 (gas system), the FN SCAR (upper receiver, stock, charging handle location), the Heckler & Koch G36/XM8 (liberal use of polymer components), the Heckler & Koch G3 (trigger pack), and the M16 (barrel, fire control group including trigger) are clearly prevalent. The rifle also includes several features developed by Magpul, such as a quick-change barrel/trunnion system, adjustable gas regulator, non-reciprocating charging handle, integral flip-up front sight, and storage compartments located in the stock and grip.
Título: Melhor arma para subtituir a G3, Mg3, Uzi, P38 ???
Enviado por: bryanferreira em Março 10, 2007, 02:51:45 pm
Entrei a pouco tempo para o forum mas este era um dos temas que mais me estava a inquetar!!
Vou deixar aqui a minha opiniao e espero q os membros mais frequentadores e os outros tambem deem algum tipo de opinao.
Pra mim as melhores armas que poderam substituir todos os sistemas oficiais que hoje usamos, e sim, nao e so a G3 que precisa ser substituida, sao todas, inclusive a Galil que e muito boa mas completamente desatualizada, seram as armas que conseguirmos fabricar ca em Portugal. Estamos a falar de uma centena e tal de milhares de armas, centenas de novos trabalhos criados, desenvolvimento da Industria e tecnologia e principalmente a Oportunidade de exportacoes.
Acho que nao devemos so pensar nas melhores armas mas principalmente nos melhores calibres. Estamos numa altura em que se formos pensar em substituir por 5,56mm se calhar ja vamos atrasados porque ja ha inumeros paises a criarem municoes com melhor stoping power que este. A questao e usar as plataformas existentes e tentar que estas se adaptem a um novo calibre a adoptar.
Toda a gente sabe que o 7,62X51mm e um espectaculo mas e pesado demais, portanto so mesmo para as metrelhadoras e snipers. O 5,56x45mm e optimo, leve, preciso, perfurante, pouco recuo, facil de treinar o soldado comum, mas falta stoping power. Como nao podemos ter umas forcas armadas com demasiados calibres temos de encontrar um standard para as armas de assalto.
O mesmo serve para as pistolas metrelhadoras e pistolas (se bem que aqui a discussao sera menor, visto que o 9mm nao e assim tao inferior ao .40S&W). Mas isso fica pra outra vez.
Portanto o que e importante e encontrar uma arma que possa ser adpatada facilmente a um novo calibre que mais tarde ou mais cedo a NATO ira adoptar.
Vejo muita gente a falar da G36 e e uma optima arma. Adoro o tiro, nao e cara, leva tudo o que lhe queiramos por, tem um sistema de gases optimo, pode levar carregadores de M16 apenas com 1 pequena alteracao mas ainda nao a fizeram com os sistemas modulares que hoje vemos.
Enquanto que por exemplo a FN SCAR leva 3 canos diferentes, uma serie de apetrechos apenas com pequenas alteracoes, os carregadores da M16 ou da G3 ou da FN ou ainda da AK47, 3 calibres diferentes (5,56x45mm;7,62x51mm e 7,62x39mm) e provavelmente qq outro que a FN queira. Pode ser uma arma feia, o que quiserem mas o que e certo e e versatil.
Dai achar que isto tem de ser muito bem pensado. Arranjem e maneira de produzirmos ca tudo e ainda vendemos la pra fora. E aproveitem e fabriquem municoes com fartura tambem que toda a gente precisa disso.
Acho que temos de mudar rapidamente, nao podemos ter os Comandos com uma Sig Chilena que e uma merda, os Paras com Galil pesadissimas e sem termos nada para as "Kitar", os coitados dos Fuzos (que deviam ser a melhor Forca Especial Portuguesa, mereciamos isso em termos historicos) com G3, O CIOE com G3 tambem ( coitados, 15 dias no mato com 5 carregadores de G3 em vez de 15 de M16). Ja pra nao falar do resto do exercito, mas isso ate pode esperar que nao fazemos intencao de entrar em guerras de grande escala ( a partir do momento que as fabricassemos tambem ja estamos mais a vontade nisso).
Assim acho que a proxima arma tem de ser versatil, leve,resistente fiavel, bom calibre, boa cadencia, certeira, capaz de levar todo o tipo de equipamento (miras, lanternas, lanca granadas, IR, etc), com carregadores iguais aos dos nossos aliados e fabricada em Portugal
E para a escolher acho q, sem duvida, um concurso Publico Honesto sera a melhor opccao, espero e que os avaliadores estejam a altura...
Eu na minha humilde opiniao acho q o sistema M16 e o sistema mais tactico que existe, dai q a SCAR o copie um pouco. Ja ha melhorias enormes no sistema de gazes (operacoes especiais Americanas estao a usar uma versao feita pela HK muito muito fiavel), ja ha versoes com calibres diferentes ( algumas ate aceitam carregadores de AK47) e e uma arma que toda a gente sabe mexer nela que ha n pecas pra ela. Se formos a ver e a arma mais facil de fazer um reloading, e precisa, boa cadencia, leva tudo e mais alguma coisa, todas as qualidades que referi, so lhe faltava o calibre, que agora ja inventaram.
Vou esperar pra ver. SO espero ficar mais orgulhoso ainda do nosso valente exercito.
Título: Re: Melhor arma para subtituir a G3, Mg3, Uzi, P38 ???
Enviado por: hellraiser em Março 10, 2007, 05:08:23 pm
Citação de: "bryanferreira"
Entrei a pouco tempo para o forum mas este era um dos temas que mais me estava a inquetar!!
Vou deixar aqui a minha opiniao e espero q os membros mais frequentadores e os outros tambem deem algum tipo de opinao.
Pra mim as melhores armas que poderam substituir todos os sistemas oficiais que hoje usamos, e sim, nao e so a G3 que precisa ser substituida, sao todas, inclusive a Galil que e muito boa mas completamente desatualizada, seram as armas que conseguirmos fabricar ca em Portugal. Estamos a falar de uma centena e tal de milhares de armas, centenas de novos trabalhos criados, desenvolvimento da Industria e tecnologia e principalmente a Oportunidade de exportacoes.
Acho que nao devemos so pensar nas melhores armas mas principalmente nos melhores calibres. Estamos numa altura em que se formos pensar em substituir por 5,56mm se calhar ja vamos atrasados porque ja ha inumeros paises a criarem municoes com melhor stoping power que este. A questao e usar as plataformas existentes e tentar que estas se adaptem a um novo calibre a adoptar.
Toda a gente sabe que o 7,62X51mm e um espectaculo mas e pesado demais, portanto so mesmo para as metrelhadoras e snipers. O 5,56x45mm e optimo, leve, preciso, perfurante, pouco recuo, facil de treinar o soldado comum, mas falta stoping power. Como nao podemos ter umas forcas armadas com demasiados calibres temos de encontrar um standard para as armas de assalto.
O mesmo serve para as pistolas metrelhadoras e pistolas (se bem que aqui a discussao sera menor, visto que o 9mm nao e assim tao inferior ao .40S&W). Mas isso fica pra outra vez.
Portanto o que e importante e encontrar uma arma que possa ser adpatada facilmente a um novo calibre que mais tarde ou mais cedo a NATO ira adoptar.
Vejo muita gente a falar da G36 e e uma optima arma. Adoro o tiro, nao e cara, leva tudo o que lhe queiramos por, tem um sistema de gases optimo, pode levar carregadores de M16 apenas com 1 pequena alteracao mas ainda nao a fizeram com os sistemas modulares que hoje vemos.
Enquanto que por exemplo a FN SCAR leva 3 canos diferentes, uma serie de apetrechos apenas com pequenas alteracoes, os carregadores da M16 ou da G3 ou da FN ou ainda da AK47, 3 calibres diferentes (5,56x45mm;7,62x51mm e 7,62x39mm) e provavelmente qq outro que a FN queira. Pode ser uma arma feia, o que quiserem mas o que e certo e e versatil.
Dai achar que isto tem de ser muito bem pensado. Arranjem e maneira de produzirmos ca tudo e ainda vendemos la pra fora. E aproveitem e fabriquem municoes com fartura tambem que toda a gente precisa disso.
Acho que temos de mudar rapidamente, nao podemos ter os Comandos com uma Sig Chilena que e uma merda, os Paras com Galil pesadissimas e sem termos nada para as "Kitar", os coitados dos Fuzos (que deviam ser a melhor Forca Especial Portuguesa, mereciamos isso em termos historicos) com G3, O CIOE com G3 tambem ( coitados, 15 dias no mato com 5 carregadores de G3 em vez de 15 de M16). Ja pra nao falar do resto do exercito, mas isso ate pode esperar que nao fazemos intencao de entrar em guerras de grande escala ( a partir do momento que as fabricassemos tambem ja estamos mais a vontade nisso).
Assim acho que a proxima arma tem de ser versatil, leve,resistente fiavel, bom calibre, boa cadencia, certeira, capaz de levar todo o tipo de equipamento (miras, lanternas, lanca granadas, IR, etc), com carregadores iguais aos dos nossos aliados e fabricada em Portugal
E para a escolher acho q, sem duvida, um concurso Publico Honesto sera a melhor opccao, espero e que os avaliadores estejam a altura...
Eu na minha humilde opiniao acho q o sistema M16 e o sistema mais tactico que existe, dai q a SCAR o copie um pouco. Ja ha melhorias enormes no sistema de gazes (operacoes especiais Americanas estao a usar uma versao feita pela HK muito muito fiavel), ja ha versoes com calibres diferentes ( algumas ate aceitam carregadores de AK47) e e uma arma que toda a gente sabe mexer nela que ha n pecas pra ela. Se formos a ver e a arma mais facil de fazer um reloading, e precisa, boa cadencia, leva tudo e mais alguma coisa, todas as qualidades que referi, so lhe faltava o calibre, que agora ja inventaram.
Vou esperar pra ver. SO espero ficar mais orgulhoso ainda do nosso valente exercito.


O Calibre 7.62 é melhor que o 5.56 em tudo, transmite mais energia, continua a ser mortífero mesmo a grandes distancias, quando testado em em gel desenvolve trajectórias muito mais irregulares que o 5.56 causando mais danos.

A Galil não é pesadissima, muito pelo contrario, a versão 5.56 e bastante leve e fiável.

Porque devem os fuzileiros ser a melhor força especial?! O que é isso de melhores forças especiais?! Já agora vamos medir pilas, a ver quem ganha. Cada força tem a sua doutrina, missão e forma de treino que varia consoante essas variáveis. Os comandos são uma força de elevado poder de choque para missões em zonas urbanas e mato, à semelhança dos RANGERS americanos ou Legião Estrangeira francesa, Os fuzileiros seguem um pouco a mesma filosofia mas são preparados especialmente para a missões em ambientes anfíbios e costeiros, seguem a mesma doutrina dos Royal Marines britânicos, os OE's são infantaria ligeira de Operações Especiais, à semelhança das Special Forces americanas inclusive do SFD Delta, aptos para missões mais criticas e discretas em todo o tipo de ambientes. Agora não vamos pegar num paraquedista e mandalo ir fazer a pista de lodo e esperar que à primeira tentativa sequer tenha um rendimento parecido com os fuzos, nem pegamos num fuzileiro e mandamos-o saltar de um avião, sem qualquer treino prévio... cada macaco no seu galho, dai que existam várias forças especiais se não seria muito mais fácil criar apenas uma super força especial, e poupava-se centenas em logísticas etc...

A g36 é bastante precisa em modo semi-auto, no entanto no modo totalmente automático torna-se algo pouco precisa devido a alta cadencia de tiro aliada ao seu peso reduzido, causarem algumas oscilações.

Os comandos utilizam uma SIG (suiça) feita em Portugal.
O CTOE, tem a sua disposição uma variedade de armas desde G-36 a car-15, G3, SIG, AK's etc, devido a sua missão que requer equipamento sofisticado bem como flexibilidade no armamento. A estes (CTOE) o que não falta é equipamento.

Andar 15 dias no mato com carregadores de G3?! Qual é o problema? já houve quem tenham andado mais tempo e com mais equipamento e nunca se queixaram... Isto não é os escuteiros...

O que entende por tactico? tactico e m16 na mesma frase não faz qualquer sentido a não ser que a palavra descalabro, ou falhanço venham lá no meio. Chamar de tactico a um sistema que encrava 1 vez em cada 3 carregadores, um sistema que o próprio Eugene Stoner admite que foi criado à pressa e com diversas falhas...

A SCAR copia a M16?! Não vejo onde... a SCAR foi desenvolvida do 0 e não é baseada em nehuma arma existente, alem de uma ou outra semelhança puramente visual com a G36, e um sistema de operação que lembra a FN-MINIMI / M249. O sucesso da hk416 e 417 junto das forças especiais americanas deve-se apenas à arama em questão poder partilhar com as existentes M16, M4 etc grande parte de peças carregadores etc, e melhorar de forma drástica o sistema AR15. Tanto a G36, como a G3, Galil, stgw90, etc, podem ser facilmente apetrechadas, veja-mos o exemplo das g3 suecas ou norueguesas. A maioria dos sistemas que refere são genéricos e podem ser adaptados e muitas armas de ak's a m16, logo isso não é um problema.

Uma arma de assalto não deve ter uma cadencia de tiro muito elevada, para isso servem os elemento que tem de carregar com a MG3, senão não faria qualquer sentido carregar com 12kg de arma. Um arma de assalto deve sem qualquer duvida, ser certeira, fiável, mesmo quando a manutenção não é a melhor, e a cadencia de tiro deve ser moderada senão numa qualquer situação arriscam-se a gastar um carregador inteiro em 12 segundos e nem sequer um munição acertar no alvo. Dai que tanto g3 com sig e gal não têm uma cadencia de tiro nada de exagerado. Já a G36 não vai por este caminho.

Referiu também que os carregadores devem ser semelhantes aos dos nossos aliados, não posso discordar mais. Os americanos so ainda usam o STANAG porque já o utilizam ha mais de 30 anos e serial um custo brutal trocar todos, mudar dos da g3 para outro diferente, já que o $$ terá que ser gasto, mudem para um carregador realmente inovador, em fibra transparente que permita ver a munições e sem sofrer as mesmas dilatações que o metal sofre. Importante é utilizar um munição standard logo fácil de obter como a 7.62 ou a 5.56.

Há varias possibilidades, pessoalmente penso que por ordem deviam ser consideradas estas soluções 5.56/7.62, 7.62 apenas, 5.56 apenas, e apontando um exemplo de uma arma de cada grupo, podemos dar SCAR, G3 modernizada, STGW90.
Título: Re: Melhor arma para subtituir a G3, Mg3, Uzi, P38 ???
Enviado por: Get_It em Março 10, 2007, 05:44:03 pm
Citação de: "bryanferreira"
Enquanto que por exemplo a FN SCAR leva 3 canos diferentes, uma serie de apetrechos apenas com pequenas alteracoes, os carregadores da M16 ou da G3 ou da FN ou ainda da AK47, 3 calibres diferentes (5,56x45mm;7,62x51mm e 7,62x39mm) e provavelmente qq outro que a FN queira. Pode ser uma arma feia, o que quiserem mas o que e certo e e versatil.
(...)
Eu na minha humilde opinião acho q o sistema M16 e o sistema mais táctico que existe, dai que a SCAR o copie um pouco.


Bryan Ferreira, aconselho-o a ler este artigo sobre a M16, SCAR e HK416:  :arrow: U.S. Army Has a Better Rifle, But Not for All (http://http). Que aliás, tinha colocado (http://http) aqui há já algum tempo.

É um artigo bom para ficar com mais algumas ideias sobre o que se passa nos EUA.

Eu cá sou um fã e tenho um grande gosto pela IMI Tavor, embora também não tenha grandes conhecimentos sobre armas. Mas ao mesmo tempo, pelo o que tenho lido e visto, também sou um grande defensor do calibre 7.62 mm, e também começo a ter algum gosto pela HK416, que parece ser uma boa arma. Melhor que a SCAR para o que queremos.

Agora, é muito bom encontrar uma solução tendo em vista isto. Podia-se tentar criar cá em Portugal uma fábrica para a produção duma IMI Tavor  para calibre 7.62, ou, para a produção duma HK416 para 7.62.
Mas acredito que com ao adoptar um sistema bullpup estaria-se a dar um salto maior na modernização das nossas Forças Armadas, mas pelo outro, também há que ter em consideração os prós e contras que os outros colegas já mencionaram aqui.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 10, 2007, 05:53:56 pm
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Acho que temos de mudar rapidamente, nao podemos ter os Comandos com uma Sig Chilena que e uma merda, os Paras com Galil pesadissimas e sem termos nada para as "Kitar", os coitados dos Fuzos (que deviam ser a melhor Forca Especial Portuguesa, mereciamos isso em termos historicos) com G3, O CIOE com G3 tambem ( coitados, 15 dias no mato com 5 carregadores de G3 em vez de 15 de M16). Ja pra nao falar do resto do exercito, mas isso ate pode esperar que nao fazemos intencao de entrar em guerras de grande escala ( a partir do momento que as fabricassemos tambem ja estamos mais a vontade nisso).


Os Comandos não gostaram da Sig e neste momento andam com a G-3, já os Rangers usam-nas. Já ouvi muitas pessoas a dizerem mal dessa espingrada-automática, mas eu pessoalmente não tenho qualquer experiência com ela.
A Galil é mais pequena e leve que a G-3 e não fica atrás da M-16 em nada (exceptuando o facto de não ter todas aquelas tretas que os Americanos metem nas suas M-4/16).


O SCAR é da FN, por isso não tem nada a haver com a M-16.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 10, 2007, 06:01:28 pm
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Acho que temos de mudar rapidamente, nao podemos ter os Comandos com uma Sig Chilena que e uma merda, os Paras com Galil pesadissimas e sem termos nada para as "Kitar", os coitados dos Fuzos (que deviam ser a melhor Forca Especial Portuguesa, mereciamos isso em termos historicos) com G3, O CIOE com G3 tambem ( coitados, 15 dias no mato com 5 carregadores de G3 em vez de 15 de M16). Ja pra nao falar do resto do exercito, mas isso ate pode esperar que nao fazemos intencao de entrar em guerras de grande escala ( a partir do momento que as fabricassemos tambem ja estamos mais a vontade nisso).


Os Comandos não gostaram da Sig e neste momento andam com a G-3, já os Rangers usam-nas. Já ouvi muitas pessoas a dizerem mal dessa espingrada-automática, mas eu pessoalmente não tenho qualquer experiência com ela.
A Galil é mais pequena e leve que a G-3 e não fica atrás da M-16 em nada (exceptuando o facto de não ter todas aquelas tretas que os Americanos metem nas suas M-4/16).

Destacamento de Operações Especiais no Kosovo:

(http://img157.imageshack.us/img157/5505/foto20doe85qz.jpg)


O SCAR é da FN, por isso não tem nada a haver com a M-16.
Título:
Enviado por: Artic Fusion em Março 11, 2007, 12:28:23 am
Hum...esse BlackHawk é americano não? Eram eles que transportavam o DAE?
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Março 11, 2007, 01:24:49 am
Boa noite a todos... Respondendo e contribuindo para a vossa conversa, sobre os calibres qual o melhor ou pior, depende de que perspectiva se ve as coisas... 7,62mm e mais poderoso mais recto principalmente depois de 150m e tem mais poder de paragem. 5,56mm e mais barato, mais recto ate os 100mm (o que deve ser 99.9% dos tiros) e menos mortifero, mas maior causador de danos internos. Foi provado nos anos 60 que e pior para o inimigo  ter feridos do que ter mortos (economicamente) por isso foi adaptado.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 11, 2007, 02:50:37 am
Citação de: "Artic Fusion"
Hum...esse BlackHawk é americano não? Eram eles que transportavam o DAE?


DAE?! Estes tipos são Rangers, fazem parte de um Destacamento de Operações Especiais, integrado no contigente Português no Kosovo (neste caso um BIPara).
Título:
Enviado por: Artic Fusion em Março 11, 2007, 03:01:06 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "Artic Fusion"
Hum...esse BlackHawk é americano não? Eram eles que transportavam o DAE?

DAE?! Estes tipos são Rangers, fazem parte de um Destacamento de Operações Especiais, integrado no contigente Português no Kosovo (neste caso um BIPara).


Calma! Li Destacamento e Especiais associei aos DAE. Então por isso é que eles não estão encapuçados.  :lol:
Título:
Enviado por: Mar Verde em Março 11, 2007, 07:19:40 pm
VIDEOS

H&K 416
http://www.youtube.com/watch?v=5ObWpWXrt9I (http://www.youtube.com/watch?v=5ObWpWXrt9I)


Tavor
http://www.youtube.com/watch?v=kQpUw5Burl0 (http://www.youtube.com/watch?v=kQpUw5Burl0)


Magpul Masada
http://www.youtube.com/watch?v=UaYOI1waCYI (http://www.youtube.com/watch?v=UaYOI1waCYI)
Título:
Enviado por: hellraiser em Março 11, 2007, 07:38:28 pm
a HK416 utiliza o mesmo sistema da G36, XM8 etc portanto encravará tantas vezes quanto essas armas.
Título:
Enviado por: Luso em Março 11, 2007, 07:42:47 pm
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I saw that episode last night too. That guy is a wack job! He is a bit over the top with his adjectives. It's almost like somebody paid him extra for each adjective he used! Could you imagine if he tried a .50 Beowulf on that falling plate?? I think his head would explode with enthusiasm!!! OVERLOAD OVERLOAD!!!!


http://www.65grendel.com/forum/showthread.php?t=1728 (http://www.65grendel.com/forum/showthread.php?t=1728)

Não exageremos quanto à HK416. Corrigiu alguns problemas da M16 original mas não a transformou em algo revolucionário. Quando muito colocou o desenho básico da M16 é relativa igualdade em relação a outras propostas.
Título:
Enviado por: hellraiser em Março 11, 2007, 08:45:47 pm
Citação de: "Luso"
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I saw that episode last night too. That guy is a wack job! He is a bit over the top with his adjectives. It's almost like somebody paid him extra for each adjective he used! Could you imagine if he tried a .50 Beowulf on that falling plate?? I think his head would explode with enthusiasm!!! OVERLOAD OVERLOAD!!!!

http://www.65grendel.com/forum/showthread.php?t=1728 (http://www.65grendel.com/forum/showthread.php?t=1728)

Não exageremos quanto à HK416. Corrigiu alguns problemas da M16 original mas não a transformou em algo revolucionário. Quando muito colocou o desenho básico da M16 é relativa igualdade em relação a outras propostas.


Exactamente, como que disse a hk416, é basicamente a "casca" de uma Ar15 com as entranhas de uma g36.
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Março 11, 2007, 10:39:00 pm
Se me permitem posso clarear o que esta a ser feito na m16 o que realmente pode fazer a arma significamente melhor! O problema da M16 e que o sistema de gas e directo, ou seja o gas vai do cano directamente para a culatra, e o que isto faz e tambem trazer junto com o gas muitos residuos de polvora. numa arma como a g3 ou uma ak47 que tem bastantes espacos entre as pecas nao e grande problema mas numa m16 onde tudo esta muito juntinho cria grandes problemas de encravar, por isso tem que ser limpa muito frequente. O que a H&K inventou e um sistema que os gazes a sairem do cano em vez de irem directamente para a culatra eles vao para uma camara que tem um piston e esse piston e que cicla a culatra tambem actuando como um filtro e isso e radical no mecanismo da arma!
Título:
Enviado por: Mar Verde em Março 11, 2007, 10:49:12 pm
Citação de: "oultimoespiao"
Se me permitem posso clarear o que esta a ser feito na m16 o que realmente pode fazer a arma significamente melhor! O problema da M16 e que o sistema de gas e directo, ou seja o gas vai do cano directamente para a culatra, e o que isto faz e tambem trazer junto com o gas muitos residuos de polvora. numa arma como a g3 ou uma ak47 que tem bastantes espacos entre as pecas nao e grande problema mas numa m16 onde tudo esta muito juntinho cria grandes problemas de encravar, por isso tem que ser limpa muito frequente. O que a H&K inventou e um sistema que os gazes a sairem do cano em vez de irem directamente para a culatra eles vao para uma camara que tem um piston e esse piston e que cicla a culatra tambem actuando como um filtro e isso e radical no mecanismo da arma!



o sistema pode ser visto aqui, numa apresentação flash que ilustras as alterações feitas
http://www.armytimes.com/projects/flash ... 0_carbine/ (http://www.armytimes.com/projects/flash/2007_02_20_carbine/)





The HK416 will soon be available in a 7.62x51mm version called the HK417.
posted by Murdoc - February 20, 2007 8:58 PM
http://www.murdoconline.net/archives/004577.html (http://www.murdoconline.net/archives/004577.html)

(http://www.hkpro.com/hk417.jpg)
Prototype HK417, carbine variant.  This is the first photograph to surface on the Internet.  Note G3 magazine and Schmidt & Bender Short Dot scope.
http://www.hkpro.com/hk417.htm (http://www.hkpro.com/hk417.htm)
Título:
Enviado por: lurker em Março 11, 2007, 11:50:10 pm
O site americano da HK já tem uma parte dedicada às HK416 e HK417.
http://www.hkd-usa.com/core.php?dat=Y29 ... NlRmxhc2g9 (http://www.hkd-usa.com/core.php?dat=Y29tcG9uZW50PWFydGljbGVzJmFjdGlvbj1zaG93JnhJRD1wcm9kdWN0QXJ0aWNsZURldGFpbHMmYXJ0aWNsZUlEPTM0NSZ0eXBlSUQ9MjAyMiZsYW5nSUQ9OSZwYXJlbnRJRD0xMDA5NCZuYXZpZ2F0aW9uSUQ9MTAwOTcmdXNlRmxhc2g9)
Título: Re: Melhor arma para subtituir a G3, Mg3, Uzi, P38 ???
Enviado por: bryanferreira em Março 12, 2007, 12:08:25 am
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O Calibre 7.62 é melhor que o 5.56 em tudo, ....
Nao podia concordar mais, e toda gente sabe disso. Mas tambem toda a gente sabe que nao podemos mandar um comum soldado com meros 5 carregadores de 7,62mm pra uma batalha. E e muito mais dificil e caro treinar um soldado a um bom nivel de disparo, especialmente em Full Auto onde mesmo com rajadas controladas o 7,62mm e dificil de controlar. Claro que para alguem que treina e facil mandar doi tres tiros de G3 em rajada mas nao a infataria comum.
Dai ter falado no calibre intermedio que pelos vistos ninguem pronunciou uma opiniao. Pelo menos o pessoal militar ja deve ter experimentado outros calibres,..., nao? Mesmo o 7,62x39 e um bom calibre so que esta na arma errada.

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A Galil não é pesadissima, muito pelo contrario, a versão 5.56 e bastante leve e fiável.....
Volto a discordar e muito, a Galil e sim pesadissima. 4,35kg comparado aos 2,8kg de uma TAVOR , sao do mesmo pais!nao e pesado?? dois quilos da muita municao a mais ou uma lanterna ou que quisermos lhe por. Os proprios Israelitas o dizem e muitas das tropas preferem nao as usar. La fiavel e, e muito.
Mas quer dizer aquilo e uma Ak47, ate a porcaria do selector de tiro e igual, completamente anti-ergonomico, e aquele botao pra libertar o carregador sem jeito nenhum, etc. Pecas de origem pra usar lanca granadas ou miras nao ha, e muitas outras coisas. So ganha no fiavel.

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Porque devem os fuzileiros ser a melhor força especial?! O que é isso de melhores forças especiais?! Já agora vamos medir pilas, a ver quem ganha. Cada força tem a sua doutrina, .....
Se calhar nao me fiz entender, devem ser a mais bem equipada queria eu dizer. Claro que cada um deve ser bom a sua maneira. Mas eu sou da opiniao que deviamos ter uns Fuzileiros com tudo o que precisam, nas nossas possibilidades claro. Por uma questao de tradicao e conceito Historico. Atencao que eu nao fui Fuzileiro, nao pensem que estou a puxar pra mim. E nao vejo porque nao podem fazer assaltos de paraquedas, se os Fuzos dos outros paises o fazem porque nao os nossos.
Nao digo pra acabar com os Paras que matava do coracao muita gente mas quando se tem muitas unidades as coisas dispersam-se muito e ninguem nunca tem tudo o que precisa. Dai achar que devia-se dar bom equipamento aos fuzileiros e prepara-los bem. Nao so fisicamente mas tacticamente tambem. Que e o mal da preparacao em Portugal, somos os maiores a correr mas quando toca a bater pau de fogo estamos um pouco limitados

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A g36 é bastante precisa em modo semi-auto, no entanto no modo totalmente automático torna-se algo pouco precisa devido a alta cadencia de tiro aliada ao seu peso reduzido, causarem algumas oscilações
Voltamos a discordar, consegue-se disparar um carregador todo com uma pressao de gatilho com muita precisao. Claro q a curta distancia, tambem nao se dispara em full auto a longa distancia. Quando experimentei a primeira vez achei muito boa mesmo. Se bem q nao a minha primeira escolha

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Os comandos utilizam uma SIG (suiça) feita em Portugal.
O CTOE, tem a sua disposição uma variedade de armas desde G-36 a car-15, G3, SIG, AK's etc, devido a sua missão que requer equipamento sofisticado bem como flexibilidade no armamento. A estes (CTOE) o que não falta é equipamento.
Nao conheco o CTOE. O que e?? Sera CIOE, centro de intrucao de operacoes especiais, chamados Rangers? desculpe se e algo que nao conheco e estou a meter a calinada!
A Sig 543, modelo de que falamos e realmente originaria da Swissa, mas era tao ma que nunca  produziram para eles. Serviu apenas de plataforma para as actuais SIG-550 / Stgw.90. Assim venderam a licensa a FAMAE companhia Chilena que e unicamente quem as produz. Poderam ter sido montadas ca, isso desconheco. Sei que a GNR tem uma versao em 9mm que e tao ma que ate os labios de alimentacao dos carregadores se partem. A disparar nao desgostei mas isso gostamos de tudo nao e... EH! EH!

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Andar 15 dias no mato com carregadores de G3?! Qual é o problema? já houve quem tenham andado mais tempo e com mais equipamento e nunca se queixaram... Isto não é os escuteiros....
O problema e que poderia andar com 15 de 5,56x45mm ( 450 tiros em vez de 100 ) e claro q nao se queixaram, pra que, nao lhe iam dar outros, era perder tempo e saliva que lhe iam fazer falta pra outras coisas. Mas se podessem andar o mesmo tempo e mais leves por certo renderiam mais.
Quanto aos escuteiros, nao sei que nunca fui.
Acho que o que e obvio e que o primeiro contacto com o inimigo e para arrebentar e quanto maior o poder de fogo melhor. Queremos ter a cabeca deles bem enterrada na lama cheios de medo e isso em unidades pequenas e essencial pra ganhar a vantagem tactica. Se so temos 5 carregadores e nos primeiros segundos gastamos 1 so ficamos com 4, isso nao e muito bom...

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O que entende por tactico? tactico e m16 na mesma frase não faz qualquer sentido a não ser que a palavra descalabro, ou falhanço venham lá no meio. Chamar de tactico a um sistema que encrava 1 vez em cada 3 carregadores, um sistema que o próprio Eugene Stoner admite que foi criado à pressa e com diversas falhas.......
Estou a ver que nao gosta mesmo da M16, mas tambem vejo que nunca experimentou uma, ou entao pouca vezes e bem velhinha. As que usei nunca encravaram ao ponto de passados 2 segundos nao estarem a fazer fogo outra vez. E normalmente e culpa e das municoes. E acredite que ja gastei e vi gastar muito mais que 3 carregadores de M16 com elas bem sujinhas.
Bom, tactico e o nome que se da quando esta numa situacao em tudo conta. Ha maneiras proprias de se fazer as coisas, dai as tactica, claro que cada um pode ter a sua. Mas ha coisas, neste caso a M16 que permitem fazer as coisas de maneira mais simples. Como e o caso de apontar melhor, meter a espingarda mais facil e rapidamente ao ombro, mudar de carregador mais rapido, polivalencia de quipamentos, etc, etc Isto permite que numa situacao tactica ( uma escaramuca, uma entrada num edificio, uma embuscada ) as coisas se desenrolem mais facilmente.
Pra lhe dar um exemplo, com o botao de libertar o carregador da M16 voce consegue manter o alvo na mira, deixar cair o carregador vazio quando ja esta com o outro na mao pra municiar. Depois com essa mesma mao basta carregar num botao que a colatra fecha e e so disparar. Sao poucos segundos. Se as municoes nao tiverem acabado ( que e o ideal) mais rapido ainda. Agora experimente fazer isso numa G3 ou numa Galil !! demora o dobro do tempo e so se tiver bem treinado. A isso chama-se um "tactical reloading".

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A SCAR copia a M16?! Não vejo onde... a SCAR foi desenvolvida do 0 e não é baseada em nehuma arma existente, (...) Tanto a G36, como a G3, Galil, stgw90, etc, podem ser facilmente apetrechadas, veja-mos o exemplo das g3 suecas ou norueguesas. A maioria dos sistemas que refere são genéricos e podem ser adaptados e muitas armas de ak's a m16, logo isso não é um problema........
Aquilo que falo em cima do carregador,e uma das coisas que a SCAR copia fielmente. E sim foi desenvolvida do 0, mas desenvolvida do 0 nao quer dizer que nao copie.
E sim, como e obvio qualquer armas pode ser adaptada, mas estava a falar de sistemas de origem, ja pensados de fabrica. Por exemplo os Israellitas ja teem dezenas de partes de Ak47 com que mudificam as suas e ficam extremamente melhores. Mas a mecanica continua a mesma, pouco certeiras, pouco ergonomicas e pouco "tacticas", apenas a poderem levar mais uns "brinquedos"

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Uma arma de assalto não deve ter uma cadencia de tiro muito elevada, para isso servem os elemento que tem de carregar com a MG3, senão não faria qualquer sentido carregar com 12kg de arma. (...)e a cadencia de tiro deve ser moderada senão numa qualquer situação arriscam-se a gastar um carregador inteiro em 12 segundos e nem sequer um munição acertar no alvo. Dai que tanto g3 com sig e gal não têm uma cadencia de tiro nada de exagerado. Já a G36 não vai por este caminho.....
Eu nao tinha dito cadencia elevada, tinha dito cadencia certa. A M16( nas versoes que teem full auto) por exemplo tem uma cadencia elevadissima, se bem que num soldado bem treinado isso nao e problema mas como estamos a falar de substituir todo um exercito devemos pensar nisso realmente. Eu nao considero os 750rpm da G36 demasiado, mas realmente comparado com os 650 da galil ou os 700 da Sig550 realmente tem alguma diferenca. Isso acho q e demasiado pessoal. Mas para gastar um carregador so mesmo um soldado mal treinado. O que posso concordar que por ca ha muitos.
Quanto a Mg3, tambem ja estava a tempo de mudar a carcaca pesadona. As Fn M249 ou Mag como lhe queiram chamar bem q davam jeito. Ou mesmo a M60E4 ( se bem que esta tem pouco "batle proven time")

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Referiu também que os carregadores devem ser semelhantes aos dos nossos aliados, não posso discordar mais. Os americanos so ainda usam o STANAG porque já o utilizam ha mais de 30 anos e serial um custo brutal trocar todos, mudar dos da g3 para outro diferente, já que o $$ terá que ser gasto, mudem para um carregador realmente inovador, em fibra transparente que permita ver a munições e sem sofrer as mesmas dilatações que o metal sofre. Importante é utilizar um munição standard logo fácil de obter como a 7.62 ou a 5.56. .....
Estamos mesmo em desacordo. Um dia se nos encontrarmos vamos estar horas a discutir. Mas gosto disso. SO espero estar a conseguir convence-lo alguma coisa.
Os carregadores de aluminio Americanos sao uma Merdaaaa realmente. Mas ja os da Diemeco de Plastico sao uns espectaculo, ou os da HK em aco. Portatanto temos M16, SL8, Galil, FAMAS, FN, SCAR,etc etc com a mesma entrada, basta escolher o mesmo carregador. O Steyer e bom mas nao e standard.
Se comparar a largura de um SIG ou um G36 ocupam um espaco louco no colete. ja pra nao falar que aquelas pecas que permitem os unir prendem no colete tambem. La voltamos a situacao tactica. Enquanto cabem 3 carregadores tipo M16 no porta carregadores so cabe 1 de G36. E isso do transparente um bom atirador conta as municoes. Ate em full auto tem essa nocao.
Nao podia concordar mais no calibre standard. Manter o 7,62x51mm para o apoio de fogo e outro para as espingardas de assalto. O problema e realmente qual. Se a NATO decidisse ja era bem mais facil. Mas os custos sao demasiado para se preocuparem com o pobre Infante que e sempre quem sofre. Mas penso que so um calibre nunca sera viavel, especialmente se for so o 5,56x45mm, para isso fiquem so com as G3.

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...A Galil é mais pequena e leve que a G-3 e não fica atrás da M-16 em nada (exceptuando o facto de não ter todas aquelas tretas que os Americanos metem nas suas M-4/16).
O SCAR é da FN, por isso não tem nada a haver com a M-16.

Tambem discordo e muito com este amigo.A Galil fica atras em muito, os Israelitas nao gostam dela. E o peso, ergonomia, cadencia, etc, e essas tretas dos americanos sao exactamente o futuro, quem nao as tiver perde.Chama-se tecnologia. Voce prefere apontar com as miras de ferro ou com um ACOG?? prefere entrar numa casa para fazer uma busca com lanterna ou sem?? etc etc
Quanto a SCAR, se pegar bem numa ve que o funcionamento externo e parecido com M16. Sem ser o manobrador da colatra. Mas botoes de carregadores e solta colatra sao iguais. Claro que a colatra e sistema de gazes sao diferentes, alias ela e muito mais baseada na Xm8 que e baseada na G36, do que na M16 mas qualquer arma que os Americanos pecam tem de ter aquelas duas pequenas coisas essesnciais que copiam a m16. O pessoal da FN ate diz que e basiada na M249 por isso vai ali uma grande mistura que deu aquela arma versatil muito boa ( so acho q tem cadencia baixa, mas isso sou eu que 600rpm nao me satisfaz )

Finalizando, se conseguirem fazer uma Arma ca em Portugal baseada numa M16 ( com novo sistema de gazes), SCAR ou G36 fico satisfeito porque sei que ficamos bem servidos. So espero que pensem nessa questao do calibre, se 6,8mm ou 6,4mm ou outro desde que seja bom e que tenha mais stoping power que o 5,56mm e optimo.
Quanto ao pessoal que defende as Bullpup, sao muito giras de disparar e vao a cara muito bem mas mais uma vez tacticamente nao dao jeito. A TAVOR nao experimentei, mas la pra MAio ja dou noticias. Mas nao me convencem. No chao e tudo nao da jeito disparar, tirar os carregadores. Sao e realmente mais curtas e encaixam muito bem ao fazer mira.
Gosto muito da minha Steyer AUG mas nao troco pela M4.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 12, 2007, 12:39:12 am
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Se calhar nao me fiz entender, devem ser a mais bem equipada queria eu dizer. Claro que cada um deve ser bom a sua maneira. Mas eu sou da opiniao que deviamos ter uns Fuzileiros com tudo o que precisam, nas nossas possibilidades claro. Por uma questao de tradicao e conceito Historico. Atencao que eu nao fui Fuzileiro, nao pensem que estou a puxar pra mim. E nao vejo porque nao podem fazer assaltos de paraquedas, se os Fuzos dos outros paises o fazem porque nao os nossos.
Nao digo pra acabar com os Paras que matava do coracao muita gente mas quando se tem muitas unidades as coisas dispersam-se muito e ninguem nunca tem tudo o que precisa. Dai achar que devia-se dar bom equipamento aos fuzileiros e prepara-los bem. Nao so fisicamente mas tacticamente tambem. Que e o mal da preparacao em Portugal, somos os maiores a correr mas quando toca a bater pau de fogo estamos um pouco limitados.


Deve haver aí alguma confusão! Dentro do Corpo de Fuzileiros há uma unidade que tem como parte integrante da sua formação básica o curso de Pára-quedismo, chama-se DAE. Alguns dos elementos dessa unidade até têm o curso SOGA o que vai de encontro com o que se passa lá fora. O nosso Corpo de Fuzileiros e a sua formação estão inspiradas na Escola Britânica (Royal Marine Commandos) e eles também só dão esse tipo de aptidão à sua unidade de elite, a SBS (acho eu). O único caso que sei de Regimentos inteiros de Infantaria de “Fuzileiros” a saltarem é na França e aí já estamos a falar de um Corpo com características muito específicas e radicalmente diferentes aos nossos. Eles são o que resta do antigo exército colonial e não são um verdadeiramente na ascensão da palavra Fuzileiros. Eles não têm o treino que os nossos têm ao nível de missões anfíbias e desembarques.
Eu pessoalmente acho que quando vierem os Pandur e finalmente estiver construído o NavPol, eles estarão ao nível do que melhor se encontra por aí fora.

Em relação à substituição da G-3, digam o que disserem a 5.56mm vai subsituir a 7.62mm. A discussão possível é qual é a espingarda-automática vai substituir a G-3.
Título:
Enviado por: hellraiser em Março 12, 2007, 02:26:50 am
Citação de: "oultimoespiao"
Se me permitem posso clarear o que esta a ser feito na m16 o que realmente pode fazer a arma significamente melhor! O problema da M16 e que o sistema de gas e directo, ou seja o gas vai do cano directamente para a culatra, e o que isto faz e tambem trazer junto com o gas muitos residuos de polvora. numa arma como a g3 ou uma ak47 que tem bastantes espacos entre as pecas nao e grande problema mas numa m16 onde tudo esta muito juntinho cria grandes problemas de encravar, por isso tem que ser limpa muito frequente. O que a H&K inventou e um sistema que os gazes a sairem do cano em vez de irem directamente para a culatra eles vao para uma camara que tem um piston e esse piston e que cicla a culatra tambem actuando como um filtro e isso e radical no mecanismo da arma!


O que a HK fez foi reverter o sistema de gases da AR18/G36 para uma CAR15/M4.
Título:
Enviado por: hellraiser em Março 12, 2007, 05:12:27 am
Citação de: "bryanferreira"
Citação de: "hellraiser"
O Calibre 7.62 é melhor que o 5.56 em tudo, ....

Nao podia concordar mais, e toda gente sabe disso. Mas tambem toda a gente sabe que nao podemos mandar um comum soldado com meros 5 carregadores de 7,62mm pra uma batalha. E e muito mais dificil e caro treinar um soldado a um bom nivel de disparo, especialmente em Full Auto onde mesmo com rajadas controladas o 7,62mm e dificil de controlar. Claro que para alguem que treina e facil mandar doi tres tiros de G3 em rajada mas nao a infataria comum.
Dai ter falado no calibre intermedio que pelos vistos ninguem pronunciou uma opiniao. Pelo menos o pessoal militar ja deve ter experimentado outros calibres,..., nao? Mesmo o 7,62x39 e um bom calibre so que esta na arma errada.


Cada carregador da G3 leva 22 munições, 5x22=110, parece-me que 110 munições servem bastante bem, especialmente numa altura que os militares no Afeganistão queixam-se que precisam de 2, 3 ou mesmo 4 tiros para neutralizarem um inimigo. Ora vejamos, 1 carregador de M4 leva 30 munições, 5 carregadores (5x30=150) 150 munições, se cada inimigo “gasta” em media 2~3 munições , temos 150/2=75 , ou seja na melhor das hipóteses com 2 tiros por cada inimigo um soldado abate 75 com 5 carregadores, partindo do principio que todos os tiros acertam nos alvos… Com 7.62, partindo do principio que todos os tiros acertam nos alvos, 110 inimigos são ‘neutralizados’, portanto, mesmo com menos munições disponíveis, o facto de bastar uma munição para meter o inimigo em ko, compensa o numero inferior de munições.
A rajada automática da g3 e bem mais fácil de controlar que a rajada automática de um g36, ar15 etc, simplesmente devido a facto de a cadencia de tiro da ar15/g36 ser muito maior que a cadencia de tiro da g3, o que na realidade acontece é que enquanto a g3 tem um recuo muito maior a seguir a cada tiro, a cadencia dos mesmos obriga a que seja aplicada maior força na arma, mas dando tempo entre os tiros para que a arma volte a posição inicial. Já numa ar15, o recuo é uma força mais continua e uniforme, em que arma começa a subir desde o primeiro disparo e quando se para disparar ou a arma esta apontada para o céu… se não fizermos força para baixo, ou então, tentamos controla-la e observamos uma dispersão de tiros completamente errática.
Os calibres intermédios apesar de terem sido apresentados alguns não “vingaram” os grendel e spc, as vantagens acabaram por ser poucas face as soluções já existentes. O 7.62x39, é um bom calibre mas muito mais fraco que o 7.62nato. não só pela dimensão do projéctil, como pela e energia de impacto. Alem de ser um calibre já substituído na própria Rússia. Para mudar para esse mais vale ficar com velhinho 7.62nato.

Citação de: "bryanferreira"
Citação de: "hellraiser"
A Galil não é pesadissima, muito pelo contrario, a versão 5.56 e bastante leve e fiável.....

Volto a discordar e muito, a Galil e sim pesadissima. 4,35kg comparado aos 2,8kg de uma TAVOR , sao do mesmo pais!nao e pesado?? dois quilos da muita municao a mais ou uma lanterna ou que quisermos lhe por. Os proprios Israelitas o dizem e muitas das tropas preferem nao as usar. La fiavel e, e muito.
Mas quer dizer aquilo e uma Ak47, ate a porcaria do selector de tiro e igual, completamente anti-ergonomico, e aquele botao pra libertar o carregador sem jeito nenhum, etc. Pecas de origem pra usar lanca granadas ou miras nao ha, e muitas outras coisas. So ganha no fiavel.

 

Vazias, a tavor pesa 2.8 kg e a Galil 3.95 kg. Portanto um diferença de aproximadamente ~1kg. A AK sempre foi considerada como um das armas mais fáceis de usar e manter do mundo, o que você diz vai contra tudo isso.

Citação de: "bryanferreira"
Citação de: "hellraiser"
Porque devem os fuzileiros ser a melhor força especial?! O que é isso de melhores forças especiais?! Já agora vamos medir pilas, a ver quem ganha. Cada força tem a sua doutrina, .....

Se calhar nao me fiz entender, devem ser a mais bem equipada queria eu dizer. Claro que cada um deve ser bom a sua maneira. Mas eu sou da opiniao que deviamos ter uns Fuzileiros com tudo o que precisam, nas nossas possibilidades claro. Por uma questao de tradicao e conceito Historico. Atencao que eu nao fui Fuzileiro, nao pensem que estou a puxar pra mim. E nao vejo porque nao podem fazer assaltos de paraquedas, se os Fuzos dos outros paises o fazem porque nao os nossos.
Nao digo pra acabar com os Paras que matava do coracao muita gente mas quando se tem muitas unidades as coisas dispersam-se muito e ninguem nunca tem tudo o que precisa. Dai achar que devia-se dar bom equipamento aos fuzileiros e prepara-los bem. Nao so fisicamente mas tacticamente tambem. Que e o mal da preparacao em Portugal, somos os maiores a correr mas quando toca a bater pau de fogo estamos um pouco limitados


Nos últimos tempos têm surgido a ideia de Fuzileiros como a tropa da linha da frente, muito devido aos Marines americanos, e a sua doutrina como força expedicionária, e o exemplo ter sido apanhado e copiado pelos fuzileiros brasileiros, espanhóis, etc… Mas não julguemos antecipadamente, os Fuzileiros portugueses são muito mais bem preparados e têm um treino muito mais duro que os Marines americanos. Enquanto os Marines são uma força expedicionária, os nossos fuzileiros são uma verdadeira força especial. Sim, concordo que o equipamento e especialmente a formação complementar das 4 forças especiais devem ser aprofundadas, como cursos de para-quedismo, etc, mas dai a dar o melhor equipamento a considerar uma tropa acima de todas as outras esta completamente errado. Por essa ideologia, dava-se o controle das forças armadas aos OE’s e a pala das durezas 11 ninguém queria ir pra tropa, e os que la estão queriam sair o mais rápido possível… lol  concordo, como já disse que as forças especiais como o nome indica devem ter tratamento preferencial em alguma matérias como equipamento, mas devem estar todos igualmente bem equipados.
Mas lembro que os próprios Marines americanos salvo excepções de algumas forças dentro dos marines, (a semelhança dos nossos fuzileiros) não têm a qualificação Airborne. Quanto a armas como já disse e re-repeti, sim devem ter tudo do bom e do melhor.

Citação de: "bryanferreira"
Citação de: "hellraiser"
A g36 é bastante precisa em modo semi-auto, no entanto no modo totalmente automático torna-se algo pouco precisa devido a alta cadencia de tiro aliada ao seu peso reduzido, causarem algumas oscilações

Voltamos a discordar, consegue-se disparar um carregador todo com uma pressao de gatilho com muita precisao. Claro q a curta distancia, tambem nao se dispara em full auto a longa distancia. Quando experimentei a primeira vez achei muito boa mesmo. Se bem q nao a minha primeira escolha


Discordo, como já expliquei acima.

Citação de: "bryanferreira"
Citação de: "hellraiser"
Os comandos utilizam uma SIG (suiça) feita em Portugal.
O CTOE, tem a sua disposição uma variedade de armas desde G-36 a car-15, G3, SIG, AK's etc, devido a sua missão que requer equipamento sofisticado bem como flexibilidade no armamento. A estes (CTOE) o que não falta é equipamento.

Nao conheco o CTOE. O que e?? Sera CIOE, centro de intrucao de operacoes especiais, chamados Rangers? desculpe se e algo que nao conheco e estou a meter a calinada!
A Sig 543, modelo de que falamos e realmente originaria da Swissa, mas era tao ma que nunca  produziram para eles. Serviu apenas de plataforma para as actuais SIG-550 / Stgw.90. Assim venderam a licensa a FAMAE companhia Chilena que e unicamente quem as produz. Poderam ter sido montadas ca, isso desconheco. Sei que a GNR tem uma versao em 9mm que e tao ma que ate os labios de alimentacao dos carregadores se partem. A disparar nao desgostei mas isso gostamos de tudo nao e... EH! EH!


CTOE – Centro de Tropas de Operações Especiais, o antigo CIOE, que mudou de nome :lol: a M240 essa é uma possibilidade, mas a mg3 grandona tem a vantagem de suportar mais tiros sem ter de arrefecer.
A G36 é simplesmente demasiado rápida, um carregador gasta-se num ápice, no calor da batalha mesmo o melhor dos soldados pode descuidar-se e lá se vão as munições todas… Dai que hajam armas apenas com a opção semi-auto e burst, que dispara rajadas limitadas.

Citação de: "bryanferreira"
Citação de: "hellraiser"
Referiu também que os carregadores devem ser semelhantes aos dos nossos aliados, não posso discordar mais. Os americanos so ainda usam o STANAG porque já o utilizam ha mais de 30 anos e serial um custo brutal trocar todos, mudar dos da g3 para outro diferente, já que o $$ terá que ser gasto, mudem para um carregador realmente inovador, em fibra transparente que permita ver a munições e sem sofrer as mesmas dilatações que o metal sofre. Importante é utilizar um munição standard logo fácil de obter como a 7.62 ou a 5.56. .....

Estamos mesmo em desacordo. Um dia se nos encontrarmos vamos estar horas a discutir. Mas gosto disso. SO espero estar a conseguir convence-lo alguma coisa.
Os carregadores de aluminio Americanos sao uma Merdaaaa realmente. Mas ja os da Diemeco de Plastico sao uns espectaculo, ou os da HK em aco. Portatanto temos M16, SL8, Galil, FAMAS, FN, SCAR,etc etc com a mesma entrada, basta escolher o mesmo carregador. O Steyer e bom mas nao e standard.
Se comparar a largura de um SIG ou um G36 ocupam um espaco louco no colete. ja pra nao falar que aquelas pecas que permitem os unir prendem no colete tambem. La voltamos a situacao tactica. Enquanto cabem 3 carregadores tipo M16 no porta carregadores so cabe 1 de G36. E isso do transparente um bom atirador conta as municoes. Ate em full auto tem essa nocao.
Nao podia concordar mais no calibre standard. Manter o 7,62x51mm para o apoio de fogo e outro para as espingardas de assalto. O problema e realmente qual. Se a NATO decidisse ja era bem mais facil. Mas os custos sao demasiado para se preocuparem com o pobre Infante que e sempre quem sofre. Mas penso que so um calibre nunca sera viavel, especialmente se for so o 5,56x45mm, para isso fiquem so com as G3.

Os carregadores em aço da G3 são muito bons (funcionam bem) enquanto novos, mas a maioria dos encontrados no exercito são uma bela merda, por serem velhos e têm a mola toda folgada, quando se sabe que 98% das vezes que a g3 encrava é devido ao carregador. Mesmo assim o STANAG em alumínio é melhor por ser mais leve.
Os sig ou g36 são piores porque são grandes?! São muito ligeiramente mais largos milímetros, são brutalmente mais leves e permitem ver as munições disponíveis, bem como observar as molas, algo que é muito útil para diagnosticar problemas com a arma. Encaixam uns nos outros e ficam bem fixos, assim já não é preciso usar a fica cola e o trocar de carregadores é bastante mais preciso, e rápido.
E não diga que um carregador de g36 é 3x maior que o stanag, porque tal não é verdade. O de 30 munições então e uma diferença de 3 ou 4 milímetros.
Já agora a SL8 é a versão civil para o mercado americano da G36, portanto nem devia estar incluída ai.

Citação de: "bryanferreira"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
...A Galil é mais pequena e leve que a G-3 e não fica atrás da M-16 em nada (exceptuando o facto de não ter todas aquelas tretas que os Americanos metem nas suas M-4/16).
O SCAR é da FN, por isso não tem nada a haver com a M-16.

Tambem discordo e muito com este amigo.A Galil fica atras em muito, os Israelitas nao gostam dela. E o peso, ergonomia, cadencia, etc, e essas tretas dos americanos sao exactamente o futuro, quem nao as tiver perde.Chama-se tecnologia. Voce prefere apontar com as miras de ferro ou com um ACOG?? prefere entrar numa casa para fazer uma busca com lanterna ou sem?? etc etc
Quanto a SCAR, se pegar bem numa ve que o funcionamento externo e parecido com M16. Sem ser o manobrador da colatra. Mas botoes de carregadores e solta colatra sao iguais. Claro que a colatra e sistema de gazes sao diferentes, alias ela e muito mais baseada na Xm8 que e baseada na G36, do que na M16 mas qualquer arma que os Americanos pecam tem de ter aquelas duas pequenas coisas essesnciais que copiam a m16. O pessoal da FN ate diz que e basiada na M249 por isso vai ali uma grande mistura que deu aquela arma versatil muito boa ( so acho q tem cadencia baixa, mas isso sou eu que 600rpm nao me satisfaz )

A Galil não fica atrás em nada! Absolutamente nada. O sistema M16 é um sistema concebido à pressa, ultrapassado e cheio de falhas. Não sou eu que o digo é o próprio inventor do mesmo… Se considerarmos por gerações, a AK47 era superior à M16, tal como a Galil é superior à mesma.  A m16 de origem não permite colocar toda essa tralha de acessórios, são os rails que lhes foram acrescentados que lhes são essas possibilidades, ora os mesmos rails podem ser adaptados a qualquer arma, seja galil, g3, etc…
Como já disse antes. A SCAR não tem nada a ver com a M16, o funcionamento não tem absolutamente nada a ver. Nem sequer tem um aspecto físico semelhante, muito menos o funcionamento externo que na melhor das hipóteses é semelhante ao da família G36/XM8. O manobrador, janela de ejecção etc…  Volto a dizer que a SCAR não copia a M16 em absolutamente nada! Tal não faria sentido, com tantas armas fenomenais a copiar, não faz qualquer sentido copiar um sistema obsoleto, como é o ar15. Para isso fiquem com as G3 que são muito mais fiáveis, mortíferas e precisas.

Citação de: "bryanferreira"

Finalizando, se conseguirem fazer uma Arma ca em Portugal baseada numa M16 ( com novo sistema de gazes), SCAR ou G36 fico satisfeito porque sei que ficamos bem servidos. So espero que pensem nessa questao do calibre, se 6,8mm ou 6,4mm ou outro desde que seja bom e que tenha mais stoping power que o 5,56mm e optimo.
Quanto ao pessoal que defende as Bullpup, sao muito giras de disparar e vao a cara muito bem mas mais uma vez tacticamente nao dao jeito. A TAVOR nao experimentei, mas la pra MAio ja dou noticias. Mas nao me convencem. No chao e tudo nao da jeito disparar, tirar os carregadores. Sao e realmente mais curtas e encaixam muito bem ao fazer mira.
Gosto muito da minha Steyer AUG mas nao troco pela M4.

 


Mais poder de derrube que o 7.62 sem que se seja algo puramente no papel so indo para o 7.62 porque como já disse os spc e grendel não foram apresentaram uma melhor significativa.
Seria sem duvida que a arma fosse fabricada em Portugal, mas desde que não fosse baseada na M16… para isso mais vale manter as G3 que são bastante melhores.
As P90 da FN são bullpup’s que resolvem esse problema dos carregadores, colocando o carregador na horizontal. Penso que será uma solução para o futuro. Mesmo assim penso que será mais uma questão de habito por que o carregador seja bullpup ou não esta sempre lá, mais atrás ou mais a frente, mas tem de estar lá. Nesse campo o design da P90 é realmente uma grande evolução.
Como já afirmei, a melhor opção será mesmo lançar um concurso com exigências a serem cumpridas, um pouco à semelhança do programa SCAR, uma certa modularidade e retro compatibilidade, ergonomia, resistência e poder de fogo, a ser construída em Portugal, um design bullpup de carregador horizontal, a fiabilidade da g36 com a resistência da G3, e temos uma excelente arma… resta saber o calibre 5.56 ou 7.62, sou pelo 7.62 mas se for possível ou dualidade de calibres melhor ainda!
Aproveito para voltar a recomendar-lhe (visto que outros membros do fórum já lhe recomendaram) este artigo, pode ser que mude a sua opinião acerca da família m16.
http://www.defensenews.com/story.php?F= ... &C=landwar (http://www.defensenews.com/story.php?F=2567464&C=landwar)
Título:
Enviado por: hellraiser em Março 12, 2007, 05:28:34 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
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Se calhar nao me fiz entender, devem ser a mais bem equipada queria eu dizer. Claro que cada um deve ser bom a sua maneira. Mas eu sou da opiniao que deviamos ter uns Fuzileiros com tudo o que precisam, nas nossas possibilidades claro. Por uma questao de tradicao e conceito Historico. Atencao que eu nao fui Fuzileiro, nao pensem que estou a puxar pra mim. E nao vejo porque nao podem fazer assaltos de paraquedas, se os Fuzos dos outros paises o fazem porque nao os nossos.
Nao digo pra acabar com os Paras que matava do coracao muita gente mas quando se tem muitas unidades as coisas dispersam-se muito e ninguem nunca tem tudo o que precisa. Dai achar que devia-se dar bom equipamento aos fuzileiros e prepara-los bem. Nao so fisicamente mas tacticamente tambem. Que e o mal da preparacao em Portugal, somos os maiores a correr mas quando toca a bater pau de fogo estamos um pouco limitados.

Deve haver aí alguma confusão! Dentro do Corpo de Fuzileiros há uma unidade que tem como parte integrante da sua formação básica o curso de Pára-quedismo, chama-se DAE. Alguns dos elementos dessa unidade até têm o curso SOGA o que vai de encontro com o que se passa lá fora. O nosso Corpo de Fuzileiros e a sua formação estão inspiradas na Escola Britânica (Royal Marine Commandos) e eles também só dão esse tipo de aptidão à sua unidade de elite, a SBS (acho eu). O único caso que sei de Regimentos inteiros de Infantaria de “Fuzileiros” a saltarem é na França e aí já estamos a falar de um Corpo com características muito específicas e radicalmente diferentes aos nossos. Eles são o que resta do antigo exército colonial e não são um verdadeiramente na ascensão da palavra Fuzileiros. Eles não têm o treino que os nossos têm ao nível de missões anfíbias e desembarques.
Eu pessoalmente acho que quando vierem os Pandur e finalmente estiver construído o NavPol, eles estarão ao nível do que melhor se encontra por aí fora.

Em relação à substituição da G-3, digam o que disserem a 5.56mm vai subsituir a 7.62mm. A discussão possível é qual é a espingarda-automática vai substituir a G-3.


Aproveito para acrescentar, TODOS os elementos do DAE têm qualificação para saltos HAHO e HALO, portanto SOGA.
Título:
Enviado por: Luso em Março 12, 2007, 09:52:12 am
Hellraiser, creio que o bryanferreira, ao dizer que a scar tem um sistema de carregador semelhante ao da M16, tem razão. É só esticar o dedo do gatilho e accionar o botão que solta o carregador. Seria eventualmente possível fazer a mesma coisa na G3 colocando uma patilha entendida à semelhante da G36KV ou XM8.

Pessoalmente defendo a manutenção do 7.62x51mm, caso não se opte por outra munição que substitua a 5.56x45.

Assim sendo, e por aquilo que vejo e leio, julgo cada vez mais que a SCAR H pode ser a escolha acertada, enquanto o bullpup Kel-Tec não demonstrar o que é capaz.
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Março 12, 2007, 11:43:39 pm
Sem faltar ao respeito a ninguem eu acho que o que vcs estao a falar ja foi tudo dito e mais dito, acho que se forem atras no tempo e procurarem vao achar as respostas e opinioes que buscam!
Título:
Enviado por: ricardonunes em Março 12, 2007, 11:58:32 pm
Ganda espião :wink:
Título:
Enviado por: Luso em Março 13, 2007, 12:41:36 pm
Citação de: "oultimoespiao"
Sem faltar ao respeito a ninguem eu acho que o que vcs estao a falar ja foi tudo dito e mais dito, acho que se forem atras no tempo e procurarem vao achar as respostas e opinioes que buscam!


Exactamente. A principal razão pela qual o tema já tanto me aborrece são os círculos repetitivos de opinião. Somos como um gato ao qual amarraram alguma coisa à cauda (neste caso uma G3  :shock: ).
Por mim já não faz sentido continuar a conversa enquanto o tema não conhecer novos desenvolvimentos "oficiais". E mesmo assim aposto que até sobre isso já se discutiu.
Título:
Enviado por: hellraiser em Março 13, 2007, 02:20:41 pm
Citação de: "Luso"
Citação de: "oultimoespiao"
Sem faltar ao respeito a ninguem eu acho que o que vcs estao a falar ja foi tudo dito e mais dito, acho que se forem atras no tempo e procurarem vao achar as respostas e opinioes que buscam!

Exactamente. A principal razão pela qual o tema já tanto me aborrece são os círculos repetitivos de opinião. Somos como um gato ao qual amarraram alguma coisa à cauda (neste caso uma G3  :shock: ).
Por mim já não faz sentido continuar a conversa enquanto o tema não conhecer novos desenvolvimentos "oficiais". E mesmo assim aposto que até sobre isso já se discutiu.


É a chamada pressão psicológica... pode ser que algum fatinho ali de s bento ainda encontre isto...
Título:
Enviado por: bryanferreira em Março 13, 2007, 07:53:31 pm
Citação de: "hellraiser"
É a chamada pressão psicológica... pode ser que algum fatinho ali de s bento ainda encontre isto...


Isso e q era bonito. Mandar todos estes testemunhos para o ministerio da defesa ou assim. Podia ser que abrissem mais os horizontes e principalmente os cordoes a bolsa
Título:
Enviado por: hellraiser em Março 14, 2007, 02:28:31 am
Citação de: "bryanferreira"
Citação de: "hellraiser"
É a chamada pressão psicológica... pode ser que algum fatinho ali de s bento ainda encontre isto...

Isso e q era bonito. Mandar todos estes testemunhos para o ministerio da defesa ou assim. Podia ser que abrissem mais os horizontes e principalmente os cordoes a bolsa


O problema é que os ministros não compram o que os generais pedem, compram a quem lhes der a maior fatia do bolo...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 24, 2007, 05:01:15 pm
Citação de: "Bolovo"
A Organização da Logística de Defesa Norueguesa (Norwegian Defence’s Logistics Organisation) está testando nesse momento os candidatos para a escolha do novo fuzil de assalto das Forças Armadas Norueguesas (compra unificada). O novo fuzil estará substituindo o tradicional HK G3 e os representantes de todas os ramos das forças armadas estão testando os possíveis candidatos. Os três candidatos são: o Colt Canadã C8IUR canadense, o Hecker & Koch G36KV3 alemão e o Sig Sauer SG551SB suíço. Algum favorito?   
G3 atual (o superior está todo vitaminado)
(http://www.fofo.no/forsvaretsforum.no/filestore/ag3-12.jpg)

Os candidatos (da esquerda para a direita: G36KV3, SG551SB, C8IUR)
(http://www.fofo.no/forsvaretsforum.no/filestore/Fravenstre-G36Sig552C8_DSC0152.jpg)

Testando os novos fuzis
(http://www.mil.no/multimedia/archive/00083/rifle_83841a.jpg)

C8IUR canadense
(http://www.fofo.no/forsvaretsforum.no/filestore/FenrikTMbatC8mAimpointsikte_DSC0045.jpg)

G36KV3 alemão
(http://www.fofo.no/forsvaretsforum.no/filestore/G36_DSC0015.jpg)

SG551SB
(http://www.fofo.no/forsvaretsforum.no/filestore/ag3-6.jpg)


O O HK416 apesar de ser o melhor fuzil do universo, não está sendo cotado por ser muito caro e os políticos noruegueses são um pouco relutantes em gastar muito dinheiro com defesa. Ele seria meu favorito, mas como não está aí, aposto na HK G36KV3! :mrgreen:

Se tiver mais novidades sobre, eu posto aqui.

Título:
Enviado por: hellraiser em Março 24, 2007, 08:32:56 pm
Apelidar a HK415 como melhor arma do universo, quando há stgw90s, tavors, g36kv's etc... é um bocado à calhau... enfim, ainda se habilitam a aparecerem ai marcianos com as suas jdwfhewf-985 e limparem o cebo a malta toda (menos a mim) e a dizerem "então as vossas 416 eram as melhores do universo não é?!" E depois vinham aqui para minha casa fuma r uma brocas e na volta ainda me ofereciam ums naves tds xpto...


ok ja não fumo mais hoje!!!! :oops:
Título:
Enviado por: Artic Fusion em Março 25, 2007, 03:00:05 am
Citação de: "hellraiser"
Apelidar a HK415 como melhor arma do universo, quando há stgw90s, tavors, g36kv's etc... é um bocado à calhau... enfim, ainda se habilitam a aparecerem ai marcianos com as suas jdwfhewf-985 e limparem o cebo a malta toda (menos a mim) e a dizerem "então as vossas 416 eram as melhores do universo não é?!" E depois vinham aqui para minha casa fuma r uma brocas e na volta ainda me ofereciam ums naves tds xpto...


ok ja não fumo mais hoje!!!! :twisted:
Título:
Enviado por: 3520 em Março 25, 2007, 06:27:36 pm
A G36KV3 pareceu-me interessante, interessante tambem é o facto de as forças armadas norueguesas só terem aceite carabinas no concurso.
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Abril 10, 2007, 09:08:23 am
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Concurso Anulado

O concurso de aquisição das novas armas ligeiras foi anulado por decisão judicial, da qual o ministro da Defesa decidiu não voltar a recorrer. O Exército, que se tem preparado para ter helicópteros de última geração, continua assim sem saber quando substitui a velha espingarda G3.

"Voltou tudo à estaca zero", declarou uma das fontes. "Vamos pensar muito bem sobre o que fazer a seguir. Mas o ministro decidiu não recorrer" para o Supremo Tribunal Administrativo, adiantou o gabinete de Nuno Severiano Teixeira.

Na base de novo atraso num concurso de reequipamento militar que se arrasta há duas décadas está a decisão do Tribunal Central Administrativo do Sul - o MDN foi notificado a 19 de Março - de mandar anular o concurso lançado em 2004 pelo então ministro Paulo Portas. O acórdão, com base num recurso do ministério, confirma uma posição anterior do Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa e obriga o Governo a fazer novo concurso ou a optar pela compra de um modelo em regime de ajuste directo, segundo as fontes.

Na base das posições judiciais esteve uma queixa da empresa austríaca Steyr, sustentando que o concurso violava o "princípio da imparcialidade" por estar 'desenhado' de forma a favorecer o construtor alemão Heckler & Koch - que ganhou o concurso com o modelo G36 (e é também o fabricante da G3).

As autoridades portuguesas, tanto a nível político como militar, contestaram sempre essa leitura, argumentando que os critérios definidos eram os que correspondiam às necessidades operacionais das Forças Armadas.

"Não basta ser [rigoroso], também temos de parecer", observou um dos responsáveis militares envolvidos no programa. Em termos práticos, a decisão judicial obriga o Governo a alargar o leque de requisitos que estabelece para a nova arma ligeira. Mas "terá de haver um compromisso entre o que as Forças Armadas querem e o que há no mercado", sob pena de "no limite, serem os intermediários ou representantes [dos construtores] a determinar os critérios" de escolha do armamento que Portugal quer adquirir, adiantou aquela fonte.

A nova arma ligeira é o mais antigo dos programas de reequipamento das Forças Armadas e provavelmente o mais importante do Exército, destinando-se a equipar também algumas unidades da Marinha e da Força Aérea. Lançado em Dezembro de 2004, o concurso deveria estar acabado em finais de 2006 para substituir a G3, comprada no início dos anos 1960 - e fabricada em Portugal sob autorização do fabricante - devido à guerra colonial.

A opção por ajuste directo foi equacionada por Portas mas, por questões de concorrência (para obter preços mais favoráveis), a decisão final levou-o a abrir novo concurso - para espingardas automáticas, metralhadoras e pistolas. O interesse do Ministério da Administração Interna (MAI) em renovar o armamento da PSP e da GNR levou a que representantes destas forças de segurança chegassem a participar nos trabalhos de selecção do modelo a comprar (o que não vingou, pois o MAI avançaria mais tarde para um concurso próprio).

Com os atrasos de meses impostos pelo recurso da Steyr, fontes militares admitiram há meses ao DN que já só se conseguiria recuperar esse tempo se não se realizassem alguns dos testes de laboratório constantes do programa.

Fonte (http://http)
 


 :roll:
Título:
Enviado por: MERLIN em Abril 10, 2007, 10:35:22 am
Os concursos de aquisição de material militar em Portugal começam a parecer novela brasileiras de mau gosto, onde os capitulos estendem-se, estendem-se e parecem não ter fim. :evil:
O proximo episodio segue dentro de momentos!!!
cumptos
Título:
Enviado por: Migas em Abril 10, 2007, 10:53:48 am
Preparem-se para aguentar mais 30 anos.  :twisted:
Título:
Enviado por: lurker em Abril 10, 2007, 01:34:08 pm
Citação de: "Jorge Pereira"
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Concurso Anulado
:roll:


A única coisa que posso dizer é: já era sem tempo.
Creio que há um certo consenso que que o concurso foi de facto feito com a G36 em mente e este era o desfecho mais provável.
Pronto, acabou, recomecemos isto rapidamente.
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Abril 10, 2007, 01:58:33 pm
Citação de: "lurker"
Citação de: "Jorge Pereira"
Citar
Concurso Anulado
:roll:

A única coisa que posso dizer é: já era sem tempo.
Creio que há um certo consenso que que o concurso foi de facto feito com a G36 em mente e este era o desfecho mais provável.
Pronto, acabou, recomecemos isto rapidamente.



Com os mesmos intervenientes e a "salsada" do costume ?
Na volta vai ser a HK G36kv novamente a escolhida..............
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 10, 2007, 01:59:07 pm
Esperemos que hája uma resolução do problema tão rápido como no caso das pistolas para as Forças de Segurança. Sei que ainda não há um vencedor oficial, mas tudo indica que esteja a correr bem.
Título:
Enviado por: lurker em Abril 10, 2007, 02:10:23 pm
Citação de: "Bravo Two Zero"
Com os mesmos intervenientes e a "salsada" do costume ?
Na volta vai ser a HK G36kv novamente a escolhida..............

A questão não é ser a G36 escolhida ou não. Não percebo nada de armas e parece-me uma boa escolha.
A questão é que, ao que parece, o concurso foi de tal forma feito a pensar na G36 que não tinha a menor hipótese de chegar ao fim sem ser impugnado. Aliás, o pedido de anulação surgiu bastante cedo no processo. Normalmente, só aparecem depois de ter sido declarado um vencedor.
A ver se desta vez o Exército e o Ministério da Defesa têm mais cuidado com o caderno de encargos, se querem ter as armas.
Título:
Enviado por: Luso em Abril 10, 2007, 05:22:00 pm
Bom, isso pode ter as suas vantagens.
Eventualmente podem ser submetidas a concurso outras propostas tão ou mais válidas.

Mas não deixa de ser muito, mas mesmo muito ridícula a situação.

Imaginem que se prescindiu de um dos submarinos para que se pudesse dar andamento a uma série de aquisições tidas como "prioritárias" e a das armas ligeiras era uma delas. Ora, com o tempo que passa, não se ganha nada. Diz-se que se quer poupar mas no fim de contas a poupança pode sair carota.
Título:
Enviado por: Get_It em Abril 10, 2007, 06:04:02 pm
Espero que a IMI Tavor volte à corrida, e que os rumores das contrapartidas oferecidas pela empresa se confirmem.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Mar Verde em Abril 10, 2007, 06:51:41 pm
eu penso que a questão das contrapartidas dever ser fundamental na aquisição de qq equipamento militar

o investimento militar deve funcionar como alavanca de crescimento económico e transferência de tecnologia
Título:
Enviado por: JQT em Abril 10, 2007, 07:41:20 pm
Citação de: "MERLIN"
Os concursos de aquisição de material militar em Portugal começam a parecer novela brasileiras de mau gosto, onde os capitulos estendem-se, estendem-se e parecem não ter fim. :evil:
O proximo episodio segue dentro de momentos!!!
cumptos


Correcção: as novelas brasileiras costumam ter bons actores, bons realizadores e um final feliz. Isto que temos é pior que a Floribela!

Eu admito que nos últimos tempos tenho andado arredado dos assuntos de defesa (desinteresse, cansaço de debater assuntos em que não acontece nada) mas ainda não sabia que a G-36 tinha sido escolhida (sem surpresa).

Cumpts,

JQT
Título:
Enviado por: lurker em Abril 10, 2007, 08:31:30 pm
Caro, JQT
a G36 não foi propriamente escolhida.
A Steyr pediu e obteve a anulação do concurso antes de sequer chegar a esse ponto, invocando que o concurso favorecia a G36.
Título:
Enviado por: typhonman em Abril 10, 2007, 11:25:30 pm
Espero que a Tavor ganhe.
Título:
Enviado por: Luso em Abril 10, 2007, 11:44:25 pm
Bolas, o pessoal gosta mesmo da Tavor!...
Título:
Enviado por: Get_It em Abril 10, 2007, 11:56:53 pm
Citação de: "Luso"
Bolas, o pessoal gosta mesmo da Tavor!...

Mmm hmm, acho que está na altura de rever as discussões sobre G-36 vs. Tavor nalguns posts atrás e noutros tópicos aqui no fórum. Ah, bons tempos aqueles.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: typhonman em Abril 11, 2007, 01:08:06 am
Apoiado,Get_it.
Título:
Enviado por: Mar Verde em Abril 11, 2007, 10:03:26 am
Fazendo um apanhado da "discussão":

calibre: a opção do Concurso é passar a usar o calibre o 5.56 (no Fórum há quem defenda a manutenção do 7.62)

configurações: tradicional (G36, Diemeco) ou bullpup (Tavor, FN, Steyr)

contrapartidas: apenas 2 empresas consideram montar em Portugal uma fábrica para produzir as armas ( Tavor e FN)


outras opções:

desenvolver uma arma nacional (tal como o México), provavelmente baseada na G36, HK416 (calibre 5.56) ou HK417, FN SCAR (calibre 7.62)

manter a G3 (calibre 7.62) com upgrades (mas não podemos produzir mais G3 pq vendemos a linha de montagem  )
Título:
Enviado por: Migas em Abril 11, 2007, 10:28:00 am
Citação de: "Typhonman"
Espero que a Tavor ganhe.


Mais um voto a favor!  :wink:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 11, 2007, 11:53:12 am
Citação de: "Mar Verde"
Fazendo um apanhado da "discussão":

calibre: a opção do Concurso é passar a usar o calibre o 5.56 (no Fórum há quem defenda a manutenção do 7.62)

configurações: tradicional (G36, Diemeco) ou bullpup (Tavor, FN, Steyr)

contrapartidas: apenas 2 empresas consideram montar em Portugal uma fábrica para produzir as armas ( Tavor e FN)


outras opções:

desenvolver uma arma nacional (tal como o México), provavelmente baseada na G36, HK416 (calibre 5.56) ou HK417, FN SCAR (calibre 7.62)

manter a G3 (calibre 7.62) com upgrades (mas não podemos produzir mais G3 pq vendemos a linha de montagem  )


Manter o calibre 7.62 e a G-3 é de todo impossível. A realidade leva-nos para o 5.56mm.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Abril 11, 2007, 12:14:10 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
A realidade leva-nos para o 5.56mm.


E que tal pensar para o futuro (http://http).
Título:
Enviado por: Luso em Abril 11, 2007, 12:24:53 pm
Proponho as seguintes armas:

- FN SCAR;
- FN 2000.

Seria interessante ver a bullpup Kel Tec a utilizar carregadores de G3, caso se decidisse manter o 7.62x51mm, mas já é o meu lado engenhocas a funcionar (para mim parece ser a melhor coisinha desde o pão às fatias)

Na minha opinião, a FN reúne as seguintes condições: armas bem concebidas; relativamente baratas (a SCAR andará pelos USD$850)  e poderão eventualmente serem aqui fabricadas.
Depois, a Bulpup FN é ambidextra e pode ser equipado com computador balístico respectivo (é feiota mas o que é que isso interessa?)
Título:
Enviado por: Get_It em Abril 11, 2007, 03:08:14 pm
É pena que esta compra seja urgente, e seria de todo improvável, visto que o governo quer deixar o 7.62x51mm para passar para o padrão NATO, senão, quem sabe, talvez fosse possível fazer uma parceria com a IMI ou a FN para pegar numa das armas destas empresas (Tavor, FN 2000 ou FN SCAR) e desenvolver uma variante com calibre 7.62x51mm.

Sheesh, já ando eu aqui outra vez a sonhar. :(
Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Mar Verde em Abril 11, 2007, 04:14:43 pm
mas pq a insistência com o 7.62, o futuro provavelmente será algo intermédio entre 5.56 e o 7.62, e não vamos ser nós que vamos alterar isto

mesmo os Noruegueses que tinham a G3 com upgrade vão optar por uma nova arma 5.56

as "novas" armas adoptadas recentemente são todas 5.56  (com excepção da SCAR, mas que tem uma aplicação especifica)

mas já, agora o Concurso define claramente o calibre ou não?
eu assumi que o 5.56 era já oficial



FN2000 parece algo saído de um filme de ficção cientifica, algum exército já a adoptou (com excepção do Ministério do Interior de Timor Leste.......ehehehe) ?
Título:
Enviado por: Luso em Abril 11, 2007, 06:42:15 pm
Citar
mas pq a insistência com o 7.62, o futuro provavelmente será algo intermédio entre 5.56 e o 7.62, e não vamos ser nós que vamos alterar isto.


Não necessáriamente - e não é que com isso concorde. O que se passa é que os projectos americanos (ATK) para munições ligeiras de próxima geração, telescópicas ou sem estojo, têm esse calibre ou até inferior. O certo é que o 5.56 já demonstrou o que (não ) vale, portanto...

E já agora, Mar Verde, pode-se fazer um 7.62 de um 5.56.
Chama-se .300 Whisper.
Se quiser 6.5mm, vá para 6.5mm MPC

E só basta mudar de cano.
Por isso a vantagem dos sistemas "5.56" é estarem difundidos ao ponto de haver carregadores com fartura e cabeças de ferrolho e extensões de canos capazes de ainda prestar melhores serviços com "wildcats" 5.56x45mm cujo comprimento total não ultrapasse as dimensões internas do carregador que o utiliza. Valha-nos ao menos isso.
Título:
Enviado por: JQT em Abril 12, 2007, 06:14:05 pm
Citação de: "lurker"
Caro, JQT
a G36 não foi propriamente escolhida.
A Steyr pediu e obteve a anulação do concurso antes de sequer chegar a esse ponto, invocando que o concurso favorecia a G36.


OK, então.

Do pouco que eu tenho seguido este assunto, o que entendo é que internacionalmente o argumento que ganha cada vez mais força é que em vez de suportar os custos de mudar de calibre de 5,56 para um novo 6,8 ou equivalente, a opção mais pragmática é colocar de novo em serviço o 7,62. Não faz muito sentido adoptar um novo calibre apenas com o objectivo de recuperar as prestações de um calibre existente. Levam-se menos munições? Então que se adoptem novos carregadores (não entendo porque é que ninguém apareceu com carregadores de plástico para a G-3/FAL), que se modifiquem as armas, etc.

Uma coisa é certa, desde o início da guerra no Afeganistão e no Iraque, cada vez mais o 7,62 é recuperado, inclusive com novas armas (ex: Minimi 7,62 lançada no ano passado pela FN).

Não sou especialista no assunto, por isso a minha opinião é um "penso eu de que".

JQT
Título:
Enviado por: Get_It em Abril 12, 2007, 08:46:32 pm
Há já um bom tempo atrás vi um documentário no no Canal História sobre espingardas de assalto e sobre os seus calibres, e deu-me a entender que 5,56 foi só escolhido como o standard da NATO graças aos norte-americanos e aos seus próprios interesses com o negócio das munições.

Mas quanto ao 5,56 vs. 7,62 e em especial aquela conversa de que num conflito «é melhor ferir um soldado inimigo do que o matar, pois é algo mais que o inimigo tem de se concentrar» (ou algo assim, já não me lembro das palavras exactas). Nos dias de hoje, tanto nas guerras de guerrilha, tal como nas mais convencionais, o que interessa é os mortos. Actualmente os exércitos evoluíram de tal forma quanto à sua logística e nos seus meios que um ferido consegue receber tratamento médico imediatamente no campo de batalha e ser consequentemente evacuado. Um soldado ferido também já não consegue fazer os danos psicológicos que conseguia antigamente, quer seja nos seus colegas militares ou na população que está lá no seu país, enquanto que um soldado morto já pesa muito mais. Vejamos o que se passa actualmente no Iraque e no Afeganistão, muitos soldados ficam feridos todos os dias, recebem tratamento médico e são enviados logo para um hospital militar para recuperarem, mas não é por isso que o povo norte-americano e doutros países querem que as suas forças militares saíam do teatro de operações, é por causa dos mortos. Um morto não consegue recuperar, é apenas enviado para casa, para ser enterrado, e isso provoca mais danos a nível político e do apoio da população junto aos militares do que um simples soldado ferido.

Desculpem o "testamento", mas desorientei-me um bocado ao escrever, de tal forma que me esqueci de começar por mencionar o seguinte: um colete à prova de bala moderno consegue até parar uma bala de calibre 5,56, agora uma de calibre 7,62 já não.

Talvez o melhor fosse continuarmos com o calibre 7,62 em vez de estarmos a seguir as modas da NATO, pois este continua a ser melhor que o 5,56 em muitos aspectos, e mais cedo ou mais tarde o 5,56 vai ser novamente trocado por outro calibre mais eficaz.

Quanto às forças especiais já terem escolhido espingardas de calibre 5,56 (p.e. G-36) penso que também não tinham assim grande opções, pois se forem a ver, graças ao menino 5,56 da NATO os fabricantes de espingardas concentram-se em projectos para este calibre. Ainda estou para ver uma G-36 para 7,62.

Não sou especialista no assunto, por isso a minha opinião é um "o que percebi dos outros especialistas e o que penso eu de que". À semelhança do JQT.
Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Mar Verde em Abril 12, 2007, 10:24:31 pm
5.56 é mais leve e, pelo menos no caso das bullpup, as armas são mais compactas e existe uma maior adaptação ergonómica o que se pode traduzir em vantagens em ambiente de combate urbano (entrar em casas, combater nas ruas...), melhor para missões de paz (fazer chekpoints, vistorias....), mais facilidade em circular e sair de veículos de patrulha e/ou helicópteros, mais indicado para para quedistas etc...

há argumentos para os 2 lados

os Noruegueses que tb levaram a G3 para o Afeganistão tb optaram agora por adquirir novas armas, 5.56
Título:
Enviado por: lurker em Abril 12, 2007, 10:52:50 pm
A meu ver, o 7.62 está essencialmente "morto" como calibre standard para espingardas de assalto.
Caso a NATO mude do 5.56 será para um calibre intermédio.
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Abril 13, 2007, 01:48:26 am
Boa noite a todos, por causa do fuso horario sou sempre dos ultimos a responder mas este topico e muito interessante e de eu ter contacto permanente com muitas marcas de armas e de muitos calibres tanto em espingardas como pistolas posso contribuir com a minha opiniao e experiencia. O calibre 5,56mm e mais que suficiente para a 100 metros matar qualquer pessoa (para uma arma automatica um tiro a 100 metros ja e longo) Agora quem gosta do calibre 7,62mm tudo bem mas este ja e um calibre de caca grossa! Eu acho que qualquer soldado normal se sente muito melhor a disparar uma bala que se controla melhor menos coice e mais leve! Outra coisa todas estas espingardas modernas tipo a G36 se fosse para usar o 7,62mm tinhao que lhe adicionar no minimo 1 1/2  kilos de peso. Nunca vcs vao ver uma arma a disparar o 7,62 e ser leve ao mesmo tempo. Tambem a cerca de carregadores, os carregadores especialmente de armas automaticas com o por e tirar ganhao "cama" ou seja eles ajustao-se a arma e ganhao forma, nada mais facil  que ver uma espingarda encravar e se se trocao carregadores usados em armas diferentes. E algo que os fabricantes nao falam
Título: Forças Armadas Norueguesas seleccionam a HK 416
Enviado por: Get_It em Abril 13, 2007, 02:53:53 am
Algo relacionado com este tema: As forças armadas norueguesas seleccionaram a HK 416 como a sua nova espingarda de serviço (service rifle). Acabei de saber através do MilitaryPhotos.net.[1] (http://http)
A hiperligação para a notícia (em norueguês apenas): http://www.aftenposten.no/nyheter/iriks/article1733557.ece
Segundo a informação dada um contrato foi assinado entre as duas parte dia 12 de Abril (ontem) para a entrega de 8200 HK 416 por um total de 100 milhões de coroas norueguesas (~12 milhões de euros). O mais interessante é que a arma nem estava entre as três espingardas finalistas (HK G-36, M-4 e SIG).

Fiquei surpreendido, pois já estava a pensar que a G-36 ia vencer.

Cumprimentos,
PS: Podem encontrar neste mesmo tópico alguns posts acerca do concurso (http://http) e sobre a HK 416 (http://http).
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 13, 2007, 06:40:39 pm
Isso dá mais de dois mil dólares por cada HK 416 :shock:

Deve vir com muitos acessórios Gucci.
Título:
Enviado por: Get_It em Abril 13, 2007, 07:10:29 pm
Correcção relativamente ao meu post (http://http) acima: O contrato para as 8200 espingardas de assalto HK 416 é de facto 100  milhões de coroas norueguesas, mas esse valor corresponde a 12 milhões de euros (e não a 123 milhões como referi anteriormente), ou seja, 16 milhões de dólares.

Estas novas espingardas serão equipadas com miras Aimpoints que foram adquiridas num outro contrato, que foi simultaneamente assinado com este, no valor de 50 milhões de coroas norueguesas - que corresponde a ~ 6 milhões de euros / 8,3 milhões de dólares.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Mar Verde em Abril 13, 2007, 07:39:00 pm
1.463 euros por HK + 731 por mira = 2.192 euros

porra, ficaram muitíssimo caras
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 13, 2007, 07:40:03 pm
"I use G3." "It shoots very nicely." "I kill ten people today."
 (http://http)

 :?
Título:
Enviado por: hellraiser em Abril 14, 2007, 12:10:51 pm
Acho que não faz muito sentido continuar a bombardear este post, o concurso está parado não ha novidades estes últimos posts devem ser colocados sobre outro titulo..
Título:
Enviado por: typhonman em Abril 14, 2007, 12:27:38 pm
Pois, infelizmente a aérea da defesa em Portugal está como um zero a esquerda..
Título:
Enviado por: 3520 em Abril 15, 2007, 02:48:43 pm
Citar
The price of each 416 “will range anywhere from $800 to $1,425 depending on volume and accessories,” said H&K’s CEO John Meyer Jr.



http://www.armytimes.com/news/2007/02/atCarbine070219/ (http://www.armytimes.com/news/2007/02/atCarbine070219/)
Título: e Pistolas
Enviado por: bryanferreira em Abril 16, 2007, 11:41:08 pm
Ja que nao vamos a lado nenhum na espingarda de assalto, que tal pensarem em mudar a P38 ?? isso e q e uma vergonha. Va la que agora com a lei nova talvez deixem o pessoal dos quadros comprar a sua propria arma. E o Governo mudar a pistola das forcas armadas?e qual o calibre? e o pessoal que faz a tropa saber disparar. Cada vez q oico dizer quantos tiros da um gajo das forcas especiais portuguesas por ano ate me benzo, ja pra nao falar dos outros nao e...
Va, pensem la numas pistolas para a malta ter mais discussao. Ou criem outro topico. Ja agora para dizer mal das P99 da PSP e das USP so um bocadinho mal. Eh!Eh!
Título: Re: e Pistolas
Enviado por: ricardonunes em Abril 17, 2007, 12:05:50 am
Citação de: "bryanferreira"
Va la que agora com a lei nova talvez deixem o pessoal dos quadros comprar a sua propria arma.


Já o podia anteriormente :wink:
Título:
Enviado por: bryanferreira em Abril 17, 2007, 08:57:56 pm
Sim podia, mas nao sem ser 7,65mm ou 357mag. Agora pode-se comprar ate .45acp para defesa
Título:
Enviado por: ricardonunes em Abril 17, 2007, 09:19:47 pm
Citação de: "bryanferreira"
Sim podia, mas nao sem ser 7,65mm ou 357mag. Agora pode-se comprar ate .45acp para defesa


Tenho as minhas dúvidas, mas de momento não tenho legislação para suportar o meu contraditório, amanhã (e se conseguir a legislação de 1949) direi-lhe qualquer coisa :wink:
Título:
Enviado por: dremanu em Abril 17, 2007, 10:36:50 pm
De facto parece que a SCAR é a arma que oferece o mais amplo leque de opções para satisfazer todas as pessoas. Talvez deveria ser essa a ser escolhida.

E já agora, fica aqui um video interessante para vocês verem. É uma reportagem acerca de um território Paquistanês, onde os gajos fabricam todo o tipo de armas ligeiras "-à mão!".... E isto numa terra do fim-do-mundo, e depois hà que acham que em Portugal não se pode fabricar armas.

http://www.dailymotion.com/relevance/se ... akistan%3E (http://www.dailymotion.com/relevance/search/pakistan/video/x1gizg_vice-travel-darra-pakistan%3E)
Título:
Enviado por: zecouves em Abril 18, 2007, 01:56:40 pm
Citação de: "dremanu"

E já agora, fica aqui um video interessante para vocês verem. É uma reportagem acerca de um território Paquistanês, onde os gajos fabricam todo o tipo de armas ligeiras "-à mão!".... E isto numa terra do fim-do-mundo, e depois hà que acham que em Portugal não se pode fabricar armas.

http://www.dailymotion.com/relevance/se ... akistan%3E (http://www.dailymotion.com/relevance/search/pakistan/video/x1gizg_vice-travel-darra-pakistan%3E)


A qualidade das armas fabricadas é identica à dos artigos comprados nas lojas dos chinenes. Baratinho, baratinho mas a qualidade ...
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Abril 18, 2007, 01:59:43 pm
Citação de: "zecouves"
A qualidade das armas fabricadas é identica à dos artigos comprados nas lojas dos chinenes. Baratinho, baratinho mas a qualidade ...


Ao menos custam 1,5 € :lol:  :wink: ...
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Abril 18, 2007, 02:09:35 pm
Citação de: "zecouves"
Citação de: "dremanu"

E já agora, fica aqui um video interessante para vocês verem. É uma reportagem acerca de um território Paquistanês, onde os gajos fabricam todo o tipo de armas ligeiras "-à mão!".... E isto numa terra do fim-do-mundo, e depois hà que acham que em Portugal não se pode fabricar armas.

http://www.dailymotion.com/relevance/se ... akistan%3E (http://www.dailymotion.com/relevance/search/pakistan/video/x1gizg_vice-travel-darra-pakistan%3E)

A qualidade das armas fabricadas é identica à dos artigos comprados nas lojas dos chinenes. Baratinho, baratinho mas a qualidade ...


Lembro-me das Lee-Enfield "made in Khyber Pass" e imortalizadas nas mãos dos mujahideen aquando da invasão soviética do Afeganistão. A grande maioria dessas cópias eram tão perigosas para os soviéticos como para o atirador, com munições perigosas e canos que não aguentavam a pressão ao usar munições modernas ocidentais..........
Título:
Enviado por: zecouves em Abril 18, 2007, 02:26:00 pm
Citação de: "PereiraMarques"
Citação de: "zecouves"
A qualidade das armas fabricadas é identica à dos artigos comprados nas lojas dos chinenes. Baratinho, baratinho mas a qualidade ...

Ao menos custam 1,5 € :lol:  :wink: ...


Ri-te, ri-te! Se calhar até são mais baratas ... digo eu.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Abril 18, 2007, 02:49:32 pm
Citação de: "ricardonunes"
Citação de: "bryanferreira"
Sim podia, mas nao sem ser 7,65mm ou 357mag. Agora pode-se comprar ate .45acp para defesa

Tenho as minhas dúvidas, mas de momento não tenho legislação para suportar o meu contraditório, amanhã (e se conseguir a legislação de 1949) direi-lhe qualquer coisa :wink:

Ora cá vai

Citar
Artigo 132.º
Uso e porte de arma
O militar dos QP tem direito à detenção, uso e porte de arma de qualquer natureza, sendo, no entanto, obrigatório o seu manifesto quando da mesma seja proprietário.


EMFA (http://http)

Ler também este parecer da PGR (http://http)
Título:
Enviado por: typhonman em Maio 12, 2007, 12:46:07 am
Sei que quando viram este topico assinalado, ficaram sedentos de curiosidade..pois lamento desiludi-los mas a substituta da G3 nunca mais vem, lá diz o ditado "Tudo como dantes, quartel em Abrantes" :?
Título:
Enviado por: TOMKAT em Maio 12, 2007, 04:01:03 am
Citação de: "Typhonman"
Sei que quando viram este topico assinalado, ficaram sedentos de curiosidade..pois lamento desiludi-los mas a substituta da G3 nunca mais vem, lá diz o ditado "Tudo como dantes, quartel em Abrantes" :?


É uma história ridícula com mais de vinte anos.
Já nos anos 80 do século passado, andava eu pelo Alfeite, se ouvia falar da futura substituição da G3.

É uma novela com um péssimo argumento, quase ao nível da qualidade dos actores da mesma.

Nada que não seja habitual em termos de reequipamento militar da FA's portuguesas.
Título:
Enviado por: calaico em Junho 01, 2007, 07:28:46 pm
Citar
Os noruegueses é que, segundo o que consigo perceber, ainda usam a G3 como espingarda padrão.


sim era verdade, soube ontem que vão substituir a G3 pela HK 416, uma excelente opção quanto a mim, melhor que a g36, apesar da HK já ter desenvolvido a mesma arma em 7,62 (hk 417) e em 6,8mm o calibre do futuro.
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Junho 07, 2007, 01:59:44 am
Citação de: "calaico"
Citar
6,8mm o calibre do futuro.


Calibre do futuro? Desculpe mas esse calibre ja hesistia em 1925. Esse calibre nao e mais nem menos do que o cartucho do 30-06 com um gargalo um pouco menor para um projectil mais estraeito. Voce sabe o que e um coice e 30-06 para a pessoa comum? E muito forte! e numa arma automatica ninguem consegue controlar com precisao.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Junho 07, 2007, 02:47:36 am
Citação de: "oultimoespiao"
Citação de: "calaico"
Citar
6,8mm o calibre do futuro.

Calibre do futuro? Desculpe mas esse calibre ja hesistia em 1925. Esse calibre nao e mais nem menos do que o cartucho do 30-06 com um gargalo um pouco menor para um projectil mais estraeito. Voce sabe o que e um coice e 30-06 para a pessoa comum? E muito forte! e numa arma automatica ninguem consegue controlar com precisao.

Citar
Esse calibre nao e mais nem menos do que o cartucho do 30-06 com um gargalo um pouco menor para um projectil mais estraeito.

Com tanto estudo, e tempo perdido chegamos a esta brilhante conclusão :shock:

Citar
e numa arma automatica ninguem consegue controlar com precisao.


Impressão minha ou isso também acontece em calibres mais reduzidos, 9mm, em tiro automático :?:

A ideia que tenho é que armas de cal. acima de 5.56, em automático, é para "saturar" alvos...
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Junho 07, 2007, 03:29:44 am
Citar
Impressão minha ou isso também acontece em calibres mais reduzidos, 9mm, em tiro automático :?:

Citar
A ideia que tenho é que armas de cal. acima de 5.56, em automático, é para "saturar" alvos...


Bom em 9mm e mais facil controlar o tiro porque a bala e pequena, mas a precisao nao e boa, especialmente longe, quanto a tudo a cima e incluindo 5,56 e dificil de controlar. mas quanto maior o calibre mais dificil fica!
Título:
Enviado por: calaico em Junho 07, 2007, 08:48:51 pm
Citação de: "oultimoespiao"
Citação de: "calaico"
Citar
6,8mm o calibre do futuro.

Calibre do futuro? Desculpe mas esse calibre ja hesistia em 1925. Esse calibre nao e mais nem menos do que o cartucho do 30-06 com um gargalo um pouco menor para um projectil mais estraeito. Voce sabe o que e um coice e 30-06 para a pessoa comum? E muito forte! e numa arma automatica ninguem consegue controlar com precisao.

 refiro-me ao 6,8mm grendel, e a indústia armeira e para mim o melhor exemplo é a HK, estão a fazer estudos para desenvolver/adaptar armas para esse calibre, dada a ineficácia do 5,56mm em alguns cenários, é um meio termo entre o 7,62 e o 5,56mm
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Junho 07, 2007, 10:57:02 pm
Citação de: "calaico"
Citação de: "oultimoespiao"
Citação de: "calaico"
Citar
6,8mm o calibre do futuro.

Calibre do futuro? Desculpe mas esse calibre ja hesistia em 1925. Esse calibre nao e mais nem menos do que o cartucho do 30-06 com um gargalo um pouco menor para um projectil mais estraeito. Voce sabe o que e um coice e 30-06 para a pessoa comum? E muito forte! e numa arma automatica ninguem consegue controlar com precisao.
refiro-me ao 6,8mm grendel, e a indústia armeira e para mim o melhor exemplo é a HK, estão a fazer estudos para desenvolver/adaptar armas para esse calibre, dada a ineficácia do 5,56mm em alguns cenários, é um meio termo entre o 7,62 e o 5,56mm


Boa tarde... Deixe-me clarear as coisas um pouco, O grandel e 6,5mm. O 6,8mm e SPC.  o 6,8mm e a mesma coisa que .277 caliber Uma popular bala de caca! Mas quando se comecao a usar calibres de caca para uso militar sempre mudao para mm.
Título:
Enviado por: Mar Verde em Julho 05, 2007, 10:34:52 am
Bob Schultz from HK shows us the HK417, HK 416, MP7

http://www.youtube.com/watch?v=fNNCJ85ixv0 (http://www.youtube.com/watch?v=fNNCJ85ixv0)
Título: Armamento
Enviado por: zocuni em Julho 09, 2007, 02:32:16 pm
Tudo bem,

Dei uma olhada por este tópico,e já agora vou dar também as minhas preferências.
Bem,estamos num projecto de novas espingardas automáticas,metralhadoras ligeiras e pistolas.
Penso que deveriamos seguir uma linha bem definida,uma vez que os nossos "paras",já possuem a Galil poderiamos seguir a linha israelita e uma vez que ainda nos dão contraparidas de uma fábrica em Portugal(factor que entendo como muito vantajoso),deveriamos optar pelas Tavor-Tar-21(5,56*45mm),padrão Nato.Os especialistas,pelo que li preferem o calibre(7,62*39mm),isso será sempre uma questão controversa,nem sou por um nem por outro,apenas depende da situação.Para forças policiais prefiro o calibre (5,56*45mm) no conceito Bullpup,para forças militares de elite,fico com (7,62*39mm).
Agora tenho visto pouca coisa escrita sobre as pistolas,fala-se muito na Glock,de repente até já ganhou o concurso mas a minha preferência iria para uma empresa Checa,a Cezka Zbrojovda e sua linha em várias versões CZ75BD(policia) e a CZ75SP-01(tropas),acho um conceito muito interessante,os calibres são de 9mm.


Link (http://http)

Abraços,
Título:
Enviado por: Menacho em Agosto 07, 2007, 10:36:40 pm
Lo siento.................. :?

Portugal cancela el programa de adquisición de armamento ligero.

Citar
Tras un recurso legal interpuesto por el representante de una de las empresas participantes en el concurso abierto en 2004 de suministro de armamento ligero para las tres ramas de las Fuerzas Armadas portuguesas, el Ministerio de Defensa Nacional (MDN) optó por cancelarlo. Se trataba de sustituir el fusil de asalto G3A3 y las ametralladoras ligeras HK21 y HK MG42/59, fabricadas parcialmente bajo licencia de la alemana Heckler & Koch por la desaparecida INDEP (Indústrias de Defesa), el Galil AR/ARM de Israel Military Industries (IMI) y los suizos SAN AG SG543, así como las pistolas Carl Walther P38 y PP.

Contemplaba inicialmente la compra de cerca de 31.000 fusiles de asalto y 1.700 ametralladoras ligeras con sistema de funcionamiento por toma de gases en un punto del cañón y de calibre 5,56x45 mm. NATO para la munición SS109, y 6.800 pistolas de 9 mm., cantidades posteriormente muy reducidas, ya que al principio se preveía proveer también a la Guardia Nacional Republicana, opción que luego se abandonó.

Recogieron el pliego empresas como Colt Canada (antiguamente Diemaco Heroux Devtek), Fabbrica d'Armi Pietro Beretta, FN Herstal, Heckler & Koch, Steyr Mannlicher, Glock, Israel Weapon Industries (antes Israel Military Industries), Colt Defense, SAN Swiss Arms, Česká Zbrojovka y Bushmaster Firearms Internacional, y algunas decidieron presentar una oferta. El concurso implicaba tres requisitos técnico-operacionales para cada modelo, que debería tener varias versiones, de cañón largo, medio y corto y con mira para los fusiles y para la pistola debía haber una estándar, base, con dispositivo de seguridad, compacta y variante que permitiera integrar un dispositivo silenciador.

Una propuesta relativa a ametralladoras ligeras abarcó a FN Herstal (Minimi), Colt Defense (M249 SAW), Israel Weapon Industries (Negev LMG) y Heckler & Koch (MG4). El representante en Portugal de IWI, Lusis-Equipamentos e Serviços, informó a FDS que, en caso que se lance un nuevo concurso, presentarán los Tavor TAR 21, Jericho 941 y Negev LMG (Victor Manuel Saraiva Barreira, corresponsal de Grupo Edefa en Portugal).
Título:
Enviado por: SSK em Agosto 07, 2007, 10:48:36 pm
:shock:
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Agosto 07, 2007, 10:53:26 pm
Citação de: "Menacho"
Lo siento.................. :?

Portugal cancela el programa de adquisición de armamento ligero.



Menacho, pode postar o link ?
É que eu ando doido à procura......
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 07, 2007, 11:01:45 pm
Já estava à espera...  :roll:
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Agosto 07, 2007, 11:12:33 pm
Qual é a novidade? Ver página 29 do presente tópico:
http://www.forumdefesa.com/forum/viewto ... eira#73220 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?p=73220&highlight=severiano+teixeira#73220)

Ver notícia original de 10 de Abril de 2007 no Diário de Notícias:
http://dn.sapo.pt/2007/04/10/nacional/m ... velha.html (http://dn.sapo.pt/2007/04/10/nacional/militares_continuar_a_utilizar_velha.html)

PS: Em caso de maior dúvida o autor dessa notícia, Victor M.S. Barreira é membro deste fórum e poderá eventualmente esclarecer quaisquer dúvidas.
Título:
Enviado por: SSK em Agosto 07, 2007, 11:12:36 pm
Eu nem vou falar tudo o que sinto não vá... :censurado:
Título:
Enviado por: papatango em Agosto 07, 2007, 11:36:59 pm
De repente apanhei um susto porque pensei tratar-se de outra coisa ... :mrgreen:

Cumprimentos
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Agosto 08, 2007, 12:00:06 am
Citação de: "Bravo Two Zero"

Menacho, pode postar o link ?
É que eu ando doido à procura......


http://defensa.com/ (http://defensa.com/)
Título: Substituição G#
Enviado por: sivispacem em Agosto 08, 2007, 11:22:44 am
Citação de: "PereiraMarques"
Citação de: "Bravo Two Zero"

Menacho, pode postar o link ?
É que eu ando doido à procura......

http://defensa.com/ (http://defensa.com/)


Bom, e desculpem lá a pergunta pouco ingénua... e qual é o grande mal deste cancelamento??

SE houver VONTADE de efectivamente a substituir até pode ser usada a figura do ajuste directo e interesse nacional... é que a continuar assim as actuais G3 quando sairem do serviço vão directamene para o Museu Militar!!!

E o ajuste directo, já anteriormente usado na aquisição de equipamentos militares (alguém soube de consurso para a aquisição dos Blackshark?? ou dos radares para os c-295?? ou do fornecimento dos AAMRAM e AIM-9X'??) pelo menos permitiria adquirir as armas escolhidas sem justificações de maior...

Assim haja vontade...
Título:
Enviado por: Menacho em Agosto 08, 2007, 11:33:30 am
Citação de: "PereiraMarques"
Citação de: "Bravo Two Zero"

Menacho, pode postar o link ?
É que eu ando doido à procura......

http://defensa.com/ (http://defensa.com/)


En efeito, esa era la fuente, disculpas por no ponerlo antes....... :oops:
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Agosto 08, 2007, 11:11:10 pm
Dado que a SCAR para já é de uso exclusivo dos EUA, que tal a HK-416?

Os relatos dos seus utilizadores não podiam ser melhores, para além de ser simplesmente bela (critério de pouca importância na hora de escolher uma arma, é certo, mas quanto a mim, uma realidade).

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_14_main.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_16_jan_05_closed.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_145w_glm_right.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_grenade.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_10_inch_left.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_10_main.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_16_jan_05_closed.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_20_inch_right.jpg)


O que me dizem os «especialistas»?
Título:
Enviado por: papatango em Agosto 08, 2007, 11:23:44 pm
Eu não sou de certeza especialista, mas essa 416, quando a vejo o que me lembro é que parece que é cara como tudo  :shock:
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Agosto 08, 2007, 11:30:00 pm
Alguém sabe quanto os noruegueses pagaram pelo lote de 8200 armas que adquiriram ?


Edit:

Citar
The value of the contract signed on the 12th of  April 2007 in Norway is in the two digit million order. The Norwegian government has reserved itself further delivery options.


http://www.hkd-usa.com/HKWebNews/byItemID///13//3/15 (http://www.hkd-usa.com/HKWebNews/byItemID///13//3/15)
Título:
Enviado por: Luso em Agosto 08, 2007, 11:34:54 pm
Jorge, a única coisa que mecânicamente não me agrada é o "buffer" (a mola de retorno do carro da culatra que, se danificado, inutiliza a arma. E como há aquele movimento da "queda da máscara" que o pessoal insiste em praticar (o que nos dirão os membros do DAE acerca disso?) pode ser uma eventual fraqueza.
Pessoalmente já estou farto desta história da G3. Já não sei o que dizer mais e todas as conjecturas são possíveis.
Título:
Enviado por: Boina_Verde em Agosto 12, 2007, 03:07:11 am
na minha opinião:

ESPINGARDA AUTOMÁTICA
G36E - Espingarda automática para as forças regulares e não só...algumas para tropas especiais, dado q essa arma é excelente e já deu provas disso em combate. E é usada pela alemanha espanha e noruega.
G36C/K - Algumas e em bom numero para tropas especiais.já com acessórios e td. dado que é uma arma pequena e compacta, muito boa para tropas especiais

METRELHADORA LIGEIRA - MG4
 
Pistola-Metrelhadora - MP7

Pistola - Whalter P99
Título:
Enviado por: Boina_Verde em Agosto 12, 2007, 03:11:24 am
não sei se já repararam mas tenho preferencia para as armas da HK(do meu ponto de vista a melhor do mundo no que toca a armas ligeiras)
Título:
Enviado por: André em Agosto 12, 2007, 03:12:47 am
Não é a AK-47 a melhor do mundo? Pelo menos é a minha preferida nos videojogos, sempre que possível claro.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 12, 2007, 12:25:21 pm
Citação de: "Boina_Verde"
na minha opinião:

ESPINGARDA AUTOMÁTICA
G36E - Espingarda automática para as forças regulares e não só...algumas para tropas especiais, dado q essa arma é excelente e já deu provas disso em combate. E é usada pela alemanha espanha e noruega.
G36C/K - Algumas e em bom numero para tropas especiais.já com acessórios e td. dado que é uma arma pequena e compacta, muito boa para tropas especiais

METRELHADORA LIGEIRA - MG4
 
Pistola-Metrelhadora - MP7

Pistola - Whalter P99


Buena elección, yo cambiaría la Walther, por Glock 19 o HK45, y el subfusil (pistola-ametralladora), por G-36K, sobre todo para las unidades que sirven en blindados o necesitan un arma más compacta, aunque el Mp-7 tambien podría tener su utilidad.
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Agosto 12, 2007, 06:25:52 pm
"A melhor do mundo"

A mais facil e barata de fabricar!
Nunca se esqueçam que com o preço de uma G-3 compravam duas Kalash´s e meia.
Exprimentem colocar uma pessoa sem instrução a dar fogo com uma G-3, ou ter de a desmontar.
A G-3 é por si só uma arma complexa, dada a sua origem, como é obvio!
Fiavel, robusta, duravel etc etc.
Adaptada tanto á guerra convencional como a outros cenários, a Ak., é por assim dizer uma arma de guerrilha.
Onde qualquer pessoa, do mais umilde ao mais instruido, sem grandes problemas a utilizam.
Ao contrario do que querem fazer querer, a G-3 não é nenhuma arma de museu.
Está tão actual como a M-16, só não temos a influencia dos States, para determinarmos qual o calibre que se "deve" utilizar.
Na minha experiencia, antes quero ter por perto uma arma que mata a um metro, como a 1500!
Peçam á muito estimada filha do Mikhail que o faça!
Nunca queiram comparar a diferença tecnica entre uma Mauser, e uma G-3, tal como comparam a G-3 com a G-36, ou outra arma do mesmo tipo.
Se por ventura se tivesse feito um Up Date de meia vida á G-3, tinha-mos arma para cem anos.
Certo será que me confrontarão com argumentos como, o peso, as munições disponiveis, a optometria, etc etc.
Não passam de estrategias de Markting, para se poder vender o que se quer.
Pois, nós nunca compramos o queremos, mas sim aquilo que nos fazem querer ser o melhor.

Um Abraço.
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Agosto 12, 2007, 09:46:05 pm
"Uma imagem vale por mil palavras."

Como tal:
http://i199.photobucket.com/albums/aa30 ... G3eG36.jpg (http://i199.photobucket.com/albums/aa308/ncalhau/G3eG36.jpg)

Um Abraço
Título:
Enviado por: Upham em Agosto 13, 2007, 07:48:00 pm
Boa tarde! :)

Citar
Exprimentem colocar uma pessoa sem instrução a dar fogo com uma G-3, ou ter de a desmontar.
A G-3 é por si só uma arma complexa, dada a sua origem, como é obvio!
Fiavel, robusta, duravel etc etc.


Pessoalmente até achei muito simples a instrução e utilização da G3 durante o SMO (também já tinha noções de tiro e disparo com uma arma de caça e posso mesmo gabar-me de ser dos poucos no meu pelotão que nunca foi repreendido por um manuseamento incorrecto ou sem as devidas operações de segurança). Fiavel e robusta, confirmo, a que me foi atribuida inicialmente, tinha a data de 1964 estampada, sei lá se andou pelo ultramar. O que é certo é que funcionava, mesmo depois de andar no charco e estar toda enlameada (ela e eu).
Agora não tenho é termo de comparação, com grande pena minha nunca puz a mão numa AK 47, nem noutras que gostaria de experimentar.

Cumprimentos!
Título:
Enviado por: sivispacem em Agosto 14, 2007, 10:36:56 am
Os experts aqui do Forum que me ajudem, mas não se começa neste momento a questionar o calibre 5,56??
Inclusivamente há vozes que se levantam para qualquer coisa de intermedio entre o 5,56 e o 7,62.

Certo é que nas operações do Iraque e Afeganistão alguns dos 'boys' nem querem ouvir falar da M4 e preferem usar outras armas bem mais velhinhas, incluindo a M14... e não falo apenas da malta do SOCOM...


Citação de: Iris-t
Citação de: Boina_Verde
na minha opinião:

ESPINGARDA AUTOMÁTICA
G36E - Espingarda automática para as forças regulares e não só...algumas para tropas especiais, dado q essa arma é excelente e já deu provas disso em combate. E é usada pela alemanha espanha e noruega.
G36C/K - Algumas e em bom numero para tropas especiais.já com acessórios e td. dado que é uma arma pequena e compacta, muito boa para tropas especiais

METRELHADORA LIGEIRA - MG4
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 14, 2007, 10:59:16 am
Noruega ha adquirido tambien el HK 416, incluso el 417, aunque normalmetne las unidades ligeras van a compensar la potencia de fuego con ametralladoras medias de 7,62mm. parece un concepto bastante interesante de fusil, sería conveniente evaluarlo, parece más manejable que el G-36, y lleva el mismo cajón de mecanismos y sistema de gases del G-36.
Título:
Enviado por: sivispacem em Agosto 14, 2007, 11:19:39 am
Citação de: "Iris-t"
Noruega ha adquirido tambien el HK 416, incluso el 417, aunque normalmetne las unidades ligeras van a compensar la potencia de fuego con ametralladoras medias de 7,62mm. parece un concepto bastante interesante de fusil, sería conveniente evaluarlo, parece más manejable que el G-36, y lleva el mismo cajón de mecanismos y sistema de gases del G-36.


Sim, faz um certo sentido. Mas na base da adopção do 5,56 está uma certa acçao de 'marketing' dos EUA e o argumento (entre outros) de que um ferido no campo de batalha (dado o menor alcance/poder de penetração Vs 7,62) dava mais 'trabalho' e despesa ao IN do que um morto...  e a menor ligeireza do equipamento era melhor para a infantaria, etc...

Agora - parece-me - que um pouco mais de 'punch' começa a ser desejável... e não falo das 'squad weapons', mas sim em termos individuais...
Título:
Enviado por: Luso em Agosto 14, 2007, 12:36:44 pm
Amigos, a temática sobre os diversos calibres (esa e outras) já aqui foi abordada à exaustão. Por favor consultem os postais passados.
Obrigado.
Título:
Enviado por: lurker em Agosto 14, 2007, 01:06:46 pm
Citação de: "sivispacem"
Sim, faz um certo sentido. Mas na base da adopção do 5,56 está uma certa acçao de 'marketing' dos EUA e o argumento (entre outros) de que um ferido no campo de batalha (dado o menor alcance/poder de penetração Vs 7,62) dava mais 'trabalho' e despesa ao IN do que um morto...  e a menor ligeireza do equipamento era melhor para a infantaria, etc...


Apontamento histórico: não exactamente.
O 5,56 NATO tem base em duas premissas:
a) os soldados tipicamente não alvejam inimigos a mais de 300m
b) a probabilidade de atingir o alvo é proporcional ao número de tiros disparados na direcção do alvo.

Note-se que não estou a defender esta filosofia, isto é só uma resenha historica!!

O 5,56 NATO sacrifica precisão e alcance do 7.72 NATO em favor de poder de fogo, com um recuo mais controlável e permitido aos soldados carregar cerca do dobro das munições.
Levando esta filosofia ainda mais ao extremo, surgiu o falhado H&K G11, com munições caseless e capaz de disparar uma rajada de 3 tiros em 0,1 segundos.
Título:
Enviado por: sivispacem em Agosto 14, 2007, 02:11:47 pm
E mesmo 300m... o alcance pratico da G3 (com a mira 'convencional') nem a isso chega... a não alguém que seja capaz de ver mosquitos na outra banda :D

Apontamento histórico: não exactamente.
O 5,56 NATO tem base em duas premissas:
a) os soldados tipicamente não alvejam inimigos a mais de 300m
b) a probabilidade de atingir o alvo é proporcional ao número de tiros disparados na direcção do alvo.

Note-se que não estou a defender esta filosofia, isto é só uma resenha historica!!

O 5,56 NATO sacrifica precisão e alcance do 7.72 NATO em favor de poder de fogo, com um recuo mais controlável e permitido aos soldados carregar cerca do dobro das munições.
Levando esta filosofia ainda mais ao extremo, surgiu o falhado H&K G11, com munições caseless e capaz de disparar uma rajada de 3 tiros em 0,1 segundos.[/quote]
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 14, 2007, 06:58:35 pm
Citação de: "lurker"

O 5,56 NATO sacrifica precisão e alcance do 7.72 NATO em favor de poder de fogo, com um recuo mais controlável e permitido aos soldados carregar cerca do dobro das munições.
Levando esta filosofia ainda mais ao extremo, surgiu o falhado H&K G11, com munições caseless e capaz de disparar uma rajada de 3 tiros em 0,1 segundos.


Estoy de acuerdo en cuanto al alcance, no tanto en cuanto a la precisión, yo en el servicio militar tuve ocasión de disparar tanto el Cetme C (7,62mm), como el Cetme L (5,56mm), y el segundo me pareció más preciso, es posible que fuese debido tambien al más moderno diseño del arma, pero en términos generales el 5,56 SS109, tiene una mejor envolvente de tiro.
Título:
Enviado por: hellraiser em Agosto 14, 2007, 07:59:42 pm
Citação de: "sivispacem"
E mesmo 300m... o alcance pratico da G3 (com a mira 'convencional') nem a isso chega... a não alguém que seja capaz de ver mosquitos na outra banda :D

Apontamento histórico: não exactamente.
O 5,56 NATO tem base em duas premissas:
a) os soldados tipicamente não alvejam inimigos a mais de 300m
b) a probabilidade de atingir o alvo é proporcional ao número de tiros disparados na direcção do alvo.

Note-se que não estou a defender esta filosofia, isto é só uma resenha historica!!

O 5,56 NATO sacrifica precisão e alcance do 7.72 NATO em favor de poder de fogo, com um recuo mais controlável e permitido aos soldados carregar cerca do dobro das munições.
Levando esta filosofia ainda mais ao extremo, surgiu o falhado H&K G11, com munições caseless e capaz de disparar uma rajada de 3 tiros em 0,1 segundos.


o 5.56 tem um alcance maior quando comparado com o 7.62 NATO e é mesmo mais preciso pois trata-se de uma munição mais pequena a uma velocidade maior.

De resto acho que estes últimos posts não fazem qualquer sentido, pois falam de algo já debatido, re debatido e debatido ainda mais, e ate haverem mais noticias não faz qualquer sentido continuar a especular.
Título:
Enviado por: Mar Verde em Agosto 22, 2007, 09:22:29 am
Noruega (Afeganistão 2005)

(http://img519.imageshack.us/img519/1081/186508073omb8.jpg)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 22, 2007, 11:08:58 am
Entretanto já foi substituida pelo HK 416.  :wink:
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 22, 2007, 12:20:59 pm
Citação de: "hellraiser"

O 5,56 NATO sacrifica precisão e alcance do 7.72 NATO em favor de poder de fogo, com um recuo mais controlável e permitido aos soldados carregar cerca do dobro das munições.



o 5.56 tem um alcance maior quando comparado com o 7.62 NATO e é mesmo mais preciso pois trata-se de uma munição mais pequena a uma velocidade maior.

De resto acho que estes últimos posts não fazem qualquer sentido, pois falam de algo já debatido, re debatido e debatido ainda mais, e ate haverem mais noticias não faz qualquer sentido continuar a especular.


El problema de la munición del 5,56mm, muchas veces no es la munición como tal, sino el arma, cada vez se hacen armas más compactas y ligeras, como sabemos la velocidad y alcance está determinada, en gran parte, por el peso y longitud del cañón, el alcance de los 5,56mm es superior sólo en teoría, en la práctica no suele ser así, de hecho casi todos los tiradores de precisión prefieren el 7,62mm, porque el alcance efectivo es mejor.

Yo salvo para tiro de precisión y algún arma de apoyo prefiero el 5,56mm.
Título:
Enviado por: Mueda em Agosto 22, 2007, 01:44:04 pm
Boas,

A AK-47 e a AK-74 não podem ser consideradas de forma alguma como armas de guerrilha.

Foram criadas para o exercito sovietico, distribuidas pelos paises do Pacto de Varsóvia e/ou com pequenas adaptações nos paises de ideologia comunista ou com cooperação militar com esses paises.

Por razões históricas, politicas, técnicas e financeiras acabaram por ser as armas utilizadas por muitas forças de guerrilha, sendo que estamos longe de ser a unica arma adoptada por estas forças, depende muito da conjuntura e das circunstancias.

Mesmo diversos paises fora desse âmbito utilizam de forma mais limitada a AK ou modelos de armas inspiradas nessa excelente arma.

Mueda
Título:
Enviado por: zecouves em Agosto 22, 2007, 02:04:00 pm
Citação de: "Mueda"

Mesmo diversos paises fora desse âmbito utilizam de forma mais limitada a AK ou modelos de armas inspiradas nessa excelente arma.

Mueda


A Galil, por exemplo.
Título:
Enviado por: balburdio em Agosto 22, 2007, 02:05:30 pm
Citar
o 5.56 tem um alcance maior quando comparado com o 7.62 NATO e é mesmo mais preciso pois trata-se de uma munição mais pequena a uma velocidade maior.

sendo assim não se percebe porque é dada preferência ao 7,62 em armas de tiro furtivo.
Não entendo a vantagem do menor tamanho, uma munição mais leve tem em regra menor alcance.



Citar
Yo salvo para tiro de precisión y algún arma de apoyo prefiero el 5,56mm

Prefere? pra quê? alguma vez combateu?
quem o faz em regra critica o seu fraco poder de parada, a baixa letalidade e reduzido poder de transfixação qd comparados estes valores com os da AK-47 por exemplo.

A realidade é simples, o 5,56x45 é inferior ao 7,62x39 russo  e este sempre ficou a dever ao 7,62x51 NATO.

Se fosse de facto verdade que o 7,62 é demasiado grande n percebo como é que americanos, ingleses e outros combateram 2 guerras mundiais com calibres muito superiores e n se queixaram.
A temática é um disparate, já que o 5,56 resulta na realidade de um erro americano cometido há 50 anos em circunstancias totalmente diferentes das actuais.
Digam o que disserem o .223 remington é bom pra caçar esquilos

Podemos estar seguros de que já temos a melhor arma do mundo, a G3 é a única arma de assalto em 762 capaz de tiro automático controlável ( além da FN-FAL que n é realmente uma arma automática mas sim uma boa arma semi-automatica com uma muito limitada capacidade auto)
O problema é que deixámos á muito, de produzir a G3 e as existentes estão em mau estado.
Mas se então temos mesmo que subtitui-las bem poderiamos ir recuperar o nosso calibre 6,5x58 Mauser Vergueiro!
Seria facílimo e mt barato pegar no sistema da AK-47, melhorá-lo, e integrá-lo num corpo em compósito. Já que temos que produzir a arma no país de qualquer maneira, porque não uma arma de desenho nacional?
Uma arma que prestigie a nação e orgulhe os soldados!
A última arma que desenhámos foi a mauser-vergueiro e era uma excelente arma, antes tinhamos desenhado a castro guedes, outra arma excepcional. N me digam que agora é mais difícil de desenhar uma arma do que no passado em tempos conturbados e de grande crise.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 22, 2007, 02:38:51 pm
Controlável? Tu disparas três tiros com aquilo, o primeiro acerta no sitio, o outro já está uns dois palmos acima e o terceiro é para esquecer.

Citar
Prefere? pra quê? alguma vez combateu?

A mesma pergunta eu faço a si.

Citar
Se fosse de facto verdade que o 7,62 é demasiado grande n percebo como é que americanos, ingleses e outros combateram 2 guerras mundiais com calibres muito superiores e n se queixaram.


Está a comparar alhos com bogalhos.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 22, 2007, 03:32:18 pm
Citar
Prefere? pra quê? alguma vez combateu?
quem o faz em regra critica o seu fraco poder de parada, a baixa letalidade e reduzido poder de transfixação qd comparados estes valores com os da AK-47 por exemplo.

A realidade é simples, o 5,56x45 é inferior ao 7,62x39 russo  e este sempre ficou a dever ao 7,62x51 NATO.

Se fosse de facto verdade que o 7,62 é demasiado grande n percebo como é que americanos, ingleses e outros combateram 2 guerras mundiais com calibres muito superiores e n se queixaram.
A temática é um disparate, já que o 5,56 resulta na realidade de um erro americano cometido há 50 anos em circunstancias totalmente diferentes das actuais.
Digam o que disserem o .223 remington é bom pra caçar esquilos

Podemos estar seguros de que já temos a melhor arma do mundo, a G3 é a única arma de assalto em 762 capaz de tiro automático controlável ( além da FN-FAL que n é realmente uma arma automática mas sim uma boa arma semi-automatica com uma muito limitada capacidade auto)
O problema é que deixámos á muito, de produzir a G3 e as existentes estão em mau estado.


No nunca he combatido, pero creo que hablo con conocimiento de causa, al haber disparado con ambos calibres, en primer lugar no es cierto que el G3-Cetme C, sea controlable en tiro automático, como mucho en posición de tiro tumbado, y desde luego no en movimiento, en segundo lugar aun suponiendo la superior capacidad balística del 7,62mm, es eminentemente inferior en capacidad táctica, un soldado bien entrenado, con un 5,56mm puede usar el doble o triple trap, incluso fuego automático contenido, cosa imposible con un G3, cuyo 2º o 3º disparo no se dirigirían correctamente y no debo ser el único en pensarlo porque países como Suecia que ni siquiera pertenecen a la OTAN, han sustituido el 7,62mm.

Bueno lo de que el G3 es el mejor fusil del mundo, puede que hace 30 años lo fuera, ahora mismo ni por asomo, y se lo digo yo que lo he usado , así como su sustituto, el Cetme L, que sin ser ninguna maravilla, de hecho no duró ni una década en el Ejército español, era bastante más preciso, manejable y tácticamente apto que el G3-Cetme.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 22, 2007, 03:43:29 pm
Citação de: "Iris-t"
No nunca he combatido, pero creo que hablo con conocimiento de causa, al haber disparado con ambos calibres, en primer lugar no es cierto que el G3-Cetme C, sea controlable en tiro automático, como mucho en posición de tiro tumbado, y desde luego no en movimiento, en segundo lugar aun suponiendo la superior capacidad balística del 7,62mm, es eminentemente inferior en capacidad táctica, un soldado bien entrenado, con un 5,56mm puede usar el doble o triple trap, incluso fuego automático contenido, cosa imposible con un G3, cuyo 2º o 3º disparo no se dirigirían correctamente y no debo ser el único en pensarlo porque países como Suecia que ni siquiera pertenecen a la OTAN, han sustituido el 7,62mm.


Exacto!
Título:
Enviado por: balburdio em Agosto 22, 2007, 03:47:57 pm
Citar
Tu disparas três tiros com aquilo, o primeiro acerta no sitio, o outro já está uns dois palmos acima e o terceiro é para esquecer.

excepcional capacidade que tem para conseguir contar cada disparo de uma arma com uma cadência de 600dpm

Na realidade a questão, e só a compreende quem já disparou com o calibre na G3 e em outras armas é a de que a qualidade como atirador do soldado médio tem vindo a diminuir ao longo dos tempos enquanto que a precisão das armas tem vindo a aumentar. Ora actualmente a simbiose atirador-arma já só é fácil de alcançar com calibres para caçar passarinhos.
O problema não está portanto no calibre, os nossos avós combateram em La-Lys com autenticas peças de artilharia (8x57 mauser, 7,7x56 british)
mas na qualidade e no biotipo do soldado actual.
Curiosamente, à medida que aumentamos de estatura diminuimos em robustez e dureza. o outrora reputado como robusto e resistente soldado portugues será em breve, se nada for feito, a imagem perfeita do gorducho marine americano que não pode com o rabo quanto mais com uma arma automática 7,62.
Falta a este soldado obeso a dureza, o nervo capaz de lidar com calibres a sério.

Há alguns anos disparei com uma VOERE semi-auto no ubíquo .30-06, um calibre mais poderoso que 7,62 NATO. As VOERE são muito rápidas e o proprietário desafiou-me a testar essa qualidade. A arma tinha um carregador de 5 munições. Fazendo mira instintiva atingí sempre no alvo (um tronco de madeira, pintado, a 50m) sem qualquer dificuldade.

A arma pesa 3,5Kg sem munições, bem menos que os 4,5kg de uma G3.




Citar
A mesma pergunta eu faço a si.

Não, mas o meu pai sim, esteve em Moçambique no Tete como Alferes, utilizou em combate a FAL e a G3 e disparou com a Armalite e a AK-47.

Sempre que lhe pergunto sobre a questão G3-AK47 rí-se e diz que agora é fácil criticar, mas na altura davam graças por terem uma arma daquelas enquanto os turras estavam armados com a pouco precisa AK.

Era impossível acertar fosse no que fosse com a AK a mais de 25m, mesmo em semi-auto. Aliás a arma era idealizada para full-auto e fogo nutrido para ver se se acertava em alguma coisa. Já a G3 era uma autentica arma de caça, mesmo um atirador mediano n tinha a menor dificuldade em acertar a 50m. Era tão boa que os soldados raramente tinham de utilizar o fogo automático.

Numa emboscada o grande perigo eram os primeiros disparos das AK em automático, os turras despejavam carregadores uns atrás dos outros o mais rapidamente possível.
Era preciso então responder prontamente com fogo automático já que o tiro de precisão sob fogo nutrido é impossível, mal as G3 abriam fogo, os turras começavam a fugir, depois era ir atrás deles e caçá-los um a um, tiro a tiro. Cada tiro cada presa, como na caça!

Diz ele que qd se atirava para o chão após os primeiros tiros, verificava se n tinha sido atingido e relaxava, após esse momento inicial já n havia qualquer perigo.


Citar
Está a comparar alhos com bogalhos.

n sei porquê, todos os calibres utilizados em armas longas e de assalto na 2ª guerra mundial eram superiores ao 7,62
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 22, 2007, 04:25:30 pm
Vamos lá ver se nos entendemos tu estás a falar de espingardas de ferrolho ao mesmo tempo que falas de espingardas-automáticas...são duas coisas completamente diferentes.

O meu pai tb disparou com praticamente todas as metrelhadoras-ligeiras que havia no nosso arsenal e não é por isso que estou a dizer o que digo. Fala dois minutos com alguém que tenha utilizado intensamente uma G-3 que ele diz-te logo isso. Armas desse calibre não são precisas nem controláveis em disparo automático (G-3, FAL, Cetme, etc.).

Podem falar o que quiserem, mas a verdade é que Portugal perdeu a capacidade de fabrico por uma má decisão politica e o calibre 7.62mm é o passado, nóes pertencemos à OTAN e neste momento quantos países da OTAN ainda usam esse mesmo calibre?
Título:
Enviado por: balburdio em Agosto 22, 2007, 05:40:36 pm
Citar
O meu pai tb disparou com praticamente todas as metrelhadoras-ligeiras que havia no nosso arsenal e não é por isso que estou a dizer o que digo. Fala dois minutos com alguém que tenha utilizado intensamente uma G-3 que ele diz-te logo isso. Armas desse calibre não são precisas nem controláveis em disparo automático (G-3, FAL, Cetme, etc.).

nenhuma arma é precisa em fogo automático, pode ser quanto muito controlável, o que é mt diferente. A G3 é controlável.

Se calhar é preciso falar mais do que 2 minutos e com alguém que conheça as qualidades da arma em combate real.

mas palavras pra quê:
http://www.youtube.com/watch?v=kK2mF5aL ... ed&search= (http://www.youtube.com/watch?v=kK2mF5aLtJQ&mode=related&search=)

http://www.youtube.com/watch?v=DhjKkHS1 ... ed&search= (http://www.youtube.com/watch?v=DhjKkHS1Nj4&mode=related&search=)

comparação:
http://www.youtube.com/watch?v=qw8hK6QZ ... ed&search= (http://www.youtube.com/watch?v=qw8hK6QZWDA&mode=related&search=)

http://www.youtube.com/watch?v=jqTvBopu ... ed&search= (http://www.youtube.com/watch?v=jqTvBopuKVI&mode=related&search=)

http://www.youtube.com/watch?v=G6BpI3xD6h0 (http://www.youtube.com/watch?v=G6BpI3xD6h0)


impressionante a AK-4:
http://www.youtube.com/watch?v=_sNDTdKQ ... ed&search= (http://www.youtube.com/watch?v=_sNDTdKQNVU&mode=related&search=)

http://www.youtube.com/watch?v=eNAohtjG ... ed&search= (http://www.youtube.com/watch?v=eNAohtjG14c&mode=related&search=)



Citar
Podem falar o que quiserem, mas a verdade é que Portugal perdeu a capacidade de fabrico por uma má decisão politica e o calibre 7.62mm é o passado, nóes pertencemos à OTAN e neste momento quantos países da OTAN ainda usam esse mesmo calibre?[/quote


antes de pertencermos à OTAN somos portugueses e soberanos apesar das várias traições que este regime vai cometendo e qt a essa suposta perda de capacidade de fabrico proponho que vá avisar a fábrica da Browning em Viana, considerada a melhor do grupo, recentemente a Browning fechou a unidade de produção da Winchester na america que será agora produzida em Portugal!
Título:
Enviado por: lurker em Agosto 22, 2007, 05:41:14 pm
Caro Balbúrdio,
os seus posts parecem estar carregados de saudosismo mal direcionado.
Mais um pouco de História (já devem ter reparado que eu gosto de História).

As munições da WW1 e WW2 eram mais potentes que o calibre 7.62NATO porque os ditadores de estratégia da altura concebiam o combate como um exercicio em que os soldados, armados com espindardas de ferrolho e  depois semi-automáticas, escolhiam os seus alvos e apontavam com precisão. Contudo, a realidade nunca esteve à altura dessa ideia.
Além disso, durante muito tempo a utilização de munições pequenas a alta velocidade colocou problemas técnicos (fabrico da arma e munição, desgaste do cano, etc).
Só na WW2 é que os problemas técnicos se resolveram e as mentalidades se começaram a mudar para permitir a introdução de armas desse género.

O percursor da moderna espingarda de assalto foi introduzido pela Alemanha já tarde na WW2, na forma da StG44 7.92x33 mm.
Embora não tivesse impacto no desfecho da guerra, o eficácia da arma e táticas baseadas nesta levou  o resto do mundo a adoptar a espingarda de assalto no pós-guerra.

Só que enquanto a URSS copiou o conceito de forma quase literal, com a AK47 e o cartucho 7.62x39 mm, os pensadores ocidentais não resistiram a distorcer o conceito e adoptou um cartucho muito mais potente, o 7.62x51 mm.
Mas com a experiência, os pensadores ocidentais começarem a pôr em causa o 7.62x51mm. E a comparação de experiência das várias guerras coloniais que membros da NATO (incluindo Portugal) travaram com o 7.62x51mm com a experência dos EUA no Vietname com o 5.56x45mm foi o que levou o resto da NATO a adoptar o 5.56mm.

Já agora, por em causa a qualidade dos soldados actuais é ridiculo. O soldado moderno está mais bem treinado e mais bem equipado (e já agora, carrega com mais peso) que os seus congéneres da WW1 ou WW2.
Título:
Enviado por: lurker em Agosto 22, 2007, 05:54:44 pm
Caro Balbúrdio,
os videos são muito giros mas.. as armas estão a ser disparadas de uma posição estática! Dai, até podiam ser .50 BMG.
A WW1 já lá vai, os soldados hoje em dia têm de ser capazes de disparar para um lado enquanto correm para outro.
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 22, 2007, 05:59:32 pm
Citar
http://www.youtube.com/watch?v=kK2mF5aL ... ed&search= (http://www.youtube.com/watch?v=kK2mF5aLtJQ&mode=related&search=)
Gostava de ver era o alvo, ou a parede atrás do alvo :lol: .
Título:
Enviado por: balburdio em Agosto 22, 2007, 07:33:48 pm
pra quem gosta de história deveria andar mais bem informado.
o 5,56 precede as guerras coloniais a que se refere e está provado à exaustão ser impróprio para guerra na selva.


Citar
Só que enquanto a URSS copiou o conceito de forma quase literal, com a AK47 e o cartucho 7.62x39 mm, os pensadores ocidentais não resistiram a distorcer o conceito e adoptou um cartucho muito mais potente, o 7.62x51 mm.
e ainda bem que o fizeram!


Citar
Mas com a experiência, os pensadores ocidentais começarem a pôr em causa o 7.62x51mm.
não foi bem assim, na realidade o calibre precede essas experiencias, na realidade foi uma experiencia americana, muito apoiada pela propaganda militar para impor a varios paises uma dependencia em relação à america no tocante a armamento.


Citar
E a comparação de experiência das várias guerras coloniais que membros da NATO (incluindo Portugal) travaram com o 7.62x51mm com a experência dos EUA no Vietname com o 5.56x45mm foi o que levou o resto da NATO a adoptar o 5.56mm.

isso seria extraordinario já que os americanos perderam militarmente no vietname e nós não
na realidade foram os americanos quem impôs o calibre ao resto da OTAN
o calibre sempre foi contestado, mesmo dentro do aparelho militar americano. era aliás frequente as forças especiais utilizarem a AK capturada e a carabina M14


Citar
Já agora, por em causa a qualidade dos soldados actuais é ridiculo. O soldado moderno está mais bem treinado e mais bem equipado (e já agora, carrega com mais peso) que os seus congéneres da WW1 ou WW2.

mais bem treinado e equipado sim, mas levar mais peso nem pensar.
além de que o soldado moderno é transportado para  campo de batalha enquanto que o soldado das guerras mundiais marchava a pé.
Título:
Enviado por: balburdio em Agosto 22, 2007, 07:42:00 pm
Citação de: "lurker"
Caro Balbúrdio,
os videos são muito giros mas.. as armas estão a ser disparadas de uma posição estática! Dai, até podiam ser .50 BMG.
A WW1 já lá vai, os soldados hoje em dia têm de ser capazes de disparar para um lado enquanto correm para outro.


anda a ver demasiados filmes americanos!
 essa de disparar enquanto se corre é mesmo à hollywood. se calhar acha que se acerta seja lá no que fôr dessa forma?

filmes de cóbois à parte o único entrave a correr de um lado pró outro seria o peso da arma e não a estabilidade em fogo automático, disparar em andamento é gastar balas à tôa. Qd um soldado muda de posição os companheiros dão-lhe cobertura a partir das suas posições. o soldado se disparar é sem qualquer tipo de precisão e só pode atingir alvos a muito curta distancia!
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 22, 2007, 07:58:33 pm
Citação de: "balburdio"
isso seria extraordinario já que os americanos perderam militarmente no vietname e nós não


Os americanos perderam politicamente, militarmente não perderam nenhuma batalha, se encontrar alguma batalha que eles tenham perdido gostava de saber.
Título:
Enviado por: lurker em Agosto 22, 2007, 08:00:46 pm
Caro balburdio,
eu sei perfeitamente que o 5.56 precede as guerras coloniais.
Os EUA (que foram quem impôs o 7.62x51 quando os Ingleses queriam o .280) começaram a arrepender-se imediatamente dessa escolha quando os soldados começaram a ter armas na mão, chegando ao ponto de fabricar M14 sem "full auto".

Estava apenas a informar que a experiência colonial e do Vietname pesou na decisão de outros paises a trocar o 7.62 pelo 5.56.

Eu diria que os EUA não foram mais derrotados militarmente no Vietname que nós nas colónias (bem, cada colónia era um caso). Mas pronto...

Pode dizer-me onde é que está mais que demonstrado que o 5.56 é inadequado para o combate na selva?

Um soldado americano na WW1 carregava cerca de 48lb (~24kg). Hoje em dia pode carregar 90lb (~45kg) ou mesmo 120lb (~60kg) de tralha, conforme a situação e a distância que tem de percorrer com ela.
O facto de ser transportado para o campo de batalha pesa aqui, claro.
Mas a verdade é que nós somos simplesmente maiores que os nosso antepassados. O que é natural, uma vez que a sociedade evoluiu para poder alimentar os nossos corpos maiores.

(credo, onde este tópico já vai... mas também não há noticias sobre a substituição da G3)
Título:
Enviado por: balburdio em Agosto 22, 2007, 08:05:11 pm
Citar
Parece uma G-3, mas a munição de certeza que não é o 7.62mm, essa arma é á HK-33, até está escrito nos comentários ao video.

não, é mesmo a G3, quem comenta sabe pouco destas coisas. A HK-33 tem 30 munições e um carregador maior.


Citar
O que é que tem a M4 a ver com a G-3?
o grosso calibre




Citar
Também não tem nada a ver com a G-3, mas prova que o 5.56mm é mais preciso que o 7.62mm.
prova? como? vê o alvo por acaso?
uma simples comparação dos vídeos mostra em camara lenta que a M16 e a G3 são controláveis em automático, é só isso!





Citar
http://www.youtube.com/watch?v=eNAohtjG14c&mode=related&search=
Pegou fogo :lol: .


acho que não percebeu bem, a ideia é mostrar que a AK-47 é capaz de disparar mesmo a arder.
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 22, 2007, 08:09:29 pm
Citação de: "balburdio"
acho que não percebeu bem, a ideia é mostrar que a AK-47 é capaz de disparar mesmo a arder.


Ok, mas não tou a ver qual será a vantagem que isso dará aos militares.
Título:
Enviado por: lurker em Agosto 22, 2007, 08:13:40 pm
Citação de: "balburdio"
Citar
Parece uma G-3, mas a munição de certeza que não é o 7.62mm, essa arma é á HK-33, até está escrito nos comentários ao video.

não, é mesmo a G3, quem comenta sabe pouco destas coisas. A HK-33 tem 30 munições e um carregador maior.


Quem tem telhado de vidro...

A mim parece-me uma HK33 com um carregador de 25.
O carregador parece demasiado estreito, demasiado longo e ligeiramente curvo para ser uma G3.
Também parece ter mais estrias de reforço que o da G3.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 22, 2007, 08:19:02 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "balburdio"
Citar
http://www.youtube.com/watch?v=kK2mF5aL ... ed&search= (http://www.youtube.com/watch?v=kK2mF5aLtJQ&mode=related&search=)
Gostava de ver era o alvo, ou a parede atrás do alvo :lol: .


Correcto em tudo (incluindo na HK-33, o carregador é curvo, o retrocesso é menor e o barulho é diferente).
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Agosto 22, 2007, 09:36:01 pm
Realmente o carregador não engana... c34x

(http://img168.imageshack.us/img168/6231/semttuloll7.jpg)
Título:
Enviado por: sivispacem em Agosto 22, 2007, 10:18:49 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "balburdio"
isso seria extraordinario já que os americanos perderam militarmente no vietname e nós não

Os americanos perderam politicamente, militarmente não perderam nenhuma batalha, se encontrar alguma batalha que eles tenham perdido gostava de saber.


Bom, caro Lightning, isso agora era uma discussão muito profunda....

Mas resumidamente, tambem os norte-americanos têm as suas páginas menos felizes nos anais militares... restringindo-me apenas a batalhas, e da 2GG em diante, recordo-me de:
Kesselrine, Norte de Africa (vejam o inicio do filme Patton) - levaram uma tareia dos alemães que nunca mais esqueceram
Coreia, a célebre retirada sob pressão chinesa
No Vietname, bom, parece-me que ganhar não ganharam.... podemos discutir se foi pela  pressão política interna, mas o facto permanece...
Depois tiveram o fiasco da tentiva de resgate dos reféns em Teerão....
Mogadiscio...
e vão-me desculpa, mas se o conflito militar no Iraque está a ser ganho pelos norte-americanos eu vou ali e já venho.

O segredo da supremacia militar norte-americana é apenas a existência de uma logística inigualável, de uma base industrial sem rival e de uma disparidade de meios quase sempre presente - e a total supremacia aérea, claro.

Serão bons militares, claro, mas não os 'supreme warriors' que por vezes gostam de se considerar....

Mas isto é uma opinião, deixem a 'confusão' iniciar-se... :)
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 22, 2007, 10:29:15 pm
Isso também nós temos paginas menos felizes na historia militar, lembro-me de Alcaçer Quibir...
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 22, 2007, 10:57:19 pm
El problema aquí es, en mi opinión muy sencillo, un soldado de infantería moderno, que se considere bien equipado para el combate, lleva:

- Fusil de Asalto.
- Munición.
- 2-3 Lanzagranadas de fusil por pelotón.
- Chaleco antifragmentos.
- Casco Kevlar.
- Provisiones.
- Equipos de transmisiones, lanzagranadas contra-carro, morteros ligeros, etc.

Osea más y más kilos, los actuales soldados todos profesionales, al menos, en el caso de España, están bastante mejor entrenados y equipados de lo que estabamos los soldados de reemplazo, que llevabamos el Cetme, y poco más.

Llevar un fusil tipo G3 que pesa 5,5kgs, eso sin incluir lanzagranadas, supone que cada cargador que porte el soldado lleva un 50% menos munición que con el 5,56mm, además el fusil pesa unos 2kgs más, el soldado tiene en el fondo menos potencia efectiva de fuego, ya que las ráfagas son incontrolables, además el fusil es mucho menos apto para portar en vehículos blindados, o para el moderno combate urbano (importantísimo).

La diferencia balística no es tanta, y la carencia de fuego en semiautomático, es simplemente inferior, osea que salvo que sea para disparar a un vehículo, y no blindado, o para disparar a más de 400m de alcance, y es francamente difícil darle a nada a esa distancia, yo me quedo con el 5,56mm, si quiero más potencia de fuego, para eso tengo lanzagranadas de fusil, C90, Alcotán o ametralladoras ligeras y medias, acuraccy, etc.
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 22, 2007, 11:23:22 pm
Tem que vir aqui o vizinho espanhol por ordem na familia portuguesa. :lol:  :lol:
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Agosto 23, 2007, 01:39:03 am
Eu ja escrevi tanto sobre este topico que recuso-me a escrever mais!
Título:
Enviado por: sivispacem em Agosto 23, 2007, 02:24:42 am
Citação de: "Lightning"
Isso também nós temos paginas menos felizes na historia militar, lembro-me de Alcaçer Quibir...


Exactamente! Mas falava-se do exercito dos EUA....
Aliás, não é preciso ser vidente para ver como a doutrina militar dos EUA (a tal de combater e vencer em simultãneo um conflito de alta e um outro de media intensidade) está neste momento seriamente comprometida e/ou desajustada....

Imaginam o que era agora rebentar uma crise na Coreia do Norte??  Já nem falo em Taiwan....

Após a retirada do Iraque vão atravessar um longo periodo de reajuste estrategico. Muitas fraquezas terao de ser corrigidas ,para não falar no envelhecimento real (ou precoce, pela intensiva utilização) de grande parte do seu equipamento militar....

Bom... mais umas achas para a fogueira.....

 :!:

E só uma esclarecimento.... não sou nem de perto nem de longe anti-americano, muito antes pelo contrario. Devemos muito a esse grande pais, os europeus em particular.
Mas já no que se refere a Bush e às sous boutades.......
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 23, 2007, 11:33:18 am
Citação de: "sivispacem"
Exactamente! Mas falava-se do exercito dos EUA....
É verdade que se falava do exército dos EUA mas, também estavamos a falar da guerra do vietname e das suas derrotas e você começou a falar na segunda guerra mundial, no Irão, na Somália, no Iraque... :lol:  :lol: .
Título:
Enviado por: Luso em Agosto 23, 2007, 11:38:39 am
Caros confrades militarizados e belicistas: não se esqueçam do tema!
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 23, 2007, 12:13:15 pm
Citação de: "Luso"
Caros confrades militarizados e belicistas: não se esqueçam do tema!


Também o senhor tinha que vir agora lembrar-nos dessas triste realidade :( .
Título:
Enviado por: LM em Setembro 07, 2007, 11:59:53 am
É interessante como a alteração de uma arma (e em especial de calibre) deve alterar também a organização das secções / pelotões...

Dois artigos que acho interessantes:

UK Platoon Weapons and the Weight Capability Myth (http://http)


Infantry Section - The 1990s (http://http)
Título:
Enviado por: balburdio em Setembro 07, 2007, 03:23:15 pm
Citar
El problema aquí es, en mi opinión muy sencillo, un soldado de infantería moderno, que se considere bien equipado para el combate, lleva:

- Fusil de Asalto.
- Munición.
- 2-3 Lanzagranadas de fusil por pelotón.
- Chaleco antifragmentos.
- Casco Kevlar.
- Provisiones.
- Equipos de transmisiones, lanzagranadas contra-carro, morteros ligeros, etc

Osea más y más kilos, los actuales soldados todos profesionales, al menos, en el caso de España, están bastante mejor entrenados y equipados de lo que estabamos los soldados de reemplazo, que llevabamos el Cetme, y poco más.

talvez na altura espanha fosse pobre demais para equipar os seus soldados, mas na 2ª guerra mundial um soldado levava um capacete em aço, roupa pesada no inverno, uma arma pesada, munições em clip mais pesadas, cantil metálico, rações de combate em latas, baioneta, pá, utensílios vários, etc.
O equipamento n era tão sofisticado mas era todo ele mais pesado que o actual que é feito em pláticos, miniaturizado, ergonómico e multifuncional

Citar
Llevar un fusil tipo G3 que pesa 5,5kgs, eso sin incluir lanzagranadas, supone que cada cargador que porte el soldado lleva un 50% menos munición que con el 5,56mm, además el fusil pesa unos 2kgs más, el soldado tiene en el fondo menos potencia efectiva de fuego, ya que las ráfagas son incontrolables, además el fusil es mucho menos apto para portar en vehículos blindados, o para el moderno combate urbano (importantísimo).
50%???  no tempo em que estudei matemática 20 são 66,6% de 30
. Se a isto acrescentarmos a famosa lei (estabelecida pelos US Marines) de que são precisos vários disparos de 5,56mm para deter um adversário, pareçe-me que o soldado armado com a 7,62 tem vantagem em munições


Citar
La diferencia balística no es tanta
é falso, deixem de insistir nesse ponto, uma munição 7,62 atravessa uma parede de tijolo e cimento, atravessa portas de carvalho sem grande perda, derrota todo o tipo de protecções individuais em uso, trespassa mesmo a maioria das blindagens de viaturas.
É a única (abaixo da .50) sequer considerada pelos atiradores furtivos para todo o tipo ambientes salvo espaços abertos e mesmo aí há grande discussão.

Citar
, y la carencia de fuego en semiautomático, es simplemente inferior, osea que salvo que sea para disparar a un vehículo, y no blindado, o para disparar a más de 400m de alcance, y es francamente difícil darle a nada a esa distancia, yo me quedo con el 5,56mm, si quiero más potencia de fuego, para eso tengo lanzagranadas de fusil, C90, Alcotán o ametralladoras ligeras y medias, acuraccy, etc.

é o que se chama meter tudo no mesmo saco.
se a cadencia fosse tudo os soldados andavam armados de MAC-10!
tente disparar a 50 metros com obstaculos e compreende porque e que os Marines criticam o calibre e porque é que o USSCOM quer uma arma em calibre 7,62
Título:
Enviado por: LM em Setembro 07, 2007, 03:30:20 pm
balburdio.

O que tem a dizer sobre o artigo "UK Platoon Weapons and the Weight Capability Myth"...?
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 07, 2007, 03:40:34 pm
Para acabar definitivamente com a discussão sobre as diferenças energéticas entre diferentes munições...

http://en.wikipedia.org/wiki/Kinetic_energy (http://en.wikipedia.org/wiki/Kinetic_energy)

(http://upload.wikimedia.org/math/a/3/8/a38c32f3f00f593c1dc17692bc224c0f.png)

A Energia Cinética é igual a metade da massa vezes a velocidade ao quadrado.

Não esquecer que os projécteis tem configurações que afectam o seu comportamento balístico, o que se traduz em desempenho que varia ao longo da trajectória.
Para comparar projécteis será necessário analizar também as suas trajectórias. O que será francamente superior a 100m poderá ser mediocre a 500m em função desse factor.

Depois, e como diria um "fofo" ex-primeiro ministro "é só fazer as contas".
Título:
Enviado por: lexivia em Setembro 07, 2007, 04:28:36 pm
Bem pelas contas do Sr. Kalashinikov ao criar a AK-47, parece que os soldados combatem na maioria das vezes até 300 metros. Talvez seja uma dica que após estes anos todos esta arma e o seu calibre ainda funcionem "num sitio ou outro do Mundo"!
Título:
Enviado por: LM em Setembro 07, 2007, 04:56:42 pm
Citar
A recent US study shows that, like almost every conflict of the 20th Century, 80% of engagements in Iraq and Afghanistan occur at ranges below 300m.
Data from other historical studies would indicate that the majority of that 80% occur below 200m. Additionally, there is a substantial body of trials evidence to suggest that soldiers under stress rarely engage targets successfully at 200m, and that most successful engagements are at
less than 200m.

Citar
Because an SA-80 section can carry more rounds of 5.56mm for the same given weight of 7.62mm, an SA-80 section can suppress the same frontage for a greater period of time than the previous SLR and GPMG section. Because of the lesser recoil of 5.56mm, that SA-80 section delivers more accurate fire than the SLR and GPMG section.
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 08, 2007, 12:37:09 pm
1 - Recordo que o tópico é sobre a substituição da G3.
2 - Se quiserem falar do Vietnam e da Guerra do Ultramar façam-no no lugar apropriado;
3 - Balburdio, estude um pouco mais o conflito do Sudeste Asiático.
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Setembro 09, 2007, 02:04:57 am
Ainda estao a falar nos calibres?
Título:
Enviado por: Mar Verde em Setembro 25, 2007, 03:22:25 pm
(http://obramba.com/slike/358.jpg)

Citar
In June 2006, the Ministry of Defence of the Republic of Slovenia signed a contract with FN Herstal to purchase 6,500 F2000 rifles as a new standard combat rifle for the Slovenian Armed Forces. The basic model F2000 Tactical model has been somewhat overhauled and renamed to F2000 S, the most apparent feature being a more raised top picanntiny rail also functioning as a carrying handle.


Video: http://24ur.com/bin/article.php?article ... a=60035327 (http://24ur.com/bin/article.php?article_id=3102558&show_media=60035327)
Título:
Enviado por: balburdio em Setembro 26, 2007, 12:07:08 pm
Citação de: "Mar Verde"
(http://obramba.com/slike/358.jpg)

Citar
In June 2006, the Ministry of Defence of the Republic of Slovenia signed a contract with FN Herstal to purchase 6,500 F2000 rifles as a new standard combat rifle for the Slovenian Armed Forces. The basic model F2000 Tactical model has been somewhat overhauled and renamed to F2000 S, the most apparent feature being a more raised top picanntiny rail also functioning as a carrying handle.

Video: http://24ur.com/bin/article.php?article ... a=60035327 (http://24ur.com/bin/article.php?article_id=3102558&show_media=60035327)


é um erro crasso, motivado certamente por pressões políticas e a necessidade de adoptar o calibre OTAN a todo o custo.
Trata-se de uma arma pouco testada em situação de combate, mais apropriada ao uso policial que ao militar.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 26, 2007, 12:51:51 pm
Eles podiam ter escolhido qualquer esoingarda-automática nesse calibre, se eles escolheram o F2000 é porque gostaram.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 04, 2007, 12:25:51 pm
Ministro da Defesa reabre concurso da arma ligeira

Citar
O Ministério da Defesa Nacional (MDN) reiniciou esta semana os procedimentos prévios à reabertura do concurso para a compra de uma nova arma ligeira para as Forças Armadas, disseram fontes militares ao DN.

A decisão de fazer avançar aquele programa da Lei de Programação Militar (LPM), tomada pelo ministro Nuno Severiano Teixeira com carácter de urgência, chegou aos ramos na última sexta-feira - tendo os trabalhos por parte da Direcção-Geral de Armamento começado logo na segunda-feira.

De acordo com as diferentes fontes ouvidas pelo DN, os responsáveis envolvidos no processo têm um prazo até ao próximo dia 12 para concluir o caderno de encargos do novo concurso da arma ligeira para as Forças Armadas. "Trata-se de adaptar os requisitos definidos no concurso anterior", anulado há alguns meses pelo tribunal, referiu um dos oficiais envolvidos no processo.

Este programa de reequipamento militar, que se destina a substituir a G3 - comprada no início dos anos 1960 e fabricada em Portugal sob autorização do fabricante - usada pelos militares desde o tempo da guerra colonial, está em cima da mesa há duas décadas. Imbróglios jurídicos têm levado à sucessiva anulação dos concursos realizados, a última das quais por decisão judicial

Sendo o mais antigo dos programas de reequipamento das Forças Armadas, o concurso das armas ligeiras é provavelmente o mais importante do Exército - destinando- -se a equipar também algumas unidades da Marinha e da Força Aérea.

Lançado em Dezembro de 2004, pelo então ministro da Defesa Paulo Portas, o concurso - que abrange espingardas automáticas, metralhadoras e pistolas - deveria estar acabado em finais de 2006.

Mas uma queixa da empresa austríaca Steyr (fabricante das viaturas blindadas de oito rodas Pandur II), a impugnar a decisão de escolher a G36, foi acolhida pelo Tribunal Central Administrativo do Sul. O acórdão - o MDN foi notificado a 19 de Março - teve por base um recurso do MDN e confirmava uma posição anterior do Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa, obrigando o Executivo a fazer novo concurso ou a optar pela compra da nova arma ligeira em regime de ajuste directo.

As autoridades políticas e militares rejeitaram sempre as acusações da Steyr, alegando que os requisitos definidos correspondiam às necessidades operacionais das Forças Armadas. Mas o tribunal decidiu que o concurso violava o "princípio da imparcialidade" - estava 'desenhado' para favorecer o construtor alemão Heckler & Koch, fabricante da G36. Severiano Teixeira decidiu não recorrer da sentença para o Supremo Tribunal Administrativo, fazendo o processo voltar à estaca zero.|

DN (http://http)
Título:
Enviado por: Tiago20 em Outubro 04, 2007, 07:40:00 pm
Mais uma boa notícia!Esperemos que seja um concurso "profissional" e imparcial, em que as Forças Armadas fiquem realmente bem equipadas.De preferência criando postos de trabalho e transferindo tecnologia e know-how para Portugal.  :)

Abraços
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Outubro 08, 2007, 03:52:26 pm
:arrow: HK-416 Teste (http://http)
Título:
Enviado por: dtread em Outubro 08, 2007, 04:26:34 pm
A HK-416 parece ser mesmo uma boa arma e extremamente fiavel como se comprova neste video (http://http)
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 08, 2007, 07:43:06 pm
A HK416 não traz nada de novo e ainda tem o problema do buffer (que é a mola de retorno na coronha, o que exige cuidados. Temo que não aguente exercícios como a "queda da máscara".
É uma solução óptima para quem utiliza armas do tipo M16, ou para quem pode fabricar lowers e uppers em open source.
Pessoalmente iria para a FN (excepto FNC).
Título:
Enviado por: Major Alvega em Outubro 09, 2007, 09:46:03 pm
Quanto à HK416, a Noruega tornou-se recentemente o primeiro país da NATO a adoptá-la como arma standard nas suas forças armadas. Depois de a avaliar conjuntamente com as outras armas congéneres.

 Penso que muito dificilmente será escolhida por Portugal, por tratar-se de uma espingarda de assalto muito recente e poder ter um preço ainda bastante elevado em comparação às demais concorrentes. Isto, é claro se houver um novo concurso lançado ainda esta década.
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 09, 2007, 09:57:09 pm
Major Alvega, deve estar frescote por aí... :wink:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 09, 2007, 11:08:45 pm
Não sei se já leram (http://http), mas gostava de ler opiniões :?:
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 09, 2007, 11:22:22 pm
Citação de: "ricardonunes"
Não sei se já leram (http://http), mas gostava de ler opiniões :?:


Li um bocadito e fiquei logo claudicado. O Pereira Marques é que se deve safar a ler aquilo. :wink:
De resto, o que é distingue a G36 da AUG?
Ou melhor: tirando o calibre em que é que se assemelham?
Basta dizer que a arma deve permitir utilização ambidextra sem modificações que isso basta para eliminar a AUG.
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 09, 2007, 11:30:20 pm
Não sei porquê, não sou advogado (do Diabo)...
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 09, 2007, 11:32:00 pm
Olha a preguiça a apoderar-se do Luso c34x

Só me ocorre o diopter, estarei errado :?:
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 09, 2007, 11:39:10 pm
Citar
Olha a preguiça a apoderar-se do Luso :mrgreen:

Citar
É o dito "quesito KKK" :?:


Ah! Cabeça a minha!

Kapacidade de Kambio de Kano.

Sinceramente só com o Caderno de Encargos. Mas deve haver um segredo de justiça qualquer que impede o mero mortal de o aceder.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 09, 2007, 11:56:41 pm
Citação de: "Luso"
Citar
Olha a preguiça a apoderar-se do Luso :mrgreen:

Citar
É o dito "quesito KKK" :?:

Ah! Cabeça a minha!

Kapacidade de Kambio de Kano.

Sinceramente só com o Caderno de Encargos. Mas deve haver um segredo de justiça qualquer que impede o mero mortal de o aceder.


Essa do "velhote" (idade) até tem graça :idea:

É por causa dos Espanhois :lol:
Título:
Enviado por: Major Alvega em Outubro 10, 2007, 12:03:39 am
Frescote?? Porquê Luso?
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 10, 2007, 12:15:35 am
Citação de: "Major Alvega"
Frescote?? Porquê Luso?


Não faz frio na Terra do Gelo?
Título:
Enviado por: Major Alvega em Outubro 10, 2007, 12:25:53 am
Ainda não faz frio a sério. Estão aqui uns 7/8º. Fresquinho aqui são 3/4º negativos. Chove é a cântaros.

 Um Abraço aí para o sul da Europa.
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Outubro 10, 2007, 04:22:01 am
Citação de: "Luso"
...ainda tem o problema do buffer (que é a mola de retorno na coronha


Penso que o amigo se esta a referir ao buffer da ciclagem que nao tem nada a ver com a coronha nem molas, e demais este sistema veio resolver os problemas cronicos que armas automaticas tinhao, como limpeza constante e fiabilidade! Este sistema de buffer e a melhor coisa que podia ser inventado para uma espingarda automatica que requere pouca manutencao e fiabilidade!
Título:
Enviado por: Mar Verde em Outubro 10, 2007, 11:43:44 am
Citação de: "Luso"
Pessoalmente iria para a FN (excepto FNC).


FN SCAR presumo, e não a FN 2000 ?

mas a SCAR está "disponível", não foi apenas um projecto promovido pelo Comando das Forças Especiais US ?


creio que no concurso anterior apenas a FN e a IMI (Tavor) se "ofereceram" para montar em Portugal uma fábrica e produzir cá as armas. (a FN já tem uma fábrica em Viana -  winchester )

este aspecto é valorizado no actual concurso, ou é irrelevante ?
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 10, 2007, 12:36:38 pm
Citação de: "oultimoespiao"
Citação de: "Luso"
...ainda tem o problema do buffer (que é a mola de retorno na coronha

Penso que o amigo se esta a referir ao buffer da ciclagem que nao tem nada a ver com a coronha nem molas, e demais este sistema veio resolver os problemas cronicos que armas automaticas tinhao, como limpeza constante e fiabilidade! Este sistema de buffer e a melhor coisa que podia ser inventado para uma espingarda automatica que requere pouca manutencao e fiabilidade!


O "buffer" é a mola/pistão de retorno do carro do ferrolho e está inserido num tubo colocada na coronha. Partindo ou danificando a coronha... chapéu.
A utilização dessa arquitectura permite uma caixa de culatra mais pequena e menos pesada. Não tem quaisquer implicações com a "pouca manutenção" e certamente que coloca em risco a fiabilidade diminuindo a robustez. Basta consultar um esquema que por aí andam para perceber o que digo. No caso da M16 é preciso uma chave especial para retirar um pino aparafusado que retém o buffer/mola de retorno. O buffer também impede a instalação de coronhas dobráveis. Portanto...

E sim, refiro-me à SCAR, embora tolere a FN2000, já que o problema de utilização ambidextra fica resolvido, além de para ela já ter sido concebido um sistema de pontaria para o lançador de granadas (e julgo também para a munição cinética). Tudo num sistema muito compacto.
A FN tem certamente oferta que merece consideração.
Título:
Enviado por: hellraiser em Outubro 10, 2007, 11:17:19 pm
Citação de: "oultimoespiao"
Citação de: "Luso"
...ainda tem o problema do buffer (que é a mola de retorno na coronha


Penso que o amigo se esta a referir ao buffer da ciclagem que nao tem nada a ver com a coronha nem molas, e demais este sistema veio resolver os problemas cronicos que armas automaticas tinhao,
como limpeza constante e fiabilidade! Este sistema de buffer e a melhor coisa que podia ser inventado para uma espingarda automatica que requere pouca manutencao e fiabilidade!


so li a parte a negrito deste post.

penso que são admissíveis varios tipos de erros de português, como acentuação, abreviaturas, palavras com k em vez de "qu", no entanto há que haver limites.

tinhão não existe.

Já o pretérito imperfeito na terceira pessoa do plural do verbo ter, é tinham.
Título:
Enviado por: Lince em Outubro 11, 2007, 11:58:16 am
Citação de: "hellraiser"
Citação de: "oultimoespiao"
Citação de: "Luso"
...ainda tem o problema do buffer (que é a mola de retorno na coronha


Penso que o amigo se esta a referir ao buffer da ciclagem que nao tem nada a ver com a coronha nem molas, e demais este sistema veio resolver os problemas cronicos que armas automaticas tinhao,
como limpeza constante e fiabilidade! Este sistema de buffer e a melhor coisa que podia ser inventado para uma espingarda automatica que requere pouca manutencao e fiabilidade!

so li a parte a negrito deste post.

penso que são admissíveis varios tipos de erros de português, como acentuação, abreviaturas, palavras com k em vez de "qu", no entanto há que haver limites.

tinhão não existe.

Já o pretérito imperfeito na terceira pessoa do plural do verbo ter, é tinham.


Não sei se sabe, mas o amigo oultimoespião vive e viveu a maior parte da sua vida nos EUA. É natural que surjam alguns erros. Nada de importante. De facto, o único erro que lhe detecto é o trocar as palavras terminadas em am pelo ão. Facilmente o corrigirá.

Congratulo-me também pelo hellraiser ter abandonado a escrita típica de telemóvel.
Título:
Enviado por: zecouves em Outubro 11, 2007, 02:26:23 pm
Verifico que os ultimos posts revelam informação bastante interessante mas, porque não conheço pessoalmente os postadores, não percebo se ela reflecte experiência pessoal ou um paciente trabalho de pesquisa em fontes (livros, net, etc). Ambas as situações são perfeitamente válidas.

Acho que seria bastante proveitoso para os restantes leitores/postadores se os posts referissem a base da sua argumentação. Isto é, se a experiência é pessoal, ou se é fruto de pesquisa. Se fosse fruto de pesquisa, então seria interessante citar/partilhar as fontes de pesquisa.

Esta regra poderia ser aplicada a outros tópicos, como aliás muitas vezes acontece. Penso que se esta atitude fosse ainda mais frequente, só iria aumentar a credibilidade deste forum.
Título:
Enviado por: hellraiser em Outubro 11, 2007, 04:36:41 pm
Citação de: "Lince"
Citação de: "hellraiser"
Citação de: "oultimoespiao"
Citação de: "Luso"
...ainda tem o problema do buffer (que é a mola de retorno na coronha


Penso que o amigo se esta a referir ao buffer da ciclagem que nao tem nada a ver com a coronha nem molas, e demais este sistema veio resolver os problemas cronicos que armas automaticas tinhao,
como limpeza constante e fiabilidade! Este sistema de buffer e a melhor coisa que podia ser inventado para uma espingarda automatica que requere pouca manutencao e fiabilidade!

so li a parte a negrito deste post.

penso que são admissíveis varios tipos de erros de português, como acentuação, abreviaturas, palavras com k em vez de "qu", no entanto há que haver limites.

tinhão não existe.

Já o pretérito imperfeito na terceira pessoa do plural do verbo ter, é tinham.

Não sei se sabe, mas o amigo oultimoespião vive e viveu a maior parte da sua vida nos EUA. É natural que surjam alguns erros. Nada de importante. De facto, o único erro que lhe detecto é o trocar as palavras terminadas em am pelo ão. Facilmente o corrigirá.

Congratulo-me também pelo hellraiser ter abandonado a escrita típica de telemóvel.



Tb eu vivi grande parte da minha vida fora de Portugal e não é por isso que cometo ou desculpo erros sejam eles por ignorância, preguiça ou simples enganos.

quanto à sua critica à minha "escrita de telemóvel", é bem mais que isso, na minha actividade actual sou obrigado a escrever muito em muito pouco tempo, ai as abreviações são essenciais. sendo que muitas vezes enquanto estou nessa actividade, visito paralelamente o fórum, por vezes escrevo aqui da mesma forma, por lapso e outra vezes por preguiça, não tentando desculpar a minha atitude, parece-me mais grave um erro gramatical que um de sintaxe. independentemente do que ache, penso que o ultimoespião não voltará cometer tal erro, portanto o meu post terá o efeito desejado.
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 11, 2007, 05:54:01 pm
Para esclarecimento geral (e repetindo o que já disse no passado):

A minha "experiência" e o meu saber não resulta da experiência directa - por impossibilidade legal - mas da análise mecânica e dimensional de diversos componentes e de tentativas de "reverse engeneering" virtual, que tem bases bibliográficas, gravuras, fotografias e desenhos técnicos e também recorrendo à experiênca com as minhas próprias armas. Se não as posso comprar, apodero-me delas intelectualmente.

Afirmo:

Não tenho experiência militar.
Não sou armeiro legalmente habilitado.
Mas ouso acreditar que seria capaz de conceber todo tipo de armamento ligeiro, excepto armas automáticas alimentadas por cinta e de ser capaz de fabricar com as minhas próprias mãos espingardas de pederneira e com cano estriado, de pólvora negra. E as ferramentas necessárias para tal.

Depois, quem quiser acreditar ou não no que digo é livre de o fazer desde que o justifique, assim como eu o faço.
Título:
Enviado por: antoninho em Outubro 11, 2007, 09:01:23 pm
Não há problemas, os maiores inventores de armas foram sempre civis....
Talvez porque tenham um olhar diferente sobre as mesmas e sejam mais independentes em relação a certas maleitas militares.....
Outra coisa em que devemos pensar o padrão a nível OTAN é só nas munições, não é???
Isso de se andar a querer armas iguais aos outros, pode não ser o mais interessante, seja económico ou tecnológico, há que pensar e bem sobre isto, mas acho que já passou o tempo mais que necessário para tomar uma decisão.
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Outubro 12, 2007, 02:45:18 am
Citação de: "Luso"
Citação de: "oultimoespiao"
Citação de: "Luso"
...ainda tem o problema do buffer (que é a mola de retorno na coronha

Penso que o amigo se esta a referir ao buffer da ciclagem que nao tem nada a ver com a coronha nem molas, e demais este sistema veio resolver os problemas cronicos que armas automaticas tinhao, como limpeza constante e fiabilidade! Este sistema de buffer e a melhor coisa que podia ser inventado para uma espingarda automatica que requere pouca manutencao e fiabilidade!

O "buffer" é a mola/pistão de retorno do carro do ferrolho e está inserido num tubo colocada na coronha. Partindo ou danificando a coronha... chapéu.
A utilização dessa arquitectura permite uma caixa de culatra mais pequena e menos pesada. Não tem quaisquer implicações com a "pouca manutenção" e certamente que coloca em risco a fiabilidade diminuindo a robustez. Basta consultar um esquema que por aí andam para perceber o que digo. No caso da M16 é preciso uma chave especial para retirar um pino aparafusado que retém o buffer/mola de retorno. O buffer também impede a instalação de coronhas dobráveis. Portanto...

E sim, refiro-me à SCAR, embora tolere a FN2000, já que o problema de utilização ambidextra fica resolvido, além de para ela já ter sido concebido um sistema de pontaria para o lançador de granadas (e julgo também para a munição cinética). Tudo num sistema muito compacto.
A FN tem certamente oferta que merece consideração.


A sua explicacao so esta 50% certa amigo Luso, este buffer nao foi inventado para diminuir o tamanho do "receiver" nem do ferrolho!  Embora consiga-o fazer. Foi inventado para diminuir a manutencao e aumentar a fiabilidade da arma (para a arma poder ser usada por pessoas que nao entendem muito de mecanica especialmente mulheres) Vou tentar explicar o que foi feito e embora talvez ainda nao esteja aprefeicoado 100% e realmente revolucionario! O problema maior que as armas automaticas tem e com o aproveitamento dos gases do cano, estes gases passao por buracos muito pequenos e com a sujidade da polvora queimada eles entopem! E precisao me muita limpeza, o que a H&K fez foi criar um cilindro com um emblo que quando os gases saem do cano em vez de ir logo para a colatra vao para este cilindro e fazem actuar o pistom e o pistom por sua vez transfere a energia para a colatra e o ferrolho. Desta maneira o problema mais cronico das automaticas foi resolvido! E a ideia e tao boa que se ha alguns problemas sao pequenos e faceis de resolver! Uma razao que outros fabricantes nao tem este sistema e porque esta patenteado!

Espero ter ajudado e contribuido!
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Outubro 12, 2007, 03:04:15 am
Citação de: "zecouves"
Verifico que os ultimos posts revelam informação bastante interessante mas, porque não conheço pessoalmente os postadores, não percebo se ela reflecte experiência pessoal ou um paciente trabalho de pesquisa em fontes (livros, net, etc). Ambas as situações são perfeitamente válidas.

Acho que seria bastante proveitoso para os restantes leitores/postadores se os posts referissem a base da sua argumentação. Isto é, se a experiência é pessoal, ou se é fruto de pesquisa. Se fosse fruto de pesquisa, então seria interessante citar/partilhar as fontes de pesquisa.

Esta regra poderia ser aplicada a outros tópicos, como aliás muitas vezes acontece. Penso que se esta atitude fosse ainda mais frequente, só iria aumentar a credibilidade deste forum.


Amigo zecouves, eu coleciono armas de guerra especialmente alemas e espingardas de caca Inglesas e belgas, Tanbem pertenco a um clube de tiro e atiro com todos os tipos de armas! Quando estava na marinha representei a base de norfolk no concurso anual de tiro da marinha e ganhei o primeiro lugar. Quando estava em Rota na espanha fui representar Rota em Ramstein no concurso de tiro de todas as forcas americanas na europa! e fiquei em terceiro posto. Nao sou nenhum super especialista mas entendo um pouco.

Abraco
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 12, 2007, 10:01:53 am
Amigo oultimoespiao, eu estou 100% certo.

http://mujahadeenar15a2.tripod.com/ (http://mujahadeenar15a2.tripod.com/)
http://blackrifleworks.com/ar15-m16-usg ... dfd0f32cad (http://blackrifleworks.com/ar15-m16-usgi-4-position-collapsible-stock-assembly-od-green-p-220.html?osCsid=bd202ab8b62d5e38203685dfd0f32cad)
http://www.brownells.com/aspx/ns/store/ ... TUBE+STOCK (http://www.brownells.com/aspx/ns/store/ProductDetail.aspx?p=16910&title=AR-15+BOOM+TUBE+STOCK)
http://www.brownells.com/aspx/ns/store/ ... 5+RECEIVER (http://www.brownells.com/aspx/ns/store/ProductDetail.aspx?p=1517&title=AR-15+CAV-15+RECEIVER)
http://www.brownells.com/aspx/ns/store/ ... +BUTTSTOCK (http://www.brownells.com/aspx/ns/store/ProductDetail.aspx?p=23135&title=AR-15+M4+ADJUSTABLE+BUTTSTOCK)


ultimoespiao: a "novidade" para a M16/Ar15 (que já foi comercializada nos anos 70/80 numa forma mais tosca e em kit para civis) está no pistão que empurra o carro do ferrolho em vez do tubo de gases que "sopram" o carro do ferrolho para trás.
Mas quando o carro do ferrolho vai para trás, ele tem que voltar a vir para a frente. E o que faz isso?
- Tarãããã! o buffer e sua mola!
E que que se alojam onde?
- Na c-o-r-o-n-h-a.
E partindo a coronha... chapeau!

Exemplo da mola de retorno deslocada para cima, evitando um buffer

(http://www.impactguns.com/store/media/oly_oa-98.jpg)

Pistolas Ar15 "clássicas" (que tubo esquesito aquele... porque é que não o tiram? :roll: )

(http://i7.photobucket.com/albums/y265/NevisRuprecht/pistol.jpg)

(http://img174.imageshack.us/img174/5809/p1010036thumb8ps.jpg)

(http://img.photobucket.com/albums/v398/DBAR/noveskepistol.jpg)

http://www.ar15.com/forums/topic.html?b ... 2&t=245757 (http://www.ar15.com/forums/topic.html?b=3&f=122&t=245757)
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 12, 2007, 10:21:51 am
E mais:

 :G-clever:  s1x2x

Desta maneira o problema mais cronico das automaticas foi resolvido! E a ideia e tao boa que se ha alguns problemas sao pequenos e faceis de resolver! Uma razao que outros fabricantes nao tem este sistema e porque esta patenteado!

*suspiro*.
Quando muito é patenteado para a M16/AR15.
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/45/Garand.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6f/SVT-40_1941_Izhevsk_01.jpg/800px-SVT-40_1941_Izhevsk_01.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d5/Bren1.jpg)
(http://www.enemyforces.com/firearms/ak47.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f0/DA-SD-07-21417_FNC_cropped.JPEG)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/0/05/Magpul_masada_16fde.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/39/AUG_A1_508mm_04.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b7/Stgw_90.jpg/800px-Stgw_90.jpg)
Título:
Enviado por: zecouves em Outubro 12, 2007, 10:56:15 am
Citação de: "oultimoespiao"
Citação de: "zecouves"
Verifico que os ultimos posts revelam informação bastante interessante mas, porque não conheço pessoalmente os postadores, não percebo se ela reflecte experiência pessoal ou um paciente trabalho de pesquisa em fontes (livros, net, etc). Ambas as situações são perfeitamente válidas.

Acho que seria bastante proveitoso para os restantes leitores/postadores se os posts referissem a base da sua argumentação. Isto é, se a experiência é pessoal, ou se é fruto de pesquisa. Se fosse fruto de pesquisa, então seria interessante citar/partilhar as fontes de pesquisa.

Esta regra poderia ser aplicada a outros tópicos, como aliás muitas vezes acontece. Penso que se esta atitude fosse ainda mais frequente, só iria aumentar a credibilidade deste forum.

Amigo zecouves, eu coleciono armas de guerra especialmente alemas e espingardas de caca Inglesas e belgas, Tanbem pertenco a um clube de tiro e atiro com todos os tipos de armas! Quando estava na marinha representei a base de norfolk no concurso anual de tiro da marinha e ganhei o primeiro lugar. Quando estava em Rota na espanha fui representar Rota em Ramstein no concurso de tiro de todas as forcas americanas na europa! e fiquei em terceiro posto. Nao sou nenhum super especialista mas entendo um pouco.

Abraco


Acho que o meu post criou um mal-entendido.

Não pedi a ninguem para justificar os seus certificados de competencia. Só gostaria de ver citadas as fontes em que se baseiam determinadas opiniões, nada mais. Este procedimento pode ser uma forma de outros menos conhecedores sobre determinado assunto se documentarem.

Por exemplo quando em tempos postei sobre Snipers preocupei-me em criar links onde tinha ido buscar a base de sustentação da minha argumentação, só isso.
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Outubro 12, 2007, 09:43:36 pm
Citação de: "Luso"
E mais:

 :G-clever:  s1x2x

Desta maneira o problema mais cronico das automaticas foi resolvido! E a ideia e tao boa que se ha alguns problemas sao pequenos e faceis de resolver! Uma razao que outros fabricantes nao tem este sistema e porque esta patenteado!

*suspiro*.
Quando muito é patenteado para a M16/AR15.
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/45/Garand.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6f/SVT-40_1941_Izhevsk_01.jpg/800px-SVT-40_1941_Izhevsk_01.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d5/Bren1.jpg)
(http://www.enemyforces.com/firearms/ak47.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f0/DA-SD-07-21417_FNC_cropped.JPEG)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/0/05/Magpul_masada_16fde.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/39/AUG_A1_508mm_04.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b7/Stgw_90.jpg/800px-Stgw_90.jpg)


E um sistema completamente diferente, enquanto o que a H&K inventou e um sistema independente e selado o outro e parecido ao usado em armas semi auto onde nao hesiste piston, so hesiste um vedante  com uma mola exterior dentro de um tubo onde nada esta independente! Amigo luso uma coisa e nos lermos estas coisas e tentarmos perceber o que e a olhar para as figuras outra e voce pegar no objecto desmontar e analizar! Desculpe mas vc continua errado!
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 12, 2007, 10:12:29 pm
É, ultimoespiao. Tem toda a razão.
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 14, 2007, 11:16:22 am
Ultima ratio:

Funcionamento da culatra da AR15/M16 e da HK416
(para os "peritos" mais teimosos)

http://www.armytimes.com/projects/flash ... 0_carbine/ (http://www.armytimes.com/projects/flash/2007_02_20_carbine/)

A diferença deste sistema face ao anterior é que os gases da munição não são soprados directamente contra o carro do ferrolho e para dentro da caixa da cultra, sujando as peças e aquecendo-as desnecessáriamente.
à semelhança da maioria das armas semi/auto accionadas por gases, o acionamento é feito por um pistão cuja cabeça que entra em contacto com os gases está fora da caixa da cultra - ou seja - os resíduos e o calor ficam fora, não atrapalhando o funcionamento.

Vejam a mola de retorno/pistão de retorno (buffer) na coronha.
Querem tentar fazer a queda da mácara (ou outras barbaridades) com esta arma ao longo de gerações?

Entretanto...
http://www.youtube.com/watch?v=N03LVJgUWdU (http://www.youtube.com/watch?v=N03LVJgUWdU) (e é um kit)
http://www.liveleak.com/view?i=c75_1190166291 (http://www.liveleak.com/view?i=c75_1190166291)
http://www.youtube.com/watch?v=ctA3e39penY (http://www.youtube.com/watch?v=ctA3e39penY)
http://www.youtube.com/watch?v=nd-dFpgxE4M (http://www.youtube.com/watch?v=nd-dFpgxE4M)

Contradigam o que digo mas com racionalidade.
Quanto a este assunto tenho dito.
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Outubro 14, 2007, 04:11:44 pm
Citação de: "Luso"
Ultima ratio:

Funcionamento da culatra da AR15/M16 e da HK416
(para os "peritos" mais teimosos)

http://www.armytimes.com/projects/flash ... 0_carbine/ (http://www.armytimes.com/projects/flash/2007_02_20_carbine/)

A diferença deste sistema face ao anterior é que os gases da munição não são soprados directamente contra o carro do ferrolho e para dentro da caixa da cultra, sujando as peças e aquecendo-as desnecessáriamente.
à semelhança da maioria das armas semi/auto accionadas por gases, o acionamento é feito por um pistão cuja cabeça que entra em contacto com os gases está fora da caixa da cultra - ou seja - os resíduos e o calor ficam fora, não atrapalhando o funcionamento.

Vejam a mola de retorno/pistão de retorno (buffer) na coronha.
Querem tentar fazer a queda da mácara (ou outras barbaridades) com esta arma ao longo de gerações?

Entretanto...
http://www.youtube.com/watch?v=N03LVJgUWdU (http://www.youtube.com/watch?v=N03LVJgUWdU) (e é um kit)
http://www.liveleak.com/view?i=c75_1190166291 (http://www.liveleak.com/view?i=c75_1190166291)
http://www.youtube.com/watch?v=ctA3e39penY (http://www.youtube.com/watch?v=ctA3e39penY)
http://www.youtube.com/watch?v=nd-dFpgxE4M (http://www.youtube.com/watch?v=nd-dFpgxE4M)

Contradigam o que digo mas com racionalidade.
Quanto a este assunto tenho dito.


O que o amigo descreve aqui e exactamente o que eu disse em cima... Basta ir la e ler!
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 14, 2007, 04:34:11 pm
Citação de: "oultimoespiao"
O que o amigo descreve aqui e exactamente o que eu disse em cima... Basta ir la e ler!


Pois, pois...
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Outubro 16, 2007, 12:15:44 am
Citação de: "Luso"
Citação de: "oultimoespiao"
O que o amigo descreve aqui e exactamente o que eu disse em cima... Basta ir la e ler!

Pois, pois...


Quando as pessoas pensao que sao donos da razao e nao enchergao alem disso... sao miupes
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 16, 2007, 12:50:23 am
E cada um é livre de escolher o veneno que quiser.

- Siga o concurso, oh MDN!
Título:
Enviado por: Johnnie em Outubro 16, 2007, 10:25:02 am
G36 ou HK416 venham elas   :twisted:
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 16, 2007, 03:10:05 pm
Citação de: "Johnnie"
G36 ou HK416 venham elas   :twisted:


Nem mais!
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 23, 2007, 09:48:57 am
Despacho n.º 24242/2007, D.R. n.º 204, Série II de 2007-10-23 (http://http)
Ministério da Defesa Nacional - Direcção-Geral de Armamento e Equipamentos de Defesa
Nomeação de uma equipa técnica de apoio ao procedimento de aquisição de armas ligeiras
Título:
Enviado por: sivispacem em Outubro 23, 2007, 12:07:31 pm
FYI - se calhar algo que o novo concurso devia tomar em consideração...

http://www.janes.com/news/defence/idr/i ... _1_n.shtml (http://www.janes.com/news/defence/idr/idr071023_1_n.shtml)

e li uma coisa muito engraçada, que foi um desafio que o nosso PM apresentou à Universidade de Aveiro (creio...) para criar algo de 'comum' e 'tecnologicamente avançado' e 'inovador'...

Sabem qual foi a resposta? uma mochila com mini-células solares para carregamento de baterias de ipod e etc... estão a ver as possibilidades???

Boas!!!
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 23, 2007, 12:27:31 pm
Citação de: "sivispacem"
FYI - se calhar algo que o novo concurso devia tomar em consideração...

http://www.janes.com/news/defence/idr/i ... _1_n.shtml (http://www.janes.com/news/defence/idr/idr071023_1_n.shtml)

e li uma coisa muito engraçada, que foi um desafio que o nosso PM apresentou à Universidade de Aveiro (creio...) para criar algo de 'comum' e 'tecnologicamente avançado' e 'inovador'...

Sabem qual foi a resposta? uma mochila com mini-células solares para carregamento de baterias de ipod e etc... estão a ver as possibilidades???

Boas!!!


Com o devido respeito, não me parece nada que não seja exequível numa semana. Uma bolsa de nylon daquele duro, do tipo empregue nas mochilas militares Berghaus, cuja "tampa" se pudesse enrolar para expor a célula foto-eléctrica em situações "tácticamente menos delicadas" (por causa do reflexo) e que albergásse isto
(http://www.solio.com/v2/images/h1000web.jpg)
(Solio Hybrid 1000)
e que se pudesse fixar à tampa da mochila. Nada que não se resolva numa semana. Para quê complicar?

Olhe, algo do género mas mais pequeno.
(http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/berg.jpg)
Título:
Enviado por: sivispacem em Outubro 23, 2007, 12:35:04 pm
Citar
Com o devido respeito, não me parece nada que não seja exequível numa semana. Uma bolsa de nylon daquele duro, do tipo empregue nas mochilas militares Berghaus, cuja "tampa" se pudesse enrolar para expor a célula foto-eléctrica em situações "tácticamente menos delicadas" (por causa do reflexo) e que arlbergásse isto (http://www.solio.com/v2/images/h1000web.jpg) (Solio Hybrid 1000) e que se pudesse fixar à tampa da mochila.
Nada que não se resolva numa semana. Para quê complicar?


Boa malha, Luso!! também não me parece que seja má ideia... para carrregamento das tais pilhas que o link da Jane's refere...
Resta apenas a questão sobre o que fazer quando não existir luz solar ...
Manivela?!?!?!  :o
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 23, 2007, 12:52:41 pm
Citação de: "sivispacem"
Boa malha, Luso!! também não me parece que seja má ideia... para carrregamento das tais pilhas que o link da Jane's refere...
Resta apenas a questão sobre o que fazer quando não existir luz solar ...
Manivela?!?!?!  :wink:

http://www.equipped.com/ORSummer2007.htm (http://www.equipped.com/ORSummer2007.htm)

Beyond that, one beef I have with most of the dynamo lights, beyond having to crank or sqeeze them to make them work, is they are too big and bulky for any modest advantage they might possibly offer over a lithium battery powered light in long storage situations. So this definitely solves that problem, though it's admittedly not all that robust a light. eGear also showed a somewhat larger and more robust light, the 3-LED Palm Light ($10). It's a more practical iteration of the concept, but still small enough to be unobtrusive and easily packed away for an emergency. It also includes a 5 volt DC out port, which can be used to charge a cell phone.

(http://www.equipped.com/GRAPHICS/DSCN2673_300wds.jpg)
Título:
Enviado por: hellraiser em Outubro 23, 2007, 01:02:15 pm
Penso que o tipo se referia a um novo tipo de célula fotovoltaica que talvez não padecesse da fragilidade típica destas ultimas.
Título:
Enviado por: foxtrotvictor em Outubro 23, 2007, 10:10:37 pm
Assim como aos americanos lhes veio uma súbita saudade da M14 (eles lá sabem porquê), creio que  ainda virão saudades da G3.
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Outubro 23, 2007, 10:38:06 pm
Citação de: "foxtrotvictor"
Assim como aos americanos lhes veio uma súbita saudade da M14 (eles lá sabem porquê), creio que  ainda virão saudades da G3.
ys7x9  ys7x9
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 25, 2007, 03:08:05 pm
Dois artigos de excelente qualidade da autoria de um colega forista do DB:

http://www.defesanet.com.br/docs/fuzil_assalto_II_1.pdf (http://www.defesanet.com.br/docs/fuzil_assalto_II_1.pdf)

http://www.defesanet.com.br/docs/fuzil_assalto_II_2.pdf (http://www.defesanet.com.br/docs/fuzil_assalto_II_2.pdf)
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 25, 2007, 03:29:49 pm
Se algum dos foristas localizar fotos ou imagens do ferrolho da SCAR, agradecia. :wink:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 25, 2007, 06:02:58 pm
http://www.dailymotion.com/video/x39dwu ... nscar_tech (http://www.dailymotion.com/video/x39dwu_desarmfnscar_tech)
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 25, 2007, 07:53:12 pm
Obrigado, Martelo, mas era uma coisa mais deste género que eu procuro...

(http://www.biggerhammer.net/ar15/barrelsbolts/sp1_chromedbolt_159.jpg)

Gostava de saber como é que um ferrolho a la Stoner com dois ressaltos, faz a extracção da munição dum depósito de M16.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 25, 2007, 09:53:34 pm
Foi a única coisa que encontrei :oops:

(http://img142.imageshack.us/img142/7335/derrkifv4.jpg)
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 25, 2007, 10:01:26 pm
Obrigado Ricardo. Mas eu procuro mais detalhe. :wink:
Estou totalmente encantado pela concepção da SCAR, sobretudo a nível construtivo, pela sua simplicidade. A cabeça do ferrolhito é que me escapa...
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 25, 2007, 10:16:25 pm
Citação de: "Luso"
Obrigado Ricardo. Mas eu procuro mais detalhe. c34x

Mas se tiver novidades, eu aviso :wink:
Título:
Enviado por: lurker em Outubro 26, 2007, 12:07:03 am
Citação de: "foxtrotvictor"
Assim como aos americanos lhes veio uma súbita saudade da M14 (eles lá sabem porquê), creio que  ainda virão saudades da G3.


Mas será que os saudosos alguma vez andaram com uma M14? :D
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 26, 2007, 12:22:32 am
Citação de: "lurker"
Citação de: "foxtrotvictor"
Assim como aos americanos lhes veio uma súbita saudade da M14 (eles lá sabem porquê), creio que  ainda virão saudades da G3.

Mas será que os saudosos alguma vez andaram com uma M14? :wink:
Título:
Enviado por: Bulldozer em Outubro 29, 2007, 03:24:24 pm
Li recentemente num forum internacional que a G36 após disparar continuadamente em modo automatico apresenta problemas no cano, segundo eles este "derrete". Não será este um factor a considerar na escolha da substituta da G3?
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 29, 2007, 04:05:00 pm
Citação de: "Bulldozer"
Li recentemente num forum internacional que a G36 após disparar continuadamente em modo automatico apresenta problemas no cano, segundo eles este "derrete". Não será este um factor a considerar na escolha da substituta da G3?


Li algures algo com o mesmo teor. Todavia não me acredito que seja o cano a derreter, mas sim a zona de contacto entre o "chassis" de plástico e a extensão do cano onde se encontram os ressaltos para o trancamento do ferrolho.
Se não derreter com um regime anormal (?) de tiro, surpreender-me-ia. Agora quantos tiros são necessários para que tal ocorra isso já não sei.
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Outubro 31, 2007, 05:23:44 pm
:roll:
Título:
Enviado por: Lightning em Outubro 31, 2007, 07:12:43 pm
Citação de: "Luso"
Li algures algo com o mesmo teor. Todavia não me acredito que seja o cano a derreter, mas sim a zona de contacto entre o "chassis" de plástico e a extensão do cano onde se encontram os ressaltos para o trancamento do ferrolho.
Se não derreter com um regime anormal (?) de tiro, surpreender-me-ia. Agora quantos tiros são necessários para que tal ocorra isso já não sei.


Eu já escrevi isto algures aqui no forum, à cerca de um ano quando o concurso de substituição andava a decorrer, pude falar com um elemento que na altura andava a testar a G-36 e disse-me que um dos testes que faziam era disparar vários tiros (um carregador de 30 munições talvez) em modo semi-automático, de seguida disparavam 4 ou cinco (já não sei o numero concreto) carregadores de 100 munições em automático até à situação em que o tapa-chamas ficar incandescente, por fim voltavam a disparar em semi-automático como no inicio e sempre a arma funcionou correctamente, mas apesar de disparar mais de 500 munições com a G-36 nunca me referiu nada do género de alguma peça derreter.

Quando fez o mesmo teste à G-3, quando no fim de centenas de tiro em automático pretendia voltar a disparar em semi-atomático, aconteceu várias vezes a G-3 encravar o mecanismo de disparo e bloquear em automático.

Mas em relação a derreter algo na G-36 nunca ouvi falar, nem ao fim de esse elevado numero de tiros.
Título:
Enviado por: Bulldozer em Outubro 31, 2007, 07:41:11 pm
Não sei se alguem ja reparou nas imagens, mas a arma que o exercito Turco usa para combater os rebeldes curdos é a G3!!!
Será que foi fabricada cá??? Será que precisam mais? Podiamos vender as nossas...lol... talvez assim isto da modernização fosse para a frente mais rapidamente!
Título:
Enviado por: Lightning em Outubro 31, 2007, 07:43:59 pm
Citação de: "Bulldozer"
Não sei se alguem ja reparou nas imagens, mas a arma que o exercito Turco usa para combater os rebeldes curdos é a G3!!!
Será que foi fabricada cá??? Será que precisam mais? Podiamos vender as nossas...lol... talvez assim isto da modernização fosse para a frente mais rapidamente!


Os Turcos fabricam (ou fabricaram) as suas proprias G-3.

O resto não sei :? .
Título:
Enviado por: unpredictable em Outubro 31, 2007, 10:46:10 pm
Depois de ver este filme, fiquei fascinado pela arma.



http://www.youtube.com/watch?v=TcgFKOARfAg (http://www.youtube.com/watch?v=TcgFKOARfAg)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 31, 2007, 11:01:56 pm
Uma coisa gira e provavelmente impossivel de ver por cá c34x

Masada (http://http)

Video 1 (http://http)

Video 2 (http://http)

Video 3 (http://http)
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 31, 2007, 11:31:34 pm
Face a estas propostas não me digam que a G36 não parece ultrapassada e menos flexível. Pessoalmente não me convence.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Novembro 01, 2007, 12:14:28 am
Citação de: "Luso"
Face a estas propostas não me digam que a G36 não parece ultrapassada e menos flexível. Pessoalmente não me convence.


É isso e mais alguma coisa :?:

5.56 ou .223, quantos dias mais para se acreditar que é obsoleto :wink:
Título:
Enviado por: lurker em Novembro 01, 2007, 12:54:16 am
Citação de: "Luso"
Face a estas propostas não me digam que a G36 não parece ultrapassada e menos flexível. Pessoalmente não me convence.


Ultrapassada e menos flexivel em quê?
A meu ver, a única desvantagem clara da G-36 é de não haver uma G-37 em 7.62NATO.
Título:
Enviado por: Tiago20 em Novembro 01, 2007, 02:23:03 am
Concordo plenamente.A comprar algo,que se compre algo com um real potencial futuro e não algo que já sabemos existir melhor... Portugal tem potencial para inovar no campo dos calibres... Basta lembrar a Mauser-Vergueiro.Podíamos ser pioneiros e adoptar um novo calibre.Tou ciente de todos os problemas de logística que isso iria implicar,mas certamente só a curto/médio prazo,pois se entretanto surgiram novos calibres(6.8 SPC e 6.5 Grendel) é porque de facto se equaciona no futuro "reformar" o 5.56.Devíamos anteciparmo-nos e adaptar um novo calibre dos acima referidos e uma nova espingarda moderna e modular... caso das HK 416,Magpul Masada,Barrett M468,FN Scar etc.

Abraços  :)
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 04, 2007, 09:33:01 pm
A nova Steyr AUG A3
 
(http://www.nitka.net.pl/~sfora/SforaStrona/Zbrojownia/SteyrAUG/8.jpg)


As semelhanças...


(http://www.imagestation.com/picture/sraid205/p2f7965bec25dd28d6f3d38c1fb000d0c/ef3c4198.jpg)
Título:
Enviado por: GinTonic em Novembro 04, 2007, 09:43:14 pm
Citação de: "Lancero"
A nova Steyr AUG A3
 


Bonita ela é. Mas será uma escolha acertada para as nossas Forças Armadas? (deixo a resposta para os entendidos).
Título:
Enviado por: macer em Novembro 24, 2007, 09:32:56 pm
a Steyr AUG A3 é muito semelhante a espingarda de assalto utilizada pela marinha chinesa
Título:
Enviado por: ShadIntel em Novembro 24, 2007, 10:13:34 pm
Citação de: "macer"
a Steyr AUG A3 é muito semelhante a espingarda de assalto utilizada pela marinha chinesa

 :conf: Para além da configuração bullpup, não consigo ver grandes semelhanças com a QBZ-95/97 chinesa.
Título:
Enviado por: Mar Verde em Novembro 26, 2007, 06:09:28 pm
Filmed at Special Ops Expo 2007 exclusively for Ghost Recon.net, this video shows the SCAR system being stripped down with clear explanations, and also the process to attach the grenade launcher.

The Download button below will link you directly to the streaming movie, and also a download option if you wish to download the file for later viewing.

Mk 16 SCAR Light
Mk 17 SCAR Heavy
Mk 13 EGLM 40mm Grenade Launcher


http://www.ghostrecon.net/files2/index. ... iew&id=755 (http://www.ghostrecon.net/files2/index.php?act=view&id=755)
Título:
Enviado por: Tiago20 em Novembro 26, 2007, 08:33:14 pm
Mt interessante!Seria fantástico ver a Scar eleita para substituir a G3,embora nesta altura até com uma fisga ficaríamos melhor servidos  :twisted: e dou de caras com isto!

http://world.guns.ru/sniper/sn75-e.htm (http://world.guns.ru/sniper/sn75-e.htm)

Apesar de se encontrar na categoria "Sniper" penso que será uma plataforma modular,daí também ter uma versão "sniper".
Digam de vossa opinião... peço desculpa n postar as fotos n sei como  :twisted:

Abraços,
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 26, 2007, 10:10:33 pm
O sistema Kel-tec de ejecção frontal é muito interessante e teoricamente resolve o maior problema dos bullpups - a falta de "ambidextrabilidade" :roll: ). Mas ficaria mais leve (a culatra resumir-se-ia a uma simples extensão do cano) e certamente mais preciso. E seria fácil de maquinar e/ou forjar. Agora o extractor... :conf:

Ainda assim - e para espingarda de assalto - a SCAR consegue ser mais simples (TEM que ser esta, carago!).
Agora como sniper, o sistema parece ter pintarola, não só ao nível balístico e logístico como também resolve ou atenua o problema da ejecção que pode denunciar o atirador.
Título:
Enviado por: zocuni em Novembro 27, 2007, 10:41:23 am
Tudo bem,Luso

Desculpe o fora de contexto mas com seriedade e respeito.Não sei se também já não o fez,bem é o seguinte.Você já criou ou desenvolveu algum tipo de arma?Creio que poderia fazer isso com certa facilidade e maestria.Usando seus conhecimentos inerentes à sua profissão mais os conhecimentos balísticos,assim como conhecer bastante os modelos de armas existentes e seus problemas e defeitos,sinceramente poderia e deveria ser incentivado a tal.Sei que são projectos caríssimos,mas boas ideias costumam-se vender bem.Sei que nosso país,não incentiva os nossos criadores,mas não custa tentar.
Não pense que sou louco,utópico talvez sonhador mas sem isso não vivo.
Estou falando muito seriamente.Pense nisso.

Abraços,
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 27, 2007, 11:30:30 am
Zocuni, um exemplo: eu sou arquitecto. A concepção de algo banal como uma simples casa já está a ficar tão burocratizada que temo que no futuro a coisa de torne impraticável. Imagine fabricar armas de guerra! :mrgreen:
Título:
Enviado por: zocuni em Novembro 27, 2007, 11:54:32 am
Citação de: "Luso"
Zocuni, um exemplo: eu sou arquitecto. A concepção de algo banal como uma simples casa já está a ficar tão burocratizada que temo que no futuro a coisa de torne impraticável. Imagine fabricar armas de guerra! :mrgreen:


Luso,eu sei que é arquitecto,só não mencionei pois não seria correcto.Mencionei o facto por defeito profissional,foi meu instinto empresarial e suas vertentes inerentes.Não sendo um pessimista,sei que em Portugal temos muita dificuldade em sermos inovadores,por vezes até nos acham o demónio,mas também poderiamos ter nascido em lugares muito piores.Um dos motivos porque vim a este fórum foi exactamente para saber como estava nossa indústria bélica,pois vejo na vertente militar uma forma de desenvolvimento tecnológico,científico e distribuidor de renda,outros acham desperdício,são conceitos.Quando assisto à fuga de nossos cérebros,me dá uma profunda decepção porque cada vez ficamos mais pobres,é triste.
Finalizando,espero que não desista do sonho acredito que teria muito sucesso e seria um sinal que afinal teríamos indústria bélica.Espero um dia ver um projecto seu em nossas forças armadas.
É dificil,concerteza mas aí é que está o desafio,o normal todo mundo faz.

Abraços,
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 27, 2007, 03:32:13 pm
Ainda vou fazer um protótipo do ferrolho... em madeira! :roll:
Título:
Enviado por: zocuni em Novembro 27, 2007, 03:38:52 pm
Citação de: "Luso"
Ainda vou fazer um protótipo do ferrolho... em madeira! :lol:

Abraços,
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 27, 2007, 06:23:56 pm
Começa de novo. Mas com menos armas  :?:

Citar
Adjudicação de três propostas para o fornecimento das seguintes três famílias de armas:
26 900 espingardas automáticas, de calibre 5,56 mm, desenhadas e fabricadas para utilização da munição 5,56 × 45 mm NATO, prevista no Stanag 4172 e respectivos acessórios;
1600 metralhadoras ligeiras, de calibre 5,56 mm, desenhadas e fabricadas para utilização da munição 5,56 × 45 mm NATO, prevista no Stanag 4172 e respectivos acessórios;
4100 pistolas, de calibre 9 mm, desenhadas e fabricadas para utilização da munição 9 × 19 mm NATO, prevista no Stanag 4090 e respectivos acessórios


DR (http://http)
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 27, 2007, 08:21:52 pm
Boa, Lancero!
Pela leitura julgo que a coisa será passível de se decidir mais rápidamente, à semelhança das pistolas para as forças de segurança.
Título:
Enviado por: Duarte em Novembro 27, 2007, 09:21:35 pm
Não sei quantas Galil ainda existem, 2000-3000?
Imagino qu estas contuarão em serviço? Talvez para equipar as forças de apoio (Eng, Trms, serviços?) ou serão transferidas papar a FAP/Marinha?
Os Fuzileiros também receberão armas novas de 5.56mm?
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 27, 2007, 10:01:45 pm
Como previsto a G-3 deverá continuar a ser utilizada por unidades não-combatentes e/ou de 2.ª linha e, eventualmente, na instrução básica, tipo "queda na máscara", vulgo "parte coronhas" c34x
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 28, 2007, 09:51:09 am
Na ETP a G-3 é usada durante a recruta, aprendemos tudo com ela, só que no momento de disparar é com a Galil que o pessoal se diverte. c34x

Provavelmente no futuro o mesmo acontecerá, mas desta vez será a vez da Galil.
Título:
Enviado por: Johnnie em Novembro 28, 2007, 10:24:40 am
Bem pondo então a conversa em dia: Que armas estão na linha da frente neste novo concurso?

G36? HK416? M4?
Título:
Enviado por: nelson38899 em Novembro 28, 2007, 11:00:22 am
boas

Visto que se reabriu outra vez o concurso (ainda bem!!!!) para aquisição da arma ligeira, ficou me a duvida se se vai perder tempo em testar os mesmos modelos outra ves. para depois dar com resultado final a G36?????

Cump.

_____________________________________________________________
367 anos livres de uma nação menor!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 28, 2007, 12:00:17 pm
Só conhecendo o caderno de encargos é que se vai saber se ocorrerão novos testes.
Título:
Enviado por: antoninho em Novembro 28, 2007, 12:42:22 pm
Caro Luso, se não houver testes irá novamente ser este concurso impugnado ...mas isto é só para perder tempo, pois só quem não quer ver é que não sabe que a G36 está na cabeça da lista, a não ser que algum concorrente apareça com uma oferta superior depois deste tempo todo, nesta novela escabrosa.....
Título:
Enviado por: LM em Novembro 28, 2007, 01:00:29 pm
Pontos a reter:

Após entrega propostas (08/02/2008) o MDN tem 360 dias para adjudicar e o fornecimento até 36 meses após adjudicação...

O preço é factor determinante, desde que as armas estejam conformes (ie minimo aceitavel) com  Stanag 4172 / 4090...

IV.2.1) Critérios de adjudicação:
Proposta economicamente mais vantajosa, tendo em conta:
Os critérios enunciados a seguir:
Critério: aspectos relativos a custos — ponderação: 45;
Critério: aspect. relativ. requisit. técnicos e operacionais — ponderação: 40;
Critério: aspectos relativos a contrapartidas — ponderação: 15.

Questão: o Stanag obriga a quê? Até que ponto as condições deste concurso criam condições para comprar o que quisermos e não o que a nivel preço é mais barato? Exite um segundo "caderno" com os "aspect. relativ. requisit. técnicos e operacionais"?
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 28, 2007, 02:39:40 pm
Stanag 4172 = Define o 5.56x45mm como o calibre padrão NATO para espingardas de assalto;

Stanag 4090 terá a ver com as características técnicas do 5.56, mas não posso precisar.

Noto a ausência da referência ao Stanag 4179 que define a geometria do carregador de M16 como padrão. Ora isso parece ir ao encontro da suspeita do Antoninho: a G36 (nem a AUG) não cumpre este padrão.
Título:
Enviado por: ShadIntel em Novembro 28, 2007, 03:09:27 pm
Citação de: "Luso"
Stanag 4090 terá a ver com as características técnicas do 5.56, mas não posso precisar.

Parece-me que o Stanag 4090 define o 9mm parabellum como padrão NATO.
Título:
Enviado por: Johnnie em Novembro 28, 2007, 03:12:19 pm
Afirmativo  :wink:
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 28, 2007, 05:03:00 pm
Obrigado pela correcção! :wink:
Título:
Enviado por: TazMonster em Novembro 28, 2007, 06:41:53 pm
Citação de: "Luso"
Stanag 4172 = Define o 5.56x45mm como o calibre padrão NATO para espingardas de assalto;

Stanag 4090 terá a ver com as características técnicas do 5.56, mas não posso precisar.

Noto a ausência da referência ao Stanag 4179 que define a geometria do carregador de M16 como padrão. Ora isso parece ir ao encontro da suspeita do Antoninho: a G36 (nem a AUG) não cumpre este padrão.

Não cumpre... mas pode cumprir com uma pequena modificação.
Título:
Enviado por: Mar Verde em Novembro 28, 2007, 07:04:48 pm
Tailândia compra Tavor

Citar
It is the second major arms procurement approved by the cabinet recently. On Sept 25 it endorsed the Defence Ministry's 7.7-billion-baht plan to buy 96 armoured personnel carriers (APCs) from Ukraine and 15,000 TAR-21 assault rifles from Israel for the army, C-802 surface-to-surface missiles and launch systems for the navy from China, and new avionics for the six C-130H aircraft operated by the air force.

Citação de: "de um fórum na Internet"
15,000 Tavor and 922 Negev. This will replace M16A1/A2 as a main rifle. The total requirement, according to the plan, is 100,000 unit.

Tavor competed with M4A1, G36, and SAR-21.
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 28, 2007, 07:13:02 pm
Já se sabia que a Guatemala também as tem?

(http://img251.imageshack.us/img251/9100/78131361rv2.jpg)

(http://img251.imageshack.us/img251/9478/78131354zy4.jpg)
Título:
Enviado por: typhonman em Novembro 28, 2007, 10:49:35 pm
Sem duvida uma boa opção.
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 18, 2007, 10:28:10 am
http://www.defensetech.org/ (http://www.defensetech.org/)

M4 Comes in Last Place in Dust Test

Well, the results are in...and it doesn't look good for the M4 carbine.

You'll remember that Defense Tech and Military.com were on top of the story of worries over the M4's reliability in the dusty conditions found in Iraq and Afghanistan. Oklahoma Senator Tom Coburn insisted the Army conduct side-by-side testing between the M4, SCAR, 416 and XM8 in an "extreme" dust environment.

Well, the tests are complete and it seems the M4 came in dead last against its competitors. And, guess what...the Army's not budging. The M4 is still the best.

I'll have the full story posted tomorrow morning at Military.com, but here's a preview: Ten of each weapon; 6,000 rounds per weapon; 120 rounds fired per "dust cycle" (and when they say dust, they mean DUST...testers had to wear respirators and Tyvec suits); wiped and light lube every 600 rounds, fully cleaned and lubed every 1,200 rounds.

XM8: 127 Class I, II and III stoppages.
Mk16 (5.56 SCAR): 226 Class I, II and III stoppages.
HK 416: 233 Class I, II, and III stoppages.
M4: 882 Class I, II and III stoppages.

Army top gear buyer, Brig. Gen. Mark Brown: "The M4 carbine is a world-class weapon. Soldiers "have high confidence in that weapon, and that high confidence level is justified, in our view, as a result of all test data and all investigations we have made."

An "in the know" congressional staffer: "These results are stunning, and frankly they are significantly more dramatic than most weapons experts expected. It's time to stop making excuses and just conduct a competition for a new weapon."

Be sure to check out the full story tomorrow morning at Military.com.

-- Christian

December 17, 2007 03:43 PM


Seria bom terem sido testadas outras armas. Em todo o caso o teste é muito interessante e merecerá certamente a consideração de quem de direito. Se tiverem sido efectuados de maneira isenta, o que nem sempre ocorre.
Título:
Enviado por: hellraiser em Dezembro 18, 2007, 04:12:35 pm
Citação de: "Luso"
http://www.defensetech.org/

M4 Comes in Last Place in Dust Test

Well, the results are in...and it doesn't look good for the M4 carbine.

You'll remember that Defense Tech and Military.com were on top of the story of worries over the M4's reliability in the dusty conditions found in Iraq and Afghanistan. Oklahoma Senator Tom Coburn insisted the Army conduct side-by-side testing between the M4, SCAR, 416 and XM8 in an "extreme" dust environment.

Well, the tests are complete and it seems the M4 came in dead last against its competitors. And, guess what...the Army's not budging. The M4 is still the best.

I'll have the full story posted tomorrow morning at Military.com, but here's a preview: Ten of each weapon; 6,000 rounds per weapon; 120 rounds fired per "dust cycle" (and when they say dust, they mean DUST...testers had to wear respirators and Tyvec suits); wiped and light lube every 600 rounds, fully cleaned and lubed every 1,200 rounds.

XM8: 127 Class I, II and III stoppages.
Mk16 (5.56 SCAR): 226 Class I, II and III stoppages.
HK 416: 233 Class I, II, and III stoppages.
M4: 882 Class I, II and III stoppages.

Army top gear buyer, Brig. Gen. Mark Brown: "The M4 carbine is a world-class weapon. Soldiers "have high confidence in that weapon, and that high confidence level is justified, in our view, as a result of all test data and all investigations we have made."

An "in the know" congressional staffer: "These results are stunning, and frankly they are significantly more dramatic than most weapons experts expected. It's time to stop making excuses and just conduct a competition for a new weapon."

Be sure to check out the full story tomorrow morning at Military.com.

-- Christian

December 17, 2007 03:43 PM


Seria bom terem sido testadas outras armas. Em todo o caso o teste é muito interessante e merecerá certamente a consideração de quem de direito. Se tiverem sido efectuados de maneira isenta, o que nem sempre ocorre.


A confirmar-se, so mostra, a superior qualidade e fiabilidade da G36/XM8 face à concorrente SCAR. Algo que há muito defendo... algo que alguns "especialistas" tentavam negar mas que é óbvio ao observar-se a mecânica dos dois sistemas....
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 18, 2007, 04:18:39 pm
Citação de: "hellraiser"
A confirmar-se, so mostra, a superior qualidade e fiabilidade da G36/XM8 face à concorrente SCAR. Algo que há muito defendo... algo que alguns "especialistas" tentavam negar mas que é óbvio ao observar-se a mecânica dos dois sistemas....


A fiabilidade é de facto um dos factores mais importantes, senão o mais importante. Mas não é certamente o único. :wink:
Título:
Enviado por: hellraiser em Dezembro 18, 2007, 06:31:57 pm
Citação de: "Luso"
Citação de: "hellraiser"
A confirmar-se, so mostra, a superior qualidade e fiabilidade da G36/XM8 face à concorrente SCAR. Algo que há muito defendo... algo que alguns "especialistas" tentavam negar mas que é óbvio ao observar-se a mecânica dos dois sistemas....

A fiabilidade é de facto um dos factores mais importantes, senão o mais importante. Mas não é certamente o único. :P
Título:
Enviado por: Luso em Dezembro 18, 2007, 06:50:08 pm
Citação de: "hellraiser"
Lol, não se preocupe porque não me estava a referir a si. Se bem que ja reparei que prefere a SCAR à G36/XM8.  :P


Safa! Não queria nada que se aborrecesse comigo!
E de facto é verdade: continuo a preferir a SCAR às outras (pelos motivos que já enunciei no passado). E mesmo sabendo que tanto a SCAR e a XM8 foram feitas de maneira quase artesanal, enquanto os exemplares M4 são de série.
Em todo caso parece haver algo a ser desenvolvido na sobra que pode ser superior a todas estas propostas. Mas será que deveremos esperar por elas? Creio que não. Mas leiam...


http://www.defensereview.com/modules.ph ... e&sid=1077 (http://www.defensereview.com/modules.php?name=News&file=article&sid=1077)

Colt M4 Carbine Finishes Last in Latest U.S. Army Small Arms Reliability Test
Posted on Tuesday, December 18 @ 02:26:35 PST by davidc  
 

 by David Crane
defrev at gmail.com

December 17, 2007

Ya' know that Colt M4 Carbine vs. Heckler & Koch (HK) HK416 vs. FN MK16 SCAR-Light (SCAR-L) vs. HK XM8 LAR extreme dust conditions reliability test that the U.S. Army Test and Evaluation Center (ATEC) at Aberdeen Proving Ground (APG), Md. was conducting? No? Well, we’ll tell ya’. The U.S. Army just got done conducting a test on all four weapons, and the results are in. Before we go through them, we’ll cut right to the chase: The Colt M4 Carbine came in dead last, with 882 stoppages over 60,000 rounds between ten (10) guns. Not great. But, more on that in a minute.

First, the purpose of this test was to expose the weapons to the same extreme dust and sand conditions/environment to which both the Colt M4/M4A1 Carbine and FN M16 rifle were exposed by U.S. Army weapons testers during a “systems assessment” test at Aberdeen last year and in the summer of this year. Here’s how the four 5.56x45mm NATO (5.56mm NATO)/.223 Rem. infantry rifle / carbines were tested:...



The ATEC team tested ten (10) sample guns of each weapon system (make/model), so 40 guns total were tested. Each (individual) gun/weapon got a heavy dose of lubricant, the muzzle was capped, and the ejection port cover was closed. Then, each weapon was exposed to heavy dust environment (i.e. a dust chamber) for 30 minutes. Then a tester fired 120 rounds through each weapon. Then, back in the dust chamber they went for another 30 minutes of dust bathing, before having to fire another 120 rounds. This process/sequence was repeated until each weapon had fired 600 rounds. Then, all the weapons were wiped down and lubed up again (heavy lubrication), and put back in the dust bath (dust chamber) for 30 minutes, 120 rounds fired through it, up to 600 rounds again.
You get the picture. Well this kept goin’ until each gun (i.e. individual rifle/carbine) had 6,000 rounds through it. 10 guns (individual weapon type) x 6,000 rounds = 60,000 rounds through each weapon type. And, here’s how the test fleshed out, best to worst (most reliable to least reliable):

XM8: 127 stoppages/malfunctions

Mk16 SCAR-L: 226 stoppages/malfunctions

HK416: 233 stoppages/malfunctions

M4 Carbine: 882 stoppages/malfunctions

What’s curious about the M4 Carbine's performance in this test is the fact that the ten (10) M4 Carbines that were tested to 60,000 (again, 6,000 rounds a piece) during the summer only experienced 307 malfunctions/stoppages, 643 of which were weapon-related malfunctions, and 239 of which were magazine-related malfunctions. According to Brig. Gen. Mark Brown of U.S. Army Program Executive Office Soldier (PEO Soldier), “test conditions for test two [summer] and three [latest] were ostensibly the same.” So, what was different? Different test officials, and different time of year. That’s pretty much it.

So, what’s the Army planning to do? Well, they sure aren’t planning to ditch the M4 for any one of its three conquerors. According to Col. Robert Radcliffe, Director, Combats, U.S. Army Infantry Center, Ft. Benning, GA, the Army’s going to stick with the M4 Carbine because soldier surveys from the Sandbox (i.e. Iraq and Afghanistan) show that U.S. Army combat troops like the weapon (compared to the M16). And, according to Brig. Gen. Brown, the Army’s looking for “leap ahead” / next-generation (a.k.a. next-gen) infantry small arms technology for a replacement weapon, not just minor, incremental improvements/capabilities like the HK 416, FN MK16 SCAR-Light, and HK XM8.

So, you want some (unconfirmed/unverified) inside skinny i.e. rumor on the latest test, something you most likely won’t find anywhere else, even when everyone else starts reporting about this test? Here ya’ go, direct from one of our U.S. military contacts—and we're quoting:

"1. Because the HK416 and M4 were the only production weapons, the ten HK416 and M4 carbines were all borrowed 'sight unseen' and the manufacturers had no idea that they were for a test. The 10 SCARs and 10 XM-8s were all 'handmade' and delivered to Aberdeen with pretty much full knowledge of a test. (The SCAR even got some addition help with 'extra' lubrication)

2. With the HK416, 117 of the 233 malfunctions were from just one of the 10 weapons.

3. The 'survey' that BG Brown and COL Radcliffe are referring to in the article where they cite that the 'M4 is very popular amongst the soldiers deployed forward in combat,' was based on the soldiers just getting their M16s replaced by M4s. They were asked if they liked it [compared to the M16] and of course the answer is going to be yes. It is lighter and smaller with all these cool optics and lasers on them. Not to mention that average soldiers have no frame of reference when it comes to small arms, they're not really weapons experts."

But that’s not all. The real inside skinny is that proposals and design concepts for true “leap-ahead”/next-gen infantry small arms were submitted to the Joint Services Small Arms Program (JSSAP)-ARDEC / Picatinny Arsenal back in 2001 and 2002 by Arm West, LLC, which is headed up by lengendary small arms engineer/designer/developer Jim Sullivan (a.k.a. L. James Sullivan). I have personal knowledge of this, and I was personally involved in Arm West’s proposal for Broad Agency Announcement (BAA) 0400 for “Component Technologies” for the Lightweight Family of Weapons and Ammunition (LFWA) program in late 2002. I won’t talk about the specifics of the various compenent technologies that were submitted by Arm West. However, they were all viable, i.e. easily accomplishable by the Arm West team (Sullivan and his design/development partner), and most likely far superior to anything any of the competing large small arms manufacturers and defense companies could have possibly come up with and submitted, since none of them (FN Herstal (FNH), Heckler & Koch, Colt Defense, LLC, AAI Corp., ATK, GDATP, etc.) have small arms designers/engineers that can touch Sullivan and/or his partner with regard to skill, knowledge, experience, inventiveness, and downright genius. How do I know this? I just know. Am I biased towards Arm West? Yeah, ‘cause I know they’re, hands down, the best in the world.

But Arm West isn’t a large “established” small arms/firearms company, and they’re not in the system, i.e. one of the U.S. Army’s preferred contractors/suppliers, and they're not a small arm manufacturer. They're a small infantry small arms design and development firm. So, they get no play, i.e. no funding, even though they have the best small arms design concepts and the most capability of turning those designs into reality, i.e. working prototypes, in the shortest possible amount of time.

Yeah, the U.S. Army is interested in "leap ahead" small arms technology for Big Green / Big Army, provided it comes from one of the inside companies / preferred contractors like FNH USA, Heckler & Koch, AAI Corp., Alliant Techsystems (ATK) etc. If it comes from a small, outside company like Arm West, well, good luck. That's just how it is. Messed up as it is, that's the U.S. military infantry small arms acquisition/procurement system for ya', folks. It is cabal-like/closed-group, it is fascistic, and it is unforgiving--so you might as well get used to it. No one's successfully fought this broken small arms procurement/adoption system since Picatinny Arsenal and JSSAP were established. The U.S. Army Infantry Board at Fort Benning isn't innocent, either, and they're certainly not helping the situation.

Bottom line, if you're not part of the solution, you're part of the problem. It would take drastic measures to fix the system like it needs to be fixed, and neither the President nor Congress seems to want to fix it, nor do they seem to understand just how broken and corrupt it is. And the wheels keep turnin'.


Sound slightly similar to the U.S. Army body armor acquisition/procurement situation, perhaps?

Getting back to the recent small arms test and the competing weapons, rumor has it that Heckler & Koch (HK) will be manufacturing the HK 416 5.56mm carbine/subcarbine/SBR (Short-Barreled Rifle)--and possibly also the HK417 (a.k.a. HK 417) 7.62mm carbine/subcarbine/SBR--domestically in the U.S., soon (unconfirmed/unverified). We’ll try to get confirmation on this. That’s good news, but it doesn’t look like that’s really going to matter to Big Army. Guess we’ll see. Regardless, elements (i.e. specific units) of the various Armed Forces, including the Army, will most likely continue to procure the HK416 in small numbers.

Editor's Note: If any of our readers have any more inside knowledge of any of the small arms testing that's been conducted by the Army, or previous small arms solicitations and procurement programs, we'd be interested in hearing from you. Please contact us at defrev at gmail.com. Thanks.
Título:
Enviado por: Tiago20 em Janeiro 11, 2008, 02:24:11 am
Boas Noites,

Alguma novidade em relação a este concurso?

Abraços  :wink:
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 17, 2008, 05:51:44 pm
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The Turkish Minister of Defence H.E. Vecdi Gonul, has unveiled yesterday Turkey's choice of new rifle to replace the G3:

The Mehmetçik-1 designed and manufactured by MKEK of Turkey is similar in design to the Hk-416, but with added features such as laser target illumination and the use of a different metal, inter alia.

It has also been anounced that Turkey has become the 5'th nation in the world to have attained the ability to design and manufacture Modern Tank Turrets. Minister Gonul officially inaugurated the manufacturing plant yesterday for this sole purpose.

(http://img149.imageshack.us/img149/2140/mehmetik1wp6.png)


Fonte (http://http)

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01.15.2008:  TURKEY HAS ADOPTED THE HK416 AND AG416 AS NEW SERVICE RIFLE, REPLACING AGING G3.  QUANTITIES NOT REVEALED AS OF YET.  SIGNIFICANT PURCHASE FOR HK.  NO WORD EITHER ON WHETHER TURKISH PRODUCTION FACILITY TO BE SET UP OR IF ENTIRE ORDER FULFILLED FROM OBERNDORF


http://www.hkpro.com/ (http://www.hkpro.com/)
Título:
Enviado por: Aim em Janeiro 17, 2008, 07:00:43 pm
Eu não sendo perito em relação a armas, pergunto aos entendidos da situação se deveríamos seguir o mesmo exemplo dos turcos e adoptar aquela arma também  :D
Título:
Enviado por: alphaiate em Janeiro 17, 2008, 07:25:12 pm
não consigo deixar de a preferir em relação à g36!

deixo aos carissimos utilizadores do forum a questão que me surge:

seria possivel montar uma linha de montagem em portugal? para as várias versões desta arma?
seria viavel?
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 17, 2008, 07:25:35 pm
Citação de: "Aim"
Eu não sendo perito em relação a armas, pergunto aos entendidos da situação se deveríamos seguir o mesmo exemplo dos turcos e adoptar aquela arma também  :D


A HK 416 para todos os efeitos practicos é uma G36 que apenas parece uma M4. Mecanicamente, é mesmo uma G36.

Agora, para quem não quiser largar o 7.62 NATO... Há a HK 417 :D
Título:
Enviado por: Garcia em Janeiro 17, 2008, 07:31:24 pm
Segundo o que eu consegui perceber do funcionamento da H&K416 uma vantagem é que o cano ao fazer sucessivos disparos continua razoavelmente frio, evitando assim alguns problemas no disparo e que algumas peças se desgastem muito rapidamente. A 416 funciona através de gaz directo ao contrario da G36 e m4 que faz com que o tiro seje mais preciso ( julgo eu). a arma em questao é feita com carbono que torna a arma mais leve e resistente e funciona bem em ambientes com lama, areias, e água. a 416 é uma arma com base na M16 e M4 que foi alterada de forma a resolver alguns problemas. é uma carabina que será utilizada pelas forças especiais dos EU.


(se por acaso disse barbaridades ou expliquei mal, peço desde já imensa desculpa e que me corrijam, estou aqui para aprender).  :lol:
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 17, 2008, 07:36:42 pm
Citação de: "alphaiate"
não consigo deixar de a preferir em relação à g36!

deixo aos carissimos utilizadores do forum a questão que me surge:

seria possivel montar uma linha de montagem em portugal? para as várias versões desta arma?
seria viavel?


Bem, como vimos, a Turquia vai produzir, e creio que as 416/417 da Noruega tambem serão produzidas localmente.

Agora, se vale a pena fazer o mesmo aqui... Depende de quantidades a serem compradas, acho eu. Até porque em caso de produção tenho muitas duvidas que a HK deixe-nos vender a quem quer que seja... O concurso da arma ligeira é para quantas mesmo?
Título:
Enviado por: alphaiate em Janeiro 17, 2008, 07:38:44 pm
Citar
Depende de quantidades a serem compradas, acho eu. Até porque em caso de produção tenho muitas duvidas que a HK deixe-nos vender a quem quer que seja... O concurso da arma ligeira é para quantas mesmo?


ora ai esta o grande problema... é que g3's... produzimos bastantes... aqui creio que serão quantidades mais limitadas.

depois vejo outra questão... nos armas 7,62 creio que ainda teremos muitas cobertas de lubrificante que nunca deram um tiro, ou seja justifica-se a 417? e mesmo a 416 não implicaria uma variedade de produção de uma variedade de modelos muito grande? tornando a produção de cada um deles irrisoria, ou ficariamos limitados a uma configuração?
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 17, 2008, 07:39:42 pm
Citação de: "Garcia"
Segundo o que eu consegui perceber do funcionamento da H&K416 uma vantagem é que o cano ao fazer sucessivos disparos continua razoavelmente frio, evitando assim alguns problemas no disparo e que algumas peças se desgastem muito rapidamente. A 416 funciona através de gaz directo ao contrario da G36 e m4 que faz com que o tiro seje mais preciso ( julgo eu). a arma em questao é feita com carbono que torna a arma mais leve e resistente e funciona bem em ambientes com lama, areias, e água. a 416 é uma arma com base na M16 e M4 que foi alterada de forma a resolver alguns problemas. é uma carabina que será utilizada pelas forças especiais dos EU.


(se por acaso disse barbaridades ou expliquei mal, peço desde já imensa desculpa e que me corrijam, estou aqui para aprender).  :lol:



Não leve a mal, mas:

-a M4 é que funciona a gás directo, a G36 e a HK416 funcionam por pistão;

-essa do carbono... Bem, o corpo da G36 é em polimero, mas tenho muitas duvidas que o corpo da HK416 tambem o seja.
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 17, 2008, 07:43:36 pm
Citação de: "alphaiate"
ora ai esta o grande problema... é que g3's... produzimos bastantes...


Doutro prisma: é mais barato produzir a HK416 ou a G36?
(esta discussão é puramente académica, não estou a ver a HK concorrer com duas armas distintas....)
Título:
Enviado por: Garcia em Janeiro 17, 2008, 07:44:03 pm
Ah pronto brigado, nao tinha a certeza do funcionamento tava em dúvida mas obrigado pela correçao.  :arrow: http://www.hkpro.com/hk416.htm (http://www.hkpro.com/hk416.htm)
Título:
Enviado por: Black em Janeiro 17, 2008, 07:47:16 pm
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Não leve a mal, mas:

-a M4 é que funciona a gás directo, a G36 e a HK416 funcionam por pistão;

-essa do carbono... Bem, o corpo da G36 é em polimero, mas tenho muitas duvidas que o corpo da HK416 tambem o seja.


Eu encontrei isto no site da H&K: "Gas operated" http://www.hecklerkoch-usa.com/le_hk416_specs.html
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 17, 2008, 07:51:06 pm
Citação de: "Black"
Eu encontrei isto no site da H&K: "Gas operated" http://www.hecklerkoch-usa.com/le_hk416_specs.html


Sim, o pistão é impulsionado por gás.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 17, 2008, 07:53:31 pm
(http://img159.imageshack.us/img159/9374/85365476ty2zd5.jpg)

HK-416

(http://img159.imageshack.us/img159/3740/hk0181830fezg4.jpg)

Mehmetcik-1 (With some other Turkish made Snipers etc)

(http://img404.imageshack.us/img404/5527/mehmetcik1zc4.jpg)

MKEK of Turkey, has stated that there has been cooperation with H&K (The German company which manufactures the HK-416) regarding the ergonomics of the rifle design. The bolts, mechanism etc are a Turkish design.

fonte (http://http)
Título:
Enviado por: alphaiate em Janeiro 17, 2008, 07:58:30 pm
realmente, carissimo Eurico Viegas, sou da sua opinião! Não creio que possa acontecer!

mas então de um ponto de vista académico, seria mais vantajosa a utilização da g36 com os seu carregadores proprios, ou da hk 416 com os seus STANAG, ou até mesmo a conversão da g36 (que é esequivel) para carregadores tipo m16?
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 17, 2008, 08:02:26 pm
Ricardo, apesar da imprensa Turca afirmar que é tudo "Turkish design", certamente concordará comigo que eles não reinventaram a roda no que diz respeito ao mecanismo... Ou é gás directo ou é pistão...
Nos bolts eles podem inventar o que quiserem, mas duvido que o mecanismo não seja, vá, "conhecido".
Título:
Enviado por: Garcia em Janeiro 17, 2008, 08:04:54 pm
Se o Sr. alphaiate me permitir responder tambem á pergunta acho que seria mior os carregadores proprios da G36.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 17, 2008, 08:09:26 pm
Citação de: "Garcia"
Segundo o que eu consegui perceber do funcionamento da H&K416 uma vantagem é que o cano ao fazer sucessivos disparos continua razoavelmente frio, evitando assim alguns problemas no disparo e que algumas peças se desgastem muito rapidamente. A 416 funciona através de gaz directo ao contrario da G36 e m4 que faz com que o tiro seje mais preciso ( julgo eu). a arma em questao é feita com carbono que torna a arma mais leve e resistente e funciona bem em ambientes com lama, areias, e água. a 416 é uma arma com base na M16 e M4 que foi alterada de forma a resolver alguns problemas. é uma carabina que será utilizada pelas forças especiais dos EU.


(se por acaso disse barbaridades ou expliquei mal, peço desde já imensa desculpa e que me corrijam, estou aqui para aprender).  :wink:
Fica esta explicação para memória futura.

1 - A temperatura do cano depende de diversos factores. Para o mesmo número de disparos efectuados com a mesma cadência e do mesmo tipo de projéctil, propelente e escorva, a temperatura pode variar em função da massa aquecida (um cano grosso demora mais tempo a aquecer); superfície de refrigeração (um cano grosso, com aletas para aumento de área de contacto com o ar, "flutes" ou até acabamento a jacto abrasivo aquece mais devegar com outro com ou sem estas características) o acabamento das estrias (as estrias rugosas aumentam o atrito); o material - um cano de cerâmica não transmite tanto calor.

2 - A HK 416 e HK G36 funcionam ambas pelo impacto de um pistão num percurso curto, ou seja, o pistão recebe o impulso dos gases em expansão, transmitindo essa energia para o carro do ferrolho através de uma pancada (como uma tacada de bilhar). O pistão não está fixo ao carro do ferrolho (como na Stgw90 ou AK47, por exemplo).

G36K
(http://www.hkpro.com/image/g36cmuzzle.jpg)

416 http://www.hkpro.com/hk416.htm (http://www.hkpro.com/hk416.htm)

A vantagem deste tipo de armas em relação às de accionamento por gases (que "cospem" o carro do ferrolho para trás) é que os gases quentes e sujos não passam para o interior do chassis dos mecanismos, trapalhando o funcionamento e retirando a têmpera dos aços e/ou a forma de alguns componentes sintéticos.

Fala-se que o pistão induz comportamentos que atrapalham a consistência vibratória do cano, levando a imprecisão de tiro, o que não está de todo demonstrado mas teóricamente é lógico. Aumentam também ligeiramente o peso da arma (que no entanto é aligeirado noutros componentes menos críticos).

Uma vantagem do sistema FN SCAR é ser eventualemente capaz de reduzir o efeito de vibração no cano, ao fazer com que os gases sejam cuspidos para uma extensão do carro do ferrolho colocado no exterior, carro e extensão essa que podem não entrar em contacto directo com o cano se a coisa estiver bem feita e se o carro do ferrolho estiver bem apoiado no chassis. Na prática é accionamento directo por gases (tal como na M16) mas sem sujar ou "queimar" o interior. O que é óptimo!  :mrgreen:

Ora aqui está a melhor coisa desde a pasta de dentes às riscas...

(http://world.guns.ru/assault/scar-l_disasm.jpg)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 17, 2008, 08:10:13 pm
Citação de: "Eurico Viegas"
Ricardo, apesar da imprensa Turca afirmar que é tudo "Turkish design", certamente concordará comigo que eles não reinventaram a roda no que diz respeito ao mecanismo... Ou é gás directo ou é pistão...
Nos bolts eles podem inventar o que quiserem, mas duvido que o mecanismo não seja, vá, "conhecido".


Só vendo, é que se poderá saber o que é que os Turcos estão a produzir.

Segundo o postador das fotos, no site que indiquei (forum), ele diz que vai tentar colocar fotos do mecanismo, é uma questão de esperar, para ver o design Turco  :roll:
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 17, 2008, 08:10:19 pm
Citação de: "alphaiate"
realmente, carissimo Eurico Viegas, sou da sua opinião! Não creio que possa acontecer!

mas então de um ponto de vista académico, seria mais vantajosa a utilização da g36 com os seu carregadores proprios, ou da hk 416 com os seus STANAG, ou até mesmo a conversão da g36 (que é esequivel) para carregadores tipo m16?


Os carregadores plásticos sempre têm a vantagem de permitir o transporte de mais carregadores "prontos", i.e., sem necessidade de retirar da bandoleira. Tambem serão mais leves que os STANAGs, pelo menos teoricamente (posso estar redondamente enganado).
É uma questão de ver a proposta da parte da HK.

Anteriormente afirmei que não via a HK concorrer com duas armas distintas, mas estava enganado: no concurso norueguês eles apresentaram a HK416/417 e a G36... Para quem souber ler norueguês, fica este artigo http://www.fofo.no/forsvaretsforum.no/Kaliberkrigen.-mwZbW2A.ips(quem como eu não souber pode ver as fotos :D )
Título:
Enviado por: alphaiate em Janeiro 17, 2008, 08:13:41 pm
eu sinceramente vejo a g36 como uma arma mais adequada para forças regulares do que a hk416, embora possa estar completamente errado!
Título:
Enviado por: Garcia em Janeiro 17, 2008, 08:15:35 pm
Obrigado Luso, todo muito bem explicado  :D
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 17, 2008, 08:25:16 pm
Infelizmente caro Luso, não vejo a FN a concorrer com a SCAR... Era um sonho bonito, mas não passa disso.

Agora, bom, mesmo bom, era o OICW! (se funcionasse, claro :lol: )
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 17, 2008, 08:51:37 pm
Citação de: "Eurico Viegas"
Infelizmente caro Luso, não vejo a FN a concorrer com a SCAR... Era um sonho bonito, mas não passa disso.

Agora, bom, mesmo bom, era o OICW! (se funcionasse, claro :lol: )


Sonho porquê?
Já sabemos que neste país toda a escolha racional é um sonho, mas porque diz isso?
Já leu o tópico todo?

Alphaiate,

Porque diz que a HK é para forças especiais e a G36 é para forças regulares?
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 17, 2008, 09:09:45 pm
Não é pela questão da racionalidade ou não, é que duvido que a FN concorra com a SCAR tão depressa na Europa. É preciso rentabilizar a F2000, que tanto quanto sei só foi adoptada pela Eslovénia. Daí eu dizer que não acho que a FN concorra em Portugal com a SCAR.
Título:
Enviado por: unpredictable em Janeiro 17, 2008, 09:11:18 pm
A nível de logistica a Hk416 e falo do tipo de munição e do tipo de carregadores é mais favorável, do que a g36.Isto porque muitos nossos aliados da Nato utilizam os mesmo tipo de munição e carregadores.Isto quer queiramos, ou não é um vantagem.E não vou falar na versatilidade que ela tem...e depois de ter visto isto...

http://www.youtube.com/watch?v=gZpZryZEiY4 (http://www.youtube.com/watch?v=gZpZryZEiY4)
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 17, 2008, 09:14:19 pm
A G36 não é 5.56 NATO? E olhe que não pode pegar muito pela questão dos carregadores... Espanha, Alemanha, Grécia...
Título:
Enviado por: alphaiate em Janeiro 17, 2008, 09:28:58 pm
Citar
A G36 não é 5.56 NATO? E olhe que não pode pegar muito pela questão dos carregadores... Espanha, Alemanha, Grécia...


realmente... por outro lado temos, pelo menos no presente nos teatros de opinião uma quase ubiquidade do Stanag, EUA, Reino Unido, e os novos utilizadores da hk416.... mesmo que os utilizadores da g36 sejam muitos, a proporção de meios no terreno pende definitivamente para o Stanag!!!
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 17, 2008, 09:38:18 pm
Por outro lado, a G36 pode ser adaptada para os STANAGs... :wink:

E os carregadores das SA80 não são bem como os outros, são mais longos. Porquê, não sei, até porque têm 30 rounds como os outros...

Os carregadores das primeiras C7 canadianas e holandesas não eram em plástico?
Título:
Enviado por: alphaiate em Janeiro 17, 2008, 09:44:40 pm
mas são compativeis :)
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 17, 2008, 09:54:19 pm
[off-topic]2011. Algures no Afeganistão...
"-Hmm, STANAGs ou plástico, STANAGs ou plástico...
Ó Zé, que carregadores levas nesta saída?
-Plástico
-Bem, assim vou levar STANAGs, para termos mais diversidade..." :lol:
[/off-topic]

Agora, de volta à programação normal...
Título:
Enviado por: alphaiate em Janeiro 17, 2008, 09:58:46 pm
Citar
[off-topic]2011. Algures no Afeganistão...
"-Hmm, STANAGs ou plástico, STANAGs ou plástico...
Ó Zé, que carregadores levas nesta saída?
-Plástico
-Bem, assim vou levar STANAGs, para termos mais diversidade..."  
[/off-topic]  


não é bem mas é quase

é tipo

Soldado Zeca - "Ò Silva, que vais levar nesta saida?"
Soldado Silva - "epa levo a galil"
Soldado Zeca - "epa eu secalhar vou levar a g3
entra o soldado Manel
Soldado Manel - "hix tava a querer levar a mg3"
Sargento Prates - "eu vou mesmo é levar a uzi".....
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 17, 2008, 09:59:11 pm
Citação de: "Eurico Viegas"
[off-topic]2011. Algures no Afeganistão...
"-Hmm, STANAGs ou plástico, STANAGs ou plástico...
Ó Zé, que carregadores levas nesta saída?
-Plástico
-Bem, assim vou levar STANAGs, para termos mais diversidade..." :lol:
[/off-topic]

Agora, de volta à programação normal...


"levo stanags de plástico."
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 17, 2008, 09:59:42 pm
Citação de: "Eurico Viegas"
[off-topic]2011. Algures no Afeganistão...
"-Hmm, STANAGs ou plástico, STANAGs ou plástico...
Ó Zé, que carregadores levas nesta saída?
-Plástico
-Bem, assim vou levar STANAGs, para termos mais diversidade..." :mrgreen:

Faz favor de explicar essa do Stanag e do plástico :conf:
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 17, 2008, 10:04:34 pm
STANAG de plástico  :wink:
(http://www.magpul.com/catalog/images/pmag1.jpg)
http://www.youtube.com/watch?v=UCFXcOOb4jc (http://www.youtube.com/watch?v=UCFXcOOb4jc)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 17, 2008, 10:07:43 pm
Citação de: "Luso"
STANAG de plástico  :?:

Ou estarei a ficar burro de todo :idea:
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 17, 2008, 10:13:46 pm
O essêncial da compatibilidade prende-se com o mecanismo de retenção do depósito e as dimensões do bocal. Ou seja, é possivel variar o material desde que o depósito respeite as dimensões funcionais.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 17, 2008, 10:20:08 pm
Citação de: "Luso"
O essêncial da compatibilidade prende-se com o mecanismo de retenção do depósito e as dimensões do bocal. Ou seja, é possivel variar o material desde que o depósito respeite as dimensões funcionais.


Uff... afinal os capri sonnes não estão estragados, já estava a ficar preocupado :idea:
Título:
Enviado por: alphaiate em Janeiro 17, 2008, 11:50:37 pm
aproveitando a deixa das hk416 e da g36... vamos falar da terceira filha da hk.... em os carissimos foristas fazem ideia de às quantas para a XM8?
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 17, 2008, 11:57:19 pm
Citação de: "alphaiate"
aproveitando a deixa das hk416 e da g36... vamos falar da terceira filha da hk.... em os carissimos foristas fazem ideia de às quantas para a XM8?


A XM8 está no congelador... e provavelmente nem chegará a sair de lá.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 17, 2008, 11:58:44 pm
Citação de: "alphaiate"
aproveitando a deixa das hk416 e da g36... vamos falar da terceira filha da hk.... em os carissimos foristas fazem ideia de às quantas para a XM8?


Não me leve a mal, mas esse alentejano noctívago, não percebo :idea:
Título:
Enviado por: alphaiate em Janeiro 18, 2008, 12:09:05 am
sem problema caro ricardo nunes!:D
eu fasso de meu proprio tradutor, as vezes esqueço-me que as formas regionalistas de falar são tramadas :)

o que queria perguntar é em que estado se encontra o projecto XM8
Título:
Enviado por: Iris-t em Janeiro 18, 2008, 02:55:54 am
Citação de: "alphaiate"
aproveitando a deixa das hk416 e da g36... vamos falar da terceira filha da hk.... em os carissimos foristas fazem ideia de às quantas para a XM8?


El XM8 acaba de superar unas pruebas para U.S Army bastante exigentes, por cierto ha sido el ganador por delante del HK 416 y FN Scar, el problema es que salvo que hagas un pedido grandísimo y no creo que Portugal pueda hacerlo, en Europa sólo quizá UK, no creo que lancen la producción en serie, hay rumores de que Turquía ha adquirido un numero grande de HK416, pero de todas maneras el fusil standar que vende HK es el G-36, la modularidad del 416 está bien para fuerzas especiales, pero como fusil estandar lo veo muy caro.
Título:
Enviado por: alphaiate em Janeiro 18, 2008, 06:48:32 am
Citar
la modularidad del 416 está bien para fuerzas especiales, pero como fusil estandar lo veo muy caro.


precisamente aonde queria chegar :) , mas também não vejo o tipico soldado de "linha" equipado, ou sequer a necessitar, de tal tipo de arma, talvez para substituir as galil e as sig sauer que por ai andam... :)

ah! é verdade... bons dias a todos :)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 18, 2008, 10:19:44 am
Por falar sobre carrgadores:

http://www.dailymotion.com/video/x1j72l ... shortfilms (http://www.dailymotion.com/video/x1j72l_pmag-truck-test_shortfilms)
Título:
Enviado por: FS em Janeiro 18, 2008, 01:02:37 pm
Nao sei se o programa Future Weapons tem passado ai em Portugal na Discovery Channel. A uns dias ouve uma demonstração da HK416 que me pareceu bastante interessante!

Podem ver essa parte do episódio aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=gZpZryZEiY4

(se alguém ja tinha posto o link mais atrás as minhas desculpas....)
Título:
Enviado por: Garcia em Janeiro 18, 2008, 09:38:38 pm
Ora viva!

Podiam se faz favor explicar o que é o stanag? é que ainda nao percebi lá muito bem. obrigado  :oops:
Título:
Enviado por: ShadIntel em Janeiro 18, 2008, 09:44:29 pm
Citação de: "Garcia"
Ora viva!

Podiam se faz favor explicar o que é o stanag? é que ainda nao percebi lá muito bem. obrigado  :oops:

Alguém pode com certeza explicar melhor, mas basicamente, o acrónimo STANAG significa Standardization Agreement (acordo de estandardização), que se aplica a inúmeros sistemas da NATO, tanto quanto aos calibres do armamento como aos sistemas de comunicação, vocabulário técnico,...
Permitem aos países membros e parceiros terem padrões comuns para facilitar as operações e os intercâmbios (assim como poupar dinheiro).
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Janeiro 18, 2008, 09:45:45 pm
STANAG - NATO Standardization Agreement, neste caso o STANAG 4179, que torna o carregador da M-16 standard para as espingardas-automáticas em calibre 5,56mm (que por sua vez foi instituido como calibre standard pelo STANAG 4172), etc., etc.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 18, 2008, 09:48:17 pm
Citação de: "Garcia"
Ora viva!

Podiam se faz favor explicar o que é o stanag? é que ainda nao percebi lá muito bem. obrigado  :oops:


Bocê num parece du Nuorte, bálha-me Deaus!.
Bá ao gugle, carámba.
Ou entom utilize o eicone da lupita e procoure.
- Fráncameante!
Até pareces um gaijo do Sul, oube lá.

http://en.wikipedia.org/wiki/STANAG_magazine (http://en.wikipedia.org/wiki/STANAG_magazine)
Título:
Enviado por: Garcia em Janeiro 18, 2008, 09:54:47 pm
Obrigado Sr. Pereira Marques  :dormir:
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 18, 2008, 09:56:23 pm
Citação de: "Garcia"
Obrigado Sr. Pereira Marques  :wink:

Entao quer dizer que os carregadores de todas as espingardas-automaticas têm de seguir o modelo das M16?


Garcia, por favor veja o link que lhe deixei. Está lá tudo, excepto as dimensões da peça.
Título:
Enviado por: Garcia em Janeiro 18, 2008, 10:15:10 pm
Desculpe. Nao voltarei a cometer o mesmo erro, nao queria que se chateasse comigo :|
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 18, 2008, 10:20:49 pm
Citação de: "Garcia"
Desculpe. Nao voltarei a cometer o mesmo erro, nao queria que se chateasse comigo :wink:
É que o tópico já é tão longo e com tantas repetições e até parece um gato atrás do rabo.
Aposto que tudo já foi dito! :shock:
Título:
Enviado por: TazMonster em Janeiro 18, 2008, 11:15:05 pm
STANAG... STandard NATO AGrement
Que é como quem diz... acordo de padronização da OTAN.

Definem um conjunto de normas que uma vez ratificados e aprovados pelos países membros da Aliança passam a ser implementados.

Um exemplo são os carregadores da M16, que são usados pela M16, SA80, FAMAS, FN FNC, Beretta AR70/90 e outras mais.

E só agora é que reparei que já se tinha colocado um link para responder a esta questão. De qualquer maneira fica a achega que o conceito é muito mais abrangente.
Título:
Enviado por: ShadIntel em Janeiro 18, 2008, 11:26:22 pm
Citação de: "Luso"
É que o tópico já é tão longo e com tantas repetições e até parece um gato atrás do rabo.

E quem é mais burro ? O gato, que anda às voltas atrás do rabo, ou aquele que tenta impedi-lo, quando está na sua natureza fazê-lo ?  :oops: )
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 19, 2008, 12:19:54 am
Citação de: "ShadIntel"
E quem é mais burro ?


Eu só stava defendendo oss atletass!...
Título: voto
Enviado por: sapador_duarte em Janeiro 23, 2008, 07:22:17 pm
voto na g36... o armamento da hk e de confiança.
Título:
Enviado por: alphaiate em Janeiro 23, 2008, 11:25:26 pm
upa pequena duvida... mesmo após ler algumas paginas deste tema, ainda não precebi muito bem quais são as armas a concurso, algum dos dignissimos foristas me saberia dizer quais são?

Como um apaixonado pelo "airsoft" tenho contacto com o "interface" de muitos dos modelos de armas que ai vamos enunciando, mas poucas ou nenhumas referencias vi ainda neste concurso a um dos modelos que mais gosto a Sturmgewehr  90/ sig 550, e por aquilo que tenho lido é mesmo um modelo cujo unico pecado poderá ser o preço. mas a nivel de manuseamento do "interface" puro e duro, devo dizer que a acho muito mais confortavel que a g36.
Título:
Enviado por: lurker em Janeiro 24, 2008, 10:06:04 pm
O concurso foi cancelado por decisão do tribunal administrativo e vai ser re-aberto pelo que não há uma lista de concorrentes neste momento.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 24, 2008, 10:22:40 pm
Citação de: "lurker"
O concurso foi cancelado por decisão do tribunal administrativo e vai ser re-aberto pelo que não há uma lista de concorrentes neste momento.


Já foi aberto :idea:
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Janeiro 24, 2008, 10:27:14 pm
Oi, que é mentira :shock:

Citar
IV.3.8) Condições de abertura das propostas:
Data: 01/04/2008.
Hora: 10:00.
Lugar:
Ministério da Defesa Nacional.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 24, 2008, 10:29:05 pm
Citação de: "PereiraMarques"
Oi, que é mentira :rir:   :toto:
Título:
Enviado por: Garcia em Janeiro 25, 2008, 09:51:01 pm
Ora viva!

Gente! armas em concurso? as mesmas?  :oops:


Cumps
Título:
Enviado por: alphaiate em Janeiro 26, 2008, 01:12:57 am
realmente :)
Título:
Enviado por: nonameboy em Fevereiro 06, 2008, 05:07:55 pm
tambem estou interessado a saber quais as armas em concurso...

Alguem? :?
Título:
Enviado por: alphaiate em Fevereiro 06, 2008, 05:35:07 pm
parece que ainda não ha informação acerca do tema, ou nos nossos estimados colegas foristas já nos teriam dado, certamente, a conhecer novos factos :)

de qualquer forma aguardo bastante espectante!
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Fevereiro 06, 2008, 06:34:41 pm
Se virem uns posts atrás podem verificar que a data de abertura das propostas será dia 1 de Abril, portanto até lá, legalmente e "teoricamente" não podem ser divulgadas as propostas e muito menos os valores monetários, as condições de entregas das armas, etc.

Quem tem experiência de concursos públicos sabe do que estou a falar...
Título:
Enviado por: Nitrox13 em Fevereiro 14, 2008, 12:13:35 pm
ora viva!
Esses concursos públicos já estão a me por os cabelos em pé, ñ seria mais fácil e barato a adjudicação directa? Pergunto eu aos especialistas.

 :(
mas para mim lixem-se para o calibra 5,56 e ficamos com o nosso conhecido
7.62 e escolhia-se a hk417
 http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/ALIG.aspx?nn=144
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 14, 2008, 12:48:47 pm
Para isso ficava-se com a G-3.
Título:
Enviado por: Nitrox13 em Fevereiro 14, 2008, 02:15:52 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Para isso ficava-se com a G-3.


enfim a g3 já teve o seu tempo.

seja qual for a arma escolhida, tem de ser uma boa arma que dei garantias  de bom desempenho. de preferenecia que seja fabricada cá.
ja que o calibre vai ser o 5.56  que seja a tavor tar 21.
Título:
Enviado por: foxtrotvictor em Fevereiro 14, 2008, 06:36:32 pm
Se já quase se sabe que vai ser o HK G36, para quê perder tempo em concurso?
Título:
Enviado por: ricardonunes em Fevereiro 14, 2008, 09:32:14 pm
Citação de: "foxtrotvictor"
Se já quase se sabe que vai ser o HK G36, para quê perder tempo em concurso?


Poderá haver surpresas  :Amigos:  :nice:
Título:
Enviado por: ShadIntel em Fevereiro 14, 2008, 11:36:46 pm
Citação de: "ricardonunes"
Citação de: "foxtrotvictor"
Se já quase se sabe que vai ser o HK G36, para quê perder tempo em concurso?

Poderá haver surpresas  :Amigos:  :twisted:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Fevereiro 14, 2008, 11:53:11 pm
A sorte é que as propostas ao concurso são abertas dia 1 de Abril, e só depois da avalição das mesmas é que se sabe o resultado :wink:
Título:
Enviado por: lurker em Fevereiro 16, 2008, 05:12:40 pm
Citação de: "Nitrox13"
Esses concursos públicos já estão a me por os cabelos em pé, ñ seria mais fácil e barato a adjudicação directa? Pergunto eu aos especialistas.


É obrigatório por lei que se faça um concurso público.
Título:
Enviado por: zecouves em Fevereiro 16, 2008, 06:14:36 pm
Citação de: "lurker"
Citação de: "Nitrox13"
Esses concursos públicos já estão a me por os cabelos em pé, ñ seria mais fácil e barato a adjudicação directa? Pergunto eu aos especialistas.

É obrigatório por lei que se faça um concurso público.


Regime Jurídico de Realização de Despesas Públicas e da Contratação Pública relativa à locação e aquisição de bens móveis e serviços

Consulta esta legislação: http://www.dgo.pt/legis/DL_197-99/pdf/C ... %20III.pdf (http://www.dgo.pt/legis/DL_197-99/pdf/CAP%C3%8DTULO%20III.pdf)

e/ou: http://intranet.uminho.pt/Arquivo/Legis ... ursoV2.pdf (http://intranet.uminho.pt/Arquivo/Legislacao/Ficheiros/CursoV2.pdf)
Título:
Enviado por: Nitrox13 em Fevereiro 16, 2008, 08:55:17 pm
pois mas a GNR tem a g36 que utilizou no Iraque e  está agora em Timor com elas e ñ me parece que tenha havido concursos públicos para a aquisição.
Título:
Enviado por: lurker em Fevereiro 16, 2008, 09:11:54 pm
Como pode ler nos links que o zecouves colocou, nem em todos os casos é obrigatório haver concurso público.

A obrigação de haver um concurso público depende, antes de mais, dos valores envolvidos.
Há vários casos e patamares mas acima dos 750 000 EUR não se pode optar pela adjudicação directa.

Resta ainda a possibilidade de afirmar que há apenas um fornecedor capaz ou que o interesse público justifica que se apresse o processo.
Mas ai, é preciso que o Tribunal Administrativo (a quem compete supervisionar isto) concorde.
Título:
Enviado por: tyr em Fevereiro 21, 2008, 10:41:35 pm
espero bem que não me ponham nas unhas uma arma em calibre 5,56. Pois se entrar em combate quero ter alcance e poder derrubante. 5,56 é calibre para tropas mal treinadas (que desperdiçam muitas munições) e forças de OE (é mais importante a leveza e a capacidade de carregar munições do que  o poder derubante (exeptuando missões de acção directa)).

E mais digo a HK 417 seria um exelente substituto da G3, pois têm tudo o que a nossa velha amiga tem de bom, mas é mais leve e compacta.
Título:
Enviado por: raphael em Fevereiro 21, 2008, 11:06:17 pm
Citação de: "tyr"
espero bem que não me ponham nas unhas uma arma em calibre 5,56. Pois se entrar em combate quero ter alcance e poder derrubante. 5,56 é calibre para tropas mal treinadas (que desperdiçam muitas munições) e forças de OE (é mais importante a leveza e a capacidade de carregar munições do que  o poder derubante (exeptuando missões de acção directa)).

E mais digo a HK 417 seria um exelente substituto da G3, pois têm tudo o que a nossa velha amiga tem de bom, mas é mais leve e compacta.


Há aqui uma redundância camarada, então uma arma  de calibre 5,56mm serve para forças mal treinadas e OE's???
Na minha humilde opinião não é calibre que é decisivo, mas sim a capacidade do militar tirar pleno partido das capacidades da arma (aí é a área dos especialistas).
No entanto, não vejo o contra da HK G-36 (claro que não irá ter a mesma durabilidade da G-3, mas também não é isso que se pretende!).
A G-36 apesar de em quantidades reduzidas já está um pouco difundida entre as nossas forças, que não dependerão inteiramente da G-36, haverão outras armas individuais de calibre superior, nomeadamente as de atiradores especiais, além claro das armas colectivas que se seguirão à MG-3 e Browning .50 (apesar dessas serem mais indicadas para posições defensivas fixas, sendo "relativamente" móveis...).
A mobilidade está em alta actualmente e quanto mais leve for a arma mais facilmente é transportada e menos desgasta o militar. E com mira telescópica a G-36 em combate próximo não fica nada a dever a kk outra arma 7,62mm com o mesmo fim.
Até pk a eventual escolha duma 5,56mm representa poupança na aquisição inicial, bem como nas munições, mas a ver vamos o que sai deste novo concurso e se é desta que isto vai para a frente.
O processo também se tem arrastado pelos prazos legais a cumprir, a questão do ajuste directo só é enqudravel para aquisições em número reduzido, como foi a panóplia da HK entre g-36, MP-5, USP Compact e outras que foram adquiridas pela FAP para o Ex-ResCom actual UPF.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 22, 2008, 10:39:40 am
UPF? Mas a antiga Rescom Mudou outra vez de designação? :shock:
Título:
Enviado por: LM em Fevereiro 22, 2008, 11:17:22 am
Questão de leigo civil: a alteração de calibre vai também obrigar a modificar a organização/tacticas das unidade de escalão secção / pelotão?

Agora temos secção com G3+MG3(ou HK21) - iremos passar a ter (exemplo) G36+MG4 na secção e MG3(HK21) no pelotão, como o Reino Unido, etc...?

Os BatInfPARA (visto já terem 5,56mm) já usam esta ultima forma?

Infantry Section (http://http)

"The 1990s again brought a new "family" of weapons to the Infantry Section. The FN C1 was replaced by the Canadian version of the M-16, called a C7 and offering several dozen improvements over the similar American weapon. Chiefly, it had the advantage of firing fully automatic. It also fired a 5.56mm round, as did its American counterpart; this smaller round became the new NATO standard. The old NATO standard, the 7.62mm, was retained for use with the C6 General Purpose Machine Gun. This weapon was already coaxially mounted on Grizzly APCs, Cougar FSVs, and Leopard tanks and was now destined to replace the Browing GPMG. At the section level, the FN C2 was replaced by the C9, also known as the Minimi, which could be fired either from belts of 5.56 mm ammunition, or in an emergency fed from C7 magazines.

Section Commander - Sergeant - C7
Rifleman - Corporal/Private - C7
Rifleman/Grenadier - Corporal/Private - C7/M203
C9 Gunner - Corporal/Private - C9 LMG
Section 2 i/c - Master Corporal - C7
Rifleman - Corporal/Private - C7
Rifleman - Corporal/Private - C7/M203
C9 Gunner - Corporal/Private - C9 LMG
According to Captain Michael O'Leary of the Royal Canadian Regiment:

At about the same time (as the C7 replaced the FN) came a fundamental shift to the philosophy and tactics of the eight-man infantry section as the 'normal' tactical group for dismounted tactics. The eight man dismounted section is normally organized into two balanced rifle groups, each with one C9 light machine gun. In the assault, the section commander controls the parallel movement of the two groups toward the objective with each group alternatively providing covering fire for the other. As the section closes and as dictated by the ground, the effectiveness of enemy resistance and by the section's casualties, the section commander will order the groups to commence fire and movement within the groups by fire teams (pairs) supporting each other. Finally, fire and movement by individual riflemen within the teams might be ordered.

The Infantry may have, inadvertently or otherwise, adopted along with these changes some bad baggage. The two-fire-group assault is an effective tactic for trained infantrymen in short intense assaults with plenty of outside supporting fire (infantry fighting vehicles, tanks, artillery, etc.). But, it can only work over very short distances. The nature of the section's movement requires that each of the eight riflemen move from position of fire to position of fire, necessarily within the enemy's view and returning defensive fire. Unless the control of fire within the section is superb, the enemy is sufficiently suppressed, and the attacking soldiers have impeccable discipline to continue moving forward in the face of fire from an entrenched (or at least static) enemy, the attack will fail from loss of momentum or the likely casualty rate). When this assault tactic is used over too great a distance, or by soldiers without the training, experience or discipline to make it succeed, the section (or other, i.e. non-infantry, small unit) will die."
Título:
Enviado por: tyr em Fevereiro 22, 2008, 01:58:43 pm
o que eu disse é que o 5,56 serve ou para tropas mal treinadas, ou para OE (não disse que os OE estão mal treinados).
Por exemplo os militares americanos estão a criticar de uma forma acentuada a precisão, alcance e poder derrubante deste calibre, em consequencia cada esquadra de 3 marines actualmente tem um elemento equipado com uma M14 (cal 7,62), e ja foram testados calibres intermedios (com o 6,5 grendel e o 6,8 spm) que têm as caraqueteristicas balisticas semelhanntes ao 7,62 (sobretudo o 6,5 grendel) mas com recuo muito inferior.
E para mais informação o calibre 5,56 foi desenvolvido para equipar o exercito americano na altura em que éra obrigatorio e existia a filosofia "Spray and Pray", que implicava a utilização de fogo automatico e dando pouca importancia ao alcance e precisão, tropas bem treinadas raramente utilisam fogo automatico (para isso é que existem as ML) e em vez disso utilizam o tiro ajustado (exeptuando a muito curtas distancias), com contagem de tiros e coordenação entre os elementos de uma esquadra/equipe.
Para as forças de OE o calibre 5,56 é bom para missões em que o combate não é previsivel a não ser em auto defesa, ou para dar fogo supressivo numa acção directa.
Título:
Enviado por: Lightning em Fevereiro 22, 2008, 08:02:22 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
UPF? Mas a antiga Rescom Mudou outra vez de designação? :shock:


Sim, agora é a Unidade de Protecção de Forças...

Só não sei se o NAPF continua a existir como unidade escola e a UPF como unidade operacional, ou se agora é tudo UPF...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 22, 2008, 08:35:00 pm
Chiça que até faz confusão...daqui a nada a FAP está a mudar de designação mês sim, mês não! :lol:
Título:
Enviado por: lurker em Fevereiro 22, 2008, 10:09:29 pm
tyr,
tanto quanto sei as M14 usadas pelos fuzileiros dos EUA são espingardas semi-automáticas utilizadas pelo "Designated Marksman"
Também utilizam M-16 modificas nessa função, igualmente semi-automáticas.
Título:
Enviado por: Lightning em Fevereiro 22, 2008, 11:57:34 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Chiça que até faz confusão...daqui a nada a FAP está a mudar de designação mês sim, mês não! :lol:


Deve ser para confundir o inimigo... :lol: , foi por isso que vieram com a historia das Operações Tácticas (o Exército tem Operações Especiais, a Marinha tem Acções Especiais, só faltava a Força Aérea ter uma ununidade com um nome do género... :lol: , Unidade de Protecção de Forças :wink: .

PS: Esta resenha historica é da minha imaginação...
Título:
Enviado por: Iris-t em Fevereiro 23, 2008, 03:44:48 pm
Citação de: "lurker"
tyr,
tanto quanto sei as M14 usadas pelos fuzileiros dos EUA são espingardas semi-automáticas utilizadas pelo "Designated Marksman"
Também utilizam M-16 modificas nessa função, igualmente semi-automáticas.


Los han modificado para hacerlos semiautomáticos, porque los M-14 estándar eran automáticos, de todas maneras me parece que se han gastado demasiado dinero en habilitar los M-14, creo que había soluciones en el mercado más prácticas.
Título:
Enviado por: ShadIntel em Fevereiro 23, 2008, 04:31:48 pm
Citação de: "Iris-t"
Los han modificado para hacerlos semiautomáticos, porque los M-14 estándar eran automáticos, de todas maneras me parece que se han gastado demasiado dinero en habilitar los M-14, creo que había soluciones en el mercado más prácticas.

Não foram propriamente modificados. A maioria dos modelos mais 'recentes' de M14 foram fabricados sem a opção de tiro automático.
Há sem dúvida no mercado soluções que podem ser consideradas mais práticas; mas essa atitude algo conservadora do USMC em relação à M14 vem tanto da afeição pela arma que da experiência incomparável acumulada na sua utilização.
Título:
Enviado por: zecouves em Fevereiro 23, 2008, 04:53:28 pm
Citação de: "LM"
Questão de leigo civil: a alteração de calibre vai também obrigar a modificar a organização/tacticas das unidade de escalão secção / pelotão?

Agora temos secção com G3+MG3(ou HK21) - iremos passar a ter (exemplo) G36+MG4 na secção e MG3(HK21) no pelotão, como o Reino Unido, etc...?



A alteração de calibre de uma espingarda automática não altera concerteza as "tácticas" bem como Organização das unidades. Há outros factores que podem introduzir alterações na forma como as unidades combate e se organizam, mas não é concerteza o calibre das espingardas automáticas só por si.

As Secções de Atiradores não têm Metralhadoras Ligeiras HK-21 ou MG-3. De facto não está previsto nas Secções de Atiradores do Exército Português, independentemente se são Atiradores Páras ou outra Infantaria, qualquer tipo de Metralhadoras Ligeiras.
Título:
Enviado por: lurker em Fevereiro 23, 2008, 06:13:14 pm
Citação de: "ShadIntel"
Citação de: "Iris-t"
Los han modificado para hacerlos semiautomáticos, porque los M-14 estándar eran automáticos, de todas maneras me parece que se han gastado demasiado dinero en habilitar los M-14, creo que había soluciones en el mercado más prácticas.
Não foram propriamente modificados. A maioria dos modelos mais 'recentes' de M14 foram fabricados sem a opção de tiro automático.
Há sem dúvida no mercado soluções que podem ser consideradas mais práticas; mas essa atitude algo conservadora do USMC em relação à M14 vem tanto da afeição pela arma que da experiência incomparável acumulada na sua utilização.


Creio que são coisas separadas.
De facto, antes da introdução da M16 foram produzidas M14 com a opção de tiro automático "desligada" para serem utilizadas como espingarda padrão do Exército.

Contudo, as M14 a que eu me referia não têm muito a ver com isso.
São, tal como as M16 que também são utilizadas nessa função, armas essencialmente re-construídas para a função de atirador designado.
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Fevereiro 23, 2008, 06:51:39 pm
lurker, refere-se à M21, certo? Ainda pensei na Mk.14 Enhanced Battle Rifle, que também é baseada na M14, mas essa não é utilizada só como DMR.
Título:
Enviado por: lurker em Fevereiro 23, 2008, 07:07:00 pm
Não, referia-me mesmo à M14 DMR utilizada pelo USMC.
Título:
Enviado por: tyr em Fevereiro 24, 2008, 06:44:30 pm
A M14 usada nos marines, que eu me refiro equipa um em cada 3 elementos de uma secção (pode se dizer de assalto) e são semi automaitas, tal como eram semiautomaticas as FN FAL (L1A1) adquiridas pelo exercito ingles, pois tiro automatico com uma espingarda é considerado desperdicio de munições (exepto algumas exepções, tipo CCD). Pois a 25 metros em tiro automatico sem bipé/tripé só consegues meter os 2 ou 3 primeiros disparos no alvo e mesmo assim só com algum treino e quem tem esse treino nunca o irá fazer pois irá preferir fazer "duble tap".
Tiro auto em espingardas só é util a distancias muito curtas.
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Fevereiro 24, 2008, 11:00:22 pm
A FN e a M-14 são armas que funcionam por tomada diracta de gases.
Assim sendo, podem ter um extrangulador, que mesmo com a arma na posição de "F", a mesma só efectua tiro a tiro.
Ao contrario da nossa G(ina)3 que funciona por inercia.

Um Abraço.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 26, 2008, 10:53:10 am
Lembro-me de ver num livro que o Exército Português comprou tanto a FAL como a G-3 e depois preferiu a G-3 porque era mais fiável, no entanto a FAL era mais precisa.
Título:
Enviado por: Luso em Fevereiro 27, 2008, 12:40:21 pm
Uma vez que são recorrentes as repetições de comentários e polémicas, e nada de novo havendo a acrescentar por agora, encerra-se temporáriamente este tópico até que hajam novas notícias.
Agradece-se a compreensão.
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Março 30, 2008, 03:16:06 pm
Como já nos estamos a aproximar do dia 1 de Abril, fica reaberto este tópico.
Título:
Enviado por: bishop em Março 30, 2008, 05:24:33 pm
Boas tardes este é o meu primeiro post :D

Tenho vindo a assitir a discussão que ha entre os dois calibres mais utilizados em espingardas de assalto o 7,62 e 5,56....

O que eu acho é o seguinte ja trabalhei em portugal com a velha G3 e neste momento trabalho com uma FNC MK3 (sucessora da FAL,CAL...5.56) numa secção tipica da Europa temos sempre 2 soldados equipados com MINIMI'S ou então MINIMI(5,56),MAG(7,62) e o resto trabalha com a tipica 5,56...(em alguns casos particulares uma AW por secção) muita gente queixa se que o calibre inferior não chega para abater o inimigo...um carregador possui 28 munições não me digam que no terreno em situação de contacto so vão disparar uma munição, que eu saiba nas aulas de NTTC(novas tecnicas tiro combate) a primeira regra em caso de contacto é disparar 2 vezes...sinceramente acho que o 7,62 continua a ser necessario mas para atiradores de elite e como poder de fogo (MAG,etcetc)....

Quanto a arma que deveria equipar Portugal....nenhuma que se preocupem primeiro com os seus soldados que ao fim de 6 anos são mandados porta fora quando em outros paises da Europa podem ficar até a idade da reforma....enfim mas eu acho que a melhor solução seria esta
http://world.guns.ru/assault/as41-e.htm (http://world.guns.ru/assault/as41-e.htm) a G36 é boa mas para equipar as forças armadas acho que é melhor optarem por uma escolha mais recente........
Título:
Enviado por: Garcia em Março 30, 2008, 06:27:00 pm
O problema dessa arma, não sei se já foi resolvido, é que é muito "sensível" ás poeiras causando os devidos problemas. Mas sem dúvida que seria uma optima escolha é recente mas são poucas as forças militares que as têm não havendo assim um vasto leque de utilizadores para dar as suas opiniões. Eu sinceramente adoro esta arma, tanto pelo design como o seu mecanismo e os acessórios. Vamos ver quais vão aparecer no dia 1 de abril.  :wink:
Título:
Enviado por: BrunoAS em Março 30, 2008, 08:08:27 pm
Por falar no 25 de Abril, já não lá vou à uma data de anos... Vou ver se este ano vou lá. Esta arma parece-me uma boa opção, é uma arma ligeira e muito boa para assalto, mas no entanto, estes mecanismos parecem-me um pouco sensíveis, não parece ser uma arma muito resistente...
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Março 31, 2008, 04:46:29 pm
Citar
IV.3.8) Condições de abertura das propostas:
Lugar:
Indicado em I.1.
Pessoas autorizadas a assistir à abertura das propostas:
Sim.
Ao acto público pode assistir qualquer interessado
, apenas podendo nele intervir
os representantes dos concorrentes, devidamente credenciados, até ao número
de três.


Quem não tiver nada que fazer amanhã de manhã e quiser ir dar uma voltinha à Avenida Ilha da Madeira no Restelo, em Lisboa, está à vontade... c34x
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 01, 2008, 02:28:52 pm
Citar
Adjudicação de três propostas para o fornecimento das seguintes três famílias de armas:
26 900 espingardas automáticas, de calibre 5,56 mm, desenhadas e fabricadas para utilização da munição 5,56 × 45 mm NATO, prevista no Stanag 4172 e respectivos acessórios;
1600 metralhadoras ligeiras, de calibre 5,56 mm, desenhadas e fabricadas para utilização da munição 5,56 × 45 mm NATO, prevista no Stanag 4172 e respectivos acessórios;
4100 pistolas, de calibre 9 mm, desenhadas e fabricadas para utilização da munição 9 × 19 mm NATO, prevista no Stanag 4090 e respectivos acessórios



Informação provisória: a abertura das propostas ainda decorre (embora já se saibam todas as empresas concorrentes, não os modelos - sendo que uma empresa pode concorrer com mais que um modelo, e nesta fase podem ser afastadas) e não é garantido que acabe hoje.

Empresas concorrentes:

Espingarda automática
Colt Canada
HK

Metralhadora ligeira
FN
HK

Pistola
SIG Sauer
Beretta
Sodarca (Sociedade Distribuidora de Armas de Caça) - não sei que fabricante representam (recorde-se que concorreram e venceram o concurso para as forças de segurança com a Glock, tendo também já representado a Steyr).

Elimina alguma especulação, alimenta outras...
Título:
Enviado por: ricardonunes em Abril 01, 2008, 02:57:02 pm
Para já, e do muito que já se sabe,  :arrow:

Empresas concorrentes:

Espingarda automática
Colt Canada
(http://www.coltcanada.com/Images/c7-pic.gif)

HK
(http://www.heckler-koch.de/media/Products/Assault_rifles/g36.jpg)

Nesta não acredito :?
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Abril 01, 2008, 02:57:05 pm
Parece-me bem...ao menos não temos concorrentes só para "encher chouriços" como o anterior concurso (caso das espingardas de Singapura e brasileira e configurações (bullpulp) que (já) não interessam às FFAA, ex: AUG, Tavor, etc.).

Pelo que devemos ter:
Espinguardas-Automáticas:
HK: G-36 e/ou HK416
Colt Canada: C7

Metralhadoras Ligeiras:
FN: Minimi
HK: MG-4

Nas pistolas a variedade já pode ser bem maior...
Título:
Enviado por: Lince em Abril 01, 2008, 03:14:52 pm
Citação de: "ricardonunes"
Nesta não acredito :wink:

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_14_main.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_16_jan_05_closed.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_145w_glm_right.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_grenade.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_10_inch_left.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_10_main.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_16_jan_05_closed.jpg)

(http://www.hk-usa.com/images/products/law_enforcement/hk416/general/hk416_20_inch_right.jpg)


Tenhamos fé  :twisted:
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 01, 2008, 03:23:12 pm
Não batam no mensageiro....







Abertura de propostas suspensa até dia 9 - a Beretta não apresentou comprovativo de actividade dos últimos três anos e um outro papel... (http://smileydatabase.com/s/154.gif)

No entanto, é algo normal nestes processos altamente burocráticos.
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 01, 2008, 03:55:35 pm
É o "porreirismo", afinal não vale a pena chatear ninguém por mais meia dúzia de dias.
Ouve outra concorrente que pôs o nome do lado de fora do envelope - e também não foi desclassificada, recebeu um "não pode ser, mas vá lá desta passa" (palavras minhas).
Título:
Enviado por: typhonman em Abril 01, 2008, 04:39:02 pm
Não percebo porque é que a Tavor não interessa...
Espero que ganhe a Colt então, mas quaze de certeza que vai ganhar a HK...
Título:
Enviado por: Lince em Abril 01, 2008, 06:01:13 pm
Citação de: "zecouves"
Onde sacaram as fotos da HK?


www.hk-usa.com (http://www.hk-usa.com) :wink:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Abril 01, 2008, 06:32:43 pm
Citação de: "Typhonman"
Não percebo porque é que a Tavor não interessa...
Espero que ganhe a Colt então, mas quaze de certeza que vai ganhar a HK...


O porquê da Colt :?:

Que mais valias tráz em relação á Hk 36, já não pondo em causa a Hk 416 :?:
Título:
Enviado por: typhonman em Abril 01, 2008, 06:42:54 pm
Ricardo, eu estava-me a referir a HK G-36 não as HK dos EUA...
Título:
Enviado por: BrunoAS em Abril 01, 2008, 07:11:43 pm
Citação de: "ricardonunes"
Citação de: "nelson38899"
Citação de: "Lancero"
Sodarca (Sociedade Distribuidora de Armas de Caça) - não sei que fabricante representam

caçadeira de canos serrados da cova da moura :lol:

Talvez Browning  :idea:


Se fosse para terrenos difíceis com grande hipótese de quedas, escolhia a Baikal. Em armas de caça não há nada mais resistente. Mas são feias como o diabo... :D
Título:
Enviado por: ricardonunes em Abril 01, 2008, 07:51:54 pm
Citação de: "BrunoAS"
Citação de: "ricardonunes"
Citação de: "nelson38899"
Citação de: "Lancero"
Sodarca (Sociedade Distribuidora de Armas de Caça) - não sei que fabricante representam

caçadeira de canos serrados da cova da moura :lol:

Talvez Browning  :idea:

Se fosse para terrenos difíceis com grande hipótese de quedas, escolhia a Baikal. Em armas de caça não há nada mais resistente. Mas são feias como o diabo... :idea:  estavamos a falar de pistolas de 9 × 19 mm NATO, Stanag 4090 :evil:
Título:
Enviado por: tyr em Abril 01, 2008, 08:20:50 pm
possivelmente a tavor (tal como todas as outras Bullpups (exepto a fn f2000)) esta fora por não ser ambidextra sem modificação (muito importante em combate em areas edificadas)
Título:
Enviado por: Luso em Abril 01, 2008, 08:24:42 pm
O tópico já vai em 50 e tal capítulos e ainda se fala "porque não esta".
Ou então "é feia". "É bonita". É de esperar comentários mais consistentes.
E porque é que se insiste na Tavor? :roll:
Título:
Enviado por: Miguel Sá em Abril 01, 2008, 10:32:32 pm
Prefiro a conjugação G36-MG4-USP
A G36 e a MG4 a serem as vencedoras poderão ser as fabricadas pela General Dynamics Land Systems Santa Barbara.
Espero que ganhe, acho que vencerá, mas que pistola poderá ser?

A Tavor, tanto quanto sei pode ser usada por um canhoto desde que seja "remontada", pelo menos fiquei com esta ideia depois do muito que vi, li e ouvi.
Depois é uma arma mais recente que a G36 e fruto da tecnologia e experiência do pais que à mais anos vive numa quase guerra permanente.
Além de que houve possibilidade de se equacionar uma linha de produção nacional. Assim teríamos Tavor-Minim-FN BNP e como também o grupo Herstal proprietário da FN possui em Viana a fábrica da Browning...
E seria preferível à C7/C8

Os países europeus que usam a C7/C8 já estão a pensar nas suas substitutas
Título:
Enviado por: typhonman em Abril 01, 2008, 11:10:50 pm
Citação de: "ricardonunes"
Citação de: "Typhonman"
Bem, que comentário sem nexo acabou de fazer... :wink:


Sem razão? O concurso que eu saiba ainda não fechou, ou já?  :roll:
Título:
Enviado por: tyr em Abril 01, 2008, 11:21:07 pm
o que eu quero dizer em não ser ambidestra sem preparação é qe estas a progredir com a espingarda, e de repente, para não expores o teu corpo tens que mudar a arma de ombro (isto é uma coisa impotantissima em areas edificadas, e não podemos adoptar armas pensadas para uma guerra no campo(deserto, etc...) ou para manter a industria de um pais a funcionar (exemplos destes 2 factores são a tavor, famas, sa80, etc...)).
todas as armas bullpup têm este defeito exepto a FN F2000, mas esta tem um mecanismo que pode ser sensivel a sujidade (sem testar nunca se sabera se é fiavel ou não).
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Abril 01, 2008, 11:27:31 pm
Citação de: "Typhonman"

Sem razão? O concurso que eu saiba ainda não fechou, ou já?  :roll:


Mas se as IMI não apresentaram proposta o que é que há a fazer? Este prazo suplementar é para as empresas que realmente apresentaram propostas, rectificarem a sua situação, fornecendo os documentos em falta :anjo: ...e ainda não se discutiu o assunto "mais importante"...as armas devem ser pintadas/ter acabamento em preto ou em verde escuro? :lol:
Título:
Enviado por: zecouves em Abril 02, 2008, 09:18:43 am
Citação de: "Lince"
Citação de: "zecouves"
Onde sacaram as fotos da HK?

www.hk-usa.com (http://www.hk-usa.com) :wink:


Danke schoen ... ou devo dizer: Thanks dude?

Obrigado
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Abril 03, 2008, 12:22:39 pm
Só para confirmar que a tal Sodarca (Sociedade Distribuidora de Armas de Caça) representa a Glock...

Citar
Dois concorrentes para substituir G3


Norte-americanos e alemães vão disputar o concurso para substituição da G3, tendo as empresas Canadian Colt e HK procedido à entrega das propostas, ontem, num processo a decorrer para os três ramos das Forças Armadas, soube o JN. A Canadian Colt é uma participada da Colt norte-americana.

Ontem também, foram entregues as propostas para uma metralhadora, uma arma de calibre 5,56 mm, à semelhança da espingarda, sendo concorrentes a HK e os belgas da FN.

Da mesma forma, foram apresentadas as propostas para a pistola, com a participação da Beretta, da Glock e da Sig Sauer, todas de calibre 9 mm.

A abertura das condições terá lugar no dia 10, num concurso superior a 60 milhões de euros. CV  

 
Fonte: http://jn.sapo.pt/2008/04/02/ultima/doi ... ir_g3.html (http://jn.sapo.pt/2008/04/02/ultima/dois_concorrentes_para_substituir_g3.html)
Título:
Enviado por: Luso em Abril 03, 2008, 12:39:34 pm
O Papatango já está a fazer uns quadros catitas para comparação das diferentes propostas. :mrgreen:
Já agora, que SIG será?
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Abril 03, 2008, 12:58:01 pm
Citação de: "Luso"
O Papatango já está a fazer uns quadros catitas para comparação das diferentes propostas. :mrgreen:
Já agora, que SIG será?

Então mas o homem anda a perder tempo para quê? c34x

Citar
IV.2) CRITÉRIOS DE ADJUDICAÇÃO
IV.2.1) Critérios de adjudicação:
Proposta economicamente mais vantajosa, tendo em conta:
Os critérios enunciados a seguir:
Critério: aspectos relativos a custos — ponderação: 45;
Critério: aspect. relativ. requisit. técnicos e operacionais — ponderação: 40;
Critério: aspectos relativos a contrapartidas — ponderação: 15.


Fonte: http://dre.pt/pdfgratis2s/2007/11/2S228A0000S00.pdf (http://dre.pt/pdfgratis2s/2007/11/2S228A0000S00.pdf)
Título:
Enviado por: BrunoAS em Abril 03, 2008, 02:48:12 pm
Citação de: "ricardonunes"
Citação de: "BrunoAS"
Citação de: "ricardonunes"
Citação de: "nelson38899"
Citação de: "Lancero"
Sodarca (Sociedade Distribuidora de Armas de Caça) - não sei que fabricante representam

caçadeira de canos serrados da cova da moura :lol:

Talvez Browning  :idea:

Se fosse para terrenos difíceis com grande hipótese de quedas, escolhia a Baikal. Em armas de caça não há nada mais resistente. Mas são feias como o diabo... :idea:  estavamos a falar de pistolas de 9 × 19 mm NATO, Stanag 4090 :evil:


Hum, agora digo eu. Oh esperto, ele falou numa caçadeira de canos serrados, tu fizeste um quote a dizer browning, eu fiz-te um quote a recomendar baikal pá pancada. Logo, acho que esse foi um comentário ridiculo e despropositado, visto que ambos estavamos a falar de caçadeiras, e não pistolas...
Título:
Enviado por: ricardonunes em Abril 03, 2008, 03:08:24 pm
A ver se a gente se entende, eu quando falei em Browning estava a falar em pistolas, e nunca em armas de caça :idea:

Estamos entendidos :wink:
Título:
Enviado por: BrunoAS em Abril 03, 2008, 04:32:46 pm
Ok, por mim estamos entendidos, porque browning fabrica grandes armas de caça, e como fizeste um quote aos canos serrados, pensei que fosse isso...

Os meus cumprimentos
Título:
Enviado por: bishop em Abril 05, 2008, 04:36:59 pm
Bem espero para Portugal que seja A FN a ganhar primeiro porque a MINIMI não tem rival e se por acaso a espingarda de assalto for da FN que seja a F2000 ou a Scar(normalmente só para os USA mas nunca se sabe http://world.guns.ru/assault/as70-e.htm (http://world.guns.ru/assault/as70-e.htm))...
 Quanto a dizerem que a F2000 tem um mecanismo bastante sensível a sujidades poeiras etcetc....ela esteve em fase de testes na Bélgica e já esta a substituir a FNC o tipo de terreno é bastante diferente de Portugal muita lama e chuva com fartura e a F2000 não mostrou grandes dificuldades...diga-se de passagem que a FNHerstal fez uma obra de arte...
Título:
Enviado por: pmdavila em Abril 05, 2008, 04:42:28 pm
A FN não concorreu para a espingarda de assalto, só a Canadian Colt e a HK. Por isso, SCAR nem em sonhos neste momento.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 05, 2008, 05:39:29 pm
Pelo que percebi é:

G-36/C-7;

Minimi/MG-4

Pistolas é que já é mais confuso já que cada casa tem as suas muitas versões.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 05, 2008, 05:58:41 pm
Sobre a C-7:

http://www.coltcanada.com/c7-page.htm (http://www.coltcanada.com/c7-page.htm)

http://www.coltcanada.com/PDF%20Forms/CC-cat-web.pdf (http://www.coltcanada.com/PDF%20Forms/CC-cat-web.pdf)
Título:
Enviado por: AMRAAM em Abril 05, 2008, 06:27:45 pm
By Bishop
Citar
Bem espero para Portugal que seja A FN a ganhar primeiro porque a MINIMI não tem rival


Bishop,eso de que no tiene rival..umm,no se, es cuestionable,ya que tiene enfrente a la mg 4 de H&K,y esta compañia no se caracteriza por hacer malos productos ,ni mucho menos,sino mas bien todo lo contrario.De hecho,ahi tenemos el exito de su fusil g-36,en menor medida su fusil hk 416,el subfusil mp5..
Volviendo a la mg-4,destacaria que en su corta vida,ya ha sido seleccionada por los ejercitos de Alemania y España, asi que, no me extrañaria que en un futuro no muy lejano consiguiese el exito de las armas que antes mencione.
Bueno aqui dejo un video ,que no se si habra sido posteado ya antes en este topic o en el foro y que me ha parecido interesante :wink::

http://www.youtube.com/watch?v=CXXAIvOl8lc
SALUDOS!!
Título:
Enviado por: bishop em Abril 05, 2008, 06:54:45 pm
AMRAAM digamos que MG4 foi feita para rivalizar com a MINIMI (que foi :wink: ) mas antes tem de passar provas no terreno o que a MINIMI tem feito com os USA....

"The FN Minimi has an excellent reputation on reliability and firepower, and the latest reports on failures of M249 SAW weapons in Iraq are attributed to the age of the weapons used - most of the current issue M249 in US Army are more than 10 years old and quite worn out."

Não discordo que a HK tem feito armas incríveis mas penso que a FN estes ultimos anos tem vindo a desenvolver armas inovadoras como a P-90,Five-seven....(a G11 tambem é bastante inovadora mas falhou nos contratos....)enfim ambas são 2 grandes empresas de armas mas nestas coisas são os contratos que fazem ganhar...

Ja agora

MINIMI http://world.guns.ru/machine/mg17-e.htm (http://world.guns.ru/machine/mg17-e.htm)
MG4 http://world.guns.ru/machine/mg40-e.htm (http://world.guns.ru/machine/mg40-e.htm)
P90 http://world.guns.ru/smg/smg13-e.htm (http://world.guns.ru/smg/smg13-e.htm)
Five-seven http://world.guns.ru/handguns/hg18-e.htm (http://world.guns.ru/handguns/hg18-e.htm)
G11 http://world.guns.ru/assault/as42-e.htm (http://world.guns.ru/assault/as42-e.htm)
Título:
Enviado por: AMRAAM em Abril 05, 2008, 08:33:37 pm
Hombre Bishop, permiteme que discrepe sobre lo de que la mg-4 fuera hecha para rivalizar con la minimi,ya que esta arma surgio de las necesidades de las fuerzas armadas alemanas,tal y como atestigua la propia pagina de h&k donde dice textualmente:
"The MG4 is Heckler & Koch’s solution to the current asymmetric threat scenarios and the change in the military range of tasks.

The development of the “Infantryman of the Future” (IDZ) equipment concept for the German Army is aimed at increasing the capability of the German Army by means of a new armament concept. This is the reason why a lightweight, compact machine gun of high fire power was required."

http://www.heckler-koch.de/HKWeb/show/frameContent/18/4/18

Ahora bien,una vez, el producto esta  en el mercado y bajo el marco de garantia del uso por parte de las FFAA alemanas,pues h&k ,como empresa que se dedica a vender armamento,es normal que promocione su producto e intente hacerse un hueco en ese mercado, vendiendolo al mayor numero de clientes posibles.Es aqui,BISHOP, donde si estaria contigo de acuerdo ,en el aspecto de que la mg 4 rivaliza con la minimi,ya que ahora mismo ,por asi decirlo, este arma,es la "reina"del mercado en este segmento de las armas ligeras.
Dicho esto,sea cual  sea la eleccion del arma seleccionada,Portugal se va ha hacer con un gran arma. :D ,
SALUDOS!!
Título:
Enviado por: bishop em Abril 05, 2008, 08:50:42 pm
O que interessa é que Portugal faça a compra escolha a que escolher é sempre melhor do que possui neste momento....
 Vamos ver como é que a FN vai responder à HK porque a MINIMI já é bastante antiga e fala-se de uma substituta para a MAG ( http://world.guns.ru/machine/mg06-e.htm (http://world.guns.ru/machine/mg06-e.htm) ) pode ser que venha uma para a MINIMI também :wink:
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Abril 10, 2008, 02:55:50 pm
Não era suposto ser hoje a reabertura do concurso, nomeadamente para sabermos, realmente, quais os modelos em concurso :?:
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 10, 2008, 02:59:21 pm
Citação de: "PereiraMarques"
Não era suposto ser hoje a reabertura do concurso, nomeadamente para sabermos, realmente, quais os modelos em concurso :?:


Foi ontem. Mas confesso que ainda não tenho novidades (às 21h00 ainda estavam reunidos...).
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 10, 2008, 03:36:35 pm
Citação de: "bishop"
O que interessa é que Portugal faça a compra escolha a que escolher é sempre melhor do que possui neste momento....
 Vamos ver como é que a FN vai responder à HK porque a MINIMI já é bastante antiga e fala-se de uma substituta para a MAG ( http://world.guns.ru/machine/mg06-e.htm (http://world.guns.ru/machine/mg06-e.htm) ) pode ser que venha uma para a MINIMI também :wink:


Em Tancos vi várias MAG (nas mãos dos Precs).
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Abril 11, 2008, 05:18:42 am
Citar
Procura-se sucessora da G3


Carlos Varela

Aespingarda G3, que há mais de 40 anos é utilizada nas Forças Armadas, vai finalmente entrar na fase final da sua vida operacional, na sequência da abertura das propostas de canadianos e alemães, que vão disputar a possibilidade de acabar com aquela que é uma das imagens mais marcantes de obsolescência nas fileiras.

O processo, aberto anteontem à noite no Ministério da Defesa, dá também lugar à substituição de pistolas, a Walther P38, e metralhadoras ligeiras, a HK-21 - também usadas há mais de 40 anos -, num investimento total que atinge cerca de 70 milhões de euros.

As armas em concurso, no capítulo das espingardas, são a M-4, da Colt Canadiana, uma participada da Colt norte-americana, e a G-36, da HK, a fábrica alemã de onde também é originária a G3. As duas armas inauguram também de raiz em Portugal o calibre de 5,56 mm, substituindo o 7,62 mm da G3. Os pára-quedistas e os comandos já dispunham daquele calibre, mas as armas que operam, a Galil e a Sig Sauer 43, serão substituídas logo que a nova arma seja comprada. E quando o processo ficar concluído, Portugal será o último país da OTAN a ter optado pelo calibre 5,56 mm, em serviço nos Estados aliados há mais de 10 anos.

Está prevista a aquisição de 26 mil espingardas, a Colt com um custo de 53,4 milhões de euros e a HK com 44,8. No entanto, os canadianos garantem contrapartidas de 100 milhões de euros, enquanto os alemães se ficam pelos 100% do valor do negócio.

O tira-teimas começará dentro um mês ou mês e meio, quando começarem a ser iniciados os testes das armas, estando previstos oito apreciações até à decisão final. Nos termos do concurso, o Ministério da Defesa tem um ano para decidir qual a arma que vai substituir a G3, mas fontes militares garantiram ao JN que o vencedor deverá ser encontrado ainda este ano, uma vez que há vontade política de em 2009 as Forças Armadas começarem a receber as primeiras novas espingardas.

Nas pistolas, para fornecimento de 4100 armas, a proposta mais barata é da Glock, com 1,34 milhões de euros e contrapartidas superiores a dois milhões, curiosamente a fábrica que recentemente venceu o concurso para fornecimento de novas armas para a PSP e para a GNR.

O processo para as metralhadoras ligeiras é seguido também com muita atenção, uma vez que inaugura no nosso país um tipo de arma que até agora nunca tinha sido usado, ou seja, no calibre de 5,56 mm, substituindo a HK-21, na prática uma G3 adaptada à utilização com fita.

Em causa está o fornecimento de 1600 armas, com os belgas da FN a proporem a Minimi, no valor de 9,7 milhões e contrapartidas de 16,8 milhões, e os alemães da HK a proporem a MG36, uma variante da espingarda G-36, a envolver 13,69 milhões de euros e contrapartidas de igual valor.

Fonte (http://http)



Na notícia não se fala da HK-416/417. Alguém pode confirmar se de facto foi apresentada ou não?
Título:
Enviado por: ricardonunes em Abril 11, 2008, 08:19:20 am
Nem HK-416/417 (já esperava), nem da MG4 :shock:
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Abril 11, 2008, 09:39:32 am
Os tipos da HK querem-nos impingir a Mg36 ?
Mas, nunca foi adoptada por nenhumas FA........
Nem no site da HK está.......
A ser escolhida, vai-se repetir a novela das HK-21 nos anos 60, a mal-amada . E essa é uma metralhadora ligeira.
Pelo que sei, a MG36 é uma G36 reforçada com um carregador Beta-C
Título:
Enviado por: papatango em Abril 11, 2008, 11:34:14 am
Metralhadora ligeira
=============

MG-36 :conf:

Pelo que sei, foi um flop, um fracasso, resultado de não ser realmente uma metralhadora ligeira, mas sim uma G-36 que tem um carregador e um bipé, que pode ser adaptado a qualquer outra G-36

Citar
Entre as razões para o aparente insucesso da arma, encontra-se a critica de que por não permitir a remoção e troca do cano com a necessária rapidez, ela não é na realidade uma metralhadora, mas sim uma espingarda de assalto com uma simples modificação de cano, junto com o suporte para o bipé.


Alguém conhece alguma modificação ais recente nesta arma?


Espingarda automática
===============

No caso de as propostas terem sido apenas para estas duas armas, isso implica a vitória da HK sem grandes «espinhas».

O preço é mais barato e nem norte-americanos nem canadianos têm demonstrado ser capazes de cumprir as promessas que fazem quanto a contrapartidas.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 11, 2008, 04:44:50 pm
Todas as espingardas-automáticas do Exército vão ser substituidas (G-3/Galil/Sig-543).

Realmente a UPF e o DAE estão já um pouco mais avançados, estão equipados com as G-36, Minimi/MG-4.
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 11, 2008, 05:28:17 pm
13 milhões por 1600 MG36?   :roll:
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Abril 11, 2008, 06:09:33 pm
Citação de: "Lancero"
13 milhões por 1600 MG36?   :roll:


E a C8A1 não é a "irmã" canadiana da M4 ?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 11, 2008, 06:10:54 pm
Que eu saiba a Colt Canadá fabrica C-7/8, mas como é parecido...

Vamos ver do que sai daí, porque eu há muito deixei de ter em conta os artigos da imprensa generalista.
Título:
Enviado por: bishop em Abril 11, 2008, 08:46:20 pm
Citar
Em Tancos vi várias MAG (nas mãos dos Precs).


Hoje tive a ocasião de trabalhar com ela pela primeira vez 3 bandas de 30 munições a 200m....muito interessante deitado é praticamente impossivel falhar mesmo que falhes cada quinta muniçao da banda é uma traçante ou seja da para corrigir a trajectoria, de pé e de joelhos é obrigatorio um camarada segurar o canhão com o bipod (11kg que ela pesa...)tudo depende do camarada se ele se mexer muito é obvio que o tiro perde a sua precisão...muito boa arma gostei segunda feira vou rever a MINIMI.

Como eu tinha falado a FNherstal estuda a possibilidade de substituir a MAG por uma MININI 7,62 o grande problema é que uma arma desse género precisa de uma carcaça mais pesada  dai ninguém ver o interesse de substituir uma arma tão boa como a MAG quando esta há 30 anos que mostra o que vale...

A questão é será que não valia a pena Portugal esperar pela MINIMI 7,62 ou ficar se pelo 5.56....
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Abril 11, 2008, 10:20:02 pm
Citação de: "papatango"
Metralhadora ligeira
=============

MG-36 :conf:

Pelo que sei, foi um flop, um fracasso, resultado de não ser realmente uma metralhadora ligeira, mas sim uma G-36 que tem um carregador e um bipé, que pode ser adaptado a qualquer outra G-36

Citar
Entre as razões para o aparente insucesso da arma, encontra-se a critica de que por não permitir a remoção e troca do cano com a necessária rapidez, ela não é na realidade uma metralhadora, mas sim uma espingarda de assalto com uma simples modificação de cano, junto com o suporte para o bipé.

Alguém conhece alguma modificação ais recente nesta arma?


Espingarda automática
===============

No caso de as propostas terem sido apenas para estas duas armas, isso implica a vitória da HK sem grandes «espinhas».

O preço é mais barato e nem norte-americanos nem canadianos têm demonstrado ser capazes de cumprir as promessas que fazem quanto a contrapartidas.

Cumprimentos


Ou seja, estará a HK a contar com uma vitória quase certa nas espingardas para influenciar a decisão nas metralhadoras ligeiras?
Título:
Enviado por: Luso em Abril 11, 2008, 11:37:23 pm
Só uma achega que pode ter o seu interesse, em relação à metralhadora 5.56...

Citar
(...)Description
Marine Corps Systems Command (MARCORSYSCOM), Infantry Weapons Systems, Quantico, Virginia intends to conduct a limited competition for the second phase (production) of the Infantry Automatic Rifle (IAR) project. The goal of this project is to enhance the Automatic Rifleman?s maneuverability and displacement speed, while providing the ability to suppress or destroy those targets of most immediate concern to the rifle team.(...)


http://www.fbodaily.com/archive/2007/11 ... 455071.htm (http://www.fbodaily.com/archive/2007/11-November/21-Nov-2007/FBO-01455071.htm)
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Abril 12, 2008, 12:52:29 pm
Os Marines queriam uma BAR, eles vão ter uma BAR! :lol:

Aparentemente, não está clarificado se o USMC vai substituir as M249 nas fireteams pela IAR, consolidando as M249 a nivel de secção ou pelotão, ou se substitui as M249 pela IAR, e elimina por completo a M249 da TO&E.
Título:
Enviado por: zocuni em Abril 12, 2008, 01:19:24 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Todas as espingardas-automáticas do Exército vão ser substituidas (G-3/Galil/Sig-543).


Cabeça,

Desculpe minha indagação.Em primeiro nosso Exército tem Galil?Elas não são recentes?

Abraços,
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 12, 2008, 02:12:29 pm
Zocuni agora surprendeste-me, já postei tanta foto de Pára-quedistas no DB e tu nunca te apercebes-te que eles estavam com a Galil? É só veres a minha assinatura no DB, aquilo é uma Galil dos Páras Portugueses. A Galil é usada pelos Páras desde os anos 80, por isso já não é uma coisa relativamente recente.
Título:
Enviado por: zocuni em Abril 12, 2008, 02:39:12 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Quem nos dera... :conf:

Abraços,
Título:
Enviado por: Xô Valente em Abril 12, 2008, 02:41:03 pm
Boas!
Mas porque é que os páras usam a galil? É melhor que a G3? Eu pelo que já vi soubre ela, a Galil é mto pesada e encrava com facilidade em ambientes com areia, etc.
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Abril 12, 2008, 03:41:06 pm
Muito pesada? Como assim? Relativamente a quê?
E essa de encravar em ambientes com areia, é incuria do utilizador e não defeito de desenho. Entre outras coisas, Israel não ia utilizar uma arma que fosse assim tão sensivel à areia :twisted:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 12, 2008, 03:47:26 pm
Citação de: "zocuni"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Quem nos dera... :conf:

Abraços,


Eu depois explico-te.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 12, 2008, 03:49:15 pm
Citação de: "Tomasis"
Boas!
Mas porque é que os páras usam a galil? É melhor que a G3? Eu pelo que já vi soubre ela, a Galil é mto pesada e encrava com facilidade em ambientes com areia, etc.


Porque os Páras na FAP podiam fazer coisas que o Exército só passado DÉCADAS está a fazer (ex: substituir a G-3 por outra Espingarda-Automática de calibre 5,56mm NATO).

A Galil é o quê? Já experimentas-te-a?

A única coisa que lhe tenho a apontar é o facto do peso estar todo à frente, o que não acontece na G-3, de resto é um espectaculo.
Título:
Enviado por: Xô Valente em Abril 12, 2008, 04:06:37 pm
Ok, obrigado.
 Mas então acham a Galil melhor que a G3? Eu até acho a Galil uma boa arma mas tinha visto na net aquilo do peso, etc.
 
Citar
No princípio da década de 1990, a recém nascida república da Estónia adquiriu alguns lotes de espingardas Galil para o seu exército. Nisto, os soldados Estónios consideraram a arma de bastante má confiança e afirmaram que não podia, de maneira nenhuma, a Galil ser comparada à AK, uma vez que a primeira tornava-se inútil com pequenas mudanças de temperatura e que apenas uma muito pequena quantidade de areia e sujidade era o suficiente para provocar erros de funcionamento. (...) O pior problema da Galil é o seu peso. É mais pesada que a M16, com cerca de 3.9 kg em vazio, contra os 2.9 kg da M16, sendo assim considerada um maior fardo para a infantaria, apesar do seu parco comprimento a tornar muito popular entre as tropas (Galil 840/614 mm vs M-16 986 mm). A arma nunca foi utilizada pelas inúmeras forças especiais Isreaelitas, as quais utilizavam a AK-47, quer pelas garantias de funcionamento e devido ao elevado peso da Galil. À infantaria foram reatribuídas as M16s.

Foi esta a informação que eu vi da Galil na Wikipedia.
PS: Espero não estar a ofender ninguém com o que disse anteriormente. :wink:
Título:
Enviado por: zecouves em Abril 12, 2008, 04:16:55 pm
Os Páras trouxeram a Galil do tempo em que faziam e compravam o que queriam na Força Aérea :twisted:

Desculpa a sinceridade Cabeça :wink: .
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Abril 12, 2008, 04:20:17 pm
Os Israelitas usam M16 porque os Estados Unidos as dão. OK, são pagas com fundos americanos que só podem ser gastos em armamentos ou equipamento americanos, o que para todos os efeitos practicos é o mesmo.
O caso Estónio, que deve ser tomado com uma pitada de sal (A Wikipedia não é exactamente a melhor fonte de informção do Mundo, principalmente quando a mesma é subjectiva), pode ser imputado a má manutenção ou excesso de uso e não a defeitos de desenho.
Por ultimo, o peso. Por exemplo, a FA-MAS pesa 3.61 kg, a FN-FNC 3.80 kg e a G36 3.63 kg. 200 gramas não é muito, logo, estas armas segundo a mesma fonte serão igualmente muito pesadas.

A Wikipedia pode ser um bom ponto de partida, mas não é a fonte da verdade absoluta...

Nota: Uma M16A2 pesa 3.77 kg. Não é assim tão leve  :oops:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 12, 2008, 04:23:18 pm
Citação de: "zecouves"
Os Páras trouxeram a Galil do tempo em que faziam e compravam o que queriam na Força Aérea :twisted:

Desculpa a sinceridade Cabeça :oops:

Não entendi,Cabeça. :conf:

Abraços,[/quote]
Título:
Enviado por: zecouves em Abril 12, 2008, 04:25:55 pm
OK, vou fazer a pergunta que queres: e os restantes 2/3?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 12, 2008, 04:27:37 pm
Oh...acho melhor ficarmos por aqui, a sério. Sempre que eu falo com o ppl do Exército em relação a isto acaba tudo com dedos em riste, batidas de peito e outros tantos.
Título:
Enviado por: zecouves em Abril 12, 2008, 04:43:12 pm
Desculpa insistir.

Se existem ressentimentos, eles são dos Páras do tempo da força Aérea. Eu sei do que falo porque tenhos bons amigos que não são Aerotransportados mas são Paraquedistas... :!:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 12, 2008, 05:04:40 pm
Só quero dizer uma coisa, eu sei que o tempo não volta para trás, os Páras estão no Exército para o bem e para o mal. Sei que já tivemos piores do que agora, pelo menos agora sempre vamos formando o nosso pessoal na ETP (e não só os praças como era no meu tempo :roll: ), mas também sei que se estivessemos na FAP estariamos bem melhor. Que compras é que foram feitas que eram desnecessárias? As Galil, os Stinger, o fardamento de Gore tex? Práticamente todos os equipamentos de jeito foram adquiridos no tempo da FAP. Que equipamentos de jeito os Páras receberam desde que estão no Exército, porque é que espalharam a Brigada por não sei quantas unidades?
Título:
Enviado por: bishop em Abril 12, 2008, 05:42:09 pm
Desculpem estar me a intrometer na conversa mas gostava de clarificar algo quanto a Galil...
 Li algures aqui que a Galil encravava com facilidade na areia pois isso é falso a Galil foi feita para substituir a FNFAL (arma que conheço bastante bem) pois esta era muito sensível a areia alem disso é uma arma bastante longa que para transportar não ajuda muito...a UZI na altura também fazia parte do arsenal israelita mas o contentamento não era muito.
 Os israelitas tinham a perfeita noção que a AK47 era uma arma bastante boa por isso decidiram pegar nela e modificar o design e algo mais basicamente é isso...quanto a não ser muito utilizada a razão é esta durante a década de 60 e 70 Israel recebeu M16's e CAR-15's a um preço bastante baixo o que tornou a M16 na arma principal.A galil começou a ficar no esquecimento porque era bastante cara a fabricar.
Enfim nunca tive ocasião de a experimentar mas conheço gente que sim e disseram me que era uma boa arma mas é óbvio que hoje existem melhores escolhas com o calibre 5.56.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Abril 12, 2008, 06:52:39 pm
Existem coisas que eu tenho dificuldade em entender :conf:

 
Citação de: "bishop"
Citar
Em Tancos vi várias MAG (nas mãos dos Precs).

Hoje tive a ocasião de trabalhar com ela pela primeira vez 3 bandas de 30 munições a 200m....muito interessante deitado é praticamente impossivel falhar mesmo que falhes cada quinta muniçao da banda é uma traçante ou seja da para corrigir a trajectoria, de pé e de joelhos é obrigatorio um camarada segurar o canhão com o bipod (11kg que ela pesa...)tudo depende do camarada se ele se mexer muito é obvio que o tiro perde a sua precisão...muito boa arma gostei segunda feira vou rever a MINIMI.

Como eu tinha falado a FNherstal estuda a possibilidade de substituir a MAG por uma MININI 7,62 o grande problema é que uma arma desse género precisa de uma carcaça mais pesada  dai ninguém ver o interesse de substituir uma arma tão boa como a MAG quando esta há 30 anos que mostra o que vale...

A questão é será que não valia a pena Portugal esperar pela MINIMI 7,62 ou ficar se pelo 5.56....

Citação de: "bishop"
Desculpem estar me a intrometer na conversa mas gostava de clarificar algo quanto a Galil...
 Li algures aqui que a Galil encravava com facilidade na areia pois isso é falso a Galil foi feita para substituir a FNFAL (arma que conheço bastante bem) pois esta era muito sensível a areia alem disso é uma arma bastante longa que para transportar não ajuda muito...a UZI na altura também fazia parte do arsenal israelita mas o contentamento não era muito.
 Os israelitas tinham a perfeita noção que a AK47 era uma arma bastante boa por isso decidiram pegar nela e modificar o design e algo mais basicamente é isso...quanto a não ser muito utilizada a razão é esta durante a década de 60 e 70 Israel recebeu M16's e CAR-15's a um preço bastante baixo o que tornou a M16 na arma principal.A galil começou a ficar no esquecimento porque era bastante cara a fabricar.
Enfim nunca tive ocasião de a experimentar mas conheço gente que sim e disseram me que era uma boa arma mas é óbvio que hoje existem melhores escolhas com o calibre 5.56.
Título:
Enviado por: zocuni em Abril 12, 2008, 06:59:58 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Só quero dizer uma coisa, eu sei que o tempo não volta para trás, os Páras estão no Exército para o bem e para o mal. Sei que já tivemos piores do que agora, pelo menos agora sempre vamos formando o nosso pessoal na ETP (e não só os praças como era no meu tempo :roll: ), mas também sei que se estivessemos na FAP estariamos bem melhor. Que compras é que foram feitas que eram desnecessárias? As Galil, os Stinger, o fardamento de Gore tex? Práticamente todos os equipamentos de jeito foram adquiridos no tempo da FAP. Que equipamentos de jeito os Páras receberam desde que estão no Exército, porque é que espalharam a Brigada por não sei quantas unidades?


Tudo o que se gasta com nossas tropas de élite ou especiais,é bem aplicado e existem vários exemplos a serem citados.Se estão sob a alçada X ou Y,é irrelevante.São estas forças especiais que colmatam as inumeras carências das Forças Armadas.Vão para cenários hostis,sem ninguém lhes consultar e têm se saído diria espatacularmente,mesmo colocando suas vidas em perigo.
Minha indagação foi em virtude de ter um conceito ultrapassado que por vezes me escapa,os Páras agora pertencem ao Exército na minha época pertenciam á Força Aérea.Já tenho 41 anos.

Abs,
Título:
Enviado por: alphaiate em Abril 13, 2008, 03:15:43 am
Claro que não claro morkanz,

apenas peguei no que alguem disse da IAR, e fui descobrir de que se falava, e reparei nesse pequeno video.

Muitas vezes no passado, o USMC foi pioneiro em novas doutrinas e em armamento ligeiro, e se subitamente querem substituir a MINIMI por uma metralhadora ligeira tão pequena, e com todos os defeitos que são apontados à mg36 a ser enaldecidos como vantagens, começo a pensar se não seria, afinal, uma boa estrategia dotar os nossos militares com uma arma similar, neste caso, e uma vez que creio piamente que será a g36 a escolhida, uma IAR adaptada a nossa realidade, que se confunda esteticamente com um g36, que aceite os carregadores da mesma, e que seja capaz de uma cadencia de tiro aceitavel, mesmo sem a capacidade de substituir o cano (rapidamente ou de todo), ou de alimentar com fitas de 100 munições, ou de conseguir fazer rajadas longas (normalmente inuteis...).

é apenas a minha opinião... se a opção do USMC por uma "descendente" da BAR, não será um exemplo a seguir, uma doutrina a absorver :)
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Abril 13, 2008, 12:38:12 pm
alphaiate, também pode ser simplesmente a fixação americana com o conceito da BAR...

A IAR não vai ser alimentada por fita, vai ter carregadores STANAG com 50/100 munições que ainda estão a ser testados. E tambem não sabemos até que ponto a opção pela IAR não é resultado dos combates no Iraque. Basta ver que os britanicos fizeram a opção inversa (passaram da LSW para a Minimi), influenciada pela experiencia deles. Não devemos ir atrás dos outros por serem o USMC ou o exército Britanico.

A perguinta que se deve fazer é: em termos da doutrina e da utilização que as nossas forças armadas vão fazer dela, qual é mais adequada, a Minimi ou a MG36?
Título:
Enviado por: Iris-t em Abril 13, 2008, 06:32:17 pm
El problema es que la Minimi y la MG-36 no son armas equivalentes, una es una ametralladora ligera (Minimi) y la otra es un fusil adaptado para hacer de ametralladora ligera con pequeñas modificaciones como un cañón más pesado y bípode integrado, desde luego para la función que deben desarrollar es mucho más competente la Minimi.

De hecho las FF.AA alemanas no quisieron la MG-36, lo que obligó a HK a diseñar la MG-4.
Título:
Enviado por: alphaiate em Abril 13, 2008, 09:28:48 pm
olhe-mos então para um exemplo mais que testado pelo tempo! as forças russas.... tropas regulares em que na mesma unidade tinhamos a ak 47, a dragunov e a rpk.
Tanto quanto vejo... as forças ocidentais (leia-se americanos...) vão-se aproximando desse modelo, em parte obrigadas pelo calibre 5.56, visto recentemente no terreno, por unidade basica, haver as armas de assalto 5.56... o DMR com a 7.62 e agora a tendencia do USMC para a IAR... fica a m4 ou m16 como arma de assalto, a metralhadora ligeira a IAR e a DMR a m21, ou m14 "reciclada"... ou seja ao fim de este tempo todo... lá estão a dar razão aos homens! :)
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Abril 13, 2008, 10:19:14 pm
Um caso no sentido contrário :wink: :

O Exército Jugoslavo tinha duas RPK por secção e duas PKM por pelotão. Quando a guerra começou, grande parte das unidades trocaram as RPKs por PKMs... Podemos afirmar que foi pela superioridade do 7.62x54R sobre o 7.62x39, mas tambem pelo facto da PKM alimentada por fita permitir fogo continuo de forma mais eficiente que a RPK com os carregadores...

E nós, o que nós realmente precisamos? Uma metralhadora ou uma "espingarda automática"? Por "espingarda automática", refiro-me a armas da classe da L86 LSW, da RPK e da RPK-74, da BAR e da IAR, e é claro da MG36.
Título: Concurso
Enviado por: Treespirit em Abril 22, 2008, 02:00:06 am
Olá a Todos.
Mas afinal ja foram apresentadas todas as armas que vão concorrer?
Qual tem um orçamento mais cara A HK g36 ou a 416?
A HK 416 tambem vai entrar no concurso?
Era bom que se entrasse a HK 416 fosse esta a vencedora.
Ja disseram ai que a HK g36 vai ser a de certeza vencedora,porque dizem isso,sendo a HK 416 tambem pertencente a mesma marca?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 22, 2008, 10:00:09 am
É só leres umas páginas atrás para veres que a HK 416 não está no concurso.
Título:
Enviado por: Luso em Abril 22, 2008, 10:22:03 pm
Dão-se alvíssaras a quem aqui colocar um corte longitudinal da G36 que apanhe a extensão do cano.

PS: Não se arranja isto em tamanho maior?

(http://www.hkpro.com/image/g36internal.jpg)
Título:
Enviado por: zocuni em Abril 23, 2008, 03:22:33 am
Tudo bem,

Luso,não é bem o que pediu mas está toda desmontada.Terei de consultar algumas fontes.

http://www.bimbel.de/artikel/artikel-23.html

Abraços,
Título:
Enviado por: jmg em Abril 26, 2008, 09:59:21 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
É só leres umas páginas atrás para veres que a HK 416 não está no concurso.


O que é uma pena. Porque para quem TVCabo no discovery Turbo, passaram (e vão voltar a passar de certeza) um programa sobre a HK 416 e é realmente impressionante.
Mas esta é uma arma provávelmente muito mais cara e penso que se a g36 mantiver os padrões de qualidade da HK, não ficaremos muito mal servidos.
No entanto suponho que a G3 se mantenha para instrução tal e qual a Mauser actualmente.
Porque não sei se será boa ideia dar recrutas continuadas com esta arma nova (penso principalmente no aparelho de pontaria que deve ser mais sensível do que o tradicional diopter da G3).
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 26, 2008, 10:32:19 am
Em relação ao programa:

 :arrow: http://www.youtube.com/watch?v=gZpZryZEiY4 (http://www.youtube.com/watch?v=gZpZryZEiY4)

Em Tancos (ETP), o pessoal passa toda a recruta com a G-3 nas mãos, aprende a montar e desmontá-la, mas depois quando vai para a carreira de tiro dispara com a Galil. Por isso, presumo que o mesmo vá acontecer agora nas Forças Armadas.
Título:
Enviado por: tyr em Abril 27, 2008, 01:23:46 pm
A instrução com g3 faz sentido pois não se danificam outras armas para alem de que em situação de guerra elas voltarem ao activo (e se perguntarem qual quero uzar, diria sempre G3, ja disparei a galil a sig e a m16 e digo que aquela munição não me inspira confiança, pois não tem nem poder derrubante nem alcance).
(os comandos têm a sig e a G3) qual foi a arma que levaram para o afeganistão?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 28, 2008, 11:50:36 am
Zocuni em unidades como a ETP, as espingardas-automáticas passam por muito. É mais seguro e prático termos e usarmos ouras espingardas-automáticas nas carreiras de tiro.

Não te preocupes, porque também temos instrução com a Galil e antes de irmos para a carreira de tiro até passamos por um simulador.
Título:
Enviado por: bishop em Maio 03, 2008, 11:52:20 pm
Citar
A instrução com g3 faz sentido pois não se danificam outras armas para alem de que em situação de guerra elas voltarem ao activo (e se perguntarem qual quero uzar, diria sempre G3, ja disparei a galil a sig e a m16 e digo que aquela munição não me inspira confiança, pois não tem nem poder derrubante nem alcance).
(os comandos têm a sig e a G3) qual foi a arma que levaram para o afeganistão?


Desculpe mas não partilho da mesma opinião quanto a G3 e das criticas ao 5,56mm...sem duvida alguma que a G3 é uma boa arma mas isso nas décadas de 70e80 quando o 7,62mm era empregue...depois a NATO decidiu que deveria haver um calibre universal no seio do seus membros nasceu o 5,56 que permitia também adoptar a nova estratégia de guerra que era de ferir e não matar o inimigo pois isso implicava uma gestão de recursos e meios humanos além disso a pressão psicológica sobre os outros era maior pois estes tinham que vir dar assistência ao ferido em questão.
Alem disso a G3 é bastante pesada e quando se tem um saco berghaus de 20kg um colete de assalto de 10kg uns quilos a menos não faz mal nenhum...quanto a questão do poder e alcance o 5,56mm em media uma arma de assalto desse calibre tem um porte eficaz de 250m a não ser que tenha um contacto em terreno aberto o 7,62 não lhe vai servir de muito...e se por acaso quiser matar o inimigo e este não morrer com uma bala do calibre inferior não custa nada carregar outra vez no gatilho...outro defeito da G3 carregador de 20 munições(na teoria)contra 30 da M16 etcetc o tempo que vai demorar para mudar de carregador em caso de contacto pode valer ouro...este é o meu ponto de vista :wink: embora sei que no Iraque por exemplo alguns americanos querem voltar ao calibre superior...
Título:
Enviado por: lurker em Maio 04, 2008, 01:47:20 am
Uma correcção histórica, caro bishop.

O 7,62mm foi o calibre adoptado pela NATO como standard para as espingardas de assalto, por imposição dos EUA.
Os mesmos EUA vieram a descobrir que as suas M14 eram incontroláveis em  tiro automático e adoptaram o 5,56mm que após uma pequena revisão efectuada pela FN foi adoptado como novo standard NATO.
Título:
Enviado por: zocuni em Maio 04, 2008, 03:57:23 am
Citação de: "lurker"
Uma correcção histórica, caro bishop.

O 7,62mm foi o calibre adoptado pela NATO como standard para as espingardas de assalto, por imposição dos EUA.
Os mesmos EUA vieram a descobrir que as suas M14 eram incontroláveis em  tiro automático e adoptaram o 5,56mm que após uma pequena revisão efectuada pela FN foi adoptado como novo standard NATO.


Lurker,

O que afirmou não deixa de ser algo grave.Pelo que li,a NATO só teve que mudar de calibre em função dessas M14 não terem dado certo.Ao que se consta a NATO é uma aliança e embora quem contribua mais tem um peso decisório maior,mas daí em função de um fracasso mudar o padrão de vários países é muito e sério.Prefiro saber que se expressou mal.
Inclusive as tropas amerericanas estão majoritáriamente no Iraque com esse calibre 5,56 mm.Daria para explicar melhor.

Abraços,
Título:
Enviado por: lurker em Maio 04, 2008, 04:54:47 am
Expressei-me um pouco mal.

O que levou a NATO a mudar do 7.62x51mm para o 5.56x45mm foram de facto os problemas do 7.62 que já aqui foram referidos exaustivamente, não foi nenhum problema especifico com as M14 nem a NATO foi "obrigada" a isso pelos EUA.

Mas tanto a escolha do 7.62 como do 5.56 tiveram origem em decisões unilaterais dos EUA, sim.

Fram os EUA que, essencialmente e unilateralmente, impuseram o 7.62x51mm quando os ingleses já tinham concluído que uma espingarda automática nesse calibre era incontrolável em tiro automático e desenvolvido o calibre 7x43mm.

O 7.62x51mm foi adoptado como standard NATO em 1954.
Infelizmente os ingleses tinham razão e à medida que os membros NATO começaram a ter experiência com as suas espingardas automáticas descobriram isso em primeira mão.
E 10 anos depois, em 1963, os mesmos EUA mandaram o standard às urtigas e adoptaram a M16A1 em calibre 5.56x45.

Após negociações e alterações de pormenor, o 5.56x45 foi adoptado pela NATO em 1970.
Claro que ninguém foi obrigado a mudar do 7.62 para o 5.56 só porque os EUA decidiram -- prova disso é que nós ainda usamos a G3.
Os países foram mudando porque achavam o 5.56 um calibre mais adequado que o 7.62.

Claro que agora andamos a discutir calibres intermédios como 6.8 mm. Se os americanos tivessem dado ouvidos aos ingleses.... :)
Título:
Enviado por: tyr em Maio 04, 2008, 02:24:42 pm
a história de munições para ferir é um mito (no braço ou perna tanto fere uma munição 7.62 como uma 5.56 e no peito ou na cabeça ambas matam), o que era feito para ferir eram as minas anti pessoal de sopro(que passaram de cargas explosivas n ordem do 100 ou 200 gramas para cargas mais pequenas que iam de 5 a 35 gramas).
agora vamos ver as vantagens dos calibres
Cal 7.62 : maior alcance, maior precisão, maior perfuração de protecção balistica, maior poder derrubante.

Cal 5.56: Mais controlavel em fogo automatico, carregadores com mais 50% de munições (se o usas em automatico esta vantagem perde se logo, pois isto baseia se na doutrina Sprai and prai, feita a pensar em tropas mal preparadas, apesar de apresentar vantagens claras para forças de OE que têm que carregar muito equipamento longe de linhas de abastecimento próprias), arma mais leve e recuo de arma mais leve.

Como tropas bem treinadas não utilizam tiro automatico nas espingardas a não ser em situações exepcionais a vantagem principal do 5.56 perde se, ficando só a vantagem do peso perdendo todas as restantes capacidades do 7.62 (por isso é que os calibres intermedios são tão atraentes, mas infelizmente não têm mercado para se implementarem em grande escala)
Título:
Enviado por: bishop em Maio 04, 2008, 05:04:09 pm
Citar
Como tropas bem treinadas não utilizam tiro automatico nas espingardas a não ser em situações exepcionais a vantagem principal do 5.56 perde se, ficando só a vantagem do peso perdendo todas as restantes capacidades do 7.62 (por isso é que os calibres intermedios são tão atraentes, mas infelizmente não têm mercado para se implementarem em grande escala)


Concordo consigo quando diz que o 7,62mm é mais preciso e etc mas isso das tropas bem treinadas não utilizarem o tiro automático (nem que seja o *3) não concordo consigo e dou-lhe um exemplo em FIBUA existem drill's em que a arma tem de estar em automático mais não acredito que alguém vá entrar dentro de uma casa sem estar em tiro automático(ou*3...)...um assalto a uma posição também enfim existem varias hipóteses e não creio que sejam assim tão excepcionais...quanto a mim prefiro a minha FNC bem mais leve que a G3 visto andar com a casa as costas durante vários km....e la esta em automático ou *3 o tiro é mais preciso graças ao leve recuo mas também não critico os defensores do 7,62mm quando me dizem que preferem um tiro de precisão a grande distancia      :wink:
Título:
Enviado por: tyr em Maio 04, 2008, 10:14:13 pm
o fibua é uma das exepções (mas se houverem uma Submetrelhadora eu pessoalmente preferiria a uma espingarda 5.56) e o 7.62 a curto alcance tem muito mais poder derrubante que o 5.56 (rajadas de 3 tiros? qualquer militar treinado dá rajadas de 2 ou 3 tiros sem selector próprio, eu costumo dar rajadas de 2 tiros com a uzi e em fibua esse selector é uma desvantagem pois não permite um varrimento, o selector de 3 tiros foi criado para as tais tropas mal treinadas não desperdiçarem munições), relativamente ao peso eu não noto grande diferença entre uma g3 e uma galil (a sig e a m16 parecem brinquedos, mas são muito menos robustos e sensiveis, a porra da sig encrava por tudo e por nada).
Título:
Enviado por: bishop em Maio 04, 2008, 10:32:51 pm
Citar
o fibua é uma das exepções (mas se houverem uma Submetrelhadora eu pessoalmente preferiria a uma espingarda 5.56) e o 7.62 a curto alcance tem muito mais poder derrubante que o 5.56 (rajadas de 3 tiros? qualquer militar treinado dá rajadas de 2 ou 3 tiros sem selector próprio, eu costumo dar rajadas de 2 tiros com a uzi e em fibua esse selector é uma desvantagem pois não permite um varrimento, o selector de 3 tiros foi criado para as tais tropas mal treinadas não desperdiçarem munições), relativamente ao peso eu não noto grande diferença entre uma g3 e uma galil (a sig e a m16 parecem brinquedos, mas são muito menos robustos e sensiveis, a porra da sig encrava por tudo e por nada).


Hmmm também preferia ter uma SMG para FIBUA o problema é que a minha escolha é escassa ou é uma FNC ou uma MINIMI (elemento de reserva a MINIMI...)por vezes o bom Deus brinda nos com uma P90(5.7mm) mas muito raramente...quanto ao selector de 3 também não utilizo em FIBUA é raro não estar em full mas muita gente o utiliza devido a uma "falha" da FNC a nível do gatilho (falha esta que é bem vinda....)quanto a sua afirmação que o selector foi feito com intuito a não desperdiçar munições por parte de tropas mal treinadas desconheço essa teoria...quanto ao peso ja trabalhei com a G3 e a FAL(tem mais ao menos o mesmo peso...)e neste momento uma FNC mk3 e posso dizer que alem de a manobrar melhor o kilito a menos ajuda  :wink:
Título:
Enviado por: bishop em Maio 09, 2008, 04:35:04 pm
Citar
Bishop, podemos saber onde serve?
Bélgica?


Sim por aqui também estamos a espera da nova arma a F2000 os instrutores
já estão a ter aulas de NTTC e brevemente (talvez para o ano...)vamos passar o joint.Muito boa arma a única coisa que tenho a apontar é que aqui o exercito não pediu a opção do zoom...poupar dinheiro   :evil:
Título:
Enviado por: bishop em Maio 09, 2008, 10:15:22 pm
Citar
Desejava melhor sorte para a Belgica, ainda nao experimentei mas os relatos de quem ja usou sao bastante maus, quase tao maus como a L85.
Vejam se ainda vao a tempo de nao deixar os Politicos decidir essas coisa.


Ja li alguns relatos também mas tive a sorte de falar com alguns militares daqui que a usam e tem bastante notas positivas inclusive ha mais de um ano que equipa as Specials Forces daqui e eles não se queixam.
Quanto as notas negativas alguns dizem que a posição de tiro não é muito boa mas outros dizem o contrario enfim já tive oportunidade de a ter nas mãos e gostei...quanto a fragilidade desta a arma foi testada intensivamente e foi aprovada com notas bastantes positivas.
O modelo para o mercado civil foi bastante criticado (FS200) mas isso já não é da minha competência.A ver vamos :wink:
Título:
Enviado por: bishop em Maio 10, 2008, 05:35:07 pm
Obviamente é mais um que foi tirar um cursozito de uma semana e quis por umas fotos no hi5 para puder contar historias bonitas a raparigas fanaticas por militares.....espero bem que seja isso porque ao expor a vida dele assim no HI5 alem de ser idiota é um perigo para os mais próximos dele.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 10, 2008, 05:38:47 pm
Bishop um aparte, os Para-Comandos Belgas vêm a Tancos praticamente todos os anos e eu já tive a oportunidade de trocar umas palavras com eles. Imagina o que é acordarem às 6 da matina com os berros do pessoal da recruta a fazer completas atrás de completas com guia!

Eles olhavam para o pessoal, M-63, G-3, cinturão, porta-carregadores, porta-granadas. :lol:

Felizmente eu fui a última recruta a usar essas mochilas, porque agora até no curso de Pára-quedismo já têm capacetes à maneira.


Mas atenção, que eles portaram-se mal, apanharam-se com o vinho MM e apanharam uma buba descomunal!  :amazing:
Título:
Enviado por: bishop em Maio 10, 2008, 05:48:18 pm
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Bishop um aparte, os Para-Comandos Belgas vêm a Tancos praticamente todos os anos e eu já tive a oportunidade de trocar umas palavras com eles. Imagina o que é acordarem às 6 da matina com os berros do pessoal da recruta a fazer completas atrás de completas com guia!

Eles olhavam para o pessoal, M-63, G-3, cinturão, porta-carregadores, porta-granadas. Laughing

O melhor disto tudo era as asas das M-63 presas com atacadores de botas! Laughing

Felizmente eu fui a última recruta a usar essas mochilas, porque agora até no curso de Pára-quedismo já têm capacetes à maneira.


Mas atenção, que eles portaram-se mal, apanharam-se com o vinho MM e apanharam uma buba descomunal! Inacreditável


 :twisted: mas conheço muito bom profissional que la trabalha...
Enfim isto para as pessoas verem que os nossos soldados apesar de poucos meios que têm são bastante respeitados por estas bandas :wink:
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 10, 2008, 06:00:35 pm
bishop,
é aquele que fala francês ou flamengo?  :wink:
Título:
Enviado por: bishop em Maio 10, 2008, 06:11:14 pm
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Eles deixaram de vir? Razões orçamentais presumo, é que eles gostavam mesmo de Portugal. É que aqui as condições para os saltos são muito superiores (apesar do chão duro do Arrepiado).

Provavelmente uma questão económica eles gostavam muito de um barzinho que havia ai a beira rio creio eu enfim ainda bem que existem essas trocas é muito bom para os dois e pelo que sei houve paras dai que vieram cá também mas não conheço ninguém que o tenha feito é pena gostava de saber o que os nossos pensam daqui...

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bishop,
é aquele que fala francês ou flamengo?


Sou daquele que fala francês e quando nos encontramos eles imitam um porco ou então dizem que temos um nenúfar na cabeça :twisted: mas apesar de tudo somos todos bons amigos porque sabemos que tanto um como o outro trabalha no duro excepto que eles tem um mês a mais que nos de instrução de montanha nos fazemos isso mas é na unidade e com menos frequência e eles saltam e nos não....pena terem passado por uma ma fase devido a incidentes na Somália e agora partirem com menos frequência em missões.....
Título:
Enviado por: tyr em Maio 10, 2008, 11:08:07 pm
um exemplo da competencia dos portugueses, é que numa guera contra subversiva,que se encontra neste momento a decorrer, conseguem em algumas zonas andar quase descansadamente no meio da população e dar chocolates a crianças, mas os americanos são tão bem formados ainda são apedrejados por essas mesmas crianças (e eles é que são os craques em PSIOPS  :roll: ).
As melhores tropas do mundo não existem, isso é papos de crianças, existe um patamar maximo aonde se consegue chegar (e portugal, tal como os americas, os ingleses, os belgas etc... têm tropas nesse nivel), acima disso é nos filmes do Rambo (por exemplo a nivel de tiro de combate não existe tropa melhor que os nossos comandos (ao mesmo nivel talvez, mas superior é impraticavel), obviamente que em oerações de reconhecimento profundo já não são tão bons (para isso o exercito tem os OE), mas isso é porque ao contrario dos filmes, as forças de elite e operações especiais têm funções especializadas).
e quem diz que as nossas forçãs de elite não efectuam tiro, deve conhecer as forças armadas portuguesas por pessoal que conhece no bar.
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Maio 11, 2008, 12:41:10 am
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Nota da Moderação:

Exmos. Srs.

Sem por causa o directo de resposta e contra-resposta de cada um dos intervenientes, recordo o tópico em questão é sobre a "Substituição da G-3". Neste sentido, vinha pedir a V.as Ex.as que abreviassem as questões de carácter pessoal ou, em alternativa, que as transfiram para um novo tópico na Área Livre, ou mesmo através de mensagens pessoais.

Com os melhores cumprimentos
Pel'A moderação
B. Pereira Marques

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Título:
Enviado por: tyr em Maio 11, 2008, 02:45:26 pm
A g3 tem que ser substituida (nem que fossem por G3 novas) pois grande parte do stok do exercito não esta em condições.
por mim (e para muitos militares) a substituição seria por uma arma 7.62 como por exemplo a HK417
Mas como a moda do 5.56 anda em voga (e muitos militares tambem concordarem com isto, entre os quais os Generais e são eles que mandam) apesar de eu achar desnecessario passarmos a ter mais um calibre (que para alem do peso só apresenta inconvenientes) o mais certo é adequirirmos uma arma deste calibre, sendo a mais provavel a G36 (as armas bullpup estão de fora pois não são ambidestras sem modificação (exepção feita a FnF2000))
Título:
Enviado por: bishop em Maio 11, 2008, 10:06:18 pm
Por muito que me custe :evil: vou ter de concordar alias a AK47 é considerada pelos grandes peritos espalhados por este mundo fora como a melhor arma feita até hoje (não que a aprecie muito...)e uma das razões é que a filha da mãe quer chova esteja sol neve...funciona até com terra no canhão aquilo dispara já para não falar no mecanismo simples como um puzzle de 10 peças...enfim eu não gosto mas se algum dia houver uma guerra em Marte ou Plutão de certeza que levo uma AK.Concordo também que não haja muitos contactos a mais de 200m e por isso defendo o 5.56 acho que não há necessidade de 7.62 a não ser para atiradores de elite ou snipers já para isso é que são especialistas.
Título:
Enviado por: tyr em Maio 11, 2008, 10:27:56 pm
Realmente a AK tem a vantagem de ser facil de arranjar e de encontrar peças subselentes e munições a nivel mundial, mas de resto o que eu vi de uma Ak é que não acertas num carro a 300m (pode ser que o modelo que eu vi estivesse em muito mau estado mas duvido), e em TO como Afeganistão, iraque, onde ja houveram casos de militares naõ conseguirem responder ao fogo inimigo por falta de alcance.
como eu estou farto de dizer, o 7.62 nato é o melhor calibre para forças militares bem treinadas (que tenham como função principarl o combate), o tiro instintivo e de combate é tão eficiente como o 5.56 ou o 7.62, mas tem maior alcance e poder derrubante, obviamente tropas mal treinadas não vão contar munições, vão uzar tiro automatico para tudo e para nada, não vão se adaptar ao recuo, etc...
5.56x45 e 7.62x39 são os melhores calibres para exercitos conscritos (e para forças de OE que não tenham como missão principal combater, ou que tenham que operar muito tempo atras de linhas inimigas e longe dos seus abastecimentos), se tiveres um exercito proficional e bem treinado mais vale uma arma que se adapte a mais situações e para isso é preciso um calibre com mais capacidade (7.62x51).
pois ter armas 5.56 ou 7.62 russo como arma principal implica ter armas de sniper e ml com calibres diferentes o que a nivel de logistica é pessimo (pois o pessoal fica completamente dependente dessa logistica em combate corre se o risco de um elemento ficar sem munições e não se poder socorrer de outro elemento da sua secção).
Título:
Enviado por: jmg em Maio 11, 2008, 10:28:54 pm
Adaptar silenciadores, lanternas e não sei que mais numa AK 47?
É o que digo, são réplicas daquelas bastante divulgadas nos EUA.
Das poucas que tive nas mãos e eram as dos nossos camaradas do CIOE, não dava para nada disso.
Tenho 15 anos de serviço e nunca tive uma interrupção de tiro com a G3 com munição real.
Com munição de salva e batente de instrução e munição reduzida, sim.
Com 7,62 não. A G3 sim, tem adaptador para bipé, mira telescópica Hensoldt, AN/PVS 4, HK 79 40mm, sabre baioneta e silenciador.
Título:
Enviado por: bishop em Maio 11, 2008, 10:43:46 pm
Eu sei do que ele esta a falar efectivamente existe maneira de customisar a  AK47 versão original na revista raids todos os meses (ou quase) metem anúncios a essas ditas cujas exemplo disso

http://www.mountsplus.com/miva/merchant ... ccessories (http://www.mountsplus.com/miva/merchant.mvc?page=MSP/CTGY/21_AK-47-Accessories)

Ja vi inclusive uma peça do género rail picatinny (como o da scar) para AK47
enfim os gajos lembraram se de tudo e mais alguma coisa...aposto que um dia no médio oriente vai haver um programa de tv chamado "pimp my AK"
Enfim não gosto dela por varias razões mas não posso criticar que é uma arma que mudou o mundo pelas suas notas positivas....
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 12, 2008, 03:04:52 pm
Como não vamos substituir a G3 por nenhuma AK,

Citar
Testes a armas começam hoje em quartel


Os primeiros testes às armas seleccionadas para substituir pistolas, metralhadora e espingardas, nas Forças Armadas, vão hoje começar na Escola Prática de Infantaria, em Mafra, soube o JN. Oprocesso tornou-se mais conhecido para a substituição da espingarda G-3, mas é com as pistolas que a avaliação tem início, ocupando toda a semana. Na segunda semana, seguem-se as metralhadoras e, na terceira, é a vez das espingardas. Nas pistolas, concorrem a Glock, a FN e a Sig Sauer; nas metralhadoras, a HK e a FN e nas espingardas, que surgem com o calibre 5,56 mm, a Colt Canadiana e a HK.

O Governo pretende tomar uma decisão para o conjunto das armas, ainda este ano, e proceder às primeiras entregas.

As pistolas e as espingardas que dotam as Forças Armadas estão em uso há mais de 40 anos, enquanto as metralhadoras em testes não têm praticamente correspondência nas armas do mesmo tipo em serviço. Carlos Varela


http://jn.sapo.pt/2008/05/12/nacional/t ... artel.html (http://jn.sapo.pt/2008/05/12/nacional/testes_a_armas_comecam_hoje_quartel.html)
Título:
Enviado por: papatango em Maio 12, 2008, 03:17:39 pm
Citação de: "bishop"
Ja vi aqui muita gente falar de contar as munições etcetc se quiserem mesmo saber quantas têm num carregador metam 3 traçantes no fim do carregador a 25m conseguem ver o rastreio e sabem que resta 2 munições...


E se o inimigo entende essa sua táctica (que é relativamente conhecida) sabe exactamente quando você fica sem munição.
Título:
Enviado por: bishop em Maio 12, 2008, 04:14:35 pm
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bishop escreveu:
Ja vi aqui muita gente falar de contar as munições etcetc se quiserem mesmo saber quantas têm num carregador metam 3 traçantes no fim do carregador a 25m conseguem ver o rastreio e sabem que resta 2 munições...


E se o inimigo entende essa sua táctica (que é relativamente conhecida) sabe exactamente quando você fica sem munição.


Nunca disse que a utilizava para mim :wink: isto tudo depende de cada um por exemplo eu tenho a paranóia após cada contacto(quando tudo esta calmo) mudo de carregador porque dificilmente se da cabo de 3 ou 6 carregadores que seja e quando tenho a possibilidade passo as restantes munições para 2 carregadores só....isto quando não perco os carregadores pelo caminho em drill de urgência...enfim depende de muita coisa do colete de assalto que possuímos(bolsos para carregadores etcetc) existem muitas maneiras por aqui têm tendência a meter traçantes todos os 5 tiros ou 3 no fim ou uma a metade ou não metem nada...cada um tem a sua técnica e com o passar do tempo e o ganhar experiência as técnicas melhoram ou mudam.
Título:
Enviado por: papatango em Maio 12, 2008, 05:08:41 pm
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Nunca disse que a utilizava para mim isto tudo depende de cada um por exemplo eu tenho a paranóia após cada contacto

Estamos mal se isto depende de cada um.  :oops:


Citação de: "tyr"
Realmente a AK tem a vantagem de ser facil de arranjar e de encontrar peças subselentes e munições a nivel mundial, mas de resto o que eu vi de uma Ak é que não acertas num carro a 300m (pode ser que o modelo que eu vi estivesse em muito mau estado mas duvido), e em TO como Afeganistão, iraque, onde ja houveram casos de militares naõ conseguirem responder ao fogo inimigo por falta de alcance
Essa debilidade da AK-47 é um facto reconhecido pelo próprio Mikail Kalashnikov.
O problema com a fiabilidade da arma tem a ver com as tolerâncias muito grandes na engenharia de fabrico. Essas tolerâncias, são o que permite que a AK-47 dispare mesmo suja, mas tem a inconveniência da impossibilidade de acerto a distâncias dentro do alcance máximo (tiro tenso). Isto reduz o alcance eficaz da arma, ou seja, reduz a distância máxima a que um atirador medianamente treinado pode garantir que acerta no alvo.

Não é uma questão de qualidade do operador, treino ou do que quer que seja. É um problema de conceito.
Sabendo que a arma jamais poderia ter uma precisão suficiente, os russos aceitaram uma munição menos potente que a munição NATO 7.62x51.

Portanto, a AK-47 pode ser muito boa para quem acha que não é preciso limpar as armas, mas eu não queria - em campo aberto - ter um opositor com uma G-3 limpa (e não é assim tão complicado limpar, desmontar e voltar a montar a G-3, pelo menos no meu tempo tinhamos que montar e desmontar tudo, se bem me lembro em menos de um minuto).
A vantagem da G-3 sobre a AK-47 é absoluta. quem tivesse a G-3 podia escolher a distância a que disparava. Que tivesse a AK-47 precisava de se aproximar sem ser visto, para poder disparar um tiro que acertasse em alguma coisa.

Armas posteriores, produzidas pelos mesmos fabricantes e sob a direcção de Mikhail Kalashnikov, atingiram níveis mais elevados de precisão, mantendo a mesma robustez, mas a munição continua a ser a mesma e milagres ninguém faz.

Em Portugal o mito da AK-47 foi muito exagerado por razões políticas, e normalmente afirmava-se que era superior à G-3, também por razões políticas.

A simples análise da precisão e da potência mostra que a G-3 era superior em praticamente quase tudo, embora exija, como exige o equipamento alemão, que o militar que a usa, a saiba manter em condições.

Conforme me ensinaram na tropa, e ao contrário do que diz a chamada sabedoria popular, quando se trata de espingardas, é em tempo de guerra que se limpam armas.

Quem não seguir esta máxima, não viverá para ver o final.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: tyr em Maio 12, 2008, 05:57:05 pm
com munições trassejantes é impossivel fazer tiro no modo que quando um elemento do grupo para de disparar começa outro elemento a fazelo e o inimigo acaba por não saber de onde vêm realmente os tiros e quantos somos, (esta tactica funcionou muito bem no Ultramar), o contar munições é fundamental para conseguir este efeito, na instrução isto fica de tal maneira rotinado que se torna tão facil como andar de bicicleta (e pelo que me contam os elementos que andaram no mato, antes e depois do combate estavam com medo, mas assim que começava o combate entravam no automatico e esqueciam o medo).
Título:
Enviado por: papatango em Maio 12, 2008, 06:18:26 pm
Já agora, e relativamente aos comentários sobre a G-3 (não meus, que evidentemente não estive lá), notar que a G-3 dava aos militares portugueses uma segurança que a AK-47 não dava.
Uma das vantagens, tem a ver com a potência da arma, a qual permitia disparar contra a vegetação a alguma distância e manter qualquer potêncial inimigo numa posição defensiva.

A AK-47, além de menos precisa é menos potente. e o projéctil é afectado por ramos, folhas e galhos secos a uma distância relativamente curta. A vegetação densa, funcionava como barreira.

Para operações de patrulha, a G-3 era por isso uma vantagem táctica. A sua desvantagem, segundo alguns, era o seu peso superior ao da AK-47. No entanto, grande parte das escoltas e colunas eram motorizadas, pelo que esta diferença acabava por ser anulada.
Título:
Enviado por: bishop em Maio 12, 2008, 06:52:11 pm
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Estamos mal se isto depende de cada um.
Se numa unidade, por pequena que seja, os procedimentos são à escolha do freguês, a força não deve ser exactamente muito capaz...


Existem procedimentos numa secção que são individuais do género arrumação do material no colete de assalto etcetc quanto aos "battle drill's" isso não muda obviamente mas em drill's individuais cada um tem a sua maneira é como na instrução trabalhamos em standart e quando chegamos à secção descobrimos que essa tem uma maneira totalmente diferente de trabalhar...enfim nunca pousou problemas em manobras nem exercícios agora se me disser que cada um tem a sua forma de assegurar uma posição,
cruzamento ou mesmo no MOUT ai sim é barraco assegurado.
Título:
Enviado por: papatango em Maio 12, 2008, 07:01:14 pm
Compreendo.

Já agora, quando fala de battle drills, fala de battle drills de que exército ?
Título:
Enviado por: bishop em Maio 12, 2008, 07:34:22 pm
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Compreendo.

Já agora, quando fala de battle drills, fala de battle drills de que exército?

Belga eles aqui tem a mania de utilizar as palavras da NATO visto trabalhar mais nesse âmbito ao contrario dos franceses que continuam a utilizar a língua francesa para transmissões etc...enfim em parte ajuda de outra parte por vezes é confuso porque algumas estão sempre a mudar exemplo disso o FIBUA há um mês para cá mais ou menos vim a saber que passou a chamar se  MOUT.



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Já agora, e relativamente aos comentários sobre a G-3 (não meus, que evidentemente não estive lá), notar que a G-3 dava aos militares portugueses uma segurança que a AK-47 não dava.
Uma das vantagens, tem a ver com a potência da arma, a qual permitia disparar contra a vegetação a alguma distância e manter qualquer potêncial inimigo numa posição defensiva.

A AK-47, além de menos precisa é menos potente. e o projéctil é afectado por ramos, folhas e galhos secos a uma distância relativamente curta. A vegetação densa, funcionava como barreira.

Para operações de patrulha, a G-3 era por isso uma vantagem táctica. A sua desvantagem, segundo alguns, era o seu peso superior ao da AK-47. No entanto, grande parte das escoltas e colunas eram motorizadas, pelo que esta diferença acabava por ser anulada.


Não estou muito por dentro da historia da guerra colonial por muita pena minha e as bases que tenho não devem ser muito boas mas a pergunta que tenho a fazer é a seguinte acredito que a G3 tem mais potência que a AK mas se bem percebo o maioria dos combates decorreram no mato e não em zonas urbanas ou seja a maior parte dos contactos eram a mais de 50m ou seja a longa distancia (corrija-me se estiver errado) será que é por isso que a G3 é tão defendida por parte dos Portugueses ou então há outras razões por trás por exemplo na Suécia li numa reportagem (Raids fusils de assaut tome 1) que estes não se desfazem da G3 que preferem ter mais peso do que um calibre incerto....enfim neste momento Portugal vai adquirir uma 5,56mm (hk ou colt canada) como é que as tropas ai vêm essa mudança de calibres??
Título:
Enviado por: tyr em Maio 12, 2008, 07:44:43 pm
o pessoal que não pensa ir combater, prefer ter menos peso (5.56), o pessoal que corre o risco de ir para combate e tem formação a nivel de balistica (ou curiosos na area), prefere 7.62, o pessoal com pouca informação que que acreditam que o que os americas usam ou acham que o mais moderno é melhor, prefere 5.56.
Título:
Enviado por: tyr em Maio 12, 2008, 07:49:46 pm
e no ultramar pelo que sei o contacto tanto podia ser na ordem das dezenas de metros (exemplo no capim onde só se descobria a força adversaria quando tropeçavam uns nos outros), até centenas de metros (nas savanas e regiões deserticas).
E as tabelas de protecção (espessuras dos materiais como por exemplo  espessura de uma arvore, espessura de um muro de alvenaria, etc...) que o exercito portugues uza para nos proteger do 7.62 nato, chegam e sobram para os outros calibres (5.56 e 7.62x39), o contrario ja não é verdade.
Título:
Enviado por: bishop em Maio 12, 2008, 08:16:57 pm
Estou a ver é que este debate que estamos aqui a ter faz parte da actualidade por este mundo fora em parte por causa de soldados americanos que querem voltar para o 7,62mm devido a não conseguirem neutralizar(no caso matar...) de imediato o inimigo dai sistemas como a SCAR.
 O que eu me pergunto é se não vai haver problemas de logística pois certas unidades preferem ter o mesmo calibre para todos em certas missões mas se utilizarem os diferentes calibres para cada missão estudada(que é certamente o que vão fazer) tenho impressão que vão ganhar uma certa vantagem sobre nos europeus que estamos prestes a adquirir novas armas mas não polivalentes.Enfim se funcionar bem com as forças especiais deles é certo que mais tarde vão adoptar um sistema semelhante para o resto...mas enquanto isso aqui na Europa vamos continuar com o 5,56mm visto as armas estarem a chegar e não creio que daqui a 20 anos venham outras...
Título:
Enviado por: bishop em Maio 12, 2008, 10:50:22 pm
Conheço bem esse drill começa se da esquerda para a direita (dependendo do chefe de secção obviamente) em NTTC pode-se chamar tiro de neutralização ou a priori dependendo também do contacto visual ou não com o inimigo se não houver é da esquerda para a direita e a cada tiro um "cliq" ao lado até varrer todo o sector.
 Digamos que com a implementação do NTTC de origem americana muita coisa mudou depois vieram os suíços melhorar a  coisa e de seguida Bélgica  etcetc a França adoptou ha 4anos se não me engano.

http://www.a3w.fr/DetailElement.aspx?nu ... ique=50581 (http://www.a3w.fr/DetailElement.aspx?numStructure=41836&numElement=28770&numRubrique=50581)
Título:
Enviado por: bishop em Maio 12, 2008, 10:54:11 pm
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De entre as coisas que me ensinaram, lembro a Lei de Murphy.


Estou a ver que é uma lei universal nos exércitos   :lol:
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Maio 13, 2008, 02:30:47 pm
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A tendência para a uniformização dos calibres (7,62 mm para as armas ligeiras, 10,5 cm e 15,5 cm para os obuses), bem como a necessidade de dotar as tropas com uma espingarda automática ou semi-automática que substituísse a “venerada” Mauser de repetição, tinha levado a estudar a hipótese da adopção (inclusive o fabrico nacional) de nova arma, tendo sido considerada, entre outras, a AR-10 Armalite (que viria a ser adoptada pelas tropas pára-quedistas). No entanto, em 1960 ainda não tinha sido tomada qualquer decisão sobre o assunto.

(...)

Espingardas: O desencadear das hostilidades revelou, logo de início, em qualquer dos três teatros, a falta de uma arma automática de base: em Angola, os ataques em massa não podiam ser eficazmente contrariados com espingardas de repetição; na Guiné e em Moçambique, os guerrilheiros dispuseram, desde o princípio, de armas automáticas que lhes davam nítida vantagem sobre algumas das tropas portuguesas (caso das unidades de guarnição normal).

Assim, a prioridade, em 1961, foi a obtenção imediata de armas automáticas, mas tendo em atenção a necessidade de garantir o fluxo de abastecimento de munições e sobressalentes, o que só poderia ser plenamente conseguido através do fabrico nacional. Duas armas pareciam corresponder aos desideratos operacionais então formulados: a FN, de origem belga, e a G-3, de origem alemã. Quanto às munições, não havia problema, porquanto o cartucho de 7,62 mm era já fabricado em Portugal e exportado em larga escala, sobretudo para a RFA.  

Foram assim adquiridas (com dificuldades, como veremos), dois lotes destas duas armas:
- FN: 3835 sem bipé (s/b) e 970 com bipé (c/b);
- G-3: 2400 sem bipé (s/b) e 425 com bipé (c/b).
 

Estas armas foram testadas em operações, “a quente”, tendo-se concluído, de modo genérico, que as FN eram de mais fácil transporte, mas o sistema de regulação de gases levantava problemas com pessoal pouco instruído; quanto às G-3, tinham mais precisão, mas o sistema de travamento de roletes revelava tendência para quebrar. No entanto, ambas foram consideradas como satisfazendo os requisitos operacionais.

Na época, qualquer fornecimento de material militar a Portugal era extremamente melindroso, não sendo de admirar as dificuldades encontradas.  

No tocante ao fabrico, a decisão tenderia naturalmente para a opção alemã, mais que não fosse pelo grande volume de transacções já existente entre a RFA e Portugal (dezenas de milhões de cartuchos 7,62 e centenas de milhares de granadas de artilharia eram fabricadas nas FBP e FNMAL e vendidas à Alemanha). O fabrico nacional ficou decidido ainda em 1961, saindo as primeiras armas 15 meses depois (fins de 1962), para o que foi determinante a transferência de tecnologia e a assistência à produção, que permitiram, a partir de 1962, o fabrico de canos e carregadores.  

Para acorrer às necessidades imediatas, a RFA prontificou-se a ceder, dos seus stocks, 15 000 espingardas FN usadas, sem restrições de emprego, que deveriam ser devolvidas depois de beneficiadas e à medida que fossem fabricadas as G-3. De facto, foram recebidas 14 867 FN por esta via, mas quanto à devolução, parece não ter havido pressa, porquanto, em 1965, havia já cerca de 140 000 G-3 de fabrico nacional e estas FN continuavam em Portugal.

Ainda quanto às espingardas FN, foram também adquiridas directamente à fábrica, ou através de outros utilizadores (África do Sul). Mais concretamente, dado o carácter de urgência, houve um lote de armas cedido por este país dos seus próprios stocks, posteriormente repostos pela fábrica belga. No total seriam fornecidas cerca de 12 500 destas armas.

Antes da adopção da G-3, a distribuição prevista de armas automáticas era a de FN para Moçambique e de G-3 para Angola, mas problemas políticos levaram a que, em certo período, a G-3 fosse mantida “fora de vistas” nesta última. O total de armas adquiridas, antes do fabrico nacional, foi de 8000 G-3, 12 500 FN belgas e de 14 500 FN alemãs, repartidas pela metrópole, Guiné, Angola, Moçambique e Timor.

A produção julgada necessária em Junho de 1961 era de 105 000 armas, sendo 75 000 para a metrópole e 30 000 para o ultramar. O conceito inicial era de manter na metrópole o número de armas destinadas à instrução e ter em depósito as necessárias para equipar as unidades mobilizadas, mas o futuro se encarregaria de inverter esta distribuição. É curioso notar que só por despacho de 18/9/65 do CEMGFA a  G-3 foi considerada “arma regulamentar”.


 :arrow: http://www1.ci.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=armas (http://www1.ci.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=armas)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 13, 2008, 02:48:16 pm
Noutros tempos:

AR-10:

http://www.boinas-verdes.com/album_bcp3 ... 1-093.html (http://www.boinas-verdes.com/album_bcp31/slides/bcp31-093.html)

http://www.boinas-verdes.com/album_bcp3 ... 1-133.html (http://www.boinas-verdes.com/album_bcp31/slides/bcp31-133.html)

AK:

http://www.boinas-verdes.com/album_bcp3 ... 1-269.html (http://www.boinas-verdes.com/album_bcp31/slides/bcp31-269.html)

MG-42:

http://www.boinas-verdes.com/album_bcp3 ... 1-401.html (http://www.boinas-verdes.com/album_bcp31/slides/bcp31-401.html)

HK-21:
http://www.boinas-verdes.com/album_bcp3 ... 1-342.html (http://www.boinas-verdes.com/album_bcp31/slides/bcp31-342.html)
Título:
Enviado por: papatango em Maio 13, 2008, 04:40:25 pm
A comparação entre a AK-47 e a G-3 que está no centro de documentaçao 25 de Abril e que é copiada do livro de Aniceto Afonso e Carlos de Matos Gomes, é absolutamente desonesta.

Principalmente porque afirma que a G-3 era mais pesada (e era de facto cerca de 200 gramas mais pesada) e que tinha carregadores (ou depósitos) para mais munições, mas ignorando completamente o tipo de munição que a G-3 e a AK-47 utilizavam, e que dava à G-3 uma vantagem táctica absoluta.

Essa vantagem era no entanto menor na Guiné, por razões que se prendiam com o tipo de vegetação. Na Guiné eram mais comuns as pequenas picadas que quase eram tuneis por entre a vegetação.

Isto permitia a quem quisesse efectuar emboscadas colocar-se mais próximo do alvo, reduzindo assim a vantagem tactica de quem tinha uma G-3.

É igualmente relevante a referência à PPSh-41 soviética (alcunhada de costureirinha) que era uma arma que se reconhecia pelo seu ruido característico.
Ficha da PPSh-41 (http://http)
A utilização da arma é uma prova de que os ataques eram feitos a menos de 100m. A mais que isso a PPSh-41 só conseguiria ferir.

A FBP sofria do mesmo problema. Mais uma vez tendo como referência pessoas que estiveram no mato (não na Guiné mas em Moçambique), aqueles a quem estava distribuida uma FBP preferiam uma G-3.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: zecouves em Maio 13, 2008, 04:49:42 pm
A FBP era uma pistola-metralhadora com uma personalidade muto forte: quando de dava uma coronhada em determinados angulos ficava zangada e disparava sozinha em automático :shock:
Título:
Enviado por: papatango em Maio 13, 2008, 05:04:37 pm
A juntar ao famoso problema do selector de tiro, em que para «trancar» a arma quando se estava na posição de tiro-a-tiro era preciso passar pela posição de rajada...

No geral, a ideia que nos davam da FBP é que era uma arma pouco fiável.
E fazia-se treino na carreira de tiro com aquilo :mrgreen:
Título:
Enviado por: tyr em Maio 15, 2008, 05:53:28 pm
No exercito portugês o conceito de Metrelhadoras Pesadas, medias e ligeiras não existe, existe sim o conceito de Metrelhadora pesada (não é operavel sem apoio fixo ou semi fixo (tipo tripé)) e metrelhadora ligeira (que pode ser transportada e disparada por um homem com bipé).

A Aug A1 não é ambidextra sem preparação (em 2 segundos não consegues mudar de ombro e diparar, promenor importante em alguns cenarios), a unica espingarda automatica bullpop que conheço ambidextra é a FN F2000 (obviamente estou a excluir protótipos e armas sem involucro).

Tens que me explicar o que é que faz um FN MAG que não faz uma MG3 (tiras o cano com uma facilidade extrema, é precisa, controlavel, fiavel, etc...)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 17, 2008, 11:05:39 am
Luso nos Páras tu tens a Galil ARM/SAR, por isso dúvido que o Exército compre só uma versão da Espingarda-automática escolhida.

Os Espanhóis quando escolheram a G-36, adquiriram só a versão E, só depois à posteriori é que adquiriram as versões de menor dimensão. Se o fizeram foi porque perceberam que havia necessidade dessas mesmas versões. Esperemos que as Forças Armadas Portuguesas não cometam o mesmo erro.
Título:
Enviado por: bishop em Maio 17, 2008, 06:38:01 pm
Eu estou a achar esta historia de aquisição muito estranha...não consigo perceber como é que para cada categoria só estão 2 armas disponíveis no concurso duas da HK uma da colt canada e uma da FNherstal.
 O que eu me pergunto é será que já não há um acordo com a HK??um negocio desta dimensão e só vão testar duas espingardas de assalto a G36 e a C7??!!Quanto a Scar ir parar a Portugal acho isso complicado pois esta pertence a filial americana do grupo nem na Bélgica se vê essa maravilha deve haver uma exclusividade qualquer.
 Enfim a G36 não é ma mas penso que para arma que vai equipar a longo prazo as forças armadas Portuguesas não serve visto novos sistemas estarem a chegar e para a automática espero que a Minimi leve a melhor porque a outra alem de nunca a ter visto ao vivo faz me lembrar a FALO (uma FAL com banda...) que é uma bosta.

Também não percebi essa de gozar os coletes com carregador...ou então esta a falar do colete de assalto por cima do colete antibalistico??Porque se repararem bem é o que acontece...mas mesmo isso não vejo o mal...cada um faz o que quer com o seu material.
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Maio 17, 2008, 07:05:41 pm
Citação de: "bishop"
Eu estou a achar esta historia de aquisição muito estranha...não consigo perceber como é que para cada categoria só estão 2 armas disponíveis no concurso duas da HK uma da colt canada e uma da FNherstal.
 O que eu me pergunto é será que já não há um acordo com a HK??um negocio desta dimensão e só vão testar duas espingardas de assalto a G36 e a C7??!!Quanto a Scar ir parar a Portugal acho isso complicado pois esta pertence a filial americana do grupo nem na Bélgica se vê essa maravilha deve haver uma exclusividade qualquer.
 Enfim a G36 não é ma mas penso que para arma que vai equipar a longo prazo as forças armadas Portuguesas não serve visto novos sistemas estarem a chegar e para a automática espero que a Minimi leve a melhor porque a outra alem de nunca a ter visto ao vivo faz me lembrar a FALO (uma FAL com banda...) que é uma bosta.

Também não percebi essa de gozar os coletes com carregador...ou então esta a falar do colete de assalto por cima do colete antibalistico??Porque se repararem bem é o que acontece...mas mesmo isso não vejo o mal...cada um faz o que quer com o seu material.


Porque algumas das propostas anteriores - Steyr AUG, FN F2000, SAR-21, IMI Tavor TAR-21 - eram de configuração Bullpup, o que parece que não agrada aos nossos militares ( e a outros membros do forúm que fazem questão de demonstrar com tanta eloquência ).
A SIG também estava representada com a SIG 550 e a brasileira IMBEL com a MD-97

E o primeiro concurso deu uma barraca tremenda, com acusações de favorecimento à HK.
Título:
Enviado por: bishop em Maio 17, 2008, 07:25:44 pm
Citar
Porque algumas das propostas anteriores - Steyr AUG, FN F2000, SAR-21, IMI Tavor TAR-21 - eram de configuração Bullpup, o que parece que não agrada aos nossos militares ( e a outros membros do forúm que fazem questão de demonstrar com tanta eloquência ).
A SIG também estava representada com a SIG 550 e a brasileira IMBEL com a MD-97

E o primeiro concurso deu uma barraca tremenda, com acusações de favorecimento à HK.

E o que diz da FN F2000 ?


Hmm estou a ver não sabia que já houve um concurso...ainda esta semana tive a oportunidade de a ver tive uma pequena manobra de 3 dias e um sargento trouxe a para se habituar visto que os chefes de secção são os primeiros a tê-la...pelo que tenho visto a arma é bastante robusta apesar de parecer só plástico e o clima aqui também ajuda chuva e lama com fartura quanto a isso não  encontro defeitos mas quando o armureiro a desmontou a minha frente vi que para a montar ele estava com alguns problemas...quanto a cadencia de tiro conforto etc podemos dizer que é bastante interessante encravar também ainda não vi mesmo com munição "blank star" quanto aos carregadores são do tipo STANAG/NATO não há problemas quanto a isso...mas para trocar de carregador  digamos que a mim ainda me mete uma certa impressão e tenho duvidas também quanto a limpeza no terreno...enfim quando tiver a oportunidade de realmente trabalhar com ela por exemplo numa manobra  mínimo 10 dias ai sim vou puder fazer um review detalhado...quanto ao visor e também o lança granadas "electrónico" isso tão cedo não posso comentar porque só o SF group tem essas opções.

EDIT:uma coisa de bem que tem em relação a FNC é para bloquear as peças moveis na FNC uns dias de chuva e berrou (alias o mesmo que a scar e aposto que vai ser problemático para alguns...)a F2000 nisso é bastante melhor.
Título:
Enviado por: tyr em Maio 19, 2008, 10:49:09 pm
O material de uma força não é obrigatoriamente igual ao material de outra (os capacetes, coletes até fardas diferem entre infantaria, comandos, OE, paras, etc...).
ter o cinturão é muito bom, se eu quiser aprocimar-me de uma forma furtiva (reptando), levando material e estando pronto para combate, terei que me fiar no cinturão, pois o colete não permite reptar de forma muito eficiente (para alem de deitado, não ser facil de ir buscar os carregadores que no colete são transportados ao peito) e o bornal ou mochilete não me permitem  ir buscar o mateiral necessario para alem de aumentarem o meu perfil.
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 20, 2008, 07:39:03 pm
Citação de: "bryanferreira"
Eu não o usava mas parece ter divisórias proprias para links de munições de MG o que provavelmente iria facilitar o acesso.


Não, não tem.

E este é o colete táctico usado pelo DAE (feito especialmente para eles).

Como curiosidade, já se conseguiu colocar neste colete:
duas rações de combate completas
duas garrafas de 1,5lts
oito carregadores de G36
um carregador Glock
um tambor de 100 munições para G36
duas granadas de fragmentação
uma granada de fumo
um foguete de mão c/ paraquedas
uma lapiseira de sinais com 10 cargas
três bastões de luz quimica
um rádio PRR
um tubo pintura camuflagem
uma strob light
uma bússula
uma lanterna táctica
um Kit sobrevivência individual
uma muda de roupa (camisola, cuecas e meias)
um kit suporte vida

(http://img265.imageshack.us/img265/5126/lis1284088ch2.jpg)

(http://img265.imageshack.us/img265/7374/lis1284089dh9.jpg)

Mas se acha que também não serve  :roll:
Título:
Enviado por: tyr em Maio 20, 2008, 07:55:39 pm
Relativamente as 500 munições prontas a uzar (cada um sabe de si), eu não as carregaria a não ser que andasse de viatura ou que fosse para o combate de uma forma garantida (pouco tempo depois de ser desembarcado), pois o resto das traquitanas que um gajo leva ja pesam o suficiente (e tropa cansada é tropa que perde eficiencia), e para uma tropa disciplinada que não despeja um carregador a cada 3 segundos, 100 munições dão para bastante tempo, se forem precisas mais munições podem se sempre transportar quer em carregadores extra ou na mochila para remuniciar os carregadores que acompanham normalmente a arma, mas mais uma vez isso depende do MITM.
Título:
Enviado por: tyr em Maio 21, 2008, 12:38:39 am
O equipamento que um militar usa esta sempre, mas sempre dependento do MITM por isso não se pode avaliar o equipamento de um militar sem conhecer estes 4 factores de forma simultanea, para alem de não conhecer a doutrina com que ele trabalha ou a sua função na equipa/patrulha/pelotão (pois eu nunca defendi o Sprai and prai (despejar munições à doida (só uza o fogo auto e não conta munições) e rezar que uma acerte em algo), e o tiro simultaneo de todas as armas com algumas exepções, ou um militar carregado que nem um burro e com equipamento a mais).
metes um bipé e uma alça telescopica numa G3 e tens uma arma em que sem problemas fazes tiro ajustado a 600m (e mais uma vez não sabes a função do rapaz, mas tens de comentar (e ele tem o capacete, deve telo tirado para a foto)).
Relativamente aos 3 homens na MG3 (isto deve ser em carreira de tiro, pois normalmente o remuniciador costuma estar mais afastado) e se tiras todo o rendimento de uma ML sozinho, parabens és o John Rambo.

respondendo ao Luso, a FN Mag não tem nada que não exista algo equivalente para a MG3.
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 21, 2008, 04:08:21 pm
Não queria baralhar ainda mais o tópico ( :D ) mas gostava de esclarecer um pormenor.

Os Comandos fazem de facto patrulhamento de boina sempre que as condições o permitem (leia-se não estejam numa zona de "conflito aberto") e não se tratem, obviamente, de operações de combate (acontece preferencialmente em Kabul e arredores próximos).
É algo que vem nos manuais de guerra psicológica (no âmbito COIN) e nem sequer é exclusivo dos portugueses (foi muito falado, por exemplo, quando os britânicos o fizeram em Bassorá).
O propósito é transmitir aos locais tranquilidade - convencendo-os que as tropas não estão ali para fazer guerra mas sim levar segurança.
Acontece de dia, porque à noite todos os gatos são pardos e mesmo os locais mais "sossegados" ficam propícios a ataques.

(http://img132.imageshack.us/img132/7974/copiad27vqeh1.jpg)


Citar
No Ultramar é q as populações tinham medo da boina


Qual boina?
Título:
Enviado por: jmg em Maio 23, 2008, 10:04:30 am
Alguém da GNR ou DAE ou RESCOM aqui a ler o forum e que já tenha utilizado a G36 para dar uma opinião?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 23, 2008, 10:15:00 am
:arrow: http://www.youtube.com/watch?v=AGwkHktk ... hkpro.com/ (http://www.youtube.com/watch?v=AGwkHktkTxU&eurl=http://hkpro.com/)
Título:
Enviado por: Luso em Maio 27, 2008, 06:20:55 pm
Várias advertências foram feitas a todos os foristas para que se mantivesse um rumo certo neste tópico já extenso.

Aguarde-se por novidades: qualquer comentário referente a esta temática será irrelevante até haja informações oficiais.
Título:
Enviado por: foxtrotvictor em Setembro 09, 2008, 08:47:13 pm
A FN SCAR está com grandes possibilidades.

Nas pistolas temos em luta as  SIG-SAUER SP2022,  GLOCK 19 "tuga" e BERETTA PX4-Storm.
Título:
Enviado por: Lancero em Setembro 09, 2008, 09:06:04 pm
A FN SCAR estar em concurso é novidade  :shock:
Todas as notícias davam até agora apenas a participação da HK e da Colt canadiana para a espingarda de assalto.
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 09, 2008, 10:24:36 pm
Ena!
Uma boa notícia.
E se o Fox disse é porque é verdade...

Descaia-se um pouquinho mais, caro amigo! :wink:
Título:
Enviado por: jmg em Setembro 09, 2008, 10:32:55 pm
Bem a FN SCAR responderia ao que queria o Sr Paulo Portas quando lançou o concurso: Uma arma moderna, inovadora que se mantivesse na vanguarda para as próximas décadas.
Já agora para a pistola porque não manter o mesmo fabricante e tentar obter um descontinho...FN FIVE SEVEN :D
Título:
Enviado por: Get_It em Setembro 10, 2008, 01:00:22 am
Citação de: "jmg"
Já agora para a pistola porque não manter o mesmo fabricante e tentar obter um descontinho...FN FIVE SEVEN :(

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: foxtrotvictor em Setembro 10, 2008, 01:37:20 am
Mas tenho pena que a HK não tenha apresentado a concurso nenhuma pistola. A HK P-30L ficava mesmo bem a condizer com a HK36 e melhor ainda com a FN SCAR.

Quanto à FN Five Seven, melhor não. Não vá acontecer como em certa polícia local de Espanha (Policia Local de Pozuelo de Alarcón), da região de Madrid. Como as polícias locais e muito mais as polícias autónomas tem autonomia para escolher o seu armamento, dentro do que a lei lhes permite, toca de um entendido se lembrar que a fiscalizar os reais decretos não vinha nada mal uma FN Five Seven. Como, regra geral, as policias locais se abastecem de munições num armeiro perto da localidade, agora os “rambos” tem a pistola, mas com muita dificuldade em arranjar munições.
Título:
Enviado por: bryanferreira em Setembro 10, 2008, 12:34:21 pm
Citação de: "foxtrotvictor"
Quanto à FN Five Seven, melhor não. Não vá acontecer como em certa polícia local de Espanha (Policia Local de Pozuelo de Alarcón), da região de Madrid. Como as polícias locais e muito mais as polícias autónomas tem autonomia para escolher o seu armamento, dentro do que a lei lhes permite, toca de um entendido se lembrar que a fiscalizar os reais decretos não vinha nada mal uma FN Five Seven. Como, regra geral, as policias locais se abastecem de munições num armeiro perto da localidade, agora os “rambos” tem a pistola, mas com muita dificuldade em arranjar munições.


É que é mesmo, coitados dos nossos soldados se comprassemos FiveSevens.
Se já não têm dinheiro para treinar com 9mm quanto mais com essas munições que são carissimas. O GOE bem q deve estar arrependido de ter comprado a P90. Para o Exercito não ha nada como Glock 17 ou 19. Esqueçam lá as HK ou as Sig, são optimas mas para a Polícia.

Ainda bem q mais alguem me ouviu e decidiu pensar na SCAR. Gostava era de ver isso confirmado pelo MDN. Se realmente for a consurso vai ganhar de certeza e graças a Deus vamos estar outra vez no topo do equipamento.
Depois só falta o dinheirinho para treinar.
Título:
Enviado por: foxtrotvictor em Setembro 10, 2008, 03:38:42 pm
A SCAR não está no concurso porque, como todos os ilustres frequentadores deste fórum, ou, pelo menos deste tópico sabem, quando o mesmo foi iniciado, a arma ainda não estava operacional.

 Contudo, circulam rumores de a FN ir propor ao governo a possibilidade de produzir a arma em Viana do Castelo, uma vez que a arma actualmente já está perfeitamente operacional e cumpre o caderno de encargos nacional. Depois tem a vantagem da mesma plataforma comportar ainda o 7.62X51 mm, o que não acontece com as outras duas rivais. A ver se temos surpresa.
Título:
Enviado por: pmdavila em Setembro 10, 2008, 04:08:06 pm
Perdoem a minha ignorância, mas... Como é que se pode escolher uma arma que não se apresenta a concurso? Isso não implicaria voltar a cancelar o concurso e escolher a SCAR por ajuste directo ou algo semelhante?
Título:
Enviado por: alphaiate em Setembro 10, 2008, 04:23:49 pm
e um adiamento do concurso não iria levar ainda  a mais processos em tribunal... mais atrasos.... mais anos de g3?
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 10, 2008, 05:41:08 pm
Citação de: "pmdavila"
Perdoem a minha ignorância, mas... Como é que se pode escolher uma arma que não se apresenta a concurso? Isso não implicaria voltar a cancelar o concurso e escolher a SCAR por ajuste directo ou algo semelhante?


Em Portugal tudo é possível. O que não será de espantar - e recordo mais uma vez o óbvio - seria a oportuna hipótese de um novo argumento para cancelar novamente o concurso.

Já agora, a SCAR H e L são diferentes dimensionalmente. Poderão, todavia, partilhar componentes de menor importância.
O que não quer dizer que não seria - teóricamente - a melhor opção.
Título: SCAR
Enviado por: bryanferreira em Setembro 10, 2008, 08:18:37 pm
Citação de: "foxtrotvictor"

 Contudo, circulam rumores de a FN ir propor ao governo a possibilidade de produzir a arma em Viana do Castelo, uma vez que a arma actualmente já está perfeitamente operacional e cumpre o caderno de encargos nacional. Depois tem a vantagem da mesma plataforma comportar ainda o 7.62X51 mm, o que não acontece com as outras duas rivais. A ver se temos surpresa.


Isso era Ouro sobre Azul.
Para alem de haver a versao L em 5,56x45mm e H em 7,62x51mm está em fase de conclusao o projecto tambem H que usaria o 7,62x39mm e carregadores de AK. E fala-se ainda no 6,8SPC posteriormente.

Isto tudo com as 3 versões para cada calibre e uma percentagem de cerca de 70% de partes comuns dá uma arma extraordinamente versatil para qualquer missao.

Acho q mesmo q cancelem todos os consursos e tenhamos de esperar 2 ou 3 anos vale a pena.
Título: FN
Enviado por: Miguel Sá em Setembro 10, 2008, 11:06:51 pm
Esse eventual interesse a ser verdadeiro deveria abranger uma pistola (a FNP 9) e a metralhadora ligeira (Minimi 5,56 e 7,62).

Agora, estes rumores têm fundamento?

Se sim e se de facto se poderia estabelecer uma linha de SCAR em Viana, permitiria a esta unidade fabril abastecer o mercado europeu, além do Know-how que Portugal receberia.
Título: Re: FN
Enviado por: bryanferreira em Setembro 11, 2008, 11:50:27 am
Citação de: "Miguel Sá"
Esse eventual interesse a ser verdadeiro deveria abranger uma pistola (a FNP 9)


A Glock é muito melhor e bem mais barata.
Além disso já compraram para a Policia deviamos manter o standard (desde que sem a porcaria da segunça extra, para a Policia tudo bem, mas para o exercito a segurança é uma merda).
Título: Re: FN
Enviado por: foxtrotvictor em Setembro 11, 2008, 12:14:45 pm
Citação de: "bryanferreira"
Citação de: "Miguel Sá"
Esse eventual interesse a ser verdadeiro deveria abranger uma pistola (a FNP 9)

A Glock é muito melhor e bem mais barata.
Além disso já compraram para a Policia deviamos manter o standard (desde que sem a porcaria da segunça extra, para a Policia tudo bem, mas para o exercito a segurança é uma merda).


Não se dixe arrastar por campanhas de marketing promovidas pela empresa de Gaston Glock. A GLOCK é uma boa arma, assim como são mais algumas de firmas concorrentes. Depois a GLOCK nunca teve grande implementação nos meios militares.
Título:
Enviado por: sivispacem em Setembro 11, 2008, 12:28:49 pm
Citação de: "pmdavila"
Perdoem a minha ignorância, mas... Como é que se pode escolher uma arma que não se apresenta a concurso? Isso não implicaria voltar a cancelar o concurso e escolher a SCAR por ajuste directo ou algo semelhante?


É obvio que de um ponto de vista jurídico isso seria mais do que causa suficiente para pedir a anulação do concurso e avançar com pedido de indemnização, se fosse esse o entendimento...
Daí que ache bastante estranho este alegado envolvimento da FN (nota: não estou a duvidar da veracidade de quem aqui postou essa informação...pode ser uma confusã, má informação.... E porque não apresentou a FN a sua candidatura na altura devida??

Outra coisa, se alguém souber: e para a metralhadora ligeira? a MG4 ainda está na corrida ou surgiu algo de mais interessante?
Título:
Enviado por: nonameboy em Setembro 11, 2008, 12:51:44 pm
Uma pergunta, talvez um pouco ignorante, mas caso a SCAR fosse porventura escolhida, o que aconteceriam ás G36 que ja possuimos? :?
Título:
Enviado por: jmg em Setembro 11, 2008, 01:06:13 pm
A G 36 não está muita difundida estando reservada para algumas forças privilegiadas e em pequeno numero. UPF, DAE, CIOE e TACP. Estas forças gostam de ter um leque alargado de armas supondo-se que algumas sejam mais adequadas para alguma missão específica do que outras. Assim penso que se mantenham nas arrecadações das respectivas unidades.
Título:
Enviado por: nonameboy em Setembro 11, 2008, 01:11:02 pm
Obrigado JMG :)

Já agora o que é o TACP?
Título:
Enviado por: jmg em Setembro 11, 2008, 02:06:05 pm
Nonameboy veja no forum força aerea que existe um tópico sobre a missão deles no Afganistão.
Título: Re: FN
Enviado por: Iris-t em Setembro 11, 2008, 03:12:29 pm
Citação de: "bryanferreira"
Citação de: "Miguel Sá"
Esse eventual interesse a ser verdadeiro deveria abranger uma pistola (a FNP 9)

A Glock é muito melhor e bem mais barata.
Além disso já compraram para a Policia deviamos manter o standard (desde que sem a porcaria da segunça extra, para a Policia tudo bem, mas para o exercito a segurança é uma merda).


Más barata es posible, pero mucho mejor no, según gente que ha usado ambas pistolas, la FNP9 consigue mejor agrupación de disparos que la Glock, yo más bien lo veo una cuestión de gustos, y que conste que a mí me encanta Glock.
Título: Re: FN
Enviado por: bryanferreira em Setembro 11, 2008, 04:00:42 pm
Citação de: "foxtrotvictor"
Citação de: "bryanferreira"
Citação de: "Miguel Sá"
Esse eventual interesse a ser verdadeiro deveria abranger uma pistola (a FNP 9)

A Glock é muito melhor e bem mais barata.
Além disso já compraram para a Policia deviamos manter o standard (desde que sem a porcaria da segunça extra, para a Policia tudo bem, mas para o exercito a segurança é uma merda).

Não se deixe arrastar por campanhas de marketing promovidas pela empresa de Gaston Glock. A GLOCK é uma boa arma, assim como são mais algumas de firmas concorrentes. Depois a GLOCK nunca teve grande implementação nos meios militares.


Não estou arrastado por campanha nenhuma.
A Glock é a arma custo eficacia melhor que existe. E isso já vi comprovado no terreno.
Há mais uma ou outra que são tão boas e talvez um pouco mais resistentes. Mas são bem mais caras.
Pessoalmente até à alguns anos tambem preferia a Sig226 mas depois de comprovar a fiabilidade de varias Glock e saber que com o preço de uma SIG compro duas Glock tive de ceder.
E permita-me discordar,a Glock é uma arma que varios exercitos usam e que se arranja facilmente peças em qq parte do mundo (especialmente nas zonas de conflito actuais)
Título:
Enviado por: bryanferreira em Setembro 11, 2008, 04:03:19 pm
Citação de: "nonameboy"
Uma pergunta, talvez um pouco ignorante, mas caso a SCAR fosse porventura escolhida, o que aconteceriam ás G36 que ja possuimos? :?


é muito facil, vendem-nas à PSP que bem precisam de algumas para não andarem só de Mp5 ou berettas.
bem que precisam de alguma coisa com mais poder.
Título: Re: FN
Enviado por: bryanferreira em Setembro 11, 2008, 04:11:25 pm
Citação de: "Iris-t"
Más barata es posible, pero mucho mejor no, según gente que ha usado ambas pistolas, la FNP9 consigue mejor agrupación de disparos que la Glock, yo más bien lo veo una cuestión de gustos, y que conste que a mí me encanta Glock.


Uma pistola Militar ou Policial não é feita para competição mas sim para inutilizar o inimigo/criminozo.
E para isso não precisa de grupos mas sim de tiros no sitio certo e de uma arma que dispara sempre.

Se uma Glock é só preciso carregar no gatilho que dispara 99% das vezes e acerto sempre no sitio certo e para mais é a arma mais barata de todas as 9mm de jeito. Para mim isso é a melhor arma.
O que a faz ser melhor é um grupo de todas caracteristicas essenciais e não uma só.

E sim, eu também gosto da FN. Mas não confiaria a ela a minha vida. Simplesmete é gira para me divertir.
Título: Re: FN
Enviado por: jmg em Setembro 11, 2008, 04:25:17 pm
Citação de: "bryanferreira"
E sim, eu também gosto da FN. Mas não confiaria a ela a minha vida. Simplesmete é gira para me divertir.

Alguma experiência pessoal?
Título:
Enviado por: Lightning em Setembro 11, 2008, 05:40:19 pm
Citação de: "jmg"
A G 36 não está muita difundida estando reservada para algumas forças privilegiadas e em pequeno numero. UPF, DAE, CIOE e TACP. Estas forças gostam de ter um leque alargado de armas supondo-se que algumas sejam mais adequadas para alguma missão específica do que outras. Assim penso que se mantenham nas arrecadações das respectivas unidades.


Penso que as G-36 que o TACP usaram no Afeganistão são da UPF, o TACP não tem G-36 (ou qualquer outro armamento) atribuido em permanencia, eles são é equipados conforme a missão que tiverem que efectuar.
Título: Re: FN
Enviado por: Luso em Setembro 11, 2008, 05:48:41 pm
Citação de: "jmg"
Citação de: "bryanferreira"
E sim, eu também gosto da FN. Mas não confiaria a ela a minha vida. Simplesmete é gira para me divertir.
Alguma experiência pessoal?


Tanta vêemencia e o tom displicente só podem resultar de uma extensa e contínua experiência!
Humm... que tipo de "operador" teremos aqui no "nosso" bryan?
Título:
Enviado por: jmg em Setembro 11, 2008, 06:32:26 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "jmg"
A G 36 não está muita difundida estando reservada para algumas forças privilegiadas e em pequeno numero. UPF, DAE, CIOE e TACP. Estas forças gostam de ter um leque alargado de armas supondo-se que algumas sejam mais adequadas para alguma missão específica do que outras. Assim penso que se mantenham nas arrecadações das respectivas unidades.

Penso que as G-36 que o TACP usaram no Afeganistão são da UPF, o TACP não tem G-36 (ou qualquer outro armamento) atribuido em permanencia, eles são é equipados conforme a missão que tiverem que efectuar.


Exacto.
Obrigado pela informação adicional. :G-Ok:
Mas também existem fotos em que parecem ter a G3 no Afganistão.
Voltamos assim ao caso dos comandos que possuidores de SIG 5,56 preferem o 7,62.
Título:
Enviado por: Garcia em Setembro 11, 2008, 06:52:08 pm
Para os interessados, saiu na revista "armas e munições" do mês de Setembro/outubro e com destaque na capa uma matéria sobre a FN SCAR.

(http://img148.imageshack.us/img148/6356/scargs1.th.jpg) (http://http)

Cumps
Título: Re: FN
Enviado por: Iris-t em Setembro 11, 2008, 10:13:04 pm
Citação de: "bryanferreira"
Citação de: "Iris-t"
Más barata es posible, pero mucho mejor no, según gente que ha usado ambas pistolas, la FNP9 consigue mejor agrupación de disparos que la Glock, yo más bien lo veo una cuestión de gustos, y que conste que a mí me encanta Glock.

Uma pistola Militar ou Policial não é feita para competição mas sim para inutilizar o inimigo/criminozo.
E para isso não precisa de grupos mas sim de tiros no sitio certo e de uma arma que dispara sempre.

Se uma Glock é só preciso carregar no gatilho que dispara 99% das vezes e acerto sempre no sitio certo e para mais é a arma mais barata de todas as 9mm de jeito. Para mim isso é a melhor arma.
O que a faz ser melhor é um grupo de todas caracteristicas essenciais e não uma só.

E sim, eu também gosto da FN. Mas não confiaria a ela a minha vida. Simplesmete é gira para me divertir.


Es cierto, pero yo me refería a agrupaciones de disparo, no ha precisión pura, por ejemplo sucesiones de 15 disparos a 20 metros, 15 metros, etc.

Aquí te adjunto un informe de la Asociación Española de Tiro Policial, que no son nada sospechosos porque a la Glock la ponen por las nubes, como comprobarás el informe es bastante positivo y recomiendan altamente el arma.

http://www.aeitp.es/pruebas/BP%20FNP9M.pdf (http://www.aeitp.es/pruebas/BP%20FNP9M.pdf)
Título:
Enviado por: nonameboy em Setembro 12, 2008, 12:13:38 pm
Citação de: "bryanferreira"
Citação de: "nonameboy"
Uma pergunta, talvez um pouco ignorante, mas caso a SCAR fosse porventura escolhida, o que aconteceriam ás G36 que ja possuimos? :?

é muito facil, ve