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Economia => Mundo => Tópico iniciado por: Viajante em Agosto 30, 2016, 02:42:33 pm

Título: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Agosto 30, 2016, 02:42:33 pm
Apple condenada pela DGCOM, a pagar 13 mil milhões de euros em impostos em falta, mais juros!

De acordo com as informações vindas de Bruxelas, a Apple terá de pagar  13 mil milhões em impostos devido aos “acordos ilegais” que existem entre a empresa de Cupertino e a Irlanda.

Este valor corresponde aos impostos em atraso entre 2003 e 2014.

(https://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/08/apple_irlanda.jpg)

O esquema usado pela empresa da maça para fugir aos impostos não é propriamente novidade. Recentemente  o nobel da economia referiu mesmo que o facto da Apple declarar parte dos lucros no exterior dos EUA constitui uma fraude!

Esta terça-feira Bruxelas anunciou que a Irlanda terá de recuperar os impostos que não foram pagos pela Apple, um valor total que ronda os 13 mil milhões de euros (mais juros). De acordo com as informações,  a Comissão Europeia considere ilegal este “esquema” e refere que a Appe teve benefícios fiscais “indevidos”.

Segundo a comissária europeia Margrethe Vestager, “os Estados-membros não podem dar benefícios fiscais a empresas seleccionadas – isto é ilegal de acordo com as regras da UE relativas aos auxílios estatais”.

    "Ireland granted illegal tax benefits to Apple, which enabled it to pay substantially less tax than other businesses over many years"

De acordo com o jornaldenegocios, a taxa de imposto paga pela empresa sobre os lucros da Apple Sales International desceu de 1% em 2003 para 0,005% em 2014.

O Governo irlandês, através do ministro das Finanças Michael Noonan em declarações à Reuters, já comunicou a sua discordância relativamente a este processo, referindo que a Apple não teve qualquer beneficio estatal.

    "I disagree profoundly with the Commission. The decision leaves me with no choice but to seek cabinet approval to appeal. This is necessary to defend the integrity of our tax system; to provide tax certainty to business; and to challenge the encroachment of EU state aid rules into the sovereign member state competence of taxation."

A Apple também já de pronunciou sobre este caso e referiu que cumpriu a lei e já anunciou que vai recorrer da decisão. Esta é uma multa sem precedentes e que, segundo a Apple «terá um impacto profundo e prejudicial sobre o investimento e a criação de emprego».

De relembrar que esta não é a primeira vez que grandes empresas são condenadas a pagar impostos. O ano passado a Amazon e a McDonalds tiverem de pagar impostos em atraso no Luxemburgo e a Starbucks teve de pagar 30 milhões de euros à Holanda.

Fontes: https://pplware.sapo.pt/informacao/ultima-hora-apple-divida-13-mil-milhoes-impostos/#comment-1754119
http://europa.eu/rapid/press-release_IP-16-2923_en.htm

Faz estragos, mas não é nada que a Apple não possa pagar, já que até ao ano passado, tinha mais de 180 mil milhões de dólares em offshores!!!!

http://www.siliconbeat.com/2015/10/07/apple-holding-181-billion-in-profit-offshore-study-says/
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: HSMW em Setembro 01, 2016, 11:24:27 pm
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b4/Transparency_international_2015.png)

O nivel de corrupção mundial segundo a Transparency International

https://en.wikipedia.org/wiki/Transparency_International
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Get_It em Setembro 11, 2016, 03:17:30 pm
Portugal não é a Irlanda
(11 de Setembro de 2016)
Citação de: Manuel Carvalho, Público
A Comissão Europeia quer obrigar a Apple a pagar 13 mil milhões de euros de alegadas dívidas fiscais ao Governo da Irlanda. Bruxelas tem do seu lado a lei, a razão e a moral para exigir que um dos gigantes mundiais da nova economia seja obrigado a devolver à comunidade parte dos extravagantes lucros que acumulou. Mas, espantemo-nos, a Irlanda não quer esse dinheiro. Não quer o Governo, nem os partidos da oposição, nem a esmagadora maioria da sua população. Espantamo-nos porque em causa está, de facto, muito dinheiro. E espantamo-nos mas ainda mais porque somos capazes de antecipar com alguma precisão o que aconteceria em Portugal numa situação dessas. Teríamos a direita radical a lembrar que as benesses fiscais são úteis para atrair investimento estrangeiro; teríamos a esquerda radical a pedir a revolução, a deportação dos capitalistas e, quiçá, a queima organizada de iphones na fogueira; teríamos Passos Coelho e António Costa a dizer que a culpa foi do passado ou do presente. O que não teríamos jamais era aquilo que os irlandeses têm revelado: consenso e partilha de ideias e de princípios mínimos sobre uma estratégia para o país.

Podemos suspeitar que o que move a Irlanda no apoio da absurda política de protecção fiscal à Apple é o medo. Medo que a Apple se irrite com uma eventual cedência à Comissão Europeia. Medo que decida retirar-se do país, deixando um rasto de desemprego e um buraco nas receitas fiscais. Mas há também nesta atitude a ideia de que o privilégio às multinacionais através de regimes fiscais que roçam o escândalo é um trunfo para a viabilidade do país. A Irlanda submeteu-se a um duro programa de ajustamento imposto pela mesma troika que esteve entre nós, teve de se confrontar com cortes profundos nos salários e nas pensões, mas nunca equacionou a possibilidade de subir a sua taxa de IRC, que está nos 12.5%. A Irlanda definiu um caminho que a colocou num trilho imparável de crescimento económico e não quer correr riscos ao abandoná-lo. Nenhum partido de poder discute esse caminho e a maioria dos irlandeses subscreve sem reservas esse consenso. É estúpido, injusto e, aos olhos dos outros europeus, imoral? É, sem dúvida. Mas é consequência de um espírito de união que se expressa na vontade democrática.

Em Portugal estamos a léguas desse empenho em encontrar bases mínimas de entendimento que sustentem políticas ousadas e prolongadas no tempo. O passado só existe quando deixa saudade e o futuro é sempre qualquer coisa que vendedores de banha da cobra como os políticos nos querem impingir. Por cá não há responsabilidade colectiva pelo passado nem vontade colectiva para o futuro. Metade (ou mais) dos portugueses ainda acredita que a Troika e os cortes na Função Pública se resumiram a um capricho do Governo Sócrates ou a um devaneio de Passos Coelho e seus pares. A Suécia fez há anos uma política de reformas e de poupança apoiada pelos principais partidos, a Lituânia sofreu o duríssimo abalo de cortes salariais e de despedimentos no Estado, a Irlanda seguiu um caminho idêntico num admirável espírito de união e todos estes países foram capazes de assumir colectivamente o seu destino. Para muitos de nós, encarar a realidade e aprender com ela é um exercício improvável – ainda ontem José Pacheco Pereira escrevia no PÚBLICO que a necessidade do ajustamento era uma invenção de «argumentos conservadores, destinados a impor às democracias uma noção da história que não depende da vontade e da escolha humana no presente».

[continua] (https://www.publico.pt/politica/noticia/portugal-nao-e-a-irlanda-1743738?page=-1)
Fonte: https://www.publico.pt/politica/noticia/portugal-nao-e-a-irlanda-1743738?page=-1 (https://www.publico.pt/politica/noticia/portugal-nao-e-a-irlanda-1743738?page=-1)

Cumprimentos,
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Setembro 11, 2016, 11:30:53 pm
Em Portugal os políticos interessam-se mais em ter cada vez mais impostos para terem dinheiro para gastar em negócios duvidosos!

Nós por cá taxamos quem ganha mais de 80.000€ por ano em 61,5% (48% de IRS + 2,5% de sobretaxa + 11% de Segurança Social) e se ganhar mais de 250.000€ por ano, fica sem 64% do que ganha (48% + 5% de sobretaxa + 11% de Segurança Social). Ou seja, quem ganha mais de 5,720€ por mês, o estado fica com 2€ em cada 3€ que o fulano ganhar, e o desgraçado leva para casa 1€ em cada 3€! E ainda ouço anormais a dizerem que no próximo orçamento de estado, devemos taxar quem mais ganha!

Vamos lá a ver, 64% do que ganham para pagar impostos é pouco!???!? E depois ainda há quem se admire da fuga aos impostos, ou rendimentos taxados em offshores ou países como a Irlanda.

Mas lá está, na Irlanda, todos acordam no mesmo sentido, baixos impostos, para atraírem cada vez mais empresas!
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: mafets em Setembro 21, 2016, 03:16:33 pm
Portugal tem problemas estruturais que vêm deste os tempos dos Afonsos. É uma questão política, económica e social e nem tão pouco é de agora, de Passos ou Sócrates. A própria UE dá uma no "cravo e outra na ferradura" ao ter um "big boss" que lesou a instituição em muitos milhões de euros com perdões fiscais mas que após ter atingido o "poleiro" é que se preocupou com a fuga aos impostos, já que quando era PM "passou-lhe ao lado". As companhias agora obrigadas a pagar devem estar felicíssimas e vão de certeza investir muito no Luxemburgo e Europa...  ::)
Citar
The tax deals offered to major companies by Luxembourg during Jean-Claude Juncker’s time as prime minister are being investigated by his own organisation as illegal state aid – and have outraged the nations he is supposed to unite

https://www.theguardian.com/world/2014/dec/14/jean-claude-juncker-luxembourg-tax-deals-controversy (https://www.theguardian.com/world/2014/dec/14/jean-claude-juncker-luxembourg-tax-deals-controversy)
Mas já agora e tendo em conta que vivemos numa economia global, com os políticos e as políticas só mudarem após poleiro ou para não perderem eleições (para o bem e para o mal), fartei-me de ouvir o Obama e os seus muchachos (tipo líderes de outros países), orarem sobre a crise de 2008 que iam mudar tudo e mais alguma coisa, para que não voltasse a acontecer? Aliás, se por exemplo o deutche bank vier por aí abaixo, qual o pais, mesmo que muito organizadinho escapara ao dilúvio?   ::)
Citar
Um dos maiores bancos privados alemães, sobreviveu à crise de 2008 sem precisar de qualquer tipo de resgate, mas está a causar alarme junto dos investidores. A braços com um grave problema de sustentabilidade financeira, o Deutsche Bank ameaça a estabilidade dos restantes bancos europeus.

O primeiro sinal de alarme foi dado quando a instituição, presente em mais de 70 mercados a nível mundial,  apresentou os resultados  do ano passado, os primeiros negativos desde 2008, altura em que rebentou a crise do subprime. As perdas recorde foram de quase 6,8 mil milhões de euros.

O banco está a braços com múltiplos processos na Justiça – os principais dizem respeito à manipulação das taxas de juro Libor e Euribor. Só os custos de litigância pesaram 5,2 mil milhões de euros nos prejuízos.

A agravar a situação estiveram os rumores de que o banco alemão não seria capaz de pagar as obrigações convertíveis que emitiu há anos.  Estas obrigações, conhecidas como ‘CoCos’ nos mercados financeiros, podem ser convertidas em ações, caso o emitente enfrente problemas de capital. O banco alemão tem 1,75 mil milhões de euros emitidos em obrigações CoCo e estes títulos estão a transacionar abaixo dos 75 cêntimos de euro, após uma queda de 19% desde o início do ano.

Já os custos dos contratos que protegem os investidores do risco de a dívida do Deutsche Bank não ser reembolsada – os credit default swaps – mais do que duplicaram este ano. A penalizar ainda mais a situação estão as quedas no mercado bolsista. Desde o início do ano, a instituição financeira acumula uma queda superior a 30% em bolsa com as ações a atingirem mínimos históricos de 30 anos.

http://http://sol.sapo.pt/artigo/496570/deutsche-bank-a-queda-de-um-gigante

Cumprimentos
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Setembro 21, 2016, 11:09:25 pm
E não só! Além do Deutsche Bank estar pelas ruas da amargura, pelo gigantesco prejuízo de quase 7 mil milhões de euros, além da ausência de rentabilidade do banco e de várias litigãncias que tem de resolver, ainda tem os Estados Unidos a multarem o banco em 14 mil milhões de dólares!!!!!

Se for obrigado a pagar tal coima, pode ser o cheque-mate ao banco e depois todos os outros vão sofrer e muito, porque estamos só a falar de um dos maiores bancos do mundo!!!!! E como os bancos portugueses estão descapitalizados, não sabemos a exposição ao Deutsch Bank e as perdas potenciais!!!!
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: mafets em Setembro 22, 2016, 12:42:00 pm
E não só! Além do Deutsche Bank estar pelas ruas da amargura, pelo gigantesco prejuízo de quase 7 mil milhões de euros, além da ausência de rentabilidade do banco e de várias litigãncias que tem de resolver, ainda tem os Estados Unidos a multarem o banco em 14 mil milhões de dólares!!!!!

Se for obrigado a pagar tal coima, pode ser o cheque-mate ao banco e depois todos os outros vão sofrer e muito, porque estamos só a falar de um dos maiores bancos do mundo!!!!! E como os bancos portugueses estão descapitalizados, não sabemos a exposição ao Deutsch Bank e as perdas potenciais!!!!
Só não percebo é porque quando se fala nesta situação o Ministro das Finanças Alemão diz que está tudo bem e que o problema é só Portugal... ;D ;)
Citar
O ministro alemão estava a falar sobre receios em torno do Deutsche Bank e indicou que está mais preocupado com Portugal do que com o Deutsche Bank. Isto porque Portugal não tem “resiliência” suficiente nos mercados” e, por isso, “tem de fazer tudo para anular a incerteza nos mercados financeiros”.

http://observador.pt/2016/06/29/schauble-diz-e-recua-novo-programa-para-portugal/ (http://observador.pt/2016/06/29/schauble-diz-e-recua-novo-programa-para-portugal/)
Aliás, lá na "Santa Terrinha" a opinião é diferente, com Portugal a aparecer bem mais abaixo no risco. Mas o Sr. Schäuble é aquela base, com certeza comeu algum "pastel de Belém" que lhe caiu mal  ::) : http://expresso.sapo.pt/economia/2016-07-16-Um-enorme-Monte-dei-problemas (http://expresso.sapo.pt/economia/2016-07-16-Um-enorme-Monte-dei-problemas)
Citar
Banca italiana é a principal dor de cabeça na Europa. Mas é o Deutsche Bank o que apresenta riscos maiores

Quando o economista-chefe do Deutsche Bank diz que a Europa está “seriamente doente” a que se estará a referir? Numa Europa cheia de crises, os suspeitos do costume são vários: Grécia, sanções a Espanha e Portugal, vaga de migrantes, Brexit. Mas, não. O problema do Velho Continente, refere David Folkerts-Landau ao jornal alemão “Die Welt”, é que “arrisca uma nova crise bancária” e que isso pode exigir um resgate de €150 mil milhões. Se o resgate não for atempadamente realizado, avisa Folkerts-Landau, há o risco de “um acidente financeiro”, vulgo um evento surpresa que faça recordar o estouro Lehman Brothers em 2008. Não se sabe se o economista alemão tinha em mente o próprio banco que lhe paga o salário, que está entre as piores avaliações.

Recorde-se que o Fundo Monetário Internacional (FMI), na sua análise anual sobre a economia alemã, divulgada no final de junho, mimoseou o Deutsche Bank com o carimbo de principal fonte de risco para o sistema financeiro mundial. Mas, apesar de haver quem considere o gigante alemão como o candidato mais bem colocado para ser o ‘Lehman’ europeu, a ribalta tem sido dada à banca de Itália. Particularmente, ao banco Monte dei Paschi de Siena, fundado em 1472, que é o banco mais antigo do mundo em funcionamento. É a terceira maior instituição financeira italiana, teve este ano a segunda maior queda em Bolsa na Europa e é o banco com o capital mais depreciado face ao seu valor contabilístico. “Vemos o frágil sistema financeiro de Itália como o calcanhar de Aquiles da Europa”, diz a BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, numa análise recente.

No centro da crise bancária europeia está o crédito malparado que, na zona euro, atinge 5,7% do total e, no conjunto da União Europeia, se situa em 5,6%. São €900 mil milhões de empréstimos problemáticos nos países da moeda única. “A pior situação é em Chipre, Grécia e Itália. Mas dada a maior dimensão de Itália, tem uma importância internacional muito mais significativa”, refere o mesmo economista. A este grupo de países juntam-se Irlanda e Portugal também com elevados níveis de crédito malparado.

Saudações
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Setembro 22, 2016, 05:14:34 pm
O Shouble está a desviar a atenção como fazia constantemente o Passos quando dizia que Portugal não era a Grécia. Estou certo que os Gregos não apreciavam a graça, da mesma forma que não apreciamos que o Shouble desvie os focos do Deutsche Bank para Portugal. Estratégias saloias........

Mas o Ministro das Finanças podia ser um bocado mais inteligente e não caír na argolada da entrevista com a CNBC, onde afirmou que a sua principal função é evitar o 2º resgate!!!!! Nós já percebemos que o país está novamente diante do abismo (não tenho a menor dúvida!), mas escusava de o afirmar em público e a uma TV, com uma entrevista que supostamente serviria para acalmar os credores............

A reacção foi imediata, os juros aplicados a Portugal (yelds) dispararam bem como os seguros associados à divida portuguesa (Credit-default swaps)!!!!!!
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: mafets em Setembro 23, 2016, 09:57:06 am
O Shouble está a desviar a atenção como fazia constantemente o Passos quando dizia que Portugal não era a Grécia. Estou certo que os Gregos não apreciavam a graça, da mesma forma que não apreciamos que o Shouble desvie os focos do Deutsche Bank para Portugal. Estratégias saloias........
Que o homem é saloio já tinha percebido e não é por aí pois qualquer pessoa que sabe ler e vê noticias sabe a situação por exemplo do referido deutche bank. O que me preocupa é ter um saloio que não implementa medidas. E quando a casa cair porque nada foi feito vai culpar quem? A não ser que pense que as medidas tomadas pelo próprio banco são suficientes. Quanto ao Passos só começou com esse discurso quando o Sipras chegou ao poder...  ::)
Citação de: Viajante
Mas o Ministro das Finanças podia ser um bocado mais inteligente e não caír na argolada da entrevista com a CNBC, onde afirmou que a sua principal função é evitar o 2º resgate!!!!!
Políticos inteligentes em Portugal? Da esquerda à Direita onde? Do "sexual" Passos, à amnésica Cristas, do ex MAE Costa ao "Cassete" Jerónimo, passando pela "populista" Catarina e pelo "faz número" do PAF... :o

Citação de: Viajante
Nós já percebemos que o país está novamente diante do abismo (não tenho a menor dúvida!),
Eu tenho. Seja o deficit como o Juro a que Portugal se financia nada têm a ver com a altura que Portugal pediu o resgate. Juros de 3 e 4% são diferentes de 6%/7% e um crescimento de 0,8% que o FMI estima poder ficar em 1% é superior até aos 0,6% da Alemanha. A principal preocupação é a re-capitalização da caixa que como a do BANIF pode lixar o deficit outra vez e Bruxelas à segunda não vai perdoar.  ;)
Citação de: Viajante
mas escusava de o afirmar em público e a uma TV, com uma entrevista que supostamente serviria para acalmar os credores............

A reacção foi imediata, os juros aplicados a Portugal (yelds) dispararam bem como os seguros associados à divida portuguesa (Credit-default swaps)!!!!!!
É a tal questão se este ministro deveria dar entrevistas ou ficar-se apenas pelas audiências parlamentares. Tanto ele como o Felix são péssimos comunicadores e confundem política com os tempos mais recatados do banco de portugal, em que o tento na língua não era uma questão urgente. Até ia sugerir um Porta-Voz para o Ministério das Finanças, com boa imagem e que soubesse falar sem meter os pés pelas mãos, mas depois entravam uma carrada de boys e se calhar aumentava a despesa e ficava tudo na mesma, pelo que é melhor estar calado...  ;D

Cumprimentos
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: perdadetempo em Novembro 22, 2016, 08:56:19 pm
Para comparar rapidamente os países deste mundo

http://www.tradingeconomics.com/ (http://www.tradingeconomics.com/)
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Dezembro 09, 2016, 02:21:57 pm
Mapa que mostra aquilo em que cada país do mundo é melhor

(http://oje-50ea.kxcdn.com/wp-content/uploads/2016/12/Imagem-1-1024x804.jpg)

Fonte: http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/mapa-mostra-aquilo-pais-do-mundo-melhor-98204
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: perdadetempo em Dezembro 10, 2016, 01:52:35 am
Mapa que mostra aquilo em que cada país do mundo é melhor

(http://oje-50ea.kxcdn.com/wp-content/uploads/2016/12/Imagem-1-1024x804.jpg)

Fonte: http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/mapa-mostra-aquilo-pais-do-mundo-melhor-98204

Por isso é que por cá existe a lei da rolha, está tudo explicado
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Dezembro 12, 2016, 12:18:11 am
Eu fiquei curioso com a Letónia :)
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Dezembro 12, 2016, 12:21:03 am
Irão compra 80 aviões Boeing

O Irão finalizou ontem a compra de 80 aviões da Boeing numa altura em que está também em negociações com a Airbus para a compra de 100 aparelhos. A companhia aérea do país – Iran Air – procura renovar a sua frota, envelhecida devido às sanções.

(http://cdn1.sol.pt/fotos/2016/12/11/556966.png?type=Artigo)

De acordo com a Boeing, este contrato, o primeiro do Irão com uma construtora aeroespacial dos EUA desde a revolução Islâmica de 1979, está orçamentado em quase 16 mil milhões de euros.

Já segundo a agência Reuters, um acordo de com a Airbus deverá ser assinado “nos próximos dias” e deverá contemplar uma primeira entrega de perto de metade das 118 aeronaves encomendadas.

 “Ao longo de dez anos serão entregues à Iran Air 50 modelos 737 e 30 777”, disse Farhad Parvaresh, presidente executivo da companhia aérea nacional iraniana que assinou o contrato em Teerão.

Fonte: http://sol.sapo.pt/artigo/537902/irao-compra-80-avioes-boeing

As voltas que o mundo dá!!!!!!!!
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 06, 2017, 10:42:08 am
Martin Wolf: The long and painful journey to world disorder
As the era of globalisation ends, will protectionism and conflict define the next phase?

It is not true that humanity cannot learn from history. It can and, in the case of the lessons of the dark period between 1914 and 1945, the west did. But it seems to have forgotten those lessons. We are living, once again, in an era of strident nationalism and xenophobia. The hopes of a brave new world of progress, harmony and democracy, raised by the market opening of the 1980s and the collapse of Soviet communism between 1989 and 1991, have turned into ashes.

What lies ahead for the US, creator and guarantor of the postwar liberal order, soon to be governed by a president who repudiates permanent alliances, embraces protectionism and admires despots? What lies ahead for a battered EU, contemplating the rise of “illiberal democracy” in the east, Brexit and the possibility of Marine Le Pen’s election to the French presidency?

What lies ahead now that Vladimir Putin’s irredentist Russia exerts increasing influence on the world and China has announced that Xi Jinping is not first among equals but a “core leader”?

The contemporary global economic and political system originated as a reaction against the disasters of the first half of the 20th century. The latter, in turn, were caused by the unprecedented, but highly uneven, economic progress of the 19th century.

The transformational forces unleashed by industrialisation stimulated class conflict, nationalism and imperialism. Between 1914 and 1918, industrialised warfare and the Bolshevik revolution ensued. The attempted restoration of the pre-first world war liberal order in the 1920s ended with the Great Depression, the triumph of Adolf Hitler and the Japanese militarism of the 1930s. This then created the conditions for the catastrophic slaughter of the second world war, to be followed by the communist revolution in China.

In the aftermath of the second world war, the world was divided between two camps: liberal democracy and communism. The US, the world’s dominant economic power, led the former and the Soviet Union the latter. With US encouragement, the empires controlled by enfeebled European states disintegrated, creating a host of new countries in what was called the “third world”.

(https://www.ft.com/__origami/service/image/v2/images/raw/http%3A%2F%2Fcom.ft.imagepublish.prod.s3.amazonaws.com%2F5095fbe2-d348-11e6-9341-7393bb2e1b51?source=next&fit=scale-down&width=600)

Contemplating the ruins of European civilisation and the threat from communist totalitarianism, the US, the world’s most prosperous economy and militarily powerful country, used not only its wealth but also its example of democratic self-government, to create, inspire and underpin a transatlantic west. In so doing, its leaders consciously learnt from the disastrous political and economic mistakes their predecessors made after its entry into the first world war in 1917.

Domestically, the countries of this new west emerged from the second world war with a commitment to full employment and some form of welfare state. Internationally, a new set of institutions — the International Monetary Fund, the World Bank, the General Agreement on Tariffs and Trade (ancestor of today’s World Trade Organisation) and the Organisation for European Economic Co-operation (the instrument of the Marshall Plan, later renamed the Organisation for Economic Co-operation and Development) — oversaw the reconstruction of Europe and promoted global economic development. Nato, the core of the western security system, was founded in 1949. The Treaty of Rome, which established the European Economic Community, forefather of the EU, was signed in 1957.

This creative activity came partly in response to immediate pressures, notably the postwar European economic misery and the threat from Stalin’s Soviet Union. But it also reflected a vision of a more co-operative world.

From euphoria to disappointment

Economically, the postwar era can be divided into two periods: the Keynesian period of European and Japanese economic catch-up and the subsequent period of market-oriented globalisation, which began with Deng Xiaoping’s reforms in China from 1978 and the elections in the UK and US of Margaret Thatcher and Ronald Reagan in 1979 and 1980 respectively.

This latter period was characterised by completion of the Uruguay Round of trade negotiations in 1994, establishment of the WTO in 1995, China’s entry into the WTO in 2001 and the enlargement of the EU, to include former members of the Warsaw Pact, in 2004.

The first economic period ended in the great inflation of the 1970s. The second period ended with the western financial crisis of 2007-09. Between these two periods lay a time of economic turmoil and uncertainty, as is true again now. The main economic threat in the first period of transition was inflation. This time, it has been disinflation.

(https://www.ft.com/__origami/service/image/v2/images/raw/http%3A%2F%2Fcom.ft.imagepublish.prod.s3.amazonaws.com%2F53927fb4-d348-11e6-9341-7393bb2e1b51?source=next&fit=scale-down&width=600)

Geopolitically, the postwar era can also be divided into two periods: the cold war, which ended with the Soviet Union’s fall in 1991, and the post-cold war era. The US fought significant wars in both periods: the Korean (1950-53) and Vietnam (1963-1975) wars during the first, and the two Gulf wars (1990-91 and 2003) during the second. But no war was fought among economically advanced great powers, though that came very close during the Cuban missile crisis of 1962.

The first geopolitical period of the postwar era ended in disappointment for the Soviets and euphoria in the west. Today, it is the west that confronts geopolitical and economic disappointment.

The Middle East is in turmoil. Mass migration has become a threat to European stability. Mr Putin’s Russia is on the march. Mr Xi’s China is increasingly assertive. The west seems impotent.

These geopolitical shifts are, in part, the result of desirable changes, notably the spread of rapid economic development beyond the west, particularly to the Asian giants, China and India. Some are also the result of choices made elsewhere, not least Russia’s decision to reject liberal democracy in favour of nationalism and autocracy as the core of its post-communist identity and China’s to combine a market economy with communist control.

Rising anger

Yet the west also made big mistakes, notably the decision in the aftermath of 9/11 to overthrow Iraqi leader Saddam Hussein and spread democracy in the Middle East at gunpoint. In both the US and UK, the Iraq war is now seen as having illegitimate origins, incompetent management and disastrous outcomes.

Western economies have also been affected, to varying degrees, by slowing growth, rising inequality, high unemployment (especially in southern Europe), falling labour force participation and deindustrialisation. These shifts have had particularly adverse effects on relatively unskilled men. Anger over mass immigration has grown, particularly in parts of the population also adversely affected by other changes.

Some of these shifts were the result of economic changes that were either inevitable or the downside of desirable developments. The threat to unskilled workers posed by technology could not be plausibly halted, nor could the rising competitiveness of emerging economies. Yet, in economic policy, too, big mistakes were made, notably the failure to ensure the gains from economic growth were more widely shared. The financial crisis of 2007-09 and subsequent eurozone crisis were, however, the decisive events.

(https://www.ft.com/__origami/service/image/v2/images/raw/http%3A%2F%2Fcom.ft.imagepublish.prod.s3.amazonaws.com%2F5496348c-d348-11e6-9341-7393bb2e1b51?source=next&fit=scale-down&width=600)

These had devastating economic effects: a sudden jump in unemployment followed by relatively weak recoveries. The economies of the advanced countries are roughly a sixth smaller today than they would have been if pre-crisis trends had continued.

The response to the crisis also undermined belief in the system’s fairness. While ordinary people lost their jobs or their houses, the government bailed out the financial system. In the US, where the free market is a secular faith, this looked particularly immoral.

Finally, these crises destroyed confidence in the competence and probity of financial, economic and policymaking elites, notably over the management of the financial system and the wisdom of creating the euro.

All this together destroyed the bargain on which complex democracies rest, which held that elites could earn vast sums of money or enjoy great influence and power as long as they delivered the goods. Instead, a long period of poor income growth for most of the population, especially in the US, culminated, to almost everyone’s surprise, in the biggest financial and economic crisis since the 1930s. Now, the shock has given way to fear and rage.

The succession of geopolitical and economic blunders has also undermined western states’ reputation for competence, while raising that of Russia and, still more, China. It has also, with the election of Donald Trump, torn a hole in the threadbare claims of US moral leadership.

We are, in short, at the end of both an economic period — that of western-led globalisation — and a geopolitical one — the post-cold war “unipolar moment” of a US-led global order.

The question is whether what follows will be an unravelling of the post-second world war era into deglobalisation and conflict, as happened in the first half of the 20th century, or a new period in which non-western powers, especially China and India, play a bigger role in sustaining a co-operative global order.

Free trade and prosperity

A big part of the answer will be provided by western countries. Even now, after a generation of relative economic decline, the US, the EU and Japan produce just over half of world output measured at market prices and 36 per cent of it measured at purchasing power parity.

They also remain homes to the world’s most important and innovative companies, dominant financial markets, leading institutions of higher education and most influential cultures. The US should also remain the world’s most powerful country, particularly militarily, for decades. But its ability to influence the world is greatly enhanced by its network of alliances, the product of the creative US statecraft during the early postwar era. Yet alliances also need to be maintained.

(https://www.ft.com/__origami/service/image/v2/images/raw/http%3A%2F%2Fcom.ft.imagepublish.prod.s3.amazonaws.com%2F556e3a8a-d348-11e6-9341-7393bb2e1b51?source=next&fit=scale-down&width=600)

The essential ingredient in western success must, however, be domestic. Slow growth and ageing populations have put pressure on public spending. With weak growth, particularly of productivity, and structural upheaval in labour markets, politics has taken on zero-sum characteristics: instead of being able to promise more for everybody, it becomes more about taking from some to give to others. The winners in this struggle have been those who are already highly successful. That makes those in the middle and bottom of the income distribution more anxious and so more susceptible to racist and xenophobic demagoguery.

In assessing responses, two factors must be remembered.

First, the post-second world war era of US hegemony has been a huge overall success. Global average real incomes per head rose by 460 per cent between 1950 and 2015. The proportion of the world’s population in extreme poverty has fallen from 72 per cent in 1950 to 10 per cent in 2015.

Globally, life expectancy at birth has risen from 48 years in 1950 to 71 in 2015. The proportion of the world’s people living in democracies has risen from 31 per cent in 1950 to 56 per cent in 2015.

(https://www.ft.com/__origami/service/image/v2/images/raw/http%3A%2F%2Fcom.ft.imagepublish.prod.s3.amazonaws.com%2F5681e494-d348-11e6-9341-7393bb2e1b51?source=next&fit=scale-down&width=600)

Second, trade has been far from the leading cause of the long-term decline in the proportion of US jobs in manufacturing, though the rise in the trade deficit had a significant effect on employment in manufacturing after 2000. Technologically driven productivity growth has been far more powerful.

Similarly, trade has also not been the main cause of rising inequality: after all, high-income economies have all been buffeted by the big shifts in international competitiveness, but the consequences of those shifts for the distribution of income have varied hugely.

US and western leaders have to find better ways to satisfy their people’s demands. It looks, however, as though the UK still lacks a clear idea of how it is going to function after Brexit, the eurozone remains fragile, and some of the people Mr Trump plans to appoint, as well as Republicans in Congress, seem determined to slash the frayed cords of the US social safety net.

A divided, inward-looking and mismanaged west is likely to become highly destabilising. China might then find greatness thrust upon it. Whether it will be able to rise to a new global role, given its huge domestic challenges, is an open question. It seems quite unlikely.

(https://www.ft.com/__origami/service/image/v2/images/raw/http%3A%2F%2Fcom.ft.imagepublish.prod.s3.amazonaws.com%2F585e8cea-d348-11e6-9341-7393bb2e1b51?source=next&fit=scale-down&width=600)

By succumbing to the lure of false solutions, born of disillusion and rage, the west might even destroy the intellectual and institutional pillars on which the postwar global economic and political order has rested. It is easy to understand those emotions, while rejecting such simplistic responses. The west will not heal itself by ignoring the lessons of its history. But it could well create havoc in the attempt.

https://www.ft.com/content/ef13e61a-ccec-11e6-b8ce-b9c03770f8b1
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: perdadetempo em Janeiro 09, 2017, 10:22:57 pm
Nota: Aparentemente seria apenas mais uma noticia de defesa mas a nota do editor tem uma chamada de atenção interessante

Citar
Monday's Papers: Defense Tax
(Source: Finnish Broadcasting News; yle; issued Jan 09, 2017)
The daily Helsingin Sanomat was the source of what is probably the most widely reported domestic item in Monday's Finnish newspaper press. The paper says that political party leaders had a closed-door meeting in late December to discuss plans for financing new naval vessels and a fleet of new fighter aircraft that could include a special, temporary defense tax.

According to Helsingin Sanomat, Prime Minister Juha Sipilä called a meeting just a few days before Christmas bringing together the heads of all eight of nation's political parties, including the opposition, to discuss upcoming defense spending. All were in attendance, with the exception of Finns Party chair Timo Soini who was represented by the party's parliamentary group leader Sampo Terho.

The Finnish Navy has been making initial preparations to acquire four new warships with a price tag of 1.2 billion euros. The base cost estimate for replacing Finland's aging F-18 fighters is between 7 and 10 billion.

A decision in principle on these purchases is expected soon. A final decision will be up to the next cabinet, but the present government is likely to make decisions on financing these projects as a part of this spring's public spending plan.

According to Helsingin Sanomat, party leaders agree on the need for the new military equipment, but not on how much is needed or how much should be spent. One other thing is that party leaders want to keep funding for these military acquisitions separate from the regular state budget in order to avoid any more austerity measures.

The EU's Stability and Growth Pact sets limits on how much debt the state can take on. The paper says that the Ministry of Finance is looking at three ways to work around this. One is to seek an exception from the EU rules. Another would be to classify the spending as non-budgetary, regardless of what the EU says. The third would be to take on debt outside normal budget channels and schedule repayment over several decades.

Rather than borrowing, one alternative reportedly put forth would supplement loans with revenues from a "defense tax" which could bring in 500 million euros a year over a ten-year period. Defense bonds could also be used to raise money.

Although the discussions were confidential, Left Alliance chair Li Andersson confirmed that the meeting discussed military acquisitions and that there was agreement among party leaders financing should not be allowed to decrease spending on basic social security or education.


([i]EDITOR’S NOTE: It is somewhat ironic to see Finland, which during the past decade has been a model of monetary orthodoxy and inflexibility, adopt the opposite view and now say that EU rules and regulations can be disregarded when its own interests are involved.)[/i]

]http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/180100/finland-mulls-tax%2C-bonds-to-pay-for-new-ships%2C-fighters.html[url] (http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/180100/finland-mulls-tax%2C-bonds-to-pay-for-new-ships%2C-fighters.html[url)[/url]
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Março 11, 2017, 11:49:24 am
Petróleo da noruega já vale 1 bilião (corrigido)

Fundo Soberano da Noruega diversifica o seu investimento. Em Portugal alterou a sua participação nas empresas cotadas em bolsa. Em 2016, a rentabilidade mundial subiu 6.9%

(https://cdn1.newsplex.pt/fotos/2017/3/4/572394.jpg?type=Artigo)

O Fundo de Investimento Soberano da Noruega (FISN) lucrou 447 mil milhões de coroas norueguesas (quase 50 mil milhões de euros) em 2016, um resultado que provem do elevado retorno obtido com o investimento em ações.

Portugal não é exceção. O FISN tem participação em 20 empresas cotadas na bolsa portuguesa, num total de 758 milhões de euros. Do total de empresas cotadas em bolsa em todo o mundo, 1,3% conta com investimento do fundo norueguês. Na Europa são 2,3% das companhias cotadas.

O FISN, que tem um valor de mercado de 7,58 biliões de coroas, tem como objetivo aproveitar o melhor possível as suas duas principais características – a sua perspetiva de longo prazo e o seu tamanho considerável – para assegurar retorno e garantir prosperidade às gerações futuras.

No final do ano passado, o maior fundo soberano do mundo tinha investimentos em 77 países e quase 9000 empresas. Do total dos investimentos realizados pelo fundo, 62,5% está alocado a acções, 34,3% a dívida, e 3,2% do capital a investimento imobiliário.

O valor de mercado dos investimentos em ações era em 2016 de 4692 milhões de coroas, o da dívida de 2577 milhões de coroas e o de investimento imobiliário cifrado em 242 milhões de coroas.

O objetivo do FISN é conseguir ter investimentos o mais diversificados possíveis de forma a distribuir o risco e a gerar o maior retorno possível.

De acordo com os dados revelados esta semana pelo Norges Bank – o banco central da Noruega gere o FISN – o total de investimento do fundo em ativos de Portugal cifrava-se em 10,4 mil milhões de coroas norueguesas (1,17 mil milhões de euros). Deste montante, 6,9 mil milhões coroas corresponde a investimentos em empresas portuguesas cotadas em bolsa.

Por comparação com 2015 deixou a sua participação na Martifer e na F. Ramada e reforçou a sua participação nas empresas energéticas, setor que representa mais de metade do portefólio do FISN em ações portuguesas.

Os maiores investimentos estão na EDP e na Galp, com 1,9 mil milhões e 1,2 mil milhões de coroas respectivamente e entre 2015 e 2016 houve um reforço do investimento na REN para mais de 185 milhões de euros.

Também no setor financeiro o FISN reforçou a sua posição no BCP para 1,25% do capital e no BPI para 0,77% já no final do ano passado. Em percentagem de capital, as cotadas onde o fundo tem maior peso são os CTT (3,71%) e a Ibersol (3,68%).

Entre as reduções no investimento em 2016 destaca-se a Mota-Engil, cujo volume caiu quase para metade (7,9 milhões de coroas por comparação com os 14 milhões do ano precedente).

No ano passado o FISN investiu ainda quase três mil milhões de coroas em dívida soberana – em 2015 o investimento foi pouco superior a mil milhões de coroas.

O volume do ano passado é o mais elevado desde 2008, ano em que o fundo gerido pelo Norges Bank investia 14 mil milhões de coroas em obrigações do Estado português.

Geografia

As obrigações soberanas representam 34,3% da carteira de investimentos mundiais do FISN e os ativos imobiliários 3,2%. No entanto, em Portugal, este fundo não tem qualquer investimento deste tipo.

Por geografia, é nos EUA que está concentrada a maior dos investimentos do fundo em de 2015 para 2016 aumentaram de 40% para 42,3%. Já a exposição do fundo à Europa caiu de 38,1% para os 36% e à Ásia baixou para 17,9.

A aposta nos emergentes representando 10% da carteira de investimentos do fundo soberano.

A maior parte do investimento do fundo é em ações e foi este que permitiu que o retorno tivesse ascendido 6,9%, no ano passado. Um ano antes a rentabilidade tinha sido de 2,7%. As ações apresentaram uma valorização de 8,7%, enquanto as obrigações subiram 4,3% e o imobiliário 0,8%.

«O fundo gerou um retorno de 6,9% após um ano marcado por eventos políticos e incerteza», revelou o presidente executivo do FISN, citado pela agência Bloomberg. «Todas as classes de ativos geraram retornos positivos, mas foi o forte desempenho das ações na segunda metade do ano que puxou pelos resultados do fundo». acrescentou Yngve Slyngstad.

Depois da eleição de Donald Trump como presidente dos EUA, os mercados acionistas dispararam. A promessa do líder norte-americano de fortes investimentos públicos, associada à menor regulação no setor financeiro, tem animado os investidores. As bolsas norte-americanas têm atingido recordes consecutivos e o índice Dow Jones ultrapassou esta semana os 21000 pontos.

2016 foi o quinto ano consecutivo de ganhos do fundo criado pelo Estado norueguês com os lucros do petróleo e numa altura em que governo de Oslo retirou dinheiro ao FISN para cobrir despesas.

Petróleo

Esta é um questão que está a preocupar as autoridades da Noruega e o governador do Banco Central da Noruega tem alertado para os perigos do aumento da despesa pública com recurso às receitas petrolíferas.

Segundo Oystein Olsen, e com o objetivo de proteger o FISN, é necessário contrariar o aumento dos gastos públicos com receitas da exploração petrolífera. Esta representa 8% do Produto Interno Bruto (PIB) e 20% do orçamento do governo da Noruega.

«Com este elevado nível de gastos das receitas petrolíferas, há o risco de uma redução acentuada no capital do fundo», disse Oystein OlsenOlsen. «Isto pode, por exemplo, acontecer se uma recessão global desencadear tanto uma queda das receitas de petróleo e rendimentos baixos ou negativos do capital do fundo», acrescentou o responsável pelo Norges Bank.

No ano passado o executivo norueguês foi obrigado a recorrer ao fundo soberano pela primeira vez para fazer face ao défice orçamental e para animar uma economia atingida pela baixa dos preços do petróleo.

A manter-se esta política Olsen indicou que o maior fundo soberano do mundo poderá registar perdas na ordem dos 50% nos próximos dez anos.

https://sol.sapo.pt/artigo/551951/petroleo-da-noruega-ja-vale-mil-milhoes-

A Noruega é o exemplo perfeito da gestão pública correcta e transparente. Tem metade da população portuguesa, não levantam esquisitices para explorar petróleo, não gastam o dinheiro do petróleo, é todo investido para o bem estar futuro, com a excepção de parte dos rendimentos, que no ano passado deram um lucro de 6,9%!!!!!! Ou seja 50 mil milhões de euros (quase o valor do resgate de Portugal). O montante deste fundo soberano, que investe em todo o mundo civilizado, é tão grande, que dava para pagar todas as dívidas de Portugal (Estado, empresas e particulares) e ainda sobravam uns 300 mil milhões de euros de troco!!!!!!!
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Maio 23, 2017, 09:05:55 pm
Grécia num impasse e sem dinheiro

Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lightning em Março 14, 2018, 06:47:32 pm
Um artigo do Jornal de Negócios de dia 12 possui um artigo sobre as tarifas que os EUA querem colocar ao aço estrangeiro, tem alguns gráficos interessantes, um representa a produção mundial de aço em Dezembro de 2017, ficamos a saber que a China produz 49%, a União Europeia 10%, o Japão e a Índia 6% cada, os EUA e a Coreia do Sul 5% cada, a Rússia 4%.

Os EUA importam 33% do aço, o principal fornecedor com grande destaque é o Canadá, o conjunto de todos os países da UE igualam o Canadá, vários outros países também fornecem aço para os EUA como a Coreia do Sul que fornece aproximadamente metade do valor do Canadá, seguindo-se o México, o Brasil, etc, a Rússia e a China também se encontram na lista, mas no fundo.
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Março 20, 2018, 05:34:50 pm
Um artigo do Jornal de Negócios de dia 12 possui um artigo sobre as tarifas que os EUA querem colocar ao aço estrangeiro, tem alguns gráficos interessantes, um representa a produção mundial de aço em Dezembro de 2017, ficamos a saber que a China produz 49%, a União Europeia 10%, o Japão e a Índia 6% cada, os EUA e a Coreia do Sul 5% cada, a Rússia 4%.

Os EUA importam 33% do aço, o principal fornecedor com grande destaque é o Canadá, o conjunto de todos os países da UE igualam o Canadá, vários outros países também fornecem aço para os EUA como a Coreia do Sul que fornece aproximadamente metade do valor do Canadá, seguindo-se o México, o Brasil, etc, a Rússia e a China também se encontram na lista, mas no fundo.

Há uma enorme guerra comercial em marcha. A mais visível e a que mais estragos provoca, é a que opõem a Europa aos Estados Unidos: Apple, VW, Microsoft..... e não vai ficar por aqui.......
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Março 20, 2018, 05:42:45 pm
Escândalo Cambridge Analytica: Facebook perde 35 mil milhões

Rebentou mais um escândalo para o lado da maior rede social do mundo. A empresa de Mark Zuckerberg viu o seu valor encolher na bolsa de valores de tecnologia dos Estados Unidos. O Facebook perdeu cerca de 35 mil milhões de dólares entre a manhã e o anoitecer desta segunda-feira.

No foco do escândalo está a Cambridge Analytica, uma empresa de análise de dados que trabalhou com a equipa responsável pela campanha de Donald Trump nas eleições de 2016, nos Estados Unidos. Na Europa, a empresa foi contratada pelo grupo que promovia o Brexit (a saída do Reino Unido da União Europeia).

(https://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2018/03/pplware_escandalo_facebook00.jpg)

Presidenciais americanas, Brexit e Facebook… uma ligação tóxica

A empresa em causa é propriedade do multimilionário do mercado financeiro Robert Mercer e era presidida, à época, por Steve Bannon, então principal assessor de Trump.

As informações foram recolhidas por uma aplicação que se chama thisisyourdigitallife (esta é a sua vida digital, em português), que pagou a centenas de milhares de utilizadores pequenas quantias para que eles fizessem um teste de personalidade e concordassem em ter os seus dados recolhidos para uso académico – a app foi desenvolvida por Aleksandr Kogan, um investigador da Universidade de Cambridge, no Reino Unido (a universidade não tem ligações com a Cambridge Analytica).

(https://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2018/03/pplware_escandalo_facebook01.jpg)

Além da óbvia questão de que muitos utilizadores não leem os longos termos e condições e mal sabem que estão a entregar as suas informações, o grande problema foi que o software também recolheu as informações dos amigos de Facebook das pessoas que fizeram o teste, sem autorização.

À época, a política do Facebook permitia a terceiros a recolha de dados de amigos, mas apenas para melhorar a experiência do próprio utilizador na aplicação. Era proibido que os dados fossem vendidos ou usados para publicidade.

De acordo com a imprensa americana, 270 mil pessoas fizeram o inquérito – mas os termos de utilização, que costumam ser ignorados pela maioria, permitiam que os programadores tivessem acesso também aos dados dos seus amigos.

Isso teria feito o número de pessoas com dados recolhidos saltar para a casa dos 50 milhões. As informações obtidas por meio do teste de personalidade foram vendidas à Cambridge Analytica, segundo contou o ex-funcionário da empresa Christopher Wylie, que é um investigador canadiano na área de ciência da computação, aos jornais The New York Times e The Guardian.

(https://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2018/03/pplware_escandalo_facebook03.jpg)

Segundo as publicações, os dados obtidos pela empresa incluem detalhes da identidade de utilizadores do Facebook, publicações, gostos e rede de amigos.

Ao recolher os dados das pessoas e categorizar o seu perfil, isso permite-lhe segmentar a população, para direcionar mensagens sobre questões que interessam (a cada grupo), usando linguagem e imagens que as possam gerar “engagement” (compromisso). Fazemos isso na Ásia, nos Estados Unidos…”, explicou Alex Tyler, gestor de dados da Cambridge Analytica, a um repórter do Channel 4, emissora britânica, que se fez passar por um potencial cliente.

O Facebook demorou para agir?

Entre as provas do acesso irregular aos perfis apresentadas por Christopher Wylie, ex-funcionário da Cambridge Analytica, estão uma carta de advogados do Facebook enviada ao próprio  em agosto de 2016, solicitando para que destruísse os dados recolhidos por meio do teste de personalidade criado pelo académico Aleksandr Kogan.

(https://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2018/03/pplware_escandalo_facebook04.jpg)

A carta foi enviada alguns meses depois de uma reportagem do The Guardian apontar possíveis irregularidades no acesso a perfis de utilizadores da rede social e dias antes da Cambridge Analytica passar a atuar na campanha de Trump.

    Porque os dados foram obtidos e usados sem permissão e porque a GSR (empresa criada por Kogan para obter os perfis de quem fez o inquérito) não estava autorizada a partilhar ou vender-lhe o material, ele não pode ser usado legitimamente no futuro e deve ser apagado imediatamente”

Refere a carta do Facebook.

Segundo Wylie, o Facebook não foi atrás para se assegurar que as informações foram efetivamente apagadas.

    O que mais me impressionou foi isso. Eles esperaram dois anos e não fizeram absolutamente nada para verificar se os dados foram apagados. Eles só me pediram para preencher com x uma pergunta e postar de volta o documento.

Contou o ex-funcionário da Cambridge Analytica.

O que diz o Facebook sobre isto?

O Facebook diz que havia sido informado de que os dados dos utilizadores seriam usados para fins académicos. Conforme a rede social, Kogan obteve acesso aos dados dos utilizadores de forma legítima, mas depois quebrou as regras ao partilhar esses dados a terceiros.

O Facebook também afirmou que apagou  a aplicação com o teste de personalidade em 2015 e pediu para que as informações dos utilizadores fossem removidas. Mas a carta a Wylie solicitando a eliminação dos dados só chegou na segunda metade de 2016.

Já a Cambridge Analytica nega que tenha usado os dados e afirma que apagou todas as informações assim que soube que estas haviam sido colhidas irregularmente.

Já o The New York Times afirma contudo, que, com base em entrevistas com ex-funcionários da empresa, em emails e documentos, a Cambridge Analytica não apenas usou os dados do Facebook para fazer marketing político, mas ainda mantém a maioria dessas informações.

Desde que o escândalo veio a praça pública, o co-fundador do Facebook Mark Zuckerberg perdeu, sozinho, quase 5 mil milhões de dólares.

(https://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2018/03/pplware_escandalo_facebook02.jpg)

Em que pé estão as investigações?

A senadora americana Amy Klobuchar chegou a fazer pressão para que Mark Zuckerberg vá ao Senado para dar explicações. No Reino Unido, o deputado conservador Damian Collins disse que também pretende chamar Zuckerberg ou outro alto executivo para depor.

Parlamentares americanos querem mais informações do diretor-executivo da Cambridge Analytica, Alexander Nix, sobre a atuação da empresa na campanha de Donald Trump. O promotor que investiga o possível envolvimento da Rússia na eleição presidencial já pediu acesso aos emails dos funcionários da empresa de consultoria que trabalharam para a equipa do atual presidente.

No Reino Unido, onde a Cambridge Analytica foi contratada pela campanha “pró-Brexit”, autoridades dizem que pedirão à Justiça um mandado de busca e apreensão nos escritórios da empresa em Londres.

Novo escândalo

Além do escândalo que envolve o uso irregular de dados de utilizadores do Facebook, a Cambridge Analytica viu-se envolvida esta semana numa nova polémica. O diretor-executivo da empresa, Alexander Nix, foi filmado pelo Channel 4 News, canal de TV britânico, sugerindo táticas questionáveis para desacreditar candidatos em campanhas.

Um repórter que se apresentou como potencial cliente da Cambridge Analytica reuniu-se com Nix e gravou as informações. O jornalista disse que trabalhava para um cliente rico que desejava eleger um candidato no Sri Lanka.

Na filmagem, o executivo é questionado sobre que tipo de “investigação aprofundada” poderia ser feita contra adversários políticos. “Ah, nós fazemos bem mais do que isso”, respondeu Nix.

(https://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2018/03/pplware_escandalo_facebook06.jpg)

Ele, então, sugere que uma forma de atingir um indivíduo é “oferecer um presente que é bom demais para ser verdade e filmar isso”. Nix ainda acrescentou que poderia “enviar algumas mulheres para a casa do candidato”. Ele comentou que “as meninas ucranianas são muito bonitas e que funcionariam bem”.

“Só lhe estou a dar exemplos do que pode ser feito e do que já foi feito antes”, concluiu o executivo, nas imagens gravadas pela TV britânica. A Cambridge Analytica defendeu-se dizendo que a reportagem “interpretou errado” a conversa registada pelas câmeras.

Nix diz que se meteu na conversa apenas para poupar o “cliente de constrangimentos”. “Nós apresentamos uma série de cenários hipotéticos absurdos”, afirmou.

“A Cambridge Analytica não compactua ou participa de armadilhas ou pagamentos de subornos”, completou.

Em resumo…

Estamos perante (mais) um caso escandaloso de usurpação de dados que os utilizadores, de forma espontânea, deixam nas redes sociais e que a falta de ética, de escrúpulos de quem gere esses serviços, abusa para fins não lícitos. São atos de terrorismo moderno que, como vimos, poderão estar por trás de decisões políticas graves, como a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e mesmo a decisão do Reino Unido em abandonar a União Europeia.

Este é hoje o arsenal de armamento que destrói tanto ou mais que mísseis ou bombas outrora as figuras da guerra no mundo.

https://pplware.sapo.pt/informacao/escandalo-cambridge-analytica-facebook-perder-35-mil-milhoes/

Perda de 35 mil milhões de valor do Facebook num só dia!!!!! Grande terramoto!!!!!!
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Março 21, 2018, 01:57:32 pm
Bruxelas valida compra da Monsanto pela Bayer


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Daniel em Março 22, 2018, 04:15:51 pm
Trump lança ameaça à China. Wall Street treme
https://www.sapo.pt/noticias/economia/trump-lanca-ameaca-a-china-wall-street-treme_5ab3bd1895f033563f1cc488
(https://thumbs.web.sapo.io/?H=547&epic=adkhI8zT6KwJQmFSV57KT2YcI/ItH/qRKyBR9NIhGbG42tiesCat+cviggUn93fhQ0Wdjww6JiWbLkkH56Quxl/T4w==)
Citar
Donald Trump deverá anunciar 50 mil milhões em tarifas contra a China esta quinta-feira. Depois do choque da Fed, os investidores retraem-se perante a ameaça de guerra comercial.

Os índices norte-americanos registam quebras a rondar o 1%, com o Dow Jones a destacar-se pela negativa. Os investidores retraem-se com a perspetiva de que o presidente Trump anuncie, ainda esta quinta-feira, pesadas tarifas contra a China, com graves consequências para a economia mundial.

Donald Trump deverá anunciar 50 mil milhões em tarifas contra a China esta quinta-feira, avança a Bloomberg (conteúdo em inglês/acesso condicionado). Prevê-se que, a verificar-se este cenário, se sigam medidas de contra-ataque por parte da China.

O Senhor Trump no seu melhor.  :P ::)
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Março 23, 2018, 11:15:05 am
Chopard só vai usar ouro 100% "ético"


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: mayo em Março 25, 2018, 06:14:55 pm
Trump lança ameaça à China. Wall Street treme
https://www.sapo.pt/noticias/economia/trump-lanca-ameaca-a-china-wall-street-treme_5ab3bd1895f033563f1cc488
(https://thumbs.web.sapo.io/?H=547&epic=adkhI8zT6KwJQmFSV57KT2YcI/ItH/qRKyBR9NIhGbG42tiesCat+cviggUn93fhQ0Wdjww6JiWbLkkH56Quxl/T4w==)
Citar
Donald Trump deverá anunciar 50 mil milhões em tarifas contra a China esta quinta-feira. Depois do choque da Fed, os investidores retraem-se perante a ameaça de guerra comercial.

Os índices norte-americanos registam quebras a rondar o 1%, com o Dow Jones a destacar-se pela negativa. Os investidores retraem-se com a perspetiva de que o presidente Trump anuncie, ainda esta quinta-feira, pesadas tarifas contra a China, com graves consequências para a economia mundial.

Donald Trump deverá anunciar 50 mil milhões em tarifas contra a China esta quinta-feira, avança a Bloomberg (conteúdo em inglês/acesso condicionado). Prevê-se que, a verificar-se este cenário, se sigam medidas de contra-ataque por parte da China.

O Senhor Trump no seu melhor.  :P ::)

Ele é que tem razão !
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Abril 04, 2018, 01:27:06 pm
Tensão comercial entre EUA e China pode ter "um efeito dominó"


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Abril 12, 2018, 07:12:38 pm
OMC prevê crescimento de 4,4 % do comércio mundial


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Abril 26, 2018, 07:00:04 pm
Juncker e Tsipras de acordo sobre a saída da Grécia do programa de resgate


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Maio 01, 2018, 04:30:44 pm
Manifestantes gregos dizem que retoma é miragem


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Maio 11, 2018, 07:17:10 pm
Preço do petróleo aumenta após cerca de 3 anos e meio estabilizados


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Maio 15, 2018, 07:27:58 pm
UE cresce a ritmos diferentes


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Maio 24, 2018, 04:50:16 pm
Gazprom escapa a multa de Bruxelas


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Julho 11, 2018, 11:05:08 am
Guerra comercial entre Estados Unidos e China aumenta de intensidade


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Julho 17, 2018, 07:52:08 pm
UE e Japão assinam acordo comercial "histórico"


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Julho 23, 2018, 08:47:27 pm
O petróleo já está a sentir os efeitos da tensão entre o Irão e os EUA


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Julho 24, 2018, 08:12:47 pm
Poderá Juncker travar guerra comercial com EUA ?


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Julho 30, 2018, 06:29:11 pm
A posição dos EUA na guerra dos gasodutos


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Julho 31, 2018, 05:03:05 pm
FMI tem dúvidas sobre a viabilidade da dívida grega


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 01, 2018, 06:57:40 pm
Trégua comercial EUA-UE é um alívio para europeus


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 02, 2018, 03:48:32 pm
Comissão Europeia discorda do FMI sobre dívida grega


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 07, 2018, 05:42:36 pm
A sustentabilidade da Grécia após o plano de resgate


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 09, 2018, 06:30:58 pm
Rublo e lira turca afundam por causa de sanções dos EUA


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Agosto 10, 2018, 04:36:36 pm
Trump duplica taxas alfandegárias e lira turca afunda 16%

Depois de recuperar parte das perdas, a lira turca voltou a cair a pique face ao dólar assim que Donald Trump anuncia mais taxas sobre a Turquia, e já desvaloriza mais de 16%.

(https://imageproxy-observadorontime.netdna-ssl.com/800x,q85/https://s3cdn-observadorontime.netdna-ssl.com/wp-content/uploads/2018/08/10142817/GettyImages-683842666-1_770x433_acf_cropped.jpg)

Depois de uma manhã de turbulência e de uma recuperação parcial, a lira turca voltou a afundar 16% face ao dólar na sequência do anúncio de Donald Trump de que autorizou a duplicação das taxas alfandegárias sobre a importação de aço e alumínio da Turquia, num altura em que a relação entre os dois países está tensa.

“Acabei de autorizar a duplicação das tarifas sobre o aço e o alumínio relativamente à Turquia numa altura em que a sua moeda, a lira turca, desvaloriza rapidamente contra o nosso forte dólar! [A taxa sobre o] alumínio será agora sobre 20% e sobre o aço 50%. As nossas relações com a Turquia não são boas nesta altura”, disse o presidente dos Estados Unidos numa publicação na rede social Twitter.



    I have just authorized a doubling of Tariffs on Steel and Aluminum with respect to Turkey as their currency, the Turkish Lira, slides rapidly downward against our very strong Dollar! Aluminum will now be 20% and Steel 50%. Our relations with Turkey are not good at this time!

    — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) August 10, 2018


A decisão de Donald Trump foi anunciada numa altura em que a lira turca já recuperava de uma forte desvalorização que tinha acontecido no início das negociações. Durante a manhã, a lira turca chegou a cair 11% e depois recuperou parte das perdas. No entanto, assim que foi anunciada a decisão, a moeda turca voltou a cair a pique e já caia mais de 16% pelas 14h40 desta sexta-feira.

Os juros exigidos pelos investidores para comprar dívida turca a dez anos também se continuam a subir, atingindo os 19,74%. A bolsa está a acompanhar a tendência, com os seus principais índices a caírem mais de 5%.

Na Europa, um autêntico mar de vermelho. O bolsa italiana é a que mais cai, com o seu principal índice, o FTSE MIB chegou a cair mais de 3%. Na Alemanha e em Espanha os principais índices caiam à volta de 2%, e em França 1,7%. O principal índice da bolsa portuguesa, o PSI20, também cai cerca de 0,7%.

O euro também está a cair face ao dólar, na sequência da turbulência vinda da Turquia. A moeda única chegou a desvalorizar quase 0,9%.

De costas voltadas com Trump, Erdogan vira-se para a Rússia

Com a tensão com os Estados Unidos cada vez mais elevada, o presidente turco falou ao telefone com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, para o que o regime turco diz ter sido uma conversa sobre as relações económicas entre os dois países.

Segundo a Associated Press (AP), responsáveis do governo turco, que pediram para não serem identificados, disseram que os dois presidentes expressaram o seu “agrado” que os laços entre os dois países estão a ser reforçados e pela continua cooperação nas áreas da defesa e da energia, no que parece ser uma alfinetada aos EUA e aos aliados europeus, já que a Turquia é um dos países que integram a NATO. Recentemente, a Turquia decidiu comprar sistemas de defesa anti-míssil à Rússia. A Rússia também está a construir uma central de energia nuclear na Turquia.

Deus e o dinheiro debaixo do colchão como política económica

“Se eles têm dólares, nós também temos o nosso povo, o nosso Deus”, foi uma das primeiras reações do dia do presidente Reçep Erdogan. Depois disso, Erdogan tentou passar mais uma mensagem de calma e fez um apelo pouco ortodoxo à população.

Convertam os vossos euros, dólares e ouro que têm guardados debaixo da almofada em liras nos nossos bancos. Esta é uma luta doméstica e nacional”, disse.

“Esta vai ser a resposta do meu povo àqueles que estão a fazer uma guerra económica contra nós”, acrescentou, antes de garantir que o seu governo não ia perder esta guerra.

No entanto, horas mais tarde o ministro das Finanças da Turquia, Berat Albayrak, que é também genro do presidente turco, sentiu necessidade de vir a pública garantir a independência do banco central: “um dos nossos princípios será garantir a independência total da política monetária”.

A garantia foi deixada durante a apresentação dos planos do governo para um novelo modelo económico na Turquia.

Bancos espanhóis são os mais expostos

Entre os bancos internacionais, os espanhóis eram os mais expostos à Turquia no primeiro trimestre deste ano. De acordo com o Banco de Pagamentos Internacionais (BIS, na sigla em inglês), a exposição dos bancos espanhóis à Turquia é de cerca de 82,3 mil milhões de dólares. Destes, apenas 2,4 mil milhões de dólares é de exposição aos bancos turcos. A maior parte é a empresas, mais de 59 mil milhões de dólares, mas os bancos espanhóis também detém cerca de 19,3 mil milhões de dólares de dívida pública turca. No entanto, se se adicionarem a estes o valor das garantias concedidas por bancos espanhóis a entidades turcas e os compromissos já assumidos para dar créditos, a exposição dos bancos espanhóis seria superior a 100 mil milhões de dólares.

Em segundo lugar nesta lista surgem os bancos franceses,  com uma exposição total que ronda os 38,4 mil milhões de dólares, dos quais 24,2 mil milhões são também a empresas. Deste bolo total, os bancos franceses terão ainda cerca de 7 mil milhões de dólares emprestados ao setor público turco e outros 3,9 mil milhões de dólares a bancos turcos.

Os bancos alemães surgem como os terceiros mais expostos, mas só contando com a zona euro (já que o Reino Unido e os Estados Unidos são o terceiro e quarto mais expostos em termos globais) com uma exposição de cerca de 17,2 mil milhões de dólares, mas com mais dinheiro em bancos do que em dívida pública. Os bancos italianos são os quartos mais expostos da zona euro, com um uma exposição de cerca de 16,9 mil milhões de dólares.

O que agravou esta crise?

Os receios em torno da situação económica turca agravaram-se depois de um embate entre o presidente da Turquia e o presidente dos Estados Unidos, depois de a Turquia prender e se recusar a libertar Andrew Brunson, um pastor norte-americano de 50 anos oriundo da Carolina do Norte.

Andrew Brunson encontra-se atualmente sob prisão domiciliária e é um dos 20 norte-americanos acusados pela justiça turca de participarem na tentativa de golpe de Estado contra o presidente da Turquia em 2016.

O pastor é acusado de ter ligações a dois grupos que a Turquia considera terroristas, o partido dos trabalhadores do Curdistão – mais conhecido como PKK – e o movimento liderado por clérigo turco radicado nos Estados Unidos, Fethullah Gulen.

Fethullah Gulen é considerado por Erdogan como o responsável máximo pela tentativa de golpe de Estado e tem sido um foco de tensão entre Turquia e Estados Unidos. A Turquia exige, desde 2016, a extradição de Fethullah Gullen para que seja julgado na Turquia como o autor moral da tentativa de golpe de Estado, mas os EUA recusaram sempre estas pretensões, tanto durante a administração de Barack Obama como na de Donald Trump.

O presidente norte-americano já falou diretamente como Erdogan a exigir a libertação do clérigo norte-americano, mas o presidente turco tem recusado. Na sequência da falta de entendimento, Donald Trump ameaçou impor sanções contra a Turquia, que como uma economia fragilizada, se vê agora a braços com uma instabilidade que pode sair cara aos turcos.

Os Estados Unidos também já tinham aplicado sanções contra dois responsáveis turcos há cerca de um mês, em resposta a este caso. Na altura, a Turquia prometeu retaliar.

https://observador.pt/2018/08/10/trump-duplica-taxas-alfandegarias-e-lira-afunda-16/
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Agosto 13, 2018, 02:37:37 pm
Lira cai mais de 8%. Erdogan acusa EUA de facada nas costas

Depois de ter cair 15% face ao dólar na sexta-feira, a lira turca perde mais de 8%, bolsa cai mais de 4% e os juros da dívida a 10 anos batem novo recorde. Erdogan fala de facada nas costas dos EUA.

(https://imageproxy-observadorontime.netdna-ssl.com/800x,q85/https://s3cdn-observadorontime.netdna-ssl.com/wp-content/uploads/2018/08/13122109/GettyImages-576768036_770x433_acf_cropped.jpg)

A lira turca está novamente a cair a pique e a renovar mínimos históricos, com as palavras do presidente turco a não conseguirem acalmar os mercados. Depois de na segunda-feira ter desvalorizado quase 16% face ao dólar, a lira turca está a perder mais de 8% e a arrastar os mercados europeus consigo. Reçep Tayyip Erdogan diz que a economia turca está sitiada e acusa os Estados Unidos de darem uma facada nas costas da Turquia.

As mostras de confiança do presidente da Turquia não foram suficientes para estancar a sangria nos mercados. Esta segunda-feira, a lira turca está a cair mais de 8% face ao dólar e já esteve perto de uma desvalorização de 8%. No último mês, a moeda turca já perdeu mais de 30% do seu valor face ao dólar e está num valor historicamente baixo.

A bolsa turca segue o mesmo caminho e os seus principais índices estão a cair mais de 4%. Os juros exigidos pelos investidores para deterem dívida turca a 10 anos continuam a bater máximos e já superam os 21%.

Não é só na Turquia que os mercados estão no vermelho. Na Europa, com exceção de um índice da bolsa da Estónia, todos os outros encontram-se a sofrer perdas. Quem perde mais é o IBEX35, o principal índice da Bolsa de Madrid, que está a desvalorizar mais de 1%.

Facada nas costas

Depois de na sexta-feira e no sábado ter pedido aos turcos para trocarem todas o dinheiro que têm em dólares e euros por liras turcas, numa tentativa de estancar a desvalorização da lira, o presidente da Turquia diz que a economia turca está sitiada e que os Estados Unidos estão a dar uma facada nas costas da Turquia.

O presidente turco diz que espera que estes “ataques” continuem e que a Turquia tem de estar preparada para lhes fazer frente quando isto acontecer.

Os dois países, aliados tradicionais na região e especialmente por a Turquia fazer parte da NATO – uma das queixas de longa data da Rússia –, estão envolvidos numa disputa diplomática devido à prisão de um pastor norte-americano na Turquia.

Andrew Brunson encontra-se atualmente sob prisão domiciliária e é um dos 20 norte-americanos acusados pela justiça turca de participarem na tentativa de golpe de Estado contra o presidente da Turquia em 2016.

O pastor é acusado de ter ligações a dois grupos que a Turquia considera terroristas, o partido dos trabalhadores do Curdistão – mais conhecido como PKK – e o movimento liderado por clérigo turco radicado nos Estados Unidos, Fethullah Gulen.

Fethullah Gulen é considerado por Erdogan como o responsável máximo pela tentativa de golpe de Estado e tem sido um foco de tensão entre Turquia e Estados Unidos. A Turquia exige, desde 2016, a extradição de Fethullah Gullen para que seja julgado na Turquia como o autor moral da tentativa de golpe de Estado, mas os EUA recusaram sempre estas pretensões, tanto durante a administração de Barack Obama como na de Donald Trump.

O presidente norte-americano já falou diretamente como Erdogan a exigir a libertação do clérigo norte-americano, mas o presidente turco tem recusado. Na sequência da falta de entendimento, Donald Trump ameaçou impor sanções contra a Turquia, que como uma economia fragilizada. Na sexta-feira, Donald Trump anunciou que tinha dado autorização para duplicar as taxas aduaneiras (que são impostas sobre as importações) sobre o alumínio e o aço.

Os Estados Unidos também já tinham aplicado sanções contra dois responsáveis turcos há cerca de um mês, em resposta a este caso. Na altura, a Turquia prometeu retaliar.

https://observador.pt/2018/08/13/lira-cai-mais-7-erdogan-acusa-eua-de-facada-nas-costas/
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 16, 2018, 11:28:45 am
Qatar promete investimento de 15 mil milhões de dólares na Turquia


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 19, 2018, 09:08:53 pm
A luta pela recuperação depois do resgate na Grécia


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 21, 2018, 03:52:21 pm
Primeiro-ministro grego assinala primeiro dia de uma "nova era"


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 24, 2018, 05:42:05 pm
Trump terá disponibilizado ajuda para comprar dívida italiana


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 13, 2018, 09:54:27 pm
BCE revê em baixa crescimento da Zona Euro


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 20, 2018, 06:43:12 pm
OCDE revê em baixa crescimento da economia mundial


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: perdadetempo em Setembro 26, 2018, 06:08:04 pm
Pode-se dizer que em matéria de escândalos financeiros/bancários  não estamos sós, lavar 234 Biliões(234.000 milhões) de USD$ não é para qualquer um:

Citar
As Denmark comes to grips with its role in one of Europe’s worst dirty money sagas, its parliament is working overtime to stop the nation’s credit rating from being dragged down by the scandal.

Danske Bank A/S has admitted that about $234 billion flowed through a tiny unit in Estonia between 2007 and 2015, and is treating a “large” share of that amount as “suspicious” transactions. Chief Executive Officer Thomas Borgen has resigned and several employees have been reported to the police. Criminal investigations are ongoing and the government says Danske may face a $630 million fine.

S&P Global Ratings says the sheer scale of the scandal has put the Danish government’s AAA credit grade at risk. S&P first made the comment in a Sept. 14 note, and said the view still holds, when contacted by phone on Sept. 20. It’s a warning that has Danish politicians worried, and on Wednesday parliament quickly agreed on a package of much stricter laws to fight money laundering.

Rasmus Jarlov, Denmark’s business minister and the man who oversees financial legislation in the country, says S&P’s assessment makes clear the government needs to act. In an interview, he said previous signals from the administration that bank regulations might be softened are now going nowhere.

“I don’t have any intention to lower capital requirements,” he said.

Danske shares fell about 2.9 percent in Copenhagen on Monday, bringing losses this year to 32 percent. Other Danish bank stocks also fell. Danske is now the year’s worst performing European financial stock in the Bloomberg index, after Deutsche Bank AG.
Europe’s Biggest Scandal

The Danske Bank scandal “is hurting the Danish financial sector’s reputation, which makes it urgent that we respond and draw up some consequences for everybody to see that we’re treating this with the utmost seriousness.”

The specter of a sovereign ratings downgrade hung over lawmakers’ heads on Sept. 19 as they agreed on measures that include raising bank fines by 700 percent. Prime Minister Lars Lokke Rasmussen said the same day that the Danske case is far from over. It “doesn’t end here,” he said.

The sense of shock throughout Denmark’s political establishment was palpable as lawmakers across party lines expressed dismay and underscored the need to take a tough stance. The laundromat case has unsettled a country generally associated with some of the world’s lowest levels of corruption and highest levels of transparency. It’s also left the European Union wondering what went wrong.

EU Justice Commissioner Vera Jourova called the scandal “shocking,” and said she’s planning to meet with the finance minister of Denmark, among others, on Oct. 2 to discuss the case.

“This is absolutely the biggest scandal which we have now in Europe,” she said.

The European Union will now investigate whether Danske’s supervisors did enough to prevent laundering. The European Commission has asked the European Banking Authority to treat the probe “with the necessary degree of urgency,” according to a Sept. 21 letter seen by Bloomberg.

The Danish Financial Supervisory Authority said it was contacted on Monday by the EBA, which wants the Copenhagen-based regulator to explain what it did to try to ensure Danske was living up to anti-money laundering requirements.

Morten Bodskov, a former justice minister who is now a member of the opposition, compared the Danske laundering scandal to the fallout of the 2008 financial crisis in Denmark. Now, as was the case then, it’s “a question of defending our AAA rating,” he said. “If we can’t do that, then we’re in serious trouble.”

Here’s what Hermitage Capital co-founder, Bill Browder, has to say about Denmark’s treatment of his criminal complaint:

“It’s crucial that we act fast,” said Morten Ostergaard, leader of the opposition Social Liberals. “Hopefully that’s the answer we need to give to the people assessing our credit rating.” When it comes to Denmark’s reputation in general, that will take “longer to rebuild,” he said.

Lisbeth Bech Poulsen, a spokeswoman for the opposition Socialist People’s Party, said, “The fact that S&P says it may lower our national rating because of this, and the instability that would cause in the financial system and the general economy, prompts us to have some very serious thoughts about what kind of financial supermarkets we should have.”

https://www.bloomberg.com/news/articles/2018-09-23/danske-threat-to-denmark-s-aaa-rating-triggers-political-action (https://www.bloomberg.com/news/articles/2018-09-23/danske-threat-to-denmark-s-aaa-rating-triggers-political-action)
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 09, 2018, 10:42:46 am
FMI revê em baixa crescimento mundial


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Dezembro 06, 2018, 07:36:35 pm
‘Shocking’ Huawei Arrest Threatens to Upend Trump-Xi Trade Truce

https://www.bloomberg.com/news/videos/2018-12-06/huawei-cfo-s-arrest-thrusts-chinese-tech-champion-into-trade-war-video

On the same day Donald Trump and Xi Jinping struck a trade war truce in Argentina, some 7,000 miles away Canadian authorities made an arrest that now threatens to make the U.S.-China conflict much worse.

The U.S. is seeking the extradition of Wanzhou Meng, chief financial officer of Huawei Technologies Co., after convincing Canada to arrest her on Dec. 1. Canada confirmed she was in custody shortly after the Globe and Mail reported she had been arrested in connection with violating sanctions against Iran.

China promptly reacted with outrage after the news broke, demanding that both countries move to free Meng. Later, the foreign ministry said it was waiting for details on why she was arrested, and said trade talks should continue.

It’s hard to overstate the significance of her arrest in Beijing: Meng is the daughter of the founder of Huawei, a national champion at the forefront of Xi’s efforts for China to be self-sufficient in strategic technologies. While the U.S. routinely asks allies to extradite drug lords, arms dealers and other criminals, arresting a major Chinese executive like this is rare -- if not unprecedented.

“The timing and manner of this is shocking,” Andrew Gilholm, director of North Asia analysis at Control Risks Group, said by phone. “It’s not often the phrase OMG appears in our internal email discussions. ”

Right now it’s unclear what role Trump played in Meng’s arrest, or if he will intervene at some point. The U.S. leader has spent the past few days seeking to convince the world -- and skeptical equity investors -- that China has agreed to major concessions, including reducing or removing tariffs on U.S. cars. Stocks fell across Asia on Thursday.

https://www.bloomberg.com/news/articles/2018-12-06/-shocking-huawei-arrest-threatens-to-upend-trump-xi-trade-truce?srnd=premium-europe
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 25, 2018, 01:12:09 pm
Bolsas asiáticas em queda


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 26, 2018, 05:15:15 pm
O estado do comércio internacional em 2018: três guerras e um acordo



Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 31, 2018, 06:24:22 pm
Moeda oficial da União Europeia faz 20 anos



Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 07, 2019, 07:17:23 pm
Presidente do Banco Mundial bate com a porta


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 08, 2019, 06:11:47 pm
Produção industrial cai na Alemanha


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 09, 2019, 03:30:16 pm
Guerra comercial e o impacto no setor tecnológico



Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 11, 2019, 02:47:32 pm
Zona euro sob ameaça de recessão


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 21, 2019, 11:02:42 am
Fosso entre ricos e pobres acentuou-se em 2018



Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 21, 2019, 10:24:10 pm
FMI corta previsões para o crescimento mundial


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 28, 2019, 11:30:32 am
Retiradas sanções a empresas ligadas a Deripaska



Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 28, 2019, 08:57:11 pm
Aumento de 11% no salário mínimo grego



Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Fevereiro 04, 2019, 03:33:26 pm
Empresa perde 120 milhões porque o CEO morreu sem dar a password a ninguém

Os milhões de euros estão distribuídos por várias moedas virtuais, como a Bitcoin, Bitcoin Cash, Litecoin, Ethereum. Nem a mulher do CEO de 30 anos sabe a senha. A empresa encerrou a actividade.

(https://bordalo.observador.pt/800x,q85/https://s3.observador.pt/wp-content/uploads/2019/02/04120647/GettyImages-887657568_770x433_acf_cropped.jpg)

Uma empresa de câmbio de criptomoedas perdeu 190 milhões de dólares (cerca de 126 milhões de euros) porque o CEO morreu sem dar a palavra-passe para entrar no sistema. QuadrigaCX é uma companhia de intercâmbio de divisas, cujo fundador e CEO, Gerald Cotten, morreu em Dezembro do ano passado de forma inesperada.

Em jogo estão 190 milhões de dólares canadianos distribuídos por várias moedas virtuais como a Bitcoin, Bitcoin Cash, Litecoin, Ethereum, entre outras. Segundo o jornal El Español, a empresa teria um sistema digital para armazenar as criptomoedas que não precisava de estar ligado à internet para realizar transacções. Esta é uma medida muito recorrente nas empresas do sector que permite que as informações dos clientes estejam seguras, especialmente contra ataques de hackers. O problema é que esse sistema está encriptado e protegido com uma palavra-passe que só Gerald Cotten sabia, revela a mulher do CEO.

Sem esta senha será praticamente impossível recuperar o dinheiro. Dadas as dificuldades de acesso, a empresa decidiu encerrar as operações no dia 31 de Janeiro por falta de liquidez e emitiu um comunicado no site a explicar que está a trabalhar para “localizar e assegurar” as reservas das criptomoedas que a empresa detinha.

(https://s3.observador.pt/wp-content/uploads/2019/02/04110804/quadrigacx.jpg)

A empresa informou ainda que recorreu ao Supremo Tribunal da Nova Escócia para que uma terceira entidade independente possa supervisionar os procedimentos e para que essa entidade possa aceder às reservas dos clientes. Segundo o mesmo jornal, o CEO, de 30 anos, sofria da doença de Crohn, uma doença crónica do trato gastrointestinal e que afecta maioritariamente pessoas dos 16 aos 40 anos, e morreu na Índia.

De acordo com o diário espanhol, há vários clientes que suspeitam das circunstâncias da morte do empresário e pensam que este tenha tentado enganar as autoridades e a empresa e tenha fugido com o dinheiro. A mulher continua numa busca incessante pela password, mas até agora sem sucesso.

https://observador.pt/2019/02/04/empresa-perde-120-milhoes-porque-o-ceo-morreu-sem-dar-a-password-a-ninguem/

No mínimo é surreal. A ser verdade, levou para a sua sepultura 120 milhões de euros (só ele tinha a senha da carteira de criptomoedas da empresa e dos seus clientes), ou então está num local paradisíaco a gozar a vida à custa das criptomoedas dos outros!!!!!!
Ou então..... https://www.newsbtc.com/2019/02/04/quadrigacx-never-held-100m-bitcoin-crypto-researcher/
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Abril 09, 2019, 10:20:06 pm
FMI corta previsão de crescimento da economia mundial



Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Abril 13, 2019, 12:58:25 pm
Arrefecimento económico preocupa G20



Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Viajante em Abril 23, 2019, 03:05:56 pm
Quem é o português que vai ser o novo CEO da gigante norte-americana Kraft Heinz?

Responsável por sucessos de marcas como a Corona, a Budweiser ou a Stella Artois, Miguel Patrício trabalha há décadas na área dos bens alimentares, assumindo agora a liderança da Kraft Heinz.

(https://bordalo.observador.pt/800x,q85/https://s3.observador.pt/wp-content/uploads/2019/04/22194603/miguel-patricio-heinz.jpg)

A notícia de que o empresário português Miguel Patrício foi o escolhido para ser o próximo CEO do grupo Kraft Heinz, que detém marcas como o ketchup Heinz ou o queijo para barrar Philadelfia, foi divulgada esta segunda-feira pela empresa. Miguel Patrício vai assumir a liderança do grupo no dia 1 de julho e tem a missão de inverter o rumo de uma empresa que no ano passado registou mais de 10 mil milhões de dólares em prejuízos.

Patrício nasceu em Portugal em 1966, numa família natural de Mação, mas estudou e começou a trabalhar no Brasil. Estava no ramo alimentar desde praticamente o início da sua carreira, tendo passado por empresas como a Coca-Cola, a Johnson & Johnson ou a Philip Morris. Desde 1998, trabalhava no grupo Anheuser-Busch InBev, dono de marcas de cerveja como a Budweiser ou a Stella Artois. Em 2012, assumiu as funções de diretor de marketing daquelas marcas.

“Trago um perfil muito diferente” à empresa, disse Miguel Patrício à estação norte-americana CNBC. O português vai substituir Bernardo Hees, até agora CEO do grupo que resultou da fusão da Kraft Foods com a Heinz, e que tem passado por dificuldades após um dos piores anos da sua atividade. “O meu perfil pode ajudar o futuro. Não é uma questão de gostar do que aconteceu, é uma questão de perceber o futuro. Temos de liderar, não seguir.”

Aos 52 anos, Miguel Patrício foi escolha unânime entre os membros da administração do grupo. Durante o tempo que passou na AB InBev, ajudou a aumentar as vendas de marcas de cerveja como a Corona, a Budweiser ou a Stella Artois. Foi ele, aliás, quem levou para a frente a ideia do anúncio à cerveja light da Budweiser em 2017, cuja frase “Dilly Dilly” ficou famosa nos Estados Unidos — uma ideia que não tinha passado nos grupos de teste, mas em que Patrício acreditou.

Miguel Patrício é reputado na indústria pela sua vasta experiência internacional. Antes de ser diretor de marketing na AB InBev, o português tinha liderado o setor da empresa responsável pelas operações na Ásia-Pacífico, período durante o qual transformou a Budweiser numa marca líder na China e fez crescer várias marcas chinesas ligadas ao grupo. Durante aquele período, os lucros do grupo na Ásia quase triplicaram.

O português vai herdar uma empresa que tem cerca de 39 mil trabalhadores em todo o mundo e que está avaliada em 63 mil milhões de euros, mas cujo rumo tem de inverter. “Não há nada mais doce na vida do que uma reviravolta”, disse Miguel Patrício ao Financial Times, acrescentando que seguirá uma política mais focada em antecipar as novas tendências no mercado dos bens alimentares, em vez de reagir e ir atrás do prejuízo.

Natural de Mação, Miguel Patrício é amigo de infância do juiz Carlos Alexandre — também natural daquela localidade do distrito de Santarém —, com quem brincava quando os dois eram crianças, lembra quem o conhece desde essa altura.

https://observador.pt/2019/04/22/quem-e-o-portugues-que-vai-ser-o-novo-ceo-da-kraft-heinz/

Mais um português que chega à liderança de uma das maiores empresas do mundo do sector alimentar, com um valor de mercado de mais de 60 mil milhões de euros!!!!!
Boa sorte!
Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Maio 08, 2019, 11:52:41 am
Lagarde e Juncker alertam para riscos da guerra comercial EUA-China


Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Maio 10, 2019, 03:05:11 pm
Europa teme efeitos da guerra comercial EUA-China



Título: Re: Economia Mundial
Enviado por: Lusitano89 em Maio 20, 2019, 08:00:20 pm
OCDE anuncia revisão em baixa das previsões de crescimento mundial