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Indústrias de Defesa e Tecnologia Militar => Indústrias de Defesa => Tópico iniciado por: Vitor Santos em Julho 22, 2015, 03:19:09 pm

Título: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 22, 2015, 03:19:09 pm
Defesa e desenvolvimento caminham juntos quando os investimentos na capacitação das Forças Armadas criam oportunidades que favorecem a inovação e o crescimento econômico. Entenda esse processo no vídeo Indústria de Defesa:

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 22, 2015, 03:27:45 pm
FAB & Indústria de Defesa - Munição de Armamentos


Tecnologia Aeroespacial



LAAD 2015: Feira Internacional de Defesa



Exposição em Brasília mostra equipamentos desenvolvidos pela indústria de defesa nacional

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 22, 2015, 03:43:01 pm
Fuzil Imbel IA2:




Blindado Guarani



Utilitários Militar Agrale Marruá


Projeto Astros 2020

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 22, 2015, 04:10:59 pm
EMBRAER DEFESA & SEGURANÇA



EMBRAER KC-390


Primeiro voo do KC-390


KC 390 Depoimentos


Super Tucano A-29



Embraer AMX

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 22, 2015, 04:22:04 pm
Taurus

A Taurus é um dos três maiores fabricantes de armas de fogo do mundo, com mais de 70 anos de história e mais de 4.800 funcionários. A empresa produz uma vasta gama de modelos de armas, incluindo revólveres, pistolas, metralhadoras e armas longas, concebidas tanto para os mercados das forças militares e policiais como também para o mercado civil.


Taurus Armas - Carabina - CT 556

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 22, 2015, 04:32:03 pm
IVECO VEÍCULOS DE DEFESA

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 22, 2015, 04:37:41 pm
Helibras


Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 22, 2015, 04:45:34 pm
Prosub - Programa de Desenvolvimento de Submarinos


EMGEPRON

A Empresa atua na gerência de projetos, contratada pela MB, e também na comercialização de produtos e serviços disponibilizados pelo setor naval da indústria da defesa nacional, incluíndo embarcações militares, reparos navais, sistemas de combate embarcados, munição de artilharia, serviços.


Fábrica de Munição EMGEPRON

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 22, 2015, 09:02:04 pm
Avibras apresenta sua Viatura Multitarefa Blindada Tupi

(https://www.avibras.com.br/site/images/home/noticias/tupi.jpg)

A Avibras em cooperação com a Renault Trucks Defense apresentará ao Centro de Avaliações do Exército Brasileiro (CAEx) no dia 15 de abril o seu mais novo produto – a viatura blindada TUPI 4x4.

A viatura participará do processo de seleção conduzido pelo Exército Brasileiro para aquisição da Viatura Blindada Multitarefa Leve sobre Rodas (VBMT-LR) como parte do escopo do Projeto Estratégico do Exército GUARANI, o qual inclui viaturas blindadas médias e leves. A VBMT-LR completará a Nova Família de Viaturas Blindadas sobre Rodas planejada para reestruturar e modernizar a capacidade da Força Terrestre.

 No final de novembro de 2013, um Plano de Avaliação e Aceitação foi emitido pelo Exército Brasileiro para empresas nacionais e estrangeiras interessadas em participar do processo de avaliação para que apresentassem suas viaturas ao CAEx para inspeção, seguida de testes iniciados em abril, se estendendo até junho deste ano.

 Durante esse tempo extremamente curto (novembro 2013 até abril 2014), a Avibras e a Renault Trucks Defense integraram suas capacidades para cuidadosamente projetar e preparar a viatura blindada TUPI 4x4 para atender a todos os requisitos apresentados no Plano de Avaliação e Aceitação, bem como aos Requisitos Operacionais Básicos publicados em novembro de 2013 e ambos do Exército Brasileiro.

 A viatura blindada TUPI 4x4 é baseada na Viatura SHERPA LIGHT SCOUT, a qual é uma da várias versões da família de viaturas SHERPA LIGHT, uma excelente plataforma oferecendo alta capacidade de carga (2,5 toneladas) e um peso total de oito toneladas, considerando todos os níveis de proteção balísticas e proteção contra minas exigidos pelo Exército.

 A espaçosa e ergonômica cabine blindada tem quatro portas, cinco assentos, e permite a instalação de vários equipamentos de acordo com a versão da viatura e sua missão.

 O projeto flexível e modular do teto permite a fácil instalação de diferentes sistemas de armas desde um simples suporte para metralhadora até diferentes marcas de Torretas de Armas com Controle Remoto, incluindo a nacional REMAX.

 A cabine blindada básica tem provisão para instalação de blindagem adicional, permitindo que a viatura seja utilizada em tempo de paz em uma configuração mais leve, otimizando o consumo de combustível, economizando pneus e freios e minimizando o desgaste e quebras. Nas missões táticas os kits de blindagem adicional disponíveis propiciam várias possibilidades de proteção aos tripulantes.

 A larga combinação de sistemas de armas e proteção blindada só é possível graças à alta capacidade de carga do TUPI 4x4, resultado da utilização do poderoso conjunto motor+transmissão+eixos da Renault Trucks Defense e que assegura elevada mobilidade mesmo com a viatura carregada no seu limite máximo de 10,5 toneladas.

 A viatura a ser apresentada ao CAEx já possui vários subsistemas e componentes feitos na Avibras para atender a requisitos específicos do Exército, como por exemplo o Sistema Lançador de Granadas Fumígenas, Sistema Elétrico Duplo, clinômetro, Sistema de alto-falante, blindagem adicional e Equipamento Rádio.

 É esperado que um lote inicial de viaturas seja adquirido em caráter de urgência para atender às necessidades da Força de Paz do Exército Brasileiro que deve se juntar a UNIFIL (Força Interina das Nações Unidas no Líbano).

 A Avibras e a Renault Trucks Defense têm a capacidade industrial de responder rapidamente a qualquer demanda de urgência das Forças Armadas Brasileiras.

 Como o Exército Brasileiro e também os Fuzileiros Navais têm interesse em adquirir uma quantidade expressiva de VBMT-LR dividida em diversos lotes começando em 2016, a estratégia das empresas é progressivamente aumentar o conteúdo local das viaturas TUPI 4x4 (que já começou a acontecer na primeira viatura) e, caso o TUPI 4x4 seja selecionado, o conteúdo local deverá aumentar para 32% no lote inicial, alcançando mais de 60% em meados de 2016.

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2014/04/19579_resize_620_380_true_false_null.jpg)

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Fonte:  https://www.avibras.com.br/site/pt/noti ... i-4x4.html (https://www.avibras.com.br/site/pt/noticias/181-avibras-apresenta-a-viatura-blindada-tupi-4x4.html)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 23, 2015, 10:47:15 pm
Mísseis MSS 1.2 AC - Disparados com Sucesso

Lote-piloto fornecido pela Odebrecht Defesa e Tecnologia / MECTRON ao Exército está sendo avaliado ao longo de 2015

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2015/07/26806_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Dois bem sucedidos lançamentos, realizados em 05 de maio e 01 de julho de 2015, no Centro de Avaliações do Exército - CAEx, em Guaratiba/RJ, deram continuidade à preparação para o processo de avaliação do lote-piloto do Sistema de Armas Míssil Superfície-Superfície Anticarro MSS 1.2 AC entregue em 2013 e 2014 ao Exército Brasileiro pela MECTRON, empresa controlada pela Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT).

Equipes técnicas do CTEx - Centro Tecnológico do Exército e da Mectron realizaram os lançamentos e obtiveram dados para, dentre outros aspectos técnicos/operacionais, avaliação dos novos giroscópios desenvolvidos e fabricados em 2015 para atualização dos mísseis.

Ambos lançamentos foram realizados contra alvos fixos posicionados a uma distância de 1.500 metros. Os disparos foram “remotos”, ou seja, sem a presença de um atirador, na medida em que um dos aspectos técnicos que estava em avaliação era a rigidez mecânica do sistema e a confiabilidade dos novos giroscópios.

O sucesso alcançado nestes lançamentos ratifica o trabalho do CTEx e da MECTRON na preparação para a primeira fase da avaliação do lote piloto, a ser realizada até o final do ano, incluindo lançamentos de vários mísseis contra alvos em diferentes condições de condicionamento e emprego.

O MSS 1.2 AC é um sistema de armas para lançamento de míssil superfície-superfície, anticarro, de médio alcance, guiado a laser, para uso por tropas em solo ou embarcado em viaturas. É composto pela munição (míssil e tubo lançador) acoplada a uma unidade de tiro para mira e disparo, resultando em um sistema leve, de fácil transporte e rápida entrada/saída de posição. Sua guiagem do tipo “beam-rider” é altamente imune a contramedidas e seu sistema de propulsão, que não deixa rastro de fumaça, proporciona segurança ao atirador evitando que sua posição de tiro seja identificada.

Além de munições e unidades de tiro, também foram entregues ao Exército equipamentos de teste e simuladores para treinamento de atiradores.

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2015/07/26807_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Fonte: http://www.defesanet.com.br/terrestre/n ... m-Sucesso/ (http://www.defesanet.com.br/terrestre/noticia/19845/Misseis-MSS-1-2-AC---Disparados-com-Sucesso/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 23, 2015, 10:58:40 pm
Armas Guiadas fabricadas pela Indústria Brasileira de Defesa

ARES pod foguete bomba SUU

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Avibrás Mansup

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Bombas

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Mectron A-Darter

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Mectron MAA-1

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Bombas guiadas Mectron

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Mectrom MAR-1 / MAA-1 / Anti carro

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Créditos: Roberto Caiafa
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 27, 2015, 03:29:04 pm
Blogs festejam míssil que a indústria nacional pesquisa há quase 30 anos…

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2015/07/Mectronbranco.jpg)

Os blogs de assuntos militares de memória curta (ou sem memória técnica alguma) mas inabalável vocação para o ufanismo estão felicíssimos.

Semana passada eles comemoraram as informações de uma empresa de assessoria de imprensa (CDN Comunicação) que revelou: “dois bem sucedidos lançamentos, realizados em 05 de maio e 01 de julho de 2015, no Centro de Avaliações do Exército – CAEX em Guaratiba/RJ, deram continuidade à preparação para o processo de avaliação do lote-piloto do Sistema de Armas Míssil Superfície-Superfície Anticarro MSS 1.2AC entregue em 2013 e 2014 ao Exército Brasileiro pela Mectron, empresa controlada pela Odebrecht Defesa e Tecnologia”.

De acordo com o texto “alvissareiro”, as “equipes técnicas do CTEx – Centro Tecnológico do Exército e da Mectron realizaram os levantamentos” para avaliar os “novos giroscópios desenvolvidos e fabricados em 2015 para atualização dos mísseis”.

Os lançamentos do MSS 1.2AC foram feitos remotamente – sem a presença do atirador – contra “alvos fixos posicionados a uma distância de 1.500 metros”. A ausência do atirador foi justificada pelo fato de que “um dos aspectos técnicos que estava em avaliação era a rigidez mecânica do sistema e a confiabilidade dos novos giroscópios”.

O que o texto da CDN não lembra, é que o conceito original dessa arma data de mais de 30 anos atrás. E que há quase três décadas ele vem sendo pesquisado, avaliado, revisto, pesquisado de novo, redefinido, reavaliado, modernizado e avaliado em uma sequência de etapas que parece não ter fim…

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2015/07/Mectron-na-parede.jpg)

Trajetória – O texto da assessoria de imprensa esclarece apenas que o míssil é guiado a laser, e que sua “guiagem do tipo ‘beam-rider’ é altamente imune a contramedidas e seu sistema de propulsão, que não deixa rastro de fumaça, proporciona segurança ao atirador evitando que sua posição de tiro seja identificada”. Uma beleza.

O projeto MSS 1.2AC chegou ao Brasil em 1986, procedente da Itália, depois que o Exército decidiu descontinuar a longa bateria de testes que vinha realizando com um modelo alemão menor, mais leve e menos potente, chamado Cobra.

Denominado “Cobra AC”, o Cobra brasileiro deveria ser produzido em série pela IMBEL, mas nunca alcançou mobiliar as unidades da força terrestre.

Nessa metade final da década de 1980 os generais haviam se deixado seduzir pelas qualidades atribuídas por relatórios do grupo empresarial Engesa ao chamado Missile Anticarro della Fanteria (MAF) – que os dirigentes da indústria, em um gesto de bajulação inédito, iriam rebatizar de LEO, como forma de sensibilizar o então ministro do Exército, general Leônidas Pires Gonçalves (recentemente falecido).

O desenvolvimento do MAF seria feito no Brasil pela empresa Engemíssil – subsidiária da Engesa – em parceria com a reputada companhia italiana OTO-Melara.

Mas tudo evoluiu muito rapidamente, e com poucos resultados palpáveis.

A Engemíssil desapareceu. Em seu lugar surgiu a Órbita Sistemas Aeroespaciais S.A., constituída por uma sociedade da Embraer (dona de 40% do controle da empresa) com a Engesa (proprietária de mais 40%), e com um punhado de empresas menores.

Ficava, dessa maneira, formado o capital de uma empresa de 250 funcionários que, instalada nas vizinhanças do Centro Técnico-Aeroespacial (CTA) de São José dos Campos, seria a responsável pela fabricação de mísseis no Brasil.

Com o passar dos anos, os encargos da Órbita se multiplicaram, na mesma medida em que os financiamentos do Exército e do BNDES rarearam.

A companhia precisou repartir seus quadros e seu tempo entre as pesquisas com foguetes de sondagem e uma segunda área – de mísseis – de importância bem mais imediata para o Exército e a Força Aérea Brasileira.

Nela se encontravam em pesquisa três tipos de vetores: o anticarro MSS-1.2 LEO, o ar-ar MAA-1 “MOL” (em homenagem ao então ministro da Aeronáutica, Moreira Lima) – que, no papel (papel aceita tudo!) possuiria uma versão terra-ar semelhante ao Chaparral americano –, e o míssil antiaéreo MAS-3.1.

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2015/07/Mectrondeitado.jpg)

Beam rider – O antigo LEO – hoje Mectron MSS 1.2AC – consiste em um míssil guiado a laser modulado de grande abertura conhecido como Beam rider.

De acordo com o conceito original, seu sistema de direção funcionaria por meio de um sensor passivo que, voltado para trás, identificaria a sua posição dentro de um “cone imaginário” gerado pelo laser desde o ponto de lançamento. Permanecendo no centro do “cone”, o míssil, de 1,38 m de comprimento, 130 mm de diâmetro e 24 kg de peso, estaria na linha de visada, e, portanto, na trajetória correta para acertar o alvo.

No projeto, o alcance do LEO seria superior a 3 Km, a capacidade de manobra de 5 G’s, e a velocidade maior que Mach 0.8 (980 km/h), produzida por um motor a propelente sólido de funcionamento em duas etapas: a primeira que ejeta o míssil do lançador; e a segunda que lhe confere aceleração até o alvo.

O MSS 1.2AC dos nossos dias possui ogiva de combate do tipo carga oca, com explosivo HMX e a capacidade de perfurar blindagens de até 800 mm.

A falência do grupo Engesa, em 1993, arrastou a Órbita para a decrepitude, processo que a paralisou completamente dois anos mais tarde.

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2015/07/Mectron-simulador.jpg)

Marinha – Em dezembro de 2012 – 17 anos depois do desaparecimento da Órbita – o Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil recebeu um lote de mísseis MSS 1.2AC para testes*, mas diante de alguns problemas técnicos e de restrições orçamentárias, a Força não manteve o interesse na arma.

Pior: dois meses atrás, ao preparar algumas respostas que seriam atribuídas ao comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, durante uma entrevista de perguntas feitas por e-mail para ser divulgada na Internet, o Centro de Comunicação Social da Marinha negou, peremptoriamente, que a Força tivesse interesse no MSS 1.2AC – omitindo a experiência dos fuzileiros…

Apesar de tudo isso, neste julho de 2015, o velho LEO – “repaginado” tecnicamente pela Mectron – ainda é capaz de emocionar…

Leia a íntegra do texto publicado pelo site Defesanet, a 17 de dezembro de 2012, sobre a entrega do MSS 1.2AC no Corpo de Fuzileiros Navais:

“A Marinha do Brasil recebeu as primeiras unidades do lote piloto dos Sistemas de Armas do Míssil Superfície-Superfície Anticarro MSS 1.2 AC, de médio alcance, fornecidos pela MECTRON, empresa nacional da Organização Odebrecht. Para oficializar a entrega, foi realizada, no dia 14 de novembro, uma cerimônia na Fortaleza de São José, localizada na Ilha das Cobras (RJ), em que o Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, Almirante-de-Esquadra (FN) Marco Antonio Correa Guimarães, na presença do Diretor de Sistemas de Armas da Marinha, Vice-Almirante Walter Carrara Loureiro, e do Comandante do Material de Fuzileiros Navais, Contra-Almirante (FN) Cesar Lopes Loureiro, recebeu o Diretor-Presidente da MECTRON, Gustavo Ramos, e o Diretor da Unidade de Defesa da MECTRON, Rogério Salvador, para a assinatura do termo de entrega do 1º lote, composto de 16 munições com cabeça de guerra; um simulador de tiro; um equipamento de teste; e quatro jogos de manuais.

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2015/07/Mectron-MB1.jpg)

O MSS 1.2 AC é um sistema de armas superfície-superfície, anticarro, guiado a laser, com alcance de cerca de 3 km. O sistema de guiagem a laser permite direcionar o míssil mesmo após o seu lançamento, acompanhando a trajetória do alvo. A parte operacional compreende uma unidade de tiro e a munição. Amplamente versátil, o MSS 1.2 AC também pode ser lançado por meio de paraquedas. Para operações noturnas, a unidade de tiro possui uma câmera de visão noturna sensível à radiação infravermelha.

O Simulador de Tiro do MSS 1.2 AC consiste de um conjunto de equipamentos eletromecânicos computadorizados que possibilitam o treinamento de atiradores tanto em sala de aula como em campo. Sua principal característica é proporcionar ao atirador as mesmas condições reais de rastreamento de alvo e lançamento do míssil. Efeitos como ruído de lançamento, fumaça do primeiro estágio do motor e choque mecânico são simulados, proporcionando ao instruído a sensação de estar em reais condições operacionais.

O Diretor-Presidente da MECTRON expressou a satisfação da empresa em realizar esta entrega: “Nossa satisfação deve-se ao fato da MECTRON e a organização Odebrecht estarem entregando um produto brasileiro, desenvolvido e fabricado por uma empresa 100% brasileira, com tecnologia nacional para a Marinha do Brasil que terá completa autonomia para o seu emprego e assistência pronta e permanente”.

Em suas palavras, o Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais externou sua satisfação com a aquisição: “Os Sistemas de Armas do Míssil Superfície-Superfície 1.2 Anticarro, da MECTRON, vêm contribuir significativamente com o aumento de poder de combate dos Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais. O seu poder de penetração em blindagens e a capacidade dos seus simuladores proporcionam um elevado grau de adestramento com custos reduzidos. Estes sistemas elevarão a capacidade de defesa anticarro a um novo e elevado patamar. Por meio desta parceria, a Marinha do Brasil e o Corpo de Fuzileiros Navais, contribuem para valorizar a indústria de defesa nacional”.

Fonte:  http://www.planobrazil.com/exclusivo-bl ... e-30-anos/ (http://www.planobrazil.com/exclusivo-blogs-festejam-missil-que-a-industria-nacional-pesquisa-ha-quase-30-anos/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 31, 2015, 04:06:06 am


Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 05, 2015, 02:28:19 pm
França e Russia entram na disputa pela Base de Alcântara

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Base-de-Alc%C3%A2ntara-rompeu-o-acordo-que-tinha-com-a-Ucr%C3%A2nia.jpg)

A França e a Rússia propuseram ao governo brasileiro parcerias para o lançamento de foguetes na Base de Alcântara, no Maranhão. O Brasil rompeu no mês passado um acordo com a Ucrânia, mas negou que tenha havido pressão russa para a quebra do contrato. Moscou quer criar um complexo de lançamento de foguetes para substituir o acordo que existia entre Brasília e Kiev desde 2004.

Fontes do alto escalão da diplomacia russa revelaram ao Estado que a proposta é de que seja instalado no Brasil o lança­ foguetes Angará. Elaborado no Centro Khrunichev de Pesquisas Espaciais, o Angará é considerado parte fundamental do projeto espacial russo para a próxima década e foi construído para competir com o francês Ariane.

O primeiro lançamento tripulado estaria previsto para o ano de 2021 da Base de Vostochny. Para isso, os modelos Angara, nome tirado de um rio no leste da Sibéria, vão passar por uma ampla modificação, em uma renovação que custaria US$ 160 milhões. O objetivo russo é também o de fechar um acordo com o Brasil justamente para ter uma de suas bases em uma região perto da Linha do Equador. Isso reduziria de forma substancial os custos de lançamento para colocar satélites em órbita.

Airbus

Com o apoio do governo francês, a Airbus também quer construir lançadores de satélites em Alcântara. O projeto prevê um programa franco­brasileiro de pequeno porte, com fins não apenas militares, mas também comerciais. A ideia da joint venture fora apresentada às autoridades brasileiras em 2009, mas até aqui o governo não demonstrava interesse.

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/alcantara-maranhao-cla.jpg)

Em visita a Paris, em maio, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, prometeu analisar a proposta. Wagner teve reuniões com executivos do governo e de empresas de defesa como a Airbus, a Thales e a DNCS. No encontro com executivos da Airbus, o projeto de parceria na exploração de Alcântara foi então reapresentado e dessa vez foi bem visto pelo ministro da Defesa.

A França já tem um foguete bem­ sucedido, a série Ariane ­ hoje em versão 5 ­, e uma base de lançamentos de satélites geoestacionários de grande porte, situada em Kourou, na Guiana Francesa. Esse centro de lançamento seria, em tese, concorrente de Alcântara, mas a proposta da Airbus é de segmentar as duas bases.

Kourou seria voltada aos satélites de grande porte, de entre 6 e 9,5 toneladas e com órbita a 36 mil km de altitude, e Alcântara aos de pequeno, para equipamentos de até 600 quilos e órbitas de 700 km de altitude. Pela proposta, mais uma vez o governo brasileiro entraria com a estrutura, a Base de Alcântara, mas agora a tecnologia também seria desenvolvida no Brasil, pela Airbus em parceria com uma ou mais empresas brasileiras. Na reunião, foi aventado o nome da Embraer.

Fonte: http://www.revistaoperacional.com.br/md ... c.facebook (http://www.revistaoperacional.com.br/md/franca-e-russia-entram-na-disputa-pela-base-de-alcantara/#.VcEHBwjfmBc.facebook)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 05, 2015, 02:48:37 pm
HELIBRAS - Visita Ministro da Defesa

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2015/07/26832_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Como parte do esforço em apoiar as empresas que compõem a Base Industrial de Defesa (BID), o titular da pasta, Jaques Wagner, percorreu nesta sexta-feira (24) as áreas industriais na sede da Helibras, em Itajubá (MG).

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, acompanhado do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, assistiu a uma apresentação do presidente da Helibras, Eduardo Marson, sobre as perspectivas da empresa e seus principais desafios.

O comandante da Aeronáutica, Tenente-brigadeiro-do-ar Nivaldo Luiz Rossato, e o diretor do Departamento de Produtos de Defesa (DEPROD) do Ministério da Defesa, brigadeiro José Augusto Crepaldi, também integraram a comitiva. Como parte da programação da visita, o grupo conheceu o Centro de Engenharia, o Laboratório de Integração de Sistemas e de Cablagem e os helicópteros em fabricação nas instalações da empresa.

Os visitantes foram recebidos pelo presidente Eduardo Marson e o objetivo do encontro foi verificar o andamento dos programas que a Helibras desenvolve para as Forças Armadas do Brasil, em especial o H-XBR.

O ministro quis saber detalhes sobre a linha de montagem dos helicópteros leves e médios, além de informações sobre o helicóptero H225M (ex EC-725), e sobre a modernização dos helicópteros Pantera e Fennec para o Exército Brasileiro.

A HELIBRAS é a única fabricante de helicópteros da América Latina e é responsável pelo projeto H-XBR, criado para dotar a indústria aeroespacial brasileira da tecnologia necessária para desenvolver e produzir helicópteros.

Iniciado em 2008, o projeto prevê a aquisição de 50 helicópteros – 16 para cada uma das três Forças e dois para a Presidência da República – a partir da absorção de tecnologia, com a capacitação de profissionais da indústria aeroespacial brasileira no desenvolvimento de aeronaves de asas rotativas.

Essa foi a primeira visita de Jacques Wagner à HELIBRAS como ministro da Defesa. “Para mim, não foi surpresa, pois já sabia da excelência da HELIBRAS em um setor de alta tecnologia e profissionalismo, desde o projeto até a fabricação final de seus produtos”, disse o ministro que já havia visitado a empresa quando era governador da Bahia.

Fernando Pimentel reforçou: “Mais uma vez, saio impressionado com a capacidade tecnológica que temos aqui”, disse o governador de MG.

“O H-XBR representa a visão estratégica do governo brasileiro em capacitar sua indústria nacional”, destacou o ministro.

Ainda como parte da visita, a comitiva conheceu um dos modelos mais modernos desenvolvidos no âmbito do projeto: um helicóptero dotado de um sistema que permite abastecimento em voo. Na ocasião, foi feita uma demonstração do equipamento.

Fonte:  http://www.defesanet.com.br/helibras/no ... da-Defesa/ (http://www.defesanet.com.br/helibras/noticia/19856/HELIBRAS---Visita-Ministro-da-Defesa/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 05, 2015, 02:52:59 pm
Ministro Jaques Wagner participa de visita às Instalações da HELIBRAS

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Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 13, 2015, 04:33:03 pm
Centro de Lançamento prepara a Operação São Lourenço

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Imagem-2-Opera%C3%A7%C3%A3oS%C3%A3oLouren%C3%A7o.jpg)

O Centro de Lançamento de Âlcantara (CLA), localizado no Maranhão, realizará, entre 15 de outubro e 7 de novembro, a Operação São Lourenço. O objetivo da Operação é lançar e rastrear o foguete de sondagem VS-40M, que irá transportar a plataforma espacial experimental denominada Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA). O lançamento e rastreio fazem parte do Programa Espacial Brasileiro (PEB) em coordenação com a Agência Espacial Brasileira (AEB).

O SARA é uma plataforma espacial em desenvolvimento para experimentos em ambiente de microgravidade destinada a operar em órbita circular baixa, a 300 quilômetros de altitude. “A missão de lançamento da plataforma SARA destaca-se por compreender um veículo, uma carga útil e infra-estrutura de lançamento nacionais que possibilitarão exploração do ambiente de microgravidade permitindo diversos avanços em estudos científicos e tecnológicos”, explicou o coordenador-geral da Operação São Lourenço, tenente-coronel engenheiro Alexandre Nogueira Barbosa.

Segundo o militar, o lançamento pode qualificar em voo subsistemas do SARA, como redes elétricas, sistema de recuperação, estrutura, módulo de experimentos, gás frio e proteção térmica.

Uma das etapas de preparação para a Operação São Lourenço foi finalizada na última semana. As atividades envolveram a instalação de dispositivos mecânicos no Lançador de Porte Médio (LPM) do CLA e o ensaio de integração de um mock-up (modelo em tamanho real) do foguete VS-40M sem carga de combustível. Também fizeram parte das ações as etapas de montagem, transporte e integração no lançador, testes com dispositivos e com o próprio lançador, além dos processos inversos de retirada da plataforma de lançamento, transporte e desmontagem.

“A partir da pré-campanha e reunião de acompanhamento de interfaces da São Lourenço, harmonizamos junto à coordenação da operação todas as ações e preparamos todos os meios, de modo a realizarmos com total sucesso o lançamento do foguete VS-40M SARA em Alcântara”, disse o diretor do CLA, coronel Cláudio Olany Alencar de Oliveira.

Especialistas e pesquisadores da área espacial participaram da reunião de acompanhamento para coordenar as ações de operação e da plataforma SARA, ambos desenvolvidos pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), organização subordinada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA). Também participaram das reuniões servidores civis e militares do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) e do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI).

Durante o lançamento e rastreio do veículo deverá ocorrer a interligação das estações de telemetria, radar e tratamento de dados de localização do CLA com as estações do CLBI, localizado em Natal (RN), com objetivo de operacionalizar o sistema de comunicação entre estações remotas, essenciais para a manutenção da operacionalidade dos dois centros de lançamento situados em território nacional.

Além de levar o SARA, o veículo levará a bordo um GPS de aplicação em área espacial desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), sistema em fase de qualificação.

O VS-40 já foi lançado duas vezes no Brasil a partir do CLA (Operação Santa Maria, em 1993, e Operação Livramento, em 1998) e uma vez na Noruega, em 2012, na Operação SHEFEX, em apoio ao programa de microgravidade da Agência Espacial Europeia (ESA).

Fonte: http://tecnodefesa.com.br/centro-de-lan ... -lourenco/ (http://tecnodefesa.com.br/centro-de-lancamento-prepara-a-operacao-sao-lourenco/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 14, 2015, 11:26:57 pm
A indústria de Defesa em números

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Imagem-1-DefesaNumeros.jpg)

A indústria de defesa e segurança no Brasil movimentou R$ 202 bilhões em 2014. O valor investido no setor correspondeu a 3,7% do PIB (Produto Interno Bruto) no período. Os números integram estudo sobre a importância sócio-econômica da indústria de defesa e segurança no Brasil e foi elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), a pedido da ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Defesa e Segurança).

O economista Delfim Netto, que orientou o estudo, disse que indústria de defesa é fundamental para garantir a soberania do País, além de ser portadora de inovação e de tecnologia que produzem o desenvolvimento nacional. “Existe uma tendência no governo de deixar essa indústria para segundo plano. O Brasil tem tudo o que os outros querem [petróleo e água] e por isso precisa de uma indústria de defesa capaz de proteger suas riquezas e direitos”, afirmou.

O coordenador da pesquisa, Joaquim Gilhoto, vice-diretor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), da USP, disse que dos R$ 202 bilhões gerados pelo setor em 2014, R$ 110 bilhões estão relacionados à segurança pública estadual, que respondeu por R$ 46,9 milhões do investido. A segurança privada respondeu por R$ 31 milhões. A defesa nacional contribuiu com R$ 25,2 bilhões e a segurança pública federal com R$ 6,9 bilhões.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Imagem-2-DefesaNumeros.gif)

As principais indústrias do setor movimentaram R$ 8,1 bilhões, enquanto a indústria dos insumos ligada ao complexo investiu R$ 12,5 bilhões. As atividades de comércio, transporte e serviços movimentaram outros R$ 71,4 bilhões. As indústrias de construção e outros equipamentos de transportes ,incluindo veículos militares de combate, embarcações e aviões militares geraram valores de PIB superiores a R$ 1 bilhão no complexo da defesa e segurança.

Fonte: Valor Econômico
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Agosto 20, 2015, 09:19:34 pm
http://www.forte.jor.br/2015/08/19/brasil-e-russia-estreitam-parceria-tecnico-militar-e-repassam-negociacoes-de-artilharia-antiaerea/
Citar
Com o objetivo de avançar a cooperação técnico-militar entre Brasil e Rússia, militares e civis estiveram reunidos no Ministério da Defesa (MD), em Brasília (DF), durante a manhã e tarde desta terça-feira (18). Na ocasião, foi repassado todo o histórico das negociações para aquisição de artilharia antiaérea, as baterias Pantsir. As comitivas eram formadas por profissionais da Defesa e do Ministério das Relações Exteriores. Os temas abordados voltarão a ser debatidos em setembro, quando ocorrerá a IX Reunião da Comissão Intergovernamental de Cooperação (CIC) Brasil-Rússia, na capital russa de Moscou.

O subchefe de Assuntos Internacionais do MD, general Décio Luís Schons, expressou uma visão pessoal muito positiva do relacionamento Brasil-Rússia no Campo da Defesa e as boas perspectivas de futuras parcerias. “Precisamos ultrapassar nossas diferenças culturais no campo militar, particularmente no que diz respeito a operação e manutenção de equipamentos.” E completou: “Antes de mais nada, devemos construir confiança e credibilidade”.

Já o chefe da delegação russa, o senhor Vladimir Tikhomirov, do Serviço Federal de Cooperação Técnico-Militar, elencou os tópicos de interesse de sua nação para acordos conjuntos. Além das baterias Pantsir, ele citou o contrato de OFF-SET (compensação comercial) dos helicópteros MI-35 e a criação de um centro de manutenção para essas aeronaves; e apresentou um sistema de segurança integrada que inclui os mísseis Bal e Bastión.

Sobre o tema artilharia antiaérea, o chefe da Assessoria para os Setores Estratégicos de Defesa, general Aderico Visconte Pardi Mattioli, explicou que os estudos acerca do material a ser adotado datam de 2011. A Estratégia Nacional de Defesa, um dos documentos-base do MD, previa que o país tivesse capacidade de resposta a ameaças aéreas à média altura. Para isso, foram feitas pesquisas até chegar à escolha pelo sistema russo Pantsir. Atualmente existe grupo de trabalho específico para o tema.
(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2013/09/KBP-Pantsir-S-SPAAG-SAM-3S-580x346.jpg)
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Cumprimentos
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 21, 2015, 04:08:16 pm
Ministro Jaques Wagner em visita às instalações industriais da Embraer

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Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 21, 2015, 04:17:34 pm
Ministro da Defesa em visita a empresa Avibras

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Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Agosto 22, 2015, 10:57:35 am
http://www.aereo.jor.br/2015/08/21/governo-autoriza-gasto-de-ate-r-850-milhoes-para-compra-de-cacas/
Citar
Na contramão da crise econômica e do esforço para aprovar medidas de ajuste fiscal, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, autorizou operação de crédito externo de até 245,3 milhões de dólares (R$ 853,7 milhões) para financiar a compra de 36 caças Gripen, aeronaves de combate fabricadas pela sueca Saab e requisitadas pela FAB (Força Aérea Brasileira).

O investimento faz parte do projeto F-X, e a transação é objeto de contrato firmado entre Brasil e o banco sueco AB SEK (Swedish Export Credit Corporation). O empréstimo foi aprovado por meio de despacho publicado no Diário Oficial da União.

De acordo com o documento, o Tesouro Nacional será representado pelo Comando da Aeronáutica, com vínculo ao Ministério da Defesa, em todos os atos relacionados ao desembolso dos recursos da operação. O empréstimo já havia sido aprovado pelo Senado no início deste mês.

As negociações entre as partes começaram durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 2001, e continuaram no governo do PT –oito anos de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e os dois mandatos da presidente Dilma Rousseff (desde 2011). Porém, somente agora, na versão do governo, as condições se tornaram mais favoráveis ao país.

Houve uma redução das taxas de juros de 2,54% para 2,19% no financiamento de 100% do projeto, acordo este firmado entre a indústria sueca e o Ministério da Defesa, em julho. Com isso, em comparação com as cifras iniciais, a compra dos caças Gripen ficou R$ 600 milhões mais barata para o governo brasileiro.

Ajuste fiscal
Desde que assumiu seu segundo mandato, no começo do ano, Dilma tenta cortar gastos para equilibrar as contas da União. O Ministério da Fazenda esperava economizar, somente neste ano, R$ 18 bilhões.

O pacote de ajustes fiscais sugerido pelo governo prevê bloqueio de gastos de R$ 1,9 bilhão por mês, além de redução de benefícios (R$ 28 bilhões), redução de despesas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), entre outras metas. O plano também muda regras para pagamento de seguro-desemprego e abono salarial. (Com Estadão Conteúdo)

FONTE: UOL, Com Estadão Conteúdo
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/06/Gripen-NG-vista-ventral-com-cargas-externas-foto-Saab-580x308.jpg)

Saudações
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 25, 2015, 06:17:37 pm
Brasil e Suécia assinam, em Londres, financiamento para aquisição do Gripen NG

(http://www.defesa.gov.br/arquivos/2015/mes08/ng2_inter.jpg)

Com a presença do embaixador do Brasil em Londres, Roberto Jaguaribe, e de representantes da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e da agência sueca de crédito à exportação (Swedish Export Credit Corporation-SEK), Brasil e Suécia assinaram nesta terça-feira (25), o contrato de financiamento que permitirá a aquisição e o desenvolvimento dos caças suecos Gripen NG. É a etapa final para o início da fabricação dos novos caças.

A assinatura é resultado das negociações entre Brasil e Suécia, que culminaram em julho, com a redução das taxas de juros do contrato intermediada pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner.

A formalização do contrato financeiro foi realizada na manhã de hoje (25), na sede da Embaixada do Brasil em Londres.

A definição do local foi acordada pelos dois países, uma vez que o contrato de financiamento será regido pela lei inglesa, de modo a garantir a imparcialidade do acordo.

O ministro Jaques Wagner ressaltou a importância dessa etapa do projeto, depois de um longo processo entre os países, iniciado em dezembro de 2013. “A assinatura do contrato financeiro do Gripen NG é de fundamental importância já que encerra a fase negocial e inicia a fase de execução do contrato comercial, com aquisição e desenvolvimentos dos caças, concretizando, assim, uma aliança estratégica entre Brasil e Suécia”, destacou.

(http://www.defesa.gov.br/arquivos/2015/mes08/ng_inter.jpg)

Negociações

As taxas de juros negociadas pelo Ministério da Defesa e que integram o contrato financeiro são de 2,19%, permitindo ao governo brasileiro uma economia de até R$ 600 milhões. Com os percentuais definidos, e a aprovação do acordo pelo Senado Federal brasileiro, o Ministério da Fazenda autorizou a operação de crédito externo no valor de até 245,3 milhões de dólares e 39,882 bilhões de coroas suecas.

O crédito cobrirá 100% do contrato comercial, sem a necessidade do pagamento de sinal. “A aprovação do projeto é uma decisão estratégica para garantir a soberania nacional do espaço aéreo brasileiro”, disse o ministro Jaques Wagner, lembrando ainda que o pagamento efetivo do financiamento só ocorrerá após o recebimento da última aeronave previsto para 2024.

Com o avanço do contrato, a Força Aérea Brasileira (FAB) será equipada com aeronaves de defesa e superioridade aérea compatíveis com a destinação e importância geopolítica do Brasil, abrindo também as portas do mercado da América do Sul à empresa SAAB e às empresas brasileiras subcontratadas.

O financiamento permitirá a aquisição dos 36 caças Gripen NG, que atenderão às necessidades operacionais da FAB nos próximos 30 anos.

Por meio de um ousado programa de transferência de tecnologia, com o Gripen NG o Brasil poderá deixar de ser comprador para se tornar fornecedor de aeronaves de combate de última geração.

Gripen NG

Anunciado em dezembro de 2013, o contrato comercial com a empresa sueca SAAB inclui a compra de aeronaves de combate, suporte logístico e compra de armamentos necessários à operação dos caças.

A Força Aérea Brasileira receberá 36 aviões de caça Gripen NG. A primeira aeronave deverá ser entregue em 2019 e, a última, em 2024. O contrato prevê ainda a fabricação de 15 das 36 unidades no Brasil, incluindo oito unidades de dois lugares, um modelo criado especialmente para a FAB.

A participação do Brasil no desenvolvimento do projeto dará à indústria aeronáutica brasileira acesso a todos os níveis de tecnologia, incluindo os códigos-fonte do Gripen. O programa de transferência de tecnologia incluirá itens como a integração de hardware, aviônicos, software e sistemas da aeronave, além do intercâmbio de conhecimento com mais de mais de 350 brasileiros indo a Suécia para treinamento.

Em paralelo, a Embraer também vem se preparando para receber o Gripen NG e já realizou as obras de terraplanagem para construção do prédio que abrigará o Centro.

Fonte:  http://www.defesa.gov.br/noticias/16656 ... -gripen-ng (http://www.defesa.gov.br/noticias/16656-brasil-e-suecia-assinam-em-londres-financiamento-para-aquisicao-do-gripen-ng)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Agosto 31, 2015, 05:42:26 pm
http://www.aereo.jor.br/2015/08/31/fabricantes-demitem-e-pais-perde-especialistas/
Citar
Por Virgínia Silveira | De São José dos Campos

Depois de investir em mão de obra, inclusive com treinamentos e especialização no exterior, o setor aeroespacial e de defesa no Brasil está demitindo para fazer frente ao corte de investimentos do governo. Além do custo da demissão, essas pessoas levam boa parte do conhecimento das empresas. Segundo dados da AIAB (Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil), o setor aeroespacial e defesa emprega hoje 24 mil pessoas, sendo que a maior parte, cerca de 19 mil pessoas, trabalha na Embraer. Mas a área espacial é a mais atingida.

A falta de novos projetos e contratos, além da restrição orçamentária, ameaça a sobrevivência dessas empresas e de suas equipes. A produção da área espacial da Mectron, empresa controlada pela Odebrecht Defesa e Tecnologia e responsável pelo desenvolvimento de mísseis, torpedos, radares e sistemas espaciais, foi fechada no primeiro semestre e 32 pessoas foram demitidas. Os cinco funcionários que ficaram, de nível gerencial, estão tocando alguns projetos ainda em andamento, segundo o presidente da Odebrecht Defesa, André Amaro. No total, a Mectron tinha 500 funcionários no começo do ano e agora tem 360.

Formado em engenharia eletrônica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) Arnaldo Wowk, com quase 40 anos de experiência no setor de defesa e espaço, foi um dos profissionais demitidos da Mectron. Com passagem pela Embraer e especialização na Agência Espacial Francesa (CNES), Wowk disse que está desiludido e teme pelo futuro dos projetos que ainda estão em andamento na área espacial.

“Perdemos a capacitação técnica que permitia dar continuidade a projetos como o do foguete VLS. O contrato das redes elétricas do foguete, que teve 70% do seu desenvolvimento feito pela Mectron, será transferido para o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). Ele, no entanto, não tem corpo técnico para terminar os trabalhos”, afirmou.

A Opto Eletrônica, de São Carlos, atualmente em processo de recuperação judicial, também dispensou suas equipes técnicas ao reduzir de 85 para apenas 18 o núcleo de engenheiros e técnicos que atuavam na área de optrônica (único núcleo no Brasil).

Foi com este grupo que a empresa desenvolveu a câmera de alta resolução do satélite Brasil-China (considerado um marco para o programa espacial brasileiro) e o projeto do míssil A-Darter, feito com a África do Sul. Segundo o diretor de pesquisa e desenvolvimento da Opto, Mário Stefani, 40% dos profissionais que saíram da empresa foram trabalhar em universidades e 20% estão sendo absorvidos por empresas e universidades estrangeiras.

Para formar um doutor em óptica, segundo Stefani, o tempo médio pode chegar a 17 anos. A Opto Eletrônica investiu inclusive na formação complementar de vários dos seus profissionais em universidades fora do Brasil.

“Pessoas com nível de qualificação sênior se movem pelo desafio. Quando não vêm perspectiva ficam desmotivadas”, afirma. Por serem muito qualificados, explica o executivo, esses profissionais dificilmente ficam desempregados, mas os projetos estratégicos do país acabam não tendo continuidade porque as equipes se dispersam.

Uma das principais cientistas à frente do desenvolvimento da câmera espacial da Opto, a física Érica Gabriela de Carvalho, de 38 anos, atualmente é professora de física no ensino médio de uma escola privada de São Paulo e dá aula cálculo e física na Universidade de São Paulo (USP).

Com mestrado em óptica e especialização na International Society for Optics and Photonics (Spie) e um curso de formação complementar em software de desenho óptico na Zemax, dos Estados Unidos, Érica conta que decidiu deixar a área espacial e de defesa, após ser demitida, porque não via nenhuma perspectiva de poder aplicar seu conhecimento em outra empresa ou instituição.

“O Brasil fez um investimento muito alto para o desenvolvimento da tecnologia das câmeras de alta resolução no país. A primeira opção era comprar isso fora, como aconteceu nos dois primeiros satélites feitos com a China”, diz. Para a cientista, o país perdeu a oportunidade de continuar evoluindo na aplicação desse conhecimento para o desenvolvimento de outros tipos de câmeras e equipamentos ópticos avançados.

A Orbital, especializada no desenvolvimento de painéis solares para satélites, reduziu em 50% o número de funcionários, dos quais 80% altamente qualificados, e hoje tem 21 funcionários. Parte dessa redução ocorreu por demissão e parte por falta de motivação. “A maior parte das pessoas saiu porque perdeu a motivação e por isso decidiu trabalhar em outro setor menos demandante de tecnologia”, afirmou o presidente da empresa, Célio Vaz.

Na Helibras a saída para manter os profissionais foi exportar serviços de engenharia para o grupo Airbus Helicopters. Considerado o quarto pilar de engenharia da matriz, junto com a França, Alemanha e Espanha, a Helibras no Brasil estava sendo capacitada para projetar um helicóptero totalmente nacional num prazo de cinco anos, mas com a crise o projeto foi adiado.

O centro de engenharia da empresa em Itajubá conta hoje com 73 especialistas. A empresa começou com sete pessoas em 2009. “Alguns aderiram ao plano de demissões voluntárias, mas as competências técnicas mais importantes e estratégicas para o grupo nós estamos conseguindo manter”, afirma Walter Filho, diretor do centro de engenharia da Helibras.

A estratégia para segurar essa mão de obra, segundo Filho, envolve além da venda de serviços internacionais para as filiais da Airbus Helicopters no mundo, o desenvolvimento de soluções diferenciadas que melhorem a competitividade dos produtos da marca no mercado brasileiro e também na América Latina. “Um exemplo recente é o interior vip do helicópopters no mundo, o desenvolvimento de soluções diferenciadas que melhorem a competitividade dos produtos da marca no mercado brasileiro e também na América Latina. “Um exemplo recente é o interior vip do helicóptero H130, que foi inteiramente feito pela Helibras no Brasil. O produto tem potencial para ser exportado para outros países da região”, disse.

FONTE: Valor Econômico
Depois de atrasos quer no Kc390 mas também na actualização do A4 e F5, o VLS já era. Ficará por aqui? :roll:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/08/LAAD-2015-NIKON-107b-580x387.jpg)

Saudações
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Setembro 02, 2015, 10:14:06 am
http://www.aereo.jor.br/2015/09/01/helibras-recebe-novo-reconhecimento-de-credito-pelo-programa-h-xbr/
Citar
EMPRESA RECEBEU TERMO POR COOPERAÇÃO INDUSTRIAL EM VALOR SUPERIOR A €17 MILHÕES

A Helibras recebeu mais um reconhecimento de crédito pelos projetos de cooperação industrial para o desenvolvimento nacional dos helicópteros H225M. O novo Termo de Reconhecimento de Crédito emitido pela COPAC – Comissão Coordenadora do Programa de Aeronave de Combate, no valor de € 17.080.475, reconhece o cumprimento de duas novas etapas na produção dos aviônicos dos helicópteros. A fabricante já acumula mais de € 348 milhões em créditos reconhecidos pela COPAC no âmbito do programa H-XBR.

A assinatura do contrato entre a AEL Sistemas e a Elbit Systems e a qualificação da linha de montagem da empresa nacional para a produção da suíte aviônica do H225M no Brasil, que possibilitaram a aquisição de novas tecnologias e conhecimento ao fornecedor brasileiro resultaram em créditos no valor de € 13.664.380, enquanto créditos no valor de € 3.416.095 foram conferidos pelo cumprimento da etapa de entrega do primeiro conjunto aviônico do helicóptero H225M produzido no Brasil.

“Estamos fazendo a nossa parte, pois sabemos que esse é um projeto que movimenta toda a cadeia aeronáutica nacional e que trará ao Brasil, em médio e longo prazo, ainda mais benefícios em desenvolvimentos industriais”, comentou Richard Marelli, vice-presidente Industrial da Helibras.

Desde 2012, quando a Helibras inaugurou sua segunda linha de montagem em Itajubá (MG), as aeronaves do programa H-XBR têm recebido no Brasil partes, peças e serviços nacionais em sua fabricação. Ao total, 16 unidades do helicóptero já foram entregues e estão em operação no Exército, Marinha e Aeronáutica.

O programa foi criado em cumprimento do contrato assinado entre o consórcio Helibras – Airbus Helicopters e o Ministério da Defesa, que previa transferência de tecnologia e desenvolvimento da cadeia produtiva brasileira para a produção de 50 unidades do helicóptero H225M para equipar as Forças Armadas.

Também como um dos requisitos do contrato, referente ao apoio na preparação das equipes das três Forças, a Helibras inaugurou, no último dia 21, seu Centro de Treinamento e Simuladores no Rio de Janeiro que vai oferecer, através de um Full Flight Simulator, treinamento para os operadores deste modelo de helicóptero, bem como do H225, versão civil da aeronave destinada ao mercado offshore.

DIVULGAÇÃO: Convergência Comunicação Estratégica
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/09/Helibras-580x387.jpg)

Saudações
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 02, 2015, 06:26:32 pm
Testes de mar com Sonar Nacional Passivo são finalizados pelo Instituto de Pesquisas da Marinha

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/07/sonar-underwater_view.jpg)

Com o objetivo de possibilitar o monitoramento acústico do tráfego das barcas Rio-Niterói e dos navios que demandam o Porto do Rio de Janeiro (RJ), o Instituto de Pesquisas da Marinha (IPqM) realizou testes de desempenho do demonstrador de tecnologia do projeto Sonar Nacional Passivo (SONAP). As ações foram realizadas no período de 17 a 21 de agosto na Baía de Guanabara e contaram com apoio do Aviso de Pesquisa Oceanográfico “Aspirante Moura”, que permaneceu fundeado nas proximidades da Escola Naval.

A Comissão SONAP-I realizou experimentos em ambiente marinho com um arranjo cilíndrico de hidrofones (CHA) montado pelo Instituto e composto de 32 staves, com cerca de 1m de diâmetro. Entre as autoridades que acompanharam os testes, estavam o Gerente do Empreendimento Modular do Submarino de Propulsão Nuclear da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear (COGESN); o Assessor do Comando de Operações Navais (ComOpNav), o Diretor do IPqM e anfitrião do experimento; e o Gerente da Acústica Submarina da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha (SecCTM).

“A SONAP-I consistiu num passo firme na direção do desenvolvimento de um sistema sonar passivo totalmente nacional, com funcionalidades específicas desenvolvidas para atender às demandas da Força de Submarinos e, ainda, às tecnologias necessárias à operação do Submarino Nuclear Brasileiro”, destacou o Diretor do IPqM, Contra-Almirante (EN) Luiz Carlos Delgado.

O Encarregado do Grupo de Sistemas Acústicos Submarinos do IPqM e responsável pelo projeto, Capitão-de-Fragata Leonardo Martins Barreira, destacou que o teste demonstrou a capacidade do Instituto de desenvolver todo o ciclo tecnológico de um sistema sonar passivo. “Os testes utilizaram sistemas e algoritmos desenvolvidos pelo IPqM, desde o sinal analógico dos hidrofones até as telas de análise pelos operadores sonar, com ferramentas de acompanhamento, classificação e análise, que compreendem o domínio do conhecimento necessário ao projeto de modernos sistemas sonar”.

Em maio, o IPqM realizou experimentos similares com o apoio do Depósito de Combustíveis da Marinha no Rio de Janeiro (DepCMRJ). Os resultados obtidos foram muito importantes para o avanço das técnicas e dos algoritmos implementados no sistema para essa Comissão.

FONTE: Marinha do Brasil

http://www.naval.com.br/blog/2015/09/02 ... a-marinha/ (http://www.naval.com.br/blog/2015/09/02/testes-de-mar-com-sonar-nacional-passivo-sao-finalizados-pelo-instituto-de-pesquisas-da-marinha/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 02, 2015, 06:31:10 pm
Contrato do Gripen dá novo fôlego ao fabricante nacional

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/08/Gripen-NG-montagem-com-cores-da-FAB-imagem-K-Tokunaga-Saab.jpg)

A assinatura do contrato de financiamento da compra de 36 caças Gripen NG para a Força Aérea Brasileira (FAB), no dia 25, deu novo fôlego para as empresas brasileiras que atuam na área de defesa e de projetos aeronáuticos. A partir de outubro, 48 técnicos brasileiros de seis empresas embarcam para a Suécia para iniciar os trabalhos de transferência de tecnologia e desenvolvimento conjunto da aeronave.

O Ministério da Fazenda autorizou a operação de crédito externo no valor de até US$ 245,3 milhões para a aquisição dos armamentos e de 39,882 bilhões de coroas suecas (US$ 4,7 bilhões) para as aeronaves e suporte logístico.

A Copac (Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC) informou que os demais programas sob sua responsabilidade, entre eles o do cargueiro militar KC-390, os helicópteros HXBR e a modernização das aeronaves AMX e F-5, poderão sofrer readequações em função da liberação de recursos orçamentários feitos pelo governo federal.

Segundo a Copac, o projeto de desenvolvimento do KC-390 vem sendo priorizado pelo governo, mesmo com os ajustes orçamentários em curso. Quanto à aquisição das aeronaves, a Copac declarou que o cronograma de entregas também poderá ser alterado devido aos ajustes.

Com relação ao programa dos caças, a Copac disse que 350 técnicos e engenheiros da Embraer, Akaer, Inbra, Atech, AEL, Samal e Mectron, assim como do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) farão o intercâmbio para a absorção de tecnologia. A participação das empresas e instituições brasileiras no projeto, de acordo com a FAB, está prevista no acordo de compensação tecnológica e industrial (offset) assinado entre a Saab e o governo brasileiro.

A Embraer, selecionada para fazer a gestão conjunta do projeto, vai enviar 200 técnicos e engenheiros para a Suécia. A empresa também terá um papel relevante na execução do programa realizando grande parte do trabalho de produção e entrega das versões monoposto (para um piloto) e biposto (dois lugares) do Gripen NG. Esta última será desenvolvida do zero no Brasil sob a coordenação da Embraer.

A montagem final dos caças será feita na fábrica da Embraer em Gavião Peixoto. A aeronave possui mais de 23 mil peças e componentes. A Mectron, do grupo Odebrecht Defesa & Tecnologia ficou responsável pela integração de armamentos e pelo sistema de datalink e a Atech, controlada pela Embraer, participará do simulador. A Inbra Aerospace vai produzir a fuselagem e a AEL desenvolverá a parte dos sistema aviônicos.

A Akaer está na liderança do desenvolvimento de engenharia da parte estrutural. O engenheiro Lister Guillaumon Pereira da Silva foi designado pela Saab como chefe mundial de engenharia da fuselagem traseira do Gripen e a única pessoa autorizada pela empresa para aprovar qualquer modificação no projeto no Brasil ou Suécia.

A Akaer foi a primeira brasileira a participar do desenvolvimento da estrutura de um caça supersônico. Em abril a Saab concluiu a aquisição de 15% da empresa. Há seis anos trabalhando nesse projeto com a Saab, a Akaer vai assumir uma nova responsabilidade no programa, com o desenvolvimento da fuselagem central.

A estrutura de um caça supersônico, segundo Lister Silva, é extremamente complexa, pois precisa estar preparada para resistir aos efeitos das temperaturas extremas que a aeronave enfrenta ao romper a barreira do som.

“Aprendemos a quantificar os efeitos desses fenômenos trabalhando no projeto. Não é possível assimilar algo tão complexo de outra forma”, afirmou. Na Akaer, 35 profissionais estão envolvidos com o projeto da estrutura. A experiência da Akaer nessa área, segundo Silva, foi adquirida por meio da participação no desenvolvimento de outros programas com a Embraer, Boeing e Airbus.

FONTE: Valor Econômico, via NOTIMP

http://www.aereo.jor.br/2015/09/02/cont ... -nacional/ (http://www.aereo.jor.br/2015/09/02/contrato-do-gripen-da-novo-folego-ao-fabricante-nacional/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Setembro 03, 2015, 09:32:20 am
https://www.aereo.jor.br/2015/09/02/sao-jose-recebera-evento-aeroespacial-inedito-no-pais/
Citar
São José dos Campos receberá nos dias 8 a 10 de dezembro o Aerospace Meetings Brazil 2015, um evento inédito no país, que tem como objetivo ampliar os negócios entre as indústrias do setor aeroespacial. São esperadas mais de 250 empresas de 20 países, entre elas Embraer, Boeing, Airbus, SAFRAN, Aernnova e Latecoere.

A apresentação do formato do evento foi feita nesta quarta-feira (2), no Parque Tecnológico. “Queremos ajudar as pequenas e médias empresas a identificar novos compradores, e as grandes empresas a encontrar novos fornecedores”, sintetizou Stéphane Castet, presidente da BCI Aerospace, em entrevista coletiva no Parque Tecnológico.

De acordo com a BCI, que já realizou eventos deste tipo na Europa, nos Estados Unidos, na China e no Japão, o Brasil é um mercado estratégico para o setor, com muitas oportunidades de investimentos e novos negócios.

“É uma alegria para São José receber um evento deste porte por dois motivos. Primeiro, porque fortalece o município como polo aeroespacial brasileiro. Temos um ambiente extremamente propício para receber rodadas de negócios entre empresários do setor. E segundo, porque contribui para consolidar nossa cidade como um polo organizador de grandes eventos”, disse o prefeito, que também participou da coletiva para o lançamento do Aerospace Meetings Brazil.

“Precisamos aproveitar esta oportunidade para mostrar todo o potencial da indústria aeroespacial brasileira, concentrada principalmente em São José dos Campos. Temos infraestrutura, conhecimento e competência”, acrescentou o secretário de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (SDECT).

Para o coordenador do Cluster Aeroespacial Brasileiro, o suporte da Prefeitura é fundamental para o desenvolvimento do setor aeroespacial em todo o país. “Hoje, temos 110 empresas associadas, sendo mais de 60 sediadas em São José dos Campos. O Aerospace Meetings permitirá a estas empresas se aproximarem de grandes players globais do setor. Nossa cadeia produtiva depende muito da Embraer, e tem baixa participação no mercado global. O evento da BCI constitui uma grande oportunidade para alavancar esta participação”, afirmou.

Voltado exclusivamente para fabricantes, fornecedores e compradores do setor aeronáutico, o Aerospace Meetings Brazil 2015 será entre os dias 8 e 10 de dezembro em São José. No dia 8, no Parque Tecnológico, e nos dias 9 e 10 no Expo Vale Sul.

O evento terá conferências, workshops e reuniões de negócios. “A iniciativa visa intensificar as relações entre fabricantes e fornecedores. Temos que fortalecer a nossa base. Por isso, espero que seja apenas o primeiro evento de uma série deste tipo no Brasil”, disse Francisco Soares, vice-presidente de Suprimentos e Manufatura da Embraer.

Para fazer a inscrição e obter mais informações sobre o evento: http://brazil.bciaerospace.com/index.php/pt/ (http://brazil.bciaerospace.com/index.php/pt/)

FONTE: www.sjc.sp.gov.br (http://www.sjc.sp.gov.br)
(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/09/Aerospace-Meetings-Brazil-2015-580x326.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 12, 2015, 12:37:40 am
Böges, da KMW do Brasil, prevê desenvolvimento de novo tanque no país entre 2018 e 2023

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2015/09/Bogesanunciastand.jpg)

“Sabemos das turbulências, mas não vamos sair do rumo”.

Foi com essa frase que o engenheiro gaúcho Christian Böges, de 50 anos, presidente da KMW do Brasil Sistemas de Defesa, definiu para o ministro da Defesa Jaques Wagner e para uma platéia de altos chefes militares – liderados pelo comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas –, na cidade gaúcha de Santa Maria, a disposição da sua companhia de desenvolver um novo carro de combate no Brasil – o primeiro desde que, nos anos de 1980, a indústria nacional se aventurou nos modelos Tamoio e Osório.

Ex-piloto de combate da Força Aérea chilena e fluente em alemão, Böges iniciou sua carreira profissional em 1990 na Fundição Tupy. Em fevereiro de 2011 tornou-se diretor-geral da KMW do Brasil.

Nesta quarta-feira (09.09), durante uma série de palestras apresentadas por dirigentes do polo industrial-militar de Santa Maria, Böges lembrou que o objetivo imediato de sua empresa é desenvolver sistemas de manutenção para a atual frota de blindados da força terrestre brasileira, além de simuladores que possibilitem a transferência de tecnologia. Mas ele também deixou claro: entre os projetos novos delineados por sua indústria, um dos principais é o de, no prazo de cinco anos, criar um novo carro de combate para o Exército – iniciativa prevista para ter início em 2018.

Discurso – A meta do novo tanque não é um assunto novo no Exército.

A coluna INSIDER apurou junto a uma fonte do Ministério da Defesa que, entre os generais brasileiros, a preferência é por um carro de alta mobilidade, bom poder de choque e elevada capacidade de sobrevivência, o que será mais factível se o peso desse blindado puder ficar entre 45 e 50 toneladas.

O tanque Osório, projetado pela companhia paulista Engesa, deslocava (carregado) pouco mais de 40 toneladas, e fora de estrada chegava a alcançar o 50 km/h de velocidade.

A 2 de outubro de 2012, durante a cerimônia de lançamento da pedra fundamental da KMW do Brasil, Böges já aludiu ao projeto do novo tanque brasileiro:

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2015/09/Bogesanunciapedrafundamental.jpg)

“A vinda da KMW para Santa Maria tem como foco principal, assegurar que os Leopard tenham uma história de sucesso no Exército Brasileiro, oferecendo uma interface local para o nosso cliente, auxiliando-o durante a fase de introdução e operação, com manutenção e apoio técnico. A nossa missão será a de convencer o Exército de tal forma da nossa capacidade e que fiquem completamente satisfeitos com os Leopard pelos próximos anos ou décadas.

Em um segundo momento, a decisão estratégica definida é de trazer a tecnologia da KMW para o Brasil e utilizar as futuras instalações para desenvolver novas soluções, sistemas de simulação e treinamento, e veículos de combate específicos, sejam eles sobre rodas ou lagartas, com a alta tecnologia, atendendo a demanda local e do continente sul-americano. Nossa primeira intenção é apresentar ao Exército Brasileiro, um novo veículo que satisfaça as suas necessidades, com a prioridade de dar o mais alto nível de segurança ao soldado brasileiro. Em sentido figurativo, inserir o DNA tecnológico da KMW em um produto local.

Esta iniciativa foi reforçada pela KMW em Junho deste ano, durante um seminário promovido pelo Comando Militar do Sul, com o objetivo de discutir a futura viatura blindada a ser adotada pelos seus três Regimentos de Cavalaria Blindado. Nas discussões que ocorreram durante a jornada doutrinária, apresentamos sugestões, como o desenvolvimento conjunto, entre a KMW e o EB, de uma nova família de blindados sobre lagartas, incluindo um Carro de Combate médio (40/45 toneladas), com fabricação em Santa Maria. Esta sugestão retrata só uma das novas possibilidades e certamente promoverá futuras reflexões e discussões mais aprofundadas, tanto por parte da KMW, como também pelo Exército Brasileiro”.

Autoridade – A futura fábrica de blindados da KMW no município gaúcho de Santa Maria será inaugurada em 20 de outubro.

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2015/09/Bogeanuncia2.jpg)

No prédio e nos pavilhões construídos às margens da BR-287 já trabalha boa parte dos 38 funcionários da empresa. O efetivo deverá fechar o ano em 75 homens e mulheres, e chegar, no mínimo, a cem em 2016.

Os serviços de manutenção – que incluem a desmontagem dos blindados alemães Leopard 1A5 – deverão começar imediatamente.

Na visita de Jaques Wagner a Santa Maria chamou a atenção a presença, na comitiva oficial, da secretária-geral do Ministério da Defesa, Eva Maria Chiavon, mal vista pelos chefes militares desde que foi identificada como a pessoa que articulou o decreto nº 8.515, que tirou dos comandantes militares os poderes de nomear, promover e transferir militares para a reserva.

A inclusão de Chiavon na viagem do ministro da Defesa ao Rio Grande do Sul foi interpretada como uma clara demonstração de autoridade de Wagner, já que ele vem reagindo com irritação à ideia de exonerar Chiavon de seu cargo.

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2015/09/Bogeanuncia4.jpg)

Na comitiva do ministro estiveram presentes, além do comandante do Exército e do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, José Carlos De Nardi, o comandante Militar do Sul, general Antonio Hamilton Martins Mourão, o comandante do Estado-Maior do Exército, general Sérgio Westphalen Etchegoyen, e o chefe de Assuntos Estratégicos do Ministério da Defesa, general Gerson Menandro.

Fonte:  http://www.planobrazil.com/boges-da-kmw ... 18-e-2023/ (http://www.planobrazil.com/boges-da-kmw-do-brasil-preve-desenvolvimento-de-novo-tanque-no-pais-entre-2018-e-2023/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: olisipo em Setembro 12, 2015, 06:09:09 pm
Anúncio oficial da SAAB na quinta-feira. O contrato do Gripen NG é efetivo.  :G-beer2:

http://saabgroup.com/Media/news-press/n ... effective/ (http://saabgroup.com/Media/news-press/news/2015-09/gripen-ng-contract-with-brazil-becomes-effective/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 18, 2015, 03:16:20 pm
Gripen NG: AEL entrega protótipos do WAD e HUD

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem-1-Prot%C3%B3tipos-WAD-HUD.jpg)

A AEL Sistemas (AEL) entregou os primeiros protótipos “Modelo A” das unidades WAD e HUD para o Gripen NG brasileiro. Em fevereiro de 2015, a SAAB anunciou a seleção da AEL como nova fornecedora no Brasil. As empresas também assinaram um contrato para a transferência de tecnologia. A AEL foi selecionada para fornecer o Wide Area Display (WAD), o Head-Up Display (HUD) e o Helmet Mounted Display (HMD), que serão integrados aos Gripen NG como parte do contrato F-X2.

O programa de desenvolvimento do WAD e do HUD começou em janeiro de 2015. Já o do HMD teve início em maio deste ano. O novo programa de sistemas aviônicos será executado ao longo de quatro anos e inclui  desenvolvimento, integração e produção, etapas realizadas em Porto Alegre (RS). Os trabalhos de integração dos sistemas na aeronave serão feitos pela SAAB e pela EMBRAER Defesa e Segurança.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem-2-Prot%C3%B3tipos-WAD-HUD.jpg)

O WAD para o Gripen NG brasileiro é um sistema único e inteligente de exibição de tela grande (19 x 8 polegadas), redundante e multiuso, em cores e de alta resolução, com apresentação contínua de imagem, capaz de receber entradas de teclas multifuncionais, touchscreen (toque de dedo) ou interfaces externas. É a principal fonte de todas as informações de voo e missão instalada na cabine do piloto.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem-3-Prot%C3%B3tipos-WAD-HUD.jpg)

O HUD (visor de cabeça erguida) fornece informações essenciais de voo e missão para o piloto sem que ele necessite curvar a cabeça para baixo e desviar sua atenção do que ocorre à frente da aeronave durante instantes críticos de uma missão.

Já o HMD Targo (capacete dotado de visor e mira) é a próxima geração desse tipo de equipamento, que permite que o piloto veja dados e imagens de alvos reais e virtuais, adicionando funcionalidades que aumentam a consciência situacional e a capacidade de julgamento e decisão do piloto.

Os protótipos permitirão que a SAAB antecipe as atividades de engenharia de software e sistemas, reduzindo assim o risco de integração na aeronave. Uma extensa campanha de testes em voo será ainda realizada em estreita cooperação entre a AEL e a SAAB, em Linköping, Suécia.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem-4-Prot%C3%B3tipos-WAD-HUD.jpg)

“Estamos orgulhosos de entregar esses protótipos em tempo, dentro do cronograma, e com qualidade, permitindo que os engenheiros da SAAB possam continuar o trabalho de integração para a aeronave. Acreditamos que este fato destaca e evidencia o compromisso da AEL com a SAAB e a Força Aérea Brasileira (FAB) para fornecer a próxima geração de cockpit para a próxima geração de caças”, afirmou Sérgio Horta, presidente da AEL.

“Este é um passo muito importante no desenvolvimento do Gripen NG para o Brasil. Demonstra uma cooperação muito eficaz entre a AEL e a SAAB e é um passo de sucesso na cooperação industrial entre a indústria brasileira e a sueca no programa Gripen NG”, disse Mikael Franzén, Diretor do Programa para o Gripen no Brasil.

O processo brasileiro de aquisição de 36 aviões de combate Gripen NG para a FAB está em curso e o contrato está previsto para entrar em vigor durante este ano, e a transferência de tecnologia também está em curso. O escopo adicional focará no desenvolvimento da interface Homem-Máquina (HMI) para os caças avançados, juntamente com oficinas de manutenção de aviônicos. Atividades no âmbito do presente contrato terão início no segundo semestre de 2015 na SAAB. Isto incluirá cursos teóricos e treinamento no ambiente de trabalho.

Ivan Plavetz

http://tecnodefesa.com.br/gripen-ng-ael ... wad-e-hud/ (http://tecnodefesa.com.br/gripen-ng-ael-entrega-prototipos-do-wad-e-hud/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 18, 2015, 03:19:49 pm
INPE e FAPESP querem estimular pesquisas aeroespaciais

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem-1-INPE-FAPESP.jpg)

O INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e a FAPESP (Fundação de Apoio à Pesquisa de São Paulo) assinaram um acordo para estimular pesquisas no campo de tecnologias aeroespaciais. O objetivo é beneficiar pesquisadores de pequenas empresas e estimular o desenvolvimento da cadeia industrial ligada ao setor.

“A grande contribuição do INPE é de nuclear uma indústria espacial no Brasil”, ponderou Leonel Fernando Perondi, diretor do instituto. “Esperamos ter uma indústria de satélites, moderna, de alto valor agregado e com possibilidade de renda multo alta”.

Assinada na semana passada, a parceria INPE-FAPESP irá apoiar projetos cooperativos de pesquisas que levem ao desenvolvimento de novas tecnologias, sistemas e equipamentos com base em temas estabelecidos conjuntamente pelos parceiros.

As duas instituições não divulgaram o montante de recursos que serão aportados, mas fontes próximas ao assunto estimam poderá chegar a R$ 40 milhões. O dinheiro será aplicado por meio do PIPE (Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas), da FAPESP, com a seleção de propostas de pesquisa a serem financiadas e da avaliação dos projetos.

Segundo a FAPESP, ainda não há data prevista para divulgação da chamada pública aos interessados em  inscrever projetos. Ainda de acordo com a fundação, a propriedade intelectual resultante dos projetos de pesquisa será regida pelas normas do PIPE.

Durante a solenidade de assinatura do acordo, o diretor do INPE disse que as pesquisas poderão ajudar o Brasil a ganhar espaço também na indústria espacial. “Nos próximos 20 anos essa vai ser uma indústria muito forte, tanto quanto a aeronáutica é na atualidade, e o Brasil poderá se beneficiar disso” avaliou Perondi.

Perondi ainda lembrou a importância da colaboração para a pesquisa e desenvolvimento de sistemas e equipamentos, citando a parceria sino-brasileira iniciada em 1988 e que resultou no projeto de desenvolvimento e lançamento de satélites da família CBERS.

O presidente da FAPESP, Celso Lafer, ressaltou a importância do acordo. “Uma característica importante dessas pesquisas é que elas terão uma forte ligação com o setor produtivo, o que deverá ajudar a dar impulso a uma atividade de vital importância para o avanço do conhecimento”.

São José dos Campos

A Previsão é que o acordo possa contribuir para a criação de uma indústria do setor espacial no Brasil, cujo centro será no município paulista de São José dos Campos.

A EMBRAER tornou-se referência para o INPE ao estimular o desenvolvimento da cadeia produtiva ligada ao setor aeroespacial, que tem forte presença na região do Vale do Paraíba. Conforme o diretor do INPE, a meta é fazer nesse segmento o que ocorreu com o setor aeronáutico, depois do surgimento da EMBRAER.

“O turboélice Bandeirante voou pela primeira vez em 1968, exatos 18 anos depois da criação do então  Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), atual Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA). Em 1969 criou-se a EMBRAER, hoje a terceira maior fabricante de aeronaves do mundo”, destacou Perondi.

Para ele, investir em pesquisa e no desenvolvimento de produtos é o “resultado de ter uma indústria num setor moderno, de alto valor agregado e com possibilidade de renda multo alta”.

Ivan Plavetz

http://tecnodefesa.com.br/inpe-e-fapesp ... espaciais/ (http://tecnodefesa.com.br/inpe-e-fapesp-querem-estimular-pesquisas-aeroespaciais/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 22, 2015, 08:47:55 pm
Engenheiros e Técnicos brasileiros irão começar a trabalhar no Gripen NG

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/09/fotos-produ%C3%A7%C3%A3o-Gripen-E-model-based-na-Su%C3%A9cia-via-Saab.jpg)

Um grupo de 46 engenheiros e técnicos brasileiros irão começar a trabalhar na Suécia a partir do dia 19 de outubro. Eles são funcionários das empresas Embraer, de São José, e da AEL Sitemas, de Porto Alegre, embora alguns engenheiros da Embraer já estejam na sede da sueca Saab, os 46 profissionais serão oficialmente os pioneiros para o início do programa de fabricação dos caças supersônicos Gripen NG, que serão produzidos pela Saab para equipar a FAB (Força Aérea Brasileira).

O contrato de compra dos jatos inclui transferência de tecnologia para o Brasil, sob a coordenação da Embraer. Começa a valer agora, na prática, o contrato entre o Brasil e a Suécia, efetivado oficialmente há duas semanas. Serão 36 caças supersônicos Gripen NG de última geração, capazes de voar duas vezes a velocidade do som, a última pendência do contrato, o financiamento, também foi concluída há um mês. O contrato é de US$ 4,7 bilhões, dos quais US$ 245,3 milhões são para a compra de armamentos para os jatos.

Os técnicos e engenheiros brasileiros irão em grupos ao longo dos próximos anos. Em outubro, irão 44 funcionários da Embraer e 2 da AEL. Segundo a Embraer, até 2020, a empresa vai enviar 280 funcionários para a sede da Saab para atuar no projeto.  De acordo com a Embraer, irão para a Suécia engenheiros e operadores de produção, de 2015 a 2020.

A empresa informou que a permanência dos funcionários na Suécia pode durar de 6 a 24 meses. Segundo a Saab, o tempo de permanência do primeiro grupo na Suécia deve ser de 12 meses. No início, haverá uma variedade de treinamentos teóricos e a maioria dos técnicos e engenheiros também irá participar do treinamento prático (on-the-job), no desenvolvimento do Gripen –uma formação mais especializada dentro do mesmo projeto que os engenheiros da Saab.

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/09/infografico-gripen.jpg)

A Embraer será a responsável no Brasil pelo programa de transferência de tecnologia. A Embraer também vai coordenar as atividades de produção dos caças no Brasil. A empresa será responsável pelo desenvolvimento completo da versão de dois lugares do Gripen NG. A montagem final dos jatos será feita na fábrica de Gavião Peixoto. A AEL é responsável pelo programa de sistemas avi-ônicos do Gripen. A empresa foi confirmada no programa em fevereiro, quando assinou com a Saab um contrato para a transferência de tecnologia.

A AEL foi selecionada para fornecer o WAD (Wide Area Display), o HUD (Visor Frontal) e o HMD (Helmet Mounted Display – capacete com visor), que será integrado ao Gripen NG para o Brasil como parte do contrato F-X2. O trabalho da AEL deve durar quatro anos e inclui o desenvolvimento, a integração e o trabalho de produção, que serão realizados em Porto Alegre. A integração do sistema será feito pela SAAB e pela Embraer.

Para a Saab, a chegada dos técnicos e engenheiros brasileiros é um marco no programa dos caças para a FAB. “Este importante acontecimento marca o início formal do programa Gripen NG brasileiro. Agora vamos trabalhar a toda velocidade para garantir as entregas no prazo determinado”, afirmou Häkan Buskhe, presidente e CEO da Saab.

O Gripen é uma aeronave de combate multimissão, capaz de realizar todas as missões ar-ar e ar-solo, incluindo tarefas especializadas, como de inteligência, vigilância, aquisição de alvos e reconhecimento e guerra eletrônica. O Gripen está equipado com os mais modernos sensores e sistemas de missão, incluindo um radar de varredura eletrônica ativa e um sistema de busca e rastreamento infravermelho. O caça deve substituir os F-5 da FAB.

A entrega dos caças supersônicos Gripen NG deve começar em 2019 e terminar em 2024. A montagem final dos jatos no Brasil será feita na fábrica da Embraer em Gavião Peixoto. Dois pilotos brasileiros –Gustavo Pascotto e Ramon Forneas– foram os primeiros a serem treinados para pilotar o caça, na Suécia. Outros pilotos da FAB devem ser treinados.

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Gripen-Mockup.2.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Cockpit-Gripen.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Foto3GripenNG.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/09/original_big.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Linha-Produ%C3%A7%C3%A3o-Gripen.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Gripen-na-linha-de-produ%C3%A7%C3%A3o-foto-Saab-580x866.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Gripen-em-produ%C3%A7%C3%A3o-foto-via-Gripen-International.jpg)

Fonte:  http://www.revistaoperacional.com.br/fo ... gripen-ng/ (http://www.revistaoperacional.com.br/forca-aerea/engenheiros-e-tecnicos-brasileiros-irao-comecar-a-trabalhar-no-gripen-ng/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 22, 2015, 09:44:51 pm
INB inicia produção regular de urânio enriquecido

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem-1-FCN-Ur%C3%A2nio.jpg)

A Fábrica de Combustível Nuclear (FCN) de Resende (RJ) iniciou as atividades regulares de serviços de enriquecimento de urânio para as usinas nucleares do País. A ativação da produção na unidade localizada no distrito de Engenheiro Passos representa mais um importante avanço das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) no caminho para a autonomia do ciclo do Elemento Combustível. Na cerimônia, ocorrida no dia 10 de setembro, estiveram presentes, além do presidente da INB, Aquilino Senra, diretores da empresa e representantes da CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear) e do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP).

A INB planeja, desde 1996, a inclusão da etapa mais sensível do ciclo do combustível nuclear em suas atividades, cuja tecnologia foi desenvolvida pelo CTMSP em parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). Em maio de 2006, a empresa inaugurou a primeira Cascata da Usina de Enriquecimento de Urânio nas instalações da FCN. O projeto desenvolvido pelo CTMSP ganhou espaço na FCN ao lado das etapas da Reconversão e da produção de pastilhas, ambas já em operação. Uma importante etapa que colocou o Brasil ao lado de um pequeno grupo de países que já enriquecem urânio.

Com a entrada em operação regular da Usina de Enriquecimento, a INB será capaz de enriquecer cerca de 40% do urânio utilizado em uma recarga de Angra 1. Dessa forma, o Brasil terá, além da vantagem estratégica de incorporar uma tecnologia sensível e de reduzir a dependência de fornecedores externos para a produção do combustível nuclear, ganhos econômicos significativos correspondentes a supressões anuais de remessas de divisas para fora do País, montante financeiro estimado em US$ 15 milhões considerando apenas o abastecimento de Angra 1.

O superintendente de Enriquecimento Isotópico, Ezio Ribeiro, acompanhou desde o início todos os passos da implantação da nova usina e viveu intensamente este projeto que vem ultrapassando obstáculos e superando desafios a cada dia. “É um sentimento de realização, de materialização de um sonho que se tornou realidade”, disse. Mas o futuro reserva, segundo Ezio, um desafio ainda maior. “Queremos atender toda a demanda de serviços de enriquecimento de urânio que o País necessita para continuar gerando energia elétrica limpa, segura e de qualidade para a população brasileira”, contou.

Ivan Plavetz
Fonte: A Voz da Cidade – Resende (RJ)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 28, 2015, 07:40:46 pm

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 28, 2015, 07:58:22 pm
Vant - Falcão, primeiro do país em sua classe

A Avibras está concluindo a integração completa do primeiro protótipo do veículo aéreo não tripulado (Vant) Falcão, que estará preparado para voar até julho. O Falcão é o primeiro Vant nacional na classe de 800 quilos, usado em missões de vigilância e reconhecimento

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2012/04/7060_resize_800_600_false_true_null.jpg)

O gerente do projeto na Avibras, Renato Bastos Tovar, explica que a plataforma do Falcão é feita em fibra de carbono, que garante maior leveza ao veículo e aumenta o espaço para que ele possa carregar mais combustível e sensores.

Com mais de 15 horas de autonomia, o Falcão está configurado para carregar um equipamento eletro-óptico [tira fotos e faz filmagem de alta qualidade, tanto durante o dia quanto à noite], um radar de detecção de alvos móveis no solo e um link de satélites, com alcance de até 1.500 km", explica o engenheiro.

O sistema de gerenciamento de vídeo a bordo do veículo, segundo Tovar, está sendo desenvolvido pela empresa Easystech, que também conta com financiamento da Finep. "O Falcão é o único Vant na classe de 800 quilos capaz de levar essa carga útil, de aproximadamente 150 quilos", ressaltou.

O Falcão, segundo Tovar, já consumiu investimentos de R$ 60 milhões e conta com o apoio das três Forças Armadas e também da Finep. O executivo afirmou que a eletrônica de bordo do Vant, assim como a parte de sistemas de navegação e controle, a plataforma e a integração dos sistemas de missão da aeronave são 100% nacional.

A Avibras, de acordo com o coordenador, aguarda para este ano que as Forças Armadas definam os requisitos dos Vants que pretendem comprar para poder iniciar a fase de industrialização do projeto, testes de comprovação de requisitos e certificação. "Já temos uma sinalização forte, por parte de uma das Forças Armadas, de que o Falcão seria a escolha preferencial para as missões de patrulha e reconhecimento", garantiu o executivo.

Recentemente, segundo ele, a Avibras recebeu a visita de representantes das três Forças Armadas em sua fábrica de Jacareí, no Vale do Paraíba (SP). A empresa também já foi consultada informalmente sobre as características do veículo, estimativa de investimentos e prazos para a produção do primeiro lote de Vants.

O desenvolvimento dessas aeronaves não tripuladas integra a lista de prioridades da nova política de defesa nacional do governo. A licitação para a compra dos veículos pelas Forças Armadas ainda não foi lançada mas, de acordo com Tovar, existe a intenção de se adquirir três tipos de equipamentos: os chamados mini-Vants, de 3 a 5 quilos e até 5 quilômetros de alcance, para reconhecimento de curta distância; os Vants de 800 quilos e entre 15 e 20 horas de operação, para reconhecimento, vigilância e patrulha; e os Vants estratégicos, acima de 1,5 tonelada, para missões de longa duração (mais de 20 horas).

(http://www.defensasur.com.ar/imagenes/noticias/2012/MAY/030512_UAV%20Falcao.jpg)

Fonte:  http://www.defesanet.com.br/aviacao/not ... -ate-julho (http://www.defesanet.com.br/aviacao/noticia/5760/Vant---Falcao--primeiro-do-pais-em-sua-classe--pode-voar-ate-julho)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 06, 2015, 02:08:14 pm
IAE perto de finalizar a segunda fase do projeto SARA

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Imagem-2-Projeto-SARA.jpg)

O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), em São José dos Campos (SP), está finalizando a segunda fase do projeto SARA (Satélite de Reentrada Atmosférica), etapa que consiste na revisão de pré-lançamento.

O lançamento está programado para ocorrer dentro da operação São Lourenço, marcada para acontecer entre 13 de outubro e 07 de novembro próximos no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.

O projeto consiste no desenvolvimento de uma plataforma espacial para experimentos em ambiente de microgravidade de curta duração (em torno de oito minutos) destinado a operar em órbita baixa, a cerca de 300 quilômetros de altitude, por um período máximo de 10 dias.

Futuramente, planeja-se que o SARA seja uma plataforma industrial orbital para qualificação de componentes, materiais espaciais e equipamentos. Além disso, a intenção é que ele abra mais possibilidades na realização de projetos de pesquisa e incremento nas mais diversas áreas e especialidades como biologia, biotecnologia, medicina, combustão e fármacos, entre outras.

A longo prazo, o objetivo é avançar para a nova geração de veículos de reentrada e para as aeronaves hipersônicas. O SARA trará autonomia para o País na realização de experimentos de microgravidade e manterá em alto nível a operacionalidade dos centros de lançamento.

Ivan Plavetz
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 10, 2015, 01:33:16 am
Odebrecht Defesa e Tecnologia decide vender 40% da Mectron

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/10/MG_3680.jpg)

A Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT) decidiu vender 40% da Mectron, uma das principais empresas brasileiras do setor de defesa e organização de alta tecnologia fabricante de mísseis, sistemas de comunicação e equipamentos espaciais. O presidente da ODT, André Amaro, disse que a companhia busca um parceiro internacional para entrar no capital e manter a sua característica de empresa estratégica de defesa (EED), com 60% de capital nacional, de acordo com exigência da Lei 12.598.

Amaro disse que o processo foi iniciado na semana passada com uma comunicação formal da ODT para as empresas com as quais o grupo já mantém algum tipo de relacionamento. A expectativa do executivo é que as negociações sejam concluídas em 120 dias. De acordo com a fonte da notícia, o grupo russo Rosoboronexport é um dos interessados, mas a Mectron também está sendo avaliada por empresas do setor de defesa da China, Estados Unidos e Europa. Alguns parceiros que a ODT tem para desenvolver projetos específicos, como a alemã Atlas Elektronik, do grupo Thyssen Krupp, que desenvolve conjuntamente  um torpedo pesado para a Marinha do Brasil, também aparecem como potenciais interessados.

A francesa DCNS é parceira da ODT no programa PROSUB, através do qual, submarinos estão sendo desenvolvidos e construídos para a Marinha. Juntas, elas controlam a Itaguaí Construções Navais (ICN), que está construindo dois estaleiros e uma base naval no município de Itaguaí, a 69 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro. As restrições orçamentárias do governo, segundo Amaro, impactaram os principais projetos da Mectron, que na semana passada precisou fazer um novo ajuste e dispensar mais 40 funcionários. Em maio deste ano, a empresa encerrou suas atividades no segmento espacial e dispensou 32 empregados.

O contrato de desenvolvimento das redes elétricas do Veículo Lançador de Satélites (VLS), da Aeronáutica, foi descontinuado. A Mectron chegou a ter 550 empregados. Hoje, conta com 320. A empresa, segundo o presidente da ODT, tem uma dívida total de R$ 261 milhões, sendo R$ 150 milhões com a FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) e R$ 111 milhões com o acionista. Desde sua aquisição, em 2010, a ODT investiu R$ 350 milhões na Mectron. No ano passado, sua receita líquida foi de R$ 103 milhões e a previsão para este ano é de R$ 150 milhões. A companhia de defesa fechou 2014 com prejuízo de R$ 22 milhões.

Amaro disse que a Mectron conta hoje com uma carteira de pedidos de R$ 800 milhões. Alguns projetos, apesar da redução da disponibilidade orçamentária do governo, ainda estão com os pagamentos em dia, embora abaixo do valor previsto originalmente no contrato. É o caso do projeto Link BR-2, um sistema de comunicação segura por enlace de dados (data link) para a Força Aérea Brasileira (FAB). Em 2014, o projeto recebeu R$ 36 milhões, mas tinha previsão orçamentária de R$ 56 milhões. Este ano o projeto recebeu R$ 15 milhões, de um orçamento inicial de R$ 44,4 milhões. Entre os programas mais impactados pelas restrições orçamentárias, estão os mísseis MAA1-B (míssil ar-ar de quarta geração) e MAR (antiradiação, para supressão de baterias antiaéreas inimigas).

A definição de um parceiro e acionista, segundo Amaro, ajudará a Mectron a ter acesso a novas tecnologias e na sua inserção no mercado global. “Com a Mectron fortalecida e capitalizada, a ODT estará mais preparada para atender às demandas do mercado brasileiro quando houver um novo ciclo de aquisições no âmbito da Estratégia Nacional de Defesa (END)”, afirmou o executivo.

A Mectron também é uma das parceiras da SAAB no programa de desenvolvimento dos caças Gripen NG para a Força Aérea Brasileira (FAB). Participará da integração dos armamentos da aeronave e do fornecimento do sistema de data link do caça. A empresa também está participando do desenvolvimento do míssil A-Darter, feito em conjunto com a África do Sul. As dificuldades enfrentadas pela Mectron, já preocupam a SAAB, que teme comprometer o cronograma de desenvolvimento do projeto.

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/10/MG_3679.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/10/MG_3682.jpg)

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(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/10/MG_3687.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/10/MG_3689.jpg)

Fonte:  http://www.revistaoperacional.com.br/20 ... a-mectron/ (http://www.revistaoperacional.com.br/2015/mercado/odebrecht-defesa-e-tecnologia-decide-vender-40-da-mectron/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 17, 2015, 01:46:29 am
Dez veículos militares projetados e construídos no Brasil

Cascavel
(http://assets0.exame.abril.com.br/assets/images/2015/10/550567/size_810_16_9_cascavel-da-engesa.jpeg)

Produzido em São José dos Campos pela Engesa, o blindado alcançou enorme sucesso internacional desde que começou a ser feito, em 1980.

Além do Brasil, onde ainda existem mais de 200 unidades em operação, ele foi exportado amplamente para países como Iraque, Líbia, Colômbia e Chipre e, em menor quantidade, para outros países vizinhos (Bolívia, Equador, Paraguai, Suriname, Uruguai e Venezuela).

Ele compartilha alguns componentes mecânicos com o Urutu (veja mais detalhes abaixo), outro blindado produzido pela Engesa, apesar de terem propostas diferentes - enquanto o Urutu transporta tropas, o Cascavel é um veículo de reconhecimento e combate ligeiro.

Seu armamento padrão é um canhão de 90 mm, além de metraladores secundárias junto à torre.

Urutu
(http://assets2.exame.abril.com.br/assets/images/2015/10/550568/size_810_16_9_urutu-da-engesa.jpeg)

Provavelmente, esta é a mais conhecida de todas as "cobras" feitas no Brasil. Também, já são mais de quarenta anos desde que o primeiro Urutu entrou em ação, transportando tropas de até 12 soldados - além do motorista e do comandante.

Acessibilidade sempre foi um dos pontos fortes do modelo, sendo possível a entrada e a saída dos ocupantes pelas laterais, pela traseira e pelo teto.

Além do uso intenso pelo Exército e pela Marinha do Brasil, ele também fez bastante sucesso internacionalmente. Países como Iraque, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Colômbia e Líbia adquiriram centenas de unidades.

Mas apesar do sucesso comercial e de algumas soluções técnicas eficazes, como a suspensão traseira do tipo "Boomerang", o Urutu tornou-se obsoleto em situações de combate atuais.

Jararaca
(http://assets2.exame.abril.com.br/assets/images/2015/10/550569/size_810_16_9_jararaca-da-engesa.jpeg)

Eis um caso de modelo nacional cujo foco era a exportação, e não a utilização pelas Forças Armadas daqui. Os países que mais adquiriram unidades do veículo foram Uruguai, Equador, Chipre, Guiné e Gabão, totalizando 63 exemplares vendidos para o exterior.

Produzido pela Engesa, o Jararaca é um veículo de reconhecimento de 4,16 metros de comprimento e ampla autonomia - graças ao tanque com capacidade para 140 litros de diesel, pode rodar até 700 quilômetros.

Comporta três tripulantes: motorista, comandante e atirador, o qual opera uma metralhadora calibre 7,62mm. No Brasil, há apenas dois protótipos em funcionamento.

Ogum
(http://assets3.exame.abril.com.br/assets/images/2015/10/550570/size_810_16_9_ogum-da-engesa.jpeg)

Mais um produto da Engesa, mas que, dessa vez, não chegou a ser feito em larga escala. Novamente, que solicitou o modelo foi Saddam Hussein, que desejava um blindado leve transportador de tropas movido por esteiras (mais eficientes que as rodas em terrenos off-road), com características similares às do alemão Wiesel. Assim, foi criado o primeiro protótipo do Ogum, em 1986.

O governo iraquiano pediu modificações, que foram feitas pela Engesa e se materializaram num novo protótipo - no total, foram produzidos quatro exemplares prévios.

O ditador do país do Oriente Médio chegou a negociar a aquisição de 200 unidades do Ogum, mas, com o desenrolar dos conflitos na região, a negociação não evoluiu, e o projeto foi abandonado.

Sucuri
(http://assets1.exame.abril.com.br/assets/images/2015/10/550571/size_810_16_9_sucuri-da-engesa.jpeg)

Baseado na plataforma do Urutu e do Cascavel, o Sucuri foi um caça-tanques sobre rodas criado pela Engesa nos anos 80 que abria mão de parte de sua capacidade de proteção para surpreender em termos de velocidade - atingia até 115 km/h, com alcance operacional de 600 quilômetros.

O ponto alto do Sucuri era a força de ataque equivalente à de um tanque, mesmo com um peso total três vezes menor. Seu canhão de 105 mm era montado em uma torre estabilizada.

Como armamento secundário, metralhadoras de 12,7 e 7,62 mm. Infelizmente, ele não chegou a entrar em produção.

Osório
(http://assets1.exame.abril.com.br/assets/images/2015/10/550574/size_810_16_9_osorio-da-engesa.jpeg)

O carro de combate pesado nasceu com audácia e perspectivas de glória. Em meados dos anos 1980, o modelo foi desenvolvido pela Engesa para uma concorrência aberta pela Arábia Saudita.

Submetido a testes no deserto, o protótipo do Osório superou os concorrentes do Reino Unido, França e Itália, e ficou em pé de igualdade com o famoso tanque M1 Abrams dos Estados Unidos.

Houve boatos de que o contrato chegou a ser redigido, estipulando que a venda para os árabes ajudaria a financiar a compra pelo próprio Exército Brasileiro.

Na hora de fechar o acordo, porém, falou mais alto o poderio político e econômico dos americanos. O início da crise que levaria à Guerra do Golfo, em 1990, selaria de vez o destino do Osório, que ainda participaria de outras concorrências na região.

Pior para a Engesa: ao investir todos os seus recursos no desenvolvimento do tanque para exportação - e sem nenhuma garantia de que o Exército Brasileiro, em grave crise financeira, fosse comprar o Osório - a empresa entraria em concordata anos depois, dando fim a um legado de expertise em blindados.

Astros
(http://assets0.exame.abril.com.br/assets/images/2015/10/550576/size_810_16_9_astros-da-avibras.jpeg)

Um dos mais bem-sucedidos modelos militares brasileiros mundo afora. Desenvolvido pela Avibras Indústria Aeroespacial em 1983, ele é um lançador de foguetes de saturação utilizado pelas forças armadas de países como Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Indonésia e Iraque - além do próprio Brasil.

É capaz de lançar múltiplos foguetes, de diferentes calibres, a distâncias que variam entre 9 e 300 quilômetros, e deve ganhar uma nova versão, chamada de Astros 2020, compatível com mísseis de cruzeiro.

O Astros II esteve envolvido em algum dos mais conhecidos conflitos do século passado, como a guerra Irã-Iraque, realizada entre 1980 e 1988, e a Guerra do Golfo, ocorrida em 1990 e 1991 - em ambos os casos, serviu às tropas de Saddam Hussein com sucesso comprovado, graças à sua mobilidade e poder de fogo.

Guarani
(http://assets1.exame.abril.com.br/assets/images/2015/10/550577/size_810_16_9_guarani-da-iveco.jpeg)

O mais moderno blindado de transporte médio do Exército Brasileiro teve suas primeiras unidades entregues em 2014, e deve substituir gradualmente o Urutu.

Foi desenvolvido pela Iveco, companhia muito conhecida pela produção de caminhões. Com capacidade para até 11 ocupantes, o Guarani é um 6x6 com alcance operacional de até 600 km e que pode alcançar os 110 km/h de velocidade máxima.

Assim como outros veículos militares modernos, o Guarani tem uma estrutura modular, isto é, pode ser modificada e receber outros tipos de dispositivo (armas, sensores, blindagem extra, mecanismos de defesa) de acordo com a demanda.

Seu casco inferior em forma de V é ideal para minimizar os danos causados por minas e explosivos, e a blindagem de série oferece protecão contra tiros de fuzil 7,62 mm.

Seu armamento principal é um canhão automático de calibre 30 mm em uma torre estabilizada controlada remotamente.


Gaúcho
(http://assets0.exame.abril.com.br/assets/images/2015/10/550579/size_810_16_9_gaucho-das-forcas-armadas-brasileira-e-argentina.jpeg)

Pode ser tratado como um veículo militar leve de dupla nacionalidade. Isso porque seu projeto teve início em 2004, durante uma reunião no Rio de Janeiro que teve representantes das forças armadas de Argentina e Brasil.

De fato, mais de 85% das peças utilizadas em sua construção são feitas nos dois países, predominantemente na Argentina.

Um dos itens feitos por aqui é o motor 2.8 movido a diesel de 130 cavalos de potência. Por ser um veículo leve (2.100 kg) para sua categoria, o Gaucho é ideal para o transporte por aviões.

Possui autonomia de 500 quilômetros e velocidade máxima de 120 km/h. Comporta até quatro ocupantes, e oferece como opcionais uma metraladora calibre 7,62mm e um kit de blindagem leve.


Marruá
(http://assets3.exame.abril.com.br/assets/images/2015/10/550580/size_810_16_9_marrua-da-agrale.jpeg)

Com a falência da Engesa, alguns de seus projetos pareciam fadados ao esquecimento. Um deles (o EE-12), porém, teve destino diferente graças à intervenção da Agrale.

Em 2003, a companhia anunciou que retomaria seu desenvolvimento, atualizando-o para as necessidades das Forças Armadas brasileiras daquele momento. Nasceu, cinco anos depois, o Marruá.

Foi a Marinha que teve a oportunidade de usá-lo de modo pioneiro, em substituição ao Toyota Bandeirante. Nos anos seguintes, o modelo passou a ser utilizado também pelo Exército e, depois, foi exportado para países vizinhos, como Argentina, Paraguai e Equador.

Sua atuação mais notável até aqui é na intervenção brasileira na missão de paz no Haiti, onde o Marruá atua como veículo de carga, de transporte de pessoal ou ambulância.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noti ... -brasil#12 (http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/dez-veiculos-militares-projetados-e-construidos-no-brasil#12)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 23, 2015, 03:20:46 pm
Concluído modelo térmico do satélite Amazônia-1

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Imagem-1-Mod.T%C3%A9rmico-Amaz%C3%B4nia1.jpg)

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), localizado em São José dos Campos (SP), concluiu o modelo térmico do satélite Amazônia-1. Destinado ao monitoramento de recursos naturais, o satélite é o primeiro construído a partir da Plataforma Multimissão (PMM), estrutura inovadora desenvolvida pela instituição, capaz de se adaptar aos propósitos de diferentes missões e reduzir custos de projetos espaciais.

Os ensaios térmicos ocorrem nos próximos dois meses no Laboratório de Integração e Testes (LIT) do INPE. Durante os testes, são simuladas condições enfrentadas em órbita pelo satélite, que permanece exposto a temperaturas extremas e radiação espacial.

“As partes mais expostas do satélite enfrentarão temperaturas próximas a – 80 graus Celsius no período de eclipse e +80 graus Celsius no período iluminado. Uma importante etapa do desenvolvimento de um satélite é demonstrar que as temperaturas são mantidas dentro dos limites, garantindo o funcionamento. Para isso, construímos um modelo representativo para passar por ciclos de testes que visam qualificar o Subsistema de Controle Térmico”, explicou Adenilson Roberto da Silva, coordenador do Programa de Satélites baseados na PMM.

O modelo térmico do primeiro satélite nacional de observação terrestre será colocado na câmara vácuo-térmica do LIT para simulação, em várias etapas, das condições limites do ambiente térmico previstas em órbita terrestre.

O controle térmico do Amazônia-1 foi projetado por técnicos da Coordenação de Engenharia e Tecnologia Espacial (ETE) do INPE. Após o Teste de Balanço Térmico, para qualificar o Subsistema de Controle Térmico, começam os preparativos para a integração e testes do modelo elétrico, que visa verificar e validar as funcionalidade e interfaces entre os subsistemas. Depois disso, será integrado e testado o modelo de voo do Amazônia-1.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Imagem-2-Mod.T%C3%A9rmico-Amaz%C3%B4nia1.jpg)

 :arrow: http://tecnodefesa.com.br/concluido-mod ... mazonia-1/ (http://tecnodefesa.com.br/concluido-modelo-termico-do-satelite-amazonia-1/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 23, 2015, 03:24:06 pm
FINEP apoia projeto de novo blindado para as Forças Armadas

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Imagem-1-e-2-FINEP-Gladiador.png)

O presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Luis Fernandes, e o presidente do Grupo Inbra Filtro, Jairo Cândido, assinaram no último dia 13 de outubro contrato de financiamento para continuidade do desenvolvimento de um veículo blindado multiuso destinado para as Forças Armadas.

Denominado Gladiador II, o veículo esta sendo proposto no âmbito do programa Viatura Blindada Multitarefa – Leve de Rodas 4×4 (VBMT-LR) do Exército Brasileiro, e poderá ser utilizado em missões de transporte, combate, engenharia, entre outros empregos.

Orçado em R$ 24 milhões, o projeto chegou à FINEP por meio do programa Inova Aerodefesa. Os recursos da financiadora, que somam R$ 19,2 milhões, serão disponibilizados em forma de crédito. Já a contrapartida da Inbra Terreste, empresa do Grupo Inbra, totaliza R$ 4,8 milhões. O prazo para desembolso dos recursos e execução do projeto é de três anos.

Classificado como de porte leve pela indústria de defesa, o Gladiador II pesa aproximadamente oito toneladas e é um veículo de tração 4×4. De projeto 100% nacional, o veículo passou pelos chamados testes iniciais de ação de choque, os quais incluem potência, resistência de blindagem, velocidade e autonomia, obtendo resultados que o colocaram à frente de similares oferecidos por multinacionais tradicionais, de países como Itália, Alemanha e Estados Unidos.

Ivan Plavetz
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 23, 2015, 03:28:04 pm
Indústrias de defesa buscam aprimoramento do setor

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Imagem-1-FID-MD.jpg)

Atentos ao cenário econômico brasileiro, representantes de associações de empresas e federações de indústrias de defesa, bem como integrantes da Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD) do Ministério da Defesa, realizaram na última quarta-feira (14) a 5ª reunião do Fórum das Indústrias de Defesa (FID).

Órgão colegiado de apoio à Comissão Mista da Indústria de Defesa (CMID), o FID permite debater temas de interesse ligados à Base Industrial de Defesa. “Nossa obrigação é fomentar a indústria. Se a indústria não está fomentada, nossa missão não está cumprida”, disse ao abrir a reunião o diretor do Departamento de Produtos de Defesa (DEPROD) e secretário-executivo da CMID, brigadeiro-do-ar José Augusto Crepaldi Affonso.

O primeiro assunto abordado no encontro foi a perspectiva do orçamento de Defesa para 2016. “No cenário atual não dá para falar de nada sem falar de economia. A situação está indefinida e você tem que tomar várias ações. Então, ações estruturantes como a de hoje que é trabalhar no FID, trabalhar na CMID, é buscar os mecanismos de fomento à inovação, financiamento, tentar um orçamento adicional através de emendas ou diretamente no parlamento, e tem que trabalhar exportação”, ressaltou Sami Hassuani, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE).

Na ocasião, o brigadeiro Crepaldi falou ainda sobre a regulamentação de VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado). “O Ministério da Defesa acompanha a regulamentação dos VANTs para garantir o interesse da indústria de defesa”, lembrou. O trabalho vem acontecendo em várias frentes, com atuação conjunta da ABIMDE junto à ANAC.

Também foram levantados temas como financiamentos e garantias para as Empresas Estratégicas, Regime Especial Tributários da Indústria de Defesa (RETID), atualização sobre Termo de Licitação Especial (TLE), e o processo de avaliação das Empresas Estratégicas de Defesa (EED).

Atualmente, estão registradas no Sistema de Cadastramento de Produtos e Empresas de Defesa (SISCAPED) 334 empresas, das quais 63 são Empresas Estratégicas de Defesa (EED) e 12 são Empresas de Defesa (ED). Ao todo, foram cadastrados 2.394 produtos, sendo 312 classificados como Produto Estratégico de Defesa (PED) e 30 como Produto de Defesa (PRODE).

O processo de avaliação dessas empresas seguirá cronograma inicial previsto para o próximo dia 19 de outubro. “Com as visitas às empresas, vai se verificar a manutenção das condições. Caso não, vai ser proposta na CMID o descredenciamento das empresas e levado para análise do ministro”, frisou o brigadeiro Crepaldi.

Durante a reunião foi apresentado ainda o modelo de apoio com base nas Zonas de Processamento de Exportação (ZPE). Além disso, representantes da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) também explanaram sobre as oportunidades de mercado e suportes dado à indústria de defesa.

http://tecnodefesa.com.br/industrias-de ... -do-setor/ (http://tecnodefesa.com.br/industrias-de-defesa-buscam-aprimoramento-do-setor/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 24, 2015, 07:42:20 pm
OUR BRAZILIAN COLLEAGUES HAS ARRIVED

Saab Welcomes Brazilian Engineers

(http://image.saab.com/globalassets/scaled/1170x658x2/globalassets-commercial-air-gripen-fighter-system-gripen-for-brazil-_pek7975.jpg)

The first group of Brazilians has landed in Linköping, Sweden. There are 46 employees from Embraer and two from AEL Sistemas.
Between October 2015 and 2021, more than 350 professionals from Saab’s partner companies in Brazil will journey to Sweden to take part in courses and on-the-job training that are part of the planned technology transfer agreement. There will be over 50 projects, lasting up to 24 months. During this period, each person will have a different program schedule and will receive theoretical and practical training according to the role they will play on the program. This first phase will include many systems engineers and software developers. Pilots, flight test engineers, production engineers, and so on will be arriving a bit further down the line. Gripen Transfer of technology program for Brazil aims to provide the Brazilian aerospace industry with the technology and knowledge needed to maintain and develop Gripen for Brazil.

A part of the first Gripen ordered for the Brazilian Air Force will be built in Sweden while the remainder will be built in Brazil. Brazilian industry will be responsible for developing a big part of the Brazilian – unique techniques of the Gripen system, such as the all-new dual seat version.

Brief facts about the technology transfer programme:
-The technology transfer is divided into approximately 50 Technology of Transfer projects
-Over time, 350 Brazilian engineers will be coming to Sweden
-The duration of their stay will range from 2 weeks to 2 years
-October 2015 saw the arrival of 46 employees from Embraer and 2 from AEL
-In total, 107 people - including their family members - have arrived
-The majority will take part in courses and on-the-job-training in Tannefors, but some will be in Arboga, Gothenburg and Brazil.

Fonte:   http://saab.com/air/gripen-fighter-syst ... echnology/ (http://saab.com/air/gripen-fighter-system/gripen/gripen/Proud-to-be-brazilian/gripen-for-brazil---the-perfect-match/transfer-of-technology/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 28, 2015, 08:05:18 pm
FINEP fecha contrato para o financiamento do projeto do veículo GLADIADOR

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/10/DSC_3510-GLADIATOR-II-by-Groupo-Inbra-Filtro-with-a-REMAX-RWS-by-ARES-01.jpg)

O presidente da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), Srº Luis Fernandes, e o presidente do Grupo Inbra Filtro Srº Jairo Cândido, assinaram no último dia 13/10 um contrato de financiamento para o desenvolvimento de veículo blindado multiuso destinado a ações das Forças Armadas. Denominado Gladiador, o veículo poderá ser utilizado em missões do Exército Brasileiro para transporte, combate, engenharia, entre outros usos. Um dos focos da Inbra com o desenvolvimento do veículo é o programa estratégico da Força Terrestre de aquisição de novas unidades da Viatura Blindada Multitarefa – Leve de Rodas (VBMT-LR).

Com valor total de R$ 24 milhões, o projeto chegou à Finep por meio do programa Inova Aerodefesa. Os recursos da financiadora, que somam R$ 19,2 milhões, serão disponibilizados em forma de crédito. Já a contrapartida da Inbra Terreste, empresa do Grupo Inbra, totaliza R$ 4,8 milhões. O prazo para desembolso dos recursos e execução do projeto é de três anos.

Classificado como de porte leve pela indústria de defesa, o Gladiador pesa aproximadamente sete toneladas e é considerado um veículo 4×4 por possuir tração nas quatro rodas. Projeto 100% nacional, o veículo passou pelos chamados testes iniciais de ação de choque – que englobam potência, capacidade de blindagem, velocidade e autonomia – e obteve resultados que o colocaram à frente de multinacionais tradicionais, de países como Itália, Alemanha e Estados Unidos.

Lançado oficialmente em novembro de 2013, o Programa VBMT-LR consiste na aquisição de 186 viaturas 4×4 em três lotes a partir de 2016, compreendendo um primeiro de 32 unidades e, posteriormente, mais dois de 77 unidades cada um. O programa compreende ainda a nacionalização da produção, fornecimento de serviços logísticos integrados, treino e peças de reposição, e a integração da estação de armas remotamente controladas REMAX (Reparo de Metralhadora Automatizada X) da ARES Aeroespacial & Defesa, e da estação de armas protegida manualmente operada Plattmounts MR550.

Sobre a Inbra

Fundada em 2010 e com sede em Mauá (SP), a Inbra Terreste faz parte do Grupo Inbra Filtro, criado em 1979 e que possui empresas que atuam nas áreas de blindagem, filtros, materiais e produtos ligados à segurança, como capacetes, coletes e escudos. A empresa fornece para as Forças Armadas e também para os mercados de segurança pública e privada.

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/10/DSC_3510-GLADIATOR-II-by-Groupo-Inbra-Filtro-with-a-REMAX-RWS-by-ARES-01.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/10/DSC_3515-GLADIATOR-II-by-Groupo-Inbra-Filtro-with-a-REMAX-RWS-by-ARES-02.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Gladiador_Inbra.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Gladiador_Inbra.2.jpg)

Fonte:  http://www.revistaoperacional.com.br/20 ... gladiador/ (http://www.revistaoperacional.com.br/2015/mercado/finep-fecha-contrato-para-o-financiamento-do-projeto-do-veiculo-gladiador/)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Outubro 29, 2015, 10:29:38 am
É bom para a economia... ;D ;)
http://www.forte.jor.br/2015/10/28/revogacao-do-estatuto-do-desarmamento-faz-forjas-taurus-disparar-13/ (http://www.forte.jor.br/2015/10/28/revogacao-do-estatuto-do-desarmamento-faz-forjas-taurus-disparar-13/)
Citar
SÃO PAULO – Por 19 votos a favor e 8 contrários, a Comissão Especial que analisa mudanças no Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03) aprovou o afrouxamento das exigências para o porte de armas em território nacional, texto relatado pelo deputado Laudivio Carvalho (PMDB-MG). O projeto, que tramita no Legislativo, permite que não apenas que autoridades policiais e de segurança utilizem armas de fogo, mas qualquer pessoa que ateste com documentos e laudos ter capacidade técnica e psicológico para tal, mesmo que o sujeito responda a inquérito policial ou processo criminal. Se aprovadas, as novas regras também alteram de 25 para 21 anos a idade para compra de armas de fogo, além de ampliar o limite de armas por pessoa de seis para nove unidades e permitir publicidade do produto em quaisquer veículos de comunicação.

O avanço da pauta polêmica atende aos interesses de companhias do setor, como a Forjas Taurus (FJTA4) representando o grupo no mercado acionário brasileiro. A facilitação para a comercialização de armas de fogo pode trazer resultados às operações da empresa, que vive um momento delicado na Bovespa. Desde o último pregão de 2012, quando fecharam cotados a R$ 25,57, os papéis preferenciais da Forjas Taurus acumulam perdas de 95,42% até o fechamento da última terça-feira (27), com cotação de R$ 1,17. Com uma mão de alas conservadoras da bancada da bala, a companhia pode conquistar maior confiança de investidores.

Desde que começou a ser discutida, a pauta foi muito criticada por alas da esquerda e estudiosos, que ressaltaram que maior disponibilidade de armas de fogo nas cidades causa um aumento expressivo na taxa de homicídios. Um deles é o diretor de Estudos e Políticas do Estado do Ipea, Daniel Cerqueira. Em entrevista ao InfoMoney em maio, o especialista demonstrou preocupação com a questão do armamento da população e taxou o fenômeno como um dos fatores decisivos para o aumento da criminalidade no país. “Enquanto, no final da década de 80 e ao longo de toda a de 90, a gente viu a sociedade tentando resolver por vias próprias, já que o Estado não resolvia o problema da segurança. Vimos um aumento na prevalência de armas de fogo. O estoque de armas de fogo que a gente criou nas décadas de 80 e 90 explica o aumento bombástico dos homicídios no Brasil”, afirmou Cerqueira na ocasião.

Em detrimento à discussão sobre os possíveis efeitos da medida, as ações da Forjas Taurus chegaram a subir forte no pregão desta quarta-feira (28). Após chegarem a registrar alta de 13,68%, os papéis da companhia reduziram os ganhos e fecharam com variação positiva de 3,42%, cotados a R$ 1,21.

FONTE: InfoMoney
(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2015/10/size_960_16_9_108134775-580x326.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 10, 2015, 06:00:27 pm
MECTRON - Avança o Desenvolvimento do Torpedo Brasileiro

Armamento equipará a futura frota de submarinos da Marinha do Brasil

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2015/11/28472_resize_800_600_false_true_null.jpg)

A Mectron, Empresa Estratégica de Defesa (EED) brasileira, controlada pela Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT),concretizou um passo importante no seu posicionamento estratégico na área de defesa: iniciou neste ano o desenvolvimento do primeiro torpedo brasileiro com o programa do Torpedo Pesado Nacional em escala reduzida (TPNer).

O programa coloca a empresa de São José dos Campos em um seleto e restrito grupo, tornando-a a única empresa desenvolvedora de torpedos das Américas fora dos Estados Unidos e exclusiva no hemisfério sul.

O TPNer é parte dos objetivos estratégicos de longo prazo da Marinha do Brasil que a mobilizam para assegurar a proteção da Amazônia Azul, como são conhecidas as águas jurisdicionais brasileiras. O torpedo brasileiro é essencial para que o Brasil possa armar com independência e livre de fatores externos os futuros submarinos do PROSUB - Programa de Desenvolvimento de Submarinos. Os submarinos estão sendo construídos pela ICN – Itaguaí Construções Navais, sociedade da ODT com a DCNS francesa.

Para viabilizar o desenvolvimento do torpedo em escala reduzida, a Mectron firmou uma parceria com a Atlas Elektronik, empresa alemã com mais de um século de história e uma das líderes mundiais no desenvolvimento de veículos e armamentos subaquáticos (underwater weapons). Desde o início de 2015, uma equipe altamente qualificada de engenheiros da Mectronrealiza na Alemanha a primeira fase do programa, como explica Rodrigo Carnaúba, Diretor de Sistemas e Armas Navais da ODT/Mectron:

“Para esta primeira fase, na qual estão sendo definidas as especificações do produto e as soluções sistêmicas a serem adotadas ao longo de todo o projeto, enviamos à Alemanha uma equipe de engenheiros "seniors", com formação acadêmica de excelência e, o mais importante, profissionais com ampla experiência acumulada nos outros programas de armamentos inteligentes que a Mectron tem desenvolvido ao longo de seus 25 anos de história servindo as Forças Armadas brasileiras. Parcerias tecnológicas internacionais deste tipo já fazem parte da nossa estratégia e do nosso sistema de trabalho há anos”.

O Dr. Francisco Amorim III,Coordenador Técnico do TPNer e líder da equipe da Mectron mobilizada na Alemanha, trabalhou em programas de desenvolvimento de equipamentos espaciais, de sistemas aviônicos e na integração do míssil ar-superfície antirradiação MAR-1 em aeronaves que o utilizarão. Designado pela direção da Mectronpara o projeto TPNer, Amorim ressalta pontos relevantes para o sucesso do empreendimento:

“O nosso projeto está sendo desenvolvido com a mais moderna tecnologia de torpedos disponível no mundo. O modelo de transferência de tecnologia adotado consiste num desenvolvimento conjunto, com especialistas brasileiros e alemães compondo um único time, trabalhando lado a lado. Adicionalmente, a eficácia da transferência de tecnologia somente se viabiliza pela nossa condição de agregar pessoas altamente capacitadas e com conhecimentos no desenvolvimento de armamentos inteligentes. Para tanto, a equipe foi cautelosamente selecionada para assegurar a absorção de tecnologias específicas de veículos subaquáticos. Mais um fator importante para garantir o sucesso desta transferência é o nosso propósito de construir, no tempo correto, um produto adequado tanto às necessidades da Marinha do Brasil como ao mercado internacional.”

Com um histórico fortemente associado ao desenvolvimento de armamentos inteligentes nacionais, mais especificamente mísseis e produtos/serviços a eles associados, a Mectron- empresa incorporada à Odebrecht em 2011 – vem, desde então, expandindo seu portfólio de produtos e serviços em outros segmentos de fundamental importância para as Forças Armadas brasileiras. Um deles é a área de Comunicações, com o projeto do Link BR2, sistema de comunicação por enlace de dados (data link) militar, para a FAB, e o desenvolvimento de um RDS - Rádio Definido por Software nacional, para o Exército Brasileiro.

Na área de mísseis, um dos novos programas já em estágio mais avançado de desenvolvimento é o MAN-SUP, um míssil antinavio de superfície, em desenvolvimento também para a Marinha do Brasil. Rodrigo Carnaúba comenta sobre estes novos programas, suas comunalidades e diferenças:

“O desenvolvimento de armamentos inteligentes sempre foi o grande “expertise” da Mectron, mais especificamente na área de sensores, eletrônica embarcada, e guiamento e controle. Porém, sempre trabalhamos com produtos guiados por infravermelho, radiofrequência ou laser, e com lançamentos a partir de aeronaves ou de superfície. Para o caso de um torpedo, armamento inteligente de aplicação submarina, temos que aprimorar nossos conhecimentos, avançando-os para os campos da acústica submarina e hidrodinâmica. Porém, começar do zero e de maneira independente resultaria em custos elevados e extenso prazo de desenvolvimento e, nesse sentido, a parceria com a Atlas encurtará distâncias. A participação da Mectron nestes projetos nos abre portas no contexto internacional e eleva nosso posicionamento estratégico no setor de defesa”.

Recentemente, a Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT) anunciou o início das negociações para busca de um parceiro tecnológico e estratégico para a Mectron. A companhia busca um parceiro internacional, mantendo sua certificação de empresa estratégica de defesa (EED). Diante das restrições orçamentárias momentâneas que estão afetando os projetos da área de defesa no Brasil, a ODT, consciente de seu importante papel estratégico-político para o nosso país no campo da defesa e tecnologia, busca um parceiro que contribua com o acesso direto à tecnologia, com uma estrutura de capital robusta e com atuação no mercado global. Com a integração deste novo parceiro tecnológico, a Mectronestará ainda mais preparada para atender as demandas estratégicas do Governo Brasileiro, das Forças Armadas do Brasil, bem como de Clientes internacionais.

Fonte:   http://www.defesanet.com.br/prosub/noticia/20786/MECTRON---Avanca-o-Desenvolvimento-do-Torpedo-Brasileiro/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 24, 2015, 04:43:03 pm
(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12721&d=1381111977)

(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12722&d=1381112063)

(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12723&d=1381112089)

(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12724&d=1381112136)

(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12725&d=1381112170)

(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12734&d=1381112818)

(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12726&d=1381112293)

(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12727&d=1381112312)

(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12728&d=1381112335)

(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12729&d=1381112368)

(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12730&d=1381112453)

(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12731&d=1381112535)

(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12732&d=1381112573)

(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=12733&d=1381112586)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 24, 2015, 04:46:48 pm
Brasil difunde primeras imágenes de su avanzada corbeta sigilosa

(https://esp.rt.com/actualidad/public_images/a54/a540d0824bb0dc377d2397ac7bed7aa3_article.jpg)

Un año antes de la botadura del avanzado proyecto brasileño de corbeta sigilosa de producción nacional, algunos detalles e imágenes de la nave han aparecido en Internet.
Para los políticos brasileños, el programa de construcción de la cabeza de serie de corbetas clase CV03 es la culminación del esfuerzo nacional de desarrollo de su propia industria naval de guerra.

En general, la Armada brasileña tiene previsto construir cuatro corbetas del avanzado proyecto. Según los planes, la botadura de la cabeza de serie tendrá lugar en diciembre del 2014. Sin embargo, a más de un año de este evento de importancia histórica para el país, en Internet se han filtrado los primeros detalles e imágenes de la nave.


Datos generales

Según la información disponible, hasta el momento se ha completado solo la concepción general y el diseño de la nave. De acuerdo con el portal especializado en defensa ALIDE, el Centro de Diseño Naval brasileño desarrolla la corbeta con un amplio uso de diseño general y elementos estructurales del anterior proyecto Barroso: mide 103,4 metros de eslora y 11,4 metros de manga. Sin embargo, la nueva corbeta desplazará 2.480 toneladas frente a las 2.350 del Barroso.

(https://esp.rt.com/actualidad/public_images/8fb/8fbbfcebbe1ab97e0194b80d292d40cb.jpg)

De acuerdo con la publicación, el casco será completamente 'adquirido' del proyecto anterior. Sin embargo, la distribución de compartimientos internos de la CV03 ampliará el volumen habitable, a fin de mejorar las condiciones de los tripulantes, buzos y, si hace, falta, el mando de la flota.

De acuerdo con las últimas tendencias de construcción naval, el buque no tendrá enormes superestructuras salientes cargadas de antenas y radares, la CV03 las esconderá dentro del casco, para minimizar su sección trasversal de radar.

(https://esp.rt.com/actualidad/public_images/182/182436cd2b4220bc94dd8ff6f1bd9d70.jpg)

La corbeta Barroso, la única nave construida según el proyecto anterior, utiliza el sistema de propulsión CODOG, que combina motores diesel y turbinas de gas. No obstante, en el curso de la definición de los requisitos del proyecto CV03 se reveló un hecho interesante que influyó en el trabajo posterior: durante las pruebas en el mar en los últimos cinco años de servicio de la corbeta Barroso, los motores de la turbina de gas se utilizaban muy raras veces. Durante el 96% de su servicio la Barroso navegó propulsada solamente por sus motores diesel. Por lo tanto en el diseño de la CV03 se decidió prescindir de las turbinas de gas.

El eliminar los motores y cajas de cambio de las turbinas de gas permite aligerar el buque y mejorar sus características de navegación.

Según las estimaciones, a una velocidad económica de 12 nudos, la nueva corbeta CV03 tendrá una autonomía de 6.000 millas. Brasil no cuenta con bases navales en el extranjero, por lo que la autonomía de sus nuevas naves es una característica prioritaria.


Armamento

En la actualidad, se decide con qué piezas de artillería contará el buque. Las corbetas de la serie CV03 podrán recibir la instalación de cañones Vickers Mk-8, de calibre 113 mm de producción británica. El mismo sistema usa la corbeta Barroso y gusta a marineros de Brasil. Alternativamente, se estudia la posibilidad de dotar a la corbeta con el cañón de 76 mm de la Oto Melara. En la parte trasera de la superestructura se supone que habrá cañones antiaéreos de calibre 30 o 40 mm.

(https://esp.rt.com/actualidad/public_images/da8/da8b7ecffd6b9fe1e6b6f4bdadf8aea1.jpg)

Las naves del proyecto CV03 serán las primeras corbetas brasileñas en recibir sistemas de misiles antiaéreos. Ya se conoce que la corbeta portará misiles de despegue vertical, pero su tipo no está definido todavía. Se consideran varias opciones: el sistema israelí Barak, el estadounidense ESSM, el francés VL MICA y el sudafricano Umkhonto.

Al igual que la corbeta Barroso, los nuevos buques estarán dotados de seis lanzadores de torpedos, de fabricación nacional, y un sistema de misiles antibuque.

Para localizar los submarinos enemigos y cumplir las tareas de transporte, el CV03 llevará un helicóptero. Durante los primeros años de servicio, los buques estarán equipados con helicópteros Westland AH -11A Súper Lynx. Posteriormente, es posible la adquisición de helicópteros Sikorsky SH- 60 Seahawk.

Importancia del proyecto

Más que un buque de guerra, la futura corbeta allana el camino a la industria naval brasileña, que puede ser el inicio de una familia de nuevos productos con potencial real de exportación, especialmente para los países africanos y sudamericanos.

A juzgar por el tiempo del inicio de la construcción de la cabeza de serie del proyecto, aún hay tiempo suficiente para que haya cambios importantes de diseño. Sin embargo, ya está claro que el proyecto CV03 es un importante hito en la construcción naval brasileña. Para construir los cuatro buques de la serie, la industria nacional tendrá que aplicar nuevas tecnologías que luego pueden ser utilizadas en otros proyectos. Por lo tanto, el CV03 no solo reforzará a la Armada del país, sino también sacará adelante su industria naval.


Fonte: https://actualidad.rt.com/actualidad/view/109995-brasil-muestra-imagenes-avanzada-corbeta-sigilosa
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 13, 2015, 05:40:59 pm
Lançamento do primeiro míssil antinavio feito no Brasil

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Imagem-1-e-2-MAN-UP-1%C2%BALan%C3%A7amento.jpg)

A Mectron, empresa brasileira controlada pela Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT), anunciou a aproximação da conclusão do desenvolvimento do MAN-SUP, o primeiro míssil superfície-superfície antinavio brasileiro e também se prepara para o primeiro lançamento de qualificação. De acordo com a empresa, a realização do lançamento será um marco inédito no País e deverá ocorrer no segundo semestre de 2016 a partir de um navio da Marinha do Brasil.

Além de dotar a Esquadra brasileira de mísseis antinavios fabricados aqui, atendendo às suas necessidades operacionais, o Programa MAN-SUP da Marinha do Brasil tem objetivo de garantir domínio e autonomia tecnológica em todo o ciclo de vida de armamentos desta classe, ou seja, desde o desenvolvimento até a operação e manutenção, sempre em parceria com a indústria nacional de defesa.


(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Imagem-3-MAN-UP-1%C2%BALan%C3%A7amento.png)

Na Mectron, as atividades estão focadas na finalização do projeto, fabricação, integração e testes dos protótipos que serão utilizados para os lançamentos a partir de navios da Marinha, no litoral brasileiro, contra um alvo simulado posicionado a aproximadamente 70 Km do navio lançador. Flavio Gesca, diretor do contrato do MAN-SUP na Mectron, esclarece que “embora não tenhamos ainda uma data precisa para o lançamento, estamos entrando na reta final de um evento que será histórico para a Marinha do Brasil e para a indústria nacional de defesa. Será a materialização de uma decisão estratégica tomada há alguns anos pela Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM): investir no desenvolvimento da tecnologia nacional. Ver hoje a capacidade de nossas equipes e os resultados de altíssimo valor agregado que estão sendo gerados, é muito gratificante” afirmou o executivo.

O programa de desenvolvimento do MAN-SUP teve início em dezembro de 2011, numa divisão de trabalho com outras duas empresas brasileiras. Foi atribuída à Mectron a responsabilidade pelo o que é considerado o “cérebro do míssil”, parte correspondente ao Sistema de Guiagem Navegação e Controle, que reúne os subsistemas que proporcionam autonomia e inteligência ao controle do míssil durante todo o seu voo, etapa que o vetor desloca-se de acordo com trajetória de característica “sea skimming” (voo rente ao mar) em direção ao alvo. Adicionalmente, a Mectron tem a responsabilidade pelo desenvolvimento do Sistema de Telemetria que será utilizado em apoio à verificação da funcionalidade dos protótipos em seus lançamentos reais.

Estrategicamente, a Marinha do Brasil adotou requisitos que são fundamentais para o seu objetivo de soberania nacional, através da autonomia tecnológica. Em primeiro lugar, o MAN-SUP deve ser desenvolvido sem a utilização de qualquer componente que tenha restrição em seu fornecimento, ou seja, aqueles que  exigem “End-User Certificate“. Em segundo, o MAN-SUP deve ter plena compatibilidade com os meios de lançamento existentes hoje na Marinha do Brasil para mísseis destinados ao mesmo emprego, reduzindo significativamente seus custos de integração.

Em referência ao requisito de uso de componentes sem necessidade do certificado, a Mectron venceu um grande desafio ao desenvolver uma solução de bateria para o MAN-SUP livre de qualquer restrição de fornecimento. Tipicamente, armamentos como este utilizam baterias térmicas que em todo o mundo só são fornecidas mediante aprovação através de “End-User Certificate”. Flavio Gesca comenta que “a equipe da Mectron, com sua altíssima competência e criatividade, pôde desenvolver uma solução inovadora que atende aos requisitos de desempenho, ambientais e de segurança, sem quaisquer restrições comerciais”. No caso da plataforma inercial, foi adotada uma solução projetada e fabricada pela própria Marinha do Brasil, através do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP).


(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Imagem-4-MAN-UP-1%C2%BALan%C3%A7amento.png)

No que diz respeito à compatibilidade, a Mectron é responsável pelo desenvolvimento da completa integração do MAN-SUP aos meios de lançamentos existentes em embarcações da Marinha do Brasil, não sendo necessárias quaisquer modificações no atual sistema de disparo. Este trabalho capacitou a Mectron para futuros fornecimentos de sistemas de lançamentos completos do MAN-SUP à Marinha do Brasil e a outras nações.

A empresa avança na conclusão do desenvolvimento do MAN-SUP, estando hoje na fase de integração e testes dos subsistemas, incluindo os algoritmos de guiagem navegação e controle, computador de bordo, radioaltímetro,  integração do sistema de navegação inercial, atuadores e profundores, telemetria embarcada, entre outros. Esta verificação ocorre através de uma moderna técnica, utilizada por empresas detentoras de alta tecnologia, o HILS (Hardware In-the-Loop Simulation). Esta técnica consiste em testar, em ambiente de laboratório, a integração completa entre software e hardware do míssil e o meio, este último, simulado por computador.

Rodrigo Carnaúba, diretor de sistemas e armas navais da Mectron salienta que “o MAN-SUP será um produto brasileiro fornecido e suportado por empresas nacionais, beneficiando a Marinha do Brasil na redução dos elevados custos de manutenção e no aumento da disponibilidade da arma (MTTR – Mean Time To Repair) pela praticidade em ter seus fornecedores/parceiros a poucas horas de distância”. Tendo sob sua liderança na Mectron outro projeto estratégico para a Marinha do Brasil, o TPNer – Torpedo Pesado Nacional em escala reduzida, este, por sua vez, para equipar os submarinos do PROSUB e em parceria com a empresa alemã ATLAS ELEKTRONIK, ele complementa: “conforme necessidades e orientações estratégicas dos nossos clientes, seja com parcerias nacionais ou internacionais, estamos aqui para desenvolver e reter conhecimento, contribuir para o avanço tecnológico do Brasil e de nossas Forças Armadas”.

Recentemente, a Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT) anunciou o início da busca de um parceiro tecnológico e estratégico para a Mectron. A companhia busca um parceiro internacional, mantendo sua característica de Empresa Estratégica de Defesa (EED). Diante das restrições orçamentárias momentâneas que estão afetando os projetos da área de defesa no Brasil, a ODT, consciente de seu importante papel estratégico-político para o País no campo da defesa e tecnologia, busca um parceiro que contribua com o acesso direto à tecnologia, com uma estrutura de capital robusta e com atuação no mercado global.

Com a integração deste novo parceiro tecnológico, a Mectron pretende tornar-se mais preparada ainda para atender as demandas estratégicas do governo brasileiro e das Forças Armadas, bem como de clientes internacionais.


Fonte: http://tecnodefesa.com.br/lancamento-do-primeiro-missil-antinavio-feito-no-brasil/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 19, 2015, 08:27:05 pm
Imbel planeja lançar seu rifle IA2 no mercado africano e asiático

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/12/imbel.jpg)

Infodefensa visitou no início de dezembro as instalações da mais antiga Indústria Estratégica de Defesa do Brasil, cuja
gênese pode ser traçada quando da chegada da Família Real Portuguesa na Colônia ultramarina em 1808, evento que
possibilitou o estabelecimento da primeira unidade fabril estratégica no País, a Real Fábrica de Pólvora da Lagoa Rodrigo de
Freitas, cidade do Rio de Janeiro. A Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel) foi criada em 14 de julho de 1975 (Lei nº 6.227), estando vinculada ao Ministério da Defesa por intermédio do Comando do Exército. Em 2013, a Imbel recebeu o título de ‘Primeira Empresa de Defesa do Brasil’.

Na Fábrica de Itajubá (FI), visitada pela reportagem, são produzidos os fuzis de assalto e carabinas IA2 em dois calibres,
pistolas semiautomáticas de diferentes características, fuzis snipers para atiradores de elite, facas de combate, etc.

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/12/imbel2.jpg)

A Fábrica da Estrela (FE) localizada em Magé (RJ) produz explosivos; a Fábrica Presidente Vargas (FPV) localizada em
Piquete (SP) é, também, uma fábrica química produtora de explosivos; a Fábrica de Itajubá (FI) localizada em Itajubá (MG)
é uma fábrica mecânica produtora de armas; a Fábrica de Juiz de Fora (FJF) é uma fábrica química, mecânicometalúrgica que fabrica, carrega e monta munições de grosso calibre para o Exército; e a Fábrica de Material de Comunicações e Eletrônica (FMCE) localizada no Rio de Janeiro (RJ) produz equipamentos de comunicações e sistemas eletrônicos diversos.

A gênese do Imbel IA2

O IA2 é fruto de estudos do Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e da Imbel para substituir o FN FAL e suas variantes,
em uso com o Exército Brasileiro desde 1964. A nova arma começou a ser testada no Centro de Avaliações de Exército
(CAEx), no Campo de Provas de Marambaia, Rio de Janeiro, em 2010.

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/12/imbel3.jpg)

m 2012, foi colocada uma encomenda inicial de 1.500 fuzis IA2, na variante de 5.56mm e 7.62 mm, para serem
distribuídas entre várias unidades como a Brigada de Operações Especiais, a Brigada de Infantaria Paraquedista e as
Brigadas de Infantaria de Selva. O IA2 é classificado como um fuzil de fogo seletivo, em calibre 5.56x45mm NATO,
utilizando sistema de ferrolho rotativo, com sete ressaltos. Também possui uma versão em calibre 7,62mm utilizando
sistema de ferrolho basculante, similar ao empregado anteriormente no FAL.

Mesmos com sistemas de ferrolho diferentes, ambos os fuzis tem características similares, como o sistema por acionamento
de gases (na qual os gases resultantes do disparo são desviados para um tubo acima do cano, que empurram um pistão,
localizado no tubo, que empurra o kit do ferrolho, liberando o estojo e carregando a câmara com outra munição), detalhes
da mecânica foram alterados (como por exemplo, o extrator que teve seu desenho modificado para melhorar o processo
de ejeção dos cartuchos deflagrados e o posicionamento do percussor foi modificado).

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/12/imbel5.jpg)

Seu seletor de modo de disparo trabalha em três posições, Segurança (S), Fogo SemiAutomático (SA) e Fogo Automático
(A). O IA2 tem design avançado com amplo uso de peças em polímero, como a nova empunhadura. A coronha,
inicialmente, na versão 5.56mm, foi projetada com uma montagem telescópica, em polímero, muito similar à utilizada no
fuzil FN SCAR.

Com o tempo, essa solução foi abandonada em favor da coronha rebatível em material plástico da versão 7.62mm, mais
barata e fácil de fabricar.

Mantiveram­se duas características do FAL, a alavanca de acionamento do ferrolho, posicionada no lado esquerdo do fuzil
(não é ambidestra nem intercambiável), e o seletor de modo de tiro, posicionado no lado esquerdo do conjunto do gatilho da
arma, o que dificulta a operação por atiradores canhotos.

As variantes em calibre 5.56 mm usam carregador STANAG 4179 (30 munições) padrão OTAN, já a versão em calibre 7.62
mm utiliza carregador padrão do FAL (20 munições). A alça de mira é do tipo rampa deslizante, com as posições de 150 e
250 metros, sendo regulável no plano horizontal com o auxílio de uma chave de fenda. A massa de mira é regulável em
altura.

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/12/imbel4.jpg)

A caixa de culatra e guarda­mão receberam trilhos picatinny, o IA2 pode ser equipado com uma vasta gama de acessórios,
que incluem lunetas, miras reddot, miras holográficas, intensificadores de imagem, lanternas táticas, lança granadas M203
de 40mm, unidades de controle de tiro, designadores a laser, entre outros acessórios.

O cano é equipado com um quebra chamas padrão OTAN, capaz de disparar granadas de bocal. O fuzil pode ser equipado
com uma baioneta IA2 ou AMZ, fabricados pela Imbel. O projeto IA2 está sendo oferecido no mercado internacional de armas em quatro versões, o fuzil em calibre 5.56x45mm NATO, feito para substituir o Imbel M964 FAL no Exército Brasileiro e na Marinha do Brasil, o Heckler & Koch HK33 na Força Aérea Brasileira e o Colt M16A2 no Corpo de Fuzileiros Navais (juntamente com o fuzil em calibre 7.62x51mm NATO), a carabina semiautomática em calibre 5.56x45mm NATO e a carabina semiautomática em calibre 7.62x51mm NATO, para combates em ambientes fechados e operações policiais.

O Exército Brasileiro fez uma encomenda inicial de 1.500 fuzis em 2013, e mais recentemente, o Comando Logístico do
Exército (COLOG) colocou uma nova encomenda de 20.000 armas, visando equipar gradativamente as unidades de pronto
emprego da Força Terrestre.

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/12/imbel6.jpg)

A Polícia Militar do Estado de São Paulo adquiriu um lote de 500 carabinas em 2014 para equipar a ROTA e a Força Tática,
unidades policiais que demandam armamento mais efetivo e moderno. Diversos interessados estão negociando com a Imbel novos contratos de aquisição. A demanda por um fuzil moderno no mercado doméstico e sulamericano é muito grande, e outros mercados considerados promissores estão no continente africano, no extremo asiático, incluindo países do Golfo Pérsico, dentre outros.

As instalações antigas, da primeira metade do século XX, são mantidas em ótimas condições. Nos pavilhões, máquinas de
fresamento e corte a laser CNC digitais desfilam sua modernidade lado a lado com veneráveis sistemas mecânicos
analógicos.

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/12/imbel7.jpg)

Nos fornos, independente do clima ou da modernidade, o calor faz o seu trabalho. De vez em quando, o som de armas
automáticas atirando toma conta do ambiente, os fuzis e pistolas que acabaram de ser fabricados estão sendo testados no
estande de tiro. Por todos os lados, funcionários executam várias tarefas de forma organizada, afinal é mais um dia de
trabalho na fabrica da Imbel em Itajubá, pequena cidade no interior de Minas Gerais.

FONTE: Infodefensa
FOTOS: Roberto Valadares Caiafa
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 21, 2015, 05:33:24 pm
Míssil portátil anti-carro MSS 1.2 AC

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Atirador-MSS-1_2.jpg)

O Exército Brasileiro realizou no final de maio e início deste mês as primeiras avaliações do sistema de mísseis anticarro “MSS1.2 AC” atualizado desenvolvido pela Mectron, empresa controlada pela “Odebrecht Defesa e Tecnologia”. Os equipamentos foram entregues entre 2013 e 2014, mas somente neste ano foram de fato lançados. Os testes foram realizados no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), em Guaratiba (RJ).

Foram feitos dois disparos contra alvos fixos posicionados a uma distância de 1.500 metros. Segundo o fabricante, os disparos foram “remotos”, ou seja, sem a presença de um atirador, justamente para avaliar a rigidez mecânica do artefato. Também foram avaliados os novos giroscópios de orientação do míssil, que foi atualizado para um padrão mais avançado.

O MSS 1.2 AC é um míssil de médio alcance “superfície-superfície” desenvolvido atacar carros de combate. O artefato é guiado por laser e pode ser usado por tropas em solo ou a bordo de viaturas. O sistemas é composto pelo míssil e o tubo lançador e, segundo o fabricante, é muito leve e pode ser transportado com facilidade.

O míssil da Odebrecht ainda possui um sistema de propulsão que não deixa rastro de fumaça ao ser lançado, evitando que a posição do atirador seja descoberta.

Além de munições e unidades de tiro, também foram entregues ao Exército equipamentos de teste e simuladores para treinamento de atiradores.

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/08/MSS_01.jpg)

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/08/MSS_02.jpg)

Fonte:  http://airway.uol.com.br/exercito-brasileiro-avalia-novos-misseis-da-odebrecht/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 22, 2015, 04:58:47 pm
Satélite geoestacionário brasileiro ingressa na fase de integração e testes

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2015/12/29064_resize_800_600_false_true_null.jpg)

A Visiona Tecnologia Espacial, responsável pela integração do sistema SGDC (Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas) anuncia a conclusão de mais um marco importante no desenvolvimento do programa.

No último dia 14, nas instalações da Thales Alenia Space, fornecedora do satélite do sistema SGDC, foi realizada com sucesso a junção entre a plataforma do satélite e o módulo de comunicação (carga útil), marcando assim o início da campanha de integração e testes.

“O programa continua avançando conforme o planejado e em linha para o lançamento em 2016. Nos próximos meses, o satélite passará por uma bateria de testes que simularão o ambiente de lançamento e espacial, além de testes funcionais”, disse Eduardo Bonini, presidente da Visiona.

Com o sistema SGDC, o Brasil pretende não só conquistar a soberania em comunicações estratégicas civis e militares, como ampliar o acesso à banda larga de internet para todo o território nacional.

A Visiona Tecnologia Espacial S.A. é uma empresa dos grupos Embraer e Telebras, controlada pela Embraer e constituída com o objetivo inicial de atuar na integração do sistema do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) do governo brasileiro, que visa atender às necessidades de comunicação satelital do Governo Federal, incluindo o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) e um amplo espectro de comunicações estratégicas de defesa.

A Visiona tem também como objetivo atuar como empresa integradora de satélites, com foco nas demandas do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE/AEB) e do Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE/FAB).

Fonte:  http://www.defesanet.com.br/space/noticia/21163/Satelite-geoestacionario-brasileiro-ingressa-na-fase-de-integracao-e-testes/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Janeiro 08, 2016, 03:16:48 pm
http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/embraer-fecha-fabrica-de-avioes-nao-tripulados_2469.html (http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/embraer-fecha-fabrica-de-avioes-nao-tripulados_2469.html)
Citar
A Embraer anunciou que encerrou as atividades da Harpia Sistemas, empresa criada em parceria com a AEL Sistemas e a Avibras para desenvolver aviões não tripulados (drones). Um dos motivos para o término da parceria e consequente fim do desenvolvimento de aeronaves não tripuladas se deve ao cenário econômico atual.

A Harpia Sistemas foi constituída visando desenvolver a plataforma Falcão para uso das Forças Armadas brasileiras e deveria ser capaz de realizar missões de reconhecimento, aquisição de alvos, apoio à direção de tiro, avaliação de danos, vigilância terrestre e marítima. O projeto estava alinhado com o END (Estratégia Nacional de Defesa), sendo reconhecido como prioritário pelo Ministério da Defesa.

Segundo comunicado, a Embraer afirma que empresas devem continuar a desenvolver novas tecnologias para o futuro, podendo inclusive voltar a atuar em conjunto em nova oportunidade.

“As empresas reconhecem que a preservação do conhecimento é fundamental para manter a capacidade tecnológica adquirida e, por isso, realocaram os profissionais da Harpia Sistemas em outros programas”, diz o texto.

A Embraer detinha 51% da empresa, enquanto a AEL Sistemas controlava 40% e a Avibras os 9% restantes. A Embraer manterá, contudo, sua participação de 25% no capital da AEL Sistemas, empresa subsidiaria da israelense Elbit Systems.

O desenvolvimento de plataformas não tripuladas é considerado estratégico pelos principais fabricantes e forças armadas do mundo, que acreditam que num futuro próximo esses veículos serão fundamentais no campo de batalha e em operações de busca e salvamento.

Além disso, a indústria também aposta no potencial de veículos remotamente pilotados na aviação civil.



Original: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/embraer-fecha-fabrica-de-avioes-nao-tripulados_2469.html#ixzz3wfN6Bizx
Mais outra vitima da crise...  :(
(http://cache.aeromagazine.uol.com.br/media/harpia_sistemas.jpg)

Saudações
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 11, 2016, 12:07:39 pm
Brasil, Colômbia e Peru construirão barco patrulheiro para Amazônia

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Imagem-1-Acordo-BarcoPatrulh.jpg)

Brasil, Colômbia e Peru concordaram em realizar intercâmbio de tecnologia militar e colaborar na construção de um barco de patrulhamento para proteger a região amazônica compartilhada pelos três países contra narcotraficantes e outras ameaças criminosas.

O projeto foi anunciado pelo contra-almirante Jorge Enrique Carreño Moreno, presidente da Cooperação Colombiana de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento da Indústria Naval, Marítima e Fluvial (COTECMAR), durante a feira internacional Expodefensa 2015, realizada entre 30 de novembro e 02 de dezembro, em Bogotá, na Colômbia.

“Nós – Colômbia, Brasil e Peru – assinamos o acordo Patrulheiro Amazônico”, disse ele à imprensa. “As Marinhas desses países se posicionam para proteger este pulmão do mundo que é o Rio Amazonas.”

Aníbal Fernández de Soto, vice-ministro de Políticas e Assuntos Internacionais do Ministério da Defesa da Colômbia, disse que o projeto do barco de patrulha refletirá as capacidades de engenharia dos três países. “Que a experiência, a doutrina e o conhecimento dessas três Marinhas aumentem exponencialmente a efetividade de cada uma nas atividades contra ameaças como aquelas derivadas do narcotráfico e da mineração ilegal que colocam a região em perigo.”

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Imagem-2-Acordo-BarcoPatrulh.jpg)

O barco patrulheiro ajudará os três países a combater as organizações de tráfico internacional de droga que operam na Tríplice Fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, região conhecida como Trapézio Amazônico. Forças de segurança também usarão o barco para lutar contra uma ampla gama de atividades de crime organizado, como contrabando de flora e fauna e desmatamento ilegal.

“O principal benefício é ter uma ferramenta comum com a qual possamos patrulhar os rios da bacia amazônica, que formam um ecossistema estratégico do ponto de vista ambiental”, disse o vice-ministro Fernández de Soto. “O uso desse barco patrulheiro também nos permitirá exercer maior presença para combater várias manifestações de crime organizado, que se aproveitam dessa região às vezes inóspita e de difícil acesso para desenvolver atividades ilegais.”

(http://1.bp.blogspot.com/-r8-yH0Aqkc0/UHuIS0mhWAI/AAAAAAAAB6I/7uz4_U0x_Ak/s1600/PAF+III.jpg)

A embarcação ajudará as forças de segurança a proteger o Trapézio Amazônico, uma região que abriga os ecossistemas de maior diversidade e recursos genéticos do mundo, além de importantes recursos hidrelétricos, de hidrocarbonetos e minerais.

As autoridades militares desenvolveram um plano para o barco patrulheiro da Amazônia a partir da experiência da Colômbia com barcos ribeirinhos e do Brasil, que tem história na construção naval. Desse modo, oficiais dos dois países discutiram a ideia de trabalhar em conjunto e assinaram o acordo em julho de 2014. Os Serviços Industriais da Marinha do Peru (SIMA) aceitaram trabalhar no projeto com a COTECMAR da Colômbia e a Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON) do Brasil após a quarta reunião do Mecanismo de Consulta e Coordenação Política realizada entre a Colômbia e o Peru no dia 26 de outubro último.

“Essa importante estratégia conjunta não apenas permitirá o trabalho harmonioso entre as várias Marinhas envolvidas, mas também proporcionará importantes avanços tecnológicos e intercâmbios de tecnologias desenvolvidas por cada país para o benefício da região” disse o vice-ministro Fernández de Soto.

Embora as três empresas estejam trabalhando juntas no desenho do barco e garantindo que tenha as capacidades necessárias, concordaram que a COTECMAR construirá a embarcação, que será financiada após a etapa do projeto. “Cada país vai lidar com a fase seguinte de acordo com suas possibilidades econômicas e planos de desenvolvimento estratégico”, disse o contra -almirante Carreño.

Iniciativa fortalece laços de cooperação

“A relação entre Colômbia, Peru e Brasil é muito estreita e fluida, caracterizada por uma comunicação permanente entre nossas Forças Armadas”, disse o vice-ministro Fernández de Soto. “Formamos uma excelente aliança que advém não apenas de nossa relação fronteiriça, mas também do interesse mútuo em combater estruturas de crime organizado, que geram danos a nossas comunidades e à região como um todo.”

Por exemplo, durante a quarta reunião do Mecanismo de Consulta e Coordenação Política entre Peru e Colômbia, esses países concordaram em trocar informação sobre a construção, reparação, modernização e manutenção das unidades navais, assim como dividir serviços de manutenção de aviões e informação sobre a implementação de seus sistemas, entre outras coisas.

“O Brasil ofereceu recentemente sua cooperação no enorme esforço de desminagem que a Colômbia deve fazer na região, enquanto nós e o Peru renovamos nosso compromisso quanto à assistência às vítimas e à erradicação de minas terrestres”, disse o vice-ministro colombiano Fernández de Soto. “Uma vez mais, a Colômbia, o Peru e o Brasil reiteram seus laços históricos de amizade, que se manifestam na defesa e promoção da democracia.”


(http://k33.kn3.net/taringa/4/D/B/E/7/4/MaestroRoshiII/94D.jpg)

Ivan Plavetz

Fonte: http://tecnodefesa.com.br/brasil-colombia-e-peru-construirao-barco-patrulheiro-para-amazonia/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 11, 2016, 12:42:02 pm
VANT FALCÃO — Vamos continuar com ARPs na AVIBRAS!

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2016/01/29174_resize_620_380_true_false_null.jpg)

Até o momento da publicação da matéria sobre o encerramento da empresa HARPIA Sistemas não tínhamos conseguido contatar o presidente da AVIBRAS Aeroespacial, que tinha a participação da Divisão Aérea e Naval S.A (HARPIA – Dissolução e Sobrevivência na Selva da Defesa Link).

Posteriormente o Sr Sami Hassuani, presidente da AVIBRAS Aeroespacial enviou a seguinte mensagem:

“O Falcão continuará sendo da AVIBRAS. Trata-se de tecnologia existente antes da criação da HARPIA e portanto continua com a AVIBRAS. Aquilo que foi desenvolvido pela HARPIA fica para os três (AEL/EMBRAER/AVIBRAS).

Em tempo: continuaremos a desenvolver ARP's. Quem sabe mais à frente façamos algo em conjunto novamente com EMBRAER e AEL!”

Segundo informe da própria AVIBRAS divulgado em 2012 a AVIBRAS já tinha investido R$ 60 Milhões no Projeto Falcão. A plataforma do Falcão é feita em fibra de carbono, que garante maior leveza ao veículo e aumenta o espaço para que ele possa carregar mais combustível e sensores.

O projeto prevê mais de 15 horas de autonomia, para o Falcão, que está configurado para carregar um equipamento eletro-óptico [tira fotos e faz filmagem de alta qualidade, tanto durante o dia quanto à noite], um radar de detecção de alvos móveis no solo e um link de satélites, com alcance de até 1.500 km.

A empresa não comenta mas o retorno do projeto do VANT Falcão para a AVIBRAS chega em um momento que há maior domínio tecnológico sobre tecnologias de guiagem, planejamento de missão e voo autonomo.

São Spin-offs frutos dos desenvolvimentos do Míssil Tático de Cruzeiro AV-TM300,  dentro do Programa ASTROS 2020.

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2012/04/7060_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Fonte: http://www.defesanet.com.br/vant/noticia/21257/SAMI-HASSUANI--Vamos-continuar-com-ARPs-na-AVIBRAS-/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 12, 2016, 04:21:21 pm
SABER M200 - BRADAR e CTEx testam com sucesso radar

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2016/01/29194_resize_800_600_false_true_null.jpg)

A BRADAR, empresa do Grupo Embraer Defesa & Segurança, e o CTEx (Centro Tecnológico do Exército) realizaram com sucesso o primeiro teste funcional do radar SABER M200 ao acompanhar em tempo real o tráfego aéreo do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). O evento, que aconteceu no final do ano, contou com a presença do chefe do CTEx, General-de-Brigada Hildo Vieira Prado Filho, e do presidente da BRADAR, Astor Vasques, além de ambas as equipes envolvidas no desenvolvimento do projeto.

O SABER M200 é um radar multimissão de defesa antiaérea, de média altura, tridimensional, que emprega avançada tecnologia de varredura eletrônica para detecção e acompanhamento de aeronaves. Este equipamento é o primeiro radar de painéis fixos no mercado mundial instalado em um contêiner de 20 pés (6,096 metros), facilitando seu transporte. O SABER M200 é capaz de acompanhar múltiplos alvos aéreos simultaneamente, além de guiar mísseis, realizar missões de vigilância, meteorologia e aproximação, num raio de 450 quilômetros.

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2016/01/29196_resize_800_600_false_true_null.jpg)

O desenvolvimento do SABER M200 recebeu, nas três etapas iniciais, apoio financeiro da FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos e, na etapa final, será financiado com recursos do BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

Para o General Prado, o SABER M200 será uma grande conquista tecnológica para o País: “Estou impressionado com o que vi. Mais impressionado ainda em observar uma empresa com pessoas jovens e tão talentosas envolvidas num projeto dessa dimensão. É o conhecimento e o domínio tecnológico que asseguram a soberania”, disse. “Poucos países detêm esta tecnologia desenvolvida pelo CTEx e pela BRADAR, por isso, é importante darmos continuidade a trabalhos como esse. O SABER M200 agrega um valor enorme para o Brasil e mostra o quanto estamos capacitados e em nível de igualdade com o desenvolvimento tecnológico mundial”.

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2016/01/29195_resize_800_600_false_true_null.jpg)

O presidente da BRADAR, Astor Vasques, acredita que a consolidação desse projeto demonstra a capacidade e a maturidade da empresa: “Hoje temos um portfólio abrangente e inovador. Detemos o conhecimento da tecnologia e a capacitação para desenvolver diversos radares. Com o SABER M200 completamos uma família de radares de vigilância capaz de garantir a autonomia tecnológica do Brasil”.

Sobre a BRADAR

A BRADAR é uma empresa de base tecnológica, especializada em sensoriamento remoto e radares de vigilância aérea e terrestre. A BRADAR desenvolve soluções inovadoras de alta tecnologia e qualidade para seus clientes, sendo responsável pelo desenvolvimento dos mais avançados radares para: Sensoriamento remoto para cartografia e monitoramento (OrbiSAR); vigilância terrestre (SENTIR M20); e busca e vigilância aérea de baixa altura (SABER M60). Certificada pelo governo brasileiro como Empresa Estratégica de Defesa (EED), a BRADAR desenvolve ainda radares voltados para a segurança e defesa, explorando sua capacidade de desenvolvimento de novas soluções tecnológicas em radiofreqüência.


Fonte:  http://www.defesanet.com.br/bid/noticia/21270/SABER-M200---BRADAR-e-CTEx-testam-com-sucesso-radar/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 12, 2016, 04:23:42 pm
Base de submarinos da Marinha reduz ritmo de trabalho por corte de gastos

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2016/01/29204_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Ajustes orçamentários implementados desde o ano passado reduziram o ritmo de trabalho no Estaleiro e Base Naval de Submarinos (EBN), da Marinha do Brasil, em Itaguaí, região metropolitana do Rio de Janeiro. Os cortes provocaram demissões por parte da empresa Odebrecht, que trabalha para a Marinha no Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub).

O diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha, contra-almirante Flávio Augusto Viana Rocha, disse que, diante da restrição de verbas, a prioridade é a implantação do estaleiro de construção e do ship lift (elevador para navios). A ideia é que a conclusão da infraestrutura coincida com a entrega do primeiro de quatro submarinos convencionais que serão produzidos na base. Três deles já estão em fabricação.

Projetos

Implantado em dezembro de 2008, em acordo com a França, o Prosub envolve três grandes empreendimentos: construção da infraestrutura industrial e de apoio para construção, operação e manutenção dos submarinos; construção de quatro submarinos convencionais (S-BR); e projeto e construção do submarino com propulsão nuclear (SN-BR).

Os primeiros submarinos convencionais estão em fabricação. A construção do modelo com propulsão nuclear deve começar em 2017 e durar dez anos, segundo Viana.  O cronograma do projeto está passando por “criteriosa análise”, para adequá-lo ao orçamento disponível, de acordo com o contra-almirante.

A implantação da infraestrutura industrial engloba a construção da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas e de dois estaleiros, um de construção e um de manutenção, além de uma base naval que abrigará a estrutura de comando e controle de submarinos. O projeto também incluiu o Centro de Instrução e Adestramento de Tripulações e um complexo radiológico. Parte dessas estruturas já foram entregues.

Novas demissões

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro (Sindimetal), Jesus Cardoso, disse que a expectativa é que ocorram novas demissões de trabalhadores da Odebrecht a partir do segundo semestre deste ano, caso a empresa não receba aporte da Marinha. “O sindicato está atento”. A Odebrecht informou que, em 2016, não houve demissões nas empresas do grupo em Itaguaí.

Fonte: http://www.defesanet.com.br/prosub/noticia/21281/Base-de-submarinos-da-Marinha-reduz-ritmo-de-trabalho-por-corte-de-gastos/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 12, 2016, 04:43:00 pm
Avibras e IMBEL desenvolverão Sistema Integrado para Artilharia

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Imagem-1-Avibras-IMBEL-SITUA.jpg)

A Avibras Industria Aeroespacial, de São José dos Campos (SP), e a Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL), com sede em Brasília (DF), celebraram, nas dependências da IMBEL, a assinatura de um Memorando de Entendimento visando desenvolvimento conjunto de um Sistema Integrado Tático Universal para Artilharia.

O sistema visa revitalizar artilharia de tubo do Exército Brasileiro por meio da implementação de modernos equipamentos computacionais para cálculos de tiro, equipamentos de comunicação, modernos meios de geolocalização e busca de alvos.

Somando suas competências e excelência de suas engenharias, as empresas trabalharão juntas para oferecer um produto de grande eficiência operacional e de baixo custo, que poderá ser integrado em grupos de artilharia que empregam tanto obuses modernos quanto os mais antigos, além de poder ser utilizado também com morteiros.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Imagem-2-Avibras-IMBEL-SITUA.jpg)

De acordo com os planos, o novo sistema terá elevado índice de nacionalização e tecnologia desenvolvida pelas duas empresas, gerando empregos de alta especialização e renda para o País, já que existem reais possibilidades de exportação de tal sistema.

Fonte: http://tecnodefesa.com.br/avibras-e-imbel-desenvolverao-sistema-integrado-para-artilharia/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 25, 2016, 08:45:52 pm
Centro Tecnológico do Exército (Ctex) / PROJETOS EM ANDAMENTO

Foguete Guiado AV-SS 40 G

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/AV-SS40/Lanamento_do_Foguete_AV-SS_40_G.ps.jpg)

O Foguete Guiado AV-SS 40 G é uma nova munição em estágio de pesquisa e desenvolvimento, com o propósito de ser lançado a partir da plataforma do Sistema ASTROS em uso pelo Exército Brasileiro.

O AV-SS 40 G foi concebido a partir dos foguetes convencionais, que contam com cálculo de tiro para trajetória balística. O Foguete recebe também as coordenadas do alvo e utiliza sistemas de atuação com jatos laterais durante a fase propulsada e de superfícies aerodinâmicas móveis, na configuração denominada canard, durante a fase de mergulho para o alvo. Tais características contribuem para a redução do Círculo de Erro Provável (CEP) e, portanto, diminuindo a área batida e aumentando a saturação na área batida por uma rajada.


Calibre Nominal:   180 mm
Comprimento:   5010 mm
Peso:   197 kgf
Alcance Mínimo:   30 km
Guiamento:   Autônomo (fire-and-forget), categoria GOLIS(Go-Onto-Location-In-Space), com referência terrestre baseada em centrais inerciais com fusão de dados de GPS e INS
Cabeça de Guerra:   Múltipla com Submunições (MW)
Propelente:   Sólido (Composite), estágio único


Fonte: http://www.ctex.eb.br/projetos-em-andamento/77-foguete-guiado-av-ss-40-g#visão-geral

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 25, 2016, 08:47:26 pm
Míssil Tático de Cruzeiro AV-TM 300

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/AV-TM300/Lanamento_do_Mssil_AV-TM_300.ps.jpg)

O Míssil Tático de Cruzeiro AV-TM 300 é uma nova munição em estágio de pesquisa e desenvolvimento, com o propósito de ser lançado a partir da plataforma do Sistema ASTROS em uso pelo Exército Brasileiro. Concebido para levar 200 kg de carga bélica convencional a uma distância de até 300 km com precisão em Círculo de Erro Provável (CEP) menor ou igual a 30 m, e produzindo o mínimo de dano colateral.

O Míssil Tático de  Cruzeiro AV-TM 300 poderá atingir alvos estratégicos de eventuais oponentes muito além dos alvos táticos atualmente batidos pelos foguetes do Sistema ASTROS, conferindo ao Exército Brasileiro uma maior capacidade de dissuasão extrarregional.


Diâmetro:   450 mm
Comprimento:   5430 mm
Envergadura:   1250 mm
Peso:   1140 kgf
Alcance:   de 30 km a até 300 km
Controle de Voo:   Navegação, Guiamento e Controle via software no Computador de Bordo (CDB), a partir de dados adquiridos por sensores GPS/INS e Rádio Altímetro
Carga Bélica:   Alto-Explosiva (HE) ou Múltipla com Submunições (MW)
Propulsão:   1º Estágio: Propelente Sólido (Composite)
2º Estágio:   Turbojato (0,85 Mach)

Fonte: http://www.ctex.eb.br/projetos-em-andamento/78-missil-tatico-de-cruzeiro-av-tm-300#visão-geral
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 25, 2016, 08:51:23 pm
Monóculo OLHAR VDN - X1

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/OLHAR-VDN-X1/Modo_Bsico_acoplado_ao_capacete.jpg)

O Monóculo OLHAR VDN - X1 é um produto com tecnologia nacional destinado a auxiliar a visão do operador em ambientes adversos, tais como: com cobertura de fumaça, névoa ou poeira. Sendo extremamente leve, este equipamento pode ser acoplado em capacetes, fuzis e metralhadoras de calibres 7,62mm e 5,56mm além da possibilidade de ser utilizado por empunhadura manual ambidestra.

Sendo um sistema multi-propósito, reúne a mais moderna e miniaturizada tecnologia em detectores termais, microeletrônica e óptica. Por ser compacto, leve e intuitivo de operar, este equipamento de imagem térmica foi desenvolvido para as Forças Armadas mas pode ser utilizado pelas Forças de Segurança Pública.


Saída de vídeo:   NTSC vídeo composto
Operação:   Manual ou por controle remoto
Retículos:   Dot, Mil Dot e Cruz
Ajuste de elevação e azimute:   Digital
Zoom:   Digital 2x
Campo de Visão (FOV):   32º(H) x 24º(V)
Modo Básico
7.3º(H) x 5.4º(V)
Modo Caçador
Bateria Tipo:   3 baterias tipo CR123 - 3V
Autonomia:   Até 5 horas contínuas
Peso:   552 g no modo básico sem baterias
Dimensões:   187,2mm x 78mm x 64mm


(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/OLHAR-VDN-X1/vsig_images/Modo_Caador_acoplado_ao_fuzil_387_259_90.jpg)

Fonte: http://www.ctex.eb.br/projetos-em-andamento/79-monoculo-olhar-vdn-x1#visão-geral
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 25, 2016, 08:53:02 pm
Morteiro Leve Antecarga 60 mm

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/Mrt-Lv-Acg-60mm/Mrt_Lv_Acg_60_mm_em_operao.jpg)

O Morteiro Leve Antecarga 60 mm (Mrt Lv Acg 60 mm) é um armamento de tiro indireto destinado ao emprego em todas as fases do combate e capaz de fornecer um eficaz apoio de fogo para as unidades de tropa a nível pelotão/companhia. O morteiro tem a capacidade de atirar com munições calibre 60 mm, dos tipos alto-explosivas, fumígenas e iluminativas, fabricadas segundo o padrão OTAN.

É composto de tubo-canhão, placa-base e reparo-bipé e tem como principais características: o peso total menor que seus antecedentes nacionais, o que possibilita grande flexibilidade de emprego e rapidez nas mudanças de posição; possui elevada precisão e alcance tendo a capacidade de operar em elevadas cadências de tiro, assim como em condições topográficas adversas.


Peso total:   12,9 kgf
Alcance:   2.200 m
Cadência de tiro sustentada:   10 tiros / minuto, contínua
Cadência de tiro acelerada:   12 tiros / minuto, no máximo 1 minuto


http://www.ctex.eb.br/projetos-em-andamento/80-morteiro-leve-antecarga-60-mm#visão-geral
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 25, 2016, 08:54:12 pm
Míssil Superfície-Superficie 1.2 AC (MSS 1.2 AC)

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/MSS-12-AC/2.jpg)

O Sistema Míssil Superfície-Superfície 1.2 Anticarro (MSS 1.2 AC) tem como objetivo atender ao combate moderno, em que é necessária grande mobilidade, precisão, elevada potência de fogo e capacidade de engajar diferentes tipos de alvos.

O MSS 1.2 AC possui alcance de 2000 m para emprego principalmente contra viaturas blindadas. Alternativamente, pode ser disparado contra casamatas, pequenas construções, embarcações e helicópteros pairando a baixa altura.

O guiamento é do tipo autoguiamento indireto por um feixe laser projetado pela unidade de tiro. O míssil possui cabeça de guerra do tipo carga oca e conjunto propulsor de dois estágios.

Guiamento:   feixe laser
Calibre:   130 mm
Comprimento:   1,52 m
Massa do míssil e tubo lançador:   24 Kg
Cabeça de guerra:   carga oca
Penetração em blindagem homogênea de aço:   > 570 mm
Alcance:   2000 m
    
Unidade de Tiro
Massa:   28 kg
Visada:   10º (elevação), 360º (azimute)
Ampliação da ótica de pontaria:   7 vezes


http://www.ctex.eb.br/projetos-em-andamento/81-missil-superficie-superficie-1-2-ac-mss-1-2-ac#características-técnicas
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 25, 2016, 08:56:21 pm
Radar SABER M200

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/SABER-M200/Verso_para_controle_de_trfego_areo_do_radar_secundrio.jpg)

O SABER M200 é um radar do tipo multimissão, desenvolvido para compor sistemas de Defesa Antiaérea e para emprego na região denominada como média altura (3 a 15 Km de altura). Ele é um sistema composto por dois radares (um primário – P200 – e um secundário – S200) independentes e totalmente integráveis. O SABER M200 é um radar definido por software e que pode desempenhar diversas funções:

- Vigilância e alerta antecipado;

- Designação de alvos para sistemas de armas;

- Controle de tráfego aéreo;

- Multirastreio com análise de ameaças;

- Radar meteorológico.

O SABER M200 vem sendo desenvolvido e fabricado no Brasil. Ele emprega tecnologias avançadas e inovadoras que lhe conferem características únicas:

- Varredura 100% eletrônica;

- Digital beamforming;

- Operação na Banda S;

- Ajustes dinâmicos durante a operação;

- Hardware modular;

- Alto grau de imunidade eletromagnética;

- Formas de ondas programáveis;

- Transportável em veículos terrestres, marítimos e aéreos compatíveis com contêineres de 20 pés;

- Processamento distribuído com redistribuição de tarefas em caso de pane parcial;

- Classificação e identificação de aeronaves.


http://www.ctex.eb.br/projetos-em-andamento/82-radar-saber-m200
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 25, 2016, 08:57:34 pm
Radar SENTIR M20

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/SENTIR-M20/sentir_m20_1.jpg)

O SENTIR M20 é um radar de vigilância terrestre capaz de detectar e acompanhar o deslocamento de alvos terrestres, tais como: homens a pé, viaturas leves ou pesadas e helicópteros voando próximo ao solo. Sua tecnologia inovadora possibilita a classificação do alvo a qualquer momento do dia e sob qualquer condição climática.

Seu baixo peso, elevada mobilidade e sistema de visualização portátil o tornam prático para o emprego em missões de reconhecimento do campo de batalha, vigilância de fronteiras e proteção de instalações sensíveis (vigilância de perímetro).

Operação:   em Banda X
Tecnologia:   SAR (Synthetic Aperture Radar)
Peso embalado para transporte:   57 kg (divididos em três volumes de menos de 20 kg cada)
Alcance máximo de detecção:   Homem a pé: 8 km
Viatura Leve: 20 km
Viatura pesada e carro de combate: 25 km
Helicóptero a baixa altura: 20 km
Precisão em distância:   1,6 m (até 3 km) a 25 m (acima de 24 km)
Precisão em azimute:   0,7°
Precisão em velocidade:   0,8 m/s
Taxa de varredura:   15 rpm



http://www.ctex.eb.br/projetos-em-andamento/83-radar-sentir-m20#características-técnicas
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 25, 2016, 08:59:02 pm
Rádio Definido por Software (RDS)

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/RDS/RDS.ps.jpg)

O Projeto RDS (Rádio Definido por Software) integra o Projeto Estratégico Defesa Cibernética do Ministério da Defesa, cuja coordenação é atribuída ao Exército Brasileiro. O Projeto RDS visa promover a interoperabilidade entre as Forças Armadas do Brasil; reduzir o custo do apoio logístico; dominar todo o ciclo de P&D de um RDS; bem como, contribuir para fortalecer a Base Industrial de Defesa do país.

A fase de execução do projeto iniciou-se em dezembro de 2012 e está prevista para durar 10 anos. Ao longo desse período, estão previstos: o desenvolvimento de diversas formas de onda, protótipos de rádios veiculares, uma ferramenta de desenvolvimento de formas de onda e um programa planejador de missões.

Neste projeto, participam diversos engenheiros e Institutos de Ciência e Tecnologia das três Forças Armadas, tais como CTEx, CASNAV, IPqM, IEAv e ITA.

- Equipamento veicular para plataformas navais e terrestres;

- Operação com diversas formas de onda;

- Operação multibanda em HF, VHF e UHF (2 a 512 MHZ);

- Conformidade com Software Communications Architecture (SCA) versão 2.2.2;

- Controles de segurança e criptografia;

- Capacidade de transmissão analógica e digital.


http://www.ctex.eb.br/projetos-em-andamento/84-radio-definido-por-software-rds#características-técnicas
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 25, 2016, 09:00:48 pm
Reparo de Metralhadora Automatizado X (REMAX)

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/REMAX/DSC_4934.JPG)

O Reparo de Metralhadora Automatizado (REMAX) foi projetado para ser utilizado em viaturas blindadas sobre rodas ou sobre lagartas. Possui as seguintes funcionalidades: suportar metralhadora calibre 7,62 mm ou .50”; permitir a pontaria em elevação e direção do armamento; possibilitar a observação, reconhecimento e identificação de alvos durante o dia e a noite e realizar o tiro em movimento. A operação do REMAX é realizada do interior da viatura, através do sistema de gerenciamento de missão, constituído de câmera, monitor LCD, punho e botões de comando eletrônicos. O REMAX possibilitará uma nova dimensão à Força Terrestre Brasileira e à Defesa Nacional, principalmente nas missões de GLO e em combates urbanos de baixa intensidade, consistindo em um trunfo de ordem tática e incrementando poder de combate simultaneamente ao aumento da segurança da tropa embarcada.

Lançadores de Granadas fumígenas:   4 (quatro) de 76 mm
Sensores:   Câmera CCD diurna, termal e telêmetro laser
Estabilização:   em dois eixos (<=0,7 mrad @ 1 sigma)
Campo de tiro horizontal:   N x 360º
Campo de Tiro Vertical:   -20º/+60º
Peso:   217 Kgf
Altura máxima:   870 mm


(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/REMAX/vsig_images/DSC_4934_387_256_90.jpg)

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/REMAX/vsig_images/DSC_4943_387_256_90.jpg)

http://www.ctex.eb.br/projetos-em-andamento/85-reparo-de-metralhadora-automatizado-x-remax#galeria-de-imagens
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 25, 2016, 09:03:04 pm
Viatura Leve de Emprego Geral Aerotransportável (VLEGA CHIVUNK)

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/VLEGA-Chivunk/1.jpg)

A VLEGA CHIVUNK foi desenvolvida para atender às necessidades doutrinárias e operacionais das Forças de Ação Rápida do Exército Brasileiro (Homologada pelo Relatório de Avaliação nº 020/11). Sua grande versatilidade permite adaptá-la para realizar ações de ressuprimento, transporte de material, evacuação de feridos e lançamento de fios. A tração total e a robustez da suspensão independente nas quatro rodas conferem excepcional mobilidade à viatura. Suas características permitem o transporte de 4 viaturas em aeronave C-130, e como carga externa de helicóptero, e ainda o lançamento de paraquedas.

Comp./Larg./Alt.:   4,44 m / 2,25 m / 1,95 m
Vão livre:   0,31 m
Ângulo de entrada / saída:   54,5º / 41,0º
Velocidade máx. / mín.:   120 km/h / 3,8 km/h
Rampa longitudinal/Lateral:   60% / 40%
Transposição de vau:   0,50 m
Obstáculo vertical:   0,36 m
Guarnição:   3 homens
Capacidade de carga:   500 kg
Armamento:   1 Mtr 7,62mm MAG
2 ALAC
2 PARAFAL


(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/VLEGA-Chivunk/vsig_images/2_387_258_90.jpg)

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/VLEGA-Chivunk/vsig_images/chivunk_387_290_90.jpg)


http://www.ctex.eb.br/projetos-em-andamento/90-viatura-leve-de-emprego-geral-aerotransportavel-vlega-chivunk#visão-geral
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 25, 2016, 09:06:02 pm
Viatura Leve de Emprego Geral Aerotransportável (VLEGA GAÚCHO)

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/VLEGA-Gaucho/1.jpg)

A VLEGA GAÚCHO é resultado do intercâmbio científico-tecnológico entre os Exércitos Brasileiro e Argentino. Viatura versátil desenvolvida para atender às necessidades doutrinárias e operacionais da Brigada de Infantaria Paraquedista de ambos os exércitos. Pode cumprir missões de comando, transporte de carga, transporte de feridos, comunicações e reconhecimento. Seus sistemas de tração e suspensão independente nas quatro rodas lhes conferem elevada mobilidade. A capacidade de empilhamento permite o transporte de até 5 veículos em aeronaves C-130. O emprego de componentes comerciais disponíveis no Mercosul constitui fator diferencial sob o aspecto logístico. Sua robustez permite ainda o seu lançamento de paraquedas e seu lançamento em voo de baixa altura, com um mínimo de preparação prévia.

Comp./Larg./Alt.:   4,15 m / 2,50 m / 1,87 m
Vão livre:   0,40 m
Ângulo de entrada / saída:   75º / 37º
Velocidade máx. / mín.:   120 km/h / 3 km/h
Rampa longitudinal/Lateral:   60% / 40%
Transposição de vau:   0,50 m
Obstáculo vertical:   0,36 m
Guarnição:   4 homens
Capacidade de carga:   500 kg
Armamento:   1 Mtr 7,62mm MAG
2 ALAC
3 PARAFAL

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/VLEGA-Gaucho/vsig_images/2_387_290_90.jpg)

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/VLEGA-Gaucho/vsig_images/3_387_257_90.jpg)

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/VLEGA-Gaucho/vsig_images/4_387_290_90.jpg)

(http://www.ctex.eb.br/images/conteudo/imagens/projetos/VLEGA-Gaucho/vsig_images/gaucho_387_290_90.jpg)


http://www.ctex.eb.br/projetos-em-andamento/91-viatura-leve-de-emprego-geral-aerotransportavel-vlega-gaucho#visão-geral
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 05, 2016, 06:25:12 pm
(http://www.defesa.gov.br/arquivos/2015/Infograficos/Infogrfico-Fuzil-IA2.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: olisipo em Fevereiro 06, 2016, 03:11:54 pm
(http://www.embraer.com/PublishingImages/press-releases/1_Phenom100_.jpg)

Brazil's Embraer supplies five Phenom 100 for UK military training

http://reuters.com/article/idUSL2N15I0RL
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 16, 2016, 08:37:50 pm
ASTROS — Sistema de Foguetes de Artilharia para Saturação de Área

(https://www.avibras.com.br/site/images/nossos_produtos/sistemas_defesa/Astros_LMU.jpg)

Referência mundial em sua classe,o sistema de foguetes terra-terra destaca-se por sua grande mobilidade e capacidade de lançar foguetes e mísseis de vários calibres a distâncias entre 9 e 300 km.

Eficácia comprovada em combate, em três importantes conflitos. Versátil, o sistema pode ser utilizado para artilharia de campanha e operação no litoral.


(https://www.avibras.com.br/site/images/os_imagegallery_197/original/lancadora-02.jpg)

(https://www.avibras.com.br/site/images/os_imagegallery_197/original/mobilidade-04.jpg)

(https://www.avibras.com.br/site/images/os_imagegallery_197/original/mobilidade-05.jpg)

(https://www.avibras.com.br/site/images/os_imagegallery_197/original/mobilidade-06.jpg)

(https://www.avibras.com.br/site/images/os_imagegallery_197/original/giga.jpg)

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 16, 2016, 08:38:45 pm
AV-VBL — Veículos Blindados Leves 4X4

Os veículos multitarefa com sistemas de autodefesa podem ser configurados para comando e controle, transporte de tropas, vigilância e salvamento.

(https://www.avibras.com.br/site/images/nossos_produtos/sistemas_defesa/AV_PCC.jpg)

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 16, 2016, 08:40:20 pm
FALCÃO ARP — Aeronave Remotamente Pilotada (ARP)

(https://www.avibras.com.br/site/images/nossos_produtos/sistemas_defesa/ARP_Falcao.jpg)

Com tecnologia nacional para aplicações civis e militares, o Falcão é destinado a missões de reconhecimento, aquisição de alvos, apoio à direção de tiro, avaliação de danos e de vigilância terrestre e marítima.

(https://www.avibras.com.br/site/images/os_imagegallery_201/original/falcao-arp.jpg)

(https://www.avibras.com.br/site/images/os_imagegallery_201/original/falcao-arp-estacao-solo.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 16, 2016, 08:42:18 pm
AVIBRÁS — Sistema de Defesa Antiaérea de Baixa Altura

(https://www.avibras.com.br/site/images/nossos_produtos/sistemas_defesa/Defesa_Antiaerea.jpg)

A Avibras, em parceria com empresas internacionais, desenvolveu na década de 80 o Sistema FILA para defesa de baixa altura e oferece hoje sua modernização. O sistema é capaz de controlar canhões e mísseis.

Sistema de Defesa Antiaérea de Média Altura

(https://www.avibras.com.br/site/images/nossos_produtos/sistemas_defesa/Defesa_Antiaerea_02.jpg)

Em parceria com empresas internacionais, a Avibras desenvolve soluções integradas para Defesa Antiaérea de média altura, com adoção de mísseis e radares de última geração para defesa de infraestruturas críticas e defesa no teatro de operações.
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 16, 2016, 08:43:54 pm
SKYFIRE — Sistemas de Foguetes Ar-Terra  e Terra-Terra de 70 mm

(https://www.avibras.com.br/site/images/nossos_produtos/sistemas_defesa/Skyfire.jpg)

O Sistema de Foguetes Skyfire Ar-Terra de 70 mm, de última geração, é composto por motores de alta energia, diferentes cabeça de guerra e lançadores com sistemas de controle de armamentos para quase todos os tipos de aeronaves de asa fixa ou helicópteros.

O Sistema de Foguetes Terra-Terra, rebocado ou montado sobre veículos leves, é adequado para forças especiais ou artilharia leve, com capacidade de disparar uma rajada de 36 foguetes de 70 mm em 12 segundos a alcances até 12 km.


(https://www.avibras.com.br/site/images/nossos_produtos/sistemas_defesa/Tiro_Skyfire.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 16, 2016, 08:44:50 pm
TUPI — Viatura Blindada Multitarefa Leve sobre Rodas (VBMT-LR)

(https://www.avibras.com.br/site/images/nossos_produtos/sistemas_defesa/Tupi_02.jpg)

A Avibras e a Renault Trucks Defense integraram suas capacidades para projetar e preparar o TUPI 4x4. A viatura blindada, baseada na Viatura SHERPA LIGHT SCOUT, da Renault, é para emprego militar da classe oito toneladas: patrulhamento de Forças de Paz e áreas urbanas, transporte de pessoal, posto comando e controle, estação de radar e defesa antiaérea.
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 29, 2016, 07:28:12 pm
Avibras aposta na tecnologia avançada e no mercado externo e multiplica as receitas

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2016/02/29880_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Os sócios da Avibras, mais importante indústria de equipamentos militares de alta tecnologia do País, só sabem da recessão brasileira pelos jornais. A receita bruta da empresa, com sede em São José dos Campos e fábricas em Jacareí e Lorena, interior de São Paulo, cresceu 8,6 vezes entre 2012 e 2016, de 154,6 milhões para 1,33bilhão de reais.

Os números estão em valores constantes de 2015 e incluem as vendas contratadas para 2016.0 aumento de 1,72 vezes no planteu de empregados, significativamente inferior ao crescimento do faturamento, indica uma elevação da produtividade.

Integrante de um mercado com crescimento proporcional às necessidades de defesa diante do aumento das tensões mundiais, a empresa registrou uma elevação significativa das exportações, naquele período, de um valor marginal para 1,25 bilhão de reais.

O fator fundamental para o bom desempenho econômico é o desenvolvimento de tecnologia nacional avançada nas áreas de aeronáutica, espaço, eletrônica e veículos de defesa. "Investimos cerca de 25% do nosso faturamento em pesquisa e desenvolvimento,15% na forma de contratos com as Forças Armadas e 10% com capital próprio", detalha Sami Hassuani, presidente da Avibras.

A empresa vende 20% da produção no Brasil e tem uma atuação internacional intensa. Os países emergentes são o maior mercado. A Avibras identifica dificuldades e necessidades das diferentes nações e procura oferecer produtos inovadores, sem similar nos concorrentes. A análise geopolítica e de mercado, fundamental para identificar tendências, é feita com base na participação em feiras internacionais, em projeções e estudos de publicações especializadas, no contato intenso com embaixadas do Brasil e representações diplomáticas estrangeiras e na presença constante nos mercados. A fabricante superou um pedido de recuperação judicial e hoje exporta 8o% da produção

A soberania consiste em autossuficiência alimentar, energética e de defesa, dizem os especialistas. "Se um país quer ter soberania, necessita de autonomia tecnológica em defesa. O conceito de defesa deve ser um pensamento do Estado, de longo prazo, por causa do tempo e investimento exigidos para formar pessoal e desenvolver tecnologia. Só assim se alcança a soberania, que é a capacidade de, em uma mesa de negociação, dizer não", define Hassuani. "Para isso, é indispensável ter tecnologias testadas e respeitadas." O míssil AVTM-300, da Avibras, o cargueiro KC-390 e o avião Tucano, da Embraer, são exemplos de desenvolvimento de tecnologia própria no Brasil, segundo o empresário.

O principal produto da Avibras é o sistema Astros, de artilharia de foguetes e mísseis, detentor de 25% do mercado mundial no segmento, participação idêntica àquela dos Estados Unidos. A Rússia vem logo atrás, com 20%, a China responde por 10% e os 20% restantes são repartidos entre Turquia, Israel e outros. Cada bateria da família Astros II é composta de seis caminhões lançadores de foguetes, mais seis veículos re-municiadores e outro com sistema de radar e meteorologia para controle de tiro. "O carro mais barato custa em torno de 1 milhão de dólares e o mais caro, cerca de 7 milhões, em razão do altíssimo valor agregado. Não somos careiros, mas muito competitivos", diz Hassuani.

O Astros II foi empregado nos principais embates em guerras convencionais contemporâneas. A Avibras começou a desenvolvê-lo no início da década de 1980 para fornecimento ao Exército iraquiano, que conhecia a empresa por usar seus foguetes ar-solo e bombas para aviação. Antes, estudou vários sistemas de foguetes de artilharia disponíveis no mercado. O produto foi concluído em 1983 e adquirido pelos exércitos do Brasil, Iraque, Arábia Saudita, Indonésia, Malásia e Catar. O Iraque e a Arábia Saudita o utilizaram com frequência na primeira Guerra do Golfo, em 1991. 0 sistema Astros foi usado também pela coalizão integrada por Estados Unidos e Arábia Saudita, entre outros, no combate ao Estado Islâmico, o Isis, no ano passado, no lêmen.

"Os clientes precisam sentir-se seguros quanto ao desenvolvimento tecnológico dos produtos. Eles acompanham a produção. Delegações militares de países estrangeiros vêm nos visitar e ficam de boca aberta ao perceber que o País tem autonomia tecnológica total na área", afirma o presidente da Avibras. "Fazemos diferentes auditorias encadeadas na linha de produção para garantir a qualidade", diz Márcio Moreira, gerente da Divisão Veicular. Na produção do sistema de defesa Astros, a condição para ser independente tecnologicamente é dominar as áreas aeroespacial, de engenharia mecânico-veicular, engenharia química, eletrônica, softwares e telecomunicações.

A empresa segue uma regra simples para decidir se deve verticalizar a produção de um componente. Se não houver ao menos três fabricantes, ela o produz internamente. "O fabricante de avião compra uma turbina de determinado fornecedor internacional e, no caso de um embargo provocado por fatores geopolíticos, pode escolher um concorrente daquele parceiro. Temos de fazer as turbinas dos nossos mísseis porque, se importássemos, correríamos o risco apontado de corte do fornecimento externo.

Para afastar essa possibilidade de comprometimento das entregas de componentes críticos, temos de verticalizar ao máximo. Tornamo-nos especialistas em balancear o que fazemos em casa e o que compramos de fora", explica Hassuani.

A autonomia tecnológica requer um grau elevado de produção própria

A verticalização ou produção própria de itens de alta tecnologia inclui, além das turbinas, o propelente com perclorato de amônia (PCA), combustível sólido que não precisa de oxigênio para queimar. A eletrônica de guiamento dos mísseis e aquela de controle de radares também são produzidas pela própria empresa, assim como as peças leves e duras de material composto carbono-carbono, incluída a tubeira, uma espécie de escapamento dos mísseis e dos foguetes. "São tecnologias antes só disponíveis nos países avançados, com acesso vetado aos países emergentes."

No jogo entre as nações, impede-se o acesso a uma tecnologia até o momento em que o país interessado em comprá-la passa a produzi-la por conta própria. Antes dos anos de 1990, a Avibras tinha muita dificuldade para comprar o PCA. Hoje, produz perclorato de amônia e propelentes sólidos de alta energia para aplicação em foguetes, mísseis e engenhos espaciais.

É a única com essa tecnologia na América Latina e, nos Estados Unidos, só dois dos oito fabricantes de mísseis e foguetes a possuem. "Hoje, concorrentes da Avibras vendem o PCA para nós, pois agora detemos essa tecnologia.

Quando você a possui, eles passam a se interessar em vender-lhe, até para a sua produção não aumentar muito e diminuir a fatia dele no mercado", diz Carlos Augusto Pereira Lima, assessor técnico da presidência da Avibras.

Em 2008, a indústria foi assediada por concorrentes interessados em comprar a tecnologia de combustível sólido para propulsão de foguetes. A morte, naquele ano, do fundador João Verdi Carvalho Leite, encontrou a empresa com poucos pedidos em carteira e muitos contratos por fechar. João Brasil Carvalho Leite, filho do fundador, herdou 95% do controle acionário da empresa. "Não pensamos em salvar a empresa e deixar o Brasil sem aquela tecnologia avançada. Sempre vinculamos os interesses da companhia àqueles do País.

Mesmo em situações de enormes dificuldades, como em 2008, jamais abriríamos mão de permanecer aqui", diz Hassuani. "A tecnologia tem um valor inestimável. Não só isso. Ter tecnologia é uma coisa, ter tecnologia independente é outra, totalmente diferente." A empresa ficou em recuperação judicial entre 2008 e 2010, mas resistiu, superou a conjuntura difícil e voltou a registrar bons resultados.

Os primeiros produtos da indústria fundada em 1961 por Carvalho Leite e outros quatro engenheiros do Instituto Tecnológico da Aeronáutica, o ITA, foram os aviões Alvorada, usado em treinamento, e Falcão, elaborados com materiais compostos, derivados da corrida espacial, considerados um avanço tecnológico mundial. Para dar conta das encomendas, a Avibras contratou 30 funcionários. O outro fabricante nacional de aviões naquele período era a Neiva.

Ainda na década de 1960, a Avibras entrou para o Programa Espacial Brasileiro, coordenado pelo Instituto de Atividades Espaciais, atual Instituto de Aeronáutica e Espaço. Foi quando desenvolveu o combustível do primeiro engenho espacial brasileiro, o Sonda I. Construiu, para o Ministério da Aeronáutica, os foguetes Sonda I, Sonda IIB e Sonda IIC, e fez o tratamento térmico do envelope metálico ou tubo externo do Sonda II, além de plataformas de lançamento. Com o avanço em novas áreas de produtos de alta tecnologia, o efetivo foi ampliado para 100 empregados.

Entre as décadas de 1960 e 1970, começou a produzir foguetes superfície-superfície e mísseis para o Exército brasileiro, além de sistemas de foguetes ar-terra e armamentos para helicópteros da Força Aérea e da Aviação Naval da Marinha. Nos anos 1970,venceu a concorrência do governo brasileiro para a fabricação de 45 estações de comunicação com satélites, compostas de torres e antenas parabólicas, e aumentou o quadro para 300 empregados. No fim daquela década, começou a produzir bombas de aviação, produto que exigia várias tecnologias dominadas pela empresa.

A crise econômica e industrial no início dos anos 1980 provocou a falência de diversas empresas do setor de defesa, Engesa, DF Vasconcelos e Orbita incluídas. As dificuldades foram seguidas por um período de crescimento das exportações, desenvolvimento de novos sistemas de defesa e ampliação da companhia, com novas instalações e atuação com empresas coligadas para desenvolver produtos, sistemas e serviços nas áreas civil e militar. A criação de um sistema de foguetes de artilharia para saturação de área, o Astros, e o início das exportações, possibilitaram à empresa dar um salto qualitativo e quantitativo e atingir um total de 3 mil funcionários.

O ciclo seguinte seria de desaceleração, depois dos anos 1990, efeito da queda das encomendas e elevação dos estoques mundiais com o fim da Guerra Fria. Por causa das novas dificuldades provocadas também pelos sucessivos planos econômicos do período, a empresa pediu concordata em 1990, suspensa em 1994 com o aumento das exportações. A aposta na indústria da defesa a partir do segundo mandato de Lula impulsionou as encomendas. A manutenção da força de trabalho de alto nível, mesmo nos períodos difíceis, permitia uma retomada rápida de volumes de produção significativos.

"Nunca descuidamos de manter o pessoal e a tecnologia decisivos. Assim, quando há uma retomada do mercado, a empresa decola", diz Hassuani. "Somos uma empresa de engenharia que, por ser da área de defesa, tem uma razoável capacidade industrial. Precisamos ser uma empresa de engenharia para pensar o novo." Dos quase 2 mil empregados, 350 são engenheiros ou técnicos. O salário médio na empresa é de 6,5 mil reais e, na engenharia, está acima de 10 mil reais.

Os lançamentos em fase final do período de certificação, previstos para daqui a um ano, incluem o míssil ar-ar, A-Darter, um dos mais modernos do mundo, de quinta geração. Fabricado em parceria com as empresas brasileiras Mectron e a Octoeletronica e a sul-africana Denel, pode ser usado pelos aviões de caça Gripen. Entre as próximas novidades está um míssil antinavio produzido em conjunto com a Mectron e a Omnysis, empresa de capital francês instalada no Brasil.

O míssil tático de cruzeiro AV-TM300, com alcance de 300 quilômetros, lançado também do Astros, está em desenvolvimento para o Exército brasileiro. Em fase de certificação, encontra-se ainda uma aeronave de pilotagem remota denominada Falcão.

O potencial do setor de defesa brasileiro está represado por uma significativa limitação de recursos. Hoje o orçamento corresponde a 1,4% do PIB, ante 1,71%, em média, na América Latina e 2,31% nos países do bloco BRICS. O Brasil deveria destinar 2% do PIB ao setor, defende o ministro Aldo Rebelo, da Ciência, Tecnologia e Inovação. Se assim fosse, novas Avibras poderiam florescer.


(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2016/02/29882_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Fonte: http://www.defesanet.com.br/bid/noticia/21702/Avibras-aposta-na-tecnologia-avancada-e-no-mercado-externo-e-multiplica-as-receitas/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 03, 2016, 12:43:51 pm
Aeronáutica recebe carta patente de processo de pintura para furtividade de aviões

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/28257/i163210472381396.jpg)

O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) recebeu a carta patente de processo de pintura que permite dar mais furtividade aos aviões (dificuldade em ser identificado por radares inimigos) em janeiro deste ano. A nova tecnologia é resultado de anos de trabalho de pesquisadores do instituto, localizado em São José dos Campos (SP), e parte de um projeto iniciado em 1998 denominado MARE (Materiais Absorvedores de Radiação Eletromagnética) pela Divisão de Materiais.

“A patente é um reconhecimento pelo trabalho da equipe, da seriedade com que foi feito. É uma tecnologia nacional feita por brasileiros. É algo de orgulho, de importância”, avalia a professora Mirabel Cerqueira Rezende que esteve à frente do projeto e contou com aproximadamente 30 profissionais.

A furtividade dos aviões funciona da seguinte forma: o material que reveste a aeronave converte a energia eletromagnética emitida por radares inimigos em energia térmica, impedindo a reflexão de sinais e assim retarda a identificação dos aviões. Segundo a pesquisadora, são poucos os países do mundo que dominam esta espécie de tecnologia, pois é usada para ter soberania. França, Inglaterra, Japão e Estados Unidos, por exemplo, desenvolveram técnicas próprias para conseguir o mesmo resultado. “É um pouco difícil porque as informações são restritas. Os países que detêm essa tecnologia não a divulgam”, explica.

Acervo pesquisadoraO Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) concedeu a carta patente à tecnologia intitulada “Processo para a obtenção de materiais absorvedores de radiação eletromagnética isotrópicos e anisotrópicos, utilizando partículas esféricas e filamentos de óxido de ferro policristalino, com valências Ll e Lll, na faixa de 1 Ghz a 20 Ghz”. “A concessão da patente significa que nossa tecnologia tem particularidades que a tornam única comparada com outras no mundo que permitem resultados semelhantes”, ressalta.

O desafio agora é licenciar a tecnologia para torná-la comercial. Ela pode também ser aplicada como blindagem de equipamentos eletroeletrônicos, de telecomunicações, uso médico, na aviação comercial, entre outros.

Processo - O Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), um dos institutos do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), por intermédio do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), foi o responsável por conduzir o processo cuja patente foi depositada no ano 2000. O projeto contou com financiamento de instituições como CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e Fapesp (Fundo de Amparo à Pesquisa de São Paulo) e apoio do laboratório de guerra eletrônica do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

O NIT, criado em 2006, é responsável por apoiar a transferência de tecnologias originadas nas instituições científicas e tecnológicas do Comando da Aeronáutica para o mercado, proteger a propriedade intelectual, tornar essas tecnologias acessíveis e promover a inovação tecnológica. Desde então já obteve 18 cartas patente e depositou cerca de 40 pedidos, resultado das pesquisas dos institutos do DCTA.

“A inovação efetivamente ocorre quando conseguimos transformar a nova tecnologia em produto”, afirma Renato Mussi, chefe do NIT. De acordo com ele, uma das funções do núcleo é apresentar as tecnologias descobertas pelos pesquisadores a quem estiver interessado em licenciá-las. “ A meta é transferir estas tecnologias para o setor produtivo nacional e, dessa forma, beneficiar a sociedade brasileira com a promoção efetiva da inovação tecnológica no país”, finaliza.


FONTE:    http://migre.me/t9RZo
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Março 08, 2016, 04:49:41 pm
http://www.aereo.jor.br/2016/03/03/embraer-fechou-2015-com-r-1368-bilhao-a-receber-da-aeronautica/ (http://www.aereo.jor.br/2016/03/03/embraer-fechou-2015-com-r-1368-bilhao-a-receber-da-aeronautica/)
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SÃO PAULO – A Embraer tinha no final do ano passado R$ 1,368 bilhão a receber da Aeronáutica, ligados ao desenvolvimento do jato de transporte militar KC-390 e à modernização da frota de caças da Força Aérea, disse o vice-presidente financeiro da empresa, José Filippo, em teleconferência nesta quinta-feira.

O valor apresenta pouca mudança em relação ao fim de julho do ano passado, quando a fabricante disse que o governo federal devia cerca de US$ 370 milhões à companhia.

A fabricante de aeronaves estendeu o cronograma para o KC-390 diante da redução do orçamento do governo federal para o setor em meio ao ajuste fiscal. A empresa tem previsão de certificação do cargueiro no segundo semestre de 2017 e início das entregas em 2018. “Todo o desenvolvimento segue com esse objetivo de cronograma”, afirmou Filippo.

Comentando o pedido de recuperação da Republic Airways, importante cliente da Embraer, na semana passada, Filippo disse que a provisão feita pela brasileira ligada à concordata da norte-americana pode ser alterada.

A Embraer provisionou R$ 390,6 milhões no quarto trimestre, valor relacionado a certas obrigações de garantia financeira. O número pode subir ou cair dependendo da evolução das negociações com a companhia.

As ações da Embraer tombavam quase 11% às 12h36, enquanto o Ibovespa tinha valorização de 1,8%.

Sobre a possibilidade de encomenda de aeronaves do Irã, após o fim do embargo comercial contra o país, Filippo afirmou que há algumas restrições do país que ainda não terminaram e que a empresa precisa seguir, mas que a Embraer olha o mercado iraniano com atenção.

O presidente da Embraer, Frederico Curado, havia dito na semana passada que a companhia estava em discussões preliminares com o Irã sobre vendas de aviões, com foco em aviação comercial. (Por Priscila Jordão e Brad Haynes)
(http://i0.wp.com/www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2015/02/1_KC-390_Air-to-air_05.jpg?resize=960%2C640)

Cumprimentos
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 10, 2016, 06:17:32 pm
A Avibras não sabe o que é crise

Companhia brasileira aposta na tecnologia avançada e no mercado externo e multiplica as receitas

(http://www.cartacapital.com.br/revista/890/tiros-na-crise/avibras/@@images/69e504c1-3457-4f65-aaff-f1be5b387801.jpeg)

Os sócios da Avibras, mais importante indústria de equipamentos militares de alta tecnologia do País, só sabem da recessão brasileira pelos jornais. A receita bruta da empresa, com sede em São José dos Campos e fábricas em Jacareí e Lorena, interior de São Paulo, cresceu 8,6 vezes entre 2012 e 2016, de 154,6 milhões para 1,33 bilhão de reais. Os números estão em valores constantes de 2015 e incluem as vendas contratadas para 2016. O aumento de 1,72 vezes no plantel de empregados, significativamente inferior ao crescimento do faturamento, indica uma elevação da produtividade.

Integrante de um mercado com crescimento proporcional às necessidades de defesa diante do aumento das tensões mundiais, a empresa registrou uma elevação significativa das exportações, naquele período, de um valor marginal para 1,25 bilhão de reais. O fator fundamental para o bom desempenho econômico é o desenvolvimento de tecnologia nacional avançada nas áreas de aeronáutica, espaço, eletrônica e veículos de defesa. “Investimos cerca de 25% do nosso faturamento em pesquisa e desenvolvimento, 15% na forma de contratos com as Forças Armadas e 10% com capital próprio”, detalha Sami Hassuani, presidente da Avibras.

(http://www.cartacapital.com.br/revista/890/tiros-na-crise/sami-hassuani.jpg)
O sistema astros, com veículos de artilharia de foguetes e mísseis, detém 25% do mercado mundial, destaca o presidente Sami Hassuani. (Bruno Miranda/ Ana Lata)

A empresa vende 20% da produção no Brasil e tem uma atuação internacional intensa. Os países emergentes são o maior mercado. A Avibras identifica dificuldades e necessidades das diferentes nações e procura oferecer produtos inovadores, sem similar nos concorrentes. A análise geopolítica e de mercado, fundamental para identificar tendências, é feita com base na participação em feiras internacionais, em projeções e estudos de publicações especializadas, no contato intenso com embaixadas do Brasil e representações diplomáticas estrangeiras e na presença constante nos mercados.

A soberania consiste em autossuficiência alimentar, energética e de defesa, dizem os especialistas. “Se um país quer ter soberania, necessita de autonomia tecnológica em defesa. O conceito de defesa deve ser um pensamento do Estado, de longo prazo, por causa do tempo e investimento exigidos para formar pessoal e desenvolver tecnologia. Só assim se alcança a soberania, que é a capacidade de, em uma mesa de negociação, dizer não”, define Hassuani. “Para isso, é indispensável ter tecnologias testadas e respeitadas.” O míssil AVTM-300, da Avibras, o cargueiro KC-390 e o avião Tucano, da Embraer, são exemplos de desenvolvimento de tecnologia própria no Brasil, segundo o empresário.

(http://www.cartacapital.com.br/revista/890/tiros-na-crise/missil-av-tm3000.jpg)
O míssil AV-TM300, em desenvolvimento para o exército brasileiro. (Divulgação Avibras)

O principal produto da Avibras é o sistema Astros, de artilharia de foguetes e mísseis, detentor de 25% do mercado mundial no segmento, participação idêntica àquela dos Estados Unidos. A Rússia vem logo atrás, com 20%, a China responde por 10% e os 20% restantes são repartidos entre Turquia, Israel e outros. Cada bateria da família Astros II é composta de seis caminhões lançadores de foguetes, mais seis veículos remuniciadores e outro com sistema de radar e meteorologia para controle de tiro. “O carro mais barato custa em torno de 1 milhão de dólares e o mais caro, cerca de 7 milhões, em razão do altíssimo valor agregado. Não somos careiros, mas muito competitivos”, diz Hassuani.

O Astros II foi empregado nos principais embates em guerras convencionais contemporâneas. A Avibras começou a desenvolvê-lo no início da década de 1980 para fornecimento ao Exército iraquiano, que conhecia a empresa por usar seus foguetes ar-solo e bombas para aviação. Antes, estudou vários sistemas de foguetes de artilharia disponíveis no mercado. O produto foi concluído em 1983 e adquirido pelos exércitos do Brasil, Iraque, Arábia Saudita, Indonésia, Malásia e Catar. O Iraque e a Arábia Saudita o utilizaram com frequência na primeira Guerra do Golfo, em 1991. O sistema Astros foi usado também pela coalizão integrada por Estados Unidos e Arábia Saudita, entre outros, no combate ao Estado Islâmico, o Isis, no ano passado, no Iêmen.

“Os clientes precisam sentir-se seguros quanto ao desenvolvimento tecnológico dos produtos. Eles acompanham a produção. Delegações militares de países estrangeiros vêm nos visitar e ficam de boca aberta ao perceber que o País tem autonomia tecnológica total na área”, afirma o presidente da Avibras. “Fazemos diferentes auditorias encadeadas na linha de produção para garantir a qualidade”, diz Márcio Moreira, gerente da Divisão Veicular. Na produção do sistema de defesa Astros, a condição para ser independente tecnologicamente é dominar as áreas aeroespacial, de engenharia mecânico-veicular, engenharia química, eletrônica, softwares e telecomunicações.

A empresa segue uma regra simples para decidir se deve verticalizar a produção de um componente. Se não houver ao menos três fabricantes, ela o produz internamente. “O fabricante de avião compra uma turbina de determinado fornecedor internacional e, no caso de um embargo provocado por fatores geopolíticos, pode escolher um concorrente daquele parceiro. Temos de fazer as turbinas dos nossos mísseis porque, se importássemos, correríamos o risco apontado de corte do fornecimento externo. Para afastar essa possibilidade de comprometimento das entregas de componentes críticos, temos de verticalizar ao máximo. Tornamo-nos especialistas em balancear o que fazemos em casa e o que compramos de fora”, explica Hassuani.

A verticalização ou produção própria de itens de alta tecnologia inclui, além das turbinas, o propelente com perclorato de amônia (PCA), combustível sólido que não precisa de oxigênio para queimar. A eletrônica de guiamento dos mísseis e aquela de controle de radares também são produzidas pela própria empresa, assim como as peças leves e duras de material composto carbono-carbono, incluída a tubeira, uma espécie de escapamento dos mísseis e dos foguetes. “São tecnologias antes só disponíveis nos países avançados, com acesso vetado aos países emergentes.”

No jogo entre as nações, impede-se o acesso a uma tecnologia até o momento em que o país interessado em comprá-la passa a produzi-la por conta própria. Antes dos anos de 1990, a Avibras tinha muita dificuldade para comprar o PCA. Hoje, produz perclorato de amônia e propelentes sólidos de alta energia para aplicação em foguetes, mísseis e engenhos espaciais. É a única com essa tecnologia na América Latina e, nos Estados Unidos, só dois dos oito fabricantes de mísseis e foguetes a possuem. “Hoje, concorrentes da Avibras vendem o PCA para nós, pois agora detemos essa tecnologia. Quando você a possui, eles passam a se interessar em vender-lhe, até para a sua produção não aumentar muito e diminuir a fatia dele no mercado”, diz Carlos Augusto Pereira Lima, assessor técnico da presidência da Avibras.

Em 2008, a indústria foi assediada por concorrentes interessados em comprar a tecnologia de combustível sólido para propulsão de foguetes. A morte, naquele ano, do fundador João Verdi Carvalho Leite, encontrou a empresa com poucos pedidos em carteira e muitos contratos por fechar. João Brasil Carvalho Leite, filho do fundador, herdou 95% do controle acionário da empresa. “Não pensamos em salvar a empresa e deixar o Brasil sem aquela tecnologia avançada. Sempre vinculamos os interesses da companhia àqueles do País. Mesmo em situações de enormes dificuldades, como em 2008, jamais abriríamos mão de permanecer aqui”, diz Hassuani. “A tecnologia tem um valor inestimável. Não só isso. Ter tecnologia é uma coisa, ter tecnologia independente é outra, totalmente diferente.” A empresa ficou em recuperação judicial entre 2008 e 2010, mas resistiu, superou a conjuntura difícil e voltou a registrar bons resultados.

Os primeiros produtos da indústria fundada em 1961 por Carvalho Leite e outros quatro engenheiros do Instituto Tecnológico da Aeronáutica, o ITA, foram os aviões Alvorada, usado em treinamento, e Falcão, elaborados com materiais compostos, derivados da corrida espacial, considerados um avanço tecnológico mundial. Para dar conta das encomendas, a Avibras contratou 30 funcionários. O outro fabricante nacional de aviões naquele período era a Neiva.

Ainda na década de 1960, a Avibras entrou para o Programa Espacial Brasileiro, coordenado pelo Instituto de Atividades Espaciais, atual Instituto de Aeronáutica e Espaço. Foi quando desenvolveu o combustível do primeiro engenho espacial brasileiro, o Sonda I. Construiu, para o Ministério da Aeronáutica, os foguetes Sonda I, Sonda IIB e Sonda IIC, e fez o tratamento térmico do envelope metálico ou tubo externo do Sonda II, além de plataformas de lançamento. Com o avanço em novas áreas de produtos de alta tecnologia, o efetivo foi ampliado para 100 empregados.

(http://www.cartacapital.com.br/revista/890/tiros-na-crise/moreira.jpg)

Entre as décadas de 1960 e 1970, começou a produzir foguetes superfície-superfície e mísseis para o Exército brasileiro, além de sistemas de foguetes ar-terra e armamentos para helicópteros da Força Aérea e da Aviação Naval da Marinha. Nos anos 1970, venceu a concorrência do governo brasileiro para a fabricação de 45 estações de comunicação com satélites, compostas de torres e antenas parabólicas, e aumentou o quadro para 300 empregados. No fim daquela década, começou a produzir bombas de aviação, produto que exigia várias tecnologias dominadas pela empresa.

A crise econômica e industrial no início dos anos 1980 provocou a falência de diversas empresas do setor de defesa, Engesa, DF Vasconcelos e Órbita incluídas. As dificuldades foram seguidas por um período de crescimento das exportações, desenvolvimento de novos sistemas de defesa e ampliação da companhia, com novas instalações e atuação com empresas coligadas para desenvolver produtos, sistemas e serviços nas áreas civil e militar. A criação de um sistema de foguetes de artilharia para saturação de área, o Astros, e o início das exportações, possibilitaram à empresa dar um salto qualitativo e quantitativo e atingir um total de 3 mil funcionários.

O ciclo seguinte seria de desaceleração, depois dos anos 1990, efeito da queda das encomendas e elevação dos estoques mundiais com o fim da Guerra Fria. Por causa das novas dificuldades provocadas também pelos sucessivos planos econômicos do período, a empresa pediu concordata em 1990, suspensa em 1994 com o aumento das exportações. A aposta na indústria da defesa a partir do segundo mandato de Lula impulsionou as encomendas. A manutenção da força de trabalho de alto nível, mesmo nos períodos difíceis, permitia uma retomada rápida de volumes de produção significativos.

“Nunca descuidamos de manter o pessoal e a tecnologia decisivos. Assim, quando há uma retomada do mercado, a empresa decola”, diz Hassuani. “Somos uma empresa de engenharia que, por ser da área de defesa, tem uma razoável capacidade industrial. Precisamos ser uma empresa de engenharia para pensar o novo.” Dos quase 2 mil empregados, 350 são engenheiros ou técnicos. O salário médio na empresa é de 6,5 mil reais e, na engenharia, está acima de 10 mil reais.

Os lançamentos em fase final do período de certificação, previstos para daqui a um ano, incluem o míssil ar-ar A-Darter, um dos mais modernos do mundo, de quinta geração. Fabricado em parceria com as empresas brasileiras Mectron e a Octoeletronica e a sul-africana Denel, pode ser usado pelos aviões de caça Gripen. Entre as próximas novidades está um míssil antinavio produzido em conjunto com a Mectron e a Omnysis, empresa de capital francês instalada no Brasil. O míssil tático de cruzeiro AV-TM300, com alcance de 300 quilômetros, lançado também do Astros, está em desenvolvimento para o Exército brasileiro. Em fase de certificação, encontra-se ainda uma aeronave de pilotagem remota denominada Falcão.

O potencial do setor de defesa brasileiro está represado por uma significativa limitação de recursos. Hoje o orçamento corresponde a 1,4% do PIB, ante 1,71%, em média, na América Latina e 2,31% nos países do bloco BRICS. O Brasil deveria destinar 2% do PIB ao setor, defende o ministro Aldo Rebelo, da Ciência, Tecnologia e Inovação. Se assim fosse, novas Avibras poderiam florescer.

FONTE:  http://www.cartacapital.com.br/revista/890/tiros-na-crise
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 10, 2016, 06:24:38 pm
LINHA AGRALE MARRUÁ MILITAR

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 10, 2016, 06:40:34 pm
(https://www.avibras.com.br/site/images/nossos_produtos/sistemas_defesa/Situar2.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 28, 2016, 09:06:04 pm
ODEBRECHT DEFESA E TECNOLOGIA

Empresa provedora de soluções inovadoras, que contribui para a autonomia tecnológica brasileira e das Forças Armadas nos desafios de garantir a soberania nacional e o desenvolvimento da indústria nacional de defesa.

Concebe, implanta, integra e gerencia projetos de alta complexidade, tecnologias e produtos de uso militar e civil.

Atua no contexto de implantação da Estratégia Nacional de Defesa (END) do Estado Brasileiro que tem, entre outros objetivos, a modernização do setor e a reestruturação da indústria brasileira, assegurando o atendimento das necessidades de reaparelhamento das Forças Armadas com tecnologia sob domínio nacional.

EMPRESAS

A Odebrecht Defesa e Tecnologia participa de três empresas:

Mectron

Empresa brasileira especializada no desenvolvimento de produtos de alta tecnologia e sistemas complexos para uso militar e civil. É composta (100%) pela Odebrecht Defesa e Tecnologia.

ICN

Responsável pela construção de quatro submarinos de propulsão convencional e um submarino de propulsão nuclear do Programa Nacional de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) para a Marinha do Brasil. É composta por Odebrecht (59%), DCNS (41%) e Marinha do Brasil.

CBS

Responsável pelo apoio à Marinha do Brasil no planejamento, coordenação, gestão e administração das interfaces do Programa Nacional de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub). É composta por Odebrecht (50%) e DCNS (50%).

ARMAMENTOS INTELIGENTES:

MAA-1

(http://www.odebrechtdefesa.com/images/maa-1.png)

Míssil ar-ar de curto alcance, 3a geração, utilizado em combates aéreos do tipo “dogfight”. “Fire and forget”, supersônico, utiliza detecção passiva infravermelha dos alvos e espoleta de proximidade a laser. Produto com vários lotes entregues à Força Aérea Brasileira para operação nas aeronaves F-5M, é o único míssil ar-ar totalmente integrado ao Supertucano ALX.


A-DARTER

(http://www.odebrechtdefesa.com/images/a-darter.png)

Míssil ar-ar de curto alcance, 5a geração, desenvolvido em parceria entre Brasil e África do Sul. Seus múltiplos sensores de infravermelho realizam imageamento térmico do cenário operacional com grande capacidade de detecção e rastreio de alvos, aliada a sofisticadas técnicas de discriminação e rejeição de contramedidas. Também possui grande agilidade e capacidade de manobras, proporcionadas por seu desvio de jato do motor-foguete (TVC – Thrust Vector Controlled) e capacidade LOAL (“Lock-On” After Launch).

MAR-1

(http://www.odebrechtdefesa.com/images/mar-1.png)

Míssil ar-superfície, antirradiação, utilizado em missões de supressão da defesa antiaérea inimiga, tendo como alvos radares de superfície. Concebido para exercer um destacado papel no moderno cenário de gerra eletrônica. É totalmente passivo e seu “airframe” adota tecnologia “stealth”, com propulsores com reduzida emissão de fumaça.

MAA-1B

(http://www.odebrechtdefesa.com/images/maa-1b.png)

Míssil ar-ar de curto alcance, 4a geração, evolução do MAA-1, incluindo capacidade de contra-contramedidas eletrônicas (rejeição de “flares”), maior ângulo de visada do autodiretor e maior manobrabilidade. Produto com excelente performance e ótima relação custo/benefício.

MAN-SUP

(http://www.odebrechtdefesa.com/images/man-sup.png)

Míssil superfície-superfície, antinavio, utilizado em combates navais em mar aberto. Utiliza guiagem ativa a radar, trajetória “sea skimming” e possui características e performance semelhantes ao EXOCET MM-40, adotando a mesma infraestrutura de lançamento.

MSS-1.2

(http://www.odebrechtdefesa.com/images/mss.png)

Míssil superfície-superfície, antitanque, de médio alcance, guiado a laser, para uso por tropas em solo ou embarcado em viaturas. É composto pela munição (míssil + tubo lançador) acoplada a uma unidade de disparo, resultando em um sistema leve, de fácil transporte e rápida entrada/saída de posição. Sua guiagem de tipo “beam-rider” é altamente imune a contramedidas.

FONTE: http://www.odebrechtdefesa.com/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 29, 2016, 07:23:36 pm
Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB)

Futura Base de Submarinos de Itaguai:

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Nova-Base-de-Submarinos-em-Itagua%C3%AD-no-Rio-de-Janeiro.jpg)

(http://www.meretmarine.com/sites/default/files/new_objets_drupal/20141215184126_bresil5.jpg)

(http://www.meretmarine.com/sites/default/files/styles/mem_846_article_content/public/new_objets_drupal/20141215183607_bresil2.jpg)

(http://www.meretmarine.com/sites/default/files/styles/mem_846_article_content/public/new_objets_drupal/20141025084304_br5.jpg)

(http://www.meretmarine.com/sites/default/files/styles/mem_846_article_content/public/new_objets_drupal/20141025084307_br6.jpg)

(https://farm9.staticflickr.com/8586/16636257262_e32291bb16_o.jpg)

(https://farm9.staticflickr.com/8681/16611334046_cec177ff3a_o.jpg)

(https://farm9.staticflickr.com/8669/16429978587_656cbf922c_o.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/02/UFEM-2.jpg)

(http://defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Riachuelo-2.jpg)

(http://defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/02/NUCLEP-1.jpg)

(http://defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/02/NUCLEP-3.jpg)

(http://defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/02/NUCLEP-2.jpg)

(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/02/NUCLEP-7.jpg)

(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/02/NUCLEP-8.jpg)

(http://defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/02/NUCLEP-10.jpg)

(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/02/NUCLEP-11.jpg)

(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/02/NUCLEP-15.jpg)


Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 29, 2016, 07:49:22 pm
Estaleiro de construção de submarinos / Itaguaí-RJ

(https://c2.staticflickr.com/8/7518/15377919784_8c50520b34_b.jpg)

(https://c2.staticflickr.com/8/7511/15814427507_fa691256b4_b.jpg)

(https://c2.staticflickr.com/8/7510/16000168195_60b7bbf968_b.jpg)




Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2016, 04:28:48 pm
PROSUB avança na instalação do shiplift

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Imagem-1-e-2-Shipfit-PROSUB..jpg)

Dando continuidade ao Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), a Marinha do Brasil  concluiu o recebimento de sete módulos da plataforma elevatória, 34 guinchos e acessórios que irão compor o shiplift (elevador de navios), com instalação prevista para o final deste mês. O fabricante do material é a TTS Handling System AS, empresa norueguesa que projeta, desenvolve e fornece soluções e serviços de equipamentos para a indústria marítima.

O elevador de navios é empregado no lançamento dos submarinos ao mar e no recolhimento para manutenção. É constituído por uma plataforma estrutural que se move na vertical, possibilitando que a embarcação, ao entrar na doca do elevador de navios, seja erguida ao nível do cais e movimentada para o pátio ou para o prédio do estaleiro.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Imagem-4-Shipfit-PROSUB.jpg)

A construção do elevador de navios está sendo executada na área sul da Base Naval, localizada no Complexo Naval de Itaguaí, região destinada à montagem, lançamento, operação e manutenção dos submarinos. Instalada em área marítima, a plataforma elevatória possuirá 110 metros de comprimento por 20 metros de largura e sua estrutura suportará cargas de até oito mil toneladas.

A realização deste projeto representa um avanço tecnológico nas obras do Programa de Desenvolvimento de Submarinos. A área sul abrigará quatro grandes empreendimentos: dois estaleiros, um de construção, onde está sendo instalado o elevador de navios, e outro de manutenção de submarinos, a Base Naval e o Complexo Radiológico.

Ivan Plavetz

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/prosub-avanca-na-instalacao-do-shiplift/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 01, 2016, 07:03:45 pm
Equipe SAAB/EMBRAER que desenvolverá o Gripen E/F em Gavião Peixoto (SP)

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2016/03/Wilkioutubro2015Dilmaconhecede%C3%A9rtooGripen.jpg)

O chefe do programa do Gripen Brasileiro no Grupo SAAB, Andrew Wilkinson, declarou, nesta terça-feira (29.03), ao site IHS Jane’s, que a equipe Gripen Design Development Network, formada por técnicos de sua empresa e funcionários da companhia Embraer Defesa & Segurança estará totalmente formada por volta do fim do mês de junho deste ano, e completamente equipada e pronta para iniciar seu trabalho, nas instalações da Embraer do município paulista de Gavião Peixoto, dentro de mais sete meses.

Wilkinson deu essas informações em Santiago do Chile, onde participa da rotina de eventos da SAAB programada para a FIDAE.

Ele contou que, além dos 55 funcionários da Embraer e da AEL Sistemas enviados, em outubro passado, para um estágio de qualificação nas instalações da SAAB na cidade de Linköping, outros 30 devem viajar para o mesmo destino na primeira quinzena de abril.

Esses técnicos cumprirão treinamentos em períodos que vão variar entre seis, 12 e 24 meses, de acordo com a função que lhes caberá cumprir no programa do Gripen, e, segundo o executivo sueco, essa rotina de especialização deve durar “vários anos”.

Roll out – A indústria aeroespacial brasileira será responsável por 40% de todo o programa do Gripen brasileiro.

O programa de transferência de tecnologia relativo à produção dos caças suecos no Brasil deve se estender por dez anos, e ao menos os primeiros quatro estão reservados à capacitação de pessoal da indústria aeroespacial brasileira.

Ao todo, cerca de 350 especialistas brasileiros passarão por diferentes aprendizados em Linköping.

O primeiro grupo de brasileiros qualificado pela SAAB deve estar de volta ao país a partir de outubro.

É possível que parte do pessoal brasileiro que se encontra na Suécia possa assistir o roll-out oficial do Gripen E da Força Aérea sueca, marcado para o dia 18 de maio.

Wilkinson não quis arricar nenhuma data para o evento do mesmo tipo referente ao primeiro Gripen da FAB, que será inteiramente fabricado na SAAB, mas confirmou que todos os 28 jatos modelo E, e os oito tipo F – biplaces – da Aeronáutica do Brasil, deverão estar em solo brasileiro no período de 2019 a 2024.

FONTE:   http://www.planobrazil.com/boa-noticia-para-a-forca-aerea-brasileira-equipe-saabembraer-que-desenvolvera-o-gripen-ef-comeca-em-mais-7-meses-seu-trabalho-em-gaviao-peixoto-sp/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 07, 2016, 09:31:35 pm
NUCLEP entregou a segunda seção do SBR-2 à Itaguaí Construções Navais

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2013/05/SBR.png)

A Nuclep entregou no dia 01 de abril, a segunda seção do SBR-2 à Itaguaí Construções Navais (ICN). Muitos funcionários se reuniram no Galpão Principal para participar da solenidade de entrega da S3. A previsão é que todo o casco resistente seja concluído e entregue até o final deste ano.

O Presidente da NUCLEP Jaime Cardoso, o Diretor Comercial Celso Cunha, o Diretor Industrial Liberal Zanellato e Diretor Industrial da ICN Carlos Adolfo estiveram na cerimônia. O presidente da NUCLEP falou sobre o papel estratégico da empresa no desenvolvimento do país e destacou a importância das obras dos submarinos para a empresa e para a indústria nacional.

— Um dos grandes trunfos que temos é o trabalho estratégico que é feito aqui na NUCLEP.  Nós ao trabalharmos com esse tipo de obra, estratégica para o país, estamos ocupando aqui 70% do nosso espaço industrial. O governo nos dá essa missão e temos que estar preparados, a disposição da nação, e isso aqui é um ciclo disso — afirmou Jaime Cardoso.

O SBR-2 é o primeiro submarino com tecnologia francesa, integralmente, produzido no Brasil, visto que, o SBR-1 foi produzido parte na França e parte no Brasil.

Este submarino é do mesmo modelo do primeiro: classe Scorpene customizado para o Brasil e integra o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), que prevê ainda a construção de mais dois submarinos convencionais diesel-elétrico e, também, do futuro submarino brasileiro de propulsão nuclear.

Fonte: NUCLEP / http://www.planobrazil.com/nuclebras-equipamentos-pesados-sa-nuclep-entregou-a-segunda-secao-do-sbr-2-a-itaguai-construcoes-navais/

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 08, 2016, 07:39:20 pm
Avibras lança viatura Guará 4WS na LAAD Security

(https://www.avibras.com.br/site/images/Avibras_Guara_4WS.jpg)

Reconhecida mundialmente pela excelência e pela qualidade de seus produtos e sistemas de defesa, a Avibras Indústria Aeroespacial fará apresentação oficial do protótipo da viatura Guará 4WS 4X4, versão para emprego policial, na LAAD Security (Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa) de 12 a 14 de abril, no Riocentro – Exhibition & Convention Center, no Rio de Janeiro.

A feira reúne empresas nacionais e internacionais que fornecem tecnologias, equipamentos e serviços para Segurança Pública, Forças Policiais, Forças Especiais, Forças Armadas, Law Enforcement, Homeland Security e gestores de segurança de grandes corporações, concessionárias de serviços e infraestrutura crítica do Brasil e América Latina.


Esta é a primeira vez que a Avibras participa da LAAD Security e considera o momento ideal para empregar toda a sua experiência de mais de 50 anos de atuação no mercado de Defesa e na área de Segurança. O objetivo da empresa é diversificar e preencher nichos de mercado, que hoje estão ocupados por fornecedores externos, com equipamentos no limiar da tecnologia, concebidos, desenvolvidos e testados no Brasil.

O protótipo da nova viatura Guará 4WS 4X4 ficará em destaque no estande da Avibras, localizado no Hall 4 (área A-30). A viatura, que foi inteiramente projetada pela Avibras, traz incorporada toda a tecnologia aplicada pela empresa em seus projetos de emprego militar de reconhecido sucesso. O resultado é um veículo com excelente nível de proteção balística e com a capacidade de rápido aumento ou redução dessa proteção em função da concepção modular que foi aplicada no projeto. A elevada agilidade e extrema mobilidade com tração 4x4 e direção nas quatro rodas são características diferencias da viatura e fundamentais para operação no cenário urbano e rural.

Essas qualidades somam-se ao elevado índice de nacionalização dos componentes, que inclui os chassis de projeto Avibras e fabricação nacional, que contribuem para um produto de ótimo custo, além da garantia de fornecimento e suporte pós-venda de uma empresa 100% brasileira.

Versatilidade - Com capacidade para cinco tripulantes devidamente equipados, a viatura é destinada ao emprego tático em operações especiais de forças de segurança em área urbana: combate ao crime organizado, a assalto a bancos e carros-fortes e ao tráfico de drogas. Versátil, pode ser utilizada em áreas rurais no combate aos conflitos armados. Também está disponível na versão transporte de pessoal com capacidade para 10 tripulantes e na versão apropriada para Defesa Civil e Polícia Florestal.

Além do Guará, a Avibras também apresentará na LAAD Security os conceitos de emprego de tecnologias de Comando e Controle (C²) para viaturas policiais, bem como tecnologias relativas à digitalização do policial em ações táticas.

Vigilância - Outro produto da Avibras, que estará em destaque na LAAD é o Falcão – Aeronave Remotamente Pilotada (ARP). Com tecnologia para aplicações civis e militares, o Falcão é a primeira ARP nacional na classe de 800 quilos e atende plenamente os requisitos das Forças Armadas do Brasil.

A aeronave pode ser utilizada para a vigilância de fronteiras, vigilância marítima, combate ao tráfico de drogas, combate a crimes ambientais, controle de queimadas, gerenciamento de crises e segurança de grandes eventos e em missões de busca e salvamento em áreas afetadas por calamidades.

A plataforma do Falcão é feita em fibra de carbono, que garante maior leveza ao veículo e aumenta o espaço disponível para que ele possa carregar mais combustível e sensores. Com mais de 16 horas de autonomia, o Falcão está configurado para carregar um equipamento eletro-óptico (que fotografa e faz filmagem de alta qualidade, tanto durante o dia quanto a noite), um radar de detecção de alvos móveis no solo ou no mar e um link de satélites, com alcance de até 1.500 km.

O Falcão é a única ARP na classe de 800 quilos capaz de levar essa carga útil, de aproximadamente 150 quilos. A eletrônica de bordo, assim como a parte de sistemas de navegação e controle, a plataforma e a integração dos sistemas de missão da aeronave são 100% nacionais.

FONTE:   https://www.avibras.com.br/site/midia/noticias/172-avibras-lanca-viatura-guara-4ws-na-laad-security.html
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 12, 2016, 01:21:55 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 12, 2016, 08:58:13 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 12, 2016, 09:04:45 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 06, 2016, 09:32:56 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 27, 2016, 04:12:12 pm
Foguete com propulsor desenvolvido pelo DCTA é lançado na Austrália

O primeiro estágio do artefato foi produzido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), unidade do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/29345/i1652411252156082.jpg)

O foguete suborbital VS-30/IO V12 foi lançado com sucesso (18/05) no Centro de Lançamento de Woomera - WIR (Woomera Instrumeted Range), localizado na Austrália. O propulsor S30 (primeiro estágio do VS-30/IO) foi produzido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), unidade do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).

O VS-30/ORION é um foguete suborbital bi-estágio a propelente sólido, não guiado, estabilizado por empenas e lançado de trilho. Consiste de um propulsor S30, no primeiro estágio e um propulsor “Improved Orion (IO)” no segundo estágio. Este foguete pode efetuar missões com cargas úteis científicas e tecnológicas de 100 a 260 kilos.

O voo do foguete foi nominal (apogeu de 278 km; alcance de 390 km) e o experimento foi realizado com sucesso. A carga útil – responsável pelo transporte - levou o experimento hipersônico HiFire - Hypersonic International Flight Research Experimentation Program, programa este liderado pela NASA, pelo AFRL (Air Force Research Laboratory) dos EUA e pelo Defence Science and Technology Organisation (DSTO) da Austrália, com a colaboração do DLR (Centro Aeroespacial Alemão).

O motor S30, do segundo estágio, tem sido largamente utilizado em outros foguetes suborbitais, tais como o Sonda III, VS-30 e VSB-30. Todos esses foguetes já foram utilizados dentro do acordo de cooperação entre o IAE/DCTA e o DLR.

“A expectativa é de que o S30 continue cumprindo com eficiência a missão para a qual foi idealizado, ampliando o papel do Brasil como provedor de tecnologia e confirmando a confiança que seus parceiros internacionais nele depositaram e proporcionando a transferência das tecnologias de foguetes suborbitais já dominadas pelo DCTA/IAE para a indústria nacional”, relata o Pesquisador Engenheiro do IAE e Gerente do Projeto, Eduardo Dore Roda.

Até agora foram efetuados 12 lançamentos, nove voos relacionados com o Centro Espacial Alemão, três lançamentos no Centro de Lançamento de Alcântara. Esta foi a primeira vez que um foguete brasileiro é lançado do território australiano. O próximo voo está previsto para 2017 de um foguete VSB-30 com a carga útil HiFire 4.

FONTE: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/25901/ESPA%C3%87O%20-%20Foguete%20com%20propulsor%20desenvolvido%20pelo%20DCTA%20%C3%A9%20lan%C3%A7ado%20na%20Austr%C3%A1lia
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 27, 2016, 04:21:32 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Junho 14, 2016, 09:19:28 pm
Viatura Marruá para a Namibia Defense Force (NDF)

(http://www.agrale.com.br/pt/imprensa/noticias/download_img/4624066__58f9fa0ce57b21c8e119a0aab9f5a0c7.jpg)

Citar
A Agrale fechou acordo para o fornecimento de 141 unidades da viatura Marruá para a Namibia Defense Force (NDF). As primeiras 60 unidades chegarão a Walvis Bay (principal porto na Namíbia) ainda neste mês e serão dos modelos AM 11 VTNE (Viaturas de Transporte não Especializado), AM 11 VTL REC (Viatura de Reconhecimento Leve), AM 21 VTNE e AM 23 VTNE ¾ Ton.
Segundo Flávio Crosa, diretor de vendas da Agrale, a linha Agrale Marruá foi especialmente projetada para atender às necessidades de Forças Armadas. “Os veículos podem ter diversas configurações e diferentes equipamentos e ser utilizados em diferentes tipos de serviços e terrenos. O Marruá foi escolhido por suas características de robustez, durabilidade e capacidades técnicas. No ano passado já havíamos enviados algumas unidades para teste e demonstração. Nossos veículos são homologados pelas Forças Armadas Brasileiras e também utilizados pelos exércitos da Argentina e do Equador, entre outros países”, afirma o executivo.
Além dos veículos, a Agrale também fornecerá um pacote tecnológico que inclui treinamento para mecânicos, entrega técnica e ainda peças para manutenção e reposição. “Preparamos uma estrutura completa para concretizar esse negócio. Ofereceremos treinamento, serviço de pós-vendas e acompanhamento no dia a dia para melhor utilização dos veículos e sua manutenção”, explica Crosa.
Os utilitários 4x4 Agrale Marruá são ideais para utilização em qualquer tipo de terreno e foram desenvolvidos para transporte de tropas ou carga de 500 kg a 2.000 kg. Possuem amplo curso de suspensão, com ângulos de ataque de até 64° e de saída a partir de 30°, inclinação lateral de 30% e rampa máxima de 60%, que garantem melhor desempenho em terrenos acidentados. Fabricados de acordo com rigorosas especificações, destacam-se por sua versatilidade, robustez e capacidades técnicas.
As viaturas Agrale Marruá são equipadas com motor diesel MWM Sprint de 140 cv de potência. São ideais para o deslocamento dos soldados no dia a dia de patrulhamento em vias de difícil acesso, inclusive para romper barricadas e desobstruir as ruas.
Nos últimos anos, a Agrale tem se firmado como fornecedora de veículos militares na América Latina. Os modelos foram adquiridos pelo Exército do Equador, Força de Paz do Brasil em missão da ONU no Haiti, pelo Exército da Argentina e pelas Forças Armadas do Brasil.

http://www.agrale.com.br/pt/imprensa/no ... a#!galeria
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Junho 14, 2016, 09:21:15 pm
Agrale Marruá é exposto em feira do setor de segurança na França

Além da exposição na Eurosatory, um dos maiores eventos militares do mundo, outras viaturas Marruá estão em demonstração na Europa

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2016/06/31213_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Uma viatura Marruá VTL REC 4x4 (Viatura Tática Leve de Reconhecimento) estará representando a Agrale na Eurosatory 2016, que ocorre de 13 a 17 de junho em Paris, na França. A Eurosatory é considerada a maior feira internacional voltada para as Forças Armadas terrestres, e reúne expositores de quase 100 países.

O Marruá estará exposto no estande da SDLE, distribuidora e fabricante espanhola de peças para veículos e equipamentos militares. A participação ocorre por intermédio da agente Agrale na Espanha e parceira da SDLE, a VT Proyectos, para a qual foram disponibilizadas, recentemente, três viaturas para demonstrações e testes para as Forças Armadas espanholas - uma VTNE ¾ 4x4 AM21 e uma VTNE ½ 4x4 AM 31, além do modelo que estará na Eurosatory.

"Há uma expectativa muito grande diante da exposição do Marruá na Eurosatory, por se tratar da maior feira deste segmento no mundo. Tanto em termos de potenciais negócios, quanto em relação à demonstração do produto e prospecção de clientes. O evento é uma vitrine extremamente importante", avalia Edson Martins, Diretor Comercial da Agrale. Ele destaca que o veículo não estará somente à mostra, mas também à disposição de profissionais interessados em acompanhar um test drive dinâmico na pista construída em uma área do Parc des Expositions Paris-Nord-Villepinte. "Um motorista treinado estará disponível para apresentar todos os diferenciais e qualidades que o Agrale Marruá oferece ao segmento de defesa", comenta Martins.

A linha Agrale Marruá chegou ao mercado em 2004 com DNA militar, diferente da concepção de um veículo convencional. Sua robustez, durabilidade e versatilidade estão além do que se utiliza no uso civil e na prática do off-road convencional. A homologação e sua adoção pelo Exército Brasileiro foram um marco e referência para a aquisição do Marruá por outras forças armadas do Brasil e de outros países como da Argentina, Equador, Namíbia, Paraguai, e Gana, etc., tendo sido utilizado também em missões de paz da ONU como no Haiti e, mais recentemente, no Sudão do Sul.

Fonte:  http://www.defesanet.com.br/eurosatory/ ... na-Franca/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 04, 2016, 03:49:15 pm
Drone de alta tecnologia para apoio militar e civil é lançado

(http://noticias.botucatu.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Drone_Avionics-8.jpg)

Nesta quinta-feira, dia 30 de junho, Botucatu foi cenário da apresentação do novo drone Vant, conhecido como Caçador, classe 4. Um veículo aéreo não tripulado projetado para ser utilizado em diversas situações, como operações militares ou de forças de segurança, monitoramentos ambientais, vigilância e uso agrícola.

Com uma envergadura – tamanho entre a ponta de uma asa à outra – de pouco mais de 16 metros, o Caçador pode carregar até 1250 Kg no momento de sua decolagem, subir a pouco mais de 9 Km de altura, com um motor a gasolina.

Drone_Avionics (16)“O Vant 4 é derivado do israelense Heron 1, mas já o produzimos com mais da metade da tecnologia desenvolvida no Brasil”, explica João Vernini, diretor da Avionics, empresa botucatuense surgida há 20 anos e que desenvolve o projeto em parceria com a IACIT, empresa de Israel.

Além do próprio drone, o Vant 4 também conta com outras estruturas, como a estação avançada de controle que colabora na operação do equipamento. É possível controlar o Caçador a partir de um radar fixo ou via satélite, que permite orientá-lo num raio de até 1.000 Km de distância.

“Este equipamento conta com diversos tipos de sensores, radares e câmeras, com capacidade de monitorar e informar dados. Conta com sistemas óticos noturno, térmico e sensores laser. Apresentamos cada vez mais tecnologias sustentáveis e competitivas ao mercado. Queremos que o Brasil seja celeiro e exportador deste tipo de tecnologia”, afirmou Reinaldo Gonçalvez, representante a israelense IACIT.

Entre as atribuições descritas pelos fabricantes do drone estão o apoio a operações antidrogas, vigilância de fronteira e imigração ilegal, missões de busca e salvamento e monitoramento de infraestrutura de segurança. As Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica), além de entidades como a polícia civil e militar já fazem uso de equipamentos não tripulados em alguns casos.

FONTE: http://www.planobrazil.com/drone-de-alta-tecnologia-para-apoio-militar-e-civil-e-lancado-em-botucatu/

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 20, 2016, 08:16:50 pm
Embraer encaminha entrega do primeiro Super Tucano ao Líbano

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-1-Super-Tucano-Libano.jpg)

Está em curso a produção do primeiro turboélice de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano para a Força Aérea do Líbano.

Produzidos nas instalações da Sierra Nevada Corporation (SNC), parceira norte-americana da Embraer Defesa & Segurança (EDS), as primeiras entregas devem acontecer ao longo de 2017.

Em novembro do ano passado o governo dos Estados Unidos assinou um contrato de US$ 173 milhões nos moldes do Foreign Military Sales (FMS) correspondente à aquisição de seis A-29 destinados para a Força Aérea do Líbano. O primeiro exemplar será entregue para a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) no início de 2017 e posteriormente será enviado ao Líbano, segundo uma fonte da própria Embraer.

Os Super Tucanos darão suporte à frota de aeronaves Cessna 208B Caravan usados em missões de reconhecimento e inteligência. Essas aeronaves estão sendo adaptadas para carregar mísseis ar-superfície Lockheed Martin Hellfire. Para isso foi contratada a norte-americana Orbital ATK.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-2-Super-Tucano-Libano.jpg)

Desde o lançamento do A-29 Super Tucano, a Embraer vendeu o modelo para mais de 13 países e, ainda segundo a empresa, novas encomendas estão sendo esperadas até o final deste ano.

A Embraer já entregou para a USAF 16 A-29 produzidos na linha de montagem da Sierra Nevada, localizada em Jacksonville naFlórida. Os primeiros quatro aviões foram repassados para a Força Aérea do Afeganistão em janeiro para substituírem os helicópteros Mil Mi-35.

Ivan Plavetz
Fonte: Flight Global

http://tecnodefesa.com.br/embraer-encaminha-entrega-do-primeiro-super-tucano-ao-libano/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 20, 2016, 08:20:11 pm
PROSUB: NUCLEP entrega a quarta seção do SBR-2

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-1-NUCLEP-SBR-2-2.jpg)

A NUCLEP entregou no último dia 15 de julho a seção S1 do submarino convencional SBR-2 (S 41 Humaitá) para a Itaguaí Construções Navais (ICN). Esta é a quarta seção de um total de cinco que compõem o casco resistente do submarino.

A seção S1 apresenta características especificas e se diferencia dos componentes entregues anteriormente. Trata-se da seção da popa do submarino, ou seja,  aquela que compõem a parte mais a ré da estrutura do SBR-2. Nela passará o eixo que movimentará a hélice de propulsão.

A cerimônia para entrega da seção aconteceu na fábrica da NUCLEP e reuniu funcionários da empresa e da ICN. O diretor industrial Liberal Zanelatto esteve presente no evento e ressaltou a importância do trabalho realizado na NUCLEP para o País.

“Esse projeto é muito importante para o estado brasileiro. Eu agradeço o trabalho desenvolvido por todos que fazem parte dessa equipe. É o trabalho de cada um que faz com que os resultados apareçam. Este é um trabalho realizado em poucos lugares do mundo e nós conseguimos fazer com qualidade”, avaliou Zanelatto.

As seções do SBR-2 estão sendo entregues desde o início de 2016. A previsão é que a S2A, seção que completa o casco resistente do segundo submarino, seja entregue no próximo mês de novembro. Este será o primeiro submarino com tecnologia francesa, integralmente, produzido no Brasil, visto que, o SBR-1 (S40 Riachuelo) teve partes produzidas na França.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-2-NUCLEP-SBR-2.jpg)

O SBR-2 é um submarino  do mesmo modelo do SBR-1, ou seja, é da classe Scorpene customizado para a Marinha do Brasil e integra o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), que prevê ainda a construção de mais dois submarinos convencionais de propulsão diesel-elétrico da mesma classe e, também, o futuro submarino brasileiro de propulsão nuclear.

Ivan Plavetz

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/prosub-nuclep-entrega-a-quarta-secao-do-sbr-2/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Julho 26, 2016, 12:13:58 pm
http://www.aereo.jor.br/2016/07/25/elbit-systems-de-israel-negocia-compra-da-mectron/ (http://www.aereo.jor.br/2016/07/25/elbit-systems-de-israel-negocia-compra-da-mectron/)
Citar
A agência de notícias Bloomberg noticiou no último fim de semana que a Elbit Systems Ltd. de Israel, empresa de defesa conhecida por fazer drones e sistemas aviônicos, estaria perto de comprar alguns ativos da Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT) no Brasil, de acordo com fontes não identificadas.

Os ativos avaliados em cerca de US$ 50 milhões são da Mectron, que desenvolve e fabrica produtos e sistemas de alta tecnologia para usos militares e civis.

A AEL Sistemas, subsidiária brasileira da Elbit, se recusou a comentar. A assessoria da Odebrecht Defesa e Tecnologia disse que a empresa está em negociações com várias empresas internacionais envolvendo sua unidade Mectron, mas ela permanecerá no setor da defesa.

A unidade da Odebrecht S.A. conhecida como ODT tem sofrido queda de receita após os cortes de gastos do governo no seu programa do submarino nuclear, enquanto os decisores políticos trabalham para diminuir o déficit orçamentário em meio a pior recessão do país em um século.

A empresa-mãe, o maior conglomerado de construção da América Latina, anunciou um congelamento de novos investimentos no Brasil no ano passado, devido à crise de crédito e dificuldade de acesso a financiamentos, depois que o então Diretor-Presidente Marcelo Odebrecht foi preso em Junho de 2015, como parte do maior escândalo de corrupção do Brasil.
(http://i1.wp.com/www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2016/07/Mectron-026.jpg?resize=640%2C427)

Saudações
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 10, 2016, 03:53:18 am
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 18, 2016, 09:15:37 pm
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2016/08/13690931_1056190484470513_8535542180789243615_o.jpg)

Avibras Guará 4WS – Viatura 4X4 Blindada Leve Sobre Rodas (Light Armoured Four Wheel Steering Vehicle), em sua versão militar também poderia atender a uma possível aquisição de veículos 4×4 sendo mais um produto da Industria Nacional.
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 19, 2016, 11:14:08 am
http://tecnodefesa.com.br/laad-security-2016-avibras-agita-o-mercado-de-blindados-com-o-guara/

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 01, 2016, 02:09:51 pm
(http://www.imbel.gov.br/images/noticias/elogios-imbel.jpg)

(http://www.imbel.gov.br/images/noticias/anuncio-forca-policial-agosto-2016-RGB.png)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 01, 2016, 02:12:29 pm
(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/fuzil-ass-ia2-556-det.png)

(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/fuzil-762-m964-a1-md1-det.png)

(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/ca-ia2-556-det.png)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 01, 2016, 02:16:10 pm
(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/380GCMD1-det.png)

(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/380md1n-det.png)

(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/380GCMD2LX-det.png)

(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/9SCMD1xodo-det.png)

(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/9mmGCMD1-det.png)

(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/9mmGCMD1-det.png)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 01, 2016, 02:19:17 pm
(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/40TCMD6-det.png)

(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/40GCMD2-det.png)

(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/45M911A1-det.png)

(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/faca-ia2-det.png)

(http://www.imbel.gov.br/images/produtos/faca-amz-det.png)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 19, 2016, 07:43:33 pm
ICN integra tecnologia 3D na construção de submarinos

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Imagem-1-ICN-Tec.Constr.3D.jpg)

Citar
A Itaguaí Construções Navais (ICN), empresa com participação da Organização Odebrecht, inovou o seu sistema de gestão para fabricação e montagem de quatro submarinos convencionais movidos à propulsão diesel-elétrica, e de um dotado de propulsão nuclear para a Marinha do Brasil. Realizada no primeiro semestre deste ano, a modernização contemplou a implantação da metodologia Build Information Modeling (BIM) ao SisEPC-Manufatura, sistema de gestão desenvolvido pela Odebrecht.

O BIM permite que o planejamento visual seja incorporado às atividades do sistema de gestão, refletindo os resultados da programação e execução de serviços de forma visual na maquete 3D dos submarinos, além de agregar novos conceitos de 4D (tempo) e 5D (custos). A nova funcionalidade amplia e torna mais tangível o status de todos os itens de engenharia, suprimentos e da programação e sequenciamento das atividades de fabricação e montagem, elevando significativamente a produtividade e eficiência operacional.

O Build Information Modeling apoia na parte de programação de serviços, realizando a corrida de insumos, materiais e equipamentos a serem fabricados/montados, e também na identificação de interferências construtivas.

A nova funcionalidade também foi disponibilizada para as obras e outros negócios da empresa que utilizam as demais versões do software SisEPC-Civil e Industrial.

A construção dos cinco submarinos está prevista no Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil (PROSUB), firmado no final de 2008, como parte do Acordo Estratégico Brasil-França.

A produção do SBR1, primeiro dos quatro submarinos convencionais, começou em 2010, ainda na França, com a montagem do casco resistente da proa, por meio do programa de transferência de tecnologia. Já no Brasil, a fabricação e montagem das demais seções foram iniciadas no segundo semestre de 2012. O SBR1, é o que se encontra em fase mais adiantada, com avanço físico de cerca de 47%. O estágio atual é de conclusão da fabricação do casco resistente, pré-acabamento e início do acabamento. O SBR2 está sendo totalmente construído no Brasil e passa pela fase de fabricação de estruturas resistentes e não resistentes, com avanço físico de cerca de 28% do total do submarino.

O terceiro submarino, SBR3, teve seu marco inaugural em janeiro de 2015, com o corte de sua primeira chapa do casco. Assim como nos dois primeiros, as chapas que irão compor o casco do SBR3 são provenientes da França. Seu avanço físico é de cerca de 12%. Já o SBR4 foi iniciado em fevereiro de 2016 e está na fase da fabricação de cavernas para o casco resistente. Seu avanço físico é de cerca de 3% do total.

Fonte:  http://tecnodefesa.com.br/icn-integra-tecnologia-3d-na-construcao-de-submarinos/

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Imagem-2-ICN-Tec.Constr.3D.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Setembro 26, 2016, 09:26:48 am
http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?action=post;topic=12309.105;last_msg=278097 (http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?action=post;topic=12309.105;last_msg=278097)
Citar
Segundo colunista do Globo, Embraer estaria preparando a venda de sua área de defesa, hoje deficitária.

A Companhia levou calote do governo nas modernizações dos F-5, A-1, AF-1 da Marinha e no Programa do KC-390.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2015/12/Moderniza%C3%A7%C3%A3o-dos-AMX-na-Embraer-640x425.jpg)

http://www.aereo.jor.br/2016/09/25/embraer-nega-a-especulacao-sobre-a-venda-de-sua-area-de-defesa-seguranca/ (http://www.aereo.jor.br/2016/09/25/embraer-nega-a-especulacao-sobre-a-venda-de-sua-area-de-defesa-seguranca/)
Citar
A assessoria de imprensa da Embraer enviou o seguinte e-mail hoje ao Poder Aéreo:

Prezado Alexandre,

Segue posicionamento da Embraer a respeito de nota publicada pelo jornalista Lauro Jardim, na edição de hoje (25/09) do jornal “O Globo”:

“A Embraer nega a especulação sobre a venda de sua área de Defesa & Segurança.”
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2016/07/Embraer-KC-390-640x427.jpg)

Saudações
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 01, 2016, 03:54:47 am
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Outubro 07, 2016, 09:14:28 am
http://www.aereo.jor.br/2016/10/06/super-tucano-e-o-favorito-em-concorrencia-nas-filipinas/ (http://www.aereo.jor.br/2016/10/06/super-tucano-e-o-favorito-em-concorrencia-nas-filipinas/)
Citar
O Jane’s noticiou que a Força Aérea Filipina (PAF) vai novamente iniciar um processo para selecionar uma aeronave de apoio aéreo aproximado (CAS), que irá substituir seus OV-10 Bronco.

O esforço para encontrar uma nova aeronave tinha começado em 2014 e o serviço teve que repetir o processo algumas vezes com potenciais licitantes, mas nenhum conseguiu cumprir os requisitos.

O Super Tucano do Brasil é visto como um dos grandes favoritos para vencer a concorrência.
(http://i1.wp.com/www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2015/11/Demonstrador-A-29B-Super-Tucano-9.jpg?resize=640%2C427)

Saudações
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 10, 2016, 01:57:01 am
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Viajante em Outubro 31, 2016, 04:53:37 pm
Brasileira Embraer reduz prejuízos para 31,7 milhões de euros no 3.º trimestre

A Embraer reduziu os prejuízos no terceiro trimestre deste ano para 111,3 milhões de reais (cerca de 31,7 milhões de euros), menos 71,3% face a igual período de 2015, divulgou hoje o fabricante aeronáutico brasileiro.

(http://thumbs.web.sapo.io/?epic=NWU34StOmCj4jXVJms1AKdmoEl88v+CBlaXwxP2LwdXh31rdSDwXLxjhEw3bUv1Bn1z7PHzwY17THz6WLJjpMOx40Z9SvYYE01f71MPIKnZyx3I=&W=800&H=0&delay_optim=1)

Em termos consolidados, os prejuízos da Embraer atingiram os 62,9 milhões de reais até setembro, sendo inferiores aos 184,2 milhões de reais registados nos primeiros nove meses de 2015, refere o Relatório e Contas do grupo aeronáutica com unidades fabris em Portugal.

A faturação, entre julho e setembro deste ano, situou-se nos 4.910 milhões de reais (cerca de 1.402 milhões de euros), mais 7,3% face ao terceiro trimestre do ano passado.

O resultado bruto de exploração (EBITDA), no entanto, recuou 64,2% no período em análise, para 204,3 milhões de reais (58,3 milhões de euros).

A Embraer esclareceu que o aumento da faturação ficou a dever-se ao aumento do número das encomendas de aviões e ao crescimento das receitas provenientes do segmento ligado à área da Defesa.

A Embraer entregou 29 jatos para o mercado de aviação comercial no terceiro trimestre de 2016, um aumento de 38% em relação ao mesmo período de 2015.

O fabricante entregou também 12 jatos executivos de grande porte, mais 33% do que no mesmo período do ano passado.

No entanto, o número de entregas totais para o mercado de aviação executiva caiu 17% em relação ao terceiro trimestre de 2015.

Em 30 de setembro, a carteira de pedidos firmes a entregar (‘backlog’) totalizava 21,4 mil milhões (19,4 mil milhões de euros).

O principal destaque do terceiro trimestre foi a venda de até dez aeronaves E190-E2 para a empresa indonésia Kalstar Aviation, durante o Farnborough Airshow, no Reino Unido.

O contrato inclui cinco pedidos firmes e cinco opções de compra. As entregas estão programadas para começar em 2020 e, posteriormente, outros cinco direitos de compra foram adicionados a este contrato.

Durante o evento, a Embraer também anunciou uma carta de intenções (Letter of Intent – LoI) com a israelita Arkia para até dez jatos E195-E2. O contrato tem um valor total estimado de 650 milhões de dólares (590,7 milhões de euros), segundo o fabricante.

Ainda no terceiro trimestre, a Embraer anunciou a encomenda de até cinco aeronaves E190 para a Colorful Guizhou Airlines, da China. O contrato inclui dois pedidos firmes e três opções de compra.

O contrato tem valor estimado de 249 milhões de dólares (226,2 milhões de euros), a preço de lista, caso todos os direitos de compra sejam exercidos. Os dois aviões serão entregues em 2017.

Na aviação executiva, o destaque foi o anúncio do pedido firme da chinesa Colorful Yunnan junto à Embraer para dois jatos Phenom 300.

Os aviões serão usados em diversas missões como resgate aéreo médico e ajuda humanitária. A entrega dos dois aviões está programada para ser entregue no final do ano.

A Embraer tem duas fábricas em Évora, um investimento de 180 milhões de euros, e um centro de engenharia e tecnologia que entrou em funcionamento em 2014.

Fonte: http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/brasileira-embraer-reduz-prejuizos-para-317-milhoes-de-euros-no-3-o-trimestre
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 10, 2016, 09:29:22 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 10, 2016, 09:36:36 pm
(http://www.ares.ind.br/new/img/logo-ares.png)

ARES - TORC30

(http://www.ares.ind.br/new/img/produtos/torc30-01.png)

O sistema TORC30 permite a operação remota de um canhão Rheinmetall MK30-2/ABM de 30mm, montado sobre uma viatura blindada, estabilizado em direção e elevação com a viatura em movimento, observando e identificando alvos terrestres e aéreos com o uso de câmera e monitor, e realizando a pontaria e o disparo do armamento a partir de uma estação de controle remoto no interior da viatura.

Projeto desenvolvido no Brasil em parceria com o Exército Brasileiro (CTEx)
Suporte técnico e logística no Brasil
Aplicação dual para alvos terrestres e alvos aéreos
Sistema eletro-óptico totalmente integrado
Comunalidade com outros sistemas de armas da empresa, otimizando a manutenção e facilitando o treinamento dos operadores
Atende aos requisitos das normais militares MIL-STD-810 (condições ambientais) e MIL-STD-461 (compatibilidade eletromagnética)

Torre com perfil baixo
Armada com um canhão automático de 30mm e dotada de uma metralhadora coaxial de calibre 7,62mm e lançadores de granadas fumígenas
Dois sistemas autônomos de observação diurna e noturna, sendo um para o comandante e outro para o atirador
Sistema computadorizado de direção e controle de tiro, permitindo disparos de alta precisãodurante movimento (contínuo, rajada ou intermitente)
Cadência de disparo até 600 tiros/ minuto
Possui também proteção de blindagem modular OTAN padrão STANAG 4569 nível 2,expansível até nível 4, distribuída em toda a torre incluindo os sistemas de observação
Possui sistema de alerta a laser contra ameaças externas
Previsão de sistema de detecção de atirador
Previsão de integração com sistema de míssil anti-carro
Possui sistema de acompanhamento automático de alvos
Acesso interno da torre para municiamento e manutenção, conferindo maior segurança à tripulação

FONTE: http://www.ares.ind.br/new/pt/sistemas-terrestres/torc30.php
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 10, 2016, 09:40:39 pm
(http://www.ares.ind.br/new/img/logo-ares.png)

ARES - REMAX

(http://www.ares.ind.br/new/img/produtos/remax-01.png)

O REMAX é uma estação de armas remotamente controlada giro-estabilizada para metralhadoras 12,7 mm e 7,62 mm que foi desenvolvida a partir dos requisitos do Exército Brasileiro por meio de uma parceria da ARES com o CTEx (Centro Tecnológico do Exército). Trata-se de um projeto ambicioso iniciado em 2006 com a promessa de desenvolvimento da primeira estação de armas 100% nacional.

Hoje é uma realidade no Exército Brasileiro e já equipa as primeiras unidades da viatura blindada sobre rodas média VBTP-MR 6X6 Guarani. Além de equipar a viatura média 6X6 o REMAX será irá equipar às futuras viaturas de reconhecimento 4x4 do Exército Brasileiro.

CARACTERÍSTICAS:

Leve
Estabilizada em dois eixos
Operação remota protegida no interior da viatura
Operação em condições ambientais extremas
Operação manual em situações de emergência
Operação Diurna e Noturna
Sensores Ópticos e Laser de precisão para detectar, reconhecer e identificar alvos
Instalação não intrusiva
Alta precisão no tiro em movimento
Tipos de tiro - rajada, intermitente e total
Contador de tiros
Operação remota: pontaria, disparo e rearme
Mecanismo segurança
Total compatibilidade com as normas MIL

(http://www.ares.ind.br/new/img/produtos/remax-02.png)

(http://www.ares.ind.br/new/img/produtos/full/remax-04.jpg)

(http://www.ares.ind.br/new/img/produtos/full/remax-05.jpg)

(http://www.ares.ind.br/new/img/produtos/full/remax-06.jpg)

(http://www.ares.ind.br/new/img/produtos/full/remax-07.jpg)

(http://www.ares.ind.br/new/img/produtos/full/remax-08.jpg)

FONTE: http://www.ares.ind.br/new/pt/sistemas-terrestres/remax.php
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 10, 2016, 09:43:45 pm
(http://www.ares.ind.br/new/img/logo-ares.png)

ARES - UT30BR

(http://www.ares.ind.br/new/img/produtos/ut30br-01.png)

O sistema UT30BR foi projetado para atender a uma variada gama de requisitos, oferecendo desempemho superior nas diversas condições de combate. Utilizando tecnologia de última geração, o sistema UT30BR é resultado da experiência de mais de 30 anos no desenvolvimento de sistemas de tiro, aquisição e rastreamento automático de alvos em plataformas giro-estabilizadas.

CARACTERÍSTICAS

Torre leve, não tripulada, retrátil, ideal para uso em forças de emprego rápido, inclusive para transporte em aeronaves tipo C130
Armada com um canhão automático de 30mm e dotada de uma metralhadora coaxial de calibre 7,62mm e lançadores de granadas fumígenas
Permite integração com mísseis anti-carro, entre outros
Dois sistemas autônomos de observação diurna e noturna, sendo um para o comandante e outro para o atirador, estabilizados em2 eixos
Sistema computadorizado de direção e controle de tiro, permitindo disparos de alta precisão durante o movimento (contínuo, rajada ou intermitente), com contador de munição
Possui também proteção de blindagem modular OTAN padrão STANAG 4569 nível 2, expansível a 4, distribuída em toda a torre, incluindo o sistema de observação do comandante, mira do atirador e munição
Possui sistema de alerta a laser contra ameaças externas
Possui sistema de acompanhamento automático de alvo
É montada sobre o teto da viatura, sem ocupar espaço em seu interior, conferindo maior segurança para a tripulação

VANTAGENS

Programa em andamento para o Exército Brasileiro
Sistema em processo de nacionalização assegurando suporte técnico e logística no Brasil
Compatível com vários tipos de carros de combate, veículos blindados e embarcações marítimas
Sólida experiência em fornecimento de sistemas de armas
Sistema eletro-óptico totalmente integrado
Atende aos requisitos de diversas normas militares (MIL-STD)

(http://www.ares.ind.br/new/img/produtos/full/ut30br-03.jpg)

(http://www.ares.ind.br/new/img/produtos/full/ut30br-04.jpg)

(http://www.ares.ind.br/new/img/produtos/full/ut30br-05.jpg)

FONTE:   http://www.ares.ind.br/new/pt/sistemas-terrestres/ut30br.php
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Burro em Novembro 15, 2016, 01:17:16 pm
AVIBRAS Astros II mandando brasa na Indonésia.

Latbakjatrat Roket MLRS Astros II MK 6 Yonarmed 10/2/1 Kostrad.


Recentemente estiveram no Brasil participando de exercícios com os militares do Brasil que utilizam o mesmo sistema, há brasileiros entre eles neste treinamento.

Devem estar utilizando munição para treinamento, seu alcance é de apenas 10 km, com munição real pode atingir mais de 100 km, dependendo do foguete usado, o Astros 2020 é capaz de lançar o Foguete Guiado AV-SS 40 e o míssil de cruzeiro AV-TM 300, já em fase final de homologação, com alcance de 300 Km.

(http://i1.wp.com/1.bp.blogspot.com/--3n_Q06_HCA/VBNW_3fEngI/AAAAAAAAC8c/2z_twp6QhA4/s1600/MTC-300%2BDo%2Blan%C3%A7amento%2Ba%2Balvo.jpg?resize=640%2C392)

(http://i1.wp.com/1.bp.blogspot.com/-OHj3YY_CH_Q/VBXl-_mtAlI/AAAAAAAAC9s/dUXa8RwmH0I/s1600/VANT14.jpg?resize=640%2C480)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 22, 2016, 11:43:19 pm
KC-390 poderá ter versão para patrulha marítima

(http://defesaeseguranca.com.br/wp-content/uploads/KC390_SAR.jpg)

O KC-390, da Embraer, poderá ter uma versão para patrulha marítima, anunciou a empresa. Segundo o vice-presidente comercial da Embraer Defesa & Segurança, Fernando Ribeiro de Queiroz, a empresa vai desenvolver uma versão de patrulha marítima para o jato comercial E190-E2 e estuda desenvolver uma versão do KC-390 para o mesmo tipo de missão se houver interesse do cliente. A notícia foi divulgada em resposta a Nova Zelândia, que recentemente emitiu pedido de informação sobre o novo cargueiro da Embraer.

“Estamos respondendo à exigência de patrulha marítima com o E2, porque os requisitos que a Nova Zelândia pediu se encaixam melhor com essa plataforma. Mas a nossa proposta é que, se for possível ajustar alguns dos requisitos, podemos apoiar com uma versão especializada do KC-390″, disse ele.

A Embraer propõe modificar o KC-390 instalando um radar de busca de 360 ​​graus no nariz, semelhante à configuração oferecida ao Canadá na concorrência para uma aeronave de busca e salvamento de longo alcance, juntamente com um sistema para cumprir com a missão de patrulha marítima.

“Podemos apresentar a sinergia entre os dois projetos, mas ao mesmo tempo temos uma solução 100% dedicada à patrulha marítima com uma versão militarizada do E190-E2″, explicou.

(http://defesaeseguranca.com.br/wp-content/uploads/p-1901-1024x1024.jpg)

FONTE:   http://defesaeseguranca.com.br/tecnologia-kc-390-podera-ter-versao-para-patrulha-maritima/#prettyPhoto
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 22, 2016, 11:48:03 pm
NOVA ZELÂNDIA DEMONSTRA INTERESSE NO KC-390

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/11/Embraer_KC390_frente.jpg)

A Embraer está próxima de conseguir um novo cliente para o KC-390. A fabricante respondeu nesta semana a um “pedido de informação” (RFI) sobre a aeronave, que pode entrar na concorrência para substituir a frota de cargueiros C-130 Hércules da Força Aérea Real da Nova Zelândia (RNZAF). O país pretende adquirir até cinco novas aeronaves do tipo “multi-missão”.

Além de substituir os Hercules, o novo avião procurado pela RNZAF também deverá ocupar a vaga e cumprir a mesma função de outros dois Boeing 757, usados no país em operações de transporte de carga e pessoal. O plano da força aérea neozelandesa é substituir os C-130 (modelo H) por completo em 2024 e os 757 até 2026.

O contato da Nova Zelândia marca a primeira oportunidade da Embraer na região da Oceania. Até então, a aeronave tem como interessados nações na América do Sul, Europa e Oriente Médio. No entanto, até o momento o único cliente confirmado do KC-390 é a Força Aérea Brasileira, com um pedido firme para 28 aeronaves.

“Estamos muito positivos que podemos fornecer a melhor solução para a Nova Zelândia e para os requisitos de missão que nos foram apresentaram. Eu acho que eles estão muito interessados no KC-390. Mas nós entendemos e respeitamos que esta é uma competição e vamos realizar todas as etapas necessárias do processo”, disse o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Jackson Schneider, ao site DefenseNews.

Schneider citou na mesma reportagem que a única aeronave da mesma categoria do KC-390 atualmente em produção é o C-130J “Super Hercules”, fabricado pela Lockheed Martin. O presidente da divisão de defesa da Embraer ainda revelou que a fabricante está negociando com um “cliente global” uma versão civil do KC-390, mas não forneceu mais detalhes.

E190 militar

A Nova Zelândia também “convidou” a Embraer a desenvolver uma versão de patrulha marítima do novo jato comercial E190-E2. Outro pedido da RNZAF é por uma nova aeronave para substituir seus Lockheed P-3 Orion, a versão militar do famoso Electra II. Os aviões com motores turbo-hélices devem ser desativados no país entre 2023 e 2025.

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Embraer-E190-E2.jpg)

O vice-presidente comercial da Embraer Defesa e Segurança, Fernando Ribeiro de Queiroz, confirmou que a fabricante vai desenvolver a versão de patrulha marítima do E190-E2, mas sugeriu ao país o emprego do KC-390, adaptado para essa missão. Uma projeto do cargueiro brasileiro semelhante já foi oferecido ao Canadá.

Segundo Queiroz, os requisitos que a Nova Zelândia pediu se encaixam melhor na plataforma do E190-E2. Porém, o executivo acredita que algumas das exigências podem ser ajustadas. Um dos pedidos da RNZAF nesse programa é por uma aeronave capaz de voar acima dos 900 km/h, enquanto a velocidade de cruzeiro do KC-390 é de 870 km/h.

O governo da Nova Zelândia ainda não discutiu sobre os valores que pretende investir nos dois programas. Os primeiros KC-390 estão programados para entrar em serviço no Brasil a partir de 2018, substituindo os C-130 Hercules.

FONTE:   http://airway.uol.com.br/nova-zelandia-demonstra-interesse-no-kc-390/


Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 24, 2016, 01:05:22 am
PRODUÇÃO DO GRIPEN NG É INICIADA NO BRASIL

Embraer e SAAB inauguraram um centro de desenvolvimento em Gavião Peixoto para o projeto do novo caça da Força Aérea Brasileira, que será entregue a partir de 2019

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/11/EmbraerSaab.gif)

A versão brasileira do caça Gripen NG começou a tomar forma. Embraer e Saab inauguraram nessa terça-feira (22) o “Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen” (GDDN), na fábrica da Embraer Defesa e Segurança, em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo. A instalação receberá funcionários das duas fabricantes, além de colaboradores de outras empresas nacionais envolvidas no projeto e membros da Força Aérea Brasileira (FAB).

Cerca de 100 profissionais brasileiros, da Embraer e de outras empresas, enviados para treinamentos na Suécia já estão de volta e iniciaram o projeto no Brasil. De acordo com a fabricante brasileira, a unidade vai reunir mais de 300 funcionários até 2017. Ao todo, o centro terá 180 áreas de trabalho, incluindo setores “secretos”, como frisou Mikael Franzen, diretor geral da Saab no programa Gripen, durante a cerimônia de inauguração do GDDN.

O GDDN será responsável pelo desenvolvimento da versão brasileira do Gripen, ensaios de voo da aeronave e, o que é considerado a parte mais importante da parceria com a Saab, a transferência de tecnologia entre os países. “Esse processo será dividido em 60 projetos-chave, pelo período de dois anos. Envolve treinamento teórico, prática na Suécia, desenvolvimento e produção no Brasil e o programa de pesquisa e tecnologia”, explicou Franzen.

Outra responsabilidade do centro em Gavião Peixoto será o desenvolvimento e produção do Gripen F, a versão do caça para dois pilotos (biposto) – o Gripen NG será a variante brasileira do Gripen E monoposto, mas com recursos diferentes. A FAB encomendou oito unidades dessa opção.

Apesar da configuração orientada para treinamentos, o Gripen F terá a mesma capacidade de combate e desempenho da versão monoposto, incluindo os mesmos sistemas de busca e armamentos. Esse, portanto, será o primeiro avião supersônico desenvolvido no Brasil, com primeiro voo previsto somente para depois de 2020.

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/11/Gripen_maquete_02.jpg)

Os primeiros Gripen da FAB estão programados para entrar em operação a partir de 2019. Essas aeronaves, entretanto, serão fabricadas na Suécia, com participação da Embraer e outras empresas brasileiras. As 36 aeronaves encomendadas, produzidas nos dois países, serão entregues até 2024, como previsto no cronograma das fabricantes.

Quando voa?

Como adiantou Ulf Nilsson, o primeiro voo do Gripen E, apresentado em maio deste ano na Suécia e com as configurações exigidas pela força aérea local, está programado para voar no segundo quadrimestre de 2017. Já o modelo fabricado no Brasil deve voar somente na próxima década.

O pacote de tecnologias para o Gripen NG escolhido pelo comando brasileiro possui itens mais avançados que os presentes na versão sueca. Uma das principais diferenças será o painel de controle, com uma tela panorâmica, em vez de três monitores separados, como no modelo pedido na Suécia.

O Gripen “brasileiro” ainda terá um aparelho de comunicação com dois rádios e sistema de encriptação, equipamentos de interceptação e destruição de mensagens eletrônicas, sensores infravermelho de busca e salvamento, além de ligação por “datalink”, recurso que permitirá ao caça “conversar” por meio de sinais eletrônicos com outros aviões e torres de controles.

Em termos tecnológicos e de ataque, o Gripen NG dará a FAB uma capacidade digna de país de primeiro mundo, com variadas possibilidades de ações com ajuda de novas tecnologias. Já para a economia e a indústria nacionais, será o primeiro produto com potencial supersônico.

FONTE:  http://airway.uol.com.br/producao-do-gripen-ng-e-iniciada-no-brasil/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 01, 2016, 01:41:49 pm
(https://c2.staticflickr.com/6/5461/29931641163_cdb09af596_k.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Janeiro 06, 2017, 09:59:05 am
Já é antigo mas não deixa de ser interessante.  ;)
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Embraer quer exportar o caça Mirage 2000/BR

O interesse da Embraer em vencer a licitação para a renovação da frota de caças da FAB vai muito além dos US$ 700 milhões que o contrato deve gerar, e inclui também planos de exportar as aeronaves Mirage 2000-5/BR, fruto do consórcio da empresa brasileira com a francesa Dassault. A meta da Embrear é juntar o Mirage 2000-5/BR a sua carteira de exportação, que inclui os já consagrados jatos comerciais das famílias ERJ 135-145 e Embraer 170-190, que disputam o mercado mundial de aviação regional com a canadense Bombardier. Segundo Maurício Botelho, presidente da empresa, seria ineficiente transferir, por exemplo, toda uma linha de produção dos Mirage 2000/BR, desenvolvido em parceria com a francesa Dassault, dona da linha Mirage, apenas para a fabricação das 12 ou 24 unidades em Gavião Peixoto (SP). No entanto, como o acordo permite exportar o Mirage 2000-5/BR para outros países, ganhar a concorrência e montar no Brasil uma linha de produção significa expandir a capacidade exportadora da Embraer. Botelho evitou dar detalhes de quanto o novo caça poderia render à balança comercial brasileira. Mas, só no ano passado, sem os caças militares, a Embraer exportou US$ 2,897 bilhões, com alta de 7,23% sobre 2000. Botelho admitiu que a Embraer está bastante empenhada em ganhar a concorrência, que conta ainda com as participações dos consórcios Avibras-KnAAPO, Loockheed-Martin, Rac-Mig e Saab-Mae. Ele reiterou que, caso vença a concorrência, o consórcio Embraer-Dassault vai fazer uma transferência completa de tecnologia, inclusive com códigos fonte e linha de montagem. Botelho inaugurou hoje, na presença do ministro da Educação, Paulo Renato Souza, o Colégio Engenheiro Juarea Wanderley, de ensino médio, primeiro fruto do Instituto Embraer de Ensino e Pesquisa, fundado em maio do ano passado. Na batalha para vencer a concorrência aberta pela FAB, a Embraer já ganhou um forte aliado: a Câmara dos Deputados. Na mesma cerimônia, o deputado federal Walfrido Mares Guia (PTB-MG) informou que mais de 400 deputados já deram seu apoio ao movimento pluripartidário encabeçado por Paulo Delgado (PT-MG). Os deputados querem que o governo utilize cláusula da própria lei de concorrência, que permite a dispensa da licitação em casos específicos. O argumento dos deputados, segundo Guia, é de manutenção/criação de empregos e defesa do interesse nacional. Segundo o deputado, esse movimento será certamente prioridade na pauta da Comissão de Relações Internacionais da Câmara, na volta do recesso parlamentar.

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,embraer-quer-exportar-o-caca-mirage-2000br,20020204p24257 (http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,embraer-quer-exportar-o-caca-mirage-2000br,20020204p24257)
(http://mlb-s1-p.mlstatic.com/adesivo-mirage-2000-br-raro-frete-gratis-17789-MLB20143798753_082014-F.jpg)

Saudações
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 20, 2017, 07:54:50 pm
Taurus lança novas linhas de pistolas e fuzis

(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2017/01/Taurus-logo.jpg)

Modelos foram desenvolvidos para renovar e completar ainda mais o portfólio da companhia para os mercados nacional e internacional

São Leopoldo, 19 de janeiro de 2017 – A Taurus anuncia suas novas linhas de armamentos para o mercado nacional e internacional. Ao longo de 2017 a companhia apresentará sua nova plataforma de pistolas para o mercado brasileiro, a T Series, com 12 modelos nas versões TS e TH, além da linha de fuzis T4, modelos A1 e A2.

Os novos armamentos tornarão o portfólio da Taurus ainda mais completo e preparado para atender as mais diferentes necessidades de clientes e usuários. O anúncio foi feito durante o SHOT Show 2017, em Las Vegas (EUA), maior feira de armas do mundo.

Sobre a Taurus

A Taurus é uma empresa Estratégica de Defesa e integrante da Base Industrial de Defesa (BID) com 77 anos de história e reputação sólida, baseada na excelência de seus produtos. A companhia é dona de mais de 45 patentes nacionais e internacionais e recebeu diversos prêmios internacionais e nacionais por sua atuação e pela qualidade de seus produtos. Sediada em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, a companhia emprega mais de 2.900 pessoas no país, exporta para mais de 85 países. A companhia é a maior fabricante de revólveres e a quinta maior produtora de pistolas do mundo, além de ser a quarta marca mais vendida no exigente mercado dos Estados Unidos.

Veja abaixo as principais características das novas armas:

Pistola TH Series
(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2017/01/Taurus-TH-Series.jpg)

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As pistolas TH Series são oferecidas nos calibres 9mm, .40 S&W e .380 ACP, com versões Full Size e Compacta. As armas foram desenvolvidas especialmente para o mercado policial e militar, seguindo os mais rígidos protocolos de teste de resistência e segurança.

Robustas e precisas, elas são equipadas com mecanismo de disparo em ação simples e dupla e cão externo, garantindo a segurança ao usuário. O design do punho antiderrapante e do gatilho oferecem melhor ergonomia para a empunhadura. O indicador de munição na câmara e a teclas ambidestras facilitam o manuseio desse armamento. A TH Series também oferece trilho para acessórios.

A nova linha mescla tecnologia de ponta brasileira e internacional e possui alto poder de fogo e facilidade de manutenção.

A pistola TH é um salto à frente em termos estruturais. O Batente do cão e o ferrolho são produzidos em aço liga com acabamento superficial teneferizado, o que proporciona maior proteção contra oxidação e maior dureza superficial. O novo suporte central, o retém do ferrolho ambidestro com novo sistema de fixação e o tirante do gatilho mais reforçado oferecem mais robustez ao sistema. O conjunto do suporte do cão e o perfil do gatilho foram projetados para oferecer um disparo suave e preciso.

Antes do lançamento, as pistolas passaram pelo novo e mais rigoroso protocolo de homologação da Taurus, que contempla 10 mil tiros com munição CBC Gold e prova de queda a dois metros de altura contra piso metálico. As armas possuem também um eficiente sistema de estancamento contra pó, areia e lodo/lama, atendendo normas internacionais de resistência ao ambiente (MIL-STD-810 G).

Pistola TS Series
(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2017/01/Taurus-TS-Series.jpg)

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A pistola TS Series é a nova arma de pronto emprego da Taurus. A linha será oferecida nos calibres 9mm, .40 S&W e .380 ACP, nas versões Full Size e Compacta.

Equipadas com o inovador sistema de segurança de Dupla Trava de Gatilho (DTS – Dual Trigger Safety), trava de percussor com bloqueio físico e trava de queda, as novas pistolas superaram os mais rígidos protocolos de teste de resistência e segurança.

A linha TS possui peças intercambiáveis e será produzida na nova fábrica da Taurus em São Leopoldo (RS). A unidade concentra, desde 2016, toda a produção da companhia e é uma das mais avançadas do mundo, empregando processos inovadores na indústria de armamentos, que proporcionam maior eficiência na operação e garantem a qualidade superior das armas Taurus.

A pistola TS Series é fruto de um projeto arrojado que a torna mais robusta, rápida e facilita sua manutenção. O design inovador, sem cantos vivos ou teclas externas, evita que o equipamento trave e facilita o pronto emprego. O retém do carregador é ambidestro e a arma oferece indicador de munição na câmara. O novo sistema de desmontagem do conjunto do ferrolho e a culatra removível demonstram o nível de inovação incorporado pela TS. Já o perfil baixo do ferrolho oferece uma rápida recuperação de visada devido ao recuo reduzido.

Antes do lançamento, as pistolas passaram pelo novo e mais rigoroso protocolo de homologação da Taurus, que contempla 10 mil tiros com munição CBC Gold e prova de queda a dois metros de altura contra piso metálico. As armas possuem também um eficiente sistema de estancamento contra pó, areia e lodo/lama, atendendo normas internacionais de resistência ao ambiente (MIL-STD-810 G).

Fuzil Taurus T4
(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2017/01/Taurus-T4.jpg)

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A Taurus apresenta em 2017 a sua linha de fuzis táticos, que reforça e torna ainda mais completo o portfólio de armas longas da companhia.

O lançamento oficial ocorreu durante o SHOT Show 2017, em Las Vegas (EUA), maior feira de armas do mundo.

O fuzil T4 Series da Taurus tem calibre 5,56 NATO e capacidade para 30 cartuchos e vem em duas versões. O modelo A1 vem com guardamão em polímero enquanto o A2 tem a proteção fabricada em alumínio. Ambos serão disponibilizados com canos em duas configurações, 11,5’ e 14,5’.

Desenvolvido para alto desempenho em missões militares e policiais o T4 é baseado na consagrada plataforma M4. O armamento alia precisão, confiabilidade e poder de fogo que o tornam ideal para uso em diferentes tipos de missão.

Arma leve, o fuzil T4 possui quebra chamas Stanag, coronha telescópica e empunhadura ergonômica. O armamento é fabricado com materiais de última geração e tem desenho específico que permite o acoplamento de diversos acessórios.

FONTE: http://www.forte.jor.br/2017/01/19/taurus-lanca-novas-linhas-de-pistolas-e-fuzis/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 24, 2017, 02:15:02 pm
Saab expande parceria com Akaer

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/10/Saab-Gripen-NG.jpg)

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A Saab, empresa de defesa e segurança, adquiriu mais 10% das ações da Akaer, uma das maiores empresas brasileiras no desenvolvimento de projetos aeronáuticos, atingindo 25% de participação. Juntamente com a expansão da parceria Saab-Akaer, a Akaer adquire os ativos da Divisão de Espaço e Defesa (E&D) da empresa brasileira de optrônicos Opto Eletrônica S.A.

A Saab e a Akaer são parceiras desde 2008, quando a empresa brasileira foi contratada pela Saab para desenvolver peças para a fuselagem do caça Gripen NG – mesmo antes que a Saab fosse selecionada para as negociações para reequipar a Força Aérea Brasileira. O investimento da Saab na Akaer começou em maio de 2012, quando a Saab fez um empréstimo conversível em ações, com uma contribuição de recursos equivalente a 15% da Akaer. A participação da Saab na empresa foi ampliada para 25%, e a Akaer permanece independente, além de controlada e administrada pelo fundador e gestor brasileiro. Desde 2012, a Saab faz parte do Conselho Consultivo da Akaer.

A partir do investimento da Saab na empresa, a Akaer adquiriu ativos da Divisão de Espaço e Defesa (E&D) da Opto Eletrônica S.A, que passa a se chamar OPTO Space & Defense. Com mais de 30 anos, a empresa brasileira de optrônicos obteve o status de Empresa Estratégica de Defesa (EED), em 2013.

O objetivo da Akaer é garantir que as tecnologias optrônicas desenvolvidas pela OPTO ao longo de décadas sejam mantidas sob o domínio de uma Empresa Estratégica de Defesa (EED), para que possam ser utilizadas nos programas nacionais de espaço e defesa nos próximos anos.

Para garantir a continuidade destas capacidades, a OPTO Space & Defense, que estava em recuperação judicial, manterá todos os seus funcionários e operações no mesmo local, na cidade de São Carlos (SP), polo de optrônica no Brasil. Além disso, a Akaer ampliará o acesso desta divisão a mercados internacionais e desenvolverá produtos de aplicação dual, para que a mesma se mantenha sustentável financeiramente e para que possa expandir suas tecnologias.

DIVULGAÇÃO: MSLGROUP Publicis Consultants

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2017/01/Akaer-Gripen-NG.jpg)
No acordo de cooperação entre Akaer e Saab a empresa brasileira ficou encarregada de projetar as partes que aparecem em verde na ilustração da estrutura do Gripen NG

FONTE: http://www.aereo.jor.br/2017/01/23/saab-expande-parceria-com-akaer/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 07, 2017, 02:02:27 pm
Embraer Defesa & Segurança - Empresas Coligadas

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 10, 2017, 05:11:46 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 02, 2017, 05:12:55 pm

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Março 05, 2017, 01:43:02 pm
http://www.aereo.jor.br/2017/03/03/conheca-o-local-onde-a-embraer-realizara-avaliacoes-de-congelamento-artificial-do-kc-390/ (http://www.aereo.jor.br/2017/03/03/conheca-o-local-onde-a-embraer-realizara-avaliacoes-de-congelamento-artificial-do-kc-390/)
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A Base Aérea de Eglin é uma instalação militar de grandes proporções, mesmo para os padrões da USAF (Força Aérea dos EUA). Localizada entre as comunidades de Valparaiso e Lake Lorraine (estado da Flórida), a base cobre uma área de superior a 1,8 mil km2.

São diversas as unidades militares ali estacionadas, sendo que atualmente boa parte das instalações está voltada para a introdução do F-35 em serviço. Ali estão a 33rd Fighter Wing (unidade de treinamento e manutenção de caças F-35), o 58th Fighter Squadron (treinamento de pilotos de F-35A) e o VFA-101 da Marinha (treinamento do F-35C).

Mas além dessas e outras unidades, a Base Aérea de Eglin também hospeda o 96th Test Wing. A unidade e responsável pelo desenvolvimento, aquisição e ensaios em voo de armamentos, sistemas de guiagem, navegação, comando e controle.

Subordinado ao 96th Test Wing está o McKinley Climatic Laboratory. Trata-se de um hangar refrigerado especialmente construído para testar aeronaves em clima extremos. O hangar foi erguido em 1947 e desde então gerações e gerações de aeronaves foram testadas ali sob condições severas e controladas. Aviões como P-51, P-80, F-22, F-117, F-35, C-5A e muitos outros já foram testados nas instalações.

Mas não só aeronaves militares passaram pelo hangar 440 (como é comumente referida a instalação). Aeronaves civis como o Boeing 787 e o Airbus A350 também foram avaliadas sob baixas temperaturas. Como se vê o hangar conta com dimensões consideráveis para ensaiar um leque amplo de aeronaves, incluindo helicópteros.

A câmara principal possui 77 m de largura por 79 m de comprimento e 21 m de altura. Temperaturas entre -54ºC e 74ºC podem ser simuladas, assim como neve, chuva, vento, areia e poeira. Há também uma câmara menor para testes de motores, veículos menores (blindados e carros de passeio entre outros) e unidades de potência. Por fim existem outras câmaras acessórias que simulam: sol, vento, chuva e poeira; ambientes corrosivos (alta salinidade) e altas altitudes.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2017/03/B-1-at-the-McKinley-Climactic-Laboratory.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2017/03/C-5M-Super-Galaxy-undergoes-extreme-heat-and-ultraviolet.jpg)
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Um C-5M Super Galaxy em exposição ultravioleta no McKinley Climactic Laboratory

Cumprimentos
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Lusitano89 em Março 05, 2017, 05:07:50 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 06, 2017, 11:47:36 am
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 06, 2017, 02:56:36 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 06, 2017, 02:57:39 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 16, 2017, 07:55:02 pm


Conheça a IMBEL
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 23, 2017, 12:59:17 pm
Saab confirma fábrica de aeroestruturas em São Bernardo

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2016/02/Gripen-E-prototipo-JAS-39-8-montagem-final-imagem-Twitter-Saab.jpg)

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A Saab, fabricante sueca dos aviões-caça Gripen NG, que substituirá a frota de 36 aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira) entre 2019 e 2024, confirmou que irá instalar fábrica em São Bernardo. A unidade vai gerenciar a cadeia de suprimentos e produzir partes estruturais da aeronave, como as asas do avião supersônico e as alas traseira e dianteira da fuselagem.

A localização da empresa,que chegou a ser anunciada em São Bernardo, ficou em xeque no fim do ano passado. Durante a inauguração do Centro de Desenvolvimento do Gripen NG em Gavião Peixoto, no Interior, o CEO da Saab, Hakan Buskhe, afirmou que a companhia estava verificando locais para construir a fábrica de aeroestruturas e que, apesar de São Bernardo ser o principal lugar estudado, o endereço seria anunciado apenas no começo de 2017.

“A Saab terá uma fábrica de suprimentos do programa Gripen em São Bernardo. Os detalhes estão sendo finalizados e serão anunciados no devido tempo”, afirmou a fabricante de aviões-caça após questionamento do Diário. O nome da empresa, inclusive, que era SBTA (São Bernardo Tecnologias Aeronáuticas), mudou para SAM (Saab Aeronáutica Montagens).

Na tarde de ontem, o vice-presidente de parcerias industriais da Saab Aeronáutica, Jan Germundsson, esteve em São Bernardo, na CNM (Confederação Nacional dos Metalúrgicos) da CUT (Central Única dos Trabalhadores), entidade que mantém tratados de cooperação com o Sindicato dos Metalúrgicos Suecos, o IF Metall.

Embora o encontro tenha sido a portas fechadas, o Diário teve acesso ao que foi tratado no local. Germundsson, que durante visita da equipe de reportagem às instalações da Saab na Suécia, em 2014, estimou que a fábrica de aeroestruturas deverá faturar entre US$ 40 milhões e US$ 60 milhões de cinco a sete anos (ou seja, até 2021), disse ontem que o contrato entre a empresa e a FAB (Força Aérea Brasileira), de US$ 5,4 bilhões, se trata do maior contrato na história da indústria sueca.

O vice-presidente garantiu que a SAM começará a produzir as partes estruturais em São Bernardo em 2019, quando a primeira aeronave deve ser entregue. E que ele tem boas perspectivas, já que os prazos estão dentro do cronograma – apesar do atraso de quase um ano na conclusão do convênio entre Saab e FAB, do avanço da crise econômica e da queda das taxas de juros na Europa, além das mudanças de comando nos governos municipal e federal.

Germundsson revelou que recebeu 43 propostas de localização no município da região, sendo que dez já foram visitadas e cinco estão sendo analisadas para que então seja batido o martelo, o que deve ocorrer nos próximos dois meses, depois que a FAB também aprovar o local. O investimento estimado é de US$ 150 milhões.

O executivo disse também que hoje serão entrevistados dois potenciais candidatos para o cargo de gerente geral da SAM. Ele estimou que serão gerados de 200 a 250 empregos diretos entre três e cinco anos. Isso sem contar os indiretos, resultantes dos 25 a 30 fornecedores, que pode incluir industriais da região. Segundo o vice-presidente, não faz sentido importar matéria-prima da Europa e da Suécia enquanto que se pode desenvolver cadeia nacional de suprimentos.

“Em relação ao programa de transferência de tecnologia, 150 engenheiros brasileiros estão em treinamento em Linköping, na Suécia. Outros 34 já voltaram e, até 2024, serão mais de 350 qualificados. O programa de transferência de tecnologia será entregue ao longo de cerca de dez anos e inclui ensino em sala de aula, programas de financiamento estudantil e treinamento prático durante o trabalho na Suécia”, assinalou a Saab.

Ao fim do programa, de acordo com a companhia, o objetivo é que a indústria local e a FAB dominem todo o conhecimento crítico necessário para o desenvolvimento futuro de caças. A Saab quer fazer do Brasil plataforma de exportação para países da América Latina.

FONTE: Diário do Grande ABC

http://www.aereo.jor.br/2017/03/22/saab-confirma-fabrica-de-aeroestruturas-em-sao-bernardo/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 28, 2017, 10:49:03 pm
Avibras apresenta viatura Guará 4WS na LAAD Defence & Security 2017

(https://www.avibras.com.br/site/images/GUARA-4WS.jpg)

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Reconhecida mundialmente pela excelência e pela qualidade de seus produtos e sistemas de defesa, a Avibras Indústria Aeroespacial levará o protótipo da viatura Guará 4WS Blindada Leve sobre Rodas para a LAAD Defence & Security 2017, que será realizada de 4 a 7 de abril no Riocentro – Exhibition & Convention Center, no Rio de Janeiro. A viatura pertence à mais nova família de blindados leves da Avibras, que nesta versão de Reconhecimento Armado tem capacidade para cinco tripulantes devidamente equipados com excelente nível de proteção, elevada agilidade e extrema mobilidade com tração 4X4 e direção nas quatro rodas.

Também é destinada ao emprego tático em operações especiais de forças de segurança em área urbana: combate ao crime organizado, a assalto a bancos e carros-fortes, e ao tráfico de drogas. Versátil, pode ser utilizada em áreas de combate aos conflitos armados. A viatura está disponível ainda nas versões transporte de pessoal, transporte de carga, ambulância, viatura lança-morteiro, viatura anticarro e viatura tática de assalto.

O Guará ficará em destaque no estande da empresa, localizado no Hall 4 – Estande D-50, juntamente com o AV-TCM ASTROS (Míssil Tático de Cruzeiro com alcance de 300 km) movido a turbojato, que está em fase final de desenvolvimento e certificação. O AV-TCM está contratado pelo Exército Brasileiro, no âmbito do Projeto Estratégico ASTROS 2020, cuja finalidade é equipar a Força Terrestre de um sistema de defesa de última geração.

A parceria da Avibras com as Forças Armadas do Brasil também será evidenciada durante a LAAD por meio dos programas A-Darter (Força Aérea Brasileira), MAN-SUP (Marinha do Brasil) e Sistema ASTROS 2020 (Exército Brasileiro). A Avibras participa do programa binacional entre o Brasil e a África do Sul no desenvolvimento do míssil de combate aéreo de 5º geração A-Darter que deverá equipar os novos caças Gripen da Força Aérea Brasileira.

Em conjunto com outras empresas da Base Industrial de Defesa a empresa participa do desenvolvimento do MAN-SUP (Míssil Antinavio lançado de Superfície), sendo responsável, dentre outros componentes, pelo Motor e pela Integração Final do míssil que deverá equipar os futuros navios da esquadra da Marinha do Brasil.

Com o objetivo de equipar a Força Terrestre de um sistema estratégico moderno de dissuasão extrarregional, está em pleno andamento o Projeto Estratégico ASTROS 2020, que possibilitará o lançamento de vários foguetes da família ASTROS e do míssil tático de cruzeiro, a partir das plataformas da nova viatura lançadora múltipla universal na versão MK-6. O sistema possui meios capazes de prestar apoio de fogo de longo alcance com elevada precisão, letalidade e mobilidade.

O sistema também permitirá a preparação para a realização do tiro, desde o recebimento e análise da missão, passando pelo comando, controle e trajetória de voo até o controle de danos, estando conectado ao Sistema de Comando e Controle da Força Terrestre (SC2Fter) do Exército Brasileiro.

Perspectivas - A Avibras sempre priorizou a sua participação em grandes feiras especializadas em Defesa, pelos benefícios que um evento deste porte proporciona às empresas na promoção de seus negócios, de sua marca, de seus produtos e serviços.

A Avibras faz parte da história da LAAD, estando presente em todas as suas edições, reconhecendo que a feira é a mais importante iniciativa dos setores de defesa e segurança na América Latina.

Os eventos especializados também são excelentes plataformas para consolidar vendas no Brasil e no exterior, em paralelo, trazendo excelentes perspectivas para a companhia. Reconhecida pelo alto nível de seus participantes, a LAAD Defence & Security é considerada uma referência internacional em tecnologia, inovação e geração de negócios.

Sobre a Avibras

A Avibras Indústria Aeroespacial é uma empresa estratégica de Defesa, 100% brasileira, que desenvolve tecnologia própria, inovadora e independente nas áreas de Aeronáutica, Espaço, Eletrônica, Veicular e Defesa, gerando valor para os seus clientes, acionistas, colaboradores e sociedade, de forma sustentável.

Fundada em 1961, a Avibras é um polo de inovação e de desenvolvimento - uma verdadeira system house. A organização ocupa um lugar de destaque na história do setor aeroespacial, como uma das pioneiras no Brasil em projeto e desenvolvimento de aeronaves, veículos especiais e produtos de defesa.

Com amplas instalações industriais no Vale do Paraíba (São José dos Campos, Jacareí e Lorena), coração do principal parque tecnológico e aeroespacial do Brasil, a Avibras destaca-se pela produção do Sistema ASTROS 2020 (nova geração do Sistema ASTROS – produto de maior sucesso), capaz de lançar foguetes, mísseis de cruzeiro e foguetes guiados.

Presente nos mercados nacional e internacional, a Avibras também se destaca pelo desenvolvimento e pela industrialização de diferentes motores foguetes e mísseis para aplicações terrestres, aéreas e navais; sistemas fixos ou móveis de C4ISTAR (Comando, Controle, Comunicação, Computação, Inteligência, Vigilância, Aquisição de Alvo e Reconhecimento) e Aeronave Remotamente Pilotada (ARP) - o Falcão.

Resultado de um projeto arrojado e empreendedor, a fábrica de blindados e os laboratórios de mísseis da Avibras podem ser considerados os mais modernos do Brasil. O parque industrial propicia o desenvolvimento de novos produtos, favorecendo a geração de empregos, o investimento em tecnologias e o aumento do leque de produtos para o mercado interno e externo.

FONTE: https://www.avibras.com.br/site/midia/n ... -2017.html
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 03, 2017, 01:46:04 pm
Míssil A-Darter entra na fase de ensaios de certificação

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2012/04/A-Darter-maquete-na-LAAD-2011-foto-Nun%C3%A3o-Poder-A%C3%A9reo.jpg)

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Armamento de 5ª geração desenvolvido em conjunto por Brasil e África do Sul vai equipar Gripen NG

Desenvolvido pelo Brasil em conjunto com a África do sul, o míssil A-Darter entra na fase de ensaios de certificação. De acordo com o gerente do projeto, Tenente-Coronel Anderson Moreira, esta é “praticamente a última fase” de desenvolvimento. Os testes devem ocorrer ainda neste ano no continente africano.

“Encerraram-se os ensaios de desenvolvimento e agora estamos nos preparando para comprovar para as autoridades certificadoras que o produto funciona de acordo com a especificação dos fabricantes e o atendimento aos requisitos dos clientes”, afirma o militar.

O projeto coordenado pela Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), no lado brasileiro, engloba o desenvolvimento do armamento de quinta geração que vai equipar aeronaves de combate, como o Gripen NG. O míssil é do tipo ar-ar, com guiamento infravermelho, de curto alcance (entre 8 e 12 km).

“É um projeto de ponta entre dois países que tiveram um alinhamento de interesses e conseguiram comprovar a capacidade de nações do hemisfério sul em fazer produtos de alta tecnologia na área de defesa”, avalia o gerente.

As características do míssil atendem aos desafios dos combates aéreos contra caças de última geração em ambientes hostis de contramedidas eletrônicas. Entre os diferenciais estão a capacidade de alto ângulo de visada e de manobra, a detecção de alvos além do alcance infravermelho, comunicação com a visualização integrado ao capacete, o chamado HMD – Helmet-Mounted Display, e contramedidas eletrônicas para evitar falsos alvos.

“O míssil tem capacidade de detectar e ignorar o flare [contramedida de defesa de aeronaves] e ir para o alvo correto”, explica o Tenente-Coronel Anderson.

Além de equipar a defesa aérea da FAB, o projeto capacita a indústria nacional, especialmente a base industrial de defesa, para desenvolvimento de sistemas bélicos de alta tecnologia. Avibras, Mectron e a Opto Defesa e Espaço, do grupo Akaer, foram beneficiárias do processo de transferência de tecnologia.

No Brasil, o projeto conta com o financiamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

FONTE: FAB
http://www.aereo.jor.br/2017/04/02/missil-darter-entra-na-fase-de-ensaios-de-certificacao/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: HSMW em Abril 03, 2017, 04:20:19 pm
Uma área que interessante haver cooperação entre os nossos países.
Este míssil é equivalente a que sistemas NATO e Russos?
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Lusitano89 em Abril 03, 2017, 07:38:23 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 03, 2017, 09:30:01 pm
Uma área que interessante haver cooperação entre os nossos países.
Este míssil é equivalente a que sistemas NATO e Russos?

De fato me agradaria bastante ver o Brasil desenvolver projetos militares em parceria com Portugal para além do KC-390.

O A-Darter é um míssil de 5º geração, ou seja, equivale (ou concorre no mercado) com mísseis tipo: AIM-9X, ASRAAM, IRIS-T, Pynthon 5, Vympel R-73 e o japonês AAM-5.
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 05, 2017, 07:48:04 pm
LAAD 2017: Ares apresenta novos produtos e se destaca entre os expositores do evento

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2017/04/IMG_24741.jpg)

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A empresa brasileira ARES trouxe para a LAAD 2017 e apresentou sistemas de torres remotamente controladas bem como, morteiro de recuo.

Obviamente que mais chama atenção dos visitantes é sistema TORC30 que permite a operação remota de um canhão de 30 mm de Rheinmetall MK30-2/ABM. O sistema exposto pode ser montado na viatura Blindada sobre rodas Guarani produzido pela IVECO para o exército Brasileiro.

O sistema TORC 30 possui sistema autônomo de estabilização em direção e elevação computadorizado de controle de tiro, que permite disparos de alta precisão durante movimento da viatura, adicionalmente, permite a observação e identificação de alvos terrestres e aéreos com o uso de uma câmera e monitor.

Simultaneamente o sistema realiza a pontaria e o disparo do armamento a partir de uma estação de controle remoto instalada no interior seguro da viatura.

A torre possui perfil baixo e é armada com um canhão automático de 30 mm com cadência de tiro de até 600 disparos por minuto.

Além disso a torre possui provisão para instalação de uma metralhadora coaxial de calibre 7,62 mm e lançadores de granadas fumígenas com oito 8 tubos lançadores de 76mm.

A torre é equipada com dois sistemas autônomos de observação diurna e noturna, sendo um para o comandante e outro para o atirador.

O sistema possui proteção de blindagem modular OTAN padrão STANAG 4569 nível 2, que pode ser expansível para até o nível 4, o qual é distribuído em toda a torre incluindo os sistemas de observação.

O acesso para remuniciamento e manutenção pode ser efetuado de maneira segura no interior da viatura. A TORC 30 possui ainda dois magazines com capacidade para 150 tiros e 50 tiros respectivamente , havendo possibilidade de uso de munição ABM para alvos aéreos. Já no caso da metralhadora (previsão) o magazine possui capacidade para 500 tiros.

Unidade de detecção de laser, é equipada com sistema de alerta a laser contra ameaças externas, detecta e localiza com precisão fontes de iluminação a laser, e caso seja requisitado, pode ser instalada sistema de detecção de atirador.

A torre possui sistema de acompanhamento automático de alvo. Detecta e localiza com precisão fogo hostil de armas de pequeno porte, foguetes e morteiros a partir das ondas sonoras geradas pelas detonações.

A TORC30 possui previsão de expansão com a integração com sistema de míssil anti-carro.

O sistema é de giro estabilizado em dois eixos (azimute e elevação) com acionamento horizontal e vertical, cujo alcance em azimute de 360º e alcance de elevação – 5º a + 85º. Segundo o fabricante a precisão de estabilização da linha de tiro é superior a 0.35 m Rad 1σ em ambos eixos.

A estação de trabalho do atirador é composta por Monitor LCD 10,4”,  com resolução de 1024 x 768 pixels, o sistema é acionado por manetes e chaves ergonômicas com os principais comandos acessíveis. Já a estação do comandante (opcional) possui o mesmo sistema de Monitor com sistemas de punho e chaves, igualmente ergonômica com os principais comandos acessíveis.

A unidade optrônica do atirador é composta por uma câmera de visão diurna e sensor CCD colorido com magnificação óptica de 15X, contínua de foco automático, bem como de uma câmera termal de sensor térmico refrigerado que trabalha nos comprimentos de onda de 3,6 a 4,8 µm. Este sistema possui magnificação óptica de 10X, contínua com sistema de inversão de polaridade de imagem.

O Telêmetro laser classe 1M (seguro à visão) trabalha em comprimento de onda central 1540 nm, possui alcance máximo de 20 km e precisão de + 5m.

Já a unidade optrônica do comandante que é opcional possui as mesmas características da Unidade optrônica do atirador.

Outro sistema exposto na feira foi o REMAX, uma estação de armas remotamente controlada giro-estabilizada para metralhadoras 12,7 mm e 7,62 mm que foi desenvolvida a partir dos requisitos do Exército Brasileiro. O sistema 100% nacional que surgiu de uma parceria da ARES com Centro Tecnológico do Exército. O REMAX possui 4 tubos de Lançadores de Granadas Fumígenas 76mm.

Atualmente o sistema está operacional no Exército Brasileiro onde já equipa as primeiras unidades das viaturas blindadas sobre rodas média VBTP-MR 6X6 Guarani e que no futuro próximo vai equipar às futuras viaturas de reconhecimento 4×4 do Exército Brasileiro. O sistema remotamente controlado do interior da viatura é leve de instalação não intrusiva no veículo e possui estabilização em dois eixos, porém em situações de emergência pode ser operado manualmente. Foi desenhado para operar em condições ambientais extremas de dia ou de noite.

Para isto o REMAX possui sensores ópticos e laser de precisão para detectar, reconhecer e identificar alvos. Provendo elevada precisão no tiro em movimento, seja ele em rajadas, intermitente ou total. O sistema possui um contador de tiros para auxiliar a tripulação.

O sistema possui sistema de câmera diurna com sensor CCD, cujo campo de Visada é de 42° a 1,6° com resolução de 768 x 576 pixels. Adicionalmente está equipado com uma câmera termal não refrigerada,  que trabalha entre 8 – 12µm. O campo de visão é de
4,6° e 14,3° com resolução de 640 x 480 pixels

O telêmetro laser Classe 1M Eye safe trabalha no comprimento de onda de 1,54µm.

O REMAX possui alcance entre 50m a 5 km ± 5m e capacidade azimute de 360°, com elevação de -20° a +60°, a precisão de estabilização é superior à 1,0 mrad (1σ).

Outro sistema interessante apresentado pela ARES na feira, foi o  CORCED uma estação de arma giro estabilizada leve que pode ser montada externamente no convés de navios e embarcações.

Este sistema permite a operação remota de metralhadora em um pedestal com movimentos realizando remotamente a pontaria e disparo do armamento a partir do um console.

O sistema pode ser empregado em missões de patrulha, reconhecimento e engajamento de alvos de superfície ou alvos aéreos de baixa altitude.

A Ares apresentou ainda o morteiro com recuo CARDOM, o sistema computadorizado, de 120/81mm, foi desenvolvido para emprego em todo tipo de veículo sejam eles leves, médios, pesados, 4×4, 6×6 ou 8×8. O CARDOM fornece apoio de fogo preciso, eficaz e imediato para forças especiais e de deslocamento rápido, bem como para infantaria e unidades de artilharia. Sendo um equipamento qualificado pela OTAN (NATO Standard), o CARDOM é um sistema moderno, testado em combate e em uso nos principais exércitos do mundo tais como Brigadas STRIKER 8×8 dos Estados Unidos e nas Forças de Defesa de Israel, além de outros exércitos.

O projeto único do CARDOM permite a operação do seu tubo 120 mm ou de um tubo 81 mm para redução de custos no treinamento e redução de danos colaterais quando usado em zonas urbanas ou sobre alvos sensíveis.

O Sistema de Controle de Tiro de última geração embutido no CARDOM possui um Sistema de Navegação Inercial, motores elétricos para posicionamento automático, e um computador balístico integrado com o Sistema de Gerenciamento de Combate. Juntos eles proveem uma ligação digital direta com os modernos sensores de aquisição de alvo do Observador Avançado incluindo VANT.

Com seu peso reduzido e baixa silhueta, o CARDOM permite que o veículo mantenha sua capacidade de flutuação sem comprometimento da blindagem adicional necessária para as modernas forças expedicionárias aerotransportadas.

O CARDOM inclui uma capacidade moderna e testada em combate de atirar e deslocar que permite um tempo de apenas 30 segundos para o primeiro tiro no alvo com uma taxa máxima de 16 tiros por minuto. O sistema CARDOM integra uma força de morteiros moderna completa nos níveis de bateria, batalhão e brigada. Ele inclui a adaptação completa do veículo e sua integração, pacotes completos de munição, Sistema de Controle de Tiro com consciência situacional através de informações externas como observadores avançados (em terra ou VANT). Todos estes componentes são conectados via sistemas de comando, controle e comunicação digital.

Com alcance máximo de 7000 metros e uma taxa  de tiro de 16 tiros por minuto o sistema exige entre 2 e 4 operadores dependendo da viatura.

A massa total do sistema é de 700 kg e o tempo necessário para o primeiro tiro é inferior a 30 segundos com deslocamento imediato após o tiro.

Outra novidade apresentada pela empresa foi a torre remota REMAN com proteção bem mais eficiente que as séries previamente exibidas em outros eventos. A estação de arma totalmente nacional, foi desenvolvida pela ARES para atender aos requisitos do Exército Brasileiro.

O sistema possui acionamento eletromecânico para emprego em veículos leves ou blindados assegurando a integridade do atirador e a eficácia do tiro. O sistema possui ainda escotilhas com sistemas de autotrava, proteção balística Stanag 4569 até Nível 02 (Add – on), e provisão para janelas com vidro balístico.

FONTE: http://www.planobrazil.com/laad-2017-ares-apresenta-novos-produtos-e-se-destaca-entre-os-expositores-do-evento/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 05, 2017, 07:51:53 pm
Cooperação Brasil/Espanha: Sistema “Alakran” para morteiro 120mm em veículo tático leve da espanhola NTGS

(https://i.ytimg.com/vi/Pcv0g_WUbWg/maxresdefault.jpg)

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O sistema pode ser integrado em uma ampla gama de plataformas sobre rodas com capacidade para transportar uma carga útil de 1,5 toneladas, sem necessidade de reforços estruturais.

Para efeito de ensaio, o sistema Alakran 120 mm LMC foi até integrado num Jeep J8, Land Rover Defender e o Agrale Marrua.

A plataforma é equipada com um sistema computadorizado para controle de disparos (FCS) que possui um display de tela plana (FPD) no qual são mostrados potenciais alvos, sendo esta informação normalmente fornecida por um observador direto.

FONTE: http://www.planobrazil.com/sistema-alakran-para-morteiro-120mm-em-veiculo-tactico-leve-da-espanhola-ntgs/

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 06, 2017, 07:49:22 pm

LAAD TV Day 2: Brazilian Defense Industry New Products
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 06, 2017, 07:53:57 pm

Latin America Aerospace and Defence (LAAD)  - A maior e mais importante feira latino-americana de defesa e segurança
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 06, 2017, 07:56:06 pm

Behind the Scenes at LAAD 2017
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 08, 2017, 10:36:49 am
http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/odebrecht-diz-que-r-50-milhoes-da-conta-corrente-de-campanha-de-dilma-tem-relacao-com-submarino/ (http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/odebrecht-diz-que-r-50-milhoes-da-conta-corrente-de-campanha-de-dilma-tem-relacao-com-submarino/)
Citar
O empresário Marcelo Bahia Odebrecht afirmou à Justiça Eleitoral que a Odebrecht Infraestrutura ficou responsável por pagar R$ 50 milhões do montante acertado com o PT para a campanha da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2014. O dinheiro era para que as liberações de dinheiro do governo no contrato de construção dos submarinos do Programa de Desenvolvimento de Submarino (Prosub) não parassem.
(http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2016/12/Nova-Base-de-Submarinos-em-Itagua%C3%AD-no-Rio-de-Janeiro-768x512.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 10, 2017, 08:32:45 pm

SISFRON é apresentado na LAAD 2017
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 21, 2017, 02:51:08 pm
Guará e projetos estratégicos da Avibras com as Forças Armadas são destaques na LAAD 2017

(https://www.avibras.com.br/site/images/LAAD_2017_22.jpg)

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Mais uma vez a Avibras brilhou na LAAD Defence & Security realizada de 4 a 7 de abril no Riocentro, no Rio de Janeiro. O evento é considerado uma referência internacional em tecnologia, inovação e geração de negócios. Nesta edição, o protótipo da viatura Guará 4WS Blindada Leve sobre Rodas ficou em destaque no estande, atraindo muitos visitantes.

A viatura pertence à mais nova família de blindados leves da companhia, que nesta versão de Reconhecimento Armado tem capacidade para cinco tripulantes devidamente equipados com excelente nível de proteção, elevada agilidade e extrema mobilidade com tração 4X4 e direção nas quatro rodas. O protótipo do MAN-SUP (Míssil Antinavio lançado de Superfície) também foi atração no evento.

A Avibras recebeu várias delegações estrangeiras e autoridades brasileiras, além de representantes das Forças Armadas e de jornalistas da mídia especializada.

Além da viatura Guará, a empresa evidenciou durante a feira a sua parceria com as Forças Armadas do Brasil por meio dos programas A-Darter (Força Aérea Brasileira), MAN-SUP (Marinha do Brasil) e Sistema ASTROS 2020 (Exército Brasileiro).

Projeção – A Avibras busca consolidar sua presença nos mercados onde já está presente e, constantemente, identificar novas oportunidades, de forma a ampliar sua participação no mercado objetivando gerar um backlog que proporcione o retorno esperado para a sociedade onde está inserida, seus colaboradores e acionistas.

A companhia sempre priorizou a sua participação em grandes feiras especializadas em Defesa, pelos benefícios que um evento deste porte proporciona às empresas na promoção de seus negócios, de sua marca, de seus produtos e serviços.

Presente em todas as edições da LAAD, a Avibras reforça que os eventos especializados são importantes plataformas para consolidar vendas no Brasil e no exterior, em paralelo, trazendo excelentes perspectivas para a empresa.

FONTE: https://www.avibras.com.br/site/midia/noticias/220-guara-e-projetos-estrategicos-da-avibras-com-as-forcas-armadas-sao-destaques-na-laad-2017.html

(https://www.avibras.com.br/site/images/LAAD_2017_1.JPG)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 21, 2017, 03:02:41 pm
AGRALE ESTREIA NOVAS VERSÕES DO MARRUÁ DURANTE A LAAD 2017

(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2017/03/35631.jpg)

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Entre os dias 4 e 7 de abril a Agrale estará expondo diferentes modelos da viatura Marruá a um seleto público na LAAD Defence & Security 2017 – Feira Internacional de Defesa e Segurança, nos pavilhões do Riocentro, no Rio de Janeiro. Nesta edição da LAAD, a Agrale estreia a Nova Geração Militar do Marruá VTNE ½ ton Ambulância UTI de 14 m3, e também a VTNE ¾ ton. AM21 versão GLO (Garantia da Lei e da Ordem), que incorpora características especiais para missões de pacificação e manutenção da ordem. Outros destaques são o Marruá VTL REC RHD, o Marruá VTNE 2 ½ ton. AM41, a VTL Rec, implementada com sistema de visão termal (em parceria com a AEL sistemas), e uma versão blindada do Marruá AM200 Cabine Dupla Nova Geração, uma opção para uso tanto das Forças de Segurança e Policias como para uso civil.

“É uma honra participar de um evento da grandeza da LAAD, pelo público qualificado que reúne e pela expressão internacional. É mais uma ocasião para reforçar relacionamentos, gerar oportunidades e ampliar a nossa presença junto às Forças Armadas brasileiras e países que já são nossos clientes, além de apresentar nossas viaturas a outras Forças de Defesa internacionais”, destaca Edson Ares Sixto Martins, diretor Comercial da Agrale.

A Agrale é uma fornecedora homologada pelo Exército Brasileiro com 20 Produtos Estratégicos de Defesa, tendo viaturas Marruás em diversas Organizações Militares no Brasil e em missões de paz da ONU no Haiti e no Sudão. “Este é um aval muito importante para a ampliação das vendas de nossas viaturas durante a LAAD. Vale ressaltar que nossas viaturas integram também missões e organizações em países como Argentina, Equador, Namíbia, Paraguai e Gana”, observa Martins.

A família de viaturas Agrale Marruá tem o conceito de aplicação DUAL, Militar e Civil, oferecendo diversas versões. No portfólio militar há viaturas 4x4 que variam de ½ ton. a 2 ½ ton, passando por versões de Reconhecimento, Transporte de Tropa, Ambulância e Comando e Controle, por exemplo. Os utilitários podem ser configurados com teto fixo ou com teto de lona removível, de acordo com os requisitos prévios de cada cliente. Já na aplicação civil, a Agrale oferece uma alternativa que é diferente das pick-ups convencionais, pois adiciona a versatilidade das pick-ups a robustez de um verdadeiro caminhão 4×4 “Seguimos desenvolvendo versões para atender às demandas das Forças de Defesa e Segurança Brasileiras e do Exterior, bem como do mercado de uso civil”, comenta Martins.

Desempenho e robustez no DNA do Marruá

As viaturas Agrale Marruá foram amplamente testadas e aprovadas pelos usuários mais rigorosos que exigem robustez, desempenho e disponibilidade em qualquer tipo de terreno. A base unificada permite obter racionalização de componentes, redução dos custos de estoque, logística e manutenção para o cliente. Possuem amplo curso de suspensão, com ângulos de ataque de até 64º e de saída até 52º, inclinação lateral de 30% e rampa máxima de 60%, que garantem melhor desempenho em terrenos acidentados. Fabricados de acordo com rigorosas especificações, destacam-se por sua versatilidade, robustez e capacidades técnicas.

A viatura Agrale Marruá AM 41 – VTNE 2 ½ toneladas 4X4 atende às necessidades das Forças Armadas no transporte de equipamento, carga e pessoal em qualquer terreno – com capacidade total para 2.500 kg de carga + 2.500 kg de reboque. Possui amplo curso de suspensão e espaço interno da cabine, com ângulo de ataque de 37º e de saída de 30º, motor MWM de 165 cv e caixa de transferência de dupla velocidade.

O Agrale Marruá AM31 – VTNE ½ t 4X4 é indicado para transporte de tripulantes ou carga de 1.500kg mais reboque de 1.500 kg, possui carroceria metálica, cabine com teto rígido e motor de 150 cv de potência e 360 Nm de torque, com caixa de transferência de dupla velocidade. O modelo possui ângulo de ataque de 60º, saída de 30º e rampa máxima de 60%.
 
Já a viatura Agrale Marruá AM21 - VTNE 3/4 é destinada para o transporte de tripulantes ou carga de 750kg mais reboque de 750 kg, com capota removível e carroceria metálica com teto de vinil. Possui tração 4X4, motor de 140 cv de potência e ângulos de ataque de 62º e de saída de 40º.

FONTE: http://www.agrale.com.br/pt/imprensa/noticias/detalhes/441/agrale-estreia-novas-versoes-do-marrua-durante-a-laad-2017#.WPoQ-PnyvIU

(http://cdn.agrale.com.br/portal_multimidia/galeria/images/eed4360e6669a01c316b2a7a8280d9c9/eed4360e6669a01c316b2a7a8280d9c9_small.jpg)
(http://cdn.agrale.com.br/portal_multimidia/galeria/images/a29a55e77b790d87855acf9e828f6bea/a29a55e77b790d87855acf9e828f6bea_small.jpg)
(http://cdn.agrale.com.br/portal_multimidia/galeria/images/e4b2f4f932ef525f0e8f810ae0cfa8ab/e4b2f4f932ef525f0e8f810ae0cfa8ab_small.jpg)
(https://i.wheelsage.org/pictures/a/agrale/marrua_am_31/agrale_marrua_am_31_1.jpeg)
(http://cdn.agrale.com.br/portal_multimidia/galeria/images/b8bd37ae78992665db7dc34d1d74b5a3/b8bd37ae78992665db7dc34d1d74b5a3_small.jpg)
(http://cdn.agrale.com.br/portal_multimidia/galeria/images/c742ddbbccfb52b6de10becc5c2ff1f1/c742ddbbccfb52b6de10becc5c2ff1f1_small.jpg)

Crédito da foto: Marcos Riboldi
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 21, 2017, 03:13:50 pm
Guará e projetos estratégicos da Avibras com as Forças Armadas são destaques na LAAD 2017

(https://www.avibras.com.br/site/images/LAAD_2017_22.jpg)

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Mais uma vez a Avibras brilhou na LAAD Defence & Security realizada de 4 a 7 de abril no Riocentro, no Rio de Janeiro. O evento é considerado uma referência internacional em tecnologia, inovação e geração de negócios. Nesta edição, o protótipo da viatura Guará 4WS Blindada Leve sobre Rodas ficou em destaque no estande, atraindo muitos visitantes.

A viatura pertence à mais nova família de blindados leves da companhia, que nesta versão de Reconhecimento Armado tem capacidade para cinco tripulantes devidamente equipados com excelente nível de proteção, elevada agilidade e extrema mobilidade com tração 4X4 e direção nas quatro rodas. O protótipo do MAN-SUP (Míssil Antinavio lançado de Superfície) também foi atração no evento.

A Avibras recebeu várias delegações estrangeiras e autoridades brasileiras, além de representantes das Forças Armadas e de jornalistas da mídia especializada.

Além da viatura Guará, a empresa evidenciou durante a feira a sua parceria com as Forças Armadas do Brasil por meio dos programas A-Darter (Força Aérea Brasileira), MAN-SUP (Marinha do Brasil) e Sistema ASTROS 2020 (Exército Brasileiro).

Projeção – A Avibras busca consolidar sua presença nos mercados onde já está presente e, constantemente, identificar novas oportunidades, de forma a ampliar sua participação no mercado objetivando gerar um backlog que proporcione o retorno esperado para a sociedade onde está inserida, seus colaboradores e acionistas.

A companhia sempre priorizou a sua participação em grandes feiras especializadas em Defesa, pelos benefícios que um evento deste porte proporciona às empresas na promoção de seus negócios, de sua marca, de seus produtos e serviços.

Presente em todas as edições da LAAD, a Avibras reforça que os eventos especializados são importantes plataformas para consolidar vendas no Brasil e no exterior, em paralelo, trazendo excelentes perspectivas para a empresa.

FONTE: https://www.avibras.com.br/site/midia/noticias/220-guara-e-projetos-estrategicos-da-avibras-com-as-forcas-armadas-sao-destaques-na-laad-2017.html

(https://www.avibras.com.br/site/images/LAAD_2017_1.JPG)

(http://www.armyrecognition.com/images/stories/south_america/brazil/defense_exhibition/laad_2017/pictures/LAAD_2017_defense_and_security_exhibition_2017_26.jpg)
(http://www.armyrecognition.com/images/stories/south_america/brazil/defense_exhibition/laad_2017/pictures/LAAD_2017_defense_and_security_exhibition_2017_25.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 23, 2017, 03:56:58 pm
FT-200FH

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2017/04/35939_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Citar
Brasília — Uma grande feira como a LAAD oferece uma carga enorme de informação. Em meio a centenas de estandes, pequenas maquetes se perdem, às vezes com conceitos extremamente interessantes e inovadores. Protótipos promissores e com poucos concorrentes no mercado deixam de chamar a atenção desviada por pavilhões de superpotências.

Apresentamos o Projeto do FT-200FH Concebido pela FT Sistemas, empresa brasileira pioneira no segmento de Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP).

BRASIL - ARP FT-200FH

Concebido para ampliar a capacidade de vigilância sobre o mar e nas fronteiras brasileiras, o FT-200FH apresenta características extremamente atrativas. Concebido pela FT Sistemas, empresa brasileira pioneira no segmento de Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP), o aparelho é mais leve, possui maior autonomia e tem a mesma carga útil de seu concorrente mais próximo, o CAMCOPTER 100 da empresa austríaca Schiebel.

O segredo para isto está na escolha do sistema de propulsão e sustentação. Em lugar de uma configuração tradicional, a equipe de projeto decidiu empregar um sistema de rotores contrarrotativos paralelos (intermesh) feitos em nylon. Criada durante a Segunda Guerra Mundial pela empresa alemã Flettner e desenvolvida pela Kaman norte-americana, a configuração permite uma maior capacidade de levantamento e mais estabilidade.

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/media/1492783740_IMG-20170404-WA0002_t.jpg)

O custo de desenvolvimento, apoiado pelo Ministério da Defesa e pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), foi relativamente baixo, superior a R$ 9 milhões. O aparelho pode ser empregado em aplicações duais de defesa, segurança pública, agronegócio e vistoria de infraestrutura. O helicóptero não tripulado tem alcance de 100 quilômetros (limite do datalink, que pode ser ampliado para 200 quilômetros) e autonomia de mais de 10 horas de voo, podendo transportar até 50kg de carga útil. Seu peso é extremamente reduzido: 80 kg, menos da metade do CAMCOPTER 100, que possui menor permanência em voo que o concorrente brasileiro.

O potencial do FT-200FH em missões de vigilância marítima, a partir de barcos-patrulha de 500 toneladas, e de monitoramento de solo e de áreas de alto risco de segurança, como na proteção de fronteiras e de comunidades com alto índice de criminalidade.

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/media/1492784032_Infogr%C3%A1fico---FT200FH_w.jpg)

FONTE:  http://www.defesanet.com.br/laad2017/noticia/25483/III---Perolas-escondidas---Brasil--FT-200FH/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 28, 2017, 02:11:48 pm
Apresentação do Taurus T4SA

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2017/04/IMG_3539.jpg)

Citar
O fuzil/carabina  T4 Series da Taurus tem calibre 5,56 NATO e capacidade para 30 cartuchos e vem em duas versões. O modelo A1 vem com guardamão em polímero enquanto o A2 tem a proteção fabricada em alumínio. Ambos serão disponibilizados com canos em duas configurações, 11,5’ e 14,5’.
FONTE: http://www.planobrazil.com/video-apresentacao-do-taurus-t4/

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 28, 2017, 04:06:45 pm
A origem desta espingarda semi-automática:

https://diamondbackfirearms.com/

A Taurus é a dona.  ;)

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 23, 2017, 07:18:39 pm
H225M: Exército e FAB recebem as primeiras das 4 unidades previstas para 2017

(https://cdn1.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2017/05/H225M-Ex%C3%A9rcito-27_1-helibras.jpg)

Citar
A Helibras entregou dois novos H225M no mês de maio. As aeronaves que seguiram para o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira são as primeiras unidades dentre as quatro previstas para entrega em 2017.

O primeiro helicóptero, do Exército, é o quarto em configuração operacional, com sistemas exclusivos para as operações do Exército, e a nona aeronave do modelo recebida pela Força. O helicóptero ficará baseado em Taubaté, no 1º Batalhão de Aviação do Exército (1º BAvEx).

Já o H225M da FAB, também o quarto em versão operacional para a Força, seguiu para a Base Aérea do Rio de Janeiro somando agora 10 helicópteros do modelo à disposição da Força Aérea.

Com essas duas unidades, a Helibras já contabiliza 28 H225M entregues do contrato de 50 unidades do programa H-XBR, que tem previsão de conclusão em 2022.

Os H225M das Forças Armadas são fabricados em Itajubá desde a inauguração da nova linha de produção da empresa, em 2012. Com o objetivo de atingir um importante nível de conteúdo nacional, a Helibras desenvolveu uma cadeia de suprimentos e fornecedores locais que atualmente conta com 37 empresas brasileiras, além de seu Centro de Engenharia próprio que desenvolve sistemas de missão específicos para os diferentes helicópteros de cada Força.

Outro importante marco do H225M neste ano inclui a qualificação da versão naval H225M, prevista para o segundo semestre.

DIVULGAÇÃO: Convergência Comunicação Estratégica
FOTOS: Helibras

(https://cdn2.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2017/05/H225M-Fab-28_-3-helibras.jpg)

FONTE: http://www.defesaaereanaval.com.br/h-xbr-helibras-entregou-dois-h225m-em-maio/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Junho 07, 2017, 02:04:33 pm
LAAD Defence & Security 2017

Materiais e veículos da indústria brasileira de defesa em exposição na LAAD edição de 2017

(https://c1.staticflickr.com/5/4246/34999405121_7979918f5b_b.jpg)
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Créditos: Roberto Caiafa
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Junho 12, 2017, 06:52:09 pm
Exército Argentino testa caminhão 4×4 Agrale Marrua AM-41 em condições extremas

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2017/06/AGRALE-1.jpg)

Citar
As  Forças Armadas da Argentina testaram o novo  Agrale Marruá AM41 . Em condições extremas. Os testes foram conduzidos nas regiões dos Andes em fevereiro deste ano. O inicio da avaliação ocorreu em  Punta Alta Buenos Aires, cujas instalações com pistas de testes, piscinas infantis, pistas e circuitos artificiais e naturais com diferentes tipos obstáculos e pavimentação, são particularmente adequados para este tipo de ensaio. Posteriormente o veiculo foi enviado a Tartagal (Salta) e finalmente  Barreal (San Juan) onde om mesmo foi testado em uma altitude de 4.312 metros acima do nível do mar.

No Final de 2015, a Agrale Argentina e Agrale SA, entregaram uma unidade de caminhão militar Agrale Marruá AM41 para ser avaliado e testado pelo Exército Argentino. Posteriormente os testes também incluíram a participação da Armada e Força Aérea Argentina. Desde então o veiculo vem sendo submetido a um longo período de testes e avaliações para a sua definitiva homologação nas Forças Armadas Argentinas. De acordo com informações a sua homologação nas Forças Armadas Argentinas deve ocorrer no final do ano.

O Agrale AM41 possui capacidade de carga de 5.000 kg em estrada ou 2.500 em qualquer terreno. O AM-41 possui carroceria metálica, e cabine com estrutura tubular de segurança. . O propulsor do modelo é o MWM de 4.8 litros, que gera 165 cv de potência e 61,1 mkgf de torque. Caixa de transferência de dupla velocidade (reduzida) Eaton, de 5 velocidades com acionamento por tecla no painel.

FONTE: http://www.planobrazil.com/exercito-argentino-testa-caminhao-4x4-agrale-marrua-am-41-em-condicoes-extremas/

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2017/06/AGRALE-5.jpg)
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2017/06/AGRALE-4.jpg)
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2017/06/AGRALE-3.jpg)
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2017/06/AGRALE-2.jpg)
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(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2017/06/AGRALE-7.jpg)
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2017/06/WhatsApp-Image-2017-06-09-at-01.12.10.jpeg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 19, 2017, 07:28:36 pm
Arma anticarro brasileira será exportada para quatro países

(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2014/10/ALAC.jpg)

Citar
A Gespi Aeronáutica, especializada em manutenção e reparo de turbinas aeronáuticas e industriais, desenvolveu com o Centro Tecnológico do Exército Brasileiro (Cetex) um armamento antitanque que será exportado para dois países do Oriente Médio, um da África e outro da Ásia. O nome dos países não pôde ser revelado, por questões de sigilo de contrato e dependência de aprovações por parte do governo brasileiro.

A empresa, que possui entre os seus acionistas a Rafael, segunda maior empresa de defesa de Israel, investiu R$ 15 milhões em recursos próprios no desenvolvimento do projeto no Brasil. O primeiro lote de 180 unidades já está sendo produzido para o Exército Brasileiro, que também é sócio do projeto por meio da empresa Imbel (Indústria de Material Bélico do Brasil), fornecedora do propelente usado no armamento.

Com vendas de US$ 2 bilhões em 2013, a Rafael Sistemas Avançados de Armamento adquiriu 40% das ações da Gespi em 2012. O acordo prevê o desenvolvimento de novas tecnologias no Brasil na área de sistemas de defesa e mísseis. Na fábrica da Imbel, em Piquete (SP), serão produzidos a “cabeça de guerra” e os explosivos. O primeiro lote para o Exército será concluído até o final deste ano.

Chamado de Alac (arma leve anti-carro), o novo armamento levou dez anos para ser desenvolvido e foi projetado para combater tanques e veículos blindados. É disparado do ombro do atirador, podendo ser adaptado para uso em carros leves. Seu alcance máximo de utilização é de 300 metros.

Segundo o diretor comercial da Gespi, Antônio Nogueira Cândido, alguns países da América Latina, como o Chile, Equador, Peru e Argentina, também demonstraram interesse em adquirir o sistema Alac. “Estimamos uma demanda de 3 mil a 4 mil unidades entre este ano e o próximo”, disse o executivo. A empresa projetava, inicialmente, vendas de cerca de mil unidades, mas, afirma o executivo, o potencial é muito maior.

A evolução tecnológica do sistema Alac, de acordo com Nogueira, será viabilizada pela parceria estratégica que a Gespi acaba de fechar com a empresa alemã DND (Dynamite Nobel Defence), que é controlada pelo grupo israelense Rafael. O acordo, segundo o diretor, contempla a cooperação industrial e a transferência de tecnologia para a Gespi e a Imbel.

Com a Rafael, segundo Nogueira, a Gespi está avançando em seus projetos na área de defesa. A companhia israelense, por sua vez, passa a ter uma base estratégica no Brasil para ampliar seus negócios também em outros países da América Latina.

O Alac utiliza plataforma similar ao AT-4, armamento sueco produzido pela Saab e um dos mais vendidos no mundo. “Usamos o conceito da plataforma do AT-4, mas a Gespi desenvolveu o tubo lançador em fibra de vidro e de carbono”, disse. A tecnologia do sistema Alac, segundo Nogueira, será aperfeiçoada com a incorporação de uma cabeça de guerra (munição) termobárica, ou a vácuo, que vai garantir alta performance e poder de fogo maior para o armamento.

“O Alac tem hoje um poder de perfuração de 250 milímetros, enquanto o sistema termobárico poderá elevar essa capacidade para 900 milímetros”, explicou. Nogueira estima que apenas cinco países no mundo dominam a fabricação dessa tecnologia, entre eles, Estados Unidos, Rússia, China, França, Inglaterra e Alemanha.

Nogueira afirmou ainda que todos os testes de desempenho e qualificação do armamento já foram realizados com sucesso pelo Exército em seu campo de provas em Marambaia (RJ). “No total foram disparados mais de 250 tiros para testar o sistema”, ressaltou.

FONTE: Valor Econômico  / http://www.forte.jor.br/2014/10/14/arma-anticarro-brasileira-sera-exportada-para-quatro-paises/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 26, 2017, 08:24:07 pm
Dirigível nacional estreia nos ares

(http://img.estadao.com.br/resources/jpg/6/2/1500952962326.jpg)
Foto do voo inaugural do primeiro dirigível produzido no Brasil, pela Airship, em São Carlos, interior de São Paulo. Foto: FELIPE RAU/ESTADÃO

Citar
Projeto de transporte de cargas consumiu investimento de R$ 150 milhões e está em fase de teste, mas já atraiu interesse da Eletronorte e dos Correios
 
SÃO CARLOS (SP) - Dirigíveis parecidos com o famoso Zeppelin vão voltar aos céus de várias regiões do País, desta vez transportando cargas como celulares, pás eólicas e torres de energia. A brasileira Airship, empresa do grupo Bertolini, um dos maiores do ramo de transporte, realizou nesta segunda-feira, 24, em São Carlos (SP), o voo inaugural do primeiro dirigível tripulado fabricado na América Latina.

Ainda um protótipo, o ADB 3-X01, como é chamado o balão de 50 metros, foi concebido para transportar seis pessoas e cargas de até 1,5 tonelada. Em um ano, a empresa pretende lançar uma versão comercial, que terá a capacidade ampliada para carregar 3 toneladas. Em meados de 2019, será a vez do ADB-3-30, que terá 120 metros e poderá carregar até 30 toneladas – como comparação, o Boeing 747-8 mede 76 metros. Pelo menos cinco empresas privadas e duas estatais já estão negociando a compra ou locação das aeronaves, diz Paulo Caleffi, presidente da Airship.

Já há carta de intenção de parceria com a estatal Eletronorte, que entregou à Airship mais de R$ 3 milhões para apoiar o desenvolvimento de um dirigível para inspeção de linhas de alta tensão em locais de difícil acesso, como montanhas e florestas. Os Correios também pretendem utilizar as aeronaves para entregar encomendas.

Caleffi não revela nomes das empresas privadas interessadas no projeto, mas adianta o uso que elas pretendem dar ao dirigível, como retirada de madeira degradada das florestas, transporte e instalação de pás eólicas e transporte de produtos de tecnologia produzidos na Zona Franca de Manaus.

As Forças Armadas também poderão adaptar os dirigíveis para patrulhamento em fronteiras, por exemplo. O grupo não descarta usá-los em turismo e ações de marketing – a exemplo do que fez a Goodyear entre 1998 e 2006, quando seu blimp sobrevoava a capital paulista.

“Mas o maior objetivo é o transporte de cargas, principalmente na Região Amazônica, que carece de estradas”, diz Irani Bertolini, dono do Grupo Bertolini. A empresa, com sede em Manaus (AM), atua na área de transporte rodoviário de soja e milho com mais de 2 mil caminhões e no fluvial com cerca de 230 balsas. O grupo também tem um estaleiro e uma fábrica de semirreboques, entre outros negócios, e emprega cerca de 5 mil funcionários.

Trajetória. Resultado de um projeto que começou a ser desenvolvido há 12 anos, a Airship inicialmente tinha a empreiteira Engevix como sócia. A empresa vendeu sua fatia de 50% aos Bertolinis em 2016, após ser envolvida na Operação Lava Jato.

O desenvolvimento do dirigível consumiu R$ 150 milhões, segundo Bertolini, sendo parte financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O executivo não informa os investimentos nos próximos passos do projeto. Segundo Caleffi, o grupo tem 71 fornecedores brasileiros, mas boa parte dos componentes ainda será importada.

O grupo aguarda homologação dos dirigíveis que serão comercializados pela Agência Nacional de Aviação (Anac), o que deve ocorrer em um ano. O protótipo será utilizado na escola de pilotos de dirigíveis criada pela empresa.

FONTE:  http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,dirigivel-nacional-estreia-nos-ares,70001903192

(http://img.estadao.com.br/resources/jpg/9/5/1500937177959.jpg)
(http://img.estadao.com.br/resources/jpg/9/7/1500937178379.jpg)
(http://img.estadao.com.br/resources/jpg/6/0/1500937177906.jpg)
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(http://img.estadao.com.br/resources/jpg/1/3/1500937178831.jpg)
(http://img.estadao.com.br/resources/jpg/0/3/1500937178830.jpg)
(http://img.estadao.com.br/resources/jpg/5/9/1500937178795.jpg)
(http://img.estadao.com.br/resources/jpg/3/3/1500937177433.jpg)
(http://img.estadao.com.br/resources/jpg/4/5/1500937177854.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 28, 2017, 10:52:30 am
Eu tenho um sitio especial no meu coração para os dirigíveis. Ainda não perdi a esperança de voar num no futuro...
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 08, 2017, 09:43:51 pm
Helibras dá importante passo rumo à certificação do H225M para operações navais

(http://www.helibras.com.br/website/docs_wsw/img/x1000/RUB_42/press_454/1d931c63-8479-446e-8af4-06df8dd2bb2e.jpg?t=%C2%A9+Cr%C3%A9dito+foto%3A+Helibras&tS=8)

Citar
A Helibras realizou em suas instalações em Itajubá (MG) o segundo voo da campanha de certificação do H225M na versão Operacional Naval. O evento contou com a presença da Autoridade certificadora, o Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), bem como os profissionais da Helibras.

Dentro do escopo analisado pela autoridade certificadora, foi avaliada a integração do sistema de mísseis AM-39, feita pela Helibras, a qualidade do voo e o desempenho da aeronave com o armamento instalado. Outros aspectos do Sistema do Naval (NTDMS) serão avaliados em breve para continuidade da certificação completa da aeronave.

(http://www.helibras.com.br/website/docs_wsw/img/x1000/RUB_42/press_454/6fc30229-56df-44e3-824c-04ab2ba572b1.jpg?t=%C2%A9+Credito+foto%3A+Helibras&tS=8)

Durante o evento, foram feitas simulação de disparos do míssil AM-39, utilizando o Sistema Tático de Missão Naval. “Concluímos mais uma etapa importante no processo de certificação desta versão. Novos voos serão realizados no mês de agosto, desta vez para avaliar outros sistemas presentes na versão Operacional da Marinha”, explica o presidente da Helibras, Richard Marelli.

A aeronave BRA-005 será o primeiro H225M em versão operacional a ser entregue para a Marinha em 2018. O helicóptero faz parte do contrato de aquisição de 50 aeronaves H225M do programa H-XBR, adquiridas pelo Ministério da Defesa para uso das Forças Armadas Brasileiras, que estão sendo produzidas pela Helibras no Brasil, a partir da transferência de tecnologia e de conhecimento que vem ocorrendo desde 2010.

(http://www.helibras.com.br/website/docs_wsw/img/x1000/RUB_42/press_454/28d4b497-4060-4eda-a222-8c56020d97fa.jpg?t=%C2%A9+Credito+foto%3A+Helibras&tS=8)

FONTE: http://www.helibras.com.br/website
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 10, 2017, 08:26:54 pm
Fuzil e Carabina 7,62 IA2

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2017/08/capa-video-762.png)

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 03, 2017, 01:51:58 pm
Armadillo TA-2, o nascimento de um novo conceito de armas Made in Brasil

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/09/TA2_70mm.jpg)
Segundo Simon jannot, CEO da Mac Jee, o blindado 4x4 AM General HUMVEE, este destinado a exportações.

Citar
A Mac Jee foi criada em 2007 com o intuito de distribuir componentes militares importados para o mercado nacional e sul-americano.

No ano seguinte a sua criação, começou a desenvolver produtos para o mercado espacial e militar, como projetos especiais de cablagens, desenvolvimento de sistemas eletrônicos de alta complexidade e manutenção e modernização de sistemas de armamentos e radares.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/09/RVC_3567.jpg)
O Armadillo TA-2 na proposta para o Exército Brasileiro, montado na plataforma Iveco LMV.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/09/RVC_3573.jpg)

Esse portfólio variado surpreendeu os observadores e especialistas durante a LAAD Defence & Security 2017, a maior e mais importante feira de defesa e segurança da América Latina. Naquela ocasião, a Mac Jee também apresentou um lançador de foguetes de saturação denominado Armadillo TA-2.

Trata-se de um sistema leve, compacto e totalmente automatizado, projetado para ser operado em veículos blindados leves 4×4 de forma totalmente discreta. O sistema fica embutido dentro do veículo até o momento do lançamento.

No início do próximo ano deverão ocorrer as primeiras campanhas de tiro (testes de tiro de conformidade) e, após isso, o sistema com seu lançador deverá ser instalado em dois veículos diferentes, um blindado 4×4 Iveco LMV, visando atender ao Exército Brasileiro, e sua contraparte norte-americana, o AM General HUMVEE, este destinado a exportações.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/09/RVC_3565.jpg)

A empresa investe com seriedade nesse programa, pois além do mockup apresentado na LAAD 2017, e uma extensa apresentação, com vídeos e maquetes, durante a Amazon Log 2017, a Mac Jee já confirmou sua participação na feira europeia MILIPOL 217, que acontecerá em Paris em novembro próximo.

O surgimento desse novo conceito promete arrebanhar importantes mercados como o Oriente Médio e África. Novas versões em estudo estão em fase avançada de concepção, como por exemplo, a utilização de mísseis antiaéreos MANPADS, convertendo o Armadillo em uma bateria móvel SHORAD, ou a versão desse sistema empregando mísseis anticarro (ATGM), todos utilizando o mesmo conceito.

Tecnologia & Defesa acompanha a gênese desse novo produto, e estará na campanha de tiros em 2018 apresentando a seus leitores todas as fases do desenvolvimento.

Entendo o conceito Armadillo TA2

Sistemas de saturação de área com foguetes fazem parte de grupos de artilharia dedicados e demandam grande apoio logístico. São considerados extremamente eficientes como arma ofensiva e oferecem enorme potencial de dissuasão, no entanto, exigem complexos planejamentos para seu emprego, geralmente mobiliados em grandes unidades militares, como Divisões, e tem um custo de aquisição e manutenção superlativo.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/09/HUMVEE.jpg)

Já a proposta da Mac Jee foi apresentar um sistema bem mais simples, mas compacto, e que pudesse atender a demanda de unidades menores, como batalhões, proporcionando um grande aumento do poder de fogo dessas unidades, atuando como um complemento as unidades de morteiros pesados.

O sistema Armadillo TA-2, é basicamente um lançador de foguetes, operado por apenas um homem, mais o motorista da viatura, com três módulos em sua plataforma de lançamento, pronta para o disparo, cada um contendo 16 foguetes de 70mm, totalizando 48 unidades por salva de tiro, com mais outros três módulos prontos para a recarga, que pode ser feita de forma totalmente automática, sem expor seus ocupantes, diminuindo sua equipe de operação e colocando-se rapidamente em condições de disparar uma nova salva.


Tecnologia & Defesa entrevista Simon Jannot, CEO da Mac Jee.

Outra grande inovação desse sistema é o teto móvel que permite a discrição operativa do sistema. Quando não está em operação, os lançadores ficam recolhidos em um compartimento selado, garantindo a proteção do mecanismo de lançamento e do compartimento de recarga.

Isso melhora a estabilidade do veículo em deslocamento, face ao seu baixo centro de gravidade, além de aumentar sua discrição, sendo uma tarefa difícil a inteligência inimiga determinar quais blindados na frota estão equipados com o Armadillo TA-2, aumentando assim sua flexibilidade e segurança de emprego

O sistema tem como característica rusticidade, atuando em todas as condições meteorológicas, incluindo chuva forte, tempestade de areia, calor extremo e frio glacial.

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/armadillo-ta-2-o-nascimento-de-um-novo-conceito-de-armas-made-in-brasil/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 03, 2017, 02:01:26 pm

AVIBRAS
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 06, 2017, 01:05:21 pm
Armada da Colômbia está interessada no Sistema ASTROS 2020

(https://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/10/astros-eb.jpg)

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Por Carlos Vanegas

Em 20 de setembro último, militares colombianos visitaram o 6º GMF baseado no Forte Santa Bárbara, no município de Formosa-GO. Uma comitiva com membros da Armada da República da Colômbia (ARC) e da Força Aérea Colombiana (FAC), conheceram as especificações técnicas e tudo relacionado com o sistema ASTROS 2020, fabricados pela AVIBRAS.

Durante a visita, foi realizada uma conferência institucional pelo comandante do 6º GMF, o tenente-coronel Elson Lyra Leal e uma demonstração do Sistema ASTROS 2020. Em 2013, a AVIBRAS teria oferecido seu sistema ASTRO 2020 ao Exército Colombiano, mas agora é a Marinha, através do Corpo de Fuzileiros, que estaria interessado em equipar-se com pelo menos duas baterias do sistema ASTROS 2020 para ser usado como um sistema de defesa costeira.

(https://cdn2.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2017/10/ARC-Astros.jpg)

O sistema ASTROS 2020 pode operar o míssil AV-MT 300 ‘Matador’ e o foguete orientado SS40G (180mm), o fabricante afirma que o sistema tem uma autonomia de até 300 quilômetros, cada bateria é composta por 1 veículo de comando e controle, 6 lançadores múltiplos, 6 veículos para munição, 1 veículo de controle de incêndio, 1veículo de oficina e 1 veículo meteorológico.

A delegação colombiana foi representada pelo contra-almirante José Joaquim Amézquita García, diretor de programas estratégicos da ARC, pelo coronel César Felipe León Giraldo pela FAC, e o pelo capitão Jaime Gálvez Moreno da ARC, que foram acompanhadas pelo brigadeiro-geral José Julio Días Barreto, gerente do programa estratégico do exército brasileiro “ASTROS 2020” e do coronel Nereu Augusto dos Santos Neto, do Ministério da Defesa.

Participaram também o vice-presidente comercial da AVIBRAS, José De Sá Carvalho Jr., o executivo de vendas da AVIBRAS, Patrício Enrique Bejar Rejas e o gerente da AVIBRAS, Elcio Prado Martins da Costa.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: DAN

FONTE: Defensa.com (http://www.defensa.com/colombia/armada-colombiainteresada-sistema-astros-2020) / http://www.defesaaereanaval.com.br/armada-da-colombia-esta-interessada-no-sistema-astros-2020/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 17, 2017, 01:11:57 pm
Embraer anuncia ‘pedido firme’ para seis Super Tucanos

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2017/05/Super-Tucano-FAB.jpg)

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São Paulo, 16 de outubro de 2017 – A Embraer anunciou hoje pedido firme de 6 (seis) aeronaves de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano para um cliente não revelado. As aeronaves poderão ser utilizadas para treinamento tático e avançado bem como em missões de ataque leve e ISR (inteligência, vigilância e reconhecimento). As entregas serão concluídas em 2018.

O A-29 Super Tucano é uma aeronave turboélice durável, versátil e potente capaz de executar uma ampla gama de missões, mesmo operando em pistas não preparadas. Em mais de dez anos de operação, o Super Tucano já alcançou um excelente histórico de desempenho: mais de 320 mil horas de voo e mais de 40 mil horas de combate. Com mais de 150 configurações de armamentos certificadas, o avião está equipado com tecnologias avançadas em sistemas eletrônicos, eletro-ópticos, infravermelho e laser, assim como sistemas de rádios seguros com enlace de dados e uma inigualável capacidade de armamentos.

DIVULGACÃO: Embraer
http://www.aereo.jor.br/2017/10/16/embraer-anuncia-pedido-firme-para-seis-super-tucanos/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 17, 2017, 01:15:04 pm
Embraer entrega Super Tucanos para o Líbano

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/10/flag-lebanon.jpg)

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Outubro de 2017. Na Base Aérea de Hamat (Força Aérea Libanesa), aconteceu com honras militares a entrega de duas aeronaves de ataque leve Embraer A-29 Super Tucano (de seis encomendadas) por representantes da Força Aérea dos Estados Unidos, para militares das Forças Armadas Libanesas.

Produzidos pela Sierra Nevada/Embraer em Jacksonville (Flórida), esses dois primeiros ST fazem parte de uma encomenda realizada pelo Governo dos Estados Unidos dentro do Programa LAS para equiparem a Força Aérea Libanesa por meio de doação.

A Base Aérea de Hamat, tradicional endereço de helicópteros Puma/Super Puma, também é o lar da Escola das Forças Especiais libanesas. Faz todo sentido uma unidade de aeronaves COIN/ataque leve operarem no mesmo aeroporto onde estão helicópteros que vão combater transportando seus “clientes”, os operadores de Forças Especiais.

Segundo autoridades de Washington, todos os seis aviões serão entregues nos próximos 12 meses, juntamente com armamentos compatíveis como mísseis, pods de canhões e casulos lançadores de foguetes. O treinamento para pilotos e mecânicos está sendo realizado pela Força Aérea dos Estados Unidos da América (USAF).

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/10/PN091020171800_02.jpg)

Com a chegada dos dois primeiros A-29 Super Tucano em Beirute, o Líbano se torna a 11º nação a operar o avião. Outros países que contam com a aeronave são Angola, Burkina Faso, Mauritânia, Afeganistão, Indonésia, Chile, Colômbia, Equador, República Dominicana e o Brasil, maior operador do modelo com mais de 90 unidades.

E a lista de operadores deve aumentar nos próximos anos. Negociam sua aquisição com a Embraer países como Gana, Senegal, Moçambique, Mali, Nigéria e Honduras.

Desde sua introdução, em 2003, mais de 200 unidades do A-29 Super Tucano já foram produzidas pela Embraer. Os modelos em operação no Afeganistão e agora, no Líbano, foram fabricados pela Sierra Nevada/Embraer.

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/embraer-entrega-super-tucanos-para-o-libano/

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/10/22382493_883327325163615_2104376989921788710_o.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 17, 2017, 01:28:59 pm
Saab Anuncia Diretor Geral da Fábrica de Aeroestruturas para o Gripen no Brasil

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/11/gripen_e_-production_5-1.jpg)

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A Saab, empresa de defesa e segurança, anuncia Marcelo Lima como diretor geral para a Saab Aeronáutica Montagens (SAM), a fábrica que fornecerá aeroestruturas para os caças Gripen adquiridos pela Força Aérea Brasileira (FAB). A planta será localizada em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. A seleção do imóvel está em fase final e o recrutamento de profissionais já começou.

Marcelo Lima é engenheiro, com mais de 23 anos de experiência em implantação e gestão de manufatura nos setores automobilístico, de energia e de linha branca.

“Marcelo Lima é um profissional altamente experiente, com profundo conhecimento em projetos semelhantes à nossa nova fábrica. Ele irá adicionar conhecimento local e internacional a este projeto, que é fundamental no programa Gripen”, diz Mikael Franzén, chefe da unidade de negócios Gripen Brasil, da área de negócios Aeronáuticos da Saab.

“O programa Gripen é um divisor de águas para o setor de defesa no Brasil. Tenho a honra de participar de um projeto tão importante para a indústria brasileira”, diz Marcelo Lima.

A SAM será responsável por produzir aeroestruturas, como cone de cauda, freios aerodinâmicos, asas, fuselagem dianteira (tanto da versão monoposto quando da biposto) e fuselagem traseira para os caças Gripen da Força Aérea Brasileira. As operações da fábrica começarão após a seleção da propriedade e preparação da infraestrutura do local.

“O investimento na nova fábrica é mais um passo na parceria de longo prazo entre a Saab e o Brasil. Os dois primeiros anos do programa se concentraram no desenvolvimento da aeronave e no início do programa de transferência de tecnologia. Seguindo o cronograma, agora estamos estabelecendo a produção no Brasil para apoiar a continuidade do programa Gripen no país, criar novos empregos e apoiar o desenvolvimento da indústria de defesa local”, acrescenta Franzén.

A SAM iniciará suas operações empregando 55 profissionais diretos, número que deverá crescer nos próximos anos.

“O processo seletivo para a contratação dos funcionários da SAM já começou. Após a seleção, eles serão treinados nas instalações da Saab, na cidade de Linköping, Suécia, por até 24 meses. Quando retornarem ao Brasil, eles estarão prontos para iniciar as atividades na fábrica brasileira. Tanto a instalação da fábrica quanto os treinamentos são parte do amplo programa de transferência de tecnologia da Saab para o Brasil, iniciado em 2015”, diz Marcelo Lima.

A Saab escolheu São Bernardo do Campo por conta de sua longa tradição em receber empresas suecas. A cidade é conhecida pela qualidade de sua força de trabalho industrial e está perto de universidades, indústrias e centros de pesquisa. A região também é estratégica em termos de logística, tendo em vista o fácil acesso da cidade aos portos, aeroportos, rodovias, ao polo aeronáutico de São José dos Campos e ao Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen (GDDN) em Gavião Peixoto, São Paulo, onde os caças Gripen para o Brasil serão montados.

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2016/02/Gripen-E-prototipo-JAS-39-8-montagem-final-imagem-Twitter-Saab.jpg)

Fatos sobre o programa de transferência de tecnologia

Em 27 de outubro de 2014, a Saab anunciou a conclusão do contrato com o governo federal brasileiro para o desenvolvimento e produção de 36 caças Gripen. O contrato entrou em vigor em setembro de 2015 quando todas as condições solicitadas foram cumpridas. As entregas para a Força Aérea Brasileira serão realizadas entre 2019 e 2024.

Após dois anos, desde o início do programa, a Saab já entregou uma transferência substancial de tecnologia para parceiros brasileiros, como Embraer, Akaer, AEL Sistemas e Atech.

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2016/11/GDDN.jpg)

O Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen (GDDN) foi inaugurado em novembro de 2016, em Gavião Peixoto, estado de São Paulo. O GDDN é o hub de desenvolvimento tecnológico do Gripen no Brasil para a Saab e a Embraer, junto às empresas e instituições parceiras.

O programa de transferência de tecnologia para o Brasil inclui quatro áreas que vão fornecer à indústria aeroespacial brasileira a tecnologia e o conhecimento necessários para manter e desenvolver o Gripen no Brasil:

* Treinamento teórico
* Programas de Pesquisa e Tecnologia
* Treinamento on-the-job na Suécia
* Desenvolvimento e produção

Hoje, cerca de 60 engenheiros brasileiros de empresas parceiras estão sendo treinados nas instalações da Saab, na Suécia, e mais de 100 profissionais já retornaram ao Brasil. A maioria deles está trabalhando no desenvolvimento da aeronave no GDDN.

Até 2024, mais de 350 profissionais brasileiros, entre engenheiros, operadores, técnicos e pilotos das empresas parceiras da Saab e da Força Aérea Brasileira participarão de cursos e treinamento on-the-job na Suécia. Habilidades e conhecimentos serão adquiridos pela indústria brasileira, possibilitando um extenso trabalho de desenvolvimento e produção do Gripen, incluindo a montagem final de aeronaves no Brasil. O programa de transferência de tecnologia é composto por mais de 50 projetos-chave, com duração de até 24 meses.

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2017/09/Gripen-E-first-flight.jpg)

DIVULGAÇÃO: Saab/MSLGROUP Publicis Consultants
http://www.aereo.jor.br/2017/10/16/saab-anuncia-diretor-geral-da-fabrica-de-aeroestruturas-para-o-gripen-em-sao-bernardo-do-campo/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 25, 2017, 08:29:47 pm
Curso de Forças Especiais testa produtos COBRA 2020/IMBEL

(http://www.imbel.gov.br/images/noticias/DSC_0032.v2-edit.jpg)

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A FMCE foi convidada pelo Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOpEsp) para demonstrar e testar em situação de elevada demanda, os primeiros protótipos do Sistema do Soldado do Futuro (SSF) / COBRA 2020 da IMBEL.

O Teste foi conduzido no período de 3 a 12 de Outubro de 2017, durante o exercício de Reconhecimento Especial do Curso de Forças Especiais, nas proximidades da cidade de Santa Maria - RS.

Os Operadores de Forças Especiais são especialistas em Guerra Não Convencional, Operações Contra Forças Irregulares e Contraterrorismo. Organizam-se em Destacamentos Operacionais de Forças Especiais (DOFEsp), podendo ser empregados em ambientes hostis, negados ou politicamente sensíveis.

No exercício, foi empregado o rádio TPP-1400 Transceptor Portátil Pessoal, já de dotação do Exército Brasileiro e também testados novos produtos da família COBRA, como o CTV-1410 Compressor Tático de Vídeo, LTM-2403 Lanterna Tática de Mão Estroboscópica com Infravermelho e o CTP-1410 Computador Tático Pessoal, com a funcionalidade de rastreamento em tempo real dos DOFEsp desdobrados no terreno. De acordo com depoimento dos oficiais e sargentos alunos, o TPP-1400 destacou-se pela robustez e elevada durabilidade da bateria, sendo bem superior ao observado em equipamentos estrangeiros. Os demais equipamentos tiveram bom desempenho, demonstrando o acerto na concepção do SSF/COBRA 2020.

O CIOpEsp mostra-se um excelente parceiro para o desenvolvimento e constante aperfeiçoamento de soluções para comunicações militares em desenvolvimento na FMCE.

(http://www.imbel.gov.br/images/noticias/WhatsApp-Image-2017-10-11-at-17.22.56-6-edit.jpg)

(http://www.imbel.gov.br/images/noticias/WhatsApp-Image-2017-10-11-at-17.22.55-edit.jpg)

(http://www.imbel.gov.br/images/noticias/WhatsApp-Image-2017-10-11-at-17.22.55-4-1-edit.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 10, 2017, 03:00:48 am
Sauditas usam armas brasileiras para matar civis no Iêmen

(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2017/11/saudi_astros-3.jpg)

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A crise que se instalou no Golfo Pérsico entre Arábia Saudita e Irã, com implicações ligadas ao Iêmen, possui a assinatura brasileira – pelo menos quando o tema envolve as bombas lançadas pelas Forças Armadas sauditas contra o território iemenita.

Reportagem publicada nesta quinta-feira pelo site Nexo afirma que munições cluster – proibidas por 119 dos 193 países do mundo – que foram fabricadas no Brasil pela Avibrás Indústria Aeroespacial S/A mataram 21 civis, em um total de 17 ataques conduzidos por uma coalizão liderada pela Arábia Saudita no Iêmen nos últimos cinco anos.

O dado foi repassado à publicação pela pesquisadora da ONG Human Rights Watch (HRW) para Iêmen e Kuwait, Kristine Beckerle. “Em vez de se unir ao grupo de países que defende o banimento das munições cluster, o Brasil se recusou a assinar o tratado que proíbe a produção e o uso desse tipo de munição”, disse.

Após serem lançadas por foguetes, as chamadas munições cluster se abrem e lançam centenas de submunições, atingindo de maneira indiscriminada alvos militares e civis por longas faixas de terra. As bombas não detonadas representam um risco, podendo ser detonadas ao menor toque desavisado.

Ao Nexo, Kristine Beckerle destacou que os sauditas vêm usando tais munições desde 2011, em seus bombardeios contra rebeldes Houthis, estes ligados ao ex-presidente Ali Abdullah Saleh e que são contrários ao atual mandatário do Iêmen, Abdrabbuh Mansour Hadi.

(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2017/11/saudi_astros-2.jpg)

“Nossos especialistas em armas identificaram resíduos dos foguetes terra-terra Astros 2, fabricados no Brasil […].A coalizão liderada pela Arábia Saudita já havia usado munições cluster produzidas pelo Brasil antes. Em 2015, a Anistia Internacional havia encontrado resíduos de munições cluster disparadas por foguetes do sistema Astros em outro ataque no Iêmen, que deixou pelo menos quatro pessoas feridas”, afirmou a pesquisadora.

Ela ainda criticou o fato do governo brasileiro ter preferido se abster em 5 de dezembro do ano passado, quando uma farta maioria de países endossou a decisão de banir munições cluster de seus arsenais. No dia seguinte, duas pessoas morreram no Iêmen após serem atingidas pelas bombas fabricadas no Brasil.

“Em vez de continuar vivendo o risco de que suas armas sejam usadas em ataques ilegais no Iêmen e em outros países, o Brasil deveria assinar a convenção sobre munições cluster e cessar a produção e a transferência desses artefatos imediatamente”, pediu a pesquisadora.

FONTE: sputniknews.com / http://www.forte.jor.br/2017/11/09/__trashed/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 10, 2017, 07:17:57 pm
Fuzil Taurus T4

Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 12, 2017, 06:56:50 pm
Emirados Árabes Unidos / Brasil: Novaer/Calidus B-250 Bader é revelado no Dubai Air Show 2017

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Calidus_b2502-1.jpg)
Pouco maior que o Super Tucano A-29 (uma comparação inevitável, já que ambos foram desenhados pelo engenheiro Joseph Kovács), o B-250 Bader terá um preço de mercado “mais em conta” que o avião da Embraer, declarou a Calidus durante entrevista concedida a Paul Jackson (Imagem: Aviation Week)

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A Calidus LLC, empresa localizada em Abu Dhabi, decidiu diversificar a sua atuação de mercado embarcando na fabricação de aeronaves com dois projetos, um militar (B-250 Bader) e um civil (SOVI). Ambos com DNA brasileiro.

O turboprop B-250 Bader, de aspecto robusto, está sendo exibido com as marcas da Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos, embora também apresente a matrícula civil brasileira PR-ZNU.

Os sete pontos duros, três em cada asa mais a linha central, podem receber diversos armamentos (expostos em volta do avião). No ventre do B-250, uma torre de sensores eletro-ópticos permitirá ao modelo disparar bombas e mísseis guiadas inteligentes, entre outras armas, de dia ou a noite e em qualquer condição climática.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/11/capa_dubaishow_3.jpg)

O B-250 Bader foi projetado para executar missões de apoio aéreo aproximado ou Close Air Suporte (CAS); inteligência, vigilância e reconhecimento; contra-insurgência e treinamento avançado.

Pouco maior que o Super Tucano A-29 (uma comparação inevitável, já que ambos foram desenhados pelo engenheiro Joseph Kovács), o B-250 Bader terá um preço de mercado “mais em conta” que o avião da Embraer, declarou a Calidus durante entrevista concedida a Paul Jackson (Aviation Week).

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/11/T-Xc-destaque-foto-Novaer.jpg)
O T-Xc/SOVI PP-ZKV no dia de sua apresentação pela Novaer: DNA brasileiro!

O SOVI de quatro lugares, apresentado em Abu Dabi ainda em forma de protótipo, tem a mesma origem brasileira. Desenhado como T-Xc para substituir os velhos Neiva T-25 Universal, usados pela Academia da Força Aérea do País sul-americano (venda onde ainda não obteve sucesso), pode ser usado também como aeronave utilitária/LSA ou de turismo.

Ambos os aviões foram transportados para o Dubai Airshow, a partir da cidade de São José dos Campos (SP), por um AN-124 Ruslan da Antonov Airlines.

A Calidus deverá anunciar planos para a produção futura dos dois aviões nos Emirados Árabes Unidos, adicionando um novo capítulo a uma história já interessante, dois projetos brasileiros que não obtiveram sucesso no seu País de origem alcançam o sucesso no distante Golfo Pérsico.

Uma história de persistência

Em 1983, no Brasil, Joseph Kovács colocou em papel algumas ideias para um avião de turismo de dois assentos e com capacidade acrobática. O projeto do K-51 Peregrino começou em 1988, mas o primeiro voo só aconteceu em 28 de novembro de 1998.

Embora promissora, a aeronave não conseguiu encontrar um patrocinador disposto a financiar a produção de uma versão kitbuilt proposta pelo projetista, e o modelo não conseguiu entrar no mercado.

Sem demora, Kovács planejou um K-52 maior, para o qual o K-51, até então com mais de 200 horas de voo, atuaria como o Proof of Concept (provador de conceito).

A Novaer, fundada em 1998 por Luiz Paulo Junqueira (anteriormente chefe da divisão de equipamentos da Embraer e CEO da Geometra), tornou-se a contratante principal para a fabricação do trem de pouso do A-29 Super Tucano. Começava a escalada da empresa de São José dos Campos.

Em outubro de 2007, a Novaer contratou os serviços dos Kovács e adquiriu os direitos sobre seus projetos, propondo ao mercado em 2009 uma versão de assentos side by side (lado a lado), do K-52 (Projeto T-Xc Pilgrin), um avião pensado como substituto potencial para o T -25 Universal da Força Aérea Brasileira, e o seu similar civil SOVI, de quatro lugares. Com maior potencial de vendas, o SOVI voou pela primeira vez em 22 de agosto de 2014. A aeronave mostrada em Dubai é este avião original, detentor do registro brasileiro PP-ZKV e a designação de tipo N-210.

Desenvolvimentos posteriores visando o mercado de aeronaves COIN, em associação com empresas norte-americanas, resultaram na criação do projeto Dragon A-67, que culminou com a construção de um malfadado protótipo abandonado em 2006 após um acidente no seu único voo. A Golden Aviation, do Missouri, foi a última a colocar dinheiro no projeto.

Ainda assim, os abnegados engenheiros da Novaer reprojetaram o A-67 Dragon e conseguiram completar a muito custo, e em completo segredo, um segundo protótipo… O mesmo B-250 Bader apresentado ao mundo pela Calidus durante o Dubai AirShow 2017!

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/novaercalidus-b-250-bader-e-revelado-no-dubai-air-show-2017/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 12, 2017, 07:01:27 pm
(https://assets.shephardmedia.com/live/default/media/cache/images/images/article/calidus-b-250-dubai-air-show-2017/2a3af3793dbcba0867fd88ef937e2426.jpg)

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2017/11/Calidus-B-250-3.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 17, 2017, 11:47:55 am
NOVO AVIÃO MILITAR DO BRASIL APARECE DE SURPRESA NO DUBAI AIR SHOW

Monomotor desenvolvido pela Novaer e a Calidus foi desenhado por Joseph Kovács, projetista do Embraer Tucano

(https://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/11/B-250-M.jpg)

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Um avião com prefixo brasileiro está chamando atenção no Dubai Air Show e ele não é um jato da Embraer. O B-250 Bader, um monomotor turbo-hélice de aplicação militar, foi apresentado pela primeira vez ao público pela Calidus, grupo industrial de Abu Dhabi e agora parceiro da Novaer, empresa de São José dos Campos (SP) que projetou a aeronave de combate.

Já apontado pela mídia estrangeira como um concorrente para o A-29 Super Tucano, o novo avião fabricado no Brasil pode atuar nas mesmas funções do famoso turbo-hélice da Embraer. Segundo comunicado da Calidus, o B-250 pode realizar missões de ataque ao solo, suporte aéreo e operações de reconhecimento, além de também servir como plataforma de treinamento avançado.

E as semelhanças com o modelo da Embraer não param por aí. O Bader foi desenhado pelo engenheiro aeronáutico Joseph Kovács, mesmo projetista do T-27 Tucano. Kovács, húngaro naturalizado brasileiro, também assina o projeto do outro avião da Calidus/Novaer exposto em Dubai, o monomotor T-Xc Sovi, na versão de treinamento militar primário, que vem sendo testado pela empresa de SP desde 2014.

De acordo com a fabricante, a aeronave é construída com “uso intensivo de materiais compostos”, como componentes de fibra de carbono. Como explica a fabricante, a utilização desses materiais permite reduzir o peso da estrutura do avião, obter a melhor performance do motor e facilita os processos de desenvolvimento e produção.

A divulgação da Calidus/Novaer sobre o avião ainda é arrojada. O grupo afirma que o B-250 tem a melhor capacidade bélica da categoria, acelerações razões de subida “sem paralelo” e autonomia de voo para até 12 horas. O modelo exposto em Dubai é sugerido com armamento pesado, com mocapes de sensores, mísseis, bombas e foguetes.

(https://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/11/B-250-M2.jpg)

Fabricado na surdina

A Novaer foi bastante discreta durante o desenvolvimento e produção do monomotor, assim como no anuncio de sua parceria com a Calidus. A construção do primeiro protótipo e seu voo inaugural foi realizado em apenas 25 meses, revelou a empresa. Já o envio da aeronave para Dubai envolveu um cargueiro C-17 Globemaster da força aérea dos Emirados Árabes Unidos, que se deslocou até São José dos Campos para buscar o Bader e o Sovi.

A fabricante ainda não divulgou em que estágio se encontra a campanha de testes do avião. O grupo, em contrapartida, afirma que o custo de seu projeto representa menos da metade de qualquer outro programa desse tipo no mercado. Outros aviões nesse mercado são, além do já citado Super Tucano da Embraer, o Textron AT-6 Wolverine, dos Estados Unidos, e o novo TAI Kürkus, da Turquia, também apresentado no Dubai Air Show.

(https://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/11/B-250-M3.jpg)

“A Novaer acredita que é hora de reverter a espiral divergente dos custos de desenvolvimento, particularmente na área da defesa, em sintonia com orçamentos mais controlados. Acreditamos que a capacidade da Novaer de fornecer soluções eficientes e inovadoras para as aeronaves e seus sistemas nos trará novas parcerias além do programa B-250 e gerará novos negócios para ambas as empresas. A Novaer provou ser capaz de realizar desenvolvimentos desafiadores no setor aeronáutico e de defesa e estamos prontos para o próximo desafio “, afirma Graciliano Campos, diretor-presidente da Novaer.

O grupo Calidus/Novaer ainda não confirma se existem interessados em comprar a nova aeronave. O modelo está exposta em Dubai com um esquema de pintura e símbolos da força aérea dos Emirados Árabes Unidos.

Treinador primário

O TX-c Sovi, outro avião desenvolvido pela Novaer presente em Dubai, é o principal candidato a substituir os Neiva T-25 Universal, avião de treinamento básico da Força Aérea Brasileira nos últimos 40 anos. O modelo, que voou pela primeira vez em 2014, é proposto em versões civil para até quatro passageiros e militar para dois ocupantes.

(https://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Calidus.jpg)

O projeto do TX-c, avaliado em cerca de R$ 10 milhões, é financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A aeronave ainda está em fase de certificação.

A Novaer Aircraft foi fundada em 1999 por Luiz Paulo Junqueira, ex-diretor da Embraer, e iniciou seus trabalhos oferecendo serviços de engenharia aeronáutica, desenvolvendo e produzindo sistemas e componentes para aeronaves no mercado civil e militar. Em 2014, a empresa passou a produzir seus próprios aviões com o início do projeto TX-c.

FONTE: https://airway.uol.com.br/novo-aviao-militar-do-brasil-aparece-de-surpresa-no-dubai-air-show/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 17, 2017, 07:35:06 pm
Calidus B-250

(http://www.novaer.ind.br/new-site/wp-content/uploads/2017/11/b250spc.jpg)

(http://www.novaer.ind.br/new-site/wp-content/uploads/2017/11/b250.jpg)

(http://www.novaer.ind.br/new-site/wp-content/uploads/2017/11/spcB250.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 17, 2017, 07:42:02 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 30, 2017, 03:56:38 pm
Força Aérea das Filipinas seleciona o Embraer A-29 Super Tucano

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Philippine-Air-Force-Super-Tucano.jpg)
O A-29 Super Tucano é um avião turboélice robusto, versátil e poderoso, capaz de realizar uma ampla gama de missões, mesmo operando a partir de pistas não preparadas. Até o momento, o Super Tucano já foi selecionado por 14 forças aéreas em todo o mundo. Uma vez que a entrega dessas aeronaves esteja concluída, elas serão operadas e mantidas pelo 15º Esquadrão de Ataque, o usuário final dentro da PAF.

Citar
A Embraer anunciou hoje um pedido de seis aviões de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano para a Força Aérea das Filipinas (PAF, na sigla em inglês).

Após um abrangente processo de licitação pública, que contou com a participação de vários fabricantes de todo o mundo, cumprindo os mais rigorosos processos de avaliação, o Super Tucano foi selecionado como parte do plano de modernização da PAF.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Philippine-Air-Force-Super-Tucano1.jpg)

O demorado projeto de aquisição de aeronaves de Apoio Aéreo Aproximado (CAS), coordenado pelo Departamento de Defesa Nacional (DDN) e pelas Forças Armadas das Filipinas decidiu-se pela aeronave EMB-314 Super Tucano da Embraer, selecionada como a “proposta mais vantajosa, economicamente”. A escolha faz parte do Programa de Modernização da Força Aérea das Filipinas, batizado de First Horizon.

A aeronave será utilizada em missões de apoio aéreo tático, ataque leve, vigilância, intercepção e contra-insurgência. As entregas começarão em 2019. As seis aeronaves adquiridas substituirão os atuais aviões de ataque Rockwell OV-10 “Bronco”.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Philippine-Air-Force-Super-Tucano3.jpg)

Ainda dentro do programa First Horizon está prevista a aquisição de duas aeronaves de patrulha de longo alcance e a conclusão do programa de aquisição dos jatos de ataque e treinamento de origem sul-coreana. Uma vez que a entrega dos A-29 esteja concluída, estes serão operadas pelo 15º Esquadrão de Ataque da PAF.

“Estamos orgulhosos de sermos selecionados pela Força Aérea das Filipinas, nosso segundo operador na região da Ásia-Pacífico, e pela confiança expressada por nossos clientes”, disse Jackson Schneider, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. “O Super Tucano é o melhor avião de ataque leve do mercado e estamos confiantes de que ele realizará com excelência as missões para as quais foi selecionado.”

O A-29 Super Tucano é um avião turboélice robusto, versátil e poderoso, capaz de realizar uma ampla gama de missões, mesmo operando a partir de pistas não preparadas. Até o momento, o Super Tucano já foi selecionado por 14 forças aéreas em todo o mundo.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Philippine-Air-Force-Super-Tucano2.jpg)

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/forca-aerea-das-filipinas-seleciona-o-embraer-a-29-super-tucano/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 30, 2017, 04:47:54 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 03, 2017, 03:01:53 am
Nova Agrale Marruá Militar G2: Viatura de Reconhecimento (VTL REC) 4x4

(http://cdn.agrale.com.br/portal_multimidia/galeria/images/4a2feca1dc0ae3ec7e5e958649eef65c/4a2feca1dc0ae3ec7e5e958649eef65c_small.jpg)

(http://cdn.agrale.com.br/portal_multimidia/galeria/images/f3f8fd91b559bd238f1066fc84337419/f3f8fd91b559bd238f1066fc84337419_small.jpg)

(http://cdn.agrale.com.br/portal_multimidia/galeria/images/7554ace6126125126c07aed9712c9445/7554ace6126125126c07aed9712c9445_small.jpg)

(http://cdn.agrale.com.br/portal_multimidia/galeria/images/f9bb7ae375d621f2d58e903f6578802d/f9bb7ae375d621f2d58e903f6578802d_small.jpg)

(http://cdn.agrale.com.br/portal_multimidia/galeria/images/44d1910c812f74ca65e74abad98f54ca/44d1910c812f74ca65e74abad98f54ca_small.jpg)

(http://cdn.agrale.com.br/portal_multimidia/galeria/images/3d0435150cecd1496f19aaf5ac27c758/3d0435150cecd1496f19aaf5ac27c758_small.jpg)

(http://cdn.agrale.com.br/portal_multimidia/galeria/images/07cbc2a606e5447a9cd387419625cb02/07cbc2a606e5447a9cd387419625cb02_small.jpg)

(http://cdn.agrale.com.br/portal_multimidia/galeria/images/c4455da2bd975d6a800bdae2e41a2799/c4455da2bd975d6a800bdae2e41a2799_small.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 13, 2017, 05:51:34 pm
MANSUP: novo contrato é assinado com a SIATT

(https://i0.wp.com/www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/10/mansupvoando-1.jpg)

Citar
A Sistemas Integrados de Alto Teor Tecnológico (SIATT) assinou com a Marinha do Brasil, através da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM), o contrato do Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MANSUP).

A assinatura ocorreu, no dia 6 Dezembro 2017, na sede da DSAM, no Rio do Janeiro com a presença do Vice-Almirante José Renato de Oliveira, Diretor da DSAM e Rogerio Salvador, Diretor Comercial da SIATT, e Robson Duarte, Gerente do Programa MANSUP na SIATT.

O contrato contempla o fornecimento pela SIATT de três conjuntos dos seguintes subsistemas do MANSUP – Míssil Antinavio Nacional de Superfície, a saber:

Compartimento de Vante, englobando o Computador de Guiagem, o Radioaltímetro, a Plataforma Inercial, desenvolvida pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) e a Bateria Dianteira;

Cabeça Telemétrica (Cabeça de Combate Inerte), englobando o Transmissor de Telemetria Embarcado e o DSA- Dispositivo de Segurança e Armar; e

Compartimento de Ré, englobando Atuadores, Superfícies Aerodinâmicas (Profundores), Bateria Traseira e Interface com o Lançador do Navio.

Serviços adicionais não contratados originalmente foram incluídos, dentre outros:

Realização de ensaio em túnel de vento, e, caracterização e testes da plataforma inercial fornecida pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP).

A partir dos dados e caracterizações obtidos nas atividades acima, a SIATT refinará o modelo de simulação do armamento inteligente MANSUP. O protótipo virtual resultante será utilizado para a realização de milhares de voos virtuais antes da execução de ensaios em voo com míssil real. O lançamento do primeiro protótipo real do MANSUP está programado para Outubro 2018.

(https://i1.wp.com/www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/12/MANSUP.png)

FONTE: http://www.naval.com.br/blog/2017/12/12/mansup-novo-contrato-e-assinado-com-siatt/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 13, 2017, 06:02:37 pm
MANSUP no estande da SIATT em evento da MB de outubro

(https://i1.wp.com/www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/12/Mansup-estande-SIATT-IV-sim-cien-tecno-inov-MB-foto-3-nunao.jpg?resize=640%2C480)

Citar
Para complementar notícia sobre contrato da empresa SIATT para a continuidade do desenvolvimento do míssil MANSUP da Marinha do Brasil (MB), mostramos algumas fotos tiradas durante o IV Simpósio de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha, realizado nos dias 30 e 31 de outubro deste ano.

A SIATT apresentou o míssil em seu estande no evento realizado em São Paulo (SP), no Centro de Convenções Rebouças, mostrando um mockup do MANSUP (Míssil Antinavio Nacional de Superfície) Destacadamente, mostrou os sistemas que estão sob sua responsabilidade: o SGNC (Sistema de Guiagem, Navegação e Controle) e o Sistema de Telemetria a ser utilizado durante os ensaios operacionais, incluindo um Transmissor de Telemetria Embarcado e Estações de Recepção de Telemetria para operações em solo, navios ou helicópteros.

(https://i0.wp.com/www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/12/Mansup-estande-SIATT-IV-sim-cien-tecno-inov-MB-foto-nunao.jpg?resize=640%2C480)

O SGNC é composto de Computador de Guiagem, Radaraltímetro, Plataforma Inercial (esta fornecida pela MB) e Bateria Dianteira, localizados no Compartimento de Vante do míssil, e também pelos Atuadores, Superfícies Aerodinâmicas (Profundores), Bateria Traseira e Interface com Lançador do Navio, localizados no Compartimento de Ré.

Já a chamada Cabeça de Combate Inerte (Cabeça Telemétrica), instalada logo atrás dos componentes do SGNC do Compartimento de Vante, é composta por Transmissor de Telemetria Embarcado e pelo Dispositivo de Segurança e Armar (DSA).

(https://i2.wp.com/www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/12/Mansup-estande-SIATT-IV-sim-cien-tecno-inov-MB-foto-4-nunao.jpg?resize=640%2C480)

Segundo a empresa, os fatores-chave do desenvolvimento do MANSUP é que o projeto esteja orientado para necessidades logísticas e de manutenção, tenha componentes “ITAR Free” (ou seja, não submetidos à lei que controla exportação de componentes de material bélico dos Estados Unidos), e que seja compatível com a infraestrutura operacional do míssil Exocet MM-40

O MANSUP é um míssil antinavio do tipo superfície-superfície, ou seja, para lançamento a partir de navios. É do tipo “sea skimming” de voo rente ao mar (em velocidade transônica), sendo propulsado por motor-foguete com propelente sólido, e segundo a empresa terá alcance máximo de aproximadamente 70km. A guiagem é inercial, com radar ativo na fase terminal e, ainda segundo a SIATT, terá capacidade de operação em quaisquer condições climáticas. O peso do MANSUP é de 860kg, e suas dimensões são: comprimento de 5780mm, diâmetro (corpo do míssil) de 344mm e envergadura máxima de 1135mm.

(https://i1.wp.com/www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/12/Mansup-estande-SIATT-IV-sim-cien-tecno-inov-MB-foto-2-nunao.jpg?resize=640%2C480)

A SIATT, que está localizada no Núcleo do Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP), emprega principalmente profissionais que trabalhavam na antiga Mectron, anteriormente responsável pelo desenvolvimento do MANSUP.

FONTE: http://www.naval.com.br/blog/2017/12/12/mansup-no-estande-da-siatt-em-evento-da-mb-de-outubro/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 13, 2017, 06:03:28 pm
(https://scontent.fudi1-2.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/24993078_1467668043351088_369793887261194652_n.jpg?oh=03345a956a266fe51bb92f1a6e9a1140&oe=5AC5C104)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 14, 2017, 12:25:50 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 25, 2018, 11:03:16 pm

CBC - 90 Anos da Companhia Brasileira de Cartuchos
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 04, 2018, 12:30:07 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 09, 2018, 12:46:48 am
Transferência das seções do Submarino Riachuelo

(https://c1.staticflickr.com/5/4621/26263642228_5ac73d05e6_b.jpg)

(https://c1.staticflickr.com/5/4610/40104478752_bb4d005cd6_b.jpg)

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(https://c1.staticflickr.com/5/4605/25265285517_4c5591e08b_b.jpg)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 09, 2018, 01:15:17 pm
Estaleiro de Construção recebe as seções do 1° submarino convencional e o S40 Riachuelo começa a ganhar forma

(https://3.bp.blogspot.com/-Rv_ByJTzpnw/Wn2BezKnS6I/AAAAAAAAaX4/Mn2nukHOmEcb1uhlc9QUZnClzH4S4FThwCLcBGAs/s1600/sbr3.jpg)

Citar
No dia 8 de fevereiro, a Marinha do Brasil e a empresa Itaguaí Construções Navais encerraram o processo de transferência das seções do primeiro submarino convencional, o “Riachuelo” (S40), para o Estaleiro de Construção do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), localizado no Complexo Naval de Itaguaí, Rio de Janeiro (RJ). Em janeiro, as seções de vante (S4, S3 e 2B) já integradas, pesando 619 toneladas, com 39,86 metros de comprimento e 12,30 metros de altura foram transportadas por um veículo especial de 320 rodas, por um trajeto com cerca de cinco quilômetros, percorrido em 11 horas.

(https://4.bp.blogspot.com/-e7PjOI7HVMw/Wn2BewmCrPI/AAAAAAAAaX0/uFu1s4dEGXwtP2VoBi-j_5_CwcpIQ72qwCLcBGAs/s1600/sbr2.jpg)

A segunda seção (2A), com 370 toneladas e 18 metros de comprimento, foi transferida em 4 horas, no dia 4 de fevereiro. A última seção (S1), com aproximadamente 190 toneladas e 14 metros de comprimento, teve sua movimentação concluída no dia 8 de fevereiro, em 3 horas. O processo exigiu um planejamento de meses que incluiu, entre outras ações, a adequação de trechos da rede elétrica em relação à seção de maior altura e interrupções pontuais do tráfego na BR-493. A entrega de todas as seções no Estaleiro representa o início de uma nova fase na construção. A integração das seções e dos diversos sistemas e equipamentos permitirão o lançamento ao mar do Submarino “Riachuelo” no segundo semestre de 2018.

FONTE:  https://orbisdefense.blogspot.com.br/2018/02/estaleiro-de-construcao-recebe-as.html
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 23, 2018, 12:40:54 pm
Integração final do submarino S-40 Riachuelo é iniciada em Itaguaí, no Rio de Janeiro (RJ)

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/1109298-tmazs_edit_20021807287-e1519150854753.jpg)
Itaguaí(RJ) - Submarino apresentado durante cerimônia de Inínio de Integração dos Submarinos Classe Riachuelo, no Complexo Naval de Itaguaí, região metropolitana do Rio(Tomaz Silva/Agência Brasil)

Citar
A Marinha do Brasil começou hoje (20) a fase de integração dos quatro submarinos convencionais da Classe Riachuelo, construídos pelo Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub).

O presidente Michel Temer e outras autoridades participaram da cerimônia de início da montagem final do primeiro deles, no Complexo Naval de Itaguaí, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

O presidente acionou o mecanismo simbólico que uniu duas partes da embarcação.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/1109310-tmazs_edit_20021807299-1024x683.jpg)
Itaguaí(RJ) – O presidente Michel Temer e autoridades acionam mecanismo que simbolicamente dá inínio à integração dos submarinos Classe Riachuelo, no Complexo Naval de Itaguaí, região metropolitana do Rio (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Temer destacou a importância da construção do submarino para o desenvolvimento tecnológico e científico do país. “Vamos avançando a passos firmes em um projeto abrangente e ambicioso. O Prosub é peça chave não apenas em nossa política de defesa, mas também em nossa estratégia de desenvolvimento científico e tecnológico. Estamos construindo mais um capítulo em defesa da soberania nacional”.

O presidente lembrou que a construção do submarino de propulsão nuclear, com tecnologia totalmente brasileira, impulsionará também setores tecnológicos como a medicina e a matriz energética, além de gerar empregos de mão de obra extremamente especializada.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/1109302-tmazs_edit_20021807291-696x464.jpg)
Itaguaí(RJ) – O ministro de Defesa Raul Jungmann fala durante cerimônia de Inínio de Integração dos Submarinos Classe Riachuelo, no Complexo Naval de Itaguaí, região metropolitana do Rio(Tomaz Silva/Agência Brasil).

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, destacou a importância do país ter capacidade de dissuasão, alcançada com os submarinos, apesar de ser um país pacífico. “Vai nos possibilitar a capacidade de ter uma tecnologia que nos dê defesa, desenvolvimento e produtividade. O Brasil é um país provedor de paz. O Brasil é um defensor da ordem internacional e do direito internacional dos povos. Nós respeitamos a soberania e não aceitamos a solução pela força e a ingerência seja de quem for e por qual motivo. Mas infelizmente na ordem internacional prevalece a anarquia e não o direito. Por isso o Brasil precisa de capacidade de dissuasão para defender a sua soberania, o seu território e os seus interesses. Embora pacífico, não é desarmado e nunca será desarmado na defesa de seu povo e dos seus interesses”.

Construção de Alta Tecnologia

Essa fase é a última antes do lançamento ao mar do submarino Riachuelo, previsto para o segundo semestre.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/1109299-tmazs_edit_20021807288-696x464.jpg)
Itaguaí(RJ) – Submarino apresentado durante cerimônia de Inínio de Integração dos Submarinos Classe Riachuelo, no Complexo Naval de Itaguaí, região metropolitana do Rio(Tomaz Silva/Agência Brasil)

A montagem envolve elevada sofisticação tecnológica e o projeto conta com a participação de universidades e centros de pesquisa, fomentando o desenvolvimento tecnológico e de materiais do país.

Os segmentos foram construídos na Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (Ufem), também em Itaguaí, e foram transportados em três etapas.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/1109312-tmazs_edit_20021807301-1-696x464.jpg)
Itaguaí(RJ) – O presidente Michel Temer fala durante cerimônia de Inínio de Integração dos Submarinos Classe Riachuelo, no Complexo Naval de Itaguaí, região metropolitana do Rio. (Tomaz Silva/Agência Brasil)

A primeira, no dia 14 de fevereiro, levou para o local da montagem, distante cinco quilômetros do local de fabricação, uma parte com 39,86 metros de comprimento, 12,30 de altura e pesando 619 toneladas.

A segunda parte, com 18 metros de comprimento e 370 toneladas, foi transportada no dia 4 de fevereiro. O último segmento, com 14 metros e 190 toneladas, foi movimentado no dia 8 de fevereiro.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/1109300-tmazs_edit_20021807289-683x1024.jpg)
Itaguaí(RJ) – O comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Eduardo Barcellar Ferreira fala durante cerimônia de Inínio de Integração dos Submarinos Classe Riachuelo, no Complexo Naval de Itaguaí, região metropolitana do Rio(Tomaz Silva/Agência Brasil)

O comandante da Marinha, almirante de esquadra Leal Ferreira, ressaltou que o país recupera com o projeto a capacidade de construção de submarinos. O primeiro será incorporado à frota em 2019 e, até 2023, um por ano. Ele admitiu um atraso de dois anos no projeto, devido principalmente a dificuldades relativas a cortes orçamentários.

“Os atrasos tivemos dois aspectos, o orçamentário, que todos da esfera federal tiveram, e o técnico, envolvidos com o modelo, que é mais comprido que o francês. O submarino que vamos receber em 2019 estava previsto para 2017”, disse o almirante.

Além dos quatro submarinos convencionais, o Prosub, lançado em 2008 num acordo de transferência de tecnologia com a França, também está construindo o primeiro submarino de propulsão nuclear do Brasil, com tecnologia totalmente brasileira. A previsão é que o submarino nuclear brasileiro fique pronto em 2029.

O Brasil conta atualmente com cinco submarinos, sendo um da classe Tikuna, construído no Brasil e que ficou pronto em 2008, e quatro da classe Tupi, sendo o primeiro construído na Alemanha entre 1987 e 1989 e os outros três, iguais ao alemão, montados no Brasil, mas sem transferência de tecnologia, nas décadas de 1990 e 2000.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/07/F-46_GreenHalgh_MB_CAIAFA-7.jpg)
O submarino IKL209 S30 Tupi será um dos substituídos pelos novos Classe Riachuelo.(Imagem: Roberto Caiafa)
FONTE: http://tecnodefesa.com.br/integracao-final-do-submarino-s-40-riachuelo-e-iniciada-em-itaguai-rj/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 23, 2018, 01:00:27 pm
O Prosub e o submarino nuclear brasileiro SN-BR

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/02/SN-BR-4.jpg)
Visão em corte simplificada do SN-BR. Observar a semelhança com o Scorpene S-BR

O objetivo principal do Programa de Desenvolvimento de Submarinos é construir o primeiro submarino de propulsão nuclear da Marinha do Brasil

Citar
O acordo de parceria estratégica realizado entre o Brasil e a França em 2008 para a cooperação de longo prazo na área de defesa, incluiu o desenvolvimento e produção de submarinos Scorpene modificados (S-BR), a construção de uma base de submarinos e de um estaleiro moderno.

O acordo garantiu o desenvolvimento da parte não-nuclear do projeto submarino nuclear brasileiro, parcerias industriais, transferência de tecnologia e formação de pessoal.

O primeiro submarino de propulsão nuclear brasileiro (SN-BR) empregará muitos sistemas e tecnologias empregados nos S-BR da classe “Riachuelo”, por isso a construção dos submarinos convencionais é importante, para dar experiência e escala de produção de equipamentos que serão comuns aos dois tipos de submarinos.

Muitos dos sistemas e equipamentos dos S-BR e SN-BR estão sendo nacionalizados e produzidos por empresas brasileiras.

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/02/S-BR-e-SN-BR.jpg)
Submarinos S-BR e SN-BR

Concepção do Projeto do SN-BR

No período de 2010 a 2012, um grupo de 31 engenheiros, sendo 25 oficiais e 6 funcionários civis, recebeu capacitação teórica voltada para o projeto de Submarinos com propulsão Nuclear, ministrada pela Empresa DCNS (atual Naval Group) na França.

Até 2018, prevê-se que mais de 400 engenheiros, da MB e da AMAZUL, deverão se incorporar ao Corpo Técnico de Projeto do SN-BR, originalmente formado pelo grupo que recebeu capacitação na França.

A Autoridade de Projeto do SN-BR é da Marinha do Brasil e a elaboração do projeto começou em julho de 2012. A captação do corpo técnico tem sido feita por intermédio de concurso de domínio público, pela empresa AMAZUL, criada a partir da EMGEPRON.

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/02/Prosub-Pessoal-1024x764.jpg)

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/02/SN-BR-1-1024x769.jpg)

Características do SN-BR

O primeiro submarino de propulsão nuclear brasileiro SN-BR terá um diâmetro de 9,8 metros (o S-BR tem 6,2m), para poder acomodar o reator nuclear brasileiro, um reator de água pressurizada, também referido pela sigla PWR (do inglês pressurized water reactor).

O SN-BR terá 100m de comprimento, deslocamento de cerca de 6.000 toneladas e será movido por propulsão turbo-elétrica com 48 MW de potência, equivalentes a 650 carros de 100 HP ou ao fornecimento de energia a uma cidade de 20.000 habitantes.

Neste sistema, o reator nuclear fornece o calor para a geração de vapor, o qual aciona duas turbinas acopladas a dois geradores elétricos, um dos quais dedicado principalmente a gerar eletricidade ao motor elétrico de propulsão, e outro para o fornecimento de eletricidade aos demais sistemas do SN-BR.

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/02/Esquema-da-propuls%C3%A3o-nuclear.jpg)
Esquema de funcionamento da propulsão nuclear de um submarino

A previsão inicial para a conclusão da construção do submarino com propulsão nuclear era 2023, se não faltasse dinheiro e não ocorrecem percalços técnicos graves. Tratava-se de um cronograma ambicioso para um projeto complexo, com êxito que também dependeria da consultoria dos engenheiros franceses, cuja participação é limitada no tempo de abrangência do contrato, o qual corresponde ao prazo previsto para conclusão do submarino nuclear.

A montagem eletrônica, o carregamento do reator compacto e os testes de mar deveriam consumir, talvez, mais dois anos, com a entrada em serviço do primeiro submarino em 2025. No ano passado (2017) a Marinha mudou o cronograma de entrega do SN-BR para 2027 e, levando em conta os prazos de testes, a entrada efetiva em operação deverá ser ao fim da década de 2020. O planejamento de longo prazo da Marinha contempla uma frota de seis submarinos nucleares SN-BR, que se somarão aos 15 convencionais S-BR.

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/02/Modelo-do-SN-BR.jpg)

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/02/PWR-brasileiro-1024x1541.jpg)

O Labgene, em Aramar

O submarino nuclear brasileiro SN-BR é um projeto dual. Por um lado, o domínio da tecnologia de construção do reator vai permitir que, no futuro, o Brasil tenha uma plataforma de armas mais ágil na proteção das águas territoriais. Por outro lado, habilitará o País a construir pequenas centrais nucleares de energia elétrica.

O Labgene será a primeira planta com um reator nuclear de alta potência totalmente construída no Brasil. Conceitualmente, é um protótipo com capacidade de geração de 48MW térmicos ou 11 megawatts elétricos (MWe), o que representa menos de 10% da capacidade de Angra 1, o suficiente para movimentar um submarino e alimentar sistemas elétricos, de renovação do ar etc.

O Labgene, além de unidade nuclear de geração de energia elétrica, será utilizado para validar as condições de projeto e ensaiar todas as situações de operações possíveis para uma planta de propulsão nuclear. Por isso mesmo, apesar de ser construído em terra, procura reproduzir em tamanho o reator que equipará o futuro submarino de propulsão nuclear.

Desde o início do programa, há mais de 30 anos, a Marinha tem investido na construção de componentes do projeto em parceria com empresas privadas, como o vaso do reator, condensadores, pressurizadores, turbogeradores de propulsão, entre outros.

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/02/Labgene-montagem-1024x748.jpg)

O índice de nacionalização do projeto é superior a 90%, com grande arrasto tecnológico para toda a indústria brasileira. O Labgene já começou a ser construído nas instalações da Marinha em Aramar, em Iperó, São Paulo. Será formado por um conjunto de prédios que abrigarão as turbinas, o pressurizador, o combustível, e contará com área para embalagem de rejeitos, entre outros.

Atualmente, em Aramar já existem diversas instalações construídas ao longo dos anos, com destaque para uma planta de testes de turbinas e sistemas a vapor – nunca é demais lembrar que um reator nuclear gera calor num sistema fechado, que transfere a energia térmica para outro sistema que transforma água em vapor, a qual movimenta turbinas para geração de eletricidade. Máquinas pesadas para produção de diversas partes dos sistemas para o labgene também estão instaladas e operando em Aramar.

O planejamento é que a planta nuclear esteja pronta e comece a fazer os testes em meados de 2021, segundo a última atualização da Marinha.

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/10/LABGENE.jpg)
O Labgene será montado dentro de um “charuto metálico” simulando um casco de submarino. A planta está em construção no Centro Experimental de Aramar, no município de Iperó, região de Sorocaba, em São Paulo. Depois dos testes de funcionamento e eventuais correções, uma segunda planta será construída para equipar o SN-BR

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Estágio das obras do Labgene em 2017. Na foto abaixo, com a construção mais adiantada e as previsões de prontificação

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/02/Labgene-sala-de-controle-das-turbinas.jpg)
Sala de controle em desenvolvimento para o compartimento das turbinas

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/02/Labgene-interface.jpg)
Labgene: interface Homem x Máquina em desenvolvimento com a USP

FONTE: http://www.naval.com.br/blog/2018/02/20/o-prosub-e-o-submarino-nuclear-brasileiro-sn-br/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 17, 2018, 04:32:39 pm
Exército Brasileiro recebe Guarani Nº 300 (IVECO 2018)



Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 17, 2018, 06:18:04 pm

Guarani 6x6 em reportagem na TV aberta brasileira.
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 18, 2018, 07:45:10 pm
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Créditos: Roberto Caiafa
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Lusitano89 em Março 19, 2018, 02:32:49 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Lusitano89 em Março 19, 2018, 06:35:05 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 21, 2018, 01:19:40 pm
Vídeo: Lançamento do míssil anticarro MSS 1.2 AC


A empresa SIATT (Sistemas Integrados de Alto Teor Tecnológico), criada pelos fundadores da Mectron, divulgou esse vídeo de um lançamento do MSS 1.2 AC, um míssil superfície-superfície anticarro de médio alcance, guiado a laser, desenvolvido segundo requisitos do Exército Brasileiro.

O lançamento do míssil foi feito no Campo de Provas da Restinga da Marambaia/RJ.

O MSS 1.2 AC é um sistema de armas para lançamento de míssil superfície-superfície, anticarro, de médio alcance, guiado a laser, para uso por tropas em solo ou embarcado em viaturas.

É composto pela munição (míssil e tubo lançador) acoplada a uma unidade de tiro para mira e disparo, resultando em um sistema leve, de fácil transporte e rápida entrada/saída de posição.

Sua guiagem do tipo “beam-rider” é altamente imune a contramedidas e seu sistema de propulsão, que não deixa rastro de fumaça, proporciona segurança ao atirador evitando que sua posição de tiro seja identificada.

(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2014/12/Mectro-e-PAMA-042.jpg)

Lote piloto

Foi publicado no dia 4.11.2008, no Diário Oficial da União (DOU), o extrato de dispensa de licitação do Exército Brasileiro, através do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), que autorizava a produção do Lote Piloto do Míssil Anti-Carro MSS 1.2 pela Mectron.

O contrato no valor de R$ 25,6 milhões parecia por fim a uma longa novela de desenvolvimento do primeiro míssil anticarro brasileiro. O desenvolvimento estava concluído desde 2005, mas o Exército ainda não havia encomendado o lote piloto devido às restrições orçamentárias.

Em 2015, a Mectron, que se tornou parte da a Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT),  assinou com o CTEx – Centro Tecnológico do Exército Brasileiro um novo contrato que dava continuidade aos ensaios de avaliação do lote-piloto do Sistema de Armas Míssil Superfície-Superfície Anticarro MSS 1.2 AC produzido pela empresa e entregue, no decorrer de 2013 e 2014, ao Exército Brasileiro e também ao Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil.

Esse contrato previa o desenvolvimento de um giroscópio (dispositivo usado para indicar as mudanças de rolamento do míssil) com novos requisitos técnicos, bem como sua fabricação e atualização nos mísseis já entregues a serem usados no processo de avaliação.

Em julho de 2015, foram realizados dois lançamentos bem sucedidos, realizados em 05 de maio e 01 de julho de 2015, no Centro de Avaliações do Exército – CAEx, em Guaratiba/RJ, no processo de avaliação do lote-piloto do Sistema de Armas Míssil Superfície-Superfície Anticarro MSS 1.2 AC, entregue em 2013 e 2014 ao Exército Brasileiro pela Mectron.

Equipes técnicas do CTEx – Centro Tecnológico do Exército e da Mectron realizaram os lançamentos e obtiveram dados para, dentre outros aspectos técnicos/operacionais, avaliação dos novos giroscópios desenvolvidos e fabricados em 2015 para atualização dos mísseis.

Ambos lançamentos foram realizados contra alvos fixos posicionados a uma distância de 1.500 metros. Os disparos foram “remotos”, ou seja, sem a presença de um atirador, na medida em que um dos aspectos técnicos que estava em avaliação era a rigidez mecânica do sistema e a confiabilidade dos novos giroscópios.

Simulador

Em 2012, oficiais do CTEx apresentaram o Simulador do Míssil MSS 1.2 AC na 15ª FIDAE (Feira Internacional do Ar e do Espaço), maior feira de aviação militar e civil da América Latina, realizada a cada 2 anos em Santiago.

No evento, foram demonstradas as diversas funcionalidades do Simulador, dentre as quais a possibilidade de realização de todas as fases de lançamento do míssil, num ambiente de sala de aula.

O Simulador é composto de uma réplica da unidade de tiro real, da munição (míssil e tubo de lançamento) e de uma estação do instrutor, na qual diversos tipos de cenários e alvos podem ser selecionados. Essa combinação permite realização de treinamento em diferentes ambientes operacionais, contribuindo para um melhor desempenho do atirador quando no emprego do míssil em situação real de tiro.

(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/05/MSS-1.2-2.jpg)

(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2018/03/Galante-e-o-simulador-do-MSS-1.2-AC.jpg)

FONTE: http://www.forte.jor.br/2018/03/20/video-lancamento-do-missil-anticarro-mss-1-2-ac/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 21, 2018, 01:24:03 pm
Vídeos do Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MANSUP)

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/10/mansupvoando-1-e1513114080479.jpg)

A empresa Sistemas Integrados de Alto Teor Tecnológico (SIATT), criada pelos fundadores da Mectron, divulgou vídeos do desenvolvimento do Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MANSUP), que está será fabricado para a Marinha do Brasil.

A SIATT está testando o modelo de simulação do MANSUP através da realização de milhares de voos virtuais antes da execução de ensaios em voo com míssil real.

O lançamento do primeiro protótipo real do MANSUP está programado para Outubro 2018.

O MANSUP é um aperfeiçoamento do míssil antinavio MM40 Exocet usado nos navios da MB. O míssil brasileiro poderá usar os mesmos contêineres de acondicionamento e lançamento do míssil francês.

O desenvolvimento do míssil antinavio nacional tornará a MB independente nesse tipo de arma e poderá eventualmente também exportá-lo.

MANSUP – Ensaio Funcional do Altímetro

O Altímetro do MANSUP é o sensor responsável por medir a altitude de voo do míssil em relação ao nível do mar. Neste ensaio funcional para comprovação de seus principais requisitos, ele foi montado isoladamente, suspenso sobre um tanque de provas especial montado pelos técnicos da SIATT no estacionamento do Parque Tecnológico de São José dos Campos. Submetido a uma dinâmica de movimentos para simulação de suas condições operacionais, com medições de altura baseadas em radar doppler, o Altímetro demonstrou adequado funcionamento.

MANSUP – Ensaio de Vedação

Ensaio de vedação do Conjunto Seeker e Compartimento de Vante do MANSUP – Míssil Antinavio Nacional, versão de Superfície, nas instalações da SIATT no Parque Tecnológico de São José dos Campos, em novembro de 2017.


MANSUP – HILS (Hardware In The Loop Simulation)

Vídeo de Simulação HILS (Hardware In-The-Loop Simulation) do MANSUP, Míssil Antinavio Nacional, versão de Superfície, nas instalações da SIATT. Esta técnica consiste em testar, em ambiente de laboratório, a integração completa entre software e hardware do míssil e o meio físico, este último, simulado por computador.


FONTE: http://www.naval.com.br/blog/2018/03/18/videos-do-missil-antinavio-nacional-de-superficie-mansup/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 27, 2018, 11:28:36 am
Míssil MTC-300 entra em fase final de desenvolvimento

(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2018/03/MTC-300.jpg)
MTC-300 na Avibras. FOTO: JF DIORIO/ESTADÃO

Exército retoma voos de testes do MTC-300, capaz de atingir um alvo a 300 km de distância; primeiras entregas estão previstas para 2023

O primeiro míssil brasileiro de cruzeiro, o MTC-300, com 300 km de alcance e precisão na escala de 50 metros, entra na fase final de desenvolvimento esse ano, com a retomada dos voos de teste. As primeiras entregas para o Exército estão previstas para 2020 – encomenda inicial de 100 unidades, definida em 2016, está sendo negociada e será entregue em lotes sequenciais até 2023. O investimento no programa é estimado em R$ 2,45 bilhões.

O míssil é o vetor mais sofisticado do desenvolvimento do Astros 2020, a sexta geração de um sistema lançador múltiplo de foguetes de artilharia criado há cerca de 35 anos pela empresa Avibras, de São José dos Campos. O Programa Estratégico Astros 2020 cobre a compra e a modernização de uma frota de 67 carretas lançadoras e de veículos de apoio, a pesquisa do MTC-300 e também a de um novo foguete guiado, o SS40G, de 45 km de raio de ação. No pacote entra a instalação do Forte Santa Bárbara, em Formosa (GO), sede do grupo, que já opera 53 viaturas da versão 2020.

Destruidor

O míssil AV-TM 300 é utilizado para destruir alvos estratégicos a média distância com grande precisão e danos colaterais reduzidos

“O míssil expande a capacidade de dissuasão do País e confere ao Exército apoio de fogo de longo alcance com elevados índices de precisão e letalidade porém com mínimos danos colaterais”, analisa um oficial da Força ligado ao empreendimento. É um recurso empregado para missões de destruição de infraestrutura, como uma central geradora de energia ou um complexo industrial. A cabeça de guerra de 200 kg de explosivos é significativa. “Com duas delas é possível comprometer o funcionamento de uma refinaria de petróleo de grande porte”, considera o engenheiro militar.

A configuração do MTC 300 é o resultado de 13 anos de aperfeiçoamento. O desenho é moderno, compacto, e utiliza asas retráteis que se abrem depois do disparo partir do casulo transportado por uma carreta. O motor de aceleração usa combustível sólido e só é ativado no lançamento. Até agora foram realizados 16 voos de ensaio. Há ao menos mais quatro em fase de agendamento antes do começo da produção de pré-série.

(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2018/03/MTC-300-gr%C3%A1fico.jpg)

Durante o voo de cruzeiro, subsônico, o míssil tem o comportamento de uma pequena aeronave – a propulsão é feita por uma turbina desenvolvida também pela Avibrás. Ela foi construída para durar 40 horas, dez vezes mais que as quatro horas do tempo máximo de uma missão de ataque. A navegação é feita por uma combinação de caixa inercial e GPS. O míssil faz acompanhamento do terreno com um sensor ótico-eletrônico, corrigindo o curso em conformidade com as coordenadas armazenadas a bordo.

Regras. A arma está no limite do Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis, o MTCR, do qual o Brasil é signatário. O acordo restringe o raio de ação máximo a 300 quilômetros e as ogivas a 500 quilos. O MTC-300 está dentro da distância fixada e atua com folga no peso, sustenta o presidente da Avibras, João Brasil de Carvalho Leite.

O míssil ainda não tem o radar necessário para buscar alvos móveis. O recurso permitiria realizar por exemplo, um disparo múltiplo contra uma frota naval, liderada por um porta-aviões, navegando a até 300 quilômetros do litoral – no caso do Brasil, eventualmente ameaçando províncias petrolíferas em alto-mar. Uma bateria do sistema é composta por seis carretas lançadora com suporte de apoio de viaturas remuniciadoras, um blindado de comando, um carro-radar de tiro, um veículo-estação meteorológica, um de manutenção e, quando houver uso do míssil, um de preparo de combate.

O MTC-300 é disparado por rampas duplas – cada carreta levará quatro unidades. O Astros 2020 completo pode utilizar quatro diferentes tipos de foguetes. O modelo SS-30 atua em salvas de 32 unidades e o SS-40, de 16. Os maiores, SS-60 (70 km de alcance) e SS-80 (cerca de 90 km), de três em três. O grupo se desloca a 100 km/hora em estrada preparada e precisa de apenas 15 minutos de preparação antes do lançamento. Cumprida a missão, deixa o local deslocando-se para outro ponto da ação, antes que possa ser detectado.

O mercado internacional para o produto é amplo. Uma prospecção feita há dois anos pela Avibras entre países clientes, operadores das versões mais antigas do sistema de foguetes – Arábia Saudita, Malásia, Indonésia e Catar, além de três novos interessados, não identificados – indicou um potencial de negócios entre US$ 2,5 bilhões e US$ 3,5 bilhões a serem definidos até 2025. A empresa, que atravessou uma séria crise até 2015, quando registrou receita bruta de R$ 1,1 bilhão, cresceu 20% em 2017, obtendo receita liquida de R$ 1,7 bilhões.

(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2017/10/AV-TM-300.jpg)

FONTE: http://www.forte.jor.br/2018/03/26/missil-mtc-300-entra-em-fase-final-de-desenvolvimento/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 24, 2018, 12:43:47 pm
Imbel IA2 7,62

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IA2 5,56

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Créditos: Roberto Caiafa
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 27, 2018, 02:16:43 pm
IMBEL participa da 7ª edição da Conferência de Simulação e Tecnologia Militar

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2018/04/IMBEL-na-CSTM-2018.jpg)

Citar
A IMBEL – Indústria de Material Bélico do Brasil participa da 7ª edição da CONFERÊNCIA DE SIMULAÇÃO E TECNOLOGIA MILITAR – CSTM 2018, um dos mais importantes eventos do segmento de Defesa e Segurança do Brasil. A CSTM abrange de forma ampla a tecnologia de Defesa e Segurança aplicada aos setores militar e civil. Simultaneamente à CSTM 2018, está sendo realizada a Brazil Cyber Defence, o maior evento brasileiro de Defesa e Segurança Cibernética, Comunicações e Guerra Eletrônica.

Os eventos ocorrem no período de 23 a 26 de abril, no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília – DF, cuja programação prevê a realização de exposições e conferências sobre temas e projetos estratégicos como os de Defesa Cibernética e SISFRON, conduzidos pelo Comando de Defesa Cibernética (ComDCiber) e Centro de Comunicações e de Guerra Eletrônica do Exército (CComGEx), respectivamente. Serão realizadas, também, reuniões ordinárias com órgãos institucionais e representantes de organizações privadas e de inúmeros seminários temáticos.

http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2018/04/IMG_7721.jpg

A cerimônia de abertura dos citados eventos ocorreu no dia 23 de abril e, assim como aconteceu em anos anteriores, a IMBEL se faz presente por meio de um estande no qual estão sendo expostos os seus principais sistemas e equipamentos de comunicações e eletrônica produzidos na Fábrica de Material de Comunicações e Eletrônica (FMCE). Dentre outras inúmeras autoridades, o estande da IMBEL foi visitado pelo Comandante do Exército, Gen Ex Villas Bôas, pelo Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT), Gen Ex Juarez, pelo Comandante de Operações Terrestres (COTER), Gen Ex Paulo Humberto e pelo Presidente do Conselho de Administração da IMBEL, Gen Ex Mayer.

São aguardadas no estande da IMBEL diversas delegações oficiais estrangeiras, empresários e visitantes institucionais interessados em conhecer os produtos da Empresa, particularmente o Rádio Transceptor Multibanda TRC-1222, em fase final de desenvolvimento, e o sistema computadorizado de direção e coordenação de tiro nível Brigada, Gênesis, cujo funcionamento e aplicabilidade estão sendo demonstrados de forma interativa e prática no local.

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2018/04/IMBEL-na-CSTM-2018-3.jpg)

FONTE > http://www.planobrazil.com/imbel-participa-da-7a-edicao-da-conferencia-de-simulacao-e-tecnologia-militar/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 11, 2018, 02:27:34 pm
Saab apresenta as instalações da fábrica de aeroestruturas do Gripen (SAM) no Brasil

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/capa_SAM_SBC_CAIAFA.jpg)
A Saab Aeronáutica Montagens (SAM) produzirá seis segmentos aeroestruturais para o caça brasileiro Gripen e se prepara para fazer parte da cadeia global de suprimentos da Saab para os mercados de defesa e civil. Na imagem, chefe global da divisão de aeronáutica da Saab, Jonas Hjelm, apresenta uma visão ampla sobre o Programa Gripen E/F.

A empresa sueca Saab apresentou na última quarta-feira (09-05) as instalações da futura fábrica de aeroestruturas do caça Gripen: a Saab Aeronáutica Montagens (SAM), situada em uma área de aproximadamente 5 mil m² na cidade de São Bernardo do Campo, grande São Paulo.


(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/RVC_2777a-696x462.jpg)
Vista parcial da entrada lateral da SAM em São Bernardo do Campo (SP). Em alguns meses, esse local vai estar bem diferente. (Imagem: Roberto Caiafa)

Este é mais um passo importante do Programa Gripen no Brasil

“Estamos transferindo conhecimento e capacidade de produção de aeroestruturas complexas para o Brasil, cumprindo nosso acordo de offset. A fábrica já está se estruturando para fazer parte de uma cadeia global de suprimentos da Saab para os mercados de aviação civil e de defesa” explicou Mikael Franzén, chefe da unidade de negócios Gripen Brasil, na Aeronáuticos da Saab.

A SAM será responsável por produzir complexos segmentos para os caças Gripen adquiridos pela Força Aérea Brasileira (FAB) como o cone de cauda, os freios aerodinâmicos, o caixão das asas, a fuselagem traseira e a fuselagem dianteira para a versão monoposto (um assento) e a versão biposto de desenvolvimento exclusivo brasileiro (dois assentos).


“Este é o início da instalação da fábrica. Já estamos implementando o escritório, contratando pessoas e fornecedores. Até 2020 toda a estrutura fabril estará montada para dar início a fabricação dos componentes do Gripen” afirmou Marcelo Lima, diretor-geral da SAM.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/RVC_2966a-696x401.jpg)
Marcelo Lima, diretor-geral da SAM (acima e abaixo) durante sua apresentação em São Bernardo do Campo

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/RVC_2986a-696x390.jpg)

O município de São Bernardo do Campo está estrategicamente bem localizado, no ponto de vista logístico, próximo do Porto de Santos, do Aeroporto Internacional de Guarulhos, de importantes rodovias e dos clusters aeronáuticos de São José dos Campos e de Gavião Peixoto, cidade que hospeda o Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen (Gripen Design and Development Network – GDDN), onde será feita a montagem final das aeronaves.

(http://d30p9ca83oqyng.cloudfront.net/defesanet/site/upload/media/1512966379__ska1849pp.jpg)
Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen.(Imagem: Saab)

“Nossa decisão de estabelecer a fábrica em São Bernardo é baseada em aspectos de negócios que levam em conta nossas necessidades e o que a cidade pode oferecer ao projeto Gripen” complementou Marcelo Lima. Além disso, a região é conhecida pela qualidade de sua força de trabalho fabril devido à indústria automotiva estabelecida.


A SAM vai começar as operações em 2020 com 55 funcionários, entre engenheiros e técnicos, que serão capacitados em Linköping, na Suécia, por até 24 meses a fim de receber todo o treinamento necessário para o processo de industrialização, qualificação e montagem de fuselagens complexas, específicas para a produção de um caça supersônico no Brasil.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/RVC_2814a.jpg)
O então comandante da Força Aérea Brasileira a época da escolha do Gripen (2013), brigadeiro Juniti Saito, faz uma “imersão virtual” na planta da SAM usando óculos de realidade virtual. (Imagem: Roberto Caiafa)

“Os novos empregos gerados na fábrica serão altamente qualificados para executar processos em estruturas complexas de fuselagem, tanto metálicas quanto em compósitos, impulsionando o nosso programa de transferência de tecnologia. Ao final desse projeto, teremos somado mais de 84 mil de horas de treinamento apenas para os funcionários da SAM” acrescentou Marcelo Lima.


Até 2024, a SAM estará com cerca de 200 funcionários extremamente capacitados, produzindo as aeroestruturas que serão fornecidas para a montagem final dos caças.

Parceria com a Akaer

A estrutura financeira da fábrica está composta por um sócio majoritário, a Saab AB (90%) e um parceiro minoritário, a Akaer (10%), empresa de engenharia especializada no desenvolvimento de aeroestruturas, já parceira da Saab no desenvolvimento dos caças desde 2009, quando foi contratada para desenvolver o projeto de segmentos da fuselagem do Gripen.

Ao mesmo tempo que a Akaer adquire 10% da SAM, a Saab aumenta a participação na Akaer de 25% para 28%, em uma operação de troca de ações.

“A parceria com a Akaer começou mesmo antes da seleção da Saab pela FAB. Desde 2009 a Akaer já trabalhou mais de meio milhão de horas para o Programa Gripen. O trabalho começou com o desenvolvimento de partes estruturais e  engenharia, agora passa a atuar também na área de manufatura“, disse Mikael Franzén.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/DSC0012a.jpg)
O chefe global da divisão de aeronáutica da Saab, Jonas Hjelm.

Nesses 32 meses de Programa Gripen no Brasil, a Saab, juntamente com seus parceiros industriais e a FAB, contribui com o desenvolvimento da Indústria de Defesa no Brasil e ajuda a gerar novas oportunidades de empregos qualificados, inclusive para a região de São Bernardo do Campo, que também ganha benefícios adicionais e receitas para a cidade.

Fatos sobre o programa de transferência de tecnologia

Em 27 de outubro de 2014, a Saab anunciou a conclusão do contrato com o governo federal brasileiro para o desenvolvimento e produção de 36 caças Gripen.

O contrato entrou em vigor em setembro de 2015 quando todas as condições solicitadas foram cumpridas. As entregas para a Força Aérea Brasileira serão realizadas entre 2019 e 2024.


O Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen (GDDN) foi inaugurado em novembro de 2016, em Gavião Peixoto, estado de São Paulo.

O GDDN é o hub de desenvolvimento tecnológico do Gripen no Brasil para a Saab e a Embraer, junto às empresas e instituições parceiras.

O programa de transferência de tecnologia para o Brasil inclui quatro áreas que vão fornecer à indústria aeroespacial brasileira a tecnologia e o conhecimento necessários para manter e desenvolver o Gripen no Brasil:

Treinamento teórico
Programas de Pesquisa e Tecnologia
Treinamento on-the-job na Suécia
Desenvolvimento e produção


Hoje, cerca de 25 engenheiros brasileiros de empresas parceiras estão sendo treinados nas instalações da Saab, na Suécia, e mais de 140 profissionais já retornaram ao Brasil. A maioria deles está trabalhando no desenvolvimento da aeronave no GDDN.

Até 2024, mais de 350 profissionais brasileiros, entre engenheiros, operadores, técnicos e pilotos das empresas parceiras da Saab e da Força Aérea Brasileira participarão de cursos e treinamento on-the-job na Suécia.

Habilidades e conhecimentos serão adquiridos pela indústria brasileira, possibilitando um extenso trabalho de desenvolvimento e produção do Gripen, incluindo a montagem final de aeronaves no Brasil.

O programa de transferência de tecnologia é composto por mais de 50 projetos-chave, com duração de até 24 meses.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/RVC_2899a.jpg)

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/saab-apresenta-as-instalacoes-da-fabrica-de-aeroestruturas-do-gripen-sam/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 11, 2018, 02:35:39 pm
AEL entrega o protótipo modelo C do WAD do Gripen brasileiro à Saab

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2017/09/WAD-Modelo-B-Gripen-AEL-Sistemas-Cr%C3%A9dito-Gilmar-Gomes-3.jpg)

Citar
A conclusão da terceira etapa do desenvolvimento permitirá que a Saab dê continuidade ao projeto, resultando na preparação e integração da primeira aeronave brasileira

Porto Alegre, 9 de maio de 2018 – A AEL Sistemas anuncia a entrega à Saab do modelo C do display panorâmico Wide Area Display (WAD) do Gripen E/F brasileiro, um equipamento com tecnologia de última geração que cumpre os requisitos do programa F-X2 da Força Aérea Brasileira com a Saab.

O modelo C é o resultado da terceira etapa do desenvolvimento do WAD e sua entrega dentro do cronograma reforça o compromisso da AEL com o programa Gripen. Trata-se de um protótipo com mecânica, hardware e software que será usado no desenvolvimento e ensaios de qualificação do equipamento para futuro uso da aeronave em voo. A conclusão desta atividade permitirá à Saab dar continuidade ao cronograma de desenvolvimento, bem como a integração com os demais sistemas da aeronave, resultando no voo do primeiro Gripen brasileiro.

Desde a entrega do modelo B, no segundo semestre de 2017, destacam-se as seguintes evoluções e melhorias no modelo C: desenvolvimento de uma nova placa gráfica para aumentar a capacidade de processamento e o desempenho na apresentação de imagens; realização de testes de qualificação ambiental requeridos para o voo, como ensaios de vibração (shaker) e de temperatura (burn-in); consolidação da configuração final de hardware; ampliação da maturidade e confiabilidade do sistema; e a agregação de diversas funcionalidades de software.

“A entrega do modelo C representa o comprometimento da AEL com a absorção de tecnologia no desenvolvimento do WAD para a próxima geração de caças brasileiros. Entregamos o protótipo dentro do cronograma previsto, possibilitando a continuidade das atividades dos engenheiros da Saab rumo à integração final da aeronave”, afirma Sergio Horta, presidente da AEL Sistemas. “É importante ressaltar que essa entrega é fruto da cooperação contínua e promissora entre a AEL e a Saab”, complementa.

O WAD é um sistema inteligente com tela panorâmica (19 x 8 polegadas) de alta resolução, que permite exibir uma imagem contínua e redundante em toda a sua extensão, e é capaz de receber entradas de teclas multifuncionais, touchscreen ou interfaces externas. É a principal fonte de todas as informações de voo e missão na cabine de piloto.

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2018/04/Saab-Gripen-WAD.jpeg)
Cockpit do Saab Gripen com WAD

A AEL no programa Gripen

Em fevereiro de 2015, a Saab anunciou a seleção da AEL como nova fornecedora no Brasil. Saab e AEL também assinaram um contrato de transferência de tecnologia. A empresa foi selecionada para fornecer o Wide Area Display (WAD), o Head-Up Display (HUD) e o Helmet Mounted Display (HMD), que serão integrados ao Gripen brasileiro como parte do contrato F-X2.

O programa de desenvolvimento do WAD começou em janeiro de 2015. O novo programa de sistemas aviônicos para a aeronave está planejado para ser executado ao longo de cinco anos e inclui o desenvolvimento, a integração e o trabalho de produção, que serão realizados em Porto Alegre (RS), na sede da AEL. A integração do WAD com a aeronave será feita pela Saab e pela Embraer, com o suporte da AEL.

Em 2 de setembro de 2015, a AEL entregou à Saab, também dentro do cronograma, os primeiros protótipos “Modelo A” das unidades do WAD para o Gripen brasileiro. Em maio de 2016, a AEL anunciou a entrega, com sucesso, da aplicação de Interface Homem-Máquina (Human-Machine Interface – HMI) para o WAD, uma versão preliminar de software que demonstra os conceitos de HMI da Saab para o futuro WAD. Em 2017, mantendo o cronograma de desenvolvimento da Saab, a AEL entregou o modelo B e, agora, realiza a entrega do modelo C.

Como parte do programa WAD, está em curso uma intensa transferência de tecnologia para a AEL, permitindo à empresa gaúcha desenvolver competências anteriormente inexistentes e colocando-a na vanguarda da tecnologia em displays panorâmicos. Um escopo adicional tem ocorrido no desenvolvimento da interface Homem-Máquina (HMI) para os avançados caças, juntamente com a capacidade de realizar manutenção de aviônicos.

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2017/09/Foto-WAD-Modelo-B_Cr%C3%A9dito-Divulga%C3%A7%C3%A3o-AEL-Sistemas.png)
WAD para o caça Gripen – Divulgação: AEL

Sobre a AEL Sistemas

A AEL Sistemas é uma empresa brasileira, situada em Porto Alegre, que há mais de 35 anos dedica-se a projeto, desenvolvimento, fabricação, manutenção e suporte logístico de avançados sistemas eletrônicos, com foco nos mercados aeroespacial, de defesa e de segurança pública.  Capacitada para o fornecimento, projeto e desenvolvimento de aviônicos, eletro-ópticos, sistemas de comunicação, sistemas espaciais, ARP (aeronaves Remotamente Pilotadas) e simuladores, a empresa participa de projetos estratégicos das Forças Armadas Brasileiras como Gripen, KC-390, Guarani e SISFRON – Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras. Através de tecnologias e conhecimentos avançados, infraestrutura moderna e treinamento sistemático, a AEL produz soluções de última geração, confiáveis e inovadoras, com a qualidade de seus produtos e serviços reconhecidos internacionalmente.

Sobre a Saab

A Saab atende o mercado global com produtos, serviços e soluções de ponta nas áreas de defesa militar e segurança civil. A Saab possui operações e funcionários em todos os continentes. Graças a suas ideias inovadoras, colaborativas e pragmáticas, a Saab desenvolve, adota e aprimora novas tecnologias para atender às necessidades, em constante mudança, de seus clientes.

DIVULGAÇÃO: FSB Comunicação / https://www.aereo.jor.br/2018/05/10/ael-entrega-o-prototipo-modelo-c-do-wad-do-gripen-brasileiro-a-saab/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 23, 2018, 01:32:28 pm
Chefe do EPEx conhece capacidade tecnológica e produtiva da Avibras

(https://www.avibras.com.br/site/images/visitaepex_1.JPG)

Citar
No último dia 12, a Avibras recebeu a visita do General-de-Brigada Ivan Ferreira Neiva Filho, Chefe do Escritório de Projetos do Exército (EPEx) e do General-de-Brigada R/1 (Reserva) José Júlio Dias Barreto, Gerente do Programa Estratégico do Exército ASTROS 2020. O objetivo foi conhecer a capacidade tecnológica e produtiva da Avibras, além de acompanhar a evolução dos contratos relacionados ao Programa ASTROS 2020.

“O que mais me impressiona na Avibras é o seu senso de compromisso. Muito mais do que entregar um produto de Defesa à sociedade Brasileira, a empresa entrega tecnologia, defesa, dissuasão, mostrando a Bandeira do Brasil ao mundo”, destacou General Neiva.

Hoje o EB tem 16 Programas Estratégicos nas mais diversas áreas. Segundo ele, existe uma gama imensa de possibilidades para a Avibras, que nascem da parceria entre indústria, academia e governo.

O General Barreto, Gerente do Programa Estratégico do Exército ASTROS 2020, disse que a cada visita na Avibras ele fica mais satisfeito e orgulhoso de ser brasileiro. “Tivemos a oportunidade de ver a evolução dos equipamentos que farão parte do túnel de jato livre e a parte de integração de todo o trabalho de desenvolvimento do Míssil Tático de Cruzeiro. Isso nos dá muita satisfação e segurança”, disse.

FONTE: https://www.avibras.com.br/site/midia/noticias/261-chefe-do-epex-conhece-capacidade-tecnologica-e-produtiva-da-avibras.html

(https://www.avibras.com.br/site/images/visitaepex_2.JPG)
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 11, 2018, 09:12:26 pm
Avibras destaca fábrica de PBHT e linha de mísseis e foguetes para terra, mar e ar

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Planta-F%C3%A1brica-de-PBHT.jpg)
A Avibras vai investir em Lorena (SP) mais de R$ 72 milhões na construção da nova fábrica para produção de PBHT (Polibutadieno Hidroxilado), insumo fundamental na produção de combustível sólido.

A Avibras vai apresentar a capacidade tecnológica da Indústria Estratégica de Defesa Brasileira durante a 1ª edição da RIDEX (Rio International Defense Exhibition) de 27 a 29 de junho, no Pier Mauá no Rio de Janeiro.

O Sistema ASTROS do CFN (Corpo de Fuzileiros Navais) da Marinha do Brasil será exibido na área externa do evento.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Imagem-1-Avibras-1024x717.jpg)

A Avibras vai destacar na feira a sólida parceria tecnológica e industrial com as Forças Armadas do Brasil através dos programas estratégicos ASTROS 2020 com o Exército Brasileiro, MANSUP com a Marinha do Brasil e A-Darter com a Força Aérea Brasileira.

ASTROS 2020

O Sistema de Foguetes de Artilharia para Saturação de Área (ASTROS) é adotado no Brasil pelo Exército e pela Marinha, e pelas Forças Armadas de diversos países desde o início da década de 80.

O Programa Estratégico ASTROS 2020 do Exército Brasileiro, tem por objetivo ampliar a capacidade da Força Terrestre Nacional com um sistema tecnologicamente superior, de alta referência de desempenho e confiabilidade operacional.

A empresa está desenvolvendo o Míssil Tático de Cruzeiro (AV-TCM), com tecnologia 100% nacional, desde a sua concepção, projeto de engenharia, protótipos e fabricação.

A empresa também fornecerá novas viaturas na versão MK-6, constituídas por lançadoras, viaturas de comando e controle, meteorológicas, de apoio ao solo e remuniciadoras.

MANSUP

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/06/MANSUP_m%C3%ADssil-Antinavio-de-Superf%C3%ADcie-1-696x277.jpg)

No programa do MANSUP (Míssil Antinavio de Superfície), a Avibras é responsável pelo Sistema Propulsivo (Motor) e outros componentes e, também pela Montagem Final dos protótipos do míssil.

O MANSUP deverá equipar os futuros navios da Marinha do Brasil.

A-DARTER

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/06/M%C3%ADssil-A-Darter-1-696x312.jpg)

A Avibras também integra o programa binacional entre o Brasil e a África do Sul no desenvolvimento do míssil de combate aéreo de 5ª geração A-Darter, que tem o propósito de equipar os novos caças Grippen da Força Aérea Brasileira.

Plataforma Giro Estabilizada

Outro projeto em destaque na feira será a Plataforma Giro Estabilizada.

Com tecnologia nacional, a plataforma é a base para o SLDM (Sistema de Lançamento de Despistadores de Mísseis), único Sistema de Armas de concepção brasileira incluído nas futuras corvetas Classe Tamandaré da Marinha do Brasil.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Plataforma-Giro-Estabilizada-1-696x726.jpg)

Trata-se de um projeto estratégico dentro dos programas de desenvolvimento do IPqM (Instituto de Pesquisas da Marinha).

O produto possui potencial para novos negócios, pois serve como base para o Sistema de Armas Navais, como por exemplo, o ASTROS embarcado com o Míssil AV-TCM Mar‐Solo e Mar‐Mar.

Pioneirismo e expertise no setor aeroespacial

Com sua expertise no setor aeroespacial no desenvolvimento de soluções tecnológicas nacionais desde a pioneira participação no início do Programa Espacial Brasileiro na década de 1960, a Avibras é a única empresa brasileira de capital privado, com competências próprias para integrar veículos lançadores para o Programa Espacial Brasileiro.

Atualmente participa do desenvolvimento e da fabricação dos motores foguetes S50 do VLM-1 (Veículo Lançador de Microssatélites), contratada pela FUNCATE (Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais) e IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço) no âmbito do Programa Nacional de Atividades Espaciais da AEB (Agência Espacial Brasileira).

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Missil-Tatico-de-Cruzeiro_MTC-1-1-696x406.jpg)

A Avibras acredita que o Brasil pode desempenhar papel relevante no mercado Espacial, pois adquiriu diversas competências através de Pesquisa e Inovação ao longo de quase seis décadas, desenvolvendo uma base industrial sólida e competente.

Além disso, o Brasil dispõe da base de Lançamento em Alcântara (CLA), com posição geográfica privilegiada, fatores decisivos para o setor.

Soberania: Polibutadieno Hidroxilado

A Avibras vai investir em Lorena (SP) mais de R$ 72 milhões na construção da nova fábrica para produção de PBHT (Polibutadieno Hidroxilado), insumo fundamental na produção de combustível sólido.

Essa capacitação é imprescindível para os foguetes do novo Programa Espacial Brasileiro.

Essa é uma decisão de investimento estratégica para o Brasil e para a Avibras, fundamental para o resgate da soberania nacional na produção de combustível sólido e essencial para as atividades aeroespaciais.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Ilustracao-Foguetes_Avibras-Programa-Espacial-Brasileiro-1-1024x682.jpg)

Com início das operações previsto para o final de 2019, a fábrica estará capacitada para produzir até 2000 toneladas de PBHT/ano.

Além das aplicações no mercado de Defesa e Aeroespacial, o PBHT possui várias aplicações como insumo no mercado civil, tais como isolantes, selantes adesivos, impermeabilizantes, encapsulamento, revestimentos, películas, etc.

FONTE:  http://tecnodefesa.com.br/ridex-2018-avibras-destaca-fabrica-de-pbht-e-linha-de-misseis-e-foguetes-para-terra-mar-e-ar/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 11, 2018, 09:18:55 pm
AVIBRAS inicia processo de qualificação do MANSUP (Míssil Antinavio de Superfície)

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/06/mansup_capa01.jpg)
O MANSUP veio na esteira do sucesso do desenvolvimento do motor AV-RE 40 para os mísseis Exocet da Marinha do Brasil. Trata-se de um projeto prioritário para a AVIBRAS, que trabalha para o seu sucesso na fase de qualificação, o que permitirá a sua continuidade na fase de produção.

Citar
A AVIBRAS iniciou a fase de qualificação do MANSUP (Míssil Antinavio de Superfície), desenvolvido em parceria com a MB (Marinha do Brasil) e outras empresas da BID (Base Industrial de Defesa).

Nesta etapa serão montados e testados o Modelo de Testes de Voo e os protótipos de lançamento em navio.

O MANSUP é um projeto estratégico da Marinha do Brasil e deverá equipar os futuros navios da esquadra Brasileira. O lançamento do primeiro protótipo está previsto para outubro deste ano.

Na fase atual, a AVIBRAS é responsável pelo fornecimento do motor-foguete, pelo desenvolvimento da SAU (Safety and Arming Unit), que é um sofisticado sistema de armação e segurança do motor, desenvolvimento das asas, das calhas, das cintas de fixação entre as várias partes do míssil e a montagem e testes dos protótipos.

O MANSUP veio na esteira do sucesso do desenvolvimento do motor AV-RE 40 para os mísseis Exocet da Marinha do Brasil.

Trata-se de um projeto prioritário para a AVIBRAS, que trabalha para o seu sucesso na fase de qualificação, o que permitirá a sua continuidade na fase de produção.

A AVIBRAS e os seus parceiros técnicos seguem firmes com a Marinha do Brasil, honrando os seus compromissos neste importante projeto para o país.

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/avibras-inicia-processo-de-qualificacao-do-mansup-missil-antinavio-de-superficie/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 13, 2018, 02:10:47 am

Ridex e BID Brasil levam indústria de defesa para além das fronteiras do quartel
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 13, 2018, 02:15:58 am

Simulações no Showroom Móvel na Ridex & BID Brasil 2018
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Julho 14, 2018, 11:13:31 am
http://tecnodefesa.com.br/ares-aeroespacial-e-defesa-na-ridex-2018-rj/ (http://tecnodefesa.com.br/ares-aeroespacial-e-defesa-na-ridex-2018-rj/)

Citar
No final de junho, no Pier Mauá-RJ, aconteceu a primeira edição da RIDEX (Rio International Defense Exhibition 2018).

Com cerca de 10.000 visitantes durante todo o evento, estiveram presentes, 20 delegações internacionais, o Ministro da Defesa, General Silva e Luna e o Comandante da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra Leal Ferreira, que puderam prestigiar os mais de 100 expositores de diversos países.

O evento foi criado com o objetivo de reunir as principais empresas das áreas de Defesa, Segurança e Offshore, evidenciando a evolução das forças militares e civis, por meio da integração com a indústria, com atividades acadêmicas e com os centros de pesquisa e desenvolvimento de tecnologia.

Espaço da ARES na RIDEX 2018

A ARES é uma empresa preparada para servir com excelência as forças Armadas Brasileiras (há mais de 45 anos) e esteve presente no evento demonstrando suas principais soluções para emprego Naval e Terrestre.

No stand da empresa foi possível conhecer o operar todos os produtos exibidos.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/07/ares-696x394.jpg)

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Ares1-696x468.jpg)

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Ares2-696x377.jpg)

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/07/29326282348_81f107b304_b-696x462.jpg)

Saudações
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 04, 2018, 01:17:41 pm
SIATT realiza lançamento do Míssil Anticarro MSS 1.2 AC

(https://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2014/12/Atirador-MSS-1_2-e1521558699589.jpg)

Sucesso alcançado neste lançamento contribui para a continuidade das avaliações técnicas e operacionais do produto pelo Exército e Marinha do Brasil

Citar
Na manhã de 22 de agosto último, especialistas da SIATT, em conjunto com especialistas do Exército Brasileiro, realizaram lançamento do Míssil Superfície-Superfície Anticarro MSS 1.2 AC no CAEX – Centro de Avaliações do Exército, Campo de Provas da Marambaia, Guaratiba, Rio de Janeiro/RJ.

Foi o primeiro lançamento sob responsabilidade da empresa após a mesma ter assumido o programa em setembro de 2017. O sucesso do lançamento em questão contribui para a avaliação técnica e operacional do lote piloto do produto. Diversos lançamentos, em diferentes condições de emprego, estão previstos para os próximos meses.

Para o Diretor da SIATT, Rogerio Salvador, a atuação SIATT tem proporcionado confiança e segurança ao Exército Brasileiro e à Marinha do Brasil no emprego do MSS 1.2 AC: “Conseguimos preservar a capacidade da indústria nacional para o domínio tecnológico de armamentos desta classe. Esperamos fornecer novo lotes do MSS 1.2 AC às forças armadas nacionais, e forças amigas estrangeiras”.

(https://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2018/08/Sistema-MSS-1.2-AC-640x599.jpg)

Sobre o MSS 1.2 AC

O MSS 1.2 AC é um míssil superfície-superfície anticarro de médio alcance, desenvolvido segundo requisitos do Exército Brasileiro. O sistema é constituído pela Munição (míssil em seu container lançador) e pela Unidade de Tiro. Emprega guiamento do tipo “beam-rider”, no qual o operador é responsável por realizar o apontamento óptico em direção ao alvo. Durante o voo do míssil, a Unidade de Tiro emite um feixe laser invisível codificado, harmonizado com a mira óptica, que provê a referência de guiamento para o míssil.

Além da portabilidade e precisão, este sistema dificulta a utilização de contramedidas: uma vez que o receptor laser está voltado para trás, não há ação que possa ser feita para interferir no guiamento do míssil. O Sistema MSS 1.2 AC engloba ainda um Simulador de Tiro, com alto grau de representatividade de ambientes reais, para adestramento de atiradores sem a necessidade de emprego de mísseis reais, e um Equipamento de Teste para medidas e alinhamento das Unidades de Tiro do sistema.

Sobre a SIATT

A SIATT é uma empresa que fornece sistemas integrados com alto valor tecnológico visando atender os mercados estratégicos do Brasil e internacionais. Com capacidade de integração de sistemas, a SIATT tem como visão ser referência na entrega de soluções para os mercados de Defesa e Aeroespacial.

DIVULGAÇÃO: Performa Comunicação / https://www.forte.jor.br/2018/08/31/siatt-realiza-lancamento-do-missil-anticarro-mss-1-2-ac/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 12, 2018, 02:59:23 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Outubro 01, 2018, 09:53:59 am
Parece-me cedo.

http://www.cavok.com.br/blog/boeing-e-embraer-negociam-fabricar-kc-390-tambem-nos-eua/ (http://www.cavok.com.br/blog/boeing-e-embraer-negociam-fabricar-kc-390-tambem-nos-eua/)

Citar
A Boeing e a Embraer negociam a instalação de uma linha de montagem do novo cargueiro militar KC-390 nos Estados Unidos. Seria uma segunda linha, adicional àquela já existente em Gavião Peixoto, no interior paulista.

(https://i1.wp.com/www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/37372214_1527377287367763_7930891436889735168_n-2.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Outubro 06, 2018, 10:24:15 am
Parece um Aviocar...  8) :P

https://www.aereo.jor.br/2018/10/04/nova-empresa-de-sp-esta-projetando-o-substituto-do-embraer-bandeirante/ (https://www.aereo.jor.br/2018/10/04/nova-empresa-de-sp-esta-projetando-o-substituto-do-embraer-bandeirante/)

Citar
Projeto ATL-100 da Desaer, de São José dos Campos, pode virar realidade em cerca de 5 anos; aeronave de projeto 100% nacional é proposta em versões comercial e militar
Por Thiago Vinholes

Vizinha da Embraer em São José dos Campos (SP), a Desaer (abreviação para “Desenvolvimento Aeronáutico”) apresentou nesta semana os primeiros detalhes do projeto ATL-100, aeronave que a empresa acredita ser o substituto ideal para os antigos turbo-hélices EMB-110 Bandeirante, pioneiro avião que no próximo dia 22 de outubro completa 50 anos de seu voo inaugural.

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2018/10/DESAER-ATL-100-3-1-1024x681.jpg)

Saudações
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 08, 2018, 12:21:27 pm
Iniciadas as obras da nova fábrica da Taurus nos Estados Unidos

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2018/11/FILE-20181107-10045A5LT6GN2RY7.png)

Já está em obras em Bainbridge, na Georgia, o terreno que vai abrigar a nova fábrica de armas da gaúcha Taurus nos Estados Unidos. A área no Commodore Industrial Park começou a ser terraplenada (foto abaixo) para receber o empreendimento, oficializado em abril.

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2018/11/DSC_6689-622x415.jpg)

Citar
A planta receberá investimento de US$ 22,5 milhões e, além da fábrica de armas, vai hospedar a sede administrativa da Taurus USA - hoje instalada em Miami, na Flórida. A previsão da companhia é transferir todas as operações de Miami para Brainbridge quando a estrutura estiver concluída o que está previsto já para o segundo semestre de 2019.

 A nova planta deverá fabricar pistolas Taurus e revólveres da Heritage, para abastecer o mercado americano.

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2018/11/FILE-20181107-1037AJWXBKFSQUD2.png)

PRINCIPAL MERCADO

Os Estados Unidos são o principal mercado de Forjas Taurus: embora a companhia exporte para cerca de 70 países, os americanos foram responsáveis por 68,2% da receita da companhia gaúcha em 2017. 

As vendas no mercado americano somaram R$ 541,3 milhões no ano passado. A subsidiária da Taurus nos Estados Unidos foi criada nos anos 1980 e atualmente tem uma fábrica em Miami. Em 2017, o grupo gaúcho iniciou as entregas da pistola Spectrum, primeira pistola Taurus desenvolvida e produzida nos Estados Unidos.

FONTE: http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2018/11/spectrum-380-e1515159787101.png
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 08, 2018, 12:25:44 pm
Taurus entrega lote de armas ao Exército Brasileiro

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2018/09/42217536_1219751358178180_6716733087440437248_o-1024x683.jpg)

A Taurus realizou nesta quarta-feira (19/09/18), na sua sede em São Leopoldo/RS, a doação de armamentos destinados ao Comando Militar do Sul. O evento contou com a presença do Comandante Militar do Sul, General de Exército Geraldo Antonio Miotto.

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2018/09/42202448_1219751274844855_3452977693929242624_o-1024x683.jpg)

Os armamentos doados fazem parte da linha T Series, especialmente desenvolvida para o mercado militar e policial, e contempla pistolas TH9 e Fuzis modelo T4 calibre 5.56 NATO.

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2018/09/42193760_1219751284844854_8197425278939561984_o-1024x683.jpg)

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2018/09/42308991_1219751268178189_4299856416186826752_o-1024x683.jpg)

Fonte: Taurus / http://www.planobrazil.com/taurus-entrega-lote-de-armas-ao-exercito-brasileiro/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 30, 2018, 01:11:56 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Dezembro 08, 2018, 10:51:09 am
https://www.aereo.jor.br/2018/12/06/boeing-e-embraer-justica-federal-de-sp-suspende-acordo/?fbclid=IwAR3pgAVm-kHRKcQ7Gdqab3kMmWM0PJkG6xurw5up-ghe3dZu1MuIfhEbHIQ (https://www.aereo.jor.br/2018/12/06/boeing-e-embraer-justica-federal-de-sp-suspende-acordo/?fbclid=IwAR3pgAVm-kHRKcQ7Gdqab3kMmWM0PJkG6xurw5up-ghe3dZu1MuIfhEbHIQ)

Citar
União informou não ter sido notificada sobre decisão. Juiz disse que, em razão da posse do novo presidente, intenção é evitar atos concretos que sejam impossíveis de serem revertidos
O juiz Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível Federal de São Paulo, concedeu uma liminar (decisão provisória) e suspendeu o acordo entre as empresas Boeing e Embraer.

A decisão é desta quarta-feira (5), e a Advocacia Geral da União (AGU) informou nesta quinta (6) ainda não ter sido notificada.

Em julho, a Boeing e a Embraer assinaram um acordo de intenções para formar uma “joint venture” (nova empresa) na área de aviação comercial, avaliada em US$ 4,75 bilhões.

Nos termos do acordo, a fabricante norte-americana de aeronaves deterá 80% do novo negócio e a Embraer, os 20% restantes.

A decisão do juiz
Giuzio Neto suspendeu a fusão ao analisar uma ação popular apresentada pelos deputados federais Paulo Pimenta (PT-RS) e Carlos Zaratini (PT-SP).

O juiz suspendeu qualquer efeito concreto de decisão da Embraer que concorde com transferência da parte comercial da empresa a outra empresa.

“Defiro parcialmente a liminar, em sentido provisório e cautelar para suspender qualquer efeito concreto de eventual decisão do conselho da Embraer assentindo com a segregação e transferência da parte comercial da Embraer para a Boeing através de ‘Joint Venture’ a ser criada”, decidiu.

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2018/01/Boeing-Embraer-4-1024x576.jpeg)

Cumprimentos
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: jpthiran em Dezembro 08, 2018, 11:55:18 am
excelente notícia...
sempre achei o negócio da Embraer com a Boeing era extremamente nocivo ao Brasil e a Portugal...
pode ser que o negócio descarrile de vez...
era óptimo...
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 10, 2018, 12:16:49 pm

Marinha do Brasil avança em tecnologia nuclear há 32 anos
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 10, 2018, 12:18:39 pm

Reator Nuclear Brasileiro completa 30 anos
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Dezembro 19, 2018, 03:13:55 pm
http://tecnodefesa.com.br/dgs-defense-inaugura-estaleiro-nos-estados-unidos-eed/?fbclid=IwAR2WLrl6vFVATLqCc3Z7YkIqNMGIQjB-1zv1-n7yXG7405i5fHbSL4jDZ6A (http://tecnodefesa.com.br/dgs-defense-inaugura-estaleiro-nos-estados-unidos-eed/?fbclid=IwAR2WLrl6vFVATLqCc3Z7YkIqNMGIQjB-1zv1-n7yXG7405i5fHbSL4jDZ6A)

Citar
A DGS Defense, Empresa Estratégica de Defesa com sede no Rio de Janeiro, inicia suas atividades nos Estados Unidos, na cidade de Miramar (condado de Broward, na Flórida), a partir de janeiro de 2019.

O convite para se estabelecer em território norte-americano partiu do governo dos EUA e foi resultado de um longo processo de reuniões com o Departamento de Defesa dos EUA (DoD), por intermédio do Foreign Comparative Testing Program (FCT Program), Marinha, Exército e da Guarda Costeira dos EUA (USCG – Homeland Security), entre outros órgãos que compõe a estrutura de segurança pública daquele país.

Hoje, a DGS é um grupo formado por quatro empresas, sendo duas no Brasil (DGS Defense e Stark Marine) e as duas que vão operar nos EUA (DGS Defense Corp e DGS Monster Boat Corp).

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/DGS888Raptor-696x522.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 28, 2019, 12:05:42 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 06, 2019, 12:09:25 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 01, 2019, 01:02:12 pm
Citar
Catálogo de produtos da IMBEL...

 :arrow: http://www.imbel.gov.br/phocadownload/produtos/catalogo-de-produtos-imbel-2018.pdf
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2019, 12:05:36 am
LAAD 2019: AVIBRAS destaca parceria tecnológica e industrial com as Forças Armadas do Brasil

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A AVIBRAS Indústria Aeroespacial estará presente em mais uma edição da LAAD Defence & Security, que será realizada de 2 a 5 de abril no Riocentro, no Rio de Janeiro, considerada a mais importante feira de defesa e segurança da América Latina. O estande da empresa será o R-10, localizado no Hall 4. A companhia vai apresentar o seu vigor e a sua capacidade tecnológica e industrial através da sólida parceria com as Forças Armadas do Brasil nos programas estratégicos:

ASTROS 2020

(https://www.avibras.com.br/site/images/Viatura_ASTROS.jpg)

O Sistema de Foguetes de Artilharia para Saturação de Área (ASTROS) é adotado no Brasil pelo Exército e pela Marinha, e pelas Forças Armadas de diversos países desde a década de 1980.A AVIBRAS, no âmbito do Programa Estratégico ASTROS 2020 do Exército Brasileiro, que tem por objetivo ampliar a capacidade da Força Terrestre Nacional com um sistema tecnologicamente superior, de alta referência de desempenho e confiabilidade operacional, está desenvolvendo o Míssil Tático de Cruzeiro, com tecnologia 100% nacional, desde a sua concepção, projeto de engenharia, protótipos e fabricação. A empresa também está industrializando novos batalhões na versão MK-6, constituídos por viaturas lançadoras, de comando e controle, meteorológicas, de apoio ao solo e remuniciadoras.

MANSUP

(https://www.avibras.com.br/site/images/MANSUP.jpg)

No programa do MANSUP (Míssil Antinavio de Superfície), da Marinha do Brasil, a AVIBRAS é responsável pelo Sistema Propulsivo (Motor) e outros componentes e pela Montagem Final dos protótipos do míssil. O MANSUP deverá equipar os futuros navios da esquadra da Marinha do Brasil.

A-DARTER

(https://www.avibras.com.br/site/images/M%C3%ADssil_A-Darter.jpg)

A AVIBRAS também integra o programa binacional da FAB (Força Aérea Brasileira) entre o Brasil e a África do Sul no desenvolvimento do míssil de combate aéreo de 5ª geração A-Darter, que tem o propósito de equipar os novos caças Gripen da Força Aérea Brasileira.

SKYFIRE

(https://www.avibras.com.br/site/images/Skyfire.jpg)

A companhia também vai apresentar na feira o Sistema SKYFIRE (Sistema de Foguetes Ar-Terra de 70 mm e Superfície-Superfície), que faz parte do amplo portfólio de produtos de alto valor agregado desenvolvidos pela empresa.

Programa Espacial Brasileiro

Com sua expertise e pioneirismo no setor aeroespacial no desenvolvimento de soluções tecnológicas nacionais, a AVIBRAS destacará ainda a sua participação no Programa Espacial Brasileiro através dos foguetes de treinamento Básico e Intermediário.Atualmente a AVIBRAS participa do desenvolvimento e da fabricação dos motores foguetes S50 do VLM-1 (Veículo Lançador de Microssatélites) no âmbito do Programa Nacional de Atividades Espaciais da AEB (Agência Espacial Brasileira).A empresa tem competências próprias para integrar veículos lançadores para o Programa Espacial Brasileiro.

Inovação orientada a resultados

A AVIBRAS está próxima de completar 60 anos de existência com uma trajetória repleta de muitas realizações e superação de desafios.Além de implantar novos métodos e processos de trabalho, a empresa está focada no esforço de vendas e no desenvolvimento de novos negócios. Desde 2016, a empresa vem implementando um processo de inovação orientado a resultados, criando as bases para o crescimento dos negócios da empresa.

No que tange à sua participação no Programa Espacial Brasileiro, a companhia está investindo na construção da fábrica para produção de PBHT (Polibutadieno Hidroxilado),insumo fundamental na produção de combustível sólido. Essa capacitação é imprescindível para os foguetes do novo Programa Espacial Brasileiro.

Trata-se de uma decisão de investimento estratégica para o Brasil e para a AVIBRAS, fundamental para o resgate da soberania nacional na produção de combustível sólido e essencial para as atividades aeroespaciais.Com início das operações previsto para o primeiro trimestre de 2020, a fábrica estará capacitada para produzir até 2.200 toneladas de PBHT/ano.

Além das aplicações no mercado de Defesa e Aeroespacial, o PBHT possui várias aplicações como insumo no mercado civil, tais como isolantes, selantes adesivos, impermeabilizantes, encapsulamento, revestimentos, películas, entre outros.

A AVIBRAS também inovou com a criação do EATI (Espaço AVIBRAS de Tecnologia e Inovação) inaugurado em dezembro de 2018, no Parque Tecnológico São José dos Campos. O EATI foi concebido para atuar como a embaixada da AVIBRAS para pesquisa, desenvolvimento e inovação de produtos e soluções nos polos Defesa, Espaço e Segurança Pública, em ambiente de parceria e de colaboração com universidades, centros de pesquisa e empresas de bases tecnológicas similares.

A finalidade é assegurar a evolução da empresa desenvolvendo tecnologias estratégicas a novos produtos e negócios, com know how próprio, processos e ferramentas adequados que assegurem a sua perpetuidade.

Sobre a Avibras

A AVIBRAS é uma empresa de Tecnologia e Inovação, com capacidade industrial única, 100% brasileira e reconhecida mundialmente pela excelência e pela qualidade de seus produtos e sistemas. Sua essência é ser inovadora e independente em tecnologias críticas nas seguintes áreas: Aeronáutica, Espacial, Eletrônica, Veicular e de Defesa.

Com instalações amplas e modernas localizadas no Vale do Paraíba, no estado de São Paulo, principal polo de tecnologia aeroespacial do Brasil, a AVIBRAS cria diferenciais competitivos de qualidade e inovação, fundamentais para manter-se como grande player no mercado mundial de Defesa.

Com mais de 50 anos de atuação, a empresa consolidou-se como provedora de desenvolvimento ao conduzir negócios de modo a gerar valor a clientes, acionistas esociedade de forma sustentável. A AVIBRAS está entre as 100 maiores empresas exportadoras do Brasil e tem orgulho de integrar a Base Industrial Estratégica de Defesa Brasileira.

FONTE: https://www.avibras.com.br/site/midia/noticias/290-laad-2019-avibras-destaca-parceria-tecnologica-e-industrial-com-as-forcas-armadas-do-brasil.html
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2019, 12:12:04 am
Primeira visão do Armadillo TA-2 montado no M1152 HMMWV (LAAD 2019)

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/armadillo_TA2.jpg)
O Armadillo TA-2 foi desenvolvido e patenteado pela Mac Jee para oferecer ao mercado um sistema compacto, que atenda as demandas pelo uso de carros menores para suportar lançadores de foguetes.

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A Mac Jee, empresa brasileira com atuação no setor de Defesa, apresenta, com exclusividade na LAAD Defence & Security, as novas funcionalidades do Armadillo TA-2.

No estande da empresa, localizado no Pavilhão 04, os visitantes podem conhecer o protótipo do exclusivo e inovador sistema de posicionamento e lançamento de foguetes da Mac Jee, além de conferirem as funcionalidades por meio de animações.

O Armadillo TA-2 foi desenvolvido e patenteado pela Mac Jee para oferecer ao mercado um sistema compacto, que atenda as demandas pelo uso de carros menores para suportar lançadores de foguetes.

O sistema da Mac Jee será construído e montado já a partir do segundo semestre de 2020.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/09/RVC_3567-768x510.jpg)
O Armadillo TA-2 na proposta para o Exército Brasileiro, montado na plataforma Iveco LMV.

Entre as novas funcionalidades agregadas ao projeto inicial do Armadillo TA-2 estão: Sistema de conduta de tiro optrônico, desenvolvido com capacidade de designação de alvo até 10 quilômetros, tanto de dia quanto a noite; mastro optrônico retrátil; sistema de nivelamento do veículo eletrônico automático; computador de bordo touchscreen, permitindo a operabilidade do sistema completo desde a cabine do veículo.

A plataforma de lançamento opera em 360º e carrega três módulos, cada um contendo 16 foguetes de 70 mm, totalizando 48 disparos – tendo ainda mais 32 foguetes em um compartimento de recarregamento automático.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2018/06/capa_macjee_eurosatory1.jpg)
O protótipo foi instalado no veículo da empresa americana AM General, modelo M1152 HMMWV. Após a LAAD 2019, o Armadillo TA-2 entra em fase de testes no CAEX (Centro de Avaliações do Exército), no Rio de Janeiro.

O sistema pode ser operado manualmente ou de forma automática e foi projetado para retrair integralmente no veículo durante a fase não ofensiva.

Por ser totalmente retrátil, o sistema fica totalmente escondido, fazendo com que o veículo seja confundido com um veículo de patrulha 4×4 padrão.

Além disso, mantém a eficiência em qualquer condição meteorológica, mesmo em situações extremas como tempestades de areia, fortes chuvas ou frio extremo, ou variedades de terrenos.

O protótipo foi instalado no veículo da empresa americana AM General, modelo M1152 HMMWV e deve entrar em fase de testes no CAEX (Centro de Avaliações do Exército), no Rio de Janeiro.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2017/09/HUMVEE.jpg)
A proposta do Armadillo TA-2 empregando o Humvee: exportações.

Além desse protótipo, a Mac Jee já prepara novas versões do sistema lançador de foguete, como um veículo de comando e controle e um veículo de observação avançada.

“O Armadillo TA-2 é o veículo leve com maior poder de fogo do mundo, podendo disparar tiros diretos até dois quilômetros sem estabilização e até dez quilômetros em tiros de artilharia indireta. Esse é um novo conceito que a Mac Jee passa a oferecer ao mercado, representando um novo marco ao setor de Defesa”, destaca o CEO da Mac Jee, Simon Jeannot.

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/primeira-visao-do-armadillo-ta-2-montado-no-m1152-hmmwv-laad-2019/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 04, 2019, 07:59:45 pm
Akaer apresenta o Mosquito, conceito de avião de ataque leve

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2019/04/Akaer-Mosquito-2.jpg)

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A empresa brasileira Akaer apresenta na exposição LAAD Defence & Security 2019 a aeronave conceitual Mosquito.

O bimotor multimissão Mosquito conceitualmente realizaria missões como o apoio aéreo aproximado (CAS); inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR); ISR armado; e reabastecimento aéreo. Também poderia realizar busca e salvamento de combate (CSAR); inteligência de comunicação; defesa aérea; comando e controle aéreo (C2); e interdição no campo de batalha.

Fernando Ferraz, diretor de operações da Akaer, disse ao Jane’s em 3 de abril que o Mosquito é o resultado de um esforço de dois a três anos para identificar as necessidades e tendências do mercado de aeronaves de ataque leve. A empresa, disse ele, também passou por 10 projetos diferentes antes de se decidir por esse modelo, tentando misturar muitos requisitos de todo o mundo.

“Estamos tentando misturar algumas tendências”, disse Ferraz. “Isto é o que deveria ser um produto capaz de cumprir todos os desejos que pudéssemos encontrar.”

Ferraz disse que um fornecedor de motores para o Mosquito não foi finalizado, mas a empresa conceitualmente usou o sistema de propulsão de 500-1.000 hp da classe Pratt & Whitney Canada PT6A. Um fornecedor de motores estaria de acordo com o pedido do cliente.

O Mosquito se diferenciaria de aeronaves de ataque leve concorrentes, como o Embraer A-29 Super Tucano ou o Textron AT-6 Wolverine, proporcionando melhor visibilidade.

Ferraz disse que a Akaer projetou conceitualmente o Mosquito com asas altas sobre a fuselagem, enquanto o o Super Tucano e o Wolverine têm asas baixas.

A configuração do Mosquito lembra o antigo North American Rockwell OV-10 Bronco empregado na Guerra do Vietnã.

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2019/04/Akaer-Mosquito.jpg)

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2019/04/Akaer-Mosquito-3.jpg)

FONTE: https://www.aereo.jor.br/2019/04/04/laad-2019-akaer-apresenta-o-mosquito-conceito-de-aviao-de-ataque-leve/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Lusitano89 em Abril 06, 2019, 12:15:25 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Lusitano89 em Abril 06, 2019, 09:50:26 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 11, 2019, 07:27:53 pm

Vídeo Institucional IMBEL
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 18, 2019, 07:03:07 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 23, 2019, 03:41:48 pm
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Junho 07, 2019, 06:40:52 pm
Denel Dynamics oferece parceria ao Brasil nos mísseis Marlin e Umkhonto

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/05/Denel-Marlin-2.jpg)

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O ministro da Defesa do Brasil, Fernando Azevedo, foi informado pela Denel Dynamics sobre sua linha de mísseis, incluindo A-Darter, Umkhonto e Marlin, durante sua recente visita ao país, e discutiu a divisão do trabalho futuro entre Brasil e Denel.

Azevedo foi convidado a participar da inauguração presidencial sul-africana no final do mês passado e visitou o Grupo Denel na manhã de 27 de maio. Ele foi apresentado pelo CEO do Denel Group, Danie du Toit, que disse que gostaria de continuar o relacionamento entre o Brasil e a África do Sul.

Japie Mare, gerente do programa A-Darter, fez uma apresentação sobre a história e o status atual do míssil A-Darter, mostrando o sucesso do programa e a futura divisão de trabalho entre a Denel e a indústria brasileira.

O desenvolvimento do A-Darter começou no âmbito do Projeto Assegai em 1995, mas os cortes de financiamento interromperam o desenvolvimento até que o Brasil aderisse ao programa em 2006. Os testes começaram em 2010 e a linha de base do produto foi estabelecida em 2018, abrindo caminho para a industrialização e a fabricação.

A Força Aérea da África do Sul estabeleceu um contrato de produção com a Denel para o míssil em março de 2015, com os primeiros quatro mísseis de instrução programados para entrega no ano fiscal de 2018/19 e o lote final de mísseis operacionais programados para entrega no ano civil de 2021.

Devido a restrições de financiamento, a arma só será transportada pelos jatos Gripen C/D da Força Aérea da África do Sul. No Brasil, o A-Darter equipará os 36 novos caças Gripen E/F da Força Aérea Brasileira.

Jaco Botha, Gerente de Defesa Aérea da Denel Dynamics, falou sobre o míssil Marlin beyond visual range (BVR) e discutiu a atual oportunidade de colaboração em mísseis BVR entre a África do Sul e o Brasil.

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2019/06/umkhonto.jpg)

O sistema de mísseis superfície-ar Umkhonto foi apresentado à delegação por Erick Huysamer, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da arma. O desempenho do míssil Umkhonto-IR de infravermelho foi ilustrado por meio de vídeos capturados em ensaios de voo na África do Sul e no exterior. Seguiu-se a apresentação do Umkhonto-EIR de alcance estendido e do Umkhonto-R guiado por radar e confirmando que a Denel está agora contratada para o desenvolvimento e produção do míssil Umkhonto-R. A Denel confirmou que o projeto da linha de mísseis Umkhonto é adequado para a implantação em um sistema de defesa aérea naval e terrestre.

Houve conversas sobre o desenvolvimento do Umkhonto como um míssil ar-ar, com o interesse da Força Aérea Brasileira por seus Gripens para lhes dar uma capacidade além do alcance visual.

O ministro foi levado a um passeio pela Denel Dynamics, onde teve a oportunidade de ver o portfólio de produtos ar-ar e o restante da oferta de produtos da empresa.

“Existe um desejo real de continuar com o relacionamento que foi estabelecido ao longo de muitos anos e explorar oportunidades futuras. Há uma exigência dos dois países para desenvolver capacidades e compartilhar o trabalho entre as duas indústrias ”, disse Denel sobre a visita do ministro.

No lado de produção do A-Darter e no desenvolvimento dos mísseis Umkhonto e Marlin, Botha disse que há uma oportunidade para a indústria participar e aumentar a base de habilidades para apoiar o produto. Isso dependerá do financiamento do Ministério da Defesa do Brasil e do Departamento de Defesa da África do Sul. “As respectivas equipes estão ansiosas para ampliar o relacionamento no futuro”, disse Denel.

Azevedo disse à delegação da Denel que existe um novo ambiente político no Brasil após a eleição de um novo presidente com formação militar e bom entendimento das forças armadas. Ele acrescentou que o Brasil é um país vasto, com um espaço aéreo que precisa ser controlado 24 horas por dia e que ele está procurando meios de melhorar as capacidades das forças armadas, o que o levou à Denel. Ele disse também que há uma base para novas oportunidades de compartilhamento de trabalho com a Denel no futuro e que o Brasil está interessado em tecnologia de mísseis superfície-ar.

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2017/10/Denel_Dynamics_Marlin_400x300_Guy_Martin.jpg)

FONTE: https://www.aereo.jor.br/2019/06/06/denel-dynamics-oferece-parceria-ao-brasil-nos-misseis-marlin-e-umkhonto/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Junho 09, 2019, 12:59:49 pm
http://tecnodefesa.com.br/av-mtc-ar-terra-confirmado-em-video-missil-de-cruzeiro-aerolancavel-da-avibras/?fbclid=IwAR3x2T6dRHPn4Sstr9v0pGqjdWe8WM0eo1k7ScbYVdkK3J_bo56xzS97ssQ (http://tecnodefesa.com.br/av-mtc-ar-terra-confirmado-em-video-missil-de-cruzeiro-aerolancavel-da-avibras/?fbclid=IwAR3x2T6dRHPn4Sstr9v0pGqjdWe8WM0eo1k7ScbYVdkK3J_bo56xzS97ssQ)

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2019/06/AVMTC_AR-TERRAS1-696x394.jpg)

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2019/06/av-mtc-696x215.jpg)

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AV-MTC ar-terra CONFIRMADO em vídeo! Míssil de Cruzeiro aerolançável da Avibras!

Em sete de março de 2019 este articulista recebeu “dica” de uma fonte na Base Aérea de Canoas (RS) sobre um teste “secreto” realizado naquela OM visando o desenvolvimento de uma nova arma estratégica brasileira.

Naquele dia aconteceu o teste do novíssimo míssil de cruzeiro da Avibras, o AV-MTC, em sua versão ar-terra (lançada do ar), instalado no center line (cabide central) de uma caça Northrop F-5EM Tiger II da Força Aérea Brasileira, lotado no Esquadrão Pampa (1º/14º GAV).

Saudações
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Junho 09, 2019, 03:30:20 pm
Vídeo do Ministério da Defesa revela Míssil Tático de Cruzeiro ar-superfície

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2019/06/MTC-300-sendo-alinhado-no-pilone-ventral-do-F-5M.jpg)

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Um vídeo divulgado pelo Ministério da Defesa no dia 7 de junho revela uma versão do Míssil Tático de Cruzeiro MTC-300 ar-superfície, confirmando informações de que um míssil do tipo tinha sido usado recentemente em testes de integração em um caça F-5M da Força Aérea Brasileira.

Inicialmente, o MTC-300 (ou AV-TM 300) é um míssil do tipo superfície-superfície, lançado pelas mesmas viaturas do Sistema Astros 2020.

O Exército Brasileiro já fez vários lançamentos de teste do MTC-300, os mais recentes realizados entre entre os dias 25 de fevereiro e 1 de março, no CLBI (Centro de Lançamento da Barreira do Inferno).

O MTC-300 utiliza um motor foguete (booster) no lançamento e durante o voo de cruzeiro, subsônico, a propulsão é feita por uma turbina desenvolvida também pela Avibras.

Nesta versão, o míssil pode atingir o alcances superiores a 300 quilômetros, e inicialmente teria duas versões: uma com cabeça-de-guerra do tipo Auto-Explosiva (AE), com peso máximo até 200 kg, contendo 109 kg de PBX como explosivo; e outra com cabeça-de-guerra múltipla, com cerca de 66 submunições de 70 mm, podendo ser utilizado contra formações blindadas.

O programa de construção do MTC-300 é parte do Projeto Estratégico do Exército (PEE) ASTROS 2020, projeto 100% nacional, com independência tecnológica e propriedade intelectual do Exército Brasileiro.

A navegação do míssil é feita por meio de sensores de navegação inercial junto com GPS, com um sistema antijaming e rádio altímetro para mantê-lo na altitude correta em relação ao solo. Obedece seu curso em conformidade com as informações armazenadas a bordo, com possibilidade de serem estabelecidos waypoints.

O MTC-300 poderá ser utilizado contra instalações estratégicas, alvos inimigos de valor (meios logísticos, artilharia, blindados e meios aéreos) e alvos que devam ser neutralizadas logo no início do conflito, normalmente associadas à obtenção de superioridade aérea e à quebra da capacidade de coordenação das ações pelo inimigo.

A versão ar-superfície do MTC-300 dispensa o booster usado na versão superfície-superfície.

A arma está no limite do Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis, o MTCR, do qual o Brasil é signatário. O acordo restringe o raio de ação máximo a 300 quilômetros e as ogivas a 500 quilos.

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2019/06/MTC-300.jpg)

(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2019/06/Astros-2020-lan%C3%A7ando-o-MTC-300.jpg)

FONTE: https://www.aereo.jor.br/2019/06/09/video-do-md-revela-missil-tatico-de-cruzeiro-ar-superficie/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Junho 18, 2019, 02:50:21 pm
EMBRAER e ELTA criam um novo segmento de mercado com o lançamento do P600 AEW

(http://d30p9ca83oqyng.cloudfront.net/defesanet/site/upload/news_image/2019/06/43921_resize_800_600_false_true_null.jpg)

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Paris, França, 18 de junho de 2019 – A EMBRAER Defensa & Segurança e a ELTA Systems Ltd (ELTA), subsidiária da Israel Aerospace Industries (IAI), assinaram, no Paris Air Show, um Acordo de Cooperação Estratégica para desenvolvimento do P600 AEW (Alerta Aéreo Antecipado).

Concebido para atuar em um novo segmento do mercado de AEW, esta aeronave de última geração é baseada na moderna plataforma super midsize do jato executivo EMBRAER Praetor 600. O sensor primário do P600 AEW é o radar AESA (Digital Active Scanned Array) de 4ª geração da IAI/ELTA com capacidade de IFF integrada.

Nessa cooperação, a EMBRAER Defensa & Segurança fornecerá a plataforma aérea, sistemas de solo, sistemas de comunicações e integração de aeronaves, enquanto a IAI-ELTA fornecerá o radar AEW, SIGINT (inteligência de sinais) e outros sistemas eletrônicos.

O P600 AEW abrange o crescente mercado para capacidade aeroembarcadas de inteligência, vigilância e reconhecimento para países que exigem soluções economicamente viáveis, de alto desempenho e flexíveis para missões de defesa e segurança interna. O EMBRAER Praetor 600 é o jato executivo super midsize de melhor desempenho de sua categoria, oferecendo alcance intercontinental com excelente capacidade de carga útil, alta disponibilidade e confiabilidade, curto tempo de retomada de operação e baixo custo de ciclo de vida.

Juntamente com a tecnologia de ponta dos sensores da ELTA, a solução P600 AEW oferece os benefícios de sistemas comprovados e avançados e recursos disponibilizados, até agora, apenas em plataformas muito maiores.

O P600 AEW pode fornecer imagens situacionais de aérea integradas e estendidas monitorando a atividade aérea em áreas fora da cobertura dos radares terrestres. Pode executar várias missões, tais como defesa aérea, alerta antecipado, comando e controle, eficiência da frota de combate, defesa territorial e vigilância marítima.

Além disso, o P600 AEW pode ser configurado com uma vasta gama de sistemas de sensores de controle para alerta antecipado, incluindo a 4ª geração de radar AEW AESA Digital, IFF civil e militar, ESM/ELINT com capacidade de recepção de ameaças-radar, comando e controle, pacote de comunicação abrangente, incluindo redes de dados e links via satélite, além de um robusto sistema de autoproteção (SPS).

Uma solução de comunicações abrangente permite a capacidade de link de dados, bem como a comunicação por satélite para operações além da linha de visada. Também assegura a interoperabilidade com as forças aliadas. O recurso de guerra centrada em rede (NCW) transforma o P600 AEW em um membro de uma rede tática. Um sistema avançado de autoproteção (SPS) realiza a detecção de ameaças potenciais, ativando quaisquer medidas de suporte eletrônico necessárias.

“Esta plataforma oferece desempenho e flexibilidade superiores resultando na melhor proposta de valor em sua categoria”, disse Jackson Schneider, presidente e CEO da EMBRAER Defensa & Segurança. “Ele pode ser facilmente configurado para atender às necessidades do cliente e poder executar uma ampla variedade de missões de uma maneira mais eficiente e econômica”.

“Como parte da nova estratégia da IAI, estamos intensificando nossas colaborações com empresas globais, alavancando o know-how e a tecnologia acumulada ao longo de décadas de operações nas áreas aeroespacial e de defesa. Como pioneiros dos jatos executivos AEW, a ELTA Systems fez grandes progressos ao longo dos anos para oferecer recursos AEW econômicos para as crescentes necessidades globais” disse Yoav Tourgeman, presidente da ELTA e vice-presidente executivo da IAI. “Essa parceria forjada com a EMBRAER Defensa & Segurança nos permite introduzir um novo segmento de mercado, oferecendo um sistema AEW econômico em plataforma executiva de médio porte”.

Sobre a EMBRAER

Empresa aeroespacial global com sede no Brasil, a EMBRAER completa 50 anos de atuação nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança, Aviação Agrícola. A Companhia projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer Serviços & Suporte a clientes no pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A EMBRAER é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

Sobre a Israel Aerospace Industries

A IAI Ltd. é a maior empresa aeroespacial e de defesa de Israel e líder mundial em tecnologia e inovação, especializada no desenvolvimento e fabricação de sistemas avançados para segurança aérea, espacial, marítima, terrestre, cibernética e doméstica. Desde 1953, a empresa fornece soluções tecnológicas avançadas para clientes governamentais e comerciais em todo o mundo, incluindo: satélites, mísseis, sistemas de armas e munições, sistemas não tripulados e robóticos, radares, C4ISR e muito mais. A IAI também projeta e fabrica jatos executivos e aeroestruturas, realiza revisão e manutenção em aeronaves comerciais e converte aeronaves de passageiros em configurações de reabastecimento e carga.

FONTE: http://www.defesanet.com.br/embraer/noticia/33251/EMBRAER-e-ELTA-criam-um-novo-segmento-de-mercado-com-o-lancamento-do-P600-AEW-/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Julho 24, 2019, 02:27:15 am
IMBEL – Uma visita à fábrica de Itajubá

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Antes de começar o texto gostaria de agradecer ao Coronel Muniz, por permitir minha visita à IMBEL, Fábrica de Itajubá; ao Tenente Coronel Renaldo e Major Afonseca pelas explicações sobre todo o processo de fabricação das armas IMBEL; ao Sr. Venâncio, pela explicação e demonstração das armas da empresa e aos demais colaboradores da IMBEL pela receptividade e explicações sobre a fábrica.

Em 1937, ainda no governo de Getúlio Vargas, nasceu em Itajubá – MG, a então chamada “Fábrica de Canos e Sabres para Armas Portáteis” e que mais tarde se tornou conhecida com o nome atual: IMBEL, Indústria de Material Bélico do Brasil, e à esta fábrica, foi atribuído o nome de Fábrica de Itajubá, ou tão somente F.I.

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A IMBEL, Fábrica de Itajubá, é uma das quatro fabricantes nacionais de armas de fogo, e atualmente a única fabricante nacional de fuzis, rifles e carabinas em calibre 7,62x51mm, utilizando sua nova plataforma de armas o IA2, tanto em calibre 5,56x45mm quanto em 7,62x51mm, um projeto que, apesar de ser baseado no antigo FAL, é totalmente nacional. Já suas pistolas são todas baseadas na plataforma 1911, tendo em seu portfólio desde a clássica M911 (pistola monofilar com capacidade de 7+1 em calibre .45 ACP, com corpo totalmente em aço) até pistolas mais modernas, com corpo em polímero, com maior capacidade nos calibres .40 S&W, .380 ACP e 9mm Luger.

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Produção

A Fábrica de Itajubá é estabelecida dentro de um complexo de galpões, onde compreende diferentes etapas dos processos de fabricação das armas IMBEL. Desde o momento de recebimento da matéria prima, onde são divididos por cores os materiais aprovados, em análise e/ou refugados, até o momento em que o armamento segue para despacho, tudo é testado, seja por amostragem, individualmente por que o funcionário identificou algum problema no material, ou também no final do processo de produção onde cada arma é verificada e testada.

Como a maioria das armas IMBEL ainda são produzidas em aço ou alumínio, o processo de produção das partes principais das armas como frame e ferrolho são literalmente forjados no galpão intitulado de Forjas onde há um grande forno aquecido à mais de 1000ºC que aquece barras de aço. Essas barras aquecidas são colocadas em um molde abaixo de um grande martelo, que, com cerca de 400kg de força, bate na barra formando então as diversas peças produzidas, como frames e ferrolhos das pistolas.

Apesar da fábrica estar passando por um processo de modernização constante, diversos processos são divididos entre máquinas com mais de 50 anos de idade e máquinas modernas, este é o caso do processo de usinagem. Para usar como exemplo, o processo de usinagem do corpo do fuzil e carabina em 7,62x51mm, que era feito em 120 processos, foi reduzido para 60, e ainda assim é necessário utilizar quase que todo um galpão para a produção desta peça, enquanto a produção do corpo do fuzil e carabina IA2 em 5,56x45mm, começou com 38 processos, e hoje, foi reduzido para 4 processos, utilizando somente maquinário mais moderno.

Pelo fato do Governo Federal ser responsável pelo orçamento da IMBEL, é feito menos investimento na fábrica do que o necessário para que toda ela seja modernizada mais rapidamente, mas é esperado que dentro de 3 meses novas máquinas cheguem à empresa melhorando ainda mais a produtividade na fabricação das armas.

odas as peças em polímero, com exceção da case em que as armas são entregues, são produzidas pela própria IMBEL, em Itajubá, moldes são inseridos em máquinas que injetam neles polímero derretido, e em poucos minutos a peça sai pronta, seja o frame de uma pistola 9 TC MD6, seja o guarda mão do fuzil IA2.

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O cano das armas, forjados a frio, participam de um interessante processo de raiamento. Todos os canos são, no início, uma barra de aço com um furo no meio e através de uma barra é produzido somente um cano de fuzil e mais de 4 canos de pistola, dependendo do tamanho. Essa barra de aço é colocada em uma máquina onde ocorre o raiamento através da introdução no furo do cano, e enquanto a barra gira 4 martelos atingem-na centenas de vezes por minuto, causando a prensa contra esta ferramenta e a alongando de forma a possibilitar a marcação das estrias no que, mais à frente se tornará o cano de uma arma de fogo. Os canos de fuzil, no final, ainda são cromados por dentro, processo que aumenta significativamente sua vida útil.

Antes das armas serem montadas, elas recebem o “Tratamento Superficial” que é exatamente o acabamento que vemos nas armas quando às recebemos seja a oxidação das peças ou a pintura epóxi. Em relação à esta pintura existem muitas críticas, porém, de acordo com o Major Afonseca, a IMBEL passou a cobrar parâmetros para os fornecedores da tinta, fazendo com que não recebam material de baixa qualidade, evitando que a pintura das armas descasque com facilidade, como era visto anteriormente.

Após as armas receberem o tratamento superficial, elas seguem para montagem onde os funcionários finalmente pegam peça por peça, montam dentro da arma, fazem a gravação de número de série e demais informações contidas na arma, e as encaminha para a última revisão de qualidade.

Todas as armas, sem exceção, são inspecionadas, não só de forma visual, mas também fazendo teste de todas as suas funções. Um ou dois funcionários fazem o manuseio da arma, testando tudo desde disparo a seco, travas ou ADC, teclas, botões, trava do percursor e o peso do gatilho. Após receberem essa inspeção as armas seguem para teste de tiro em um estande fechado de cerca de 50 metros, onde o atirador realiza, primeiramente, dois disparos com munição original com carga 30% mais forte do que o utilizado normalmente com o objetivo de detectar quaisquer problemas que os canos possam ter, caso não tenham sido identificados em todos os processos anteriores. Tive a oportunidade ainda de ver o lote de teste de produção em massa, chamado de lote piloto, da nova carabina IA2 7,62x51mm, este lote é produzido antes da arma entrar de fato em produção em massa.

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Lote piloto da carabina IA2 7,62x51mm aguardando carregadores para serem testados.

Após inspeção seguem para o teste de precisão a 15 metros, onde 10 tiros são disparos com as pistolas, sendo 2 para encontrar a mira e 8 para conferir a mira. Já com os fuzis é feito teste com 40 tiros a 50 metros. Após serem testados e aprovados, as armas seguem para estoque, onde aguardarão autorizações de compra para serem faturados e finalmente entregues ao consumidor final, seja este uma força de segurança do governo ou um cidadão comum.

Por muitos anos a IMBEL produziu diversos modelos das pistolas Springfield Armory e nesta visita foi possível ver alguns desses modelos que eram exportados. Visualmente o acabamento das armas exportadas parecia ter uma qualidade melhor do que das armas do mercado interno, porém, em conversa com o Tenente Coronel Renaldo, foi informado que as armas Springfield passavam por exatamente o mesmo processo de fabricação das outras armas, e à elas era atribuído as mesmas matérias primas das armas nacionais.

Produtos

Ao final da visita, pude ainda conhecer e testar os produtos IMBEL como a nova pistola 9 TC MD6 e 380 TC MD6. Armas compactas, com corpo em polímero, desenvolvidas para porte velado e defesa pessoal e assim como as outras armas IMBEL, são robustas apesar de possuírem corpo em polímero, possuem suporte central enxertado junto ao polímero, ou seja, ele não é preso por pinos ao corpo mas faz parte dele deixando o armamento mais resistente sem ganhar tanto peso.

Além disso, foi possível conhecer também a nova carabina IA2 em calibre 7,62x51mm, uma carabina relativamente compacta, e que possui pouquíssimo recuo, algo totalmente diferente do que eu imaginava, principalmente pelo fato do cano ser menor do que o esperado em um fuzil.

O fuzil IA2 7,62, mesmo no regime de fogo automático é também muito controlável, diferente do que era o antigo FAL ou PARAFAL, utilizando o mesmo sistema de disparo. Além de serem armas relativamente leves. As armas são também muito precisas, foi fácil acertar balões colocados à uma distância de cerca de 50 metros, mesmo nunca tendo atirado com as armas anteriormente.

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Nova Carabina IA2 calibre 7,62x51mm.

A carabina e fuzil IA2 5,56x45mm que se diferenciam somente por conta do regime de fogo (o fuzil tem regime automático e a carabina somente semiautomático) possuem as mesmas características do IA2 7,62, armas relativamente leves e tiro bastante preciso, e quando utilizado regime automático, o tiro é ainda mais controlável, desta vez, por conta não só do calibre, mas também por conta de um freio de boca (Muzzle Breaker), que ajuda muito a controlar a arma durante os disparos.

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Na parte de cima, carabina IA2 5,56x45mm e abaixo, fuzil IA2 calibre 5,56x51mm. Sendo que m a única diferença entre eles é o regime de fogo, onde no fuzil existe como regime automático e na carabina somente semiautomático.

FONTE:  http://firearmsbrasil.com.br/noticias/imbel-visita-fabrica-itajuba/
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: mafets em Agosto 09, 2019, 11:06:12 am
Interessante.  c56x1 c56x1

https://journalofwonder.embraer.com/br/pt/151-13-aeronaves-da-embraer-que-nao-sairam-do-papel (https://journalofwonder.embraer.com/br/pt/151-13-aeronaves-da-embraer-que-nao-sairam-do-papel)

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13 AERONAVES DA EMBRAER QUE NÃO SAÍRAM DO PAPEL
Ao longo dos 50 anos, diversas aeronaves - de caça, de transporte de passageiros e até de evacuação médica - foram projetadas, mas nunca saíram do papel. Conheça-as agora, em uma reportagem que vasculhou os arquivos históricos da Embraer. Quando foram concebidas? Para que serviriam? O que aconteceu com o projeto?

(https://i.ytimg.com/vi/eNs3IbaZflA/hqdefault.jpg)

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Saudações
Título: Re: Indústria de Defesa do Brasil
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 17, 2019, 07:24:26 pm