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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Última mensagem por HSMW em Maio 22, 2018, 02:11:50 pm »
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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Exército Brasileiro
« Última mensagem por Vitor Santos em Maio 22, 2018, 12:36:10 pm »
Cooperação Brasil-Indonésia: estágio internacional de operação e manutenção de sistema de mísseis e foguetes


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Formosa (GO) – O Comando do Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes (CI Art Msl Fgt) realizou, no dia 18 de maio, uma solenidade de encerramento do Estágio Internacional de Operação e Manutenção do Sistema de Mísseis e Foguetes para militares do Exército da Indonésia. O estágio proporcionou aos militares de ambos os países, o intercâmbio de conhecimento técnico-operacional do Sistema Astros.

A atividade simboliza o primeiro Estágio Internacional realizado nas novas instalações do Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes. Dentre os assuntos abordados, destacam-se a operação e a manutenção do Sistema ASTROS, além do emprego tático de Grupo de Mísseis e Foguetes.

O Primeiro-Tenente Muhammad Rashid Karami, do Exército da Indonésia, destacou que “o Estágio no Sistema ASTROS foi muito importante para o Exército da Indonésia. Pudemos adquirir novos conhecimentos e experiências sobre o sistema que não possuíamos. A doutrina, teoria e prática com o Exército Brasileiro aumentou as nossas habilidades para lidar com esse moderno material na Indonésia. Esperamos que o programa de estágios internacionais no CI Art Msl Fgt seja mantido, com maior carga-horária e alunos”.

Participaram do evento, o Coronel Valério Luiz Lange, Chefe do Centro de Estudos Estratégicos do Exército; o Coronel Budhi Achmadí, Adido Militar da Indonésia no Brasil; e o Senhor Genivaldo Pimenta dos Santos, Supervisor do suporte e treinamento ao cliente na Indústria AVIBRAS.








FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/8886530
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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Exército Brasileiro
« Última mensagem por Vitor Santos em Maio 22, 2018, 12:30:06 pm »
Paraquedistas do EB participam do Lone Paratrooper 2018 da OTAN


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León (Espanha) – No período de 3 a 11 de maio, na cidader de León, no Reino da Espanha, a Companhia de Precursores Paraquedista (Cia Prec Pqdt) participou do Exercício OTAN Lone Paratrooper 2018. O Exercício consiste em um intercâmbio de táticas, técnicas e procedimentos de Salto Livre Operacional à Grande Altitude (HAHO – HALO).

Neste ano, participaram Unidades Operacionais da Brasil, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália e Portugal, realizando saltos a 12.000, 18.000 e 24.000 pés, a partir de aeronaves C-295 e C-130 espanholas e um C-130 do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos da América. Ao término do Exercício, as equipes participantes tiveram a oportunidade de atualizar seus conhecimentos e empregar materiais de última geração nesse tipo de infiltração.

A Equipe brasileira foi composta pelo Major Rafael de Oliveira Penteado, Comandante da Cia Prec Pqdt; do Major Flávio Sentone Júnior, do Centro de Instrução Pára-quedista General Penha Brasil; e dos Segundo-Sargentos Anderson Luis Cordeiro e Alexandre Cordeiro Santos, ambos da Cia Prec Pqdt.




FONTE: http://www.forte.jor.br/2018/05/19/paraquedistas-do-eb-participam-do-lone-paratrooper-2018-da-otan/
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Serviços de Informações e Inteligência / Re: CIA
« Última mensagem por Vitor Santos em Maio 22, 2018, 12:23:33 pm »
Programa espacial do Brasil foi alvo da CIA


Papéis mostram que satélites americanos espionaram complexo militar brasileiro

A CIA (Agência Central de Inteligência) usou satélites para espionar o programa espacial brasileiro e o complexo industrial militar do País entre 1978 e 1988. Documentos desclassificados pelo governo americano em dezembro de 2016 mostram análises de fotos aéreas das instalações de fábricas, da base de lançamentos de foguetes em Natal (RN), e do campo de provas de armamentos da Serra do Cachimbo, onde a Força Aérea Brasileira (FAB) construía um poço que poderia ser usado em testes de artefatos nucleares.

Além de satélites, os papéis mostram que os adidos de defesa e a embaixada americana dispunham de uma rede de informantes que permitiu aos Estados Unidos saber detalhes das negociações secretas entre Brasil e Arábia Saudita e as vendas de blindados e foguetes para o regime de Saddam Hussein, no Iraque, e para a Líbia, governada então por Muamar Kadafi. Os americanos temiam que, por meio dessas vendas, a tecnologia ocidental fosse parar nas mãos da União Soviética. Tinham ainda restrições às entregas a nações hostis aos Estados Unidos. Mas também enxergavam uma vantagem: o equipamento brasileiro podia roubar dos russos mercados inacessíveis a Washington.

Produzido pelo Centro Nacional de Interpretação Fotográfica, o relatório com o título Alcance de Mísseis: Instalações Mísseis Estratégicos SSM (Míssil Terra-Terra) lista dez locais de interesse da espionagem americana. O primeiro a ser fotografado foi a Base Aérea de São José dos Campos.

Na mesma cidade, os satélites registraram o Centro Técnico Aeroespacial (CTA) e a fábrica da Avibrás, que participava dos projetos de foguetes militares. Na vizinha Santa Branca, outra área da Avibrás foi vigiada, assim como em Piquete, uma fábrica de explosivos – os americanos pensavam que ali seria feito o combustível sólido do foguete meteorológico Sonda IV e do VLS (Veículo Lançador de Satélites).

O relatório de novembro de 1982 usa fotos da Base Aérea de Natal e de sua área de lançamento de foguetes e, por fim, do campo de teste de arma do Cachimbo. Os americanos previam que, em 1988, o País teria condições de lançar o VLS – ele só seria lançado em 1997 e seria abandonado após explodir em 2003 na Base Aérea de Alcântara, no Maranhão, deixando 21 mortos.

Em 1.º de outubro de 1982, os americanos fotografaram um protótipo do Sonda IV. Ele podia atingir mil quilômetros de altitude e levar uma carga de 300 quilos. Pelas coordenadas geográficas da foto é possível saber que ela foi feita sobre São José dos Campos. Em 27 de março de 1984, novo documento informava que se detectara a construção da torre de lançamento do Sonda IV, em Natal. Para os americanos “o Sonda IV podia ser adaptado para o transporte de arma”, o que nunca aconteceu
.

Engesa

Os satélites americanos também espionaram a Engesa, maior indústria de armamentos brasileira. Fabricante dos blindados Cascavel e Urutu, ela pretendia produzir o tanque pesado Osório. Em 25 de agosto de 1978, o satélite identificou pela primeira vez na fábrica em São José dos Campos oito Urutus e um Cascavel. O Brasil passou a vender esses blindados a países como Líbia, Iraque e Colômbia.

Em 1980 e em 1984 a CIA produziria relatórios sobre as vendas, acusando o País de não se importar com o destino final das armas. Segundo eles, blindados Cascavel foram repassados pela Líbia aos rebeldes da Frente Polisário, que lutavam pela independência do Saara Ocidental (território ocupado hoje pelo Marrocos), e a rebeldes do Chade.

No papel de 1984, os americanos analisavam as vulnerabilidades da indústria bélica brasileira. A principal delas, segundo a CIA, era depender de vendas externas. Qualquer corte de compras podia ser letal para ao setor.

O documento secreto via risco de vazamentos de tecnologia para países hostis do Terceiro Mundo e para Moscou. O Brasil já teria despertado a atenção dos russos, mas não estaria preparado para proteger seus segredos. Também informava que os governo brasileiro vetara a vendas para Cuba e Coreia do Norte.

As vendas da indústria bélica a países árabes eram apontadas pelos americanos como a causa de o Brasil votar contra os Estados Unidos e Israel nas Nações Unidas. Por fim, o documento revelava um segredo: o Brasil teria feito um acordo secreto em janeiro de 1984 de US$ 2 bilhões para desenvolver e produzir o tanque Osório para a Arábia Saudita.

Só três meses depois os dois governos tornariam público um protocolo de cooperação militar, assinado em Brasília pelo ministro da defesa saudita, o príncipe Sultan Ibn Abdulaziz. Em 1989, os governos anunciariam a produção do Al Fahad, a versão saudita do Osório, que acabou não se concretizando – os sauditas compraram o tanque americano Abrams. Os Estados Unidos estavam certos: a quebra do acordo com os árabes foi letal à Engesa, que faliu em 1993.

Brigadeiro

A rede de informantes americana atuou ainda na espionagem das atividades da empresa Órbita, uma parceira montada nos anos 1980 com a participação da Engesa e da Embraer. Além dos informantes, a CIA recebia informações da embaixada americana, que mantinha contatos com empresários brasileiros.

Vito Antonio de Grassi, então presidente da Órbita é apontado no relatório de 20 de maio de 1988 como a fonte da informação de que a empresa ia produzir mísseis terra-ar, ar-ar e antitanque para as Forças Armadas brasileiras. O vice-presidente da Órbita era o brigadeiro Hugo Piva, que depois chefiaria uma missão técnica brasileira que desenvolvia armas para Saddam Hussein.

O mesmo relatório informava que a Avibrás estaria desenvolvendo um míssil tático terra-terra. A embaixada dos Estados Unidos não quis se manifestar sobre o caso, assim como a Força Aérea Brasileira, a Embraer, a Avibrás e Vito Antonio de Grassi.

FONTE: Estadão / http://www.forte.jor.br/2018/05/21/programa-espacial-do-brasil-foi-alvo-da-cia/
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Indústrias de Defesa / Re: Programa Espacial Brasileiro
« Última mensagem por Vitor Santos em Maio 22, 2018, 12:22:34 pm »
Programa espacial do Brasil foi alvo da CIA


Papéis mostram que satélites americanos espionaram complexo militar brasileiro

A CIA (Agência Central de Inteligência) usou satélites para espionar o programa espacial brasileiro e o complexo industrial militar do País entre 1978 e 1988. Documentos desclassificados pelo governo americano em dezembro de 2016 mostram análises de fotos aéreas das instalações de fábricas, da base de lançamentos de foguetes em Natal (RN), e do campo de provas de armamentos da Serra do Cachimbo, onde a Força Aérea Brasileira (FAB) construía um poço que poderia ser usado em testes de artefatos nucleares.

Além de satélites, os papéis mostram que os adidos de defesa e a embaixada americana dispunham de uma rede de informantes que permitiu aos Estados Unidos saber detalhes das negociações secretas entre Brasil e Arábia Saudita e as vendas de blindados e foguetes para o regime de Saddam Hussein, no Iraque, e para a Líbia, governada então por Muamar Kadafi. Os americanos temiam que, por meio dessas vendas, a tecnologia ocidental fosse parar nas mãos da União Soviética. Tinham ainda restrições às entregas a nações hostis aos Estados Unidos. Mas também enxergavam uma vantagem: o equipamento brasileiro podia roubar dos russos mercados inacessíveis a Washington.

Produzido pelo Centro Nacional de Interpretação Fotográfica, o relatório com o título Alcance de Mísseis: Instalações Mísseis Estratégicos SSM (Míssil Terra-Terra) lista dez locais de interesse da espionagem americana. O primeiro a ser fotografado foi a Base Aérea de São José dos Campos.

Na mesma cidade, os satélites registraram o Centro Técnico Aeroespacial (CTA) e a fábrica da Avibrás, que participava dos projetos de foguetes militares. Na vizinha Santa Branca, outra área da Avibrás foi vigiada, assim como em Piquete, uma fábrica de explosivos – os americanos pensavam que ali seria feito o combustível sólido do foguete meteorológico Sonda IV e do VLS (Veículo Lançador de Satélites).

O relatório de novembro de 1982 usa fotos da Base Aérea de Natal e de sua área de lançamento de foguetes e, por fim, do campo de teste de arma do Cachimbo. Os americanos previam que, em 1988, o País teria condições de lançar o VLS – ele só seria lançado em 1997 e seria abandonado após explodir em 2003 na Base Aérea de Alcântara, no Maranhão, deixando 21 mortos.

Em 1.º de outubro de 1982, os americanos fotografaram um protótipo do Sonda IV. Ele podia atingir mil quilômetros de altitude e levar uma carga de 300 quilos. Pelas coordenadas geográficas da foto é possível saber que ela foi feita sobre São José dos Campos. Em 27 de março de 1984, novo documento informava que se detectara a construção da torre de lançamento do Sonda IV, em Natal. Para os americanos “o Sonda IV podia ser adaptado para o transporte de arma”, o que nunca aconteceu
.

Engesa

Os satélites americanos também espionaram a Engesa, maior indústria de armamentos brasileira. Fabricante dos blindados Cascavel e Urutu, ela pretendia produzir o tanque pesado Osório. Em 25 de agosto de 1978, o satélite identificou pela primeira vez na fábrica em São José dos Campos oito Urutus e um Cascavel. O Brasil passou a vender esses blindados a países como Líbia, Iraque e Colômbia.

Em 1980 e em 1984 a CIA produziria relatórios sobre as vendas, acusando o País de não se importar com o destino final das armas. Segundo eles, blindados Cascavel foram repassados pela Líbia aos rebeldes da Frente Polisário, que lutavam pela independência do Saara Ocidental (território ocupado hoje pelo Marrocos), e a rebeldes do Chade.

No papel de 1984, os americanos analisavam as vulnerabilidades da indústria bélica brasileira. A principal delas, segundo a CIA, era depender de vendas externas. Qualquer corte de compras podia ser letal para ao setor.

O documento secreto via risco de vazamentos de tecnologia para países hostis do Terceiro Mundo e para Moscou. O Brasil já teria despertado a atenção dos russos, mas não estaria preparado para proteger seus segredos. Também informava que os governo brasileiro vetara a vendas para Cuba e Coreia do Norte.

As vendas da indústria bélica a países árabes eram apontadas pelos americanos como a causa de o Brasil votar contra os Estados Unidos e Israel nas Nações Unidas. Por fim, o documento revelava um segredo: o Brasil teria feito um acordo secreto em janeiro de 1984 de US$ 2 bilhões para desenvolver e produzir o tanque Osório para a Arábia Saudita.

Só três meses depois os dois governos tornariam público um protocolo de cooperação militar, assinado em Brasília pelo ministro da defesa saudita, o príncipe Sultan Ibn Abdulaziz. Em 1989, os governos anunciariam a produção do Al Fahad, a versão saudita do Osório, que acabou não se concretizando – os sauditas compraram o tanque americano Abrams. Os Estados Unidos estavam certos: a quebra do acordo com os árabes foi letal à Engesa, que faliu em 1993.

Brigadeiro

A rede de informantes americana atuou ainda na espionagem das atividades da empresa Órbita, uma parceira montada nos anos 1980 com a participação da Engesa e da Embraer. Além dos informantes, a CIA recebia informações da embaixada americana, que mantinha contatos com empresários brasileiros.

Vito Antonio de Grassi, então presidente da Órbita é apontado no relatório de 20 de maio de 1988 como a fonte da informação de que a empresa ia produzir mísseis terra-ar, ar-ar e antitanque para as Forças Armadas brasileiras. O vice-presidente da Órbita era o brigadeiro Hugo Piva, que depois chefiaria uma missão técnica brasileira que desenvolvia armas para Saddam Hussein.

O mesmo relatório informava que a Avibrás estaria desenvolvendo um míssil tático terra-terra. A embaixada dos Estados Unidos não quis se manifestar sobre o caso, assim como a Força Aérea Brasileira, a Embraer, a Avibrás e Vito Antonio de Grassi.

FONTE: Estadão / http://www.forte.jor.br/2018/05/21/programa-espacial-do-brasil-foi-alvo-da-cia/
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Conflitos do Passado e História Militar / Re: Efemérides
« Última mensagem por Lusitano89 em Maio 22, 2018, 12:00:31 pm »
Neste mesmo dia, em 1998, abria a Exposição Mundial de 1998 (Expo 98) em Lisboa. O tema foi "Os oceanos: um património para o futuro", realizou-se em Lisboa, entre 22 de maio e 30 de setembro de 1998. Teve o propósito de comemorar os 500 anos dos Descobrimentos Portugueses. Recebeu cerca de 11 milhões de visitantes e mudou para sempre a zona oriental da capital portuguesa.


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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Novo Reabastecador da Marinha Portuguesa
« Última mensagem por mafets em Maio 22, 2018, 11:44:47 am »
Segundo o link que postei atrás, já deve ter começado a viagem para a India com o intuito de ser desmantelado (estava previsto para Março de 2018).

http://www.navy.mil.nz/mtf/endeavour/default.htm

Citar
ENDEAVOUR will be scrapped in India, this is first time both New Zealand and India have processed a vessel under Basel. The voyage will take about 27 days leaving Devonport Naval Base on 20 March 2018.

Cumprimentos
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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Novo Reabastecador da Marinha Portuguesa
« Última mensagem por tenente em Maio 22, 2018, 11:18:58 am »
Em Jun 2017, está quase a fazer um ano, eu coloquei aqui alguma info referente ao AOR NZ,  mas, pelos vistos e apesar de ser mais moderno, ter casco duplo e poder embarcar um heli lig, não servia para nós, pois, com o navio que temos, com mais dezasseis anos de serviço e casco simples, estamos melhor.
Uma Nação como a nossa que não tem dinheiro e não quer investir nas FFAA, não pode perder as poucas e boas oportunidades que por esse mundo aparecem para aquisição/substituição dos nossos meios Navais.  Apesar de serem usados, são mais recentes e possuem mais valências que os que actualmente nós possuimos.
O HMNZS Endeavour apenas tinha mais três anos que as Fragatas VdG !!!!!

http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=12345.15

New Zealand Navy’s sole tanker concludes her last deployment

https://navaltoday.com/2017/06/13/new-zealand-navys-sole-tanker-concludes-her-last-deployment/


HMNZS Endeavour entering Devonport Naval Base. Photo: Royal New Zealand Navy

Royal New Zealand Navy’s fleet oiler returned to her homeport of Devonport Naval Base on June 13 completing her last operational deployment.

The 30-year-old Endeavour wrapped up a four-month South-east Asia deployment and is set to be decommissioned later this year.

HMNZS Endeavour started her service in April 1988 after being built in South Korea. Endeavour is the third ship of this name to serve in the Royal New Zealand Navy and is named after James Cook’s HM Barque Endeavour on his first voyage to New Zealand.

Crewed by 50 officers and sailors, Endeavour spent her years in service refueling ships at sea, enabling other navy vessels to operate over long distances for extended periods of time.

She will be replaced by what will be the Royal New Zealand Navy’s largest ship ever.

HMNZS Aotearoa, as the vessel will be named, will have twice the displacement of HMNZS Endeavour and will carry 30 per cent more fuel.

Construction of the new 24,000-tonne vessel will start next year and is expected to be delivered in January 2020.

PS será que o Endeavour, vai ser vendido às Filipinas ou se custar menos de 20 Milhões será que ..................................
Tendo uma guarnição de apenas 50 elementos estou cá c/ um pressentimento que o sistema " D ", vai ser aplicado em força.
A Jane's de Junho que o camarada CJ fez o grande favor de aqui nos presentear, tem algumas linhas sobre a possibilidade da aquisição 2nd hand, e,com  small crew, heli deck, para datas muito interessantes, porque será ??



Abraços

Abraços
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Armada Chinesa
« Última mensagem por mafets em Maio 22, 2018, 11:02:46 am »
Type 002 aircraft carrier returned to Dalian port today, after 5 days of sea trial.



Impressão minha, ou em relação ao Liaoning o piso do convêm de voo do novo Porta-Aviões foi feito com ladrilhos deflectores?







Saudações
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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Novo Reabastecador da Marinha Portuguesa
« Última mensagem por mafets em Maio 22, 2018, 10:57:58 am »
Não acredito que a Marinha aceite um navio para reabastecedor que não tenha casco duplo, hoje em dia é daquelas coisas básicas.

Por falar em casco duplo  ;D :jok: :nice: max1x1



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ENDEAVOUR - A11
Decommissioned: ENDEAVOUR was the Navy's purpose built fleet replenishment tanker designed to refuel ships at sea enabling our frigates and other vessels to operate over long distances for extended periods of time. She operated independently throughout the Pacific and South East Asia as a key capability of the Navy and the New Zealand government. ENDEAVOUR was built in South Korea to a commercial design. Her replacement AOTEAROA is being built by the same shipping company.

ENDEAVOUR was delivered to the Ministry of Defence and commissioned into the Royal New Zealand Navy on 8 April 1988 and decommissioned on 15 December 2017. She was the third ship of this name to serve in the Royal New Zealand Navy and is named after James Cook's HM Barque Endeavour on his first voyage to New Zealand.

Endeavour was due to be decommissioned in 2013, but was retained after an 18-month refit to make the ship meet standards for double-hulled tankers. In March 2015, a request for tender for a replacement vessel was released by the New Zealand Ministry of Defence.

http://www.navy.mil.nz/mtf/endeavour/default.htm

https://en.wikipedia.org/wiki/HMNZS_Endeavour_(A11)

Saudações  8) :P
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