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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Pilotasso em Hoje às 06:19:28 pm »
Desde a Gronelândia acredito que a vontade de novos projectos com misseis ESSM e (ou) SM-2 / SM-6 tenha... esmorecido. Sendo que alterar é complicado e sem um equivalente europeu Mk 41 VLS pior.

E não é só isso, o SM-2 é um míssil já bastante antigo com o ASTER 30 especialmente na versão b1NT mais capaz na fase terminal e ter sensor melhor apesar de no papel ter menos alcance. Alcance não é tudo.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 06:13:10 pm »
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Sim, para mim a menção de APCs vs IFV no artigo distingue as versões sem torre RCT30, as Boxer que têm apenas RWS 12,7mm, sejam VBTP, posto comando, ambulância, recuperação, etc. Para quê mencionar os dois tipos na mesma frase?

Isso não faz sentido nenhum.

Faz tanto sentido como um oficial general e uma publicação da defesa confundirem IFV e APC. Se fosse a CNN ou SIC ou um jornal qualquer talvez...

A versão IFV tem mais em comum com a APC (ambas transportam pessoal), do que a APC teria em comum com as restantes versões (que não servem para transportar pessoal) que executam tarefas específicas.

Continua a ser mais provável que os termos APC/IFV tenham sido usados por lapso (exemplo trocar o termo AFV por APC/IFV), ou do próprio jornalista, ou para denotar que são intercambiáveis no contexto do EP, em que a versão IFV vai cumprir as 2 funções, ou que seriam literalmente comprados  APC e IFV.

Saltar para "APC = todas as outras versões" é o menos provável.
Pois pode ser uma ou outra a intenção do general e jornalista. Ambos fazerem o mesmo erro/ lapso é o menos provável acho eu.. O tempo dirá quem tem razão.
O segundo artigo parece ampliar o erro, ou confirma a minha tese. Comprarmos APC e IFV ao mesmo tempo não faz muito sentido. Os Pel.At. Mec terão 1 APC e 3 IFV? ou 2 IFV e 2 APC? Acho muito improvável. Ter um BIMec equipado exclusivamente com 90 Boxer na versão RCT30 também é improvável, e coisa inédita na NATO. Mas o preço unitário a ser igual `a compra alemã e holandesa confirma mais a tua tese. Teremos que aguardar, é só. Eu prefiro que todos os Boxer para as Sec. At. mec sejam RCT30, claro.
Sendo mesmo 90 Boxer RCT30, só pode ser para equipar 2 BIMec...

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1-  90 Boxer em várias versões (RCT30, posto comando, morteiro, recuperação, etc) que irão equipar um BI (-) do proposto Agrupamento Mec. da brigada média.
Como se refere que os Boxer são parar substituir os M-113 pensamos logo no BIMec Pesado da Brigada Mecanizada, mas esta vai desaparecer. Passa a existir apenas um Agrupamento Mecanizado em seu lugar, este parte da brigada média. Mas, podemos estar a olhar no lugar errado... siga:

A dúvida nesta hipótese, é perceber se estes iriam substituir apenas os M-113, ou também as restantes variantes cujos nomes são diferentes (M577, M901, M106, etc).

De notar que um BIMec com uns 40-50 M-113, transporta praticamente tantos soldados como ~90 Boxer RCT30. A organização deste BIMec com Boxer nunca seria igual ao que era com M-113, a não ser que prefiram reduzir na Infantaria (em número) para acomodar viaturas com mais poder de fogo.

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2-  90 Boxer, todos na versão RCT30para equipar os 2 BIMec da atual Brigada Intervenção, afinal foi o comandante desta a fazer a declaração que vamos comprar 90 Boxer!
45 por cada BI (14 por CAtMec e 3 no comando do BIMec). Neste caso vamos supor que serão todas RCT30 ou talvez 80 RCT30, 4 Posto Comando e 6 Ambulância.

Até agora tudo apontava para 1 BIMec, não 2.
Tendo em conta a capacidade de transporte dos RCT30, precisas de 90 RCT30 num BIMec para transportar o mesmo pessoal que um BIMec Pandur transporta (no papel).

Sem dúvida que as sec. de atiradores terão outra organização e o QO dos BIMec Boxer será diferente. Basta vermos a organização alemã, lituana ou holandesa para comparar. A secção Boxer nas versões de combate (APC, IFV, JFST,etc) tem 3 de tripulação (condutor, apontador e comandante), mas o pessoal que desembarca será talvez apenas 7 ou 8 elementos?

Os únicos Pandur que tens em grande número são os APC. O resto mal dão para apoiar 2 BIMec da BrigInt, quanto mais para distribuir por 2 brigadas.

O mais provável é manterem 2 BIMec Pandur + 1 BIMec Boxer na Brigada Média, e quanto muito "oferecerem" alguns Pandur APC para a Brigada Ligeira.
Os ST5 pura e simplesmente não se adequam a acompanhar/apoiar blindados 8x8 ou de lagartas. E para o fazer, era preciso ir comprar ST5 a pontapé, em todas aquelas versões, não só para a Brigada Ligeira como para a Média. Isto apenas ia assegurar que nunca irias comprar as versões 8x8 em falta.

Por exemplo, se comprasses ST5 Porta-morteiro para as duas brigadas, a quantidade necessária era muito maior (mínimo 24 creio). Com 24 ou mais, depois não havia apetite para comprar os PM montados em Boxer.

Aplicar o mesmo raciocínio para outras versões, nomeadamente ambulância, VSHORAD, etc.

Ao ter variantes de M-113 em operação na Brigada, mantém-se a porta aberta para a sua substituição (neste caso por mais Boxer).

Depois tens ainda a falta de uma viatura lança-pontes moderna. Provavelmente vais ter que usar as actuais da BrigMec (se alguma funcionar) em chassis de M-60, até arranjarem substituto.
Misturar viaturas de vários tipos é comum, mas acho que para certificação NATO todas a viaturas devem ter o mesmo nível de proteção, mobilidade, poder de fogo, etc. Ao menos as viaturas de combate. De qualquer forma, se os M-113 estão obsoletos, as versões de PC, ambulância, porta-morteiro, etc. também são. Não faz muito sentido manter estas a operar com os Boxer, a não ser que seja durante muito curto tempo durante o período de substituição destas. Gastar 1,35 MM para substituir M-113 e continuar as variantes de apoio com amesma idade, e vulnerabilidades conhecidas, não faz sentido nehum!  Daí eu insistir em pensar que os 90 Boxer inclui as variantes de apoio e a referência a APCs é um lapso ou melhor talvez, uma generalização simplista para referirem estas versões de apoio sem a torre RCT30.

Acho que na LPM atual já existe verba para comprar 2 VBLPontes e 2 VB recuperação para substituir os M-88 e as M-60AVLB.


Factos não há ainda, tirando a versão RCT30. Dados é que já há, e entre eles a menção a 1 Batalhão Boxer e não 2.

A parte a negrito destaquei, para dizer que isso já podes fazer com 90 Boxer RCT30. Por exemplo:
-46 RCT30 para BIMec
-28 AgrMec Leo
-14 ERec
-2 variantes de treino de condutor

Facilmente se explica a compra de 90 RCT30.

Um modelo de lagartas neste momento parece não estar em equação. O plano do Exército para 2045 não mencionava nada disso.

Quanto muito, poderia suceder-se na Brigada Média ainda uma outra reestruturação, em que os 2 BIMec Pandur + 1 BIMec Boxer, passavam a 2 BIMec Boxer + 1 BIMec Boxer de lagartas.

Mas isto é só teoria, com menor probabilidade de ser executada.

Ainda por cima quando esta Brigada Média vai precisar de investimento sério para adquirir mais Boxer para substituir os Pandur, e todas as variantes necessárias para apoiar os 3 hipotéticos BIMecs.

Requisitos de capacidades não apontam os números máximos de veículos que um Batalhão de Infantaria Mecanizada pode ter.

As doutrinas evoluem, com a evolução do equipamento e dos TOs, logo nunca terás uma base fixa.

Esta, para mim, é a questão mais crucial. Os Boxer equiparão inicialmente o BIMec Pesado ou os dois BIMec rodas da BrigInt? Ou outra coisa?
Eu lancei a pergunta a quem deve saber, mas poderei não receber resposta, ou uma resposta ambígua.. ::)
Não sabemos o número mínimo de viaturas blindadas de um BIMec rodas medium NATO... mas podemos concluir pela observação e informações disponíveis de vários exércitos NATO, especialmente os que utilizam Boxer. O número de Boxer por companhia de atiradores é enter 12 e 16 Boxer, e 14 em geral. 4 Por Pel. Atiradores entre 0 a 4 no comando da companhia, com 2 o mais comum no comando.

Factos existem:

1- Vamos comprar 90 Boxer em mais do que uma versão: APC e IFV. Se isto significa mesmo as versões APC e IFV, ou IFV e outras versões de apoio, "that remains to be seen"  8);

2- O anúncio foi feito pelo comandante da Brigada de Intervenção, e não pelo comandante da Brigada Mecanizada. Se isto te algum significado especial ou não, deixo ao vosso critério;

3- O custo unitário médio das Boxer será €15M;

4- As Boxer são para substituir os M-113 (e variantes?) e eventualmente as Pandur II;

5- Vão ser produzidas/ montadas em Portugal;

6- 90 Boxer é apenas a encomenda inicial. Mais serão encomendadas mais tarde. Esperemos sentados e tranquilos.  Inch Allah!  :mrgreen::mrgreen:

7- A compra Boxer tem que obedecer `as regras SAFE, a organização da brigada média NATO tem que obedecer aos requisitos e prazos da NATO- 2032. Nada de meias medidas e shortcuts e trafulhices orçamentais e cativações do costume.  8)


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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por dc em Hoje às 05:13:40 pm »
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É o que diz o dc, adia-se a decisão sobre a escolha do substituto do F-16 durante uns tempos.
Ou seja, no mínimo até 2029... a correr bem.
Até lá voam os F16?
"E se perdermos algum piloto por acidentes originados pelo estado das células"?
Ninguém questiona agora?
Mesmo que decidas em 2029, quando integras o novo modelo da FAP? 2035?
E se voltar a ganhar Trump ou um dos seus discípulos? Voltamos a adiar?
Afinal o que interessa é a defesa de Portugal e dos seus aliados, ou comprar "made in USA"?
Adiar o quê? Decidam-se mas é pela integração "imediata" de um modelo europeu capaz e depois pelo comboio a apanhar no G6.
Os turcos já receberão os primeiros EF em Fevereiro.
É um meio muitíssimo superior ao atual F16 português.
Não há que inventar e muito menos adiar, sobretudo porque as ameaças (reais) aumentaram a ocidente.

Sim, até lá voam F-16, foi sempre esse o plano.
O plano até era voarem até 2035.

Mas de repente "descobriram" que afinal já não aguentam voar tanto tempo, apesar de terem voado menos que os F-16 dos aliados, que aguentaram mais anos.

Nesta "descoberta", não foram capazes de fazer uma contagem de quantas células estão em bom estado e quantas em mau estado? Vão dizer que estão todas iguais, apesar de não terem todas o mesmo nível de uso, entre os originais comprados novos, e os usados que foram entrando ao serviço a conta-gotas? E ainda foram cancelar a modernização dos tais 3 F-16 adicionais que a FAP anda à espera há anos, e que permitia distribuir melhor as h/voo pelas aeronaves?

Continua a cheirar a tusa do mijo, de querer comprar já um caça novo, e descartar prematuramente os F-16.
Até porque ainda existia a opção de ir buscar mais uns quantos para modernizar, ou simplesmente comprar uns em segunda-mão, para aguentar as esquadras com uma solução de baixo custo e de rápida integração.

Assim, se voltasse a ganhar o MAGA, tinhas aeronaves em condições de uso, e entravas num programa 6G, sem estourar 5000M em eurocanards pelo meio.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por dc em Hoje às 04:54:05 pm »
Dois comentários.
Até agora era inadiável. Tanto como era inquestionável a amizade do tio sam. Em que ficámos?
À espera de melhores dias do outro lado para decidirmos a nossa vida?  Nem te digo o que nesse caso parecemos...

Segundo, pela tua lógica,  se esse país se tornar em alguma das tais coisas, fazemos o quê? Fugimos para a Rússia, China? Entregamo-nos?

Eu nunca disse que era inadiável. Aliás, a compra de novos caças, com a revisão da LPM de 2023, indicava que só receberíamos os primeiros em 2035 (não havia qualquer verba prevista até 2034), que é como quem diz que a decisão seria tomada lá para 2028-2030.

Apenas um número muito reduzido de optimistas é que torciam os dedos para que se decidisse até 2025, de modo a receber os primeiros já em 2030.

A FAP viu foi uma oportunidade de decidir mais cedo, com o maior apetite de investir na Defesa desde 2022, e com a conversa dos "5%". Só que saiu o tiro pela culatra, por causa do Trump a fazer Trumpices.

Não é à espera de melhores dias, é à espera de ver como fica a situação política nos EUA, para evitar estourar dinheiro em caças obsoletos só para fingir que se renovou a frota.

Se a situação nos EUA volta a mudar nos próximos 4/5 anos, terias feito figura de urso a comprar caças 4.5G novos para nada.


Se os EUA se tornar verdadeiramente hostil, a Europa fica no meio de 3 potências nucleares hostis.
Se os EUA virarem uma ditadura, eu sei que o teu anti-americanismo vai fazer-te vir aqui dizer que devíamos ser aliados da Rússia e China, como se fossem melhor solução, porque tanto o Xi como o Putin são ditadores de bem.

Em qualquer dos casos, ter eurocanards não vai mudar nada.
Num caso de hostilidade americana, os 6G europeus são a melhor opção.
E tu aumentas a chance de participar num programa 6G, ao não estourar vários milhares de milhões num eurocanard (porque a questão financeira ainda se aplica).
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 04:49:42 pm »
15M€, por veículo, é muita fruta!

Dúvido muito que venham mais que 90.

Deve incluir muito mais que apenas as viaturas: a manutenção durante o ciclo de vida, munições, treino, material de apoio, apoio logístico  e técnico no fabrico e montagem,  etc..  É preciso lembrarmo-nos que vamos ter uma linha de montagem e centro de manutenção em Portugal. O pacote total deve incluir muito mais que apenas 90 Boxer.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Hoje às 04:22:37 pm »
Haverão sinais??? :mrgreen:

https://x.com/i/status/2015762086286999777

Não acredito muito em coincidências, a este nível. Mas poderá ser muita coisa, desde Spike, IRIS T às Boxer, à fábrica de munições e, claro, às A 200....

PS: sem esquecer o Eurofighter, já agora...

Boxer, IRIS-T SLM e quanto muito EuroSpike. O resto é uma não-questão, já que são ideias para um hipotético SAFE 2.0 que neste momento não existe.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Hoje às 04:19:38 pm »
90 Boxer por 1,35 MM

Portugal Orders 90 GTK Boxers at €15M Each, EU Defense Loans Make €1.35B Deal Painless

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This was stated by Portuguese Army Major General Miguel Freire at Defence IQ International Armoured Vehicles (IAV) conference, writes Shepard Media. Moreover, vehicles will be taken in both APC version and full-fledged IFV.

https://en.defence-ua.com/industries/portugal_orders_90_gtk_boxers_at_15m_each_eu_defense_loans_make_135b_deal_painless-17283.html

Se os Boxer são para substituir inicialmente os M-113, temos que considerar quais as unidades de manobra que operam M-113:

BIMec pesado/Brig Mec
ERec/Brig Mec

Estas unidades formarão, juntamente com o atual GCC (-) o futuro Agrup. mecanizado da brigada média:
BIMec Pesado
ECC Leopard 2A6
ERec (este talvez com 14 Boxer Schakal e 4 mort 120mm?)

71-72 Boxer no BIMec Pesado e cerca de 18-19 no ERec.

e mais tarde substituirão as Pandur noutras encomendas além dos 90.

Esta notícia aparenta copiar a informação das outras 2, e acrescenta o dado dos 1350M, que é literalmente os 15M multiplicados por 90.

Os 15M por viatura é o valor unitário para a compra de 222 viaturas na versão RCT30 para a Alemanha e Holanda.

https://www.defensenews.com/global/europe/2025/10/20/germany-netherlands-spend-4-billion-on-boxer-based-fighting-vehicles/

Isto quer dizer que o nosso programa para ter esses valores, nunca poderia incluir a versão APC (mais barata). Se esse valor se confirmar (e não é apenas uma suposição de quem escreveu o artigo), é provável serem 90 RCT30.

Depois surgem as questões acerca da construção dos veículos em Portugal, e se isto vai afectar ou não o preço, e se se aplicaria aos 90 iniciais, a parte destes, ou apenas a futuros lotes.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Hoje às 04:07:35 pm »
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Sim, para mim a menção de APCs vs IFV no artigo distingue as versões sem torre RCT30, as Boxer que têm apenas RWS 12,7mm, sejam VBTP, posto comando, ambulância, recuperação, etc. Para quê mencionar os dois tipos na mesma frase?

Isso não faz sentido nenhum.

A versão IFV tem mais em comum com a APC (ambas transportam pessoal), do que a APC teria em comum com as restantes versões (que não servem para transportar pessoal) que executam tarefas específicas.

Continua a ser mais provável que os termos APC/IFV tenham sido usados por lapso (exemplo trocar o termo AFV por APC/IFV), ou do próprio jornalista, ou para denotar que são intercambiáveis no contexto do EP, em que a versão IFV vai cumprir as 2 funções, ou que seriam literalmente comprados  APC e IFV.

Saltar para "APC = todas as outras versões" é o menos provável.

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1-  90 Boxer em várias versões (RCT30, posto comando, morteiro, recuperação, etc) que irão equipar um BI (-) do proposto Agrupamento Mec. da brigada média.
Como se refere que os Boxer são parar substituir os M-113 pensamos logo no BIMec Pesado da Brigada Mecanizada, mas esta vai desaparecer. Passa a existir apenas um Agrupamento Mecanizado em seu lugar, este parte da brigada média. Mas, podemos estar a olhar no lugar errado... siga:

A dúvida nesta hipótese, é perceber se estes iriam substituir apenas os M-113, ou também as restantes variantes cujos nomes são diferentes (M577, M901, M106, etc).

De notar que um BIMec com uns 40-50 M-113, transporta praticamente tantos soldados como ~90 Boxer RCT30. A organização deste BIMec com Boxer nunca seria igual ao que era com M-113, a não ser que prefiram reduzir na Infantaria (em número) para acomodar viaturas com mais poder de fogo.

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2-  90 Boxer, todos na versão RCT30para equipar os 2 BIMec da atual Brigada Intervenção, afinal foi o comandante desta a fazer a declaração que vamos comprar 90 Boxer!
45 por cada BI (14 por CAtMec e 3 no comando do BIMec). Neste caso vamos supor que serão todas RCT30 ou talvez 80 RCT30, 4 Posto Comando e 6 Ambulância.

Até agora tudo apontava para 1 BIMec, não 2.
Tendo em conta a capacidade de transporte dos RCT30, precisas de 90 RCT30 num BIMec para transportar o mesmo pessoal que um BIMec Pandur transporta (no papel).

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As Pandur ficam para um só BIMec rodas Pandur, fora  da Brig Média . Talvez para defesa do TN ou missões de paz, reserva do exército, etc..
As restantes Pandur ficam nas subunidades de apoio da brigada média: engenharia, transmissões, logística, etc. O mesmo pode suceder na brigada ligeira, algumas Pandur passam para as subunidades de apoio da brigada ligeira Eng. Trms, Logística e um pool de VB Pandur para missões de paz. Outras Pandur poderão ir para as forças de apoio geral: Bat. ISTAR, BEng, PE, BTrms., etc..

Os únicos Pandur que tens em grande número são os APC. O resto mal dão para apoiar 2 BIMec da BrigInt, quanto mais para distribuir por 2 brigadas.

O mais provável é manterem 2 BIMec Pandur + 1 BIMec Boxer na Brigada Média, e quanto muito "oferecerem" alguns Pandur APC para a Brigada Ligeira.

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Espero que não se continuem a usar versões de M-113 com os Boxer, nem mesmo que seja por pouco tempo. Ou usam as Pandur ou outras viaturas rodas ligeiras, mais ST5, etc.. para as versões em falta.

Os ST5 pura e simplesmente não se adequam a acompanhar/apoiar blindados 8x8 ou de lagartas. E para o fazer, era preciso ir comprar ST5 a pontapé, em todas aquelas versões, não só para a Brigada Ligeira como para a Média. Isto apenas ia assegurar que nunca irias comprar as versões 8x8 em falta.

Por exemplo, se comprasses ST5 Porta-morteiro para as duas brigadas, a quantidade necessária era muito maior (mínimo 24 creio). Com 24 ou mais, depois não havia apetite para comprar os PM montados em Boxer.

Aplicar o mesmo raciocínio para outras versões, nomeadamente ambulância, VSHORAD, etc.

Ao ter variantes de M-113 em operação na Brigada, mantém-se a porta aberta para a sua substituição (neste caso por mais Boxer).

Depois tens ainda a falta de uma viatura lança-pontes moderna. Provavelmente vais ter que usar as actuais da BrigMec (se alguma funcionar) em chassis de M-60, até arranjarem substituto.

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Começo a achar esta segunda possibilidade a mais lógica. Tem mais factos a suportar esta hipótese. A brigada NATO com 2 BIMec Boxer. As Pandur MLU serão redistribuídas por outras unidades do exército. O Agrupamento Mec. fica com os Leopard 2 A6 MLU e talvez mais 28 Boxer 14 RCT30 para Uma CAtMec, 14 num ERec Boxer Shackal,  mais tarde ou alguma VCI lagartas ainda por determinar? Não foi por nada que andaram a testar ASCOD e veio uma Lynx ao Dia do Exército 2024...

Factos não há ainda, tirando a versão RCT30. Dados é que já há, e entre eles a menção a 1 Batalhão Boxer e não 2.

A parte a negrito destaquei, para dizer que isso já podes fazer com 90 Boxer RCT30. Por exemplo:
-46 RCT30 para BIMec
-28 AgrMec Leo
-14 ERec
-2 variantes de treino de condutor

Facilmente se explica a compra de 90 RCT30.


Um modelo de lagartas neste momento parece não estar em equação. O plano do Exército para 2045 não mencionava nada disso.

Quanto muito, poderia suceder-se na Brigada Média ainda uma outra reestruturação, em que os 2 BIMec Pandur + 1 BIMec Boxer, passavam a 2 BIMec Boxer + 1 BIMec Boxer de lagartas.

Mas isto é só teoria, com menor probabilidade de ser executada.

Ainda por cima quando esta Brigada Média vai precisar de investimento sério para adquirir mais Boxer para substituir os Pandur, e todas as variantes necessárias para apoiar os 3 hipotéticos BIMecs.

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Existir, existe. Nós é que não sabemos ao certo o que são. A NATO define os requisitos de capacidade de unidades através de duas estruturas classificadas:

NATO Minimum Capability Requirements (MCR) e NATO Capability Targets (CTs) para cada país. Por razões óbvias, não é informação pública.

Requisitos de capacidades não apontam os números máximos de veículos que um Batalhão de Infantaria Mecanizada pode ter.

As doutrinas evoluem, com a evolução do equipamento e dos TOs, logo nunca terás uma base fixa.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 04:05:23 pm »
Porque será que não estão a falar nas MEKO
 A210?
Porque a Marinha Alemã tem pressa e a A200 está pronta a produzir. A A10 só existe em maqueta e desenhos 3D…
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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 04:03:00 pm »
Ontem na Sic Notícias ao fim do dia, deu uma reportagem espetacular:

TODA A VERDADE - IA - O FUTURO DA GUERRA

Não consegui encontrar o link para colocar aqui, mas quem tiver box é só puxar atrás, deu ontem pelas 22:55h.
Referiu os drones que estão a criar para defender contra a rússia e contam que em 2025 produziram 4,5 milhões de drones!!!! Os Ucranianos produziram no ano passado 4,5 milhões de drones!!!!!!! Um muito engraçado, é um drone bombardeiro, colocaram 2 minas terrestres presas ao drone, ele foi ter ao local indicado, escapou a todas a tentativas de bloqueio de frequências russas e largou a bomba sobre um edifício! Resultado: totalmente destruído!!!!!

Mas mais espetacular foram as malas especiais de bloqueio de frequências para atacar drones russos!!!!
Entraram num veículo de transporte blindado, com uma gaiola exterior soldada ao chassis e levaram os jornalistas para a frente de combate. No transporte, foram atacados por um drone russo suicida. Este tentou atacar 2 vezes até despenhar-se a 10 metros do carro. Foram ver depois as imagens que os russos colocaram on-line, o drone tentou atacar o carro de transporte, mas sempre que chegava a 50 metros do carro blindado, ficava completamente cego!

Estavam a referir que estão a tentar produzir o máximo de malas possível para destruir todos os drones possíveis russos.

E mostrou também um investigador que criou um drone especial que ataca mesmo que tentem cegar o drone. Ele recorre à Inteligência Artificial para calcular a melhor rota possível até um alvo. Assim que o piloto do drone fixa um alvo, o drone vai direito ao alvo, mesmo que tentem cega o drone, ele age sem precisar do piloto!!!!!

Também mostrou o caso da Polícia Francesa que abateu um drone nos Jogos Olímpicos com recurso a um laser especial, feito para abater drones!
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