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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Novo Reabastecador da Marinha Portuguesa
« Última mensagem por tenente em Hoje às 11:18:58 am »
Em JUN2017 eu postei isto :

New Zealand Navy’s sole tanker concludes her last deployment

https://navaltoday.com/2017/06/13/new-zealand-navys-sole-tanker-concludes-her-last-deployment/


HMNZS Endeavour entering Devonport Naval Base. Photo: Royal New Zealand Navy

Royal New Zealand Navy’s fleet oiler returned to her homeport of Devonport Naval Base on June 13 completing her last operational deployment.

The 30-year-old Endeavour wrapped up a four-month South-east Asia deployment and is set to be decommissioned later this year.

HMNZS Endeavour started her service in April 1988 after being built in South Korea. Endeavour is the third ship of this name to serve in the Royal New Zealand Navy and is named after James Cook’s HM Barque Endeavour on his first voyage to New Zealand.

Crewed by 50 officers and sailors, Endeavour spent her years in service refueling ships at sea, enabling other navy vessels to operate over long distances for extended periods of time.

She will be replaced by what will be the Royal New Zealand Navy’s largest ship ever.

HMNZS Aotearoa, as the vessel will be named, will have twice the displacement of HMNZS Endeavour and will carry 30 per cent more fuel.

Construction of the new 24,000-tonne vessel will start next year and is expected to be delivered in January 2020.

PS será que o Endeavour, vai ser vendido às Filipinas ou se custar menos de 20 Milhões será que ..................................
Tendo uma guarnição de apenas 50 elementos estou cá c/ um pressentimento que o sistema " D ", vai ser aplicado em força.
A Jane's de Junho que o camarada CJ fez o grande favor de aqui nos presentear, tem algumas linhas sobre a possibilidade da aquisição 2nd hand, e,com  small crew, heli deck, para datas muito interessantes, porque será ??



Abraços

Abraços
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Armada Chinesa
« Última mensagem por mafets em Hoje às 11:02:46 am »
Type 002 aircraft carrier returned to Dalian port today, after 5 days of sea trial.



Impressão minha, ou em relação ao Liaoning o piso do convêm de voo do novo Porta-Aviões foi feito com ladrilhos deflectores?







Saudações
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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Novo Reabastecador da Marinha Portuguesa
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:57:58 am »
Não acredito que a Marinha aceite um navio para reabastecedor que não tenha casco duplo, hoje em dia é daquelas coisas básicas.

Por falar em casco duplo  ;D :jok: :nice: max1x1



Citar
ENDEAVOUR - A11
Decommissioned: ENDEAVOUR was the Navy's purpose built fleet replenishment tanker designed to refuel ships at sea enabling our frigates and other vessels to operate over long distances for extended periods of time. She operated independently throughout the Pacific and South East Asia as a key capability of the Navy and the New Zealand government. ENDEAVOUR was built in South Korea to a commercial design. Her replacement AOTEAROA is being built by the same shipping company.

ENDEAVOUR was delivered to the Ministry of Defence and commissioned into the Royal New Zealand Navy on 8 April 1988 and decommissioned on 15 December 2017. She was the third ship of this name to serve in the Royal New Zealand Navy and is named after James Cook's HM Barque Endeavour on his first voyage to New Zealand.

Endeavour was due to be decommissioned in 2013, but was retained after an 18-month refit to make the ship meet standards for double-hulled tankers. In March 2015, a request for tender for a replacement vessel was released by the New Zealand Ministry of Defence.

http://www.navy.mil.nz/mtf/endeavour/default.htm

https://en.wikipedia.org/wiki/HMNZS_Endeavour_(A11)

Saudações  8) :P
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Conflitos do Passado e História Militar / Re: Efemérides
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:48:47 am »

Citar
O 2ºtenente Carvalho Araújo, comandando a 1ª secção de metralhadoras, integrou o Batalhão Expedicionário de Marinha, que participou na Campanha do Sul de Angola, entre dezembro de 1914 e agosto de 1915.
Desde ontem, no Museu de Marinha, está patente a exposição temporária "Carvalho Araújo - Morrer pela Pátria".

https://www.facebook.com/revistademarinha/

Cumprimentos
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Força Aérea Portuguesa no ForumDefesa.com / Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:42:48 am »
Um jacto de Instrução tem a sua lógica poder levar mísseis de instrução, faz parte da "matéria" a ensinar. Mas para fazer QRA 24/7 também dá jeito ter radar e capacidade NVG porque nem sempre os intrusos aparecem de dia.
Exacto Lightning. Mesmo por isso é que radar e ILS são ferramentas usadas ou equacionadas nestes aparelhos (alem do datalink, como no exemplo dado do Super Tucano).  ;)









http://sistemasdearmas.com.br/ca/p29.html

Cumprimentos










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Um jacto de Instrução tem a sua lógica poder levar mísseis de instrução, faz parte da "matéria" a ensinar. Mas para fazer QRA 24/7 também dá jeito ter radar e capacidade NVG porque nem sempre os intrusos aparecem de dia.
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Portugal / Re: Fogos Florestais
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 12:24:22 am »
O mapa dos distritos que podem arder este ano

Equipa de investigadores do Instituto Superior de Agronomia e da Universidade de Lisboa criou um mapa de risco para as zonas onde se podem gerar grandes incêndios. Veja quais são as zonas de risco.

Quais são as zonas do país onde há maior risco de incêndios no verão que se aproxima? Foi para responder a esta questão que a Estrutura de Missão para os Fogos Rurais pediu à equipa do Centro de Estudos Florestais (CEF), do Instituto Superior de Agronomia (ISA), que fosse feito um mapa de risco, numa tentativa de pegar no conhecimento científico existente nesta área e aplicá-lo na atuação das equipas de prevenção e combate a incêndios.

O mapa produzido indica a probabilidade de arderem mais de 250 hectares, por cada área de 400 hectares onde se verifiquem condições favoráveis aos incêndios. No topo dos pontos vermelhos do mapa aparecem concelhos como Monchique e Aljezur, no distrito de Faro, Oleiros, Vila de Rei, Covilhã e Proença-a-nova, no distrito de Castelo Branco, Caminha e Vila Nova de Cerveira, no distrito de Viana do Castelo, ou Vila Nova de Paiva e Moimenta da Beira, no distrito de Viseu.

“Estamos atentos ao que é produzido e integramos”, disse ao Observador Tiago Oliveira, presidente da Estrutura de Missão para a Instalação do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais. Para o engenheiro florestal este é apenas mais um documento técnico. Integrar o conhecimento científico nas tomadas de decisão “é o que se deve fazer”.

O mapa agora produzido em conjunto pelo CEF, Centro de Estatística e Aplicações da Universidade de Lisboa (CEAUL) e Instituto Dom Luiz (IDL), também da Universidade de Lisboa, já “está a entrar na análise dos cenários deste ano”, confirmou Tiago Oliveira. Não é que as equipas de prevenção e intervenção não tivessem já ideia de onde deviam focar os esforços, mas este trabalho “dá mais evidência aquilo que já se intui”, disse o presidente da estrutura de missão.



José Miguel Cardoso Pereira, investigador no CEF e coordenador do trabalho, considera que este mapa pode alertar para os locais onde se deve reforçar a vigilância e patrulhamento terrestre ou onde se deve pré-posicionar os meios pesados. Para o professor do ISA, este mapa também contém informação útil para fornecer às pessoas, mas lembra que a nível local, e “nesta altura, já é tarde para fazer grande coisa na redução de combustíveis”.

Os combustíveis, ou seja, a vegetação que pode arder, são um dos focos da previsão do risco. Outro é a meteorologia. E, naturalmente, a forma como estas duas variáveis se combinam. O índice de severidade meteorológica é uma das variáveis mais importantes consideradas no modelo estatístico, explicou ao Observador Maria Antónia Turkman, investigadora no CEAUL. Mas há outras variáveis incluídas no modelo como: se ardeu ou não (ou que percentagem da área ardeu) no ano anterior; quantos anos passaram desde o último incêndio; que tipo de vegetação (matos ou florestas) predomina na região; entre outros.

continua.....
https://observador.pt/especiais/o-mapa-dos-distritos-que-podem-arder-este-ano/
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Força Aérea Portuguesa no ForumDefesa.com / Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Última mensagem por mafets em Maio 21, 2018, 11:02:30 pm »
Já os Bifes, não tiveram problemas usar os Hawk com sidewinder.  ;)


É verdade, a Mixed Fighter Force, um conceito muito interessante que a RAF aplicou nos anos 80 e até ao fim da Guerra Fria.  ;)

https://www.flightglobal.com/FlightPDFArchive/1988/1988%20-%201420.PDF


Esta história do F-16 ser um meio desproporcionado face a um Cessna ou Bell Jet Ranger é quase uma na mesma linha daquela que o Merlin, para busca e salvamento costeiro, é um desperdício. Nós temos que fazer com o o que temos, e neste caso finalmente há 23 anos com interceptores a sério, e não como nos anos 80, por exemplo, quando um T-38 estava em alerta e descolava para ir dar um olho e depois logo se via se valia a pena activar um Fiat do Montijo ou um A-7 de Monte Real.

Se é "overkill"? Bom, os nossos parceiros europeus da NATO que operam F-16 decerto também interceptam aeronaves ligeiras ou helicópteros de vez em quando. Que o Super Tucano poderia complementar ocasionalmente os F-16, ao mesmo tempo que os Caracóis voltavam a ensinar os princípios da arte, era sem dúvida interessante. Mas para já sem qualquer fundo de verdade, fruto apenas da nossa imaginação colectiva.
Somos uns meninos pá, é o que te digo... ;) ;D


Citar
T-38B with LIFT configuration to practice bomb, rockets and mini gun training.

https://www.skybrary.aero/index.php/T38

Além do Hawk .  ;) :P









Cumprimentos


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Força Aérea Portuguesa no ForumDefesa.com / Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Maio 21, 2018, 07:49:11 pm »
Já os Bifes, não tiveram problemas usar os Hawk com sidewinder.  ;)


É verdade, a Mixed Fighter Force, um conceito muito interessante que a RAF aplicou nos anos 80 e até ao fim da Guerra Fria.  ;)

https://www.flightglobal.com/FlightPDFArchive/1988/1988%20-%201420.PDF


Esta história do F-16 ser um meio desproporcionado face a um Cessna ou Bell Jet Ranger é quase uma na mesma linha daquela que o Merlin, para busca e salvamento costeiro, é um desperdício. Nós temos que fazer com o o que temos, e neste caso finalmente há 23 anos com interceptores a sério, e não como nos anos 80, por exemplo, quando um T-38 estava em alerta e descolava para ir dar um olho e depois logo se via se valia a pena activar um Fiat do Montijo ou um A-7 de Monte Real.

Se é "overkill"? Bom, os nossos parceiros europeus da NATO que operam F-16 decerto também interceptam aeronaves ligeiras ou helicópteros de vez em quando. Que o Super Tucano poderia complementar ocasionalmente os F-16, ao mesmo tempo que os Caracóis voltavam a ensinar os princípios da arte, era sem dúvida interessante. Mas para já sem qualquer fundo de verdade, fruto apenas da nossa imaginação colectiva.
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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Novo Reabastecador da Marinha Portuguesa
« Última mensagem por Lightning em Maio 21, 2018, 07:39:02 pm »
Não acredito que a Marinha aceite um navio para reabastecedor que não tenha casco duplo, hoje em dia é daquelas coisas básicas.
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