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Exército Português / Re: Notícias do Exército Português
« Última mensagem por Anthropos em Hoje às 10:05:42 pm »
Citação de: Exército Português
🫡 Investir nas pessoas é reforçar a prontidão.

O Chefe do Estado-Maior do Exército, General Eduardo Mendes Ferrão, visitou as obras na Messe Militar de Lisboa – Polo de Santa Clara e a requalificação de um edifício das antigas Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento.

🏠 Um investimento de 10,5 M€ (PRR) para criar alojamento temporário para militares e suas famílias.

🎯 A visita acompanhou o avanço dos trabalhos e reafirmou a exigência de qualidade e o compromisso com melhores condições de vida.









Capoto num edifício tão antigo? Vai ser confortável, mas acho um pouco estranho. Tenho um conhecido que para não descaracterizar um edifício que comprou para renovar, o único isolamento que colocou foi no telhado (10 cm de placas de XPS) e nos tetos falsos (Lã de rocha). Ele disse-me que a casa termicamente ficou impecável.

Grande parte do calor é perdido pela cobertura, certo. Mas o capoto é uma solução espetacular para edifícios existentes/antigos, com a especificidade de ser usado EPS, precerencia EPS70 ou 100. Muito capoto em edifícios existentes é feito com XPS porque as pessoas acham que é melhor, mas como o XPS não é transpirável, cria muitos problemas de condensações e humidades interiores.
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Brasil / Agro Brasil e outras ervas.
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 09:56:09 pm »
This is impossible to produce in Brazil!
Is it really? 
The story of Minato Wasabi.


https://x.com/StaLuziaEsteio/status/2013369234688966999

Sds
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 09:29:43 pm »
The Germans and the French are already fighting over how to respond to Trump.

France wants to act tough, but have Germany pay for everything because France has massive budget issues and can’t afford to do anything.

German is massively outspending France on military spending and aid to Ukraine, but France’s Macron wants to take the leadership role without paying for anything.

Germany is basically refusing to confront Trump because Germans recognize Trump holds all of the cards, while Macron isn’t smart enough to understand such details.


https://x.com/WallStreetMav/status/2013545133178835324

Hahahahahaha!!!
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Marinha Portuguesa / Re: Classe Viana do Castelo Melhorias ao Projecto Inicial
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 08:55:01 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Pilotasso em Hoje às 08:52:57 pm »
Eu acho que tanto um programa franco-espanhol, como um sueco-alemão, podem ter problemas de custos, face ao número de aeronaves que os membros podem encomendar. Com um volume de produção relativamente reduzido, os custos unitários de cada aeronave serão estratosféricos.

A inclusão da Índia seria crucial, não só na parte do investimento no programa, mas também na parte em que fariam uma encomenda considerável.

Sem a Índia, e se a Espanha sair, aí é que estão tramados. Mas parece-me demasiado apelativo para a Índia a ideia de ter acesso (e participar) a um caça 6G, capaz de igualar ou até superar qualquer equivalente chinês/paquistanês.

Relembrar também que tanto a Espanha como a Índia têm ambições de porta-aviões CATOBAR. Juntamente com a França, são 3 nações com interesse numa variante embarcada, o que reforça a ideia de trabalharem em conjunto.


De notar que no fim de 2025, tanto o Canadá como a Austrália foram associados ao GCAP.

Actualmente, um programa sueco-alemão parece-me o mais difícil de avançar, se não arranjarem mais ninguém para se juntar. Os suecos estão habituados a modelos monomotor, já os alemães querem um bimotor.

Não sei se vão a tempo de cativar o interesse da Áustria, que pretende substituir os seus Typhoon no fim da década de 30.
Não sei se haveria interesse da República da Irlanda em entrar num programa destes.


Não me surpreendia que no fim, víssemos o FCAS dividido em 2 sub-programas, com um design liderado pelos franceses, e outro liderado pelos alemães, em que ambos partilhassem determinadas tecnologias/equipamento, como motores, radar, etc.

Existe a probabilidade grande de nenhum chegar ao fim. Se os EUA se mostrarem hostis a Europa pode levar a comprar de mais caças eurocanards e adiar a compra de 6G umas décadas.

O NGWS vai passar para a fase de prototipo, disso não tenho duvidas. Se vai para produção é mais difícil.

Num cenário de ameaça de guerra a prioridade não seria o défice orçamental nem indicadores macro-economicos elegantes numa folha de excell. A malta já não se lembra o que é uma sociedade europeia militarizada. :)
A compra de mais Eurocanards não vai impedir o desenvolvimento do 6G, tecnicamente nem fazia qualquer sentido adiar "décadas" pois já não seria 6G ou o know-how seria perdido se o ritmo de R&D não se mantiver.
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 08:26:06 pm »
Para o SAFE 3.0   :mrgreen:

1. Exército — Força de Combate Blindada Pesada (1,8–1,9 mil milhões de euros)
Carros de combate de última geração  (MBTs)
Frota de Leopard 2A8 (44 ) a única opção realista da UE.
Substitui a frota de Leopard 2A6 e dá a Portugal um GCC (batalhão blindado pesado)  com credibilidade na NATO a partir de 2035

Veículos de Combate 8×8 adicionais
Artec Boxer (60–90 unidades)
Expande a brigada pesada e uniformiza as plataformas.
Combinação de variantes de VCI, comando, ambulância e morteiro.

Apoio de fogos de longo alcance
+ 2-3 baterias K239 Chunmoo (adicionais)
O SAFE 2.0 inicia o programa; o SAFE 3.0 amplia-o.
Dá a Portugal um regimento de apoio fogo de longo alcance com um alcance de 80–150 km.

Engenharia pesada e sistemas de pontes
Sistemas de pontes Leguan ou M3
Necessários para a mobilidade dos carros de combate e operações da NATO.

2. Força Aérea — Poder aéreo e mísseis estratégicos ( 2,0–2,6 mil milhões de euros)
Acesso à 6ª Geração de Caças
Compra antecipada do FCAS ou GCAP
Portugal ainda não tem condições para adquirir aeronaves completas, mas o SAFE 3.0 pode financiar:

Participação industrial
Formação de pessoal
Infraestrutura inicial
Componentes de longo prazo
Isto garante a Portugal um sistema de armas de caças para a década de 2040 e além.

Aperfeiçoamento Intermédio de caças: EF ou outro
Uma capacidade de transição até à chegada dos caças de 6ª geração. Além de caças 4,5G usados (fora dos programas SAFE) alguns 4,5G novos para complementar.

Defesa Aérea e Antimíssil Integrada
Bateria(s) SAMP/T NG (1–2 baterias)
Defesa aérea de médio alcance + defesa antimíssil balístico.
Complementa o módulo de controlo espacial IRIS-T do SAFE 2.0.

Expansão de UAV MALE
Eurodrone ou Falco Xplorer (2 a 3 sistemas adicionais)
O SAFE 2.0 inicia o programa; o SAFE 3.0 alarga-o para uma esquadra completa.

3. Marinha — Complementos de Alta Tecnologia  800 milhões de euros a 1,2 mil milhões de euros)
O SAFE 1.0 e o 2.0 já financiam consideravelmente a Marinha, pelo que o SAFE 3.0 concentra-se em recursos complementares, e não em navios

Melhorias de Guerra Antissubmarina e Ataque
Stock de torpedos pesados ​​+ novos sensores antissubmarino

Stock de mísseis de ataque naval (NSM, JSM, TESEO Mk2/E, etc.)

Sistemas Marítimos Não Tripulados
UAVs + USVs para guerra anti-submarina e submarina

4. Transversal/Estratégico (500–700 milhões de euros)

Rede Nacional de Defesa Aérea e Antimíssil
Integração C4I para IRIS-T, SAMP/T, radares e caças

Soberania e auto-suficiência munições e armamento:
Alargamento das linhas de produção de munições de 155 mm, 120 mm, etc. e mísseis, SCAR, etc.

Espaço e ISR
Aumentar a constelação de satélites para reconhecimento do domínio marítimo

SAFE 3.0 Total: 5,5–5,8 mil milhões de euros
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Marinha Portuguesa / Re: Classe Viana do Castelo Melhorias ao Projecto Inicial
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 08:24:10 pm »
44 meses após entrada em vigor do contrato para entregar o 1º? Sendo que antes foi a elaboração do Projeto de Detalhe, que foi depois da revisão do Projeto Básico (e conta após ter sido aprovado o contrato pelo tribunal de Contas)? Pouco deve para se ver ainda.

Excepto provas cabais do avanço da construção... uma fotucha, 2 linhas de informação, será pedir muito??

Isto e pedir muito  c56x1
Nenhuma foto pública dos navios ou blocos do casco foi ainda divulgada.
Isto está de acordo com a prática típica da West Sea: raramente divulgam fotos da construção até às cerimónias de assentamento da quilha.
A West Sea leva 2 – 2,5 anos por NPO tipicamente..

Inch Allah.....  :N-icon-Axe:
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por PTWolf em Hoje às 08:22:47 pm »
Os EUA estão a conseguir arranjar forma de acabar completamente isolados aka "orgulhosamente sós"
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Mundo / Re: Independência Tecnológica Europeia
« Última mensagem por Ghidra em Hoje às 07:54:46 pm »
Deixo aqui um artigo muito interessante sobre o tema.

Open source's new mission: Rebuild a continent's tech stack

Freedom can be very contagious if it grows on its own terms. Europe of all places should know that

Citar
Europe is famous for having the most tightly regulated non-existent tech sector in the world. This is a mildly unfair characterization, as there are plenty of tech enterprises across the continent, quite a respectable smattering if it wasn't for the US doing everything at least ten times bigger.

Quite the problem, sighed the EU’s 2024 Draghi Report on European competitiveness. Those regulations regressively hit startups and SMEs the hardest, there's no central capital market for funding innovation, while Uncle Sam's wallet opens wide for the ambitious and talented. It looked bad in 2024, when tech deficit was primarily an economic matter. Mix in the changes since then, and you can apply the five word version of all Russian history — "And then it got worse."

Which is why the EU is now eagerly looking to open source as part of digital decolonization. It wants to end dependency on American software and services, not just for a healthier and more influential home sector, but to protect itself from hostile leverage.

The EU being the way it is, it wants to think big, and there's no doubt that FOSS has an infinite appetite for resources and relevance. FOSS is also mostly immune to EU regulations, which exist to protect citizens from systematic abuse. That possibility barely exists in open source development. You don't have to tell a bird not to rob banks.

It's just that you couldn't find a bigger culture clash between top-down and bottom-up if you invested a billion euros on a 27-nation research project. Finding the sweet spot where EU involvement can make the biggest difference to FOSS enterprise adoption, while maintaining the essential spark of agility and freedom that brings FOSS alive, that's where technical, economic and cultural engineering needs to happen. Fast.

Open source by itself is no guarantee of independence. Linux is the giant hogweed of European open source, even if it started four years before its home nation of Finland joined the EU. It has kept the internet and supercomputing free of commercial or state monopoly. The best it could do in mobile, though, is maintenance of an American OS duopoly. In the enterprise and public sector, it has done nothing to crimp Microsoft's tendrils. Which is where the EU most desperately needs it to succeed.

And this is not for want of technical prowess, nor interoperability. In fact, there is far too much. Linux desktops have been enterprise-class for more than a decade, and of late the options for integration with Windows apps and functionality have flowered like fridge contents in a midsummer power cut. As Windows has got worse, the interoperable Linux choices have become better.

There are many options. Wine just gets better and better, no matter what distro you use. Windows-focused distros like Zorin OS come with lots of ways to look and function like Windows, including web app integration so online Word and Outlook integrate with the desktop. Products like Winboat offer highly optimized containerization to bring Windows apps to near-native Linux behavior. High performance specialized emulations like Winlator can run native x86 games — the good ones — on Android.

What all these show is that small teams, even one-man bands, can use the very high quality software components freely available to almost completely remove old ideas of performance and functionality as batteries to platform-independent computing. The skills, the tools, the hardware and the whole production chain have been democratized. Given motivation and modest resources, FOSS designers can work miracles — and will. The downside is that there are too many good choices, making selection and support untenable in most organizations. Windows is Windows is Windows. Or it would be, if Microsoft stopped mucking about.

What FOSS per se is bad at, is synchronizing with specific needs. It can do it with the right people, see Red Hat, but those people can also take it into darkness. Stare too long into the abyss, and the enterprise stares back at you. Focus, alignment, the disciplines of documentation, support and detail, get harder the more complex a system becomes.

This is where the EU could start to make an immediate difference to open source. It can say that it wants an open source desktop system that has explicit Windows migration support through a mix of technologies that will remain stable and supportable, and that reflects the particular needs of the EU's public and private sectors. This will be a state requirement that absolutely does not need state resources to meet.
Then comes the support structure. Whatever team builds the distro will be the top tier of support, with everything else handled elsewhere. The EU's job will be to co-ordinate support for states, doing so in as transparent a way as possible so that the private sector can create and integrate support for itself. It's no different in the broadest terms to how support should work with departmental, company, and contracted support tiers, but with many more options, no secrets, and resources flowing into FOSS development as requirements evolve.

This whole process can be argued as necessary for EU state security and sovereignty, arguments we already hear loudly from Europe's erstwhile allies as reasons for far more than a new desktop OS. The initial migration will be as incremental and non-disruptive as possible, the aim being to demonstrate and sustain a new model of infrastructure evolution, one that can go on to power a roadmap of accelerating replacement and renewal.

It is very difficult to force the evolution of FOSS if the environment is wrong. It is very difficult to stop it, or even slow it down, when the environment is right. The EU knows what it wants and why it wants it. It also knows it can't force it. What it can do is create the right conditions and step back. Open source asks for no more than that.

https://www.theregister.com/2026/01/19/open_sources_new_mission_rebuild/
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 07:54:14 pm »
Citar
Não me surpreendia que no fim, víssemos o FCAS dividido em 2 sub-programas, com um design liderado pelos franceses, e outro liderado pelos alemães, em que ambos partilhassem determinadas tecnologias/equipamento, como motores, radar, etc.

Uma espécie de FREMM... não seria má ideia.
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