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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 07:12:02 pm »
Parece que a Holanda vai apostar forte nos FFG. Daqui a uns 10 anos pode ser uma boa compra de oportunidade para . c56x1
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 06:56:23 pm »
O "gap" F-35 vs Eurofighter diminui com as tranches 4 e 5 (ie Captor‑E AESA / DASS / mais fusão de sensores) ou é tão pouco que não deve ser considerado?

Depende, o novo radar e o sistema de guerra eletrónica novos nunca foram testados.

O grande inimigo do F-35 é a lei de Moore, com o aumento exponencial da capacidade de processamento e agora com AI os aviões tripulados têm os dias contados.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por LM em Hoje às 06:54:44 pm »
Sim, mas... o F-35 é um "bicho diferente" quando se trata de estar dependente do fabricante (e dos EUA) - o que o faz único e superior é também o que o deixa mais vulnerável e, talvez pior, ninguém tem certeza do quanto está dependente e vulnerável, de como isso pode (quando e como) acontecer. 
 
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Portugal / Presença militar nos Arquipélagos
« Última mensagem por dc em Hoje às 06:47:16 pm »
Não me lembro de haver algum tópico com este tema.

O objectivo é simples, debater a presença militar portuguesa nos arquipélagos.

Presença dividida entre:
-permanente;
-destacamento temporários/sazonais (e em que moldes);
-exercícios.

Que se discuta esta presença com base em conceitos realistas (nada de colocar 1 bateria BMD em cada ilha, ou destacar 20 caças em cada arquipélago).

E que se divida a discussão entre:
-realidade actual - meios, recursos humanos, recursos financeiros e capacidades existentes;
-realidade a curto prazo - com base nos meios que estão planeados;
-ambição futura - meios a adquirir, novas doutrinas, reorganização estrutural, infraestruturas, etc.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Pilotasso em Hoje às 06:38:42 pm »
É uma analise técnica sem misturar emoções. Em cima disso quando te apercebes que todos os caças alternativos que se discutiram aqui são todos da geração anterior e também eles possuem equipamentos americanos, se eles quiserem, em caso de guerra também poderiam embargar. Seria algo catastrófico fosse qual fosse o avião escolhido.
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 06:24:17 pm »
Olhem só o que os ignorantes da Austria mandaram para a operação Dadalus na Suiça como protecção ao Fórum Económico Mundial... Pilatus PC-7 da Força Aérea Áustria, armados com 2 "pods" HMP-250 metralhadora pesada FN M3P cal. 12,7x99mm (250 munições).
Onde já se viu aviões a hélice armados a fazer alguma coisa util que não treino, básico claro.
Mais valia enviar drones ou jatos, ou... coisa e tal...
https://x.com/ee_espadaescudo/status/2014006619374293117?s=61

E foram enviados jactos, sim senhor. E helicópteros também, é só ler o que foi publicado no X....

Se a ideia era insinuar que o Pilatus fez tudo sózinho e, ergo, o ST também o faria, pois não resultou....
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por dc em Hoje às 06:20:13 pm »
Falou-se aqui no desejo da FAP de ter caças na BA4, que aliás já teve uma esqaudra de G-91 em tempos passados. Não é invenção. Foi dito pelo Subsea7 mais que uma vez em vários tópicos e ele geralmente sabe do que fala.

Pode ser talvez apenas um destacamento, não sei. Mas os destacamentos por vezes tornam-se em esquadras permanente (Esq 752 renascida..) e possivelmente haverá um segunda esquadra de P-3 na BA4.

Quanto a opções 4,5G e 5G, são cada vez mais restritas. O tempo dirá.

Quanto muito é um sonho molhado do ramo, que está longe de ser uma intenção, por não ser realista. O CEMFA sempre mencionou a compra de entre 20 e 30 caças, logo nunca suficiente para 3 esquadras. Qualquer coisa para lá disto são rumores.

Um destacamento é diferente. É de muito menor dimensão, e não é permanente.
Pegar nos Merlin estacionados nos Açores, e criar uma 2ª Esquadra com eles, mantendo o número total de aeronaves, não é a mesma coisa que ir comprar uma 2ª Esquadra de Merlin.

Uma esquadra de P-3 na BA4 também é algo que terá os seus desafios. Aeronaves em princípio até haverá, falta é o pessoal para elas.

Mas o tema "Presença militar nos Arquipélagos" é algo digno do seu próprio tópico, não do SAFE.

Até lá, vamos supor que teremos 2 Esquadras de caças a jacto.
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 06:15:01 pm »
Olhem só o que os ignorantes da Austria mandaram para a operação Dadalus na Suiça como protecção ao Fórum Económico Mundial... Pilatus PC-7 da Força Aérea Áustria, armados com 2 "pods" HMP-250 metralhadora pesada FN M3P cal. 12,7x99mm (250 munições).
Onde já se viu aviões a hélice armados a fazer alguma coisa util que não treino, básico claro.
Mais valia enviar drones ou jatos, ou... coisa e tal...
https://x.com/ee_espadaescudo/status/2014006619374293117?s=61

Dava para comprar uns 200 PC-7, e fazem o mesmo serviço.

Mas foi um bom negocio, para alguém. :mrgreen:
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 05:59:15 pm »
Eu não sou contabilista, mas as despesas dos programas SAFE contam `a medida que o dinheiro é gasto, não? Portugal vai receber os 5,8MM em 2026 e quando um contrato é assinado e o pagamento feito ao estaleiro ou fabricante esta quantia neste momento entra na contabilidade das despesas de defesa. Ser ou on não financiado, ou vir dos impostos não interessa `a contabilidade final orçamental.  :conf:

O orçamento de estado inclui não só as receitas provenientes dos impostos, mas também outras fontes, como empréstimos e a venda de obrigações, ect.. Estas receitas adicionais contribuem para o total de recursos financeiros disponíveis para as despesas do governo.

Pois, eu também não sou contabilista, mas se há 10 anos de período de carência (e depois juros mais baixos, mas ao nível dos que a República já paga agora) significa que não há saídas de dinheiro até 2037. O dinheiro do SAFE também não chegará todo de uma vez, como é lógico, mas antes de acordo com os planos e prazos de pagamentos dos contratos que vierem a ser estabelecidos.
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