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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Ghidra em Hoje às 02:33:18 pm »
O Gripen não é o caça ideal devido ao seu alcance como o numero de utilizadores. Se o Canada não entrar no Gripen existem menos 130 unidades vendidas como vai ser o futuro o mercado de upgrades e peças?
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Indústrias de Defesa / Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 02:32:45 pm »
https://eco.sapo.pt/opiniao/a-participacao-da-industria-nos-investimentos-em-defesa/

A participação da indústria nos investimentos em Defesa

A afirmação internacional das nossas empresas é um passo necessário para a criação de resiliência na Defesa Nacional e para um apoio de proximidade aos Ramos militares no desempenho das suas missões.

Ogoverno de Portugal que tomou posse em 2024 assumiu como prioridade política a Defesa Nacional. Esta prioridade significou que Portugal recuperou, após décadas de secundarização da segurança, o que a História nos ensina sobre o retorno do investimento nesta área: em soberania e independência nacional; num futuro com paz; e na prosperidade da comunidade.

Como o investimento em Defesa realizado por cada país tem uma forte correlação com a dimensão da sua indústria, uma vez que o Estado é o seu principal cliente, uma das prioridades do Ministério da Defesa Nacional é potenciar a participação das empresas portuguesas como forma de acelerar o desenvolvimento económico e aumentar o emprego. A opção pelo investimento em Defesa e o duplo uso militar e civil que a tecnologia potencia é, por isso, uma aposta na criação de riqueza.

As cimeiras de Washington, em 2024, e a de Haia, em 2025, consolidaram a expansão das capacidades militares de Portugal dentro da NATO, estabelecendo um compromisso com a produção e o reforço da indústria para garantir o efeito dissuasor baseado em vantagens tecnológicas. Neste âmbito, os investimentos em produtos e no equipamento das Forças Militares previstos até 2030 — onde se incluem navios, blindados, viaturas tácticas, sistemas não tripulados e anti-drone, satélites, munições e sistemas de artilharia e de antiaérea — são uma excelente oportunidade para a indústria Nacional.

O envolvimento da indústria está a ser concretizado de quatro diferentes formas:

Compras diretas de equipamentos e sistemas a empresas portuguesas;
Atração de investimento estrangeiro na construção de capacidades na Defesa que incluem fornecimentos nacionais;
Compras a empresas portuguesas de componentes e produtos que são integrados nas aquisições realizadas pelos Ramos militares;
Encontros entre empresas portuguesas e grandes fabricantes facilitando a sua entrada nas cadeias de fornecimento a nível internacional.
Desenvolvendo a visão estratégica do Ministério da Defesa Nacional, a idD Portugal Defence tem a missão de promover o papel da Indústria na construção de capacidade e de resiliência na Defesa, reforçando a ligação entre as necessidades dos Ramos militares e o conhecimento, a tecnologia e as capacidades disponibilizadas pela Indústria. Para garantir o envolvimento da indústria atua em duas dimensões — aquisições e desenvolvimento tecnológico — que refletem a orgânica da NATO — Comando Aliado Operacional na Europa e o Comando Aliado para a Transformação nos EUA — e dos próprios Ramos nacionais — planeamento e logística, por um lado, e inovação tecnológica, por outro.

Nos investimentos previstos, a idD promove a participação da indústria em cinco fases:

Atualização de contactos das empresas para garantir que pudessem ter acesso a estas oportunidades — o que aconteceu com todas as que fizeram a atualização;
Manifestação de interesse que incluiu a forma como cada entidade poderia integrar o fornecimento dos equipamentos e produtos previstos;
Organização da informação recebida de várias dezenas de empresas sobre a sua capacidade de fornecimento por tipo de equipamento e produto a adquirir;
Envio desta informação aos Ramos para ser considerada nas aquisições a realizar;
Integração na lista de possíveis fornecedores entregues aos potenciais fabricantes dos equipamentos a adquirir.
A concretização destas aquisições pelo Estado português serão o passo seguinte neste processo que visa integrar ao máximo a indústria de Defesa Nacional. Note-se, contudo, que este processo não garante, só por si, as vendas de qualquer uma das 420 empresas e centros de investigação nacionais. A participação da indústria que atua na Defesa, e de novas empresas, está, antes de mais, dependente da posse de tecnologia e de capacidade produtiva que respondam às necessidades militares.

Uma vez que a indústria de Defesa Nacional, na maioria de pequena e média dimensão, não está atualmente preparada para fabricar todos os sistemas de armas necessários para equipar os Ramos militares, o seu desenvolvimento futuro passa também pela maior afirmação internacional de áreas de especialização para ganhar escala, desenvolver tecnologias, estabelecer parcerias, controlar as diferentes fases das cadeias de valor e obter custos de produção médios mais baixos de modo a poder praticar preços e condições de venda competitivos.

A afirmação internacional das nossas empresas é, por isso, um passo necessário para a criação de resiliência na Defesa Nacional e para um apoio de proximidade aos Ramos militares no desempenho das suas missões. As grandes áreas de especialização e de maior competitividade da Indústria de Defesa portuguesa são as seguintes:

Consultoria e programação informática: sistemas de Comando e Controlo, Simulação, Cibersegurança e outras aplicações no Espaço e submarinas;
Reparação, manutenção e remodelação naval, aérea e terrestre;
Engenharia e design: materiais compósitos, mecânica de precisão, aeronáutica militar, etc.;
Equipamento elétrico e eletrónico: comunicações, sensores, fontes de energia autónomas e componentes diversos;
Têxtil, vestuário e calçado como botas, fardamento e proteção operacional;
Sistemas não tripulados em vários domínios: aéreos, de superfície, submarino e terrestre.
O reforço destas vantagens competitivas complementa as oportunidades geradas pelo novo investimento em Defesa, tanto o nacional como o dos aliados, e ajuda a criar condições para que a indústria nacional avance para a produção de novas plataformas aéreas, terrestres e navais, alargue o desenvolvimento de sistemas não tripulados em ar, terra, mar e submarinos, e incorpore mais tecnologia inovadora como Inteligência Artificial, já usada em drones, ou física quântica aplicada em comunicações encriptadas.

Mais do que um benefício imediato, os investimentos que Portugal está a fazer vão potenciar a indústria e alargar a autonomia futura da Defesa Nacional.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por mafets em Hoje às 02:28:14 pm »
O Rafale já está completamente descartado? Sei que é o caça que se fala menos, mas...  :-P

https://www.planobrazil.com/2025/03/16/portugal-pode-optar-pelo-dassault-rafale-em-vez-do-lockheed-martin-f-35-dos-eua/ 

Saudações
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Drecas em Hoje às 02:25:12 pm »
Active stealth moment ::)
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Marinha Portuguesa / Re: Modernização dos Lynx Mk95A
« Última mensagem por mafets em Hoje às 02:24:48 pm »
4 dão duas para cada BD.
E ainda sobra a quinta para canibalizar.
Não vejo necessidade de comprar mais nada, pelo menos para essa função.
Nem a MP ter de abdicar de helicópteros orgânicos.
Além disso, com a chegada das EVO até 2030, equipadas com novos helicópteros,  deveremos entrar de imediato no processo de substituição das BD, que deveria acontecer até 2035, cujo novo navio deverá utilizar o mesmo modelo de helicóptero.
No máximo será até aí que teremos de esticar os LYNX.
A minha preferência... NH90 SEA TIGER, por razões óbvias.  😉

Só dão 2 se o segundo Lynx for levado no deck pois as BD só têm hangar para um heli.  ;)

https://www.navalanalyses.com/2014/11/karel-doorman-m-class-frigates-of.html

https://www.horizon.mt/2022/08/30/visit-on-the-belgian-navy-karel-doorman-class-frigate-leopold-i/



Saudações

P.S.  Mix the Sea Lion e Wilcat. Os Lynx estão nas lonas.
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Força Aérea Portuguesa / Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Hoje às 02:23:06 pm »
Obrigado @CJ  ;)

No link é possível ver o "60+03" a realizar o voo de teste. Do que tenho lido, falta o certificados de aeronavegabilidade... A acompanhar!

As autoridades das Bermudas recusam passar o CAA (Certificado de Avaliação de Aeronavegabilidade) ao aparelho, veremos então o que decidirá a FAP.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Hoje às 02:20:03 pm »
O NR não diz que o GRIPEN é o caça certo.
Diz sim que a FAP deverá avaliá-lo conveniente/seriamente, do que eu percebo pelas entrelinhas,  que tal não está a acontecer.
Essa conversa não vem do nada, ele tem as suas fontes ou alguém lhe pediu esse favor.
Depois vem a argumentação,  mais ou menos válida, conforme as opiniões.
No meu entender,  caso Portugal opte por excluir o F-35, o GRIPEN surge como uma forte opção, para o caso de se definir a existência de 2 modelos na FAP e um número total de caças a rondar as 40 unidades.
Faz-me uma certa confusão o "tom" de determinados comentários nas redes sociais, sobretudo vindos de quem terá, no máximo, a mesma credibilidade/validade de opinião do NR.
Mas enfim...
Abraço.

Caso se exclua o F-35A da corrida à substituição do F-16M, não terás 2 modelos diferentes de eurocanards ao serviço. Nesse caso será um e apenas um: o Eurofighter Typhoon ou então o Gripen E/F. Duas frotas distintas de caças só no caso F-35A + eurocanard.

O Nuno Rogeiro apenas citou lugares comuns, vulgo propaganda da Saab. Pode ter fama, mas não é propriamente uma pessoa conhecida por ser the sharpest tool in the shed. E agora aqui para nós: alguém acredita seriamente que a FAP já não tenha feito o seu trabalho de casa, e concluído que o Gripen E não é o vetor adequado para as nossas pretensões e requisitos operacionais? O Gripen E na Força Aérea Portuguesa só se a opção político-económica for determinante, caso contrário será (quase) sempre preterido em prol dos outros modelos de eurocanard e do F-35A.
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não está tudo não e têm uma série de problemas

Imagino... desde aquele motor Peugeot de 90 cv ou lá ou que é, à suspensão, transmissão, a habitual e sacrossanta falta de meios rádio, às (aposto) deficientes manutenções e, claro está, os 40 anos de uso...

A única real mais valia das Panhard foi o seu carácter de transposição de rios, de resto a susbtituição por um mix de drones e Vamtac seria o melhor que poderia ser feito....


Nada a ver. Uma coisa é diferente da outra e não inviabiliza.  Só o facto de desvalorizar a capacidade anfíbia já é um erro nem pais cheio de rios, albufeiras, etc
Não podemos só pensar em missões na RDA ou na Romênia. Há mais mundo

A Alemanha usa aquele mini veiculo de reconhecimento com de lagartas e até 2 misseis AA lhe mete.

Bom, IMHO recuperar as M11 é economicamente desaconselhável, a extensão dos trabalhos e dos sub-sistemas a substituir assim o determina, seria como querer recuperar um Fiat 127 para utilização diária nos nossos dias.... .
É um veículo já com 40 anos de utilização ou perto disso e está gasto e cansado. Além de que o seu papel enquanto viatura de reconhecimento 'clássico' (no topo de uma colina com binóculos ou algo de semelhante) e quase sem protecção para os ocupantes está um pouco ultrapassado nestes tempos de drones que já dominam o campo de batalha.

A viatura alemã que refere presumo que seja o Wiesel, que foi desenvolvido para prestar apoio de fogo às tropas aero-transportadas, existindo várias versões em serviço, as mais antigas já começaram a ser encostadas. Nenhuma é anfíbia ou com capacidade de transposição de cursos de água.


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Marinha Portuguesa / Re: Modernização dos Lynx Mk95A
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 02:07:44 pm »
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Volta o assunto dos NH90???
Então os NH não eram um caso perdido, andam a ser despachados?
Já resolveram os problemas ?

Leio mais sobre novas vendas do que disso...

Citar
E uns SH-60/MH-60 não? É americano é verdade...

Chega e sobra...
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Força Aérea Portuguesa / Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Última mensagem por goncalobmartins em Hoje às 02:06:44 pm »
Citar
The Bermuda Flyer A German Navy P-3C Orion which was damaged in a ground collision in September is still on the ground in Bermuda nearly four months later.
The aircraft was damaged when it was hit by a taxiing private jet after arriving in Bermuda as part of its retirement tour.
The aircraft was repaired and completed a test flight on the 15th of November, but was not cleared to depart due to an unknown issue.
The Bermuda Flyer has since learned that the stranded plane has been sold to the Portuguese Navy for use in their fleet.
The fate of the plane could range from being repaired and flown off the island to being scrapped in Bermuda and used for parts by the Portuguese Navy.
What do you think should happen to it?
📸: @skiesuprogan & Bundeswehr

https://www.facebook.com/61559439477481/posts/a-german-navy-p-3c-orion-which-was-damaged-in-a-ground-collision-in-september-is/122211444464314649/

Obrigado, Gonçalo.  ;)

Como afirmou o CEMFA em Dezembro, se a FAP pretende contar com 11 P-3C operacionais é porque conta com o "60+03". Veremos então se isso se concretizará ou não.

Obrigado @CJ  ;)

No link é possível ver o "60+03" a realizar o voo de teste. Do que tenho lido, falta o certificados de aeronavegabilidade... A acompanhar!
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