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Marinha Portuguesa / Re: U209PN
« Última mensagem por LM em Hoje às 11:01:27 am »
Não conheço o website e temos de ter cuidado por isso.

Portugal's navy eyes new South Korean submarines to strengthen coastal patrol capabilities
2026-01-19 18:18

According to OPEX360 , at the International Maritime Defense Industry Exhibition (MADEX) 2025, held from May 28 to 31 in BEXCO, Korea Trade, HD Hyundai Heavy Industries (HDHHI) signed a Memorandum of Understanding with the Portuguese Navy aimed at establishing a strategy for naval ship construction, maintenance, repair and cross-model shipbuilding, and timely establishment of a model and its model, as well as MRO (MRO). The agreement was formalized on May 30 at the HD HHI booth at BEXCO and reflects Portugal's recurring availability issues in the existing Tridente-class fleet, with the need to seek other subsea capabilities.

The Portuguese Navy currently operates two Tridente-class submarines, the NRP Tridente and NRP Arpão, based on the German Type 214 platform and equipped with fuel-battery AIP propulsion, ISUS 90 combat system, KH-1007 Navigation Radar and 533 mm torpedo-launched sub-class Homer-type carriers. These submarines were commissioned in 2010 to replace the Arpão class and form the core of Portugal's undersea warfare capabilities. However, operational availability has declined in recent years. NRP Tridente has been undergoing a major overhaul since 2022, while in March 2025, impurities found in the hydraulic system of the Arpão temporarily left the Portuguese Navy without any operational submarines. These constraints, combined with concerns about Russian naval activities off the Portuguese coast and in the Mediterranean, have led the Portuguese Navy to consider purchasing a third submarine of similar tonnage or two smaller submarines in the 800 to 1,300 ton range.

In response to these developments, the head of the Portuguese Navy, Admiral Jorge Nobre de Sousa, indicated that there is a preference for smaller units. This approach was reiterated during the engagement at Madex 2025, where Admiral Fernando Pires, head of the Portuguese Navy's Logistics Command, signed a memorandum of understanding with Ju won-ho, head of HD HHI's Special Ships Division. The agreement does not specify a final design, but refers to the joint development of a small submarine model based on mutual trust and strategic cooperation. HD HHI is currently developing three submarine models for export: the HDS-2300, HDS-1500 and HDS-800. All three models were presented at Madex 2025. The HDS-2300 is the largest, intended for blue-water operations, and has received approval in principle (AIP) from DNV. The HDS-1500, developed in cooperation with Peru's Sima, is 65 meters long and 6.5 meters wide, has lithium-ion battery propulsion, requires a crew of 25, and has also received AIP certification from DNV. The HDS-800 is the smallest variant, intended for coastal operations. It is expected to provide a compact and low-cost option for navies with coastal security requirements.

Although Portugal has not officially confirmed a specific model, the Portuguese Navy may consider leveraging the work being done on the HDS-1500, especially given that displacement, propulsion configuration, and crew size align with the needs expressed in recent public statements. The HDS-1500's open architecture design allows for the integration of country-specific combat systems, sensors, and weapons, providing a potential adaptable solution. The agreement signed at Madex reflects not only Portugal's intent to strengthen its submarine fleet, but also HD HHI's strategy to promote its submarine designs in global markets through co-development and export-oriented customization. Portugal's current Tridente-class submarines, the NRP Tridente and NRP Arpão, displace more than 2,000 tons, have a maximum testing depth of more than 300 meters, and an endurance of approximately 60 days. However, maintenance challenges limit their availability for sustained deployments.


Já agora li que os Coreanos estão a negociar estaleiros em... Marrocos.
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Política em Portugal
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:40:43 am »


Grande Resultado do Manuel João.  :mrgreen:

Saudações  :mrgreen:

P.S. Almirante, cu cu...  :mrgreen:
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 10:37:45 am »
Bom dia

O safe foi criado para aumentar as capacidades militares dos países da UE, e ao mesmo tempo aumentar a capacidade industrial, intemporalidade  e a cooperação entre países europeus.

No caso português, ao contrario do querem fazer passar com essa noticia, vai exitir um aumentos de capacidades industrias, nomeadamente em linhas gerais:

-Satélites serão fabricados em Portugal - Juntamente com a Finlândia
-A compra de blindados, implica a construção de uma fabrica, para os produzir e fazer manutenção
- A modernização das Pandur será feita em Portugal, por industrias portuguesas
- Drones
- Mesmo as fragatas, implicam a transferência de now how e tecnológica , obrigam a investimento no afeite ( que estava quase abandonado e com maquinaria obsoleta e  com capacidades reduzidas  )
- Construção da fabrica de munições.

Os únicos projetos, que não tem em principio incorporação Nacional, será as defesas áreas e artilharia ( neste caso existe um memorando de entendimento que sobre drones nacionais para a França)

E explicar isso às pessoas, em português corrente?

O MDN, já disse as linhas gerias, em Português bem claro, alias, algumas das coisas já andava a falar antes do SAFE.

só ainda não divulgou os projetos ao pormenor ,ou o material que será adquirido, mas isso nesta fase ainda é normal.

E eu nem gosto do no MDN, mas face aos anteriores por enquanto tem as melhores intenções.

O problema é sempre o mesmo, é a comunicação social, que gosta de polemicas, e são alimentados, por interesses políticos e econômicos.

E por ultimo pelos portugueses que no fim, pouco estão interessados nestes temas, ou porque não sabem, ou porque andam mais preocupados com a vida ( ou a sobreviver ) ...
4
Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Vintage Tanks
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:31:03 am »
S Tank



Saudações
5
Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por P44 em Hoje às 10:23:59 am »
Bom dia

O safe foi criado para aumentar as capacidades militares dos países da UE, e ao mesmo tempo aumentar a capacidade industrial, intemporalidade  e a cooperação entre países europeus.

No caso português, ao contrario do querem fazer passar com essa noticia, vai exitir um aumentos de capacidades industrias, nomeadamente em linhas gerais:

-Satélites serão fabricados em Portugal - Juntamente com a Finlândia
-A compra de blindados, implica a construção de uma fabrica, para os produzir e fazer manutenção
- A modernização das Pandur será feita em Portugal, por industrias portuguesas
- Drones
- Mesmo as fragatas, implicam a transferência de now how e tecnológica , obrigam a investimento no afeite ( que estava quase abandonado e com maquinaria obsoleta e  com capacidades reduzidas  )
- Construção da fabrica de munições.

Os únicos projetos, que não tem em principio incorporação Nacional, será as defesas áreas e artilharia ( neste caso existe um memorando de entendimento que sobre drones nacionais para a França)

E explicar isso às pessoas, em português corrente?
6
Viggen



Saudações
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Força Aérea Portuguesa / Re: Força Aérea Portuguesa: Album de Fotografias
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 10:18:02 am »
8
Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:13:34 am »
Quando vieram os leopard as criticas foram similares, quando vieram os pandures a mesma coisa, e posso continuar para quase todas as armas que vieram nos últimos anos.
Tens a noção que ambos os  sistemas de armas foram adquiridos sem contratos de manutenção, sendo a mesma feita até nível 3 por pessoal qualificado para os M60 e Chaimite, quando deveriam ter formação para efetuar até nível 5, ou seja na totalidade ou perto dela, certo? Alias, sistemas de armas sem contratos de logística e manutenção, até os Merlin. E quando resolveste o problema de manutenção, não tinhas tripulações ( tanto nos Merlin, como nos Leo 2).  ::)

Saudações

P.S. Os ST em Sierra Nevada já voavam todos e até havia tripulações de sobra. Por cá não arranjamos uns pilotos e pessoal técnico afegão, tipo TVDE, Carris e Uber? Até facilitam nas licenças.  :mrgreen:
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 10:12:04 am »
Bom dia

O safe foi criado para aumentar as capacidades militares dos países da UE, e ao mesmo tempo aumentar a capacidade industrial, intemporalidade  e a cooperação entre países europeus.

No caso português, ao contrario do querem fazer passar com essa noticia, vai exitir um aumentos de capacidades industrias, nomeadamente em linhas gerais:

-Satélites serão fabricados em Portugal - Juntamente com a Finlândia
-A compra de blindados, implica a construção de uma fabrica, para os produzir e fazer manutenção
- A modernização das Pandur será feita em Portugal, por industrias portuguesas
- Drones
- Mesmo as fragatas, implicam a transferência de now how e tecnológica , obrigam a investimento no afeite ( que estava quase abandonado e com maquinaria obsoleta e  com capacidades reduzidas  )
- Construção da fabrica de munições.

Os únicos projetos, que não tem em principio incorporação Nacional, será as defesas áreas e artilharia ( neste caso existe um memorando de entendimento que sobre drones nacionais para a França)

Concordo!
A principal preocupação na fase da candidatura será a de maximizar o que é possível adquirir para a Defesa. E não acredito que as FA não foram envolvidas!

Depois o plano português tinha de ser aprovado pelo Parlamento Europeu (são uns senhores que são eleitos em todos os países da UE..... só para picar quem diz que na UE só há não eleitos.......)

O Plano português só agora foi aprovado da fase de candidatura. Só a partir de agora é que acredito faça mais sentido desenvolver os planos com cabeça tronco e membros!!!!!

Mas tipicamente tuga a desculpa que não fomos contactados........
Se fossem mais pro-activos, assim que ouviram falar no SAFE, íam falar com o Ministro da Defesa!

Outro pormenor, as contrapartidas das nossas compras, não significa que as empresas vencedoras tenham de trabalhar só com o que já cá temos instalado, até porque foi noticiado as várias empresas a contactarem empresas nacionais para fornecerem a indústria da Defesa, como a Airbus........

Das poucas condições para trabalharem com empresas nacionais, só ouvimos falar do Arsenal de Alfeite!
Mas como é evidente, vai haver mais envolvimento nacional e faz todo o sentido que ele exista!
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