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Portugal / Re: Reformar e Modernizar as Forças Armadas
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 01:15:56 pm »
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Enquanto a Brigada Média está a ser criada a pensar no embate, o exército vai criar uma nova Brigada Ligeira focada na velocidade. Com o prazo de criação até 2036, esta unidade herda a genética dos Paraquedistas e Comandos. O seu propósito é a projeção estratégica, chegando primeiro a terrenos difíceis onde os blindados pesados não entram, valendo-se da frota modernizada de viaturas Pandur e de uma elevada mobilidade tática.

Admira-me ninguém ter pegado nesta parte. Ou se calhar foi falado noutro tópico e não vi.

Mas os Pandur transitariam para a Brigada Ligeira?

Eu reparei, mas pensei ser uma daquelas raridades,  c56x1 um erro jornalístico...  Acho que a VB que equipará a Brigada Ligeira serão so ST5.
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Marinha Portuguesa / Re: Classe Viana do Castelo Melhorias ao Projecto Inicial
« Última mensagem por mafets em Hoje às 01:12:48 pm »
O da montagem das Marlin no NRP Setúbal e Sines também saiu na Revista da Marinha. Era 2025 e 2026.  :mrgreen:

Saudações  :mrgreen:

P.S.  :mrgreen:

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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 01:07:05 pm »

Entrada num programa de caças por 200-250M paga 1 avião/avião e meio.

Já na proposta do SAFE 3.0, não faz sentido nenhum ter comprado 4.5G usados + modernização, e depois ir comprar 4.5G novos, vá-se lá saber porquê, e ainda entrar num programa 6G.

Parece que a cada 5 anos estamos a comprar caças.  :mrgreen:

Em cada 10 a 12 anos estamos a reequipar uma esquadra.  A ideia é que (se é para ter 3 esquadras em BA5, BA8 e BA4) a sua substituição seja mais espalhada no tempo.
Sendo a evolução mais ou menos assim:

2 Esq. F-16 + 1 EF usados modernizados ou outro 4,5G a†é 2029

1 Esq. F-16 + 1 Esq EF modernizados + 1 Esq EF novos 2034. ou então 2 Esq. EF usados, + 1 EF novos

1 Esq EF modernizados + 1 Esq EF novos + 1 Esq. 6G até 2040

1 Esq EF novos + 2 Esq. 6G 2045 +

Se não hover disponibilidade suficiente de F-16 para equipar uma esquadra (13-15)  até 2034, considera-se uma segunda esquadra de EF usados (2 Esq. com 30 EF )




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Marinha Portuguesa / Re: Classe Viana do Castelo Melhorias ao Projecto Inicial
« Última mensagem por ICE 1A+ em Hoje às 12:49:22 pm »
44 meses após entrada em vigor do contrato para entregar o 1º? Sendo que antes foi a elaboração do Projeto de Detalhe, que foi depois da revisão do Projeto Básico (e conta após ter sido aprovado o contrato pelo tribunal de Contas)? Pouco deve para se ver ainda.

Excepto provas cabais do avanço da construção... uma fotucha, 2 linhas de informação, será pedir muito??

Isto é pedir muito  c56x1
Nenhuma foto pública dos navios ou blocos do casco foi ainda divulgada.
Isto está de acordo com a prática típica da West Sea: raramente divulgam fotos da construção até às cerimónias de assentamento da quilha.
A West Sea leva 2 – 2,5 anos por NPO tipicamente..


 O calendário  planeado da construção já saiu por aqui..
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 12:31:36 pm »
Mas esse 'problema' de operar perto da linha não seria com quaisquer aeronaves do tipo?

Ademais, por que um reabastecedor com os pods instalados estaria lançando pqds a baixa altitude? São missões -e configurações, diferentes...

Além dos pods de autodefesa electrónicas ele também lança seus fogos e retalhos...



 ::)
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por mafets em Hoje às 12:12:57 pm »
O "gap" F-35 vs Eurofighter diminui com as tranches 4 e 5 (ie Captor‑E AESA / DASS / mais fusão de sensores) ou é tão pouco que não deve ser considerado?

O primeiro é stealth, o segundo continua a não ser.

Saudações
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por LM em Hoje às 11:23:37 am »
O "gap" F-35 vs Eurofighter diminui com as tranches 4 e 5 (ie Captor‑E AESA / DASS / mais fusão de sensores) ou é tão pouco que não deve ser considerado?
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 10:48:07 am »
Não me parece.

Pois, também me parece que não há estações para tal. O que é uma vulnerabilidade em operações próximas da linha da frente
O que consideras "próximo da linha da frente"?
É comum o reabastecimento nessa proximidade?
Abraço

"Próximo da linha da frente" refere-se à possibilidade de ter de actuar dentro do raio de acção dos meios AA das forças opositoras, sejam eles disparados a partir de meios terrestres, navais ou aéreos.. Não esquecer o crescente aumento do alcance dos mísseis ar-ar...

Exacto. Com mísseis ar-ar a terem cada vez mais alcance, ainda mais quando consideramos bestas como o AIM-174B, um avião desta dimensão nunca poderia estar perto da linha da frente.

Isto aplica-se especialmente a uma possível variante AEW do C-390, cuja sobrevivabilidade está em causa contra adversários com caças que possuam mísseis de longo alcance.
Se uma aeronave AAR ainda pode operar a 500+ km da linha da frente, um AWACS a esta distância perde a utilidade.

Daí defender MQ-9 ou Eurodrone em variante AEW como alternativa.

E lanças paraquedistas de onde?

Vão de moto e de burro como os russos?
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 10:42:41 am »
Se os EUA se mostrarem hostis com a Europa (rezemos que o laranja seja posto no olho da rua antes disso), só vai haver incentivo para acelerar os programas 6G, e provavelmente surgirão outros programas de primeira linha.

Os Eurocanards são inconsequentes. Produzir mais uns quantos não vai mudar nada no equilíbrio de forças. Adiar o desenvolvimento dos 6G para produzir mais eurocanards, seria um erro tremendo.

Até acho mais provável que dê aos países europeus uma de "a necessidade aguça o engenho", e se comece a acelerar o desenvolvimento de novos caças.
Mesmo que não surja logo um 6G, pode surgir um 5G, com tecnologia conhecida, que usa motores já em uso (os EJ200 dos Typhoon por exemplo), e que saísse dali um rival bimotor do F-35, usando know-how absorvido pelas nações/empresas que participaram no desenvolvimento deste último.

O desenvolvimento vai continuar, mas ninguém vai fechar linhas de produção neste momento ainda por cima com encomendas feitas.
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Marinha Portuguesa / Re: Fotos de Navios de Guerra Portugueses
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:41:16 am »

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Construída no Arsenal da Ribeira das Naus, a canhoneira Pátria foi aumentada ao efetivo dos navios da Armada em 27 de dezembro de 1903. Motivada pelo Ultimato Inglês de 1890, a sua construção foi financiada pelo dinheiro oriundo da Subscrição Nacional da comunidade portuguesa presente no Brasil.


Saudações

P.S.


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A canhoneira Beira a largar de São Vicente, durante a Grande Guerra (Biblioteca Central de Marinha)
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