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Exército Português / Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Última mensagem por smg em Hoje às 04:00:58 pm »
Boa  tarde , quinta feira houve novos confrontos em Bambari com a UPC a lançar novos ataques .Os contingentes portugueses e nepaleses tiveram que combater durante várias horas para expulsar militantes da UPC dos bairros a nordeste de maioria muçulmana . Na quarta feira tinha havido uma manifestação popular contra a intervenção da Minusca a semana passada . Parece que existe uma quinta coluna nesses bairros favoráveis à UPC . Em novembro passado este contingente já tinha expulso o GA da cidade , mas quando regressou a Bangui  , passado pouco tempo elementos da UPC  voltaram a ocupar esses bairros muçulmanos . Um abraço .
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Exército Português / Re: Substituição da G3
« Última mensagem por typhonman em Hoje às 03:38:36 pm »
Espero que a SCAR seja a escolhida, mas se vier a HK também não é mau...
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: U. S. Navy
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 03:33:08 pm »
Hawai, nem sequer imagino qual é o foco de todas estas atenções... 8)

After years fighting terrorism, the SEALs turn their eyes toward fighting big wars
By: David B. Larter 

ARLINGTON, Va. — After spending the better part of the past two decades supporting wars in a desert region, the U.S. Navy is starting to bring the SEALs back into the fold as it faces threats from major powers such as China and Russia.

The Navy is incorporating its elite special warfare teams into strategic calculations for every potential major power combat scenario, from China and Russia to Iran and North Korea, said Vice Chief of Naval Operations Adm. Bill Moran in a round-table with reporters at the Surface Navy Association’s annual symposium.

The movement toward reconnecting with the blue water force (the Navy’s regular ships, aircraft and submarine forces) started under former Naval Special Warfare Command head Rear Adm. Brian Losey, who retired in 2016. The effort has continued to grow under subsequent commanders, said Moran.

“It’s to the point now where we include them in all of our exercises, our war games, our tabletops — because as much as it is their chance to ‘re-blue,’ it’s our chance to reconnect from the blue side," he added. “We’ve grown used to not having them in a lot of those situations. Now as we’ve done the tabletops, the exercises and the war games, we see: ‘Wow, there is some great capability here that can set the conditions for the kind of operations in every single one of those campaigns.’ And that will continue to grow, I think.”

There have been indications that the SEALs are specifically eyeing environments similar to those in the South China Sea. A recent environmental assessment obtained by the Honolulu Star Advertiser revealed that the SEALs were looking to triple the amount of training time spent in the Hawaiian islands, expanding from Oahu and Hawaii island to Kauai, Maui, Molokai and Lanai.


SEALs are looking to triple training in Hawaii, a sign they are turning their attention to fighting in the Pacific. (U.S. Navy)
The training included the use of drones, C-17 cargo carriers, helicopters, MV-22 Osprey tilt-rotor aircraft and AC-130 gunships, the Advertiser reported.

The environmental assessment said the number of training events on the islands is to increase from 110 annually to 330.

At the same time, there are indicators that the heavy deployment schedule of SEALs has taken a toll on the elite teams, with concerns ranging from drug use in the force and suicides to war crimes committed downrange.

Moran acknowledged the health concerns and said it was something top Navy SEAL Rear Adm. Collin Green is working to address.

“Any time we see indicators of drug activity, sexual assault, suicidal ideations — all of those things, when they show up in significant numbers large enough, we have to go look at the climate and command structure and look at these issues,” Moran said.

“There is no doubt that this force is the highest deployed force in the Navy,” he continued. “We have [to] keep our eyes on it. I’ve talked with Adm. Green when I was out there. [The SEALs] feel like they’re head is in the right place, they’re addressing the issues when they come up.

“Like any force you have to constantly remind them about their professionalism and the expectations we have about ethical and moral behavior.”

https://www.defensenews.com/naval/2019/01/17/after-years-fighting-terrorism-the-seals-turn-their-eyes-toward-fighting-big-wars/
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Exército Português / Re: Substituição da G3
« Última mensagem por HSMW em Hoje às 03:26:03 pm »






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Portugal / Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 03:08:27 pm »
Pois, nos últimos dois anos a Componente de Operações Especiais (CompOEsp) tem enviado militares do DAE ou da FOEsp. Este ano pela lógica vão outra vez os Fuzos do DAE.

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Exército Português / Re: Substituição da G3
« Última mensagem por Clausewitz em Hoje às 02:39:37 pm »
Sendo essas as finalistas estamos bem.

Quanto à possível diferença na BRR face à arma da FOEsp acho que estão a empolar falsos problemas. As operações especiais são uma componente pequena e bastante específica da BRR, que nem funciona exactamente como uma brigada. É habitual estas unidades terem equipamento específico e sendo do mesmo calibre não vejo nisso grandes dramas.

Pior é a situação actual de haver galil, g3, sig e hk416 tudo à mistura com diferentes calibres e ter situações como os paras mudarem a arma para a missão da RCA.

E falando de futuro, acho pior não haver uma uniformização geral nas diversas unidades das forças armadas e termos situações potenciais de armas e calibres diferentes entre exército e fuzileiros ou entre unidades de manobra e de apoio.
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Kalashnikov or Schmeisser: who really designed the AK

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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Força Aérea Espanhola
« Última mensagem por Barlovento em Hoje às 02:32:54 pm »
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Portugal / Re: Economia nacional
« Última mensagem por Daniel em Hoje às 02:11:02 pm »
Venda da Cimpor: como se desfez o ‘império’ cimenteiro em Portugal
https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/venda-da-cimpor-como-se-desfez-o-imperio-cimenteiro-em-portugal-400239


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A Cimpor chegou a operar em quatro continentes e em 12 países. A empresa extingue-se, mas permanece a marca. E fica a promessa dos turcos em “fazer da Cimpor novamente uma grande empresa”.A cimenteira Cimpor foi durante décadas um nomes mais altos da indústria portuguesa, dando cartas tanto em território nacional, como lá fora, onde conseguiu desenvolver negócio em 12 mercados estrangeiros, em quatro continentes. Está agora nas ‘mãos’ do maior fundo de pensões da Turquia, o Ordu Yardimlasma Kurum (OYAK) que, segundo a agência Reuters, comprou o que restava do ‘império’ cimenteiro em Portugal e em Cabo verde: três fábricas e as duas moagens de cimento, as 20 pedreiras e as 46 centrais de betão, revelaram, em comunicado.

O que é o OYAK?

É o fundo de pensões da forças armadas turcas fundado em 1961. Em 2012, já contava com mais de 250 mil membros. O Oayak detém o Oyak Holding, uma empresa de investimento e um dos maiores grupos industriais da Turquia, com diversos investimentos em variados setores de atividade, desde a metalurgia, o setor automóvel, a energia, a agricultura, finanças,betão e exploração mineira, entre outros.

Emprega cerca de 30 mil pessoas em 19 países e, em 2017, apresentou um volume de negócios de 10,2 mil milhões de euros, cerca de 8,92 mil milhões de euros.

Como se deu a desfragmentação da cimenteira?

A (parte da) Cimpor que os turcos adquiriram resultou da desfragmentação que assolou a empresa. Em 2012, a brasileira InterCement lançou uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) à cimenteira portuguesa, que aproveitou um guerra entre os acionistas da Cimpor na altura, onde se incluíam, entre outros a Caixa Geral de Depósitos, o fundo de pensões do BCP ou Pedro Queiroz Pereira.

A InterCement ‘aliou-se’ à rival, e também acionista da Cimpor, Votorantim, e a OPA concluiu-se com êxito. As duas empresas dilaceraram a Cimpor em duas partes idênticas, divindindo os ativos que a empresa detinha pelo mundo fora.

Em dezembro de 2018, o Oyak adquire os ativos que a Cimpor detinha em Portugal e Cabo Verde à InterCement. A transação passou pelo crivo da Bruxelas, com a Direção-geral da Concorrência da Comissão Europeia a dar luz verde ao negócio.

A InterCement tinha necessidade de reduzir a dívida do acionista brasileiro e vendeu a Cimpor ao Oyak, por 700 milhões de euros, segundo a agência Reuters.

Como nasceu a Cimpor?

A Cimpor nasceu da convulsão da revolução do 25 de abril, sendo criada em 1976, reunindo um conjunto de cimenteiras nacionalizadas. Regressou ao capital privado em 1994, mas há antes, o referencial de gestão da empresa, Sousa Gomes, iniciou a cimenteira portuguesa num dos mais interessantes e bem sucedidos processos de internacionalização da economia portuguesa, ajudando a criar bases operacionais em mais de uma dezena de mercados externos.

A Cimpor chegou a operar em quatro continentes e em 12 países: Portugal, Espanha, Brasil, Egipto, Marrocos, Moçambique, África do Sul, China, Índia, Tunísia, Turquia e Peru.
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