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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Vandalismo & Criminalidade em Portugal
« Última mensagem por P44 em Hoje às 09:57:17 am »
Barreiro

https://www.instagram.com/reel/DTY015PDtBE/

Adeptos do Barreirense vs Olimpico Montijo

Nada como um derby regional  :mrgreen:

Nunca me passaria pela cabeça que esses clubes tivessem claques sequer, quanto mais tão violentas  :o
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por P44 em Hoje às 09:54:29 am »
Para que não haja dúvidas

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O Artigo 5.º da NATO não se aplica a conflitos armados entre países aliados da própria NATO.
Porquê?
O Artigo 5.º do Tratado do Atlântico Norte prevê a defesa coletiva apenas quando um Estado-membro é alvo de um ataque armado externo — ou seja, por um país que não pertence à NATO.
O texto do tratado é claro ao referir um “ataque armado contra uma ou mais Partes”, partindo do princípio de que esse ataque vem de fora da Aliança.
Se dois aliados da NATO entrarem em conflito:
❌ O Artigo 5.º não pode ser invocado
❌ A NATO não é obrigada a intervir militarmente
⚠️ A situação seria considerada uma crise interna da Aliança
O que a NATO pode fazer nesse caso?
Em vez do Artigo 5.º, podem ser usados outros mecanismos:
Artigo 4.º – consultas entre aliados quando a segurança de um deles é ameaçada
Mediação política e diplomática
Pressão política para cessar hostilidades
Em casos extremos, sanções internas ou isolamento político do aliado agressor
Exemplo histórico relevante
Grécia e Turquia (ambas membros da NATO) tiveram confrontos militares, nomeadamente em Chipre.
→ O Artigo 5.º nunca foi aplicado, e a NATO atuou apenas como mediadora.



O Artigo 5º já foi acionado e para proteger os EUA. Sei que os americanos não gostam muito de falar nisso mas são factos.

É no entanto verdade que o artigo não pode ser usado para ataques dentro da aliança. O que já se deveria estar a fazer/preparar era uma nova aliança sem os EUA. Os EUA vão tomar a Gronelandia à força e a Dinamarca e a Europa só tem as mesmas opções que tiveram na Ucrania: Ou baixam as calças ou pegam nas armas.

A única vez que me lembre que o artigo 5 foi acionado foi após o 9/11 e aí não era um conflito entre 2 estados membros  ???

Tou certo ou tou errado?
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por P44 em Hoje às 09:52:54 am »
Mas os Dinamarqueses podiam dar um murro na mesa (à Rui Costa) e afirmar que desistiam dessas encomendas, e depois que fossem para tribunal
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Força Aérea Portuguesa / Re: UH-60A Black Hawk na FAP
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Hoje às 09:41:03 am »
O UH-60L "29807" na passada sexta-feira a treinar o transporte de carga suspensa.

(Fotos e crédito: André Carvalho)


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Força Aérea Portuguesa / Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Hoje às 09:37:45 am »
O P-3C CUP/GER "24817" voou de Beja para Alverca na passada sexta-feira. Portanto deverá significar que os trabalhos nestas aeronaves estão prestes a começar.

 ;)

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Mundo / Re: Reino Unido
« Última mensagem por P44 em Hoje às 09:27:24 am »
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Patrao em Hoje às 09:26:46 am »
Eu pessoalmente preferia 36/40 EF.
Uma esquadra de imediato com usados T2, e outra até 2032/5 com T5 novos.  Não acredito que existam T3A disponíveis por agora.
Nessa altura, migrar a primeira esquadra para T3A ou T4, usados novamente, até à chegada do G6.
No caso de atrasos no G6, migrar essa esquadra para a versão mais evoluída disponível.
Tudo isto na base de não virem F35's.
A questão do GRIPEN poderá por-se (para além das vertentes política/económica) como segundo caça com custos operacionais menores, desde logo por ser monomotor.
Ainda assim...

O plano mantem-se com a frota mista, mas se o Trump atacar militarmente a GRON, esqueçam o F-35...

Se a própria Dinamarca, já muito depois das ameaças de Trump em relação à Gronelândia. Reforçou a encomenda dos F-35, adquiriu uma quantidade significativa de mísseis Hellfire e na semana passada encomendou 3 P-8A.

Porquê que nós, mesmo assim, haveríamos de não adquirir o F-35? Essa coisa do "bom aluno" ou ser mais papista que o papa, é mais uma idiotíce à tuga. Algo que já é cultural.

Os EUA não vão invadir a ilha. E por absurdo, se invadissem. Os dinamarqueses que se forniquem. Toda a gente na Europa (UK, França, Holanda) podem ter colónias, inclusive os dinamarqueses, uma situada na América do Norte. Só nós é que não podemos.
E não podemos esquecer-nos que a Dinamarca também apoiou os grupos terroristas proxis de Moscovo contra os portugueses no Ultramar.
Apesar de jamais acontecer uma invasão da colónia dinamarquesa por parte dos EUA. Se houvesse, estariam só a provar do próprio veneno.

O melo, o tipo rural de espinho e o bêbado. São saloios o suficiente para fazer uma estupidez dessas só para mostrar serviço à Van der Loyen.

Primeiro, convém olhar para a cronologia. As decisões dinamarquesas de reforçar a frota de F-35 não foram tomadas após as ameaças recentes do Trump, nem muito menos depois da situação na Venezuela. Essas intenções foram anunciadas em julho e formalizadas politicamente em outubro.

Quanto aos P-8A, a aprovação norte-americana da venda ocorreu em dezembro, o que significa que o pedido dinamarquês já estava em curso há bastante tempo. O mesmo se aplica aos mísseis Hellfire. Estes processos são longos, planeados com muito tempo de antecedência, e não reações impulsivas a acontecimentos recentes. Não existe, portanto, uma comparação válida entre esses casos e o ainda está a ser discutido noutros países.

Relativamente à Gronelândia, o futuro dirá se os Estados Unidos vão ou não invadir a Ilha. No entanto, o simples facto de ameaças deste tipo serem feitas colocando em causa alianças e a estabilidade europeia é suficiente para gerar desconfiança e só por si abalar a aliança. Felizmente, os responsáveis políticos dinamarqueses levam as declarações muito a sério e, pelo que se observa, a maioria dos países europeus está a fazer o mesmo, com algumas exceções.
É precisamente por isso que considero essencial que a Europa reduza, de forma firme, a sua dependência estratégica dos Estados Unidos. Só assim será possível limitar a influência externa e reforçar a autonomia europeia em matéria de defesa e segurança e asua influência no mundo.

Sei que aqui no Forum haja quem queira um “brinquedo novo (F35)”, custe o que custar. Mas quando esse custo pode ter impactos directos na nossa independência é preciso agir com muito mais prudência.

Por fim, um ponto essencial que não deveria ser preciso dizer a Gronelândia não é uma colónia da Dinamarca. É um território autónomo do Reino da Dinamarca, tal como as Ilhas Faroé, com governo próprio, parlamento eleito e direito legal à autodeterminação. Compará-la ao colonialismo português dos séculos passados é simplesmente errado.

Hoje, ninguém “pode” ter colónias. O que existe são heranças históricas distintas, enquadradas por estatutos jurídicos específicos e, sobretudo, pela vontade expressa das populações locais. A França, por exemplo, realizou referendos em grande parte (se não mesmo todos) dos seus territórios há cerca de 20 anos; alguns optaram pela independência, como as Ilhas Comoros; outros escolheram permanecer, como Mayotte.

Portugal não foi “impedido” de nada tomou uma decisão política num determinado contexto histórico, tal como outros países europeus.
Transformar tudo isto numa narrativa de “uns podem e nós não” não esclarece nada, não reforça argumento nenhum e apenas substitui análise estratégica por ressentimento identitário. Mas quando o major ainda se agarra a ressentimentos coloniais de quem apoiou quem isso diz tudo. Desde 1965 a Dinamarca já teve 27 governos diferentes por isso deixe-se de ressentimentos históricos irrelevantes para o contexto actual.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 09:09:38 am »
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German Chancellor Friedrich Merz on Greenland: “We share the American concerns that this part of Denmark needs to be better protected… I hope that we will reach a mutually acceptable solution within NATO.”
Source: Politico

Faltou acrescentar que terá de ser uma solução conjunta, e nunca uma posição unilateral.

É nisto que a Europa é fraca, cada um fala por si e nunca num conjunto.

Já agora,  por esta lógica, há muito que os Açores deveriam ter sido "invadidos"... aliás,  bem vistas as coisas,  provavelmente todo o território português. Deve estar melhor protegida a Gronelândia do que Portugal.
E também não é por terem desembarcado uns barcos nos Açores há umas centenas de anos que dá o direito a Portugal de reivindicar o território...
A solução só pode ser uma, se os EUA não assumirem de imediato uma posição respeitadora da soberania de um Estado membro da UE e da NATO, nada militarmente significativo poderá ser adquirido por Portugal a esse país.  Simples.
A substituição do F16 passará a ser um assunto "não americano".
Não vejo onde está a dificuldade em perceber e assumir essa realidade, até pelo perigo do precedente.
A não ser que nos agrade o papel de capachos.
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Exército Espanhol / Re: Notícias do Exército Espanhol
« Última mensagem por goldfinger em Hoje às 07:01:33 am »
Defensa e Industria comprometen casi 3.800 millones este año para los nuevos programas de armamento y dejan a tiro el gasto del 2,1% del PIB

La OTAN estima que España gastó 33.123 millones de euros en 2025

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La Dirección General de Armamento del Ministerio de Defensa vivió las dos últimas semanas del año uno de sus periodos con mayor actividad en su historia. La entidad estaba obligada a firmar antes de final de año los contratos de la treintena de programas especiales de armamento (PEM) planteados por el Gobierno, claves para desbloquear los préstamos concedidos por Industria y llegar al 2,1% del PIB.

Los contratos firmados, algunos apresuradamente y sin planes industriales claros detrás y que están siendo objeto de recurso en el Tribunal Supremo, no solo permitirán cumplir con lo prometido a la OTAN (lejos del 5% exigido por Estados Unidos) este año, sino que dejan muy cerca también cumplir la meta fijada por el Ejecutivo los próximos años.


Defensa firmó contratos por más de 20.000 millones de euros, pero que se extienden en el tiempo más allá de 2032 en algunos casos. El organismo dirigido por Margarita Robles ha consignado un primer pago para desarrollar los proyectos de 1.600 millones de euros para este 2026. Mientras que algunos contratos enormes como las radios tácticas (1.421 millones) o la modernización de los Centros de Operaciones de Artillería Antiaérea Semiautomática (2.031 millones) no recibirán financiación este año, otros proyectos como la artillería autopropulsada (Indra y Escribano) percibirán 653 millones de euros en el caso de cadenas y 113 millones en el caso de ruedas. Airbus recibirá 290 millones de euros por sus helicópteros multipropósito.

Estos pagos se unen a otros 2.135 millones de euros que Industria concederá en préstamos el próximo año, siguiendo los 4.584 otorgados en este. Si se suma el gasto de ambos ministerios las cifras rondan los 3.800 millones de euros 'extra' sobre los presupuestos prorrogados de 2023 ya asignados al Ministerio.

Presupuestos prorrogados

El pasado abril, el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, presentó el Plan Industrial y Tecnológico para la Seguridad y la Defensa. El objetivo era invertir 10.471 millones de euros para llegar al 2% del PIB, cuando el objetivo se subió una décima se optó por aumentar los préstamos para cumplir con la OTAN.

El Gobierno insiste en que este año presentará unos nuevos presupuestos, pero la situación política hace pensar que es casi imposible que se aprueben. Bajo esta hipótesis, es de esperar que Defensa lance nuevos programas con créditos extraordinarios como ha ocurrido en esta ocasión. La cantidad necesaria es difícil de estimar. Si se toma de referencia las perspectivas del Gobierno, el PIB en 2025 creció en torno al 2,9%. Con esta referencia, el Gobierno necesitaría destinar a defensa unos 34.500 millones de euros.

La OTAN estima que España gastó 33.123 millones de euros en 2025, 10.500 millones de euros más que el año anterior, por lo que el esfuerzo sería de casi 1.400 millones adicionales y casi 12.000 millones más que en 2024.

A favor de Defensa para cubrir este hueco no solo juegan los 3.800 millones consignados para los Programas Especiales de Modernización de 2025, ya que la mejora de condiciones de los militares, con un coste cifrado en 679 millones de euros, también tiene carácter estructural, con lo que un tercio del ajuste necesario queda cubierto.

La otra gran incógnita para establecer predicciones es cuánto del gasto previsto por defensa en los PGE originales sigue "vigente" y cuánto son partidas que han quedado desfasadas, por corresponderse a compras por ejemplo. En esta línea, una de las primeras tendencias al alza debería ser la entrega de más vehículos de combate 8x8, cuyo montaje debería acelerarse en 2026 y provocar nuevos hitos de pago para el consorcio, desde este año encabezado y controlado por Indra.

Con todo, se da por seguro que Defensa lanzará nuevos programas militares para dar continuidad al esfuerzo inversor creciente puesto en marcha en 2025. En el plano internacional, la estadounidense RTX anunció la firma de un acuerdo para proveer nuevas baterías antiaéreas Patriot en otro contrato que se presume millonario.

En la industria nacional, uno de los campos donde se tienen mayores expectativas es el satelital. Tal y como desveló en una entrevista en EL MUNDOel director general de Hisdesat, Defensa ya negocia el lanzamiento de nuevos satélites de observación, esta vez infrarrojos, en un proyecto que tendría fácilmente seis cifras. En la misma línea se manifestó Ángel Escribano, presidente de Indra, la nueva dueña de Hisdesat, ante los analistas subrayando que el espacio será importante en esta nueva hornada de proyectos gubernamentales.

En paralelo, podría haber un gasto extraordinario en un nuevo satélite SpainSat de comunicaciones después de que el segundo artefacto de la familia haya sido golpeado por una partícula y su futuro sea incierto.

Fuera de este campo, algunos de los programas que generan más ruido es la posible compra de los cazas F35 estadounidenses, enfriada en público por Defensa, y el futuro del Futuro Sistema Aéreo de Combate Aéreo Europeo (FCAS), paralizado por las desavenencias de Alemania y Francia, socios de España en el programa. En tierra, el contrato más esperado es el de la modernización de los carros de combate Leopard.

https://www.elmundo.es/economia/empresas/2026/01/13/69612582e9cf4aad3c8b457e.html
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