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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Vandalismo & Criminalidade em Portugal
« Última mensagem por Tiamate em Hoje às 02:44:21 pm »


Este é um fórum de defesa. Discute‑se aqui aviões, navios, blindados e orçamentos porque é exactamente para isso que o espaço existe. Quem tenta transformar isto num palco para teorias alarmistas ou cruzadas ideológicas está simplesmente no sítio errado.


Exatamente. É sobre Defesa.

E a defesa de uma Nação e dos seus valores, não se faz apenas com equipamentos.
É necessário vontade de lutar e para isso há que ter algo para se defender.
E só se luta e defende aquilo com que se identifica.
 
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 02:44:02 pm »
A Marinha já definiu à muito que os novos navios devem ter sistemas de propulsão diesel-elétricos. 

Ex.: NPC;
       NPO 3S;
       D. João II
...



A IA não gosta do Fincantieri FcX 30/Al Zubarah? Não há problema, ainda há o Fincantieri FcX 40.



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Mundo / Re: França
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 02:27:34 pm »
Sondage choc février 2026 :

73% jugent Macron mauvais président,
65% en ont honte,
81% refusent le vaccin Covid,
90% pour paix urgente en Ukraine,
66% alertent sur explosion des cancers,
65% pour une Europe des Nations Défiance massive envers élites et médias !


https://x.com/france_soir/status/2020841280633204892

Sds

Canal liderado por este senhor:

 :arrow: https://fr.wikipedia.org/wiki/Xavier_Azalbert
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Ghidra em Hoje às 02:23:08 pm »
Hoje, no Observador.

O jornalista esquece-se de mencionar sequer o EF, para ele inexistente. E depois faz um panegírico intenso do Rafale, o que me leva a suspeitar de não ser um artigo totalmente isento. Mas fica aqui na mesma, para vosso conhecimento...
 
https://observador.pt/opiniao/porque-e-que-portugal-comprar-o-f-35-e-mesmo-muito-ma-ideia/

Rui Martins

Iniciativa Cidadãos pela Cibersegurança
Porque é que Portugal comprar o F-35 é, mesmo, muito má ideia?
O F-35 representa um risco elevado de dependência estratégica, combinando Mission Data Files centralizados, ciclos de atualização opacos e governação do programa fora do controlo do operador.

10 fev. 2026, 00:10


Em primeiro lugar há que desmistificar e colocar no seu devido lugar o mito de que o  caça de 5.ª geração Lockeed F-3 tem um “kill switch”, um botão remoto, por software, que permite  aos EUA desligar o aparelho e torná-lo num “tijolo”  simplesmente pousado numa pista. Com efeito, nada indica que esse botão “mágico” exista. É verdade que, no meio de mais de 20 milhões de linhas de código proprietário não é impossível que existam um ou vários módulos que desliguem sistemas essenciais ao uso do aparelho, mas é improvável que exista algo de tão directo e absoluto como um “kill switch” remoto aos dispor dos norte-americanos. Mas isso não quer dizer que, na prática, exista algo que pode funcionar com um “limitador”.


No F-35 existe, na verdade, uma dependência estrutural em 3 camadas, algo que concede aos EUA a capacidade real e efetiva de condicionar remotamente quando, como e com o quê exatamente o que avião vai combater.

Em primeiro lugar temos a camada constituída pelos “Mission Data Files” (MDF): um conjunto de bibliotecas de ameaças (radares, sistemas SAM, emissores de radar, etc), parâmetros de guerra eletrónica, e vários perfis que o aparelho pode assumir para conseguir sobreviver e operar num ambiente de guerra moderno. Estes MDF são produzidos e mantidos num sistema localizado nos EUA, com infra estruturas na base aérea de Egli e diversas estruturas de apoio tais como o Partner Support Complex e outras instalações que estão integrados neste denso ecossistema. Nesta camada, o bloqueio pode ser feito de forma relativamente simples: basta cortar o acesso ao canal que produz e divulga os MDF para limitar severamente a operação do F-35. O aparelho continua a voar mas perde capacidade e proteção num teatro hostil de operação. Não é, assim, “desligado remotamente” mas pode ser “limitado remotamente”: sem margem para dúvida.


A segunda camada de limitação funcional do F-35 reside no seu complexo e opaco software: O aparelho foi concebido para ser alvo de atualizações, patches e melhorias de segurança constantes. Sem essas actualizações o aparelho fica como um aparelho que ficou “encravado” no Windows 7 ou no Windows 10.


A terceira camada de limitação que pode ser remotamente imposta pelos EUA aos operadores deste aparelho é a sua capacidade para integração de armas e para assumir o papel de “autoridade de integração” deste sistema combinado de equipamentos. Toda a integração (até com os parceiros europeus que colaboraram no desenvolvimento do programa) compete aos EUA.

Importa agora, no contexto da inevitável substituição dos F-16 operados pela FAP, avaliar as alternativas europeias à migração para um dos sistemas de armas mais complexos e mais caros de sempre e comparar, muito concretamente, estes riscos e limitações com as capacidades do Saab Gripen e do Dassault Rafale.

Saab Gripen (C/D e sobretudo E/F): O Gripen foi comercializado numa filosofia “pequena força aérea com controlo nacional” e a Saab tem um forte histórico de transferência de tecnologia e, pontualmente, de acesso ao código-fonte do aparelho e documentação para permitir integração local e evolução com um baixo nível dependência do fabricante sueco. No Gripen, o risco de “ficar refém” de um único país com um fluxo centralizado de manutenção é muito menor do que num programa tão completo como o do F-35 (embora não seja zero uma vez que há componentes export-controlled e, em particular, de origem norte-americana).

Dassault Rafale: O Rafale tende a ser o oposto do Gripen na questão do código: a França (Dassault/Thales/Safran) é muito defensiva quanto ao acesso ao núcleo do software e às integrações do seu aparelho. Há relatos recorrentes (Índia) de resistência a transferir “source code” do sistema (por receios de que caiam em mãos russas) mas há uma diferença crucial face ao F-35: o Rafale não assenta no mesmo modelo de dependência em dados de missão centralizados em Eglin (EUA) e numa cadeia de atualização global tão densa como a do F-35. O país operador continua dependente do fornecedor para determinadas integrações, mas a arquitetura política e logística costuma ser menos centralizada.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Em conclusão, o F-35 representa um risco elevado de dependência estratégica, combinando Mission Data Files centralizados, ciclos de atualização opacos e governação do programa fora do controlo do operador. Não é um “kill switch” (como diz o mito) clássico, mas trata-se de um sistema concebido para funcionar plenamente apenas dentro de um ecossistema político, técnico e industrial controlado pelos Estados Unidos. Para um país como Portugal, isso traduz-se numa perda grave de soberania operacional, sobretudo em cenários politicamente sensíveis ou fora do alinhamento estrito com Washington.

O Saab Gripen E/F apresenta, sem dúvida, a melhor filosofia de soberania técnica negociável. O seu historial de transferência de tecnologia, abertura à integração local, custos de operação controlados e arquitetura pensada para forças aéreas pequenas ou médias fazem dele uma opção racional, financeiramente sustentável e tecnicamente flexível. Com uma negociação bem realizada, o Gripen pode oferecer a Portugal um grau de autonomia superior à qualquer outra opção. O problema não está no conceito, mas no limite das suas capacidades como sistema de armas completo em cenários de alta intensidade, nomeadamente ao nível de alcance, carga útil, persistência, guerra eletrónica integrada e projeção de poder autónoma.

É nesta frente que o Dassault Rafale francês tem vantagem. O Rafale é um sistema plenamente maduro, multirole real, provado em combate real, com forte integração entre sensores, sistemas de guerra eletrónica e armamento, e com uma autonomia operacional que o Gripen não possui. A arquitetura do Rafale não depende de hubs globais externos nem de dados de missão centralizados fora do país operador, o que reduz drasticamente a capacidade de condicionamento remoto por terceiros. A dependência existe, como em qualquer sistema complexo, mas é bilateral, previsível e assente num Estado europeu com interesses estratégicos mais estáveis e alinhados com os de Portugal do que os de uma administração americana volátil.

É verdade que a França é defensiva no acesso ao núcleo do software e que não devemos alimentar a ilusão de uma “soberania total” no uso do aparelho. Mas esta limitação é clara, explícita e contratual e não está escondida atrás de um ecossistema técnico global que pode ser desligado camada atrás de camada (ou de uma só vez). Além do mais, o Rafale oferece vantagens concretas que pesam na decisão estratégica: maior alcance, maior capacidade de dissuasão, integração profunda de guerra eletrónica com o sistema SPECTRA, independência face a cadeias logísticas globais norte-americanas e uma lógica de emprego operacional mais próxima daquilo que uma força aérea europeia soberana precisa.

Se hoje tivesse de recomendar uma solução para a FAP tendo como critério central a soberania operacional real – isto é, a capacidade de empregar o avião quando, como e contra quem o Estado português decidir – a escolha mais coerente não seria o F-35. Entre o Gripen e o Rafale, sendo que o primeiro seria a melhor solução “eficiente” do ponto de vista económico e financeiro. No entanto, considerando o equilíbrio entre autonomia política, robustez militar, maturidade do sistema e menor exposição a bloqueios estratégicos indiretos, o Dassault Rafale surge com vantagem como opção de longo prazo para Portugal: menos dependência, mais completo e mais compatível com a soberania militar efetiva de que Portugal precisa.
Nada de novo apenas acrescentar se a trupe circense da le pen e companhia chegam ao poder em 2027 se aliam com os seus financiadores? Pois é... Ou rafale não faz actualizações de software? O f 35 é um risco grande mas é preciso pensar em todas as variáveis.
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Mundo / Re: União Europeia
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 02:21:40 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 02:17:33 pm »
Li na semana passada que os coreanos iam desistir de fazer o KF-21 Block 3, passando do Block 2 para outro caça de 6ª geração que já estão a conceber.

Os caças de 6ª geração europeus estão a revelar-se muito problemáticos, ou porque não querem ceder know-how, ou porque não têm dinheiro, ou porque não têm capacidade de elaborar a sua cota-parte do trabalho... enfim, há de tudo.

Para a FAP eu não estou a ver qual será a solução perfeita, quanto muito há possíveis soluções, que são em parte o que se pode fazer com o pouco que temos e isso não me agrada mesmo nada.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 01:50:40 pm »
Hoje, no Observador.

O jornalista esquece-se de mencionar sequer o EF, para ele inexistente. E depois faz um panegírico intenso do Rafale, o que me leva a suspeitar de não ser um artigo totalmente isento. Mas fica aqui na mesma, para vosso conhecimento...
 
https://observador.pt/opiniao/porque-e-que-portugal-comprar-o-f-35-e-mesmo-muito-ma-ideia/

Rui Martins

Iniciativa Cidadãos pela Cibersegurança
Porque é que Portugal comprar o F-35 é, mesmo, muito má ideia?
O F-35 representa um risco elevado de dependência estratégica, combinando Mission Data Files centralizados, ciclos de atualização opacos e governação do programa fora do controlo do operador.

10 fev. 2026, 00:10


Em primeiro lugar há que desmistificar e colocar no seu devido lugar o mito de que o  caça de 5.ª geração Lockeed F-3 tem um “kill switch”, um botão remoto, por software, que permite  aos EUA desligar o aparelho e torná-lo num “tijolo”  simplesmente pousado numa pista. Com efeito, nada indica que esse botão “mágico” exista. É verdade que, no meio de mais de 20 milhões de linhas de código proprietário não é impossível que existam um ou vários módulos que desliguem sistemas essenciais ao uso do aparelho, mas é improvável que exista algo de tão directo e absoluto como um “kill switch” remoto aos dispor dos norte-americanos. Mas isso não quer dizer que, na prática, exista algo que pode funcionar com um “limitador”.


No F-35 existe, na verdade, uma dependência estrutural em 3 camadas, algo que concede aos EUA a capacidade real e efetiva de condicionar remotamente quando, como e com o quê exatamente o que avião vai combater.

Em primeiro lugar temos a camada constituída pelos “Mission Data Files” (MDF): um conjunto de bibliotecas de ameaças (radares, sistemas SAM, emissores de radar, etc), parâmetros de guerra eletrónica, e vários perfis que o aparelho pode assumir para conseguir sobreviver e operar num ambiente de guerra moderno. Estes MDF são produzidos e mantidos num sistema localizado nos EUA, com infra estruturas na base aérea de Egli e diversas estruturas de apoio tais como o Partner Support Complex e outras instalações que estão integrados neste denso ecossistema. Nesta camada, o bloqueio pode ser feito de forma relativamente simples: basta cortar o acesso ao canal que produz e divulga os MDF para limitar severamente a operação do F-35. O aparelho continua a voar mas perde capacidade e proteção num teatro hostil de operação. Não é, assim, “desligado remotamente” mas pode ser “limitado remotamente”: sem margem para dúvida.


A segunda camada de limitação funcional do F-35 reside no seu complexo e opaco software: O aparelho foi concebido para ser alvo de atualizações, patches e melhorias de segurança constantes. Sem essas actualizações o aparelho fica como um aparelho que ficou “encravado” no Windows 7 ou no Windows 10.


A terceira camada de limitação que pode ser remotamente imposta pelos EUA aos operadores deste aparelho é a sua capacidade para integração de armas e para assumir o papel de “autoridade de integração” deste sistema combinado de equipamentos. Toda a integração (até com os parceiros europeus que colaboraram no desenvolvimento do programa) compete aos EUA.

Importa agora, no contexto da inevitável substituição dos F-16 operados pela FAP, avaliar as alternativas europeias à migração para um dos sistemas de armas mais complexos e mais caros de sempre e comparar, muito concretamente, estes riscos e limitações com as capacidades do Saab Gripen e do Dassault Rafale.

Saab Gripen (C/D e sobretudo E/F): O Gripen foi comercializado numa filosofia “pequena força aérea com controlo nacional” e a Saab tem um forte histórico de transferência de tecnologia e, pontualmente, de acesso ao código-fonte do aparelho e documentação para permitir integração local e evolução com um baixo nível dependência do fabricante sueco. No Gripen, o risco de “ficar refém” de um único país com um fluxo centralizado de manutenção é muito menor do que num programa tão completo como o do F-35 (embora não seja zero uma vez que há componentes export-controlled e, em particular, de origem norte-americana).

Dassault Rafale: O Rafale tende a ser o oposto do Gripen na questão do código: a França (Dassault/Thales/Safran) é muito defensiva quanto ao acesso ao núcleo do software e às integrações do seu aparelho. Há relatos recorrentes (Índia) de resistência a transferir “source code” do sistema (por receios de que caiam em mãos russas) mas há uma diferença crucial face ao F-35: o Rafale não assenta no mesmo modelo de dependência em dados de missão centralizados em Eglin (EUA) e numa cadeia de atualização global tão densa como a do F-35. O país operador continua dependente do fornecedor para determinadas integrações, mas a arquitetura política e logística costuma ser menos centralizada.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Em conclusão, o F-35 representa um risco elevado de dependência estratégica, combinando Mission Data Files centralizados, ciclos de atualização opacos e governação do programa fora do controlo do operador. Não é um “kill switch” (como diz o mito) clássico, mas trata-se de um sistema concebido para funcionar plenamente apenas dentro de um ecossistema político, técnico e industrial controlado pelos Estados Unidos. Para um país como Portugal, isso traduz-se numa perda grave de soberania operacional, sobretudo em cenários politicamente sensíveis ou fora do alinhamento estrito com Washington.

O Saab Gripen E/F apresenta, sem dúvida, a melhor filosofia de soberania técnica negociável. O seu historial de transferência de tecnologia, abertura à integração local, custos de operação controlados e arquitetura pensada para forças aéreas pequenas ou médias fazem dele uma opção racional, financeiramente sustentável e tecnicamente flexível. Com uma negociação bem realizada, o Gripen pode oferecer a Portugal um grau de autonomia superior à qualquer outra opção. O problema não está no conceito, mas no limite das suas capacidades como sistema de armas completo em cenários de alta intensidade, nomeadamente ao nível de alcance, carga útil, persistência, guerra eletrónica integrada e projeção de poder autónoma.

É nesta frente que o Dassault Rafale francês tem vantagem. O Rafale é um sistema plenamente maduro, multirole real, provado em combate real, com forte integração entre sensores, sistemas de guerra eletrónica e armamento, e com uma autonomia operacional que o Gripen não possui. A arquitetura do Rafale não depende de hubs globais externos nem de dados de missão centralizados fora do país operador, o que reduz drasticamente a capacidade de condicionamento remoto por terceiros. A dependência existe, como em qualquer sistema complexo, mas é bilateral, previsível e assente num Estado europeu com interesses estratégicos mais estáveis e alinhados com os de Portugal do que os de uma administração americana volátil.

É verdade que a França é defensiva no acesso ao núcleo do software e que não devemos alimentar a ilusão de uma “soberania total” no uso do aparelho. Mas esta limitação é clara, explícita e contratual e não está escondida atrás de um ecossistema técnico global que pode ser desligado camada atrás de camada (ou de uma só vez). Além do mais, o Rafale oferece vantagens concretas que pesam na decisão estratégica: maior alcance, maior capacidade de dissuasão, integração profunda de guerra eletrónica com o sistema SPECTRA, independência face a cadeias logísticas globais norte-americanas e uma lógica de emprego operacional mais próxima daquilo que uma força aérea europeia soberana precisa.

Se hoje tivesse de recomendar uma solução para a FAP tendo como critério central a soberania operacional real – isto é, a capacidade de empregar o avião quando, como e contra quem o Estado português decidir – a escolha mais coerente não seria o F-35. Entre o Gripen e o Rafale, sendo que o primeiro seria a melhor solução “eficiente” do ponto de vista económico e financeiro. No entanto, considerando o equilíbrio entre autonomia política, robustez militar, maturidade do sistema e menor exposição a bloqueios estratégicos indiretos, o Dassault Rafale surge com vantagem como opção de longo prazo para Portugal: menos dependência, mais completo e mais compatível com a soberania militar efetiva de que Portugal precisa.
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 01:49:27 pm »
Quem tiver acesso,  faça um resumo sff.

Porque é que Portugal comprar o F-35 é, mesmo, muito mau – Observador https://share.google/7zL5ydsDbhG4J3X9V
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Mundo / Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 12:56:15 pm »
 :arrow: https://www.justice.gov/epstein/files/DataSet%209/EFTA00077895.pdf

Aqui está uma lista detalhada das outras pessoas mencionadas no documento compartilhado no post (o arquivo EFTA00077895.pdf do DataSet 9 do DOJ, recentemente desredactado em fevereiro de 2026).

O documento é uma lista de cerca de 20 nomes de indivíduos descritos como possíveis associados, contatos ou co-conspiradores no contexto das investigações sobre Jeffrey Epstein. Inclui Epstein e Ghislaine Maxwell, e agora revela 18 outros nomes (ou quase todos, com 1-2 ainda parcialmente redigidos em algumas versões).

Nem todos são “co-conspiradores criminosos” no sentido de terem sido acusados ou condenados. Muitos aparecem como assistentes, modelos, contatos de negócios, possíveis vítimas que depois se envolveram ou pessoas mencionadas em logs de voos/contatos. Algumas entradas podem se referir a vítimas que se tornaram participantes (conforme o próprio DOJ já reconheceu em outros arquivos).

Nomes principais e mais destacados (além de Epstein e Maxwell):

Les Wexner → Empresário bilionário americano, fundador da L Brands (Victoria’s Secret). Foi o principal mentor financeiro e sócio de Epstein por décadas. Documentos o descrevem explicitamente como “co-conspirador” em alguns contextos. Epstein administrou grande parte de sua fortuna.
Jean-Luc Brunel → Agente de modelos francês, muito próximo de Epstein. Acusado de estupro e tráfico sexual de menores (inclusive fornecendo modelos para Epstein). Morreu na prisão em 2022 (suicídio).
Lesley Groff (ou Leslie Groff) → Assistente executiva de longa data de Epstein. Listada como suspeita co-conspiradora em documentos internos do FBI/DOJ. Nunca foi acusada criminalmente; ela nega conhecimento das atividades ilegais.

Outros nomes revelados na lista de 20 (com descrições baseadas em registros públicos):

Rimma Sheshelouskaya (ou variações como Shehelouskaya) → Modelo russa/ucraniana ligada a agências de modelos associadas a Epstein/Brunel.
Anastassiy Rzhevskaya → Modelo russa mencionada em conexões de Epstein com agências de modelos no Leste Europeu.
Charlotte Weber → Herdeira bilionária da família Campbell Soup (sopa enlatada). Filantropa, colecionadora de arte e dona de haras. Aparece em contatos de Epstein, mas sem acusações diretas de envolvimento criminal.
Nicola Caputo → Político italiano (ex-ministro da Agricultura na região de Campania e ex-eurodeputado). Mencionado em contextos de contatos internacionais de Epstein.
Zurab Mikeladze → Possível ligação georgiana (dançarino de balé ou associado); informações públicas limitadas no contexto Epstein.
Maria Villarini → Fisioterapeuta americana, fundadora de clínica de saúde pélvica. Sem ligações criminais conhecidas.
Laura Greco → Advogada e ativista contra o câncer de pulmão (co-fundadora de grupo de defesa de pacientes).
Alexa Manzella → Técnica em audiologia; envolvida em disputas trabalhistas no passado, mas sem conexão criminal evidente com o caso.
Kateryna Nosul (Nosul Kateryna) → Empreendedora e assistente de arte, registrada em empresas na Flórida.
Ria Hicky (possivelmente Ria Story ou similar) → Pode estar ligada a sobreviventes ou advocacy; informações variam.
Megan Warren, Salvatore Nuara, Anna Mette, Joanne Rivera, Miryan Castiel (ou Castillo), Leonie Leonov (ou Leonic Leonov) → Nomes com informações públicas muito limitadas ou ambíguas. Muitos parecem ser modelos, assistentes, funcionários ou contatos periféricos. Alguns podem ser vítimas que mais tarde foram classificadas como participantes em documentos internos.

Observações importantes:O documento original tinha quase todos os nomes redigidos (18 de 20). A pressão de deputados como Thomas Massie e Ro Khanna levou à desredação recente.
Muitos desses nomes não são “clientes” famosos nem figuras de alto escalão. A lista mistura possíveis facilitadores, funcionários, modelos e até vítimas.
Não há novas acusações criminais diretas contra a maioria deles com base nesta liberação. O foco do DOJ tem sido proteger vítimas, mas críticos alegam que algumas redações anteriores escondiam cúmplices poderosos.
Les Wexner, Brunel e Groff são os mais citados nos veículos de imprensa como os “co-conspiradores” mais relevantes dessa desredação específica.
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