Dada a actual situação geoestratégica (ameaças de invasão à Gronelândia, chamar "governador" ao pm do Canadá, etc) espero que o governo português esteja a desenvolver planos que levem ao rápido reforço do dispositivo nas ilhas e nos Açores/Lajes em particular.
IMHO deveriam ser estacionados já alguns P-3, F-16 e uma parelha de UH 60, reforço dos meios de segurança da BA 4 e aumentar-se a guarnição do Exército nas ilhas
Submarinos amigo, submarinos é o pesadelo de qualquer frota.
Por alguma razão um americano qualquer (acho que era embaixador cá), não gostou que Portugal tivesse comprado os U209PN, eram "brinquedos caros".
O que ele não disse, é que são brinquedos que dão muita dor de cabeça para quem quer andar a mandar porta-avioes e LHD cheios de Marines de um lado para o outro.
Se tivéssemos uns 4, eles nem se aproximavam, passavam bem ao largo.
O nível seguinte deveria ser, misseis anti-navio em caças, radares de defesa aérea e capacidade anti-aerea por camadas.
No fundo aquilo que se anda a estudar dos chineses, o A2/AD, negação do uso do mar, pelo menos do mar próximo, para eles pensarem "Nem nos vamos aproximar dos Açores, dá menos trabalho dar a volta!".
Concordo, caro Lightning. Mas olhando para os meios actuais (ou melhor, para a ausência deles...) bastariam 3 ou 4 C-17 com paraquedistas fazer uma aterragem de assalto nas Lajes e em meia hora ficaria a coisa resolvida. Depois os meios marítimos poderiam aproximar-se para descarregar algum material pesado.
O radar é uma necessidade crítica, assim como meios AA de curto e médio alcance. Mas também são precisos 'botas no chão' para dar margem de manobra (essencialmente) e meios anti-navio. E depois, ok, basear um submarino (ou dois, nunca se saberia...) na área, em caso de crise eminente.
ENfim, aguardemos os desenvolvimentos deste lamentável episódio EUA-Gronelândia e Canadá (parece que voltou à carga coom a necessidade de os EUA controlarem o Canadá..... :

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