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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por Lightning em Hoje às 03:48:07 pm »
Força Aérea:
- caças (se divórcio definitivo com os EUA e o governo disser à FAP que é impossível adquirir F-35).
- radares de defesa aérea (Açores)
- radares de defesa aérea novos para o continente (se os actuais foram antigos)
- baterias SAM para as bases aéreas
- A400M? (Mas se quisermos mesmo talvez se arranje a bom preço quase novos da Alemanha ou Espanha)

Marinha
- dois submarinos (se possível parecidos aos U209PN)
- um PNM militarizado (tínhamos de ter mais um país a querer)
- EPC para o lugar dos NPO1 e NPO2
- material para os fuzileiros

Exército
- material para a Brigada Ligeira
- C2
- plataformas terrestres de mísseis anti-navio?
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:47:15 pm »
As EPC nao poderao ser construídas em Portugal na West Sea?

Em teoria, sim. Com o devido investimento claro está, e com planeamento atempado para garantir que o estaleiro tem disponibilidade para o fazer.

Se a Marinha vai receber 3 EVO até 2031 e manter 2 VG e 2 BD até 2035, a que acrescem os NPO actualmente em construção (será??), a prioridade seguinte se calhar deviam ser os 4 submarinos e só depois então a venda dos NPO 1S e 2S e a aquisição (de construção nacional seria simpático....) de 3 EPC LRM..... digo eu, que hoje acordei inspirado....  :D

Se for esse o caso, isto é, até 2035 com 3 EVO + 4 fragatas actuais, a prioridade no início da década de 30 é planear, e eventualmente assinar contrato, para a substituição daquelas 4 fragatas.

2 submarinos adicionais, possivelmente sul-coreanos, deveriam estar inscritos na revisão da LPM, para assinar contrato ainda antes de 2030 (idealmente).

Se a decisão por mais submarinos for adiada para 2030, fica mais difícil, porque vão ser muitos programas juntos, enquanto que de 2025 a 2030 praticamente não se investe nada.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:34:38 pm »
Eu acho que tanto um programa franco-espanhol, como um sueco-alemão, podem ter problemas de custos, face ao número de aeronaves que os membros podem encomendar. Com um volume de produção relativamente reduzido, os custos unitários de cada aeronave serão estratosféricos.

A inclusão da Índia seria crucial, não só na parte do investimento no programa, mas também na parte em que fariam uma encomenda considerável.

Sem a Índia, e se a Espanha sair, aí é que estão tramados. Mas parece-me demasiado apelativo para a Índia a ideia de ter acesso (e participar) a um caça 6G, capaz de igualar ou até superar qualquer equivalente chinês/paquistanês.

Relembrar também que tanto a Espanha como a Índia têm ambições de porta-aviões CATOBAR. Juntamente com a França, são 3 nações com interesse numa variante embarcada, o que reforça a ideia de trabalharem em conjunto.


De notar que no fim de 2025, tanto o Canadá como a Austrália foram associados ao GCAP.

Actualmente, um programa sueco-alemão parece-me o mais difícil de avançar, se não arranjarem mais ninguém para se juntar. Os suecos estão habituados a modelos monomotor, já os alemães querem um bimotor.

Não sei se vão a tempo de cativar o interesse da Áustria, que pretende substituir os seus Typhoon no fim da década de 30.
Não sei se haveria interesse da República da Irlanda em entrar num programa destes.


Não me surpreendia que no fim, víssemos o FCAS dividido em 2 sub-programas, com um design liderado pelos franceses, e outro liderado pelos alemães, em que ambos partilhassem determinadas tecnologias/equipamento, como motores, radar, etc.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 03:29:16 pm »
Para quem acha que qualquer um pode produzir aviões 6G, a Itália acaba de submeter a sua mais recente estimativa de investimento, 18.6 Bi€, o que dá um custo estimado ATUAL de quase 56 Bi€ (sim, eu sei que oficialmente são milhares de milhões…).

https://www.defensenews.com/global/europe/2026/01/20/italy-faces-gcap-warplane-price-tag-topping-21-billion/

Várias observações se me levantam assim de depender…

1. Nada mau para um avião que só faz umas cenas a mais que um 5G.

2. Boa sorte à França para conseguir desenvolver algo competitivo e verdadeiramente 6G, sem a vaca leiteira alemã. Mesmo que eventualmente convençam os Indianos, alguém está a ver estes últimos a investirem este tipo de dinheiro? Na minha humilde opinião a, se a Alemanha sair do FCAS, a França está absolutamente fecundada…

3. A Alemanha e a Suécia juntarem-se pode ser a única alternativa realista ao GCAP para a Europa produzir um segundo 6G. Resta ver se a Suécia está disposta a investir os €€ necessários… eles estão habituados a fazer coisas “on the cheap”…

A segunda fase(construção do prototipo) tem um orçamento de €5B. Acho que a França consegue investir sozinha, mas os espanhóis também vão contribuir.
5 Bi talvez... Mais que isso? Com a situação financeira do país e o resto dos compromissos, incluindo uma tríade nuclear, um novo PA nuclear, novos MBTs, etc? Boa sorte…
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 03:29:10 pm »
Vocês estão a esquecer-se que, com a modernização das VdG a avançar, a MGP deve chegar a 2035 com 7 fragatas. As 3 FREMM EVO, as 2 BD e as 2 VdG modernizadas (e suposição de que a 3ª VdG foi encostada de vez ou já só conta como OPV).

Este número, poderá representar as metas NATO, o que explicaria o porquê de avançarmos com a modernização das VdG em simultâneo à construção das EVO, com entregas de ambas com 1 ou 2 anos de diferença.

Se isto se confirmar, a Marinha teria que substituir 4 fragatas a partir de 2035, e não apenas 2.

E é provavelmente aqui que podem entrar as EPC, com 3/4 unidades na versão Full, se a intenção for ter 6/7 combatentes de superfície.

Também não é impossível a Marinha optar por uma 4ª FREMM EVO, através de um hipotético SAFE 2.0, e comprar 3 EPC Full + 3 LRM.
É, de facto, um dos grandes mistérios da MdG… qual o plano para a duas VdG “modernizadas”? Vão sair de serviço (presumivelmente sendo vendidas enquanto ainda lhes resta alguma vida útil) em 2031, depois das FREMM entrarem ao serviço, ou só em 2035? Se for esta este o caso, então substituir as VdG e as BD por 4 EPC FC e os NPO 1S e 2S por outras 4 LRfaz sentido, embora eu ache um erro porque as EPC não são combatentes de primeira linha. Preferia 2-3 FREMM usadas a 3 EPC FC, mas isso sou eu…

Poderá ser para formar e manter tripulações e no futuro obrigar a sua substituição pro outras fragatas?
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 03:27:54 pm »

Uma coisa é certa... estão confirmadas. 😉

"11:10 – The construction of the new Portuguese Navy frigates as an opportunity for cooperation, Mario Mattioli, President, Federazione del Mare"

Isso saiu adonde?





Será que por aqui vai "transpirar" alguma coisa do estado do processo?

https://x.com/search?q=portuguese%20navy

Deste programa.

Abre o link.

Abraço.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 03:26:29 pm »
Vocês estão a esquecer-se que, com a modernização das VdG a avançar, a MGP deve chegar a 2035 com 7 fragatas. As 3 FREMM EVO, as 2 BD e as 2 VdG modernizadas (e suposição de que a 3ª VdG foi encostada de vez ou já só conta como OPV).

Este número, poderá representar as metas NATO, o que explicaria o porquê de avançarmos com a modernização das VdG em simultâneo à construção das EVO, com entregas de ambas com 1 ou 2 anos de diferença.

Se isto se confirmar, a Marinha teria que substituir 4 fragatas a partir de 2035, e não apenas 2.

E é provavelmente aqui que podem entrar as EPC, com 3/4 unidades na versão Full, se a intenção for ter 6/7 combatentes de superfície.

Também não é impossível a Marinha optar por uma 4ª FREMM EVO, através de um hipotético SAFE 2.0, e comprar 3 EPC Full + 3 LRM.
É, de facto, um dos grandes mistérios da MdG… qual o plano para a duas VdG “modernizadas”? Vão sair de serviço (presumivelmente sendo vendidas enquanto ainda lhes resta alguma vida útil) em 2031, depois das FREMM entrarem ao serviço, ou só em 2035? Se for esta este o caso, então substituir as VdG e as BD por 4 EPC FC e os NPO 1S e 2S por outras 4 LRfaz sentido, embora eu ache um erro porque as EPC não são combatentes de primeira linha. Preferia 2-3 FREMM usadas a 3 EPC FC, mas isso sou eu…
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 03:24:28 pm »
Para não estar a repetir o que já disseram alem disso digo  prioritário

- Leopard 2A8 - 60 unidades ( se possivel serem cá montados na nova fabrica  :mrgreen:) e sistema de engenheiria de combate.
- Corvetas  ( construção em Portugal, após termino dos npo
- sistemas defesa área
- submarinos




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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por P44 em Hoje às 03:15:58 pm »
Uma coisa é certa... estão confirmadas. 😉

"11:10 – The construction of the new Portuguese Navy frigates as an opportunity for cooperation, Mario Mattioli, President, Federazione del Mare"

Isso saiu adonde?
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