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Exército Português / Re: Pandur II
« Última mensagem por dc em Hoje às 09:32:19 pm »
Pois, a lógica diz que compensava mais manter as SP30, ao invés de as substituir, até para permitir aumentar o número de armas de 30mm no Exército.

O custo de instalar novas torres de 30mm nos actuais Pandur IFV, não mudará muito face ao custo de o fazer nos APC. Logo, compensa mais ter as 30 SP30 como complemento das novas torres de 30mm.
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: O SOBREVIVENCIALISMO
« Última mensagem por legionario em Hoje às 09:08:11 pm »
Há muita gente que pensa em mochilas carregadas de tudo, sair da cidade e fugir para o campo, viver numa tenda, pescar e caçar, etc.  Devo dizer que esta solução só mesmo em último recurso, o melhor é ficar em casa se tal for possível ...excepto quem tiver alojamento garantido em meio rural , como uma casa de familia/amigos ou uma caravana equipada, neste caso saiam do meio urbano, senão deixem-se ficar no vosso apartamento...se for possível como já disse.

Viver em "campismo" durante muito tempo é mesmo muito dificil em todos os aspectos a começar pela segurança e a acabar no grande desconforto sobretudo quando se tem a cargo crianças ou pessoas com menos capacidade fisica.

Repito, se for possível ficar na vossa casa : fiquem ! Tenham o necessário par aguentar os primeiros dias (ou semanas) até os socorros se organizarem.

No caso de um tremor de terra talvez tenham que sair de casa...o PTWolf faz muito bem em ter o necessário já preparado, não esqueçam dinheiro e documentos e agrupem-se em torno de pessoas da vossa confiança num local que achem apropriado. Nas grandes cidades ( e não só) não faltarão predadores que rodam à volta dos mais fracos, assegurem-se que não é essa a imagem que projetam, mostrem força e se for necessário : usem-na !...e se forem mesmo obrigados a este extremo (ausencia de forças de segurança), sejam exemplares  (rezarão uma Avé Maria depois).

Armas não sei aconselhar, cada um que estude a sua situação. As minhas principais armas são, para além dos meus cães que me avisam de perigos (e também mordem se for preciso), uso a cabeça e a intuição para evitar ter de usar a força.
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Exército Português / Re: Pandur II
« Última mensagem por Drecas em Hoje às 09:02:43 pm »
Já tinha lido isso por acaso

Mas das entrevistas onde tinha lido não fica muito claro se é algo concreto e decidido ou uma ideia
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 08:58:24 pm »
Dada a actual situação geoestratégica (ameaças de invasão à Gronelândia, chamar "governador" ao pm do Canadá, etc) espero que o governo português esteja a desenvolver planos que levem ao rápido reforço do dispositivo nas ilhas e nos Açores/Lajes em particular.

IMHO deveriam ser estacionados já alguns P-3, F-16 e uma parelha de UH 60, reforço dos meios de segurança da BA 4 e aumentar-se a guarnição do Exército nas ilhas

Submarinos amigo, submarinos é o pesadelo de qualquer frota.

Por alguma razão um americano qualquer (acho que era embaixador cá), não gostou que Portugal tivesse comprado os U209PN, eram "brinquedos caros".

O que ele não disse, é que são brinquedos que dão muita dor de cabeça para quem quer andar a mandar porta-avioes e LHD cheios de Marines de um lado para o outro.

Se tivéssemos uns 4, eles nem se aproximavam, passavam bem ao largo.

O nível seguinte deveria ser, misseis anti-navio em caças, radares de defesa aérea e capacidade anti-aerea por camadas.

No fundo aquilo que se anda a estudar dos chineses, o A2/AD, negação do uso do mar, pelo menos do mar próximo, para eles pensarem "Nem nos vamos aproximar dos Açores, dá menos trabalho dar a volta!".

Concordo, caro Lightning. Mas olhando para os meios actuais (ou melhor, para a ausência deles...) bastariam 3 ou 4 C-17 com paraquedistas fazer uma aterragem de assalto nas Lajes e em meia hora ficaria a coisa resolvida. Depois os meios marítimos poderiam aproximar-se para descarregar algum material pesado.

O radar é uma necessidade crítica, assim como meios AA de curto e médio alcance. Mas também são precisos 'botas no chão' para dar margem de manobra (essencialmente) e meios anti-navio. E depois, ok, basear um submarino (ou dois, nunca se saberia...) na área, em caso de crise eminente.

ENfim, aguardemos os desenvolvimentos deste lamentável episódio EUA-Gronelândia e Canadá (parece que voltou à carga coom a necessidade de os EUA controlarem o Canadá..... : :bang: :bang: )
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Exército Português / Re: Pandur II
« Última mensagem por LM em Hoje às 08:41:38 pm »
(...)
Agora, a se confirmar a vinda de uma torre/RWS nova de 30mm, só espero que não cometam o erro de substituir as SP30 em uso, já que estas ainda são minimamente modernas, e se opte por reforçar estas com alguns APC com RWS de 30mm.

Segundo https://www.instagram.com/p/DTqKiVmDOYq/?igsh=NTEyd25zcXZnaHMx a torre vai ser substituida?! Os espanhóis usam 2 diferentes - "cavalaria" e IFV - e não parece haver problema... e 30mm nunca são demais.
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Mundo / Re: Cuba
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 08:33:55 pm »
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por LM em Hoje às 08:24:41 pm »
Uma superpotencia controlada - momentaneamente, espero - pela MAGA, é essa a razão disto. Um aviso sobre movimentos "salvadores""populistas.
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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 08:21:57 pm »
Ukraine is absorbing everything Russia can throw at it — and still getting stronger. In this video, I break down three irreversible shifts that are quietly changing the balance of the war:

• Ukraine’s internal technology is improving faster than Russia can adapt
• Support from friends and allies is becoming faster, smarter, and more reliable
• Ukraine is using its personnel more efficiently, turning experience into advantage

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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Lightning em Hoje às 08:09:23 pm »
Está situação da Gronelândia dá para ir refletindo e conclui que só fica chocado quem não é português nem sabe de história. É que todo este caso me faz lembrar no caso do ultimato inglês, do mapa cor-de-rosa em 1890.

Uma super potência, então se for hegemónica, vai fazer o que quiser, até a aliados, se calhar é algo natural, sentem-se tão intocáveis. Se querem algo tomam, o aliado tem o "previlegio" de continuar a existir pacificamente, se não fosse aliado até corria o risco de ser destruído.

A grande diferença aqui é que a UE está a tomar o lado da Dinamarca, e a UE não é o pequenino Portugal de 1890.

Vamos ver o resultado.
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por Lightning em Hoje às 07:34:14 pm »
Então a Europa agora tem de se preparar para o exército russo, e a US Navy, é tranquilo   :mrgreen: :o

Vamos ter um século XXI interessante...
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