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Indústrias de Defesa e Tecnologia Militar => Indústrias de Defesa => Tópico iniciado por: nelson38899 em Dezembro 19, 2008, 02:24:43 pm

Título: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 19, 2008, 02:24:43 pm
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Empresas portuguesas prestam serviços de engenharia e I&D no valor 25 ME

O fabricante de helicópteros AgustaWestland e o centro português para a excelência na indústria automóvel assinaram hoje um contrato de 25 milhões de euros para a prestação de serviços de engenharia, de investigação e desenvolvimento por empresas portuguesas.

"Este acordo é o resultado de uma aposta em fortalecer a indústria aeronáutica e automóvel em Portugal", disse hoje o ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, na cerimónia de assinatura do contrato com o Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel (CEIIA) que prevê a criação de uma plataforma de engenharia conjunta com a AgustaWestland, envolvendo cerca de 75 engenheiros.

O ministro lembrou que o fabricante de helicópteros italo-britânico vendeu helicópteros a Portugal, pelo que estava vinculada a contrapartidas.

"Negociámos contratos de investigação e desenvolvimento no valor de 30 milhões de euros que vão ser desenvolvidos em Portugal por técnicos e empresas portugueses e desta forma também desenvolver as nossas capacidades de Investigação e Desenvolvimento na indústria automóvel e aeronáutica", acrescentou.

As empresas portuguesas vão estar inseridas nas cadeias de fornecimento aeronáutico da AgustaWestland, através de produtos e soluções com elevado valor acrescentado, representando esta subcontratação 30 por cento do valor do contrato hoje assinado.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interio ... id=1061380 (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1061380)
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Dezembro 19, 2008, 08:40:52 pm
XXXXXXXXIIIIIIIIIIIIIIII :lol:  c34x
Título:
Enviado por: nelson38899 em Janeiro 29, 2009, 04:25:02 pm
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Defesa: Governo aprova proposta de lei que cria "novo regime jurídico" para certificação de empresas do sector
14h05m

Lisboa, 29 Jan (Lusa)- O Conselho de Ministros aprovou hoje uma proposta de lei que visa "criar um novo regime jurídico" para a certificação de empresas que exerçam "actividades de comércio e indústria de bens e tecnologias militares".

A proposta de lei, a que irá ser enviada para aprovação da Assembleia da República, cria "um quadro de maior rigor em concordância com a Posição Comum do Conselho [Europeu] que impõe aos Estados-membros a obrigação de adoptar legislação nacional em conformidade com as suas disposições, em especial no que se refere à análise dos pedidos de licença para cada operação de intermediação".

"Esta proposta de lei visa criar um novo regime jurídico enquadrador destas actividades de intermediação e enquadra-se juridicamente no código de conduta da União Europeia", afirmou o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, em conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros.

De acordo com o comunicado da Presidência do Conselho de Ministros, este novo regime jurídico representa "uma clara evolução no que se refere à certificação das empresas para o exercício das actividades de comércio e indústria de bens e tecnologias militares, concentrando esta matéria num único diploma legal".
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interio ... id=1123795 (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1123795)
Título:
Enviado por: FAAS em Janeiro 29, 2009, 07:17:16 pm
Isto terá algum impacto? Sou leigo, mas não vem acrescentar grande mais valia, pois não?

Cumprimentos.
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Janeiro 30, 2009, 11:36:41 pm
Impacto tem sempre, porque a Ind. de Defesa está intimamente ligada à sociedade e governos, etc.
Convém ter legislação, regras, etc. que regulem o sector. Um exemplo: não daria jeito ter 1 empresa a trabalhar para o Irão e para os EUA, já que estes impõe certas restrições.
Basicamente, se tens 1 empresa que esta a criar equipamento que poderá ter aplicações militares e, consequentemente destrutivas convém ter legislação que regule o sistema.
Título:
Enviado por: FAAS em Fevereiro 02, 2009, 05:02:51 am
E nós, Portugal, produzimos algum equipamento especifico que não seja fabricado por outros?
Eu realmente não estou dentro do assunto apesar de me interessar.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Fevereiro 02, 2009, 06:47:44 pm
Sim, produzimos.
Não te preocupes, pois quase ninguém no fórum tem ideia disto. :]

O grupo Empordef contém um grupo de empresas de bens e serviços. Talvez seja a mais representativa.
http://www.empordef.pt/ (http://www.empordef.pt/)

Há duas apresentações nesta página que dizem respeito à indústria aeronáutica (não implica que seja de defesa).
http://www.inteli.pt/cms/view/id/6/ (http://www.inteli.pt/cms/view/id/6/)

Há por aí uma fábrica de munições, segundo o que ouvir dizer. Mas como não acho piada a essa área de material .

Vê o tópico sobre esta empresa PT http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?t=4668 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?t=4668)

Já agora, no teu "post" anterior referias-te à mais valia da Ind. de Defesa ou da legislação para o sector?
Título:
Enviado por: FAAS em Fevereiro 02, 2009, 07:53:36 pm
Referia-me a uma possível mais valia para a industria de defesa nacional claro.
Realmente pelo que estive a ver nos links que "postou" ainda fazemos umas coisinhas mas as tintas não devem ser abrangidas por este "novo regime", e os ENV não tem se safado lá muito bem com a imagem que têm deixado passar...

Mas gostei do que li obrigado.

Já agora, o Arsenal do Alfeite fará parte deste grupo?
Cumprimentos.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Fevereiro 02, 2009, 08:41:13 pm
sim faz parte. Aqui fica outras empresas ligadas à area da defesa.

http://www.critical-materials.com/ (http://www.critical-materials.com/)
http://www.criticalsoftware.com/defence.html (http://www.criticalsoftware.com/defence.html)
http://www.pema.pt/ (http://www.pema.pt/)
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Fevereiro 02, 2009, 11:56:22 pm
Sinto-me insultado. Para não se repetir, por favor "trata-me por tu". :D

O meu conhecimento sobre legislação aplicada a área de defesa é parco. Só conheço mais a legislação que me abrange (trabalho na área de Engenharia de Produto). Por isso, não posso ser de maior ajuda.

Bem, as tintas poderão ser abrangidas pela legislação, porque há tintas mais viradas para a defesa, que, por exemplo dão o efeito "stealth" às embarcações. Por isso, a sua distribuição já será mais cuidada e "secreta".
Quanto a tintas, vernizes e produtos de revestimento, apesar dos aviões "stealth" já existirem há quase 40 anos (contando a partir do super F-117), os revestimentos que permitem diminuir a "assinatura ao radar" não é amplamente conhecida.

Depois há outras tretas (que talvez já existam na legislação actual), como se queres levar papelada de projectos ligados a defesa tens que seguir certos moldes ou podes mesmo ser impedido de a levar contigo.
Por exemplo, se eu quisesse levar documentos ou ficheiros ligados a um projecto de defesa do Reino Unido para fora do Reino para visitar um fornecedor, não o poderia fazer.
Mas pá, há tanta coisa que se tem que saber que mesmo os peritos que redigiram a documentação não a sabem toda. Se formos para a legislação americana....aí é que ninguém tem ideia..... :D

Eu espero que a legislação e afins vão para a frente para ver se começamos a mexer o cu para a nossa Ind. de Defesa deixar de ser uma agulha num palheiro.
Título:
Enviado por: FAAS em Fevereiro 03, 2009, 12:33:32 pm
Não compreendo a falta de atenção a que as páginas possuam uma versão em português. Não tem orgulho nenhum daquilo que são (Portugueses). Os fraceses põem todo o mundo a parlar aquele dialecto, alemãs o mesmo russos o mesmo, a página em inglês deve servir de garantia que há uma forma do visitante entender o conteúdo. :S

Enfim... Desabafo idiota...

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Fevereiro 03, 2009, 12:37:05 pm
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Enfim... Desabafo idiota...


Ou então não... sentido de pequenês que mina muitos :!:
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Fevereiro 03, 2009, 06:43:41 pm
Compreendo o que sentes. Tb acho um bocado ridículo as empresas, particularmente as que são essencialmente exportadoras não terem cuidado com as páginas. Não de traduções como também de conteúdo.
Um dos casos gritantes é um dos maiores grupos portugueses ( http://www.iberomoldes.pt/ (http://www.iberomoldes.pt/) ) que tv exporte 90 % do que faz e no entanto a página deles não deve mudar há mais de 4 ou 5 anos.

Isto dá para ter uma ideia porque Portugal é considerado insignificante a alguns níveis.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Março 02, 2009, 12:33:20 pm
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Fábrica projecta para 2009 um aumento de 18% da produçãoA Browning Viana, vulgarmente conhecida por «fábrica das armas», vai este ano aumentar de 402 para 442 o número de trabalhadores, apesar da crise mundial, anunciou esta segunda-feira a Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP).

No seu boletim informativo de Fevereiro, a AIMMAP refere ainda que a facturação daquela fábrica subiu de 37 milhões de euros em 2007 para 43 milhões em 2008.

A associação acrescenta ainda que para 2009 «a tendência será a de continuação do crescimento, estando projectado um aumento de cerca de 18% da produção».

Por causa deste aumento, a fábrica vai admitir mais 40 trabalhadores, estando já em curso a contratação dos primeiros 20, enquanto os restantes ficarão «para mais tarde», escreve a Lusa.

«Estes são dados que, sendo assinaláveis em qualquer conjuntura, merecem especial destaque no actual momento mais conturbado da economia portuguesa em particular e dos mercados mundiais em geral», refere o boletim informativo da AIMMAP.

95% da sua produção destina-se à exportação

«Apesar da actual situação de crise na economia mundial e da depreciação do dólar em relação ao euro, a Browning Viana continua a revelar excelentes perfomances aos mais variados níveis, tendo sido, aliás, considerada recentemente a mais competitiva unidade industrial de todo o grupo multinacional em que está inserida», acrescenta o boletim.

Integrante da multinacional belga FN-Herstal, a Browning está instalada, desde 1973, na Zona Industrial de Neiva, em Viana do Castelo, produzindo armas para caça e desporto, com as emblemáticas marcas Browning e Winchester.

Noventa e cinco por cento da sua produção destina-se à exportação, com destaque para os Estados Unidos da América, que absorvem 75%.

Em 2007, a FN-Herstal anunciou um investimento de 10 milhões de euros na modernização e ampliação da sua fábrica em Viana do Castelo, para reforçar a sua competitividade.

Um investimento subsequente ao encerramento, em 2006, da fábrica de espingardas Winchester que durante 140 anos funcionou em New Haven, nos Estados Unidos.

O grupo belga justificou este encerramento com a falta de competitividade da unidade norte-americana, optando pela produção deste modelo na fábrica de Viana do Castelo.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/not ... iv_id=1728 (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1046462&div_id=1728)
Título:
Enviado por: Feinwerkbau em Março 03, 2009, 01:37:30 pm
a Browing Viana apenas fabrica armas de caça e de desporto, tipo caçadeiras, armas de tiro aos pratos e carabinas semi-automáticas...

mas era só a FN querer...

a malta cá de cima, a fazer navios de guerra como faz, com fábricas de armas e aerogeradores, a ser a unica cidade do pais não integrada em nenhuma comunidade inter-municipal ( CIM ), qualquer dia ainda declaramos independência  :twisted:

mas é uma unidade de fabrico como há poucas na Europa, sim sra.
Título:
Enviado por: Maginot em Março 03, 2009, 03:10:05 pm
Citação de: "nelson38899"
sim faz parte. Aqui fica outras empresas ligadas à area da defesa.

http://www.critical-materials.com/ (http://www.critical-materials.com/)
http://www.criticalsoftware.com/defence.html (http://www.criticalsoftware.com/defence.html)
http://www.pema.pt/ (http://www.pema.pt/)


www.skysoft.pt (http://www.skysoft.pt)
www.tekever.pt (http://www.tekever.pt)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Março 03, 2009, 03:36:39 pm
a skysoft não faz parte do grupo empordef???
Título:
Enviado por: Maginot em Março 06, 2009, 01:13:02 pm
Citação de: "nelson38899"
a skysoft não faz parte do grupo empordef???


Não,a Skysoft fez parte do grupo Mello.
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Março 08, 2009, 11:13:36 am
Assoc. das empresas de defesa, armamento e novas tecnologias
http://www.danotec.pt/conteudos.asp?ID=41 (http://www.danotec.pt/conteudos.asp?ID=41)


EURODEFENSE - PORTUGAL (é pena que usem a ortografia americana e não inglesa em "eurodefense")
http://www.danotec.pt/admin/downloads/E ... RTUGAL.doc (http://www.danotec.pt/admin/downloads/EURODEFENSE%20PORTUGAL.doc)
Plano de actividades para este ano.  Não se pode dizer q são ambiciosos...
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Março 14, 2009, 02:18:28 pm
Governo desmente perda do direito à montagem de blindados

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O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, desmentiu que Portugal vá perder o direito à montagem de blindados para as Forças Armadas contratados com um consórcio austríaco.

Segundo notícias divulgadas, este sábado, pelos jornais, o consórcio austríaco liderado pela Steyr, com quem o Estado português contratou a compra de blindados para as Forças Armadas pretende transferir a sua produção para a República Checa, colocando em causa empresas portuguesas que os co-produzem.

Só a Fabrequipa, no Barreiro, poderá perder quase cem milhões de euros e ter de despedir cerca de 200 trabalhadores, segundo os jornais.

De acordo com o ministro português, o contrato de contrapartidas que está em vigor "está a ser cumprido e vai continuar a ser cumprido".

"O Ministério da Defesa não recebeu qualquer proposta formal de renegociação deste contrato de contrapartidas", adiantou Severiano Teixeira, em declarações aos jornalistas antes de partir para uma visita de dois dias à Líbia.

"O Estado português não permitirá que a indústria portuguesa seja prejudicada", afirmou.

O ministro confirmou que vai realizar-se na próxima semana uma reunião da Comissão Permanente de Contrapartidas, mas declarou que não serão postos em causa os termos em que o acordo está em vigor.

De acordo com os jornais, o consórcio austríaco propõe-se transferir a produção dos blindados devido à crise financeira mundial, cabendo à Comissão Permanente de Contrapartidas determinar se tal viola o contrato de contrapartidas com o Estado português.

Segundo as mesmas fontes, o contrato de compra dos 260 blindados, por 364 milhões de euros, foi realizado em 2005, quando era ministro da Defesa Paulo Portas.


http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Naciona ... id=1169848 (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1169848)
Título: Re: Empresas de defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Outubro 09, 2009, 12:48:00 am
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GMV desarrolla UVA a través de su filial portuguesa y abre filial en Polonia

Según informa GMV en su último boletín, hace unos meses se logró la creación de un consorcio aeroespacial portugués PAIC (Portuguese Aerospace Industry Consortia). Este consorcio se compone de doce empresas nacionales lusas que colaborarán con el gigante estadounidense Lockheed-Martin para desarrollar un sistema civil de Vehículos Aéreos No Tripulados (UAVs).Portugal será la base de pruebas para soluciones de producción y bienes exportables.

Aplicación civil

Igualmente, contará con dos demostraciones sobre observación de masas forestales, incluyendo la detección y control de incendios, así como la vigilancia del océano para labores de búsqueda y rescate, seguridad y medio ambiente.

Este consorcio, del que forma parte la filial portuguesa de la compañía madrileña GMV, Skysoft, invertirá un total de 10 millones de euros durante cinco años.

Los analistas consideran que el segmento de plataformas para Vehículos Aéreos no Tripulados y otros servicios asociados para aplicaciones civiles generará alrededor de 2.800 millones de dólares entre 2008 y 2019 con un ritmo de crecimiento de cerca de un 30 por ciento anual.

Proyectos en Polonia

La compañía española argumento la necesidad de abrir una filial en Polonia porque ya cuenta en ese país con varios proyectos en marcha relacionados con el desarrollo e implementación de sistemas avanzados para redes de transporte público.

Con la apertura de esta nueva filial, cuya sede está situada en el Centro de Negocios Metropolitan Warszawa de Varsovia, el grupo tecnológico continúa con su objetivo de expansión internacional, consolidando los sectores tecnológicos en los que trabaja.

GMV, que opera en mercados tecnológicamente avanzados y con presencia internacional en Portugal y Estados Unidos, ha intensificado durante el último año su presencia en Polonia con la asistencia a diferentes congresos y eventos relacionados con los sectores en los que desarrolla su actividad.
http://www.infodefensa.com/esp/noticias ... %20Polonia (http://www.infodefensa.com/esp/noticias/noticias.asp?cod=1987&n=GMV%20desarrolla%20UVA%20a%20trav%E9s%20de%20su%20filial%20portuguesa%20y%20abre%20filial%20en%20Polonia)
Título: Re: Empresas de defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Outubro 09, 2009, 12:49:22 am
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ADVANCED HELMET AND DEVICES FOR INDIVIDUAL PROTECTION    
Indicative total value:         2.9 million Euro
Duration:         18 months
 GALILEO AVIONICA, Milan (IT) – EA, Milano (IT) - PIAP, Warsaw (PL) - MUT, Warsaw (PL) – AFIT, Warsaw (PL) – LDB, Lisboa, (PT) - TEKEVER, Lisboa (PT ) – IABG, Ottobrunn (DE)

The objective of the proposed Project is to forecast the evolution of the existing or new technologies which can improve the Protection of the individual. The main type of operations of today’s military engagement is mainly determined by asymmetric conflicts. The Consortium will state clearly what is, today, the equipment used by the Soldier and Warrior Programmes (FELIN, SOLDATO FUTURO, FUTURE WARRIOR, FIST) in different countries. The Consortium will then propose an evolution of the “System Soldier” outlining the requirements from the above mentioned scenario, evaluating the existing and novel technologies and foreseeing their evolution in sensors, actuators and others devices with the possibility to integrate them in intelligent, modular and portable equipment. The Consortium will demonstrate the real consistency of the proposed solutions in different ways (Demo, Model ,Data base , Workshop and Documentation) in order to give to the customer a more complete understanding, being based on real HW with live demo and SW modelling.

Air Defense High Energy Laser Weapon    
Indicative total value:         4.2 million Euro
Duration:         36 months
 LFK (MBDA), Unterschleissheim (DE) - CILAS, ORLEANS (FR) – INETI, Lisbon (PT) – MUT, Warsaw (PL) – DLR, Stuttgart (DE) – ISL, Saint-Louis (FR)

Existent air defence weapons use missiles or cannons as effectors. These systems are well suited for engagements against large air targets as aircraft, but they show strong drawbacks for the defence against attacks of small targets as mortar grenades or artillery rockets (RAM-targets). High energy laser weapons possess the abilities to be used against such targets successfully: a short reaction time, a high accuracy, a strong impact on the target. Further the costs per shot are low and they cause no collateral damages. The feasibility of such a laser effector will be evaluated by experimental investigations, which deliver data on atmospheric influences on high energy laser beam propagation, on achievable target tracking accuracy and on the laser beam impact on RAM-targets containing explosive loads. Data on the efficiency of the laser weapon will be obtained from system simulations, using the results of the experiments. A conceptual lay out for a laser weapon will be derived. Especially the interception of RAM-attacks in urban environment will be considered.

http://www.eda.europa.eu/genericitem.aspx?id=370 (http://www.eda.europa.eu/genericitem.aspx?id=370)
Título: Re: Empresas de defesa Portuguesas
Enviado por: PereiraMarques em Agosto 30, 2010, 12:33:28 pm
Relatórios anuais de Importações/Exportações de Armamento:
http://www.mdn.gov.pt/mdn/pt/mdn/Servi (http://www.mdn.gov.pt/mdn/pt/mdn/Servi)ços+Centrais+de+Suporte/DG+Armamento+e+Infra-Estruturas+de+Defesa/ciaarmamento/DGAED_Comercio_Industria_Armamento_relatorios_anuais.htm

Acho interessante ainda termos vendido umas G-3 e HK21 aos EUA e ao Reino Unido...
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Jorge Pereira em Outubro 20, 2010, 06:59:08 pm
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Brasil investe em I&D portuguesa

Um submarino-robô concebido em Portugal será exportado para o Brasil, por via de um contrato agora assinado com um consórcio de empresas brasileiras, avançou o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto (INESC Porto), responsável pelo desenvolvimento do projecto.

O contrato, avaliado em 1,6 milhões de euros e válido para os próximos três anos, prevê a criação de um "submarino-robô autónomo capaz de inspeccionar estruturas de barragens e assoreamento de bacias", detalha a instituição portuguesa.

Se explicam os responsáveis pelo projecto, a estrutura fará a recolha automática de informação nas barragens permitindo a detecção antecipada de anomalias e a análise do nível de risco com maior precisão e menos custos que os processos tradicionais.

O sistema de inspecção, a desenvolver durante os próximos três anos, será baseado num robô semelhante, o Mares, criado pelo INESC e adoptado pelas Águas do Oeste para monitorização de emissários submarinos.

O novo robô deverá permitir não só a recolha de dados sobre qualidade da água e a morfologia da bacia hidrográfica, mas também de imagens, bem como possibilitar a inspecção em tempo real. O objectivo é que as tarefas de monitorização passem a ser feitas com maior frequência e menos custos, evitando acidentes.

Contactado pelo TeK, o INESC disponibilizou uma imagem de conceito do submarino, que reproduzimos abaixo.

(http://imgs.sapo.pt/gfx/509776.gif)

Fonte (http://http)


Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Março 30, 2011, 08:32:23 pm
Boas

Dentro de menos de dois anos iremos perder mais empresa de armamento, neste caso a Fabrequipa, que irá desaparecer quando o projecto pandur acabar.

tendo em conta que o programa dos 4x4 vai de mal a pior, será que esta empresa tem futuro?
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: GI Jorge em Abril 05, 2011, 12:30:59 pm
Citação de: "nelson38899"
Boas

Dentro de menos de dois anos iremos perder mais empresa de armamento, neste caso a Fabrequipa, que irá desaparecer quando o projecto pandur acabar.

tendo em conta que o programa dos 4x4 vai de mal a pior, será que esta empresa tem futuro?

Não me parece. Além de que não estou a ver o governo a investir agora nesse programa só para salvar uma empresa.
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Edu em Abril 05, 2011, 08:02:04 pm
Citação de: "GI Jorge"
Citação de: "nelson38899"
Boas

Dentro de menos de dois anos iremos perder mais empresa de armamento, neste caso a Fabrequipa, que irá desaparecer quando o projecto pandur acabar.

tendo em conta que o programa dos 4x4 vai de mal a pior, será que esta empresa tem futuro?

Não me parece. Além de que não estou a ver o governo a investir agora nesse programa só para salvar uma empresa.

Calma pessoal, a Fabrequipa não faz apenas os Pandur. Antes do projecto dos Pandur a empresa fazia reboques de semi-trailer, continuou a fase-los durante a construção dos Pandur e à partida continuará nesse negócio no fim dos Pandur. Toda a gente sabia que isso era um projecto temporário e a empresa vai continuar as suas normais actividades no fim do projecto.

Se aparecer a hipótese de construir outro veiculo militar daqui a uns anos penso que não custará assim tanto à empresa se adaptar novamente, já o fez uma fez outra não custará. Digo eu...
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Jorge Pereira em Maio 02, 2011, 03:09:43 pm
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UP desenvolve submarinos e aviões não tripulados para as FAP

A Universidade do Porto anunciou hoje que vai desenvolver o programa de aviões e submarinos não tripulados que serão utilizados pelas Forças Armadas Portuguesas no futuro.

O projeto será desenvolvido no âmbito de um protocolo que terça-feira será assinado entre a U.Porto e o ministério da Defesa, numa cerimónia que contará com a presença do ministro Augusto Santos Silva.

A U.Porto refere, em comunicado, que «o acordo prevê dotar o país de sistemas e veículos não tripulados que afirmem Portugal como líder nesta área tecnológica».
Diário Digital / Lusa
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: GI Jorge em Maio 02, 2011, 07:33:59 pm
Espero que este projecto chegue a bom Porto. Literalmente.  :D
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Lusitanian em Maio 02, 2011, 10:55:48 pm
:|  não sei...não quero de maneira nenhuma as FAs Portuguesas numa versão`" japonesa". Só máquinas e mais máquinas, como se o próprio ser humano fosse inutil. Mas como é para submarinos...
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: afonsinho em Maio 03, 2011, 03:09:36 pm
Boas!
Ja li num post que a lousafil fornece para o exercito. Alguem sabe o que? fardas coletes taticos?
E que costumava ir la comprar kispos e nunca la vi nada XD
Abraço
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 03, 2011, 03:21:26 pm
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Sapo.pt

O consórcio formado pela empresa de tecnologia de informação YDreams, o gabinete de design e consultoria Miguel Rios Designer e o Instituto de Telecomunicações ganhou o primeiro projecto para a European Space Agency (ESA), que visa a criação de um uniforme inteligente para combate a incêndios.

O projecto I-GARMENT, pioneiro em Portugal, envolve o design das peças de vestuário, a integração de sensores, telecomunicações e desenvolvimento de interfaces para dispositivos móveis (PDA, PC, Portáteis e SmartPhones).

Os uniformes integrados, cuja prototipagem será desenvolvida na empresa portuguesa Lousafil, para além de virem a ser equipados com sensores de localização, sistemas que permitem detectar movimento e condições ambientais, serão concebidos, na óptica do design, de modo a que se satisfaça o utilizador a nível da alta segurança (com resistência à abrasão, características ignífugas e à prova de água), alta visibilidade e funcionalidade, tendo em conta as normas europeias, definidas para uniformes com estas características. Um fato de duas peças com mochila incorporada e um sistema de bolsos funcionais constituem a base formal deste uniforme.

Para além da aplicação de materiais compósitos de alta resistência térmica e estabilidade mecânica, o uniforme em questão deverá ser atractivo, do ponto de vista do conforto para o utilizador (maleabilidade dos materiais aplicados ao nível de forros e tecido(s) externo(s), abotoaduras, sistema de regulação da temperatura do corpo, manuseamento, utilização de tecidos nonsmell, anti-bacterial e hidrófilos), prevendo-se um estudo ergonómico aprofundado, realizado pelo gabinete Miguel Rios Designer, no que respeita a protecção e mobilidade do utilizador, bem como, a manutenção necessária do sistema a integrar no uniforme.

O I-GARMENT vai ser desenvolvido entre Janeiro de 2004 e Janeiro de 2005 e é financiado pelo programa ARTES 5.

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Lostical, S.A. Oeiras Geral - Bens e tecnologias militares - 5.000

 :arrow: http://www.sipri.org/research/armaments ... POR_08.pdf (http://www.sipri.org/research/armaments/transfers/transparency/national_reports/portugal/POR_08.pdf)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: GI Jorge em Maio 03, 2011, 05:50:07 pm
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Ministério da Defesa
Universidade do Porto avança com projectos de aviões e submarinos não tripulados

É mais um passo na cooperação com vista ao desenvolvimento de projectos de investigação na área da defesa. A Universidade do Porto (UP) vai desenvolver, no âmbito de uma parceria com o Ministério da Defesa Nacional, o programa de aviões e submarinos não tripulados que, no futuro, serão utilizados pelas Forças Armadas Portuguesas.

O protocolo de cooperação que hoje foi assinado no Porto entre a UP e o Ministério da Defesa Nacional prevê dotar o país de sistemas e veículos não tripulados que afirmem Portugal como líder nesta área tecnológica.
Ontem o ministro destacou a importância destes projectos de aviões e submarinos não tripulados para as Forças Armadas, para a economia da defesa e para o desenvolvimento tecnológico e científico nacional.

“Estamos a falar de projectos que são essenciais para que o país se capacite com os meios necessários para desenvolver responsabilidades que são crescentes. Nós precisamos disto do ponto de vista das missões militares e de segurança que nos compete cumprir e para fazermos isto temos capacidades nacionais que podemos desenvolver e podemos ser o país líder neste domínio”, declarou o ministro da Defesa. Augusto Santos Silva revelou aos jornalistas que os projectos têm um “financiamento público assegurado pelo Ministério da Defesa de cerca de 2,5 milhões de euros”.

Nos termos do protocolo, vai ser criado um grupo de trabalho, ao qual competirá analisar a dimensão das iniciativas desenvolvidas ou em curso e preparar uma proposta detalhada de trabalhos. O grupo compromete-se a elaborar um documento de carácter estratégico na área dos veículos não tripulados, tendo em vista dotar o país de sistemas e veículos não tripulado adequados ao conceito estratégico e que afirmem uma importante liderança nacional nesta área tecnológica”. Está também prevista a transferência de know-how para as Forças Armadas e a realização de demonstrações regulares, numa lógica de articulação internacional, que promovam a participação de instituições nacionais e internacionais (...).

Segundo o ministro, os aviões não tripulados assumem especial importância em “missões militares de reconhecimento e vigilância”, mas também podem ser usados em missões civis, no âmbito da protecção civil. Já o projecto dos submarinos não tripulados, disse, “é importante por razões de autoridade do Estado e soberania”, para acções de fiscalização da área oceânica e portos portugueses.

O protocolo consolida projectos de cooperação que estão já no terreno, designadamente o PITVANT (Investigação e Tecnologia em Veículos Aéreos Não Tripulados) e o SEACON (Sistema de Treino, Demonstração e Desenvolvimento de Conceitos de Operações com Múltiplos Veículos Submarinos Autónomos).

http://www.destakes.com/redir/c037271ff2943752b104e184a340ce77
Título: Universidade desenvolve submarinos e aviões não tripulados
Enviado por: afonsinho em Maio 05, 2011, 03:13:14 pm
Universidade desenvolve submarinos e aviões não tripulados das Forças Armadas Portuguesas
A Universidade do Porto anunciou hoje que vai desenvolver o programa de aviões e submarinos não tripulados que serão utilizados pelas Forças Armadas Portuguesas no futuro.

O projeto será desenvolvido no âmbito de um protocolo que terça-feira será assinado entre a U.Porto e o ministério da Defesa, numa cerimónia que contará com a presença do ministro Augusto Santos Silva.

A U.Porto refere, em comunicado, que "o acordo prevê dotar o país de sistemas e veículos não tripulados que afirmem Portugal como líder nesta área tecnológica".(Visão)


Optimas noticias finalmente!!
Abs
Título: Re: Universidade desenvolve submarinos e aviões não tripulados
Enviado por: Instrutor em Maio 05, 2011, 04:40:14 pm
Se não desistirem por falta de verbas..... penso que este assunto é um pouco rabuscado.... ja existem em Portugal muitos projectos de submarinos remotos e avioes não tripulados.
Um exemplo de cada é o Projecto Antex e Pitvant em termos de aviões e o ROV e Gavia em termos de submarinos. Entre outros. Deveriam era apostar nos existentes e apartir daí criarem unidades maiores com maiores capacidades. UAV e UCAvºs para a FAP e Exercito e Mini-Submarinos automatos para a Marinha com maiores capacidades que o ROV, com capacidades de disparar torpedos e misseis, não servindo so para pesquiza. Mas é somente uma opinião.


Santos Silva considera aviões e submarinos não tripulados «essenciais»Por Redacção

O ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, considerou esta terça-feira os projectos de aviões e submarinos não tripulados «essenciais» para as Forças Armadas e para o desenvolvimento tecnológico nacional.

O ministério de Santos Silva assinou um protocolo com a Universidade do Porto para o desenvolvimento destes veículos não tripulados, que têm um «financiamento público assegurado pelo Ministério da Defesa de cerca de 2,5 milhões de euros», e que consolida projectos já no terreno, como o o Pitvant (aviões) e o Seacon (submarinos), referiu.

Para o ministro, o protocolo celebrado esta terça-feira «é muito útil para o desenvolvimento das capacidades das Forças Armadas e, portanto, a capacidade do país em afirmar e defender a sua soberania», para além «do ponto de vista económico» e do «desenvolvimento científico e tecnológico nacional».

O projecto de aviões não tripulados é importante para «missões militares de reconhecimento e vigilância», bem como missões no âmbito da protecção civil, enquanto no caso dos submarinos não tripulados, «é importante por razões de autoridade do Estado e soberania», como fiscalização de área marítima e portos, apontou Santos Silva.

«Temos capacidades nacionais que podemos desenvolver» e, para além disso, «estes projectos que podem tornar-nos País líder neste domínio», lembrou.
16:29 - 03-05-2011
Título: Re: Universidade desenvolve submarinos e aviões não tripulados
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 05, 2011, 04:55:21 pm
Psst:

 :arrow: http://www.operacional.pt/o-%E2%80%9Can ... ortuguesa/ (http://www.operacional.pt/o-%E2%80%9Cantex-x02%E2%80%9D-da-forca-aerea-portuguesa/)
Título: Re: Universidade desenvolve submarinos e aviões não tripulados
Enviado por: afonsinho em Maio 05, 2011, 07:13:00 pm
Boas!
Penso que o antex e o pitvant são uma continuidade do mesmo projecto ainda que um pouco estranha.
A também de referir o projecto civil de um uav o senão estou em erro skyguardian ou algo assim.
O rov e gavia pelo que sei tambem foram um desenvolvimento continuo, de um passou se para o outro.
Esta noticia na pratica so passa de mais burocracias "necessárias", mais nada pois os projectos ja vêem a andar a algum tempo.
É também triste a falta de interesse de Portugal em projectos europeus do mesmo segmento como o Bomber ERA, isto sim bastante interessante , pois nunca chegaremos ao ponto de projectar um assim.... espero estar enganado!!
Abs
Título: Re: Universidade desenvolve submarinos e aviões não tripulados
Enviado por: GI Jorge em Maio 05, 2011, 08:44:08 pm
Sim, o PITVANT é a continuidade do ANTEX, já que este ultimo foi cancelado por falta de verbas. Se não estou em erro, do PITVANT já saíram os NOVA, os ANTEX-X01, ANTEX-X02, ANTEX-X03 e a Asa Voadora. Suponho que os ANTEX sejam para a FAP e o Asa Voadora para o exército.
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Instrutor em Julho 07, 2011, 11:52:30 am
http://www.emfa.pt/www/po/afa/conteudos ... M%20VA.pdf (http://www.emfa.pt/www/po/afa/conteudos/investigacao/O%20PROGRAMA%20DE%20INVEST%20E%20TECNOLOGIA%20EM%20VA.pdf)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Agosto 08, 2011, 03:20:41 pm
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Critical Software é fornecedora da Força Aérea dos EUA (USAF)


A Critical Software é a única empresa não-norte-americana a integrar o grupo de fornecedores seleccionados para desenvolver projectos de engenharia de software e TI para o sistema electrónico da USAF.

A empresa vai assinar um contrato de 3 anos com a Força Aérea Norte-Americana.

fonte: forumdefesabrasil
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: chaimites em Agosto 10, 2011, 06:10:24 pm
Citação de: "afonsinho"
Boas!
Ja li num post que a lousafil fornece para o exercito. Alguem sabe o que? fardas coletes taticos?
E que costumava ir la comprar kispos e nunca la vi nada XD
Abraço


A Lousafil fabricava vestuario de Alta-montanha e Alpinismo,  mas essse tipo de roupa raramente estava a venda na loja da fabrica

Infelizmente a Lousafil ja faliu e encerrou ha mais de 1 ano!
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: PereiraMarques em Setembro 06, 2011, 10:34:52 pm
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09/03/2011 By VMSB

The Portuguese company Empresa de Investigação e Desenvolvimento de Electrónica SA (EID) received in July a contract from Rohde & Schwarz Australia Pty Ltd to carry modifications on the ICCS 5 (Integrated Communications Control System) communications control system installed on the former U.K. Royal Fleet Auxiliary (RFA) L3006 RFA “Largs Bay” large amphibious landing ship acquired by Australia.

The modifications are aimed to adapt the ICCS5 to Royal Australian Navy (RAN) requirements before it arrive in Australia by December. EID started the modifications in early July and is to conclude the work in September.

The ship named HMAS “Choules” is being refitted by A&P Group Limited in Falmouth. Works includes maintenance to the main engines, propulsion systems and painting the hull, along with major modifications and upgrades.

Between 2002 e 2006, EID delivered the ICCS 5 solution for the four RFA´s Bay Class vessels according a contract awarded by Rohde & Schwarz Nederland BV.

RFA “Largs Bay” was decommissioned in April as a result of force reductions resulting from the U.K. Strategic Defence Review (SDR).

http://defesaglobal.wordpress.com/ (http://defesaglobal.wordpress.com/)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Outubro 07, 2011, 09:30:06 am
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A empresa portuguesa OutSystems celebrou um contrato inédito de fornecimento de software ao Exército dos Estados Unidos.

"Foi uma sorte provocada. A nossa máquina de marketing trabalha muito bem", disse à agência Lusa o fundador e presidente executivo da OutSystems, Paulo Rosado, explicando que foi a própria U.S. Army (Exército dos EUA) que contactou a empresa, depois de concluir que tinha "a única solução possível" para a consolidação dos centros de dados informáticos do exército norte-americano.

A solução "milagrosa" da OutSystems é a Agile Platform, ferramenta informática premiada internacionalmente que permite às empresas desenvolver, alterar e actualizar redes de aplicações Web "10,9 vezes mais rapidamente" do que qualquer outra.

"O que aconteceu foi que um dos departamentos fulcrais de informática dentro do Exército dos Estados Unidos estava à procura de uma solução que lhe permitisse fazer a consolidação de todos os 'data centers' do exército", afirmou Paulo Rosado, destacando a dimensão "absolutamente gigantesca" do projecto.

O administrador reconheceu que a atenção manifestada pelo exército norte-americano surpreendeu a própria OutSystems, mas salientou que o interesse também demonstra que a empresa tem "um dos posicionamentos no mercado mais agressivos e mais inovadores".

Paulo Rosado afirmou que a OutSystems espera ultrapassar brevemente os 70% de facturação no mercado externo. Fundada em 2001, a OutSystems emprega actualmente cerca de 140 pessoas, a maior parte na sede, em Lisboa, 22 no pólo de Proença-a-Nova e cerca de 30 fora de Portugal.

A empresa é 100% portuguesa, financiada por capital de risco pela InovCapital e Espírito Santo Ventures.

A Agile Plataform, recentemente atualizada para a versão 6.0, é uma base de programação rápida, já com mais de 20 mil instalações em empresas de 22 sectores de actividade.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2040293&page=2
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: chaimites em Outubro 07, 2011, 04:16:32 pm
Browning Hi-Power Mark III
Semi-auto 9mm

(http://img401.imageshack.us/img401/9008/hipowermarkiiimid051001.jpg)
Construção Browning Viana do Castelo

Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Luso em Outubro 07, 2011, 10:30:23 pm
Montagem apenas.
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: chaimites em Outubro 08, 2011, 12:03:46 am
Sim!
 Montagem, tratamento dos materiais  e parte das peças
 

Tal como nas carabinas desportivas
A única peça que a Browning Viana nao tem capacidade de construir é o cano.

A Browning Maxus,  por exemplo  foi desemvolvida por Engenheiros Portugueses, (Browning viana)  Belgas( Browning Herstal, na Bélgica ) e Americanos (Browning Morgan, Utah)  com 33%  de  Participação de cada unidade.
Actualmente apenas o cano não é fabricado em Portugal e elas saem da fabrica  "Made in Belgium, Assembled in Portugal"
Com as Winshester é a mesma coisa.
 É a  politica da casa mãe  HERSTAL GROUP  que engloba a Browning a Winshester e a FN

se eu fosse Espanhol podia dizer que eram armas Potuguesas :mrgreen:
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: HSMW em Outubro 08, 2011, 05:13:11 pm
Citação de: "chaimites"
se eu fosse Espanhol podia dizer que eram armas Potuguesas :lol:
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: afonsinho em Outubro 09, 2011, 10:21:46 pm
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se eu fosse Espanhol podia dizer que eram armas Potuguesas :D
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: chaimites em Outubro 10, 2011, 06:22:01 am
Eu gosto mais da Winchester SX3  


winchster SX3 PT :festa:  :festa:

PS: desculpem a brincadeira tou a preparar-me psicologicamente para mais uma semana de trabalho!
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 11, 2011, 12:03:41 am
Para quem diz que o Francisco Louçã é anti-militarista  :mrgreen:  ...

http://www.repository.utl.pt/handle/10400.5/641 (http://www.repository.utl.pt/handle/10400.5/641)
http://www.repository.utl.pt/bitstream/ ... rtugal.PDF (http://www.repository.utl.pt/bitstream/10400.5/641/1/A%20ind%C3%BAstria%20aeroespacial%20em%20Portugal.PDF)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Outubro 28, 2011, 11:36:29 am
alguem tem info sobre este projecto???

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FIBRAS NA PROTEÇÃO PESSOAL
O espetro das operações militares. A aplicação de fibras em novas dinâmicas de proteção e sobrevivência militar.

Escola Prática de Infantaria
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 31, 2011, 07:07:33 pm
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By VMSB

TAP Maintenance & Engineering Brazil (a subsidiary of Portuguese TAP Portugal group) is now certified to perform maintenance works on Brazilian Air Force (Força Aérea Brasileira-FAB) Northrop Grumman F-5 Tiger II combat aircraft.

After a technical inspection performed by the Parque de Material Aeronáutico de São Paulo (PAMA-SP) on September 12, TAP Maintenance & Engineering Brazil (TAP M&E Brazil) was certified by the Diretoria de Material Aeronáutico e Bélico (DIRMAB) materiel directorate, to perform periodical inspections on the aircraft type.

The Brazilian Air Force F-5 E/F aircraft fleet is being upgraded to the F-5M Tiger II standard by Embraer Defense and Security.

http://defesaglobal.wordpress.com/ (http://defesaglobal.wordpress.com/)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: sergio21699 em Dezembro 28, 2011, 01:31:29 pm
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Critical desenvolve software para helicópteros Apache e para o novo AW159 Wildcat.

A Critical Software está a trabalhar num novo sistema de planeamento de missão para as frotas de helicópteros Apache e para o novo AW159 Wildcat do Reino Unido.
No âmbito do desenvolvimento de funcionalidades adicionais para o sistema, bem como da gestão da integração dos sistemas, a experiência da Critical Software é um factor essencial para assegurar a concretização destas plataformas, com a frota de Apaches actualmente a operar nas zonas de conflito do Médio Oriente.

Este projecto vai ser desenvolvido em colaboração próxima com a AgustaWestland e o Ministério da Defesa do Reino Unido. Em 2011, a subsidiária da Critical Software no Reino Unido obteve um crescimento de 100% no que se refere ao seu volume de negócios, contribuindo decisivamente para os resultados consolidados do grupo Critical Software.

Gonçalo Quadros, chairman da Critical Software, refere que “dada a relação que tempos com a AgustaWestland e a confiança que em nós depositam, foi-nos confiado o desenvolvimento deste importante sistema. O melhor sistema no mundo não vai atingir o seu potencial máximo se não estiver sempre a operar eficientemente e não for seguro. Se um componente crítico falha, o sistema falha. A nossa missão é ajudar a fazer deste o melhor sistema possível, minimizando os riscos enquanto otimizamos a performance.

Este projeto é outro grande passo no crescimento internacional da Critical Software no domínio da aeronáutica como um integrador de sistemas terrestres, logísticos e gestão de performance de frotas.”

Esta Ferramenta de Gestão de Frota apresenta em tempo real, a disponibilidade e disposição da frota, conferindo aos gestores da mesma a capacidade para uma tomada de decisão dinâmica, e consequentemente uma utilização óptima das aeronaves. Com este sistema é possível fazer a gestão distribuída de um conjunto de helicópteros por vários grupos dentro do Ministério da Defesa Britânico com diferentes requisitos no que toca às configurações das plataformas e teatros de operações.

A aplicação garante assim uma alocação da frota solicitada com o mínimo de custo de ciclo de vida, ao mesmo tempo que assegura a capacidade de voo com segurança, minimizando o tempo de manutenção e consequente desperdício de horas de operação. Esta ferramenta poderá no futuro ser utilizada por qualquer operador de qualquer tipo de aeronave ou veículo e tornar-se na aplicação standard no campo do planeamento e gestão de frotas.
Rui Cordeiro, Director-executivo da Critical Software, salienta que depois do trabalho já realizado no desenvolvimento de um HUMS/SHM (Health & Usage Monitoring System/Structural Healt Monitoring), este “sistema de Planeamento de Missão e Frota entra pelo porta grande no nosso portfólio, ao reforçar o bom trabalho que temos feito no desenvolvimento de sistemas no mercado de Aeronáutica.

O Sistema de Monitorização HUMS/SHM adquire, analisa, transmite e armazena a informação recolhida através de software a bordo que verifica os componentes essenciais para que o voo seja efectuado em segurança. As métricas recolhidas – por exemplo valores de torção, pressão ou temperatura a que as várias peças estão sujeitas – são depois enviadas para o sistema de apoio terrestre que as vai analisar para analisar com precisão a saúde dos sistemas,” refere.

De acordo com Mike May, responsável pelo Sistema de Suporte Logístico da AgustaWestland “a equipa dedicada da Critical Software tem sido um recurso chave no desenho, desenvolvimento e fase de projecto, concebendo uma solução que correspondeu ou excedeu todas as expectativas da AgustaWestland.”

http://pplware.sapo.pt/informacao/critical-desenvolve-software-para-helicopteros-apache/#more-99844
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: miguelbud em Dezembro 29, 2011, 08:41:13 am
Tecnológicas da Empordef concorrem para fornecer cargueiro militar da Embraer

O cargueiro militar da brasileira Embraer terá alguns dos seus componentes produzidos pela OGMA e pela Empresa de Engenharia Aeronáutica.

As tecnológicas da Empordef – Edisoft, EID e ETI – fazem parte de um consórcio de empresas portuguesas que está na corrida ao fornecimento de ‘software’ e tecnologia para o KC-390, cargueiro militar da brasileira Embraer, que terá alguns dos seus componentes (nomeadamente a fuselagem central) produzidos pela OGMA e pela Empresa de Engenharia Aeronáutica.

“Estamos muito interessados no projecto, onde temos as nossas três empresas em consórcio com outras empresas portuguesas”, explicou Vicente Ferreira, presidente da Empordef, acrescentando que uma das empresas principais a concurso para o fornecimento do avião militar é a Critical Software.

O responsável não quis dizer qual será o investimento, mas assumiu que se espera conseguir financiamento no âmbito do QREN.

http://economico.sapo.pt/noticias/tecno ... 34698.html (http://economico.sapo.pt/noticias/tecnologicas-da-empordef-concorrem-para-fornecer-cargueiro-militar-da-embraer_134698.html)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Março 24, 2012, 11:09:57 am
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Desde Abril de 2011 que está a ser usado como sistema de suporte da Marinha Portuguesa para as operações de busca e salvamento, mas o Oversee Search and Rescue pretende "cruzar mares" e chegar a outros portos.

A plataforma foi desenvolvida pela Critical Sofware, com a cooperação da Marinha, e disponibiliza, num único interface, toda a informação de que um operacional de um centro de busca e salvamento necessita para responder perante um incidente.

O sistema inclui também um conjunto de ferramentas de análise de risco, apoio à decisão e de gestão de incidentes, oferecendo capacidade de antecipação.

O objetivo é oferecer uma visão integrada do panorama marítimo, permitindo correlacionar e fundir informação proveniente de várias fontes, extrair conhecimento e identificar padrões de comportamento relevantes, explica Ricardo Maia, da área de Maritime Solutions da Critical Software.

"Ao agregar os vários elementos de contexto nomeadamente, dados sobre tráfego marítimo, alertas, condições meteorológicas e oceanográficas, elementos hidrográficos, e informação sobre as embarcações evita-se a consulta de diferentes sistemas facilitando-se ao mesmo tempo o corelacionamento dos diferentes elementos", referiu o responsável ao TeK.

A solução acaba de conhecer uma nova versão, atualmente em fase de validação no Centro de Busca e Salvamento (MRCC) de Lisboa, a mesma que a Critical Software decidiu levou ao SAR Europe 2012, um evento que junta anualmente especialistas civis e militares internacionais da área.

A apresentação do Oversee no certame correspondeu a uma primeira ação no sentido de internacionalizar a solução, com o objetivo de estabelecer contactos e potenciar a sua comercialização. "Será a comercialização nos mercados internacionais que permitirá rentabilizar este enorme investimento que temos vindo a realizar", afirma Ricardo Maia.

O responsável nota que o sistema tira partido das competências internacionalmente reconhecidas da Marinha portuguesa, assim como de um conjunto de protótipos, "mas a verdade é que se trata de uma solução completamente inovadora, aliás protegida através de um pedido de patente".

Ricardo Maia salienta ainda que o Oversee responde a um conjunto de desafios enfrentados pela generalidade das guardas costeiras e para os quais ainda não existia uma resposta clara. "Posso referir que neste momento continuamos a trabalhar nas vertentes de antecipação de incidentes, análise de risco e apoio á decisão. O projeto envolve inclusivamente instituições de I&D que irão, com certeza, reforçar o caracter inovador da solução".

(http://imgs.sapo.pt/gfx/543994.gif)

sapo.pt
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Abril 14, 2012, 03:04:19 pm
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A empresa de engenharia e manutenção da TAP no Brasil está em contato com o Governo brasileiro para assegurar os contratos de apoio a frota de 47 caças F-5 da Força Aérea Brasileira. As conversações, segundo apurou o Dinheiro Vivo, estão ocorrendo, embora não esteja ainda nada garantido. Para a empresa que a companhia aérea portuguesa comprou há cinco anos da Varig, quando estava em processo de falência, isto seria duplamente importante.


Por um lado, seria mais um cliente de longo prazo, o que é fundamental para a viabilidade de um negócio que até agora nunca saiu do vermelho; por outro, numa altura em que o Governo se prepara para privatizar a TAP, assinar um contrato valioso favoreceria a inclusão desta unidade no pacote sem desvalorizar demasiado o preço final, apesar de nunca ter apresentado resultados positivos nos últimos cinco anos.

A alternativa seria a venda da empresa de engenharia e manutenção brasileira num acordo à parte e a outros compradores – o que o Governo português até já admitiu ser uma possibilidade. Esta hipótese sairia favorecida se a carteira de clientes fosse não apenas mais extensa, mas incluísse a Força Aérea Brasileira, com a credibilidade técnica que isso implica para o fornecedor do serviço.

Fernando Pinto, presidente executivo da companhia aérea portuguesa, apresenta amanhã, no Rio de Janeiro, os resultados da empresa de manutenção no Brasil – ainda negativos, mas menos do que em 2010. Há dois anos, os prejuízos foram de 167 milhões de reais, 61 milhões de euros ao câmbio de hoje. Tudo somado, desde que a TAP comprou o negócio por 15 milhões de euros à Varig, os prejuízos acumulados já rondam os 145 milhões de euros, aos quais há ainda a somar uma dívida (antiga) da empresa ao Estado brasileiro superior a 290 milhões de euros. Esta dívida esteve a ser negociada com o Governo de Dilma Rousseff, tendo ficado definido um plano parcelado de pagamento, mas não se conhecem os detalhes. O acordo deve permitir à empresa de engenharia e manutenção voltar a ser fornecedora do Estado brasileiro e a dar assistência aos caças da Força Aérea.

Fonte: Dinheiro Vivo
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: AtInf em Maio 29, 2012, 11:34:42 am
Noticia publicada no jornal i


Pistola-metralhadora LusaA2

A pistola-metralhadora de nome “Lusa”, desenvolvida em Portugal, e importada por uma empresa norte-americana, como só vendeu 2 mil unidades nos Estados Unidos, vai deixar de ser fabricada pelos portugueses e perder o nome.  

A arma vai ser redesenhada para ficar mais parecida com a HK e daqui a um mês voltará a ser comercializada nos EUA.

Tendo em conta que o nome “Lusa” não teve qualquer sucesso, a arma vai passar a chamar-se “Night Scout” e custará menos de 900 euros por unidade, o mesmo da antecessora. Para a qualidade da mesma, a relação qualidade/preço é muito satisfatória, esclarecem especialistas.

O modelo da pistola-metralhadora portuguesa em causa é o “LusaA2”, uma arma compacta de calibre 9x19mm, com uma velocidade de disparo de 790 metros por segundo e alcance de 400 metros, concebida e desenvolvida pelas Indústrias Nacionais de Defesa de Portugal (INDEP).

Portugal desenvolveu as três versões da arma, gastando para o efeito cerca de 10 milhões de euros, desde 1983, só que nunca foi produzida em massa, devido ao seu elevado custo. A metralhadora começou por ser criada para servir as forças de segurança e militares nacionais.

O negócio acabou por ser vendido a um grupo de empresários norte-americanos por 40 mil euros, em 2004. Apesar de ter tido um baixo índice de vendas,  foi considerada pelos especialistas, como fiável e de alta precisão.

Estima-se que com o novo nome, se venham a vender cerca de 300 armas por mês.
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: chaimites em Maio 29, 2012, 10:26:39 pm
Essa história faz lembrar as FNH,  winchester e browning,  produzidas na Browning Viana que quando vão para o mercado Americano vão com o carimbo "made in belgium" ou "made in  "FNH USA"
As mesmas armas que saem de Viana para o  mercado europeu saem de fabrica assim;

(http://img705.imageshack.us/img705/2788/1326904989.jpg)

A FNH SLP (self-loading police shotgun)  é construida em Viana e sai da fabrica Nade in "FNH USA"

Eles tem um complexo enorme sobre armas construidas  em Portugal,  a mesma arma com carimbo  "Made in portugal" no mercado americano não venderia um único exemplar



E Tudo uma questão de markting. e imagem de marca

Deem uma vista de olhos pelos forum Americanos sobre armas e vejam, o que os menos esclarecidos,  que nao sabem que sai tudo da mesma fabrica,  dizem das armas    FNH,  winchestar e browning,  "made in portugal"
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: PereiraMarques em Junho 19, 2012, 09:48:03 pm
:o  :o

http://defesaglobal.wordpress.com/ (http://defesaglobal.wordpress.com/)

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By VMSB

The Portuguese company Pinhol SA is developing a 4×4 mine resistant ambush protected vehicle (MRAP). The vehicle will be fitted with a COTS chassis coming from a Brazilian automotive manufacturer and will be trialed in Brazil in current 2012.

(http://defesaglobal.files.wordpress.com/2012/06/sam_0154b.jpg)

It has a combat weight of 13000 kg, a top speed of 120 km/h and a maximum range of 1500 km. The propulsion consists of a 480hp diesel engine which is coupled to a 7-speed (6 plus one reverse) automatic gearbox.

The vehicle made with SSAB ARMOX steel can be equipped with armoured add-on, slat armour, NBC protection system, climate control system, communication system, a protected manned weapon station or a remote weapon station. The hull feature several ports for light machine guns and protected windows around the hull and a windshield protected by a mesh. The crew is composed by the driver, commander and 9 fully equipped soldiers. The design is available in different configurations.

The company has also developed the Puma airborne multi-purpose lightweight mine-protected vehicle which has a combat weight of 3500 kg, a top speed of 140 km/h, a maximum range of 1000 km and a load capacity of 1500 kg. It includes a front winch from Warn Industries, two mounts for machine guns and space to transport seven troops or cargo.

The company proposes as well as 4×4 special operations vehicle based in the Land Rover Defender 130 Td4 chassis. 13 vehicles were delivered to the Portuguese Army. The company is expected to sign a contract with an Eastern Europe country for the supply of important quantities of special operations vehicles.

Pinhol SA supplied in the past 21 AM General M1025A2 (upgraded by Plasan Sasa with the APK protection kit) and 13 M1151A2 HMMWV (High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle) wheeled vehicles to the Portuguese Army and as well as three M1165A1 W/B3 to the Portuguese Air Force which were fitted with a slat armour system developed in house.

Future´s plans include the development by the company of 6×6 and 8×8 wheeled armoured vehicles.

http://defesaglobal.wordpress.com/ (http://defesaglobal.wordpress.com/)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Julho 06, 2012, 11:00:48 am
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Centrais de Campanha para o Exército do Bangladesh
No passado mês de Abril, a EID firmou com o Ministério da Defesa do Bangladesh dois contratos para o fornecimento de centrais telefónicas de campanha CD-116. Prevê-se concretizar a respectiva entrega no decurso do corrente ano. A seleção e a aquisição destes equipamentos foi realizada no âmbito de um concurso público internacional, o que demonstra o elevado grau de confiança que o Exército do Bangladesh deposita na qualidade e na adequação dos equipamentos fornecidos pela EID para suporte do programa de modernização das comunicações tácticas das forças armadas. Este novo contrato resulta do esforço que a EID tem vindo a desenvolver nos últimos anos na procura de novos mercados, com o apoio dos seus representantes locais e através da presença em feiras internacionais, criando assim mais oportunidades para a divulgação e incremento da exportação dos produtos da EID nos mercados Asiáticos e do Médio Oriente.
http://www.empordef.pt/main.html
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: PereiraMarques em Agosto 01, 2012, 11:56:23 pm
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By VMSB
As part of the offsets agreement for the acquisition of C-295M tactical aircraft, Airbus Military agreed with Portugal´s Ministry of Trade and Employement MEE (Ministério da Economia e do Emprego) to insert a new project.

The Portuguese private group Salvador Caetano SA together with EADS´ Airbus will implement in Portugal a production facility for aircraft components and an engineering center. The production facility is intended to produce unspecified components while it is not clear if it is for Airbus commercial aircraft, Airbus Military aircraft or for both.

Comissão Permanente de Contrapartidas (CPC), the agency which was in charge of offsets management as been officially extinguished. The work will be from now supervised by the MEE´s Direcção-Geral das Actividades Económicas (DGAE) trade activities directorate.

OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal S.A will be involved in the project. The company which is owned by and Brazil´s Embraer SA produce structures for the C-295M.The EUR75 million investment include the creation of 200 direct jobs. Embraer SA is implementing in Portugal facilities for the production of composite materials and structures.

In a contract worth EUR 275 million, twelve C-295M aircraft in two different configurations were acquired in 2006 for the Portuguese Air Force service by Portugal´s DEFAERLOC-Locação de Aeronaves Militares SA, a company owned by the local holding for defence industries EMPORDEF-Empresa Portuguesa de Defesa SGPS SA. The fleet is operated by the 502 Squadron “Elefantes” from Montijo air base Nº5.

Toyota Caetano Portugal SA has delivered several locally made Toyota Land Cruiser HZJ 73 and HZJ 74 light utility vehicles for the Portuguese Army and Navy Marine Corps while its subsidiary CaetanoBus SA supplied Toyota chassis based OPTIMO family of minibuses to the Portuguese Armed Forces.

The group is also involved in the local assembly of GDELS Pandur II wheeled armoured vehicles purchased by Portugal.

http://defesaglobal.wordpress.com/ (http://defesaglobal.wordpress.com/)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Toni87 em Junho 22, 2013, 06:04:47 pm
Tekever reveals new AR5 Life Ray TUAV

http://www.shephardmedia.com/static/ima ... le/ar5.jpg (http://www.shephardmedia.com/static/images/article/ar5.jpg)

Tekever has unveiled the newest addition to its family of unmanned vehicles at the Aerospace and Defence Industries Association of Europe (ASD) convention in Portugal, the AR5 Life Ray tactical UAV (TUAV).

The AR5 Life Ray is designed for maritime and near-shore surveillance, and search and rescue (SAR) missions. The UAV has a 9 metre wing span, a cruise speed of 120 km/h, and a 90 kg payload capacity to house multiple sensors and communications equipment.

According to the company, the new system will bring new added advantages to current monitoring and rescue operations in the maritime domain. The system is scheduled to begin operational testing in 2013.

http://www.shephardmedia.com/news/uv-on ... -ray-tuav/ (http://www.shephardmedia.com/news/uv-online/tekever-reveals-new-ar5-life-ray-tuav/)
 :D
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Toni87 em Junho 22, 2013, 06:16:35 pm
EKEVER Unveils AR5 Life Ray in Portugal
http://1.bp.blogspot.com/-qJgYqSjJyxY/U ... e4a9_o.jpg (http://1.bp.blogspot.com/-qJgYqSjJyxY/UI_o84NlYeI/AAAAAAAAAGg/TnYLBW0jwQo/s1600/8108092054_5f6889e4a9_o.jpg)
(http://1.bp.blogspot.com/-qJgYqSjJyxY/UI_o84NlYeI/AAAAAAAAAGg/TnYLBW0jwQo/s320/8108092054_5f6889e4a9_o.jpg)
TEKEVER publicly presents for the first time in Portugal the latest addition to its family of Unmanned Aerial Systems, the Tactical UAS AR5 Life Ray, at the AeroSpace and Defence Industries Association of Europe (ASD) Annual Convention, taking place on October 10th-12th, in Lisbon. TEKEVER sponsors the most important event for ASD, an Association that has 28 member associations in 20 countries, representing more than 2,000 companies with approximately 80,000 suppliers and bringing together the major players at the ASDS market.

Specifically designed for Maritime and Near-Shore Surveillance and Search and Rescue (SAR) missions, the AR5 Life Ray is an impressive 9-meter wingspan platform, able to achieve a cruise speed of 120 km/h, carry a 90-kg payload for multiple sensors and provide satellite communications, thus delivering a new added advantage to current monitoring activities and rescue operations.

"For centuries, Portugal has looked towards the Sea for technological, social, cultural and economic prosperity. Once, we led innovation in Maritime environments, and it gave us greatness. Now, we are working hard to really push the envelope of technology with the AR5 Life Ray UAS, and it makes a lot of sense that a great product, primarily targeted to the Maritime Market, comes from Portugal.", commented TEKEVER’s COO Ricardo Mendes. The AR5 Life Ray is scheduled to begin operational tests in 2013.
Labels: aeronautics, aerospace, aerostructures, aircraft, Armed Forces, Autonomous, defence, defense, flight, innovation, security, surveillance,

 :mrgreen: http://tekevernews.blogspot.de/2012/10/ ... tugal.html (http://tekevernews.blogspot.de/2012/10/tekever-unveils-ar5-life-ray-in-portugal.html)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Toni87 em Junho 23, 2013, 12:53:51 pm
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: HSMW em Junho 23, 2013, 03:22:20 pm
Muito bom!  :G-beer2:
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Setembro 26, 2013, 10:27:42 pm
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A TAP M&E foi selecionada para um contrato de oito anos através do qual vai prestar serviços de revisão e reparação de trens de aterragem para o Programa NATO E-3A AWACS. O primeiro conjunto será recebido até ao final de 2013. O contrato foi hoje assinado numa cerimónia realizada em Lisboa.

Contando já com mais de 20 anos de estreita cooperação, este contrato demonstra que a NATO, através NSPA (Agência de Suporte à NATO), em consulta com a IAMCO, empresa multinacional da indústria aerospacial que atua como Principal Contratante para a manutenção das frotas de aviões do Programa AWACS da NATO, continua a ter confiança no suporte técnico da TAP M&E.

http://www.passarodeferro.com/2013/09/tap-manutencao-engenharia-ganha.html
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: miguelbud em Outubro 14, 2013, 09:11:16 am
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Empresa portuguesa vai equipar a Royal Navy


Os navios da Royal Navy (marinha britânica) vão ter sistema de comunicação made in Portugal. A Empresa de Investigação e Desenvolvimento de Eletrónica (EID), única empresa portuguesa de software militar, ganhou o concurso internacional para equipar os futuros navios da segunda maior marinha do mundo, designados por Type 26 Global Combat Ships.

O valor do contrato pode chegar aos 30 milhões de euros, dependendo da quantidade de navios a equipar. Para já estão previstos 13. “A escolha da EID para integrar a equipa que irá levar a cabo o desenho detalhado do sistema de comunicações dos Global Combat Ships foi para nós motivo de grande orgulho, já que se trata do reconhecimento, pela segunda maior marinha do mundo, das competências da empresa no domínio das comunicações de navios de guerra, fruto de trinta anos de experiência e de mais de cem sistemas fornecidos para marinhas dos cinco continentes”, afirmou o administrador Marcos Lopes ao DN.

Nesta fase do projeto, e nos próximos seis meses, estarão envolvidos mais de dez engenheiros especialistas da EID, em cooperação com elementos da British Aerospace (empresa mandatada pelo Ministério da Defesa/Marinha Inglesa) e a Rohde & Schwarz (empresa alemã, especialista em comunicações rádio).

“Contamos que, finda esta fase, se concretize o contrato de fornecimento para um número de navios ainda não totalmente determinado, mas que pode chegar aos 13. Assim sendo, a divisão de Comunicações Navais da EID terá trabalho garantido, só através deste importante programa, ao longo das próximas duas décadas”, revelou o administrador. Nesta altura a empresa emprega 150 pessoas, das quais mais de 50 por cento são engenheiros e técnicos altamente qualificados e portugueses. E “não poderá deixar de aumentar”, revelou ao DN Marcos Lopes.

A decisão foi anunciada pela British Aerospace Systems, a 11 de setembro, durante a DSEi 2013, feira de equipamentos e sistemas de defesa de Londres. Para o projeto inglês a EID adaptará a mais recente versão do ICCS (Integrated Communications Control System) aos requisitos específicos da Royal Navy. Nomeadamente na implementação de diversos níveis de segurança, com o objetivo de impedir que informações sensíveis e críticas sejam transmitidas a quem não possa nem deva aceder-lhes, tanto interna como exteriormente ao navio.  
http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Art ... tml?page=0 (http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO283210.html?page=0)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: miguelbud em Novembro 24, 2013, 09:27:59 pm
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Empordef prepara venda da participação em empresa de comunicações navais EID
 A holding pública das indústrias de Defesa (Empordef) pretende vender a posição maioritária na Empresa de Investigação e Desenvolvimento de Eletrónica (EID), de comunicações navais.

Em cima da mesa está a alienação da participação pública maioritária de 38,6% no capital social da EID, detida pela Empordef, numa estrutura acionista que conta ainda com a Rohde & Schwarz (29,7%), de origem alemã, e com os portugueses da EFACEC (27,2%).

Com 148 trabalhadores e um volume de negócios superior a 18 milhões de euros em 2012, a EID especializou-se na área das comunicações navais, com sistemas inovadores internacionalmente, concebidos e fabricados pela própria empresa.

Segundo um contrato assinado a 14 de novembro pela Empordef, envolvendo os serviços de assessoria financeira à "operação de alienação da participação desta na empresa EID", aquela holding pública prevê a conclusão deste processo num prazo máximo de oito meses.

Entre outros aspetos, este contrato prevê a elaboração de um estudo "demonstrativo do interesse e viabilidade da operação de alienação" desta participação, assim como a determinação dos objetivos financeiros e a assessoria na "identificação e análise de potenciais investidores" e na preparação do "procedimento de seleção dos candidatos à compra da referida participação". Ainda o apoio à operação de alienação, durante a fase de "análise e negociação" das propostas apresentadas.

A agência Lusa tentou obter mais esclarecimentos sobre esta operação junto do Ministério da Defesa Nacional, que tutela a Empordef, mas tal não foi possível.

Na carteira de encomendas da empresa - de sistemas de comunicação naval -, figuram as marinhas de países como Espanha, Inglaterra, Holanda, Indonésia, Austrália, Brasil e Malásia, além de Portugal e, desde 2012, a Argélia.

A EID desenvolve e produz, também, equipamentos na área das comunicações táticas, através de ligações seguras com meios rádio e redes fixas incorporadas em veículos militares de todo o tipo, com sistemas integrados para serviços de voz analógica, voz sobre IP e dados.

Este ano passou a contar com escritório e representação permanente para o sudoeste asiático em Kuala Lumpur (Malásia).

Segundo o mais recente relatório e contas da empresa, a EID contabilizou 18,7 milhões de euros em vendas e prestação de serviços no ano passado, uma quebra de 4% face a 2011. Deste volume de negócios, 58% corresponde a exportações, com uma "forte subida" em mercados como Ásia, Médio Oriente e Brasil.

Em termos operacionais, a empresa terminou 2012 com um resultado liquido positivo de 1,4 milhões de euros e uma carteira de encomendas de 21,9 milhões de euros, apresentando uma situação financeira que a administração descreve como "francamente positiva".

Na área das comunicações e desenvolvimento tecnológico, a holding pública das indústrias de Defesa vai avançar, até 2014, com a privatização total da Empordef Tecnologias de Informação (ETI), detendo ainda uma participação de 17,5% na Empresa de Serviços e Desenvolvimento de Software (Edisoft).
http://economico.sapo.pt/noticias/empor ... 82288.html (http://economico.sapo.pt/noticias/empordef-prepara-venda-da-participacao-em-empresa-de-comunicacoes-navais-eid_182288.html)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Janeiro 14, 2014, 12:52:02 pm
Como não sabia onde pôr: :roll:
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A PSP vai ajudar um grupo de investigação da Universidade do Minho a desenvolver novos materiais, leves e resistentes, para alguns dos seus equipamentos de segurança. Hoje esse equipamento é quase todo comprado no exterior, mas graças a esta parceria pode estar a nascer um novo nicho de mercado para a exportação para as empresas portuguesas.

Seja em manifestações, jogos de futebol ou grandes eventos, a imagem de agentes da Unidade Especial de Polícia (UEP) equipados com roupa especial, capacete e colete à prova de bala não é estranha para a maioria das pessoas. No que não se pensa à primeira vista é que aquele material especializado é comprado quase exclusivamente fora do país. Mas esse é um cenário prestes a mudar.

Entre as possibilidades que estão a ser estudadas pelo Fibrenamics, um grupo de investigação dedicado à investigação relacionada com fibras naturais e sintéticas, estão a criação de coletes à prova de bala mais leves, sistemas anti-corte ou anti-rasgo para os fatos tácticos, bem como o desenvolvimento de capacetes especiais mais leves ou mais resistentes. Os investigadores da UM e a PSP assinaram, no final do ano, um protocolo onde manifestam a intenção das duas partes de trabalhar neste domínio. “Pretendemos trabalhar com este grupo tudo o que tenha a ver com a utilização de fibras”, resume Raúl Fangueiro, professor responsável pelo projecto.

Os equipamentos habitualmente usados pela UEP conferem maior protecção aos agentes, mas são também responsáveis por um acréscimo de peso, “na ordem das dezenas de quilos, a juntar a outro equipamento e armamento, retirando assim alguma mobilidade”, explica fonte da direcção nacional da PSP. Com o desenvolvimento destes novos materiais à base de fibras, será possível diminuir a carga transportada e a rigidez habitual destes produtos, sem que haja um decréscimo da protecção dos polícias.

A parceria começou a desenhar-se em Outubro de 2012, quando a PSP foi convidada a participar numa das oficinas organizadas pelo projecto Fibrenamics sobre o tema da protecção pessoal. A segunda fase do acordo é passar estas ideias a projectos específicos, com calendarizações e planos de ensaios. A expectativa dos investigadores da UM é que dentro de um e meio a dois anos haja já produtos prontos a ser usados pela PSP e comercializados para fora do país.

Na parceria serão também evolvidas empresas portuguesas, que já são habitualmente parcerias do Fibrenamics. “A ideia será criar consórcios para cada um desses desenvolvimentos”, destaca Raúl Fangueiro, destacando a Prowork, de Braga, e a Damel, da Póvoa de Varzim, como duas das empresas parceiras. São elas quem depois poderá fornecer a PSP e poderá fornecer forças de segurança de outros países, abrindo portas à criação de um cluster de protecção pessoal no Norte do país.

“Muito do equipamento que a PSP adquire vem do estrangeiro, mas existe potencial português para os produzirmos cá”, afirma o investigador. A direcção da PSP sublinha a possibilidade de diminuição os custos na aquisição deste tipo de dispositivos, que assim podem vir a ser “massificados”, sem sacrificar a qualidade num mercado “normalmente caro”. O último Orçamento de Estado, a rubrica da dotação do Ministério da Administração Interna destinava 180 mil euros para “Material e fardamento”.

A UEP terá a função de identificar necessidades, ao passo que a universidade contribui com o conhecimento para resolver esses problemas. Uma das mais-valias de todo o processo é que cada novo material de protecção será testado pelos agentes da PSP em situações reais. “A validação por uma unidade especial de polícia será importante para o fazer chegar ao mercado”, considera Raúl Fangueiro.

A UM também assinou recentemente uma parceria semelhante com a Força Aérea. Neste caso, os projectos de investigação não se vão centrar nos equipamentos de protecção pessoal, mas em materiais compósitos que são utilizados nas aeronaves, que possam ser mais leves e resistentes. Fruto desse acordo, um dos professores da academia da força área vai fazer doutoramento na universidade. A expectativa dos investigadores é que dentro de um ano sejam também visíveis os primeiros resultados deste acordo.

Das roupas especiais ao cérebro em fibras
Não é só no domínio da defesa e segurança que o Fibrenamics vem desenvolvendo soluções inovadoras. A iniciativa, nascida na Universidade do Minho (UM) como projecto de divulgação científica do mundo das fibras, transformou-se numa plataforma de investigação com ramificações internacionais. Os primeiros produtos aqui desenvolvidos já chegaram ao mercado e há outras novidades em carteira.

A “mais arrojada” de todas as ideias em desenvolvimento no Minho é a criação de um modelo cerebral à base de fibras. A investigação é uma parceria com o departamento de neurologia da Universidade de Pittsburg, no nordeste dos EUA, e vai permitir identificar e tratar doenças no sistema nervoso central.

“Este é um mundo muito interessante e que nos está sempre a desafiar. As fibras vão encontrando aplicações em áreas completamente impensáveis”, resume Raúl Fangueiro, professor da Escola de Engenharia da UM. É ele o grande impulsionador do Fibrenamics, nascido há cinco anos. A iniciativa rapidamente evoluiu para uma plataforma de contacto entre a universidade, as empresas e outras organizações. “À medida que fomos contactando com os diversos agentes, começámos a notar que havia uma lacuna na sua interligação”, conta.

Das conferências, oficinas e encontros informais organizados, nasceram novos projectos de investigação aplicada, associando a universidade – onde o Fibranamics é hoje um grupo de investigação que envolve 25 pessoas – e vários parceiros, sobretudo empresas da região, em sectores que vão do têxtil ao ramo automóvel, passando pela construção civil.

Algumas das inovações daí surgidas já chegaram ao mercado, casos do ProtecDry, um produto destinado a pessoas com incontinência urinária, que foi desenvolvido e patenteado em parceria com uma empresa tradicional de roupa interior, ou uma toalha capaz de libertar calor até 45ºC, com fins terapêuticos, que está a ser produzida por uma firma que habitualmente opera no sector de têxteis-lar.

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/coletes-antibala-e-capacetes-da-psp-podem-comecar-a-ser-produzidos-em-portugal-1619346
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Abril 13, 2014, 09:06:17 pm
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Portugal quer exportar sistema de comunicações desenvolvido pelo Exército
O Ministério da Defesa, em parceria com um consórcio privado, pretende comercializar e exportar um sistema de informação para comunicações tácticas que foi desenvolvido pelo Exército português.

O consórcio português para a promoção e exportação do sistema foi apresentado esta sexta-feira pelo ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco. Um exemplo em que este sistema poderia ser utilizado é a situação que se tem verificado na Ucrânia. (RTP)

http://defesanacionalpt.blogspot.pt/
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: miguelbud em Julho 17, 2014, 09:30:31 am
@ Diário Económico.

Tutela está já a preparar a privatização da tecnológica Empordef TI. Ministro da Defesa admite que o processo dos ENVC atrasou as restantes privatizações.

A extinção da Empordef, ‘holding' que agrega as empresas da indústria da Defesa, tem como objectivo que a gestão das participações passe a ser feitas directamente pelas tutelas. Mas não só. Em entrevista ao Diário Económico, o ministro da Defesa, José-Pedro Aguiar Branco, revela que será criado uma espécie de Aicep para as empresas da Defesa, públicas e privadas, com o objectivo de promoção e apoio à internacionalização.


O que levou à decisão de extinção da Empordef?

A vocação do Estado não é ser gestor destas empresas. A extinção da Empordef assenta em dois motivos essenciais. Um tem a ver com o facto de não ser necessário que haja uma gestão das participadas por via de uma estrutura específica, porque somos minoritários na maior parte das empresas. Não se justifica do ponto de vista organizacional manter uma estrutura de holding. Por outro lado a acumulação do passivo de cerca de 300 milhões de euros, considerado excessivo, e por ele já estar integrado no perímetro que faz o cálculo para o défice, faz com que possamos poupar uma estrutura, com a consequência para o erário público de ter menos despesa com administradores. As participações passam a ser feitas de gestão directa com o sector, com o ministério da Defesa e o ministério das Finanças via Parpública.

Vão também fazer a mudança do objecto social da IDD, que passa a plataforma das indústrias de Defesa nacionais.

Faz mais sentido que haja a possibilidade de fazermos uma estratégia para todas as empresas que mexem com a área da Defesa, públicas e privadas. Pretendemos agregar e ser um piloto, de PME e de empresas onde o Estado ainda tem a sua participação minoritária. Pretendemos ter um sentido estratégico de internacionalização dessas empresas e aproveitar toda a acção externa do ministério, fazendo essa promoção. E, nesta área, muitas vezes faz a diferença o facto de ter esse apoio estatal. Vai focalizar uma estratégia de desenvolvimento de acções que permitam dar visibilidade e conhecimento, estabelecer contactos, organizar delegações que me possam acompanhar...

Fazer o que faz o Aicep, à escala da Defesa.

Exacto. Vamos ter uma reunião com o Aicep, para podermos articular. Isto passa por questões que têm a ver directamente com o ministério da Defesa mas o presidente da República que é o próprio Comandante Supremo das Forças Armadas poderá dar também um enfoque.

Está em cima da mesa o encerramento de alguma das empresas além dos ENVC?

Encerramento não. Estamos a trabalhar na privatização da Empordef TI, a ETI.

Este já é um projecto antigo.

Vem desde o programa do Governo. É evidente que os ENVC consumiram muita energia durante este período de tempo, mais até do que à partida pensávamos, e os outros projectos tiveram um certo atraso.

Qual o modelo e quando será lançada a privatização?

O modelo de base seguido no ministério da Defesa é sempre aquele que estava para ser seguido nos ENVC. Oferta de um número de acções até 95% do capital e 5% para os trabalhadores. Mas ainda não temos data prevista.

Vão privatizar mais empresas?

O nosso ponto de partida é que não compete ao Estado estar a fazer a gestão destas empresas. Portanto tudo o que for possível de trazer uma mais-valia como privatização é considerado como podendo ser privatizado. Todas as empresas são passíveis de ser privatizadas. Neste momento na que estamos a trabalhar é na ETI.

Tem que haver responsabilização política das decisões tomadas na Empordef?


A responsabilidade é inerente aos actos que fazemos e aquilo que é necessário é apurar, como tem sido feito, é o que aconteceu, quem é responsável. E tirar conclusões.

O que acontece aos recursos humanos das empresas da Empordef?


O grau de dificuldade que tivemos nos ENVC não é comparável com mais nenhuma empresa. Quando forem apresentados os cadernos de encargos serão acautelados esses dados.

O Arsenal do Alfeite é a única empresa com solução ainda indefinida.

Precisamente pelo seu objecto e pelo tamanho e pelos serviços que presta directamente à Marinha Portuguesa, temos que ter aqui uma atenção mais cuidada relativamente a encontrar uma solução que seja juridicamente acautelante dessa realidade.

O destino pode não passar pela privatização?

Pode... Por isso é que encomendámos o estudo ao professor Augusto Mateus. E, por outro lado, o nosso envolvimento neste momento é encontrar uma carteira de clientes mais alargada que permita satisfazer os interesses da Marinha e equilibrar financeiramente as contas do Alfeite.
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Setembro 19, 2014, 09:22:34 pm
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The Portuguese army is nearing the end of a NATO deployment in Kosovo using its indigenously-built Tekever unmanned air vehicles (UAV).

The AR4 Light Ray UAV was deployed in support of the Kosovo Force (KFOR) peacekeeping mission in April. Since then it has been used for convoy protection – flying ahead of ground vehicles to carry out reconnaissance of the route ahead – to survey potential operational areas for safety and to pre-determine force requirements for particular missions.

Portugal's army has been operating the system for three years, but this is the first NATO operation it has been utilised for.

Portuguese army
“There are possible conflict zones there – they use it to survey the areas instead of or before sending teams out,” says Ricardo Mendes, chief operating officer of the company. “The current plan is to have it there for six months until the end of October. We’ve been speaking regularly and the results are good.”

The AR4 has an endurance of 2h and is using electro-optical/infrared payloads for the surveillance missions, operated from some 7.7nm (14.2km) away. Two systems have been deployed in support of KFOR, each comprising several aircraft and ground control equipment.

“It is a matter of pride for the Portuguese forces to use a Portuguese system,” Mendes says. “This is the first real integrated NATO mission where they have used this capability. Everybody is very happy with the system.”

Mendes is hopeful the operations in Kosovo will highlight the system to other forces through the joint training that is taking place, and numerous potential acquisitions are being discussed in Europe.

Meanwhile, the company introduced the enhanced AR2 Carcara UAV in collaboration with Santos Labs in July. Mendes says this has become operational with the Brazilian navy, which had also operated a previous iteration of the UAV. Training is currently “well under way”, he says, and different elements of the navy have been trained to use the system.

http://www.flightglobal.com/news/articles/portuguese-army-uses-indigenous-uavs-in-kosovo-403901/
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: miguelbud em Outubro 30, 2014, 02:25:53 pm
@ Diário Económico
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Tekever aposta em inovação para Espaço e Defesa

Empresa assinou contrato com a Defesa do Reino Unido. Licenciamento de tecnologia representa 80% dos 20 milhões de euros de vendas anuais.

Na fábrica da Tekever, em Óbidos, produzem-se cerca de 20 drones por mês. Estes veículos aéreos não tripulados, que já foram comprados pela PSP, são de montagem rápida e incorporam tecnologia avançada desenvolvida pela empresa. A área da Aeronáutica, Espaço, Defesa e Segurança (ASDS) é a mais recente aposta desta tecnológica, criada em 2001, por cinco ex-alunos do Instituto Superior Técnico.

"Temos uma linha de produtos que inclui vários tipos de UAV's [Unmanned Aerial Vehicle], de várias dimensões, e com diversos tipos de missões, e estamos a preparar um novo produto na área de espaço chamado Gamalink, que consiste na transferência de tecnologia terrestre na área das telecomunicações, para o espaço. É bastante inovador, pode ser aplicado em qualquer satélite da área das telecomunicações e, portanto, tem um mercado bastante abrangente", explica André Oliveira, responsável por esta área de negócio.

A tecnologia desenvolvida pela empresa vai integrar os satélites do Centro de Engenharia de Micro-satélites de Xangai, entidade chinesa com a qual a empresa assinou recentemente um acordo, e será lançada brevemente para o espaço.

Mas o trabalho desenvolvido na Tekever é diversificado. Para quem lá trabalha, essa é a parte mais divertida: "Estamos em áreas muito diferentes, é uma das coisas interessantes de se trabalhar aqui. Temos muita liberdade para olharmos para diversas áreas tecnológicas, e para termos ideias malucas", diz André Oliveira.

A investigação ocupa muito do tempo dos 150 colaboradores, a maioria engenheiros, em Portugal e nos escritórios do Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e China. A Tekever é a empresa portuguesa com mais projectos de investigação na área da aeronáutica e espaço financiados pela União Europeia, no valor de cerca de 30 milhões de euros. Muitos deles virados para o futuro, como o projecto Brain Flight.

"É um exemplo emblemático do que é uma tecnologia muito imatura que esperamos vir a converter num produto no médio termo. Um projecto do qual nós somos os coordenadores, e onde combinamos tecnologia aeronáutica com neurociência. Tem outro parceiro português, a Fundação Champalimaud, e o objectivo do projecto, que já foi concluído, era tentar controlar uma aeronave não tripulada através da mente. E fomos bem sucedidos", revela André Oliveira.

"O dinheiro aparece sempre"
Mas por enquanto é o ‘software' empresarial que sustenta o negócio da Tekever. A empresa desenvolveu uma plataforma tecnológica, a que deu o nome de MORE - Model Onde Run Everywhere, que permite criar aplicações que podem correr em qualquer sistema operativo ou dispositivo tecnológico, seja smartphone, tablet ou desktop. Grandes empresas como a EDP e a Galp são utilizadores do software "Ozono". O "Mobizy" é a versão para PME e está já em 75 países. O licenciamento de tecnologia representa 80% dos 20 milhões de euros de facturação anual.

"Temos dois tipos de área de negócio. Uma ligada às TI, mais madura, onde a facturação é mais certa, e depois temos áreas como a Segurança e Defesa, onde muitos dos produtos que estamos a apresentar estão ainda a passar da fase de I&D para o mercado", adianta Rodrigo Adão da Fonseca, administrador financeiro.

O crescimento futuro vai depender da aceitação dos novos produtos. Mas as expectativas são elevadas. Já este ano a empresa tornou-se fornecedor do Ministério da Defesa britânico. "Dependerá de como os mercados receberem algumas das tecnologias que temos vindo a desenvolver. Portanto, há aqui grandes interrogações", sublinha Rodrigo Adão da Fonseca.
A actividade, ao longo dos 13 anos de existência da empresa, tem sido financiada com capitais próprios e fundos comunitários. Até quando?

"Essa é outra das grandes interrogações. Se podemos abrir ou não o capital, é algo que está sempre em estudo, e que nunca pomos de parte. Provavelmente, a solução mais normal seria abrirmos o capital num processo de venture capital internacional. Mas o mais importante é que consigamos continuar a ter boa tecnologia. Se tivermos boa tecnologia, e soubermos monitorar o diálogo com os mercados financeiros, o dinheiro aparece sempre", acredita Rodrigo Adão da Fonseca.

Entrevista
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O que é que os vossos drones têm que a concorrência não tem?
Costumamos dizer que desenvolvemos os nossos sistemas aéreos não tripulados de dentro para fora. Começámos por desenvolver a electrónica, o ‘software', as comunicações, os sistemas de solo, e apenas após essa base tecnológica, que é comum a todos os nossos sistemas aéreos não tripulados estar desenvolvida e madura, começámos a lançar produtos. Portanto, não se trata de um avião em particular, mas de sistemas compostos de múltiplos sistemas aéreos com diferentes configurações, de acordo com o tipo de missão que tenham que atingir. E é essa a base da nossa diferenciação.

Vamos ter drones a entregar livros e pizzas nos próximos anos?
O mercado civil é o ‘holy grail' deste tipo de sistemas. Do ponto de vista da tecnologia, ela está toda cá. A massificação da sua utilização exige um cuidado com as questões da segurança, da protecção dos dados, no fundo, com todas as questões regulamentares. Falta criar um enquadramento que permite fazer essa utilização. Isso tem vindo a acontecer. O que a indústria está a fazer é chamar a atenção, como a Amazon, para os benefícios da utilização desses equipamentos.

Quanto é que pode valer esse mercado a nível mundial?
Ainda se está a estudar o potencial deste mercado, porque todos os dias se estão a descobrir novos tipos de aplicação deste tipo de sistemas e tecnologias. E todos os dias nascem novos tipos de missões que podem ser realizadas de forma mais segura, mais rápida e mais barata. Portanto, é uma pergunta muito difícil de responder, porque estamos precisamente na altura de definição do mercado.

A Tekever está bem posicionada para ficar com uma fatia desse mercado?
Sim. É para isso que estamos a trabalhar há já bastantes anos. A Tekever criou a base tecnológica que lhe permite atender a missões mais especializadas, como as do sector da segurança, ou por entidades públicas ou privadas de maior dimensão, mas também está a participar em projectos cujo objectivo é testar a utilização em missões de âmbito civil. Seja a vigilância de infra-estruturas ou a agricultura de precisão.

Como entraram no mercado sensível da Defesa e Segurança?
Diria que para a entrada no mercado internacional nesta área é fundamental que os produtos estejam bem testados no terreno. Desenvolvemos parcerias com as forças armadas em Portugal para conseguir fazer o teste dos sistemas no terreno, pô-los na mão de quem de facto os vai usar, adaptá-los aos vários tipos de missões. Uma vez tendo isso, é desenvolver uma rede de parceiros pelo mundo fora, que divulgam e promovem a nossa tecnologia junto dos potenciais clientes.

Fizeram uma parceria no Brasil. Que portas é que vai abrir?
Já abriu. Fizemos uma parceria muito forte com uma empresa que já actua no mercado brasileiro, é uma das empresas estratégicas de defesa no Brasil, a Santos Lab, onde nos juntamos para desenvolver produtos para o mercado brasileiro. É um bom exemplo de como podemos utilizar a base tecnológica que temos para fazer parcerias fortes para determinados mercados. Nesse caso não vai servir apenas para o mercado brasileiro, mas para toda a América do Sul.

Assinaram um acordo na China. O que pode significar para a empresa?
Pode significar um grande salto para a Tekever Space. Esse acordo é a abertura de uma porta gigante. Através desse contrato todos os micro-satélites desenvolvidos por esse nosso parceiro, que é um instituto bastante importante na área, na China, vão levar a bordo equipamento nosso para garantir a comunicação entre os vários satélites, e com a terra. Portanto, o segmento de comunicações é todo suportado em tecnologia da Tekever. Isso abre um potencial enorme de mercado e cria uma referência para o mercado mundial.

A forte concorrência dos americanos e israelitas não vos assustou?
Para nós era um dado adquirido. Sabíamos que era este o desafio que tínhamos pela frente. Preparámo-nos para isso. Não vimos de um país com uma grande capacidade de ‘lobby' a nível internacional, mas podemos rivalizar ao nível da tecnologia. Não há nada em Portugal que nos impeça de fazer tecnologia de topo a nível mundial, antes pelo contrário, diria que temos talento excelente em Portugal, e temos um país que sempre foi muito bem recebido em todo o mundo. Temos relações com praticamente todo o mundo.
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: HSMW em Outubro 31, 2014, 09:39:33 pm
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Toni87 em Fevereiro 25, 2015, 09:59:45 pm
http://info.abril.com.br/noticias/tecno ... rais.shtml (http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/2015/02/empresa-portuguesa-apresenta-drone-que-pode-ser-pilotado-por-ondas-cerebrais.shtml)

NOTÍCIAS TECNOLOGIA PESSOAL Empresa portuguesa apresenta drone pilotado por ondas cerebrais por Gabriel Garcia 25/02/2015 09h52  0
drone Desenvolvido pela Tekever, o piloto usa tecnologia de eletroencefalografia para comandar o veículo não tripulado
Reprodução/YouTube
Uma tecnologia que permite que drones sejam pilotados usando a força do pensamento do piloto foi demonstrada em Portugal na semana passada.

A Tekever, empresa responsável por seu desenvolvimento, afirma que o Brainflight pode ajudar pessoas com movimentos restritos a controlar esses veículos não tripulados, já em curto prazo.

Em longo prazo, a empresa afirma que a pilotagem de grandes jatos, como cargueiros, poderia ser feita sem a necessidade de tripulantes a bordo da aeronave.

Especialista na fabricação de drones para empresas de segurança, forças policiais e exércitos, a Tekever adaptou a tecnologia de eletroencefalografia existente para gerar instruções ao software usado para comandar o veículo não tripulado.

A eletroencefalografia detecta atividade em partes específicas do cérebro. Após vários meses de treinamento, os pilotos são capazes de ensinar seus cérebros a pensar como mover um pequeno círculo em uma tela de computador, que funciona como o manche do drone.

"Acreditamos que as pessoas serão capazes de pilotar aeronaves da mesma forma que fazem atividades corriqueiras como correr ou andar", afirmou à BBC Ricardo Mendes, presidente da Tekever.

"O Brainflight representa o início de uma tremenda mudança no campo da aviação, melhorando as condições de pilotos e tornando missões mais seguras", diz Mendes.

O presidente da fabricante de drones afirma que a tecnologia pode encontrar barreiras em questões regulatórias e de segurança, já que os aviões controlados em terra.

Mendes afirma que seu sistema irá incorporar medidas de segurança para neutralizar as consequências de que alguém tenha, por exemplo, uma convulsão enquanto pilota um cargueiro.

"Existem algoritmos que podem impedir que coisas ruins aconteçam. A tecnologia está evoluindo, os regulamentos estão evoluindo", diz o presidente da Tekever.
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Março 11, 2015, 10:41:08 am
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Novos coletes balísticos mais leves ou drones subaquáticos que já equipam a marinha russa são algumas das novidades tecnológicas que as empresas portuguesas apresentam no Salão Internacional de Tecnologias de Segurança Nacional, que arrancou nesta terça-feira em Madrid.

Reunidas no stand da idD - Plataforma das Indústrias de Defesa Nacionais, dez empresas portuguesas de pequena e média dimensão trouxeram o que de melhor se faz em Portugal em áreas como o têxtil, telecomunicações de defesa e segurança ou mesmo a robótica subaquática.

Um dos produtos é um novo tipo de colete balístico que "substitui as placas de cerâmica usadas nos coletes anti-bala tradicionais por malhas 3D revestidas", contou à agência Lusa Ana Barros, do CITEVE (Centro Tecnológico de Têxtil e Vestuário).

"A grande vantagem do novo colete é que tem muito menos peso", explicou a mesma responsável.

O projecto de âmbito europeu - liderado por um consórcio semelhante espanhol, mas com participação portuguesa - está a ser desenvolvido há um ano, e ainda não tem prazos para ser colocado no mercado.

Já em fase de conclusão está um novo fato com sistema de climatização frio e quente, este um projecto inteiramente nacional.

"É um sistema patenteado, com circulação de água que arrefece o corpo do soldado até aos 15 graus e aquece até aos 40. Estará finalizado em Abril" para ser disponibilizado a eventuais clientes, disse Ana Barros.

Também a nível europeu, com a Agência Europeia de Defesa, a CITEVE tem trabalhado no Aclitexsys, um outro projecto de refrigeração individual do soldado.

O CITEVE reúne várias empresas portuguesas e, nos projectos de defesa, colabora com as forças armadas nacionais.

Noutro ponto do stand, Alexandre Sousa apresenta um drone subaquático com o nome "Light Autonomous Underwater System".

Projeto da OceanScan, o drone está equipado como sensores e sonar e pode ser programado para fazer percursos subaquáticos de monitorização de solos, de espécies marinhas e, em contexto militar, operações anti-minas.

"Já equipamos a Marinha Russa, a Marinha Portuguesa e em Março vamos fechar novo contrato com a Marinha da Lituânia", contou Alexandre Sousa.

O drone funciona até 100 metros de profundidade, não implica ser controlado à distância e, no caso da Marinha Russa, desempenha funções de "Busca e Salvamento".

O produto é de duplo uso (militar e civil) e funciona com engenharia totalmente portuguesa, mas com componentes estrangeiros (computador de bordo, baterias ou sonar).

A empresa, acrescentou Alexandre Sousa, conta desenvolver um outro drone para profundidades maiores, até 500 metros.

Presente na inauguração do stand português, a secretária de Estado da Defesa, Berta Cabral, enalteceu o "potencial humano" das empresas portuguesas do sector, um factor que as diferencia da concorrência.

"São empresas com muito conhecimento e que por vezes dão saltos para a internacionalização através de participações com empresas de maior dimensão", disse a responsável, acrescentando que, por isso mesmo, "são muito apetecíveis".

Para Berta Cabral, "são vários os exemplos de start-ups e de empreendedorismo que depois se lançam no mercado internacional".

"Essa é a grande diferença: o capital humano, a formação. (...) A maior parte destas empresas nasceu de projectos de investigação ligados às forças armadas e às suas academias, que depois em parceria com universidades e com empresas se projectaram, transformando o "saber" em "saber fazer", realçou a secretária de Estado.

Na HOMSEC2015, que decorre até quinta-feira, estão 10 empresas: Anubis, CITEVE, Sciencentris, Fibrenamics, Latino Confecções, OceanScan, Penteadora, Glexys, Noras Performance e Lavoro.

A nível global a feira de Madrid, uma das maiores deste sector na Europa, reúne mais de 160 delegações e expositores, esperando mais de 10 mil visitantes.

publico.pt
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Março 15, 2015, 08:27:43 pm
Citar
Demonstração do sistema de controlo a partir de terra, por meio de sinais cerebrais, de uma aeronave não tripulada, foi feita em Lisboa.
Pilotar um drone, fazê-lo voltear no céu, para cá e para lá, só de pensar nisso? Não, já não é ficção científica. A primeira demonstração pública aconteceu por cá mesmo, em Lisboa, há cerca de duas semanas, no que foi o resultado do projeto Brainflight - o desenvolvimento da nova tecnologia -, que foi coordenado pela empresa portuguesa Tekever, em colaboração com a Fundação Champalimaud e dois parceiros internacionais, a holandesa Eagle Science e a Universidade Técnica de Munique, na Alemanha.
"Tivemos esta ideia há quatro anos, há três lançámos o projeto para desenvolver esta tecnologia que designamos BMI, de brain computer interface [interface cérebro-máquina], e agora demonstrámos a possibilidade de utilização da tecnologia, que pretendemos aplicar a novos produtos, para os levar para o mercado. O projeto não era um objetivo em si, serviu para desenvolver e criar a tecnologia", afirma ao DN Ricardo Mendes, engenheiro informático, cofundador da Tekever e um dos seus responsáveis.
dn.pt
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Abril 16, 2015, 02:40:48 pm
Citar
Portuguese communications and unmanned systems provider TEKEVER announced at LAAD 2015 on 14 April that it would purchase 'a significant interest' in Santos Lab, a Brazilian unmanned aerial vehicle (UAV) manufacturer. The precise details of the purchase were not disclosed, although the purchase will reportedly be completed in the first half of 2015.

The two companies had signed a strategic partnership agreement at the Farnborough International Airshow in 2014, which has led to the joint development of the AR2 Carcará hand-launched mini-UAV, already in service with the Brazilian Navy. The system offers daytime operational capability, including multiple electro-optical/infrared (EO/IR) sensor options on two and three-axis stabilised gimbals.

janes.com
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: mafets em Maio 14, 2015, 10:51:59 am
http://www.janes.com/article/51406/portugal-s-eid-to-supply-communications-systems-for-philippine-sealift-ships
Citar
Portuguese military communications company EID has been contracted by shipbuilders Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering (DSME) of South Korea and PT PAL of Indonesia to deliver a complete integrated communications system for two strategic sealift vessels (SSVs) on order for the Philippine Navy (PN).

The EUR1.5 million (USD1.7 million) contract, signed on 8 May, oversees the delivery of the communications suites for the two landing platform dock (LPD)-style ships, with system delivery scheduled for October 2015 and May 2016, respectively, the company told IHS Jane's .

The suites will consist of EID's ICCS5 communications control system, and Harris RF Communications VLF-HF and V/UHF radios. EID will also be responsible for integrating the suites with other communications subsystems, delivered by PT PAL.

In 2014 the PN and defence department ordered the two SSVs and an integrated support package from PT PAL for USD92 million. Delivery of the first platform is expected in 2016, with the second ship scheduled for delivery in 2017. PT PAL cut steel on the first ship on 22 January 2015.

The SSV selected by the Philippines is based on the Makassar-class design developed by DSME. Four such vessels are already in service with the Indonesian Navy.

Meanwhile, EID also signed, on 7 March 2015, a contract via Rohde & Schwarz to deliver ICCS5 for the three UK Royal Navy River-class Batch 2 offshore patrol vessels being built by BAE Systems. The equipment will be delivered in December 2015, January 2016, and March 2017 for HM Ships Forth , Medway , and Trent , respectively.

EID is jointly owned by Efacec Capital, IAPMEI, EMPORDEF, and Rohde & Schwarz.
(http://www.janes.com/images/assets/406/51406/1634963_-_main.jpg)
Citar
EID's integrated communications system, shown here on board Portugal's NPO 2000 patrol vessel NRP Viana do Castelo. Source: Victor M.S. Barreira

Cumprimentos
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: tenente em Maio 14, 2015, 08:40:09 pm
Citação de: "mafets"
http://www.janes.com/article/51406/portugal-s-eid-to-supply-communications-systems-for-philippine-sealift-ships
Citar
Portuguese military communications company EID has been contracted by shipbuilders Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering (DSME) of South Korea and PT PAL of Indonesia to deliver a complete integrated communications system for two strategic sealift vessels (SSVs) on order for the Philippine Navy (PN).

The EUR1.5 million (USD1.7 million) contract, signed on 8 May, oversees the delivery of the communications suites for the two landing platform dock (LPD)-style ships, with system delivery scheduled for October 2015 and May 2016, respectively, the company told IHS Jane's .

The suites will consist of EID's ICCS5 communications control system, and Harris RF Communications VLF-HF and V/UHF radios. EID will also be responsible for integrating the suites with other communications subsystems, delivered by PT PAL.

In 2014 the PN and defence department ordered the two SSVs and an integrated support package from PT PAL for USD92 million. Delivery of the first platform is expected in 2016, with the second ship scheduled for delivery in 2017. PT PAL cut steel on the first ship on 22 January 2015.

The SSV selected by the Philippines is based on the Makassar-class design developed by DSME. Four such vessels are already in service with the Indonesian Navy.

Meanwhile, EID also signed, on 7 March 2015, a contract via Rohde & Schwarz to deliver ICCS5 for the three UK Royal Navy River-class Batch 2 offshore patrol vessels being built by BAE Systems. The equipment will be delivered in December 2015, January 2016, and March 2017 for HM Ships Forth , Medway , and Trent , respectively.

EID is jointly owned by Efacec Capital, IAPMEI, EMPORDEF, and Rohde & Schwarz.
(http://www.janes.com/images/assets/406/51406/1634963_-_main.jpg)
Citar
EID's integrated communications system, shown here on board Portugal's NPO 2000 patrol vessel NRP Viana do Castelo. Source: Victor M.S. Barreira

Cumprimentos



Muito bom mesmo!!!!

Pena que não haja muitas empresas do sector da Defesa, deste calibre, cá no nosso BURGO!!!!!
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: olisipo em Maio 26, 2015, 01:19:34 pm
La idD portuguesa prevé una subida de 100 millones anuales en exportaciones militares

http://www.infodefensa.com/mundo/2015/0 ... itares.htm (http://www.infodefensa.com/mundo/2015/05/26/noticia-portuguesa-preve-incremento-millones-anual-exportaciones-militares.htm)

Citar
"Con un esfuerzo conjunto compartido con todos los actores económicos, la idD (http://http) estima un aumento de las exportaciones del orden de los 100 millones de euros anualmente para la economía nacional, a través de su intervención externa e interna". La plataforma portuguesa de industrias de defensa, "idD", de capital exclusivamente público, explica en un comunicado que con su trabajo ha estado "allanando el camino para el aumento de las exportaciones de la industria de defensa" portuguesa.(...)

 idD lleva desde mediados de 2014 tratando de identificar oportunidades de negocios en el extranjero (...) como las realizadas con Argelia, Túnez, Polonia, Ucrania, Angola y Mozambique. (...)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: olisipo em Maio 27, 2015, 11:38:28 am
Empresas andaluzas y portuguesas analizan posibilidades de cooperación en el sector aeroespacial

● Visita de la secretaria de Estado de Defensa portuguesa

(http://www.infodefensa.com/archivo/images/150526_empresas-andaluzas-portuguesas_helice.jpg)
(http://www.infodefensa.com/archivo/images/150526_acuerdo-Helice-Portugal.jpg)
http://www.infodefensa.com/es/2015/05/2 ... acial.html (http://www.infodefensa.com/es/2015/05/27/noticia-empresas-andaluzas-portuguesas-analizan-posibilidades-colaboracion-sector-aeroespacial.html)

Citar
La secretaria de Estado de Defensa de Portugal, Berta Cabral, ha encabezado la visita a Andalucía de una delegación institucional y empresarial del sector aeroespacial y de defensa portugués. El objetivo era explorar las posibilidades de negocio y colaboración industrial y tecnológica que ofrece la industria andaluza (...)

 Asimismo  se ha firmado un convenio de colaboración entre el Clúster Hélice y la Federación de Industrias de Aeronáutica, Espacio y Defensa de Portugal (AED) para estudiar vías de cooperación y negocio (...)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: ICE 1A+ em Junho 01, 2015, 06:57:49 pm
http://economico.sapo.pt/noticias/nprint/219838
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Edu em Junho 01, 2015, 08:36:30 pm
Citação de: "ICE 1A+"
http://economico.sapo.pt/noticias/nprint/219838

Tendo em conta a realidade dos últimos anos em negócios com países da CPLP (mais especificamente Brasil e Angola), pessoalmente prefiro que o estado e empresas portuguesas procurem outros mercados e evitem negócios com esses países.

Demasiadas coisas correram muito mal nos últimos anos, a PT, o BES, a TAP, os ataques ao nosso país em jornais Angolanos, as tramóias da Isabel dos Santos, nem vale a pena continuar a enumerar. Tudo isto devia de servir de lição para nós, para tentarmos encontrar outros mercados.
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Toni87 em Junho 07, 2015, 05:34:01 pm
Drone da portuguesa Tekever vai patrulhar o Mediterrâneo

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas ... raneo.html (http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/drone_da_portuguesa_tekever_vai_patrulhar_o_mediterraneo.html)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: mafets em Junho 19, 2015, 10:16:56 am
http://defesanacionalpt.blogspot.pt/
Citar
Antes de presidir à cerimónia de inauguração da unidade fabril o ministro da Defesa Nacional visitou o Centro de Formação Salvador Caetano e a Fábrica Caetano Aeronautic.

Esta nova estrutura, localizada em Vila Nova de Gaia, foi criada no final de 2012 para integrar, numa primeira fase, a cadeia de fornecimento da Airbus Defence and Space, tendo já garantindo importantes programas para os aviões militares C295, A400M e para programas civis de última geração, como o A380, A350 e A320neo.

Em declarações aos jornalistas José Pedro Aguiar-Branco destacou o “enorme relevo para a economia portuguesa” desta unidade de produção, até porque “tem uma capacidade exportadora de grande significado”, acrescentando também que “o cluster da aeronáutica em Portugal” tem vindo “a crescer” e que o Ministério da Defesa Nacional tem apoiado essa “capacidade de crescimento”.

O governante também referiu a importância da entrada do Grupo Salvador Caetano na Indústria Aeronáutica pela “criação de emprego” a par do “investimento que traz”, porque “sobretudo, nos coloca num patamar de excelência ao nível da indústria”, acrescentando que é “um potencial que também se abre para a formação de jovens qualificados portugueses”.

A Caetano Aeronautics foi fundada pelo Grupo salvador Caetano e está dedicada à produção e montagem de componentes aeronáuticos em materiais compósitos e metálicos para alguns dos principais fabricantes mundiais de aviões.

No final da cerimónia, o ministro da Defesa Nacional, acompanhado do presidente da Caetano Aeronautic, José Ramos, descerraram uma placa alusiva ao momento. (Defesa)
(http://2.bp.blogspot.com/-VQmwq2uffs8/VYLydY179HI/AAAAAAAASgA/qUNPRJ0VN0o/s320/17062015_MDN_Caetano_not.jpg)
E a presença Portuguesa no Paris Air Show.
http://defesanacionalpt.blogspot.pt/
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A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional visitou um conjunto de cerca de duas dezenas de empresas portuguesas que marcaram presença no 51º Salão Internacional Paris Air Show, um dos maiores do mundo do sector da aeronáutica.

Berta Cabral quis dar um sinal de incentivo do Governo português às empresas, em especial às que integram ou poderão integrar a Plataforma das Indústrias de Defesa.

“Trata-se de um conjunto de empresas que operam num dos sectores mais competitivos da economia internacional e que já demonstraram ter capacidade para se impor, acrescentando valor e inovação, como me foi transmitido por responsáveis de grupos internacionais nos quais algumas delas estão integradas”, disse Berta Cabral.

“O Ministério da Defesa Nacional, nomeadamente através da idD – Plataforma das Indústrias da Defesa Nacional, quer estimular a criação de um cluster aeronáutico e a interacção destas empresas, que lhes permita ganhar dimensão e visibilidade, com vantagens para elas próprias e para o nosso país” acrescentou a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional.

As indústrias de Defesa em Portugal representam 1,7 mil milhões de euros de volume de negócios (cerca de 1 por cento do PIB), dos quais 1,2 mil milhões pertencem ao sector da aeronáutica.

Em Paris, Berta Cabral encontrou-se com os empresários portugueses e visitou todos os stands do Paris Air Show com presença de portugueses, directamente ou através dos grupos empresariais de origem. A AED – Associação da Indústria Aeronáutica reuniu no Pavilhão de Portugal algumas empresas e consórcios.

O Paris Air Show reúne mais de 2.200 expositores de 44 países numa área de 200 mil metros quadrados. O Salão recebe 140 mil visitantes profissionais de 180 nações e o público não profissional aproxima-se dos 200 mil. Mais de 3 mil jornalistas fazem a cobertura do acontecimento. (Defesa)
(http://4.bp.blogspot.com/-7f43C1GnlDE/VYLx2HmrhjI/AAAAAAAASf4/eUBad8eLV14/s320/17062015_SEADN_Paris_not.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 24, 2015, 11:50:47 am
IdD quer captar 100 milhões por ano na indústria da Defesa
00:05 Cátia Simões
Plataforma que agrupa mais de 100 empresas do sector da Defesa vê os países daCPLP como as geografias com as maiores oportunidades de negócio.

A IdD - plataforma que apoia as indústrias de Defesa a estabelecer contactos noutros países - quer captar cerca de 100 milhões de euros por ano em negócios nos mercados externos para estas empresas portuguesas. O objectivo é traçado por Eduardo Filipe, presidente da entidade, que considera esta meta "ambiciosa mas possível".

"O nosso orçamento é aumentar as exportações no valor de 100 milhões de euros por ano", diz o responsável, em entrevista ao Diário Económico. "O mercado da Defesa é muito grande e nós temos empresas competentes e com capacidade de gestão e ambição para crescer no mercado internacional."

A entidade apoia empresas como a Tekever, o Arsenal do Alfeite e empresas de tecnologia como a ETI ou a Edisoft, direccionadas para a Defesa. "Já estivemos em seis feiras internacionais com mais de 40 empresas", sendo que a plataforma começou por apoiar cerca de 100 empresas e actualmente já praticamente duplicou este número.

Eduardo Filipe refere a missão da IdD a Angola como uma das mais bem sucedidas: no início de Junho, uma comitiva de 10 empresas esteve em Luanda e estão estabelecidos contactos para cerca de 250 milhões de euros, sobretudo no fornecimento de navios, que podem ser construídos no Arsenal do Alfeite, de 180 milhões de euros. "Se conseguirmos este contrato já praticamente duplicámos o objectivo anual", diz o responsável.

Questionado sobre o valor global já captado de exportações Edaurdo Filipe refere apenas que "só podemos fazer essas contas no final do ano mas já estamos muito próximos de conseguir esse objectivo porque alguns dos negócios que foram apresentados já estão em fase final de concretização".

Angola não é o único país onde as empresas portuguesas têm procurado clientes. "No Brasil algumas empresas já fecharam negócios por estarem com a IdD", explica Eduardo Filipe. Há vários mercados que podem ser potenciais compradores para as indústrias da Defesa portuguesas. "Os países da CPLP, naturalmente, que são países que têm boas relações com Portugal, mas também países do Norte de África como o Magreb ou a Tunísia, a Argélia..." enumera Eduardo Filipe. "A Índia também tem demonstrado grande interesse pelo nosso produto, temos várias propostas e solicitações. E nos Emirados Árabes Unidos fizemos lá uma missão e alguns dos produtos que apresentámos foram muito valorizados".

Já como mercados concorrentes é referido, desde logo, o Brasil, assim como Espanha ou Israel. "São mercados que já têm uma indústria de Defesa muito desenvolvida e canais responsáveis pela promoção já há muitos anos".

 :arrow: http://economico.sapo.pt/noticias/idd-q ... 21808.html (http://economico.sapo.pt/noticias/idd-quer-captar-100-milhoes-por-ano-na-industria-da-defesa_221808.html)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: mafets em Junho 27, 2015, 09:55:49 am
http://defesanacionalpt.blogspot.pt/2015/06/quatro-interessados-na-privatizacao-da.html
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Quatro interessados na privatização da EID
O ministério da Defesa Nacional tem quatro empresas interessadas na privatização da EID, empresa detida em parceria pela Efacec e Empordef e que opera na área dos sistemas de comunicações e electrónica.

Os interessados estão actualmente na fase de entrega das propostas finais e melhoradas ['best and final offer'] e o vencedor será escolhido até ao final do mês, encerrando assim o processo, apurou o Diário Económico. Na corrida estarão não só grupos portugueses, mas também internacionais.

Esta será a última privatização realizada pelo ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, neste mandato. Até ao final do ano vai concretizar-se a extinção da Empordef, a ‘holding' que agrega as empresas da indústria de Defesa, que passarão a ser tuteladas pelo ministério da Economia ou Finanças. Pelo caminho, contudo, ficou a privatização da Empordef Tecnologias de Informação (ETI), cujo concurso ficou deserto depois de receber onze manifestações de interesse e que já não será relançado na actual legislatura.

A concretizar-se a venda da EID dentro do calendário previsto, o ministério da Defesa eleva para três o número de alienações realizadas ao longo desta legislatura. A primeira foi a subconcessão dos terrenos dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), realizada no início de 2014, estando prevista a total liquidação da empresa até ao final de Agosto próximo. A segunda foi a venda de parte da Edisoft ao grupo francês Thales, ficando a tutela com uma participação de 17,5% na empresa.

O objectivo de Aguiar Branco era extinguir ou privatizar todas as empresas da Defesa durante este mandato e há vários processos que continuam a decorrer: já foi extinta a Ribeira D'Atalaia e está em curso a extinção da Defloc e da Dafaerloc.

No Arsenal do Alfeite a reestruturação para a transformação em Plataforma Nacional Global já arrancou, como disse em entrevista recente ao Económico Andreia Ventura, presidente do conselho de administração. O Alfeite preparou propostas para fornecer a Marinha angolana com seis navios patrulha oceânica e lanchas de fiscalização costeira, num total de mais de 180 milhões de euros. Os contactos continuam a decorrer.

A OGMA Imobiliária foi convertida em Empordef Engenharia Naval e na IdD alterou-se o objecto social para impulsionar as empresas da Defesa no exterior, promovendo contactos para a concretização de negócios. A tutela vai manter a participação na OGMA, onde tem 35% e a brasileira Embraer como parceira. (Económico)

Cumprimentos
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Lightning em Julho 20, 2015, 11:15:24 pm
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Lançamento da Start-Up Defesa
O projecto arranca com três centros (Lisboa, Alfeite e Porto) mas o objetivo é chegar aos 10.

O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, presidiu, esta tarde, ao lançamento do programa Start-Up Defesa destinado ao desenvolvimento de um cluster da economia da Defesa com o apoio do Estado. Esta é uma iniciativa conjunta do Ministério da Defesa Nacional e da Plataforma das Indústrias de Defesa Nacionais (idD).

Durante a sua intervenção, José Pedro Aguiar-Branco referiu que espera, com este programa, levar à criação de empresas e postos de trabalho, funcionando o Ministério da Defesa Nacional como uma "alavanca e parceiro para ajudar a criar condições para um novo paradigma".

"Quisemos mudar a forma estática [de ver a economia de defesa], tornando-a mais dinâmica e motivadora", frisou o responsável pela pasta da Defesa Nacional, acrescentando que Portugal "tem aqui um eixo de oportunidade que não pode ser desperdiçado". José Pedro Aguiar-Branco reforçou ainda a ideia de que esta pode ser a "alavanca de oportunidades que existem não só em Portugal mas em toda a comunidade NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte)".

“A economia da Defesa nunca foi vista desta forma” e com este programa queremos torná-la “mais empreendedora, mais motivadora e mais dinâmica”, contribuindo assim “para a afirmação da capacidade portuguesa nesta área”, referiu.

As candidaturas ao programa Start-Up Defesa poderão ser apresentadas através da idD. Esta plataforma disponibilizará apoio logístico e acesso à rede das forças armadas para que os projectos se possam desenvolver e valorizar o potencial tecnológico e industrial.

http://www.defesa.pt/Paginas/lancamento ... efesa.aspx (http://www.defesa.pt/Paginas/lancamentodastartupdefesa.aspx)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Julho 28, 2015, 09:37:29 pm
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Tekever has introduced the AR3 Net Ray unmanned air vehicle, which is currently undergoing testing with a number of Portuguese government agencies.

Since October the surveillance UAV has been trialled with the Portuguese National Republican Guard, that has used it to monitor a park in north Portugal to survey for illegal poaching and fires.

“We have a partnership with the national guard to trial it for a long period to see if it works as a system,” Ricardo Mendes, chief operating officer at Tekever, tells Flight Daily News, and adds that this is expected to continue over the coming months until fire season in Portugal is over.

The Portuguese navy is also testing the Net Ray – which is able to operate from vessels – and it has been operated by the Navy in Africa under NATO operations.

The navy testing also extends to the Frontex programme, an EU programme that aims to control and monitor illegal immigration by sea, and the subsequent incidents that happen as a result of this when boats capsize.

The combustion engine-powered Net Ray has a 10h endurance and weighs 14kg including a 4-5kg gimballed electro-optical payload, although this can be traded for extra fuel.

It is catapult-launched on a free standing launcher, but this can be integrated onto a ship for at sea operations, and Mendes says the company is exploring integrating the command and control into ship-based systems.

It is net-recovered at present, but Tekever is also looking at other recovery options.

http://defence-blog.com/?p=6932
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 05, 2015, 02:41:27 pm
Estado vende tecnológica de comunicações militares a britânicos por 19 M€

O Estado vendeu a sua participação de 43,09% na empresa de tecnologia militar EID à britânica Cohort PLC por 19 milhões de euros, uma operação que envolveu também os restantes acionistas da empresa.

Em comunicado, a Empresa de Investigação e Desenvolvimento de Electrónica (EID), sob tutela do Ministério da Defesa, anunciou que "foi concluído o processo de alienação de parte do capital social da EID com a empresa inglesa Cohort PLC, que apresentou proposta para aquisição de 99,98% do capital social da empresa".

Ou seja, a empresa britânica Cohort vai pagar 19 milhões de euros pela quase totalidade do capital detido maioritariamente pela Empordef, 'holding' do Estado das indústrias de Defesa (38,57%), e ainda pelo IAPMEI (4,52%), Efacec (27,24%) e 29,65% pela alemã Rohde & Schwarz.

A EID refere que esta venda da empresa "representa um valor total para os acionistas de 32 milhões de euros", dos quais 2,6 milhões de euros em distribuição de dividendos, 10,4 milhões através da redução de capital e 19 milhões como proposta financeira da Cohort.

"Esta proposta vai ser remetida às tutelas (Defesa e Finanças), as quais, após parecer da UTAM (Unidade Técnica de Acompanhamento ao Setor Empresarial do Estado), se pronunciarão para decisão final, estimando-se que o processo se conclua durante o mês de Setembro de 2015", adianta o comunicado.

A Cohort, também em comunicado enviado hoje, indica que, no ano passado, a EID obteve um volume de negócios de 14,4 milhões de euros e um lucro de 1,4 milhões de euros antes de impostos.

No final de março, segundo a empresa inglesa, a EID tinha um volume de negócios de 12,4 milhões de euros e uma carteira de encomendas de 34,2 milhões de euros.

A EID, especialista em comunicações militares navais e em terreno, emprega 138 pessoas e ganhou no início do ano um contrato de 15 milhões de euros para fornecer sistemas integrados de controlo de comunicações às marinhas portuguesa, holandesa e belga.

O ativo bruto da EID a 31 de dezembro passado era de 25,5 milhões de euros.

O presidente executivo da Cohort, Andrew Thomis, disse que esta aquisição era "um importante passo" para a companhia, uma vez que a EID dá ao grupo a "grande capacidade de fornecer sistemas de comunicações que já demonstraram ser um sucesso em vários países".


Lusa
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: olisipo em Setembro 01, 2015, 01:55:06 pm
(http://img.wp.scn.ru/camms/ar/831/pics/91_2.jpg)

Argentina firma un acuerdo con OGMA para mantenimiento de aviones P-3 Orion

La Fabrics Argentina de Aviones (FAdeA) ha firmado un acuerdo con la empresa portuguesa OGMA para el mantenimiento de très aviones Lockheed-Martin  P-3 Orion de la Armada de la nación austral.

  El acuerdo, del tipo OJT ("On the Job Training" o entrenamiento durante el trabajo) contempla la formación  de personal técnico de la firma argentina abocado al mantenimiento y recorrida estructural  de tres aviones de patrullaje marítimo y antisubmarino  P-3 Orion del Comando de Aviación Naval de la Armada Argentina

Las tareas se realizarán basándose en una primera célula, donde trabajarán técnicos de OGMA y de FAdeA en conjunto, para que luego de esta formación sobre la marcha, los técnicos argentinos trabajen independientemente en las otras dos células.

Se estima que cada aeronave necesitará 30.000 horas de trabajo.
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: miguelbud em Setembro 14, 2015, 10:34:29 am
@Diário Económico
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A Argélia pode tornar-se o próximo mercado de crescimento para as empresas portuguesas na área das indústrias de Defesa. Dez empresas do sector estão a acompanhar a IdD - Plataforma das Indústrias de Defesa Nacionais numa visita de uma semana àquele país, onde a expectativa é de formalização de contratos ou parcerias.

A missão empresarial - que arrancou ontem e decorre até quinta-feira - inclui empresas como o Arsenal do Alfeite, a WestSea (da Martifer, dona dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo), a Citeve, a Lavoro, a Riopeles e a Latino Confecções na área têxtil e ainda a Introsys, a DVM e a Edisoft.

A visita surge no seguimento de uma reunião bilateral entre Portugal e a Argélia em Novembro do ano passado, onde foram identificadas oportunidades de negócio. Em cima da mesa estão oportunidades de parcerias ou formalização de contratos, sobretudo na área da construção e reparação naval e também na área têxtil, devido às necessidades das Forças Armadas daquele país.

A Argélia possui um dos maiores orçamentos de Defesa e África e conta com 130 mil militares nas suas Forças Armadas, com necessidades já identificadas pela IdD.
A plataforma que funciona como agência de promoção externa para as empresas da Defesa já promoveu várias missões empresariais desde a sua criação, no âmbito da reestruturação das indústrias da Defesa e da extinção da Empordef. O objectivo da IdD é captar cerca de 100 milhões de euros por ano em investimento de mercados externos para as empresas da Defesa.

A plataforma já esteve em seis feiras internacionais com mais de 40 empresas com o objectivo de promover estes contactos e criar oportunidades de negócio. A plataforma começou por apoiar cerca de 100 empresas e já duplicou este número. Antes desta visita à Argélia a IdD esteve com uma comitiva de dez empresas em Angola, onde foram estabelecidos contactos para cerca de 250 milhões de euros, sobretudo na área da construção e reparação naval. O Arsenal do Alfeite apresentou uma proposta de 180 milhões de euros para construção de vários navios, que está a ser analisada pela Marinha daquele país.

Além de Angola, mercados como o Brasil e outros países da CPLP são potenciais clientes das empresas portuguesas da área da Defesa, assim como os países do Norte de África, como a Argélia.
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Novembro 12, 2015, 11:03:46 pm
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CITEVE e DAMEL entregam ao Exército protótipos do PERMAC

Partilhar 0  |  0No quadro da colaboração para desenvolvimento de projetos de I&D mantida com o Exército Português, o CITEVE e a empresa DAMEL - Confecção de Vestuário, Lda. formalizam neste 12 de novembro, a entrega ao Exército de protótipos desenvolvidos como resultado do projeto PERMAC.

O PERMAC - PERsonal Microclimate Active Control é um projeto de I&DI em co-promoção, cujo consórcio foi liderado pela empresa Active Space Technologies, que teve como objetivo o desenvolvimento de um sistema de vestuário de proteção inteligente para fins militares e defesa, constituído por dólman e calça em camuflado floresta, que integra elementos que permitem a autorregulação térmica, mesmo em condições ambientais extremamente adversas.

Refira-se que o CITEVE colabora regularmente e desde longa data com o Exército Português, representado pela Escola das Armas, localizada em Mafra, em atividades de validação e experimentação de desenvolvimentos inovadores para a área da Defesa.

Sempre de acordo com lógicas que seguem a filosofia do User Centred Design, os desenvolvimentos do CITEVE para várias empresas nacionais na área dos materiais têxteis e produtos para a Defesa têm passado pela validação em contexto real de utilização e pelo olhar crítico dos militares da Escola da Armas. Esta colaboração, cujas primeiras interações ocorreram em 2001, passou a ser enquadrada por um protocolo específico celebrado em 2012 entre ambas as instituições.

É de sublinhar que atualmente o CITEVE encontra-se envolvido em outros quatro grandes projetos internacionais na área dos materiais têxteis e produtos para a Defesa, desenvolvidos no quadro da EDA (European Defense Agency) e que abrangem no seu conjunto 14 empresas e organizações nacionais e internacionais, nomeadamente de Espanha, França, Suécia, República Checa, Holanda e Alemanha.     

http://www.citeve.pt/defesa_permac
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: olisipo em Fevereiro 11, 2016, 02:04:30 pm
(http://www.eid.pt/documentos/BRASS_short_schematic.png)

EID completes BICC software integration for Portugal's BRASS communications system

http://www.janes.com/article/57924/eid-completes-bicc-software-integration-for-portugal-s-brass-communications-system
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 19, 2016, 06:53:06 pm
Meia centena de empresas portuguesas em feira no Luxemburgo


Quarenta e sete empresas portuguesas do setor da Defesa inscreveram-se para participar na feira industrial organizada pela NATO no Luxemburgo e que se realiza em março, informou esta sexta-feira o Ministério da Defesa.

O Dia da Indústria Portuguesa na feira organizada pela Agência de Aquisições e Suporte da NATO (NSPA, sigla em inglês) vida "promover o aumento das exportações" nacionais e "dar a conhecer às empresas portuguesas" aquela estrutura da Aliança, explicou o Ministério ao DN.

A NSPA é responsável pelas compras para a estrutura de comandos da organização e para cada um dos 28 países membros da NATO, assim como garante a manutenção e o abastecimento dos respetivos sistemas de armas.

O Dia de Portugal na feira da NSPA no Luxemburgo, a 23 de março, contará com a presença do ministro ou do secretário de Estado da Defesa, admitiu o Ministério, que tem como uma das suas principais prioridades manter - invertendo a política do governo PSD/CDS - uma presença significativa do Estado nas Indústrias de Defesa.

Suspender a extinção da holding estatal do setor, Empordef, e a venda dos cerca de 44% do Estado na empresa EID são duas das medidas em cima da mesa, conforme o DN já noticiou.

A presença portuguesa na feira da NSPA está a ser organizada pelos ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Defesa, através da AICEP e da Plataforma das Indústrias de Defesa Nacionais, em coordenação com a delegação permanente de Portugal junto da NATO.

A NSPA tem "o papel de consolidar as solicitações [dos países da NATO e da Parceria para a Paz], centralizar a gestão das atividades logísticas, lançar concursos internacionais e controlar o custo e a qualidade dos serviços fornecidos" pelas empresas do setor em regime de oursourcing.

Algumas das 47 empresas portuguesas já inscritas são a AED/Danotec, Aeroequipo, Albatroz Engenharia, AMF, Arsenal do Alfeite, AST, Atlanticeagle, Viatel, Carpincasais, Catari, Cavedigital, Citeve, Coldkit Ibérica, Timestamp, Construcasais, Cubo, Damel. DVM, Edaetech, Edisoft, ENP, ETI, Follow Inspiration, , Frigoríficos brígido, Glexyz, GMV, Grupel, Inocrowd, Inov Inesc, I-Skyex, Lasi, Latino, OGMA, Riopele, West Sea e a Uavision.

"Através do Dia da Indústria Portuguesa na NSPA pretende-se dar a possibilidade às empresas portuguesas de conhecer, apresentar os seus produtos e serviços, criar sinergias e promover" uma rede de contactos que lhes permitam potenciar "a relação com esta importante agência" da NATO, adiantou o Ministério.

DN
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: nelson38899 em Março 07, 2016, 10:59:08 pm
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he TEKEVER Group is launching a new version of the shipborne UAS AR3 NET RAY, now with 8Kg payload capacity, at UMEX 2016 (4B1 STAND). The new version of AR3 NET RAY increases its payload capacity by 33%, with the main purpose of proving customers with the option to carry a 25Nm range maritime radar.
http://www.navyrecognition.com/index.php/news/defence-news/2016/march-2016-navy-naval-forces-defense-industry-technology-maritime-security-global-news/3659-tekevers-ar3-net-ray-the-smallest-uav-on-the-market-carrying-a-maritime-radar.html
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Srgdoido em Abril 24, 2016, 10:21:38 pm
http://www.cmjornal.xl.pt/domingo/detalhe/industria_de_defesa_nacional_a_conquista_do_mundo.html
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Srgdoido em Abril 27, 2016, 08:02:02 pm
http://www.dn.pt/portugal/interior/industria-quer-valer-2-do-pib-em-10-anos-ministro-desconfia-5145946.html
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Viajante em Julho 06, 2016, 07:42:06 pm
Arguidos escapam a prisão por inacção do Exército

Durante anos, a bola esteve do lado das Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento e do Exército. Mas nunca se apurou quanto tinham os oficiais de devolver à casa. Acabaram por escapar a penas que iam até três anos de prisão.

Cinco homens ligados às Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento (OGFE) - três dos quais oficiais daquele ramo militar - escaparam a penas de prisão de dois a três anos no âmbito do chamado ‘Processo das Fardas’. Tudo porque, durante os três anos em que os arguidos tiveram a pena suspensa na condição de devolverem às Oficinas os valores que tinham ganho ilegalmente em negócios com uma empresa estrangeira (a Talisman Europe, Limited), nem as OFGE nem o Exército tomaram qualquer medida para que o dinheiro fosse restituído. E, assim, as penas caducaram.

Fernando Machado Joaquim, António Ferreira Gomes, Rui Frade são oficiais do Exército. Juntamente com Amadeu Freitas e Paulo Antunes, foram condenados por participação económica em negócio. Mas acabaram por ficar com as penas suspensas, na sequência de um recurso interposto na Relação de Lisboa. Condição: nos três anos seguintes, teriam de pagar cada cêntimo dos negócios que fizeram com a empresa de Riccardo Privitera. O prazo começou a contar a 19 de novembro de 2012.

Relação suspendeu penas de prisão aos portugueses

Recuemos cerca de três anos e meio - e mais concretamente ao momento em que a Relação responde aos recursos dos portugueses envolvidos no processo. Privitera tinha recebido, de longe, a maior das penas. Mas não foi o único condenado. Aliás, todos os arguidos pronunciados pelo Ministério Público (MP) viram a Relação confirmar as condenações a penas de prisão.

Mas os desembargadores introduziram uma nuance na pena da primeira instância que acabaria por livrar os três militares e dois civis de acabar atrás das grades. Os cinco homens só acabariam na prisão se não pagassem, até novembro do ano passado, “o montante que viesse a ser liquidado em execução de sentença”.

OGFE e Exército deixam os prazos correr

Para saber qual o valor que os arguidos tinham de devolver, era preciso, antes de mais, apurar em concreto quanto tinham recebido com os negócios feitos à margem das regras.

Até porque cada um dos três militares e um dos civis desempenhavam funções diferentes na instituição: Fernando Machado Joaquim era diretor, António Ferreira Gomes era chefe do serviços comerciais e subdiretor, Rui Frade foi oficial de segurança e chefe do centro de compras, mas também passou pelas Finanças e contabilidade, enquanto Amadeu Freitas foi chefe de secção do setor do mercado externo dos serviços de compras. De qualquer forma, tanto Machado Joaquim como Ferreira Gomes e Rui Frade tinham poderes para mexer nas contas das OFGE.

É nesta fase, quando a bola passa para o lado dos militares, que o processo começa a correr a duas velocidades distintas: uma para o caso de Riccardo Privitera e outra para o dos restantes arguidos.

O italiano - uma figura exótica entre os arguidos, descrito como um burlão especialista em históricas rocambolescas - viu, logo na sentença, decretada a obrigação de devolver quase 8,5 milhões de euros às OFGE pelo esquema que tinha montado e de que tinham resultado prejuízos para a instituição. Foi também condenado a seis anos e meio de prisão, que subiram para mais de sete por cúmulo jurídico com outros crimes.

Mas, no caso dos portugueses, o apuramento do valor em dívida, “referente aos três negócios de aquisição de coletes ‘OGFE-Korce’”, foi relegado para a execução de sentença.

No processo que o SOL consultou, nos últimos três anos foram várias as cartas enviadas pelo tribunal às OFGE, primeiro, e ao Exército, depois (a ‘batata quente’ passou de mãos com a extinção das Oficinas e o ramo militar assumiu as despesas da casa, como mostra uma resposta do Secretário-geral Adjunto  do Ministério da Defesa Nacional, de cinco de março de 2015). Objetivo: levar a que a sentença fosse, de uma vez por todas, executada, para evitar que os arguidos escapassem à consequência dos crimes pelos  quais foram julgados.

A última resposta chegou a 22 de março deste ano (cinco meses depois de a pena suspensa ter caducado). Na missiva, o chefe de gabinete do Chefe do Estado-Maior do Exército refere que aquele ramo “não tem legitimidade” para avançar com a liquidação da sentença, atirando a responsabilidade para o Ministério Público (MP). Acrescentava-se, de resto, que passados três anos sobre o momento em que a sentença transitou em julgado, estaria, nesse momento, a “coligir os elementos probatórios necessários” para remetê-los ao MP.

Não pagam e não vão presos, mas também não têm culpa

Questionada sobre o porquê de não terem sido apurados os valores em falta (para garantir que os arguidos cumpriam a condição que lhes tinha sido imposta), fonte oficial da Procuradoria-Geral da República refere ao SOL que “o MP não representava as Oficinas Gerais e, como tal, carecia de legitimidade para intentar ações em seu nome”.

E acrescenta que, extintas as OGFE (há dois anos e meio, altura em que o processo caiu no colo do Exército), “não foi interposta ação que permitisse liquidar (calcular) o valor das indemnizações”. Um facto que, sustenta o MP, “não é imputável aos arguidos, não podendo os mesmos ser prejudicados por isso”. Daí que, “tendo decorrido o prazo da suspensão das penas sem que os arguidos tivessem cometido outros crimes durante tal período, o Ministério Público promoveu e o juiz decidiu declarar extintas tais penas”.

Escaparam à prisão, mas poderão não escapar a pagar o que devem ao Exército no âmbito deste processo. Segundo fonte judicial, a liquidação não estava indexada ao prazo da pena suspensa a que estavam sujeitos. Pode, por isso, ser feita a qualquer momento.

http://sol.sapo.pt/artigo/515788
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Get_It em Janeiro 09, 2017, 11:00:53 pm
Boas notícias, mas depois não se queixem que as patentes dos centros de investigação e certas empresas não dão em nada e que "desaparecem".

Empresas da Defesa assinam acordo de cooperação na Índia
(9 de Janeiro de 2016)
Citação de: Dinheiro Vivo
Portugal e a Índia assinaram um acordo na área da Defesa, no âmbito da visita do primeiro-ministro António Costa àquele país.

O acordo vem no seguimento do apoio de Portugal aos planos da Índia em várias tecnologias, nomeadamente no controlo de mísseis. Este foi um dos sete acordos formalizados durante a visita de António Costa.

Segundo um comunicado conjunto das duas delegações o acordo prevê «joint ventures e parcerias comerciais baseadas na produção conjunta e na transferência de tecnologia», aproveitando as competências tecnológicas de Portugal na área da Defesa.

Além deste acordo na área da Defesa foi definido um visto de livre circulação para diplomatas e investigadores da área marítima. Os dois países formalizaram ainda uma declaração de cooperação com países terceiros. «Os projectos têm de contribuir para a economia local, conectividade regional e integração, para beneficiar países terceiros, tendo em conta as suas prioridades em termos de desenvolvimento e as necessidades das populações», segundo a declaração bilateral.
Fonte: https://www.dinheirovivo.pt/empresas/722093/ (https://www.dinheirovivo.pt/empresas/722093/)

Cumprimentos,
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Lightning em Abril 20, 2017, 10:53:33 am
Exército testa e certifica material militar de empresas portuguesas

Citar
O projeto envolve dois selos de garantia - consoante o material tenha sido testado em exercícios ou empregue em missões no estrangeiro.

Citar
"Estamos a falar de equipamentos como capacetes, coletes balísticos, luvas de combate, lanternas táticas, equipamentos de primeiros socorros, GPS, bússolas ou sistemas de comunicação mais complexos", precisou uma das fontes ouvidas pelo DN.

O sistema de combate integrado a usar por um soldado no futuro envolve cinco capacidades: letalidade, sobrevivência, mobilidade, sustentabilidade e a chamada C4I (Comando, Controlo, Comunicações, Computadores e Informações). Isto exige roupa inteligente (mede sinais vitais, regula temperatura, capta energia solar) e proteção balística reforçada, capacetes com visores e intensificadores de imagem, meios de transmissão (dados, voz e imagens) - e, claro, armamento.

http://www.dn.pt/portugal/interior/exercito-testa-e-certifica-material-militar-de-empresas-portuguesas-6231339.html

(http://static.globalnoticias.pt/storage/DN/2017/medium/ng8465732.png)
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: ARIES em Abril 28, 2017, 07:47:59 pm
Tekever inaugura pólo industrial em Ponte de Sor com drones de larga envergadura à espreita
http://tek.sapo.pt/noticias/negocios/artigo/tekever_inaugura_fabrica_em_ponte_de_sor_com_drones_de_larga_envergadura_a_espre-51528cwg.html
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 05, 2018, 08:35:12 pm
Empresa portuguesa assina contrato de milhões com o Exército egípcio


(https://static.globalnoticias.pt/dn/image.aspx?brand=DN&type=generate&name=original&id=10270201&source=ng-78ac4282-2ca2-4624-847e-9256801b429d.jpg&t=20181205184341)


A tecnológica portuguesa EID assinou um contrato superior a 10 milhões de euros para fornecer sistemas de comunicações táticos ao Exército do Egito, revelou esta quarta-feira fonte oficial ao DN.

Foi um "contrato de elevado valor" assinado terça-feira e na casa dos dois dígitos, limitou-se a dizer ao DN o presidente da idD - Plataforma das Indústrias de Defesa, major-general Henrique Macedo, invocando questões de reserva comercial para não entrar em pormenores.

A idD integra a holding pública das indústrias de Defesa e é a responsável pelo pavilhão de Portugal na I Feira de Defesa do Egito (EDEX, sigla em inglês) - certame que termina esta quarta-feira com a presença de 14 empresas portuguesas.

Segundo a página digital da EID, esta empresa com capital público português e detida maioritariamente pela britânica Cohort fabrica rádios e redes de comunicações táticas, entre outros equipamentos.

De acordo com a idD, o Exército egípcio manifestou igualmente "enorme interesse" noutro projeto de comunicações táticas (SIC-T) que está a ser desenvolvido pela NATO para Portugal e com engenharia do Exército português - ficando o Ministério da Defesa com os direitos de propriedade intelectual desse sistema, que depois só pode ser vendido a terceiros com autorização prévia portuguesa e recebendo os respetivos royalties.

Outro domínio onde se registou "um grande potencial de cooperação" foi o da construção, reparação e manutenção naval entre a Marinha egípcia e empresas portuguesas do setor presentes na EDEX, nomeadamente a Arsenal do Alfeite (AA) - que já está certificada para trabalhar com submarinos alemães como os detidos pelo Cairo.

Protocolo de intenções

Também na terça-feira, a idD assinou no Cairo um memorando de entendimento com a Organização Árabe para a Industrialização (AOI, sigla em inglês), com o objetivo de reforçar o conhecimento e cooperação entre as empresas portuguesas e árabes do setor da Defesa.

Segundo Henrique Macedo, a idD promoveu ainda reuniões entre as empresas portuguesas com delegações de vários países presentes da EDEX 2018, como Brasil, Alemanha, Índia, Moçambique, Arábia Saudita, França, Reino Unido, Omã ou Emirados Árabes Unidos.

As empresas do setor industrial português de Defesa procuram assim alargar os seus negócios num país que investe anualmente 4,4 mil milhões de dólares (3,8 mil milhões de euros) numas Forças Armadas com cerca de 1,3 milhões de efetivos - e, entre outros números, conta com mais de duas centenas de caças F-16 e dois porta-aviões.

Esta terça-feira serviu também para as empresas portuguesas participarem numa reunião com o ministro da Produção Militar egípcia e depois com representantes do Ministério da Defesa do Egito, a quem deram a conhecer os seus produtos - à cabeça dos quais estão equipamentos e sistemas de combate ligados ao referido projeto "Soldado do Futuro", estando em cima da mesa a venda de componentes ou da totalidade do sistema, bem como a sua "eventual coprodução", adiantou Henrique Macedo.

Muito desse material - capacetes, coletes balísticos, sistemas de comunicação, joelheiras, bússolas, luvas de combate, lanternas táticas - é essencial à sobrevivência dos soldados no campo de batalha e equipa os militares do contingente destacado no Iraque desde novembro - os quais servem assim de promotores da sua qualidade junto dos parceiros da coligação internacional.

"Como ajudar as pequenas e médias empresas do setor da Defesa que entram em concursos internacionais se as nossas Forças Armadas não reconhecerem qualidade aos seus produtos e os adquirirem?", questionou um responsável do setor ouvido pelo DN.

Dando esta feira no Egito como exemplo do que sucede em eventos desse tipo, outra fonte da idD garantiu que os potenciais compradores colocam habitualmente a seguinte pergunta: "As vossas Forças Armadas já compraram?"

Uma feira com mais de 300 expositores

Esta participação de empresas portuguesas na EDEX 2018 surge num contexto de abertura económica promovida pela visita ao Cairo do Presidente da República, em abril passado. Os setores representados no Egito abrangem desde a aeronáutica à construção e reparação naval, espaço, energia, materiais tecnológicos, têxteis, veículos aéreos não tripulados ou tecnologias de informação e comunicação.

A IdD, que integra a holding pública Empordef (ainda por extinguir), tem como papel identificar mercados estratégicos para as empresas portuguesas do setor e em áreas que vão desde a indústria aeroespacial às comunicações e cibersegurança, transporte, robótica, fardamentos ou investigação e desenvolvimento.


:arrow: https://www.dn.pt/poder/interior/empresa-portuguesa-assina-contrato-de-milhoes-com-o-exercito-egipcio-10270201.html?fbclid=IwAR1GIIZ1nIfTYhDWxgdpBgegviV5TZkozQmTxpsqDRJP2eXsNHofx5ruZ0E
Título: Re: Empresas de Defesa Portuguesas
Enviado por: goldfinger em Março 18, 2019, 01:26:26 pm

España y Portugal buscan sinergias en sus industrias de defensa:


http://www.infodefensa.com/es/2019/03/16/noticia-espana-portugal-buscan-sinergias-entre-industrias-defensa.html