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Forças Armadas e Sistemas de Armas => Forças Aéreas/Sistemas de Armas => Tópico iniciado por: Spectral em Junho 24, 2004, 04:10:48 pm

Título: F-35 JSF
Enviado por: Spectral em Junho 24, 2004, 04:10:48 pm
Para todos os que acham o JSF o super-avião, que papará um Typhoon ou um Rafale ao pequeno-almoço sendo mais barato que eles :

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Fighters the `next best'

22jun04
AUSTRALIA will not get "top of the range" stealth fighters in the $15 billion deal for the new generation US-built aircraft.

The Australian version of the Joint Strike Fighter will not be equipped with the best weapons systems and will be missing other crucial war fighting sensors.

Michael Cosentino, international programs director for Lockheed Martin's JSF project, yesterday confirmed the RAAF would be sold so-called Block 2 aircraft and not the Block 3 type provided to the US Air Force.

Mr Cosentino rejected claims Australia would get a "dumbed down" version of the JSF when it signs up for the nation's biggest ever defence contract.

The $15 billion will buy the RAAF 60 fighters which are due to be delivered in three instalments from 2012 to 2020.

They will replace the RAAF's 24 F-111 strike aircraft and 77 F/A-18 fighters.

Mr Cosentino said the Block 2 version would be a war-ready fighter but would not be fitted with more sophisticated weapons, software and other systems available in Block 3 planes.

"Block 2 is a go-to-war, stealthy, survivable, lethal aircraft," he said.

Mr Cosentino is in Canberra for a major defence industry conference and to update the Government and RAAF on the project.

He said the aircraft was "about 80 per cent designed and tracking to all of its performance requirements".

The US Government and Lockheed were acutely aware of the "strategic gap" between when the F-111s were retired in 2010 and the JSF delivery.

US Ambassador to Australia Tom Schieffer told a Parliamentary Inquiry yesterday Australia would get as much technology as any country outside the US could get.

"We have given assurances to Australia that we will give you the absolute maximum that we can with regard to that technology," he said.

"Having said the airplane will not be exactly the same airplane as the US . . . it will be a stealth fighter, it will have stealth capabilities


http://www.theadvertiser.news.com.au/common/story_page/0,5936,9916467%255E911,00.html

Reparem no preço. Mesmo contando com o investimento australiano no projecto e os custos de desenvolvimento, o custo fica em 172M$ por avião...
Título:
Enviado por: emarques em Junho 24, 2004, 04:25:56 pm
Os noruegueses também já se tinham queixado dessa "versão de exportação", se bem me lembro. Mas esse preço... Bolas, mais um bocadito (o preço de um caça "normal", mas pronto ;)) e compram F-22.
Título:
Enviado por: Luso em Junho 24, 2004, 05:42:03 pm
Alguém anda a mexer nos bolsos de muita gente...
Não faz parte das contrapartidas pelos novos Hércules a participação no JSF?
Título:
Enviado por: JNSA em Junho 25, 2004, 03:31:36 pm
Os americanos andam a abusar desta história de fazerem um "downgrading" dos seus aviões de última geração para exportação. Se exceptuarmos as capacidades stealth, o F-35 não é um avião brilhante, assim, se não vierem com avionics e radares topo de gama, eu gostaria de saber como é que os compradores se vão sentir se alguma vez se desenvolverem radares que detectam mesmo este tipo de aeronaves...  :?  Vai haver muita gente arrependida de não ter comprado Rafales, Typhoons e Grippens...
Título:
Enviado por: JNSA em Junho 25, 2004, 03:33:47 pm
Já agora, um bom artigo de fundo que analisa o F-35:

Parte 1 - http://www.sci.fi/~fta/aviat-6.htm

Parte 2 - http://www.sci.fi/~fta/aviat-6b.htm
Título:
Enviado por: Luso em Junho 25, 2004, 05:09:54 pm
Com este murcão do Bush quem manda são as grandes companhias. E espero que o Kerry traga ar fresco...
Os americanos estão a fazer-se demasiado esquisitos, e por mais que os admire não hesitaria em mandá-los dar uma volta se me viessem com conversa da treta.
Título:
Enviado por: Ricardo Nunes em Junho 25, 2004, 05:50:27 pm
Citação de: "Luso"
Com este murcão do Bush quem manda são as grandes companhias. E Espero que o Kerry traga ar fresco...
Os americanos estão a fazer-se demasiado esquisitos, e por mais que os admire não hesitaria em mandá-los dar uma volta se me viessem com comversa da treta.


Concordo.
Mesmo assim penso que é demasiado cedo para quantificar o preço de um F-35.
Prefiro esperar para ver pois estou convencido que será uma aeronave mais barata do que aquela que aqui foi referida. Acredito que isto seja mais uma manobra da LMTAS e da própria Força Aérea para conseguir mais fundos para o programa.
Título:
Enviado por: JNSA em Junho 25, 2004, 06:23:17 pm
Citação de: "Ricardo Nunes"
Concordo.
Mesmo assim penso que é demasiado cedo para quantificar o preço de um F-35.
Prefiro esperar para ver pois estou convencido que será uma aeronave mais barata do que aquela que aqui foi referida. Acredito que isto seja mais uma manobra da LMTAS e da própria Força Aérea para conseguir mais fundos para o programa.


És capaz de ter razão, Ricardo, mas se juntares os atrasos do programa F-35, os custos extra que vão ser necessários para resolver os problemas de peso, e a má publicidade que estas notícias estão a trazer (o que possivelmente se reflectirá numa descida das vendas), vai ser cada vez mais difícil conseguir um preço muito inferior ao do Typhoon ou Rafale... :?
Título:
Enviado por: Ricardo Nunes em Junho 25, 2004, 06:35:11 pm
Claro. É sempre uma situação relativa.  Eu acredito que o F-35 ficará mais bem barato do que os 170 milhões de Dollars.

Algo de interessante, em termos de pressão empresarial e política, decorreu durante o Cope India 2004 onde F-15´s norte-americanos treinaram em conjunto com Mirage 2000 e Su-30 Indianos. O relatório entregue pela USAF ao congresso referia o facto de os pilotos americanos terem sofrido algumas consideráveis derrotas em combates ar-ar e que se deveria investir mais no F/A-22 de modo a garantir a superioridade americana. O que, impressionantemente, o relatório não referia - e esta á a manobra política - é que no geral, por cada 4 F-15C que os norte-americanos tinha no ar, os Indianos tinham 12 aeronaves. Ou seja, numa situação de desvantagem de 3 para 1. Na realidade os norte-americanos face a esta desproporção tiveram um desempenho impecável conseguindo resultados espectaculares mas, como é óbvio, na maioria das vezes o último aviao sobrevivente era Indiano.

É impressionante o choque de reputação que a USAF está disposta enfrentar para garantir o futuro da melhor aeronave alguma vez construída - o F/A-22.
Título:
Enviado por: JNSA em Junho 25, 2004, 06:41:48 pm
Por acaso já tinha ouvido essa história dos 4 F-15C para cada 12 aviões indianos... Não sei é se isso é mesmo verdade, ou se foi algo que foi sendo veiculado por alguém despeitado pelos resultados do exercício... :wink: )
Título:
Enviado por: Ricardo Nunes em Junho 25, 2004, 06:48:15 pm
A fonte dos 4 americanos x 12 indianos foi uma entidade oficial do exercício ( por acaso Indiana !!! ). Penso que um press release foi colocado no site da USAF.
Quanto aos AWAC´s pelo que sei só os indianos tinham esse apoio. Em termos de Su-30 os indianos possuem excelentes tripulações, o mesmo já não se pode dizer de outras aeronaves. O ratio em Mirage 2000 é bom mas em Mig-21, por exemplo, é completamente desastroso. Chegaram, num única mês, a perder 14 e o avião ganhou a querida alcunha de "caixão voador".  :roll:
Título:
Enviado por: Spectral em Junho 25, 2004, 10:42:49 pm
Ainda não se sabe ao certo se os F15C que foram lá tinham o radar AESA. Mas como vieram do Alasca, e é lá ( e no Hawai) que se processaram as primeiras entregas deste radar, dá que pensar...

O que é certo é que a USAF neste tipo de exercícios ( e ainda mais com um parceiro não NATO) nunca utiliza todo o seu potencial em guerra electrónica, tendo sido mesmo sugerido que o seu objectivo neste exercício era obter dados sobre os Flankers.

PS: JNSA, essas páginas sobre o JSF são escritos por Carlo Koop, um australiano lunático que acredita que os F-111 são os melhores aviões de sempre, e chegou a propor a substituição dos F-18 deles por F-111 novinhos em folha com novos radares e AMRAAMS. Na eventualidade do seu querido "Aardvark" ter que ser retirado ( a sua manuençao custa uma fortuna), ele "exige" o F/A-22 para a RAAF, tendo embarcado numa ofensiva para desacreditar o F-35.  É um dos que levanta o "espantalho"  da ameaça dos Flankers indonésios ( que não chegam aos 10)...
Título:
Enviado por: emarques em Junho 26, 2004, 01:50:03 pm
O preço indicado não será em dólares australianos? Isso baixaria o preço para uns 100M USD (ainda muito, mas bem menos).
Título:
Enviado por: Spectral em Junho 26, 2004, 02:55:23 pm
O preço indicado (15 biliões) está em dólares australianos, que devem usar a notação americana para o bilião ( mil milhões).

Valendo o dólar australiano 1.4 dólares americanos, dá o tal valor de 170M$ americanos para cada um dos 60 aviões.
Título:
Enviado por: [PT]HKFlash em Junho 28, 2004, 01:26:32 am
Se calhar as nações que receberem esses Block 2 deviam criar um programa de modernização independente da FANA.
Título:
Enviado por: Spectral em Junho 28, 2004, 12:28:34 pm
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Se calhar as nações que receberem esses Block 2 deviam criar um programa de modernização independente da FANA.


Para se mexer em qualquer avião é necessária a aprovação do construtor.

A juntar a isto, o JSF vai ter ainda mais medidas de "protecção", de modo a impedir a propagação da tecnologia americana ( palavras deles). Até há usn rumores de botões que impeçam o avião de trabalhar ou que autodestruam componentes sensíveis. Provavelmente são apenas boatos, mas ilustram a confiança dos EUA nos seus aliados...
Título:
Enviado por: Spectral em Julho 02, 2004, 05:05:32 pm
Até os ingleses se sentem enganados pelos americanos no negócio dos JSF:

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British sidelined in deal for jet fighter

Richard Norton-Taylor and David Gow
Monday June 28, 2004
The Guardian

British defence industry sources have slammed the way the government negotiated a £10bn contract to buy the American joint strike fighter for the Navy's planned two new aircraft carriers.

It could mark the "end of the UK in the manned aircraft business", they warned. A senior source added: "We got legged over. The Americans are industrial and political gorillas."

The Ministry of Defence is planning to buy 150 JSFs for the two carriers which were themselves due to cost £2.9bn. BAE Systems, the project's original prime contractor, has warned that it would cost £4bn to build two 60,000-tonne carriers.

Britain has contributed £2bn towards the JSF's development costs.

But the contract means that Lockheed Martin - the plane's manufacturer - will maintain the aircraft, also known as the F35, and produce any updated version for 50 years, the sources say.

"It's a bloody sight more than game, set and match. It's like eternity," said an industry source.

Sources say that the government gave away far too much to the Americans at a time when the US was poised to go "way beyond Europe's reach" in terms of technological capability and investment.

Under the JSF deal, Lockheed can refuse to give Britain the software codes for the aircraft which make up its avionics system and other information about its performance, industry sources say.

The problem is coming to a head with a highly protectionist amendment to the US defence authorisation bill now before Congress. Industry sources say it would put up a "solid wall".

Lord Bach, the arms pro curement minister, has attacked the US for putting up market barriers which would harm British industry and military capability.

He said the amended bill "ignores the two-to-one balance of defence trade" enjoyed by the US. He added: "Many in the UK view such moves as an insult and affront to the solidarity that we have shown to the US."

Lord Bach, who claims support from the Bush administration for the UK's stance and to have made progress on the JSF issue, said also that delays in implementing easier transfers of technology from the US to Britain meant delivery was "now long overdue" and "the frustration we feel and the message it sends are counter-productive".

Today he will signal greater union involvement in the government's defence industrial policy by announcing the pending appointment of a senior official to a key government-industry body.

Lord Bach will tell the shipbuilding conference of engineering union Amicus that John Wall, the union's national secretary for aerospace and defence, is to serve on the National Defence Industries Council. His formal appointment is expected later this year.

The council helped draw up the government's defence industrial policy which puts a premium on employment, manufacturing capability and intellectual property in decisions about multi-billion pound military contracts.

Mr Wall's appointment, promoted by Geoff Hoon, defence secretary, is further evidence that ministers are strengthening the hands of the unions - and making British jobs a priority - in awarding such contracts. Amicus is expected to criticise ministers tomorrow for their spending record on defence procurement - and the drive by British arms companies to invest in the US.



A situação do JSF não está bonita, não senhor...
Título:
Enviado por: Luso em Julho 03, 2004, 02:49:28 pm
Por mim, os americanos que guardem a sua tecnologia onde não brilha o sol...
Tais posturas são inaceitáveis.
Título:
Enviado por: Spectral em Julho 03, 2004, 09:38:49 pm
Citar
Por mim, os americanos que guardem a sua tecnologia onde não brilha o sol...
Tais posturas são inaceitáveis.


É verdade. E o mais insultouso é que eles abriram o projecto do JSF como inaugurando uma nova era na construção aeronaútica mundial, prometendo aos países participantes que haveria encomendas de componentes às suas empresas.

Passados alguns anos o que se passa ?

Está atrasado e mais caro que o previsto ( mas isto já é habitual) e todas os contratos têm sido entregues a empresas americanas, com algumas raras excepções inglesas e israelitas. E os seus mais fiéis aliados arriscam-se a receber aviões de 2º nível, algo que ninguém gosta ( aquando do F-16, também havia uma "monkey version" mas ninguém o quis). E pior ainda, tudo indica que devido a preocupações com o controlo da sua tecnologia, todas as reparações aos aparelhos terão de ser efectuados ou na América ou pela Lockheed, aumentando ainda mais a dependência destes países em relação aos EUA ( como se fosse possível!).
Título:
Enviado por: Luso em Julho 04, 2004, 10:55:47 am
Espero que a EADS esteja a fazer estudos para um novo caça ou upgrades ao Eurofighter de modo a aumentar-lhe as características stealth.
Título:
Enviado por: papatango em Julho 04, 2004, 11:45:34 am
Eu diria que o problema principal das marinhas europeias não são as características Stealth dos aviões, mas sim o facto de não haver um substituto claro para o Harrier.

Sem um avião STOVL, os projectos de porta-aviões e navios que possam operar o Harrier (como o projecto Italiano ou o LL espanhol) têm o futuro comprometido na sua vertente de navio de projecção de força, com componente naval.

Os Franceses e os Ingleses, estão a ultrapassar esse problema, com a construção de porta-aviões CTOL (com catapultas), mas quem pensava em aviões STOVL para porta-aviões mais pequenos está com problemas. Como já referi noutro tópico, a proliferação de marinhas com capacidade de operar aviões embarcados, é vista pelos Estados Unidos como uma ameaça á sua capacidade de dominio dos mares.

Os países com capacidade para operar aviões embarcados são:

Estados Unidos
Russia
Reino Unido
França
Espanha
Italia
Brasil
India

A China deverá estar em condições de aderir ao grupo e o Japão pode facilmente juntar-se-lhe.

Outros paises que já operaram porta aviões  e que podem voltar a opera-los são a Australia, o Canadá e a Argentina.

Não se sabe o que fará um governo alemão de direita relativamente á defesa e se voltará a considerar a possibilidade de operar meios de projecção de forças, que poderiam por exemplo passar pela utilização de algo parecido com os LHD holandeses.

Como já concuímos, países como Portugal, Grécia, Holanda, Turquia, poderiam ter meios com estas características.

Os americanos não têm aliados, têm interesses. Nunca nos podemos esquecer disso.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Dinivan em Julho 04, 2004, 11:53:07 am
Al parecer los ingleses se están cansando del programa JSF y han puesto en marcha un programa de construcción de nuevos Harrier:

The VAAC Harrier - the Royal Navy's next generation of aircraft.

The latest Harrier offers simpler handling, reduced training and reduced risk of pilot error.
 
 
 
 
VAAC Harrier about to take off
 
 (http://www.qinetiq.com/home/case_studies/defence/vaac_harrier.Par.0002.Image.wide.gif)
 
Under the hood of the latest Harrier is a revolutionary new system called vectored-thrust aircraft advanced flight control (VAAC). Designed by QinetiQ's predecessor, DERA, with funding from the US-UK Joint Strike Fighter (JSF) Office, VAAC uses advanced "fly by wire" technology to turn over many of the Harrier's flight characteristics to computers. This makes the aircraft much simpler to fly and enables engineers to fine-tune it quickly for improved handling, based on pilot feedback between sorties. It also provides valuable data for use in flight simulators.

The Harrier, with its unique swing-nozzle engines, continues to be the leading "Short Take Off, Vertical Landing" (STOVL) aircraft, and remains essential to the US Marine Corps, Royal Navy and RAF. Its two-seater cockpit has been modified to accommodate VAAC, which enables the rear pilot to assume full control of the aircraft.

The key implications of the system are:



It allows the testing of different flying modes in real-flight environments.
Modifications to the software and flying experience, including pilot feedback, can be incorporated quickly and easily between flights.
It offers STOVL capability without the need for the Harrier's tricky "third nozzle" lever, making flying the aircraft much simpler.


VAAC helps pilots to hold the Harrier's speed, bank, altitude, climb, dive angle, hover height, side-slip direction, descent and ascent. This means simpler handling, reduced training and reduced risk of pilot error. Ultimately, the system will save lives and airframes, and increase pilot / airframe performance by optimising the use of controls.

JSF engineers have already benefited from collaborative research carried out by QinetiQ and NASA into advanced control laws of flight. Now the VAAC Harrier is enabling the first shipboard evaluation of that work.
 
 
Anything is possible - just ask

 
This project is a prime example of how we are currently working in partnership and applying our knowledge and technology. We could do the same for you. Whatever your requirements or problems, we have the ideas, know how and solutions.



http://www.qinetiq.com/home/case_studies/defence/vaac_harrier.html
Título:
Enviado por: JNSA em Julho 04, 2004, 12:11:45 pm
Citação de: "papatango"
Eu diria que o problema principal das marinhas europeias não são as características Stealth dos aviões, mas sim o facto de não haver um substituto claro para o Harrier.

Sem um avião STOVL, os projectos de porta-aviões e navios que possam operar o Harrier (como o projecto Italiano ou o LL espanhol) têm o futuro comprometido na sua vertente de navio de projecção de força, com componente naval.

Os Franceses e os Ingleses, estão a ultrapassar esse problema, com a construção de porta-aviões CTOL (com catapultas), mas quem pensava em aviões STOVL para porta-aviões mais pequenos está com problemas. Como já referi noutro tópico, a proliferação de marinhas com capacidade de operar aviões embarcados, é vista pelos Estados Unidos como uma ameaça á sua capacidade de dominio dos mares.

O ponto que focou, papatango, é extremamente importante, pois se as Forças Aéreas europeias podem facilmente adquirir outros aviões para operar em bases terrestres (EF2000, Rafale, Grippen, etc), o mesmo não acontece para as unidades embarcadas.

Mas aqui acho que poderão ter uma ajuda involuntária do outro lado do Atlântico - a influência do USMC. A verdade é que os Marines não se podem dar ao luxo de ficar sem o F-35B, sob pena de perderem uma enorme parte da sua capacidade de projecção de força. Não podemos esquecer os 12 Wasp/Tarawa, que em caso de guerra, podem dar um enorme incremento de força aos CV/CVN. Os Marines sabem que os F-35B têm sofrido muito com os problemas de peso, com custos crescentes. Uma forma de contrabalançar isto pode ser tentar evitar que os europeus abandonem a compra do avião, para manter uma produção mais elevada, e consequentemente, um preço mais baixo.

Assim, eventualmente, o peso político dos Marines direccionado para a defesa do F-35B poderá acabar por ajudar involuntariamente os europeus.

Se isso não acontecer, então a capacidade de projecção de força na Europa ficará seriamente diminuida... Será que isso seria um incentivo para uma maior cooperação entre Forças Armadas Europeias, para permitir custear  porta-aviões CTOL(CATOBAR) ou STOBAR?...


....

Dinivan, essa notícia é interessante... Nunca tinha ouvido falar do VAAC. Mas pelo que deu para ler, parece ser mais um avião de testes de tecnologias para eventualmente, realizar upgrades no Harrier, ao mesmo tempo que permite fazer estudos para o F-35B - veja esta passagem:

Citar
JSF engineers have already benefited from collaborative research carried out by QinetiQ and NASA into advanced control laws of flight. Now the VAAC Harrier is enabling the first shipboard evaluation of that work.



Assim, não creio que seja verdadeiramente uma alternativa ao F-35B. Embora seja bom ver que se o JSF der para o torto, os países europeus ainda podem ter algo com que contar. Seria no entanto um avião claramente inferior ao F-35, sem ter características stealth, o que reduziria a sua capacidade de operação contra aeronaves e defesas anti-aéreas de última geração... Mas sempre é melhor do que nada...
Título:
Enviado por: Luso em Julho 04, 2004, 01:31:47 pm
Pergunto-me se a "prova de conceito" do F35 STOVL parece ter funcionado, porque não se concee outro aparelho do mesmo tipo?
Título:
Enviado por: Spectral em Julho 04, 2004, 02:16:47 pm
Citar
Pergunto-me se a "prova de conceito" do F35 STOVL parece ter funcionado, porque não se concee outro aparelho do mesmo tipo?

O conceito STOVL do F-35 é muito, mas mesmo muito parecido ( até se fala em cópia) ao do Yak-141, que nunca netrou em produção  8)

Sinceramente, e apesar de todos os problemas do F-35B, como o JNSA  parece-me disse há demasiados interessados para o projecto naufragar. No entanto, aposto que o resultado final será um aparelho caro e atrasado, que não cumpre as expectativas originais ( tal como aconteceu com os primeiros Harrier's).

Citar
Espero que a EADS esteja a fazer estudos para um novo caça ou upgrades ao Eurofighter de modo a aumentar-lhe as características stealth.


O Eurofighter já tem algumas medidas stealth, no hemisfério frontal e orientadas para o combate AA. Claro que nada que se compara ao F-35.

Já agora, não conhecem a história do Lampyridae?

http://www.eads.net/frame/lang/en/1024/xml/content/OF00000000400004/8/96/516968.html

http://www.invisible-defenders.org/programs/various/lampyridae/lampyridae.htm


Os rumores são que quando os americanos viram o protótipo "obrigaram" os alemães a cancelá-lo...
Título:
Enviado por: FinkenHeinle em Julho 04, 2004, 02:50:15 pm
Citação de: "papatango"
Eu diria que o problema principal das marinhas europeias não são as características Stealth dos aviões, mas sim o facto de não haver um substituto claro para o Harrier.

Sem um avião STOVL, os projectos de porta-aviões e navios que possam operar o Harrier (como o projecto Italiano ou o LL espanhol) têm o futuro comprometido na sua vertente de navio de projecção de força, com componente naval.

Os Franceses e os Ingleses, estão a ultrapassar esse problema, com a construção de porta-aviões CTOL (com catapultas), mas quem pensava em aviões STOVL para porta-aviões mais pequenos está com problemas. Como já referi noutro tópico, a proliferação de marinhas com capacidade de operar aviões embarcados, é vista pelos Estados Unidos como uma ameaça á sua capacidade de dominio dos mares.

Os países com capacidade para operar aviões embarcados são:

Estados Unidos
Russia
Reino Unido
França
Espanha
Italia
Brasil
India

A China deverá estar em condições de aderir ao grupo e o Japão pode facilmente juntar-se-lhe.

Outros paises que já operaram porta aviões  e que podem voltar a opera-los são a Australia, o Canadá e a Argentina.

Não se sabe o que fará um governo alemão de direita relativamente á defesa e se voltará a considerar a possibilidade de operar meios de projecção de forças, que poderiam por exemplo passar pela utilização de algo parecido com os LHD holandeses.

Como já concuímos, países como Portugal, Grécia, Holanda, Turquia, poderiam ter meios com estas características.

Os americanos não têm aliados, têm interesses. Nunca nos podemos esquecer disso.

Cumprimentos


Concordo plenamente, Papatango...
Título:
Enviado por: FinkenHeinle em Julho 04, 2004, 02:50:44 pm
Citação de: "JNSA"
Citação de: "papatango"
Eu diria que o problema principal das marinhas europeias não são as características Stealth dos aviões, mas sim o facto de não haver um substituto claro para o Harrier.

Sem um avião STOVL, os projectos de porta-aviões e navios que possam operar o Harrier (como o projecto Italiano ou o LL espanhol) têm o futuro comprometido na sua vertente de navio de projecção de força, com componente naval.

Os Franceses e os Ingleses, estão a ultrapassar esse problema, com a construção de porta-aviões CTOL (com catapultas), mas quem pensava em aviões STOVL para porta-aviões mais pequenos está com problemas. Como já referi noutro tópico, a proliferação de marinhas com capacidade de operar aviões embarcados, é vista pelos Estados Unidos como uma ameaça á sua capacidade de dominio dos mares.

O ponto que focou, papatango, é extremamente importante, pois se as Forças Aéreas europeias podem facilmente adquirir outros aviões para operar em bases terrestres (EF2000, Rafale, Grippen, etc), o mesmo não acontece para as unidades embarcadas.

Mas aqui acho que poderão ter uma ajuda involuntária do outro lado do Atlântico - a influência do USMC. A verdade é que os Marines não se podem dar ao luxo de ficar sem o F-35B, sob pena de perderem uma enorme parte da sua capacidade de projecção de força. Não podemos esquecer os 12 Wasp/Tarawa, que em caso de guerra, podem dar um enorme incremento de força aos CV/CVN. Os Marines sabem que os F-35B têm sofrido muito com os problemas de peso, com custos crescentes. Uma forma de contrabalançar isto pode ser tentar evitar que os europeus abandonem a compra do avião, para manter uma produção mais elevada, e consequentemente, um preço mais baixo.

Assim, eventualmente, o peso político dos Marines direccionado para a defesa do F-35B poderá acabar por ajudar involuntariamente os europeus.

Se isso não acontecer, então a capacidade de projecção de força na Europa ficará seriamente diminuida... Será que isso seria um incentivo para uma maior cooperação entre Forças Armadas Europeias, para permitir custear  porta-aviões CTOL(CATOBAR) ou STOBAR?...


....

Dinivan, essa notícia é interessante... Nunca tinha ouvido falar do VAAC. Mas pelo que deu para ler, parece ser mais um avião de testes de tecnologias para eventualmente, realizar upgrades no Harrier, ao mesmo tempo que permite fazer estudos para o F-35B - veja esta passagem:

Citar
JSF engineers have already benefited from collaborative research carried out by QinetiQ and NASA into advanced control laws of flight. Now the VAAC Harrier is enabling the first shipboard evaluation of that work.


Assim, não creio que seja verdadeiramente uma alternativa ao F-35B. Embora seja bom ver que se o JSF der para o torto, os países europeus ainda podem ter algo com que contar. Seria no entanto um avião claramente inferior ao F-35, sem ter características stealth, o que reduziria a sua capacidade de operação contra aeronaves e defesas anti-aéreas de última geração... Mas sempre é melhor do que nada...


Também é um ponto de vista interessante...
Título:
Enviado por: JLRC em Julho 04, 2004, 04:23:59 pm
Citação de: "Spectral"
 

O conceito STOVL do F-35 é muito, mas mesmo muito parecido ( até se fala em cópia) ao do Yak-141, que nunca netrou em produção


Houve colaboração entre Yakovlev e a Lockheed-Martin e é por isso que existe muita semelhança entre o Yak-141 e o F 35 B.
Eu não percebo muito de aviação mas julgo que poderia haver Joint Ventures entre A EADS (por exemplo) e Yakovlev de modo a ser desenvolvido em conjunto o Yak-141. Aliás, julgo que o projecto Yak-141 avança muito lentamente pois quer a Marinha russa quer a Força Aérea não têm grande interesse no avião. Já houve anteriores casos de sucesso de cooperação entre firmas russas e europeias, por exemplo entre a Yakovlev e a Aermacchi para o avião de treino (Yak-130, a two-seat jet trainer with ground attack capability developed by Yakovlev Design Bureau in cooperation with Aeromacchi).

The Yak-141, being the world’s first supersonic STOVL (short take-off/vertical landing) aircraft, has three engines: one lift-cruise R-79 with a thrust of 15500kg and two small-sized RD-41 of 4100kg each. The powerplant allows the plane to lift off vertically with a weight of up to 15800kg. Alternatively, the Yak-141 can perform short take-offs (60-120m) with a weight of up to 19500kg. In the latter case the combat radius increases by 1.5-2 times and patrol time in the combat zone by two times. The pilot can use afterburner even when the nozzles are deflected. The Yak-141’s integral flight-control system sets power and deflection of the nozzles so as to optimise making vertical/short take-offs and landings.
The Yak-141M was meant primarily for ground-basing. Introduction of new flight regimes, as well as new take-off/landing techniques, has entailed changes in the airframe, leading to a new design, the Yak-141M. The Yak-141 had its maiden flight some 25 years ahead of the timeframe set by foreign manufacturers for creation of such a plane. After the show in Farnborough, Yakovlev design bureau worked together with Lockheed on Joint Strike Fighter (JSF) programme. As a result, Lockheed’s final JSF proposal resembles... the Yak-141M.
Yakovlev have recently announced their intention to restart development of the Yak-41, apparently as a result of renewed interest from the Russian Ministry of Defence (a similar revival of the twin-turboprop Yak-44 AEW aircraft is also being considered).
A more advanced version, has also been designed, with the emphasis now on Air Force rather than Navy service. This version has an extensively modified airframe, with a strong emphasis on stealth (there is a distinct resemblance to the F-22), a much more powerful engine, and more fuel and payload.

(http://img.photobucket.com/albums/v259/x0200577/russia_yak141.bmp)

(http://img.photobucket.com/albums/v259/x0200577/russia_yak141-01.bmp)

(http://img.photobucket.com/albums/v259/x0200577/russia_yak141-02.bmp)

Será que as firmas europeias, em colaboração com a Yakovlev, não são capazes de construir esta beleza? Julgo que o problema é mais político e de preconceitos do que técnico.


Role : Supersonic VTOL fighter  
Engines : 1 R-79V-300, 152.0 kN and 2 RD-41, 41.8 kN  
Lenght, m : 18.3  
Wingspan, m : 10.1  
Wing area, m2 : 31.7  
Maximum take-off mass, kg : 19,500  
Empty mass, kg : 11,650  
Max speed, kmph : 1,850  
Range with max.fuel, km : 2,100  
Range with max.payload, km : 1,400  
Ceiling, m : 15,500  
Crew, prs : 1  
Payload Capacity, kg : 1,000kg (VTOL) or 2,650kg (STOL) of weapons on six hardpoints  

Cumprimentos
JLRC
Título:
Enviado por: Spectral em Julho 04, 2004, 06:07:24 pm
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Houve colaboração entre Yakovlev e a Lockheed-Martin e é por isso que existe muita semelhança entre o Yak-141 e o F 35 B.
Eu não percebo muito de aviação mas julgo que poderia haver Joint Ventures entre A EADS (por exemplo) e Yakovlev de modo a ser desenvolvido em conjunto o Yak-141. Aliás, julgo que o projecto Yak-141 avança muito lentamente pois quer a Marinha russa quer a Força Aérea não têm grande interesse no avião. Já houve anteriores casos de sucesso de cooperação entre firmas russas e europeias, por exemplo entre a Yakovlev e a Aermacchi para o avião de treino (Yak-130, a two-seat jet trainer with ground attack capability developed by Yakovlev Design Bureau in cooperation with Aeromacchi).

Tanto quanto sei, o Yak-141 está morto e enterrado. Qualquer tentativa para o tornar operacional deveria encontrar ainda mais dificuldades que o F35B , e seria sempre um avião menos capaz.
O seu problema foi a falta de interesse da Rússia que escolheu o Su-33.

Já agora, a parceria italo-russa para o Yak-130 também já acabou. Tanto a Sukhoi ( que agora controla a Yakovlev) como a Aermacchi apresentam agora modelos ligeiramente diferentes um do outro ( não me lembro agora da  designação do avião italiano).
Título:
Enviado por: JLRC em Julho 14, 2004, 12:06:43 am
Lockheed Starts F-35 Forward-Fuselage Assembly
 
 
(Source: Lockheed Martin; issued July 12, 2004)
 
 
 FORT WORTH, Texas --- Workers at Lockheed Martin’s mile-long factory in Fort Worth have begun assembling the forward fuselage for the F-35 Joint Strike Fighter, a next-generation, supersonic stealth aircraft designed to replace current-generation fighters that are nearing the end of their service lives.  
 
Shortly after 8 a.m. on Monday, July 12, workers loaded an F-35 structural bulkhead into an assembly tool, marking the official start of forward-fuselage production for the aircraft. Assembly of the F-35’s wings will begin at the plant in a few weeks.  
 
“Today, we are witnessing the dawn of an extensive re-equipping of U.S. and allied tactical air forces. This is an important moment in the security of our country and that of our allies. It is a very big step,” said Tom Burbage, Lockheed Martin executive vice president and F-35 JSF program general manager. “We’re in this for the long haul. The F-35 assembly that began in this plant this morning will still be going strong a generation from now.”  
 
“The F-35 springs from a long line of distinguished aircraft that have been produced in this factory,” said Dain M. Hancock, president of Lockheed Martin Aeronautics Company.  
 
Lockheed Martin and its principal industrial partners Northrop Grumman and BAE Systems are employing an array of advanced and highly accurate manufacturing machines to help the F-35 achieve its goals of affordability, quality and assembly speed. Assembly of the center fuselage began in May at Northrop Grumman’s facility in Palmdale, Calif. BAE Systems will begin assembling the aft-fuselage and tails later this year in Samlesbury, England. Those subassemblies will be shipped to Fort Worth, where they will be mated with the wings and forward fuselage for final assembly. The F-35’s first flight is planned for 2006.  
 
The F-35 will set new standards for assembly precision and pace. New milling machines are accurate to within 50 microns -- about one-third the width of a human hair -- to ensure that the F-35’s outer shape is exact and meets its low observability (stealth) requirements. During full-rate production, assembly time for an F-35 is expected to be less than half that of current-generation fighters.  
 
Three F-35 variants -- a conventional takeoff and landing (CTOL), a short- takeoff/vertical-landing (STOVL) and a carrier variant (CV) -- each derived from a common design will ensure that the F-35 meets the performance needs of the U.S. Air Force, Marine Corps, Navy, the U.K. Royal Air Force and Royal Navy, and allied defense forces worldwide, while staying within strict affordability targets.  
 
Among the aircraft the F-35 will replace are the AV-8B Harrier, A-10, F-16, F/A-18 Hornet and the United Kingdom’s Harrier GR.7 and Sea Harrier.  
 
Lockheed Martin is developing the F-35 in conjunction with Northrop Grumman and BAE Systems. Companies worldwide are participating in the F-35’s development.  
 
Lockheed Martin Aeronautics Co., a business area of Lockheed Martin, is a leader in the design, research and development, systems integration, production and support of advanced military aircraft and related technologies. Headquartered in Bethesda, Md., Lockheed Martin employs about 130,000 people worldwide and is principally engaged in the research, design, development, manufacture and integration of advanced technology systems, products and services. The corporation reported 2003 sales of $31.8 billion.
Título:
Enviado por: Fábio G. em Julho 14, 2004, 10:21:07 pm
Uma noticia da FAM del Mundo de Maio:

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Singapura ingressa no programa JSF

Singapura assinou uma carta de aceitação para unir-se ao programa do F-35 JSF. Por agora, Singapura é o único país asiático em participar no programa. Levará a cabo estudos de integração de requesitos para poder ter exemplares em 2012.




Já reparei que o FórumDefesa já alcançou a barreira das 10000 mensagens.  :D :G-Ok:  :festa:
Título:
Enviado por: emarques em Julho 14, 2004, 11:00:11 pm
E o Fábio G é responsável por mais de 10% do conteúdo. ;)
Título:
Enviado por: Luso em Julho 15, 2004, 02:03:10 pm
É caso para dizer que a responsabilidade é de

Fábio "Janes" Gee!  :wink:
Título:
Enviado por: Ricardo Nunes em Setembro 15, 2004, 07:19:30 pm
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USAF to buy 'hundreds' of STOVL JSFs

By Marc Selinger
09/14/2004 11:19:25 AM



The U.S. Air Force plans to buy "hundreds" of F-35 Joint Strike Fighters in the short takeoff and vertical landing (STOVL) configuration, a key general said Sept. 13, adding further clarity to the service's plans for the JSF variant.

The specific figure remains under review, said Gen. John Jumper, Air Force chief of staff.

"I can't give you an exact number, but it's going to be more than a handful," Jumper said at a press briefing at the Air Force Association's Air & Space Conference in Washington.

Current budget plans call for the Air Force to buy all 1,763 of its JSFs in the conventional takeoff and landing (CTOL) configuration, but Jumper and Air Force Secretary James Roche announced in February that the service would like to buy the STOVL variant as well to provide close air support, particularly for Army ground troops (DAILY, Feb. 13, Feb. 17). The Air Force has said since then that the number of STOVL JSFs it buys could result in a corresponding reduction in the number of CTOL F-35s it acquires.

Roche said in May that the Air Force's revised acquisition strategy for the Lockheed Martin JSF could be finalized by the end of the year (DAILY, May 17).

Also during the press briefing, Jumper and Roche said they are becoming increasingly convinced of the need to acquire an interim long-range strike system to serve as a bridge between the current bomber force and a next-generation platform, which may not enter service for more than two decades.

The Air Force asked industry for ideas on interim capabilities earlier this year and is evaluating the responses to that request for information (RFI). A bomber version of the Lockheed Martin F/A-22 Raptor has been mentioned as one option the Air Force might pursue (DAILY, May 20, May 24).
Título:
Enviado por: JLRC em Fevereiro 07, 2005, 10:47:44 pm
The F136 Fighter Engine Team Ready to 'Lift' Off in 2005
 
 
(Source: GE Aircraft Engines; issued Feb. 4, 2005)
 
 
 General Electric Company has successfully completed assembly and installation in the test rig of its first F136 Short Takeoff Vertical Landing (STOVL) test engine for the F-35 Joint Strike Fighter (JSF) Program. The engine is slated to begin ground testing this month at GE's outdoor test facility in Peebles, Ohio, USA.  
 
Bob Griswold, president of the GE Rolls-Royce Fighter Engine Team, LLC said: "Approximately 300 hours of testing are planned, and this will include primary control integration, durability screening testing, time at temperature, and thrust measurements. Testing is targeted to conclude in May 2005."  
 
Tom Hartmann, senior vice president of the Fighter Engine Team, stated: "The F136 will be fully interchangeable and affordable to meet the requirements of all aircraft variants. The F136 STOVL engine has been specifically designed to power the F-35B JSF, which has been selected by the United States Marine Corps and the United Kingdom Royal Navy and Air Force."  
 
The first STOVL engine test follows in the footsteps of the first F136 CTOL engine, which effectively completed testing in December 2004 at the GE's facility in Evendale, Ohio. Testing on this engine included engine performance assessment, fan risk reduction, fan stalls, and initial closed loop control demonstration. It successfully demonstrated smooth starts, throttle transients, stall free operation, low vibration levels and included a run to 105% max design speed. Additional testing resumed in January 2005.  
 
 
BACKGROUND NOTES:  
 
The Direct Lift + Lift Fan STOVL engine system uses the common turbomachinery of the F136 Conventional Take Off Landing (CTOL) engine and adds a drive shaft, clutch, 2-stage counter rotating Lift Fan (for forward "cool" vertical thrust), roll-posts in the wings, (for "cool" roll control thrust), and a 3-Bearing Swivel Duct (for aft "hot" vertical thrust). This commonality lends itself well to the F-35 due to the need for affordability, interchangeability, and readiness and is designed to meet all of the customer's Key Performance Parameters (KPPs).  
 
GE Transportation - Aircraft Engines, with responsibility for 60 percent of the F136 program, is developing the core compressor and coupled high pressure/low pressure turbine system components, controls and accessories, and the augmentor. Rolls-Royce, with 40 percent of the F136 program, is responsible for the front fan, combustor, stages 2 and 3 of the low-pressure turbine, and gearboxes. International partner countries are also contributing to the F136 through involvement in engine development and component manufacturing.  
 
-ends-
Título:
Enviado por: JLRC em Fevereiro 18, 2005, 07:49:18 pm
First F136 Short Take-Off Vertical Landing Development Engine Begins Testing
 
 
(Source: General Electric Aircraft Engines; issued Feb. 16, 2005)
 
 
 PEEBLES, Ohio --- The first GE Rolls-Royce F136 Short Take-off Vertical Landing (STOVL) development engine has successfully begun testing at GE's outdoor facility in Peebles, Ohio.  
 
The engine was connected to the Rolls-Royce LiftSystem and was fired up for the first time to perform idle leak checks, dry and wet motoring, and to begin its initial mechanical and controls evaluation.  
 
"Another tremendous effort by the team brought our STOVL variant engine to test six days early," said Bob Griswold, GE's general manager of the F136 program and president of the GE Rolls-Royce Fighter Engine Team (FET). "We are developing world-class propulsion systems for our customers and we believe we are well suited to match the needs of the F-35."  
 
Tom Hartmann of Rolls-Royce North America and vice president of the FET, said, "We are very excited about this latest milestone in the program. We have two engines testing and are positioned well as we move into our System Design and Development (SDD) phase in August."  
 
The STOVL engine is expected to run through May of 2005 and total of 300 hours of testing are planned.  
 
This successful STOVL test is significant as the last major milestone to be achieved in the F136 Phase III, pre-SDD program and is the first major milestone achieved since the FET was awarded its Transition Award Contract in November of 2004. The Transition Award Contract is designed to fund the F136 program until August of 2005 when the FET anticipates the awarding of a new multi-year SDD contract.  
 
Based on the current schedule, SDD development testing commences in 2006, which signals the start of thousands of hours of ground and flight-testing. This culminates with delivery of the first F136 powered F-35's in 2012.  
 
Designed in support of the F-35 program, the F136 will be fully interchangeable and affordable to meet the requirements of all the aircraft variants. Engines will be tested for all JSF variants during Phase III: STOVL for the U.S. Marine Corps and U.K. Royal Navy, CTOL for the U.S. Air Force, and the Carrier Variant (CV) for the U.S. Navy.  
 
 
BACKGROUND NOTES:  
 
The STOVL engine system uses the common turbomachinery of the F136 Conventional Take Off Landing (CTOL) engine and adds a drive shaft, clutch, 2-stage counter rotating Rolls-Royce LiftFan (for forward "cool" vertical thrust), roll-posts in the wings, (for "cool" roll control thrust), and a 3-Bearing Swivel Module (for aft "hot" vertical thrust). This commonality lends itself well to the F-35 due to the need for affordability, interchangeability, and readiness and is designed to meet all of the customer's Key Performance Parameters (KPPs).  
 
GE Transportation, Aircraft Engines, with responsibility for 60 percent of the F136 program, is developing the core compressor and coupled high pressure/low pressure turbine system components, controls and accessories, and the augmentor.  
 
Rolls-Royce, with 40 percent of the F136 program, is responsible for the front fan, combustor, stages 2 and 3 of the low-pressure turbine, and gearboxes. International partner countries are also contributing to the F136 through involvement in engine development and component manufacturing.  
 
-ends-
Título:
Enviado por: JLRC em Abril 27, 2005, 11:34:49 pm
Northrop Grumman Completes First Major Aircraft Component of F-35 Joint Strike Fighter
 
 
(Source: Northrop Grumman; issued April 26, 2005)
 
 
 PALMDALE, Calif. --- Northrop Grumman Corporation has completed the first major component of the F-35 Joint Strike Fighter, demonstrating manufacturing concepts that will become critical once initial production begins in 2007.  
 
The center fuselage was delivered on-time to F-35 prime contractor Lockheed Martin during a ceremony on April 23 and will be shipped to Fort Worth, Texas, on May 2 for the beginning of the aircraft's final assembly.  
 
"With the completion of the center fuselage, the first major aircraft component to be assembled, the F-35 team has ushered in a new era for aircraft production that incorporates advanced technologies and cutting-edge manufacturing techniques into what will be a unique continuous moving-line process," said Scott Seymour, corporate vice president and president Northrop Grumman Integrated Systems. "Northrop Grumman's F-35 work leverages decades of experience in advanced tactical fighters, long-range strike aircraft and the integration of systems such as the F/A-18, B-2 and Global Hawk."  
 
The company's assembly line in Palmdale, Calif., integrates advanced 3-D modeling techniques, state-of-the-art fabrication and tooling equipment and a factory layout similar to that of the automotive industry to support the F-35’s rigorous production schedule.  
 
The 12-month assembly process began in May 2004 on the upper subassembly with the drilling, counter-sinking and assembly of the inlet ducts. New technologies developed by Northrop Grumman allowed each duct, made entirely from composite materials, to be assembled as a single structure instead of from numerous pieces. The ducts were then mated to the upper portion of the center fuselage, the first fuel tanks were sealed, the system components were installed and pressure and leak tests were successfully accomplished.  
 
In parallel, the lower subassembly, built of aluminum and titanium frames and keel components, was manufactured. In early January 2005, the two structures were mated and the center fuselage was structurally complete.  
 
Final systems installation and testing of hydraulics, actuated doors, the power thermal management system and wire harnesses completed the assembly.  
 
"Innovative design and outstanding craftsmanship, brought together by the thousands of aerospace experts from Northrop Grumman and its suppliers from around the world, were instrumental in the development of this shipset," said Janis Pamiljans, vice president and F-35 program manager, Northrop Grumman Integrated Systems. "The future of military aircraft design, manufacturing and supportability has been dramatically altered and everyone -- the F-35 team and our customers -- will benefit from these new processes."  
 
The F-35 is a stealthy, supersonic multi-role fighter designed to replace a wide-range of aging fighter and strike aircraft. Three variants derived from a common design will ensure the F-35 meets the performance needs of the U.S. Air Force, U.S. Marine Corps, U.S. Navy and allied defense forces worldwide, while staying within strict affordability targets.  
 
Currently, U.S. and United Kingdom sales alone account for nearly 2,600 aircraft and the Pentagon expects additional foreign purchases to be in the thousands.  
 
As a principal member of the Lockheed Martin team, Northrop Grumman plays a critical role in the development and demonstration of the F-35. The company's contributions total more than 25 percent of the aircraft and span five of its seven sectors. They range from integrating a major section of the aircraft's structure to producing key avionics and communications subsystems to developing mission-planning software and training systems. Working as an integrated team with its customers, teammates and suppliers, Northrop Grumman delivers products that help make the F-35 the world's most advanced multi-role, stealthy combat aircraft.  
 
In addition to Integrated Systems, four other Northrop Grumman sectors support the F-35 program: the Electronic Systems sector provides the fire control radar and, in joint efforts with Lockheed Martin Missiles and Fire Control, is developing the electro-optical distributed aperture system and the electro-optical targeting system; the Mission Systems sector provides system and software engineering support for the mission planning system; the Space Technology sector provides the integrated communications, navigation and identification avionics suite; and the Information Technology sector, in joint efforts with Lockheed Martin Simulation, Training and Support, provides training management software.  
 
Northrop Grumman Corporation is a global defense company headquartered in Los Angeles, Calif. Northrop Grumman provides technologically advanced, innovative products, services and solutions in systems integration, defense electronics, information technology, advanced aircraft, shipbuilding and space technology. With more than 125,000 employees, and operations in all 50 states and 25 countries, Northrop Grumman serves U.S. and international military, government and commercial customers.  
 
-ends-
Título:
Enviado por: JLRC em Maio 17, 2005, 08:47:44 pm
Final Assembly of First F-35 Under Way at Lockheed Martin
 
 
(Source: Lockheed Martin; issued May 16, 2005)
 
 
 FORT WORTH, Texas---Workers at Lockheed Martin joined the F-35 Joint Strike Fighter's 35-foot-wide carbon- fiber composite skinned and metal structure wing to the aircraft's fuselage on Monday, uniting three of the F-35's four major sections -- the forward fuselage, the center fuselage and the wing. The assembly milestone was completed on schedule, and marks the beginning of F-35 final-assembly activities.  
 
"We knew that the F-35's completely digital design and manufacturing process would yield impressive results, but the precision and accuracy in the way the pieces of this first airplane fit together is almost beyond imagining," said Bob Elrod, executive vice president and F-35 Joint Strike Fighter program general manager. "It's just about perfect, and it is helping us stay on schedule for first flight next year."  
 
With affordability as its cornerstone, the F-35 is designed for fast, streamlined production with extremely high standards for assembly precision and quality. At peak production, the Lockheed Martin factory in Fort Worth will produce one F-35 each working day.  
 
"The F-35 team is committed to delivering an aircraft that brings major advances in performance, but at a cost comparable to that of existing multi- role fighters. It's becoming clear that we are on the path to achieving the efficiencies that will enable us to do just that," said Ralph D. Heath, executive vice president of Lockheed Martin's Aeronautics business area.  
 
The F-35 is a next-generation, supersonic, multi-role stealth aircraft designed to replace the AV-8B Harrier, A-10, F-16, F/A-18 Hornet and the United Kingdom's Harrier GR.7 and Sea Harrier. The first F-35, a conventional-takeoff-and-landing (CTOL) variant, is scheduled for completion at year's end.  
 
The F-35's aft-fuselage, built by BAE Systems in Samlesbury, England, will be delivered to Lockheed Martin officials on May 17 and shipped to the Fort Worth plant, where it will become the final major subassembly joined to the rest of the aircraft. The horizontal and vertical tails, also made by BAE Systems, will be completed and delivered a short time later. The center fuselage, produced by Northrop Grumman in Palmdale, Calif., arrived in Fort Worth on May 3, and was immediately mated to the Lockheed Martin-built forward fuselage.  
 
Three versions of the F-35 are planned: a CTOL, a short-takeoff/vertical landing (STOVL) and a carrier variant (CV). Each is derived from a common design, and will ensure that the F-35 meets the performance needs of the U.S. Air Force, Marine Corps and Navy, the U.K. Royal Air Force and Royal Navy, and allied defense forces worldwide, while staying within strict affordability targets.  
 
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Título:
Enviado por: JLRC em Maio 24, 2005, 05:35:45 pm
Northrop Grumman Radar for F-35 Joint Strike Fighter Achieves Program Milestone
 
 
(Source: Northrop Grumman; issued May 23, 2005)
 
 
 BALTIMORE --- Northrop Grumman Corporation's fire control radar for the F-35 Joint Strike Fighter has passed a key milestone in system integration testing by detecting airborne targets at the company's integration laboratory.  
 
Designated the AN/APG-81, the radar incorporates an active electronically scanned array (AESA). Its unmatched multi-mode capability will support air-to-air, air-to-surface and electronic warfare missions. The radar will also provide the pilot with precision all-weather targeting and advanced air-to-ground target cueing.  
 
"This achievement represents another critical advance in the radar's development," said John C. Johnson, vice president of Combat Avionics Systems at Northrop Grumman's Electronic Systems sector. "I'm proud of our engineering team and their tireless efforts, which will enable us to start flight-testing the radar on our testbed aircraft this summer, slightly ahead of the program schedule."  
 
Mr. Johnson added that nearly a year of integration work has been completed on the building-block radar mode known as All-Aspect Search, the basic tool pilots will use to search for airborne targets.  
 
The F-35 Joint Strike Fighter is a supersonic, multi-role stealth fighter designed to replace a wide range of aging fighter and strike aircraft, including the AV-8B Harrier, A-10, F-16, and the United Kingdom's Harrier GR.7 and Sea Harrier. It will also replace the F/A-18C/D Hornet and complement the F/A-18E/F Super Hornet. Three variants derived from a common design will ensure that the F-35 meets the performance needs of the U.S. Air Force, U.S. Navy, and U.S. Marine Corps as well as allied defense forces worldwide, while also meeting strict affordability requirements.  
 
As a principal member of the Lockheed Martin team, Northrop Grumman plays a critical role in the development and demonstration of the F-35. The company's contributions total more than 25 percent of the aircraft and span five of its seven sectors.  
 
In addition to the radar, Electronic Systems is developing the electro-optical distributed aperture system and the electro-optical targeting system, both in joint efforts with Lockheed Martin Missiles and Fire Control. The Integrated Systems sector is responsible for design and integration of the center fuselage, weapons bay, and related subsystems; the Mission Systems sector provides system and software engineering support for the mission planning system; the Space Technology sector is developing the integrated communications, navigation and identification avionics suite; and the Information Technology sector, in joint efforts with Lockheed Martin Simulation, Training and Support, provides training management software.  
 
-ends-
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Enviado por: Marauder em Agosto 01, 2006, 04:01:25 pm
Primeiro F-35 "de fábrica" toma forma..
http://www.spacewar.com/reports/First_S ... e_999.html (http://www.spacewar.com/reports/First_STOVL_F_35_Joint_Strike_Fighter_Takes_Shape_999.html)

As 3 gerações de Lightnings comparadas
http://www.flightglobal.com/Articles/20 ... pared.html (http://www.flightglobal.com/Articles/2006/07/07/Navigation/177/207687/Three+generations+of+Lightnings+compared.html)

F-35 VS Competição Europeia (já tinha referido esta notícia na discusão do avião de combate do futuro)
http://www.strategypage.com/htmw/htairf ... 60714.aspx (http://www.strategypage.com/htmw/htairfo/articles/20060714.aspx)
Título:
Enviado por: Marauder em Agosto 03, 2006, 10:54:05 am
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F-35 Lightning II - Strong Global Partnership, Ready to Begin Production and Sustainment

(Source: Lockheed Martin Aeronautics Company; issued July 18, 2006)

FARNBOROUGH, England --- With a new name, its first flight on the near horizon, six aircraft in various stages of subassembly and plans being laid for operation and support, the Lockheed Martin F-35 Lightning II, the only 5th generation fighter available on the international market, is moving quickly into production with an eye toward long-term sustainment.  
 
Joining many of his F-35 team members in the Media Hall at the Farnborough International Air Show, F-35 Program Executive Officer Rear Adm. Steven Enewold and Deputy Program Executive Officer Brig. Gen. Charles Davis remarked on the program's progress.  
 
"After 56 months of development, we are encouraged by the tangible progress in the flight qualification of our designs," said Enewold. "Most notable is the first flyable test aircraft, but we are also demonstrating performance on the major avionics systems in laboratories and flying test beds. There are still many challenges, but I am encouraged by the team's achievements."  
 
According to Davis, soon-to-be Enewold's successor as leader of the program, "I've worked in flight test and acquisition for 16 plus years and have never seen a program this advanced in its development at this stage ... B-2, F-22, etc. None were this far at this point in time. Sure we've got challenges -- and we'll have challenges we've not thought of yet -- but we're seeing them much earlier and fixing them faster than any legacy program I've known," said Davis.  
 
Dan Crowley, Lockheed Martin executive vice president and F-35 program general manager, agreed and said the aircraft possesses significant technical maturity compared to past fighter programs at this stage of their development. "We believe the F-35 is ready for low rate-production because the program systems are maturing well beyond those of legacy programs. The program's devotion to affordability, risk-reduction and its ability to exploit new advances in digital design tools and manufacturing technology are combining to promote design stability, more reliable cost forecasts and adherence to schedules," said Crowley.  
 
Tom Burbage, Lockheed Martin executive vice president and general manager of F-35 Program Integration, added that the U.S. and F-35 partner nations are already planning for the F-35's long-range sustainment, one of the program's biggest components. "This is an affordability-based program, both in terms of aircraft price and the cost of maintaining it," Burbage said.  
 
"We are sharply focused on sustainment as a means to an end -- and that end in this case is an F-35 that is affordable to operate and support. All of our partner countries will be deeply involved in that endeavor down to the local level," he added.  
 
In a ceremony on July 7 at Lockheed Martin in Fort Worth, Texas, the F-35 made its public debut and received its name -- Lightning II -- which echoes two great fighter aircraft of the past: the World War II-era Lockheed P-38 Lightning and the supersonic, Mach 2, Lightning fighter developed by English Electric in the middle 1950s.  
 
The F-35 Lightning II is a 5th Generation, supersonic stealth fighter designed to replace a wide range of existing aircraft, including AV-8B Harriers, A-10s, F-16s, F/A-18 Hornets and United Kingdom Harrier GR.7s and Sea Harriers. The F-35 will be the most powerful single-engine fighter ever made.  
 
Lockheed Martin is developing the F-35 with its principal industrial partners, Northrop Grumman and BAE Systems. Two separate, interchangeable F-35 engines are under development: the Pratt & Whitney F135 and the GE Rolls-Royce Fighter Engine Team F136.  
 
The inaugural flight of the first F-35, a preproduction conventional takeoff and landing variant, is planned for later this year. Fifteen F-35s will undergo flight test, seven will be used for static testing and another will validate the aircraft's radar signature.  
 
 
Headquartered in Bethesda, Md., Lockheed Martin employs about 135,000 people worldwide and is principally engaged in the research, design, development, manufacture, integration and sustainment of advanced technology systems, products and services. The corporation reported 2005 sales of $37.2 billion.
defense-aerospace.com
Título:
Enviado por: Marauder em Agosto 04, 2006, 05:32:32 pm
EUA e RU chegam a acordo acerca do JSF
http://www.military.com/features/0,15240,108100,00.html (http://www.military.com/features/0,15240,108100,00.html)
http://www.defenseindustrydaily.com/200 ... x.php#more (http://www.defenseindustrydaily.com/2006/08/f35-jsf-program-us-uk-reach-technology-transfer-agreement/index.php#more) (cool pic)
Título:
Enviado por: Azraael em Agosto 16, 2006, 09:42:14 pm
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Lockheed Says F-35 Could Fly Pilotless

Lockheed Martin Corp. has proposed an unmanned version of its Joint Strike Fighter, the F-35, which would make it the first full-scale fighter to operate without a pilot and signal the Bethesda weapons maker's push into the growing market for drone aircraft.

The idea has been in the works for two years, Lockheed Vice President Frank Mauro said at a briefing yesterday. He provided few details but said the plane could be built as an interchangeable hybrid -- manned by a pilot for some missions and operated remotely for others.

The Joint Strike Fighter, funded with help from several other countries, is meant to replace the F-16 as the workhorse fighter of the United States and its close allies. Less powerful than the F-22 Raptor that Lockheed developed to give the United States an advantage in air combat, the Joint Strike Fighter is still designed to travel at supersonic speed and carry up to 15,000 pounds of bombs and missiles.

Test flights of the F-35 are expected to begin later this year. The idea of a remote-control version of the plane has not been pitched to the Air Force, though it has been through the company's conceptual design phase, Lockheed officials said.

Air Force officials could not be reached for comment yesterday.

Yesterday's briefing marked a strategic turn for Lockheed, which for years has stayed publicly on the sidelines as the Pentagon increased its spending on unmanned systems.

Such competitors as Northrop Grumman Corp. and Boeing Co. are entrenched in the market, with products such as Northrop Grumman's Global Hawk surveillance drone, which is deployed overseas.

Lockheed ceded the market in the late 1990s while it focused on winning the contract to build what many predict will be the Air Force's last manned fighter jet, the F-35. Lockheed then feared that the unmanned market could diminish demand for its more expensive fighter jets, analysts said.
(http://media3.washingtonpost.com/wp-dyn/content/photo/2006/08/15/PH2006081501297.jpg)
"When you think about unmanned combat systems, I think about Boeing," said John E. Pike, executive director of GlobalSecurity.org.

But in the past three to four years, Lockheed's aeronautics division has spent 30 to 40 percent of its internal research-and-development budget on unmanned systems, company officials said. That includes $21 million the company has spent on the Polecat, a prototype drone that Lockheed plans to test at 60,000 feet or above this year. At a briefing yesterday, the firm trumpeted a stable of unmanned systems that can run on the ground, hauling equipment and supplies for troops, and underwater, searching for submarines and mines. Some of the systems are still being developed and some are deployed in Iraq.

Much of the work is being done at Lockheed's research-and-development lab in California, known as the Skunk Works, where the U-2 spy plane was developed in secret in the 1950s.

Some of the company's investment "is playing catch-up for all those big dollars that the government has invested" in unmanned technology, and some is "leapfrogging" existing systems, Mauro said.

The Pentagon, looking to save money, has accelerated spending on unmanned systems since the Sept. 11, 2001, terrorist attacks. This year, it allocated $2 billion for unmanned aircraft and millions more in the supplemental budget, compared with $363 million in 2001. The figure is projected to reach more than $3 billion by the end of the decade.

What has resulted is a hodgepodge of unmanned vehicles, such as small, bomb-seeking robots that can be carried in a backpack, and airplanes that provide surveillance for days at a time. The systems have become bigger and more expensive in recent years, such as the Predator, built by General Atomics Aeronautical Systems Inc., and the Global Hawk, which has a 134-foot wingspan, comparable to the Boeing 737.

"Lockheed is playing catch-up and acknowledging that unmanned vehicles is a trend that is not going to go away," said Loren B. Thompson Jr., a defense industry analyst and Lockheed consultant. "It's going to be hard to penetrate a market where competitors are already established."

"We're looking at picking it up when we get enough customer interest, and that's the way they want to go," Mauro said. "Right now we're focused on getting the manned version of the F-35 flying."

While some analysts called the idea improbable, it could be an acknowledgment that the Pentagon's initial plan to buy about 2,000 F-35s is now considered likely to change -- in part because of improved drone technology. The decision to propose an unmanned F-35 may anticipate the day when all military aircraft are pilotless, analysts said.

The F-35 program has run into problems, including a rising price that is expected to reach $276 billion, up from the original estimate of $201 billion.

"I think they would be crazy not be looking at this," Pike said. "It's a foregone conclusion that at some point in the F-35 production program that [the Air Force is] going to decide we're going to replace the rest with unmanned systems." It would be smart "if Lockheed can come in and say, 'We have a solution for this.' "




http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2006/08/15/AR2006081501288.html


A isto e' que eu chamo um UAV...
Título:
Enviado por: Menacho em Agosto 17, 2006, 12:55:14 pm
Primeras fotos oficiales de la cabina del F-35............!!ciencia-ficcion!!

(http://i12.photobucket.com/albums/a219/sebablink/f35interface_01.jpg)
(http://i12.photobucket.com/albums/a219/sebablink/f35interface_04.jpg)

Como veis no lleva HUD............por que este va integrado en el casco:

(http://i12.photobucket.com/albums/a219/sebablink/ELEC_JSF_HMDS_Day-Night_lg.jpg)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 17, 2006, 04:56:35 pm
Não há dúvida que as imagens são fantásticas, mas se formos analisá-las friamente, vemos que são o evoluir das técnologias que já estão neste momento no mercado.
Título:
Enviado por: Yosy em Agosto 18, 2006, 11:24:47 am
Grandes fotos Menacho. O cockpit de vidro no seu melhor.
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Agosto 25, 2006, 08:43:07 am
Jane's Defense

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JSF first flight delayed again

By Caitlin Harrington JDW Staff Reporter
Washington, DC

The first flight of the F-35 Joint Strike Fighter (JSF), originally scheduled to take place in August, could be pushed back as late as December, Brigadier General Charles Davis, Program Executive Officer for the F-35 Program Office, has told Jane's.

Gen Davis said the JSF will probably not be ready for first flight on 31 October - the most recent date to be cited by officials at prime contractor Lockheed Martin. The USD276 billion JSF programme is the most expensive acquisition in the US Department of Defense's (DoD) history.

Gen Davis estimated that a one-year delay in production could add anywhere from USD4 million to USD6 million to the cost of each aircraft, depending on the variant and the timing in the production schedule.

Another issue lurking in the background is the possibility that the US Air Force may consider alternative ways to boost its inventory of air superiority fighters while it is waiting for JSF to come on line. Christopher Bolkcom, a Congressional Research Service defence expert, warned that if the air force decides to focus time and energy on the production of an alternative aircraft - such as the F-22 Raptor or the F-15E+ Super Eagle - it would detract resources from JSF and possibly contribute to further delays.

 
Mais um atraso num avião problemático.......
Título: F-35 baptizado como "Lightning II"
Enviado por: Jorge Pereira em Agosto 26, 2006, 10:21:16 pm
F-35 baptizado como "Lightning II"

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Joint Strike Fighter Officially Named "Lightning II"

FORT WORTH, Texas, July 7, 2006 -- The Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighter was officially named Lightning II, in a ceremony held today in Fort Worth, Texas.

The name echoes those of two formidable fighters from the past: the World War II-era Lockheed P-38 Lightning and the mid-1950s Lightning supersonic jet, built by English Electric.

"The F-35 Lightning II will carry on the legacy of two of the greatest and most capable fighter aircraft of all time," said Ralph D. Heath, president of Lockheed Martin Aeronautics Co. "Just as the P-38 and the British Lightning were at the top of their class during their day, the F-35 will redefine multi-role fighter capability in the 21st century."

Attendees at the event included U.S. Deputy Secretary of Defense Gordon England and U.S. Air Force Chief of Staff Gen. T. Michael Moseley, who announced the F-35's new name. Also in attendance were U.S. Senators Kay Bailey Hutchison and John Cornyn of Texas, U.S. Congresswoman Kay Granger of Fort Worth, and representatives from the eight nations that are partnering with the U.S. in the F-35's development: the United Kingdom, Italy, the Netherlands, Turkey, Canada, Australia, Denmark and Norway.

"The F-35 Lightning II will be the centerpiece of airpower in the 21st century for America and our allies," Secretary England said.  "Congratulations to the talented team of aerospace workers both in the United States and from our many international partners on reaching this important milestone."    

Gen. Moseley added, "This aircraft represents the fruits of lessons learned over a hundred years of flight and aerial combat. We're excited about bringing it into our inventory, and warfighters around the globe are excited about flying it in defense of freedom."  

English Electric, maker of the Lightning jet, later became BAE Systems, a principal industrial partner on the JSF program. With its afterburners lit, the twin-engine jet could reach speeds of 1,500 miles per hour. Like the F-35, the Lightning in its day represented a profound leap ahead in capability compared to the aircraft it replaced. It remained in service until 1988, largely because of its exceptional performance.

Likewise, the P-38 Lightning was built by Lockheed, now Lockheed Martin, the JSF program's prime contractor. During World War II, the P-38 scored the most aerial victories of any U.S. Army Air Forces fighter in the Pacific theater. Designed as a high-altitude interceptor, the sleek P-38 evolved into a versatile aircraft that was also used for dive bombing, level bombing, ground strafing and photo-reconnaissance missions.

The F-35 carries on both the Lightning name and its tradition of excellence. The Lightning II is a 5TH Generation, supersonic stealth fighter designed to replace a wide range of existing aircraft, including AV-8B Harriers, A-10s, F-16s, F/A-18 Hornets and United Kingdom Harrier GR.7s and Sea Harriers. The F-35 will be the most powerful single-engine fighter ever made.

Lockheed Martin is developing the F-35 with its principal industrial partners, Northrop Grumman and BAE Systems. Two separate, interchangeable F-35 engines are under development: the Pratt & Whitney F135 and the GE Rolls-Royce Fighter Engine Team F136.

The inaugural flight of the first F-35, a preproduction conventional takeoff and landing variant, is planned for later this year. Fifteen F-35s will undergo flight test, seven will be used for static testing and another will validate the aircraft's radar signature.

Fonte (http://http)


(http://img178.imageshack.us/img178/9522/f351wn5.png)

(http://img213.imageshack.us/img213/9020/f352cv3.png)

Interessante comparação

(http://www.aerospaceweb.org/question/planes/f35/f16-f35-f22.jpg)
Título:
Enviado por: Hollywood em Setembro 09, 2006, 09:07:10 pm
Não me parece grande espingarda =

Videos

http://video.google.com/videoplay?docid ... 256&q=F+35 (http://video.google.com/videoplay?docid=-4742849525846050256&q=F+35)

http://video.google.com/videoplay?docid ... 589&q=F+35 (http://video.google.com/videoplay?docid=-4712727003603861589&q=F+35)
Título:
Enviado por: Viriato - chefe lusitano em Setembro 09, 2006, 09:59:34 pm
Citação de: "Hollywood"
Não me parece grande espingarda =

Videos

http://video.google.com/videoplay?docid ... 256&q=F+35 (http://video.google.com/videoplay?docid=-4742849525846050256&q=F+35)

http://video.google.com/videoplay?docid ... 589&q=F+35 (http://video.google.com/videoplay?docid=-4712727003603861589&q=F+35)


Lindo..........é pena serem só para consumo da USAF (pelo menos o seu melhor)
Título:
Enviado por: Hollywood em Setembro 09, 2006, 10:43:03 pm
Falas muita verdade Viriato, só o melhor é que é para consumo da USAF...enquanto não fizermos material próprio vamos ter sempre material de segunda e já usado. Isto já é tradição...quando os Corsair foram adquiridos ainda vinham com ganchos para o porta-aviões.

Isto com vontade ia lá!
Título:
Enviado por: Lightning em Setembro 10, 2006, 01:46:49 am
Querem mesmo dizer USAF (Força Aérea)??? é que esse avião vai ser utilizado além da USAF também pela Marinha e pelo Corpo de Fuzileiros, nos Estados Unidos não é só a Força Aérea que tem aviões...

... os A-7 eram da Marinha Americana, era por isso que tinham ganchos para agarrar os cabos ao aterrar nos porta-aviões e uma parte das asas sobe para que possam ser acondicionados em espaços mais reduzidos como um porta-aviões, se o A-7 fosse da Força Aérea dos Estados Unidos não teria nenhuma dessas caracteristicas.
Título:
Enviado por: Hollywood em Setembro 10, 2006, 12:35:26 pm
Tá bem queres ser mais perfeccionista diz-se então que o melhor é so para consumo da US Armed Forces, não percebo onde queres chegar, u knew our point already  :?  

Os Corsair já tinham sofrido muito desgaste e ai estavam eles a caminho de Portugal, mais uma demonstração de aquisição de material de segunda e usado, sim material de segunda porque caso contrário não eram vendidos, sim eram usados e bem usados já que qualquer coisa vinda de um porta aviões já sofreu um desgaste enorme.
Título:
Enviado por: Rui Conceicao em Setembro 10, 2006, 03:08:16 pm
os A7 Portugueses eram A7A modificados para A7P.
Título:
Enviado por: Lightning em Setembro 10, 2006, 07:18:57 pm
Citação de: "Hollywood"
Tá bem queres ser mais perfeccionista diz-se então que o melhor é so para consumo da US Armed Forces


Bem aí já concordo, porque até li algures que só os F-35 americanos e talves os britânicos é que seriam verdaderamente stealth os dos outros paises participantes no projecto serão feitos com materias convencionais, para mim o F-35 não para de um F-16 com cara lavada e que consegue aterrar e levantar na vertical (alguns pelo menos), é como os carros também existem os opel corsa velhinhos (os quadrados) e os mais recentes (redondos) mas são ambos opel corsa, para mim o F-35 é um F-16 "quitado" e cujo custo não compensa.
Título:
Enviado por: Viriato - chefe lusitano em Setembro 10, 2006, 07:47:40 pm
Também penso da mesma maneira.....SIM A UMA VERDADEIRA INDUSTRIA DE DEFESA EUROPEIA CENTRADA JUNTO DA UE.
Título:
Enviado por: p_shadow em Setembro 11, 2006, 01:49:58 am
Citação de: "Hélder"
...para mim o F-35 não para de um F-16 com cara lavada e que consegue aterrar e levantar na vertical (alguns pelo menos), é como os carros também existem os opel corsa velhinhos (os quadrados) e os mais recentes (redondos) mas são ambos opel corsa, para mim o F-35 é um F-16 "quitado" e cujo custo não compensa.


Isto será provavelmente o maior disparate que li nos ultimos tempos!
 :(


Cumptos
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 09, 2007, 02:54:27 pm
(http://www.mod.uk/NR/rdonlyres/9E5ACBA4-452E-4A09-BDE7-94729D1CB17B/0/20071108_Testhelmet_600x400.JPG)

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New combat helmet is a vision of the future
9 Nov 07
The developmental pilot helmet for the highly advanced F-35 Joint Strike Fighter is currently being evaluated by defence scientists at Boscombe Down in Wiltshire.

 
The developmental test helmet for the Joint Strike Fighter (JSF)
In 2001 the Government selected the Joint Strike Fighter to meet the requirement for a stealthy multi-role fighter to operate from the future aircraft carriers, replacing the Harriers.

Unlike modern fast jet aircraft the Joint Strike Fighter, which is planned to replace the famous Harrier, does not have a ‘traditional’ head-up display – instead the computerised symbology is displayed directly onto the pilot’s visors.

This Helmet Mounted Display System provides the pilot with cues for flying, navigating and fighting the aircraft. It will even superimpose infra-red imagery onto the visor which allows the pilot to ‘look through’ the cockpit floor at night and see the world below.

Royal Air Force Squadron Leader Rob Harrison, who was one of the pilots who took part in the subjective assessment tests, flying in a Hawk aircraft at Boscombe Down said:


"It cannot be stressed how important this sort of evaluation is to the Joint Strike Fighter Programme. The helmet is a critical piece of equipment and simply has to work."

The helmet programme is being evaluated by the MOD’s DE&S Joint Combat Aircraft Integrated Project Team along with the RAF’s Centre for Aviation Medicine. The developmental head gear is manufactured by Vision Systems International and Helmet Integrated Systems Limited.

The highly advanced Joint Strike Fighter, which is being built by Lockheed Martin, is planned to replace the RAF and RN’s Harriers.


A Memorandum of Understanding (MoU) on the next phase of the Joint Strike Fighter (JSF) programme was signed on 12 December 2006 by then Minister of State for Defence Procurement, Lord Drayson, following a meeting with US Deputy Secretary of Defence, Gordon England, in Washington DC.


www.mod.uk (http://www.mod.uk)
Título:
Enviado por: Johnnie em Novembro 09, 2007, 03:21:49 pm
:shock:  Uau
Título:
Enviado por: nelson38899 em Novembro 09, 2007, 03:32:35 pm
Citação de: "p_shadow"
Citação de: "Hélder"
...para mim o F-35 não para de um F-16 com cara lavada e que consegue aterrar e levantar na vertical (alguns pelo menos), é como os carros também existem os opel corsa velhinhos (os quadrados) e os mais recentes (redondos) mas são ambos opel corsa, para mim o F-35 é um F-16 "quitado" e cujo custo não compensa.

Isto será provavelmente o maior disparate que li nos ultimos tempos!
 :(


Cumptos



boas

O que diz o senhor helder em parte tem razão, pois tanto  o opel corsa novo e velho ambos dão para andar na estrada, o mesmo se diz respeito quando se compara o F35 com o F16, ambos voam, o problema é que quando se põe um a combater contra o outro, o F35 tem mais probabilidade de brincar com o f16 antes de acabar com ele, pois o radar do f16 não o consegue detectar.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 25, 2007, 09:35:22 pm
The first Lockheed Martin F-35B short-take-off/vertical landing (STOVL) Lightning II Joint Strike Fighter (JSF) rolled off the production line at the company's assembly plant in Fort Worth, Texas, on 18 December.

The F-35B test aircraft, known as the BF-1, is the first of seven STOVL F-35 variants currently being produced for use in the system development and demonstration phase of the United States-led JSF programme.

Production models of the F-35B are also in the pipeline as long-lead procurement funds for the first six production STOVL aircraft have already been authorised by the US government.

The F-35B is expected to make its first flight in the second quarter of 2008 after undergoing extensive ground tests.

Customers include the US Marine Corps (USMC), which will replace the AV-8B Harriers with the F-35B; the UK Royal Navy/Royal Air Force, which will replace their Harrier GR.7/GR.9s with the F-35B; and the Italian Air Force/Navy, which intend to procure a mix of F-35B and conventional take-off and landing F-35A aircraft. The first USMC training aircraft are planned for a 2011 delivery.

The concept behind the F-35B is to maximise range and build upon the more limited capabilities of the Harrier: the world's first operational STOVL aircraft.

www.janes.com (http://www.janes.com)
Título: F-35
Enviado por: Eduardo Reborn Soares em Janeiro 25, 2008, 01:52:57 am
Ví no site acho do Jane´s que o F-35 teve problemas com a parte STEALTH. Alguém lembra desse detalhe???
Título:
Enviado por: Eduardo Reborn Soares em Janeiro 30, 2008, 07:03:27 pm
Jane´s

 21 April 2006
JSF - Hidden problems of stealth

Bill Sweetman IDR Technology and Aerospace Editor
Minnesota

While there is no Joint Strike Fighter (JSF) export 'variant' as such, it is apparent from a review of open sources that it would be practical to deliver JSFs in different configurations with different signatures to match national operational requirements documents, protecting US and UK aircraft from any compromise of their own low-observable (LO) systems.

Stealth is not like the mythical ring of invisibility in JRR Tolkien's Lord of the Rings: it is not a single feature that confers invisibility. It is a blend of things on the aircraft that are obviously technologies that are generic and quite widely used and understood; components which are unique and exotic; and some features that are not visible on the aircraft at all but are nevertheless crucial to making the LO system work.

Building less-stealthy JSFs for export has been considered. One source close to the JSF programme has said that the US Department of Defense's theatre commanders-in-chief have advocated a single JSF configuration, because multiple levels of LO would complicate joint operations.

The LO community itself - covering JSF, F-22 and other programmes - opposed this view, fearing technology compromise.

"The commanders in the field want coalition allies to have highly capable aircraft. It's the lower level people who don't want to share the technology," the source said.

Further complicating this issue is that the rules on the export of stealth technologies, as well as of dual-use technologies that are important to stealth, are not made by the JSF programme office but by senior Pentagon leaders who define disclosure policy with the help of the Low Observables Executive Committee (LO-EXCOM). The EXCOM includes representatives from the services, intelligence agencies and all major stealth programmes, including 'black' or unacknowledged programmes.



Será que é mesmo importante para os EUA deixar de vender o que foi prometido aos outros países????
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 30, 2008, 07:18:16 pm
Meninos para fazerem isso são eles...

Repara, quem usar o JSF vai ter que usar só as armas da USAF, porque tanto quanto sei eles não querem libertar o source-code do sistema informático de forma a permitir a outros países integrarem o seu próprio armamento.
Esse facto já quase fez a Grã-Bretanha sair do JSF, e eles são aliados preferenciais dos US and A... (Entretanto, lá ganharam juízo e mostraram as partes relevantes do source aos Britanicos)

Quanto aos problemas com a furtividade, segundo li restringiam-se a alguns quadrantes (assim de memória, quadrante traseiro) e não ao avião todo.
Título:
Enviado por: Eduardo Reborn Soares em Janeiro 30, 2008, 08:07:47 pm
Mas mesmo assim são problemas que podem determinar o fato do F-35 ser stealth. Pois se combinar uma dupla de SU-35 os radares podem fazer a varredura em conjunto e vai ser complicado pro piloto do F-35 se explicar depois(Se é que vai dar tempo...). Porém se esse avião americano que até então só está deixando ares de promessa virar realidade qual a grande vantagem dele sobre os outros aviôes fora o stealt e o stovl(em modelos diferentes)?
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 30, 2008, 08:24:18 pm
É bom ver que o JSF vai substituir o A-10, F-16, o AV-8B e as versões mais antigas do F-18.
Logo, a função principal do JSF é ataque ao solo, ou se preferir um camião para bombas e misseis. É para isto que os americanos os querem, e se por acaso tiver alguma capacidade (no sentido de agilidade) para combate aereo, maravilha!, se não tiver azar...
A vantagem em relação aos tipos acima referidos é permitir maiores raios de acção e a utilização de armas mais sofisticadas sem grandes problemas. Todos os tipos acima referidos não estão a ficar mais novos nem a permitir melhor manutenção... Um tipo de avião de ataque ao solo com grande comunalidade nos três ramos permitie economias de escala em termos de sobressalentes, treino, etc..


Em relação à furtividade:

Não existem aviões que sejam absolutamente invisiveis, seja aos radars, a IRs ou até à vista humana!!
A tecnologia furtiva faz é com que a detecção seja muito mais dificil e reduzindo assim o tempo util de reacção das defesas(mas não torna a detecção impossivel)!

Agora, essa dos dois Su-35... Não estará a confundir com o MiG-31?
Título:
Enviado por: Eduardo Reborn Soares em Janeiro 30, 2008, 10:12:15 pm
Não estou trocando o Su-35, mesmo não entrando em serviço é
umas das armas mais modernas russas. Os Su-35/Su-37 possuem
o radar NIIP NO-11M, com alcance de detecção de 400 km e
200 km para alvos de superfície. Então se compare contra
qualquer avião inimigo uma melhor opção que é o Su-35. Já
que os mig-31m mesmo com o radar Zaslon-M SBI-16, com
alcance ampliado para cerca de 400 Km e capacidade para
gerenciar e rastrear até 24 alvos é um interceptador puro e
pode nao conseguir cumprir uma missão complexa contra um avião
de alta tecnologia como o F-35.
E essa minha comparação é para saber quanto o F-35 tem de
potencial. Só que está jogando tudo a perder devido ao grande
"egoísmo" dos EUA. Que quer vender pra outros países mas o
grande pedaço do queijo ninguém pode pegar. Se continuar assim
os compradores de F-35 terão um belo avião de demonstração em
shows aéreos.
E isso se o PAK-FA sair do papel, mesmo que os russos não
consigam fazer um avião melhor que o F-22, com certeza farão
melhor que o F-35. Nem coloco a questão de outros países estarem
pensando em trocar o F-35 pelo Eurofighter. Abraço
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 30, 2008, 10:29:20 pm
Não entendeu bem a minha pergunta, que por sinal também não foi colocada da forma correcta... :lol: ) e um JSF com AMRAAMs...

Escolhia sempre o JSF.
Título:
Enviado por: Sintra em Janeiro 30, 2008, 11:23:54 pm
Citação de: "Eurico Viegas"
Meninos para fazerem isso são eles...

Repara, quem usar o JSF vai ter que usar só as armas da USAF, porque tanto quanto sei eles não querem libertar o source-code do sistema informático de forma a permitir a outros países integrarem o seu próprio armamento.
Esse facto já quase fez a Grã-Bretanha sair do JSF, e eles são aliados preferenciais dos US and A... (Entretanto, lá ganharam juízo e mostraram as partes relevantes do source aos Britanicos)

Quanto aos problemas com a furtividade, segundo li restringiam-se a alguns quadrantes (assim de memória, quadrante traseiro) e não ao avião todo.


 Neste momento, duas armas Europeias já fazem parte do "road map" de integração no F-35, isto a pedido dos Britânicos, o AIM-132 e o Storm Shadow, uma terceira está em negociações, o MBDA Meteor.

 Abraços  :wink:
Título:
Enviado por: Eurico Viegas em Janeiro 30, 2008, 11:29:30 pm
Citação de: "Sintra"
Citação de: "Eurico Viegas"
Meninos para fazerem isso são eles...

Repara, quem usar o JSF vai ter que usar só as armas da USAF, porque tanto quanto sei eles não querem libertar o source-code do sistema informático de forma a permitir a outros países integrarem o seu próprio armamento.
Esse facto já quase fez a Grã-Bretanha sair do JSF, e eles são aliados preferenciais dos US and A... (Entretanto, lá ganharam juízo e mostraram as partes relevantes do source aos Britanicos)

Quanto aos problemas com a furtividade, segundo li restringiam-se a alguns quadrantes (assim de memória, quadrante traseiro) e não ao avião todo.


 Neste momento, duas armas Europeias já fazem parte do "road map" de integração no F-35, isto a pedido dos Britânicos, o AIM-132 e o Storm Shadow, uma terceira está em negociações, o MBDA Meteor.

 Abraços  :wink:


Boas noticias!

Bem... ainda mais vantagem do JSF sobre o Su-35, só trocar os AMRAAMs por Meteors!
Título:
Enviado por: Sintra em Janeiro 30, 2008, 11:29:34 pm
Citação de: "Eduardo Reborn Soares"
Mas mesmo assim são problemas que podem determinar o fato do F-35 ser stealth. Pois se combinar uma dupla de SU-35 os radares podem fazer a varredura em conjunto e vai ser complicado pro piloto do F-35 se explicar depois(Se é que vai dar tempo...). Porém se esse avião americano que até então só está deixando ares de promessa virar realidade qual a grande vantagem dele sobre os outros aviôes fora o stealt e o stovl(em modelos diferentes)?


 Um fuel fraction impressionante (superior à do Flanker, por exemplo) e um conjunto de aviônicos dignos do "Star Wars", se toda a capacidade de Datalink que foi prometida pela Lock Mart for de facto integrada, a "situational awareness" que um piloto de lightning vai usufruir, por si só coloca este aparelho num patamar superior a tudo o que existe actualmente (o que não quer dizer que quando esta capacidade for de facto atingida, lá para 2020, outras plataformas não possam ter recebido upgrades que os coloquem no mesmo nivel).

Abraços  :wink:
Título:
Enviado por: Eduardo Reborn Soares em Janeiro 30, 2008, 11:42:41 pm
Vc está correto quando aos Su-35 fazer par. Só que não coloco um Mig-31 pq numa arena dessas ele perderia a manobrabilidade se fosse necessário um Dogfight.
Mas pra encerrar, deve parecer mas nao tenho nada contra os aviões americanos, acho o F-22 um avião incrível e que ninguém sabe o que realmente ele pode fazer. Só não acredito muito no F-35, não sei pq....rsrsrs.
Título:
Enviado por: Eduardo Reborn Soares em Fevereiro 10, 2008, 09:42:04 pm
Gostaria de saber como viria ser a Portugal um acordo de cooperação com os EUA que querem colocar a base de treinamento nos Açores. Já que possuem F-16 sendo modernizados, mas que não irão durar a vida toda. Como aqui no Brasil, o tamanho impede que algumas aeronaves sejam impedidas devido ao curto alcance, é certo que atualmente somente a família Flanker pode cumprir uma missão de grandes distâncias. Ou o sempre presente acordo Brasil-França que colocará os Rafales num futuro programa FX-2 poderia vir, mas em maior quantidade devido ao raio de  ação ser metade do raio dos Sukhois, a FAB sabe disso. Pois vejo que nesse fórum todos são bastantes entendidos e possuem um conhecimento técnico muito superior ao que vejo nos fóruns brasileiros. Então qual seria a melhor e real opção portuguesa, entre F-35, Eurofighter, Gripen, Rafale? A cooperação citada à cima seria mais fácil os F-35 virarem realidade da FAP? Se viesse F-35, seria aceito uma versão de exportação sem stealth e outros sistemas avançados? Dentro do que rege o sistema aéreo de defesa português, qual deles cumpriria os requisitos e necessidades do país?
Título:
Enviado por: Get_It em Fevereiro 10, 2008, 10:06:38 pm
Citação de: "Eduardo Reborn Soares"
Então qual seria a melhor e real opção portuguesa, entre F-35, Eurofighter, Gripen, Rafale? A cooperação citada à cima seria mais fácil os F-35 virarem realidade da FAP? Se viesse F-35, seria aceito uma versão de exportação sem stealth e outros sistemas avançados? Dentro do que rege o sistema aéreo de defesa português, qual deles cumpriria os requisitos e necessidades do país?

Já existiram algumas discussões aqui no fórum sobre isso, algo que foi mencionado é que o Typhoon e Rafale perdem contra o F-35 e Gripen por serem bimotores, aumentando assim os custos de operacionalidade e de manutenção. Quanto ao F-35 não existe nenhuma versão sem stealth, simplesmente algumas versões de exportação para outros países serão alteradas face às necessidades do cliente, logo poderão perder alguma capacidade de stealth ao serem removidos componentes de contra-medidas electrónicas ou ao serem adicionados outros sensores à fuselagem da aeronave -- existe um artigo na Aviation Week que explica melhor isto.

Em geral, e tendo logo em mente a falta de fundos para este tipo de programas, o Gripen seria provavelmente o vencedor de um concurso, pois teria capacidade para atender às necessidades do país e, no papel, seria a opção mais barata.

Cumprimentos,
PS: Outra coisa a ter em mente é que mesmo com o acordo entre Portugal e os EUA os F-35 seriam demasiado caros.
Título:
Enviado por: Luso em Fevereiro 10, 2008, 11:07:47 pm
Citação de: "Get_It"
PS: Outra coisa a ter em mente é que mesmo com o acordo entre Portugal e os EUA os F-35 seriam demasiado caros.


É também essa a minha opinião. Realisticamente, julgo que a "vantagem comparativa" dos EUA ao nível de fornececimento de material militar "realista" deve residir nas munições guiadas, radares e electrónica.
Título:
Enviado por: hellboy em Março 25, 2008, 06:14:10 pm
Histoire d’avions entre les 2 rives de l’Atlantique Joint Strike Fighter/F35
Par Hajnalka VINCZE publié le mardi 25 mars 2008  

   
L’histoire mouvementée de l’avion militaire Joint Strike Fighter (F35) est une véritable petite fable édifiante.
Elle nous permet de contempler d’un côté les mécanismes de fonctionnement parfois presque pervers de la politique étrangère et de défense des Etats-Unis et, de l’autre, le processus d’abandon volontaire des positions et des atouts européens. Bref, il s’agit d’un condensé éminemment instructif de l’ensemble des relations transatlantiques.

Il faut reconnaître que l’idée américaine de « multinationaliser » leur nouvel avion militaire est, et cela sans aucune ironie, géniale. Toujours fallait-il trouver quelques dupes serviles et dociles pour la mettre en œuvre. Mais sur ce plan, l’Europe ne manque jamais de candidats. Les cinq pays OTAN qui s’y sont précipités n’étaient point gênés par le fait qu’en échange de leur contribution financière aux frais de développement du super-avion (encore fictif), ils ne recevaient que des promesses. Elles-mêmes de courte durée. Et au prix du sabotage de leurs propres opportunités (européennes).


Les coups de publicité spectaculaires du Pentagone se sont très vite révélés être exactement cela : des coups de pub.
La rencontre de la propagande et de la réalité fut parfois brutale pour ces gouvernements zélés, incarnations de l’atlantisme inconditionnel. Qu’il s’agisse de leur influence sur le programmeme (moins que nulle), des transferts de technologies (quasi inexistants, sinon dans l’autre sens), des retombées industrielles (insignifiantes), du calendrier prévu (corrigé et re-corrigé), du prix unitaire de l’avion (revu à la hausse) ou de la guerre bureaucratique washingtonienne (sans relâche), les « partenaires » européens doivent se contenter d’observer les événements.

Ce qui est plus, n’observer que de loin (leurs représentants sont hébergés à distance du bureau de programme), sous contrôle (du directeur américain de la division internationale, lequel a tenu préciser que la contribution de tous ces pays, à l’exception des Britanniques, ne signifie que quelques « extras ») et en solitaire (Washington a veillé à ce qu’ils soient séparés les uns des autres, dans des sous-directions distinctes conformément à leur « catégorie » en tant que contributeurs »).


Mais l’essentiel est ailleurs. La « coopération » sur le Joint Strike Fighter (JSF) fut conçue avec deux objectifs stratégiques en tête : détruire l’industrie d’armement européenne et formaliser la dépendance absolue des acheteurs-utilisateurs de l’avion vis-à-vis des systèmes américains.
Pour ce qui est de la première cible, JSF fait d’une pierre trois coups. Il permet de réduire drastiquement le potentiel de débouchés pour ses concurrents européens (Rafale et Eurofighter) ; de ponctionner très considérablement les budgets recherche et développement des Européens ; et de réduire d’une façon draconienne leurs possibilités de coopération entre eux.

En ce qui concerne le second objectif, la dépendance absolue des futurs acheteurs-utilisateurs est garantie par de multiples moyens. D’après les projets américains, les codes des logiciels de l’avionique ne sont pas communiqués (même pas aux Britanniques, pourtant contributeurs à hauteur de 2 milliards de dollars dans la phase de développement) ; l’assemblage des avions et la formation des pilotes se fera uniquement sur le sol américain ; toute l’électronique est optimalisée pour être utilisée en s’intégrant dans les systèmes américains, dans le cadre d’opérations sous la houlette de Washington ; et l’approvisionnement en pièces détachées et autres services ne sera disponible qu’à travers un dispositif centralisé, très rentable certes, mais surtout contrôlé par les Américains.


Une Résolution de l’Assemblée de l’UEO (l’unique organe parlementaire compétent en matière de défense au niveau européen) a mis le doigt sur les dangers, déjà en juin 2002 : les parlementaires estimaient que « le choix du JSF pour équiper les forces aériennes d’un certain nombre d’Etats membres aura des conséquences négatives pour l’avenir de l’industrie aéronautique européenne et pour l’interopérabilité des équipements entre Etats européens dans le cadre de la mise en place d’une politique européenne de sécurité et de défense ». Ils demandaient « aux Etats membres concernés de reconsidérer leur participation au programme JSF, en tenant compte des solutions européennes disponibles aujourd’hui et des répercussions d’un éventuel choix en faveur du JSF pour l’avenir de l’industrie aéronautique européenne, ce choix étant susceptible de nuire au renforcement des capacités militaires européennes ». Même si l’avertissement n’a qu’une portée symbolique, il a le mérite d’être on ne peut plus clair.
Título:
Enviado por: Xô Valente em Março 25, 2008, 11:26:01 pm
Boas!
Eu sei q isto é off topic, mas como estamos a falar do ar e dos céus, sabem se as FA têm algum heli de ataque?? Ou são todos de transporte??
Mais uma vez peço desculpa pelo of topic. :wink:
Título:
Enviado por: Johnnie em Março 25, 2008, 11:54:11 pm
Bem realmente não temos nenhum helicóptero de ataque tipo Apache, Cobra ou Tiger mas depois de ver as fragilidades dos mesmos no Iraque sinceramente não sei se perdemos muito... :roll:
Título:
Enviado por: lurker em Março 26, 2008, 12:25:08 am
Deve haver tópicos por ai dedicados a isso...
Título:
Enviado por: AMRAAM em Abril 10, 2008, 01:24:49 pm
Bueno aqui os dejo la opinion de un marine, que he encontrado ,divagando por ahi, en algun foro de internet c34x ,acerca del f-35b.(El marine en cuestion es JMR y sacado del foro militar general).
Citar
Yo no voy a dar una opinión técnica del F-35, sinceramente no creo que mi nivel sea el adecuado para entrar en estas disquisiciones. Sin embargo si quiero ofrecer mi punto de vista como potencial beneficiario de este trasto.

Como dije en mi primer post en el foro de la Infanteria de Marina, he sido (y seré hasta el día en que muera) un leatherneck, es decir un Marine o USAboys como nos llamáis (si es que sois unos cachondos alegre ). He tenido la suerte de recibir en varias ocasiones el inestimable apoyo de fuego de nuestros Harriers y la verdad es que en el cuerpo estamos francamente contentos con estos aviones cierto es que el radio de acción no es para tirar cohetes pero dentro del tipo de misiones que se nos exige a los Marines nos basta y nos sobra, ademas que dicha falla se compensa con creces con la flexibilidad que nos aporta el tener este aparato embarcado en los LHD y LHA, que si que los Hornets de la NAVY son muy bonitos y muy monos pero el tener a un Marine en el cockpit del avión que te proporciona el CAS junto con los Cobra Whiskey es un valor añadido para los que estamos en la playa (o donde sea) batiéndonos el cobre.

El caso es que hablando con compañeros Marines de las unidades aéreas afirman que si bien el Harrier tiene su cierta complejidad por el tipo de plataforma que es (STOVL/VTOL) el bicho se deja querer sin embargo a todos en cuanto les hablan del JSF se les pone la cara de colores. La complejidad de dicho aparato y el desgaste continuo a que se verá sometido en una operación real (y alli casi todas son reales) puede degenerar en que el grado de operatividad de pongamos los 6 aparatos típicos que conforman el componente de ala fija de una MEU descienda hasta cotas catastróficas. La cosa se pone peor cuando hablas de la carga de combate que puede llevar el F-35B, disminuida considerablemente respecto a los otros dos modelos de la serie por el motor de sustentación.

¿Es rentable gastarse la morterada de millones que vale este avión? Cada vez que alguien hace esta pregunta nos salen con el cuento de la furtividad pero partiendo de la base que para nosotros en el CAS el cañon es irrenunciable y que hay que seguir montandolo en un pod externo con el consiguiente aumento de la firma radar ¡Para que pelotas queremos la puñetera furtividad! La furtividad puede ser util para las misiones de los F-35A de la USAF o para los F-35C de los friegacubiertas pero en nuestros escenarios de actuación es una ventaja desdeñable en favor de otros factores mucho mas importantes como son combat load capacity y loitering time suficientes que es a lo que se tendria que haber tendido desarrollando una nueva versión del Harrier que corrigiera los defectos que presenta el avion en esas areas y no este engendreo tragadolares que al final se puede quedar en bluff.

Hay una pregunta que ronda dentro del Cuerpo vista la continua escalada de costes que día si, día también sufre el programa, ¿Nos vamos a quedar sin aviación embarcada de ala fija? Y sinceramente no se tiene clara una respuesta. Cierto es que el Cuerpo presiona mucho, que existen ademas unos cuantos paises aliados nuestros interesados en el F-35 pero están interesados en la version CTOL, ni siquiera en la Carrier Variant de la Navy sino en la F-35A de la USAF. Sinceramente no se hasta cuando podrá soportar el Congreso las continuas escaladas de costes del F-35B, los lobbies tienen mucho poder pero no hasta llegar a la catástrofe y la hecatombe tecnológica y económica. Con el Osprey y el F-22 ya hemos tenido suficiente y la prueba de ello es que con la LCS ya les han parado los pies y como esto siga así nos vamos a ver sin avión embarcado STOVL y entonces nos va a entrar la risa cuando tengamos que depender de los chicos de la NAVY o los de la USAF (que también estarán equipados con el F-35 y por desgracia habrán retirado del servicio el Warthog) para el CAS.

Que mal nos pintan las cosas sinceramente

Bueno,compañeros portugueses,¿ que pensais al respecto?
Título:
Enviado por: pchunter em Abril 11, 2008, 03:52:52 pm
Estas são as perguntas do momento, quanto vai custar e será assim tão bom? Pelo que tenho lido o preço final esperado ronda os 69 milhões de dólares, quando à qualidade, atendendo aos boatos acho que será   do melhor, tanto assim é que já estão a ponderar a tal versão descaféinada para exportação, ora se não fosse tão bom isto não se verificava, pois vários países já estão a ponderar não comprar o avião o que fará subir o preço unitário para algo como 100 milhões. Fica a minha opinião para o debate.

F-35 B
(http://cache.daylife.com/imageserve/0f3Qcc26gv8aU/610x.jpg)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Abril 11, 2008, 03:58:24 pm
uma das razões apontadas pelo aumento do preço deve-se ao facto dos centros de engenharia que desenvolvem este avião se encontra na europa e com a preço do dolar mais baixo que o euro o preço aumenta. Opinião pessoal ja que este avião foi desenvolvido em parte na europa acho que os europeus deviam apostar nele, como complemento ao eurofighter.

PS. como  foi desenvolvido por nós europeus só pode ser bom :lol:
Título:
Enviado por: zocuni em Abril 12, 2008, 01:31:16 pm
Considero esse projecto irrealista para Portugal.O F-35 é demasiado caro para nossa realidade.Modernizemos os F-16 MLU,que já considero espectacular e penso estarmos muito bem servidos.

Abraços,
Título:
Enviado por: nelson38899 em Abril 23, 2008, 10:43:01 am
Citar
MANCHESTER, England – BAE Systems has cut metal on its first component for the F-35 Lightning II production aircraft. This opening cut, on a component part of the aft fuselage, signifies a major milestone for the F-35 Lightning II programme.

The metal cut is for the first production F-35 Lightning II aircraft which will enter into service with the US Air Force (USAF) in 2010 and follows the production contract announcement made in December last year. The contract - a Low Rate Initial Production (LRIP) contract - is worth £25m to BAE Systems and will see the production of two conventional take off and landing variants.

The component was cut by BAE Systems’ supplier Hyde, at their Manchester factory. The component will move to BAE Systems’ Samlesbury site in Lancashire for further manufacturing work before all parts are assembled together before being shipped to programme partner, Lockheed Martin’s site in Texas for final assembly.

Tom Fillingham, F-35 Lightning II Managing Director said: “This is a proud and important moment for BAE Systems. We are progressing well through the development stage of the F-35 Lightning II programme and now, concurrently with development aircraft manufacture, we are producing the first production aircraft. This is a clear signal of how mature the product is at this early stage of its life.”

Three versions of the F-35 Lightning II are planned: a conventional take-off and landing (CTOL), a short take-off and vertical landing (STOVL) and a carrier variant (CV).  Each is derived from a common design, and will ensure that the F-35 JSF meets the performance needs of the US Air Force, Marine Corps and Navy, the Royal Air Force and Royal Navy, and allied defence forces worldwide, while staying within strict affordability targets.

BAE Systems Inc in the US also brings key capabilities to the F-35 programme and delivers significant elements of the programme including electronic warfare, advanced low observable apertures, advanced countermeasure systems, vehicle management computer and active inceptor systems.

The F-35 Lightning II, also known as the Joint Strike Fighter (JSF), will be the world’s first and only stealthy, supersonic, multi-role fighter. The F-35 is being developed for the U.S. Air Force, Navy and Marine Corps to replace the AV-8B Harrier, A-10, F-16 and the F/A-18 Hornet and for the UK’s Royal Air Force and Royal Navy to replace the Harrier GR9 and Sea Harrier.
http://www.baesystems.com/Newsroom/NewsReleases/autoGen_108318104918.html
Título:
Enviado por: typhonman em Maio 22, 2008, 07:24:44 pm
Israel asks U.S. for 25 F-35 warplanes, at $80 million a unit  
 
By Yuval Azoulay, Haaretz Correspondent  
 
Tags: Israel, U.S., Lockheed Martin  

Defense Minister Ehud Barak two weeks ago submitted a request to purchase 25 F-35 warplanes from the United States, at $80 million a unit.

The request also stipulates an option to obtain 50 more such warplanes in the future.

The defense minister also requested three to five C-130J planes, which are the most advanced model of the Hercules jets the Israel Defense Forces has been using for many years.
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The decision to purchase the more updated models comes after two years of discussion, and was recently included in the framework of the IDF's multi-year plan, Tefen. According to the plan, Israel would acquire the first group of these fighter planes in 2014.

Haaretz has learned that some senior defense officials have asked the Americans on multiple occasions about the possibility of supplying some of the planes even sooner than the target date, by mid-2012.

IDF Chief of Staff Gabi Ashkenazi and the defense minister will make similar requests during their next visits to Washington.

The F-35 warplane is manufactured by American defense contractor Lockheed Martin. It has advanced stealth capabilities, can strike planes and can intercept ground targets. In some formations, the plane can also take off and land vertically, like a helicopter.

Lockheed Martin Vice President Bob Trice, who is visiting in Israel, said Thursday that U.S. government officials have informed the company of the request. He added that intends to assist Congress in any way he can during the approval process.

The new Hercules plane is capable of carrying more cargo and can be operated by a smaller crew. It is equipped with advanced avionics and navigation systems, and costs $50 million to $60 million per unit. These planes will be supplied to Israel as part of the American financial aid package it receives.


Lockheed Martin also manufactures the F-22 warplane, which is used by the U.S. Air Force. The F-22 is the most advanced warplane in the world and Israel has previously expressed interest in it.

However, legislation in the U.S. Congress forbids the sale of the F-22 on the grounds that it would diminish the U.S. Air Force's advantage.

Sources in Israel have expressed hope that U.S. President George W. Bush's recent visit to Israel would ensure the approval necessary to acquire the plane


A estes preços... :roll:
Título:
Enviado por: Luso em Maio 22, 2008, 09:43:09 pm
É apenas um pouco mais caro (USD$5-10) que o Grippen.
E começo a ser céptico em relação a esse aparelho, se avança ou não.
Título:
Enviado por: typhonman em Maio 22, 2008, 10:16:06 pm
Entre o F-35 o Typhoon ou F-16MLU(Plus) é o que vai substituir os F-16 lá para 2020/2025.
Título:
Enviado por: AMRAAM em Maio 26, 2008, 03:19:18 pm
Aqui os dejo este precioso esquema de este avion.. :twisted:
(http://img165.imageshack.us/img165/3850/lockheedmartinf35wk5.jpg)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Maio 26, 2008, 03:27:18 pm
onde se pode arranjar esses esquemas de aviões????
Título:
Enviado por: ShadIntel em Maio 26, 2008, 03:33:46 pm
Citação de: "nelson38899"
onde se pode arranjar esses esquemas de aviões????

Estão aqui dezenas deles, o do JSF incluído:
http://www.flightglobal.com/ImageArchiv ... 01946-2006 (http://www.flightglobal.com/ImageArchive/Gallery.aspx?GalleryName=Cutaways/Military%20Aviation/Military%20Aviation%201946-2006)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Maio 26, 2008, 03:36:22 pm
obrigado
Título:
Enviado por: nelson38899 em Junho 30, 2008, 11:52:32 am
os novos motores do F35, na fase de teste

http://images.teamjsf.com/main.php?g2_view=core.ShowItem&g2_itemId=10&g2_GALLERYSID=2b48d18b57e5604ad056784c33939825
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 08, 2008, 09:21:48 pm
(http://i231.photobucket.com/albums/ee54/warpigelp/marketMapSmall.jpg)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Julho 10, 2008, 09:56:05 am
Citar
KDA Enters $1.3B Deal With Lockheed

HELSINKI - Kongsberg Defense and Aerospace (KDA) has secured a long-term framework agreement with Lockheed Martin covering the production of composite and titanium parts for the new Joint Strike Fighter (JSF) F-35 Lightning II aircraft.

The deal, which has a potential value of $1.3 billion, is linked to Lockheed Martin winning the contract to produce replacement fighter aircraft for  norway .The partnership agreement is the result of negotiations conducted against the background of a Framework Agreement signed in January 2007 between KDA and Lockheed Martin.

Under this exclusive supplier agreement, Lockheed Martin contracts KDA to deliver aircraft components, including composite and titanium parts, for the JSF program. The value of the composite and titanium parts segment of the deal is worth $196 million.

KDA has invested $30 million to build and outfit two new 30,000 square-meter production plants in Kongsberg, Norway, to accommodate the future contract work expected from Lockheed Martin. Production is scheduled to commence in January 2009 and continue up to 2015.

http://www.defensenews.com/story.php?i= ... =AME&s=AIR (http://www.defensenews.com/story.php?i=3618906&c=AME&s=AIR)
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Julho 10, 2008, 12:23:04 pm
o F35 tem mais probabilidade de brincar com o f16 antes de acabar com ele, pois o radar do f16 não o consegue detectar.[/quote]

O radar do F-16 pode não o conseguir detectar, mas, o RWR detecta as emissões do radar do F-35 e pode quebrar a aquisição. Já aconteceu entre o Typhoon e o F-22.


Defense Minister Ehud Barak two weeks ago submitted a request to purchase 25 F-35 warplanes from the United States, at $80 million a unit.
The request also stipulates an option to obtain 50 more such warplanes in the future.[/quote]

Os primeiros 25 F-35 serão da variante A e alguns dos 50 opcionais serão da variante B.


Lockheed Martin also manufactures the F-22 warplane, which is used by the U.S. Air Force. The F-22 is the most advanced warplane in the world and Israel has previously expressed interest in it.[/quote]

Á uns anos atrás Israel afirmou que pretendia ter um esquadrão de F-22 operacionais em 2010.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Julho 10, 2008, 12:35:38 pm
E ao que parece não é o unico que o quer, a coreia do sul e o Japão, também ja fizeram esse pedido, e ao que parece os USA estão a desenvolver uma versão de F22, para exportar.
Título:
Enviado por: Sintra em Julho 10, 2008, 04:08:19 pm
Citação de: "nelson38899"
E ao que parece não é o unico que o quer, a coreia do sul e o Japão, também ja fizeram esse pedido, e ao que parece os USA estão a desenvolver uma versão de F22, para exportar.


 A exportação do F-22 Raptor é proibida por lei. Não existe nenhum programa a decorrer com o fim de desenvolver uma versão de exportação do caça e a linha de produção do mesmo fecha para o próximo ano (a não ser que exista um milagre).
 Quanto ao F-35A em Israel, foi efectuado um pedido formal por parte do Estado Judaico para a entrega de um primeiro "Batch" de 25 unidades através de uma venda do "Foreign Military Salles", este pedido está em negociações e preve-se que as primeiras unidades sejam entregues lá para 2014.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Julho 10, 2008, 04:31:51 pm
Citação de: "Sintra"
Citação de: "nelson38899"
E ao que parece não é o unico que o quer, a coreia do sul e o Japão, também ja fizeram esse pedido, e ao que parece os USA estão a desenvolver uma versão de F22, para exportar.

 A exportação do F-22 Raptor é proibida por lei. Não existe nenhum programa a decorrer com o fim de desenvolver uma versão de exportação do caça e a linha de produção do mesmo fecha para o próximo ano (a não ser que exista um milagre).
 Quanto ao F-35A em Israel, foi efectuado um pedido formal por parte do Estado Judaico para a entrega de um primeiro "Batch" de 25 unidades através de uma venda do "Foreign Military Salles", este pedido está em negociações e preve-se que as primeiras unidades sejam entregues lá para 2014.


eu detesto que me chamem mentiroso :evil:

veja este tópico:

http://www.forumdefesa.com/forum/viewto ... &start=105 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?t=5206&postdays=0&postorder=asc&start=105)
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Julho 10, 2008, 06:11:02 pm
Quem pensa no F-22 ou no F-35, ficaría mais bem servido com o Typhoon ou o Rafale.

O F-35 tem o motor mais potente jamais instalado num caça monomotor. No entanto, e, segundo um artigo escrito por um americano, poderá não dar o que promete. Porquê? Porque vai ter que levar armamento e combustivel internamente, sendo por isso relativamente pesado.

Assim não vai supor uma grande vantagem relativamente ao F-16 em termos de manobrabilidade e raio de acção. Na realidade vai depender de outro avião, tipo F-22 por exemplo, para obter superioridade aérea.

Segundo o referido autor isto não será um problema para os Estados Unidos, mas poderá ser para uma nação cujo único avião seja o F-35.

Quanto ao equipamento não se sabe o que os Estados Unidos estão dispostos a exportar, mas desde já sabemos que quem quiser integrar armamento diferente terá que contar com a boa vontade dos Estados Unidos.

No caso do Reino Unido eles cederam porque este era um importante parceiro e eles ameaçaram desistir do F-35 e procurar outra alternativa.

Nos Estados Unidos um Typhoon em testes foi detectado, a longa distancia, por um F-22; o piloto inglês não conseguiu detectar o F-22 no radar mas o RWR detectou as emissões de radar do F-22, o piloto quebrou a aquisição de radar do F-22; ao chegarem a curta distancia o Typhoon derrotou o F-22. Os americanos ficaram chocados e os combates previstos para o dia seguinte foram cancelados.

É um dado adquirido que um avião, ou é furtivo, ou é manobrável, por isso o F-22 foi desde o iniçio equipado com empuxo vectorado.
Além disso, e para não comprometerem a sua assinatura radar, o F-22 e o F-35 habitualmente não levam cargas externas.

Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Tudo bem, são furtivos, mas o F-117 tambem era furtivo (embora de tecnologia antiga segundo os americanos) e foi abatido por um SAM-2 no Kosovo, uma arma difiçilmente moderna.

Embora os caças europeus sejam mais caros, terão poucas ou mesmo nenhumas restrições no equipamento.
Talvez apenas a França possa impor algumas restrições, pois recorde-se que o Mirage 2000D nunca esteve disponivel para exportação; a versão para exportação era o Mirage 2000S uma versão degradada.
O Mirage 2000-5, com o radar RDY apenas ficou disponivel para exportação porque Força Aérea Francesa manifestou mais interesse no Rafale.
Os franceses apenas modernizaram os Mirage 2000C da Esquadra 2, em Dijon, para o padrão 2000-5F porque o Rafale estava atrasado e eles não tinham nenhum aparelho com misseis activos da classe do AMRAAM.

Convém também recordar que os aviões furtivos requerem uma manutenção mais rigorosa.
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 10, 2008, 08:54:31 pm
Citação de: "Smoke Trails"
Quem pensa no F-22 ou no F-35, ficaría mais bem servido com o Typhoon ou o Rafale.

O F-35 tem o motor mais potente jamais instalado num caça monomotor. No entanto, e, segundo um artigo escrito por um americano, poderá não dar o que promete. Porquê? Porque vai ter que levar armamento e combustivel internamente, sendo por isso relativamente pesado.

Assim não vai supor uma grande vantagem relativamente ao F-16 em termos de manobrabilidade e raio de acção. Na realidade vai depender de outro avião, tipo F-22 por exemplo, para obter superioridade aérea.

Segundo o referido autor isto não será um problema para os Estados Unidos, mas poderá ser para uma nação cujo único avião seja o F-35.

Quanto ao equipamento não se sabe o que os Estados Unidos estão dispostos a exportar, mas desde já sabemos que quem quiser integrar armamento diferente terá que contar com a boa vontade dos Estados Unidos.

No caso do Reino Unido eles cederam porque este era um importante parceiro e eles ameaçaram desistir do F-35 e procurar outra alternativa.

Nos Estados Unidos um Typhoon em testes foi detectado, a longa distancia, por um F-22; o piloto inglês não conseguiu detectar o F-22 no radar mas o RWR detectou as emissões de radar do F-22, o piloto quebrou a aquisição de radar do F-22; ao chegarem a curta distancia o Typhoon derrotou o F-22. Os americanos ficaram chocados e os combates previstos para o dia seguinte foram cancelados.

É um dado adquirido que um avião, ou é furtivo, ou é manobrável, por isso o F-22 foi desde o iniçio equipado com empuxo vectorado.
Além disso, e para não comprometerem a sua assinatura radar, o F-22 e o F-35 habitualmente não levam cargas externas.

Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Tudo bem, são furtivos, mas o F-117 tambem era furtivo (embora de tecnologia antiga segundo os americanos) e foi abatido por um SAM-2 no Kosovo, uma arma difiçilmente moderna.

Embora os caças europeus sejam mais caros, terão poucas ou mesmo nenhumas restrições no equipamento.
Talvez apenas a França possa impor algumas restrições, pois recorde-se que o Mirage 2000D nunca esteve disponivel para exportação; a versão para exportação era o Mirage 2000S uma versão degradada.
O Mirage 2000-5, com o radar RDY apenas ficou disponivel para exportação porque Força Aérea Francesa manifestou mais interesse no Rafale.
Os franceses apenas modernizaram os Mirage 2000C da Esquadra 2, em Dijon, para o padrão 2000-5F porque o Rafale estava atrasado e eles não tinham nenhum aparelho com misseis activos da classe do AMRAAM.

Convém também recordar que os aviões furtivos requerem uma manutenção mais rigorosa.

Citar
Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.


Caro amigo ao dizer isto, ve-se que não percebe nada do que está a dizer.
O F-35 não vai utilizar sistemas de designação laser exteriores, vai ter este sistema integrado no seu "nariz", é o sistema EOTS, alem de muito outro equipamento electronico. E para as missões stealth vai ter o "bomb bay" disponivel, para levar AIM-120, AIM-9X, JDAM, SDB etc...

Não queira comparar aviões de 5º geração como o F-22 e F-35 com 4º geração.
Título:
Enviado por: Sintra em Julho 10, 2008, 11:57:53 pm
Citação de: "nelson38899"
Citação de: "Sintra"
Citação de: "nelson38899"
E ao que parece não é o unico que o quer, a coreia do sul e o Japão, também ja fizeram esse pedido, e ao que parece os USA estão a desenvolver uma versão de F22, para exportar.

 A exportação do F-22 Raptor é proibida por lei. Não existe nenhum programa a decorrer com o fim de desenvolver uma versão de exportação do caça e a linha de produção do mesmo fecha para o próximo ano (a não ser que exista um milagre).
 Quanto ao F-35A em Israel, foi efectuado um pedido formal por parte do Estado Judaico para a entrega de um primeiro "Batch" de 25 unidades através de uma venda do "Foreign Military Salles", este pedido está em negociações e preve-se que as primeiras unidades sejam entregues lá para 2014.

eu detesto que me chamem mentiroso :evil:

veja este tópico:

http://www.forumdefesa.com/forum/viewto ... &start=105 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?t=5206&postdays=0&postorder=asc&start=105)


 Eu não o estou a chamar mentiroso, longe de mim, o que estou a dizer é que as suas informações estão desactualizadas...
 E acredite no que lhe estou a dizer, neste momento não existe qualquer tipo de plano com o minimo de credibilidade para criar "uma versão de exportação" do Raptor, de facto um oficial do Pentagono referiu que custaria uma batelada de dinheiro criar uma versão "downgraded" mas apenas como exemplo de o porquê do F-22 não ser proposto para exportação.
 A linha de montagem está prestes a terminar e o próprio Congresso Norte Americano criou uma lei a proibir a venda do F-22 ao exterior. Nos ultimos dois meses foi dito claramente um "NÃO" à JASDF para a possibilidade de adquirir o Raptor e, a não ser que exista um milagre o plano de aquisição de 183 Raptor´s vai manter-se o que implica o fecho da linha em 2009. De notar que o principal defensor da manutenção da linha em funcionamento, o anterior Comandante em Chefe da USAF, o General T. Michael Moseley foi despedido e substituido por um oficial que veio da frota de transporte, sendo que as duas principais razões de ele ter sido posto no "olho da rua" foi a barracada com a substituição do KC-135 e a continuação da produção de Raptors que ele defendia ferozmente e à qual o actual Secretário de Estado da Defesa (equivalente ao nosso Ministro da Defesa) nem quer ouvir falar.
 Deixo-lhe o Budget oficial da USAF, encontra a informação acerca do fecho da linha de montagem em 2009 na página 55.
http://www.saffm.hq.af.mil/shared/media ... 04-081.pdf (http://www.saffm.hq.af.mil/shared/media/document/AFD-080204-081.pdf)
Título:
Enviado por: Sintra em Julho 10, 2008, 11:59:51 pm
Citação de: "Typhonman"
Citação de: "Smoke Trails"
Quem pensa no F-22 ou no F-35, ficaría mais bem servido com o Typhoon ou o Rafale.

O F-35 tem o motor mais potente jamais instalado num caça monomotor. No entanto, e, segundo um artigo escrito por um americano, poderá não dar o que promete. Porquê? Porque vai ter que levar armamento e combustivel internamente, sendo por isso relativamente pesado.

Assim não vai supor uma grande vantagem relativamente ao F-16 em termos de manobrabilidade e raio de acção. Na realidade vai depender de outro avião, tipo F-22 por exemplo, para obter superioridade aérea.

Segundo o referido autor isto não será um problema para os Estados Unidos, mas poderá ser para uma nação cujo único avião seja o F-35.

Quanto ao equipamento não se sabe o que os Estados Unidos estão dispostos a exportar, mas desde já sabemos que quem quiser integrar armamento diferente terá que contar com a boa vontade dos Estados Unidos.

No caso do Reino Unido eles cederam porque este era um importante parceiro e eles ameaçaram desistir do F-35 e procurar outra alternativa.

Nos Estados Unidos um Typhoon em testes foi detectado, a longa distancia, por um F-22; o piloto inglês não conseguiu detectar o F-22 no radar mas o RWR detectou as emissões de radar do F-22, o piloto quebrou a aquisição de radar do F-22; ao chegarem a curta distancia o Typhoon derrotou o F-22. Os americanos ficaram chocados e os combates previstos para o dia seguinte foram cancelados.

É um dado adquirido que um avião, ou é furtivo, ou é manobrável, por isso o F-22 foi desde o iniçio equipado com empuxo vectorado.
Além disso, e para não comprometerem a sua assinatura radar, o F-22 e o F-35 habitualmente não levam cargas externas.

Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Tudo bem, são furtivos, mas o F-117 tambem era furtivo (embora de tecnologia antiga segundo os americanos) e foi abatido por um SAM-2 no Kosovo, uma arma difiçilmente moderna.

Embora os caças europeus sejam mais caros, terão poucas ou mesmo nenhumas restrições no equipamento.
Talvez apenas a França possa impor algumas restrições, pois recorde-se que o Mirage 2000D nunca esteve disponivel para exportação; a versão para exportação era o Mirage 2000S uma versão degradada.
O Mirage 2000-5, com o radar RDY apenas ficou disponivel para exportação porque Força Aérea Francesa manifestou mais interesse no Rafale.
Os franceses apenas modernizaram os Mirage 2000C da Esquadra 2, em Dijon, para o padrão 2000-5F porque o Rafale estava atrasado e eles não tinham nenhum aparelho com misseis activos da classe do AMRAAM.

Convém também recordar que os aviões furtivos requerem uma manutenção mais rigorosa.

Citar
Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Caro amigo ao dizer isto, ve-se que não percebe nada do que está a dizer.
O F-35 não vai utilizar sistemas de designação laser exteriores, vai ter este sistema integrado no seu "nariz", é o sistema EOTS, alem de muito outro equipamento electronico. E para as missões stealth vai ter o "bomb bay" disponivel, para levar AIM-120, AIM-9X, JDAM, SDB etc...

Não queira comparar aviões de 5º geração como o F-22 e F-35 com 4º geração.


 Por acaso essa discussão tem sido intensa nos meios militares e na imprensa especializada...
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Julho 11, 2008, 01:02:42 pm
Citação de: "Typhonman"
[Caro amigo ao dizer isto, ve-se que não percebe nada do que está a dizer.
O F-35 não vai utilizar sistemas de designação laser exteriores, vai ter este sistema integrado no seu "nariz", é o sistema EOTS, alem de muito outro equipamento electronico. E para as missões stealth vai ter o "bomb bay" disponivel, para levar AIM-120, AIM-9X, JDAM, SDB etc...

Pois não, eu só pretendi dizer que a capacidade de armamento externo dos aviões europeus é superior á capacidade interna dos aviões americanos.
Resta saber se a furtividade compensa essa menor capacidade interna.

 
Citar
Não queira comparar aviões de 5º geração como o F-22 e F-35 com 4º geração.

5º geração? É por causa da furtividade?
Posso comparar porque estão em competição directa em vários concursos.
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Julho 11, 2008, 01:04:33 pm
Citação de: "Sintra"
Citação de: "Typhonman"
Citação de: "Smoke Trails"
Quem pensa no F-22 ou no F-35, ficaría mais bem servido com o Typhoon ou o Rafale.

O F-35 tem o motor mais potente jamais instalado num caça monomotor. No entanto, e, segundo um artigo escrito por um americano, poderá não dar o que promete. Porquê? Porque vai ter que levar armamento e combustivel internamente, sendo por isso relativamente pesado.

Assim não vai supor uma grande vantagem relativamente ao F-16 em termos de manobrabilidade e raio de acção. Na realidade vai depender de outro avião, tipo F-22 por exemplo, para obter superioridade aérea.

Segundo o referido autor isto não será um problema para os Estados Unidos, mas poderá ser para uma nação cujo único avião seja o F-35.

Quanto ao equipamento não se sabe o que os Estados Unidos estão dispostos a exportar, mas desde já sabemos que quem quiser integrar armamento diferente terá que contar com a boa vontade dos Estados Unidos.

No caso do Reino Unido eles cederam porque este era um importante parceiro e eles ameaçaram desistir do F-35 e procurar outra alternativa.

Nos Estados Unidos um Typhoon em testes foi detectado, a longa distancia, por um F-22; o piloto inglês não conseguiu detectar o F-22 no radar mas o RWR detectou as emissões de radar do F-22, o piloto quebrou a aquisição de radar do F-22; ao chegarem a curta distancia o Typhoon derrotou o F-22. Os americanos ficaram chocados e os combates previstos para o dia seguinte foram cancelados.

É um dado adquirido que um avião, ou é furtivo, ou é manobrável, por isso o F-22 foi desde o iniçio equipado com empuxo vectorado.
Além disso, e para não comprometerem a sua assinatura radar, o F-22 e o F-35 habitualmente não levam cargas externas.

Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Tudo bem, são furtivos, mas o F-117 tambem era furtivo (embora de tecnologia antiga segundo os americanos) e foi abatido por um SAM-2 no Kosovo, uma arma difiçilmente moderna.

Embora os caças europeus sejam mais caros, terão poucas ou mesmo nenhumas restrições no equipamento.
Talvez apenas a França possa impor algumas restrições, pois recorde-se que o Mirage 2000D nunca esteve disponivel para exportação; a versão para exportação era o Mirage 2000S uma versão degradada.
O Mirage 2000-5, com o radar RDY apenas ficou disponivel para exportação porque Força Aérea Francesa manifestou mais interesse no Rafale.
Os franceses apenas modernizaram os Mirage 2000C da Esquadra 2, em Dijon, para o padrão 2000-5F porque o Rafale estava atrasado e eles não tinham nenhum aparelho com misseis activos da classe do AMRAAM.

Convém também recordar que os aviões furtivos requerem uma manutenção mais rigorosa.

Citar
Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Caro amigo ao dizer isto, ve-se que não percebe nada do que está a dizer.
O F-35 não vai utilizar sistemas de designação laser exteriores, vai ter este sistema integrado no seu "nariz", é o sistema EOTS, alem de muito outro equipamento electronico. E para as missões stealth vai ter o "bomb bay" disponivel, para levar AIM-120, AIM-9X, JDAM, SDB etc...

Não queira comparar aviões de 5º geração como o F-22 e F-35 com 4º geração.

 Por acaso essa discussão tem sido intensa nos meios militares e na imprensa especializada...


Eu não percebo nada do que estou a dizer, e, esses meios militares, e, essa imprensa especializada devem estar enganados.
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Julho 11, 2008, 05:53:30 pm
Citação de: "Typhonman"
Citação de: "Smoke Trails"
Quem pensa no F-22 ou no F-35, ficaría mais bem servido com o Typhoon ou o Rafale.

O F-35 tem o motor mais potente jamais instalado num caça monomotor. No entanto, e, segundo um artigo escrito por um americano, poderá não dar o que promete. Porquê? Porque vai ter que levar armamento e combustivel internamente, sendo por isso relativamente pesado.

Assim não vai supor uma grande vantagem relativamente ao F-16 em termos de manobrabilidade e raio de acção. Na realidade vai depender de outro avião, tipo F-22 por exemplo, para obter superioridade aérea.

Segundo o referido autor isto não será um problema para os Estados Unidos, mas poderá ser para uma nação cujo único avião seja o F-35.

Quanto ao equipamento não se sabe o que os Estados Unidos estão dispostos a exportar, mas desde já sabemos que quem quiser integrar armamento diferente terá que contar com a boa vontade dos Estados Unidos.

No caso do Reino Unido eles cederam porque este era um importante parceiro e eles ameaçaram desistir do F-35 e procurar outra alternativa.

Nos Estados Unidos um Typhoon em testes foi detectado, a longa distancia, por um F-22; o piloto inglês não conseguiu detectar o F-22 no radar mas o RWR detectou as emissões de radar do F-22, o piloto quebrou a aquisição de radar do F-22; ao chegarem a curta distancia o Typhoon derrotou o F-22. Os americanos ficaram chocados e os combates previstos para o dia seguinte foram cancelados.

É um dado adquirido que um avião, ou é furtivo, ou é manobrável, por isso o F-22 foi desde o iniçio equipado com empuxo vectorado.
Além disso, e para não comprometerem a sua assinatura radar, o F-22 e o F-35 habitualmente não levam cargas externas.

Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Tudo bem, são furtivos, mas o F-117 tambem era furtivo (embora de tecnologia antiga segundo os americanos) e foi abatido por um SAM-2 no Kosovo, uma arma difiçilmente moderna.

Embora os caças europeus sejam mais caros, terão poucas ou mesmo nenhumas restrições no equipamento.
Talvez apenas a França possa impor algumas restrições, pois recorde-se que o Mirage 2000D nunca esteve disponivel para exportação; a versão para exportação era o Mirage 2000S uma versão degradada.
O Mirage 2000-5, com o radar RDY apenas ficou disponivel para exportação porque Força Aérea Francesa manifestou mais interesse no Rafale.
Os franceses apenas modernizaram os Mirage 2000C da Esquadra 2, em Dijon, para o padrão 2000-5F porque o Rafale estava atrasado e eles não tinham nenhum aparelho com misseis activos da classe do AMRAAM.

Convém também recordar que os aviões furtivos requerem uma manutenção mais rigorosa.

Citar
Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Caro amigo ao dizer isto, ve-se que não percebe nada do que está a dizer.
O F-35 não vai utilizar sistemas de designação laser exteriores, vai ter este sistema integrado no seu "nariz", é o sistema EOTS, alem de muito outro equipamento electronico. E para as missões stealth vai ter o "bomb bay" disponivel, para levar AIM-120, AIM-9X, JDAM, SDB etc...

Não queira comparar aviões de 5º geração como o F-22 e F-35 com 4º geração.



Vejo que o meu caro amigo é um admirador da tecnologia americana.
Eu admiro ambas, a americana, e a europeia (incluindo a russa), temos que respeitar isso.

O meu avião preferido é o F-4 Phantom II, com o F-14 Tomcat e o F/A-18 Hornet ambos em segundo lugar e a uma curtissima distância.
Critiquei o F-22 e o F-35 e afinal os aviões de que mais gosto são todos americanos, ironía do destino.

Não vou categorizar estes aviões em gerações diferentes porque, são apenas abordagens diferentes com o mesmo objectivo: substituir os aviões actualmente em serviço.

Só acho é que há um deslumbramento excessivo, e, talvez prematuro sobre as capacidades destes aviões; da parte dos americanos isso já é habitual, e, no entanto a história já provou inumeras vezes que isso nem sempre está correcto.

O F-15 ainda é actualmente considerado um dos três melhores caças actualmente em serviço.
No 'William Tell', o F-15 era sempre o vencedor, quando os outros esquadrões voavam no F-4, no F-101, no F-106.
A primeira vez que os canadianos levaram o F-18 foram os vencedores.
A primeira vez que um esquadrão americano levou o F-16ADF foi o vencedor.

Na Europa, quando os F-15 de Bitburg enfrentavam os F-16 europeus, os seus pilotos gracejavam dizendo que tinham deixado em casa os misseis Sparrow.

Quando os F-18 canadianos chegaram a Baden Sollingen, na Alemanha, constataram que o radar do F-18 era superior ao do F-15.

No inicio dos anos 90 os pilotos do F-15 ficaram impressionados com as tacticas anti-AMRAAM empregues pelos pilotos dos Tornados F.3 da RAF.

Provavelmente o piloto inglês do Typhoon que derrotou o F-22 em combate próximo seja mesmo muito bom, ou, o piloto do F-22 era muito fraco; oxalá assim seja senão o dinheiro empregue no desenvolvimento do F-22 terá sido em vão.

Este verão, os Grippen suecos vão ao 'Red Flag'.
Os Typhoon da RAF já participaram no 'Torpedo Focus' em Abril.
Vamos aguardar que esses novos aviões entrem em serviço, e, algum dia acabarão por se enfrentar em exercicios e vamos ver como se portam.

Os pilotos franceses já afirmaram que o Rafale tém uma maior variedade de armamento ar-solo, e, é mais flexivel que o Typhoon, mas admitiram que o Typhoon é superior ao Rafale em combate ar-ar.

A Noruega é um dos participantes no programa do F-35, e, está a considerar seriamente o Grippen NG.

Acredita que o Reino Unido e a Italia estariam envolvidos no programa do F-35 se não fosse a variante VTOL?
No Reino Unido há quem defenda que deveriam optar pela variante C pois vão construir porta-aviões que permitem a utilização de aviões convencionais.

Eu não pretendo perceber nem saber tudo, porque ninguém percebe nem sabe tudo.
Eu gosto de aviação e não só, é um hobby. Como qualquer hobby, serve para descontraír e distraír da rotina diária.

Assino a 'Air Forces Monthly' e a 'International Air Power Review'; além disso também compro alguns numeros das revistas 'Air Combat', 'Air Fan', RAIDS, revistas de modelismo, livros da Osprey, Concord, WWP, Red Star, Aerofax, MCP, etc.
Anteriormente assinei a 'World Air Power Journal' e a 'Wings of Fame', mas estas já acabaram tendo sido substituidas pela 'International Air Power Review'.
A Internet tambem ajuda, sendo este forum e o do site Airliners.net bastante úteis.

São estas as minhas referencias para aquilo que eu sei e anteriormente escrevi.
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 11, 2008, 07:28:22 pm
Citação de: "Smoke Trails"
Citação de: "Typhonman"
Citação de: "Smoke Trails"
Quem pensa no F-22 ou no F-35, ficaría mais bem servido com o Typhoon ou o Rafale.

O F-35 tem o motor mais potente jamais instalado num caça monomotor. No entanto, e, segundo um artigo escrito por um americano, poderá não dar o que promete. Porquê? Porque vai ter que levar armamento e combustivel internamente, sendo por isso relativamente pesado.

Assim não vai supor uma grande vantagem relativamente ao F-16 em termos de manobrabilidade e raio de acção. Na realidade vai depender de outro avião, tipo F-22 por exemplo, para obter superioridade aérea.

Segundo o referido autor isto não será um problema para os Estados Unidos, mas poderá ser para uma nação cujo único avião seja o F-35.

Quanto ao equipamento não se sabe o que os Estados Unidos estão dispostos a exportar, mas desde já sabemos que quem quiser integrar armamento diferente terá que contar com a boa vontade dos Estados Unidos.

No caso do Reino Unido eles cederam porque este era um importante parceiro e eles ameaçaram desistir do F-35 e procurar outra alternativa.

Nos Estados Unidos um Typhoon em testes foi detectado, a longa distancia, por um F-22; o piloto inglês não conseguiu detectar o F-22 no radar mas o RWR detectou as emissões de radar do F-22, o piloto quebrou a aquisição de radar do F-22; ao chegarem a curta distancia o Typhoon derrotou o F-22. Os americanos ficaram chocados e os combates previstos para o dia seguinte foram cancelados.

É um dado adquirido que um avião, ou é furtivo, ou é manobrável, por isso o F-22 foi desde o iniçio equipado com empuxo vectorado.
Além disso, e para não comprometerem a sua assinatura radar, o F-22 e o F-35 habitualmente não levam cargas externas.

Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Tudo bem, são furtivos, mas o F-117 tambem era furtivo (embora de tecnologia antiga segundo os americanos) e foi abatido por um SAM-2 no Kosovo, uma arma difiçilmente moderna.

Embora os caças europeus sejam mais caros, terão poucas ou mesmo nenhumas restrições no equipamento.
Talvez apenas a França possa impor algumas restrições, pois recorde-se que o Mirage 2000D nunca esteve disponivel para exportação; a versão para exportação era o Mirage 2000S uma versão degradada.
O Mirage 2000-5, com o radar RDY apenas ficou disponivel para exportação porque Força Aérea Francesa manifestou mais interesse no Rafale.
Os franceses apenas modernizaram os Mirage 2000C da Esquadra 2, em Dijon, para o padrão 2000-5F porque o Rafale estava atrasado e eles não tinham nenhum aparelho com misseis activos da classe do AMRAAM.

Convém também recordar que os aviões furtivos requerem uma manutenção mais rigorosa.

Citar
Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Caro amigo ao dizer isto, ve-se que não percebe nada do que está a dizer.
O F-35 não vai utilizar sistemas de designação laser exteriores, vai ter este sistema integrado no seu "nariz", é o sistema EOTS, alem de muito outro equipamento electronico. E para as missões stealth vai ter o "bomb bay" disponivel, para levar AIM-120, AIM-9X, JDAM, SDB etc...

Não queira comparar aviões de 5º geração como o F-22 e F-35 com 4º geração.


Vejo que o meu caro amigo é um admirador da tecnologia americana.
Eu admiro ambas, a americana, e a europeia (incluindo a russa), temos que respeitar isso.

O meu avião preferido é o F-4 Phantom II, com o F-14 Tomcat e o F/A-18 Hornet ambos em segundo lugar e a uma curtissima distância.
Critiquei o F-22 e o F-35 e afinal os aviões de que mais gosto são todos americanos, ironía do destino.

Não vou categorizar estes aviões em gerações diferentes porque, são apenas abordagens diferentes com o mesmo objectivo: substituir os aviões actualmente em serviço.

Só acho é que há um deslumbramento excessivo, e, talvez prematuro sobre as capacidades destes aviões; da parte dos americanos isso já é habitual, e, no entanto a história já provou inumeras vezes que isso nem sempre está correcto.

O F-15 ainda é actualmente considerado um dos três melhores caças actualmente em serviço.
No 'William Tell', o F-15 era sempre o vencedor, quando os outros esquadrões voavam no F-4, no F-101, no F-106.
A primeira vez que os canadianos levaram o F-18 foram os vencedores.
A primeira vez que um esquadrão americano levou o F-16ADF foi o vencedor.

Na Europa, quando os F-15 de Bitburg enfrentavam os F-16 europeus, os seus pilotos gracejavam dizendo que tinham deixado em casa os misseis Sparrow.

Quando os F-18 canadianos chegaram a Baden Sollingen, na Alemanha, constataram que o radar do F-18 era superior ao do F-15.

No inicio dos anos 90 os pilotos do F-15 ficaram impressionados com as tacticas anti-AMRAAM empregues pelos pilotos dos Tornados F.3 da RAF.

Provavelmente o piloto inglês do Typhoon que derrotou o F-22 em combate próximo seja mesmo muito bom, ou, o piloto do F-22 era muito fraco; oxalá assim seja senão o dinheiro empregue no desenvolvimento do F-22 terá sido em vão.

Este verão, os Grippen suecos vão ao 'Red Flag'.
Os Typhoon da RAF já participaram no 'Torpedo Focus' em Abril.
Vamos aguardar que esses novos aviões entrem em serviço, e, algum dia acabarão por se enfrentar em exercicios e vamos ver como se portam.

Os pilotos franceses já afirmaram que o Rafale tém uma maior variedade de armamento ar-solo, e, é mais flexivel que o Typhoon, mas admitiram que o Typhoon é superior ao Rafale em combate ar-ar.

A Noruega é um dos participantes no programa do F-35, e, está a considerar seriamente o Grippen NG.

Acredita que o Reino Unido e a Italia estariam envolvidos no programa do F-35 se não fosse a variante VTOL?
No Reino Unido há quem defenda que deveriam optar pela variante C pois vão construir porta-aviões que permitem a utilização de aviões convencionais.

Eu não pretendo perceber nem saber tudo, porque ninguém percebe nem sabe tudo.
Eu gosto de aviação e não só, é um hobby. Como qualquer hobby, serve para descontraír e distraír da rotina diária.

Assino a 'Air Forces Monthly' e a 'International Air Power Review'; além disso também compro alguns numeros das revistas 'Air Combat', 'Air Fan', RAIDS, revistas de modelismo, livros da Osprey, Concord, WWP, Red Star, Aerofax, MCP, etc.
Anteriormente assinei a 'World Air Power Journal' e a 'Wings of Fame', mas estas já acabaram tendo sido substituidas pela 'International Air Power Review'.
A Internet tambem ajuda, sendo este forum e o do site Airliners.net bastante úteis.

São estas as minhas referencias para aquilo que eu sei e anteriormente escrevi.

Caro amigo, não duvido do que o senhor escreveu, mas o facto de dizer que o F-22 e o F-35 não podem levar pods de designacao laser os torma aviões inferiores as "eurocanards" não me pareceu logico.
Eu tambem me baseio em revistas e sites da especialidade, mas nem tudo o que está na net é credivel.

Mas tem de concordar comigo que o F-35 e F-22 possuem tecnologia que nenhum dos seus concorrentes europeus tem, quer ao nivel de avioniicos, que ao nivel de integracao de novas solucoes de software e capacidade multi missão, ha capacidades do F-35( que a serem verdadeiras) arrumam a concorrencia.

Citar
The Electro-Optical Targeting System (EOTS) is now under development by Lockheed Martin Missiles and Fire Control (Orlando, Florida) for the F-35 Joint Strike Fighter (JSF). Under the terms of the JSF partnership agreement, BAE Systems was the original prime contractor for EOTS but this has now reverted to Lockheed Martin Aeronautics. Full details of the F-35 JSF programme may be found in Jane's All The World's Aircraft.The internally mounted EOTS, for which Lockheed Martin is design agent, will provide extended range detection and precision targeting against ground targets, plus long-range detection of air-to-air threats.In the lead up to JSF contractor selection, Northrop Grumman's BAe One-Eleven Co-operative Avionics Test Bed (CATB) was fitted with sensors, processors and software and has been flying since the first quarter of 2000. Successful demonstrations included automatic target cueing, whereby sensors acquire targets rapidly and automatically; and are handed off to the AN/APG-81 Active Electronically Scanned Array (AESA) radar, EOTS and the electronic warfare suite.The first EOTS avionics test bed flight trials with a refined system was originally scheduled to begin in August 2005, but this did not occur until 22 May 2007, when the system flew on board a Sabreliner flying testbed. The first EOTS-equipped F-35 flight is due in April 2007. The first tactical laser produced by Selex S&AS (formerly BAE Systems Avionics) was handed over to Lockheed Martin on 23 February 2005.In June 2006, three months ahead of schedule, a complete EOTS system began to be integrated on the Boeing 737 Combined

 :arrow:  http://www.janes.com/extracts/extract/j ... s8414.html (http://www.janes.com/extracts/extract/jeos/jeos8414.html)


Citar
primary element to achieve that goal in the F-35 is the active electronically scanned array (AESA) fire control radar developed by Northrop Grumman Electronic Systems sector. This long-range sensor, designated the AN/APG-81 radar, offers all-weather, standoff target detection, minimizing threat exposure. It probably would be the first onboard sensor to identify a target. The APG-81 is a fourth-generation radar, comparable to systems that Northrop Grumman has developed for the F/A-22 (APG-77 radar) and F-16 Block 60 (APG-80) and that Raytheon developed for the F-15C, the APG-63(V)2. Indeed, Lockheed Martin and its F-35 suppliers strove to leverage as much F/A-22 technology as possible.

Like these radars, the APG-81 has no moving parts, such as gimbals and motors, and little wiring to wear out. It is expected, therefore, to offer a long lifespan; a Northrop Grumman official claims 8,000 hours "would be reasonable to expect." To save space and weight, the company also incorporated a "twinpack" for the radar, combining transmit and receive chips in a single module.

The APG-81 comes with a synthetic aperture radar (SAR) terrain mapping function for air-to-surface surveillance and targeting. It is comparable to the terrain mapping radar used in reconnaissance aircraft, unmanned air vehicles, and the E-8C Joint Surveillance Target Attack Radar System (Joint STARS) aircraft.

The radar technology "is on many aircraft," according to Scott Porter, Northrop Electronic Systems' director of business development for Aerospace Systems. "But we're working to provide the F-35 radar with higher resolution for easily recognizable features on the ground and to have the radar look at bigger patches of real estate. We would like to cover three or four times more terrain than [what today's radars] see now."

By activating buttons around the aircraft's 20-by-8-inch panoramic, multifunction display (developed by Rockwell Collins' Kaiser Electronics), the F-35 pilot can select from the radar's many software-driven modes: target identification and tracking, air-to-air, air-to-ground, air-to-sea surface target detection and electronic warfare, as well as SAR ground mapping. It can designate both ground targets and airborne targets simultaneously. Being a pulse Doppler radar, the APG-81 can eliminate background clutter regardless of the target environment.

Another mode is the "inverse SAR" mode used to detect and identify surface vessels at sea. As the name implies, it works opposite the SAR mode, in which the radar software forms a composite picture of a ground target based on the movement of the aircraft. Rather, the inverse SAR mode "forms a composite picture of a ship based on the vessel's motion on the sea," Porter explains.

For air-to-air operations, the APG-81 will support such features as passive search and multitarget, and beyond-visual-range tracking and targeting. It also will support a cued search feature, in which the radar is cued toward another sensor's line of sight. That other sensor can be onboard, offboard or pilot-directed. Because the radar beam can move from point to point in millionths of a second, the F-35 pilot can view a single target as many as 15 times a second.

The APG-81 program is now in the system development and demonstration (SDD) phase, which continues through 2008. In early March Northrop Grumman delivered the first radar to Lockheed Martin for radome integration testing at the prime contractor's Palmdale, Calif., facility. On Aug. 23, the radar was first flown in Northrop Grumman Electronic Systems' specially equipped BAC 1-11. Initial flight testing of the radar began Sept. 8. Engineers will test the radar's software modes during the flight test program.

EOTS

While the AESA radar provides the F-35 pilot with an all-weather, active targeting sensor, the electro-optical targeting system incorporates day/night passive sensors, unable to be detected by enemy warning systems. Providing high-resolution infrared imagery that is software-enhanced through signal processing, EOTS can give the F-35 pilot a closer look at the target area initially detected by the radar. "If you see [with the radar] a ground object of interest, you can pass the coordinates to the EOTS, to zoom in for long-range confirmation," says Porter.

"The two sensors complement each other," adds Mike Skaff, F-35 pilot/vehicle interface lead with Lockheed Martin. "Radar works well in weather, while EOTS is good for targeting, especially air-to-surface targeting, because of its high definition."

EOTS is part of the F-35's electro-optical sensor system (EOSS), developed by Orlando, Fla.-based Lockheed Martin Missiles and Fire Control. Lockheed also serves as lead in the EOTS's development, with support from BAE Systems. EOTS incorporates a targeting laser, TV camera and a third-generation infrared sensor.

What makes the internally mounted EOTS unique is that it is not turret-mounted. And its capabilities are comparable to those of the low altitude navigation and targeting infrared for night (LANTIRN) system but without the aerodynamic drag of a pod. (EOTS technology derives from Lockheed's Sniper targeting pod.) Rather, the EOTS' automatically boresighted sensor is positioned behind a glass-like sapphire housing that blends into the F-35's nose, just under the radar antenna, easily accessible by maintenance personnel.

The EOTS incorporates an air-to-surface FLIR tracker and air-to-air IRST system. It also includes a single aperture design and advanced, third-generation focal plane array, as well as a "spot tracker," capable of tracking a laser beam directed by a remote source.

EOTS has been sent to Lockheed Martin's F-35 mission systems integration lab in Fort Worth for testing in simulated scenarios.



Caro amigo eu não sou defensor da tecnologia americana, mas acho que a nivel de avioes de combate a europa ainda tem muito caminho pela frente. O JSF se tiver o seu preço mais acessivel e a ser adquirido pela FAP vai transformar-se num "namancial" de novas tecnologias que a FAP nunca teve.
Título:
Enviado por: NVF em Julho 11, 2008, 08:55:38 pm
Sinceramente, nao consigo ver aonde e' que o Smoke Trails disse que o F-22 e o F-35 nao levavam instrumentos de designacao internos.  Parece que a malta le as coisas a correr, tira ilacoes precipitadas, e esta' sempre pronta para saltar em cima do proximo.
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 11, 2008, 09:35:40 pm
Caro NVF
Smoke Trails escreveu:
Citar
Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.



Na realidade o F-22 e o F-35 não vão usar pod´s de designação externos, a partir do momento em que se disse que não podiam competir com isto, é afirmar que estas aeronaves são inferiores por não usarem esses pod´s
o que não é correcto.
Não é minha intenção "cair"em cima de ninguem, estamos aqui todos para aprender.  :wink:
Título:
Enviado por: NVF em Julho 12, 2008, 04:34:28 am
Citação de: "Typhonman"
Caro NVF
Smoke Trails escreveu:
Citar
Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.


Na realidade o F-22 e o F-35 não vão usar pod´s de designação externos, a partir do momento em que se disse que não podiam competir com isto, é afirmar que estas aeronaves são inferiores por não usarem esses pod´s
o que não é correcto.
Não é minha intenção "cair"em cima de ninguem, estamos aqui todos para aprender.  :wink:


Amigo Typhonman, quando o ST enumera um exemplo de configuracao de carga externa do Typhoon e, de seguida, faz o comentario em relacao ao F-22 e ao F-35, esta' simplesmente a dizer que os F's nao podem levar tudo aquilo internamente (o que e' verdade).

Em parte alguma ele disse que os F's nao levavam targeting systems internos.  A mensagem dele foi muito simples: para os F's carregarem um load semelhante significa perderem as caracteristicas stealth. O que alias e' sobejamente conhecido.

O meu comentario de 'cair em cima' nao foi particularmente dirigido ao Typhonman, mas mais a uma tendencia que parece estar a generalizar-se neste forum. So' isso.
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 12, 2008, 09:35:50 am
Citação de: "NVF"
Citação de: "Typhonman"
Caro NVF
Smoke Trails escreveu:
Citar
Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.


Na realidade o F-22 e o F-35 não vão usar pod´s de designação externos, a partir do momento em que se disse que não podiam competir com isto, é afirmar que estas aeronaves são inferiores por não usarem esses pod´s
o que não é correcto.
Não é minha intenção "cair"em cima de ninguem, estamos aqui todos para aprender.  :wink:
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 12, 2008, 09:36:37 am
Citação de: "NVF"
Citação de: "Typhonman"
Caro NVF
Smoke Trails escreveu:
Citar
Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.


Na realidade o F-22 e o F-35 não vão usar pod´s de designação externos, a partir do momento em que se disse que não podiam competir com isto, é afirmar que estas aeronaves são inferiores por não usarem esses pod´s
o que não é correcto.
Não é minha intenção "cair"em cima de ninguem, estamos aqui todos para aprender.  :wink:
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Julho 12, 2008, 07:39:48 pm
Este post é para o Typhoonman.

Citação de: "Typhonman"
Caro amigo, não duvido do que o senhor escreveu, mas o facto de dizer que o F-22 e o F-35 não podem levar pods de designacao laser os torma aviões inferiores as "eurocanards" não me pareceu logico.

Os americanos cometem muitos erros, mas, eles não eram tão estupidos ao ponto de gastar o dinheiro que gastaram para no fim os aviões não poderem utilizar LGBs.

Citação de: "Smoke Trails"
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Esta foi uma configuração com a qual o Typhoon aparecia num anuncio na Air Forces Monthly.

Eu sei que o F-35 tém um sistema de detecção e designação de alvos interno senão a tão aclamada furtividade não faria sentido, aliás já o F-117 tinha logo abaixo da carlinga um sistema de visão nocturna interno e na parte inferior um sitema também interno de designação de alvos por laser.

Também sei que o F-22 pode levar depositos de combustivel internos, mas a USAF já fez saber que só os vai utilizar em translado ou em situações de onde não haja nenhum risco.

A presença do pod laser no Typhoon, no anuncio, impõe-se porque também leva duas LGBs. Se em vez das LGBs levasse JDAMs então não prcisaría do pod laser e levaría quatro Meteors.

Uma vez que sabemos que o F-35 tém o sistema "EOTS" e que leva muito combustivel interno, será que consegue levar internamente três (ou quatro) misseis Meteor (ou AMRAAM), duas LGBs (ou duas JDAMs), dois misseis anti-radar Alarm (ou AGM-88) e dois misseis ASRAAM (ou Sidewinder)?


Citação de: "NVF"
Amigo Typhonman, quando o ST enumera um exemplo de configuracao de carga externa do Typhoon e, de seguida, faz o comentario em relacao ao F-22 e ao F-35, esta' simplesmente a dizer que os F's nao podem levar tudo aquilo internamente (o que e' verdade).

Em parte alguma ele disse que os F's nao levavam targeting systems internos.  A mensagem dele foi muito simples: para os F's carregarem um load semelhante significa perderem as caracteristicas stealth. O que alias e' sobejamente conhecido.

Era a isto que eu me refería. Eu nunca falei na ausencia de pods de designação, internos ou externos, no F-22 ou no F-35.
Não sei como é que não entendeu uma coisa que o NVF não teve dificuldade em entender.



Citação de: "Typhonman"
Mas tem de concordar comigo que o F-35 e F-22 possuem tecnologia que nenhum dos seus concorrentes europeus tem, quer ao nivel de avionicos, que ao nivel de integracao de novas solucoes de software e capacidade multi missão, ha capacidades do F-35( que a serem verdadeiras) arrumam a concorrencia.

Nisso estamos de acordo mas não esqueçamos de por muito 'stealth' que um avião seja, as suas emissões de radar ainda podem ser detectadas, o inimigo pode não detectar o F-22 ou o F-35 no seu radar mas o RWR pode dizer-lhe que está a ser iluminado.

Evitar o uso do radar é o que levou os israelitas a desenvolver um sistema de seguimento de terreno por GPS. Se o sistema for seguro entrará em serviço nos F-16I.

Toda essa tecnologia não é surpresa pois enquanto os outros concorrentes já estão em serviço o F-35 só recentemente fez o seu primeiro voo.

Posso citar como exemplo o caso do MBT Leclerc, que foi o ultimo MBT a entrar ao serviço quando comparado com o Leopard II, o Challenger e o Abhrams. Compare-se aquela torre, onde, todos os sistemas estão 'encastrados', com a dos outros concorrentes.

Em qualquer dos projectos referidos registaram-se saltos tecnologicos que os tornam superiores em todos os campos relativamente aos aviões que visam substituir.

Resta saber se toda essa tecnologia, essa interface homem-maquina, essa 'situation awarness' vai estar realmente ao dispor dos oito participantes participantes estrangeiros no programa e dos vinte e dois potencials clientes indicados no mapa no seu post de 08 Jul.

Em 1996 fui a Beja ao 'Tiger Meet', e, estava lá um F-117 rodeado de barreiras de segurança e com guardas armados junto ao avião.
A Força Aerea foi amável, colocando junto ás barreiras uma escada onde podiamos subir, ver, e fotografar, o avião acima das ditas barreiras.

Em 1999 no conflicto do Kosovo, um F-117 foi abatido, e, os sérvios fizeram uma grande alusão ao facto de terem enviado para Moscovo restos do mesmo. Os Estados Unidos desvalorizaram esse facto dizendo que era tecnologia antiga.

Durante o mesmo conflicto, o B-2 fez missões vindo, e regressando, aos Estados Unidos sem fazer escala em bases na europa.

Um B-2 sobrevoou a base de Fairford durante o RIAT escoltado por dois F-15, para evitara aproximação de outros aparelhos.

Pergunto eu, como é que, depois de todas estas precauções, eles vão exportar esta tecnologia para outros paises?


Citação de: "Typhonman"
Caro amigo eu não sou defensor da tecnologia americana, mas acho que a nivel de avioes de combate a europa ainda tem muito caminho pela frente.

A Europa tém muito caminho pela frente mas o facto de desenvolver aviões e poder integrar-lhes as armas e os sistemas que quiser, ou, exportar para outros paises, sem ter que pedir autorização ou os repectivos codigos de avionicos aos Estados Unidos não tem preço.

É essa independencia que a europa quer, não uma concorrencia com os Estados Unidos.

Apesar disso os produtos europeus têm dado provas de eficacia tanto nos conflictos em que participaram como quando actuam conjuntamente com os productos americanos.

Apesar desse longo caminho, o Harrier, o know-how da Yakovlev (para o F-35), o EH-101 para transportar o presidente, os Dauphin e os CASA C-235 para a Guarda Costeira, os Ecuereil utilizados pela Policia, os BK-117 dos serviços de emergencia medica e do exercito (Lakota), os Sherpa e os CASA C-212 que compraram nos anos oitenta para servirem na USAFE no transporte entre bases, diversas viaturas blindadas, todos vieram da Europa.

Até a Airbus venceu o concurso parao futuro avião tanque, ams claro este foi demais para a Boeing que levou o caso para tribunal.


Citação de: "Smoke Trails"
O JSF se tiver o seu preço mais acessivel e a ser adquirido pela FAP vai transformar-se num "manancial" de novas tecnologias que a FAP nunca teve.

A aquisição de qualquer um dos 'eurocanards' já era um salto qualitativo.


Citação de: "Typhonman"
O F-22A "Raptor" em termos "ar-chão" usa JDAM e SDB (Small Diameter Bombs) que são guiadas por GPS não possuindo guiamento laser, como é o caso da série GBU´s, estas sim guiadas a laser necessitando (ou não, o guiamento pode ser feito desde terra) de um sistema de guiamento a partir do vector de lançamento


O F-22 está a substituir os F-117 na base de Holloman por isso acho pouco provável que não venha a receber uma forma de LGBs, a não ser que se fique só pelas JDAM e SDB. Dadas as missões anteriormente atribuidas ao F-117 nem sempre será viavel o guiamento ser feito a partir de terra.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Julho 12, 2008, 09:59:57 pm
mais um possível candidato

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Singapore Interested In F-35

TAIPEI - Singapore is considering buying 100 Lockheed Martin F-35 Lightning II fighters, according to a July 7 Reuters report that quoted U.S. Air Force Major Gen. Charles Davis, F-35 program executive officer.

Singapore is the only Asian country to participate in the F-35 program. It joined the program's System Design and Development Phase as a Security Cooperation Participant (SCP) in 2003

However, the Singapore Ministry of Defense has declined to comment on the issue, and there appears to be no pressing requirement for fifth-generation fighters.

"They are invested in the F-35 program, but haven't made a decision one way or another," said a defense source in Singapore. 100 F-35s also appears to be excessive given Singapore's past fighter requirements and its small budget. "Additionally, those numbers don't seem realistic."

There have been discussions about replacing 35 F-5 Tigers with F-35s within 10 years, but Singapore is at the bottom of a long list of customers that includes the United States, as principal, and eight partner nations that have made financial commitments to the program - Australia, Britain, Canada, Denmark, Italy, the Netherlands, Norway and Turkey.

In February, the Singapore Air Force chief, Maj. Gen. Ng Chee Khern, acknowledged Air Force interest in the F-35.

Singapore is a "security cooperation participant in the [F-35] program," Ng said. "We are being briefed on the capabilities as they are developed. We are keeping a close watch on the program. No procurement decisions are needed as of now, but it's a program that we are following up on very closely."

Singapore's neighbors, Indonesia and Malaysia, have a few fighter squadrons with a mix of U.S. and Russian fighters, including F-5s, F-16s, Su-27s and Su-30s. Neither nation appears to be a threat to Singapore.

In October, Singapore exercised an option to buy 12 more Boeing F-15SG fighters, with delivery scheduled for 2010. Under the original 2005 contract, Singapore bought 12 F-15SGs to replace A-4 Skyhawks. Excluding the new F-15s, Singapore has about 95 fighters: 60 F-16s and 35 F-5s.

Sixteen Singapore Air Force pilots arrived at Seymour Johnson Air Force Base, N.C., in early July for a one-year F-15 flight training program given by the 4th Fighter Wing's 333rd Fighter Squadron. After the program, they will go to Mountain Home Air Force Base, Idaho, to stand up their squadron.

Singapore has had problems with securing airspace to train and has outsourced pilot training to Australia, France and the United States. The decision has also cut costs related to maintaining and operating training aircraft in Singapore.

http://www.defensenews.com/story.php?i= ... =ASI&s=AIR (http://www.defensenews.com/story.php?i=3620542&c=ASI&s=AIR)
Título:
Enviado por: tyr em Julho 12, 2008, 11:19:10 pm
se os aviões americanos do futuro usarem só JDAM, então os americas estão a dar um potencial tiro no pé contra qualquer futuro inimigo que consiga empastelar as frequencias GPS (o que não é nada dificil).
E obviamente os americanos podem ter muitos defeitos, mas burradas dessas não acredito que façam.
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 13, 2008, 12:35:05 am
Citação de: "Smoke Trails"
Este post é para o Typhoonman.

Citação de: "Typhonman"
Caro amigo, não duvido do que o senhor escreveu, mas o facto de dizer que o F-22 e o F-35 não podem levar pods de designacao laser os torma aviões inferiores as "eurocanards" não me pareceu logico.

Os americanos cometem muitos erros, mas, eles não eram tão estupidos ao ponto de gastar o dinheiro que gastaram para no fim os aviões não poderem utilizar LGBs.

Citação de: "Smoke Trails"
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Esta foi uma configuração com a qual o Typhoon aparecia num anuncio na Air Forces Monthly.

Eu sei que o F-35 tém um sistema de detecção e designação de alvos interno senão a tão aclamada furtividade não faria sentido, aliás já o F-117 tinha logo abaixo da carlinga um sistema de visão nocturna interno e na parte inferior um sitema também interno de designação de alvos por laser.

Também sei que o F-22 pode levar depositos de combustivel internos, mas a USAF já fez saber que só os vai utilizar em translado ou em situações de onde não haja nenhum risco.

A presença do pod laser no Typhoon, no anuncio, impõe-se porque também leva duas LGBs. Se em vez das LGBs levasse JDAMs então não prcisaría do pod laser e levaría quatro Meteors.

Uma vez que sabemos que o F-35 tém o sistema "EOTS" e que leva muito combustivel interno, será que consegue levar internamente três (ou quatro) misseis Meteor (ou AMRAAM), duas LGBs (ou duas JDAMs), dois misseis anti-radar Alarm (ou AGM-88) e dois misseis ASRAAM (ou Sidewinder)?


Citação de: "NVF"
Amigo Typhonman, quando o ST enumera um exemplo de configuracao de carga externa do Typhoon e, de seguida, faz o comentario em relacao ao F-22 e ao F-35, esta' simplesmente a dizer que os F's nao podem levar tudo aquilo internamente (o que e' verdade).

Em parte alguma ele disse que os F's nao levavam targeting systems internos.  A mensagem dele foi muito simples: para os F's carregarem um load semelhante significa perderem as caracteristicas stealth. O que alias e' sobejamente conhecido.

Era a isto que eu me refería. Eu nunca falei na ausencia de pods de designação, internos ou externos, no F-22 ou no F-35.
Não sei como é que não entendeu uma coisa que o NVF não teve dificuldade em entender.



Citação de: "Typhonman"
Mas tem de concordar comigo que o F-35 e F-22 possuem tecnologia que nenhum dos seus concorrentes europeus tem, quer ao nivel de avionicos, que ao nivel de integracao de novas solucoes de software e capacidade multi missão, ha capacidades do F-35( que a serem verdadeiras) arrumam a concorrencia.

Nisso estamos de acordo mas não esqueçamos de por muito 'stealth' que um avião seja, as suas emissões de radar ainda podem ser detectadas, o inimigo pode não detectar o F-22 ou o F-35 no seu radar mas o RWR pode dizer-lhe que está a ser iluminado.

Evitar o uso do radar é o que levou os israelitas a desenvolver um sistema de seguimento de terreno por GPS. Se o sistema for seguro entrará em serviço nos F-16I.

Toda essa tecnologia não é surpresa pois enquanto os outros concorrentes já estão em serviço o F-35 só recentemente fez o seu primeiro voo.

Posso citar como exemplo o caso do MBT Leclerc, que foi o ultimo MBT a entrar ao serviço quando comparado com o Leopard II, o Challenger e o Abhrams. Compare-se aquela torre, onde, todos os sistemas estão 'encastrados', com a dos outros concorrentes.

Em qualquer dos projectos referidos registaram-se saltos tecnologicos que os tornam superiores em todos os campos relativamente aos aviões que visam substituir.

Resta saber se toda essa tecnologia, essa interface homem-maquina, essa 'situation awarness' vai estar realmente ao dispor dos oito participantes participantes estrangeiros no programa e dos vinte e dois potencials clientes indicados no mapa no seu post de 08 Jul.

Em 1996 fui a Beja ao 'Tiger Meet', e, estava lá um F-117 rodeado de barreiras de segurança e com guardas armados junto ao avião.
A Força Aerea foi amável, colocando junto ás barreiras uma escada onde podiamos subir, ver, e fotografar, o avião acima das ditas barreiras.

Em 1999 no conflicto do Kosovo, um F-117 foi abatido, e, os sérvios fizeram uma grande alusão ao facto de terem enviado para Moscovo restos do mesmo. Os Estados Unidos desvalorizaram esse facto dizendo que era tecnologia antiga.

Durante o mesmo conflicto, o B-2 fez missões vindo, e regressando, aos Estados Unidos sem fazer escala em bases na europa.

Um B-2 sobrevoou a base de Fairford durante o RIAT escoltado por dois F-15, para evitara aproximação de outros aparelhos.

Pergunto eu, como é que, depois de todas estas precauções, eles vão exportar esta tecnologia para outros paises?


Citação de: "Typhonman"
Caro amigo eu não sou defensor da tecnologia americana, mas acho que a nivel de avioes de combate a europa ainda tem muito caminho pela frente.

A Europa tém muito caminho pela frente mas o facto de desenvolver aviões e poder integrar-lhes as armas e os sistemas que quiser, ou, exportar para outros paises, sem ter que pedir autorização ou os repectivos codigos de avionicos aos Estados Unidos não tem preço.

É essa independencia que a europa quer, não uma concorrencia com os Estados Unidos.

Apesar disso os produtos europeus têm dado provas de eficacia tanto nos conflictos em que participaram como quando actuam conjuntamente com os productos americanos.

Apesar desse longo caminho, o Harrier, o know-how da Yakovlev (para o F-35), o EH-101 para transportar o presidente, os Dauphin e os CASA C-295 para a Guarda Costeira, os Ecuereil utilizados pela Policia, os BK-117 dos serviços de emergencia medica e do exercito (Lakota), os Sherpa e os CASA C-212 que compraram nos anos oitenta para servirem na USAFE no transporte entre bases, diversas viaturas blindadas, todos vieram da Europa.

Até a Airbus venceu o concurso parao futuro avião tanque, ams claro este foi demais para a Boeing que levou o caso para tribunal.


Citação de: "Smoke Trails"
O JSF se tiver o seu preço mais acessivel e a ser adquirido pela FAP vai transformar-se num "manancial" de novas tecnologias que a FAP nunca teve.

A aquisição de qualquer um dos 'eurocanards' já era um salto qualitativo.


Citação de: "Typhonman"
O F-22A "Raptor" em termos "ar-chão" usa JDAM e SDB (Small Diameter Bombs) que são guiadas por GPS não possuindo guiamento laser, como é o caso da série GBU´s, estas sim guiadas a laser necessitando (ou não, o guiamento pode ser feito desde terra) de um sistema de guiamento a partir do vector de lançamento

O F-22 está a substituir os F-117 na base de Holloman por isso acho pouco provável que não venha a receber uma forma de LGBs, a não ser que se fique só pelas JDAM e SDB. Dadas as missões anteriormente atribuidas ao F-117 nem sempre será viavel o guiamento ser feito a partir de terra.


O F-22 não vai receber GBU´s, vai-se ficar por JDAM e SDB, posi como se sabe a sua principal função vai ser a defesa aérea e interdição aérea.
O F-35 vai ser o "work horse" da USAF/USMC/USN. Como você disse não poderá transportar internamente o "payload" do Typhoon, mas em quantos conflitos os aviões de combate foram "fully loaded" ? Aviões assim so nas exposições estáticas. Hoje em dia as missões incidem sobretudo em CAS "Close Air Suport", veja-se o Afeganistão e Iraque, aonde não existe ameaça aérea a não ser por Manpads, por isso o F-35 poderá levar armamento externo, e terá uma grande autonomia para o fazer. Quanto a Situation Awarness de certeza que será bastante superior ao dos aviões de 4º geração como o Rafale, Typhoon etc.

ST escreveu:

Citar
Nisso estamos de acordo mas não esqueçamos de por muito 'stealth' que um avião seja, as suas emissões de radar ainda podem ser detectadas, o inimigo pode não detectar o F-22 ou o F-35 no seu radar mas o RWR pode dizer-lhe que está a ser iluminado.


O radar do inimigo pode dizer ao inimgo que está a ser iluminado pelo F-22/F-35?

Okay, então cabe ao inimigo procura-los, e não deve ser tarefa fácil.
O F-35 pode não usa Meteor (não cabe na "bomb bay") mas com o seu radar AESA e EOTS, ao adquirir o alvo antes que o oponente, poderá lançar um AIM-120C-7 ou o futuro AIM-120X (com alcance semelhante ao Meteor). Talvez num "dog-fight" o F-35 seja inferior, mas este tem maior probabilidade de detectar e abater a aeronave inimiga antes que este se produza.
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 13, 2008, 12:36:10 am
Citação de: "Smoke Trails"
Este post é para o Typhoonman.

Citação de: "Typhonman"
Caro amigo, não duvido do que o senhor escreveu, mas o facto de dizer que o F-22 e o F-35 não podem levar pods de designacao laser os torma aviões inferiores as "eurocanards" não me pareceu logico.

Os americanos cometem muitos erros, mas, eles não eram tão estupidos ao ponto de gastar o dinheiro que gastaram para no fim os aviões não poderem utilizar LGBs.

Citação de: "Smoke Trails"
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Esta foi uma configuração com a qual o Typhoon aparecia num anuncio na Air Forces Monthly.

Eu sei que o F-35 tém um sistema de detecção e designação de alvos interno senão a tão aclamada furtividade não faria sentido, aliás já o F-117 tinha logo abaixo da carlinga um sistema de visão nocturna interno e na parte inferior um sitema também interno de designação de alvos por laser.

Também sei que o F-22 pode levar depositos de combustivel internos, mas a USAF já fez saber que só os vai utilizar em translado ou em situações de onde não haja nenhum risco.

A presença do pod laser no Typhoon, no anuncio, impõe-se porque também leva duas LGBs. Se em vez das LGBs levasse JDAMs então não prcisaría do pod laser e levaría quatro Meteors.

Uma vez que sabemos que o F-35 tém o sistema "EOTS" e que leva muito combustivel interno, será que consegue levar internamente três (ou quatro) misseis Meteor (ou AMRAAM), duas LGBs (ou duas JDAMs), dois misseis anti-radar Alarm (ou AGM-88) e dois misseis ASRAAM (ou Sidewinder)?


Citação de: "NVF"
Amigo Typhonman, quando o ST enumera um exemplo de configuracao de carga externa do Typhoon e, de seguida, faz o comentario em relacao ao F-22 e ao F-35, esta' simplesmente a dizer que os F's nao podem levar tudo aquilo internamente (o que e' verdade).

Em parte alguma ele disse que os F's nao levavam targeting systems internos.  A mensagem dele foi muito simples: para os F's carregarem um load semelhante significa perderem as caracteristicas stealth. O que alias e' sobejamente conhecido.

Era a isto que eu me refería. Eu nunca falei na ausencia de pods de designação, internos ou externos, no F-22 ou no F-35.
Não sei como é que não entendeu uma coisa que o NVF não teve dificuldade em entender.



Citação de: "Typhonman"
Mas tem de concordar comigo que o F-35 e F-22 possuem tecnologia que nenhum dos seus concorrentes europeus tem, quer ao nivel de avionicos, que ao nivel de integracao de novas solucoes de software e capacidade multi missão, ha capacidades do F-35( que a serem verdadeiras) arrumam a concorrencia.

Nisso estamos de acordo mas não esqueçamos de por muito 'stealth' que um avião seja, as suas emissões de radar ainda podem ser detectadas, o inimigo pode não detectar o F-22 ou o F-35 no seu radar mas o RWR pode dizer-lhe que está a ser iluminado.

Evitar o uso do radar é o que levou os israelitas a desenvolver um sistema de seguimento de terreno por GPS. Se o sistema for seguro entrará em serviço nos F-16I.

Toda essa tecnologia não é surpresa pois enquanto os outros concorrentes já estão em serviço o F-35 só recentemente fez o seu primeiro voo.

Posso citar como exemplo o caso do MBT Leclerc, que foi o ultimo MBT a entrar ao serviço quando comparado com o Leopard II, o Challenger e o Abhrams. Compare-se aquela torre, onde, todos os sistemas estão 'encastrados', com a dos outros concorrentes.

Em qualquer dos projectos referidos registaram-se saltos tecnologicos que os tornam superiores em todos os campos relativamente aos aviões que visam substituir.

Resta saber se toda essa tecnologia, essa interface homem-maquina, essa 'situation awarness' vai estar realmente ao dispor dos oito participantes participantes estrangeiros no programa e dos vinte e dois potencials clientes indicados no mapa no seu post de 08 Jul.

Em 1996 fui a Beja ao 'Tiger Meet', e, estava lá um F-117 rodeado de barreiras de segurança e com guardas armados junto ao avião.
A Força Aerea foi amável, colocando junto ás barreiras uma escada onde podiamos subir, ver, e fotografar, o avião acima das ditas barreiras.

Em 1999 no conflicto do Kosovo, um F-117 foi abatido, e, os sérvios fizeram uma grande alusão ao facto de terem enviado para Moscovo restos do mesmo. Os Estados Unidos desvalorizaram esse facto dizendo que era tecnologia antiga.

Durante o mesmo conflicto, o B-2 fez missões vindo, e regressando, aos Estados Unidos sem fazer escala em bases na europa.

Um B-2 sobrevoou a base de Fairford durante o RIAT escoltado por dois F-15, para evitara aproximação de outros aparelhos.

Pergunto eu, como é que, depois de todas estas precauções, eles vão exportar esta tecnologia para outros paises?


Citação de: "Typhonman"
Caro amigo eu não sou defensor da tecnologia americana, mas acho que a nivel de avioes de combate a europa ainda tem muito caminho pela frente.

A Europa tém muito caminho pela frente mas o facto de desenvolver aviões e poder integrar-lhes as armas e os sistemas que quiser, ou, exportar para outros paises, sem ter que pedir autorização ou os repectivos codigos de avionicos aos Estados Unidos não tem preço.

É essa independencia que a europa quer, não uma concorrencia com os Estados Unidos.

Apesar disso os produtos europeus têm dado provas de eficacia tanto nos conflictos em que participaram como quando actuam conjuntamente com os productos americanos.

Apesar desse longo caminho, o Harrier, o know-how da Yakovlev (para o F-35), o EH-101 para transportar o presidente, os Dauphin e os CASA C-295 para a Guarda Costeira, os Ecuereil utilizados pela Policia, os BK-117 dos serviços de emergencia medica e do exercito (Lakota), os Sherpa e os CASA C-212 que compraram nos anos oitenta para servirem na USAFE no transporte entre bases, diversas viaturas blindadas, todos vieram da Europa.

Até a Airbus venceu o concurso parao futuro avião tanque, ams claro este foi demais para a Boeing que levou o caso para tribunal.


Citação de: "Smoke Trails"
O JSF se tiver o seu preço mais acessivel e a ser adquirido pela FAP vai transformar-se num "manancial" de novas tecnologias que a FAP nunca teve.

A aquisição de qualquer um dos 'eurocanards' já era um salto qualitativo.


Citação de: "Typhonman"
O F-22A "Raptor" em termos "ar-chão" usa JDAM e SDB (Small Diameter Bombs) que são guiadas por GPS não possuindo guiamento laser, como é o caso da série GBU´s, estas sim guiadas a laser necessitando (ou não, o guiamento pode ser feito desde terra) de um sistema de guiamento a partir do vector de lançamento

O F-22 está a substituir os F-117 na base de Holloman por isso acho pouco provável que não venha a receber uma forma de LGBs, a não ser que se fique só pelas JDAM e SDB. Dadas as missões anteriormente atribuidas ao F-117 nem sempre será viavel o guiamento ser feito a partir de terra.
Título:
Enviado por: CarlosMC em Julho 13, 2008, 01:00:34 am
Uma questão: em relação a sonhos "altos" como o do f35 e afins, não seria bem mais sensato deixarmos de remoer o "passado" e "passarmos à frente"?

Passo a explicar: não seria melhor ideia aproveitar agora (uma vez que ontem já é impossível) e desenvolver os conhecimentos e capacidades que já temos e começarmos a investir em tecnologias de controlo remoto, seguindo a onda internacional?
É que se em aeronáutica "convencional" não teremos nem capacidade de desenvolvimento nem produtiva, pelo menos neste campo mais recente, e em relação ao mercado internacional, se não perdessemos (ainda mais) tempo, talvez ainda lá conseguissemos chegar...
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 13, 2008, 01:09:58 am
Citação de: "CarlosMC"
Uma questão: em relação a sonhos "altos" como o do f35 e afins, não seria bem mais sensato deixarmos de remoer o "passado" e "passarmos à frente"?

Passo a explicar: não seria melhor ideia aproveitar agora (uma vez que ontem já é impossível) e desenvolver os conhecimentos e capacidades que já temos e começarmos a investir em tecnologias de controlo remoto, seguindo a onda internacional?
É que se em aeronáutica "convencional" não teremos nem capacidade de desenvolvimento nem produtiva, pelo menos neste campo mais recente, e em relação ao mercado internacional, se não perdessemos (ainda mais) tempo, talvez ainda lá conseguissemos chegar...


Caro Carlos, falta muito $$$$ e "Know-how".
Título:
Enviado por: CarlosMC em Julho 13, 2008, 01:16:41 am
Citação de: "Typhonman"
Citação de: "CarlosMC"
Uma questão: em relação a sonhos "altos" como o do f35 e afins, não seria bem mais sensato deixarmos de remoer o "passado" e "passarmos à frente"?

Passo a explicar: não seria melhor ideia aproveitar agora (uma vez que ontem já é impossível) e desenvolver os conhecimentos e capacidades que já temos e começarmos a investir em tecnologias de controlo remoto, seguindo a onda internacional?
É que se em aeronáutica "convencional" não teremos nem capacidade de desenvolvimento nem produtiva, pelo menos neste campo mais recente, e em relação ao mercado internacional, se não perdessemos (ainda mais) tempo, talvez ainda lá conseguissemos chegar...

Caro Carlos, falta muito $$$$ e "Know-how".


Tem tanta certeza disso? É que entre os vários níveis de sistemas há sempre a possibilidade de começar por algum lado e conseguir trepar a partir daí (através de parcerias, inclusivé).
Quanto à falta de "know-how", se calhar o que falta mesmo é "conhecimento" desse "know-how"... (da existência, digo)
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 13, 2008, 03:02:35 am
Citação de: "CarlosMC"
Citação de: "Typhonman"
Citação de: "CarlosMC"
Uma questão: em relação a sonhos "altos" como o do f35 e afins, não seria bem mais sensato deixarmos de remoer o "passado" e "passarmos à frente"?

Passo a explicar: não seria melhor ideia aproveitar agora (uma vez que ontem já é impossível) e desenvolver os conhecimentos e capacidades que já temos e começarmos a investir em tecnologias de controlo remoto, seguindo a onda internacional?
É que se em aeronáutica "convencional" não teremos nem capacidade de desenvolvimento nem produtiva, pelo menos neste campo mais recente, e em relação ao mercado internacional, se não perdessemos (ainda mais) tempo, talvez ainda lá conseguissemos chegar...

Caro Carlos, falta muito $$$$ e "Know-how".

Tem tanta certeza disso? É que entre os vários níveis de sistemas há sempre a possibilidade de começar por algum lado e conseguir trepar a partir daí (através de parcerias, inclusivé).
Quanto à falta de "know-how", se calhar o que falta mesmo é "conhecimento" desse "know-how"... (da existência, digo)


Ha projectos europeus cooperativos a nivel de UCAV´s e UAV´s aonde participam o Reino Unido, França,Espanha Suécia etc...
Portugal nunca entrou em nenhum deles, exsite sim desenvolvimento a nivel nacional de UAV´s, vide Antex-M.
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Julho 14, 2008, 07:07:27 pm
Meu amigo, vamos por os pontos nos is.
Ou não presta atenção ao que escrevo, ou está a gozar comigo.

Citação de: "Typhonman"
O F-35 vai ser o "work horse" da USAF/USMC/USN. Como você disse não poderá transportar internamente o "payload" do Typhoon, mas em quantos conflitos os aviões de combate foram "fully loaded"?

Em quase todos.

Tomemos como exemplo o F-16CJ, com dois depositos externos, um pod de ECM no suporte ventral, dois HARMs, dois Sidewinders e dois AMRAAM.

Tomemos como exemplo o F-16CG, com dois depositos externos, um pod de ECM no suporte ventral, duas ou quatro LGBs, ou, duas JDAMs, dois Sidewinders e dois AMRAAM.

Tomemos como exemplo o Jaguar inglês na Op. Desert Storm, com dois Sidewinders nos suportes sobre-alares, um deposito de combustivel no suporte ventral, dois pods de foguetes nos suportes internos sob-alares, ou quatro bombas de 1,000lbs, e um pod de ECM num dos suportes externo sub-alar e um pod de chaff no suporte oposto.

Tomemos como exemplo o Jaguar françês na Op. Desert Storm (Op. Daguet), com um deposito de combustivel no suporte ventral, quatro bombas nos suportes sub-alares internos e um Magic 2 num dos suportes sub-alares externos e um pod de ECM, ou, um pod de flares no suporte oposto.

Posso continuar, mas já me parecem exemplos suficientes de aviões de combate "fully loaded".


Citação de: "Typhonman"
Quanto a Situation Awarness de certeza que será bastante superior ao dos aviões de 4º geração como o Rafale, Typhoon etc.

Um claro exemplo de falta de atenção.
Não duvido, só questionei se ela iría estar disponivel nos modelos exportados.


Citação de: "Typhonman"
O radar do inimigo pode dizer ao inimgo que está a ser iluminado pelo F-22/F-35?

Outro exemplo de falta de atenção.
O Radar Warning Receiver pode detectar as emissões, e já aconteceu, mas o meu amigo não acredita.


Citação de: "Smoke Trails"
Nos Estados Unidos um Typhoon em testes foi detectado, a longa distancia, por um F-22; o piloto inglês não conseguiu detectar o F-22 no radar mas o RWR detectou as emissões de radar do F-22, o piloto quebrou a aquisição de radar do F-22; ao chegarem a curta distancia o Typhoon derrotou o F-22. Os americanos ficaram chocados e os combates previstos para o dia seguinte foram cancelados.

É a esta situação a que me refiro.


Citação de: "Typhonman"
O F-35 pode não usa Meteor (não cabe na "bomb bay") mas com o seu radar AESA e EOTS, ao adquirir o alvo antes que o oponente, poderá lançar um AIM-120C-7 ou o futuro AIM-120X (com alcance semelhante ao Meteor).

Por acaso o Reino Unido pediu a integração do Meteor.


Citação de: "Typhonman"
Talvez num "dog-fight" o F-35 seja inferior, mas este tem maior probabilidade de detectar e abater a aeronave inimiga antes que este se produza.


Pois pode. Ou então pode acontecer o que aconteceu entre o F-22 e o Typhoon na situação atrás referida.
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 14, 2008, 10:42:23 pm
É claro que o RWR detecta se está a ser iluminado pelo radar de tiro de um outro caça ou lança-misseis terrestre, isso não tem nada a ver com o avião ser furtivo ou não, de certo muitos foristas que já viram o Top Gun se lembram das cenas de combate de caças em que se começava a ouvir os "pi pi pi pi" de um caça a tentar marcar o outro no radar e do "piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii" de quando o alvo ficava marcado.

É claro que o piloto do Eurofigher também começa a ouvir o "pi pi pi" se tiver um F-35 ou F-22 ou F-16 atrás dele pois isso não tem nada a ver com o facto do avião ser furtivo ou não, mas sim com o seu computador de aquisição de alvos.

Agora eu pergunto é outra coisa:

- Será que se um Eurofigher se puser atrás de um F-22 ou F-35, o computador do Eurofighter consegue marcar o F-22 ou F-35 visto estes serem furtivos?

É claro que pode sempre usar o canhão :lol: ,
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Julho 15, 2008, 07:00:15 pm
Citação de: "Typhonman"
Aqui ninguem está a gozar consigo, secalhar quem tem problemas de se expressar é você.

Desculpe, mas, no meu (por si considerado) polémico post, tal como o NVF referiu, eu não disse que o F-22 e o F-35 nao levavam instrumentos de designacao internos.

Basta ler com mais atenção os meus posts seguintes e verificará que deturpou aquilo que eu disse.


Citação de: "Typhonman"
Quanto ao "situation awarness" não me parece que os parceiros que integram o programa JSF e estão a contribuir com $$$ vão aceitar um avião "menos conseguido".

Não seria a primeira vez que os Estados Unidos não exportavam algum equipamento.
Veja por exemplo as pontas das caudas dos F-15A-D americanos e as pontas das caudas dos F-15A-D exporatdos e notará a diferença.

Quando o F-16ADF entrou em serviço, ele tinha o AIFF AN/APG-109.
A Noruega pediu esse sistem e foi-lhe recusado.


Citação de: "Lightning"
- Será que se um Eurofigher se puser atrás de um F-22 ou F-35, o computador do Eurofighter consegue marcar o F-22 ou F-35 visto estes serem furtivos?


O Eurofighter tém um sensor infravermelho.

Eu admito que gosto dos eurocanards, e, acho que o facto de poderem levar mais opções de armamento compensa a sua maior assinatura radar.

É claro que qualquer um deles poderá ser eventualmente abatido, quer em exercicios, quer em acção, por defesas anti-aéreas ou mesmo em combate aereo.

Não existe nenhum sistema de armas invencivel, quer seja em terra, mar ou ar.

Por isso vamos deixar as conjecturas e vamos aguardar que entrem em serviço e se enfrentem. Aí sim vamos tirar todas as duvidas.
Por enquanto, só no Reino Unido e em Italia o F-35 vai actuar com um dos eurocanards, por coincidencia o Typhoon, e, vamos ver o que dizem os pilotos.
Título:
Enviado por: Sintra em Julho 16, 2008, 12:00:52 am
Citação de: "Lightning"
É claro que o RWR detecta se está a ser iluminado pelo radar de tiro de um outro caça ou lança-misseis terrestre, isso não tem nada a ver com o avião ser furtivo ou não, de certo muitos foristas que já viram o Top Gun se lembram das cenas de combate de caças em que se começava a ouvir os "pi pi pi pi" de um caça a tentar marcar o outro no radar e do "piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii" de quando o alvo ficava marcado.

É claro que o piloto do Eurofigher também começa a ouvir o "pi pi pi" se tiver um F-35 ou F-22 ou F-16 atrás dele pois isso não tem nada a ver com o facto do avião ser furtivo ou não, mas sim com o seu computador de aquisição de alvos.

Agora eu pergunto é outra coisa:

- Será que se um Eurofigher se puser atrás de um F-22 ou F-35, o computador do Eurofighter consegue marcar o F-22 ou F-35 visto estes serem furtivos?

É claro que pode sempre usar o canhão :lol: ,


 O Top Gun já foi à vinte anos, desde ai a tecnologia evoluiu muitissimo...
 Hoje em dia um piloto de um "Tiffie" não vai ouvir um "piiiii", mas uma voz feminina ("Nagging Nora") a avisar que o avião recebeu um "Lock", mas o mais importante é que no monitor à sua frente vai aparecer um cone com a direcção precisa do "lock", o DASS consegue uma precisão inferior a um grau a uma distância de 100 km´s, se existirem dois ou três Typhoon´s na área o ponto de emissão vai ser automaticamente  localizado com precisão métrica através de triangulação. Portanto seja um F-8 Crusader ou um F-22, a utilização do radar tem de ser feita com conta, peso e medida, sob pena de ser localizado (e sim, eu tenho consciência do que é a signa "LPI" significa).
 Se a ideia do "puser atrás" é WVR, o ECR CAPTOR consegue fazer Locks a coisas com um RCS verdadeiramente minúsculo.
 
 Apenas mais um comentário, existe uma ENORME tendência para comparar os actuais Eurocanards  que estão ao serviço nos esquadrões AGORA com um aparelho que só vai atingir o IOC na Inglaterra e Itália DENTRO DE UMA DÉCADA, e em que a grande maioria das capacidades "exóticas" que costumam ser apregoadas pelo seu fabricante só vão estar disponiveis pós 2020, esse aparelho é o F-35A.  
 Agora comparem os sistemas propostos pela Industria para esses aviões Europeus de 2018 com o que é planeado pela "JSF Team" e se calhar a suposta "superioridade" dos aviônicos do Lightning II não só não existe, como em certos casos a inferioridade chega a ser clara (suite de networking do Gripen NG pós 2016, Radar AESA do Tiffie com uma antena maior em relação ao AN/APG-81 e móvel num arco de 120º, etc). A suposta vantagem que o F-35 gozaria em "Situational Awareness" não é, de forma alguma, um dado adquirido.


 O F-35A tem um RCS muito menor que os Eurocanards e uma muito maior "Fuel Fraction" o que lhe dá um alcance francamente superior, também tem capacidades dinâmicas inferiores (especialmente se comparado com o Tiffie), agora estamos a vários anos de podermos saber qual dos aparelhos terá uma mais completa/avançada suite de aviônicos e qual efectivamente terá uma maior capacidade de sobrevivência num meio aéreo contestado. Sim, porque a vantagem em termos de RCS do "Lightning II" pode ter ido para o "caixote do lixo" dentro de uma década. Apenas como exemplo, a empresa lider do esforço Britânico (que vale umas centenas de milhões de libras/ano) que trabalha em detecção "LO" e que o faz numa série de programas (SAMPSON, Radares Bi estáticos, CAAM, MBDA Meteor, Typhoon, etc)  é nem mais nem menos o unico parceiro "Tier 1" da "JSF Team", a BAE, que é ao mesmo tempo a empresa lider do Consórcio EUROFIGHTER GMBH...
 Em 2017/2018 os primeiros pilotos de F-35B da RN não vão achar facil lidar com os seus colegas da RAF a voarem em Typhoon´s Block 25, e vice versa.
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 16, 2008, 03:24:13 pm
Caros amigos o conceito de furtividade não é só desaparecer dos radares .Ser furtivo é  apresentar o mínimo de detecção possível e por todos os meios seja por radar, por infravermelhos etc.
O F-35 tem uma RCS baixa, foi projectado para ter o minimo de assinatura de radar e de IR(infravermelhos) e ser dificil de detectar pelo IRST de um SU-35 ou Typhoon. Muito por causa do motor do JSF, o F-135 possuir um sistema de super arrefecimento  o qual possibilita uma maior eficiência na refrigeração dos componentes internos, permitindo que o motor trabalhe com temperaturas de combustão mais elevadas sem aumentar a assinatura IR.

Quanto a situation awarness, muito importante nos dias de hoje, lembro que o F-35/JSF possuirá um HDD (Head Down Display) "touch screen", permitindo ao piloto ter um completo controlo da situação, tendo acesso facilitado a todos os sistemas do avião, guerra electrónica, sistema de combate, radar AESA etc.
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 16, 2008, 04:33:45 pm
Citação de: "Sintra"
Apenas mais um comentário, existe uma ENORME tendência para comparar os actuais Eurocanards  que estão ao serviço nos esquadrões AGORA com um aparelho que só vai atingir o IOC na Inglaterra e Itália DENTRO DE UMA DÉCADA, e em que a grande maioria das capacidades "exóticas" que costumam ser apregoadas pelo seu fabricante só vão estar disponiveis pós 2020, esse aparelho é o F-35A.


Pois isso também importa, é que enquanto o Eurofighter, o Rafale e o Gripen são já se encontram em unidades operacionais, 146 Eurofighters, 58 Rafales e 199 Gripens, o F-35 ainda não existem nenhum, destes existem 13 aeronaves para testes.

Espero que o F-35 venha a ser um optimo caça operacional, e que seja um digno sucessor do F-16, Harrier e todos os outros aviões que venha a substituir, mas ainda não é.

PS: Os numeros são do wikipédia por isso podem não ser muito actuais :lol: .
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Julho 16, 2008, 07:09:01 pm
Citação de: "Sintra"
Apenas mais um comentário, existe uma ENORME tendência para comparar os actuais Eurocanards  que estão ao serviço nos esquadrões AGORA com um aparelho que só vai atingir o IOC na Inglaterra e Itália DENTRO DE UMA DÉCADA, e em que a grande maioria das capacidades "exóticas" que costumam ser apregoadas pelo seu fabricante só vão estar disponiveis pós 2020, esse aparelho é o F-35A.

Essa tendência existe porque o F-22, o F-35 e os Eurocanards visam substituir os aparelhos actualmente em serviço.

O F-22 foi concebido ainda na guerra fria, quando havia mais dinheiro e a substituição dos F-15A-D começava a ser uma prioridade.

Nos anos 90 com o fim da guerra fria, e, a redução de forças que se lhe seguiu, e o consequente corte no investimento em armamento o JSF foi ficando para trás.


Citação de: "Typhonman"
Quanto a situation awarness, muito importante nos dias de hoje, lembro que o F-35/JSF possuirá um HDD (Head Down Display) "touch screen", permitindo ao piloto ter um completo controlo da situação, tendo acesso facilitado a todos os sistemas do avião, guerra electrónica, sistema de combate, radar AESA etc.


Todos eles têm no minimo três ou quatro MFDs, e o facto de não serem "touch screens" não lhes diminui o controlo e o acesso aos sistemas.

A realidade é esta. A tecnologia no F-22, e, nos Eurocanards está operacional, enquanto que a do F-35 só existe no papel, pois ainda não foi integrada na plataforma para a qual foi concebida.

Os americanos gostam de apregoar a superioridade das suas armas.

O AH-64 era muito bom mas vários foram abatidos no Iraque.
O sistema AEGIS era muito sofisticado mas detectou um Airbus A310 a subir e disse que era um F-14 a descer.
O M1 Abhrams éra o melhor MBT do mundo, mas vários já foram destruidos no Iraque por RPGs. No entanto desvalorizam o Challenger inglês, e, houve pelo menos dois carros desses que sofreram multiplos impactos de RPGs sem que a sua blindagem fosse comprometida.
Se há um sistema de armas que faz jús ás suas capacidades é o A-10 Thunderbolt II. Vários foram bastante danificados e trouxeram os seus pilotos de volta sãos e salvos.
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 17, 2008, 01:30:19 am
Citar
Os americanos gostam de apregoar a superioridade das suas armas.

O AH-64 era muito bom mas vários foram abatidos no Iraque.
O sistema AEGIS era muito sofisticado mas detectou um Airbus A310 a subir e disse que era um F-14 a descer.
O M1 Abhrams éra o melhor MBT do mundo, mas vários já foram destruidos no Iraque por RPGs. No entanto desvalorizam o Challenger inglês, e, houve pelo menos dois carros desses que sofreram multiplos impactos de RPGs sem que a sua blindagem fosse comprometida.
Se há um sistema de armas que faz jús ás suas capacidades é o A-10 Thunderbolt II. Vários foram bastante danificados e trouxeram os seus pilotos de volta sãos e salvos.
 
 


Os AH-64D foram abatidos porque? Não me diga que acredita que foram os guerrilheiros com AK-47... Nessa operação, o principal erro foi o mau planeamento da missão, mandaram os helicopeteros para a frente das linhas inimigas e ainda por cima com uma enorme tempestade de areia e houve alguns Apaches que aterraram de emergência, não foram abatidos.
Até porque depois um deles (aquele que o guerrilheiro afirmou ter abatido)  :lol: foi destruido por um avião, com o lançamento de uma JDAM ou GBU.

Quanto ao sistema AEGIS, como sabe nem todos os sistemas são perfeitos, você propio o disse num post anterior. Já agora aonde viu isso?

Quanto ao M-1, não concordo que seja o melhor MBT do mundo, é o LEOPARD2-A6.

Relativamente ao A-10C estamos em pleno acordo.


Quanto a questão do F-35 estar no papel,é certo que sim, mas no devido tempo estpu certo que vai mostrar as suas capacidades.
Título:
Enviado por: tyr em Julho 17, 2008, 11:51:52 am
A minha experiencia com material americano é que no papel é 10 vezes melhor que na realidade (tirando algumas exepções).
o JSF ainda pode vir a ter o mesmo destino do "Sergeant York" ou do "MBT 70", ou ser cancelado para reverter o dinheiro para outras prioridades (que entretanto apareçam), como aconteceu ao "AH66 Comanche".
e relativamente a superioridade do material, isso é engraçado, por exemplo com o dinheiro de um F22 compras dois Typhoon, se um f22 tem vantagem no BVR contra um typhoon, no dogfight ja esta em desvantagem, mas como por cada f22 compras dois Typhoon, ele nunca tem hipotesse em ninhum dos cenarios a não ser passando escondido e evitando qualquer confronto.
Título: F35
Enviado por: Rui Conceicao em Julho 17, 2008, 12:45:05 pm
Sendo assim existe muita gente que pensa que o F35 não vai para a frente.
O F16, F18, e Harrier estão a ficar velhos, e com desgaste.
Os Americanos vão substitui-los por que avião?
Isto foi para fazer ver certos  foristas que tem que cair na realidade.
Para alem que vai trazer muitos postos de trabalho na América.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Julho 17, 2008, 12:52:12 pm
Opinião pessoal, o F35 tem todos os requisitos para avançar, além de ser o natural substituto do f16 e f18, faz o thyphoon, rafale e griphen não fazer que é Vstol e isso é uma vantagem muito grande num campo de batalha. Pelo que pude ler, o f35 tem boas capacidades em voo.
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Julho 17, 2008, 01:02:45 pm
É o meu inimigo de estimação neste forum.


Citação de: "Typhonman"
Não acredito que o RWR tenha detectado as emissões? Acredito sim, mas ha sistemas para fazer "jamming" a esses mesmos sistemas RWR.

O RWR pode ser empastelado?
É um sistema passivo que se limita a comparar as emissões que recebe, com uma livraria, indicando ao piloto de onde provém a ameaça e de que tipo se trata.
O empastelamento não serão apenas mais emissões para ele identificar?


Citação de: "Typhonman"
Os AH-64D foram abatidos porque? Não me diga que acredita que foram os guerrilheiros com AK-47... Nessa operação, o principal erro foi o mau planeamento da missão, mandaram os helicopeteros para a frente das linhas inimigas e ainda por cima com uma enorme tempestade de areia e houve alguns Apaches que aterraram de emergência, não foram abatidos.
Até porque depois um deles (aquele que o guerrilheiro afirmou ter abatido)  :lol: foi destruido por um avião, com o lançamento de uma JDAM ou GBU.

Foram abatidos Apaches em diversas situações.

Mau planeamento e erro humano; infelizmente, pareçe que os americanos querem fazer disso imagem de marca.


Citação de: "Typhonman"
Quanto ao sistema AEGIS, como sabe nem todos os sistemas são perfeitos, você proprio o disse num post anterior. Já agora aonde viu isso?

Aonde vi o quê? O facto de o Airbus ter sido abatido por um navio americano, ou, o facto de ele ter sido confundido com um F-14?

A explicação oficial da marinha para o incidente com o Airbus iraniano no Golfo Pérsico, durante a guerra Irão/Iraque foi de que o sistema tinha detectado um F-14 a descer em direcção ao navio.

Por acaso eu vi á uns anos atrás um documentário feito por uma equipa de televisão que estava a bordo do navio na altura do incidente. O navio desviou-se da sua rota para atacar uns boghammers que até se encontravam a alguma distancia. Depois detectaram o Airbus, e, após a identificação tentaram disparar dois misseis; digo tentaram porque não foi logo á primeira, ao ponto de que quando os misseis forma disparados o alvo se encontrava muito próximo do alcance minimo.

Após o impacto, viu-se a tripulação a comemorar como se o país deles tivesse marcado um golo no europeu ou no mundial.

Quando chegaram ao local da queda viram destroços e corpos de adultos e de crianças.

No regresso o comandante do navio foi condecorado.

Se tivesse sido um avião comercial americano a ser abatido por um navio iraniano o que acontecería?

O que é curioso é que um ou dois anos mais tarde voltei a ver o mesmo documentario e houve partes cortadas, nomeadamente as várias tentativas para disparar os misseis.

Talvez alguem neste, ou noutro, forum possa confirmar ou explicar melhor este incidente.

Realmente, nem todos os sistemas são perfeitos, mas do seu ponto de vista o F-35, que só recentemente voou, é.


Citação de: "Typhonman"
Quanto ao M-1, não concordo que seja o melhor MBT do mundo, é o LEOPARD2-A6.

Também tenho a mesma opinião, mas não é isso que os americanos dizem.


Citação de: "Typhonman"
Relativamente ao A-10C estamos em pleno acordo.

Eu digo relativamente ao A-10 porque a sua modernização apenas o tornou melhor.


Citação de: "Smoke Trails"
Os americanos gostam de apregoar a superioridade das suas armas.

Basta ver qualquer documentário realizado por americanos ou ouvir um americano a falar sobre o sistema de armas com que lida ou alguem de qualquer empresa ligada á produção de equipamento militar.
Não me diga que vemos documentários e lemos livros e artigos diferentes?

Quero salientar que mesmo entre os americanos há aqueles que reconhecem os meritos e os defeitos dos sistemas independemente da sua origem.

Aquilo que nós pensamos pouco lhes interessa.


Citação de: "Typhonman"
Quanto a questão do F-35 estar no papel,é certo que sim, mas no devido tempo estou certo que vai mostrar as suas capacidades.

É bom que sim pois tem sido um autentico aspirador de fundos, quer americanos, quer europeus.

Quanto á questão da transferencia de tecnologia, quero recordar-lhe que á cerca de um ano ou um ano e meio, o Reino Unido ponderou abandonar o projecto e começou a reconsiderar o Rafale ou mesmo uma variante naval do Typhoon. Se eles fizeram isto ao seu aliado de mais confiança na NATO, o que farão aos outros membros menos conceituados da aliança ou mesmo aos outros membros que nem á NATO pertencem?

Quando o Reino Unido pediu a integração do Meteor os americanos começaram a por entraves e sugeriram o AMRAAM.

Mesmo nos Estados Unidos o F-35 não reune consenso. O General Mosley, entretanto dispensado por falar demais (dizendo as verdades incomodas), referiu-se ao F-35 como a 10ª Prioridade, e, disse que já era um programa demasiado grande para ser parado.

Referiu como prioridades a modernização dos F-15E para apoiarem o F-22, o novo avião tanque, o futuro avião de apoio para substituir o A-10 novos helicopteros de CSAR, e disse que gostaría de ter 380 F-22s.


Admiro a sua profunda admiração e o seu enorme deslumbramento pelo F-35.

O meu amigo vive e respira F-35 por todos os poros, mas nos seus posts parece insinuar que a tecnologia presente no JSF vai funcionar contra os seus adversários e que a tecnologia dos seus adversários vai ser ineficaz contra o JSF. No entanto, como diz o Sintra, a tecnologia dos Eurocanards poderá não ser a actual.

Eu, ao menos já admiti que o Typhoon pode ser derrotado em combate aéreo, tanto em exercicios como em situações reais.

Tem que compreender que nem todos temos os mesmos gostos e as mesmas opiniões, logo isso não lhe dá o direito de ser criticar tudo o que alguem escreva sobre o que quer que seja só porque no passado já disse alguma coisa contra o seu F-35.


Citação de: "Typhonman"
Quanto a Situation Awarness de certeza que será bastante superior ao dos aviões de 4º geração como o Rafale, Typhoon etc.

Citação de: "Typhonman"
O radar do inimigo pode dizer ao inimgo que está a ser iluminado pelo F-22/F-35?

Okay, então cabe ao inimigo procura-los, e não deve ser tarefa fácil.

Citação de: "Typhonman"
Aqui ninguem está a gozar consigo, se calhar quem tem problemas de se expressar é você.

Citação de: "Typhonman"
Quanto ao sistema AEGIS, como sabe nem todos os sistemas são perfeitos, você proprio o disse num post anterior. Já agora aonde viu isso?


Perante afirmações destas é que me pergunto se estamos a falar a serio ou não.
Quanto a problemas de expressão, estou descansado, pois o Sintra e o NVF entenderam o que eu quis dizer.
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Julho 17, 2008, 05:56:24 pm
Citação de: "Lightning"
É claro que pode sempre usar o canhão :lol: ,


O canhão é, e vai continuar, a ser uma arma importante.
Podem contar-se os conflitos nos quais foram utilizados misseis ar-ar e não se registaram victórias ar-ar com canhões.
Título:
Enviado por: tyr em Julho 17, 2008, 09:34:36 pm
O F35 ja esta num estagio de desenvolvimento que é muito dificil ser cancelado, mas não é impossivel (pois todos os que eu referi na altura eram conciderados prioritarios, mas alterações no panorama internacional ou aumento galopante de custos cancelaram esses projectos), mas saliento que duvido muito que este projecto seja cancelado, pois os americas estão a meter todos os ovos neste cesto e se este não for para avante vão ficar com um parque de aeronaves envelhecido.

e agora é que li, como é que se empastela um sistema que sómente detecta (estou a falar do RWR)? mandando outro sinal para ser mais facilmente referenciado??

para o nelson38899, o vtol dos f35 sera só nas versões desenvolvidas para os marines e para os ingleses (pois apresenta varias desvantagens a nivel de desempenho da missão, que são menor alcance e menor capacidade de carga).
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 18, 2008, 02:07:51 am
Citar
É o meu inimigo de estimação neste forum.

Com esta afirmação conseguiu que perdesse o respeito que tinha por si, apesar das nossas opiniões divergentes. Continuando...

Citar
Foram abatidos Apaches em diversas situações.

Mau planeamento e erro humano; infelizmente, pareçe que os americanos querem fazer disso imagem de marca.

Quem o ouvisse falar ficava com a sensação que foi "one shot one kill"... :lol:  :lol:
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 18, 2008, 11:42:06 am
Citação de: "tyr"
para o nelson38899, o vtol dos f35 sera só nas versões desenvolvidas para os marines e para os ingleses.

E também a Itália.

Citar
Italy plans to acquire a total of 131 F-35s. Of these, 109 will be F-35As for the Italian Air Force. The F-35A CTOL (Conventional Take Off and Landing) aircraft will replace AMXs and Panavia Tornados. The remaining 22 are to be F-35Bs for the Italian Navy for operation on the aircraft carrier Cavour.
Título:
Enviado por: tyr em Julho 18, 2008, 11:48:09 am
por acaso não sabia que os itas ja estavam dentro do loop para substituir os harriers, num futuro não muito longicuo, os restantes utilizadores de harrier possivelmente tampem se juntarão a compra (pois não existem alternativas)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 18, 2008, 12:57:03 pm
E a Marinha Espanhol.
Título:
Enviado por: typhonman em Julho 18, 2008, 05:03:20 pm
Citação de: "tyr"
por acaso não sabia que os itas ja estavam dentro do loop para substituir os harriers, num futuro não muito longicuo, os restantes utilizadores de harrier possivelmente tampem se juntarão a compra (pois não existem alternativas)


Isto é outro argumento forte para aqueles que o programa JSF devia acabar.
Temos os Marines, a Armada Espanhola, a Armada Italiana, e outras forças eventualmente interessadas no F-35B (ou que já demonstraram interesse nesta versão) como USAF, Força Aérea de Israel etc.
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Julho 18, 2008, 06:37:57 pm
Citação de: "Typhonman"
Citar
É o meu inimigo de estimação neste forum.

Citação de: "Typhonman"
Com esta afirmação conseguiu que perdesse o respeito que tinha por si, apesar das nossas opiniões divergentes. Continuando...

Quando me referi ao meu amigo como "inimigo de estimação" foi devido á sua agressividade na sua resposta ao meu primeiro post

Citação de: "Typhonman"
Caro amigo ao dizer isto, ve-se que não percebe nada do que está a dizer.

e á maneira como deturpa os meus comentários.

Eu nunca faria a alguém um comentário como o acima citado, mesmo que essa pessoa tivesse feito a afirmação mais absurda deste mundo, nem nunca perderia o respeito por alguém por causa de opiniões divergentes, e, muito menos por alguém que eu não conheço e com quem só me comunico num forum.

Eu até compreendo essa sua decisão pois foi o meu amigo que disse

Citação de: "Typhonman"
quem tem problemas de se expressar é você

mas as pessoas não são iguais, por isso, adiante...


Citação de: "Typhonman"
Quem o ouvisse falar ficava com a sensação que foi "one shot one kill"... :roll:

Eu disse que foram abatidos em várias situações, não disse que tinham sido "tiro e queda".

Afirmar que nas primeiras noites da Op. D. Storm foram abatidos vários Tornados da RAF, isto, não implica afirmar que tenha sido "tiro e queda".


Citação de: "Typhonman"
Aonde disse que o F-35 era perfeito? Nem merece mais comentários..Adiante..

Ao apregoar os méritos de um aparelho que só recentemente voou.


Citação de: "Typhonman"
E sairam ? Não passou de pressão... Mais nada.

Prove-me que foi só uma birra e não conseguiram aquilo que queriam.


Citação de: "Typhonman"
Foi dispensado pois os subalternos dele permitiram o transporte de 6 misseis de cruzeiro com ogivas nucleares sobre os estados unidos.


Pois isso é sério. Nos anos 50 ou 60 um B-52, com armas nucleares, despenhou-se ao largo de Espanha durante o reabastecimento; os americanos levaram bastante tempo para descobrir uma delas.

Mas ele tambem dizía verdades incomodas.


Citação de: "Typhonman"
Sim tenho alguma admiração. Já ouviu algum ex-CEMFA da FAP pronunciar-se acerca de Grippen ou Typhoon? Em relação ao JSF já foi feito em público num discurso oficial, até vem numa revista "Mais Alto".


É a opinião do CEMFA da FAP. Quantos aparelhos de primeira linha de origem europeia é que tivemos?

Tivemos os Fiat que compramos para utilizar em Africa porque só a Europa é que nos vendia material e também avaliámos o Mirage.

Depois disso tivemos os A-7, os Alpha Jet (que os alemães "esqueceram" em Beja) e o F-16, por isso é natural que o sucessor do F-16 seja americano, mas daqui até lá...

O facto de o CEMFA da FAP não referir o Grippen, o Typhoon ou o Rafale não lhes retira o mérito.

Além disso, neste topico, eu nunca referi qual o melhor aparelho para suceder ao F-16.


Citação de: "Typhonman"
O jamming não é so "empastelar" o radar de defesa aérea ou um radar aéreo, pode ser usado para confundir esse mesmo radar, como você diz, mais emissões para identificar.

E o piloto não vai achar qualquer coisa de estranho? Não se vai aperceber de que o sistema está saturado? Ou por outra, o próprio sistema não lhe vai dizer que está saturado?


Citação de: "Typhonman"
Eu estou de forma séria a falar consigo, você é que já partiu para uma de "inimigo", se quizer continuar assim tudo bem, tem todo o caminho livre para expor as suas ideias fantásticas e arrebatadoras  

Quanto ao "inimigo" estamos esclarecidos.

Neste forum, tanto quanto sei, qualquer forista tém "todo o caminho livre" para expressar as suas opiniões.

As "ideias fantásticas e arrebatadoras"

Citação de: "Sintra"
Por acaso essa discussão tem sido intensa nos meios militares e na imprensa especializada...

são apenas opiniões com as quais o meu amigo não concorda, facto que eu sempre respeitei.

Eu nunca disse que sabia tudo e estou disposto a aprender e admito quando erro.

Tal como o meu amigo disse, e, já esqueceu

Citação de: "Typhonman"
estamos aqui todos para aprender.

e isso inclui respeitar as opiniões dos outros, até porque eu não sou o único a ter "ideias fantásticas e arrebatadoras" como lhes chama

Citação de: "Sintra"
O Top Gun já foi à vinte anos, desde ai a tecnologia evoluiu muitissimo...
 Hoje em dia um piloto de um "Tiffie" não vai ouvir um "piiiii", mas uma voz feminina ("Nagging Nora") a avisar que o avião recebeu um "Lock", mas o mais importante é que no monitor à sua frente vai aparecer um cone com a direcção precisa do "lock", o DASS consegue uma precisão inferior a um grau a uma distância de 100 km´s, se existirem dois ou três Typhoon´s na área o ponto de emissão vai ser automaticamente  localizado com precisão métrica através de triangulação. Portanto seja um F-8 Crusader ou um F-22, a utilização do radar tem de ser feita com conta, peso e medida, sob pena de ser localizado (e sim, eu tenho consciência do que é a signa "LPI" significa).
 Se a ideia do "puser atrás" é WVR, o ECR CAPTOR consegue fazer Locks a coisas com um RCS verdadeiramente minúsculo.
 
 Apenas mais um comentário, existe uma ENORME tendência para comparar os actuais Eurocanards  que estão ao serviço nos esquadrões AGORA com um aparelho que só vai atingir o IOC na Inglaterra e Itália DENTRO DE UMA DÉCADA, e em que a grande maioria das capacidades "exóticas" que costumam ser apregoadas pelo seu fabricante só vão estar disponiveis pós 2020, esse aparelho é o F-35A.  
 Agora comparem os sistemas propostos pela Industria para esses aviões Europeus de 2018 com o que é planeado pela "JSF Team" e se calhar a suposta "superioridade" dos aviônicos do Lightning II não só não existe, como em certos casos a inferioridade chega a ser clara (suite de networking do Gripen NG pós 2016, Radar AESA do Tiffie com uma antena maior em relação ao AN/APG-81 e móvel num arco de 120º, etc). A suposta vantagem que o F-35 gozaria em "Situational Awareness" não é, de forma alguma, um dado adquirido.


 O F-35A tem um RCS muito menor que os Eurocanards e uma muito maior "Fuel Fraction" o que lhe dá um alcance francamente superior, também tem capacidades dinâmicas inferiores (especialmente se comparado com o Tiffie), agora estamos a vários anos de podermos saber qual dos aparelhos terá uma mais completa/avançada suite de aviônicos e qual efectivamente terá uma maior capacidade de sobrevivência num meio aéreo contestado. Sim, porque a vantagem em termos de RCS do "Lightning II" pode ter ido para o "caixote do lixo" dentro de uma década. Apenas como exemplo, a empresa lider do esforço Britânico (que vale umas centenas de milhões de libras/ano) que trabalha em detecção "LO" e que o faz numa série de programas (SAMPSON, Radares Bi estáticos, CAAM, MBDA Meteor, Typhoon, etc)  é nem mais nem menos o unico parceiro "Tier 1" da "JSF Team", a BAE, que é ao mesmo tempo a empresa lider do Consórcio EUROFIGHTER GMBH...
 Em 2017/2018 os primeiros pilotos de F-35B da RN não vão achar facil lidar com os seus colegas da RAF a voarem em Typhoon´s Block 25, e vice versa.
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 18, 2008, 11:01:12 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
E a Marinha Espanhol.


Eu não tenho conhecimento que a Espanha esteja envolvida na produção do F-35 (se estiver gostava que mo mostrassem), mas que o mais lógico para substituir os Harriers é sem dúvida o F-35.

Os espanhois podem não sentir necessidade de entrar no programa do F-35, podem simplesmente comprar alguns.

Por exemplo a Austria comprou Eurofighters e não pertence ao consórcio.

Os mais interessados no F-35B (versão STOVL) são os US Marines e os Britânicos, quer para a Marinha Real quer para a RAF (estes também querem a versão STOVL).
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 18, 2008, 11:17:18 pm
E nós compramos de tudo e não pertencemos a nada. :roll:
Título:
Enviado por: triton em Julho 25, 2008, 12:29:24 pm
Citação de: "HSMW"
E nós compramos de tudo e não pertencemos a nada. :lol:
Título:
Enviado por: Kawa em Julho 26, 2008, 03:54:32 am
Citação de: "Lightning"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
E a Marinha Espanhol.

Eu não tenho conhecimento que a Espanha esteja envolvida na produção do F-35 (se estiver gostava que mo mostrassem), mas que o mais lógico para substituir os Harriers é sem dúvida o F-35.

Os espanhois podem não sentir necessidade de entrar no programa do F-35, podem simplesmente comprar alguns.

Por exemplo a Austria comprou Eurofighters e não pertence ao consórcio.

Os mais interessados no F-35B (versão STOVL) são os US Marines e os Britânicos, quer para a Marinha Real quer para a RAF (estes também querem a versão STOVL).


España no está en el proyecto, y al precio que se va conociendo para el F-35 (de momento el único seguro son los aproximadamente 140 millones de $ que le dijeron a los holandeses por los 2 prototipos que les van a entregar) la Armada ya puede irse olvidando de tener un ala embarcada o de tener las 12 fragatas que dicen que necesitarían como mínimo :roll:
Título:
Enviado por: Luso em Agosto 05, 2008, 12:26:17 pm
Mais uma vez indicações que o programa tresanda...

http://www.aviationweek.com/aw/generic/ ... t%20Refuse (http://www.aviationweek.com/aw/generic/story_generic.jsp?channel=dti&id=news/DTIJSF.xml&headline=JSF%20Office%20Makes%20Buyers%20an%20Offer%20They%20Cannot%20Refuse)

Citar
Within a year, Lockheed Martin’s Joint Strike Fighter team expects to make firm offers to its eight partner nations: the U.K., Italy, Australia, Canada, the Netherlands, Norway, Denmark and Turkey. In exchange for a commitment by all eight to aircraft numbers and delivery dates, they will get a firm price, several years before that would normally be possible under U.S. procurement rules.

Commonality has diminished during the development of JSF. The F-35C has a takeoff weight of 70,000 lb.—almost as heavy as an F-14D—and a 668-sq.-ft. wing.Credit: LOCKHEED MARTIN CONCEPT

The move is necessary because competitors are offering fixed prices, and because some partners need many of their aircraft from early production batches, which normally carry a high price.

Those commitments will be backed up by sanctions. “Partners who do not buy according to the program of record will cover the costs incurred by other partners,” says the Program Office director, Maj. Gen. Charles Davis.

Davis says the final price is the subject of intense discussions within the team, but numbers in the $58-63-million realm—flyaway prices in current dollars—have been mentioned. Given that total acquisition unit costs in export sales tend to be about twice the flyaway cost, this places the JSF unit cost close to that of Typhoon.

The partners should be clear about what they are getting for the money. At the inception of the JSF program, in 1995, then-project director George Muellner described the aircraft as “70% air-to-ground, 30% air-to-air.”

The F-35 is not optimized for air-to-air combat. JSF is neither fast nor agile enough to choose whether to shoot or scoot against an adversary like the Su-30. It either carries a maximum of four AIM-120 missiles—the capability is little publicized, although Davis confirms that it will be part of the systems development and demonstration program—or operates with compromised stealth. (A reduced-signature pylon for the outboard wing stations, designed to carry AIM-9X or Asraam missiles, is being developed.) Success in air combat depends on stealth, but although the F-35 should detect targets at long range before being detected, it will have to close to shorter distances to achieve an acceptable kill probability with the AIM-120C7, particularly against an agile target using jamming and decoys. The U.S. acknowledged this by developing the AIM-120D, designed to be compatible with new active electronically scanned array radars, but it will not be available for export in the foreseeable future.

Moreover, there is no longer any serious doubt that not all F-35s will be equal in stealth. Asked earlier this year to confirm that all would have the same signatures, George Standridge, Lockheed Martin’s vice president for business development, responded: “That is a matter for the U.S. government. I cannot and will not answer that question.”

The partner countries so far show signs of being able to live with the aircraft’s performance and the stealth capabilities they have been offered. The main exceptions are the U.K. and Italy, which will use the Typhoon as their primary air-to-air fighter.

Another major advantage of the JSF is the potential for spreading through-life upgrade and support costs over a large fleet of aircraft. This depends, however, on keeping numbers at their planned level, including 730 aircraft for partner nations, which means overcoming three obstacles.

The first is direct competition. Norway and Denmark are evaluating the JSF against other aircraft, mainly Saab’s Gripen Next Generation (NG). In May, the Netherlands government, under pressure from its Labor coalition partner, agreed to carry out a final assessment of other aircraft, including Gripen NG, Typhoon and Rafale, before making a commitment. Canada also intends to conduct a competition.

The second is budget concerns in the U.K. and Italy, where JSF procurement will be weighed against the final batch of Typhoon fighters unless money can be found for both types.

Third, U.S. numbers are shaky. Senior Air Force officers have stated that the service can afford only 48 JSFs per year rather than the 80 that the current program envisions, unless it gets more topline funding in the defense budget. The Navy and Marine Corps told the Government Accountability Office that they expect to buy 35 JSFs per year, versus 50 in the current plan. Davis says the JSF office “is waiting for the POM (program objective memorandum) process to see those numbers get adjusted.”

Technical risk is another factor. Later this year, the project office is expected to confirm a slip of 9-12 months in the completion of operational testing, with a consequent increase in development costs.

Davis minimizes its impact, saying it reflects the fact that early low-rate initial production (LRIP) batches have been reduced in size (12 aircraft on contract in 2008, for instance, versus 18 envisioned earlier), and observing that it is “at the discretion of the combatant commander” when to declare initial operational capability. Davis makes much of the flight of the first F-35B, on June 11, within the schedule planned in August 2006. “People said the program couldn’t make it, but this shows that we’re capable of performing to schedule.”

More important, though, is the Stovl (short takeoff and vertical landing) testing of the F-35B, which is, by Davis’s count, three months behind schedule. In the first quarter of 2009, the F-35B will start a series of 20 sorties at Fort Worth, Tex., in which the jet progressively slows down, leading to a slow landing. BF-1 will then be ferried to the Navy’s flight-test center at Patuxent River, Md., for tests leading to a vertical landing. The time­scale for that is not certain, but a vertical landing doesn’t look likely until well into the second quarter.

The U.K. has voiced concerns about vertical landings. Added to F-35B testing under a U.K. initiative is a new flight mode, shipboard rolling vertical landing (SRVL), in which the aircraft approaches the ship with about 60 kt. airspeed and 25 kt. wind-over-deck—the maximum design speed of the Royal Navy’s new carriers (see story, p. 51)—for a 35-kt. relative deck speed. Davis characterizes SRVL as a means to improve hot-day performance. The U.K. National Audit Office, in a November 2007 report, linked the move to SRVL to “weight challenges and propulsion integration issues.”

SRVL trials were carried out in May 2007, using the fly-by-wire Harrier operated by Qinetiq on the French carrier Charles de Gaulle. Challenges include the fact that the aircraft has to stop using wheelbrakes alone—37,000 lb. of aircraft at 35 kt. represents a lot of energy—on a deck that will likely be wet. A classic “bolter” will not be possible because power has to be reduced on touchdown to put the airplane’s weight on its wheels.

Vertical landing tests depend on the successful resolution of problems with the low-pressure turbine of the F135 engine, whose unusually large blades are designed to deliver power to the lift fan. A number of changes have been implemented, and tests continue to pin down the exact combination of circumstances where failures occur.

Two milestones are coming up: further analysis should lead to a limited clearance of the existing engine for inflight vectoring in October; and a modified, fully cleared engine should be ready to fly by late 2008.

The other main challenge in the JSF program will be ramping-up LRIP. Davis told an Aviation Week conference in early 2008 that he was “worried about getting the manufacturing lines down the learning curves.” Some problems stem from the weight-reduction redesign in 2004-05—the wing, for example, is harder than expected to assemble. These issues have to be sorted out by 2010: in 2011, production starts a steep acceleration, from 47 aircraft ordered in 2011 to 205 in 2014.

If the JSF program succeeds in locking up its international partners, the project could be within reach of its goal of an F-16-like, mid-four-digit production run and a near-monopoly of the fighter business outside Russia and China. The only other Western program with a long-term future will be whichever team wins India’s 126-aircraft order. But if JSF falls short of its goals—as almost every major military aircraft program has in the past 25 years—it will throw the re-equipment plans of a dozen air arms into disarray.
Título:
Enviado por: typhonman em Agosto 05, 2008, 03:43:02 pm
Citar
F-35 Offers Multirole Surprises

http://www.aviationweek.com/aw/generic/ (http://www.aviationweek.com/aw/generic/) ... 0Surprises

Jun 20, 2008
David A. Fulghum


The F-35 Joint Strike Fighter (JSF) will “redefine the concept of multirole strike” aircraft, Lockheed Martin officials say, but they offer few details to flesh out that claim.

Still, while the future concept of operations, electronic attack (EA) capability and derivative options remain undefined, at least publicly, some capabilities can be picked out of their purposely vague descriptions.

Starting from the notion that new hardware is the least likely addition to the aircraft and that it has an open architecture for avionics, look for the big multirole capability additions to involve electronic attack.

Because of the ability to penetrate while using low-probability-of-intercept radar and passive sensors, the JSF will not operate in proximity to current, so-called fourth-generation aircraft. It will instead roam well-defended enemy airspace while feeding precision targeting data to nonstealthy aircraft with standoff-range weapons.

Tailored for EA

The F-35 aircraft is being designed to deliver electronic attack (jamming, spoofing and pulses of energy) with the same ease that it can deliver explosive weapons. Moreover, Lockheed officials say the F-35 – first of all a combat aircraft – will have full 360-degree awareness of what is going on around it.

That presents an interesting dilemma for EA versus kinetic weaponry. The new AIM-9X air-to-air missile can perform high off-boresight shots without turning the aircraft’s nose toward the target. However, delivering electronic effects require specialized antennae pointed toward the target. As far as is known, JSF has only its advanced active, electronically-scanned array (AESA) radar antenna in the nose to pump out its electronic firepower. It would then have the weakness of any AESA array in that it is flat with a field of view of less than 180 degrees, perhaps an effective field of regard for effective attack of 60-90 degrees.

Some radar specialists and Air Force planners already say they anticipate flying the F-35s in line, with the first aircraft being passive and the second emitting and passing target information to the first so that it can remain undetected. Therefore, it appears that without an add-on antenna, the JSF’s EA capability will be limited to the forward quarter.

However, within that field the electronic effects generator can be routed through the AESA radar, which allows the F-35 to invade, blind or fool enemy sensors and radars at ranges of up to hundreds of miles.

Sensors

Lockheed officials do admit that the F-35’s sensor capabilities include advanced electronic surveillance allowing development of an instantaneous electronic order of battle – what’s emitting and from where.

Along with EA, the JSF will take on the mission of intelligence, surveillance and reconnaissance. So instead of depending on a few specialized high-demand aircraft like Rivet Joint (for signals intelligence), Cobra Ball (measurement and signature intelligence) or Compass Call (EA) that can’t venture into enemy airspace, a fleet of F-35s will be able to conduct those missions deep into enemy territory to take advantage of physics (by being nearer the targets) while deepening the areas of surveillance.

They won’t say if information warfare is part of the package. Info warfare is generally the bailiwick of Commando Solo and Compass Call (including network penetration and attack), but with software upgrades radar specialists expect the capability to appear soon.




http://www.aviationweek.com/aw/generic/ (http://www.aviationweek.com/aw/generic/) ... 0Surprises
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Enviado por: triton em Agosto 05, 2008, 11:21:41 pm
quanto é que a força aerea americana paga por cada F35 ?
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Enviado por: nelson38899 em Agosto 16, 2008, 03:01:22 pm
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F-35 factory: One aircraft per day by 2016

FORT WORTH, Texas — Inside a manufacturing facility so large that workers routinely bike and ride golf carts down paths named after fighter jets, preparations are underway to begin mass production of the F-35 Joint Strike Fighter.

Lockheed Martin Corp. plans to assemble the stealth plane here on a moving assembly line using digital processes and automation techniques that are new to the defense aerospace sector, says Steve O’Bryan of Lockheed Martin’s F-35 business development team.

Though car manufacturers have built millions of vehicles on automated assembly lines, the concept of moving lines has not been applied to military aircraft since World War II.

Modern warplanes typically have been built in small quantities over the course of many years. The Navy’s F/A-18, which has been in production for more than 20 years, is being built at a rate of 42 aircraft per year. But the F-35 Lightning II is expected to be built at an unprecedented rate — as many as 230 fighters per year.

Lockheed has embraced the moving assembly line concept as the linchpin to produce the next-generation fighter in large enough quantities to satisfy U.S. and international sales.
The U.S. military is buying about 2,500 aircraft. Allied nations are purchasing an additional 500 or so. Lockheed Martin officials are expecting foreign military sales to hike the total number to more than 4,000 Joint Strike Fighters.

“You’re really looking at F-16-like numbers,” says O’Bryan.

Once the line ramps up to full-rate production — possibly as early as 2016 — the company estimates it will assemble about 21 fighters per month, or roughly one aircraft per working day.
The moving assembly line is the only way to reach that rate of production, O’Bryan says. The F-35 measures 51 feet in length. “If the plane doesn’t move 51 feet a day … you’re not going to produce one a day.”

There are three variants of the F-35: A conventional take-off and landing aircraft for the Air Force, a short take-off and vertical landing version for the Marine Corps and a carrier-based variant for the Navy.

Lockheed has completed the critical design reviews and last month the first flight of its short take-off and vertical landing variant for the Marine Corps took place.
The initial operating capability for that version is expected in 2012, followed by the conventional takeoff and landing version in 2015, and the carrier version a year after that.
Last December, the first F-35 variant, AA-1, was air-refueled. It will fly from Fort Worth to Edwards Air Force Base in California for preliminary testing.

Along with Lockheed Martin Corp., Northrop Grumman Corp. and BAE Systems are involved in the manufacturing of the F-35. The $299 billion procurement program is the Defense Department’s largest.

Four years ago, the company had to redesign the structure for all three variants because the short take-off and vertical landing aircraft was overweight. The mission systems are 98 percent common across the three variants, says O’Bryan. “We’ve seen more commonality between the vehicle systems than what we predicted,” and that will only help in production, he says.

A good portion of the mile-long factory, which once built bombers, is still dedicated to manufacturing the F-16 Fighting Falcon. But by 2016, nearly the entire building will be producing the F-35.

“Things here are picking up quite a bit,” says O’Bryan. There are 19 prototype aircraft in production, and the first low-rate initial production aircraft also are in various stages of construction at the plant.

Lockheed has about 600 workers on the floor doing assembly work. That number will grow to more than 700 by the end of the year. The workforce will reach 3,500 at the peak of full-rate production, when three shifts will build the plane around the clock.

The company expects to produce more than 130 aircraft during the low-rate phase. In preparation for the expected uptick in production during the next few years, the company has invested more than $500 million in improvements to the factory floor. “Everything is always under construction here, and we continue to expand,” says O’Bryan.

The same equipment and production lines that have been assembling the stealth aircraft during its development phase will be used in the full-rate production. Typically, a separate line is built for production aircraft, but Lockheed Martin wanted to put both test and production fighters on the same line to increase efficiency and keep costs down.

Another unusual but cost-saving measure was to implement workstations that would accommodate all three variants of the aircraft interchangeably, says Gus Villanueva, deputy director of F-35 global production.

Unlike in previous fighter programs that required dedicated stations for each model, reconfigurable tools will allow the stations to handle any variant of the F-35. “That’s one of the big cost-savings to the program, because you don’t have to invest in all the tooling to support many different variants,” says Villanueva.

That concept will allow all aircraft components to come together on a single final assembly line in the center of the facility.

Bright yellow platforms will surround each plane as it moves along at a continuous pace, guided by a dolly. Big blue towers along the wall will swivel arms out above each aircraft to provide cooling, electrical and hydraulic power so that engineers can test systems as the rest of the fighter is being assembled.

For full rate production, officials expect to have at least 12 moving platform stations up and running. All three variants of the F-35 will be built on that moving assembly line, in any order.

That means a conventional take-off and landing jet for the Air Force might be followed in line by a partner nation’s conventional F-35, which could be followed by the carrier variant for the Navy, followed by the Marine Corps short take-off and vertical landing aircraft.

Not only is Lockheed Martin adopting the moving assembly line concept from car manufacturers but it is also using electronic 3-D models of the aircraft in almost every aspect of the production — from the tools and the machining to the components themselves. Engineers refer to this data as the “digital thread,” which allows the data to be shared by all subcontractors and suppliers. Doing so has improved the delivery time of different commodities by as much as 40 percent in some cases, says Villanueva.

“We’re working on a lot of different manufacturing technologies that are going to help us expedite the assembly process,” he adds.

In the past, workers would build the airplane and the external skins before “stuffing” it with the internal mission systems. “On JSF, we’re stuffing it before we enclose the structure,” says Villanueva. That reduces the risk of damaging attachments or substructures, such as doors or panels, if the interior systems require some sort of adjustment.

This new way of constructing aircraft also means that more automation can be incorporated into the production line. Lockheed is responsible for building the forward fuselage as well as the wings — the largest and most complex component of the fighter. Using auto-drive vehicles, workers are constructing the wings, which are held upright and surrounded by stands that move up and down. “We’ve never built a wing vertically,” says O’Bryan.

The ability to use auto drilling for the forward fuselage and wing structure keeps workers from having to spend several days manually drilling holes. Wings often have hundreds of holes; each JSF wing requires drilling more than 3,000.

“Now you get to do that in one pass,” says Villanueva.

Another innovation suggested by one of the company’s engineers automates the process of installing fasteners. A laser device is used by workers to match the correct fastener to the corresponding hole without first having to transfer that information manually from their design instructions

“It’s a big improvement,” says Villanueva, whose first job in aerospace was as a mechanic on a factory floor. “We didn’t have anything like that. We had a six-inch scale and a number-two pencil. We had to lay everything out. I remember using different colored markers for different types of fasteners.”

Villanueva later worked on Lockheed’s F-117 Nighthawk program for 24 years. Earlier this year, the final four F-117 stealth aircraft retired from service. Their retirement also marks the end of the company’s legacy of analog manufacturing processes, which have shifted to digital.

Workers today sign in at computer workstations that assign them daily tasks. Tools required for each job — the drill bits, the cutters — are already packaged in kits that workers simply pull from nearby vending machines.

“Because they have to swipe their badge and tie back to the system they’re using, we can do a better job in managing the inventory we need to support the build of that airplane,” says Villanueva. That means the company can track all the tools and replenish supplies with greater efficiency. Not having copious amounts of supplies stored in the factory translates into cost savings, officials point out.

To keep the line running steadily, Lockheed has been working to convince partner nations to increase their advance orders for the aircraft. That would reduce the price of the fighters for all potential buyers.

The United Kingdom, Italy, the Netherlands, Turkey, Canada, Australia, Denmark and Norway all have pledged funds to help develop the aircraft. Singapore is said to be considering joining the program. Israel has proposed a five-year defense plan that includes purchasing 25 JSF in 2012.

“Nobody wants to buy the aircraft that are close to the beginning [off the production run] because they’re expensive,” says O’Bryan, drawing a timeline chart that extends from present day to well into the 2020s.

“That’s our great challenge — to stop people from going to the right” and waiting to buy the aircraft until after the company has hit full-rate production. He adds that the company is developing a flat-rate price that would cover all the aircraft.

The price tag of the F-35 remains a point of contention. The credibility of various cost estimates has been questioned by various government audits. Lockheed Martin says that the unit cost of the F-35A conventional fighter is less than $50 million, in 2002 dollars, when the contract was initially awarded. By the same accounting, the F-35B and F-35C are about $60 million per copy.

In an audit last year, however, the Government Accountability Office estimated that the F-35 could cost as much as $97.6 million apiece, in 2008 dollars. Norway recently asked the U.S. government to provide information on a potential buy of 48 F-35s for delivery in 2016. Lockheed estimated that, in 2008 dollars, each aircraft would cost $56.5 million, with an additional $2.2 million for auxiliary mission equipment, such as pylons, rails and the helmet-mounted display systems.

If the partner nations place early orders, those price tags could be reduced, depending on the timing and the numbers of aircraft, Lockheed officials say.

In preparation for a production ramp-up, Lockheed plant managers are working with suppliers to set up what could be a highly complex supply chain, with different parts and components arriving from various places around the world. Northrop Grumman is building the center fuselage at its plant in Palmdale, Calif. while BAE Systems is building the aft fuselage in Samlesbury, England. Those fuselages will arrive here at the factory with most of the systems installed.

Officials say that’s one of the challenges — ensuring all the pieces are arriving where and when they’re supposed to be to support aircraft production.

“I think we’ve pretty much figured what we’ve got to do here, how to tie all those countries into that manufacturing process,” says Villanueva.

If the production line is maxed out in Fort Worth, the company has plans to build a final assembly and checkout facility in Italy to help keep up with orders. Workers there will produce the fighters at a lower rate, but they will use the same tools found in the U.S. plant.

One controversial issue that has not yet been resolved is the engine of the F-35. The Defense Department selected the F-135 engine manufactured by Pratt and Whitney. The F-136 engine made by General Electric and Rolls Royce was chosen as the back-up engine. But Pentagon officials later decided to kill the GE engine to cut costs. Several members of Congress disagreed, and are pushing to keep the second engine.
Lockheed officials say they are neutral on the issue but stress that they don’t want any decision on the engines to add expenses or delay schedules in the F-35 program. “We can’t absorb that kind of cost,” says O’Bryan.

While Lockheed presses forward with preparations for full-rate production of the F-35, the program still faces political hurdles, including accusations by Pentagon auditors that the company is not properly managing the project. A November 2007 report by the Defense Contract Management Agency — which was first obtained by the Project on Government Oversight — found that Lockheed Martin’s military aircraft division was not compliant with contractually-required industry guidelines for tracking and managing costs called the “Earned Value Management System.” EVMS helps contractors and the government spot potential cost problems before they balloon out of control.

DCMA looked at how Lockheed was managing the F-35, F-22 Raptor and F-16 programs. The agency said Lockheed was non-compliant in 19 of 32 industry guidelines.

For example, the company used its “management reserve to alter internal and subcontract performance levels and overruns,” said DCMA. Management reserves are meant to be used to address unexpected issues, not to alter subcontractor cost overruns. The report said that the improper use of the management reserve ultimately led to a reduction in test planes and test flights in the JSF program.

The decline of Pentagon and contractor emphasis on EVMS was “an unintended consequence of 1990s acquisition reform,” James I. Finley, deputy undersecretary of defense for acquisition and technology, told POGO.

At a hearing of the Senate Armed Services Committee earlier this month, Pentagon acquisition chief John Young said the DCMA report prompted an extensive review of Lockheed’s fighter-aircraft programs. He said the company agreed to a 12-step plan to address the issues that were raised by DCMA. “We will withhold $10 million for every milestone that Lockheed misses,” Young told the committee.

In response to questions from senators about the JSF, Young said the Pentagon faces some tough decisions. If the Defense Department chooses to slow down the program to conduct additional tests of the existing prototype aircraft, it could add time and costs. If possible, the Pentagon wants to transition to low-rate production and begin full production as currently scheduled, with the knowledge that there are always risks involved, Young said.


http://www.nationaldefensemagazine.org/ ... 35fact.htm (http://www.nationaldefensemagazine.org/issues/2008/July/F-35fact.htm)
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Enviado por: nelson38899 em Agosto 21, 2008, 05:00:23 pm
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Northrop Grumman Completes Center Fuselage for First U.S. Navy F-35 Aircraft
The company celebrated the production milestone with a brief ceremony at the Palmdale facility where it assembles center fuselages for F-35 prime contractor Lockheed Martin. More than 200 Northrop Grumman employees shared the historic occasion with executives from the U.S. Department of Defense's F-35 Lightning II Joint Program Office, and F-35 prime contractor Lockheed Martin.

"Today's event represents not only the completion of a major aircraft assembly for the F-35 program, but also the delivery on a promise by Northrop Grumman," said Mark Tucker, vice president and F-35 program manager for Northrop Grumman's Integrated Systems sector. "We've shown that we can design and produce a common center fuselage that will meet the operational and logistic support requirements of all three variants of the F-35. And that we're ready to transition to the production phase of the program."

The CF-1 center fuselage will be the seventh of ten center fuselages that Northrop Grumman plans to deliver to Lockheed Martin this year, he added.

"Meeting this delivery commitment on time helps ensure that the F-35C Lightning II will begin flight test on-schedule in 2009. This important step is vital to our commitment to fielding the F-35C for the U.S. Navy as planned in 2015," said Maj. Gen Charles R. Davis, the Defense Department's F-35 Lightning II Program Executive Officer. "The F-35 carrier variant will give the Navy a powerful, multi-role strike fighter that can begin to assume the duties of the F/A-18 Hornet A/B/C/D aircraft that have been successfully protecting and extending the reach of the U.S. fleet since 1983."

The CF-1 center fuselage is one of 19 center fuselages that Northrop Grumman is producing for the system development and demonstration (SDD) phase of the F-35 program. To date, the company has completed center fuselages for 12 aircraft, including AA-1, a conventional take-off and landing (CTOL) variant and the first F-35 aircraft to fly, and BF-1, the first F-35B short take-off/vertical landing (STOVL) variant to fly.

The remaining seven SDD center fuselages are currently in the assembly flow in Palmdale. Northrop Grumman is also currently producing center fuselages for the first two phases of the F-35 low rate initial production program.

The F-35 Lightning II is a stealthy, supersonic multi-role fighter designed to replace a wide range of aging fighter and strike aircraft. It is being produced in three variants -- CTOL, STOVL, and a carrier variant (CV) -- to meet the diverse performance needs of the U.S. Air Force, the U.S. Marine Corps, the U.S. Navy and allied defense forces worldwide. The three variants use a high degree of commonality to meet strict affordability requirements.

Northrop Grumman uses disciplined design, manufacturing and assembly processes to ensure the performance and reliability of the F-35 center fuselage. The structure's all-composite inlet and aft ducts are produced in El Segundo, Calif. then mated in Palmdale with the upper and lower subassemblies of the center fuselages, which include the fuel tanks.

The aircraft's outer skins, also made from composites, are then applied and drilled using automated, high precision drilling machines. Final systems installation and testing of hydraulics, actuator doors, the power thermal management system and wire harnesses complete the center fuselage assembly process.

As a principal member of the Lockheed Martin-led F-35 global industry team, Northrop Grumman plays a critical role in the development and production of the weapons system. The company's contributions include: producing and integrating a major section of aircraft's structure; producing key radar and electro-optical subsystems; producing key avionics and communications subsystems; developing mission systems and mission-planning software; developing pilot and maintenance training systems; and developing logistic support hardware and software. The F-35 team also includes BAE Systems.

Northrop Grumman Corporation is a global defense and technology company whose 120,000 employees provide innovative systems, products, and solutions in information and services, electronics, aerospace and shipbuilding to government and commercial customers worldwide.

http://www.irconnect.com/noc/press/page ... l?d=148879 (http://www.irconnect.com/noc/press/pages/news_releases.html?d=148879)
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Enviado por: nelson38899 em Agosto 21, 2008, 05:01:31 pm
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FORT WORTH, Texas, August 18th, 2008 -- With one F-35 Lightning II aircraft in structural testing, two in flight test, six in final assembly and another 14 in various stages of production, Lockheed Martin [NYSE: LMT] added to the program’s momentum on Saturday by finishing assembly of the fourth F-35 aircraft, a short takeoff/vertical landing (STOVL) F-35B.

“The completion of our fourth F-35 – and the growing line of aircraft now forming behind it – shows an emerging rhythm in our production line,” said Dan Crowley, Lockheed Martin executive vice president and F-35 program general manager. “In just a few days we will have all three Lightning II variants in final assembly when we take delivery of the first F-35C carrier variant center fuselage. From the very first F-35, assembly quality has been unprecedented, and each successive aircraft is measurably better than the one that preceded it.”

The new aircraft was moved immediately to the flight line, where it will undergo an extensive battery of ground tests before its first flight in early 2009.

The first F-35B made its inaugural flight on June 11 and has completed nine missions. The first F-35A, a conventional takeoff and landing (CTOL) variant, has flown 45 times.

The U.S. Marine Corps is expected to operate about 340 F-35Bs. The United Kingdom’s Royal Air Force and Royal Navy, and the Italian Air Force and Navy also will operate the STOVL variant, which will be the world’s first STOVL aircraft to combine stealth with supersonic speed.

The F-35 is a supersonic, multi-role, 5th generation stealth fighter. Three F-35 variants derived from a common design, developed together and using the same sustainment infrastructure worldwide, will replace at least 13 types of aircraft for 11 nations initially, making the Lightning II the most cost-effective fighter program in history.

Lockheed Martin is developing the F-35 with its principal industrial partners, Northrop Grumman and BAE Systems. Two separate, interchangeable F-35 engines are under development: the Pratt & Whitney F135 and the GE Rolls-Royce Fighter Engine Team F136.

Workers at Lockheed Martin in Fort Worth, Texas, prepare the fourth F-35 Lightning II for rollout from the factory on Aug. 16. The F-35B short takeoff/vertical landing variant has entered a period of systems checks before its first flight in early 2009.

http://www.lockheedmartin.com/news/p...5rollout4.html (http://www.lockheedmartin.com/news/p...5rollout4.html)


(http://i53.photobucket.com/albums/g49/seruriermarshal/014/f35pr_080818_hr.jpg)
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Enviado por: nelson38899 em Setembro 07, 2008, 10:20:09 pm
mais um

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Canada Investing in F-35 Related R&D

The F-35 Lightning II Joint Strike Fighter is at least as much an industrial program as it is a fighter aircraft. The commitment stages involved have been carefully designed on all fronts, from the conflating of USMC, Navy, and Air force roles, to the 3-stage industrial commitment process by program member nations, which see the JSF as the only major industrial opportunity for fighter aircraft over the next 20 years. As articles like Bill Sweetman’s “JSF Office Makes Buyers an Offer They Cannot Refuse” explain, the F-35’s seeming inevitability as a major aerospace procurement program is critical to its success. Hence the recent discussions about capping prices far below the normal high cost of low-rate initial production aircraft, in exchange for sharp financial penalties to countries who buy less than their committed number.

Recent events in Canada illustrate another aspect of the F-35’s industrial strategy: its invitation to promote and fund specialized industrial competencies that can be applied elsewhere in the aerospace sector…

http://www.defenseindustrydaily.com/ (http://www.defenseindustrydaily.com/)
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Enviado por: nelson38899 em Setembro 11, 2008, 09:06:17 am
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New Aussie fighter 'clubbed like seal

The federal opposition has dismissed new doubts about the capacity of the multi-billion dollar Joint Strike Fighter to perform against jets used by Russia and China.

- JSFs 'beaten' in simulated dogfights
- Australia likely to pay $16 billion
- War games 'not real life'

The JSF jets, for which Australia is likely to pay $16 billion, were comprehensively beaten in highly classified simulated dogfights against Russian-built Sukhoi fighter aircraft, it has been reported.

The war games, conducted at Hawaii's Hickam airbase last month, were witnessed by at least four RAAF personnel and a member of Australia's peak military spy agency, the Defence Intelligence Organisation, The West Australian said.

Opposition defence spokesman Nick Minchin said he was taking "with a grain of salt" the validity of the report. "This is based on a computer game, computer modelling of the aircraft," he told Sky News.

"This is not real life."

Senator Minchin said he had a classified briefing on the JSF from its US manufacturer Lockheed-Martin which had promoted the aircraft as the most advanced jet fighter ever.

"I can't really say much about it, but this is a phenomenal aircraft.

"As our chief of defence Angus Houston has said this is a most extraordinary aircraft, it is the right aircraft for Australia."

The multi-purpose fighter would be the backbone of the United States military, Senator Minchin said.

"We are fortunate to be in it and the government should move to make the decision to acquire it."

WA Liberal backbencher Dennis Jensen said he had spoken to a third party with knowledge of the final classified test results who had claimed the JSF had been clubbed like baby seals by the simulated Sukhois, The West Australian reported.

He said the government should demand that the US Government sell it the F-22 which was already in operation instead of the JSF.

http://www.theage.com.au/national/new-a ... -4e6b.html (http://www.theage.com.au/national/new-aussie-fighter-clubbed-like-seal-20080911-4e6b.html)
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Enviado por: triton em Setembro 11, 2008, 10:29:33 am
é possivel um F16 destruir um F35 em combate :?:
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Enviado por: ShadIntel em Setembro 11, 2008, 11:16:11 am
Citação de: "triton"
é possivel um F16 destruir um F35 em combate :wink:
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Enviado por: nelson38899 em Setembro 11, 2008, 11:25:45 am
Nenhum caça é impossível de ser abatido mesmo sendo invisível ao radar, basta ver que ainda à uns tempos um thyphoon abateu um raptor, isto aconteceu porque o thyphoon detectou o radar do raptor.
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Enviado por: Smoke Trails em Setembro 17, 2008, 12:27:05 pm
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When Britain’s Minister for Defence Procurement, Lord Drayson, signed the MoU (Memorandum of Understanding), it seemed to many to mark the resolution of a long-running and occasionally bitter dispute between the US and UK over the transfer of sensitive technology and access to software source codes.

However, the House of Commons Defence Committee’s report on Defence Procurement, published on December 8 2006, expressed a number of concerns about the programme. The UK had already made it clear that it would require ‘operational sovereignty’ over the aircraft and that it would not be able to buy the Joint Strike Fighter without the transfer of technology and the information needed to autonomously and independently operate, maintain, sustain, support and upgrade it.

‘Operational sovereignty’ was differentiated from industrial sovereignty, and was described by Defence Secretary Des Browne as: “our ability to operate the aircraft safely for our pilots and aircrew; to maintain, repair and upgrade it, and to integrate into the UK operating environment some of the centres of communications, so that the enhancements you have to do for each operational deployment and each mission plan can be done, as we would for other aircraft in the Royal Air Force and in the Royal Navy,”

Because the F-35 is to an unparalleled extent a software-driven aircraft, tasks which could once have been undertaken by the customer or by local industry now require access to software source codes. Even basic airframe repairs may need access to sensitive technologies, thanks to the aircraft’s stealthy coatings and structure. Under the previous (President Bill Clinton) administration, Britain had been assured that this would present no problem, but under President George Bush, protectionist interests and security concerns combined to bring the issue of technology transfer to the fore. It became clear that the US had concerns about sensitive technology data being leaked to other countries.

However, despite the efforts of the Minister for Defence Procurement, the Chief of Defence Procurement and MoD officials to ensure that the United States was fully aware of the information the UK needed, the committee noted that it was still uncertain as to whether the US was actually prepared to provide the information.

The committee urged that if the UK was unable to obtain the assurances it needed by the end of the year, it should not sign the Memorandum of Understanding, and should switch the majority of its effort and funding on the programme into developing a fallback ‘Plan B’. This would guarantee that an alternative aircraft would be available in case the UK had to withdraw from the JSF programme and ensure that it did not find itself with no aircraft to operate from HMS Queen Elizabeth and HMS Prince of Wales, Royal Navy’s two new aircraft carriers due to enter service in the 2012-2015 time-frame.

There was some progress on establishing industry-to-industry relationships in 2006, and at the Farnborough Air Show Lockheed Martin and BAE Systems announced a clear arrangement identifying BAE as the lead in delivering sustainability and support to the Royal Air Force and the Royal Navy. The agreement also identified the role to be played by Lockheed Martin, including supporting BAE in gaining access to the necessary information, software access and technology.

Lord Drayson professed to have “received the necessary assurances from the US on technology transfer to allow me to sign the MoU”, through it is not clear whether sufficient guarantees have been made which will allow the UK to progress to an order in 2008. The UK government remains tight-lipped about the status of Britain’s contingency ‘Plan B’, which is understood to centre on at least two paid study contracts examining navalised Eurofighter Typhoon proposals.

Britain was not the only nation to have its reservations about signing the PSFD MoU. The programme also provoked debate in Australia and the Netherlands. In Australia, there as been pressure to cancel the JSF altogether, and instead acquire a smaller number of longer-range F-22s, or delay the purchase. Australia currently plans to buy relatively early production aircraft, estimated as possibly costing more than $100m each. In the Netherlands, there has been broad satisfaction with industrial participation in the SDD phase (with between $310m and $700m of work in return for the $800m investment), but the Dutch Court of Audit issued a cautionary report on the F-35 project, presenting the programme as a very high risk investment.

Currently Britain is focused on the F-35B (Short Take-Off and Vertical Landing version), despite its 450nm (830km) radius of action as against 600+nm (1,110km) for the land-based F-35A and over 700nm (1,300km) for the F-35C carrier version (CV). And because of the need to save weight, the F-35B now carries least ordnance over the shortest combat radius.

Given that the new Royal Navy carriers have grown from 40,000 to 65,000 tons, it makes much more sense to change the British JSF order to around 120 F-35Cs. The Royal Navy would have 50-60 to equip its carriers while the RAF would have the rest to reinforce expeditionary operations where necessary, or to undertake deep strike missions in a major conflict. British F-35Cs would enter service from 2015, at which point the Tornado GR4s would start to disband.

Lively debate is currently taking place in Australia about the procurement of one single combat aircraft to satisfy the country’s defence needs for the next 40 years. As reported in the Australian press, retired Air Vice Marshal Peter Criss argued that: “The Australian Government should explain its choice to buy the Lockheed Martin F-35 JSF to replace both the F/A-18 and F-111 in service, but should also consider other options.” One option is the F-22 Raptor.

The Australian situation is comparable to what happening in Canada, Norway, the Netherlands and Turkey. Each nation is considering replacing its current multi-role fighters (F-16 or F/A-18) with the F-35 JSF.

The F-35 seems to offer great advantages in terms of low observability, data-fusion, range, man-machine interface, interoperability, deployment capability, variety of armament, maintenance and support, as well as future growth.

The Americans conceived the F-35 primarily as a fighter-bomber, a new-generation aircraft to augment the F-22 Raptor and the F/A-18E/F Super Hornet. It is the result of compromise, three different requirements (Conventional, Short Take Of and Vertical Landing and Carrier capable) fused into a single platform, with multi-role capability. A colossal challenge even for the high-tech might of US industry.

The concept of operating F-35 in future scenarios in which air superiority might be assured by aircraft with capabilities like the F-22 Raptor or the Eurofighter Typhoon, may be the correct option.

On the other hand, using F-35 for every kind of mission including air superiority, because there is no other means, against opponents equipped with Rafale, Flanker or next generation fighters from Russia and China could cause problems.

Consider an air combat scenario flown at Mach 1.6 at 30,000ft (9,144m), with a configuration of one fuel tank, four MRAAMs (medium-range air-to-air missiles) and two SRAAMs ( short-range air-to-air missiles). According to some sources, the Eurofighter Typhoon can sustain two turns at 4g, while the Block 52 F-16C cannot, and the F-35 designed to sustain 3g at Mach 1.2 with external loads.

With the advent of the F-22 and Eurofighter Typhoon, air-to-air capability includes supersonic cruise speeds (which also increase the energy and the capability of the medium-range missiles), very long range radar detection and high manoeuvrability, even at supersonic speed.

In the future, these features will be essential to achieve air superiority, particularly if future Russian and Chinese fighters also have them. According to data currently available, it is evident that F-35 has neither the acceleration nor the speed or thrust/weight-wing load ratio to be considered a real fighter. And its air-to-air armament configuration a choice between maintaining low observability at high speed with a few missiles carried internally or a maximum load of missiles (some carried on external pylons) at lower speed and higher observability.

Now some question why it is considered necessary to have a super-fighter, such as the F-22 or the Typhoon, in a world where the air threat – as experienced in Iraq and Afghanistan – is posed mainly to helicopters? History dictates that it is nearly impossible to predict what the threats of the future will be, and thus the preferred operational requirements. Thus, it is better to be protected by the best possible solution.

In addition, it is not only the operational needs that must be considered, but also the geopolitical situation of each country. The Netherlands, for example, is well integrated into NATO, and its position in the heart of Europe means it doesn’t face any threats within a radius of 800 nautical miles (1,500km).

Other countries do not enjoy the same fortunate location. Australia is positioned alone in the Pacific theatre, an area of great potential conflict due to the instability of disputes between North and South Korea, Taiwan and China. Islamic terrorism is growing in Indonesia and the Philippines. China’s economic and military expansion might cause problems arising from the exploitation of energy resources. Furthermore, Australia’s most important allies – the USA and the UK – are not close to hand.

The situation in the Middle East is more chronic than that of Korea and Taiwan. Iran and Syria show an aggressive foreign policy, especially against Israel, and both are trying to bolster their air forces with advanced combat aircraft. Saudi Arabia, with the purchase of the Typhoon, in terms of capability, has decided to move ahead of its neighbours. Iraq, Kurdistan and the Caucasus are other sources of serious concern. Due to the amount of oil that passes through the region, the Caucasus is crucial for the international energy supply.

All nations in the Balkans that are members of NATO are planning to procure new-generation fighters. In this respect, Turkey finds itself in a delicate position. Basing its current air defence capabilities solely on the F-16C and the F-35 in the future, could present a capability gap. Similarly, it is difficult to believe that Israel will in the future only field a mix of F-15s, F-16s and F-35s.

Other countries, such as Italy and the UK, are looking to introduce the F-35 into service to complement the Eurofighter Typhoon force.

At time of writing, Italy still has to confirm its final participation in the JSF programme, but even in the event of a negative decision by the current leftist Government, the Italian Air Force will be able to deploy the Eurofighter Typhoon in the air defence and strike roles.


“Joint Strike Fighter and the UK”, Jon Lake, pags 26-30, Air Forces Monthly February 2007
“One Fighter or Two?”, Dr Riccardo Niccoli, pags 32-36, Air Forces Monthly February 2007

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Enviado por: Nuno Bento em Setembro 23, 2008, 06:31:24 pm
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Lockheed Martin, Air Force defend F-35 fighter jet
Associated Press 09.19.08, 5:57 PM ET


 
WASHINGTON - Lockheed Martin and the Air Force on Friday took the unusual step of publicly defending a $300 billion fighter jet program from recent criticisms of the plane's capabilities, including reports that it performed poorly in a simulated fight with a Russian aircraft.

Lockheed Martin Corp. (nyse: LMT - news - people ), the nation's largest defense contractor, and the Air Force said that the F-35, which is intended to replace a variety of older aircraft flown by the Air Force, Marines and Navy, has outperformed all existing fighters in air combat simulations.

Company and service officials also said recent reports in the Australian press that the plane had been soundly defeated in computerized simulations by a Russian Sukhoi were not true. The test, part of a Pacific Vision Wargame, did not include air-to-air combat, according to Maj. Gen. Charles Davis, head of the Air Force's F-35 program.

The timing of such negative press reports comes at a "critical point" for the entire program with only a few months left before international partners begin to make final buying decisions, Davis told reporters on a conference call.

"It's disappointing, but not surprising that they come when they do," said Davis, who suggested that some critics were attempting to advance an agenda.

Australia, the Netherlands and the U.K. are expected to make their respective decisions in 2009, said Tom Burbage, Lockheed's executive vice president of the F-35 program.

Both Davis and Burbage also took issue with a Sept. 10 opinion piece published in Jane's Defence Weekly that criticized the F-35's capabilities and the Pentagon's strategy for buying it. Among the claims made by Pierre Sprey, a former Pentagon official who helped design the F-16, and Winslow Wheeler, an analyst with the Center for Defense Information, were that the plane is overweight, can't carry enough weaponry and is unable to adequately support ground troops.

The Air Force and Lockheed officials said Friday the F-35 has the most powerful engine ever installed in a fighter, outperforms other jets and has undergone extensive testing to ensure that its capabilities are sound.

Shares of Bethesda, Md.-based Lockheed fell $2.94 to $110.88.


Copyright 2008 Associated Press. All rights reserved. This material may not be published broadcast, rewritten, or redistributed
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Enviado por: nelson38899 em Setembro 24, 2008, 09:26:39 am
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F-35 Fights Back

September 23, 2008: Recent media reports that the new U.S. F-35 was regularly defeated in computer simulated combats with the latest Russian fighters, prompted the U.S. Air Force to release a lot of its own data on F-35 effectiveness. Overall, the air force simulations and studies have shown the F-35 to be four times as effective against any current fighter (the best of them known as "fourth generation" aircraft.) The major advantages of the F-35 are engine power (it's one engine generates more power than the two engines used in the Eurofighter or F-18), stealth and the fact that it can fight "clean" (without any pods or missiles hung from its wings, and interfering with maximum maneuverability). While it's true that the F-35 would have problems in a dogfight with some aircraft (notably the Su-27/30 series), the F-35 was designed to spot the enemy first, get the first shot in, and stay out of range of an old-fashioned dog fight.

These BVR (Beyond Visual Range) tactics are untried in large scale combat, while dog fighting has been around since 1914. But everyone agrees that BVR (using superior sensors and long range missiles) tactics are the future. Not everyone agrees that the future is here yet.

The 27 ton F-35 is armed with an internal 25mm cannon and four internal air-to-air missiles (or two missiles and two smart bombs). Plus four external smart bombs and two missiles. All sensors are carried internally, and max weapon load is 6.8 tons. The first F-35s will be delivered in two years.
http://www.strategypage.com/htmw/htairf ... 80923.aspx (http://www.strategypage.com/htmw/htairfo/articles/20080923.aspx)
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Enviado por: Lightning em Setembro 24, 2008, 09:45:32 am
Citação de: "nelson38899"
everyone agrees that BVR tactics are the future. Not everyone agrees that the future is here yet.


Achei interessante esta parte, então quer dizer que actualmente ainda se tem em conta o combate próximo talvez porque ainda seja possivel a um caça aproximar-se sem ser abatido por misseis BVR.
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Enviado por: nelson38899 em Setembro 30, 2008, 09:44:40 pm
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Israel to buy $15.2 bln in Lockheed fighters

WASHINGTON, Sept 30 (Reuters) - The U.S. government on Tuesday said it approved the sale to Israel of 25 F-35 Joint Strike Fighter aircraft built by Lockheed Martin Corp (LMT.N: Quote, Profile, Research, Stock Buzz) and an option for 50 more in coming years -- a deal valued at up to $15.2 billion.

The Pentagon's Defense Security Cooperation Agency (DSCA), which oversees major arms sales, said the deal is vital to U.S. national security interests to assist Israel as it develops and maintains "a strong and ready self-defense capability."

Israel needs the aircraft to enhance its air-to-air and air-to-ground defense, the agency said.

The DSCA notified Congress about the proposed arms sale before lawmakers head back to their districts for the November election. Lawmakers now have 30 days to block the sales, but such action is rare, since the agreements are usually carefully vetted beforehand.

The Pentagon agency said Israel wants to buy an initial 25 F-35s in the Conventional Take-Off and Landing (CTOL) configuration, with an option to buy an additional 50 F-35 CTOL or Short Take-Off and Vertical Landing (STOVL) aircraft.

All aircraft would be equipped with either the F-135 engines built by Pratt and Whitney, a unit of United Technologies Corp (UTX.N: Quote, Profile, Research, Stock Buzz), or the F-136 engine being developed by General Electric Co (GE.N: Quote, Profile, Research, Stock Buzz) and Britain's Rolls-Royce Plc (RR.L: Quote, Profile, Research, Stock Buzz).

Lockheed Martin said it welcomes the decision. "As the first potential foreign military sale of the F-35, this would be an important first step in expanding interest in the Joint Strike Fighter beyond the U.S. government and eight international F-35 partner nations," said Lockheed spokesman Tom Jurkowsky.

Earlier this month, the Pentagon approved up to $330 million in three separate arms deals for Israel.

Top Israeli and U.S. government officials met in Washington this month for the most senior bilateral high technology dialogue ever between the two allies. Discussions focused in part on ensuring that sensitive technologies were not passed to third parties.

Separately on Tuesday, the Pentagon approved Brazil's request to buy up to $525 million worth of 15 United Technologies Black Hawk helicopters and 30 General Electric engines. (Reporting by Andrea Shalal-Esa, editing by Gerald E. McCormick)
http://www.reuters.com/article/rbssT...dChannel=10001 (http://www.reuters.com/article/rbssT...dChannel=10001)
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Enviado por: nelson38899 em Outubro 02, 2008, 09:16:32 pm
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F-35 arrives at Edwards



10/1/2008 - An F-35 Joint Strike Fighter, numbered AA-1, taxis past the control tower on Edwards Air Force Base, Calif., Oct. 1. It marked the first time the aircraft arrived here. The F-35 will perform a series of tests, including airstart and noise testing. The aircraft flew in from Naval Air Station Fort Worth, Texas

http://www.afmc.af.mil/news/story.asp?id=123117840 (http://www.afmc.af.mil/news/story.asp?id=123117840)

(http://www.afmc.af.mil/shared/media/photodb/web/081001-F-9999X-013.jpg)
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Enviado por: nelson38899 em Outubro 06, 2008, 09:13:26 am
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Lockheed official: Saudis not in talks for stealth fighter jet


Despite Israeli fears that Saudi Arabia is on its way to acquiring the stealth Joint Strike Fighter, Israel is the only Middle East country Lockheed Martin is currently in talks with regarding the sale of the fifth-generation jet, a top company executive said Sunday.

Israeli defense officials have recently raised concerns that the US will sell the new jet, also known as the F-35 Lightning II, to Saudi Arabia or even to Egypt - two countries with strong strategic ties with Washington. Due to these concerns, The Defense Ministry is pressing the Pentagon to allow the air force to install Israeli-made systems in the aircraft, which the IAF will likely begin receiving in 2014.

"No other countries in this part of the world are in discussions," Tom Burbage, general manager of the F-35 program for Lockheed Martin, told reporters in Tel Aviv on Sunday. Asked about Saudi Arabia, Burbage said there were no talks between Lockheed Martin and Riyadh regarding the plane.

Burbage also revealed that $200 million worth of contracts had been signed with Israeli defense companies involved in the development of systems related to the Joint Strike Fighter. He said this would likely increase to half a billion dollars by the end of the program.

Last week, the Pentagon announced plans to sell Israel up to 75 JSFs in a $15 billion deal. Nine countries - including Britain, Turkey and Australia - are members of the JSF program. Israel is a Security Cooperation Participant after paying $20m. in 2003 to obtain access to information accumulated during the development of the aircraft, which will be priced at approximately $80m. each.

Burbage said Israel would begin receiving the JSF in 2014. To meet that date, the air force will need to sign a contract with the Pentagon by October 2009.

The jet is still under development and is not yet in service, but the US plans to eventually acquire 2,458 planes for its army, Marines and air force at a cost of $300b. The F-35 was designed as a replacement for a range of warplanes, including the F-16, which is a large component of many air forces worldwide.

http://www.jpost.com/servlet/Satellite? ... 2FShowFull (http://www.jpost.com/servlet/Satellite?cid=1222017467671&pagename=JPost%2FJPArticle%2FShowFull)
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Enviado por: P44 em Outubro 09, 2008, 03:47:54 pm
Italy Pulls Out of JSF’s Initial Operational Test and Evaluation

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Letter to Parliament (excerpt)
 
 
(Source: Dutch Ministry of Defence; issued Oct. 7, 2008)
   
 
 (Issued in Dutch only; unofficial translation by defense-aerospace.com)
 
 
 
 As a result of the general consultation of 1 October last, I am informing you of the decision by Italy concerning its participation to the Initial Operational Test And Evaluation (IOT& E) of the JSF. (…/…)

Recently the Italian project director has informed the Dutch, American and British partners that Italy will abandon its participation to the IOT& E and, with that, also of the purchase of the first test aircraft this year.

As a reason, the new [Italian] government has invoked the need to reduce expenditure.


The Italian decision has no financial consequences for the Netherlands.

Moreover, the Italian government has reaffirmed its explicit support for the JSF program, and has confirmed the Italian participation to the System Development & Demonstration (SDD) phase.


(Signed)
Dr. Jack (J.G.) de Vries
State Secretary for Defence


Click here for the full letter to Parliament (in Dutch; 3 pages in PDF format) on the Dutch MoD website.


(EDITOR’S NOTE: Repeated attempts to contact the Italian Ministry of Defense on Oct. 7 and 8 were unsuccessful. We will update this item as warranted.)

(ends)
 
 
 
 The JSF, Italy and Europe
 
 
(Source: Alenia Aeronautica); issued Oct. 7, 2008)
 
   
 
 The [Rome-based] Institute for International Affairs presented the results of its research on the Italian and European participation in the F-35 program at a conference held yesterday in Rome. The Joint Strike Fighter is the fifth generation fighter intended to allow air forces to meet 21st century operational requirements, but also today’s largest aeronautical program, with potential sales running into the thousands.

Italy joined the program very early as a Tier II partner, just behind the United Kingdom, and is the candidate to host the only Final Assembly and Check-Out facility outside the US. In the past weeks Alenia Aeronautica signed the first contract for wing production, for which it will be the second source supplier with a potential run of 1,200 wings.

The importance of the JSF was underscored by the high-level attendance at the conference, which ranged from Undersecretary for Defence Giuseppe Cossiga, to the Chairman of the Defense Committee of the Italian Chamber of Representatives and the Chief of the Defense Staff Gen. Vincenzo Camporini, who spoke together with industry representatives Remo Pertica, Chairman of the Italian Aerospace and Defense Industries Association, and Giovanni Bertolone, CEO of Alenia Aeronautica.

The speakers all stressed that the research – coordinated for IAI by Michele Nones with Giovanni Gasparini and Alessandro Marrone and sponsored by Alenia – stands out for its rigorous methodology and objective approach. The IAI paper confirms the great operational value of the JSF, including its ability to operate away from its home base with minimal logistic support, but also highlights some of the positive and negative aspects of the program.

These include on one hand the technological progress (starting from netweork-centric capabilities and stealthiness) and great industrial potential; on the other hand, there are still some critical issues relating to transferring technologies (also related to industrial roles) and the bureaucracy which might make it difficult to ensure the timely flow of parts in an international program, but also to the need for European countries to increase their cooperation to increase their bargaining power.

The speakers underlined how all these aspects are crucial if Europe is to reap the opportunities that the Joint Strike Fighter program can offer Italy and Europe.

-ends-
 
http://www.defense-aerospace.com/cgi-bi ... le=release (http://www.defense-aerospace.com/cgi-bin/client/modele.pl?session=dae.42046516.1223563518.FOYFjX8AAAEAACKADdgAAAAX&prod=98615&modele=release)
Título:
Enviado por: Leonidas em Outubro 10, 2008, 01:34:46 am
Ciao ragazzo

E não vai ficar por aqui!

Tchau ragazzo
Título:
Enviado por: P44 em Outubro 10, 2008, 08:18:56 am
do mesmo link

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(UPDATE: EDITOR’S NOTE: A spokesman for the Italian National Armaments Director confirmed on Oct. 10 Italy's withdrawal from the IOT&E phase.)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Outubro 13, 2008, 09:26:16 am
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The F-35’s Air-to-Air Capability Controversy

The F-35 Joint Strike Fighter/ Lightning II program is reaching a critical nexus. In order to keep costs under control and justify the industrial ramp up underway, participating countries need to sign order agreements within the next year or so. The F-35 is not a proven fighter design that has demonstrated a baseline of performance in service, however; it is a developmental aircraft in the early days of its test program, which is scheduled to continue until 2013.

As one might expect, that status makes the F-35 a controversial long-term bet in many of the program’s member countries. The USA is looking at its budgets, and has concluded that it can afford about half of the annual aircraft buy it had planned during the program’s early years. Its fellow Tier 1 partner Britain is reportedly re-evaluating its planned F-35B order in light of rising costs and problematic defense budgets. Sharp controversy has erupted in Tier 2 partner the Netherlands over long-term costs and industrial arrangements, leading to political pressure for a competitive bid. Tier 3 partners Norway and Denmark have both traveled down that same road, and are holding open competitions that pit the F-35 against Saab’s modernized JAS-39NG Gripen.

Australia hasn’t yet reached that point, but September 2008 has featured a very public set of controversies around the F-35’s performance. In the current environment, the altercation in Australia has become a controversy with implications, and responses, that have reached well beyond that continent’s shores.

Recent additions to this article take a much closer look at the RAND study that triggered the controversy. A study that did not specifically address the F-35, but which does have implications for the F-35’s projected performance – and for the heart of the USAF’s current fighter force concept…

o resto:
http://www.defenseindustrydaily.com/The ... rsy-05089/ (http://www.defenseindustrydaily.com/The-F-35s-Air-to-Air-Capability-Controversy-05089/)


tradução:
http://translate.google.com/translate?u ... uage_tools (http://translate.google.com/translate?u=http%3A%2F%2Fwww.defenseindustrydaily.com%2FThe-F-35s-Air-to-Air-Capability-Controversy-05089%2F&langpair=en|pt&hl=pt-BR&ie=UTF-8&oe=UTF-8&prev=%2Flanguage_tools)
Título:
Enviado por: triton em Outubro 13, 2008, 10:35:22 pm
Querem F-35, não não :no:

Devíamos era adquirir Mig-35 para meter nojo aos americanos.

(http://www.ausairpower.net/MiG-35-Proto-2007-S.jpg)
Título:
Enviado por: Instrutor em Outubro 13, 2008, 10:48:38 pm
MIG-35 nem pensar esse Russos também agora quem mandar no mundo, sempre defendi que o futuro sucessor do F-16 deveria ser europeu de preferencia o Typhoon, mas temos muito bons avioes o Grippen NG ou entao o Rafale.Mas de entre estes tres prefiro o Typhoon
Título:
Enviado por: triton em Outubro 13, 2008, 10:54:39 pm
Citação de: "Instrutor"
MIG-35 nem pensar esse Russos também agora quem mandar no mundo, sempre defendi que o futuro sucessor do F-16 deveria ser europeu de preferencia o Typhoon, mas temos muito bons avioes o Grippen NG ou entao o Rafale.Mas de entre estes tres prefiro o Typhoon


 Espero que esteja redondamente enganado, mas aposto que os F-35 que iremos comprar irão ser em segunda mão.
Título:
Enviado por: jmg em Outubro 13, 2008, 11:03:48 pm
Citação de: "triton"

 Espero que esteja redondamente enganado.


Porquê?
Ou é só para contrariar?
Título:
Enviado por: André em Outubro 13, 2008, 11:06:58 pm
Citação de: "jmg"
Citação de: "triton"

 Espero que esteja redondamente enganado.

Porquê?
Ou é só para contrariar?


Não ligues ele é pro-rissois ...  :lol:  :)
Título:
Enviado por: jmg em Outubro 13, 2008, 11:14:32 pm
Tudo bem.
Só que depois de uma reposta destas eu gosto de ouvir algum argumento válido para apoiar esse pensamento.
Senão é outra vez conversa de putos tipo o meu é melhor porque eu é que sei e tal....
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 13, 2008, 11:29:01 pm
Citação de: "jmg"
Tudo bem.
Só que depois de uma reposta destas eu gosto de ouvir algum argumento válido para apoiar esse pensamento.
Senão é outra vez conversa de putos tipo o meu é melhor porque eu é que sei e tal....

Absolutamente.

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Devíamos era adquirir Mig-35 para meter nojo aos americanos.


Nojo é o que me metem este tipo de comentários, que se estão a tornar demasiado frequentes. Ou é um choque de gerações ou anda a ficar tudo "passado". Ou as duas coisas.

- Ganhaide juízo, oh rapaziada!
Título:
Enviado por: JMM em Outubro 13, 2008, 11:59:34 pm
Meus caros,

Não tenham dúvidas nenhumas que os nosso próximos aviões de combate vão ser comprados em 2ª mão...

100 milhões de USD, no mínimo, por aparelho? Devem estar a sonhar... onde é que vocês estão a ver Portugal nos próximos 300 anos a pagar 2500 milhões de USD por duas esquadras de F-35, ou Typhoon, ou Gripen Ng, ou Rafale, ou outra coisa qualquer?

Lamento ser desmancha-prazeres, mas se conseguirmos comprar 2 esquadras de F-35A (ao abrigo do programa FMS e da utilização reforçada das LAjes para o AfriCom e como base de treino para os F-22 e F-35 americanos) ou Typhoon Tranche 1 ou 2 (não acredito que compremos Typhoon, mas pronto, é só a título de exemplo) usados lá para 2025 vai ser fantástico...  

Saudações
João
Título:
Enviado por: Lightning em Outubro 14, 2008, 12:10:38 am
Citação de: "JMM"
Meus caros,

Não tenham dúvidas nenhumas que os nosso próximos aviões de combate vão ser comprados em 2ª mão...

100 milhões de USD, no mínimo, por aparelho? Devem estar a sonhar... onde é que vocês estão a ver Portugal nos próximos 300 anos a pagar 2500 milhões de USD por duas esquadras de F-35, ou Typhoon, ou Gripen Ng, ou Rafale, ou outra coisa qualquer?

E se for só uma esquadra? :wink: .
Título:
Enviado por: JMM em Outubro 14, 2008, 12:22:51 am
Citação de: "Lightning"
Citação de: "JMM"
Meus caros,

Não tenham dúvidas nenhumas que os nosso próximos aviões de combate vão ser comprados em 2ª mão...

100 milhões de USD, no mínimo, por aparelho? Devem estar a sonhar... onde é que vocês estão a ver Portugal nos próximos 300 anos a pagar 2500 milhões de USD por duas esquadras de F-35, ou Typhoon, ou Gripen Ng, ou Rafale, ou outra coisa qualquer?

E se for só uma esquadra? :? Por menos que isso tem "caído o Carmo e a Trindade" por causa dos submarinos. Como diria o Lino "Jamais..." :twisted:
Título:
Enviado por: JMM em Outubro 14, 2008, 12:29:22 am
Citação de: "Lightning"
Eu pessoalmente estou cada vez mais descontente com os Americanos, não tenho nada contra o material deles, os F-16, C-130, P-3, etc são boas máquinas, mas detesto a mania dos gajos de quererem controlar tudo, se puder eescolher prefiro material europeu como o Eurofigher. E claro que era fantastico, faziamos um MLU aos bichinhos e eles duravam mais uns 20 ou 30 anos :wink: .


Ora nem mais... começar por uns 12-15 Typhoon Tranche 1 para defesa aérea em 2ª mão e depois comprar mais uns 12-15 e fazer um MLU para o equivalente à Tranche 3! Seria mais ou menos repetir o processo F-16.

Infelizmente não me parece... continua a ser carote fazer a modernização e vai ser demasiado tentador englobar os aviões nas contrapartidas para as Lajes, por isso meu caro, lamento, mas quase de certeza que vai continuar a  ser material "made in Tio Sam"!
Título:
Enviado por: nelson38899 em Outubro 14, 2008, 09:17:37 am
Pelo que li as tranches no typhoon não indicam nenhuma actualização mas sim a fase de entrega.
Visto que há problemas na entrega da terceira tranche, pois há países que querem reduzir o numero de aviões, nós podíamos aproveitar essa tranche e comprar alguns aviões, que outros países não querem comprar. Não esquecer que quanto maior a encomenda menor o preço, ou seja, se comprá-se-mos os aviões há Inglaterra ou há Itália podíamos ter eurofighters a preços mais baixos.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Outubro 14, 2008, 09:46:56 am
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Italy Gives Up Test Role on JSF

Italy has given up the chance of taking part in a pending initial evaluation stage within the Joint Strike Fighter program, the apparent consequence of budget cuts.

While it remains a program partner, intending to buy up to 131 aircraft, and has invested in the development phase, Italy will no longer exercise an option to buy two low-rate production fighters which it would have used in the early testing and evaluation phase of the aircraft.

"Italy was studying the possibility of joining the F-35 Initial Operational Test and Evaluation phase but has elected not to participate at this time," a Lockheed Martin official told Reuters.

Lockheed Martin officials have previously said Italy was mulling the purchase of one fighter from the third stage of the Low Rate Initial Production (LRIP) stage, and one from the fourth.

An Italian defense official confirmed that as a result of withdrawing from the initial test and evaluation phase of the aircraft, Italy would not be buying the two low-rate production aircraft.

Now, Britain and the Netherlands are the only other partners on the U.S. led program scheduled to take part in the initial operational test and evaluation program.

Italy's decision to give up its role in the phase comes as the Italian government cuts military spending in 2009 by 6.9 percent, leaving a draft budget of 15.4 billion euros ($20.9 billion). Spending on investment, which includes procurement, is down 20.6 percent from 3.64 billion to 2.89 billion euros.

http://www.defensenews.com/story.php?i= ... =EUR&s=AIR (http://www.defensenews.com/story.php?i=3768890&c=EUR&s=AIR)
Título:
Enviado por: Nitrox13 em Outubro 14, 2008, 11:36:50 am
Citação de: "André"
Citação de: "jmg"
Citação de: "triton"

 Espero que esteja redondamente enganado.

Porquê?
Ou é só para contrariar?

Não ligues ele é pro-rissois ...  :lol:  :)


a Grécia é membro da NATO e tem armamento russo.
A principal razão da ñ compra de armamento russo, tem a ver com a logística e a harmonização de meios, já que somos um País pequeno ñ podemos fazer compras desajustadas a nossa realidade.
Título:
Enviado por: Lightning em Outubro 14, 2008, 06:29:01 pm
Citação de: "JMM"
Infelizmente não me parece... continua a ser carote fazer a modernização e vai ser demasiado tentador englobar os aviões nas contrapartidas para as Lajes, por isso meu caro, lamento, mas quase de certeza que vai continuar a  ser material "made in Tio Sam"!


Por falar nas Lajes gostava de saber uma coisa, alguém sabe que género de benefícios tem o Reino Unido, Alemanha, Itália e outros paises por permitir que os Estados Unidos tenham unidades militares nos seus países?

Ou a Alemanha e a Itália tem que estar "ocupadas" por forças militares Americanas pelo que fizeram na 2ª Guerra Mundial?
Título:
Enviado por: triton em Outubro 14, 2008, 06:40:45 pm
Citação de: "jmg"
Citação de: "triton"

 Espero que esteja redondamente enganado.

Porquê?
Ou é só para contrariar?


 EU disse é que espero que eu esteja redondamente enganado, porque se eu estiver enganado, é porque vamos ter F35 novos. Expliquei-me mal.
Título:
Enviado por: P44 em Outubro 15, 2008, 01:39:48 pm
Citação de: "André"
Citação de: "jmg"
Citação de: "triton"

 Espero que esteja redondamente enganado.

Porquê?
Ou é só para contrariar?

Não ligues ele é pro-rissois ...  :lol:  :)


alguém que avise os gregos!
 :arrow: http://en.rian.ru/analysis/20081014/117729818.html (http://en.rian.ru/analysis/20081014/117729818.html)
Título:
Enviado por: André em Outubro 15, 2008, 03:20:00 pm
Citação de: "P44"
Citação de: "André"
Citação de: "jmg"
Citação de: "triton"

 Espero que esteja redondamente enganado.

Porquê?
Ou é só para contrariar?

Não ligues ele é pro-rissois ...  :lol:  :)

alguém que avise os gregos!
 :roll:  :roll:
Título:
Enviado por: nelson38899 em Outubro 15, 2008, 04:23:07 pm
Offtopic:

Não sendo da NATO, mas a Finlândia também possui equipamentos militares russos.
http://www.mil.fi/maavoimat/kalustoesit ... dex_en.dsp (http://www.mil.fi/maavoimat/kalustoesittely/index_en.dsp)
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Outubro 16, 2008, 12:04:34 pm
Tinha a impressão que os BMP's - 1 gregos estavam sediados em Chipre como parte do regimento lá colocado.
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Outubro 16, 2008, 12:59:59 pm
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CAPT Dana "Smudge" Potts has sent 12 official images of the STOVL F-35 in flight for the Reference Library

http://www.clubhyper.com/reference/f35inflightdp_1.htm (http://www.clubhyper.com/reference/f35inflightdp_1.htm)

Título:
Enviado por: nelson38899 em Outubro 16, 2008, 03:30:17 pm
(http://i231.photobucket.com/albums/ee54/warpigelp/jsfdk1.jpg)
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Outubro 23, 2008, 06:50:10 pm
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“Eurofighter Slays’Em!

I remember reading around two years ago about the prowess of Eurofighter over other aircraft. Well, this anecdote will probably ‘get out’ one day and concerns the visit to these shores in July of Indian Air Force Su-30s. The MoD said that it would not be putting Typhoons up against them as a one-on-one fight. This is general knowledge. However - it did happen and there is Head Up Display video to prove it. I don’t know how it came about - probably during some exercise.

Anyway, two relatively inexperienced Typhoon pilots returned with big grins on their faces. The Sukhois were ‘toasted’. All the Su-30’s air display antics came to nought - the Typhoons proved too nimble and too powerful for the Russian aircraft. The Typhoons were not ‘clean’ either. You can check with the MoD, but you probably already know the kind of answer you’ll get! (We did, and they wouldn’t - Editor).

The original article resulted in several letters of response about Typhoon versus the F-22. This cannot be confirmed or admitted officially, but during Typhoon’s visit to the USA in 2005, both aircraft were pitted against each other (unofficially, you understand). The F-22 could not be seen by the Typhoon pilot, but his electronic counter measures showed him that it was being ‘painted’ by his opponent. The Typhoon took appropriate ‘measures’ using self-defensive aids. But when it came to one-on-one combat, the Typhoon did the same kind of job as it did with the Sukhois. The F-22s could not ‘handle’ Typhoon close in and the Yanks were shocked!

It did not all go Typhoon’s way on this occasion but it was a sobering encounter for the Americans. Remember, on the F-22 much was sacrificed in terms of ‘fighter performance’ for stealth.

The first part of this letter, regarding the Sukhois, I have from first-hand experience, through the second part - about the F-22s - has come to me through the Typhoon grapevine. Fascinating, isn’t it? The Typhoon does appear to be a truly formidable machine - a machine feared by ‘other’ operators.

Name withheld via e-mail”


Feedback, Air Forces Monthly January 2008


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Through still a relatively immature platform, Typhoon has already proved to be a hard opponent to beat, so that when a two-seat trainer was bounced by two F-15s during an operational conversion sortie, the Typhoon pilot was easily able to outmanoeuvre his assailants and position himself for a simulated ‘kill’ against both. More recently, there have been repeated reports that two RAF Typhoons deployed to the US for OEU trials work have been flying against the F-22 at NAS China Lake, and have performed better than was expected. There was little surprise that Typhoon, with its world-class agility and high off-boresight missile capability was able to dominate the ‘Within Visual Range’ fight, but the aircraft did cause a surprise by getting a radar lock on the F-22 at a surprisingly long range. The F-22s reportedly cried off, claiming that they were ‘unstealthed’ anyway, although the next day’s scheduled two versus two BVR engagement was cancelled, and “the USAF decided that they didn’t want to play anymore”. When this incident was reported on a website frequented by front-line RAF aircrew a senior RAF officer urged an end to the conversation on security grounds.
 

“Focus Aircraft – Eurofighter Typhoon” by Jon Lake, pags 44-75, International Air Power Review Volume 20, AIRtime Publishing 2006
Título:
Enviado por: nelson38899 em Outubro 24, 2008, 09:16:01 am
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F-35 Joint Strike Fighter: Events & Contracts 2007-08 (updated)

The F-35 Lightning II is a major multinational program which is intended to produce an “affordably stealthy” multi-role strike fighter that will have three variants: the F-35A conventional version for the US Air Force et. al.; the F-35B Short Take-Off, Vertical Landing for the US Marines, British Royal Navy, et. al.; and the F-35C conventional carrier-launched version for the US Navy. The aircraft is named after Lockheed’s famous WW2 P-38 Lightning, and the Mach 2, stacked-engine English Electric (now BAE) Lightning jet. System development partners included The USA & Britain (Tier 1), Italy and the Netherlands (Tier 2), and Australia, Canada, Denmark, Norway and Turkey (Tier 3). Now the challenge is agreeing on production phase membership and arrangements, to be followed by initial purchase commitments around 2008-2009.

This updated article has expanded to feature more detail regarding the $300 billion F-35 program, including other contracts as well as notable events. New material is in green type. Recent additions include background re: the F-35’s initial armaments, a DSCA request from Israel for up to 75 F-35s, Italy opting out of the test phase, an Italian capabilities and industrial evaluation, Tier 2 JSF partner The Netherlands’ slip toward a full competition involving Sweden’s Gripen fighter, a number of firm engine and software contracts, big Canadian investments in Texas, and a major controversy in Australia over the plane’s air-air performance…

http://www.defenseindustrydaily.com/f-3 ... ted-04659/ (http://www.defenseindustrydaily.com/f-35-joint-strike-fighter-events-contracts-2008-updated-04659/)
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Outubro 25, 2008, 07:17:37 pm
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Work involving low-observable (LO) coating is currently the only time-consuming maintenance procedure. Getting to a failed fuel pump on non-stealth aircraft is relatively easy. By comparison, the F-22 must be de-skinned before the pump can be removed, and a replacement fitted. After that, the LO coating has to be restored – a process that typically takes 12-18 hours to complete.

Seventy people in the 1st MXG are assigned to LO, inspecting the aircraft every day for surface cracks, bonding or anything that may detract from its stealthy characteristics. These are tracked in the IMIS (Integrated Maintenance Information System) and given a serviceability rate. “We watch the aircraft rate and if its level is close to the limit, then we ground the aircraft on a SAS (Signature Assessment System) reduction to restore the stealthiness of the aircraft back to specification,” said Chief Wilder.

Cracked coatings are removed and replaced with new ones to reduce the serviceability rate to an acceptable level. If LO coatings are not managed correctly, the aircraft is no longer stealthy, and this could put a pilot in harm’s way.


“Raptor Roars In!” by Mark Ayton, pags 70-79, Air Forces Monthly August 2008
Título:
Enviado por: nelson38899 em Outubro 28, 2008, 09:20:10 am
A nossa futura força aérea:

http://www.youtube.com/watch?v=-ku0n_PBGro (http://www.youtube.com/watch?v=-ku0n_PBGro)
Título:
Enviado por: LuisC em Outubro 29, 2008, 02:46:19 am
Há um velho ditado muito utilizado no mundo da aviação que diz, “if it looks right, it flies right”. Pessoalmente não o aplicaria ao F-35. Não gosto do avião! :evil:
Título:
Enviado por: nelson38899 em Novembro 01, 2008, 11:46:24 pm
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F-35 Has A Fatal Flaw

October 29, 2008: While the new American F-35 fighter-bomber is superior in many ways to the aircraft it is replacing (F-16s and F-15s). But in one area it is inferior, and this may turn into  major political and legal problems.

The F-35 is twice as loud on takeoff, and even louder when landing. Civilians living around F-35 bases will complain, as that much additional noise will be noticed when the new aircraft replace F-15s and F-16s over the next decade. There will be lawsuits, and headaches  for air force commanders. There might even be bans and groundings.
http://www.strategypage.com/htmw/htairf ... 81029.aspx (http://www.strategypage.com/htmw/htairfo/articles/20081029.aspx)


cada dia que passa o f35 aparece com mais problemas, primeiro é o preço do projecto que aumenta a cada dia que passa, depois é a capacidade de ser invisível ao radar que segundo li os americas não querem que os europeus usem a versão stealth e agora é o barulho. Cada dia que passa gosto menos deste avião, será que Portugal faz bem continuar com a intensão de adquirir este avião :?:
pessoalmente acho que não
Título:
Enviado por: Instrutor em Novembro 02, 2008, 12:37:44 am
Talvez daqui a 20 anos os problemas tenham sido resolvidos... :lol:
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Novembro 02, 2008, 12:43:41 am
Acho que é caro demais para os bolsos portugueses. O Typhoon seria mais apropriado. Além de que conseguir o F-35 devera ser dificil para paises fora da "liga".

O projecto deve estar a sofrer atrasos devido ao montão de paises envolvidos e ao super-paranoico ITAR.
Haver tantas entidades envolvidas parece dar azo a um problema semelhante ao q o 787 está a ter, levando a atrasos e retrasos.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Novembro 03, 2008, 10:53:17 pm
parece que vem aí mais um corte na compra de f35:

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As the UK Ministry of Defence (MoD) struggles to cope with the budgetary pressures of conflicts in Iraq and Afghanistan and a massive equipment modernisation process, major cuts in one or more programmes appear to Jane's to be inevitable.

The global financial crisis and the UK's subsequent response in October (including the multi-billion pound buttressing of the banking system and a commitment to increase public spending to offset recession) has since added to the strain felt by the Treasury. Lingering hopes that extra funding would be made available to supplement the defence budget in the short to medium term appear to have been dashed.

Despite already scaling back programmes such as the UK Royal Navy's (RN's) Type 45 destroyer (which has dropped from an initial requirement of 12 ships to six at present) and the UK Royal Air Force's (RAF's) Nimrod MRA.4 maritime patrol aircraft (the originally envisaged 21-aircraft order has since dropped to 12), further cuts are expected to be announced in order to address the deficit in the defence budget.

Speculation over which projects are most at risk is continuing. Jane's Defence Forecasts believes that one programme that could see drastic cuts is the Joint Combat Aircraft (JCA) programme through which the RAF and RN intend to acquire the Lockheed Martin F-35 Lightning II multirole fighter.

According to the MoD, the UK's current planning assumption is to purchase up to 150 short take-off vertical landing (STOVL) aircraft.

Jane's believes this total is likely to be reduced down to around 85-100 aircraft when the production contract is finalised, creating savings of at least USD4.5 billion (GBP2.7 billion) to USD5.8 billion in acquisition costs alone.

The potential for cutting the programme stems from the fact that JCA is the only high-profile, high-cost project that the MoD could scale back significantly without detrimentally affecting the capabilities of the UK's armed forces in future.

A reduction in the number of F-35s procured to as few as 85 aircraft would allow the RAF to maintain its current fast jet combat aircraft inventory levels while at the same time increasing the capability and flexibility of the force.

http://www.janes.com/news/defence/busin ... _1_n.shtml (http://www.janes.com/news/defence/business/jdi/jdi081031_1_n.shtml)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Novembro 05, 2008, 10:15:06 pm
E começa a faltar o dinheiro:

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Young Warns JSF Cuts Could Split Test
Pentagon acquisition chief John Young says the congressional cut to Joint Strike Fighter funding in fiscal 2009 will cause problems executing the test schedule for the program.

Congress cut advance procurement funding for the first three U.S. Navy F-35C carrier variants, which were to have been procured in FY ’10. The aircraft are planned for operational testing. “Those planes are critical,” Young told a group of reporters at the Pentagon Oct. 30.

“If we are not able to buy those airplanes we would potentially have to set up two separate operational tests,” Young says. “That would guarantee a schedule slip and a more costly dual operational test program.”

Congress provided funding for 14 Joint Strike Fighters in the FY ’09 budget, a mix of conventional U.S Air Force F-35As and U.S. Marine Corps short takeoff vertical landing F-35Bs, but deferred two aircraft. Lawmakers also provided advance procurement money for 27 F-35s.

Though the JSF flight-test program is still in its early stages, the acquisition chief says it is so far showing promise. “The truth is the initial Joint Strike Fighter development planes have flown almost flawlessly,” he says. “They have generated almost all of the sorties [planned] and they have returned mission capable after every mission.”

Many skeptics say the multinational Lockheed Martin F-35 program is bound to encounter snags in flight-testing, especially if it follows the path taken by the F-22. But the F-35 program has taken a different approach, Young says.

For example, there are fuel system and hydraulic mockups as well as avionics hardware-in-the-loop labs being used in the test effort that were not part of the F-22 program, he says. “All these things...should yield the ability to get through the test program successfully,” Young says.

The F-35 integrated test force to be based at Edwards Air Force Base in California, Naval Air Station Patuxent River in Maryland, and at Lockheed Martin in Fort Worth, Texas, is already preparing to execute flight-test plans modified after earlier budget cuts. These axed two mission-system test aircraft, forcing increased use of a specially modified Boeing 737-300 as a surrogate F-35.

The CATbird (Cooperative Avionics Test Bed) “will act as a subsonic fourth aircraft” on mission-system tests, says Fred Madenwald, Lockheed Martin’s F-35 flight-test director at Edwards.

He says the first three JSFs to be based at Edwards, a trio of conventional takeoff and landing (CTOL) F-35As (AF-1, 2 and 3), are due to arrive between November 2009 and January 2010.

AF-1 and -2 will initially undertake loads and flutter tests in 2010 before graduating to maneuver and weapons work. “AF-3 will be the first mission-system aircraft to work here, and after the first block [of tests] we will bring [STOVL mission-system aircraft] BF-4 and -5 to Edwards from Patuxent River,” says Madenwald. They will work with AF-3 and the CATbird.

The CATBird incorporates the F-35’s power, cooling and cabling infrastructure as well as its sensors and processors. The aircraft’s planned use for mission-system testing at Edwards underlines its increased importance in JSF development following the flight-test program cost cuts. The fourth CTOL test aircraft, AF-4, will be used for high angle-of-attack engine work in 2010, Madenwald adds.
http://www.aviationweek.com/aw/generic/ ... %20Program (http://www.aviationweek.com/aw/generic/story_generic.jsp?channel=aerospacedaily&id=news/F35-110508.xml&headline=Young%20Warns%20JSF%20Cuts%20Could%20Split%20Test%20Program)
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Enviado por: nelson38899 em Novembro 20, 2008, 04:40:18 pm
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OSLO, Norway -- The Norwegian government says it has picked the U.S. developed F-35 Joint Strike Fighter to replace its aging U.S.-made F-16 aircraft in a roughly 60 billion kroner ($8.5 billion) deal.

The U.S. led-consortium had been competing with Sweden's JAS Gripen fighter to replace NATO-member Norway's 48 US-made F-16s.

A news release from the government says the Joint Strike Fighter project led by U.S. company Lockheed Martin Corp. was selected on the basis of price and the aircraft's ability to meet Norway's operational requirements.

Defense Minister Anne-Grete Stroem-Erichsen says the American fighter won in all key areas, including aerial information gathering and combat.

The decision was announced in a statement Thursday.

http://www.star-telegram.com/190/story/1049585.html (http://www.star-telegram.com/190/story/1049585.html)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Novembro 20, 2008, 09:32:00 pm
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General Dynamics Awarded F-35 Lightning II Gun System Contracts by Lockheed Martin

Charlotte, N. C. � General Dynamics Armament and Technical Products, a business unit of General Dynamics (NYSE: GD), has been awarded two contracts by Lockheed Martin for the production of GAU-22/A gun systems for the F-35 Lightning II stealth fighter aircraft. The contracts have a combined value of nearly $9 million.

According to General Dynamics Armament and Technical Products Gun Systems Program Manager Howard Brott, �Our GAU-22/A gun system serves a vital role in the F-35 aircraft�s tactical air-to-ground support capabilities. In addition, the 25mm GAU-22/A brings increased range in air-to-air engagements compared to the 20mm guns common on today�s fighters. The gun system�s high rate of fire and consistency are key features for future F-35 pilots, and its reliability contributes significantly to lower operating and aircraft maintenance costs.�

The F-35 Lightning II internal gun system is based on a derivative of General Dynamics� proven GAU-12/U 25mm Gatling gun. It will be used on the F-35 Conventional Take-off and Landing (CTOL) variant and will include the GAU-22/A gun and its associated components. General Dynamics is also developing an external gun system for other variants of the F-35.

Production is scheduled to begin immediately and extend through August 2010 at General Dynamics� Saco, Maine, facility, the company�s primary facility for production of single and multi-barrel aircraft and crew-served weapon systems. The Saco operations provide complete production capabilities, from design and development to manufacturing, testing and integration. Program management will be performed at General Dynamics� Burlington, Vt.-based Technology Center, which is the company�s engineering center of excellence.
http://www.pressreleasepoint.com/genera ... eed-martin (http://www.pressreleasepoint.com/general-dynamics-awarded-f35-lightning-ii-gun-system-contracts-lockheed-martin)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Novembro 26, 2008, 09:58:52 am
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F-35 Sells As Su-30 Stopper

November 24, 2008: Norway has decided to buy the more expensive U.S. F-35, rather than the less expensive Gripen from neighbor Sweden. What changed Norwegian minds was a series of computer simulations by the Norwegian Defense Institute, which concluded that the Gripen could not provide much of a fight against the Russian advanced Su-30 fighters, or the new Russian fifth generation fighter.

Often regarded as an also-ran in the current crop of "modern jet fighters," the Swedish Gripen has long proved to be more competition than the major players (the F-16, F-18, F-35, Eurofighter, Rafale, MiG-29 and Su-27) expected. Put simply, Gripen does a lot of little, but important, things right, and costs about half as much (at about $30 million each) as its major competitors. In effect, Gripen provides the ruggedness and low cost of Russian aircraft, with the high quality and reliability of Western aircraft. For many nations, like South Africa, the Czech Republic and Hungary, this is an appealing combination. The Gripen is easy to use (both for pilots and ground crews), and capable of doing all jet fighter jobs (air defense, ground support and reconnaissance) well enough.

The Gripen is small (14 ton max weight), but can carry up to 3.6 tons of weapons. With the increasing use of smart bombs, this is adequate. The aircraft entered active service in 1997, and has had an uphill battle getting export sales. Sweden does not have the diplomatic clout of its major competitors, so they have to push quality and service. Swedish warplanes, and products in general, have an excellent reputation in both categories. Nevertheless, the Gripen is still expected to lose out on a lot of sales simply because politics took precedence over performance.

Norway shares a border with Russia, and Russian warplanes have been increasingly active off Norway's northern coast. The decision to go for the F-35 was based largely on the ability of that aircraft to put up some real opposition against the best that Russia has, or will have in the next decade or so.

U.S. Air Force simulations and studies have shown the F-35 to be four times as effective against any current fighter (the best of them known as "fourth generation" aircraft.) The major advantages of the F-35 are engine power (it's one engine generates more power than the two engines used in the Eurofighter or F-18), stealth and the fact that it can fight "clean" (without any pods or missiles hung from its wings, and interfering with maximum maneuverability).

The 27 ton F-35 is armed with an internal 25mm cannon and four internal air-to-air missiles (or two missiles and two smart bombs). Plus four external smart bombs and two missiles. All sensors are carried internally, and max weapon load is 6.8 tons. The aircraft is very stealthy when just carrying internal weapons. The first F-35s will be delivered in two years.
http://www.strategypage.com/htmw/htproc ... 81124.aspx (http://www.strategypage.com/htmw/htproc/articles/20081124.aspx)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Novembro 30, 2008, 11:34:08 pm
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Lockheed Martin F-35 Lightning II Flies Supersonic

Fort Worth TX.- The Lockheed Martin [NYSE: LMT] F-35 Joint Strike Fighter flew supersonic for the first time yesterday, achieving another milestone. The aircraft accelerated to Mach 1.05, or about 680 miles per hour.

The test validated the F-35 Lightning II’s capability to operate beyond the speed of sound and was accomplished with a full internal load of inert or “dummy” weapons on the one-hour flight.

“The F-35 transitioned from subsonic to supersonic just as our engineers and our computer modeling had predicted,” said Jon Beesley, Lockheed Martin’s chief F-35 test pilot. “I continue to be impressed with the aircraft’s power and strong acceleration, and I’m pleased that its precise handling qualities are retained in supersonic flight, even with a payload of 5,400 pounds (2,450 kilograms) in the weapons bays.”

Beesley said it was also a significant achievement for a test aircraft to fly supersonic for the first time with the weight of a full internal load of weapons. The milestone was achieved on the 69th flight of F-35 aircraft AA-1. Beesley climbed to 30,000 feet (9,144 meters) and accelerated to Mach 1.05, or about 680 miles per hour, over a rural area in north Texas. The F-35 accomplished four transitions through the sound barrier, spending a total of eight minutes in supersonic flight. The flight was preceded by a high-subsonic mission earlier in the day. Future testing will gradually expand the flight envelope out to the aircraft’s top speed of Mach 1.6, which the F-35 is designed to achieve with a full internal load of weapons.

F-35 AA-1, a conventional takeoff and landing variant (CTOL), and F-35 BF-1, a short takeoff/vertical landing variant (STOVL), together have combined for 83 test flights.

The F-35 is a supersonic, multi-role, 5th generation stealth fighter. Three F-35 variants derived from a common design, developed together and using the same sustainment infrastructure worldwide will replace at least 13 types of aircraft for 11 nations initially, making the Lightning II the most cost-effective fighter program in history.

Lockheed Martin is developing the F-35 with its principal industrial partners, Northrop Grumman and BAE Systems. Two separate, interchangeable F-35 engines are under development: the Pratt & Whitney F135 and the GE Rolls-Royce Fighter Engine Team F136.

Headquartered in Bethesda, MD, Lockheed Martin is a global security company that employs about 140,000 people worldwide and is principally engaged in the research, design, development, manufacture, integration and sustainment of advanced technology systems, products and services. The corporation reported 2007 sales of $41.9 billion.
http://pr-canada.net/index.php?option=c ... &Itemid=61 (http://pr-canada.net/index.php?option=com_content&task=view&id=64972&Itemid=61)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 03, 2008, 10:49:39 am
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Air force needs to buy 100 F-35 joint strike fighters



THE RAAF will need to acquire 100 F-35 joint strike fighters to ensure a credible future air combat capability for Australia, air force chief Mark Binskin has warned.

As financial pressures bear down on the $22 billion defence budget, Air Marshal Binskin has strongly defended the F-35 as the all-round best choice for the air force's combat arm.

The Rudd Government's defence white paper, due to be published early next year, is expected to detail the acquisition of the F-35 in two tranches, the first to be delivered in 2014, at a total cost of about $16billion.

In a national security statement due to be delivered to parliament tomorrow, Kevin Rudd is expected to reaffirm a commitment to publish the white paper before the middle of next year despite pressures to delay the new defence planning document.

Defence sources expect the Government to order an initial 70 F-35s later next year, with another 25 to be ordered from 2012.

Contingency planning by the RAAF indicates that 100 aircraft will be the minimum necessary to sustain a 24-hour combat air patrol in Australia's maritime zones in the case of a high-level threat.

"No matter how you model it, the modelling keeps coming back to 100," Air Marshal Binskin told the Australian Strategic Policy Institute.

The F-35 will replace the F-111 bombers that will be retired from 2010 and, eventually, the F/A 18 fighters from later next decade.

In the meantime, the RAAF is being re-equipped with 24 F/A 18 Super Hornet fighters from 2010, which will fill any prospective delay in the delivery of the joint strike fighters.

Air Marshal Binskin described the RAAF as the best "small air force in the world" and expressed full confidence in the F-35 as the best choice for Australia. He said they would be easily superior to new Russian Sukhoi fighters already in service with regional air forces, including Indonesia and Malaysia.

"We are looking at what will be the best multi-role aircraft in the world," he said. "It will have the best radar, the best defensive system of any of those aircraft in the world.

"It will be supported by the best airborne early warning and control aircraft and the best tanker in the world and flown, maintained and supported by the best people in the world. I've got to tell you: the system ain't going to get any better than that."

Air Marshal Binskin said the RAAF was in a major transition phase over the next decade that would see nearly every key platform replaced, apart from the four newly acquired C-17 heavy airlift aircraft.

The next decade will see the entry into service of the Super Hornets as well as Wedgetail airborne early warning aircraft, tankers and replacements for the AP3C Orion aircraft.

He said the RAAF had been fully stretched on operations ever since the East Timor deployment in 1999, with the maintenance of ageing aircraft a key issue. He said he would like to build up air force numbers from the current 13,500 permanent force to about 14,500.
http://www.theaustralian.news.com.au/st ... 77,00.html (http://www.theaustralian.news.com.au/story/0,25197,24743351-31477,00.html)
Título:
Enviado por: HaDeS em Dezembro 04, 2008, 12:18:12 am
Preço do F-35 não para de subir

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F-35 Fading Under Budget Pressures

December 2, 2008: Development costs for the new U.S. F-35 fighter-bomber will now go up a third, to $60 billion. That means the average development cost of the estimated 5,000 F-35s to be built, will be about $12 million each. The additional development costs are accompanied by an additional two years before the aircraft enters service. Production costs will average about $84 million. With a share of development costs, that makes the per aircraft cost $96 million.

Like the F-22 fighter, the F-35 is stealthy, and is stuffed with lots of new technology. Most (about 60 percent) of the F-35s will be used by foreign nations. The rising cost of the F-35 brings with it reluctance to buy as many aircraft currently planned. The success of smart bombs in Iraq and Afghanistan has also made it clear that fewer aircraft will be needed in the future. In any event, it's likely that F-35s are end up costing more than $100 million each.


http://www.strategypage.com/htmw/htproc ... 81202.aspx (http://www.strategypage.com/htmw/htproc/articles/20081202.aspx)[/b]
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Enviado por: P44 em Dezembro 10, 2008, 03:46:57 pm
a SAAB parte a loiça....


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Incomplete and Faulty: A Comment [on] the Norwegian Aircraft Procurement
 
 
(Source: Saab AB; issued Dec. 10, 2008)
 

(http://www.defense-aerospace.com/base/util/100486_1.jpg)
By Norway’s reckoning, the Joint Strike Fighter would be cheaper even if Sweden developed and gave away 48 Gripen NGs free of charge, Saab claims. (Saab photo)

During the past two years, Saab has participated in the procurement process to replace the Norwegian F16 air force fleet. Throughout, Saab has experienced it to be a professional and open process and has had good relations to all concerned Norwegian counterparts. We have provided answers to thousands of technical, economic and organizational questions.

We have also continuously been given clear signals that the answers provided have been satisfactory. It is important for procurement processes of this kind that the potential customer has access to all information considered important to form a fact based decision. We have not once had reason to believe this was not the case.

We were given reason to believe that the Norwegian government wanted a close industrial co-operation between the two countries, and therefore put great emphasis on finding strong and competitive co-operative possibilities.

The Norwegian prime minister’s announcement on 20 November that Norway had chosen the American F35 Joint Strike Fighter (JSF) came as a surprise to Saab. The arguments put forward seemed to have very little, or no, establishment in the preceding procurement process.

We did not recognize ourselves in the assessment of Gripen’s operational capacity or the description of its costs. It sounded like the description of another aircraft. The industrial cooperation we had promised to create, to a value of up to NOK 50 billion, seemed not to have been of any greater importance.

Saab fully respects Norway’s right to procure the aircraft representing its government’s preference. We have been in the industry long enough to know that these types of decisions contain several different considerations; they are sometimes to our advantage and sometimes not.

However, Saab must clearly point out our view that the reasons publicly brought forward by the Norwegian government cannot rest on a thorough evaluation of the alternatives.

The claim that Gripen does not fulfil Norway’s operational demands and that Gripen would prove essentially more expensive must, according to our view, rest on an incomplete, or even faulty, analysis. It is not only important for Saab that certain facts are clarified, it is equally important for existing and future procurers of Gripen as well as for our partners and shareholders.

Saab has conducted a thorough evaluation of the information communicated by the Norwegian government in relation to the decision. We hold that:

- claims that Gripen does not meet the Norwegian air force’s demand rests on simulations containing incomplete or non-existent capacity information;
- the alleged life cycle cost does not rest on experience of the Gripen system but has been calculated by applying own assumptions and models of calculations;
- conditions underpinning the calculation are in parts radically altered and based on internal Norwegian assumptions.

Simulations with incomplete data
The claim that Gripen does not fulfil the operational requirements required by the Norwegian air force is important to understand. It also turns out to be founded on simulations previously unknown to us. To our understanding those simulations must be based on incomplete performance information, simply because such information about Gripen has neither been communicated to us nor requested from us or the Swedish government.

The Norwegian evaluation committee has thereby not had access to the parameters required to reach the announced results. Saab therefore makes the judgment that the basis for the decision cannot have been sufficient for the far-reaching conclusions made in these previously unknown simulations.

Price comparisons with inadequate assumptions
A key argument for Gripen is its extremely competitive life cycle cost. Compared to competing aircraft Gripen is a cost-effective alternative.

Therefore, it was a great surprise to Saab when the Norwegian evaluation committee concluded that Gripen would have a higher life cycle cost. It is not consistent with what we know of the costs of keeping different aircrafts operational over time.

If the claimed estimates are correct it would be cheaper for Norway to obtain JSF, even if Sweden would have developed and given 48 Gripen Next Generation (NG) as a gift to Norway. It should be unreasonable. (Emphasis added—Ed.)

It also turns out that the Norwegian estimates to a large extent rests on previously undisclosed conditions and complex re-calculations and assumptions. It is Saab’s assessment that only 20 percent of the Norwegian evaluation committee’s cost estimates are based on the facts presented in the Swedish offer. Remaining estimates represents, according to our view, assumptions and self-made estimates, not based on information that has been confirmed by us.

The number of aircraft has been changed from 48 to 58 and the operational life cycle has been extended from 25 to 35 years. These are two new conditions entirely decisive for the calculation. That these calculations to a large extent have been conducted without dialogue is most unusual and has contributed to an incorrect picture of the alternatives.

Three examples of assumptions which have great effects on the calculation concerns upgrade costs, crashes and fuel consumption. It is our view that the calculations have a weak or non-existing relation to the Swedish offer or from the gathered experience of Gripen.

Saab’s own calculations of upgrade costs are based on 50 years of experience of developing and upgrading fighter aircraft to customers in Sweden, Denmark, Finland, Austria, Hungary and the Czech Republic. Norway has applied its experiences from the F16 to these costs – a very different and in important aspects non-comparable aircraft.

Upgrade costs according to the Norwegian calculation are several times higher than the costs Saab and Swedish authorities have calculated and provided.

Our estimated value of fuel consumption is based on experience from 120,000 flight hours with Gripen. Even though the Norwegian specification of requirements seeks lowered fuel consumption, the evaluation committee chooses to raise the values we have provided, adding further additional costs.

The cost for replacing aircraft is part of the estimation, with the assumption that almost half of the aircraft fleet will crash in 35 years. This is completely unfounded if applied to Gripen’s statistics. This also adds further billions to the calculation.

Further to this is a number of questions that the Norwegian evaluation group has chosen not to respond to, such as what specific currency rate was used, what price was used for calculating purchase of further aircraft, what other considerations in the calculation that had the procurement price as basis for the calculation and how much the weapon procurement was estimated to.

Saab has not received any information that makes us change our understanding of the accuracy of our initial calculation. However, should we adjust our calculations according to the new information, Gripen is still faced with a total cost that substantially falls short of the published figures.

The evaluation has undergone external quality inspection in Norway. Given that there are in our view many apparent unreasonable assumptions and calculations regarding the economic evaluation, it reasonably also casts some doubt over the operational evaluation.

Moving on towards new markets
Saab respects the Norwegian decision and is fully aware that many considerations, political as well as other, govern this type of procurement processes. From our perspective, it is however entirely unreasonable that our main product has been claimed not to fulfil operational demands for future threats that could come to affect our clients without being able to meet these claims.

It is also entirely unreasonable that the Norwegian evaluation committee, according to us, allocates a price to our product not based on accurate facts.

To Saab it is important to call attention to that claims of Gripen’s insufficient performance and high costs are not founded on recognized facts and experiences.

We now move on and gather strength on markets where there is a real interest to evaluate Gripen based on our offers and a genuine and mutual interest to establish long-term industrial cooperation. Gripen is a very competitive alternative, operationally as well as financially.

Saab’s goal to sell 200 aircraft on the export market remains and today we are pursuing active marketing towards eight potential customer countries. We are confident that we will conduct many more successful deals.

-ends-


http://www.defense-aerospace.com/cgi-bi ... e=release# (http://www.defense-aerospace.com/cgi-bin/client/modele.pl?session=dae.43399278.1228923842.IRDZT38AAAEAABBJpSUAAAAd&prod=100486&modele=release#)
Título:
Enviado por: pchunter em Dezembro 30, 2008, 03:36:47 pm
O gripen NG seria uma boa aquisição para Portugal a quando da reforma dos F16, tem boas prestações, preço acessível e o raio de combate chega para ir aos Açores não é mau. Seria uma escolha equilibrada tendo em conta as restrições orçamentais e de certeza que as contrapartidas seriam excelentes

F35 por $100 milhões unidade é muita fruta.
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Enviado por: Cláudio C. em Janeiro 02, 2009, 08:02:04 pm
Posso estar a dizer uma grande asneira, mas não sou muito a favor de comprar material de guerra aos americanos, por norma tentam sempre só impingir a sucata que já não lhes serve para nada, como as fragatas Perry, e tudo o que seja tecnologicamente mais avançado e novo é tudo caríssimo em relação a produtos equivalentes como os europeus, para não falar das restrições a nível de tecnologia, mesmo quando se trata de vender material a aliados. Penso que não seria preciso muito, nem teriam muitos problemas, para em caso de necessidade nos deixarem "de calças na mão". Falo pelo que leio no geral, corrijam-me se estiver errado  :wink:
Título:
Enviado por: nelson38899 em Janeiro 02, 2009, 09:03:05 pm
Citação de: "Cláudio C."
Posso estar a dizer uma grande asneira, mas não sou muito a favor de comprar material de guerra aos americanos, por norma tentam sempre só impingir a sucata que já não lhes serve para nada, como as fragatas Perry, e tudo o que seja tecnologicamente mais avançado e novo é tudo caríssimo em relação a produtos equivalentes como os europeus, para não falar das restrições a nível de tecnologia, mesmo quando se trata de vender material a aliados. Penso que não seria preciso muito, nem teriam muitos problemas, para em caso de necessidade nos deixarem "de calças na mão". Falo pelo que leio no geral, corrijam-me se estiver errado  :wink:


Eles não nos tentam impingir nada, nós é que quase nunca temos dinheiro para comprar os equipamentos militares tecnologicamente avançados. Dou-lhe um exemplo se Portugal quiser o typhoon terá que desenvolçar cerca de 50 nilhões de euros (não tenho a certeza, mas o valor do typhoon não deve variar dos 45 milhões do rafale), por avião, ou seja, se quiser-mos ter 33 typhoon os valor a pagar por eles será enorme. Agora pergunto-lhe acha que Portugal vai ter dinheiro para pagar esses 33 aviões????
Título:
Enviado por: Cláudio C. em Janeiro 02, 2009, 10:41:33 pm
Sim do ponto de vista Português tem toda a razão, mas eu ate me referia a nível mais geral, como por exemplo o caso do programa fx no Brasil, em que os EUA não concordarem em vender o caça F-35 ao Brasil, pelo menos com os seus componentes mais modernos.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: nelson38899 em Janeiro 02, 2009, 10:59:56 pm
Citação de: "Cláudio C."
Sim do ponto de vista Português tem toda a razão, mas eu ate me referia a nível mais geral, como por exemplo o caso do programa fx no Brasil, em que os EUA não concordarem em vender o caça F-35 ao Brasil, pelo menos com os seus componentes mais modernos.

Cumprimentos


O problema dos brasileiros é que queriam ter um caça de quinta geração, sem se darem ao trabalho de o desenvolver ou ajudar o seu desenvolvimento e isso os americas não são burros, ou seja, os que os brasucas queriam e querem é dar o salto em certos estágios de desenvolvimento de um caça pois ao ficarem com tudo desde as linhas de comando até ao parte aerodinâmica do avião mais tarde ou mais cedo vão dar um pontapé no cu aos franceses, ficando a partir daí com a capacidade de desenvolver o seu próprio caça e ao acontecer é menos um cliente no mercado mundial.
Título:
Enviado por: Cláudio C. em Janeiro 02, 2009, 11:08:07 pm
hmmm desconhecia dessa intenção dos brasileiros, assim sendo o caso muda de figura sim... Já agora, não se passou a mesma situação com o f-35 com os britânicos? Estes últimos ate ponderaram a compra do Rafale aos franceses devido a restrições tecnológicas dos seus aliados americanos... ou a intenção deles seria a mesma dos brasileiros?
Título:
Enviado por: HSMW em Janeiro 02, 2009, 11:16:47 pm
E tendo o Brasil amigos como a China e a Rússia...   :roll:
Título:
Enviado por: Get_It em Janeiro 02, 2009, 11:25:37 pm
Citação de: "Cláudio C."
hmmm desconhecia dessa intenção dos brasileiros, assim sendo o caso muda de figura sim... Já agora, não se passou a mesma situação com o f-35 com os britânicos? Estes últimos ate ponderaram a compra do Rafale aos franceses devido a restrições tecnológicas dos seus aliados americanos... ou a intenção deles seria a mesma dos brasileiros?

Completamente diferente a situação dos britânicos. Tem de ver que eles participam no programa do JSF como parceiro à muitos anos e já gastaram muito dinheiro nele. Além disso, pararam de desenvolver o seu próprio caça, o sucessor do Harrier, para participar no JSF. Se formos a ver eles até fizeram um grande favor aos norte-americanos ao passarem tecnologia do Harrier e o know-how deles para o F-35.
E agora é o que vemos, gastaram montes de dinheiro no programa, perderam o monopólio que tinham no mercado VSTOL com o Harrier, e vão receber um caça que embora, talvez, não esteja abaixo das capacidades das versões ao serviço da USAF, US Navy e Marines, os torna dependentes do congresso Yankee e de empresas americanas para poderem actualizar no futuro a aeronave, tal como integrar novos armamentos.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: HSMW em Janeiro 03, 2009, 12:13:30 am
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ao passarem tecnologia do Harrier e o know-how deles para o F-35.

Li algures que tinha mais com base a tecnologia do Yak-141 que a do Harrier.
(http://www.anigrand.com/images/items/AA2027_Yak-141/AA2027_Yak-141_model.jpg)
Título:
Enviado por: Get_It em Janeiro 03, 2009, 12:27:37 am
Citação de: "HSMW"
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ao passarem tecnologia do Harrier e o know-how deles para o F-35.
Li algures que tinha mais com base a tecnologia do Yak-141 que a do Harrier.
(http://www.anigrand.com/images/items/AA2027_Yak-141/AA2027_Yak-141_model.jpg)

Talvez o mais correcto seja dizer que o JSF é mais baseado no conceito do Yak-141, ao invés da sua tecnologia. :? Referente ao Yak-141, li que os projectos sucessores para caças VSTOL russos eram vez mais avançados que o Harrier. Mas a tecnologia e o know-how adquirida com o desenvolvimento do caça-bombardeiro britânico não deixa de ser a fundação do programa.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: nelson38899 em Janeiro 03, 2009, 12:28:38 am
está muito bem visto, os dois caças tem muitas semelhanças, eu até diria mesmo que o f35 é o Yak141 mas com linhas similares ao f22.
aqui deixo um vídeo de ambos os dois:
http://video.google.com/videoplay?docid ... 3736826361 (http://video.google.com/videoplay?docid=5595724743736826361)

Pode se especular que talvez o sistema de controlo dos propulsores que o permitem levantar verticalmente possam derivar o herrier
Título:
Enviado por: HSMW em Janeiro 03, 2009, 12:53:32 am
Pobre Yak-141... À semelhança do Viggen e do Arrow, era demasiado avançado para o seu tempo...
Título:
Enviado por: AC em Janeiro 03, 2009, 01:07:08 am
O YAK-141 tem um conceito diferente do Harrier e o F-35. E um problema grave também.

O YAK-141 utilizava dois motores auxiliares para a descolagem. O problema é que qualquer pequena perturbação num desses motores fazia o avião virar-se sobre si mesmo tão depressa que o piloto não podia fazer nada.

O problema era tão grave que o YAK-141 ejecta automaticamente o piloto se detectar alguma perturbação no funcionamento de um dos motores de descolagem.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 03, 2009, 10:36:49 am
Citação de: "Get_It"
Se formos a ver eles até fizeram um grande favor aos norte-americanos ao passarem tecnologia do Harrier e o know-how deles para o F-35.
E agora é o que vemos, gastaram montes de dinheiro no programa, perderam o monopólio que tinham no mercado VSTOL com o Harrier, e vão receber um caça que embora, talvez, não esteja abaixo das capacidades das versões ao serviço da USAF, US Navy e Marines, os torna dependentes do congresso Yankee e de empresas americanas para poderem actualizar no futuro a aeronave, tal como integrar novos armamentos.

Cumprimentos,


Get_It não sei até que ponto isso é verdade. Se formos a ver os Espanhóis e Italianos usam todos o Harrier Norte-Americano (ou seja, o tal monopólio não existe à décadas). Não sei até que ponto eles passaram tecnologia do Harrier e o know-how, sendo o conceito do F-35 completamente diferente da do Harrier. Cá para mim quem passou a técnologia e Know-how foi algum Russo à CIA... :lol:  :wink:
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Enviado por: nelson38899 em Janeiro 08, 2009, 10:12:53 am
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Sukhois versus Baby Seals


http://www.defpro.com/daily/details/212/ (http://www.defpro.com/daily/details/212/)
http://www.ausairpower.net/APA-2008-08.html (http://www.ausairpower.net/APA-2008-08.html)
http://www.dtic.mil/dtic/pdf/success/Ne ... 090105.pdf (http://www.dtic.mil/dtic/pdf/success/NetworkCentric20090105.pdf)
Título:
Enviado por: P44 em Fevereiro 25, 2009, 02:29:03 pm
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CPB Says No New Dutch Jobs from JSF Project
   
   
(Source: Radio Netherlands; issued Feb. 25, 2009)
 
 
   
   The Bureau for Economic Policy Analysis (CPB) says taking part in the Joint Strike Fighter aircraft project will not create extra jobs in the Netherlands. The CPB says forecasts that thousands of new Dutch jobs would result from a government decision to work on the development of the new fighter jet are far too optimistic.

MPs instigated the CPB inquiry which took a critical look at an earlier report produced by the professional services giant, PricewaterhouseCoopers. That report concluded 50,000 Dutch jobs would be created by the project, but the CPB says PricewaterhouseCoopers made major errors.

In turn, Dutch companies due to take part in the production of the Joint Strike Fighter have rubbished the CPB report. (ends)
   
   
   New Fighter Jet Won't Create Jobs, Says CPB
   
   
(Source: Dutch News; issued Feb. 25, 2009)
 
 
   
   The Netherlands participation in the US project to create a new jet fighter known as the JSF will not create many more jobs, according to the government's macro-economic advisory body CPB.

MPs had asked the CPB to look into the effect of the jet on the the economy after PricewaterhouseCoopers claimed it would bring in EUR 16bn and produce 50,000 man years of employment.

The CPB said PWC's forecasts were 'perhaps considerably overstated'. The advisory firm based its calculations on there being no increase in productivity between now and 2052 and included work done by Dutch multinational companies in foreign countries, the CPB said.

But the organisation representing Dutch firms involved in developing the JSF told news agency ANP that the project had already led to Dutch firms winning orders worth up to EUR 800m.

Meanwhile, the US government's audit office says it is too risky for the Netherlands to decide next year whether or not to order the JSF to replace the air force's aging F16s, ANP reports.

Instead, the decision should be postponed to 2011 or 2012, the audit office told Dutch MPs in Washington on a fact-finding mission. (ends)

-ends-


http://www.defense-aerospace.com/articl ... m-jsf.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/102853/dutch-agency-sees-no-new-jobs-from-jsf.html)
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Enviado por: Smoke Trails em Março 07, 2009, 08:21:37 pm
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EW Not Only Roadblock To Israeli JSF Plans

The prohibition against putting an Israeli-made electronic warfare/attack system into the U.S.-made F-35 Joint Strike Fighter (JSF) is only about number three in the list of impediments to finalizing a deal for delivery of early-production models of the F-35A to the Israeli Air Force (IAF).

Price is number one, Israeli industrial participation is two and only then comes the issue of who provides the electronic warfare/attack (EW/EA) package.

The problem arises when the EW/EA system’s techniques generator is connected to the radar to produce electronic effects for insertion into enemy sensors of jamming, false targets and other misinformation. The U.S. won’t turn over its EW software to be modified.

But the U.S. and Israel aren’t past the first major step – the price. The sales price with spares, manuals and long-term technical help is “more than $100 million each.”
Nailing down the price of an F-35 is a complicated task. One problem is that the earlier you buy them, the more they cost and production isn’t scheduled to end until 2035.


Full story
http://www.aviationweek.com/aw/gener... ... el=defense (http://www.aviationweek.com/aw/gener...aeli%20JSF%20Plans&channel=defense)
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Enviado por: pchunter em Março 23, 2009, 10:11:55 pm
Os Australianos estão mesmo danados com a escolha do F-35!

http://www.youtube.com/watch?v=5N0iXFN37iU&feature=related
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Enviado por: nelson38899 em Março 27, 2009, 11:36:50 am
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Turquia entrega primeira parte de estrutura do F-35

Turkish Aerospace Industries, Inc. (TAI), a maior fornecedora internacional de componentes programa F-35 Lightning II para a Northrop Grumman Corporation americana produziu e entregou a primeira parte estrutural para o jato.
As estruturas metálicas que são compostas por 100 partes menores cada, representam para o programa o maior passo a frente nas tarefas envolvendo a empresa turca como a segunda maior fornecedora de partes completas para a fuselagem central do F-35. A empresa entregou sua primeira peça fabricada em materiais compostos no final de 2008.

As partes fabricadas pela TAI serão empregadas na montagem da fuselagem central do F-35 de pouso e decolagem convencional (CTOL).
A Northrop Grumman é a principal subcontratada da Lockheed Martin no programa JSF F-35 e atualmente as seções de fuselagem central nas instalações de Palmdale na Califórnia.

“Ficamos muito encorajados pelo progresso e maturidade com qual a TAI tem produzido e montado as partes que eventualmente estará envolvida na produção de 400 unidades da fuselagem central no programa”, disse Mark Tucker, vice-presidente de sistemas táticos e gerente do programa F-35 para a Northrop Grummans Aerospace Systems.
O programa do F-35 Lightning II espera produzir mais de 3.100 unidades da aeronave.
http://airway.uol.com.br/index.asp?codn=152 (http://airway.uol.com.br/index.asp?codn=152)


finalmente parece que o programa começa a avançar.
Título:
Enviado por: teXou em Abril 22, 2009, 09:45:50 pm
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First JSF Fighter Jet Will Cost EUR 110 Million
 
 
(Source: Dutch News; issued April 20, 2009)
 
   
 
 The first [Dutch] test Joint Strike Fighter (JSF) jet will cost almost just under EUR 110m which is within budget, says junior defence minister Jack de Vries in a letter to parliament on Monday, reports the Trouw.

The letter comes two days before MPs are to decide whether or not to approve the purchase of two JSF aircraft.

Selecting a replacement for the defence department’s current fleet of fighter jets is a long-running and controversial issue within the government.

Until now the actual price of the JSF has been unclear, reports the Trouw. Clarity on price is a prerequisite for two of the three coalition parties, Labour and the orthodox ChritenUnie, to vote in favour of the acquisition, the paper says.

The JSF is made by US manufacturer Lockheed Martin. Saab is a contender for the contract.

MPs will decide on Wednesday whether to buy the first of the two test JSFs which will be used for a series of extensive trials. The second will not be ordered until next year, says the Trouw. (ends)

 
 
 
 Statement to Parliament on the Price of the First JSF Test Aircraft
 
 
(Source: Dutch Ministry of Defence; dated April 17, released April 20, 2009)
   
 
 (Issued in Dutch only; unofficial translation by defense-aerospace.com)
 
 
 
 I hereby inform you concerning the price of the first F-35 test aircraft.

This price amounts to EUR 109.9 million at 2007 prices. This price remains within previous estimates.

On 29 February 2008, the House was informed in commercial confidence (ref: DMO/DB/2008001692) that, according to estimates, the price would amount to EUR 110.6 million at 2007 prices.

That is equivalent to EUR 113.9 million at 2008 prices. The current price in 2008 prices is EUR 113.2 million.

All cost figures are based on an exchange rate of 0.83 euros to the US dollar.

Before the American government and the manufacturers can sign the contract concerning the LRIP 3 aircraft, some details must still be finalized concerning the engine of the STOVL (Short Take-Off, Vertical Landing) version of the F-35.

This has no influence on the price of the Dutch CTOL (conventional take-off and landing) aircraft.

(signed)
The State Secretary for Defence
Dr. J.G. de Vries  

http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/104704/dutch-to-pay-eur-113-million-for-first-jsf-aircraft.html
Título:
Enviado por: Luso em Abril 22, 2009, 10:52:51 pm
Vai ser muito, muito difícil justificar uma compra desse tipo de aviões a um tal preço.
É mesmo muita fruta.
Quem sabe a Embraer também se mete neste campo e nos surpreende.
Título:
Enviado por: teXou em Abril 22, 2009, 10:58:26 pm
Citação de: "Luso"
Vai ser muito, muito difícil justificar uma compra desse tipo de aviões a um tal preço.
É mesmo muita fruta.
Quem sabe a Embraer também se mete neste campo e nos surpreende.

Devagar estou a compartilhar o mesmo sentimento :roll: .
Título:
Enviado por: JLRC em Abril 22, 2009, 11:51:55 pm
Atenção que este é o preço do 1º avião, utilizado pelos países do consórcio para testes. A Holanda compra 1 e a GB compra 2. Os de produção em série custarão certamente menos e quantos mais se construirem, mais baratos ficarão.
Título:
Enviado por: sivispacem em Abril 23, 2009, 09:35:33 am
Citação de: "JLRC"
Atenção que este é o preço do 1º avião, utilizado pelos países do consórcio para testes. A Holanda compra 1 e a GB compra 2. Os de produção em série custarão certamente menos e quantos mais se construirem, mais baratos ficarão.


Donde lá para 2050 talvez Portugal possa comprar uma meia dúzia em 2ª mão....

Cada vez mais me parece que o Grippen NG é uma opção a considerar fortemente... e a Saab deve estar a esfregar as maõs de contente com estes preços agora tornado públicos (não que não os soubesse, mas o peso da opinião pública nestes tempos de vacas magras vai ter o seu impacto....)

CF
Título:
Enviado por: nelson38899 em Abril 28, 2009, 11:34:58 am
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F-35 Arrives In The United Kingdom For Static Testing

FORT WORTH, Texas, April 27th, 2009 --


After a three-week ocean voyage, a static-test version of the Lockheed Martin [NYSE: LMT] F-35 Lightning II, also known as the Joint Strike Fighter, has arrived in the United Kingdom. The F-35A conventional takeoff and landing (CTOL) variant aircraft, called AG-1, will undergo testing in the Structural and Dynamic Test facility at BAE Systems’ site in Brough, East Yorkshire, England.
Mick Ord, BAE Systems' managing director of the F-35 Lightning II business said, "This is another major milestone in the F-35 program and we’re delighted to take delivery of the full-scale static testing airframe. BAE Systems is a principal subcontractor to Lockheed Martin on the F-35 program and brings military aircraft expertise that is critical to the F-35 Lightning II airframe and systems. We lead on several work share areas, of which structural testing is one.
http://www.lockheedmartin.com/news/pres ... 1_bae.html (http://www.lockheedmartin.com/news/press_releases/2009/090427ae_f35_ag-1_bae.html)
Título:
Enviado por: Carlos Barbosa em Maio 04, 2009, 09:50:16 am
Australia commits to 100 F-35s in defence white paper
By Siva Govindasamy
 
Australia plans to buy up to 100 Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighters (below) as part of a comprehensive plan to revamp its defence force capabilities and prepare for a changing security environment in the Asia Pacific over the next 20 years.

This announcement was part of the country’s long-awaited defence white paper, which spells out its military strategy until 2030. It projects that the defence budget of A$22.7 billion ($16.6 billion) will increase by 3% annually until 2017-2018 and then by 2.2% annually until 2030 to rectify the current “shortfalls and underinvestment”, says defence minister Joel Fitzgibbon.

The Royal Australian Air Force, he adds, will be “far more versatile and far more capable” with a “wider range of advanced surveillance, transport and air combat options” as a result. Much of this hinges on the acquisition of the F-35s, which have been confirmed as the backbone of the RAAF’s air strike capability in the future.

Flightglobal.com
Título:
Enviado por: teXou em Junho 24, 2009, 09:26:43 pm
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One F/A-18 costs taxpayers between $29 million and $57 million which, Bond points out, is a relative bargain compared to the $150 million Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighter (JSF), which the Navy hopes will replace the F/A-18 one day. Unfortunately, the JSF does not yet exist, which is one of the many reasons Bond is trying to squeeze more money out of the government for the F/A-18.

http://blogs.riverfronttimes.com/dailyrft/2009/06/senator_kit_bond_leads_charge.php
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Enviado por: nelson38899 em Julho 14, 2009, 10:14:16 pm
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F-35B Airborne Again
Lockheed Martin performed the second flight of Joint Strike Fighter BF-2 on July 13. No official announcement yet, but photographer Steve Shank captured the event and posted photos on the FenceCheck site
(http://sitelife.aviationweek.com/ver1.0/Content/images/store/6/0/761aaac4-3159-4a70-80c1-e90f638d5af8.Large.jpg)
It's  a bit of a surprise to see BF-2 back in the air before BF-1, which was supposed to be the lead-ship for STOVL tests. However, this event does suggest that the schedule established in early June appears to be holding for now. BF-2 made its first flight in February and had been on the ground since then.  
http://www.aviationweek.com/aw/blogs/de ... f6f6bf99b4 (http://www.aviationweek.com/aw/blogs/defense/index.jsp?plckController=Blog&plckScript=blogScript&plckElementId=blogDest&plckBlogPage=BlogViewPost&plckPostId=Blog%3a27ec4a53-dcc8-42d0-bd3a-01329aef79a7Post%3af6e03359-b50a-4681-940d-eff6f6bf99b4)
Título:
Enviado por: Smoke Trails em Agosto 07, 2009, 05:40:59 pm
Boa Tarde!
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“Currently Britain is focused on the F-35B (Short Take-Off and Vertical Landing version), despite its 450nm (830km) radius of action as against 600+nm (1,110km) for the land-based F-35A and over 700nm (1,300km) for the F-35C carrier version (CV). And because of the need to save weight, the F-35B now carries least ordnance over the shortest combat radius.”


“Force Report – Royal Air Force at Ninety” by Andrew Brooks, pags 42-53, Air Forces Monthly April 2008

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“While the F-35B’s stealth characteristics and sensors will make it an unmatched ‘first day of the war’ attack aircraft, it may not be much of a fighter, with a wing loading equivalent to that of an F-105 Thunderchief, and an only marginally better thrust-to-weight ratio. One respected observer of the ‘stealth scene’ pointed out that the F-35B: “is almost 8,000 pounds bigger in Operational Empty Weight than Typhoon, with the same fuel fraction, a little more thrust, a smaller wing and (in stealth mode) a war-winning 2,000 lb offensive load. And, if you read the charts, not that much better in non-stealth mode. In short, a complete, unmitigated pig.”

The F-35B’s design radius, in stealth configuration, with no external fuel, no gun, two 1,000lb bombs and two AIM-120 AMRAAMs, is 450NM – rather less than the Harrier GR.9. This means that the carrier will need to steam uncomfortably close to shore, making it vulnerable to enemy action.”


“JSF & Aircraft Carriers – The Great British Debate” by Jon Lake, pags 30-33, Air Forces Monthly May 2009

Smoke Trails
Título:
Enviado por: SANTACRUZ em Agosto 10, 2009, 05:01:25 pm
boa tarde...

Ouvi dizer que esta atrazado um pouco mais, porque estão tendo problemas com um termopar (thermocouple)... Só sei disso porque eu trabalho para uma empresa que faz sensores para diversas aeronaves ... e talvez nos ficamos com este projeto tambem..

 :D
Título:
Enviado por: old em Agosto 12, 2009, 09:40:56 pm
Posibles compradores F35

http://i231.photobucket.com/albums/ee54 ... 873622.jpg (http://i231.photobucket.com/albums/ee54/warpigelp/potentialFMS_B.jpg?t=1226873622.jpg)
Título:
Enviado por: Daniel em Agosto 13, 2009, 10:53:11 am
Portugal não consta como possivel comprador. c34x

http://i231.photobucket.com/albums/ee54 ... 873622.jpg (http://i231.photobucket.com/albums/ee54/warpigelp/potentialFMS_B.jpg?t=1226873622.jpg)[/url]
Título:
Enviado por: Leonardo Besteiro em Agosto 14, 2009, 02:18:13 am
A FAB tem em seus planos apos introduzir o vencedor do F-X2, por volta de 2014, desenvolver um caça de 5ª geração, agora pensem a FAP poderia se segurar com seus F-16, não vender o excedente e participar junto da FAB desse desenvolvimento.
Título:
Enviado por: Sintra em Agosto 14, 2009, 11:37:41 am
Citação de: "Leonardo Besteiro"
A FAB tem em seus planos apos introduzir o vencedor do F-X2, por volta de 2014, desenvolver um caça de 5ª geração, agora pensem a FAP poderia se segurar com seus F-16, não vender o excedente e participar junto da FAB desse desenvolvimento.


Não, não tem...
Título:
Enviado por: old em Agosto 14, 2009, 03:51:45 pm
Citação de: "Sintra"
Citação de: "Leonardo Besteiro"
A FAB tem em seus planos apos introduzir o vencedor do F-X2, por volta de 2014, desenvolver um caça de 5ª geração, agora pensem a FAP poderia se segurar com seus F-16, não vender o excedente e participar junto da FAB desse desenvolvimento.

Não, não tem...


Obviamente no tienen capacidad para ello pero ni de lejos ;)
Soñar es gratis, ser realista suele ser algo mas duro.

cumprimentos
Título:
Enviado por: Onurb em Agosto 14, 2009, 05:11:12 pm
Citação de: "old"
Citação de: "Sintra"
Citação de: "Leonardo Besteiro"
A FAB tem em seus planos apos introduzir o vencedor do F-X2, por volta de 2014, desenvolver um caça de 5ª geração, agora pensem a FAP poderia se segurar com seus F-16, não vender o excedente e participar junto da FAB desse desenvolvimento.

Não, não tem...

Obviamente no tienen capacidad para ello pero ni de lejos ;)
Soñar es gratis, ser realista suele ser algo mas duro.

cumprimentos


Se o Brasil esta a desenvolver subs nucleares não teria capacidade para desenvolver um caça de 5 geração?
Julgo que teria mas muito dificilmente seria rentavel.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 14, 2009, 05:24:45 pm
O Brasil vai básicamente colocar o seu reator num submarino Francês e não vai desenvolcer um submarino de ataque do nada.

Eles vão adquirir agora um caça que irá lentamente substituir toda uma série de aparelhos que estão obsoletos. Dúvido que irão construir um caça do nada nas próximas décadas. Talvez no futuro (médio-longo prazo).
Título:
Enviado por: Leonardo Besteiro em Agosto 15, 2009, 12:45:42 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
O Brasil vai básicamente colocar o seu reator num submarino Francês e não vai desenvolcer um submarino de ataque do nada.

Eles vão adquirir agora um caça que irá lentamente substituir toda uma série de aparelhos que estão obsoletos. Dúvido que irão construir um caça do nada nas próximas décadas. Talvez no futuro (médio-longo prazo).


 Mas essa é a ideia. Eu tenho um camarada na FAB que diz que o plano da FAB e do governo sempre foi de que a linha de produção dos caça fosse aqui no Brasil, mas esses 36 serão o inicio pois a produção não será parada, mas não terá alta cadencia. Quando esse lote estiver perto do fim um novo contrato talvez de 18 aeronaves seja assinado, e  assim sucessivamente, e nesse meio tempo com as tecnologias adiquiridas o país vai desenvolver um caça própio com caracteristicas de um caça de 5ª geração. Mas para pular etapas como foi feito no caso do sub nuclear o Brasil poder se associar a Russia.
Título:
Enviado por: Sintra em Agosto 17, 2009, 12:39:10 pm
Citação de: "Leonardo Besteiro"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
O Brasil vai básicamente colocar o seu reator num submarino Francês e não vai desenvolcer um submarino de ataque do nada.

Eles vão adquirir agora um caça que irá lentamente substituir toda uma série de aparelhos que estão obsoletos. Dúvido que irão construir um caça do nada nas próximas décadas. Talvez no futuro (médio-longo prazo).

 Mas essa é a ideia. Eu tenho um camarada na FAB que diz que o plano da FAB e do governo sempre foi de que a linha de produção dos caça fosse aqui no Brasil, mas esses 36 serão o inicio pois a produção não será parada, mas não terá alta cadencia. Quando esse lote estiver perto do fim um novo contrato talvez de 18 aeronaves seja assinado, e  assim sucessivamente, e nesse meio tempo com as tecnologias adiquiridas o país vai desenvolver um caça própio com caracteristicas de um caça de 5ª geração. Mas para pular etapas como foi feito no caso do sub nuclear o Brasil poder se associar a Russia.


 Leonardo

 Não existe orçamento, datas, contratos ou o que quer que seja relativamente ao Brasil desenvolver um avião de combate de 5ª Geração.
 Existe uma menção muito nebulosa em relação a tecnologias de 5ª Geração na END "and that´s it"...
 Neste momento os planos para o projecto FX2 após a aquisição dos primeiros 36 aviões estão completamente "no ar".
 Apenas um exemplo, um dos três concorrentes ao FX2, a Boeing Norte Americana, já disse com todas as letras (através de Bob Gower) que os aviões para o Brasil (caso vençam a concorrência) vão ser construidos nos Estados Unidos da América, isto contradiz (vindo de uma fonte oficial) o que o seu "camarada" lhe disse, correcto?
 Quanto a aviões uma geração APÓS o que está em dicussão FX2, a FAB o Ministério da Defesa e o Governo Brasileiro estão apenas nas primeiras fases de definição de necessidades e a unica coisa que saiu até agora em formato "oficial" é uma data para uma "putativa" primeira entrega de aviões de próxima geração, 2025, mais nada.
 
 O Brasil poderá vir a associar-se a alguém para "Fabianizar" um aparelho já existente, mas mais nada do que isto.
 
 E a Força Aérea Portuguesa já disse várias vezes o que quer, e o que ela quer é Norte Americano.

 Abraço
Título:
Enviado por: Instrutor em Agosto 17, 2009, 03:32:54 pm
O F-35 em 2020/2025.
Título:
Enviado por: Instrutor em Agosto 17, 2009, 03:33:27 pm
Cerca de 25 /30 unidades.
Título:
Enviado por: Leonardo Besteiro em Agosto 23, 2009, 11:40:58 pm
Sai pra lá olho grande hein. Eu acredito que apos o F-X2 a construção de caça no Brasil vai dar um salto, e para os que gostam de falar muito, o F-X2 não é só uma compra, é a vez e a chance do Brasil dar um salto tecnologico e sair das mãos dos outros. O caça de 5ª geração virá, e se vocês acham que o melhor é ser eternamente dependente de outro país fazer o que? Mais eu continuo pensando que o melhor seria uma parceria com o Brasil.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 24, 2009, 08:33:31 pm
Leonardo nem o Brasil com o FX-2 sairá dessa mesma dependência. Os aviões são estrangeiros e até agora fora as "vontades" da FAB e alguns politicos ainda não vi nada por aí além. Para mim quando o FX-2 sair, será um caça fabricado no Brasil sob licença e mais nada. Não sei se sabe mas há outros países a fazer o mesmo e continuam dependentes do estrangeiro.
Título:
Enviado por: typhonman em Agosto 24, 2009, 11:24:59 pm
Citação de: "Instrutor"
Cerca de 25 /30 unidades.


É vontade do CEMFA e da FAP adquirir o F-35, mas aonde ouviu 25/30 unidades? :roll:
Título:
Enviado por: Leonidas em Agosto 25, 2009, 12:53:09 am
Saudações guerreiras

Até posso estar muito enganado. Só faço votos que sim, embora não seja fã do avião, mas há muita gente com ilusões se pensam que mesmo que sejam 20 unidades F-35 - atenção que são nºs atirados ao ar -, os conseguiremos novos.  Apetece-me dizer: lol lol lol lol lol lol lol lol lol

F-35? Sim. Posso admitir isso, mas... em 2ª mão e só quando cá chegarem. Porém, sucata já cá temos. Mais? Não obrigado.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Get_It em Agosto 25, 2009, 03:07:09 am
Nem a ANG vai estar completamente equipada com F-35, sejam novos ou ex-USAF, em 2020, quanto mais nós.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Vicente de Lisboa em Agosto 25, 2009, 08:26:47 am
Citação de: "Get_It"
Nem a ANG vai estar completamente equipada com F-35, sejam novos ou ex-USAF, em 2020, quanto mais nós.

Cumprimentos,

Armada Nacional Galega? Army of New Gondor? Associação de Nudistas da Golegã?  :?
Título:
Enviado por: pmdavila em Agosto 25, 2009, 09:21:04 am
Air National Guard.  :wink:
Título:
Enviado por: Get_It em Agosto 25, 2009, 09:49:55 am
Citação de: "Vicente de Lisboa"
Citação de: "Get_It"
Nem a ANG vai estar completamente equipada com F-35, sejam novos ou ex-USAF, em 2020, quanto mais nós.

Cumprimentos,
Armada Nacional Galega? Army of New Gondor? Associação de Nudistas da Golegã?  :wink:

Exactamente - artigo na Wikipédia para quem tiver dúvidas: Air National Guard (http://http).
Os norte-americanos recusam-se a comprar um caça (por exemplo novos F-16, F-15 ou até mesmo F-18 como alguns têm proposto) para substituir os F-16 e F-15, que já têm muitas horas de voo, até à entrada em serviço do F-35. Isto vai ainda mais piorar a demora na entrega dos F-35 a países não parceiros no programa e que nem sequer têm uma quota na produção do caça. Embora a ANG vá sem dúvida receber algumas unidades F-35 directamente da fábrica, grande parte dos novos caças deles vão ser F-35 em segunda-mão da USAF. Vai demorar muito tempo até eles substituírem por completo os F-16 e F-15 que urgentemente precisam de ser substituídos e depois ainda mais um bom par de anos até esses F-35 serem removidos do serviço da USAF/ANG e irem parar ao famoso AMARC (http://http) aonde nós fomos buscar o segundo lote de F-16 que compramos e que eram em segunda-mão.

Peço desculpa por eventualmente este post não fazer muito sentido, é que embora seja cedo segundo o relógio do fórum estou cansado para conseguir fazer sentido. Esperemos que o Sintra (se é que eu não estou a fazer confusão e esteja registado neste fórum) apareça aqui, ele tem mais conhecimentos disto que eu e sabe explicar melhor.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: P44 em Agosto 25, 2009, 10:46:17 am
Citação de: "Instrutor"
O F-35 em 2020/2025.


sinceramente acho isso um cenário muito optimista
Título:
Enviado por: Instrutor em Agosto 25, 2009, 12:09:52 pm
Citação de: "P44"
Citação de: "Instrutor"
O F-35 em 2020/2025.

sinceramente acho isso um cenário muito optimista


Só falei .... apontei prováveis datas de negociações, porque depois a vinda sejam eles novos ou usados aponto só mesmo 2030. Falei num post atras 25/30 unidades se quisermos manter a mesma estrutura actual duas esquadras cada esquadra equipada com 14 unidades e 2 de reserva.
Título:
Enviado por: typhonman em Agosto 25, 2009, 09:56:09 pm
Citação de: "Leonidas"
Saudações guerreiras

Até posso estar muito enganado. Só faço votos que sim, embora não seja fã do avião, mas há muita gente com ilusões se pensam que mesmo que sejam 20 unidades F-35 - atenção que são nºs atirados ao ar -, os conseguiremos novos.  Apetece-me dizer: lol lol lol lol lol lol lol lol lol

F-35? Sim. Posso admitir isso, mas... em 2ª mão e só quando cá chegarem. Porém, sucata já cá temos. Mais? Não obrigado.

Cumprimentos


F-35 sucata ?

Epah... :roll:
Título:
Enviado por: P44 em Agosto 26, 2009, 09:25:20 am
na altura em que vierem para cá se calhar já são sucata :mrgreen:
Título:
Enviado por: Instrutor em Agosto 26, 2009, 12:11:03 pm
Citação de: "P44"
na altura em que vierem para cá se calhar já são sucata :lol:
Título:
Enviado por: typhonman em Agosto 26, 2009, 02:59:49 pm
Silly Season..... :roll:
Título:
Enviado por: Leonardo Besteiro em Agosto 30, 2009, 01:19:46 am
Caros colegas eu gostaria de tirar uma duvida, a quem puder me ajudar um obrigado. Por que a FAP tem de adiquirir ou o F-35 ou o Eurofighter, Portugal não poderia adiquirir o MIG-35 ou o Su-35 ou dependendo do preço e dos acertos o PAK-FA, um grande e sincero abraço a todos.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Agosto 30, 2009, 01:06:42 pm
Citação de: "Leonardo Besteiro"
Caros colegas eu gostaria de tirar uma duvida, a quem puder me ajudar um obrigado. Por que a FAP tem de adiquirir ou o F-35 ou o Eurofighter, Portugal não poderia adiquirir o MIG-35 ou o Su-35 ou dependendo do preço e dos acertos o PAK-FA, um grande e sincero abraço a todos.


Eu adorava, mas nós estamos na NATO e como país de pequenos recursos precisamos que nos ajudem a pagar esses equipamentos.
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 30, 2009, 03:19:28 pm
Comprar material ao inimigo? Não me parece...

Somos um país fundador e membro da OTAN! A realidade é essa. É outro campeonato.

Doutrina, stanag, calibres... O unico equipamento russo que temos por cá são os Kamov e estão entregues aos bombeiros e protecção civil.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Smoke Trails em Outubro 01, 2009, 06:52:30 pm
Boa Tarde

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“F-35 Lightning II Joint Strike Fighter (JSF)

Claim to Fame
The F-35, or Joint Strike Fighter (JSF), is the largest, most ambitious aircraft programme in history when measured by cost. It could grow into one of the largest post-World War Two programmes in numbers of aircraft produced. The USAF wants 1,763 JSFs while the Navy wants 680, to be divided between Navy and Marine units under a formula not yet determined. Britain wants 150 JSFs. Other buyers could include Australia, Canada, Denmark, Israel, Italy, Netherlands, Norway, Singapore and Turkey. Thus the F-35 could become the most-produced fighter in the West, matching the F-16 (4,200 built), the Vietnam-era F-4 Phantom II (5,200) or the Korea-era F-86 Sabre (7,200). The programme is so big that the contest to give the aircraft a popular name yielded finalists including Black Mamba, Cyclone, Spitfire II and Piasa – a mythical man-eating bird, that quickly became ‘Piss-Ass’ in troop talk. The Lightning II appellation was chosen to honour both the Lockheed P-38 of World War Two and the English Electric jet of the Cold War.

Why?
The United States and its allies have a clear need for a next-generation fighter that introduces supersonic speed and stealth to the air-to-ground role. The JSF fills that need with the CTOL (conventional take-off and landing) F-35A, the STOVL (short take-off/vertical landing) F-35B and the carrier-based F-35C. The result is not one aircraft but a family of aircraft. The test of the F-35 will be whether it can succeed in serving many masters to carry out a multitude of missions. Seen by many as a strong point, from the earliest days of what was called the Joint Advanced Strike Technology (JAST) programme in the 1980s, experts insisted this would be a single-engined aircraft, even through almost every fighter in the world had two engines. As an aeronautical engineer said, insistence on a single engine “cut in half the cost of the most expensive item on the plane”. While officials deserve prise for making the F-35 a single-engine airplane, they may be making a mistake in insisting on a single type of engine, the 40,000lbs (180kN) thrust Pratt & Whitney F135 turbofan, for all examples of the fighter. On both sides of the Atlantic, air leaders continue to debate the future of the alternate engine, the similarly powered F136, which would be built by General Electric in partnership with Rolls-Royce. Some observers see the F135 as a reliable engine that is being asked to do too much with dated technology, while the F136 is viewed as having more potential for growth. Policy in Washington has been consistent and the Obama Administration’s fiscal year 2010 defence budget proposal contains no funding for an alternate engine. All three JSF variants have the same set of controls, including a side-stick controller, like the one on the F-16, in place of the conventional joystick found on most fighters.

Conflicts
None yet.

Weaknesses
“This aircraft can’t even carry an infra-red air-to-air missile”, a very senior US officer said, referring to plans to use accelerated F-35 production as a substitute for a larger purchase of F-22s. In Israel, where a purchase of 75 F-35s is likely to be recommended to the Knesset by the Israeli Defence Force, columnist Reuven Pedatzur wrote that the F-35’s “manoeuvring capability is quite poor, perhaps worse than planes that flew missions over Vietnam. Its maximum speed is 1.6 times the speed of the sound; the F-15 can reach 2.5 times. Yet the plane’s biggest problem is probably its miserable payload. To prevent it from being picked up by radar, its munitions must be carried inside the aircraft. As a result, it holds just two bombs. An F-15 can carry a payload eight times as high.” The first vertical flight of the Marine Corps F-35B scheduled for March 2009, was delayed until September. The delays were caused by an engine which failed during tests, ‘tweaking the software controlling the leading edges of the wings and ensuring that the nine doors that open during the STOVL flight all operate correctly The F-35C carrier-based version of the JSF has been delayed by aerodynamic challenges and at the time of going to press was scheduled to make its long-postponed first flight in December 2009. The carrier-based version has an entirely different and much bigger wing – a huge technical change that has not yet been proved in flight.”



“They’re dumping all their eggs into one basket. The STOVL version (F-35B) hasn’t yet demonstrated that it can take off and land vertically or within short distances. The carrier-based version (F-35C) was delayed intentionally and has not flown yet, and may introduce unexpected aerodynamic Challenges. If the whole F-35 thing comes together and the programme functions smoothly, it will be a brilliant achievement. If it doesn’t, you’ll see US industry selling new American variants of the F-16 and F-15.

A senior office who worked closely with the office of the US Air Force Chief of Staff, 2007-2009.”



“The F-35 was designed to operate and survive in high-threat battle-space defined by advanced surface-to-air missile systems, and while outnumbered by top-of-the-line fourth generation fighters, is a distinct probability. The F-35 will incorporate the most advanced net-enabled mission systems, sensor and communication systems suite ever fielded in a fighter aircraft. It will be a key database in the kind of information-collection and distribution networks so valuable to sea, land and air forces today and in the future.

Steve O’Brien, Lockheed Martin vice-president of F-35 business development, speaking at a Navy League trade show, May 1, 2009.”



“Six of the Best American Fighters”, by Robert F Dorr, AirForces Monthly October 2009, pages 50-63

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Smoke Trails em Outubro 25, 2009, 02:09:19 pm
Boa Tarde,

Colocado por Charlie Golf no Fórum 9Gs

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“Reality Check: JSF’s Phantom Export Variant

(Source: defense-aerospace.com; published June 18, 2009)

The JSF Program Office says no “dumbed-down” F-35s are planned for international partners, but Lockheed Martin has been awarded contracts worth $737 million to develop one. (JSF Team photo)PARIS --- Are the United States developing a “dumbed-down” version of the F-35 Joint Strike Fighters for export customers, or not? Brigadier Gen. David Heinz, program executive officer for the F-35, rejected a claim by Boeing executives that Washington was selling a "dumbed down" version of the F-35 to international partners, Reuters reported June 16 from the Paris Air Show.

"I state categorically that I am not doing a different variant of aircraft for my international partners today," Reuters quoted Heinz as saying in an interview. He said foreign countries who bought the F-35 would be subject to a U.S. disclosure process and U.S. export controls, but [that] the aircraft being sold today were the same airplanes that were also being built for the U.S. military services. "So for Boeing to make statements about a 'dumbed down' variant ... is absolutely incorrect and it is speculative and I believe, a very disappointing marketing ploy to drum up business" [for its F-15 Silent Eagle], Heinz added.

Heinz appears to be suffering a bad case of memory lapse, however, as the Pentagon has in fact awarded Lockheed Martin two separate contracts, worth a total of $737 million, to develop such an export version of JSF or, in Pentagon-speak, to “design, develop, verify and test a version of the JSF air system that is as common as possible to the U.S. air system within the National Disclosure Policy.” This version is designated “International Partner Version.” (see below).

As we noted in a Nov. 26, 2007 story on the subject, “This raises the question of exactly how this degraded “Delta SDD” version will differ from the standard US version, and which capabilities and features will be removed to comply with US national disclosure policy. Given that the JSF’s high-tech features, including stealth, and the capabilities of its electronic systems are the prime reasons which attracted foreign partners in the first place, it remains to be seen whether they will remain as committed to a degraded, less capable yet more expensive aircraft.” This still stands today.

Heinz’s categorical June 16 statement to Reuters can be read to imply either that work on the JSF export version has been dropped as quietly as it was originally launched, or that the JSF program office is trying to keep it secret so as not to scare off potential export customers who might not be interested in a “dumbed-down,” less capable aircraft. In any case, a clarification is urgently needed.


These are the two contracts awarded to date for the JSF’s export version:

November 10, 2003

Lockheed Martin Corp., Lockheed Martin Aeronautics Co., Fort Worth, Texas, is being awarded a $602,594,580 cost-plus-award-fee modification against a previously awarded contract (N00019-02-C-3002) for the procurement of supplies and services to support the performance of the Joint Strike Fighter (JSF) International Partner Version Delta Systems development and demonstration effort.

Lockheed Martin will design, develop, verify and test a version of the JSF air system that is as common as possible to the U.S. air system within the National Disclosure Policy.

Lockheed Martin will also implement a manned tactical simulation (MTS) capability, hold MTS events for the international partners on the JSF Program and conduct planning for future efforts and upgrades.

Work will be performed in Fort Worth, Texas (83 percent); El Segundo, Calif. (10 percent); and Orlando, Fla. (7 percent), and is expected to be completed by April 2012. Contract funds will not expire at the end of the current fiscal year.

The Naval Air Systems Command, Arlington, Va., is the contracting activity.


November 15, 2007

Lockheed Martin Corp., Lockheed Martin Aeronautics Co., Ft. Worth, Texas, is being awarded a $134,188,724 modification to a previously awarded cost-plus-award-fee contract (N00019-02-C-3002).

This modification is to continue the design, development, verification, and test of Joint Strike Fighter (JSF) Partner Version Air System development under the JSF Delta System Development and Demonstration Effort (Delta SDD).

The purpose of the Delta SDD is to develop a version of the JSF Air System that meets U.S. National Disclosure Policy, but remains common to the U.S. Air System, where possible.

Work will be performed in Fort Worth, Texas (68 percent), Orlando, Fla. (24 percent), and El Segundo, Calif. (8 percent), and is expected to be completed in October 2013. Contract funds will not expire at the end of the current fiscal year.

The Naval Air Systems Command, Patuxent River, Md., is the contracting activity.”


http://www.defense-aerospace.com/articl (http://www.defense-aerospace.com/articl) ... riant.html

Cumprimentos
Título: Re:
Enviado por: P44 em Outubro 26, 2009, 04:09:11 pm
Citação de: "HSMW"
Comprar material ao inimigo? Não me parece...

Somos um país fundador e membro da OTAN! A realidade é essa. É outro campeonato.


Doutrina, stanag, calibres... O unico equipamento russo que temos por cá são os Kamov e estão entregues aos bombeiros e protecção civil.

exacto, os americanos lembram-se sempre de nós quando é para oferecer sucata... :roll:


voltando ao tópico:

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Pentagon Study Shows F-35 Jet to Cost More—Report (excerpt)
   
   
(Source: Reuters; published Oct. 23, 2009)
 
 
   
   WASHINGTON --- A new Pentagon study has affirmed previous findings that Lockheed Martin Corp's F-35 Joint Strike Fighter aircraft, the costliest U.S. arms purchase program, will require billions of dollars more than planned, and more time, an online news service said on Friday.

A military "Joint Estimate Team" tasked in July to examine the program has found the F-35 program's performance "is not markedly improving," InsideDefense.com said, citing an unidentified source.

Lockheed is developing three radar-evading F-35 models to replace at least 13 types of aircraft, initially for 11 nations.

The United States plans to buy 2,443 F-35s. Purchases by partner nations Britain, Canada, Italy, Denmark, Netherlands, Norway, Turkey and Australia and others could raise production to 3,000 or more.

Northrop Grumman Corp and BAE Systems Plc are Lockheed's chief F-35 sub-contractors.

"A new assessment of the Joint Strike Fighter program affirms earlier findings that substantially more money and time are required for the Pentagon's largest acquisition effort, a conclusion that could pose a formidable test of Defense Secretary Robert Gates' recent support for the F-35 program and President Barack Obama’s pledge to terminate weapons with bloated price tags," InsideDefense.com reported.

Its headline said the program would need "billions" more.

Obama vowed in March to reform the Pentagon's procurement practices and to crack down on programs that run over budget.

Earlier this year, Defense Secretary Robert Gates decided to cap production of the Lockheed F-22 fighter at 187 planes, citing his support for the $300 billion F-35 program.

The study was undertaken to update one last year that found the program would need at least two more years and nearly $15 billion more.

"The initial results are as bad as last year's," InsideDefense.com quoted its source as saying. "In other words, things have not improved. And their cost estimate will be at least where they were last year."

In response, Bethesda, Maryland-based Lockheed Martin, the Pentagon's No. 1 supplier by sales, said it disagreed with the joint estimate team conclusions.

"Lockheed Martin acknowledges that modest risks to our cost and schedule baselines exist," said John Kent, a company spokesman, "but we envision no scenario that would justify a substantial delay to completion of development or transition to production milestones." (ends of excerpt)


Click here for the full story, on the Reuters website.
http://www.reuters.com/article/marketsN ... 023?rpc=44 (http://www.reuters.com/article/marketsNews/idCNN2312297620091023?rpc=44)

-ends-


http://www.defense-aerospace.com/articl ... eport.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/109347/jet-study-shows-f_35-costs-continue-to-rise%2C-schedule-to-slip%3A-report.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: pchunter em Outubro 26, 2009, 09:32:06 pm
F-35 para Portugal é para esquecer, até os camones estão reduzir o numero devido ao elevado custo.
Se calhar é boa ideia ficarmos por algo tipo Gripen NG. Digo eu.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: ShadIntel em Outubro 30, 2009, 05:23:35 pm
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Northrop Grumman Begins Producing First International F-35 Joint Strike Fighter

Milestone Adds Momentum to Early Production Phases of Multi-National Fighter Program

13:48 GMT, October 30, 2009 PALMDALE, Calif. | Northrop Grumman Corporation (NYSE:NOC) has begun producing the center fuselage for the first international F-35 Joint Strike Fighter, an F-35B short take off, vertical landing (STOVL) variant for the United Kingdom designated BK-1. The center fuselage is the core structure around which the F-35 aircraft is built.

The assembly process began Oct. 26 at the company's Palmdale Manufacturing Center with the loading of an all-composite air inlet duct into a special tooling structure called a jig. This first assembly process, one of approximately 18 major steps in assembling an F-35 center fuselage, consists of attaching metal frames around the duct. The frames serve to brace and position the duct properly within the center fuselage.

"Jig loading the BK-1 center fuselage for the United Kingdom's first F-35 demonstrates that the program is delivering on its promise to produce a fifth generation, multi-role fighter that meets the common air combat requirements of the U.S. and its allies," said Mark Tucker, vice president and F-35 program manager for Northrop Grumman's Aerospace Systems sector. "Through a disciplined approach to managing costs and engineering changes, we're continuing to reduce program risks, which will help the F-35 industry team put jets on the ramp on or before the initial operational need dates of our international partners."

Tucker noted that the company had started assembling the BK-1 center fuselage three days sooner than the date indicated by the F-35 program's master schedule.

Northrop Grumman is a principal and founding member of the F-35 industry team led by Lockheed Martin. To date, the company has delivered 25 center fuselages -- 19 for the system development and demonstration phase, six for the low rate initial production (LRIP) phases of the program. BK-1 is being produced as part of LRIP3. The program is scheduled to produce 138 F-35Bs for the United Kingdom.

Final assembly of all F-35 jets is performed by Lockheed Martin at a facility in Fort Worth, Texas. The process includes mating a Northrop Grumman-built center fuselage to an aft fuselage produced by BAE Systems, and the forward fuselage/cockpit and wings produced by Lockheed Martin.

Northrop Grumman is responsible for the design and production of center fuselages for all three variants of F-35 aircraft: conventional takeoff and landing; short takeoff, vertical landing; and the carrier variant. The F-35 Lightning II program expects to build more than 3,100 aircraft.

As a member of the F-35 global industry team, Northrop Grumman is central to the development, production and support of the F-35 Lightning II. The company designed and produces the aircraft's center fuselage, radar and other key avionics including electro-optical and communications subsystems; develops mission systems and mission-planning software; leads the team's development of pilot and maintenance training system courseware; and manages the team's use, support and maintenance of low-observable technologies.
http://www.defpro.com/news/details/10964/ (http://www.defpro.com/news/details/10964/)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: pchunter em Novembro 01, 2009, 02:18:34 pm
F-35: muito barulhento para os padrões europeus



Um relatório classificado da Lockheed Martin sobre o nível de ruído do F-35 vazou na Noruega e está tendo grande repercussão.

No documento o nível de ruído do F-35 é apontado como sendo 4 vezes superior ao da última versão do F-16, que é mais ruidosa que a versão usada na Noruega.

Vários países europeus, incluindo a Noruega, Holanda e Suíça, têm leis muito rigorosas que regem os níveis máximos de ruído dos aviões que os residentes nas proximidades dos aeroportos, aeródromos e bases aéreas podem ser submetidos.

Essas leis podem obrigar medidas de redução de ruído, incluindo a remoção de casas obrigatoriamente, por conta do governo.

Na Noruega pensa-se em desativar bases muito próximas à população ou afastar casas de moradores para mais longe das bases. Mas ambas as medidas terão custo elevado.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: nelson38899 em Novembro 03, 2009, 11:37:47 am
excelente video do f35
http://www.combataircraft.net/ (http://www.combataircraft.net/)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HaDeS em Março 03, 2010, 10:45:43 pm
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F-35 vai atrasar mais dois anos com custo ainda maior

Pentágono estica o desenvolvimento do F-35 em 13 meses

O Secretário da Força Aérea dos EUA, Michael Donley, destacou na terça-feira o compromisso do Pentágono com o F-35 da Lockheed Martin, dizendo que provavelmente ele sobreviverá a uma revisão obrigatória provocada por excesso de custos.

O chefe de aquisições do Pentágono, Ashton Carter, assinou um memorando na semana passada implementando a restruturação do Programa do F-35.

Segundo o jornal The Hill, o desenvolvimento será estendido em 13 meses e receberá uma aeronave extra de testes, da versão de porta- aviões CTOL. A decisão para a produção plena foi movida para novembro de 2015, quando os testes iniciais estarão completos.

O memorando também acrescenta US$ 2,8 bilhões ao custo de desenvolvimento do F-35, baseados nas estimativas mais conservadoras de uma equipe de avaliação independente.

O grande problema é que o Pentágono terá que notificar o Congresso sobre o estouro de custos do F-35, por causa da Lei Nunn-McCurdy, que poderia levar ao cancelamento de todo o Programa do F-35. A questão é que não há alternativa para o avião.

O Secretário Donley disse que a USAF está estudando uma forma de estender a vida útilo dos caças Lockheed F-16 Falcon, por causa do atraso do F-35.



http://www.aereo.jor.br/2010/03/03/f-35 ... nda-maior/ (http://www.aereo.jor.br/2010/03/03/f-35-vai-atrasar-mais-dois-anos-com-custo-ainda-maior/)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: old em Março 04, 2010, 12:23:35 pm
Me pregunto cuando estaran disponibles las versiones Vtol y a que precio. A este paso los Harrier tendran que durar muuuuuuuuuitos años
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: canardS em Março 05, 2010, 11:16:21 am
Es que van a durar 10 ó 12 años más, estan practicamente nuevos.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: pchunter em Março 11, 2010, 10:08:45 pm
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Custos do F-35 subiram 50%


O programa do avião de combate JSF F-35 Lightning II vai violar os limites da lei Nunn-McCurdy em mais de 50% nos custos da linha base original de 2001, segundo um avaliador do programa do Pentágono.
Christine Fox, diretora do escritório de Avaliação de Programas e Custos do Departamento de Defesa (DoD), disse aos legisladores hoje que a declaração formal de não-cumprimento ocorrerá no dia 1 de abril. Ela informou também que o Pentágono tem conhecimento desse fato desde outubro de 2009, um mês antes do que havia sido relatado previamente.
As mais recentes estimativas do DoD prevêem que cada um dos jatos custará entre US$ 80 milhões e US$ 95 milhões, em dólares de 2002. Ou US$ 95 milhões e US$ 113 milhões em dólares de 2009, respectivamente.
Em 2001, o Departamento de Defesa dizia que o custo do Joint Strike Fighter seria de US$50,2 milhões dólares para cada um dos 2.852 jatos previstos para compra. O Pentágono atualizou a estimativa para US$ 69,2 milhões em 2007, para uma compra planejada de 2.443 jatos.
O Pentágono espera agora ter uma estimativa final sobre os custos das aeronaves no início de junho, quando termina o pacote de certificação Nunn-McCurdy, disse Christine Fox à comissão de Serviços Armados do Senado, durante uma audiência.
Fox comparou o F-35 aos programas de outras aeronaves “valiosas para o DoD”, como o C-17 e o F-22. Segundo ela, o F-22 “repetidamente falhou em atingir as metas de performance, cronograma e custos no programa de desenvolvimento” e mesmo assim a Lockheed Martin produziu uma aeronave capaz.
Ashton Carter, subsecretário de Defesa para a aquisição, tecnologia e logística, disse na audiência que as datas para a Initial Operational Capability (IOC), da Força Aérea e Marinha para o F-35 foram transferidas para 2016, ou seja, com atraso de três e dois anos, respectivamente. Para o USMC, a data permanece em 2012. A aeronave dos Marines irá utilizar o software Block 2, enquanto as da Marinha e a Força Aérea vão utilizar a versão Block 3.
Carter disse que o secretário da Força Aérea Michael Donley informará o Congresso sobre a violação da lei Nunn-McCurdy dentro de poucos dias.

Custo entre 95 milhões e 113 milhões isto é muita fruta, quase o mesmo que o F22.

Fonte: http://www.aereo.jor.br/2010/03/11/custos-do-f-35-subiram-50/
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: canardS em Março 12, 2010, 10:08:21 am
El EFA es cuarenta millones de dolares mas caro que el de 113 millones.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: pchunter em Março 15, 2010, 07:27:36 pm
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Governo da Dinamarca está prestes a deixar o programa do F-35 JSF e pretende adquirir caças Super Hornet

O caça F-35 está sendo visto como sugestão para substituir as frotas de F-16 na Europa, mas no momento não mais para Dinamarca.
Segundo reportagem do jornal NordJyske, o governo da Dinamarca está próximo de cancelar a compra de caças F-35 Joint Strike Fighter e adquirir caças Boeing F/A-18E/F Super Hornet. O desenvolvimento que vem se arrastando e os custos que não param de subir indicaram que o Governo da Dinamarca não tem condições de assumir esses custos e nem tão pouco esperar mais 10 anos para substituir sua frota de caças F-16, adquiridos na década de setenta.
O Ministro da Defesa da Dinamarca Gitte Lillelund Bech enxerga o caça norte americano Super Hornet com uma aeronave mais acessível e uma alternativa provadamente capaz, embora as companhias aeroespaciais da Dinamarca poderem ter um retorno maior com o trabalho compartilhado no projeto F-35.
Corre ainda na disputa uma terceira opção, que seria o caça sueco Gripen. O porta voz do Partido Social-Democrata, John Dyrby Paulsen, disse querer mais informações sobre a preferência do ministro da defesa em favro do caça Super Hornet ao invés do Gripen ou de manter o F-35.
O Ministério da Defesa da Dinamarca está aguardando um relatório completo sobre a situação da frota de aeronaves e uma análise técnica das três opções (F-35, F/A-18 e Gripen) na metade de 2010 para tomar a decisão. Mas ao que tudo indica e de acordo com a Rádio Dinamarca, o Super Hornet está despontando como favorito nessa decisão.

Fonte: http://cavok.com.br/blog/?p=7504#more-7504
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: typhonman em Março 20, 2010, 08:59:17 pm
Portugal terá de optar por opção semelhante...
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: canardS em Março 21, 2010, 06:50:33 pm
Pues el Estado Mayor de la Armada ya ha optado para el 2020 por el F-35-B, en numero de 20.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lightning em Março 21, 2010, 09:39:44 pm
Quem usa porta-aviões de aeronaves de aterragem vertical vai ter que se sujeitar ao preço do F-35B, senão só tem duas hipoteses:

1- deixam de usar aeronaves de asa fixa e esses navios passam a "porta-helicopteros".
2- Alguma especie de modernização aos Harriers (desconheço se é possivel ou viável economicamente).
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: canardS em Março 22, 2010, 11:06:34 am
Por muy caro que resulte el F-35B siempre sera mas barato que el Tifon, en uno hablamos de dolares y en otro de euros.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: AtInf em Março 23, 2010, 09:09:28 am
A versão B em testes de aterragem vertical.
Os últimos cálculos apontam para cerca de 135 milhões USD por unidade :mrgreen:


Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Março 23, 2010, 10:13:12 am
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Joint Strike Fighter: Additional Costs and Delays Risk Not Meeting Warfighter Requirements on Time
(Source: Government Accountability Office; issued March 19, 2010)

The F-35 Lightning II, also known as the Joint Strike Fighter (JSF), is the Department of Defense's (DOD) most costly and ambitious aircraft acquisition, seeking to simultaneously develop and field three aircraft variants for the Air Force, Navy, Marine Corps, and eight international partners. The JSF is critical for recapitalizing tactical air forces and will require a long-term commitment to very large annual funding outlays.

The current estimated investment is $323 billion to develop and procure 2,457 aircraft. (GAO’s previous annual report on JSF, released in March 2009, estimated development and procurement cost at $300 billion for 2,456 DoD aircraft. GAO’s latest estimate means the program’s cost increased by almost 8% in one year—Ed.)

As required by law, this report discusses (1) program cost, schedule, and performance; (2) manufacturing results; and (3) test plans and progress. GAO's work includes interviews, cost data, test plans, production measures, and analyses by defense and contractor officials.

The JSF program continues to struggle with increased costs and slowed progress--negative outcomes that were foreseeable as events have unfolded over several years. Total estimated acquisition costs have increased $46 billion and development extended 2 more years, compared to the program baseline approved in 2007.

DOD leadership is now taking some positive steps which, if effectively implemented, should improve outcomes and provide more realistic cost and schedule estimates. Officials increased time and funding for system development, added 4 aircraft to the flight test program, and reduced near-term procurement quantities.

Restructuring is not finished and further cost growth and schedule extensions are likely.

The program is at risk for not delivering aircraft quantities and capabilities on time.

Dates for achieving initial operational capabilities may have to be extended or some requirements deferred to future upgrades.

Aircraft unit costs will likely exceed the thresholds established by the statutory provision commonly referred to as Nunn-McCurdy and may require DOD to certify the need for the JSF to Congress.

Program setbacks in costs, deliveries, and performance directly affect modernization plans and retirement schedules of the legacy aircraft the JSF is slated to replace.

Manufacturing JSF test aircraft continues to take more time, money, and effort than budgeted. By December 2009, only 4 of 13 test aircraft had been delivered and labor hours to build the aircraft had increased more than 50 percent above earlier estimates. Late deliveries hamper the development flight test program and affect work on production aircraft, even as plans proceed to significantly ramp-up annual procurement rates.

Some improvement is noted, but continuing manufacturing inefficiencies, parts problems, and engineering technical changes indicate that design and production processes may lack the maturity needed to efficiently produce aircraft at planned rates. The independent manufacturing review team determined that the planned production ramp rate was unachievable absent significant improvements.

Although restructuring actions should help, there is still substantial overlap of development, test, and production activities while DOD continues to invest in large quantities of production aircraft before variant designs are proven and performance verified.

Slowed by late aircraft deliveries, technical problems, and low productivity, the flight test program only completed 10 percent of the sorties planned during 2009.

Other technical challenges include (1) relying on an extensive but largely unproven and unaccredited network of ground test laboratories and simulation models to evaluate system performance; (2) developing and integrating very large and complex software requirements; and (3) maturing several critical technologies essential to meet operational performance and logistical support requirements.

Collectively, testing and technical challenges will likely add more costs and time to development, affecting delivery of warfighter requirements and hampering start up of pilot and maintainer training and initial operational testing.


Selected Excerpts

-- Steadily lengthening schedules to complete key system developefforts further exacerbates the already extreme overlap among development, test, and production activities.

-- The program office currently estimates total life-cycle costs for operating, sustaining, and maintaining JSF fleets at $764 billion, substantially higher than earlier estimates. The cost per flying hour of the CTOL variant is projected to be higher than the F-16, one of the Air Force aircraft it is slated to replace. NAVAIR officials recently projected total life-cycle costs even higher, at more than $1 trillion.

-- In addition to ongoing software challenges, the program continues to address several technical issues:

* The carrier variant requires significant design modifications to the keel web, a key structural joint to enable catapult takeoffs. Proposed design changes are still being reviewed and cost and schedule impacts are unknown at this time.

* The program continues to address significant technical and design challenges with the F135 engine. The STOVL engine’s lift fan has required design changes in response to damages incurred during testing which will limit flight test efficiency and will likely require additional modifications, time, and resources.

* Logistic support: NAVAIR reported that the software to support the system’s communication with legacy information systems is currently not planned and may affect interoperability. In addition, the Air Force Operational Test and Evaluation Center (AFOTEC) reported that the current integrated support system for the JSF prohibits operating two detachments from one squadron simultaneously. This limitation will severely affect current operating practices.

* Helmet Mounted Display. Critical to information integration and situational awareness, issues with the helmet mounted display continue to impact system effectiveness and air system integration.

* Damage to flight deck and runways. The F-35 engine and integrated power package exhaust may cause excessive damage to the flight deck environment and runway surfaces that may result in operating limits or drive costly upgrades and repairs of JSF basing options.

* Thermal management. Heat build-up and exhaust impedes the aircraft’s ability to conduct missions in hot environments. The program has made design changes to address this issue, but those changes are not expected to go into effect until the third low-rate procurement lot and are likely to affect operational testing. The development of a fuel pump to mitigate excessive heat is not expected to fully achieve requirements. As a result, the program has instituted restrictions on how the aircraft can be used [which] will limit flight test efficiency and may not be feasible for operational deployment.


Click here for the full report (53 pages in PDF format) on the GAO website.
http://www.gao.gov/new.items/d10382.pdf (http://www.gao.gov/new.items/d10382.pdf)
-ends-

http://www.defense-aerospace.com/articl ... A-gao.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/113319/jsf-cost-overruns%2C-technical-problems-worse-than-thought%3A-gao.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: old em Março 23, 2010, 11:26:43 am
Citação de: "AtInf"
A versão B em testes de aterragem vertical.
Os últimos cálculos apontam para cerca de 135 milhões USD por unidade :shock:  135 millones?

Cuanto cuesta un Rafale N?
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Março 23, 2010, 12:39:02 pm
o N não sei, a versão "normal" consta que anda pelos 70 milhões USD
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HaDeS em Março 23, 2010, 02:36:32 pm
Nesse ritmo o F-35 irá custar quase o mesmo que um F-22, porém muito menos eficiente que o segundo.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lightning em Março 23, 2010, 04:26:47 pm
Citação de: "HaDeS"
Nesse ritmo o F-35 erá custar quase o mesmo que um F-22, porém muito menos eficiente que o segundo.

Mas o preço do F-22 é irrelevante, a não ser para ser usado como referência, é que o F-22 até podia custar "meia duzia de tostões" mas não está à venda e nem sei se  ainda se constroi.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: canardS em Março 23, 2010, 06:10:00 pm
No me creo nada lo de los precios, y esto va dirigido a mi compatriota Old.
Si el programa por 87  aviones , nos cuesta 13.200 millones de euros, incluidos 20 años de mantenimiento y retrofits, nos sale el EF-2000 a151 millones de euros, en Dolares, 206. Dicen los enteraos que el 30% 206-30%, son  144 millones revierte al Estado como impuestos. Estamos hablanco de 135 millones de dólares por un avion furtivo, supersónico y de despegue vertical.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Março 25, 2010, 03:52:04 pm
preparem-se que qq dia a Roménia tb tem F-35!!!!!


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Press Release
   
   
(Source: Romanian Ministry of Defence; issued March 24, 2010)
 
   
   (Issued in Romanian only; unofficial translation by defense-aerospace.com)

National Defense Minister Gabriel Oprea presented, during the meeting of the Supreme Council of National Defense (CSAT) held on March 23, 2010, a statement on the Multirole Aircraft Program of the Romanian Air Force.

Given that Romania does not have the financial resources necessary for the acquisition of new multirole aircraft, CSAT has approved the Defence Ministry’s proposal to acquire 24 used F-16 aircraft. The proposal will be submitted for discussion and approval by the Romanian Parliament. The proposal to purchase F-16 aircraft was made by the Romanian Air Force’s General Staff, and is based on an in-depth analysis of the missions which the aircraft is required to carry out, and on the long-term strategy to integrate the fighter aircraft into this category of forces.

Minister Gabriel Oprea also presented CSAT members with information regarding the implications of the retirement, in coming years, of the MiG-21 LanceR fighter aircraft which currently equip the Romanian Air Force.

The implementation of the Multirole Aircraft Program is part of the strategic partnership between Romania and the United States of America, and the option to purchase F-16 aircraft is part of the Air Force Staff’s strategy of gradually developing operational capabilities, with the ultimate goal of acquiring the F-35 Joint Strike Fighter.

In this respect, the strategy set out the following steps:
- An initial stage involving the acquisition of 24 used F-16 Block 25 aircraft;
- An intermediate stage involving the acquisition of an additional 24, new-build F-16 aircraft of the Block 50-52 version;
--A final phase involving the service introduction of 24 F-35 JSF aircraft, which will replace the first batch of F-16 aircraft originally purchased.

The F-16 is a multirole aircraft capable of performing missions for the defense of airspace, strike missions against land and sea targets in all weather conditions, by day and night, and reconnaissance missions.

Its equipment configuration meets Romania's defense needs and allows the commitments undertaken within NATO. The F-16 is a tactical aircraft whose performance has been tested in combat, and has successfully carried out missions during operations in Iraq, the Western Balkans and Afghanistan. All these technical features and performance at the highest level meet the initial operational requirements of the Romanian Air Force.

The purchase of used F-16 aircraft will be subject to an agreement between the governments of Romania and the United States. Project value is approximately US $ 1.3 billion, broken down as follows: 24 refurbished, updated and fully equipped aircraft; technical assistance for a period of 3-5 years; and a logistic support package including flight simulators, training, transport, adaptation of ground infrastructure, ammunition, weapons and administrative costs.

Personnel training will be carried out in the United States to U.S. Air Force standards, to achieve the required operational level and the full implementation of this system’s capabilities.

The aircraft to be purchased by Romania are in service with the US Air Force, and have a remaining lifetime estimated at 10 to 15 years since (2500 to 3500 flight hours per aircraft.)

The first aircraft will arrive in Romania in 2013.

-ends-

http://www.defense-aerospace.com/articl ... r-jsf.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/113438/romania-to-buy-48-used-and-new-f_16s-as-lead_in-for-jsf.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: nelson38899 em Maio 18, 2010, 11:24:28 pm
(http://cache.gawkerassets.com/assets/images/4/2010/05/f-35-formation.jpg)

http://gizmodo.com/5541045/two-f+35s-th ... first-time (http://gizmodo.com/5541045/two-f+35s-thundering-together-for-the-first-time)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Smoke Trails em Maio 29, 2010, 06:09:54 pm
Boa Tarde,

Do site airliners.net:

Citar
Citação de: Arniepie,reply=92
Holland is seriously starting to get some cold feet from this project and are seriously indicating that this JSF saga might be something not for them.
With Jack de Vries having to resign his post a couple of weeks ago (the big dutch pusher for the JSF), an ever increasing price tag not helped by the current EURO value troubles , the general state of government finances and last but not least a shrinking production volume in sight, it could very well mean for the end of the Dutch JSF, at least as an important development+risk taking partner and probably also as a big client from the getgo.

After june 6th , when the elections have run their course , it is very unlikely that there still would the necessary majority in parliament to order the JSF as the next front line fighter.
http://www.defense-aerospace.com/art... ... phase.html (http://www.defense-aerospace.com/art...to-pull-out-of-jsf-test-phase.html)

Quoting the link:
THE HAGUE, Netherlands --- The Dutch Parliament’s Lower House voted yesterday to cancel the order for the first F-35 Joint Strike Fighter aircraft, and to stop Dutch participation in the program’s Initial Operational Test and Evaluation phase.

It also voted to direct the defense ministry to begin anew the Request for Proposal and the complete evaluation of the F-16 replacement program, for which a final decision is due in 2012.

The basis for yesterday’s vote is that the price estimates provided by Lockheed Martin in response to the original Request for Information of 2002, and the Supplemental Request for Information of 2008, are unreliable, as confirmed by the late 2009 reports of the US Joint Estimate Team and US Government Accountability Office.
.........


Citar
Citação de: wolbo,reply=96
Quoting KiwiRob (Reply 95):
I hope that the Dutch do bail out, it might make the Norwegian govt see sense and do likewise, it just appears to be an ever larger waste of money for something with abilities that aren't really needed, will never be used and you can get something else which will do just about everything the F35 can do from your largest and most important trading partner for significantly less.

It's clear the Dutch airforce wants the F35 and nothing but the F35. However politically it's all but clear if there is a majority for it in parliament. This will depend largely on the outcome of the upcoming elections in June. Not sure where I stand on this. We clearly still need a manned fighter to replace the ageing F16 and traditionally The Netherlands has always gone for a US solution so in that sense the JSF sounds like a logical choice. I guess the main issue I have is that at the moment there is simply too much uncertainty about the capabilities and cost of the plane to justify a purchase decision. In my view it would be sensible for our country to put more consideration into purchasing a European fighter (Typhoon, Gripen NG) provided it meets our operational and financial requirements.

Is there a reliable overview somewhere of the fly-away-cost (or at least estimated cost) of modern fighters (4.5G and 5G)?


Citar
Citação de: SeJoWa,reply=98
Excerpt from an interview with Gen Norton Schwartz:

Q. On F-35, do you have backup plans?

A. We're committed to the F-35 because we believe that a generation-five fighter is the thing we should hang our hat on for the next 30 years. Now, I can't speak for Gary Roughead, but my sense is he understands their need for a generation-five capability - or a mix of carrier aviation capability. And certainly [Marine Corps Commandant] Gen. Jim Conway is committed to his short-takeoff and vertical-landing [STOVL] version of the F-35.

For us, as we see the threats evolving, I cannot bring myself to a point where, in a situation with limited resources, I am going to dissipate that pool of resources by buying airplanes that will last as long - 25 or 30 years - and be less capable than we have to be to deter a fight and win. I think that's not a good solution.

F-35, obviously, we just had a Nunn-McCurdy breach, but I think it is interesting that Jim Conway's airplane just had its first full hover of the STOVL version without a single mishap. If you go back to the early days of the Harrier, it took them six airplanes to get to that point.

All I'm suggesting is that we've had program management issues, we've had cost-control issues, we've had some manufacturing issues, but what I'm seeing is, at the technical level, pretty promising. So if we can bend the cost curve and exert the kind of program management focus that [Pentagon acquisition chief] Ash Carter has undertaken, I'm nowhere near to thinking of abandoning this effort.

Source: http://www.defensenews.com/story.php?i= ... =FEA&s=INT (http://www.defensenews.com/story.php?i=4617346&c=FEA&s=INT)

And a bit farther down this shocking item (regarding new programs): "...It may be that, to some degree, we will have to design to cost. "

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Smoke Trails em Junho 01, 2010, 11:59:19 am
Boa Tarde,

F-35s AF-01 e AF-02 em voo e, a reabastecer: http://www.clubhyper.com/reference/f35inflightdp_2.htm (http://www.clubhyper.com/reference/f35inflightdp_2.htm)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Junho 02, 2010, 04:29:48 pm
Lockheed F-35 Cost Now Projected at $382 Billion (excerpt)
   
   
(Source: Reuters; issued June 1, 2010)
 
 
   
   WASHINGTON --- Lockheed Martin Corp. said a fourth batch of F-35 fighter planes will beat Pentagon cost estimates by more than 20 percent, even as new U.S. data pegged the overall program tab at $382 billion.

The U.S. Defense Department on Tuesday told Congress that the multinational fighter was vital to national security and it should not be terminated despite the sharp cost increases.

Senior officials at the Pentagon and at Lockheed acknowledged the new cost target was 65 percent higher than the $232 billion initially set for the program, but said they were working hard to drive down costs.

"I hope that the taxpayer never has to pay this bill. It should come down," one senior defense official told reporters at the Pentagon.

The official declined to give specific targets for how much lower the cost could wind up being, but said "every column of cost in this program" was being scrubbed for possible savings.

Lockheed and eight overseas countries are developing the F-35 fighter in three variants as an affordable replacement for current F-16, Harrier and A-10 warplanes flown by the U.S. Air Force, Navy and Marines, and many foreign countries. (end of excerpt)


Click here for the full article, on the Reuters website.
http://www.reuters.com/article/idCNN011 ... 602?rpc=44 (http://www.reuters.com/article/idCNN0111242120100602?rpc=44)


(EDITOR’S NOTE: In March, the Pentagon had already conceded that the total cost of the JSF program had risen to $323 billion. This latest estimate shows that total JSF costs have increased by $59 billion over the past six months alone.)

(ends)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: pchunter em Junho 02, 2010, 06:13:12 pm
$323 billion!!!!!!!! Viva o Gripen.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 07, 2010, 04:05:07 pm
:arrow: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/e-as ... com-lasers (http://www.gizmodo.com.br/conteudo/e-assim-que-lockheed-martin-pinta-cacas-f-35-com-lasers)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 17, 2010, 06:09:09 pm
Inside the F-35 Joint Strike Fighter

 :arrow: http://www.bbc.co.uk/news/uk-10648250 (http://www.bbc.co.uk/news/uk-10648250)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: pchunter em Julho 30, 2010, 08:28:40 pm
Mais um tiro no pé.

Citar
Lockheed diz que várias peças do F-35 estão falhando


A Lockheed Martin disse na terça-feira que várias peças da mais completa versão do caça F-35 Joint Strike Fighter,  estavam falhando mais do que o esperado, um problema que está diminuindo o ritmo dos testes de voo do modelo feito para os Marines.
O chefe executivo da empresa, Robert J. Stevens, disse para analistas que os problemas tem ocorrido na versão (F-35B), de decolagem curta e pouso vertical (STOVL).
Stevens disse que os defeitos reduziram os testes de voo no modelo para 74 neste ano, 21 a menos que o planejado. Ele disse que a companhia estava trabalhando com os fornecedores para consertar os problemas para conseguir alguns voos extras.
O Secretário da Defesa Robert M. Gates recentemente reestruturou o programa F-35 e removeu o general encarregado, depois que os atrasos fizeram os custos subirem para US$ 382 bilhões para 2.457 aeronaves.
Stevens disse que o desempenho global da empresa melhorou e que os voos com as outras duas versões do avião estão à frente do plano previsto.


http://www.aereo.jor.br/2010/07/30/lockheed-diz-que-varias-pecas-do-f-35-estao-falhando/
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Agosto 03, 2010, 08:08:17 pm
Lockheed F-35's Parts to Get More Scrutiny Amid Test Delays, Pentagon Says (excerpt)
   
   
(Source: Bloomberg; issued Aug. 2, 2010)
 
 
   
   The U.S. Defense Department may require more rigorous inspection of parts for the F-35 fighter jet, its most expensive weapons program, add maintenance staff and buy more replacement components as the agency works to prevent major flight delays because of failing parts.

Other responses to a “higher than expected” failure rate on some components for the Marine Corps and Air Force versions of Lockheed Martin Corp.’s $382.4 billion fighter-jet program include revised flight days and parts redesigns, if necessary, Pentagon spokeswoman Cheryl Irwin said in an e-mailed statement prepared by the program manager.

Development and combat testing of the Joint Strike Fighter, also intended for use by the Navy, is behind schedule, prompting the U.S. government to warn that it may withhold millions of dollars in fees. Bethesda, Maryland-based Lockheed has encountered equipment shortages and late deliveries from some of its more than 3,000 suppliers during the past several years, the Defense Contract Management Agency has said.

The failures of parts from valves to batteries and electrical switches are “part of the normal course of development testing,” Irwin said. Lockheed Chief Executive Officer Robert Stevens said on a July 27 conference call with analysts that the malfunctions involve smaller components. (end of excerpt)


Click here for the complete article, on the Bloomberg website.
http://www.bloomberg.com/news/2010-08-0 ... -says.html (http://www.bloomberg.com/news/2010-08-02/lockheed-f-35-s-parts-to-get-more-scrutiny-amid-test-delays-pentagon-says.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: paraquedista em Agosto 26, 2010, 01:14:37 am
http://www.aircraftowner.com/videos/vie ... _1126.html (http://www.aircraftowner.com/videos/view/f-35b---taking-stovl-to-a-new-level_1126.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: AtInf em Setembro 02, 2010, 10:01:38 am
Actividades de 2010
http://www.youtube.com/watch?v=hg-EPRwCcCs&feature=player_embedded#!
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 09, 2010, 10:25:51 am
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Setembro 25, 2010, 12:53:15 pm
Citar
Summary of Dutch MoD Report to Parliament
   
   
(Source: defense-aerospace.com; posted Sept. 24, 2010)
 
   
   By Dutch analyst Johan Boeder
 
 
   
   1) There is as yet no outcome from the CAPE analysis, but Dutch MoD worked together with JPO to do some analysis of the Dutch situation. Intermediate results show that there will be considerable consequences for Dutch F-16 Replacement Project.

In other words, costs are much higher than predicted in the Dutch F-16 Replacement budget of about EUR 5 billion.

Since 2002, a total of 85 F-35As was planned to replace the Dutch air force’s current F-16s, to be purchased in two batches (57 and 28 aircraft). At this moment purchase of the second batch seems unlikely, based at the latest price information.

2) Negotiations on the LRIP-4 contract with Lockheed-Martin are finalized. but not those with Pratt & Whitney on the F135 engine, so there is still uncertainty about F135 engine prices.

3) The Dutch budget for FY2011 shows a shift toward a delivery of first F35s in 2016 (with exception of first LRIP-3 and LRIP-4 aircraft for IOT&E) as well as a shift in F35 project expenses to other years (in general, delay of a two-three years.

This will mean slower growth in the F-35 production curve in Fort Worth.

4) The decision about how to cancel the LRIP-3 and LRIP-4 aircraft and long lead items is still waiting on cost information of the US Government and the JPO.

-ends-
   http://www.defense-aerospace.com/articl ... -rise.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/118420/dutch-delay-jsf-deliveries-to-2016-as-costs-rise.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Outubro 04, 2010, 09:27:55 pm
Citar
New Technical Problems Ground F-35 Test Planes
   
   
(Source: Fort Worth Star Telegram; published Oct. 2, 2010)
 
 
   
   The Pentagon and Lockheed Martin have grounded all eight F-35 flight-test airplanes due to new technical problems, further delaying testing that is already behind schedule.

Four of the test airplanes were already parked awaiting repairs, Aviation Week reported Friday, and the rest were grounded this week after discovery of a software problem that could have shut down fuel pumps in flight.

"Although we've never experienced this anomaly in any flight condition, we have suspended all flight operations as a precaution," Lockheed said in a statement.

The F-35 has three pumps that provide fuel to the engine that powers the aircraft. Lockheed and BAE Systems, which developed the fuel system software, "have identified a fix and begun testing that software in our labs," the Lockheed statement said.

Aviation Week reported that new software would be ready for installation on the aircraft by early next week.

The four F-35B short-takeoff-vertical-landing aircraft were parked last week after discovery of a problem with an air inlet door.

The F-35B testing has lagged well behind the most recent revised schedule due to technical problems.


(EDITOR’S NOTE: This and previous technical problems that have surfaced during the JSF’s flight testing cast considerable doubt on Lockheed’s long-standing position that computer modeling has made protracted flight testing unnecessary.)

-ends-

http://www.defense-aerospace.com/articl ... blems.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/118705/pentagon-grounds-jsf-for-technical-problems.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: armando30 em Outubro 12, 2010, 02:40:45 pm
alguém me pode explicar se existe alguma diferença entre o sistema STOVL utilizado pelo F-35B e o sistema VTOL utilizado pelo Harrier entre outros (pelo menos lembro-me de um VTOL japonês)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 12, 2010, 04:09:52 pm
:arrow: http://en.wikipedia.org/wiki/Lockheed_M ... g_II#F-35B (http://en.wikipedia.org/wiki/Lockheed_Martin_F-35_Lightning_II#F-35B)

Ou seja, no Harrier tens um motor com 4 saidas ( http://en.wikipedia.org/wiki/File:RR-408_Pegasus.jpg (http://en.wikipedia.org/wiki/File:RR-408_Pegasus.jpg) ), no F-35 B, tens dois motores, um para o voo vertical e outro para o voo horizontal (http://en.wikipedia.org/wiki/File:Engine_of_F-35.jpg (http://en.wikipedia.org/wiki/File:Engine_of_F-35.jpg) ).

O conceito do F-35 B baseia-se no Yak-38 ( http://en.wikipedia.org/wiki/Yakovlev_Yak-38 (http://en.wikipedia.org/wiki/Yakovlev_Yak-38) ).
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: armando30 em Outubro 12, 2010, 04:57:20 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
:arrow: http://en.wikipedia.org/wiki/McDonnell_ ... Harrier_II (http://en.wikipedia.org/wiki/McDonnell_Douglas_AV-8B_Harrier_II)

 :arrow: http://en.wikipedia.org/wiki/Lockheed_M ... g_II#F-35B (http://en.wikipedia.org/wiki/Lockheed_Martin_F-35_Lightning_II#F-35B)

Ou seja, no Harrier tens um motor com 4 saidas ( http://en.wikipedia.org/wiki/File:RR-408_Pegasus.jpg (http://en.wikipedia.org/wiki/File:RR-408_Pegasus.jpg) ), no F-35 B, tens dois motores, um para o voo vertical e outro para o voo horizontal (http://en.wikipedia.org/wiki/File:Engine_of_F-35.jpg (http://en.wikipedia.org/wiki/File:Engine_of_F-35.jpg) ).

O conceito do F-35 B baseia-se no Yak-38 ( http://en.wikipedia.org/wiki/Yakovlev_Yak-38 (http://en.wikipedia.org/wiki/Yakovlev_Yak-38) ).


obrigado
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Edu em Outubro 12, 2010, 05:25:50 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
:arrow: http://en.wikipedia.org/wiki/McDonnell_ ... Harrier_II (http://en.wikipedia.org/wiki/McDonnell_Douglas_AV-8B_Harrier_II)

:arrow: http://en.wikipedia.org/wiki/Lockheed_M ... g_II#F-35B (http://en.wikipedia.org/wiki/Lockheed_Martin_F-35_Lightning_II#F-35B)

Ou seja, no Harrier tens um motor com 4 saidas ( http://en.wikipedia.org/wiki/File:RR-408_Pegasus.jpg (http://en.wikipedia.org/wiki/File:RR-408_Pegasus.jpg) ), no F-35 B, tens dois motores, um para o voo vertical e outro para o voo horizontal (http://en.wikipedia.org/wiki/File:Engine_of_F-35.jpg (http://en.wikipedia.org/wiki/File:Engine_of_F-35.jpg) ).

O conceito do F-35 B baseia-se no Yak-38 ( http://en.wikipedia.org/wiki/Yakovlev_Yak-38 (http://en.wikipedia.org/wiki/Yakovlev_Yak-38) ).

Caro Cabeça de Martelo, a afirmação de que o F-35B tem dois motores é errada, o F-35B tem apenas um motor.

Existe sim um ventilador atrás do cockpit e à frente do motor, ventilador este que esta ligado ao motor por um dispositivo semelhante a uma embraigem e que envia mais ou menos potencia para o ventilador consoante as necessidades.

O motor em si tem 3 saídas, uma de gases quentes, o escape principal, e outras duas laterais de gases frios saídos do compressor do motor. Na realidade, o F-35B quando em modo hover assenta em 4 "colunas" de tracção (3 do motor e uma do ventilador vertical) tal como fazia o Harrier.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: papatango em Outubro 15, 2010, 10:20:41 pm
Citar
O conceito do F-35 B baseia-se no Yak-38
:mrgreen:  :mrgreen:

E em que fórum de entusiastas é que isto terá sido dito ?  :roll:  :mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:

(foi demasiado forte, não resisti)
 :G-beer2:  :G-beer2:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: JLRC em Outubro 16, 2010, 12:15:40 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
O conceito do F-35 B baseia-se no Yak-38 ( http://en.wikipedia.org/wiki/Yakovlev_Yak-38 (http://en.wikipedia.org/wiki/Yakovlev_Yak-38) ).

Penso que te enganaste, provavelmente querias dizer Yak-41, certo?

Citar
Lockheed-Martin
Following the announcement by the CIS that it could no longer fund development of the Yak-41M, Yakovlev immediately entered into discussions with several foreign partners who could help fund the program (a tactic they were also pursuing for development of the Yak-130 trainer, which was eventually developed in partnership with Aermacchi of Italy). Lockheed-Martin, which was in the process of developing the X-35 for the U.S. Joint Strike Fighter program, quickly stepped forward, and with their assistance 48-2 was displayed at the Farnborough Airshow in September 1992. Yakovlev announced that they had reached an agreement with Lockheed-Martin for funds of $385 to $400 million for three new prototypes and an additional static test aircraft to test improvements in design and avionics. Planned modifications for the proposed Yak-41M included an increase in STOL weight to 21,500 kg (47,400 lb). One of the prototypes would have been a dual-control trainer. Though no longer flyable, both 48-2 and 48-3 were exhibited at the 1993 Moscow airshow. The partnership began in late 1991, though it was not publicly revealed by Yakovlev until 6 September 1992, and was not revealed by Lockheed-Martin until June 1994.[1]

[edit] Yak-41 or Yak-141
The design was initially designated the Yak-41M by the Soviet military. Once testing commenced, and the two prototypes began accumulating numerous world class records, it became necessary to invent a designation for use in the west, as the name Yak-41M was classified. The designation Yak-141 was selected, and it was by this name that the aircraft became known to western allies, though officially the aircraft's designation remained Yak-41M within the Soviet military. In 1991 Lockheed-Martin entered into partnership with Yakovlev to further develop an aircraft they had always known as the Yak-141. Largely as a result of this agreement, by 1992 Yakovlev changed the aircraft's designation to Yak-141 for the two flyable prototypes. Series production in Russia could have resulted in additional modification to the designation.[1]


PS:
O papatango deixou de tomar a medicação? :?:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Edu em Outubro 16, 2010, 12:25:06 am
Mas o papatango tem razão, o F-35B tem um conceito diferente do Yak-38, sendo um conceito que nunca tinha sido aplicado antes.
Curiosamente tanto o Harrier, como o Yak-38 e como o F-35B tem conceitos diferentes entre eles.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 16, 2010, 10:42:57 am
PT só porque foste mau para mim...TOMA!


 :lol:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: papatango em Outubro 16, 2010, 06:17:12 pm
Citar
PT só porque foste mau para mim...TOMA!

Eh eh eh  :mrgreen:  :cry:  :oops:  :oops:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: typhonman em Outubro 17, 2010, 12:25:08 am
Lembram-se da discussão "Que avião para o Atlântico ? "  :mrgreen:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Jorge Pereira em Outubro 17, 2010, 12:11:09 pm
Citação de: "typhonman"
Lembram-se da discussão "Que avião para o Atlântico ? "  :arrow: viewtopic.php?f=27&t=76 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=27&t=76)

 :G-beer2:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Outubro 19, 2010, 02:04:34 pm
Aparentemente o Canadá poderá retirar-se do projecto JSF sem sofrer represálias

Citar
The 2006 agreement for developing the controversial F-35 stealth fighter jets contains a withdrawal clause that would allow a new government to end Canada's participation with no penalties and appears to contradict the government's claim that Canadian firms involved up to now would suffer.

http://www.defense-aerospace.com/articl ... ogram.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/119202/canada-would-face-no-penalties-for-withdrawal-from-jsf-program.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: typhonman em Outubro 19, 2010, 11:42:40 pm
Penso que a compra de 65 caças foi confirmada ha uns dias atrás...
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Novembro 15, 2010, 12:35:45 pm
The deficit commission wants to cancel the Marine Corps’ F-35B and halve procurement of other versions to save $27 billion by 2015. (Lockheed photo)

 :arrow: http://www.defense-aerospace.com/articl ... 00-bn.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/119910/us-deficit-panel-proposes-to-halve-jsf-buy%2C-cancel-efv-to-save-%24100-bn.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: teXou em Novembro 15, 2010, 01:47:41 pm
Citar
US Navy Receives First F-35 Fighter
12 November 2010


The US Navy has received its first stealth fighter F-35C Lightning II carrier variant at Naval Air Station (NAS) Patuxent River, Maryland.

F-35C Lightning II, a fifth generation fighter aircraft built by Lockheed, achieved successful air refuels at a maximum load of 19,800lb during the flight.

The aircraft will conduct air-to-air refuelling and performance testing at Naval Air Station Patuxent River.

The F-35 aircraft is a combination of advanced stealth with fighter speed and agility that features fully fused sensor information, network-enabled operations, advanced sustainment, and lower operational and support costs.

http://www.naval-technology.com/news/news101684.html
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: AtInf em Novembro 17, 2010, 10:34:45 pm
Oferta de 20 ( vinte ) F35 a Israel em troca da suspensão por três meses da construção de colonatos.
De acordo com o Jerusalem Post a oferta de um segundo esquadrão de F35, a juntar à encomenda de um primeiro lote a receber entre 2016 e 2017, foi feita na semana passada durante a visita da Secretária de Estado Hillary Clinton.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: sergio21699 em Novembro 18, 2010, 02:06:20 pm
Citação de: "AtInf"
Oferta de 20 ( vinte ) F35 a Israel em troca da suspensão por três meses da construção de colonatos.
De acordo com o Jerusalem Post a oferta de um segundo esquadrão de F35, a juntar à encomenda de um primeiro lote a receber entre 2016 e 2017, foi feita na semana passada durante a visita da Secretária de Estado Hillary Clinton.

Não podem fazer o mesmo conosco se adiarmos o TGV?? :roll:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Luís em Novembro 18, 2010, 03:46:24 pm
Citação de: "sergio21699"

Não podem fazer o mesmo conosco se adiarmos o TGV?? :roll:


Ahh, era bom era...mas só para os suportar... €€€€€ lá iam muitos destes.

Se tivéssemos uns Rafale ou Eurofighter já não era nadinha mau
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Edu em Novembro 18, 2010, 09:06:02 pm
Citação de: "AtInf"
Oferta de 20 ( vinte ) F35 a Israel em troca da suspensão por três meses da construção de colonatos.
De acordo com o Jerusalem Post a oferta de um segundo esquadrão de F35, a juntar à encomenda de um primeiro lote a receber entre 2016 e 2017, foi feita na semana passada durante a visita da Secretária de Estado Hillary Clinton.

O israelita é de facto um especialista na arte de chular o americano...
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Jorge Pereira em Novembro 19, 2010, 12:04:24 am
Citação de: "sergio21699"
Citação de: "AtInf"
Oferta de 20 ( vinte ) F35 a Israel em troca da suspensão por três meses da construção de colonatos.
De acordo com o Jerusalem Post a oferta de um segundo esquadrão de F35, a juntar à encomenda de um primeiro lote a receber entre 2016 e 2017, foi feita na semana passada durante a visita da Secretária de Estado Hillary Clinton.

Não podem fazer o mesmo conosco se adiarmos o TGV?? :nice:  :nice:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: teXou em Novembro 19, 2010, 10:21:27 pm
Citar
Lockheed finds cracks in F-35B test aircraft

Lockheed Martin has discovered a potentially significant problem with one model of its F-35 joint strike fighter, the company reported Wednesday.

The news comes just days before an important Pentagon meeting on the program's continuing delays and rising costs.

Lockheed issued a statement saying its Fort Worth engineering staff had found cracks in the rear bulkhead -- a major structural part weighing about 300 pounds -- of an F-35B ground test plane undergoing fatigue testing.

The cracks were found after the plane had been subjected to the equivalent of about 1,500 hours of flight time. The airplane's structural components are designed to last at least 8,000 hours.

Lockheed said the cracks were found in a special inspection after engineers discovered unusual data from test instruments.

The latest problem comes at a key juncture for the troubled F-35, which, at an estimated $382 billion, is the costliest weapons program ever.

Pentagon officials have been reviewing the program for weeks to determine how to expedite testing and fix failing components, particularly of the short-takeoff-vertical-landing F-35B designed for the Marines.

A Defense Acquisition Board plans to meet Monday to review cost and test data and approve any changes in budgets and schedules.

There have been unconfirmed reports that senior Pentagon officials were at least considering the possibility of canceling the F-35B model to focus on getting the other two versions tested and into service.

Lockheed did not disclose when the inspection took place but said it had inspected all of the other flight test aircraft and the ground test F-35A model.

"No additional cracks were found, and flight testing has not been impacted," the company said.

Eight F-35s are now in flight testing, including four F-35Bs.

Four more are built and being prepared for flight testing, and six have been built for ground testing.

At least 14 production planes are in the final assembly stages on the Lockheed production line, with most of the major structural components installed around the bulkheads.

An investigation into "the root cause" of the cracks is under way, Lockheed said.

The test equipment, an improperly manufactured bulkhead or a design error could have caused the problem.

"Sometimes it's a machining issue. Sometimes it's a design issue. They'll figure it out pretty quickly," said Hans Weber, an aerospace engineering executive and consultant in San Diego.

A design issue is probably the worst-case scenario, since it would mean redesigning and then remanufacturing the bulkheads, then installing them on planes already built.

The F-35B has bulkheads made of a lighter aluminum alloy than those on the F-35A and C models.

An Arlington company, Progressive Inc., mills the bulkheads to exact measurements and extremely tight tolerances from large aluminum forgings made by Alcoa.

The bulkheads, which the engine sits inside of, provide the core strength of the airplane and are designed to withstand massive pressures and loads.

The wings, the tail, the nose section and other components all attach to the bulkheads.

Joe DellaVedova, public affairs director for the Pentagon's joint strike fighter program office, said in an e-mail that it's "too early in the process to talk about the significance" of the problem.

The F-35B is the most complex of the three models because of the unusual stresses involved in making short takeoffs and vertical landings.

The Navy has long resisted operating F-35Bs aboard its aircraft carriers, but the Marines want the plane to replace their aging Harrier jump jets.

The British military initially planned to buy F-35Bs for its Air Force and Navy but recently altered its plans and now expects to buy the same version as the U.S. Navy for its carriers.



Read more: http://www.star-telegram.com/2010/11/17 ... z15lm29aG9 (http://www.star-telegram.com/2010/11/17/2640453/lockheed-finds-cracks-in-f-35b.html#ixzz15lm29aG9)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 20, 2010, 10:34:30 am
Esta versão está a mostrar-se cada vez mais problemática. Acho que com a saida da RN e o facto de haver tantos problemas os Norte-Americanos e os Britânicos já estão arrependidos de não terem feito um "Super-Harrier" em vez disto.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: nelson38899 em Novembro 20, 2010, 11:13:50 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Esta versão está a mostrar-se cada vez mais problemática. Acho que com a saida da RN e o facto de haver tantos problemas os Norte-Americanos e os Britânicos já estão arrependidos de não terem feito um "Super-Harrier" em vez disto.

Agora que o defeito foi encontrado, é só redesenhar a parte interna do componente, de forma a diminuir a área onde a concentração de tensões é maior!
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Edu em Novembro 20, 2010, 12:21:53 pm
Isso não será assim tão simples como o caro nelson o quer fazer parecer, o defeito foi encontrado mas ainda não se descobriram as causas nem as soluções. Isso pode levar à necessidade de mais pesquisas e estudos o que vai encarecer o já carissimo F-35B. Alem de que a solução pode levar a um aumento de peso e com isso sacrificar as permormances de uma aeronave que mais do que as outras versões (A e C) tem enormes restrições de peso.
No entanto é verdade que este tipo de problemas são mais que normais no desenvolvimento de uma aeronave nova, o problema é que esta aeronave se encontra em risco de ser cancelada e mais problemas não vêm melhorar a situação.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: PCartCast em Janeiro 02, 2011, 09:54:22 pm
Citação de: "sergio21699"
Citação de: "AtInf"
Oferta de 20 ( vinte ) F35 a Israel em troca da suspensão por três meses da construção de colonatos.
De acordo com o Jerusalem Post a oferta de um segundo esquadrão de F35, a juntar à encomenda de um primeiro lote a receber entre 2016 e 2017, foi feita na semana passada durante a visita da Secretária de Estado Hillary Clinton.

Não podem fazer o mesmo conosco se adiarmos o TGV?? :| .
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HaDeS em Janeiro 04, 2011, 08:59:50 am
Tantos custos para um avião que será inferior ao F-22 só demostra como esse projeto está sendo mal administrado.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 04, 2011, 12:10:47 pm
Citação de: "HaDeS"
Tantos custos para um avião que será inferior ao F-22 só demostra como esse projeto está sendo mal administrado.

O problema é que eles querem que um caça tenha 3 versões diferentes para 3 dos 4 ramos das Forças Armadas Norte-Americanas e aliados. Pessoalmente acho que é pedir muito, e na verdade grande parte dos problemas tem sido na problemática versão B que está a ser construida para o US Marine Corp e Marinhas que disponham de PA com Harrier. Um dos principais clientes externos desta versão já a descartou (Royal Navy), por isso se ela for cancelada...a batata quente fica do lado dos Marines. De qualquer maneira é a versão mais fraca do F-35.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 07, 2011, 12:16:54 pm
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DATE:06/01/11
SOURCE:Flight International
US military unveils possible F-35B redesign in sweeping budget reforms
By Stephen Trimble
 

Lockheed Martin may need to redesign the airframe structure and propulsion system of the short take-off and vertical landing (STOVL) F-35B, says US Secretary of Defense Robert Gates.

The changes would raise the weight and cost of the variant ordered by the US Marine Corps, Gates says. As a result, the F-35B will be placed on the equivalent of a two-year probation, with termination possible if the programme fails to recover, he says.

"The Marine Corps made a compelling case that they need some time to get things right with the STOVL and we will give them that opportunity," Gates says.
 
Meanwhile, the STOVL variant will be moved to the end of Lockheed's production system, Gates says. The US Navy will buy more Boeing F/A-18s in the interim, he adds. The Department of Defense also plans to cap F-35 orders this year at 32 aircraft, or only one more than ordered in fiscal year 2010 under the fourth lot of low-rate initial production.

The F-35 restructuring was revealed as part of a package of budget proposals unveiled by Gates on 6 January aimed at reinvesting $100 billion taken from "unneeded programmes" over the next five years into new priorities.

Gates also announced that the US Air Force will relaunch a next-generation bomber in the FY2012 budget request to the US Congress. The follow-on bomber is a "high priority for future investment given the anti-access challenges the department faces," he says.

The USN also plans to accelerate development and production of a next-generation jammer (NGJ) to replace ALQ-99 pods flown on the Northrop Grumman EA-6B and Boeing EA-18G escort jammers. In addition to buying more F/A-18E/F Super Hornets in place of F-35Bs in the near-term, the navy also will extend the life of 150 of its current F/A-18s, Gates says.
The bulk of the budget proposals in the aerospace sector, however, fell on the F-35 programme. Gates estimates that the changes, which include a more realistic "repricing" plan and production schedule, will generate $4 billion in savings.

"We recognise that long-term confidence in the programme must be earned over time by executing and meeting commitments," Lockheed says in a statement. The new plan unveiled by Gates represents "an essential foundational requirement to ensure future success", it adds.

Gates notes that the conventional take-off and landing F-35A ordered by the USAF and the F-35C variant ordered by the navy are proceeding "satisfactorily".

"By comparison, the Marine Corps variant has experienced significant testing problems," he says.

In November, Lockheed revealed that the F-35B ground test aircraft had suffered fatigue cracks in the 496 bulkhead, an aluminium structure manufactured by Alcoa. The cracking issue was under investigation as Gates's staff reviewed the overall programme's cost and schedule.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 07, 2011, 05:12:46 pm
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WASHINGTON, Jan. 6, 2011 – The Defense Department has found $154 billion in efficiencies over the next five years and will be able to invest $70 billion of that saved money in more deserving accounts, Defense Secretary Robert M. Gates said today.

The secretary announced the savings and reinvesting of the efficiencies during a Pentagon news conference.

Gates emphasized that the nation is at war and faces a range of future security threats. “It is important to not repeat the mistakes of the past by making drastic and ill-conceived cuts to the overall defense budget,” he said. “At the same time, it is imperative for this department to eliminate wasteful, excessive and unneeded spending.”

Gates said he wants every dollar invested in defense spent in the smartest manner. The efficiencies continue a process to reshape and re-balance the defense budget that has already saved the nation $300 billion, he noted.

The secretary announced efficiencies in modernization accounts. He said he agrees with the Navy and Marine Corps recommendation to cancel the expeditionary fighting vehicle program, which already has consumed $3 billion to develop and would require another $12 billion to build.

Gates said he also will restructure the F-35 joint strike fighter program. The Air Force and Navy variants of the fighter are on schedule, but the short take-off and landing variant is experiencing significant testing problems.

“As a result, I am placing the STOVL variant on the equivalent of a two-year probation,” Gates said. “If we cannot fix this variant during this time frame and get it back on track in terms of performance, cost and schedule, then I believe it should be cancelled.”


The secretary said he also wants changes to the military’s TRICARE medical program, noting that fees have not risen since the program was introduced in 1995. He said he will propose modest increases to fees for working-age military retirees.

These changes also will be part of the fiscal 2012 budget request. The Army will cancel procurement of the SLAMRAAM surface-to air-missile and the non-line-of-sight launch system.

The efficiencies will change the way the department uses information technology, consolidating hundreds of information technology centers to save more than $1 billion a year, Gates said.

“At the same time,” he added, “I am not satisfied with the progress we have made in this area since August, and expect to make a follow-on announcement with a specific plan of action by next month.”

The efficiencies will cut the number of contractors. “Overall, we will cut the size of the staff support contractor cadre by 10 percent per year for three years and realize nearly $3 billion in total savings,” the secretary said.

A third efficiency will trim the size of the defense work force and place more in areas with the most pressing need, he said. This should yield $4 billion in savings, he added.

Gates is also said he’s initiating changes in the defense intelligence apparatus, and will eliminate or downgrade general and flag officer positions. He will also eliminate or downgrade 200 senior executive positions.

The efficiencies will eliminate the Office of the Assistant Secretary of Defense for Network Intelligence and Information, the Business Transformation Agency and the U.S. Joint Forces Command, Gates said, though roughly 50 percent of Joint Forces Command will survive and be assigned to other organizations.

In April, Gates instructed the services to find at least $100 billion over five years in overhead savings that they could keep and shift to higher-priority programs. They have done so. In addition, defense agencies have found $54 billion in possible efficiencies.

Air Force leaders have proposed efficiencies that will total $34 billion over five years. The Army has proposed $29 billion in savings, and the Navy looks to savings of $35 billion over five years.

Of the $100 billion in savings, the services will use about $28 billion to deal with higher-than-expected operating expenses. These costs include health care, pay and housing allowances, sustainment of weapons systems, depot maintenance, base support and flight hours and other training.

“Frankly, using the savings in this way was not my original intent or preference,” Gates said, “but we have little choice but to deal with these so-called ‘must-pay’ bills –- and better to confront them honestly now than through raiding investment accounts later.”

But this still leaves the services with $70 billion to reinvest in higher priority systems. In the Air Force, this will mean the service can buy more Reaper unmanned aerial vehicles and enable the service to move this capability from the war budget to the base budget. It will also allow the service to increase procurement of the evolved expendable launch vehicle and to modernize radars aboard the F-15 Eagle to keep the fighter jet flying and fighting longer.

The Air Force also will be able to invest in development of a long-range, nuclear-capable bomber.

The Army will invest in soldiers by improving suicide-prevention and substance-abuse counseling. The service will also modernize its battle fleets of Abrams tanks, Bradley fighting vehicles and Stryker wheeled vehicles. The service also will accelerate fielding of the newest tactical communications network and will invest in more unmanned aerial vehicles and a new unmanned helicopter.

The Navy will accelerate procurement of electronic jamming gear and fund refurbishment of Marine Corps equipment. The service is also looking to develop a new generation of sea-borne unmanned strike and surveillance aircraft, and to buy more F-18 Super Hornets. The Navy also will be able to buy more ships, including a destroyer, a littoral combat ship and fleet oilers.

Gates stressed the need to make cuts carefully and judiciously.

“To maintain the kind of military needed for America’s leadership role requires not only adequate levels of funding, but also fundamentally changing the way our defense establishment spends money and does business,” Gates said. “That is why it is so important to follow through on the program of reform and overhead reduction.

“This department simply cannot risk continuing down the same path -– where our investment priorities, bureaucratic habits and lax attitude towards costs are increasingly divorced from the real threats of today, the growing perils of tomorrow and the nation’s grim financial outlook,” he added.

 :arrow: http://smallwarsjournal.com/blog/2011/0 ... conferenc/ (http://smallwarsjournal.com/blog/2011/01/secretary-gates-news-conferenc/)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: AtInf em Janeiro 12, 2011, 07:49:14 am
E a versão B já consegue fazer o que é suposto: aterragem vertical

Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: pchunter em Janeiro 12, 2011, 06:44:28 pm
O prototipo 1 já tinha realizado aterragem vertical à 5 meses atrás, mas foram detectados problemas de durabilidade com as dobradiças das portas de entrada de ar do motor de sustentação. Problemas que pelo que tenho lido já terão sido resolvidos.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: AtInf em Janeiro 18, 2011, 10:06:19 am
Pelo menos em 8 dias já fizeram 5 testes de voo com aterragem vertical.

Imagens de descolagem com utilização da pós-combustão da versão A.

http://www.youtube.com/watch?feature=pl ... QCg2IZcKPg (http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=eQCg2IZcKPg)

http://www.youtube.com/watch?feature=pl ... QCg2IZcKPg (http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=eQCg2IZcKPg)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: nelson38899 em Fevereiro 28, 2011, 06:50:15 pm
Citar
The first production F-35 made its inaugural flight on Friday marking another milestone for the F-35 program.
http://www.f-16.net/news_article4301.html

(http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/5/6/5/1873565.jpg)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: LuisC em Março 03, 2011, 11:49:14 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Março 19, 2011, 04:50:46 pm
F-35 Flight Test Highlights
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 18, 2011, 11:35:22 am
Citação de: "Penguin"
Estudo que tras detalhes sobre os requerimentos e metas de performance do programa F-35. Muita informacao ate entao classificada:

Citar
AU/ACSC/BOWMAN/AY08
AIR COMMAND AND STAFF COLLEGE
AIR UNIVERSITY

Scorecard
A Case study of the Joint Strike Fighter Program

by
Geoffrey P. Bowman, LCDR, USN


A Research Report Submitted to the Faculty
In Partial Fulfillment of the Graduation Requirements
Advisor: Mr. Budd A. Jones
Maxwell Air Force Base, Alabama
April 2008

Documento (pdf):

https://www.afresearch.org/skins/rims/q ... nginespage (https://www.afresearch.org/skins/rims/q_mod_be0e99f3-fc56-4ccb-8dfe-670c0822a153/q_act_downloadpaper/q_obj_19233467-2759-4d04-8da4-e22afe648499/display.aspx?rs=enginespage)

ou

http://alturl.com/ajfvf (http://alturl.com/ajfvf)


Trecho:

[...]

Common Performance Parameters

There are several performance based parameters for which the services authored different thresholds and objectives. These differences were typically based on a service's unique mission requirements.

Combat radius is a Key Performance Parameter and is unique to each model of the JSF. Each service's threshold and objective combat radius parameters are listed below in Figure 1.13 The Navy's significant difference is based on its unique mission operating procedures that require not only more fuel for longer mission distances, but a larger reserve upon return to the aircraft carrier.
 
The USMC STOVL version's shorter range is based on its expeditionary mindset that assumes the mission will originate organically and therefore closer to the target area.

Payload requirements were similar for all three variants but differed in their demand for an internal gun. All variants called for at least four external stations capable of carrying all threshold weapons. A minimum of two stations must be capable of carrying and be plumbed for fuel tanks. The internal payload is where the difference is noted. All three required the ability to carry two AMRAAM air-air-missiles and two air-to-ground weapons in the two-thousand pound class, but there was disagreement on the need for an internal gun.

The CTOL variant demanded an internal gun, the STOVL called for a missionized gun, and the CV variant required that space be provided for either an internal or missionized gun.

The airspeed requirement also shares some similarities across all three variants. The JSF shares a requirement for its operational limit speed for each variant but differs slightly when it comes to requirements for operational speeds in level flight. The limit speed with internal weapons is 700 knots calibrated air speed (KCAS) or 1.6 MACH, whichever is less, "in order to provide adequate dash capability for a bugout maneuver." The level flight speed requirements for each variant are listed below in Figure 2.16 The configuration for the speeds listed is internal weapons only and makes no concessions for external pylons or weapons. The only notable difference is that the USAF CTOL variant requires the ability to achieve 1.0 MACH at sea level using maximum power.

(http://imageshack.us/m/3/4920/speedv1.jpg)

Maneuverability is addressed in both general and specific terms. The requirement for all three variants is to provide a platform that will have a positive exchange ratio during air combat maneuvering (ACM) engagements against "high performance threats that employ helmet mounted cueing and high off-boresight weapons." The JSF must further possess high angle of attack (AOA) capabilities "similar in nature to (or better than) the F-18C." The fuel levels and payloads at which maneuverability is calculated differs for each variant but generally focuses on a post-weapons release payload and fuel state at 50% of the required combat radius. Figure 3 below lists the specific maneuverability requirements and shows the differences among the variants. The most notable differences are related to the USAF requirements for the CTOL JSF. The USAF includes a threshold requirement for a 9.0 G capability at 60% fuel and no air-to ground
ordnance remaining. In addition to the high-end requirement, the USAF also provides for a more realistic scenario of high altitude, large payload performance. The CTOL must have the capability of performing a 30 degree bank turn while still maintaining a 1000 foot per minute climb at 30,000 feet with a combat loadout of two external fuel tanks, two external JDAM, two internal JDAM, two internal AIM-120 missiles, and a fully loaded gun.

(http://img543.imageshack.us/img543/3535/f35variantmanuever20081.gif)


Air Force Mission Needs and Specific Performance Parameters

The USAF needs a strike fighter to replace the venerable A-10 attack platform and the aging F-16 multirole fighter. This replacement would be the "second tier" fighter behind the F-22 and perform the CAS role left empty by the A-10. The Air Force intends on buying large numbers and will need the costs kept reasonable. The JSF will be used to "support the USAF core competencies of Air and Space Superiority, Global Attack, Precision Engagement, and Agile Combat Support." It will complement the F-22 and bomber assets within the Command,Control, Communications, Computers, Intelligence, Surveillance and Reconnaissance (C4ISR) architecture making interoperability essential to combat effectiveness.

Interoperability is seen as crucial because future operations are expected to require seamless information flow from the tactical to strategic (to include the President and Secretary of Defense) levels and back. Fulfilling these expectations under a program whose self-proclaimed cornerstone is "affordability" would be a tall order and require the USAF to pick and choose performance requirements carefully.


Navy Mission Needs and Specific Performance Parameters

The Navy needs a fifth generation stealth fighter/attack platform to replace its aging legacy F/A-18 A-C models and to complement the F/A-18 E/F. It is essential that the JSF work seamlessly with organic Carrier Strike Group assets as well as other assets within the joint and combined force structure. The Naval variant must have full interoperability within the C4ISR structure. In addition, CV variant must be capable of operating from both current CVN class carriers as well as future CVX models.

The capability to operate from a carrier is not as easy as it sounds. Additional weight comes in the form of stronger landing gear, fuselage center barrel strength, arresting hook structure, and additional electrical power requirements. The Navy has added approach speed as a service specific key performance parameter. The threshold for approach speed is 145 knots with 15 knots of wind over the deck. This must be possible at Required Carrier Landing Weight (RCLW). The RCLW is the sum of the aircraft operating weight, the minimum required bringback, and enough fuel for two instrument approaches and a 100nm BINGO profile to arrive at a divert airfield with 1000 pounds of fuel. The minimum required bringback is two 2000 pound air-to-ground weapons and two AIM-120s. The Navy further requires that the CV JSF be
capable of carrier recovery with internal and external stores; the external stations must have 1000 pound capability on the outboard stations and maximum station carriage weight on the inboard.


Marine Corps Needs and Specific Performance Parameters

The Marine Corps requires a Short Take-Off and Landing (STOVL) multi-role fighter to replace its aging AV-8B as well as its conventional F/A-18 A-C aircraft. The USMC variant must be able to operate from expeditionary airfields, Amphibious Assault Ships, and current and future Aircraft Carriers. The JSF must be able to meet or exceed legacy aircraft capability while incorporating stealth technology. It must further be fully integrated into the joint C4ISR architecture.

The Marine Corps has the added requirement of STOVL performance to address. The USMC has added STOVL performance as a service specific key performance parameter. The requirement is listed as follows:
With two 1000# JDAMs and two internal AIM-120s, full expendables, execute a 550 foot (450 UK STOVL) STO from LHA, LHD, and aircraft carriers (sea level, tropical day, 10 kts operational WOD) and with a combat radius of 450 nm (STOVL profile). Also must perform STOVL vertical landing with two 1000# JDAMs and two internal AIM-120s, full expendables, and fuel to fly the STOVL Recovery profile.

The Marine Corps has used the more limiting deck launch, rather than a simple expeditionary airfield, to frame its requirement.

[...]
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Julho 15, 2011, 04:28:40 pm
Citação de: "nelson38899"
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 30, 2011, 02:59:07 pm

Citar
Navy test pilot Lt. Christopher Tabert takes to the sky July 27 in an F-35C test aircraft launched by a steam catapult for the first time. CF-3 is the designated carrier suitability testing aircraft, and is in Lakehurst for catapult and jet blast deflector testing. The F-35C is the carrier variant of the F-35 Joint Strike Fighter, and is distinct from the F-35A and F-35B variants. It has larger wing surfaces and reinforced landing gear for slower catapult launch and landing approach speeds and deck impacts associated with the demanding carrier take-off and landing environment. The F-35C is undergoing test and evaluation at NAS Patuxent River prior to eventual delivery to the fleet.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: nelson38899 em Agosto 04, 2011, 02:03:57 pm
Citar
The F-35 Joint Program Office issued a fleet wide precautionary suspension of ground and flight operations earlier today. This action was taken as a result of an incident involving the F-35 conventional takeoff and landing (CTOL) variant AF-4 at Edwards AFB, Calif.

Yesterday, at approximately 8:30 a.m. PDT during a standard ground maintenance engine run, aircraft AF-4′s Integrated Power Package (IPP) experienced a failure. Following standard operating procedures, the engine was immediately shut down and the jet was secured. No injuries to the pilot or ground crew occurred. The F-35′s IPP is a turbo-machine that provides power to start the engine and generates cooling for the aircraft.

The government and contractor engineering teams are reviewing the data from the incident to determine the root cause of the failure. Implementing a precautionary suspension of operations is the prudent action to take at this time until the F-35 engineering, technical and system safety teams fully understand the cause of the incident. Once the facts are understood, a determination will be made when to lift the suspension and begin ground and flight operations of the 20 F-35s currently in flying status. These aircraft are part of the System Development and Demonstration (SDD) and Low Rate Initial Production (LRIP) fleet.

Determinations of root cause and potential mitigating actions have the highest priority of the F-35 Team. Impact to SDD execution and production operations is being assessed. The program has built schedule margin into the test schedule to accommodate these kinds of incidents that occur in a development effort. Periodic updates concerning this situation will be released as warranted.
http://www.globalstressengineers.info/?p=1200
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: GI Jorge em Agosto 04, 2011, 02:51:40 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: AtInf em Outubro 04, 2011, 08:20:50 am
Primeira aterragem no USS WASP

Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: pchunter em Outubro 05, 2011, 09:48:27 pm
Agora a primeira descolagem a bordo do WASP.

Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: borisdedante em Dezembro 04, 2011, 05:26:32 am
GE, Rolls Royce Stop Funding F-35 Alt Engine

http://www.defensenews.com/story.php?i= ... =AME&s=AIR (http://www.defensenews.com/story.php?i=8450963&c=AME&s=AIR)

Citar
General Electric (GE) and partner Rolls Royce have stopped financing their F136 afterburning turbofan designed for the F-35 Lightning II, the two companies announced Dec. 2.

...........
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: borisdedante em Dezembro 04, 2011, 05:29:37 am
JSF's Build And Test Was 'Miscalculation,' Adm. Venlet Says; Production Must Slow

http://defense.aol.com/2011/12/01/jsf-b ... st-slow-v/ (http://defense.aol.com/2011/12/01/jsf-build-and-test-was-miscalculation-production-must-slow-v/)

Citar
"The analyzed hot spots that have arisen in the last 12 months or so in the program have surprised us at the amount of change and at the cost," Vice Adm. David Venlet said in an interview at his office near the Pentagon. "Most of them are little ones, but when you bundle them all up and package them and look at where they are in the airplane and how hard they are to get at after you buy the jet, the cost burden of that is what sucks the wind out of your lungs. I believe it's wise to sort of temper production for a while here until we get some of these heavy years of learning under our belt and get that managed right. And then when we've got most of that known and we've got the management of the change activity better in hand, then we will be in a better position to ramp up production."

..................
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Leonidas em Dezembro 06, 2011, 12:26:58 am
Saudações guerreiras

Relacionado com o F-35, e só para terem uma ideia da loucura que tem sido este programa desde o inicio. O 2º motor (F136), que nunca foi aceite de bom grado pelos EUA, foi oficialmente “posto de lado” pelos próprios (General Electric e RollsRoyce), devido a incertezas quanto a viabilidade do programa passar á fase de produção em escala.

Mais em concreto em:

http://www.defensenews.com/story.php?i= ... =AIR&s=TOP (http://www.defensenews.com/story.php?i=8450963&c=AIR&s=TOP)

Em jeito de roda pé. Um olhar pelos comentários da noticia colocada pelo “borisdedante”. Há muita gente sensata a pedir o cancelamento definitivo do programa.

Cump.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: typhonman em Dezembro 06, 2011, 07:50:24 pm
Vamos aguardar..
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 20, 2011, 08:02:52 am
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Japan Selects Lockheed Martin F-35 Lightning II

FORT WORTH, Texas, December 19th, 2011 -- The Japan Ministry of Defense has announced its selection of the Lockheed Martin [NYSE: LMT] F-35 Lightning II as the Japan Air Self Defense Force’s (JASDF) next generation fighter aircraft, following the F-X competitive bid process. The F-35A conventional takeoff and landing variant (CTOL) was offered by the United States government with participation from Lockheed Martin. The initial contract will be for four jets in Japan Fiscal Year 2012, which begins April 1, 2012.

"We are honored by the confidence the Japanese government has placed in the F-35 and our industry team to deliver this 5th Generation fighter to the Japan Air Self Defense Force," said Bob Stevens, Lockheed Martin chairman and chief executive officer. "This announcement begins a new chapter in our long-standing partnership with Japanese industry and builds on the strong security cooperation between the U.S. and Japan."

Global participation is a centerpiece of the F-35 program and essential for its success and affordability through economies of scale. The program is comprised of nine partner nations: the United States, United Kingdom, Italy, Netherlands, Turkey, Canada, Australia, Denmark and Norway. The United Kingdom and Netherlands have ordered test aircraft, and Italy and Australia have committed long-lead funding for their initial operational aircraft. In October 2010, Israel selected the F-35A as the Israel Air Force’s next generation fighter and is scheduled to receive the F-35 through the U.S. government’s Foreign Military Sales process.

The F-35 Lightning II is a 5th Generation fighter, combining advanced stealth with fighter speed and agility, fully fused sensor information, network-enabled operations and advanced sustainment. Lockheed Martin is developing the F-35 with its principal industrial partners, Northrop Grumman and BAE Systems.

Headquartered in Bethesda, Md., Lockheed Martin is a global security company that employs about 126,000 people worldwide and is principally engaged in the research, design, development, manufacture, integration and sustainment of advanced technology systems, products and services. The Corporation’s 2010 sales from continuing operations were $45.8 billion.

http://www.lockheedmartin.com/news/press_releases/2011/1219ae-japan-selects-f-35.html
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 06, 2012, 12:24:04 pm
Ministro britânico preocupado com o futuro do programa F-35


O ministro britânico da Defesa, Philip Hammond, disse estar preocupado com as consequências dos cortes orçamentais americanos sobre o programa dos caças F-35, que o Reino Unido tinha previsto adquirir para equipar o seu futuro porta-aviões.

«Uma das coisas que eu espero perceber durante os encontros que irei ter é o impacto que terão os anúncios de hoje [quinta-feira] no programa do Joint Strike Fighter», o futuro avião caça F-35 com capacidades furtivas, declarou o ministro britânico na quinta-feira, em Washington, perante o Conselho Atlântico.

Hammond encontrou-se com o seu homólogo americano Leon Panetta horas depois do anúncio do presidente Barack Obama de uma nova estratégia para o exército americano, que prevê cortes de 487 mil milhões de dólares (380,6 mil milhões de euros) nos próximos 10 anos.

Lusa
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Janeiro 14, 2012, 02:42:56 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Janeiro 27, 2012, 06:46:23 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 02, 2012, 06:23:57 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Fevereiro 08, 2012, 11:16:18 am
   U.S. Arms Buyer Says F-35 Jet Purchase Was Bungled (excerpt)
   
   
(Source: Reuters; published Feb 6, 2012)
 
 
   
   WASHINGTON --- The Pentagon's initial plan to start producing Lockheed Martin Corp $382 billion F-35 Joint Strike Fighter years before testing was complete amounted to "acquisition malpractice," the Defense Department's acting chief arms buyer said on Monday.

"Now we're paying the price," Frank Kendall, acting defense undersecretary for acquisition, technology and logistics, said at an event sponsored by the Center for Strategic and International Studies.

Kendall said the initial approach of having concurrent work on development and production was problematic, but the Pentagon was managing the program carefully and remained committed to the new radar-evading fighter. (…/…)

Kendall said problems on the plane so far were typical of those experienced by other big new aircraft programs, and he had not seen anything that would prevent the continuation of production at the current low rates. (…/…)

He said Pentagon planned had counted on improved design tools and modeling to catch possible problems with the new jet, when they decided to move into low-rate initial production even before the airplane was tested, but those design tools failed. (end of excerpt)


Click here for the full story, on the Reuters website.
http://www.reuters.com/article/2012/02/ ... IC20120206 (http://www.reuters.com/article/2012/02/06/us-lockheed-fighter-idUSTRE8151IC20120206)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Luso em Fevereiro 09, 2012, 12:03:20 am
Eu diria que estes projectos são uma forma de se fazerem "bailouts" encapotados.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 22, 2012, 05:23:09 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Março 08, 2012, 10:31:55 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Março 24, 2012, 12:27:23 pm
ANALYSIS: F-35 LRIP 5 Contracts: Unit Cost Tops $200M for First Time
   
   
(Source: defense-aerospace.com; published Mar. 12, Updated Mar. 13, 2012)
 
   
   By Giovanni de Briganti
 
PARIS --- Previously estimated at nearly $160 million, the unit price of F-35 fighters ordered as part of the fifth Low-Rate Initial Production batch (LRIP Lot 5) has now passed $200 million, once additional contracts awarded by the Pentagon since our previous estimate on Dec. 9, 2011 are included.

On that date, when DoD awarded the main Lot 5 Low Rate Initial Production (LRIP 5) contract worth $4,011,919,310 for 30 aircraft, we had estimated average unit costs at $159.7 million.

However, after recent claims by US Air Force and program officials that F-35 acquisition costs are being reduced as better prices are negotiated with contractors, we updated our cost estimate.

Unsurprisingly, F-35 prices in fact show no sign of decreasing, and the total cost of LRIP Lot 5 further increased after two additional contracts awarded in late December.

Intriguingly, the Pentagon picked December 27 – two days after Christmas, in what is arguably the slowest news week of the year – to award two additional LRIP 5 contracts. Had it wanted to hide these awards, it would hardly have acted differently.

One contract, worth $485,000,000, is for LRIP 5 “non-recurring requirements,” which adds $16.6 million to the price of each of 30 LRIP 5 aircraft.

The second contract, awarded to Pratt & Whitney, is for production of 30 F135 engines for the LRIP 5 aircraft, and is worth $1.12 billion; it adds an average of $37.4 million to the cost of each aircraft.

We also identified a further LRIP 5 contract not previously included in our LRIP 5 estimate: it was awarded May 10, 2010, and covers F135 engine long lead items for this batch to the value of $138.8 million. At the time, LRIP 5 included 42 aircraft, so the contract’s cost works out to $3.3 million per aircraft.

Including these three, the Pentagon has awarded five contracts, together worth $6,280 million, to fund 30 LRIP 5 aircraft, whose average unit cost – engines included -- is thus $203.4 million.

Here is an updated breakdown of this estimate:

(http://www.defense-aerospace.com/dae/articles/communiques/tab12-03-12_1.gif)

There are two caveats, however, to the above unit cost:

1. It does not include the cost of the modifications, retrofits and upgrades that will be necessary to bring all LRIP aircraft to their nominal configuration, once flight testing and development are completed. The estimated cost of these modifications, known as concurrency costs, varies between $5 million (Lockheed Martin) and $10 million per aircraft (US Senate panel).

The JSF program office has not released its own estimate, but Venlet in December said the bill for fixing concurrency ills was so high it "sucks the wind out of your lungs."

2. Several of these LRIP 5 contracts include cost escalation clauses (“cost plus incentive contract line items”; “fixed-price-incentive (firm target)”; “cost-sharing/no-fee basis,” and “not-to-exceed cost-plus-fixed-fee”), so their actual cost will increase before they are completed.

Updated March 13, 2012
The award of additional contract fees and reimbursements has already begun. On March 12, the Pentagon announced it had awarded Lockheed:

"a $56,329,396 cost reimbursement modification to previously awarded contract (N00019-10-C-0002) to provide additional funding for the sustainment effort necessary to meet the requirements and delivery schedule for the F-35 Low Rate Initial Production V."

This contract adds another $1.9 million to the cost of each LRIP 5 aircraft, and more awards of this kind are to be expected.

It is thus inevitable that LRIP 5 costs will increase further, and by a substantial margin, as major re-design and modifications will be required, for example to fix the non-functional F-35C tail-hook and other design flaws.

Cost Varies Substantially by Version

Originally set at 42 aircraft, the F-35 Low Rate Initial Production Lot 5 now comprises 30 aircraft:
-- 21 Conventional Take Off and Landing (CTOL) aircraft for the US Air Force;
-- 6 Carrier Variant (CV) aircraft for the US Navy, and
-- 3 Short Take Off and Vertical Landing (STOVL) aircraft for the US Marine Corps.

Given the information provided in each Lot 5 contract announcement, it is possible to compute, with a degree of accuracy, the cost of each version of the F-35. If the average cost is $203.4 million per aircraft, it in fact varies substantially according to the version:

-- F-35A: $172 million per aircraft;
-- F-35B: $291.7 million per aircraft;
-- F-35C: $235.8 million per aircraft.

This is a breakdown of LRIP 5 contracts and resulting unit costs, by version.

(http://www.defense-aerospace.com/dae/articles/communiques/tab12-03-12_2.gif)

While these are the projected unit costs for the LRIP 5 aircraft, there is no implication that production aircraft would cost anywhere near these amounts.

However, costs will not begin to decrease until the F-35 enters full-scale production, and this is unlikely to happen for some years yet, especially since the Pentagon has now decided to further reduce LRIP production until flight tests demonstrate that the aircraft is meeting its performance and reliability goals.

Delaying orders for 179 LRIP aircraft for five years, part of the Pentagon’s FY2013 budget request, will save over $15 billion in the short term, but will ultimately further increase unit costs for the remaining aircraft.

F-35 Low-Rate Initial Production Lot 5 Contracts:

The Pentagon has awarded five main contracts for the Lot 5 Low-Rate Initial Production, listed below.

These should have been fixed-price contracts, following former Defense Secretary Robert Gates’ decision to stop cost-plus contracts for this program. However, this is not the case, as we have highlighted in bold characters below.

This allows for a further increase in contract costs if the contractors incur higher than expected costs.

1. Long-lead items (F135 engine): May 6, 2010
United Technologies Corp., Pratt & Whitney Military Engines, East Hartford, Conn., is being awarded an advance acquisition contract with an estimated value of $138,800,000 for long lead components, parts and materials associated with the Lot V low rate initial production of 22 F135 conventional take-off and landing propulsion systems for the Air Force; 13 short take-off and vertical landing propulsion systems for the Marine Corps; and 7 carrier variant propulsion systems for the Navy.
Work will be performed in East Hartford, Conn. (70 percent); Bristol, United Kingdom (19 percent); and Indianapolis, Ind. (11 percent), and is expected to be completed in April 2011.
Contract funds will not expire at the end of the current fiscal year. This contract was not competitively procured.
This contract combines purchases for the Air Force ($51,300,000; 37 percent); Marine Corps ($65,600,000; 47 percent); and Navy ($21,900,000; 16 percent).
The Naval Air Systems Command, Patuxent River, Md., is the contracting activity (N00019-10-C-0005).
http://www.defense.gov/contracts/contra ... actid=4275 (http://www.defense.gov/contracts/contract.aspx?contractid=4275)

2. Long-lead items (airframe): July 6, 2010
Lockheed Martin Corp., Lockheed Martin Aeronautics Co., Fort Worth, Texas, is being awarded an advance acquisition contract with an estimated value of $522,200,000 to provide for long-lead efforts and materials associated with the production and delivery of 42 low-rate initial production Lot V F-35 Joint Strike Fighter aircraft.
This contract provides for 22 conventional take-off and landing aircraft for the Air Force; 13 short take off and vertical landing aircraft for the Marine Corps; and seven carrier variant aircraft for the Navy.
Work will be performed in Fort Worth, Texas (35 percent); El Segundo, Calif. (25 percent); Warton, United Kingdom (20 percent); Orlando, Fla. (10 percent); Nashua, N.H. (5 percent); and Baltimore, Md. (5 percent).
Work is expected to be completed in May 2011. Contract funds will not expire at the end of the current fiscal year. This contract was not competitively procured.
This contract combines purchases for the Navy ($329,100,000; 63 percent) and Air Force ($193,100,000; 37 percent).
The Naval Air Systems Command, Patuxent River, Md., is the contracting activity (N00019-10-C-0002).
http://www.defense-aerospace.com/articl ... lot-v.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release_ar/116224/lockheed-wins-initial-%24522m-for-production-of-jsf-lot-v.html)

3. Main LRIP 5 contract (airframes): December 27, 2011
Lockheed Martin Corp., Lockheed Martin Aeronautics Co., Fort Worth, Texas, is being awarded a $4,011,919,310 fixed-price-incentive (firm target) (FPIF) modification to a previously awarded advance acquisition contract (N00019-10-C-0002).
This modification provides for the manufacture and delivery of 30 Low Rate Initial Production Lot V F-35 Joint Strike Fighter (JSF) Aircraft for the U.S. Air Force (21 Conventional Take Off and Landing (CTOL) aircraft); the U.S. Navy (6 Carrier Variant (CV) aircraft) and the U.S. Marine Corps (3 Short Take Off and Vertical Landing (STOVL) aircraft).
In addition, this modification provides for associated ancillary mission equipment and flight test instrumentation for those aircraft, and flight test instrumentation for the United Kingdom.
All effort will be contracted for on a FPIF basis, with the exception of work scope for the incorporation of certain specified concurrency changes that will be contracted for on a cost-sharing/no-fee basis.
Work will be performed in Fort Worth, Texas (67 percent); El Segundo, Calif. (14 percent); Warton, United Kingdom (9 percent); Orlando, Fla. (4 percent); Nashua, N.H. (3 percent); and Baltimore, Md. (3 percent), and is expected to be completed in January 2014. Contract funds will not expire at the end of the current fiscal year.
This contract combines purchases for the U.S. Air Force ($2,644,270,340; 65.9 percent); the U.S. Navy ($937,374,286; 23.34 percent); the U.S. Marine Corps ($426,190,013; 10.6 percent); and the United Kingdom ($4,084,671; 0.1 percent).
The Naval Air Systems Command, Patuxent River, Md., is the contracting activity.
http://www.defense-aerospace.com/articl ... 5-lot.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release_ar/131154/f_35-unit-cost-nears-%24160m-as-lockheed-wins-%244bn-for-lrip-5-lot.html)

4. LRIP 5 (production non-recurring requirements): December 27, 2011
Lockheed Martin Corp., Lockheed Martin Aeronautics Co., Fort Worth, Texas, is being awarded a $485,000,000 not-to-exceed cost-plus-fixed-fee undefinitized modification to a previously awarded advance acquisition contract (N00019-10-C-0002).
A total of $131,500,000 is being obligated at time of award.
This modification provides the F-35 Lightning II, Joint Strike Fighter Low Rate Initial Production Lot V production non-recurring requirements inclusive of special tooling/special test equipment and subcontractor technical assistance for the Air Force, Navy, and the Cooperative Partner participants.
Work will be performed in Fort Worth, Texas (30 percent); El Segundo, Calif. (20 percent); Wharton, United Kingdom (20 percent); Turin, Italy (15 percent); Nashua, N.H. (8 percent); and Baltimore, Md. (7 percent).
Work is expected to be completed in December 2013. Contract funds will not expire at the end of the current fiscal year. This contract combines purchases for the Air Force ($186,725,000; 38.5 percent); the U.S. Navy ($186,725,000; 38.5 percent); and the Cooperative Partner participants ($111,550,000; 23 percent).
The Naval Air Systems Command, Patuxent River, Md., is the contracting activity. (ends)
http://www.defense-aerospace.com/articl ... rip-5.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release_ar/131560/lockheed-wins-extra-%24738m-for-f_35-lrip-5.html)

5. Main LRIP 5 contract (engines): December 27, 2011
United Technologies Corp., Pratt & Whitney Military Engines, East Hartford, Conn., is being awarded a $1,122,306,649 not-to-exceed undefinitized modification to a previously awarded advanced acquisition contract (N00019-10-C-0005).
A total of $358,597,078 is being obligated at time of award. The contract includes both fixed price incentive and cost plus incentive contract line items.
This undefinitized modification provides for the Lot V Low Rate Initial Production of 21 F135 Conventional Take Off and Landing (CTOL) Propulsion Systems for the Air Force; 3 Short Take-off and Vertical Landing (STOVL) Propulsion Systems for the Marine Corps; and 6 Carrier Variant (CV) Propulsion Systems for the Navy.
In addition, this modification provides for production non-recurring effort, non-recurring autonomic logistics effort and recurring sustainment effort for the U.S. Services and Cooperative Partner Participants.
Work will be performed in East Hartford, Conn. (67 percent); Bristol, United Kingdom (16.5 percent); and Indianapolis, Ind. (16.5 percent), and is expected to be completed in February 2014. Contract funds will not expire at the end of the current fiscal year.
This contract was not competitively procured. This contract combines purchases for the Air Force ($520,650,335; 46.3 percent); Marine Corps ($387,099,090; 34.5 percent); Navy ($166,710,445; 14.9 percent); and the Cooperative Partner Participants ($47,846,779; 4.3 percent).
The Naval Air Systems Command, Patuxent River, Md. is the contracting activity.
http://www.defense-aerospace.com/articl ... gines.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release_ar/131561/pratt-wins-%241.2-bn-for-30-f_35-lrip-5-engines.html)

-ends-

http://www.defense-aerospace.com/articl ... 7i%3E.html (http://www.defense-aerospace.com/articles-view/feature/5/133433/f_35-unit-cost-tops-%24200m--%3Ci%3E%28updated%29%3C%C2%A7i%3E.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Abril 25, 2012, 01:31:51 am
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Maio 19, 2012, 05:45:31 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Maio 31, 2012, 12:28:06 pm
   RNLAF: Reduction to 42 F-16s – Airbase Leeuwarden Closed (edited for style)
   

   
(Source: JSFnieuws.nl; issued May 29, 2012)  :arrow: http://www.jsfnieuws.nl/ (http://www.jsfnieuws.nl/)

STIENS (FRL) --- The plans are ready: the Royal Netherlands Air Force is being reduced to only 42 F-16 fighter jets and the Main Operating Base Leeuwarden will soon lose its F-16 squadrons. The independent Dutch website JSFNieuws.nl on May 29 released a confidential plan that the government planned to keep secret until after the elections due in September 2012.


The plan is of course “confidential” and distributed in a very small circle of trusted people and politicians. Publicity surrounding the plan would be subject to very precise timing, because the intention was to keep it strictly silent until after the forthcoming elections.

Selected scenario: down to 42 F-16

In late 2011 new financial data about the price, operating and support costs, and concurrency modification costs was made available to the Dutch government by the United States. Initially, the data was reviewed by the Project Team Replacement F-16 (PV F-16) and, subsequently, at a higher level. It quickly became apparent that Dutch aviation planning assumptions had to be recalculated in light of the new data.

The PV F-16 team was tasked with the preparation of various scenarios, with two Main Operating Bases (MOB), at Volkel and Leeuwarden; with 1 MOB (either Volkel or Leeuwarden), or 1 MOB with a reserve base.

All kinds of data was involved, such as numbers, flight hours, training scenarios, collaboration, numbers of people, basic maintenance, re-use of airbase area, noise and environmental effects, etc.

The final scenario with the most potential for savings within given optimal operational capabilities and financial parameters:
- Reduction of the number of fighter aircraft F-16 from 68 to 42
- Closing of 1 airbase, near Leeuwarden,
- Realization between 2014 and 2016

Cause: the arrival of the F-35

It is remarkable that the arrival of the F-35, which should have ensured the future of the Royal Netherlands Air Force for the coming decades, is being put forward as the main reason for this huge reduction:

“Calculations show that, due to the budget of € 4.5 billion for replacement of the F-16s, the RNLAF only has sufficient funds to procure 42 F-35A fighter aircraft.”


The MOD paper also states that,for this reason it is better and cheaper to anticipate the reduction of the size of the RNLAF by reducing, as soon as possible, the number of F-16s in service to 42. This would reduce the requirement to a single air base, allowing one main operating base to be closed down with significant savings.

Other quote: “The replacement of the F-16 is a major financial risk for the Defense budget if we would select the Lockheed F-35A, not only because of rising investment costs but also because of high operating costs.”

However, the MoD’s document states that “It is clear: because of the investments already made, it is notan option to abandon the JSF. Cancellation has not even been considered in the current calculations”.

Keeping quiet until after election

Why should this remain silent? And why all who were involved in making these plans and others, politically-involved persons, were told to keep these plans confidential?

Clearly, there are two reasons: firstly, the total dismantling of the Royal Netherlands Air Force will meet huge resistance among the voters of the conservative-liberal VVD and conservative-christian party CDA.

But, because it also appears from the documents that the main cause of the dismantling is the high price and unaffordability of the F-35s, this will cause debate.

A confrontation of the failure of the F-35 project is not welcome for the ruling and responsible parties VVD and CDA in the coming election period. They don’t like having too much focus on the JSF and replacement of the F-16 in the run-up to the election, during election debates and (inevitably) in the subsequent coalition talks. Therefore bad news had to be kept under the proverbial hat.

Now that the plan has been leaked and published, the political elite will first try to get away with claiming that this is only speculation by JSFNieuws, with no foundation in fact, or that it is “just a calculation,” while the Ministry of Defence will reiterate its habitual statements that the decision to buy the F-35 “falls in next cabinet period,”and will be taken by the next government.

However, the facts - on paper - tell a different story. And the top-level persons involved in the policies for the VVD and CDA parties are aware of the various necessary trade-offs that will be required for the replacement of the F-16s.

Increasingly clear since 2005 …….

It has long been clear, within the top echelons of the Dutch MoD, that it is impossible, withthe current budget earmarked for replacement of the F-16, to purchase the 85 F-35A JSF Lightning II aircraft as originally planned.

This was already clear in 2005, documents show, and it has been published as early as 2009 by JSFNieuws.

On 22 August 2005, the outgoing US ambassador (Sobel) to the Netherlands wrote his opinion of the Netherlands, some important aspects of Dutch policy, and how to the US should deal with it. His message read:

“Their desire to maximize the military’s capabilities and their preference for US equipment, even when alternative European suppliers exist, make the Dutch strong supporters of the Joint Strike Fighter (JSF) program. (…) Dick Berlijn is pushing to lock in an early commitment for 50 planes (out of a total of 85) to prevent JSF from becoming an issue in the 2007 elections.”

By splitting the purchase in a first batch of 50 aircraft, followed by a hypothetical second batch, the idea was to push into the future the painful realization that the Netherlands could only afford a much smaller number of fighter aircraft.

With the repeated delays and price increases over the last couple of years, it became clear that even a number of around 60 aircraft would be impossible and unaffordable. The real outcome is known at this moment: 42 F-35A’s or less.

Thanks

JSFNieuws is able to publish thisinformation thanks to someone who has taken the responsibility to make public documents that were being kept secret siply to avoid political embarrassment.

Since 2008 our website has been able to publish several report, based on data from various countries, which was kept hidden for political reasons.

Fortunately there are people who are prepared to help us in making public the reality behind political manipulation, and to expose it to the outside world. Most of time, these dedicated citizens only act after much doubt, and risk their jobs, and then only because they are not heard or ignored internally. We encourage people in other countries to do the same.

-ends-

http://www.defense-aerospace.com/articl ... -f_35.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/135570/dutch-halve-air-force-to-pay-for-f_35.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Junho 14, 2012, 10:15:20 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Julho 05, 2012, 05:23:01 pm
Parlamentares Holandeses querem livrar-se do F-35  :!:
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The Dutch Parliament will debate F-35 acquisition on July 5, but a majority of MPs favor pulling out of the project and instead buying an off-the-shelf fighter. (JSF POE photo)

Most MPs Back Ditching the JSF Fighter Jet, Despite the Cost

   
   
(Source: Dutch News; posted July 3, 2012)


The future of Dutch plans to buy dozens of JSF fighter jets is in doubt on Tuesday, after it emerged a majority of MPs think the agreement should be scrapped.

Labour MP Angelien Eijsink said on Tuesday her party will enter a motion in parliament to cancel the JSF jet fighter project, according to media reports.

With Labour joining in calls for the project to be cancelled, there is now a parliamentary majority going into a debate on the subject on Thursday.

Investigation

The Socialist party, anti-immigration PVV, left-wing Liberals D66 and green party GroenLinks all said earlier they want the project stopped.

The small ChristenUnie will introduce a motion for a far-reaching investigation into the cost of the project and how many jobs will lost if it is cancelled.

Replacement

The JSF was ordered to replace the aging fleet of F-16s, but the rising price of its development and construction has brought growing opposition and the final decision to purchase has been delayed by past coalitions.

The first Dutch JSF jet fighter is currently undergoing fuel system tests. A second is on order.

Eijsink, whose party agreed to support the project in 2002 following advice to then prime minister Wim Kok from four right-wing Liberal VVD ministers, said the government should cut its costs and buy something 'off the shelf'.

The estimated cost of cancelling the project is €1bn.

Defence minister Hans Hillen told nu.nl on Monday he is worried the Netherlands will miss out on important defence orders if the JSF is cancelled.

-ends-

http://www.defense-aerospace.com/articl ... nalty.html (http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/136558/most-dutch-mps-back-ditching-jsf-despite-1-bn-euro-penalty.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Julho 11, 2012, 06:50:16 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 30, 2012, 05:47:57 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Setembro 07, 2012, 10:43:29 pm
:G-beer2:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 05, 2012, 08:57:25 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 17, 2012, 09:15:28 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 22, 2012, 07:15:35 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 25, 2012, 06:05:03 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Outubro 27, 2012, 12:05:02 pm
Lockheed Sees $1.1 Billion Liability If F-35 Deal Delayed (excerpt)
   
   
(Source: Reuters; published Oct. 25, 2012)
 
 
   
   WASHINGTON --- U.S. weapons maker Lockheed Martin Corp said on Thursday it faced a potential termination liability of $1.1 billion on the F-35 fighter program unless it received additional funding for production of a sixth batch of airplanes by year end.

Lockheed disclosed the potential exposure in a filing with the U.S. Securities and Exchange Commission a day after company officials cited "great progress" on the fighter jet program.

Chief Financial Officer Bruce told analysts on Wednesday that Lockheed expected to finalize a contract with the U.S. government for a fifth batch of fighter jets in the fourth quarter, which would help free up additional funding for planes in a sixth order.

He told reporters that failure to reach a deal on the fifth batch of planes by the end of the year would have little impact on Lockheed's 2012 results because it had already received funding for about 75 percent of the work on those planes.

Company officials did not mention the potential liability exposure on the sixth batch of planes during media or analyst calls on Wednesday.

The potential liability stems from the fact that Lockheed and its suppliers have begun using their own funds to work on a sixth batch of F-35 fighter jets so they will be able to meet the Pentagon's schedule for deliveries of the planes. (end of excerpt)


Click here for the full story, on the Reuters website.  http://www.reuters.com/article/2012/10/ ... OG20121025 (http://www.reuters.com/article/2012/10/25/us-lockheed-fighter-idUSBRE89O1OG20121025)

-ends-
   
   http://www.defense-aerospace.com/articl ... layed.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/139705/lockheed-sees-%241.1bn-liability-if-f_35-deal-delayed.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 03, 2012, 12:50:30 am
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 05, 2012, 09:10:28 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Dezembro 08, 2012, 12:59:20 pm
infos contraditórias




Federal Government Cancels F-35 Fighter Purchase (excerpt)

   
   
(Source: The Ottawa Citizen; published Dec. 6, 2012)
 
 
   
   OTTAWA --- The F-35 jet fighter purchase, the most persistent thorn in the federal government’s side and the subject of a devastating auditor-general’s report last spring, is dead.

Faced with the imminent release of an audit by accountants KPMG that will push the total projected life-cycle costs of the aircraft above $30 billion, the operations committee of the federal Cabinet decided to scrap the controversial sole-source program and go back to the drawing board, a source familiar with the decision said.

This occurred after Chief of the Defence Staff Thomas Lawson, while en route overseas, was called back urgently to appear before the committee, the source said.

The decision is sure to have ripple effects around the world, as any reduction in the number of aircraft on order causes the price to go up for all the other buyers. Canada is one of nine F-35 consortium members, including the United States.

The CF-18s currently flown by the RCAF are at the tail end of their life cycle and are not expected to be operable much beyond 2020 at the outside.

The fighter procurement process has been the responsibility of Public Works Minister Rona Ambrose since last spring, following an audit by Auditor General Michael Ferguson. It is understood that veteran senior bureaucrat Tom Ring, who handled the government’s much-praised shipbuilding contract process in the fall of 2011, is now steering the reframed fighter replacement process, from within Public Works. (end of excerpt)


Click here for the full story, on the Ottawa Citizen website.

(ends)
   
   
   F-35 Deal Not Cancelled, Tories Insist; Update On the Government's Plan to Purchase New Fighter Jets Expected Next Week
   
   
(Source: CBC News; last updated: Dec 7, 2012)
 
 
   
   The Harper government says it has not made a decision on the F-35 as a replacement for Canada's CF-18 fighter jets, but the government now appears to concede that alternative fighter purchase options will be considered.

The Prime Minister's Office denied a media report Thursday that the F-35 purchase was dead, calling the report "inaccurate on a number of fronts" and promising to update the House of Commons on its seven-point plan to replace the jets before the House rises for the Christmas break at the end of next week.

That plan is now expected to involve a real competition.

Part of the government's new process for replacing the aircraft is an audit of the F-35's costs by accounting firm KPMG. The government said Thursday it now has the report and is reviewing it.

CBC News has learned the KPMG report is based on a longer and more realistic life cycle for the next-generation stealth fighter, which would therefore also arrive with a higher price tag than previously reported. (end of excerpt)


(EDITOR’S NOTE: So the Canadian government says it has not decided to cancel the F-35 purchase, but that it will re-open a competitive evaluation of competitors. The only way to explain these two contradictory statements is that it has already decided that the F-35 will win the new evaluation. But this can’t be true, can it?)


Click here for the full story, on the CBC news website.

(ends)
   
   
   Cost Of Buying, Servicing F-35 Fighter Jets Soars to $40B: Sources

   
   
(Source: CTV News; published Dec. 6, 2012)
 
 
   
   The cost of buying and servicing the F-35 stealth fighter jets that Ottawa has been planning to purchase has skyrocketed to about $40 billion, CTV News has learned, as the Conservative government considers alternative aircraft.

A report commissioned by the government, which will be released next week, will kick off a review of the entire jet fighter procurement process and the need to replace Canada’s aging fleet of CF-18 jets.

The report examined the cost of buying, maintaining and operating 65 F-35 jets over a period of 36 years. The soaring price tag has prompted officials to consider purchasing less expensive war aircraft. Options to be examined by an independent panel include the U.S.-made Super Hornet and Swedish-made Gripen, sources say.

The Conservatives’ plan to purchase the F-35 jets has been mired in controversy since a scathing auditor general's report accused both National Defence and Public Works of hiding the true cost of the project.

Ottawa said the program would cost between $14.7 billion and $16 billion, but auditor general Michael Ferguson and Parliamentary Budget Officer Kevin Page disputed those figures.

Ferguson accused the Defence Department of low-balling the estimate by not including operating expenses, and said it would actually cost more than $25 billion, but government officials denied trying to hide anything.

Page had estimated it would cost $29.3 billion to purchase and maintain the jets.

Now, it looks like the cost would exceed both of those estimates. Alan Williams, a former senior procurement officer with the federal government, said the price of the “complex” jet program has been going up since Ottawa initiated the procurement process.

“We ought to wait until the development is done and the platform is operational,” he told CTV’s Power Play Thursday. “But we dipped our toes into the water much too early in the program, without knowing the cost or the capability. And that’s why we’re saddled with this situation today.”

…/…

However, NDP defence critic Jack Harris said the “sticker shock is going to make people say this is not something that’s affordable.”

-ends-
http://www.defense-aerospace.com/articl ... llion.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/140849/canada-drops-f_35-purchase-as-lifetime-costs-exceed-%2440-billion.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Dezembro 09, 2012, 06:20:27 pm
Canada's F-35 procurement cancelled?
By Dave Majumdar on December 7, 2012 3:57 AM


Canada's National Post is reporting that Prime Minister Stephen Harper's Conservative government is pulling the plug on that nation's embattled plan to buy 65 Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighters.

Sources tell the Post that the Harper government is making the move because of the imminent release of an independent audit by KPMG that will peg the total projected life-cycle cost of Canada's 65 F-35s above $30 billion. That price tag pushed the cabinet operations committee to decide on Tuesday to bail out of the gargantuan nine-nation (led, of course by the United States--we're actually paying for the overwhelming bulk of the program as one would expect) defense procurement, sources tell the Post.

The KPMG estimate aligns closely with figures reported earlier by Canada's parliamentary budget officer, Kevin Page, who predicted a cost of $30 billion over a 30-year life-cycle.

The F-35 procurement plan--by far Canada's biggest military program ever--has long been a political hot potato since a damning auditor general's report found that the government misled the Canadian public on how much the stealth fifth-generation fighter actually costs.

Canadian auditor general Michael Ferguson's report found that the $9 billion figure cited by the Harper government for 65 planes--$15-billion if life-cycle costs are included--was $10 billion below the Canadian Department of National Defence's internal projections. But even that $25.1 billion figure only took into account a 20-year life-cycle rather than the projected 36 year life-cycle of the F-35.

Canada's public works minister, Rona Ambrose, who is responsible for managing the Canadian F-35 buy has been signaling recently that she is unhappy with how the aircraft's requirements were drawn up.

Another newspaper, the Globe and Mail (roughly the Canadian equivalent of the New York Times) is disputing the National Post Report. "The story is inaccurate on a number of fronts," a senior official tells the Globe and Mail.

We should find out for sure some time tomorrow... there is another cabinet meeting that should clarify matters.

UPDATE: Per the Canadian Broadcasting Corporation, it looks like the F-35 is not quite dead (probably) in Canada--but it looks like other jets will be considered. These could include the Boeing F/A-18E/F Super Hornet, Dassault Rafale, Eurofighter Typhoon, and Saab Gripen. I suppose the F-15SE Silent Eagle could be considered too, but I wouldn't hold your breath.

http://www.flightglobal.com/blogs/the-dewline/ (http://www.flightglobal.com/blogs/the-dewline/)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Dezembro 13, 2012, 04:30:13 pm
Citar

Ottawa Officially Scraps F-35 Purchase As Audit Pegs F-35 Costs at $45 Billion

   

   
(Source: The Globe and Mail; published Dec. 12 2012)
 
 
   
   OTTAWA --- Stephen Harper’s Conservatives are officially recanting their 2 1/2-year-old decision to buy the cutting-edge F-35 fighter plane – but the federal government is still resisting calls to hold an open competition to pick Canada’s next jet purchase.

The Harper government on Wednesday officially announced it was backing off a sole-source plan to buy 65 F-35 Lightning jets as a replacement for Canada’s aging CF-18 Hornets. It was a rare U-turn for an administration that only infrequently acknowledges it was wrong – but one the Tories felt was necessary to repair their fiscal stewardship credentials.

“No decision has been taken on a replacement for the CF-18,” a senior government official told reporters in a not-for-attribution media briefing set up by the Tories so that top civil servants on the file could speak plainly about Ottawa’s new jet purchase policy.

The Conservatives have been dogged for months by a damning auditor general’s report last spring that said they selected the F-35 without due regard for price and availability. Back in July, 2010, the Tories announced to great fanfare they would forgo an open competition and would buy the Lockheed warplane because it was the only plane that would serve Canada’s needs. They defended the decision in the 2011 election and often excoriated critics who suggested they had made a mistake.

On Wednesday, Ottawa made a great show of backing away from that decision – while unveiling a full lifetime cost estimate for the Lockheed Martin plane that is five times greater than what the Tories originally advertised it would cost.

The “cradle-to-grave” bill to taxpayers for buying and operating the controversial F-35 warplane will exceed $600 million per jet – or $45-billion in total, the government announced Wednesday. The Tories originally sold the aircraft as a $9 billion purchase.

The $45-billion lifetime estimate may ultimately prove to be too low if the cash-strapped U.S. government cuts its own order for the F-35 – a move that would increase the average price.

Defence Minister Peter MacKay and Public Works Minister Rona Ambrose went to great effort Wednesday to distance themselves from the July, 2010, purchase announcement, an event where Mr. MacKay posed for photos in a dummy version of the fighter. “We are pressing reset on this acquisition in order to ensure a balance between military needs and taxpayer interests,” Mr. MacKay told reporters. “Let me be clear: The government of Canada will not proceed with a decision to replace the CF-18 fighter aircraft until all steps … are completed.” (end of excerpt)


Click here for the full story, on the Globe & Mail website.

(ends)
   
   
   The Federal Government’s Continuing Spin On F-35 Costs Is Inexcusable (excerpt)

   
   
(Source: National Post; published Dec. 12, 2012)
 
 
   
   So, just to be clear, they’re still spinning us. Even now. Even after all that has gone before, even with the release of its own specially commissioned independent review by the accounting firm of KPMG, the Conservative government still can’t bring itself to tell us the whole truth about the costs of the F-35.

I’ll leave others to try to figure out the rest: whether there will be a truly open competition now that the original sole-source contract is dead, whether Canadian firms will still be able to bid on F-35 work if we don’t buy it, and so on. I’d just like to focus on the comparatively simple question of how much these planes really cost, and why it matters.

You will be familiar with how the government’s official estimate of the cost of the planes has, ahem, evolved over the years: from $9-billion originally (just the acquisition cost), to $16-billion (including acquisition and “sustainment,” but not operating costs), to the $25-billion (including all costs, but only over 20 years) it grudgingly owned up to after the Auditor General’s report last spring.

As you’ll recall, the Auditor General said even that figure severely underestimated the true cost of the project, as the actual service life of the planes was not 20 years, but 36 years. Others, including the Parliamentary Budget Officer, put it at 30 years: that’s the number KPMG used. And the figure that popped out of its calculators was $45.8-billion.

.../…

The new line, as expressed in government documents and repeated by the Defence minister, Peter MacKay, is that the planes will cost $45.8-billion “over 42 years.” Not 20 years, or 30 years, but 42 years. And then the spin: it was a billion dollars a year before, it’s pretty much a billion dollars a years now. So you see? Nothing’s changed.

Except it isn’t 42 years. Not in any comparable sense. The 20 years used in previous cost estimates was the (supposed) service life of the planes: that is, how long they’re expected to be in use, after delivery. KMPG’s report, as I said, assumed a service life of 30 years. So to compare apples to apples, you would have to say the planes are now projected to cost $45-billion over 30 years.

How does the government get 42 years? By adding in 12 years for “development and acquisition,” from the decision to acquire the planes in 2010 to the delivery of the last plane in 2022. No previous estimate included development costs. And indeed they add next to nothing to the total: just $565 million. But by tacking on another 12 years, they allow the government to spread the cost over a much longer time frame, and make the annual cost of the planes seem much lower than it is. (end of excerpt)


Click here for the full story, on the National Post website.

-ends-

http://www.defense-aerospace.com/articl ... chase.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/141020/ottawa-officially-scraps-f_35-purchase.html)


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Citar
Faced with ever-growing program delays, Australia has deferred its decision on whether to buy the F-35 and is considering buying a second batch of Super Hornets in the interim. (RAAF photo)

Australia’s Future Air Capability
   
   
(Source: Australian Department of Defence; issued Dec. 13, 2012)
 
   
   (See highlighted paragraphs at bottom)

Minister for Defence Stephen Smith and Minister for Defence Materiel Jason Clare today provided an update on planning for Australia’s future Air Combat Capability.

“Australia’s Air Combat Capability is a vital part of our national security framework. The Government will not allow a gap in our Air Combat Capability to occur,” Mr Smith said.

In May this year, Minister Smith announced that the Air Combat Capability Transition Plan, an assessment of the F-35A Joint Strike Fighter project progress and any potential capability gap, would be presented to Government by the end of 2012 (Emphasis added-Ed.) to inform Government decisions about Air Combat Capability.

The Air Combat Capability Transition Plan prepared by Defence includes an assessment of whether alternative options need to be implemented to ensure continuity in Australia’s Air Combat Capability in light of Joint Strike Fighter project delays and the ageing of Australia’s Classic F/A-18 Hornet fleet.

The Air Combat Capability Transition Plan considered the process for managing the Royal Australian Air Force’s (RAAF) transition from the current mix of Classic Hornet and Super Hornet to a future Air Combat Capability fleet, including the Joint Strike Fighter.

The plan includes an assessment of progress of the Joint Strike Fighter project, the life of the existing 71 ‘Classic’ F/A-18 Hornets, any potential capability gap and management of the Super Hornet and Growler capabilities.

It includes options to purchase additional Super Hornet aircraft.

The Classic Hornet fleet, which originally comprised 75 aircraft, entered service in Australia between 1985 and 1990. The fleet has undergone an intensive maintenance program to ensure the fleet is able to operate until around 2020.

In September this year, the Australian National Audit Office (ANAO) completed a performance audit on the management of the F/A-18 fleet upgrades and sustainment. The ANAO found that Defence’s management of the aircraft has been effective thus far in identifying the risks to their continued operation, that effective mitigation measures have been put in place for these risks, and outlined those that will require ongoing close management by Defence.

The Government has now considered the Air Combat Capability Transition Plan and has directed Defence to undertake further work on a range of Air Combat Capability options, including seeking from the United States up-to-date pricing information on Super Hornets.

RAAF currently has a fleet of 24 F/A-18F Super Hornet aircraft. The fleet was introduced between March 2010 and October 2011.

The F/A-18F Super Hornet was a major step forward in technology for Australia’s Air Combat Capability.

The Super Hornet gives the RAAF the capability to conduct air-to-air combat, to strike targets on land and at sea, to suppress enemy air defences and to conduct reconnaissance.

The Super Hornet is vital to ensuring Australia’s regional Air Combat Capability edge is maintained until the introduction into service of the Joint Strike Fighter capability.

The Government is also acquiring the Growler electronic warfare system for the Super Hornet. Growler is an electronic warfare system that gives the Super Hornet the ability to jam the electronics systems of aircraft and land-based radars and communications systems.

Australia will now send a Letter of Request (LOR) to the United States seeking cost and availability information for up to an additional 24 Super Hornet aircraft through the United States Foreign Military Sales program.

The Australian Government has not made a decision to purchase more Super Hornets. The sending of this LOR does not commit Australia to purchase more Super Hornets. It is being sent so that the Australian Government can further consider all options in 2013 with the latest and best cost and availability information. This has been made clear to both US officials and to the Defence industry.

Following receipt of the LOR response, Government will further and fully consider Australia’s Air Combat Capability in 2013.


(EDITOR’S NOTE: Minister Smith announced in May that the government would make a decision on F-35 purchases within the 2012-13 financial year. The delay announced above delays the decision by at least six more months, into a new budget and election cycle when anything may happen.)

http://www.defense-aerospace.com/articl ... rnets.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/141021/australia-defers-f_35-decision%2C-mulls-24-more-super-hornets.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Janeiro 15, 2013, 12:11:47 pm
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OT&E Reports New F-35 Problems
   
   
(Source: compiled by defense-aerospace.com; posted Jan. 14, 2012)
 
 
   
   The annual report by Michael Gilmore, the Pentagon’s undersecretary for Operational Test and Evaluation, reveals major new problems with all three versions of the F-35, as well as significant shortfalls in meeting flight test milestones.

“The lag in accomplishing the intended 2012 flight testing content [will] contribute to the program delivering less capability in production aircraft in the near term,” the report says. It was submitted to Congress on Jan. 11 and is due to be made public on Jan. 15, according to OT&E. Its more salient points are excerpted below.

The report’s 17-page section on the F-35, first posted by Time’s Battleland blog, lists a surprising and unexpected number of design and production problems that emerged during the past year’s flight testing, including new airframe cracks; an average availability of less than 35%; vulnerability to PAO and fuel fires; delamination of surface coatings; lowering of performance (for example, acceleration time from 0.8 Mach to 1.2 Mach is increased by at least 43 seconds); severe transonic buffeting, and other issues.

Most critically, testing of the US Marine Corps F-35B STOVL variant was halted “in December 2012 after multiple cracks were found in a bulkhead flange on the underside of the fuselage during the 7,000-hour inspection,” the report reveals.

The report’s 17-page section on the F-35 can be accessed here:
http://timemilitary.files.wordpress.com ... report.pdf (http://timemilitary.files.wordpress.com/2013/01/f-35-jsf-dote-fy12-annual-report.pdf)


http://www.defense-aerospace.com/articl ... elays.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/141640/f_35-test-report-reveals-new-faults%2C-problems%2C-delays.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Smoke Trails em Janeiro 21, 2013, 06:03:33 pm
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Pentagon lowers F-35 performance bar

The US Department of Defense is lowering the performance bar for the Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighter according to a new report by the Pentagon’s director of operational test and evaluation (DOT&E).

The specifications for all three variants pertaining to transonic acceleration and sustained turn rates have been reduced. Worst hit in terms of acceleration is the US Navy's F-35C carrier-based model.

“The program announced an intention to change performance specifications for the F-35C, reducing turn performance from 5.1 to 5.0 sustained g’s and increasing the time for acceleration from 0.8 Mach to 1.2 Mach by at least 43 seconds,” reads the report prepared by J Michael Gilmore, the Pentagon's DOT&E. “These changes were due to the results of air vehicle performance and flying qualities evaluations.”

The US Air Force F-35A’s time has slipped by eight seconds while the US Marine Corps short take-off vertical landing (STOVL) F-35B's time has slipped by 16 seconds. However, turn rates for both the A and B models have been impacted more severely than the USN variant. Sustained turning performance for the F-35B is being reduced from 5G to 4.5G while the F-35A sinks from 5.3G to 4.6G according to the report.

All three variants are having problems with their horizontal tails. “Horizontal tail surfaces are experiencing higher than expected temperatures during sustained high speed / high altitude flight, resulting in delamination and scorching of the surface coatings and structure,” the report reads. “All variants were restricted from operations outside of a reduced envelope until the test team added instrumentation to the tailbooms to monitor temperatures on the tail surfaces.”

Meanwhile, the F-35B and C variants continue to have issues with transonic roll-off and buffeting. On the F-35B, the program introduced vehicle systems software to reduce rudder and flaperon hinge moment in the transonic/supersonic region. “The program expected to see improvements in transonic wing roll-off with these changes, but results were not available at the end of November 2012,” the report reads.

Transonic buffet is more severe on the F-35C compared to the other variants due to its larger wing. “The program is making plans for investigating how to reduce the impact of transonic roll-off in the F-35C with the use of wing spoilers; however, detailed test plans are not complete,” the report reads.

Meanwhile, the aircraft’s crucial helmet-mounted display still has problems with jittery images and is not meeting specifications for night vision acuity. Additionally, a new problem called “green glow” has been discovered where light from the cockpit avionics displays leak into the helmet-mounted display and degrade visual acuity. However, the image latency is now within tolerances. “Latency of the projected imagery from the DAS [distributed aperture system] is currently down to 133 milliseconds, below the human factors derived maximum of 150 milliseconds, but still requires additional testing to verify adequacy,” the report reads.

Perhaps in worst shape is the F-35’s software. According to the report, even the initial Block 1 software package is not complete, some 20% remains to be delivered and flight tested. An initial version of the more advanced, but still not combat capable, Block 2A software was delivered four months late to flight test. “In eight subsequent versions released to flight test, only a limited portion of the full, planned Block 2A capability (less than 50 percent) became available and delivered to production,” the report reads. “The program made virtually no progress in the development, integration, and laboratory testing of any software beyond 2B. Block 3i software, required for delivery of Lot 6 aircraft and hosted on an upgraded processor, has lagged in integration and laboratory testing.”

Meanwhile, structural durability testing continues, but the F-35B has hit a snag. “The program halted testing in December 2012 after multiple cracks were found in a bulkhead flange on the underside of the fuselage during the 7,000-hour inspection,” the report reads. “Root cause analysis, correlation to previous model predictions, and corrective action planning were ongoing at the time of this report.”

Lockheed could not immediately offer a substantive comment. “Our experts are going through it so it will be a while before we have detailed questions like yours answered,” the company says, but adds, “From an Operational Test and Evaluation perspective, we fully expect to deliver a qualified product to OT&E as scheduled.”

http://www.flightglobal.com/news/articl ... ar-381031/ (http://www.flightglobal.com/news/articles/pentagon-lowers-f-35-performance-bar-381031/)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Janeiro 22, 2013, 11:00:08 am
Pentagon Grounds Marine Corps Model of F-35 Fighter Jet (excerpt)


(Source: Chicago Tribune; published Jan. 19, 2013)



WASHINGTON --- The Pentagon and U.S. Navy on Friday grounded the Marine Corps version of Lockheed Martin Corp's F-35 fighter jet after an incident that occurred during a training flight at Eglin Air Force Base in Florida on Wednesday.

The Pentagon's F-35 program office said the grounding affected all 25 F-35B model jets, while flights of the Air Force's A-model and the Navy's C-model were unaffected. Ground operations of the B-model planes continued, it said.

The program office it ordered the temporary suspension of flight operations after a propulsion line associated with the B-model's exhaust system failed prior to takeoff. The pilot aborted the takeoff without incident and cleared the runway, the program office said in a statement. There were no injuries to the pilot or ground crew.

The incident came just days after the Pentagon's director of testing and evaluation released an 18-page report detailing an array of problems which he said underscored the "lack of maturity" of the $396 billion fighter program.

The report and Friday's grounding of the B-model highlighted the continued growing pains of the ambitious Lockheed fighter program, which began in 2001 and has been restructured three times in recent years.

The grounding affected F-35B models, which can take off from short runways and land vertically like a helicopter, at a Maryland naval air station, the Florida air base, Marine Corps Air Station Yuma in Arizona, and Lockheed's F-35 production facility in Fort Worth, Texas.

"Implementing a precautionary suspension of flight operations is a prudent response until F-35B engineering, technical and system safety teams fully understand the cause of the failure," said Joe DellaVedova, spokesman for the Pentagon's F-35 program office. "Safety of pilots and ground crew is the top priority of the program."

The fuel line in question enables actuator movement for the exhaust system associated with the B-model's engine. Instead of traditional hydraulic fluid, it instead uses fuel as the operating fluid to reduce weight. (end of excerpt)


Click here for the full story, on the Chicago Tribune website.

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http://www.defense-aerospace.com/articl ... ident.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/141889/pentagon-grounds-marine-corps-f_35b-variant-after-incident.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Janeiro 22, 2013, 05:06:00 pm
Citar
Pentágono: caça F-35 pode explodir se for atingido por raio

20 de Janeiro de 2013 17h32 atualizado às 17h36


(http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http%3A%2F%2Fimages.terra.com%2F2013%2F01%2F20%2Feuacacaf-35afp.jpg&o=cf&w=619&h=464)
O avião está em fase de testes e deve substituir os tradicionais F-22 da Força Aérea americana
Foto: AFP   

Um relatório do Departamento de Defesa dos Estados Unidos afirma que o tanque de combustível do caça F-35, da fabricante Lockheed Martin, pode explodir se for atingido por um raio. A divulgação dessa falha é um grande revés para o projeto do jato considerado o mais sofisticado e caro do mundo. O avião está em fase de testes e deve substituir os tradicionais F-22 da Força Aérea americana, além de constituir a nova geração de aeronaves de combate dos governos de outros países, como Reino Unido, Itália e Israel. As informações são do jornal The Telegraph.

O documento do Pentágono também revelou que as tentativas de aumentar a eficiência de combustível, reduzindo o peso, também tornaram o jato mais vulneráveis ​​a um ataque inimigo do que a geração de aeronaves que ele deveria substituir. Com a descoberta, o F-35, também conhecido como Lightning II, foi proibido de voar em tempestades durante a fase de testes. O problema estaria em um dispositivo do tanque de combustível, que regular os níveis de oxigênio, que precisará ser redesenhado.

No entanto, esse é apenas um de uma série de problemas verificados pelo Pentágono no programa F-35. Uma falha de design do tanque de combustível também impede o jato de descer rapidamente para baixas altitudes. O relatório do Pentágono descreve ambos os fracassos como "inaceitável para o combate ou treinamento de combate".

A Lockheed Martin, fabricante da aeronave, também descobriu uma série de rachaduras nas aeronaves testadas. "Todas essas descobertas vão exigir planos de mitigação e podem incluir peças redesenho e peso adicional", acrescenta o relatório.

Em tese, o F-35 deverá ser capaz de voar para o espaço aéreo do inimigo, atacá-lo e retornar com segurança, sem ser detectado pelos radares. Mas o F-35 tem sido marcado por críticas desde sua criação, na década de 1990. Nos Estados Unidos, o projeto ganhou notoriedade por ser o mais caro já realizado pelo Pentágono. As estimativas sugerem que o custo total da compra, operação e manutenção dos aviões nos próximos 30 anos será US$ 1 trilhão.

    Terra

http://noticias.terra.com.br/mundo/esta ... aRCRD.html (http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/pentagono-caca-f-35-pode-explodir-se-for-atingido-por-raio,749d91ba8695c310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Janeiro 22, 2013, 05:09:32 pm
Os tradicionais F-22?!  :roll:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Janeiro 25, 2013, 08:13:23 pm
O F-35 vai substituir os F-22??? :D  :arrow:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 26, 2013, 02:20:18 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Fevereiro 02, 2013, 12:15:56 am
Evolução durante 2012.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Fevereiro 26, 2013, 10:53:18 am
F-35s Grounded As Precaution After Crack Found In Engine Blade
   
   
(Source: US Air Force; issued Feb. 22, 2013)
 
 
   
   WASHINGTON --- All F-35s have been grounded as a precaution after a routine engine inspection revealed a crack on an engine blade, Defense Department officials said Feb. 22 here.

Officials call this a "cautionary suspension of flight." The Air Force, Navy and Marine Corps fly F-35s.

Inspectors found the crack in an F135 engine installed in an F-35A Lightning II at Edwards Air Force Base, Calif. This is the conventional take-off and landing version of the Joint Strike Fighter.

Officials are shipping the engine and its associated hardware to Pratt & Whitney's engine facility in Middletown, Conn., to conduct more thorough evaluation and root cause analysis.

Officials said the grounding is precautionary. All F-35 flight operations have been suspended until the investigation is complete, officials said, and it is too early to know the fleetwide impact.

"The F-35 Joint Program Office is working closely with Pratt & Whitney and Lockheed Martin at all F-35 locations to ensure the integrity of the engine, and to return the fleet safely to flight as soon as possible," a Defense Department news release said.


EDITOR’S NOTE: There are several notable aspects to this incident.
First of all, the crack was found on Feb. 19, but the grounding was only decided two days later, on Feb. 21, which is surprising for a “cautionary” (presumably, they mean “precautionary”) measure.
The grounding also prohibits using the engines on the ground.
Also, although according to Reuters the crack is 0.6 inches (1.5 cm) long, it was only discovered during a 50-hour engine inspection.
The engine involved had clocked up 700 hours, of which 409 flight hours, before the crack was found.
Finally, the grounding was only made public on Feb. 22, after it had been reported by some media outlets. The JPO still has a long way to go in terms of transparency.)

(ends)

http://www.defense-aerospace.com/articl ... crack.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/142951/f_35-fleet-grounded-by-engine-crack.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Março 07, 2013, 02:25:59 pm
USAF’s F-35A Not Even Ready for Combat Training
   
   
(Source: Project On Government Oversight; issued March 6, 2013)
 
 
   
   Including stunning pilot comments about the aircraft's survivability (such as "Aft visibility will get the pilot gunned [down] every time"), a new, unclassified DOD document on the F-35 is now available.

It describes the performance of the F-35A and its support systems in initial training at Eglin Air Force Base in Florida. Not previously in the public domain, the unclassified DOT&E materials are available at the POGO.org.
   
   
   DoT&E Memo on F-35A Operational Utility Evaluation
   
   
(Source: DoD Director, Operational Test and Evaluation; dated Feb. 15, 2013)
 
 
   
   FOR: SECRETARY OF DEFENSE ·
FROM: J. Michael Gilmore, Director, Operational Test and Evaluation
SUBJECT: F-35A Ready For Training Operational Utility Evaluation (OUE)

• I have attached at TAB A the F-35A Ready For Training OUE Report. At the request of the Joint Strike Fighter Program Executive Officer, the OUE evaluated the capability of the F-35A air vehicle and the infrastructure at Eglin Air Force Base to train an experienced initial cadre of pilots using a very basic syllabus designed to familiarize pilots with aircraft that possessed no combat capability. It also evaluated the ability of the F-35A maintenance and Autonomic Logistics Information System to sustain a sortie generation rate consistent with the limited training contained in the Block 1 A syllabus.

In the report I conclude the following:

• The limitations, workarounds, and flight restrictions in place on the F-35A at this early stage of its development substantially limit the utility of training. However, the evaluation indicates areas where the program needs to focus attention and make improvements.

• The radar, the pilot's helmet-mounted display, and the cockpit interfaces for controlling the radios and navigational functions should be improved.

• Discrepancies between the courseware and the flight manuals were frequently observed, and the timelines to fix or update courseware should be shortened.

• The training management system lags in development compared to the rest of the Integrated Training Center and does not yet have all planned functionality.

• Plans and procedures for training pilots to recover the aircraft in the event of an engine problem or flameout should be reviewed for adequacy and to assure such training can be conducted in an appropriate venue.

• Sustainment of the six Block 1A F-35A aircraft was sufficient to meet the relatively low student training sortie demand of the syllabus, but only with substantial resources (aircraft and manpower) and workarounds to the intended sustainment system in place.

• The demonstrated reliability of the F-35A is significantly below the program office's projected targets for the reliability it expected the aircraft to achieve at the 2,500 flight hours the F-35A fleet has now accumulated.

• I am providing copies of my report to the Under Secretary of Defense for Acquisition, Technology and Logistics; the Secretary of the Air Force; the Secretary of the Navy; and the Vice Chairman of the Joint Chiefs of Staff. The professional staff of the Congressional defense committees have also requested the report and I will provide them copies next Thursday. By law, I must provide the Congress with any test-related material it requests.


Click here for the full report (68 PDF pages) on the POGO website.

(ends)
   
   
   New, Unclassified DOD Document Describes F-35A Performance in Training
   
   
(Source: Project On Government Oversight; issued March 6, 2013)
 
   
   (by Winslow T. Wheeler, Director, Straus Military Reform Project, POGO)
 
 
   
   Find my summary and analysis of the document below.


The Air Force's F-35A: Not Ready for Combat, Not Even Ready for Combat Training

On February 15, 2013 the Department of Defense's Director of Operational Test and Evaluation (DOT&E) sent a memorandum and accompanying evaluation report to Congress and the DOD hierarchy describing the performance of the F-35A and its support infrastructure at Eglin Air Force Base (FL). There, already skilled Air Force pilots are undergoing a basic syllabus of familiarization training with the aircraft.

Not previously in the public domain, the unclassified DOT&E materials are available at the POGO website at http://pogoarchives.org/straus/ote-info ... 130215.pdf (http://pogoarchives.org/straus/ote-info-memo-20130215.pdf)

DOT&E's report, titled "F-35A Joint Strike Fighter: Readiness for Training Operational Utility Evaluation," reveals yet more disappointments on the status and performance of the F-35. The Operational Utility Evaluation (OUE) is particularly valuable as it focuses on the Air Force's A model of the F-35 "Joint Strike Fighter." Many in the political and think tank world have focused more on the Marine Corps B, or Short Take Off and Vertical Landing (STOVL), version or the Navy's C model with its heavier structure and larger wings.

While the B and C are even more expensive and lower in performance-on certain key performance dimensions-than the Air Force's A model, this OUE (inadvertently) demonstrates that the A model is also flawed beyond redemption.

While the DOT&E paperwork includes an opening memo and an executive summary, they do not do justice to the detailed findings of the report. Specific issues are discussed below-much of it in quotations and showing the appropriate page number of the text of the evaluation.

RESTRICTIONS IN SOFTWARE, SYSTEMS AND FLIGHT


The currently available software essential to control the aircraft (software Blocks 1A and 1B) is "intended to provide only basic pilot training and has no combat capability. The current aircraft have a number of significant operational restrictions . such as limited maneuvering, speeds, and constrained descent rates; no carriage of weapons, no use of countermeasures, and no opening of weapons bay doors in flight." (p. 1.)

Also, ". student pilots were limited in flight maneuvering to very basic aircraft handling, such as simple turns, climbs, and descents as the flight envelope of speed and altitude was limited, angle-of-attack and g-loading were restricted, and maneuvers normally flown during a familiarization phase of a syllabus were explicitly prohibited." (p. 2.)

Table 3-1 (starting on p. 14.) outlines the many limitations. The following are prohibited:

-- Descent rates more than 6,000 feet per minute (for reference, Wikipedia shows the F-16C rate of climb to be 50,000 feet per minute);
-- Airspeed above 550 knots per hour or Mach 0.9 (not the 1.6 Mach or 1,200 mph Wikipedia says the F-35 is capable of);
-- Angle-of-attack (attitude of flight) beyond -5 and +18 degrees (e.g. not the +50 degrees the aircraft is capable of);
-- Maneuvering at more than -1 or +5 gs (nowhere near the stated +9g capability);
-- Take offs or landings in formation;
-- Flying at night or in weather;
-- Using real or simulated weapons;
-- Rapid stick or rudder movements;
-- Air-to-air or air-to-ground tracking maneuvers;
-- Refueling in the air;
-- Flying within 25 miles of lightning;
-- Use of electronic countermeasures;
-- Use of anti-jamming, secure communications, or datalink systems;
-- Electro-optical targeting;
-- Using the Distributed Aperture System of sensors to detect targets or threats;
-- Using the Identification Friend or Foe (IFF) Interrogator;
-- Using the helmet mounted display system as a "primary reference;"
-- Use of air-to-air or air-to-ground radar modes for electronic attack, sea search, ground-moving targets or close-in air combat modes. (pp. 14-16.)


In addition, "...the radar system exhibited shortfalls that - if not corrected - may significantly degrade the ability to train and fly safely under a typical transition training syllabus, where an operational radar is required. The radar performance shortfalls ranged from the radar being completely inoperative on two sorties to failing to display targets on one sortie, inexplicably dropping targets on another sortie, and taking excessive time to develop a track on near co-speed targets on yet another sortie." (p. 13.)

"AFT VISIBILITY WILL GET THE PILOT GUNNED EVERY TIME"

A key system of the aircraft, the pilot's multi-million dollar helmet-mounted display (HMD) of the aircraft's operating systems, threats, targets and other information "functioned more or less adequately. [but] presented frequent problems for the pilots."

These included "misalignment of the virtual horizon display with the actual horizon, inoperative or flickering displays, and focal problems - where the pilot would have either blurry or 'double vision' in the display. The pilots also mentioned problems with stability, jitter, latency, and brightness of the presentation in the helmet display.." Two of the complaints were basically that elements of the helmet made it harder, not easier, to see outside the aircraft. (pp. 16-17.)

There are additional problems for detecting threats in the all-important visual mode: the ejection seat headrest and canopy "bow" (where the canopy meets the fuselage) are designed in such a way as to impede seeing aircraft to the rear: one pilot commented "A pilot will find it nearly impossible to check [their six o'clock position{to the rear}] under g." Another commented, "The head rest is too large and will impede aft visibility and survivability during surface and air engagements," and "Aft visibility will get the pilot gunned [down] every time," referring to close-range combat. (p. 18.)

Indeed, DOT&E stated explicitly "The out-of-cockpit visibility in the F-35 is less than other Air Force fighter aircraft." (p. 17.)

To summarize in different words, the helmet-mounted display and the F-35 system does not present an enhanced, clearer view of the outside world, targets and threats to the pilot; instead, they present a distorted and/or obstructed view.

This is one of the most serious backward steps that the entire F-35 system takes, and it presents an even greater threat to the survivability of the F-35 and its pilot than the astounding evidence of the flammability of the F-35 (all versions) in the recent analysis of another DOT&E report by military analyst Lee Gaillard at Counterpunch at http://www.counterpunch.org/2013/03/04/ ... -the-f-35/ (http://www.counterpunch.org/2013/03/04/when-money-is-no-object-the-strange-saga-of-the-f-35/)

In the event of the pilot needing to escape from the aircraft, there are also some incompletely explained problems with the ejection seat in "off-normal" situations, i.e. those that can occur in combat or even real training. (p. 43.)

SUSTAINMENT

While there is little that is more important than pilot and aircraft survivability, additional, almost-as stunning revelations about the F-35A involved its "sustainment"-or reliability, maintainability, and availability.

While the report states "Sustainment of the six Block 1A F-35A aircraft was sufficient to meet the student training sortie requirements of the syllabus" (p. ii.), it further explains that this was despite "generous" Air Force resources and a "hybrid of government and contractor support personnel that relies heavily on workaround procedures, non-standard support procedure, and specialized support equipment to generate sorties and maintain the F-35A fleet.." (p. iv).

Moreover, "the program is not meeting reliability growth targets.." That is to say, it is not as reliable as it should be for this stage of its development. (pp. iv and 27) It is also important to note that this was despite the aircraft lacking many mission systems "which resulted in far fewer failure modes and a narrower scope of demand on the supply chain" than would a combat capable aircraft. (In other words, had more of the F-35's complex components and systems been available for use, the aircraft would have required still more maintenance, with the commensurate, additional loss of reliability and availability. [p. 27])

The as is sustainment numbers were not impressive.

The F-35 program required an air abort rate no greater than 1,000 aborts per 100,000 flight hours to commence F-35A training (p. 27): while they were previously even higher, in late 2012-well after the training started-the aircraft had an air abort rate of 3,600 air aborts per 100,000 flying hours. (p. 28)

Mission aborts while the plane is still on the ground (ground aborts) were also a serious problem: one in seven sortie attempts resulted in a ground abort. (p. 28)

The Air Force wanted the F-35As at Eglin AFB to be available for training missions 33 percent of the time: the equivalent of each aircraft flying one sortie every three days. (pp. 29, 30) By late 2012 this very modest minimum was basically being achieved (p. 29), but certain aircraft at various times during the OUE flew as seldom as one sortie every 7 to 10 days. (pp. 30, 31)

Mean Flight Hours Between Critical Failures (a typical measure of reliability) occurred every four hours, on average-well short of the expected 11 hours at this stage of the F-35's development-and well below the aircraft's ultimate goal of a modest 20 hours. (p. 34) The F-35As at Eglin also failed reliability goals for this stage of development: a major problem was the poor reliability of the complicated, badly performing helmet. (p. 34)

Similar problems occurred on the maintenance time the aircraft required. (pp. 36, 37) For example, the mean elapsed time for an engine removal and installation was 52 hours; the system threshold is 120 minutes. (p. 37)

One component vividly demonstrated the fragility of the F-35A. Temperatures at Eglin as moderate as <59 degrees Fahrenheit caused a problem for the 270 Volt Battery Charger Control Unit inside the airplane. Maintainers had to warm the aircraft in hangars overnight to prevent ground aborts. (p. 38) Foreign purchasers such as Canada and Norway, already wary of real cold weather issues for their F-35As, are sure to be concerned with a "cold weather" issue at just 59 degrees and below.

The aircraft's Autonomic Logistics Information System (ALIS) was limited and required workarounds throughout the operating cycle (p. 38), and it has potential problems in hot weather when air conditioning is not available, which would cause ALIS to shut down altogether. The system was also cumbersome and time consuming. (pp. 39-41)

CONCLUSION

The conclusion is obvious: The F-35A is not viable.



(EDITOR’S NOTE: Not mentioned above, but reported by the Toronto Star, are two other points:
-- “Mechanics have had their own gripes. It takes more than two days to swap out an engine rather than the two hours it was supposed to take.
-- “And because a battery unit is vulnerable in cool temperatures, ground crews have had to keep the aircraft in heated hangars overnight, taking up space that would otherwise be used for jets needing repairs. “Moving jets in and out of a hangar to keep them warm involves five personnel for three to four hours per shift,” the report says, or 15 to 20 man-hours.)

-ends-

http://www.defense-aerospace.com/articl ... mance.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/143248/-new-ot%26e-report-pans-f_35a-performance.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lightning em Março 07, 2013, 05:25:53 pm
Ainda bem que não enfiamos dinheiro nesse cancro :lol: , vai ser o verdadeiro century fighter, pelo tempo que irá voar, tal como o B-52 c34x .
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: raphael em Março 08, 2013, 12:50:40 am
Citação de: "Lightning"
Ainda bem que não enfiamos dinheiro nesse cancro :lol: , vai ser o verdadeiro century fighter, pelo tempo que irá voar, tal como o B-52 :twisted:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lightning em Março 08, 2013, 09:14:45 pm
Citação de: "raphael"
Nem que se aperte o cinto e se mantenha só uma Esquadra de F-16! :mrgreen: (estou a brincar).

Eu quando falei no century fighter, estava a referir-me a todos os paises que tem o F-16, pois nem está previsto o F-35 para nós, estava a falar mais precisamente dos Americanos visto que muito dificilmente conseguirão substituir todos os mil e tal F-16 da Força Aérea por F-35, fora a Marinha e os Marines que também querem umas centenas deles.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: borisdedante em Março 11, 2013, 04:08:07 am
Dutch F-35 IOT&E and the Reliability of the US Government

http://www.defense-aerospace.com/articl ... -2015.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/142648/dutch-to-pay-f_35-%E2%80%98parking-fees%E2%80%99-until-2015.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Março 17, 2013, 07:23:33 pm
(http://s19.postimage.org/j165lolhv/Lista_de_defeitos_do_F_35.jpg)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Março 17, 2013, 08:13:58 pm
Metade dos defeitos são exclusivos da versão B (VTOL).
Mais vale desenvolver o Harrier III...
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Março 28, 2013, 08:51:16 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: dc em Março 30, 2013, 02:52:49 pm
Eu acho que está tudo a fazer uma tempestade num como de água no que diz respeito aos problemas do F-35, isto porque, não sei se sou o único mas se formos a ver bem as coisas os outros aviões só não tiveram problemas devido oficialmente porque não foram tornados publicos, até pelo contrário, foi sempre tudo mantido em segredo, com o F-35 tudo mudou, não sei se devido a ser um consórcio com muitos participantes, mas a verdade é que tudo se sabe, desde quando é que durante o desenvolvimento do F-22 se sabia dos problemas que tinha, do armamento que levava, do cockpit? Tudo era altamente confidêncial, já era complicado arramjar fotos ou videos de um em testes, agora é o oposto, só publicidade, cada feito que é atingido aparece logo em vídeo para toda a gente ver, hoje sabe-se muito mais sobre o F-35 do que se devia, sabe-se as suas dimensões, o radar, o motor, o armamento que irá utilizar, falava-se de preços finais e tudo e mais alguma coisa...
Expliquem-me lá porque razão o PAK-FA e o J-20 não tiveram quaisquer problemas ainda durante o seu desenvolvimento? Será que arranjaram uma fórmula anti-erro? Acertaram à primeira e ficou logo tudo perfeito? Não me parece, a mim mais parece é que eles são espertos e mantêm confidêncial tudo o que puderem, demonstrando apenas as coisas que toda a gente já sabe, que é o design do avião e pouco mais, talvez os motores e as baias das armas, tirando isso nada de concreto, do radar so dizem que vai ser muito bom, e fazem uma propagandazita para tentar vender e mais nada.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Março 30, 2013, 04:43:25 pm
POr muito que se defenda o f-35, sobretudo a versão B, há 2 de muitos problemas que estou curioso em ver como os EUA os vão resolver:

(http://4.bp.blogspot.com/_9meF9S6NvA4/TUV28H-XDkI/AAAAAAAALMM/JY86YRQVdeo/s1600/F-35_02.jpg)

1- Com a temperatura a que os gases saem do escape não é o ar frio do helice logo atrás da cabine que vai resolver o problema. Portanto, vão ter que reforçar muito piso de bases aéreas e de LHA... :D  

E F-35 e F-22 são dois aviões muito diferentes. É como comparar o f-15 com o f-16...

Boa páscoa
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Abril 01, 2013, 04:53:54 pm
Holanda reduz encomenda do F-35 em 60%

http://www.defense-aerospace.com/articl ... -jets.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/143825/dutch-to-cut-f_35-order-to-36-jets.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: P44 em Abril 02, 2013, 05:12:02 pm
Running the JSF Fighter Jet Currently 'Too Expensive' Says Minister
   
   
(Source: DutchNews.nl; published March 28, 2013)
 
 
   
   The cost of using the JSF fighter jet in the long term is a ‘major concern’ and will be ‘unaffordable’ for the US military, defence minister Jeanine Hennis quotes a US audit office and Pentagon report as saying.

‘The current figures show the annual cost of running the JSF will be 60% higher than current US fighter jets,’ Hennis said in a briefing to parliament.


The Netherlands has committed to buying two test planes and Hennis will take a final decision on replacing the Dutch armed forces' F-16s with the JSF at the end of this year.

Costs

The US authorities are looking into how to lower the cost, the minister said.

A report by the Clingendael foreign policy institute earlier this year said an armed forces which includes the controversial JSF jet fighter is the least attractive scenario for the future of the Dutch military.

Clingendael says the JSF will only be needed if the Netherlands wants to take part in the opening phase of military interventions. But the high cost of the JSF will lead to ‘serious limitations’ to the country’s maritime operations – such as the role the Netherlands currently plays in protecting commercial shipping against pirates.

The Netherlands would also have less capacity to take part in human rights and humanitarian missions, the institute says.

-ends-

http://www.defense-aerospace.com/articl ... h-mod.html (http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/143865/f_35-running-costs-%E2%80%9Ctoo-expensive%3A%E2%80%9D-dutch-mod.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Abril 05, 2013, 10:55:59 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Maio 25, 2013, 02:01:21 pm
1ª descolagem vertical.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Junho 10, 2013, 06:45:24 pm
1º lançamento de míssil.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Junho 28, 2013, 06:15:12 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Julho 03, 2013, 08:07:32 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 20, 2013, 12:16:05 am



Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 29, 2013, 07:39:05 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Outubro 12, 2013, 06:54:08 pm
Pentagon Scraps Alternative F-35 Helmet
http://defensetech.org/2013/10/10/penta ... more-21498 (http://defensetech.org/2013/10/10/pentagon-scraps-alternative-f-35-helmet/#more-21498)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 16, 2013, 10:33:55 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Outubro 27, 2013, 07:02:39 pm
Citar
F-35’s price may limit sales, hinder overseas exports

By: Jon Hemmerdinger/Washington DC - 24 Oct 2013

The high price the Lockheed Martin’s F-35 fighter and the future scarcity of less-expensive options could hamper exports of US military fighters in the coming years, says industry analyst Richard Aboulafia on 24 October. With fewer exports, US industry and the economy could suffer along with US strategic relations, adds Aboulafia, vice president of consulting firm Teal Group, while speaking at an event held the Air Force Association’s Mitchell Institute for Airpower Studies in Washington, DC.

Aboulafia estimates F-35s will cost roughly $125 million each. But “a buck and a quarter isn’t going to cut it” for many foreign countries, Aboulafia says.“Something’s got to give. Otherwise, the US will run the risk of losing a considerable chunk of the world export fighter market,” he says. “This is not only important from an economic and industry standpoint, its also important from a strategic relations [standpoint].”

Lockheed Martin tells Flightglobal that the government’s F-35 joint program office recently signed contracts for additional F-35s, which will help reduce costs.“With each successive production lot, unit costs have declined. That’s a trend we look forward to continuing as this program moves toward full rate production and operational maturity,” says Lockheed Martin.“We are focused on delivering the F-35’s fifth generation capabilities to our armed forces and partner nations at a fourth generation price point,” the company adds.

Aboulafia says only seven countries purchase aircraft costing more than $65 million each, while 30 countries purchase aircraft costing between $35 million and $50 million each. That’s roughly the cost of Lockheed Martin’s F-16, he says. But Aboulafia warns that those countries will have fewer option in the coming years, as production of the F-16 and Boeing’s FA-18 and F-15 cease.

In 2020, excluding Chinese and Russian models, there will be just five military combat aircraft in production: the F-35, Dassault’s Rafale, Hindustan Aeronautics Limited’s light combat aircraft, Korea Aerospace Industries’ TA-50 and Saab’s Gripen, he says. That’s down from 14 military combat aircraft in production in 1990, according to Aboulafia.

 c34x
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: papatango em Outubro 30, 2013, 04:40:50 pm
Isto partindo do principio de que os americanos não vão tentar continuar a vender versões modernizadas do F-15 e do F-18.

Creio que há ainda a considerar que tanto chineses como russos podem desenvolver parcerias que podem dar a outros países capacidade para vender aeronaves.
A India com o caso do PAK-FA poderá não ter essa possibilidade, porque para os russos parceria é palavra que não existe e eles não querem que os indianos recebem nenhuma tecnologia que não tenham já.
Mas a China desenvolveu a versão modernizada do MiG-21 e o Paquistão estão em condições de produzir e exportar parte considerável do avião.

Esta realidade provavelmente vai querer dizer que vão aumentar os kits MLU, mas existe outra possibilidade:
A de que esteja muito mais próximo que o que poderiamos pensar, a entrada ao serviço de aeronaves de combate não tripuladas.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 14, 2013, 01:17:24 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Dezembro 20, 2013, 03:00:18 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Dezembro 21, 2013, 01:36:23 pm
(https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/1528724_637074863021842_1129886248_n.jpg)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Menacho em Dezembro 26, 2013, 08:07:27 pm
(http://1.bp.blogspot.com/-MqHTqqpWYfE/UrmDyQ81eeI/AAAAAAAACuk/-e2NsV27JKw/s1600/F-35+in+2018.JPG)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Janeiro 15, 2014, 08:42:51 pm
F-35C
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Edu em Janeiro 15, 2014, 10:17:40 pm
Uma das mais importantes caracteristicas de uma aeronave para operar longos períodos sobre água é ser bi-motor por motivos óbvios.
Aquando da selecção de aeronaves anteriores para operarem em porta-aviões ser bi-motor sempre foi uma caracteristica essencial.

Neste momento contentam-se e celebram a aquisição de uma aeronave mono-motor, é aguardar por perdas de varias aeronaves.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 16, 2014, 03:18:29 pm
A-4, A-7, F-8, ...
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Edu em Janeiro 16, 2014, 04:23:07 pm
Pois, mas veja-se aquando da adopção do F/A-18, tanto o YF-16 como o na altura YF-17 foram desenvolvidos para o programa Lightweight Fighter da USAF, o YF-16 ganhou por oferecer performances superior (além de menor custo), no entanto quando a marinha quis desenvolver o seu próprio programa para um caça o secretário da defesa ordenou que a marinha olhasse para os competidores do programa da força aérea que tinha sido ganha pelo F-16.

Na altura e apesar de o YF-16 oferecer melhor performance a marinha optou pelo YF-17, projecto que viria a dar origem ao F/A-18, por estar séptica  [ :mrgreen: é céptica, séptica refere-se à putrefação de matéria orgânica] relativamente à adopção de uma aeronave mono-motor.

Citar
Though the YF-16 won the LWF competition, the Navy was skeptical that an aircraft with one engine and narrow landing gear could be easily or economically adapted to carrier service, and refused to adopt an F-16 derivative.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Janeiro 17, 2014, 03:19:40 pm
O A-4 e o A-7 são aviões de Ataque. Mesmo o Crusader que de facto é um caça foi feito para operar (assim como o A-4) dos antigos porta-aviões da classe Essex, que não comportavam caças bimotores como o F-4. Inclusive quando substituíram o A-1 pelo A-4 as limitações à tonelagem das catapultas e elevadores dos Essex não comportaram um avião maior.
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/30/Uss_hornet_cvs-12.jpg)
(http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/9/0/6/2104609.jpg)
Os caças como o F-4, F-14 e F-18 como foram projectados para porta-aviões maiores podiam levar os 2 motores e assim garantir maior capacidade e segurança das longas missões de CAP e Escolta que os aviões como o A-4 e o A-7 não faziam. Portanto, o pensamento do edu está correcto.
(http://www.seaforces.org/usnair/CVW/Carrier-Air-Wing-14-Dateien/image165.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a7/F-18A_Hornet_VMFA-451_USS_Coral_Sea_1989.jpeg)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 17, 2014, 03:47:46 pm
Pois é meus senhores, mas os homens quiseram fazer tudo num caça e o resultado é o que se vê. da última vez que um caça serviu tanto a Força Aérea como a Marinha dos EUA foi o F-4 e segundo parece-me as tripulações quixavam-se de várias coisas do mesmo. Agora piorou ainda mais porque quiseram desenvolver uma versão V/STOL.

Espero que a FAP não adquira este caça no futuro e procure outras paragens (Rafale, EFA, etc).
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Janeiro 17, 2014, 09:28:31 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Pois é meus senhores, mas os homens quiseram fazer tudo num caça e o resultado é o que se vê. da última vez que um caça serviu tanto a Força Aérea como a Marinha dos EUA foi o F-4 e segundo parece-me as tripulações queixavam-se de várias coisas do mesmo. Agora piorou ainda mais porque quiseram desenvolver uma versão V/STOL.

Espero que a FAP não adquira este caça no futuro e procure outras paragens (Rafale, EFA, etc).

O F-4 estava à poucos anos em serviços quando fez a sua estreia em combate e logo no Vietname. Cedo se percebeu que a aeronave não tinha sido feita para aquele tipo de conflito e mesmo as missões convencionais como por exemplo uma MigCap revelaram-se problemáticas pois desde o sensor infravermelho aos misseis, passando pela falta de um canhão (ou mesmo quando de emergência foi adaptado um canhão externo), tudo falhava e portanto era razão de queixa (inclusive a falta de treino dos pilotos para dogfight, tanto que em 1968 criou-se os Agressors).
(http://historywarsweapons.com/wp-content/uploads/image/F-4_PhantonII_VietnamWAR.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c0/F-4B_VF-111_dropping_bombs_on_Vietnam.jpg)
Para "ajudar a festa" o Phantom II mesmo com suas múltiplas falhas era de longe o melhor aparelho no Vietnam, pelo que foi chamado a praticante tudo, desde defesa aérea, ataque ao solo, até missões estapafúrdias de lançamento de sensores sísmicos "spykeboy" (operando desde bases terrestres e porta-aviões)  . Felizmente, o potencial de desenvolvimento era bom e não apenas foi possível colmatar as falhas com novo equipamento como desde a versão de reconhecimento à supressão de defesas foi desenvolvida. A carreira foi longa e de sucesso.
(http://www.boeing.com/assets/images/companyoffices/gallery/images/f4/d4c-118012-1.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7e/F-4G_Phantom_II_Wild_Weasel_carries_AGM-78_and_AGM-45.jpg)
O F-35 aceita-se como avião de ataque para a US Navy, agora para a função de caça só é explicado pelo desespero face aos modelos stealth da USAF (B-2, F-22,  nem contando com o já retirado f-117) e à falta de fundos para algo melhor face a "brinquedos caros" como o CVN-78 ou DDG-1000. Um f-18 em missão Cap conta com segurança de voo, combustível e armamento que o F-35 para ter só colocando em causa a sua furtividade (a segurança com um motor é impossível de aumentar). Um redesenho semelhante ao Hornet/Super Hornet será sempre possível mas o projecto quer em tamanho e peso parece limitado e acrescentar mais espaço para sensores, armamento ou combustível não será fácil ainda mais quando o preço de desenvolvimento até agora já é um verdadeiro pesadelo (a questão do motor não vejo como resolver e mesmo a furtividade com um escape daquele tipo suscita-me duvidas face aos sensores infravermelho dos caças chineses e russos).
(http://www.sinaimg.cn/dy/slidenews/8_img/2011_48/198_56049_242575.jpg)
(http://www.defesabr.com/Fab/F-35_Family.jpg)
Já o F-35B resulta de uma necessidade e um equivoco...  :wink: ) numa guerra convencional (do Golfo às guerras israelo-Arabes o avião convencional combateu bem), quando parte dos conflitos são de baixa intensidade não faz sentido em forças aéreas com orçamentos limitados. Para a Fap à falta de dinheiro para os aviões já citados, prefiro mesmo um Viper ou Super Viper.
(http://img716.imageshack.us/img716/2470/f16v320.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/02/f-16in-1.jpg)

Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Fevereiro 06, 2014, 03:33:10 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Março 20, 2014, 10:47:38 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Março 27, 2014, 12:47:58 am
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Menacho em Março 30, 2014, 07:25:06 pm
(http://1.bp.blogspot.com/-VIvo6ua7do8/UzK5mWiTKFI/AAAAAAAAPWU/gPLRoSNM0UM/s1600/z.jpg)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Junho 18, 2014, 02:39:11 pm
http://www.aereo.jor.br/2014/06/16/toda-a-frota-de-jatos-f-35-fica-impedida-de-voar-novamente-por-vazamento-de-oleo-no-motor/~
Citar
O Pentágono “groundeou” temporariamente toda a frota de jatos F-35 Joint Strike Fighter, no início do fim de semana, após um dos jatos da versão B do USMC sofrer um vazamento de óleo do motor e ter declarado estado de emergência em voo.

Enquanto a suspensão dos voos de testes na sexta-feira foi descrita por funcionários do programa F-35 como um movimento de precaução, é a segunda vez em 16 meses que problemas de motor obrigam toda a frota a ficar no chão. O problema ocorre a apenas duas semanas de o avião fazer sua primeira aparição internacional.

A fabricante de motores Pratt & Whitney, uma unidade da United Technologies Corp, disse que a maioria da frota de 104 jatos havia sido liberada para retomar os voos na tarde de sábado, após as inspeções de segurança impostas pelos gestores do F-35. O escritório do programa F-35 disse que foram encontrados problemas potenciais em mais dois jatos.

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Junho 19, 2014, 10:19:43 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Junho 23, 2014, 08:47:15 pm
http://news.usni.org/2014/06/23/breaking-fire-breaks-f-35-eglin-air-force-base-pilot-safe
Citar
A Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighter was been severely damaged — possibly destroyed — in a Monday morning fire on the runway at Eglin Air Force Base, Fla., USNI News learned.

No injuries were reported and officials have begun an investigation into the incident, defense officials told USNI News on Monday.

“The aircraft was preparing to conduct a continuation training mission at the time of the incident, but aborted during takeoff at Eglin Air Force Base due to a fire in the back end of the aircraft,” according to a Monday statement provided to USNI News from the Air Force.
“Emergency responders extinguished the fire with foam.”

The aircraft was a F-35A — the Air Force variant of the fighter — assigned to the 33rd “Nomads.” Fighter Wing. The wing is schoolhouse for all versions of the JSF and trains sailors, airmen and Marines.

Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Julho 04, 2014, 02:01:59 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Julho 16, 2014, 08:57:05 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Julho 24, 2014, 08:40:44 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 14, 2014, 09:03:12 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 23, 2014, 02:38:18 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 16, 2014, 02:53:44 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 04, 2014, 01:35:58 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Novembro 08, 2014, 12:02:06 am
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Menacho em Novembro 13, 2014, 06:13:22 pm
(https://farm4.staticflickr.com/3945/15758213325_2810121e91_o.jpg)

(http://www.navy.mil/management/photodb/photos/141105-O-ZZ999-030.JPG)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Dezembro 03, 2014, 12:45:02 pm
http://www.aereo.jor.br/2014/12/02/israel-aprova-encomenda-de-mais-14-cacas-f-35/
Citar
Segundo notícia publicada pelo site Flightglobal em 1º de dezembro, Israel deverá adquirir um segundo lote de 14 caças furtivos F-35 Lightning II da Lockheed Martin, após o Gabinete do país aprovar a compra em 30 de novembro.  Um dos aviões do novo lote será dedicado a testes, que ajudarão no desenvolvimento e integração de sistemas dedicados de Israel para a aeronave, e a decisão também inclui uma opção para encomenda de outros 17 aviões, no caso da opção ser aprovada mais tarde.

O segundo contrato de Israel foi aprovado, em princípio, durante visita recente do ministro da Defesa Moshe Ya’alon aos EUA, onde se encontrou em Washington com sua então contraparte americana Chuck Hagel. Notícias anteriores cogitavam que este lote seria de 25 aeronaves.

A Força Aérea Israelense já garantiu aprovação para um lote inicial de 19 caças F-35A de pouso e decolagem convencionais, num negócio de 2,75 bilhões de dólares. Esses jatos foram encomendados como parte do oitavo lote de produção inicial em baixa cadência do programa do caça, e os dois primeiros exemplares têm entrega planejada a Israel no início de 2017, seguindo-se dos demais ao longo de 2018. Já se prepara a Base Aérea de Nevatim, no sul do país, para recebê-los.
(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/F-35I-Adir.jpg)
(https://www.f35.com/assets/uploads/images/A12-36894G007_F-35A.jpg)

Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Janeiro 24, 2015, 12:13:42 am

F-35 Manual Ground Collision Avoidance System Testing
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Fevereiro 08, 2015, 12:02:40 am
Citar
A video highlight of major 2014 milestones for the F-35 Lightning II program including 23,000 total flight hours, 106 aircraft in assembly, and 9 F-35 bases operating.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Março 16, 2015, 09:46:25 pm
Sale de fábrica el primer F-35A italiano ensamblado en Cameri

(http://defensa.com/images/stories/noticias/2015/3/italy_faco_photo_1.jpg)
(http://defensa.com/images/stories/noticias/2015/3/italy_faco_photo_2.jpg)

(defensa.com) El primer caza-bombardero F-35A Lightning II salió de la línea final de ensamblaje y de verificación FACO (Final Assembly and Check Out) de Cameri (Italia), convirtiéndose también en el primero de estos aviones montado fuera de Estados Unidos. Es uno de los 8 que actualmente están siendo ensamblados allí y se ha designado como AL-1, y volará a finales de año, fruto de la asociación entre el Ministerio de Defensa italiano (propietario de la FACO), Finmeccanica Alenia-Aermacchi (que la opera) y Lockheed Martin.

Esta FACO terminará los F-35A y F-35B italianos y está programada para hacer lo propio con los F-35A holandeses, manteniendo la capacidad para suministrar a otros países europeos en el futuro.(continua) (http://http)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Março 28, 2015, 11:58:03 am
Netherlands signs for initial operational F-35s

(http://www.janes.com/images/assets/238/50238/1628534_-_main.jpg)
One of the Netherland's two F-35s test aircraft.

The Netherlands has officially signed for its first eight operational Lockheed-Martin F-35 Lightning II Joint Strike Fighter (JSF) (...) which are to be delivered by to 2019 (...)

The Netherlands has already invested $800 million in the F-35's development phase, and has to date received two test aircraft which are operated in the United States (...) In all, the RNLAF plans to procure 37 conventional take-off and landing (CTOL) F-35A aircraft (...)

Dutch MoD officials have previously stated that the total procurement contract is expected to remain within the €4,5 billion budget set for it.

Source: Jane's (http://http)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Abril 03, 2015, 02:39:59 pm
(http://s18.postimg.org/ac6dkecux/16388671944_2ff87c4a5a_o.jpg)
(http://s1.postimg.org/3ugltbc1r/17009661812_226b93f02f_o.jpg)
(http://s10.postimg.org/6k3rqjxc9/17009660222_ce591f96c2_o.jpg)
(http://s22.postimg.org/ld7o5v135/17009663442_39ced57c13_o.jpg)
 :wink:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Abril 12, 2015, 11:03:00 am

F-35 Sea Trials USS Nimitz (CVN-68)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Get_It em Abril 17, 2015, 10:31:04 pm
Congress‘ Watchdog Thinks America Can’t Afford the F-35
Citação de: "Matthew Gault"
The F-35 is the most expensive weapon the Pentagon has ever built. Current estimates put the total cost of the jet’s maintenance and operation at more than $1 trillion.

This number is for all the jets over their entire lifespan, but it’s also just for operations and maintenance. But this amount doesn’t take into account the acquisition cost — the cash taxpayers have spent so far to design and build the damn things.

The acquisition cost is just shy of $400 billion, and the military will need more cash to finish the job, according to a new report from the Government Accountability Office — Congress’ independent watchdog and reporting agency.

The 40-page report, released on April 14, is a well-researched, succinct and thorough evaluation of the problems and costs associated with the F-35 to date. The GAO has followed the F-35 for years, cataloging all its issues and shortcomings.

As a result, the report reads like a letter from a spouse to a partner who chronically overspends and starts projects it can’t finish. The watchdog even warned that if the military doesn’t get on top of its spending, it may run out of money.

[continua] (http://https)
Fonte: https://medium.com/war-is-boring/congress-s-watchdog-doesn-t-think-america-can-afford-the-f-35-8dcc1e0ce29e

Cumprimentos,
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Menacho em Abril 18, 2015, 10:24:02 pm
Citar
F-35 Joint Strike Fighter– Overall F-35 program costs decreased $7.5 billion from $398.6 billion to $391.1 billion. The details are provided below by subprogram:

F-35 Aircraft – Subprogram costs decreased $5.8 billion (-1.8%) from $329.9 billion to $324.1 billion, due primarily to the incorporation of the latest prime contractor and subcontractor labor rates for all variants of the F-35 (-$4.4 billion) and revised escalation indices (-$3.4 billion). There were also reductions in initial spares requirements due to maturation of the technical baseline, definition of customer requirements, and further definition of Service bed down/ fielding plans (-$1.1 billion). These decreases were partially offset by increases for revised airframe estimates based on actual costs from early low rate initial production lots (+$4.4 billion).

F-35 Engine – Subprogram costs decreased $1.6 billion (-2.3%) from $68.6 billion to $67.0 billion, due primarily to revised escalation indices (-$0.7 billion), reductions in initial spares requirements due to maturation of the technical baseline (-$0.6 billion), and revised estimates based on actual costs from early low rate initial production lots (-$0.5 billion). These decreases were offset by increases resulting from changes to the procurement profile (+$0.2 billion).

http://www.defense.gov/Releases/Release ... seID=17181 (http://www.defense.gov/Releases/Release.aspx?ReleaseID=17181)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Menacho em Abril 22, 2015, 07:48:40 pm
(http://4.bp.blogspot.com/-WTnoGkyO1p0/VSaK_Xzli0I/AAAAAAAADfE/ioFfrTNJxaA/s1600/Weapons.JPG)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Menacho em Maio 12, 2015, 10:04:49 pm
(https://pbs.twimg.com/media/CEtP0sPWYAIlDJw.jpg:large)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Menacho em Maio 26, 2015, 07:24:35 pm
(https://scontent-mad.xx.fbcdn.net/hphotos-xtp1/v/t1.0-9/11143549_1093782987305542_6852102527131455585_n.jpg?oh=da8a8e4a193b79bde1c33cc073493b50&oe=560A8B42)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Menacho em Junho 07, 2015, 06:03:53 pm
(http://alert5.com/wp-content/uploads/2015/06/11168060_10153280890872200_2635619889070105562_n1.jpg)

(http://alert5.com/wp-content/uploads/2015/06/11392895_10153280890827200_7468851934366616702_n1.jpg)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: NVF em Junho 24, 2015, 03:06:11 pm
First F-35B Ski Jump Test

http://www.liveleak.com/view?i=5c8_1435121386
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Edu em Junho 30, 2015, 03:37:31 pm
Pentagon’s F-35 stealth jet can’t win dogfight – report

Citar
A mock air battle between an F-16 jet and the military’s new and oft-troubled F-35 stealth jet showed that the F-35 is too sluggish to hit an enemy plane or dodge gunfire, according to a report.

The F-35 has cost the US military more than a trillion dollars since work on it began, making it the most expensive weapon in history.

The mock air battle, staged in January over the Pacific Ocean, was to test the F-35’s prowess as a close-range dogfighter at 10,000 to 30,000 feet. The F-35 pilot was to fly his jet hard, turning and maneuvering to “shoot down” the older F-16 jet, whose pilot would be doing his best to evade being hit, and trying to attack the F-35.

The test pilot’s five-page brief said that despite the F-16 being weighed down by two drop tanks, and with the F-35 jet carrying no weapons, the F-35 “remained at a distinct energy disadvantage for every engagement.”

Read more
Pentagon’s F-35 stealth fighter jet has a 'brain' problem

The F-35 was designed to far exceed the fourth generation F-16 jets, first built in the 1970s, with the ability to carry its fuel and weapons internally. Yet aerodynamic problems, such as “insufficient pitch rate” for the jet’s nose while climbing, were reported during the mock battle.

The F-35 test pilot also discovered he couldn’t comfortably move his head inside the jet’s cramped cockpit.

“The helmet was too large for the space inside the canopy to adequately see behind the aircraft,” said the report.

That allowed the F-16 to sneak up on him.

The F-35 pilot tried to target the F-16 with the stealth jet’s 25-millimeter cannon, which the smaller F-16 easily dodged. The pilot said the F-35 performed so dismally that it had no place fighting other aircraft within visual range.

In one maneuver, the F-35 was able to perform decently at rudder reversal at slow speeds, but this used a lot of the aircraft’s energy, leaving the aircraft vulnerable to attack.

The brief release to the War is Boring website was unclassified but still marked “for official use only.” It documented a mock battle taking place on January 14, 2015 over a sea test range in the Pacific Ocean near Edwards Air Force Base, California.

...

http://rt.com/usa/270583-f-35-cant-win-dogfight/

A fonte não é de todo a mais fiável, mas neste caso acredito bastante no que foi aqui reportado.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Junho 30, 2015, 04:11:51 pm
Sempre houve indicadores nesse sentido. Por exemplo já em Abril de 2014, Michael Byers da Universidade da Colúmbia Britânica escrevia e até citava um relatório de 2008 da RAND corporation: http://news.nationalpost.com/full-comment/michael-byers-thank-goodness-for-the-cf-18s
Citar
Canadians are lucky to still have fighter jets that can go toe-to-toe with Russian MiGs and Sukhois. The fast and manoeuvrable CF-18s were built during the Cold War specifically for aerial combat.

The F-35s that Canada is considering purchasing, however, are designed for a very different mission: evading air defences during the first wave of “shock-and-awe” attacks on the command sites, radar bases and anti-aircraft missiles of “rogue states” such as Iraq, Libya, Syria and Iran.

The recent decision to deploy six CF-18s to Poland is almost serendipitous. Earlier this month, Stephen Harper received a long awaited “options analysis” from the Royal Canadian Air Force concerning the possible replacements for those jets.

Soon, the Prime Minister will have to decide whether to push ahead with the purchase of F-35s, or hold a competition involving alternative aircraft.


All the alternatives — the Boeing Super Hornet, Eurofighter Typhoon, and Dassault Rafale — are designed first and foremost for dogfighting with other fighter jets.

The F-35, in contrast, is a compromise aircraft that stems from the Pentagon’s desire to procure a single model for the Air Force, Navy and Marines: an unachievable aircraft that would land vertically, evade radar detection, conduct ground attacks, and still hold its own in aerial combat.

Instead, all three versions of the F-35 are oversized, overweight, underpowered — and still under development.

In 2008, a RAND Corporation study found that the F-35 has a high “wing loading” and a poor “thrust loading” compared to other fighter jets. The biting conclusion: “It can’t turn, can’t climb, can’t run.”
(http://wpmedia.news.nationalpost.com/2014/04/cf-18.png?w=620)
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The 30-year-old fighter planes could still take on Russia's best jets, and win. The F-35? The jury's out.
Além disso, e ao que parece o canhão está inoperacional: http://www.thedailybeast.com/articles/2014/12/31/new-u-s-stealth-jet-can-t-fire-its-gun-until-2019.html
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New U.S. Stealth Jet Can’t Fire Its Gun Until 2019

America’s $400 billion Joint Strike Fighter, or F-35, is slated to join fighter squadrons next year—but missing software will render its 25mm cannon useless.
The Pentagon’s newest stealth jet, the nearly $400 billion Joint Strike Fighter, won’t be able to fire its gun during operational missions until 2019, three to four years after it becomes operational.

Even though the Joint Strike Fighter, or F-35, is supposed to join frontline U.S. Marine Corps fighter squadrons next year and Air Force units in 2016, the jet’s software does not yet have the ability to shoot its 25mm cannon. But even when the jet will be able to shoot its gun, the F-35 barely carries enough ammunition to make the weapon useful.

The JSF won’t be completely unarmed. It will still carry a pair of Raytheon AIM-120 AMRAAM long-range air-to-air missiles and a pair of bombs. Initially, it will be able to carry 1,000-pound satellite-guided bombs or 500-pound laser-guided weapons. But those weapons are of limited utility, especially during close-in fights.

“There will be no gun until [the Joint Strike Fighter’s Block] 3F [software], there is no software to support it now or for the next four-ish years,” said one Air Force official affiliated with the F-35 program. “Block 3F is slated for release in 2019, but who knows how much that will slip?”
(http://cdn.thedailybeast.com/content/dailybeast/articles/2014/12/31/new-u-s-stealth-jet-can-t-fire-its-gun-until-2019/jcr:content/image.crop.800.500.jpg/1420052173480.cached.jpg)

Saudações

P.S. A noticia postada pelo Edu, publicada no Dailymail em versão mais extensa. Vale a pena ler  :twisted:  :twisted:   http://www.dailymail.co.uk/news/article-3144873/U-S-air-force-s-sophisticated-stealth-jet-beaten-dogfight-plane-1970s-despite-expensive-weapon-history.html?ito=social-facebook
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Crypter em Julho 02, 2015, 12:11:39 am
Não consegui de deixar de dar uma gargalhada!!

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Caça mais avançado do mundo derrotado por avião dos anos 70

O F-35 é um dos aviões de combate mais avançados do mundo, mas surpreendeu pela negativa num frente-a-frente com outro caça. No início do ano, num combate de treino contra um F-16, a aeronave foi derrotada pelo avião projetado nos anos 1970.

O Pentágono já gastou mais de 350 mil milhões de dólares (cerca de 313 mil milhões de euros) no desenvolvimento da arma mais cara de sempre do país, mas os problemas com o novo avião caça F-35 não cessam.

Com a entrada ao serviço planeada para 2012, a aeronave tarda em ficar pronta, depois de sucessivos atrasos provocados por problemas com o motor, pneus inadequados ou até luzes de segurança que não correspondiam ao exigido pelas autoridades aéreas. Só estará preparado para o combate entre 2018 e 2020, revelam as autoridades britânicas, que aguardam a chegada das primeiras unidades encomendadas à Lockheed Martin.

No início deste ano, o F-35 - um portento de tecnologia que consegue ser invisível aos radares inimigos e que permite aos pilotos terem visão de 360 graus a partir do cockpit - treinou contra um F-16 num combate ar/ar, entre os três mil e os nove mil metros de altitude. Segundo um relatório agora divulgado sobre o treino, percebe-se que o F-35 perdeu contra o avião que irá substituir.

Depois da batalha nos céus da Califórnia, o piloto do F-35 lamentou a falta de agilidade da aeronave, que não conseguia acompanhar o F-16 ou evadir-se perante as suas investidas. "Há uma clara desvantagem de energia em todos os combates", pode ler-se no relatório de cinco páginas escrito por um piloto e que não foi desmentido pelo Pentágono.

Outro dos lamentos após o treino é o facto do capacete que permite ter visão 360 graus ser demasiado volumoso para o espaço disponível no cockpit, não permitindo que o piloto consiga rodar a cabeça para perceber a localização do avião inimigo. Esta falha permitiu que o F-16 se aproximasse pela retaguarda sem que o piloto se apercebesse.

O teste permitiu concluir que o avião ainda não está pronto para combates de proximidade com as outras aeronaves. Ainda assim, o comando do Exército dos EUA continua a acreditar que esta será a arma do futuro para os céus do mundo.

Ao "Washington Post", o Pentágono garante que esta apreciação do piloto de testes divulgada por um site da especialidade não conta a história toda sobre o comportamento do avião neste frente-a-frente, já que faltaria equipamento ao F-35.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/In ... 657&page=1 (http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4655657&page=1)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Julho 02, 2015, 10:52:38 am
http://www.military.com/daily-news/2015/07/01/pentagon-defends-f35-after-report-says-it-cant-dogfight.html?ESRC=todayinmil.sm
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The Pentagon's F-35 Joint Program Office, however, while praising and welcoming the test pilot assessments, says the "War is Boring" story leaves out key factors and critical context to the issue.
"The media report on the F-35 and F-16 flight does not tell the entire story. The F-35 involved was AF-2, which is an F-35 designed for flight sciences testing, or flying qualities, of the aircraft. It is not equipped with a number of items that make today's production F-35s 5th Generation fighters," a JPO office written statement said.
In particular, the JPO statement explained that the AF-2 test aircraft did not have the mission systems software designed to utilize the aircraft's next-generation sensors.
In short, the F-35 is engineered with a suite of next-generation sensors designed to help the aircraft recognize, detect and destroy enemy targets at longer distances -- long before it can be identified by an enemy aircraft.
"While the dogfighting scenario was successful in showing the ability of the F-35 to maneuver to the edge of its limits without exceeding them, and handle in a positive and predictable manner, the interpretation of the scenario results could be misleading. The F-35's technology is designed to engage, shoot, and kill its enemy from long distances, not necessarily in visual 'dogfighting' situations," the JPO said.
The F-35 office also said the AF-2 test aircraft was not equipped with the F-35's special stealth coating designed to make the aircraft invisible to enemy radar.
In addition, the JPO statement said the AF-2 "is not equipped with the weapons or software that allow the F-35 pilot to turn, aim a weapon with the helmet, and fire at an enemy without having to point the airplane at its target."
Finally, the F-35 office says simulated combat scenarios have shown that four F-35s have won encounters when pitted against a four-ship of F-16s.
"The F-35s won each of those encounters because of its sensors, weapons, and stealth technology," the statement said.
The F-35 is engineered to accomplish what's referred to as "sensor fusion," namely the technological ability to fuse relevant information from a variety of sources into one common operating picture for the pilot to view -- such as digital maps, radar information and sensor information all combined into a single set of screens, Pentagon officials explained.
The idea is to enable F-35 pilots to see and destroy enemies in the air well in advance of a potential dogfight scenario. This can be explained in terms of a well-known Air Force strategic concept referred to as the "OODA Loop," for observe, orient, decide and act. The concept is to complete this process quickly and make fast decisions while in an air-to-air dogfight -- in order to get inside the enemy's decision cycle, properly anticipate, and destroy an enemy before they can destroy you.
The F-35 is designed with long-range sensors and data fusion technologies such that, as a fifth-generation aircraft, it can complete the OODA Loop much more quickly than potential adversaries, F-35 advocates and JPO program officials claim.
For instance, the F-35's Electro-Optical Target System, or EOTS, is an infra-red sensor able to assist pilots with air and ground targeting at increased standoff ranges while also performing laser designation, laser range-finding and other tasks.
In addition, the plane's Distributed Aperture System, or DAS, is a series of six electro-optical sensors also able to give information to the pilot. The DAS includes precision tracking, fire control capabilities and the ability to warn the pilot of an approaching threat or missile.
The F-35 is also engineered with an Active Electronically Scanned Array Radar, which is able to track a host of electromagnetic signals, including returns from Synthetic Aperture Radar, or SAR. This paints a picture of the contours of the ground or surrounding terrain and, along with Ground Moving Target Indicator, or GMTI, locates something on the move on the ground and airborne objects or threats.
The F-35 software, which shows images on display screens in the cockpit as well as on a pilot's helmet-mounted-display, is able to merge results from various radar capabilities onto a single screen for the pilot.
However, despite the F-35's technologies and next-generation sensors, the JPO statements did not seem to necessarily contradict the central finding of the test pilot's assessment that, in terms of pure dogfighting maneuverability as its own variable, the F-35 did not perform as well as an F-16.
É visivel que para o JPO o "dogfight é coisa do passado". Porem dotaram o F35 de canhão e avaliaram-no em combate a curta distancia...  :roll:
(http://images.military.com/media/equipment/military-aircraft/f-35a-lightning-ii/f-35a-lightning-ii_007.jpg)

Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: nelson38899 em Julho 02, 2015, 11:45:48 am
O Canhão poderá ter haver com o facto, de este menino ser o substituto do A10.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Julho 02, 2015, 01:03:52 pm
Citação de: "nelson38899"
O Canhão poderá ter haver com o facto, de este menino ser o substituto do A10.
Só se for na Playstation. Se um F35 efectua uma missão de CAS da mesma forma que um A10, já era. O canhão só serve para combate a curta distância e para ataque ao solo, não mais de 1000 a 1500m. Mas a USAF e o fabricante continuam a ter um "apartamento" que querem por força "vender como vivenda" e acham que ninguém vai descobrir. Ridiculo. :twisted:


Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 24, 2015, 12:11:36 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Julho 25, 2015, 12:26:21 pm
http://www.aereo.jor.br/2015/07/25/o-relatorio-sobre-o-dogfight-entre-o-f-35-e-o-f-16/
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No início deste mês a internet foi inundada de artigos comentando o relatório vazado de um piloto de testes do F-35 sobre os resultados de um combate simulado com um caça F-16 em janeiro de 2015. O relatório vazado foi divulgado primeiramente pelo site War is Boring.

No relatório em inglês o piloto descreve as situações e as dificuldades do F-35A no combate com o F-16D Block 40 e faz recomendações no final.

As informações confirmam que o F-35A carece de energia para manobrar em combate aéreo, sendo substancialmente inferior ao F-15E, segundo o piloto com mais de 2.000h de voo nessa aeronave.

Em todos os 17 engajamentos, o F-35A apresentou desvantagem de energia em relação ao F-16. O F-35A também apresentou “pitch rate” insuficiente, ou seja, ele não consegue apontar o nariz do avião para o alvo rapidamente e perde energia, deixando o alvo escapar da mira. A baixa “pitch rate” também não permite ao F-35A realizar manobras defensivas para escapar do ataque do oponente.

Embora o F-35A possa voar em altos ângulos de ataque (AOA), não consegue usar essa capacidade para ter vantagem no combate, por causa da baixa energia.O piloto também reclamou da visibilidade para trás do F-35A, prejudicada também pelo tamanho do capacete. Várias vezes o piloto do F-35 perdeu o contato visual com o F-16 devido a esse problema.

As páginas do relatório estão disponíveis abaixo.
Agora digam que era da ausência de sistemas e do software... :twisted:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/07/F-35-x-F-16-dogfight-brief-1.png)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/07/F-35-x-F-16-dogfight-brief-2.png)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/07/F-35-x-F-16-dogfight-brief-3.png)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/07/F-35-x-F-16-dogfight-brief-4.png)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/07/F-35-x-F-16-dogfight-brief-5.png)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Agosto 07, 2015, 10:13:58 am
Podem escrever o que quiserem...  c34x
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Edu em Agosto 07, 2015, 01:09:26 pm
O problema do F-35 é quando a mim simples de perceber. Com o objectivo de colocar muitos sistemas, armamento e todo o combustível dentro da fuselagem e ao mesmo tempo tentando uniformizar a fuselagem das varias versões, incluindo a versão B (com uma lift-fan a ocupar muito espaço), o resultado é uma fuselagem com uma área frontal enorme. Isto resulta obviamente num arrasto muito grande.

Ora aviões com arrasto muito elevado não conseguem voar depressa e certamente têm muita dificuldade em voar a velocidades supersónicas. Por isso os projectistas do F-35 viram-se obrigados a encontrar formas de reduzir o arrasto. A forma que encontraram foi através da diminuição da área alar. Como é óbvio esta decisão traria consequências, e elas são simplesmente uma redução das sustentação. Aquilo que se passa no F-35 para o mesmo não conseguir ser manobrável é simplesmente o facto de a aeronave não conseguir gerar sustentação suficiente. O F-35 tem um peso máximo à descolagem 3% maior que um F-15C e uma área alar 25% menor.

O F-35 consegue manter um voo a um elevado ângulo de ataque pura e simplesmente porque tem motor para isso e o mesmo é capaz de sustentar o F-35 mesmo quando as asas já não produzem sustentação suficiente.

Para mim, como caça substituto do F-16, o F-35 é um caso perdido, os problemas de que padece são problemas de design, intrínsecos. Se quiserem resolver o problema da falta de manobrabilidade terão de aumentar a área alar. E depois ou o avião voa mais devagar ou metem um motor substancialmente mais potente.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 07, 2015, 02:35:27 pm
E a versão para a Marinha? Ela tem asas maiores do que as outras 2.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 07, 2015, 03:00:27 pm
De outro fórum...

Citação de: "LGC"
Citação de: "m"
Eita F35 tem uma turbina e tem o mesmo peso que o F15?

Essa turbina dele é bruta, se amarrar um carro vai até a lua.
Na verdade o peso vazio do F-35 é MAIOR que o do Eagle, 13.200 kg contra 12.700 kg, independentemente do número de motores de cada um. Já a potência instalada no F-35 é menor, 125-191 kN contra 130-210 kN do Eagle.

Mas o maior impacto na performance geral do F-35 nem vem da questão peso/potência, e sim da carga alar, que é de 309 kg/m2 no F-35 e de apenas 225kg/m2 no Eagle (sempre considerando o peso vazio) e da aerodinâmica, muito mais apurada no F-15 devido aos requisitos do F-35 (bomb bay interno, espaço para o fan vertical, design furtivo e etc...) .
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Edu em Agosto 07, 2015, 03:29:13 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
E a versão para a Marinha? Ela tem asas maiores do que as outras 2.

A versão para a Marinha poderia ser mais manobrável, mas segundo sei a estrutura "apenas" aguenta 7G's ao invés dos 9 do A, se bem que isso não será uma grande limitação visto que segundo diz o relatório em muitas situações o F-35A nem sequer consegue curvar o suficiente para chegar aos 9G's. Mas como o F-35C usa exactamente o mesmo motor terá certamente uma velocidade e acelerações mais reduzidas.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Agosto 09, 2015, 06:19:13 pm

US Marines declare first F-35B Squadron operational

http://m.aviationweek.com/defense/f-35- ... rdles-loom (http://m.aviationweek.com/defense/f-35-begins-operations-more-hurdles-loom)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Agosto 21, 2015, 04:00:04 pm

The F-35 can fire 3.000 rounds of high explosive ammunition a minute with its Gatling gun

(Footage released by Lockheed-Martin).

http://www.dailymail.co.uk/news/article ... ng-machine (http://www.dailymail.co.uk/news/article-3205765/Watch-F-35-stealth-fighter-fire-3-000-bullets-minute-devastating-machine)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: pchunter em Agosto 21, 2015, 07:43:42 pm
Huummm, aquela portinhola parece que vai voar a qualquer momento. :lol:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Setembro 07, 2015, 07:33:33 pm
(http://theaviationist.com/wp-content/uploads/2015/09/First-F-35-Italy-top.jpg)

The first F-35 built outside the United States has flown today from Camery Airbase, Italy

http://theaviationist.com/2015/09/07/fi ... st-flight/ (http://theaviationist.com/2015/09/07/first-international-f-35-makes-first-flight/)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 07, 2015, 10:28:33 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Setembro 08, 2015, 03:47:50 pm
https://www.aereo.jor.br/2015/09/07/f-35-realiza-primeiro-teste-com-misseis-jsow/
Citar
A Lockheed Martin divulgou que o F-35C de testes CF-01, conduziu um voo com a arma AGM-154 JSOW (Joint Standoff Missiles) nas baias internas. O voo foi realizado no dia 27 de agosto, perto da NAS Patuxent River em Maryland.

A AGM-154 é uma arma de precisão ar-superfície de 454 kg (1.000 libras) que pode transportar vários tipos de carga. Com alcance de 12 a 63 milhas náuticas, a JSOW permite que o F-35 permaneça fora dos envelopes de engajamento das defesas inimigas enquanto engaja e destrói os alvos.

DIVULGAÇÃO: Lockheed Martin
(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/09/F-35C-with-JSOW-960x768.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Setembro 20, 2015, 11:19:04 am
http://www.aereo.jor.br/2015/09/17/gilmore-questiona-validade-dos-testes-operacionais-do-f-35/~
Citar
DIRETOR DO ESCRITÓRIO DE AVALIAÇÕES E TESTES OPERACIONAIS DO PENTÁGONO COLOQUE EM CHEQUE OS TESTES CONDUZIDOS A BORDO DO USS WASP EM MAIO PASSADO
O Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (USMC) realizou uma série de testes operacionais com sua versão do F-35 Joint Strike Fighter a bordo de um navio de assalto anfíbio na primavera passada. Após os testes os militares informaram que a aeronave se saiu tão bem na função que o serviço declararia o F-35B pronto para combate.

Mas não foi exatamente isso o que o principal funcionário do Pentágono para testes de armas escreveu num relatório em julho. “Não foi um teste operacional … em qualquer sentido formal ou informal do termo” Os testes “não demonstraram, e não poderiam demonstrar” que a capacidade de combate da aeronave avaliada está pronta para ações operacionais do mundo real, dada a forma como o evento foi estruturado”.

Para que o teste, que aconteceu no final de maio a bordo do USS Wasp, fosse válido ele teria que estar sob “condições muito mais representativas de operações do mundo real do que aquelas usadas”, escreveu Michael J. Gilmore, diretor do escritório de avaliações e testes operacionais do Pentágono, em um memorando.

Entre os problemas citados por Gilmore estão a falta no teste de outros tipos de aeronaves e equipamentos de apoio  que dividem o espaço do convés de voo. Ele também observou que “sistemas-chave da missão de combate não foram instalados na aeronave ou não foram liberados para uso.”

Durante os testes, os F-35 “não foram liberados para transportar ou empregar qualquer material bélico”, continuou Gilmore. Ele ainda completou informando que os militares embarcados “receberam assistência significativa do pessoal contratado”, sendo que estes funcionários civis não fazem parte das operações de combate.

Em adição aos problemas do teste propriamente dito o escritório de Gilmore descobriu que os aviões utilizados nos ensaios tiveram os seus próprios problemas.

“A disponibilidade dos aviões foi tão baixa que era difícil para os fuzileiros navais manter mais do que dois ou três dos seis jatos em condições de voo”, escreveu ele.

Outra seção do relatório mostra que o “número de horas de voo voadas por cada aeronave variou muito, sendo que alguns aviões ficaram indisponíveis por até cinco dias seguidos e outras aeronaves raramente exigiam grandes trabalhos de manutenção.”

Gilmore sugeriu a realização, por parte do USMC,  de novos testes com “um conjunto de objetivos mais agressivo.”

O relatório parece que não surtiu muito efeito, pois uma semana após a sua publicação o Corpo de Fuzileiros Navais declarou a IOC (initial operational capability) do F-35B e as aeronaves prontas para desdobramento global.

FONTE: The Washington Post (tradução e edição do Poder Aéreo a partir do original me inglês)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/06/F-35B-decola-do-USS-Wasp-2-foto-USMC-580x291.jpg)
http://www.aereo.jor.br/2015/09/18/carlisle-f-35-nao-e-para-dogfight-o-f-22-sim/
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O caça norte-americano F-35 Lightning II vai se sobressair na interdição aérea, mas não foi criado para envolver-se em combates aéreos no alcance visual (WVR), declarou o brigadeiro Hawk Carlisle, comandante do Air Combat Command.

Os comentários do oficial general foram feitos durante a conferência anual da “Air Force Association” e veio em resposta a uma série de notícias que criticaram a incapacidade do F-35 em vencer combates aéreos contra aeronaves atuais de quarta geração.

“Eu sei que houve muito murmurinho na imprensa sobre o F-16 contra o F-35”, disse Carlisle fazendo referência a um documento interno da Lockheed Martin que vazou no início deste ano. O memorando, escrito por um piloto de testes, informava que o F-35 parecia estar em grande desvantagem quando em combate do tipo ‘dogfight’ contra um F-16.

“O avião não foi projetado para isso”, disse Carlisle. “Ele foi projetado para uma incrível capacidade multimissão com o seu conjunto de sensores e a integração [consciência situacional] que fornece ao piloto, o sua capacidade de guerra eletrônica, coisas que tornam este o avião que ele é”.

Desconsiderando o combate à curta distância, o brigadeiro acredita que o F-35 será capaz de derrubar qualquer outra coisa no céu.

“Deixando de lado o dogfight, ele vai fazer tudo muito bem”, disse ele. “As suas capacidades para detectar adversários quando eles nem sequer saberiam da sua existência, sua capacidade de armas … ele vai ser um grande avião”.

Combates visuais serão travados por caças F-22, disse Carlisle que lamentou a decisão de parar a produção da aeronave.

“Não temos F-22 suficientes”, disse ele. “Se você olhar para a forma como estamos usando ele nos combates atuais, se você olhar para o que faríamos em combates futuros, não temos F-22 suficientes. Mas temos o que temos, e eles estão fazendo um trabalho incrível, e o que os pilotos que voam essas coisas estão fazendo é fenomenal”.

“Você vai precisar dos Raptors para derrubar caças muito manobráveis e assim permitir que o resto da força – que incluirá o F-35 – penetre no espaço aéreo negado “, disse ele. “Você ainda vai ter que fazer isso, e nós vamos fazê-lo com os 180 ou mais F-22 que temos … mas vai ser uma combinação de caças F-22 e F-35.”

FONTE: Air Force Times (tradução e edição do Poder Aéreo a partir do original em inglês)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/11/F-22-e-F-35-em-miss%C3%A3o-integrada-de-treinamento-foto-USAF-580x318.jpg)

Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Setembro 23, 2015, 11:07:19 am
(http://www.janes.com/images/assets/707/54707/1638539_-_main.jpg)

First F-35 for Norway rolled out of Fort Worth

http://www.janes.com/article/54707/firs ... fort-worth (http://www.janes.com/article/54707/first-f-35-for-norway-rolled-out-at-fort-worth)

 
Citar
The first of 52 Lockheed-Martin F-35A Lightning II Joint Strike Fighter  (JSF) aircraft for Norway was rolled out during a ceremony at the company's Fort Worth production facility in Texas on 22 September.

The roll-out of aircraft AM-1, which was built as part of the low-rate initial production  (LRIP) 7 production lot, marks the first step in a process that will see the Royal Norwegian Air Force  ((RNoAF) replace its 55 Lockheed-Martin F-16AM/BM fleet with 52 F-35As by the end of 2024.

Once ground and flight trials have been completed, AM-1 will be retained in the United States for pilot training as part of the international fleet at Luke Air Force Base (AFB) in Arizona before being delivered to Norway in 2017 (the first three Norwegian aircraft will be based in the US in the first instance). The country's second aircraft -AM-2- is in production also and is set to be rolled out shortly. (...)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 23, 2015, 10:52:38 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 24, 2015, 03:42:06 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Outubro 01, 2015, 01:08:35 pm
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(http://airbusdefenceandspace.com/wp-content/uploads/2015/09/15j00474usaf_23_700.jpg)

Airbus A330 MRTT australiano reabastece en vuelo a varios F 35A de EUA

http://www.aerotendencias.com/aviacion- ... a-de-eeuu/ (http://www.aerotendencias.com/aviacion-militar-c/29443-a330-mrtt-reposto-primera-variosf-35a-de-eeuu/)

Un avión cisterna Airbus A330 MRTT de la Real Fuerza Aérea Australiana ha repostado con éxito un F 35A Joint Strike Fighter de la Fuerza Aérea de Estados Unidos.

Durante una salida de cuatro horas de la Base Aérea Edwards, el petrolero, conocido en el servicio RAAF como el KC-30A, realizó 59 contactos, entre ellos cinco "contactos húmedos", es decir, con repostaje de combustible, durante los cuales se suministró un total de 19.600 kg de carburante.

Todo el repostaje se realizó utilizando la pértiga que lleva el avión en la parte trasera del fuselaje.

El A330 MRTT, probado en combate, es el único avión cisterna y, opcionalmente, de transporte que está certificado (...)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Outubro 03, 2015, 05:07:45 pm
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(https://www.f35.com/assets/uploads/images/16294/1st-c-weapon-release-news__main.jpg)

F-35 Conducts First External Weapons Release

http://www.defensenews.com/story/defens ... e/73223472 (http://www.defensenews.com/story/defense-news/blog/intercepts/2015/10/02/f-35-conducts-first-exterbal-weapons-release/73223472)

For the first time, an F-35 released an external weapon from its wings during a Sept. 23 test.

The Navy F-35 carrier variant released four 500-pound GBU-12 laser guided inert bombs from its wings during consecutive test runs over the Atlantic Test Range, according to an Oct. 2 statement from the joint program office. All four weapons separations were successful.

 The test flight demonstrated the F-35's future capability to release multiple weapons on a single pass, according to the statement.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 03, 2015, 06:57:16 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 06, 2015, 07:50:37 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Outubro 09, 2015, 11:52:15 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Outubro 15, 2015, 11:24:56 am
http://www.aereo.jor.br/2015/10/14/f-35-peso-do-capacete-aumenta-riscos-na-ejecao/
Citar
A mais recente notícia sobre o programa do caça F-35 diz respeito aos riscos que podem ocorrer durante a ejeção de pilotos de baixa massa corporal em voos a baixa velocidade (ver matéria publicada aqui no Poder Aéreo no início do mês).

O Escritório Conjunto do Programa (JPO) colocou a culpa no fabricante do assento ejetável (modelo US16E), a Martin Baker. Mas informações trazidas à tona nas últimas semanas indicam que o peso e o volume do capacete complicam o problema. Ainda não está claro se a culpa repousa inequivocamente no capacete ou o assento, ou uma associação entre ambos.

O JPO busca melhorar o capacete, que já está na sua terceira versão em função de problemas técnicos, incluindo a redução do peso do mesmo. A Rockwell Collins está agora construindo um capacete leve da geração III informou David Nieuwsma, vice-presidente de estratégia e desenvolvimento de negócios para sistemas de governo da empresa, à Defense News na terça-feira.

Durante os recentes testes realizados com o capacete geração III, descobriu-se um aumento do risco de lesão em ejeções com baixa velocidade de pilotos mais leves, informou um porta-voz do Pentágono. O problema, potencialmente fatal, não havia ocorrido durante testes anteriores com os capacetes mais leves do tipo Geração II, de acordo com a fonte.

Testes ocorridos em julho e agosto falharam. No primeiro foi empregado um manequim de 103 libras (cerca de 47 quilos) e no segundo um de 136 libras (cerca de 62 quilos). Ambos foram executados a uma velocidade de 160 nós. Os testes foram conduzidos utilizando-se o capacete geração III.

 

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/09/F-35_Helmet_Mounted_Display_System-580x589.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/10/martinbaker-ejectorseat-F-35.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 17, 2015, 12:25:59 am
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Outubro 22, 2015, 11:43:26 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Outubro 23, 2015, 01:13:34 pm
(http://i.ytimg.com/vi/UZm2FrmESxY/maxresdefault.jpg)

Dassault Chief Congratulates Trudeau, Pitches Rafale

http://www.defensenews.com/story/defens ... e/74427462 (http://www.defensenews.com/story/defense/air-space/strike/2015/10/22/dassault-chief-congratulates-trudeau-pitches-rafale/74427462)  
Citar
Dassault Aviation Chairman Éric Trappier said Thursday he had written a letter of congratulations to Justin Trudeau, the new elected Canadian prime minister, and pitched an offer of the Rafale fighter if Ottawa pulled out of the US F-35 program.  

"We have to wait and see what he decides now he is in office", Trappier told the association of aerospace journalists. "I wrote a letter to congratulate him and to remind him that if (because of the cancellation by Canada of the purchase of 65 F-35s  included by Trudeau in his electoral program) the F-35 were cancelled, the Rafale would be potentially proposed". The letter was sent in the last two days (...)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 29, 2015, 09:10:53 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Novembro 04, 2015, 01:58:41 pm
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/fb/CF-1_flight_test.jpg)

Lockheed gets  $5,37 billion for 55 F-35 fighters

http://www.defensenews.com/story/defense/policy-budget/industry/2015/11/03/lockheed-gets-537b-f-35-fighters/75128086
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Novembro 07, 2015, 10:55:50 am
(http://theaviationist.com/wp-content/uploads/2015/11/F-35-Italian-pilots.jpg)

First Italian F-35 Mission Highlights Partnerships

http://m.military.com/daily-news/2015/11/06/first-italian-f-35-mission-highlights-partnerships.html

Two Italian pilots completed their initial F-35 Lightning II training flights November 5  at Luke Air Force Base, marking the first  F-35 flights under control of Italian pilots.

 The flights were also another significant step forward in the F -35 program as they showcased the full partnership aspects of F -35 operations at Luke AFB. One Italian flew his mission in an Australian F-35 with an Air Force Reserve ground instructor on the headset. In addition, the maintenance team was composed of Lockheed-Martin contractors and an Australian maintenance liaison officer (...)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Novembro 23, 2015, 08:43:10 pm
http://thediplomat.com/2015/11/f-35-too-expensive-us-air-force-might-buy-72-new-f-15-or-f-16-fighter-jets/ (http://thediplomat.com/2015/11/f-35-too-expensive-us-air-force-might-buy-72-new-f-15-or-f-16-fighter-jets/)
Citar
The F-35 Joint Strike Fighter might not be produced in sufficient numbers to maintain the U.S. Air Force’s current operational capabilities due to budgetary constraints, according to Aerospace Daily & Defense Report. As a result the service is considering filling the capabilities gap with 72 Boeing F-15s, Lockheed-Martin F-16’s, or even Boeing F/A-18E/F Super Hornets.

“F-15s and F-16s are now expected to serve until 2045, when an all-new aircraft will be ready, and plans to modernize F-16s with active electronically scanned array radars and other improvements are being revived,” the article states.

U.S. Air Force officials and industry officials revealed as much at the Defense IQ International Fighter Conference, which took place November 17-19 in London. The U.S. Air Force “is struggling to afford 48 F-35s a year” for the first years of full-rate production a senior Air Force officer told Aerospace Daily & Defense Report.

Full rate-production is slated to begin in 2019 and the U.S. Air Force wants to buy 60 planes in 2020, and 80 F-35 per year after that. This year, the Air Force is to receive 28 F-35s, whereas in 2016 the number is slated to increase to 44. By 2038, the service wants to have 1763 F-35 aircraft in service. However, this procurement schedule might not be financially feasible for the Air Force.

“Consequently, F-15s and F-16s will serve longer and will outnumber F-35s and F-22s through the late 2020s,” Aerospace Daily &Defense Report notes. The article furthermore explains:

The service is looking at a three-tier force, with 300 F-16s and some F-15s being modernized “to augment the F-35 and F-22 in a high-end fight” and others assigned to low-end operations, while the contemplated 72-aircraft buy (an Air Force wing) would sustain force numbers and provide additional modern aircraft.

Interestingly, a senior U.S. Air Force official revealed that “the last time we looked, this was more expensive than buying F-35s in bulk.” However, he confirmed that the option of purchasing 72 aircraft is nevertheless still on the table.

The U.S. Air Force has already asked for cost estimates on procuring new F-15s and life-extension/upgrade options. “Also under consideration is a plan to augment U.S. Air Force electronic attack capabilities by fitting some F-15Es with a version of the Raytheon Next Generation Jammer pod,” the article states.

Overall, the Pentagon is planning to procure 2,457 aircraft by 2038. Total acquisition costs are estimated at over $400 billion making it the U.S. military’s most expensive acquisition program. Operation and support costs throughout the aircraft’s lifetime are estimated at over a $1 trillion.

The supersonic fifth-generation F-35 Joint Strike Fighter exists in three variants:  The F-35A conventional takeoff and landing variant for the U.S. Air Force; the F-35B short takeoff and vertical landing variant for the U.S. Marine Corps, and the F-35C carrier-suitable variant for the U.S. Navy.
Se vier a acontecer vou rabular a rir...  ::) :P ;D ;)
(http://thediplomat.com/wp-content/uploads/2015/11/thediplomat_2015-11-15_11-50-26-386x275.jpg)

Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: NVF em Novembro 23, 2015, 09:25:50 pm
Isto para nós são péssimas notícias; significa que vamos ter que aguentar os Viper até 2045. Resta saber se as células aguentam 50 anos, mas se os dos americas aguentam os nossos também aguentarão. Como os Viper tugas são mais ou menos contemporâneos das fragatas, pode ser que algum iluminado decida também esticar por mais 10 anos a vida das mesmas  :toto:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Novembro 23, 2015, 09:57:22 pm
Citação de: mafets
Se vier a acontecer vou rabular a rir...  ::) :P ;D ;)


Conhece esto?

http://www.thesundaytimes.co.uk/sto/news/uk_news/Defence/article1636215.ece

http://arstechnica.com/information-technology/2015/11/uk-will-speed-up-purchase-of-f-35-jets-increase-anti-terror-budget-by-30
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Novembro 24, 2015, 10:27:04 pm
(http://www.janes.com/images/assets/173/56173/1638538_0-_main.jpg)

SDSR 2015: UK commits to full F-35B procurement, fast tracks initial deliveries

http://www.janes.com/article/56173/sdsr-2015-uk-commits-to-full-f-35b-procurement-fast-tracks-initial-deliveries

The UK government has committed itself to the full programme-of-record of 138 Lockheed-Martin F-35B Lightning II
Joint Strike Fighter  (JSF) as part of the Strategic Defence and Security Review (SDSR) released on 23 November (...)

 Under its previously held plan, the UK had committed itself to just 48 F-35s. (...)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 09, 2015, 07:55:15 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Dezembro 10, 2015, 08:54:35 pm
(http://www.janes.com/images/assets/474/56474/1565739_-_main.jpg) 

Italy accepts its first F-35

http://www.janes.com/article/56474/italy-accepts-its-first-f-35
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 12, 2015, 01:57:21 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Crypter em Dezembro 12, 2015, 04:44:21 pm
A nível visual é de uma beleza impar..

Agora falta o essencial! Testa-lo em combate!

Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Dezembro 13, 2015, 02:11:28 am

F-35: 2015 Year in Review
 :G-beer2:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 19, 2015, 12:07:35 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Dezembro 22, 2015, 07:40:10 pm
(https://www.f35.com/assets/uploads/images/GBU_12.jpg)

Lockheed meets  goal of delivering 45 F-35 jets in 2015 - Pentagon  

http://reuters.com/article/idUSKBN0U41XV20151221

Lockheed-Martin met its goal of delivering 45 F-35 fighter jets to the US government and key allies in 2015, a 25 per cent increase from 2014 that brought the number of jets delivered to 154, the Pentagon said on Monday. 

Lockheed is on track to receive most associated performance fees, and marked a milestone for the  $391 billion F-35 project, the Pentagon's largest arms program, as it prepared for a large production increase in coming years.  (...)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Janeiro 20, 2016, 10:32:31 am
http://www.aereo.jor.br/2016/01/15/mais-um-problema-no-f-35-risco-de-sobrepressurizacao-nos-tanques-de-combustivel/ (http://www.aereo.jor.br/2016/01/15/mais-um-problema-no-f-35-risco-de-sobrepressurizacao-nos-tanques-de-combustivel/)
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A maldição da concorrência atingiu o Lockheed Martin F-35 novamente, desta vez durante qualificação de proteção contra raios, quando foi descoberto que os tanques de combustível do jato poderiam sobrepressurizar “além dos limites do projeto” em certos perfis de voo.

Com 154 aeronaves entregues até à data, e mais um ano de testes restantes, a concorrência (o desenvolvimento simultâneo e implantação de aeronaves incompletas) tem perseguido o programa F-35 desde a sua criação, com grandes descobertas muitas vezes levando a atrasos e correções caras ou soluções alternativas.

O “baixo risco potencial” de que o ar no sistema de combustível poderia sobrepressurizar os tanques de combustível de um F-35, foi identificado no final de 2014 durante qualificação de proteção contra raios, e foi confirmado novamente nos testes seguintes no ano passado, um porta-voz do Joint Programme Office (JPO) disse ao Flightglobal.

A falha de projeto atinge todas as três variantes do F-35 operadas pelas forças dos EUA e compradores internacionais, e levaram a “limites de voo de precaução” em 2015.

Em dezembro passado, o programa testou em voo com sucesso novas válvulas de alívio de pressão que removeriam estas restrições aéreas. O trabalho de modificação deve começar imediatamente em 41 aeronaves modelo A, ao abrigo de um contrato US$ 28,8 milhões com a Lockheed anunciado em 12 de janeiro. O acordo inclui os aviões de decolagem e pouso convencional já entregues à Austrália, Itália, Holanda e Noruega.

O diretor do escritório de integração do F-35 da Força Aérea dos Estados Unidos Maj Gen Jeffrey Harrigian alertou o Congresso para a matéria em testemunho escrito em outubro passado, dizendo que uma decisão seria tomada em dezembro se a “grande” modificação para evitar a sobrepressurização podia esperar até o próximo ciclo de modificação ou ser concluída imediatamente. Esta última poderia tornar difícil para a USAF declarar a capacidade operacional inicial (IOC) em agosto, como planejada.

Uma ruptura do tanque de combustível em voo seria desastrosa para a maioria das aeronaves e, particularmente, um jato de combate em movimento rápido. Uma ruptura do tanque de combustível em voo em 2009 causou um dano no valor US$ 25 milhões em um avião Northrop Grumman E-8C JSTARS que tinha sido reabastecido por um avião-tanque Boeing KC-135 no Oriente Médio.

O JPO diz que uma modificação do contrato já foi feita para equipar a variante de decolagem curta e pouso vertical F-35B com as válvulas de alívio, e a Lockheed está montando uma proposta de engenharia para corrigir os F-35C baseados em navio-aeródromo. F-35As adicionais serão modificados usando o “financiamento de concorrência”, incluído nos contratos de produção de baixa escala iniciais.
http://www.aereo.jor.br/2016/01/15/conserto-do-assento-de-ejecao-do-f-35-adiado-para-2018-restricoes-aos-pilotos-continuam/ (http://www.aereo.jor.br/2016/01/15/conserto-do-assento-de-ejecao-do-f-35-adiado-para-2018-restricoes-aos-pilotos-continuam/)
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WASHINGTON – A Força Aérea dos Estados Unidos não vai suspender as restrições de peso dos pilotos de F-35 até 2018 – pelo menos – pois mais testes precisam ser feitos para tratar de questões de segurança com o assento ejetável do jato, informou o site Defense News.

“O Joint Program Office (JPO) está trabalhando para acelerar o cronograma de correções e uma grande quantidade de energia será aplicada para garantir que este problema seja resolvido em 2017”, escreveu o porta-voz da Força Aérea dos EUA tenente-coronel Christopher Karns, em um e-mail em 9 de janeiro ao Defense News. “No entanto, resolver esse problema é a prioridade.”

A notícia do atraso é mais um golpe para o Programa Joint Strike Fighter do Pentágono, que está se aproximando rapidamente do prazo crítico deste ano para declarar operacional a variante F-35A da Força Aérea. A pressão também é para o jato de combate fazer a sua estreia europeia aguardada no Air Show de Farnborough, no Reino Unido neste verão. Em um embaraço para um programa com anos de aumentos de custos e atrasos no cronograma, o avião foi forçado a adiar sua apresentação em Farnborough em 2014 após um incêndio no motor groundear a frota.

Se 2014 foi o ano do motor, 2015 foi o ano do assento ejetável. A questão tem perseguido o Pentágono desde o verão passado, quando foi revelada a preocupação com o aumento do risco de lesão no pescoço de pilotos durante ejeções a baixa velocidade, o que levou os pilotos leves serem impedidos de voar. Testes do assento, construído pela empresa britânica Martin-Baker, em agosto do ano passado mostraram um risco “elevado” de danos para pilotos de F-35 com peso inferior a 165 libras (74,9 kg), e um risco “inaceitável” para os com menos de 136 libras (61,7 kg), de acordo com a Força Aérea .

O Pentágono está trabalhando com a Martin Baker e fabricante de aviões Lockheed Martin em três correções para o problema do assento ejetável: concepção de um capacete mais leve para reduzir a pressão sobre o pescoço do piloto; a instalação de um interruptor para pilotos leves que irá atrasar a abertura do paraquedas principal; e montagem de um “painel de apoio de cabeça” entre os tirantes de paraquedas que irão proteger a cabeça do piloto de se mover para trás durante a abertura do paraquedas.
As "boas noticias" continuam... :-\ :o
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2016/01/F-35-variants-1024x683.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2016/01/F-35-Ejection-Seat-Fix-Delayed-to-2018.-Pilot-Restrictions-Continue-1024x606.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Johnnie em Janeiro 20, 2016, 12:15:08 pm
Não me lembro de processo tão conturbado nos anais da aviação militar tirando talvez o Eurofighter, que quando finalmente viu a luz do dia, já nem ao inimigo para o qual foi projetado, a União Sovietica existia mais LoL
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 21, 2016, 05:29:54 pm
Citar
Norwegian F-16 pilot with some interesting comments on aerial warfare and the F35:
http://blogg.regjeringen.no/kampfly/2015/04/20/moderne-luftkamp-the-right-stuff-top-gun-eller-noe-helt-annet/#more-1050"]http://blogg.regjeringen.no/kampfly/...net/#more-1050


Since the article is written in Norwegian, I will give a brief summary of what I found most interesting:

From his experience with the F-16, having a helmet sight and missiles to take advantage of it makes the pilot less reliant on superior maneuverability in a dog fight. An aircraft with low RCS and good electronic countermeasures will also be detected at shorter ranges, than an aircraft that is lacking in these departments provided they have the same radar.

The F-35 can operate at altitudes 10-15 000 feet higher than the F-16 and it has 30-70 % more combat range since it carries much of its fuel and weapons internally (good for aerodynamics). It also has a cruise speed that is 50-80 knots higher, which means that it can fire its missiles quicker since it doesn't have to accelerate that much (high speed = more range for the missile).
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Janeiro 30, 2016, 09:17:25 am
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: nelson38899 em Fevereiro 03, 2016, 04:56:43 pm
(http://3.bp.blogspot.com/-28lCbwbA6I8/VrIrign1hDI/AAAAAAAAJuo/7Ic9JJ8lUFQ/s1600/MM7332.jpg)

Italian Air Force
Lockheed Martin F-35A Lightning II
MM7332
Lajes/Azores (LPLA)
2016-02-03

http://theaircraftspotting.blogspot.pt/2016/02/lockheed-martin-f-35a-lightning-ii.html
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 07, 2016, 04:20:48 pm
Caça F-35 fez a primeira travessia transatlântica


Um F-35 da Força Aérea italiana completou na sexta-feira o primeiro voo transatlântico feito por uma destas aeronaves, numa viagem considerada histórica.

O F-35 aterrou no dia 5 de fevereiro na base naval e aérea de Patuxent River, no estado norte-americano de Maryland, após uma viagem de sete horas com partida da Base das Lajes, nos Açores.

A jornada, no entanto, começara no dia anterior, quando o F-35 saiu da base aéra de Cameri, na Itália. Apesar dos fortes ventos e de alguma turbulência, explica o site Defense News, o F-35 teve uma performance exemplar durante a viagem, confirmou o piloto, o major Gianmarco.

Foram necessários três reabastecimentos durante o percurso de Cameri até às Lajes e outros quatro dos Açores até aos Estados Unidos.

O F-35 é um dos aviões de combate mais avançados do mundo mas, apesar de a sua entrada ao serviço ter sido prevista para 2012, foi sucessivamente adiada devido a problemas de software e equipamento.

Os F-35 têm a vantagem de serem invisíveis aos radares inimigos e oferecerem ao piloto uma visão de 360º a partir do cockpit.

DN
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Fevereiro 08, 2016, 12:40:55 pm


http://theaviationist.com/2016/02/07/f-35-at-patuxent-river-broll/
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 25, 2016, 08:55:34 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Março 03, 2016, 11:42:54 am
(http://www.air-cosmos.com/upload/18/pics/2014/02/web/530d14238dea0.jpg)

Israel pourrait reconsidérer l'acquisition de F-35

http://www.air-cosmos.com/israel-pourrait-reconsiderer-l-acquisition-de-f-35-64389

Plutôt que du F-35 Israel souhetairait adquirir des F-15I que cette nation pourrait moderniser à volonté sans être tributaire de Lockheed-Martin qui n'a pas fourni les codes sources du F-35A
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Johnnie em Março 03, 2016, 05:48:57 pm
E alternativas?
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Março 03, 2016, 10:03:43 pm
Citação de: Johnnie
E alternativas?
 

Segundo a revista "Air Cosmos", e segundo jormais istaelianos, o F-15I
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Março 04, 2016, 12:47:05 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Março 17, 2016, 07:14:49 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 24, 2016, 11:53:36 am
What’s Left on the Air Force Checklist To Make F-35s Operational?

The Air Force plans to declare initial operating capability for its new F-35A jets by the end of 2016. Here's what they have left to do.

Lara Seligman, Defense News


This article, originally published at 10:46 a.m. EDT March 21, 2016, has been updated to include a statement from Pratt & Whitney.

WASHINGTON — The clock is ticking down to the Air Force’s deadline to declare its F-35A jets operational before the end of 2016.

Although the joint program office (JPO) and contractor Lockheed Martin still have several major hurdles to overcome, both industry and government officials are confident the team will beat the Dec. 30 cutoff date.

The Air Force can declare initial operational capability (IOC) for the F-35A when the first operational squadron is equipped with 12 to 24 aircraft, and airmen are trained, manned and equipped to conduct three basic missions: close-air support, interdiction, and suppression and destruction of enemy air defense. The Air Force has a five-month window of time between the objective date, Aug. 1, and the threshold, Dec. 30, to meet those requirements for IOC.

The team is making progress toward those requirements, but there is still a lot of work to be done. Lockheed and the JPO are lagging behind schedule to finish work on the latest version of the jet's logistics system, and the Lockheed-JPO team still needs to complete a critical software fix. On top of that, the team has to finish retrofitting the fleet with the latest structural modifications. Meanwhile, the reprogramming laboratories that build the plane's vast databanks are overloaded.

But as airmen begin to actually use the fifth-generation fighter jet, Maj. Gen. Jeffrey Harrigian, director of the F-35 integration office, sees momentum picking up. Lockheed has delivered 87 airplanes for the Air Force, and pilots at Hill Air Force Base, Utah, and Luke Air Force Base, Arizona, have flown almost 25,000 hours on the jets, Harrigian said during a March 9 interview. Operational F-35s at both Hill and Luke have successfully employed weapons; meanwhile, the Air Force deployed six jets to Mountain Home Air Force Base, Idaho, in February.

They are really starting to pick up momentum on how they are preparing themselves from kind of the people perspective for IOC, because at the end of the day, you can get the airplanes, but it’s ultimately our airmen that are going to operate them,” Harrigian said.

Pilots are beginning to understand the plane’s power and maneuverability as well, he said. A Norwegian pilot at Luke recently wrote about his experience flying the plane in a March 1 blog post for Norway’s Ministry of Defence. Maj. Morten “Dolby” Hanche wrote that the F-35 is capable of a significantly higher angle of attack than the F-16, providing a pilot greater authority to point the nose of the airplane wherever he wants.

Hanche criticized the plane’s tendency to shake, or “buffet,” at high G-loadings and high angles of attack. However, Harrigian said this buffeting is actually a good thing — pilots use these cues to help them understand where they are in the flight regime. When the F-16 initially flew, the lack of buffeting was actually seen as a negative attribute, according to Tom Lawhead, the Air Force chief of staff of the F-35 integration office.

Bleeding energy during flight can be a problem for any airplane, and the F-35 is no exception, Harrigian said. But as more pilots get into the cockpit, they will figure out the best ways to operate the plane.

“No airplane ever has enough power. I mean, I flew F-22s and we wanted more power in the airplane. So this comes down to, how do you manage your power?” Harrigian said. “Our pilots are going to figure out how to do that.”

ALIS Delays

Despite progress in the field, the Lockheed-JPO team are lagging behind in critical areas. The team hoped to declare IOC as early as Aug. 1, but have backed away from that target in recent weeks. Work on the latest version of the F-35’s logistics system, the Autonomic Logistics Information System (ALIS) version 2.0.2, could delay IOC by 45 to 60 days, JPO chief Lt. Gen. Christopher Bogdan said recently.



F-35 Logistics System May Not Be Ready for Air Force IOC Target


Lockheed’s Orlando Carvalho, executive vice president for aeronautics, also acknowledged in a March 15 interview that IOC could push past Aug. 1. The delay is related to integrating the Pratt & Whitney F135 propulsion system with the latest version of ALIS, he said. Pratt currently does engine maintenance on its own computing system, separate from ALIS, according to Lockheed F-35 program manager Jeff Babione.

“It’s extremely important that we provide that capability to our war fighter and we want to make sure we get that right, so we are spending a little extra time, Lockheed Martin and its counterparts, working through the infrastructure to make sure we have a solid foundation that we can add that Pratt & Whitney capability on top,” Babione said March 15. “While it’s important we get this done within that window of time, that August to December for Air Force IOC, our primary focus is making sure that it works correctly.”

Pratt is working with Lockheed to provide three key propulsion-related capabilities in ALIS 2.0.2, according to spokesman Matthew Bates. While Pratt has delivered all the data on time for these capabilities, propulsion integration testing is subject to availability of the ALIS test environment, he noted.

"We are working with the F-35 Joint Program Office and Lockheed Martin to accelerate the test schedules and to ensure an ALIS 2.0.2 release with propulsion will not impact airworthiness, aircraft and engine availability, or spare parts management," Bates said.

In an attempt to expedite the process, JPO and Lockheed set up mobile training teams to train airmen in the field to operate ALIS, Harrigian said. The program office will also set up a test of the system out at Edwards Air Force Base, California, to work out any kinks before the latest version of ALIS goes into the field, he said.

Software Stability Issues

Behind ALIS, the greatest risk to Air Force IOC is software development, as Bogdan has repeatedly said. The Lockheed-JPO team is racing to fix stability issues with the next increment of software, Block 3i, which the Air Force requires for IOC. In essence, a timing misalignment of the software of the plane’s sensors and the software of its main computers are causing a “choking” effect, where the jet’s systems shut down and have to be rebooted.

However, the team has identified the root cause and plans to flight test an updated software load at Edwards sometime in the next few weeks, officials said.

“We have put in a number of corrections for the problems that we observed on previous flight testing, so we’re anxious to see how that performs, if we do in fact achieve the stability that’s required for IOC, or if there’s still some more work to do,” Carvalho said.

Bogdan has said the JPO needs to have the software fixed by May 1 in order to meet the IOC target of Aug. 1. That leaves only about a month of wiggle room should the team find additional issues with the software after this next round of flight tests.

However, both Bogdan and Harrigian expressed confidence that this new software load will fix the stability issues. Lockheed CEO Marillyn Hewson is offering the F-35 program additional resources from elsewhere in the company to help fix the software issue in a timely manner, Babione said.



“I think we’re going to learn a lot in the next month or two on how close we are with this product, and if we need to change it we will change it again.”

Jeff Babione, Lockheed F-35 program manager

Whether the team makes the May 1 cutoff depends on if they find additional problems with the new software load, and what exactly is wrong, Babione said. Lockheed could fix simple “symbology” problems in a few days or a week, but if it takes some time to figure out the root cause, the program could see delays of a month or two.

“I think we’re going to learn a lot in the next month or two on how close we are with this product, and if we need to change it we will change it again,” Babione said. “If we can do that Aug. 1, outstanding, if it takes a little bit longer, we will get it done. I have complete confidence.”

Reprogramming Lab Overload

Another area of risk for Air Force IOC is capacity overload at the so-called reprogramming laboratories that will build the plane’s mission data files (MDF), vast databanks of information needed for combat that can be loaded into the plane. Just one reprogramming lab is currently up and operating, and it is overwhelmed with orders from international partners as well as the US services, Bogdan said.

The MDF is a critical capability that enables the F-35 to be a “smart” plane. The MDF compiles all the information about different assets in an area — from the friendly to the threatening — in a “brick” that operators can load into the airplane as a kind of reference volume.

The US Reprogramming Lab is on track to complete MDFs 1 and 4, required by Air Combat Command for IOC, by Aug. 1, Harrigian said. The various MDFs cover different areas of the world, although exactly what regions each MDF covers is classified.

Jets at Hill are already flying with an interim MDF load in order to test out the system and provide feedback back to USRL, Harrigian said.

“They are learning, they are getting better, but there’s still a demand signal there we will have to work through,” Harrigian said. “We’re looking to increase the numbers of labs that are out there to help the partners, to help the other services so that we balance out this load. ... It’s really about making sure we have good tools for these guys so they can manipulate the data and get the files right.”

Finishing Retrofit Modifications

There are a handful of modifications that still need to be retrofitted into the fleet, Babione said. But notably, the Lockheed-JPO team is well on its way to fully implementing a crucial improvement to the jet’s fuel system that is required for IOC. The fuel system needed added valving and different tubing to ensure that the jet stays within its structural limits during high-G, aggressive maneuvering, Babione said.

The team finished retrofitting the first jet with the fuel system modification a few weeks ago — nine days early, Harrigian said. Two more jets are getting the modification and are expected to come out of the shop March 19. The plan is to have 12 fully retrofitted jets ready for the squadron by Aug. 1, he said.

“We don’t see any problem with modifying the airplanes to support IOC,” Babione said.

The Air Force’s requirement for its F-35A variants is 9 Gs, the most stressful out of all the services. The F-35B’s requirement is 7 Gs, while the F-35C is required to pull 7.5 Gs.

The Big Picture

Although the JPO is focused on meeting the Air Force’s IOC deadline, the team is also keeping an eye on the program’s trajectory into the next decade, Harrigian said. Beyond 3i, the JPO will continue to work on 3f, the software block required for full war fighting capability, which the Navy needs for IOC of its F-35Cs in 2018. Even farther out, block 4f will add crucial follow-on capabilities to keep the jet relevant into the future.

But in the meantime, F-35 pilots continue learning new capabilities of the jet each time they climb into the cockpit.

“We are more and more operationalizing the airplane, and getting the airplane into the hands of more and more airmen that are gaining a greater appreciation for how lethal the airplane is, how survivable it is and some of the different missions that we can execute with the airplane,” Harrigian said. “I think it’s healthy to have this discussion.”
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Viajante em Março 24, 2016, 12:30:19 pm
Mais um atraso de 4 meses para o F-35:

http://www.defensenews.com/story/defense/air-space/2016/03/23/f-35-full-combat-capability-four-months-late/82187648/
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Março 31, 2016, 10:38:49 am
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Viajante em Abril 04, 2016, 03:08:12 pm
F-35 launches Joint Standoff Weapon

The Lockheed Martin F-35 Lightning II Joint Strike Fighter conducted the first test launch of a Raytheon AGM-154 Joint Standoff Weapon (JSOW) on 23 March, the Pentagon's F-35 programme office announced on 31 March.

The C-model test aircraft, CF-05, released the 1,000 lb air-to-surface guided glide bomb from an internal weapons bay over the US Navy's (USN's) Atlantic Test Ranges, said Commander Ted Dyckman, the test pilot who flew the mission.

The JSOW is a joint USN-US Air Force (USAF) programme and can be launched from six additional combat aircraft in both services.

http://www.janes.com/article/59223/f-35-launches-joint-standoff-weapon
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Abril 19, 2016, 06:06:55 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Maio 13, 2016, 01:01:07 pm
(http://www.janes.com/images/assets/296/60296/1650391_-_main.jpg)

Denmark selects F-35 for fighter programme to replace its F-16

http://www.janes.com/article/60296/denmark-selects-f-35-for-fighter-programme
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Maio 14, 2016, 02:49:06 pm
(http://www.janes.com/images/assets/296/60296/1650391_-_main.jpg)

Denmark selects F-35 for fighter programme to replace its F-16

http://www.janes.com/article/60296/denmark-selects-f-35-for-fighter-programme
Da maneira como andam as "modas" com a Gronelândia, não me espanta...  :P ::)
Citar
“If we sign, it will cost us hundreds of millions of dollars, and we would never be independent,” he said,” Kai Holst Andersen, Greenland’s deputy finance minister, told The Guardian. Andersen said he would try to get the island exempt from the Paris deal.

Nearly 200 countries hashed out a deal in December to cut carbon dioxide emissions during a U.N. summit in Paris. The deal relies on countries submitting their own plans to cut emissions, and these targets aren’t legally-binding.

There may be no legal enforcement mechanism, but countries could use political pressure to get Greenland to curb its mining and drilling activities.

“If we want to make a living we cannot afford to make an agreement that will bind us [to cutting emissions],” Andersen said. “We are not an independent state. Independence is cancelled if we sign [Paris].”

Greenland has long been held up by politicians and environmentalists as one of the “frontlines” of global warming because of its melting ice sheet. Scientists say the island has lost ice mass in the past few decades, but recent data shows Greenland has been more resilient to warming than previously thought.

Ironically, ice melt has made Greenland’s oil, gas and mineral reserves more accessible to companies and government officials are looking to use these potential revenues to gain independence from Denmark.

http://dailycaller.com/2016/01/28/un-climate-treaty-may-derail-greenlands-bid-for-independence/ (http://dailycaller.com/2016/01/28/un-climate-treaty-may-derail-greenlands-bid-for-independence/)
(http://assets.euractiv.com/lazy-load/img/crop/16x9/666/http://www.euractiv.com/wp-content/uploads/sites/2/2013/04/Greenland_0.jpeg)
(http://im.ft-static.com/content/images/26c9eb72-4195-11e3-b064-00144feabdc0.img?width=681&height=267&title=&desc=)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Maio 19, 2016, 11:53:40 pm
(http://cdn3.img.sputniknews.com/images/103140/70/1031407069.jpg)

Boeing  Disputes Denmark's F-35 Evaluation

http://www.defensenews.com/story/defense/air-space/2016/05/19/boeing-disputes-denmarks-f-35-evaluation/84613000/

Boeing is challenging the Danish government's recommendation that Denmark select Lockheed-Martin F-35 for its next-generation fighter fleet, claiming that the Danes used flawed data to determine the cost of each plane.

Boeing Vice President Debbie Rub told a Dannish parlammentary committee in a private hearing that the recommendation that Denmark buy 27 F-35s to replace its aging  F-16 fleet was based on "incomplete and possibly flawed data" (...)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: raphael em Maio 20, 2016, 10:54:53 am
(https://3.bp.blogspot.com/-GdAeEZpj6yw/Vz3WNN4jroI/AAAAAAAALJo/nydk5gzSPAQEKrTUlMyE6qo-fPoHbjc9wCLcB/s1600/mm7334.JPG)
http://theaircraftspotting.blogspot.pt/2016/05/lockheed-martin-f-35a-lightning-ii.html#comment-form
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Maio 26, 2016, 06:13:41 pm
E entrada em serviço lá para 2020. Faz sentido... ;D ;D
Citar
Segundo o site Defensenews, o Pentágono informou ontem que o teste operacional inicial e avaliação (IOT&E) do F-35 foi postergado para 2018.

O atraso se deve aos “bugs” apresentados na versão 3i do software da aeronave, que estão consumindo tempo demasiado para serem corrigidos. A USAF necessita que essa versão funcione plenamente para declarar a IOC (initial operational capability) dos seus F-35A ainda este ano. O problema é que o trabalho na versão 3i está ocupando grande parte da equipe que ainda está trabalhando no software 3F.

Segundo o tenente general Christopher Bogdan, chefe do Joint Program Office – JPO, 23 caças F-35 deverão receber a atualização para o software 3F antes da IOT&E, e isso não deve ocorrer antes de 2018.

http://www.aereo.jor.br/2016/05/25/teste-operacional-inicial-do-f-35-ficou-para-2018/ (http://www.aereo.jor.br/2016/05/25/teste-operacional-inicial-do-f-35-ficou-para-2018/)
(http://i1.wp.com/www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2016/05/heres-the-most-expensive-weapons-system-ever-and-all-of-its-ammunition-in-one-photo.jpg?w=2000)

Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Junho 09, 2016, 05:25:03 pm
O Governo dinamarquês confirmou hoje oficialmente a escolha do F-35 para substituir o F-16MLU.

http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/174560/danish-parliament-approves-f_35-buy.html


Isto apesar de toda a controvérsia que esta escolha gerou...

http://www.defense-aerospace.com/articles-view/feature/5/174411/slanted-f_35-selection-report-is-another-danish-tragedy.html
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: ICE 1A+ em Junho 15, 2016, 01:38:55 am
Vi pela primeira vez um F35 a voar.
Impressiona o ronco grave do motor.  (muito pouco stealth) muito mais barulhento que um F16 ou F15 . Mas, não é propriamente o tijolo com asas que alguns querem fazer dele.
Gostei
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Junho 15, 2016, 10:31:08 am
Vi pela primeira vez um F35 a voar.
Impressiona o ronco grave do motor.  (muito pouco stealth) muito mais barulhento que um F16 ou F15 . Mas, não é propriamente o tijolo com asas que alguns querem fazer dele.
Gostei
O "único tijolo com asas" chama-se LM / USAF (o F35 como qualquer avião de características diferentes dos restantes precisa de novas tácticas e novos métodos de utilização). Se deixassem de dizer e fazer asneiras e fizessem por exemplo  um artigo como os Noruegueses fizeram, resolviam a maior parte dos problemas de imprensa /opinião pública (se o avião por exemplo é mais barulhento que o F15 ou F16 ou tem um sinal IR superior, querem coloca-lo a fazer CAS da mesma  forma que um A10?)  . Os outros, malogrado os custos vão-se resolver. Aliás, face aos gastos e no caso da marinha falta de alternativas (a USAF ainda pode reactivar a linha do F22), não têm outro remédio...  ;) http://www.defensenews.com/story/defense/air-space/2016/03/01/norwegian-f-35-pilot-counters-controversial-dogfighting-report/81170580/ (http://www.defensenews.com/story/defense/air-space/2016/03/01/norwegian-f-35-pilot-counters-controversial-dogfighting-report/81170580/) 

(http://www.gannett-cdn.com/-mm-/f5165edfa19bcf273643df7b3770f5690bca06dd/r=x404&c=534x401/http/cdn.tegna-tv.com/-mm-/71f0d76670cf5176ef891c3c334663da502970ac/c=0-0-677-509/local/-/media/2016/03/01/DefenseNews/DefenseNews/635924487875699605-DSC-0680-768x509.jpg)
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Maj. Morten “Dolby” Hanche pictured returning from his first flight in the F-35 on Nov. 10, 2015, at Luke AFB.
(Photo: Major Stian Roen/ Royal Norwegian Air Force)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: ICE 1A+ em Junho 16, 2016, 12:59:03 am
Citação de: mafets link=topic=770.msg273675#msg273675 =1465983068
Vi pela primeira vez um F35 a voar.
Impressiona o ronco grave do motor.  (muito pouco stealth) muito mais barulhento que um F16 ou F15 . Mas, não é propriamente o tijolo com asas que alguns querem fazer dele.
Gostei
O "único tijolo com asas" chama-se LM / USAF (o F35 como qualquer avião de características diferentes dos restantes precisa de novas tácticas e novos métodos de utilização). Se deixassem de dizer e fazer asneiras e fizessem por exemplo  um artigo como os Noruegueses fizeram, resolviam a maior parte dos problemas de imprensa /opinião pública (se o avião por exemplo é mais barulhento que o F15 ou F16 ou tem um sinal IR superior, querem coloca-lo a fazer CAS da mesma  forma que um A10?)  . Os outros, malogrado os custos vão-se resolver. Aliás, face aos gastos e no caso da marinha falta de alternativas (a USAF ainda pode reactivar a linha do F22), não têm outro remédio...  ;) http://www.defensenews.com/story/defense/air-space/2016/03/01/norwegian-f-35-pilot-counters-controversial-dogfighting-report/81170580/ (http://www.defensenews.com/story/defense/air-space/2016/03/01/norwegian-f-35-pilot-counters-controversial-dogfighting-report/81170580/) 

(http://www.gannett-cdn.com/-mm-/f5165edfa19bcf273643df7b3770f5690bca06dd/r=x404&c=534x401/http/cdn.tegna-tv.com/-mm-/71f0d76670cf5176ef891c3c334663da502970ac/c=0-0-677-509/local/-/media/2016/03/01/DefenseNews/DefenseNews/635924487875699605-DSC-0680-768x509.jpg)
Citar
Maj. Morten “Dolby” Hanche pictured returning from his first flight in the F-35 on Nov. 10, 2015, at Luke AFB.
(Photo: Major Stian Roen/ Royal Norwegian Air Force)

Cumprimentos

Sim! mafets
Ele a grande velocidade aproxima-se de ti em silencio passa por ti em silencio e quando ouves o "estrondo" que faz, ja vai longe!
fez umas passagens a  grande velocidade e baixa altitude á praia onde se realizou o air show e ate fazia  arrepiar.  voou com ele um F16 que fez as mesmas manobras e a sua  " presença"  em comparação mal se fazia notar.
A sensação auditiva  que se tem é que faz o dobro do barulho do F16
Seria interessante ver medições de decibeis dos avioes em causa
Tens razão! So tem que adaptar as taticas de combate as caracteristicas do avião!
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 16, 2016, 10:17:40 am
À uns anos quando fui ao dia da Força Aérea participaram tanto os nossos F-16 como os EFA Espanhóis e a impressão foi igual. O EFA fazia um barulhão... parecia que a turbina ia-se partir!
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: raphael em Junho 16, 2016, 11:19:32 am
À uns anos quando fui ao dia da Força Aérea participaram tanto os nossos F-16 como os EFA Espanhóis e a impressão foi igual. O EFA fazia um barulhão... parecia que a turbina ia-se partir!

Sim um eurofighter a fazer manobras fez mais barulho que quatro F-16 a simularem ataque ao solo....
Também fiquei com essa percepção.

E o F-35 numa descolagem abafa vários Mig-29.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Junho 24, 2016, 03:55:04 pm


Lockheed-Martin: Israel F-35 rollout celebration at Fort Worth, Texas

http://www.janes.com/article/61732/first-israeli-f-35-unveiled
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Junho 25, 2016, 06:35:53 pm
Mais despesas?  :P
Citar
A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) está avaliando a possibilidade de substituir os assentos ejetáveis do seu mais recente caça, o F-35. A informação foi dada pela Defense News faz poucas horas.

Segundo a reportagem da Defense News, o movimento pela busca de um novo assento começou cerca de uma semana atrás. O modelo mais cotado para a substituição seria o ACES 5 fabricado pela United Technologies. Modelos mais antigos da família ACES (conhecidos como ACES II) equipam aviões de combate como o A-10, o F-15, o F-16, o F-22, o B-1 e o B-2.

Durante testes do assento ejetável ocorridos em agosto do ano passado foram descobertos riscos consideráveis de lesão no pescoço caso um piloto de pouco peso tenha que se ejetar em velocidades mais lentas.

Posteriormente foi informado que o peso e o volume do capacete complicam o problema. Durante testes realizados com o capacete geração III, descobriu-se um aumento do risco de lesão em ejeções com baixa velocidade de pilotos mais leves, informou um porta-voz do Pentágono. O problema, potencialmente fatal, não havia ocorrido durante testes anteriores com os capacetes mais leves do tipo Geração II.

Em janeiro deste ano a Força Aérea dos Estados Unidos informou que não suspenderá as restrições de peso dos pilotos de F-35 até 2018 – pelo menos – pois mais testes precisam ser feitos para tratar de questões de segurança.

O principal problema do assento US16E da Martin-Baker diz respeito a um pequeno movimento de rotação que o dispositivo executa durante a ejeção quando ocupado por um piloto de baixa massa corpórea. O ACES 5 possui um dispositivo chamado STAPAC que auxilia na estabilização do mesmo durante a ejeção. A Martin-Baker está trabalhando num dispositivo semelhante que deverá equipar a próxima geração de assentos ejetáveis da companhia.

http://www.aereo.jor.br/2016/06/24/usaf-busca-novo-assento-para-o-f-35/ (http://www.aereo.jor.br/2016/06/24/usaf-busca-novo-assento-para-o-f-35/)
(http://i0.wp.com/www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2015/10/martinbaker-ejectorseat-F-35.jpg?w=534)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Junho 28, 2016, 12:32:57 pm
http://www.aereo.jor.br/2016/06/27/motor-mais-economico-para-o-caca-f-35/ (http://www.aereo.jor.br/2016/06/27/motor-mais-economico-para-o-caca-f-35/)
Citar
Segundo o site Forecast International, o fabricante Pratt & Whitney divulgou um upgrade do motor F135 que pode reduzir o consumo de combustível em até 7% nas variantes do F-35.

O compressor com novos rotores aerodinamicamente aperfeiçoados pode ser instalado facilmente nas aeronaves já produzidas e nas futuras. A atualização estará disponível no início dos anos 2020.
(http://i0.wp.com/www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2016/06/F135-engine-test.jpg?resize=640%2C427)
(http://i0.wp.com/www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2016/06/F135-engine-and-F-35.jpg?resize=640%2C427)

Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Julho 01, 2016, 10:51:04 am

The arrival  and first touchdown of the UK'S next generation fighter jet at RAF Fairford. The aircraft will be putting on air display at the upcoming RIAT "Air Tattoo" and also Fairnborough 2016.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Julho 09, 2016, 12:53:15 pm

RIAT 2016 / F35B Lightning II
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 23, 2016, 05:38:18 pm
Citação de: akivrx78
http://hiroseisibu.cocolog-nifty.com/blog/2016/07/2016-11-1485.html (http://hiroseisibu.cocolog-nifty.com/blog/2016/07/2016-11-1485.html)

Um artigo interessante sobre os custos do F-35 do Japão, os valores estão em ienes vou arrendador em 100 ienes = 1 dolar.
 
2012 - US$600 milhões - 4 unidades contrato inicial
2013 - US$1.332 milhões - 2 unidades
2014 - US$1.443 milhões - 4 unidades
2015 - US$1.399 milhões - 6 unidades
2016 - US$1.391 milhões - 6 unidades

Total - US$6.165 milhões - 22 unidades -  US$280 milhões a unidade (isto incluem peças de reposição) 

Orçamento gasto para implantar uma FACO em Nagoya.

2012 - Governo americano US$600 milhões
2013 - Governo americano US$455 milhões
2013 - Mitsubishi Heavy US$639 milhões
2013 - IHI US$182 milhões
2013 - Mitsubishi Eletric US$56 milhões   
2014 - Governo americano US$940 milhões
2014 - Mitsubishi Heavy US$213 milhões
2014 - IHI US$244 milhões 
2014 - Mitsubishi Eletric US$45 milhões 

Total - US$3.375 milhões + US$6.165 milhões = US$9.540 milhões
22 unidades - US$433 milhões a unidade (isto incluem peças de reposição e o custo da FACO)

Ainda falta mais 20 unidades a ser adquiridas
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Agosto 03, 2016, 03:28:47 pm



Força Aérea Americana declara F-35A pronto para o combate

http://www.defesaaereanaval.com.br/forca-aerea-americana-declara-f-35a-pronto-para-o-combate/

http://www.janes.com/article/62738/usaf-says-f-35a-combat-ready
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Agosto 14, 2016, 10:04:39 pm
FLIR Thermal F-35!
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 20, 2016, 04:45:07 pm
US Navy Tests F-35C Carrier Variant Aboard USS George Washington


Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Agosto 21, 2016, 09:00:51 am
Pimba. Lá vai mais "cash"...  ;D http://www.aereo.jor.br/2016/08/15/eua-injetam-mais-u-1-bi-no-programa-jsf/ (http://www.aereo.jor.br/2016/08/15/eua-injetam-mais-u-1-bi-no-programa-jsf/)
Citar
O departamento de Defesa dos EUA aprovou neste mês a injeção adicional de aproximadamente um bilhão de dólares no programa Joint Strike Fighter (F-35) para a Lockheed Martim cobrir os custos incorridos na produção do nono lote de aeronaves. A informação foi dada pelo site DefenseNews na última sexta-feira.

A atitude forneceu um alívio momentâneo para a companhia, que estava custeando com recursos próprios os custos associados com a produção em pequena escala referente aos lotes 9 e 10 do F-35. No mês passado um executivo da companhia informou que a empresa gastou perto de um bilhão de dólares para compensar seus fornecedores do programa.

O DoD já havia injetado no programa do JSF U$ 650 milhões em novembro passado. No entanto, a injeção de recursos pode chegar até o teto de U$ 5,37 bilhões antes que um contrato definitivo de produção seja firmado entre as partes. Essas injeções de recursos ocorrem através de um dispositivo legal conhecido como UCA (undefinitized contract action). Eventuais UCA são firmados entre o governo e a empresa, caso seja do interesse do governo e antes que um contrato definitivo esteja acordado. O contrato final deveria ter sido estabelecido no início deste ano, conforme projeções do escritório do programa.

Para que as mais de 140 aeronaves dos lotes 9 e 10 sejam produzidas, o governo dos EUA espera gastar perto de U$ 14 bilhões.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2016/01/F-35-variants.jpg)

Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Agosto 28, 2016, 03:32:25 pm
http://www.aereo.jor.br/2016/08/26/caca-f-35-ainda-esta-longe-da-capacidade-plena/ (http://www.aereo.jor.br/2016/08/26/caca-f-35-ainda-esta-longe-da-capacidade-plena/)
Citar
Em um memorando interno à chefia do Departamento de Defesa dos EUA em 9 de agosto, Michael Gilmore, diretor de teste operacional e avaliação (DOT&E), advertiu que o caça F-35 ainda tem um longo caminho a percorrer antes da capacidade de combate plena e pode ficar sem fundos para corrigir problemas significativos de desempenho a tempo, se descobertas tardias atrasarem ainda mais o fim do programa da fase de desenvolvimento.

Segundo o memorando, o Joint Strike Fighter F-35 (JSF) tem deficiências significativas com suas armas, problemas de integração com o míssil ar-ar de curto alcance AIM-9X e bombas SDB e erros de software não resolvidos que comprometem a capacidade de combate do avião.

Desafios da integração de armas

No topo da lista de preocupações do DOT&E está o canhão de 25 milímetros da versão F-35A da Força Aérea, que será a principal arma do jato no apoio aéreo aos soldados no campo de batalha. Os testes realizados em maio revelaram que a portinhola que se abre quando a arma é disparada induz a uma guinada, ou desvio do nariz do avião, resultando em erros de pontaria. Alterações de software poderão ser necessárias para corrigir o problema.

Os testes com o canhão em casulo externo do F-35B e F-35C estão atrasados.

O DOT&E também está preocupado com os resultados dos testes feitos com o míssil AIM-9X, que revelaram “excessos de carga”, ou o excesso de estresse, na estrutura da asa da variante da Marinha F-35C durante pousos e certas manobras.

Os testes planejados com outras armas, como as SDB estão atrasados por causa dessas descobertas.

Problema de software ainda não resolvido

O problema de estabilidade no software Block 3i do F-35 que travava e obrigava o piloto a reinicializar o sistema em pleno voo ainda persiste, apesar da correção. Antes o problema ocorria a cada cinco horas de voo, agora na versão 3F ele ocorre a cada 9 horas.

Limitações do software Block 3i do USAF

Na configuração Block 3i os jatos F-35A podem transportar apenas duas bombas e dois mísseis, e atualmente não têm capacidade de empregar o canhão de 25 mm, nem armas externas. Esta capacidade só virá quando for instalado o Block 3F.

Além disso, os F-35A não têm capacidade de designação de alvos para o apoio aéreo aproximado e outras missões, exigem comunicações de voz para verificar certas mensagens, e tem limitada capacidade de geolocalização, baseando-se em fontes externas para localizar ameaças e adquirir alvos.

Finalmente, os jatos com o Block 3i tem capacidade de visão noturna limitada, como os capacetes Generation III de US$ 400 mil, que ainda estão enfrentando problemas com o vazamento de luz e “cor verde” que obscurece a visão dos pilotos durante os voos noturnos muito escuros.

O DOT&E também apontou deficiências na fusão de dados dos sensores no Block 3i, guerra eletrônica, datalinks e interfaces avião-piloto “que terão impacto sobre a eficácia da missão e adequação em combate.”

Aeronaves de teste podem não ficar prontas a tempo

O JPO (Joint Program Office) do F-35 precisa de um certo número de aeronaves de testes operacionais representativas de produção, adaptadas com todas as modificações feitas desde que o programa de desenvolvimento começou, para o IOT&E (Initial Operational Test and Evaluation). Mas o planejamento atual do programa para a prontificação desses jatos mostra que as modificações não serão concluídas até fevereiro de 2020, três anos depois do cronograma que definia o início do IOT&E para agosto de 2017.

O JPO está considerando ações destinadas a acelerar este cronograma, mas ainda tem de chegar a um acordo com os serviços militares dos EUA e colocar um plano em contrato.

O risco é que o financiamento do programa de testes pode acabar antes do esforço de desenvolvimento. Se isso ocorrer, será necessário um financiamento adicional para completar os testes.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2015/08/F-35A-Gun-Test-181-Rounds-900x508.jpg)
Citar
A portinhola do canhão do F-35A guina o nariz do avião em voo e faz errar a pontaria

Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Setembro 21, 2016, 10:21:58 am
Não me lembro deu caça que desse tantos problemas como o F35...  :o
Citar
A Força Aérea dos EUA ordenou o “groudeamento” (proibição de voo) de 13 caças F-35A, bem como um par de F-35A da Noruega, após a descoberta de problemas relacionados com “desintegração e fragmentação ” do isolamento do tubo de refrigeração.

A questão parece estar relacionada com um fornecedor dos isolantes, que são instalados nas asas do jato. Durante a verificação de manutenção descobriu-se que o isolamento nos dutos estava se desfazendo em alguns casos, deixando resíduo no combustível, de acordo com um comunicado do governo da Noruega.

O problema foi rastreado até os tubos de refrigeração fabricados por um fornecedor particular, que só foram instalados nos tanques de combustível das asas de 15 aeronaves.

O problema foi descoberto pela primeira vez no verão deste ano durante um processo de manutenção nível parque de um F-35A sendo preparado para a IOC ( initial operational capability), disse o porta-voz da Lockheed Martin, Mike Rein.

Depois que as equipes de manutenção encontraram o mesmo problema em três aeronaves a Lockheed realizou testes subsequentes que “indicavam a possibilidade dos resíduos deste isolamento se alojarem no sifão de ligação entre os tanques de combustível das asas e tanques e da fuselagem”, disse o porta-voz da Força Aérea dos EUA Ann Stefanek”. Isso poderia resultar em pressões negativas excessivas nos tanques de combustível durante as operações aéreas ou em pressões positivas excessivas durante reabastecimento em voo ou no solo. Em ambos os casos isto poderia causar danos estruturais para os tanques de combustível do avião”.

A Lockheed trabalha com vários fornecedores que são responsáveis pela fabricação das linhas de refrigeração, mas Rein se recusou a revelar qual dos seus subcontratados tenha sido responsável pela parte em não-conformidade. A empresa pretende continuar a trabalhar com esse fornecedor em futuros lotes de F-35.

“Não houve nenhuma discussão sobre a mudança de fazer negócios com eles”, disse ele.

O impacto vai além das aeronaves em atividade uma vez que existem 42 F-35 atualmente na linha de produção que receberam partes do mesmo fornecedor. Entre elas estão três aeronaves para a Noruega,  cuja entrega está prevista para o início do próximo ano. Não está claro se essas partes terão de ser substituídas ou se outros aviões encomendados por outras nações serão impactados.

O escritório do programa do F-35 (JPO) salientou que o problema foi causado por um defeito de fabricação em vez de um problema técnico que possa afetar o desempenho da aeronave.

http://www.aereo.jor.br/2016/09/17/problemas-com-pecas-defeituosas-imobilizam-15-cacas-f-35a/ (http://www.aereo.jor.br/2016/09/17/problemas-com-pecas-defeituosas-imobilizam-15-cacas-f-35a/)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2016/08/F-35-IOC.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Outubro 04, 2016, 10:23:02 am
Electronic warfare for the F-35

Dê por onde der esta será a forma de sobreviver às ameaças modernas.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Viajante em Outubro 04, 2016, 10:45:22 am
Em 2025 vendemos os F-16 à Roménia e encomendamos 30 F-35A :)

Envolvendo a NATO e comprando em Leasing por 30 anos, deve dar uns 100 milhões de euros por ano!
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Outubro 04, 2016, 10:35:16 pm
Ou isso ou então é fugir dos SAM russos como o diabo foge da cruz.
Na Air Forces Monthly de Outubro vem um artigo sobre os Su-24M ucranianos e em como nem detetam que estão a ser seguidos e são abatidos pelos sistemas Pantsyr-S1.

(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2013/09/Pantsyr-S11.jpg)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: perdadetempo em Outubro 28, 2016, 04:51:21 pm
Citar
WASHINGTON, DC. --- Lockheed Martin will begin studying options for adding a software filter to the system that tracks maintenance and training data for the F-35 fighter as part of an effort to limit the amount of data that gets shared with US-based contractors over concerns about privacy and sovereignty.

The US government intends to award a sole source contract to F-35 prime Lockheed to conduct a trade study for connecting a "sovereign data gateway" (SDG) to the autonomic logistics information system (ALIS), according to a 17 October Federal Business Opportunities website announcement.

Lockheed's ALIS is programmed to keep track of thousands of operational details about the F-35 fleet, including data from health monitoring systems on board the aircraft as well as the training and flight logs for each of the pilots. As the global data hub, ALIS is supposed to order parts and schedule training as they are needed, saving operators the burden of managing and back-filling spare inventories. For the system to work, the jet must automatically transmit information after and even during each flight by an F-35 to Lockheed's ALIS hub in Fort Worth, Texas.

But that automated stream of data also worries some of the F-35's international customers. (end of excerpt)

http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/178377/lockheed-may-modify-f_35%E2%80%99s-alis-software-to-allay-sovereignty-concerns.html (http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/178377/lockheed-may-modify-f_35%E2%80%99s-alis-software-to-allay-sovereignty-concerns.html)

nota: A ver se é desta que deixa de ser preciso ligar o computador do avião aos EUA para poder levantar voo.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Outubro 31, 2016, 11:10:40 pm

RAF F-35B Lightning II - RIAT 2016
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: perdadetempo em Novembro 14, 2016, 03:48:25 pm
Big F-35 Is watching You:

Citar
Lockheed Martin, designers of the super-expensive F-35 fighter jet, is working on a system claimed to reassure foreign customers that the US won't be able to read their pilots' personal data.

According to Flight Global, Lockheed Martin is working on a sovereign data gateway (SDG) to reassure F-35 customers that the US won't be reading every single detail of what they do with their jets after they've been delivered.

The SDG's existence was revealed in an update posted to the US Federal Business Opportunities website, which is password protected.

The F-35's ALIS (Autonomic Logistics Information System) keeps track of a wealth of data about each and every F-35, from the health of the aircraft's flight systems to pilots' flight plans and more.

The aircraft itself sends this data to its parent squadron's local ALIS server – its "standard operating unit" – which in turn transmits it to its owning nation's Central Point of Entry Services Kit (CPESK). From there the data is also beamed back to Lockheed Martin in Fort Worth, Texas.

The idea of ALIS is that it automatically orders spare parts, reminds maintainers when life-limited components need replacing and gives air forces an overview of their aircraft.

Other nations buying the F-35 include the United Kingdom, the Netherlands, Australia, Israel, Canada, Norway, South Korea, Denmark, Italy, Japan – and Turkey.

The SDG will be installed on each nation's CPESK and will allow each F-35 customer nation to "inspect and verify data flowing to and from the US hub", according to Flight Global. The magazine also claims that the SDG will be able to block, modify or delay sensitive data, and gives an example of pilots' personal data which may be subject to data protection laws.

Naturally, unless the SDG source code is also made available to partner countries for them to inspect, there is no guarantee that the US won't retain a backdoor capability to inspect the data firehose. After the NSA mass surveillance revelations, will partner nations trust the SDG?

There is no mention in the Flight Global report of whether the SDG notice specifies other types of data that can be blocked other than personal data. The magazine noted that many F-35 customer nations made the ability to redact pilots' personal data from ALIS a prerequisite of buying the system.

ALIS itself is currently at version 2.01, with v2.02 having been under certification testing in June this year. Version 3 is scheduled for release in 2017. US aircraft maintainers use Panasonic Toughbooks to access the system, according to Aviation News International, which also revealed that a planned realtime data downlink from the F-35s called Prognostics and Health Management was scrapped over "security concerns". Data is instead downloaded from each aircraft after flight.

The system also supports offline F-35 operations – but only for up to 30 days. As we all know, wars of the future will last absolutely no longer than 29 days. ®

http://www.star-telegram.com/news/business/article113897913.html (http://www.star-telegram.com/news/business/article113897913.html)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Stalker79 em Novembro 21, 2016, 04:38:55 pm
Só por curiosidade alguem me pode dar uma idea de qual seria o preço em 2020/25 para a compra de 30 F-35A para substituir os nossos F-16?
 :G-beer2:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: typhonman em Novembro 27, 2016, 06:16:41 pm
uns 2500 mil milhões de euros.  :N-icon-Axe:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Stalker79 em Novembro 27, 2016, 10:17:48 pm
uns 2500 mil milhões de euros.  :N-icon-Axe:

Sei que no grande esquema das coisas nem é muita guita no mundo do armamento mas, ouch...
E se calhar ainda teria de se colocar o valor dos"extras" em cima,manutenção,formação,peças,etc.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 30, 2016, 09:05:59 pm
Super Advanced F-35 Lightning II Stealth Fighter Plane In Action Over The Pacific


Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: dc em Novembro 30, 2016, 09:39:05 pm
uns 2500 mil milhões de euros.  :N-icon-Axe:

2500 mil milhões? Isso é 10 vezes o nosso PIB!
Penso que quereria dizer 2500 milhões.

Foi pena o programa JSF ter sido feito tão à pressa. Se tivessem dado mais 1 ou 2 anos à Boeing, talvez tivessem apresentado um protótipo da versão com o layout das asas alternativo (em vez de asa delta, asa e cauda separadas como no F-35). Parecia-me um conceito bastante interessante.

Mas por aqueles lados já é comum descartar projectos interessantes, como o do YF-23, se calhar um avião com potencial para ser um strike fighter, como o F-117 foi em tempos, mas com capacidade ar-ar.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Dezembro 07, 2016, 11:51:29 pm
(http://militaryaviationreview.com/wp-content/uploads/2016/12/IDF_F35_1.jpg)
(http://militaryaviationreview.com/wp-content/uploads/2016/12/IDF_F35_2.jpg)

First two Israeli F-35As Arrive At Lajes, Azores, in December 06, 2016

http://militaryaviationreview.com/first-two-israeli-f-35as-arrive-at-lajes

Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Dezembro 08, 2016, 02:03:19 pm
Lá voltamos aos aos custos de voo e manutenção...  :o ::)

http://www.aereo.jor.br/2016/12/07/caca-f-35-vai-precisar-de-50-horas-de-manutencao-por-hora-de-voo/ (http://www.aereo.jor.br/2016/12/07/caca-f-35-vai-precisar-de-50-horas-de-manutencao-por-hora-de-voo/)

Citar
Quatro anos após o início de sua carreira operacional, espera-se que os caças F-35 exijam entre 41,75 e 50,1 homem-hora de manutenção (MMH) por hora de voo, ou cerca de três vezes mais do que a maioria das aeronaves de caça atualmente operadas pelas forças aéreas ocidentais.

Esta extremamente elevada relação MMH por hora de voo é extrapolada de uma solicitação de 1 de dezembro feita pelo US Naval Air Systems Command (Navair), que afirma que a frota mundial em serviço de F-35 vai exigir 17 milhões de homens-hora de manutenção e apoio nos anos fiscais FY 2018 e FY 2019.

A solicitação “Sources Sought” da Navair, publicada no site Federal Business Opportunities (FBO), estima que a frota de F-35 incluirá 597 aeronaves no final do ano fiscal de FY18 e 760 no final de FY19 (setembro de 2019).

O Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (USMC) declarou a Capacidade Operacional Inicial (IOC) para seu F-35B em julho de 2015, e a Força Aérea dos EUA fez o mesmo com o seu F-35A em agosto de 2016, então naquele momento a aeronave estará em serviço por três a quatro anos, dependendo da versão.

A tabela a seguir resume o tamanho da frota em serviço do F-35 esperada pelos operadores, conforme declarado pelo Navair em sua solicitação. Estes números estão obviamente sujeitos a alterações, mas dado que o ciclo de produção do F-35 é de três anos, a maioria destas aeronaves já está em produção e, portanto, menos susceptíveis de mudança.

O número de aeronaves em serviço – 597 no final do FY18 e (597 + 163 = 760) no final do FY19) implica que o total solicitado de 17 milhões de homens-hora de apoio equivale a 12,527 por aeronave por ano, ou cerca de 1.043 horas por aeronave por mês.

Dado que a aeronave de combate F-35 deve voar em média 250 horas por ano, a aritmética simples mostra que o Navair espera que o F-35 exija, em média, 50,1 homens-hora de manutenção por hora de voo – teria exigido 41,75 MMH se fizesse 300 horas de voo, como planejado originalmente.

A Força Aérea dos EUA originalmente planejava fazer seus F-35 voarem 300 horas por Primary Aircraft Inventory (PAI) por ano. Posteriormente, reduziu as horas de voo do F-35A de 300 a 250 horas de voo por PAI.

Isso representa várias vezes mais horas de manutenção do que os atuais jatos da linha de frente operados pelos serviços dos Estados Unidos e também bem mais do que o F-22 Raptor, que “estava obrigado a atingir 12 horas de manutenção diretas por hora de voo DMMH/FH) na maturidade do sistema, que devia ocorrer quando a frota de F-22 acumulasse 100.000 horas de voo”, de acordo com uma resposta da US Air Force Association a uma reportagem do Washington Post.

Fatos: Em 2008, o F-22 alcançou 18,1 DMMH/FH que depois melhorou para 10,5 DMMH/FH em 2009. É importante reconhecer que esta métrica deveria ser atingida na maturidade do sistema, que estava projetada para ocorrer no final de 2010. Assim, o F-22 estava melhor do que a exigência bem antes da maturidade.

Claramente, no FY2018, o F-35 só terá estado em serviço “operacional” por três ou quatro anos (IOC em meados de 2015 e meados de 2016) e, portanto, ainda muito longe da maturidade, mas um número tão elevado de horas de manutenção vai fazer explodir os custos operacionais para seus operadores, que foram informados há muito tempo que o F-35 seria barato de operar.

FONTE: www.defense-aerospace.com
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2016/05/F-35A-foto-2-Lockheed-Martin.jpg)

Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Stalker79 em Dezembro 10, 2016, 03:32:58 pm
(http://militaryaviationreview.com/wp-content/uploads/2016/12/IDF_F35_1.jpg)
(http://militaryaviationreview.com/wp-content/uploads/2016/12/IDF_F35_2.jpg)

First two Israeli F-35As Arrive At Lajes, Azores, in December 06, 2016

http://militaryaviationreview.com/first-two-israeli-f-35as-arrive-at-lajes

Se ainda fossem uns pra nós.....
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Viajante em Dezembro 12, 2016, 03:49:36 pm
Trump critica custos dos aviões militares e defende poupança de milhões de dólares

O custo do programa dos caça-bombardeiros F-35, o maior programa militar na história dos Estados Unidos, está “fora de controlo”, escreveu hoje o Presidente americano eleito, Donald Trump, na rede social Twitter, citada pelas agências internacionais.

(http://thumbs.web.sapo.io/?epic=ODQyJQ7MRyM+QPe2bw1VjSW+qDKHMCNX4viy6JvvGFwVi9ZUR1ux14pKAmd412GeKf4uUfxhV7jwaEl5Z1swwySOukEOSFthPH4qVDioM0Q4ydc=&W=800&H=0&delay_optim=1)

“O programa F-35 e o seu custo estão fora de controlo. Muitos mil milhões de dólares podem – e vão – ser poupados em aquisições militares (e outras) depois de 20 de janeiro”, prometeu Trump, numa altura em que existem informações de que os custos e o calendário do programa derraparam significativamente face às estimativas iniciais.

A fabricante de material aeronáutico e de armamento norte-americana Lockheed Martin tem um contrato de 1,5 triliões de dólares (1400 mil milhões de euros, na reportagem o jornalista apresenta um valor 1000 vezes mais baixo!) até 2070 para desenvolver a última geração destes aviões de combate. Cada aparelho está estimado custar 100 milhões de dólares (cerca de 94 milhões de euros).

Lançado no início da década de 1990, o programa F-35 é um dos mais caros da história militar norte-americana.

Na semana passada, e também devido aos montantes monetários envolvidos, Trump defendeu o cancelamento do contrato milionário com a fabricante Boeing para a construção de um novo avião presidencial 'Air Force One', classificando mesmo os custos envolvidos como “ridículos”.

“A Boeing está a construir um novo 'Air Force One' 747 para futuros Presidentes, mas os custos estão fora de controlo, mais de quatro mil milhões de dólares [3,7 mil milhões de euros]. Cancelar encomenda”, escreveu na altura Trump no Twitter.

O projeto foi atribuído à construtora americana Boeing em janeiro de 2015 e na altura estava avaliado em cerca de três mil milhões de dólares (2,7 mil milhões de euros). A conclusão do projeto está prevista para 2024.

O Presidente eleito confirmou hoje igualmente a escolha do general aposentado John Kelly para assumir a pasta da Segurança Interna, nome que tinha sido avançado na semana passada pelos ‘media’ americanos.

Este antigo fuzileiro naval (‘marine’) de 66 anos estará à frente do Departamento que assume a responsabilidade da segurança interna dos Estados Unidos (incluindo a luta contra o terrorismo em território americano), mas também o controlo das fronteiras norte-americanas, da imigração e dos processos de naturalização.

John Kelly, que perdeu um filho militar no Afeganistão, dirigiu entre 2012 até ao ano corrente o Comando Sul, o comando militar norte-americano que abrange a América Latina. Neste cargo, este general aposentado foi responsável pela controversa prisão militar de Guantánamo, em Cuba.

“É a pessoa certa para liderar a missão urgente de travar a imigração ilegal e de garantir a segurança das nossas fronteiras", disse Trump, num comunicado divulgado hoje.

Donald Trump, vencedor das eleições do passado dia 8 de novembro, será empossado a 20 de janeiro de 2017, numa cerimónia pública junto ao edifício do Capitólio, em Washington.

Fonte: http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/trump-critica-custos-dos-avioes-militares-e-defende-poupanca-de-milhoes-de-dolares
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Crypter em Dezembro 12, 2016, 03:52:18 pm
Como é possível o líder do país mais poderoso do mundo andar a fazer política pelo twitter..

Inacreditável o ponto a que "os américas" chegaram..
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Viajante em Dezembro 12, 2016, 03:56:05 pm
Conheço um líder que deve estar a rebolar a rir-se com estas tiradas!!!!

E algumas dezenas de outros aqui na Europa incrédulos com o que a criatura diz!!!!!!! E preocupados, principalmente quem comprou o F-35!!!!
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Luso em Dezembro 12, 2016, 05:24:16 pm
Parece que também está boquiaberto são os apreciadores deste tipo de brinquedos, que se estão a demonstrar uma fraude a todos os níveis. Se a decisão não é racional, não sei o que será.
Agora os outros que alinharam na coisa sem saber no que se estavam a meter, então que paguem por isso. Mas esses já devem ter mamado o que tinham a mamar e já não estão no poder.
O que dá melhores resultados é "fly before you buy", não capacidades de treta, impingidas por chico espertos que depois vão trabalhar para as companhias que as fazem.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Viajante em Dezembro 12, 2016, 05:45:54 pm
Parece que também está boquiaberto são os apreciadores deste tipo de brinquedos, que se estão a demonstrar uma fraude a todos os níveis. Se a decisão não é racional, não sei o que será.
Agora os outros que alinharam na coisa sem saber no que se estavam a meter, então que paguem por isso. Mas esses já devem ter mamado o que tinham a mamar e já não estão no poder.
O que dá melhores resultados é "fly before you buy", não capacidades de treta, impingidas por chico espertos que depois vão trabalhar para as companhias que as fazem.

O que é altamente sensurável é a criatura ter feito semelhante afirmação em público. Ele já não está em campanha. Esses assuntos deve discutir com quem estiver envolvido..... qualquer dia está a divulgar a lista de agentes da CIA (para vingar-se do relatório da ajuda Russa), e por aí a fora.....
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: perdadetempo em Dezembro 12, 2016, 10:13:44 pm
Parece que também está boquiaberto são os apreciadores deste tipo de brinquedos, que se estão a demonstrar uma fraude a todos os níveis. Se a decisão não é racional, não sei o que será.
Agora os outros que alinharam na coisa sem saber no que se estavam a meter, então que paguem por isso. Mas esses já devem ter mamado o que tinham a mamar e já não estão no poder.
O que dá melhores resultados é "fly before you buy", não capacidades de treta, impingidas por chico espertos que depois vão trabalhar para as companhias que as fazem.

O que é altamente sensurável é a criatura ter feito semelhante afirmação em público. Ele já não está em campanha. Esses assuntos deve discutir com quem estiver envolvido..... qualquer dia está a divulgar a lista de agentes da CIA (para vingar-se do relatório da ajuda Russa), e por aí a fora.....

Ora o homem apenas está a fazer uso de uma das poucas coisas que dão aos EUA o direito de se considerarem uma democracia ou seja, para o melhor e para o pior, a liberdade de expressão. O problema é como sofre de défice de atenção apenas consegue usar o twitter. Ele apenas repete o que já foi dito e bem mais fundamentado por quem tem conhecimento sobre o assunto em vários relatórios de organismos oficiais americanos que não a USAF ou a Lockheed.

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Dezembro 13, 2016, 09:48:49 am
Conheço um líder que deve estar a rebolar a rir-se com estas tiradas!!!!

E algumas dezenas de outros aqui na Europa incrédulos com o que a criatura diz!!!!!!! E preocupados, principalmente quem comprou o F-35!!!!
É a maneira Trump de dizer: "Ou reduzem custos para o Governo ou estão lixados". E a "lixadela" começou logo no rombo que as acções levaram, tanto da LM como da Boeing, relativo ao Air Force One (o CEO da Boeing fez logo uma chamada para o eleito presidente a "suavizar" a coisa, ou seja, "apresentando desconto à vista". O CEO da LM já deve ter também ligado e em breve aparecerá com certeza o teor do "desconto", perdão da conversa http://www.foxbusiness.com/markets/2016/12/07/boeing-ceo-calls-trump-after-air-force-one-criticism.html (http://www.foxbusiness.com/markets/2016/12/07/boeing-ceo-calls-trump-after-air-force-one-criticism.html) ).  ;D ;) 

Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Viajante em Dezembro 13, 2016, 10:04:43 am
Conheço um líder que deve estar a rebolar a rir-se com estas tiradas!!!!

E algumas dezenas de outros aqui na Europa incrédulos com o que a criatura diz!!!!!!! E preocupados, principalmente quem comprou o F-35!!!!
É a maneira Trump de dizer: "Ou reduzem custos para o Governo ou estão lixados". E a "lixadela" começou logo no rombo que as acções levaram, tanto da LM como da Boeing, relativo ao Air Force One (o CEO da Boeing fez logo uma chamada para o eleito presidente a "suavizar" a coisa, ou seja, "apresentando desconto à vista". O CEO da LM já deve ter também ligado e em breve aparecerá com certeza o teor do "desconto", perdão da conversa http://www.foxbusiness.com/markets/2016/12/07/boeing-ceo-calls-trump-after-air-force-one-criticism.html (http://www.foxbusiness.com/markets/2016/12/07/boeing-ceo-calls-trump-after-air-force-one-criticism.html) ).  ;D ;) 

Saudações

Certo! Mas eu não coloco em causa as críticas muito provavelmente justas quer ao F-35 quer ao Air Force One!
O que me admiro é que o faça em público! Não está certamente a defender os interesses americanos, e tendo sido ele eleito para o nº 1 do país...... há coisas que se dizem em privado e certamente sendo ele o Presidente eleito, com certeza que as empresas americanas aceitavam as críticas.

O que ele fez, secalhar propositado, foi provocar uma desvalorização das acções das empresas visadas. Sei lá se abusando das funções não terá pedido à querida Ivanka ou ao genro, para investir mil milhões de dólares na queda das acções dessas empresas. Desconfio mais disso que da comprovada incompetência da criatura. Os senhores da Guerra Republicanos não devem estar nada contentes :)

Ivanka querida, aposta aí na queda das acções da Apple que eu vou escrever aqui umas coisas no twitter :)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Dezembro 13, 2016, 12:00:27 pm
Conheço um líder que deve estar a rebolar a rir-se com estas tiradas!!!!

E algumas dezenas de outros aqui na Europa incrédulos com o que a criatura diz!!!!!!! E preocupados, principalmente quem comprou o F-35!!!!
É a maneira Trump de dizer: "Ou reduzem custos para o Governo ou estão lixados". E a "lixadela" começou logo no rombo que as acções levaram, tanto da LM como da Boeing, relativo ao Air Force One (o CEO da Boeing fez logo uma chamada para o eleito presidente a "suavizar" a coisa, ou seja, "apresentando desconto à vista". O CEO da LM já deve ter também ligado e em breve aparecerá com certeza o teor do "desconto", perdão da conversa http://www.foxbusiness.com/markets/2016/12/07/boeing-ceo-calls-trump-after-air-force-one-criticism.html (http://www.foxbusiness.com/markets/2016/12/07/boeing-ceo-calls-trump-after-air-force-one-criticism.html) ).  ;D ;) 

Saudações

Certo! Mas eu não coloco em causa as críticas muito provavelmente justas quer ao F-35 quer ao Air Force One!
O que me admiro é que o faça em público! Não está certamente a defender os interesses americanos, e tendo sido ele eleito para o nº 1 do país...... há coisas que se dizem em privado e certamente sendo ele o Presidente eleito, com certeza que as empresas americanas aceitavam as críticas.

O que ele fez, secalhar propositado, foi provocar uma desvalorização das acções das empresas visadas. Sei lá se abusando das funções não terá pedido à querida Ivanka ou ao genro, para investir mil milhões de dólares na queda das acções dessas empresas. Desconfio mais disso que da comprovada incompetência da criatura. Os senhores da Guerra Republicanos não devem estar nada contentes :)

Ivanka querida, aposta aí na queda das acções da Apple que eu vou escrever aqui umas coisas no twitter :)
Não sabes que os Políticos é sempre a pensar no  "bem da nação". Um ex governante por cá (é não é caso único  ;) ), também pensou no bem comum do pais quando vendeu a participação publica numa empresa de diamantes para Angola 30 milenas abaixo do preço...  ;D :P
http://observador.pt/2016/12/12/governo-de-passos-tera-perdido-30-milhoes-na-venda-de-diamantes-a-angola/ (http://observador.pt/2016/12/12/governo-de-passos-tera-perdido-30-milhoes-na-venda-de-diamantes-a-angola/)
Citar
O Estado terá perdido perto de 30 milhões de euros quando o governo de Passos Coelho negociou a venda da participação pública numa empresa que estava ligada à exploração de três minas de diamantes em Angola, em novembro de 2015, escreve esta segunda-feira o Correio da Manhã. Segundo o jornal, a venda foi feita no dia 6 de novembro de 2015, apenas quatro dias antes de o executivo de Passos Coelho ter sido chumbado no parlamento.
Se o Trump não tivesse feito em "praça publica" as acções da LM e Boeing não desvalorizavam. Ele sabe disso, as empresas em questão também sabem, e tanto que sabem que contactaram logo o Presidente Eleito a com certeza dar "garantias" de preço. E o problema ficou por aqui já que mais ninguém falou no assunto.  Se todos os Americanos que o elegeram sabem a "forma de operar" do Sr. Trump e que este será igual a ele mesmo e não um presidente comum é outra história (na minha perspectiva sabem e mesmo assim votaram nele), mas era ele, nas primárias o Ted Cruz e depois a Clinton, portanto...  ::) ;)

Cumprimentos

Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 13, 2016, 12:05:26 pm
Israel Defense Forces's First F-35 Fighter Jets Land in Israel


Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 20, 2016, 06:29:49 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 27, 2016, 05:29:49 pm
Tweet de Trump:

"Based on the tremendous cost and cost overruns of the Lockheed Martin F-35, I have asked Boeing to price-out a comparable F-18 Super Hornet!"

http://www.defense-aerospace.com/articles-view/feature/5/179825/trump-asks-boeing-to-price-super-hornet-alternative-to-f_35.html
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: olisipo em Dezembro 27, 2016, 06:20:19 pm
(https://pbs.twimg.com/media/C0ZUiYwWQAE4Ue0.jpg)

Lockheed Martín CEO promises Trump she'll cut F-35 costs

http://money.cnn.com/2016/12/23/news/lockheed-martin-trump-response/index.html

http://factsreporter.com/2016/12/26/lockheed-martin-nyselmt-ceo-agrees-to-bring-down-the-f-35-cost/
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Dezembro 28, 2016, 12:32:42 pm
E Trump, mesmo ainda sem estar na sala oval, já lança o pandemónio no programa F-35...  :rir:

Citar
Trump calls Boeing to price Super Hornet against F-35
22 December, 2016| SOURCE: Flightglobal.com| BY: Leigh Giangreco| Washington DC

President-elect Donald Trump has hit the F-35 programme once again, this time courting Lockheed Martin competitor Boeing for the Joint Strike Fighter mission. Trump delivered the news in a 21 December tweet: “Based on the tremendous cost and cost overruns of the Lockheed Martin F-35, I have asked Boeing to price-out a comparable F-18 Super Hornet!"

Trump’s tweet follows meetings with several US generals, including F-35 programme executive officer Lt Gen Chris Bogdan. The president elect’s reaction indicates Bogdan’s attempt to present a more nuanced picture of the F-35 programme and costs failed to sway Trump.

While noting the programme’s costs and schedule have improved since its rebaseline in 2011, Bogdan did not present the most optimistic picture of the F-35 programme during a roundtable with reporters on 21 December. The programme may need up to $532 million more to finish development, but Bogdan says the real number is closer to $265 million. The Department of Defense still owes the Joint Programme Office $100 million which it borrowed to pay other expenses and the F-35 programme requires $165 milllion to accommodate new requirements such as redesigning the autonomic logistics information system (ALIS) to make the system deployable.

"If you put $500 million of overrun, please explain that half of that was supposed to be money that I had already in the bank, the $265 million," Bogdan said in a plea to reporters and perhaps the president-elect.

It was not immediately clear how an F/A-18E/F proposal could be used as a bargaining chip in negotiations between Trump and Lockheed.

The short take-off and vertical landing F-35B could not be replaced by the F/A-18E/F, which needs a catapult to take-off from a carrier and an arresting system to land. The F/A-18E/F is a natural, albeit non-very low observable (VLO) stealth, replacement for the F-35C, but that variant represents a fraction of the overall programme of record. To achieve significant savings, Trump may have to propose the F/A-18E/F as an alternative for the F-35A, an aircraft operated by the US Air Force, which has never shown interest in the navy's fighter.

Trump’s provocative tweets have reverberated across the Defense Department and industry since his election in November. During a roundtable with reporters on 21 December, Bogdan made the only sure forecast amid an already tempestuous presidency.

“I cannot predict what the new administration will do and I’ll just leave it at that,” Bogdan says.

Boeing has previously been attacked by another one of Trump's tweets about "out of control costs" in the Air Force One replacement programme, but the company may now sense an opportunity to take business away from a key rival.

Within an hour of Trump's F-35 tweet on 22 December, Boeing's official corporate Twitter account responded: "Ready to work with @realDonaldTrump's administration to affordably meet US military requirements."

https://www.flightglobal.com/news/articles/trump-calls-boeing-to-price-super-hornet-against-f-3-432706/

O Super Bug agradece os tweets do Trump.  ;D
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 07, 2017, 05:23:20 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Janeiro 11, 2017, 09:37:27 pm
US Sends F-35 Stealth Fighter Squadron to Japan in 1st Overseas Deployment
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Janeiro 16, 2017, 01:51:00 pm
A saga (ou será melhor dizer, a tragédia?) continua.

https://www.flightglobal.com/news/articles/hundreds-of-deficiencies-could-push-f-35-tests-to-2-433177/


Inclusivamente ao ponto do observatório "Project on Government Oversight" (POGO) recomendar o seguinte a Donald Trump:
Citar
Given Donald Trump’s statements, an opportunity exists now to drastically change the direction of this disastrous program. If the Pentagon and Lockheed Martin still can’t field a useable system after 25 years of development, it seems hardly likely that there is any hope for ever redeeming the F-35. Lockheed Martin’s CEO has pledged to bring down the cost, but these promises appear to be little more than an effort to knock off a few million dollars with a volume discount. In other words, taxpayers would need to buy more planes of dubious combat utility in order to bring down the costs. .

 Now may be the right time to cut our losses and reinvest the money in some better-conceived fighter programs that quickly expand our decimated air-to-air and close air support forces—and to do so with planes that are demonstrably more combat effective than the F-35.

If the new administration is serious about this effort, we recommend immediately cancelling the Joint Strike Fighter program and doing the following:

 1. To fill the near-term hole in our air-to-air forces, start a program to refurbish and upgrade all available F-16A/B/C/Ds and F-18A/B/C/Ds with the much higher thrust F-110-GE-132 (F-16) and F-404-GE-402 (F-18) engines, as well as with new lighter weight, more effective off-the-shelf passive electronics. This will give us fighters that are significantly more effective in air-to-air combat than either the later F-16 and F-18 models or the F-35. Add airframes from the boneyard if needed to bring pilot training hours up to the minimum acceptable level of 30 hours per month.

 2. To fill the far more serious near-term hole in close air support forces, complete the re-winging of the 100 A-10s the Air Force has refused to rewing and then expand the inadequate existing force of only 272 A-10s by refurbishing / rewinging to A-10C standards every available A-10 in the boneyard.

 3. Immediately undertake three new competitive prototype fly-off programs to A) design and build a more lethal and more survivable close air support plane to replace the A-10; and B) design and build two different air-to-air fighters far smaller and far more combat effective against competent enemies equipped with radar missile and stealth countermeasures, one to replace Air Force F-16s and F-22s and the other to replace Navy F-18s.

 These programs should follow the model of the Lightweight Fighter and A-X Programs in the 1970s, particularly in regard to live-firing, realistic-scenario competitive flyoff tests. These programs resulted in the F-16 and the A-10, two indisputably highly effective aircraft that were each less expensive than the preferred Pentagon alternatives at the time. And they became operational after testing in less than 10 years, not 25.
(end of excerpt)

http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/180245/watchdog-explains-why-the-f_35-in-not-too-big-to-fail.html
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: perdadetempo em Janeiro 17, 2017, 06:22:47 pm
E volta tudo à normalidade?

Citar
Lockheed CEO Brilliantly Outmaneuvered Trump on F-35
(Source: Defense-Aerospace.com; posted Jan 16, 2017)

By Giovanni de Briganti
PARIS --- Lockheed Martin CEO Marillyn Hewson out-maneuvered US President-elect Donald J. Trump last week, deftly turning the tables on him to conclude a three-week skirmish about the cost and affordability of the F-35 Joint Strike Fighter.

In a low-key maneuver which helps explain how she became chairwoman, president and chief executive of the biggest defense contractor in the world, Hewson first managed to recover unscathed from an initial faux pas after her first Dec. 21 meeting with Trump.

Lockheed CEO Stumbles

In stark contrast with the CEO of Boeing, who on the same day cheerfully explained to reporters that he would accommodate Trump’s request for a much lower price tag for the two Air Force One presidential jets in development, Hewson declined to speak to reporters and instead issued a press release saying “I had a productive meeting with President-elect Trump this afternoon. I appreciated the opportunity to discuss the importance of the F-35 program and the progress we've made in bringing the costs down,” which is a rather offhanded way to respond to her largest single customer.

This obviously did not placate Trump, nor ease his worries about excessive F-35 costs, because the next day he fired a shot across Lockheed Martin’s bow with the following tweet:

    Based on the tremendous cost and cost overruns of the Lockheed Martin F-35, I have asked Boeing to price-out a comparable F-18 Super Hornet!
    — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) December 22, 2016

…which solicited the following tweet from Boeing Defense:

    Ready to work with @realDonaldTrump's administration to affordably meet U.S. military requirements.
    — The Boeing Company (@Boeing) December 22, 2016

Lockheed to Action Stations

This is probably when Lockheed Martin’s leadership was called to action stations.

The specifics of the company’s internal processes are of interest only to management consultants, but however it played out the result was remarkably effective, as on Friday, January 13, Hewson fired off her own, twin-barreled response to Trump.

In addition to the spoken message, there is also a subliminal one: this time, Hewson responded via Twitter, instead of by press release, thus sending Trump a clear message that she is on his same wave-length, that she is adapting to his customs and thus is not offering any resistance.

    LM CEO Marillyn Hewson’s statement on today’s meeting with @RealDonaldTrump pic.twitter.com/7FwNPJNczR
    — Lockheed Martin (@LockheedMartin) January 13, 2017

But reality is far different, and here is how Hewson is, in fact, twisting Trump around her little finger.

Lockheed faces two difficulties in negotiating future F-35 production contracts: first, the Pentagon’s Joint Program Office (JPO) is exerting pressure to lower costs, and for the last contract went as far as unilaterally imposing its own, lower price for Lot 9 production aircraft.

Secondly, both Lockheed and JPO want to convince foreign partners and customers to sign a “block buy” contract for the next several hundred aircraft, which they claim would reduce unit costs by spreading production costs over a larger number of aircraft. This move is resisted by some, both in the United States and overseas, who are trying to keep the production rate as low as possible, to fix the F-35’s many technical faults and failings before spooling up production.

“Block buy” is simply another name for “multi-year contract,” but only for foreign buyers -- the Pentagon cannot yet award one because the F-35 is still in the low-rate initial production phase.

Trump hoisted with his own petard

In fact, with her Jan 13 tweet, Hewson hoisted Trump with his own petard.

The 1,800 “new jobs” at Lockheed Fort Worth plant are those that Lockheed had already planned, as it ramps up production rates from 57 aircraft in Lot 9 to 90 in Lot 10 (“the next 90 aircraft) she mentions in her tweet. So, by implying these are newly-inspired 1,800 jobs, she is in fact pandering to Trump’s very public negotiating tactics by pretending he has already scored a victory on this point.

The most important sentence in Hewson’s tweet however, is that she “had the opportunity to share some of our ideas on how to continue to drive the cost down in the F-35.”

The only action that Lockheed has so far come up with to lower costs is multi-year contracts covering hundreds of aircraft at once. Hewson saw how she could use Trump’s very public demands for lower costs to Lockheed’s advantage: proposing a “block buy” which Trump would jump on.

No matter that it would provide no benefit to the United States, because the main goal of the block buy is to produce as many aircraft as fast as possible to take the program securely beyond the point of no return.

Trump now has no choice: he must be seen to pressure the Pentagon to stop wasting time award the Lot 10 contract “for the next 90 aircraft” as fast as possible, so Lockheed can start cutting costs. Delaying the Lot 10 contract would also be saying no to 1,800 new jobs, and that would be politically impossible.

Trump also has precious little leeway with the “block buy”: he must accept the principle, and pressures allies and customers into signing one because, if he doesn’t, Hewson would simply say Trump’s not really interested in cutting costs, and doesn’t do what’s necessary to achieve them.

So, either Trump does what Lockheed wants, and gets more jobs and lower costs to announce to voters and taxpayers.

Or he doesn’t, and his Tweeter campaign is shown to be an empty gesture. This would also take the pressure off Lockheed’s top management, and show Trump to talk the talk, but not walk the walk.

Today, only one real question remains: did Hewson hatch this strategy because she is of a Macchivellian disposition, or did she simply recover brilliantly from her initial error in treating with Trump?

Either way, Lockheed wins -- as has been true since the program’s inception.


http://www.defense-aerospace.com/articles-view/feature/5/180276/how-lockheed-ceo-brilliantly-outmaneuvered-trump-on-f_35.html (http://www.defense-aerospace.com/articles-view/feature/5/180276/how-lockheed-ceo-brilliantly-outmaneuvered-trump-on-f_35.html)

Cumprimentos,
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: perdadetempo em Fevereiro 01, 2017, 09:09:49 pm
Relatório integral do DOT&E sobre o F-35. À priori será a fonte das "boas" notícias que tivemos do avião ao longo do ano.

Para quem estiver interessado:

http://www.dote.osd.mil/pub/reports/FY2016/pdf/dod/2016f35jsf.pdf

Cumprimentos,
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 09, 2017, 05:23:40 pm
Novo caça militar americano revela potencial destrutivo


Segundo o site Aviation Week, o novo caça obteve um resultado muito positivo com o abate de 15:1, ou seja, 15 inimigos desabilitados por cada F-35A destruído, com os responsáveis da USAF a revelarem que estes resultados foram alcançados com uma série de elementos novos adicionados ao teste que se realiza na Base Aérea de Nellis, no Nevada, dando-lhe assim ainda mais valor.

Se anteriormente não eram tidos em conta efeitos de confusão dos sistemas de radar, ameaças aéreas de diversos tipos e baterias de mísseis anti-aéreos, no mais recente teste realizado no Nevada esses efeitos foram aplicados para tornar o cenário de combate muito mais realista.

“No passado, os efeitos não-cinéticos não estavam totalmente integrados na luta cinética. Esta integração num ambiente de exercício permite aos nossos responsáveis de planeamento e combatentes perceber como integrá-los, perceber as suas capacidades e limitações e prepararem-se para utilizarem esses recursos combinados contra os nossos adversários”, referiu em comunicado da Força Aérea, o Coronel Robert Cole, da vertente cibernética daquele departamento militar.

As capacidades militares e de atuação do F-35A vai além da simples destruição de alvos, já que também consegue recolher informações preciosas e passá-las para outros aviões ou centros nevrálgicos militares, oferecendo dessa forma uma visão mais completa do cenário de combate e melhorando a sua capacidade de defesa. Graças a essa capacidade, o F-35A reveste-se de uma importância ainda maior, concedendo uma visão global das operações que até aqui eram quase inéditas.

A entrada em ação do novo F-35A, que irá tomar o lugar dos F-16, deverá ocorrer ainda este ano.


>>>>   http://www.motor24.pt/motores/novo-caca-militar-americano-revela-potencial-destrutivo/?utm_campaign=DiariodeNoticias&utm_medium=Social&utm_source=Facebook
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Março 01, 2017, 10:38:31 am
http://www.aereo.jor.br/2017/02/26/dote-fy16ar-misseis/ (http://www.aereo.jor.br/2017/02/26/dote-fy16ar-misseis/)
Citar
O lento processo de integração do míssil AIM-120 possui causas diversas. Uma delas está relacionada com a versão do sotfware. Porém, outras estão associadas com a configuração da baia de armas e podem limitar o seu envelope de emprego.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2017/02/F-35-bomb-bay.jpg)

http://www.aereo.jor.br/2017/02/24/dote-fy16ar-o-canhao-do-f-35/ (http://www.aereo.jor.br/2017/02/24/dote-fy16ar-o-canhao-do-f-35/)
Citar
O novo canhão do F-35 deriva de um velho conhecido. No entanto, sua integração com o avião tem apresentado muitas dificuldades
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2017/02/F-35-Helmet-with-Symbology-image-rockwell-collins.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Março 01, 2017, 08:36:26 pm
Duas das três versões não possuem canhão interno, antes pod, e esse também está a dar água para a barba, mísseis de curto-alcance como o AIM-9X ou ASRAAM só depois de serem reforçadas as asas, porão de armas diminuto para tanta versatilidade apregoada... a USAF só se pôde dar ao luxo de os declarar "combat ready" porque ainda possui no seu inventário centenas de F-15 e F-16.  ::)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Março 03, 2017, 12:49:56 pm
Citar
The Adir & Sufa Fly Together
(Source: Israeli Air Force; issued March 01, 2017)

A unique bond has formed between the “Golden Eagle” and the “Negev” Squadrons: besides flying together, the squadrons are both participating in the Adir (F-35I) integration process. “The effectiveness of the exercises rises when we have other aircraft beside us.” The Adir (F-35I) has been flying above Israel for over two months and the rumble of its engine has become a familiar sound. What you might not know is that the stealth fighter often flies beside the Sufa (F-16I) which was the IAF’s newest fighter aircraft until the Adir arrived. The mutual flight isn’t coincidental. In fact, the “Negev” Squadron, which operates the Sufa operates as an escort squadron to the “Golden Eagle” Squadron, which is in the process of integrating the Adir.

“The reason we decided to cooperate with an escort squadron was a lesson the USAF learned”, shared Lt. Col. Yotam, Commander of the “Golden Eagle” Squadron. “The Sufa jets fly alongside the Adir in almost every sortie. In fact, there are aircraft, aircrew members and technical crews from the ‘Negev’ squadron in Nevatim AFB at any given time in order to support us. It isn’t an easy operation, but the entire air force supports it”.

Effective Training, Better Decisions

 There are currently only two Adir stealth fighters in the IAF and completion of flight formations with Sufa jets deeply contributes to the training exercise. “The effectiveness of the exercise rises when there are other aircraft beside us”, explained Lt. Col. Yotam. “Besides, we have another advantage – the ‘Negev’ Squadron is a double-seat squadron, so when we fly alongside the Sufa, we have a guide who escorts us in the sky”. “The ‘Negev’ Squadron personnel are fully exposed to the secrets of the ‘Adir’ and are an inseparable part of the integration process”, he added. “We treat it as the wisdom of the crowd – as more people experience this special aircraft, the decisions we make, which will have a great impact on the IAF for years to come, will be better”.

Why Sufa?

 Choosing the “Negev” Squadron to escort the “Golden Eagle” Squadron is a choice of great significance, as in comparison with other IAF platforms, its aircraft are the most similar to the Adir. Moreover, it was the first squadron to integrate the F-16I in February 2004. The fact that it is a double-seat squadron is also of great significance to the learning process. “In the Adir, we perform many actions that pilots usually do not, but Sufa WSOs do daily. We are utilizing this opportunity in order to learn certain actions from them, which are critical to operating the Adir”.

Despite the cooperation stemming from the desire to train the “Golden Eagle” Squadron’s pilots, the squadrons’ special bond is a two-way street. “Most of the scenarios we perform train the Sufa pilots as well”, explained Lt. Col. Yotam. “In addition, in the long run I am sure that this squadron will be the first to enjoy the fruits of change the Adir will bring, which are relevant to fourth generation fighters aircraft as well”.

(EDITOR’S NOTE:  The US Air Force famously plans to operate its F-35As with F-22s – if enough are available – flying top cover. The Israeli Air Force, which doesn’t have any F-22s, is now training with F-16Is to escort its F-35s. This confirms, once and for all, that the F-35 is ill-equipped to fly combat missions without air-superiority fighters providing top cover, and puts paid to the various claims by its backers that it can survive alone.)


http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/181590/israeli-f_35s-train-to-operate-with-f_16i-escort.html
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: nelson38899 em Março 03, 2017, 07:41:21 pm
Soube que andam a tentar vender F35 a Espanha, penso que a ideia é substituir os F18.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Março 04, 2017, 02:45:47 pm
Soube que andam a tentar vender F35 a Espanha, penso que a ideia é substituir os F18.

Não será antes o F-35B para substituir daqui a uns anos os AV-8B/B+ da Armada Espanhola, Nélson?
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: NVF em Março 04, 2017, 05:00:36 pm
Provavelmente, Espanha necessitará de substituir tanto o AV-8B como o F-18, nos próximos 10 anos, pois ambos os modelos já tem mais de 30 anos de serviço. Da sua perspectiva faria sentido uma aquisição de F-35A para o EdA e F-35B para a Armada.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: nelson38899 em Março 05, 2017, 08:16:49 pm
Soube que andam a tentar vender F35 a Espanha, penso que a ideia é substituir os F18.

Não será antes o F-35B para substituir daqui a uns anos os AV-8B/B+ da Armada Espanhola, Nélson?

A info que li não revela o modelo.

mas aqui deixo info que li hoje

http://abcblogs.abc.es/tierra-mar-aire/public/post/lockheed-martin-espana-f35-20999.asp/#.WLxrVWqGpq0.facebook
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Stalker79 em Março 06, 2017, 12:23:21 am
Soube que andam a tentar vender F35 a Espanha, penso que a ideia é substituir os F18.

Não será antes o F-35B para substituir daqui a uns anos os AV-8B/B+ da Armada Espanhola, Nélson?

A info que li não revela o modelo.

mas aqui deixo info que li hoje

http://abcblogs.abc.es/tierra-mar-aire/public/post/lockheed-martin-espana-f35-20999.asp/#.WLxrVWqGpq0.facebook

No artigo eles até falam na possibilidade de substituir tanto o Harrier como os F-18.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Março 14, 2017, 01:56:17 pm
Segundo vários relatos, há a possibilidade do F-35A israelita já ter entrado em combate.

http://www.airforcesmonthly.com/2017/03/07/have-israels-new-f-35s-seen-combat/
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Março 17, 2017, 09:50:05 am
https://ukdefencejournal.org.uk/f-35-successfully-conducts-first-asraam-firing/?utm_source=FB&utm_medium=FacebookPage&utm_campaign=social (https://ukdefencejournal.org.uk/f-35-successfully-conducts-first-asraam-firing/?utm_source=FB&utm_medium=FacebookPage&utm_campaign=social)

Citar
The F-35 has successfully conducted its first firing trials of the MBDA Advanced Short Range Air-to-Air Missile (ASRAAM).

The trials are the first time a British-designed missile has been fired from the F-35 and the first time any non-US missile has been fired from the aircraft.
(https://ukdjstatic-b4d.kxcdn.com/wp-content/uploads/2017/03/PR-ASRAAM-First-Firings-from-F-35-1021x580.webp)

Saudações
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Março 24, 2017, 10:40:31 pm
http://worldwarwings.com/canada-cancels-f-35-order-bought-fighter-instead/?a=mr&var=f-35+cancel+canada-aircraft&utm_campaign=f-35+cancel+canada&utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_term=repost-aircraft-mr&utm_content=f-35 (http://worldwarwings.com/canada-cancels-f-35-order-bought-fighter-instead/?a=mr&var=f-35+cancel+canada-aircraft&utm_campaign=f-35+cancel+canada&utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_term=repost-aircraft-mr&utm_content=f-35)
Citar
Canada Cancels F-35 Order To Buy This Fighter Instead
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Canada Cancels F-35 Order To Buy This Fighter Instead | World War Wings Videos

Alain Rioux
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Cold Turkey.

The F-35 brought in a lot of prospective customers upon its initial announcement. The fifth-generation stealth jet has many complications that have prevented it from becoming combat-ready. After years of setbacks, technical problems, and missed deadlines, Canada has become the first nation to cancel their order and purchase F-18 Hornets instead.

Canadian Prime Minister Justin Trudeau made the announcement that the Canadian Government will instead purchase F-18s from Boeing. The Royal Canadian Air Force currently uses F-18 fighters that have been in use since the early 80s and is eager to modernize their aircraft. Purchasing these 18 fighters will allow Canada to retire the oldest fighters in their fleet now that they have a suitable replacement.
(http://worldwarwings.com/wp-content/uploads/2016/11/CanadaF-35-735x413.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: perdadetempo em Abril 03, 2017, 01:31:24 am
Isto já se parece tanto com andar a bater no ceguinho que já nem tem piada, mas aqui fica mais uma descrição dos problemas do F-35

http://www.pogo.org/straus/issues/weapons/2017/f35-continues-to-stumble.html (http://www.pogo.org/straus/issues/weapons/2017/f35-continues-to-stumble.html)

Se quiserem consultar os relatórios oficiais sobre o F-35 e outras crianças problema com o destroyer Zumwalt ou Litoral Combat Ship
podem ir a este link: http://www.dote.osd.mil/pub/reports/FY2016/ (http://www.dote.osd.mil/pub/reports/FY2016/)

Cumprimentos,
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Abril 17, 2017, 03:42:31 pm
EUA enviam caças F-35 para a Europa


Os novos caças F-35 da força aérea dos Estados Unidos aterraram este fim de semana no Reino Unido, como parte de uma medida norte-americana para tranquilizar os aliados europeus da NATO face à ameaça russa.

Os jatos F-35 aterraram no sábado na base aérea de Lakenheath, na Inglaterra, segundo a CNN. Durante semanas, farão manobras com outros aviões norte-americanos e com a aviação de países da Organização do Tratado do Atlântico Norte.

"É importante que treinemos juntos para nos tornarmos uma equipa perfeita capaz de defender a soberania das nações aliadas", disse o comandante das forças aéreas norte-americanas na Europa, o general Tod D. Wolters.

Os F-35 foram enviados no âmbito da iniciativa de reforço da segurança europeia criada por Obama em 2014, após a anexação da Crimeia por parte da Rússia. No seguimento desta iniciativa, os Estados Unidos já enviaram para a Europa aviões F-22, F-16, F-15 e A-10.

O F-35 é um dos aviões de combate mais avançados do mundo e tem a vantagem de ser invisível nos radares inimigos, oferecendo ao piloto uma visão de 360º a partir do cockpit.


>>>>> http://www.dn.pt/mundo/interior/eua-enviam-cacas-f-35para-a-europa-6225073.html
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Maio 05, 2017, 10:03:51 pm
Pode ser que esta tensão na Europa acelere a evolução do F-35.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Maio 27, 2017, 08:13:57 pm
Neste vídeo é adiantada qual a principal razão da recente significativa melhoria dos resultados em combate ar-ar do F-35.

Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Maio 30, 2017, 12:04:49 pm
A Alemanha parece estar interessada na aquisição do F-35A para substituir sobretudo os seus Tornados IDS a partir de 2025, tendo requisitado um briefing secreto a Washington sobre as capacidades do caça de 5ª geração.

https://www.usnews.com/news/world/articles/2017-05-17/exclusive-germany-asks-us-for-classified-briefing-on-lockheeds-f-35-fighter
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Viajante em Maio 30, 2017, 12:35:35 pm
A Alemanha parece estar interessada na aquisição do F-35A para substituir sobretudo os seus Tornados IDS a partir de 2025, tendo requisitado um briefing secreto a Washington sobre as capacidades do caça de 5ª geração.

https://www.usnews.com/news/world/articles/2017-05-17/exclusive-germany-asks-us-for-classified-briefing-on-lockheeds-f-35-fighter

Vi um documentário na semana passada, sobre segurança informática (não sei se na Discovery ou National Geographic), de que a China conseguiu aceder a muita informação classificada do F-35. Os supostos constantes "problemas" tidos com o desenvolvimento do F-35, não será também uma forma dos americanos desvalorizarem o avião (diminuindo o valor estratégico) e em simultâneo mostrar aos Chineses de que a informação que têem está ultrapassada e o mesmo vai sofrer grandes alterações? As considerações são minhas, obviamente. A informação é a de que os chineses de facto têem toda ou quase toda a informação relativa ao F-35.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Maio 31, 2017, 12:03:48 pm
Excelente artigo no Defense Aerospace sobre os custos associados ao F-35. Depois de analisar todos os contratos até hoje revelados, o site estimou que o preço de cada unidade entregue neste ano de 2017 atinja os 206 milhões USD, cerca de 184M€.  :o

Um excerto do extenso artigo:

Citar
PARIS --- The average unit cost of Lockheed Martin F-35 fighters in the ninth Low-Rate Initial Production Lot 9 (LRIP 9) is $206.3 million, according to our analysis of all 46 contracts that have been made public for Lot 9. This is just $16.7 million (or 7%) lower than the average cost of the Lot 5 aircraft ordered in 2012 – fully five years ago. Separately, a direct comparison of Lot 5 and Lot 9 aircraft costs released by the F-35 Joint Program Office (JPO) shows that the cost of a “generic” F-35 has actually increased by $7.63 million over the same five years, 2012 to 2017.

 The “generic” F-35 is a notional aircraft used to compare unit costs from year to year; it is the average cost of one aircraft of each of the three versions (F-35A CTOL, F-35B STOVL and F-35C CV) in the same production lot. JPO’s figures show that, of the three variants, only the F-35A saw its cost decline, by a modest $3 million over those five years. The cost of both other variants increased substantially (see Table 2). JPO only compares airframe costs, and for reasons it has not explained excludes engine and other costs.

Both our detailed analysis of Lot 9 contracts, and the JPO’s own figures, contradict many public statements by Lockheed Martin and the F-35 Joint Program Office (JPO) claiming that unit costs are dropping with each successive LRIP lot, and that by 2019 the unit cost of an F-35A will have dropped to $85 million. Most recently, JPO Director Lt. Gen Christopher Bogdan was quoted at a Dec. 19 press conference as again promising lower prices. “By the time the plane enters Full Rate Production in 2019, .... the price will be down to $80-$85 million for an F-35A, $110 million for a F-35B, and a $96 million for an F-35C.” This now looks more implausible than ever.

As things stand, Lot 9 aircraft being delivered today cost $206.6 million on average, including their engines, fixes, retrofits and upgrades, Furthermore, the JPO continues to award contracts for Lot 9, so it is likely the unit cost of Lot 9 aircraft will continue to grow. Four Lot 9 contracts have been awarded so far this year. What all this shows is that neither Lockheed Martin nor the Joint Program Office have a real handle on their public statements about aircraft unit costs, which cannot be independently substantiated.


http://www.defense-aerospace.com/article-view/feature/184049/unit-cost-of-f_35s-delivered-this-year-still-exceeds-%24206m.html
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Junho 06, 2017, 01:10:11 pm
F-35 para Espanha ??


A Força Aérea e Marinha da Espanha estão de olho no caça F-35 Lightning II, feito pela Lockheed Martin, para substituir seus caças EF-18 Hornet e os Harriers de descolagem e pouso vertical que serão desmantelados até a próxima década.

Estima-se que 45 a 50 caças serão necessários para a Força Aérea Espanhola e outros 12 a 15 para a Marinha.


>>>>>>   http://www.cavok.com.br/blog/f-35-para-a-espanha/
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: perdadetempo em Junho 13, 2017, 01:28:43 pm
Preparação do flight display do F-35 para o Paris Airshow

https://www.youtube.com/watch?v=PsEl_IL_5-M (https://www.youtube.com/watch?v=PsEl_IL_5-M)

E alguns comentários sobre o assunto de alguém que obviamente não é fan

Citar
...The sequence seems to be have been filmed in slow motion while the aircraft was flying through a tub of molasses, such is the low maneuverability demonstrated while practicing a very tame and decidedly underwhelming flight display routine.

Unless the sequence is considerably spiced up, there seems to be little point to demonstrating the F-35 at the Paris air show, where it will be inevitably – and negatively -- compared to the world’s best flight displays.

And explaining that its routine is limited by the many flight restrictions mandated by its technical failings will not particularly improve its much-dented image.

All of which raises the question of why it was decided to take the F-35 to the Paris air show, other than to show it could.

http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/184412/f_35-practices-lame-flight-display-routine-for-paris-air-show.html (http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/184412/f_35-practices-lame-flight-display-routine-for-paris-air-show.html)

Cumprimentos,
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Junho 16, 2017, 11:47:15 am
Continuam os jogos florais por parte da Lockheed para tentar disfarçar o verdadeiro custo unitário do F-35, e que a descida do seu preço tem sido bem mais lenta do que anteriormente afirmado.

http://www.defense-aerospace.com/articles-view/feature/5/184425/jpo%2C-lockheed-play-fast-and-loose-with-f_35-costs.html
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Junho 19, 2017, 08:07:31 pm
Exibição desta tarde do F-35A no Paris Air Show. Continuo a achá-lo demasiado preso de movimentos quando comparado com o F-16.

Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: NVF em Junho 19, 2017, 08:39:06 pm
De facto, não se compara ao F-22. Mas apesar de não gostar desta 'coisa', devemos dar o devido desconto, dados os inúmeros problemas e atrasos que o programa tem sofrido. Talvez numa próxima iteração seja mais manobrável  8)

Mas agora, imagina aquele motor num Viper (ou um par deles num F-15). Isso é que era um autêntico porno aeronáutico.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Junho 19, 2017, 10:46:26 pm
De facto, não se compara ao F-22. Mas apesar de não gostar desta 'coisa', devemos dar o devido desconto, dados os inúmeros problemas e atrasos que o programa tem sofrido. Talvez numa próxima iteração seja mais manobrável  8)

Mas agora, imagina aquele motor num Viper (ou um par deles num F-15). Isso é que era um autêntico porno aeronáutico.

A Pratt & Whitney já veio a público dizer que o F135 irá ser melhorado, e tendo em conta que o caça faz uso intensivo da potência máxima para ter manobrabilidade como se pode ver, essa é também uma boa notícia. E sim, as 43.000lbs em afterburner do F135 comparadas com as quase 24 mil do F100-PW-220E e as 32 mil do F110-GE-132, transformariam um F-15 e F-16 em caças com esteroides.  ;D
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Junho 24, 2017, 11:11:53 am
http://edition.cnn.com/2017/06/22/politics/marines-f35-flights-suspend-yuma/index.html (http://edition.cnn.com/2017/06/22/politics/marines-f35-flights-suspend-yuma/index.html)
Citar
he US Marine Corps announced Thursday that it would "temporarily suspend" flight operations for 14 F-35B fighters due to software issues.

The jets are from Marine Fighter Attack Squadron 211 based at Air Station Yuma in Arizona.
Maj. Gen. Mark Wise, the commanding general of 3rd Marine Aircraft Wing, made the decision to suspend flight operations after "anomalies" were discovered in a recent Autonomic Logistics Information System (ALIS) software upgrade, the US Marine Corps said in a statement.
"There is nothing wrong with the performance or safety of the aircraft itself, but it is imperative that we ensure the ground-based ALIS system is working properly before flight operations continue," Maj. Kurt Stahl, a spokesman for the 3rd Marine Aircraft Wing, told CNN in an email.
"The F-35B is a highly capable aircraft with an excellent test and developmental safety record," Stahl added.

Saudações


Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: perdadetempo em Julho 11, 2017, 06:33:04 pm
Video do Flight Test Safety sobre os testes de voo do F-35 que ocorreu entre 2 e 4 Maio de 2017.

Inclui testes de reabastecimento aos 17 minutos.
Inclui testes de aterragem nocturna no USS America (minuto 26) com recurso ao sistema de visão do capacete.

A notícia:
http://www.thedrive.com/the-war-zone/12297/navy-presents-new-f-35-helmet-display-videos-and-flight-test-dangers (http://www.thedrive.com/the-war-zone/12297/navy-presents-new-f-35-helmet-display-videos-and-flight-test-dangers)

link para o video:
https://drive.google.com/file/d/0B30EHgj_ikFIOTlEeGh6UHFPOTQ/view (https://drive.google.com/file/d/0B30EHgj_ikFIOTlEeGh6UHFPOTQ/view)

Cumprimentos,
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Stalker79 em Julho 11, 2017, 10:36:54 pm
De facto, não se compara ao F-22. Mas apesar de não gostar desta 'coisa', devemos dar o devido desconto, dados os inúmeros problemas e atrasos que o programa tem sofrido. Talvez numa próxima iteração seja mais manobrável  8)

Mas agora, imagina aquele motor num Viper (ou um par deles num F-15). Isso é que era um autêntico porno aeronáutico.

A Pratt & Whitney já veio a público dizer que o F135 irá ser melhorado, e tendo em conta que o caça faz uso intensivo da potência máxima para ter manobrabilidade como se pode ver, essa é também uma boa notícia. E sim, as 43.000lbs em afterburner do F135 comparadas com as quase 24 mil do F100-PW-220E e as 32 mil do F110-GE-132, transformariam um F-15 e F-16 em caças com esteroides.  ;D

Só por curiosidade, o airframe do F-16 aguentaria com tanta potencia? E será que aumentaria a velocidade maxima para além da agilidade?
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Setembro 22, 2017, 11:35:42 am
Mais de metade dos caças F-35 em serviço neste momento são demasiado limitados para entrar em combate, e o Estados Unidos vão ponderar se os modernizam ou, pelo contrário, compram novos aparelhos.

http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/186991/jpo%3A-half-of-all-f_35s-delivered-to-date-cannot-fly-in-combat.html
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Stalker79 em Outubro 03, 2017, 10:55:58 pm
Pequena curiosidade tecnica quanto ao reabastecimento do F-35. Visto que tanto o F-35 B/C tem a probe em vez de receptaculo, será assim tão dificil conseguir que seja instalada na estrutura da versão A para que seja ,digamos, a pedido do cliente. Como podemos vir a ter capacidade de reabastecer em voo, a Lockheed não conseguiria fazer a incorporação?
 :Piloto:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: NVF em Outubro 03, 2017, 11:14:51 pm
Cheira-me que a capacidade de reabastecimento aéreo dos KáCê vai ser semelhante à capacidade dos NPO para receber helicópteros — esta lá mas não é utilizada, nem o pessoal está certificado para operações.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: perdadetempo em Outubro 27, 2017, 08:15:39 pm
Relatório do GAO sobre a capacidade do pentágono para manter os F-35 a voar. Em resumo muitas duvidas sobre qual o verdadeiro custo de manter os aviões operacionais, sobre a capacidade técnica (componentes, capacidades de reparação dos... etc) para os manter a voar.

http://www.gao.gov/assets/690/687982.pdf (http://www.gao.gov/assets/690/687982.pdf)

Cumprimentos,
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Stalker79 em Outubro 28, 2017, 01:05:41 am
Mais vale mesmo fazer o upgrade dos F-16 para a versão Viper até que esse acabe com os "bugs".
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Outubro 28, 2017, 11:43:32 am
Agora faltam peças. Parece aquelas series que já vão na temporada 14... ;D ::) http://uk.businessinsider.com/r-update-1-lockheeds-f-35-fighter-jet-program-has-spare-parts-shortage-gao-2017-10 (http://uk.businessinsider.com/r-update-1-lockheeds-f-35-fighter-jet-program-has-spare-parts-shortage-gao-2017-10)
Citar
Oct 26 (Reuters) - Spare parts for Lockheed Martin Corp's stealthy F-35 fighter jets are not keeping up with demand according to a report out on Thursday from the US Government Accountability Office.

The report said "from January through August 7, 2017, F-35 aircraft were unable to fly about 22 percent of the time due to parts shortages."

A Lockheed representative said the company is working with the F-35's program office to understand every factor of the cost per flying hour and identify disciplined ways it can reduce the overall operations and sustainment costs of the F-35.

The shortages are expected to plague the fighter jet program for several years the report said. Partly to blame were "incomplete plans and funding that did not account for the long lead time parts." In other instances, delays in the establishment of repair capabilities were blamed.

The US Department of Defense is maintaining more than 250 of the advanced F-35 jets and plans to triple the fleet by the end of 2021.

In February, the Pentagon made a deal for a batch of 90 of the fighter aircraft agreeing to pay below $95 million per F-35A model jet for the first time, compared with $102 million in the previous purchase.
(http://static5.uk.businessinsider.com/image/586d9fa0dd089552208b456b-2100/59512812779970c4295eo.jpg)
(http://static3.uk.businessinsider.com/image/5894cdbbdd0895dc548b46e4-2100/626345682908c302f347o.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: jpthiran em Outubro 28, 2017, 01:41:17 pm
...se isto é assim agora, o que será quando vários países comprarem aviões!...
...vão vender peças ao preço do ouro?...
...vai ficar meio mundo refém da Lockheed?...
...os Americanos e Ingleses já estão!...
...mas será que os outros países (incluindo Portugal) tem de estar?...
...não será melhor procurar um fornecedor mais confiável como os Suecos, com o seu Gripen!...
...já para não falar no extraordinário mas caro Rafale...
...e até lá actualizar o F-16 até onde for possível...
...este F-35 parece ter problemas a mais...
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Stalker79 em Outubro 28, 2017, 04:04:03 pm
Quando Portugal for substituir os F-16 os Suecos já terão o que chamam o "Flygsystem 2020" de 5ª geração em produção e se calhar no activo há algum tempo. Mesmo que não sejam mais baratos, provavelmente não daram tantos problemas como estes.....

(https://i.ytimg.com/vi/hUSzKoQCr8k/maxresdefault.jpg)
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: jpthiran em Outubro 28, 2017, 04:56:26 pm
nem mais...
e se for um gripen furtivo, se calhar nem custa muito mais...
com a boa electrónica que tem e a conhecida fiabilidade Sueca...
se calhar até ficamos muito bem servidos!...
... :D...
ainda não nos roubaram o direito de sonhar, pois não?...
mas também é só para os que sonham é que as coisas acontecem!...
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Novembro 11, 2017, 03:05:37 pm
Os três primeiros para a Noruega.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 02, 2018, 05:32:06 pm
F-35B Pilots Will Make Rolling Landings Like This To Board Royal Navy Carriers
This new method of landing could unlock new possibilities for the F-35B.



http://www.thedrive.com/the-war-zone/13233/f-35b-pilots-will-make-rolling-landings-like-this-to-board-royal-navy-carriers

Muito interessante, em vez dos F-35 B aterrarem verticalmente, vão aterrar horizontalmente a 57 nós, diminuindo o consumo de combustível, diminuindo o esforço estrutural do caça e diminuindo os custos de manutenção e operação.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Janeiro 20, 2018, 12:20:50 pm
E o F-35 ganhou também na Bélgica, como era expectável. Portanto, para já e a nível europeu, temos o Reino Unido, Noruega, Holanda, Bélgica, Dinamarca, Itália, Turquia e provavelmente a Alemanha e Espanha. Já dá para uma poderosa hipotética EPAF 2.0

http://dsca.mil/major-arms-sales/belgium-f-35-joint-strike-fighter-aircraft
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Stalker79 em Janeiro 20, 2018, 02:50:06 pm
E o F-35 ganhou também na Bélgica, como era expectável. Portanto, para já e a nível europeu, temos o Reino Unido, Noruega, Holanda, Bélgica, Dinamarca, Itália, Turquia e provavelmente a Alemanha e Espanha. Já dá para uma poderosa hipotética EPAF 2.0

http://dsca.mil/major-arms-sales/belgium-f-35-joint-strike-fighter-aircraft

E 34 aviões saem a 190 milhões de € cada um!? Agora tenho a certeza absoluta que nunca vamos ter disso.
 :amazing:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: NVF em Janeiro 20, 2018, 04:08:38 pm
Sem contratos de manutenção e armamento deve ficar por metade. Depois logo se vê. "Tudo como dantes, quartel-general em Abrantes".
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Charlie Jaguar em Janeiro 21, 2018, 01:04:00 pm
A FAP neste momento tem de avançar para o F-16V o mais rapidamente possível. Até os próprios Emirados Árabes Unidos demonstram vontade de modernizar os seus E/F Block 60 primeiro para Block 61 e depois para a versão Viper. E a FAP está claramente a ser manietada pelo poder político neste momento no que concerne a este aspecto. e só para falar neste.

Com grande parte da Europa a optar pelo Lightning II, numa espécie de regresso ao "Caça NATO" como aconteceu primeiro com o F-104 Starfighter, depois com o F-5A e décadas mais tarde com o F-16, é muito provável que o F-35A venha a ser o nosso futuro avião de combate. As boas relações com o Brasil via Embraer, e o facto desta vir a fabricar igualmente o Gripen E/F, não sei até que ponto poderão pesar numa decisão política a médio prazo, cá estaremos para ver.

Para ser efectivo, o F-35A terá sempre de levar carga suspensa (por exemplo, QRA com 2 AIM-9X implica a utilização das estações 1 e 6), e cada vez são mais os clientes e operadores que estão literalmente a começar a descartar as vantagens da suposta invisibilidade aos radares do Lightning II, primeiro porque está a ser desenvolvida na Rússia e China tecnologia radar que irá quase de certeza anular essa capacidade (e a do F-22 e B-2, já agora), e segundo porque para ser uma aeronave com capacidade credível de combate terá sempre de montar estações e carga suspensa, o que lhe conferirá uma RCS similar à do F-16.

Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Stalker79 em Janeiro 21, 2018, 03:58:52 pm
O F35 sem a vantagem do stealth não sei até que ponto será um caça efectivo. Especialmente com uma velocidade máxima de mach 1.6 nem consegue fugir de um combate que não consiga ganhar. Já para não falar nas duvidas que ainda existem quanto á "genica" do mesmo em combate ar-ar.
 :Piloto:
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Get_It em Janeiro 21, 2018, 10:25:27 pm
As boas relações com o Brasil via Embraer,
Que forma tão simpática de se referir ao putedo e ao jogo de interesses que vai por trás dos bastidores.

e o facto desta vir a fabricar igualmente o Gripen E/F, não sei até que ponto poderão pesar numa decisão política a médio prazo, cá estaremos para ver.
É a uma ideia que também partilho, especialmente com o fim da presença norte-americana na Base das Lajes.

Cumprimentos,
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: perdadetempo em Janeiro 30, 2018, 06:37:41 pm
Preço provável se os F-35 ganharem o concurso belga (6,53Billiões USD para 34 caças)

Citar
WASHINGTON --- The State Department has made a determination approving a possible Foreign Military Sale to Belgium of thirty-four (34) F-35 Joint Strike Fighter Conventional Take Off and Landing aircraft for an estimated cost of $6.53 billion. The Defense Security Cooperation Agency delivered the required certification notifying Congress of this possible sale today.

The Government of Belgium has requested to buy thirty-four (34) F-35 Joint Strike Fighter Conventional Take Off and Landing (CTOL) aircraft, and -- thirty-eight (38) Pratt & Whitney F-135 engines (34 installed, 4 spares).

Also included are Electronic Warfare Systems; Command, Control, Communications, Computer and Intelligence/Communications, Navigational, and Identification (C4I/CNI); Autonomic Logistics Global Support System (ALGS); Autonomic Logistics Information System (ALIS); Full Mission Trainer; Weapons Employment Capability, and other Subsystems, Features, and Capabilities; F-35 unique infrared flares; Reprogramming center; F-35 Performance Based Logistics; software development/integration; aircraft ferry and tanker support; support equipment; tools and test equipment; communications equipment; spares and repair parts; personnel training and training equipment; publications and technical documents; U.S. Government and contractor engineering and logistics personnel services; and other related elements of logistics and program support.

The estimated total case value is $6.53 billion.

This proposed sale will contribute to the foreign policy and national security of the United States by helping to improve the security of an ally and partner nation which has been, and continues to be, an important force for political and economic stability in Western Europe.

This proposed sale of F-35s will provide Belgium with a credible defense capability to deter aggression in the region and ensure interoperability with U.S. forces. The proposed sale will augment Belgium's operational aircraft inventory and enhance its air-to-air and air-to-ground self-defense capability. Belgium will have no difficulty absorbing these aircraft into its armed forces.

The proposed sale of this equipment and support will not alter the basic military balance in the region.

The prime contractors will be Lockheed Martin Aeronautics Company, Fort Worth, TX; and Pratt & Whitney Military Engines, East Hartford, CT. This proposal is being offered in the context of a competition. If the proposal is accepted, it is expected that offset agreements will be required. All offsets are defined in negotiations between the Purchaser and the contractor.

Implementation of this proposed sale will require multiple trips to Belgium involving U.S. Government and contractor representatives for technical reviews/support, program management, and training over the life of the program. U.S. contractor representatives will be required in Belgium to conduct Contractor Engineering Technical Services (CETS) and Autonomic Logistics and Global Support (ALGS) for after-aircraft delivery.

There will be no adverse impact on U.S. defense readiness as a result of this proposed sale.

This notice of a potential sale is required by law and does not mean the sale has been concluded.

http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/190048/.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/190048/.html)

A 1€ = 1,2 USD dará um valor unitário de cerca de 160 Milhões de euros por avião.

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: tenente em Janeiro 30, 2018, 07:33:24 pm
Preço provável se os F-35 ganharem o concurso belga (6,53Billiões USD para 34 caças)

Citar
WASHINGTON --- The State Department has made a determination approving a possible Foreign Military Sale to Belgium of thirty-four (34) F-35 Joint Strike Fighter Conventional Take Off and Landing aircraft for an estimated cost of $6.53 billion. The Defense Security Cooperation Agency delivered the required certification notifying Congress of this possible sale today.

The Government of Belgium has requested to buy thirty-four (34) F-35 Joint Strike Fighter Conventional Take Off and Landing (CTOL) aircraft, and -- thirty-eight (38) Pratt & Whitney F-135 engines (34 installed, 4 spares).

Also included are Electronic Warfare Systems; Command, Control, Communications, Computer and Intelligence/Communications, Navigational, and Identification (C4I/CNI); Autonomic Logistics Global Support System (ALGS); Autonomic Logistics Information System (ALIS); Full Mission Trainer; Weapons Employment Capability, and other Subsystems, Features, and Capabilities; F-35 unique infrared flares; Reprogramming center; F-35 Performance Based Logistics; software development/integration; aircraft ferry and tanker support; support equipment; tools and test equipment; communications equipment; spares and repair parts; personnel training and training equipment; publications and technical documents; U.S. Government and contractor engineering and logistics personnel services; and other related elements of logistics and program support.

The estimated total case value is $6.53 billion.

This proposed sale will contribute to the foreign policy and national security of the United States by helping to improve the security of an ally and partner nation which has been, and continues to be, an important force for political and economic stability in Western Europe.

This proposed sale of F-35s will provide Belgium with a credible defense capability to deter aggression in the region and ensure interoperability with U.S. forces. The proposed sale will augment Belgium's operational aircraft inventory and enhance its air-to-air and air-to-ground self-defense capability. Belgium will have no difficulty absorbing these aircraft into its armed forces.

The proposed sale of this equipment and support will not alter the basic military balance in the region.

The prime contractors will be Lockheed Martin Aeronautics Company, Fort Worth, TX; and Pratt & Whitney Military Engines, East Hartford, CT. This proposal is being offered in the context of a competition. If the proposal is accepted, it is expected that offset agreements will be required. All offsets are defined in negotiations between the Purchaser and the contractor.

Implementation of this proposed sale will require multiple trips to Belgium involving U.S. Government and contractor representatives for technical reviews/support, program management, and training over the life of the program. U.S. contractor representatives will be required in Belgium to conduct Contractor Engineering Technical Services (CETS) and Autonomic Logistics and Global Support (ALGS) for after-aircraft delivery.

There will be no adverse impact on U.S. defense readiness as a result of this proposed sale.

This notice of a potential sale is required by law and does not mean the sale has been concluded.

http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/190048/.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/190048/.html)

A 1€ = 1,2 USD dará um valor unitário de cerca de 160 Milhões de euros por avião.

Cumprimentos

com esses 160 milhões, Já se compravam uns 15 helis ligeiros, e ainda sobravam 100 milhões para uns substitutos dos A-Jet !!

Abraços
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: HSMW em Fevereiro 24, 2018, 08:05:16 pm
F-35 By the Numbers
Citar
From the first production aircraft to now - the worldwide F-35 fleet has logged over 120,000 flight hours and accomplished several significant "firsts." See the facts & figures
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Março 13, 2018, 10:25:56 am
Mais gastos...  ::) http://www.aereo.jor.br/2018/03/10/f-35-custo-do-upgrade-block-4-quadruplica-mas-pode-nao-ser-suficiente/ (http://www.aereo.jor.br/2018/03/10/f-35-custo-do-upgrade-block-4-quadruplica-mas-pode-nao-ser-suficiente/)

Citar
O custo do programa de atualização Block 4 do F-35 – que deve permitir que a aeronave atinja suas especificações contratuais completas – quadruplicou desde agosto, de acordo com as últimas estimativas que surgiram durante as audiências no Congresso dos EUA em 7 de março.

Em agosto, o Government Accountability Office (GAO) informou que a atualização Block 4 deveria ser gerenciada como um importante programa de defesa por causa de seu alto custo, que então estimou em US$ 3,9 bilhões.

Durante uma audiência de 7 de março de 2018 do subcomitê tático de forças aéreas e terrestres da Câmara dos Serviços Armados (HASC), o chefe do programa F-35, o almirante Mathias Winter, disse que o Block 4 (cujo nome agora foi alterado para Continuous Capability Development and Delivery (C2D2) custará US$ 10,8 bilhões até o ano fiscal de 2024.

Ele disse a repórteres após a audiência que estes US$ 10,8 bilhões apenas abrangem o desenvolvimento, e que um adicional de US$ 5 bilhões seria necessário para a aquisição, informou o Inside Defense em 7 de março.

Durante a mesma audiência, o representante Niki Tsongas de Massachusetts estimou o custo total da fase C2D2 em US$ 16,4 bilhões até o ano fiscal de 2024, dos quais US$ 11 bilhões (perto de US$ 10,8 bilhões de Winter) para desenvolvimento e US$ 5,4 bilhões para aquisição.

“Este custo potencial de US$ 16 bilhões é uma quantidade incrivelmente alta e, na medida em que eu tenho conhecimento, excede em grande parte os valores de custo fornecidos anteriormente ao Congresso”, disse Tsongas durante a audiência.

US$ 16 bilhões podem não ser suficientes
Alguns observadores, no entanto, acreditam que a estimativa de US$ 16 bilhões pode realmente subestimar o custo do desenvolvimento, aquisição e implementação do programa C2D2.

Esta opinião baseia-se no fato de que o Joint Program Office (JPO) anunciou arbitrariamente que a fase System Development and the Development do F-35 (SDD) será superada – e, portanto, não financiada – no final de junho deste ano.

Como conseqüência, todo o dinheiro futuro necessário para corrigir e testar em voo as muitas deficiências do SDD restantes (mais outras que aparecerão invariavelmente) terá que ser pago pelos orçamentos anuais do C2D2.

Agora, vem a estimativa do JPO de US$ 10,8 bilhões para todo o trabalho de desenvolvimento C2D2 até o ano fiscal de 2024, mas “esse dinheiro deve cobrir tanto a montanha suspensa de correções de deficiência quanto o desenvolvimento de uma lista de desejos de capacidades novas, extremamente ambiciosas, de modernização ‘banhada a ouro’ para ser adicionada às capacidades ainda bloqueadas do Block 3F, relativamente simples”, observa um insider experiente da indústria.

A conta do SDD total, até o desenvolvimento incompleto do Block 3F e o final arbitrário do SDD, é de US$ 55,5 bilhões (em dólares do ano).

Custos adicionais substanciais para parceiros estrangeiros
Por causa do modo como o programa está estruturado, os seis parceiros estrangeiros podem esperar pagar altos custos adicionais para a atualização C2D2.

Winter disse que os custos de desenvolvimento serão compartilhados com os aliados dos EUA, deixando o Departamento de Defesa responsável por US$ 7,2 bilhões, informou o Flight International em 8 de março, o que significa que os países parceiros terão que arcar com US$ 3,8 bilhões adicionais.

Em um relatório de 19 de dezembro, o Comitê de Defesa da Câmara dos Comuns escreveu (página 23) que “a Lockheed Martin também informou o Comitê que, após a conclusão da fase SDD, que as nações parceiras no programa estão empenhadas em desenvolver aprimoramentos nas aeronaves em serviço através do Continuous Capability Development and Delivery (C2/D2). De acordo com a Lockheed Martin, eles esperam que o Reino Unido pague aproximadamente 4,5% do custo total para desenvolver e integrar novas capacidades no F-35”.

A Força Aérea dos EUA não tem dinheiro para o C2D2
O tenente-general Jerry D. Harris, Jr., vice-chefe de gabinete para planos e requisitos estratégicos, advertiu durante a mesma audiência de 7 de março que a Força Aérea dos EUA não tinha fundos para pagar a atualização C2D2.

“A Força Aérea está preocupada com o financiamento da modernização Block 4. O Congresso reduziu a modernização subseqüente do F-35 no ano fiscal de 2017 em aproximadamente sessenta por cento (60%) e no ano fiscal de 2018, o Congresso está recomendando uma redução de 25% no financiamento da modernização subseqüente.

“Não consigo enfatizar o quanto é importante que financiemos o Block 4. Estamos em uma etapa crucial em que devemos comprometer-nos com o trabalho de desenvolvimento para garantir que possamos disponibilizar esses recursos para satisfazer uma necessidade de 2025”.

FONTE: Defense-Aerospace.com

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2018/03/F-35A-1024x735.jpg)

Saudações

Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Julho 08, 2018, 09:41:02 pm
Nada melhor que regressar de um longo período de manutenção no forum com uma notícia do F35...  ;D

https://www.rt.com/news/432071-italy-f35-jets-not-anymore/ (https://www.rt.com/news/432071-italy-f35-jets-not-anymore/)
Citar

Italy will not buy F-35s anymore, mulls walking out of existing contracts – Defense Minister

The anti-establishment Italian government's defense minister has said that the country won't purchase any more Lockheed Martin F-35 fighter jets from the US and will review the existing order for 90 planes.
Elisabetta Trenta, the country's new minister of defense from the Eurosceptic Five Star Movement, has ruled out new contracts with the US for the purchase of F-35 stealth fighter jets, adding that the order for 60 F-35A and 30 F-35B jets, which Italy concluded in 2012, might be placed under review.

"We won't buy any more F-35s," Trenta said in an interview with Italian broadcaster La7's Omnibus program on Friday.

"We are assessing what to do regarding the contracts already in place," she added, noting that while her party has always been a vocal critic of the program, she said that scrapping it altogether may "cost us more than maintaining it."

(https://cdni.rt.com/files/2018.07/article/5b401aeedda4c8cb5f8b460b.jpg)

(https://cdni.rt.com/files/2018.07/thumbnail/5b3ac51bfc7e93601f8b457c.jpg)

Cumprimentos

 
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 16, 2018, 04:41:12 pm
Operational F-35A fires cannon for first time
By George Allison - August 16, 2018

(https://ukdj.imgix.net/b14f223e688f03749d2301f1ec648dd1_/180813-F-LS255-0005.jpg?auto=compress%2Cformat&fit=crop&h=580&ixlib=php-1.1.0&q=80&w=1021&wpsize=td_1021x580&s=41a1844196072c8a8310483af56ccdcd)

Pilots from the United States Air Force 388th Fighter Wing’s 4th Fighter Squadron were the first operational unit to fire the F-35As 25mm cannon in a strafing run during training.

According to the US Air Force, the two-ship formation fired on two sets of ground targets on the Utah Test and Training range Aug. 13. Loading and firing the cannon was one of the few capabilities Airmen in the 388th and 419th FWs had yet to demonstrate.

Lockheed Martin say that F-35As internal cannon allows the aircraft to maintain stealth against air adversaries as well as fire more accurately on ground targets, giving pilots more tactical flexibility.

For the F-35A, 180 rounds can be housed in the gun’s linkless ammunition handling system. For the F-35B and F-35C, they both rely on an external gun pod carrying the GAU-22. The GAU-22/A uses a 25mm shell, which is significantly more powerful than what the F-16 the F-15E, F-15C use — all of those aircraft use a 20mm shell.

On June the 9th 2015, a test F-35A shot its first salvos from its four-barrel GAU-22/A Gatling gun.

 :arrow: https://ukdefencejournal.org.uk/operational-f-35a-fires-cannon-for-first-time/
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 17, 2018, 07:08:12 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 29, 2018, 09:27:08 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 13, 2018, 05:10:51 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Setembro 14, 2018, 02:13:42 pm
E a novela continua...  ;D :P

http://www.cavok.com.br/blog/f-35-sem-software-atualizado-nao-comecarao-os-testes-de-combate/ (http://www.cavok.com.br/blog/f-35-sem-software-atualizado-nao-comecarao-os-testes-de-combate/)

Citar
O problemático programa de US$ 1,5 trilhão do F-35 não está pronto para iniciar a fase crítica de testes de combate, disse o diretor de testes do Pentágono

(https://i0.wp.com/www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/U.S._Air_Force_F-35A_Lightning_II_aircraft_assigned_to_the_58th_Fighter_Squadron_33rd_Fighter_Wing_fly_in_formation_near_Eglin_Air_Force_Base_Fla._May_16_2013_130516-F-XL333-1145.jpg)

Assim mantêm os americas sempre actualizados...  :jok: :nice:

https://fighterjetsworld.com/2018/06/04/norwegian-f-35-spy-on-its-owner-send-sensitive-data-back-to-u-s-a/ (https://fighterjetsworld.com/2018/06/04/norwegian-f-35-spy-on-its-owner-send-sensitive-data-back-to-u-s-a/)

Citar
Norwegian F-35 Spy on its Owner: Send Sensitive Data Back to U.S.A.


Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 28, 2018, 07:13:10 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 29, 2018, 01:49:01 pm
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Setembro 29, 2018, 04:03:58 pm
https://ukdefencejournal.org.uk/f-35b-crashes-in-the-united-states/?no_cache=1 (https://ukdefencejournal.org.uk/f-35b-crashes-in-the-united-states/?no_cache=1)
Citar
A US Marine Corps F-35B crashed today South Carolina, near Marine Corp Air Station Beaufort, the US military has confirmed.

The pilot is believed to have ejected but his status is unknown, the official said. The F-35B conducted its first-ever airstrike on Thursday.

This is the first time an F-35 has crashed. The sheriff’s office said in a tweet here that the pilot ejected safely. It wasn’t immediately clear if the pilot was injured.

(https://pbs.twimg.com/media/DoMh2qbW0AACfXu.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: oi661114 em Outubro 11, 2018, 08:11:17 pm
Parece que ainda não é desta...

https://www.bbc.co.uk/news/amp/world-us-canada-45827795

The US military has temporarily grounded its entire fleet of F-35 fighter jets in the wake of a crash in South Carolina last month.

Inspections are to be carried out on faulty fuel tubes.

An official report questioned earlier this year whether the F-35 was ready for combat after dozens of faults were found.

The F-35 is the largest and most expensive weapons programme of its type in the world.

The programme is expected to last several decades and global sales are projected to be 3,000. The US government's accountability office estimates all costs associated with the project will amount to one trillion dollars.

In a statement, the F-35 Joint Program Office said the US and its international partners had suspended flight operations while a fleet-wide inspection of fuel tubes was conducted.

"If suspect fuel tubes are installed, the part will be removed and replaced. If known good fuel tubes are already installed, then those aircraft will be returned to flight status.

"Inspections are expected to be completed within the next 24 to 48 hours."

The aircraft, which uses stealth technology to reduce its visibility to radar, comes in three variants.

The crash in South Carolina involved an F-35B , which is able to land vertically and costs around $100m (£75m).

The pilot in that incident ejected safely but the aircraft was destroyed.
F-35 fighter jets prepare to land for first time
Image caption F-35 fighter jets prepare to land for first time

The plane, manufactured by Lockheed Martin but including parts made in several other countries, has been sold to a number of nations, including the UK, Japan, Italy, Turkey and South Korea.

    Why the RAF's new F-35 jets matter

The Ministry of Defence in London said the UK had decided to "pause some F-35 flying as a precautionary measure while we consider the findings of an ongoing enquiry".

But the MOD said F-35 flight trials from the aircraft carrier, HMS Queen Elizabeth, were continuing and the programme remained on schedule to provide UK armed forces with "a game-changing capability".
Presentational grey line
No going back

By Jonathan Marcus, Defence and Diplomatic Correspondent

The temporary suspension of all F-35 flights is an embarrassment given the extraordinary cost of this frequently troubled programme. But the problem has already been identified as faulty fuel tubes. Once these are checked or replaced the aircraft will be back in the air.

The F-35 is only just entering service but it is already the most expensive weapons programme of all time.

It will equip the US Air Force and Marine Corps as well as several of Washington's allies. It represents a step-change in capability but the F-35's complexity has inevitably thrown up problems.

However there is no going back now. It promises to be the centrepiece of US air power for decades to come.

While its costs per aircraft are coming down there are still questions about how many planes the US can afford and whether it should also buy a cheaper, less capable aircraft alongside the F-35.
Presentational grey line

The F-35, first used in combat by Israel earlier this year to carry out two strikes, is designed for use by the US Air Force, Marine Corps and Navy.

It boasts avionics, sensors and communications that allow data to be shared quickly with operational commanders.
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Outubro 12, 2018, 10:18:36 am
Deve ser o contraditório oficial...  ;D 8)

http://www.cavok.com.br/blog/cacas-f-35b-do-usmc-operam-surpreendentemente-bem-durante-a-implantacao-de-combate-no-oriente-medio/ (http://www.cavok.com.br/blog/cacas-f-35b-do-usmc-operam-surpreendentemente-bem-durante-a-implantacao-de-combate-no-oriente-medio/)

Citar
Caças F-35B do USMC operam ‘surpreendentemente bem’ durante a implantação de combate no Oriente Médio
O mais avançado caça a jato do Pentágono, e também o programa de armas militares mais caro da história do departamento, está superando as expectativas durante a primeira grande operação de combate no Oriente Médio. Os aviadores e equipes de manutenção do Corpo de Fuzileiros Navais trabalh...

(https://i1.wp.com/www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/F-35-during-first-strike.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: jpthiran em Outubro 13, 2018, 03:55:18 pm
...lol...
...os Americanos são os primeiros a duvidar das capacidades do avião!...
...já para não falar da factura - a maior na história!...
...os gajos da Lockhead tem levado os Americanos, bem levados!...
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: asalves em Outubro 15, 2018, 10:05:43 am
Parece que ainda não é desta...

https://www.bbc.co.uk/news/amp/world-us-canada-45827795

The US military has temporarily grounded its entire fleet of F-35 fighter jets in the wake of a crash in South Carolina last month.

Inspections are to be carried out on faulty fuel tubes.

An official report questioned earlier this year whether the F-35 was ready for combat after dozens of faults were found.

The F-35 is the largest and most expensive weapons programme of its type in the world.

The programme is expected to last several decades and global sales are projected to be 3,000. The US government's accountability office estimates all costs associated with the project will amount to one trillion dollars.

In a statement, the F-35 Joint Program Office said the US and its international partners had suspended flight operations while a fleet-wide inspection of fuel tubes was conducted.

"If suspect fuel tubes are installed, the part will be removed and replaced. If known good fuel tubes are already installed, then those aircraft will be returned to flight status.

"Inspections are expected to be completed within the next 24 to 48 hours."

The aircraft, which uses stealth technology to reduce its visibility to radar, comes in three variants.

The crash in South Carolina involved an F-35B , which is able to land vertically and costs around $100m (£75m).

The pilot in that incident ejected safely but the aircraft was destroyed.
F-35 fighter jets prepare to land for first time
Image caption F-35 fighter jets prepare to land for first time

The plane, manufactured by Lockheed Martin but including parts made in several other countries, has been sold to a number of nations, including the UK, Japan, Italy, Turkey and South Korea.

    Why the RAF's new F-35 jets matter

The Ministry of Defence in London said the UK had decided to "pause some F-35 flying as a precautionary measure while we consider the findings of an ongoing enquiry".

But the MOD said F-35 flight trials from the aircraft carrier, HMS Queen Elizabeth, were continuing and the programme remained on schedule to provide UK armed forces with "a game-changing capability".
Presentational grey line
No going back

By Jonathan Marcus, Defence and Diplomatic Correspondent

The temporary suspension of all F-35 flights is an embarrassment given the extraordinary cost of this frequently troubled programme. But the problem has already been identified as faulty fuel tubes. Once these are checked or replaced the aircraft will be back in the air.

The F-35 is only just entering service but it is already the most expensive weapons programme of all time.

It will equip the US Air Force and Marine Corps as well as several of Washington's allies. It represents a step-change in capability but the F-35's complexity has inevitably thrown up problems.

However there is no going back now. It promises to be the centrepiece of US air power for decades to come.

While its costs per aircraft are coming down there are still questions about how many planes the US can afford and whether it should also buy a cheaper, less capable aircraft alongside the F-35.
Presentational grey line

The F-35, first used in combat by Israel earlier this year to carry out two strikes, is designed for use by the US Air Force, Marine Corps and Navy.

It boasts avionics, sensors and communications that allow data to be shared quickly with operational commanders.

Eu não percebo nada disto mas uma coisa é ter dificuldades na integração dos sistemas, ou no software IA. Agora um tubo de combustível? Estamos a falar da Lockhead ou do zé manel que nunca construiu aviões. É que quão difícil é falhar na conceção de um tubo de combustível, não se pode dizer que é alta tecnologia. vibrações, forças G's, resistência a deformações térmicas, já deviam ter experiência nisso tudo. OU andam a contratar indianos para desenvolver e fornecer os tubos.

Há erros neste F-35 que parecem de amadores
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Outubro 15, 2018, 10:37:11 am
Parece que ainda não é desta...

https://www.bbc.co.uk/news/amp/world-us-canada-45827795

The US military has temporarily grounded its entire fleet of F-35 fighter jets in the wake of a crash in South Carolina last month.

Inspections are to be carried out on faulty fuel tubes.

An official report questioned earlier this year whether the F-35 was ready for combat after dozens of faults were found.

The F-35 is the largest and most expensive weapons programme of its type in the world.

The programme is expected to last several decades and global sales are projected to be 3,000. The US government's accountability office estimates all costs associated with the project will amount to one trillion dollars.

In a statement, the F-35 Joint Program Office said the US and its international partners had suspended flight operations while a fleet-wide inspection of fuel tubes was conducted.

"If suspect fuel tubes are installed, the part will be removed and replaced. If known good fuel tubes are already installed, then those aircraft will be returned to flight status.

"Inspections are expected to be completed within the next 24 to 48 hours."

The aircraft, which uses stealth technology to reduce its visibility to radar, comes in three variants.

The crash in South Carolina involved an F-35B , which is able to land vertically and costs around $100m (£75m).

The pilot in that incident ejected safely but the aircraft was destroyed.
F-35 fighter jets prepare to land for first time
Image caption F-35 fighter jets prepare to land for first time

The plane, manufactured by Lockheed Martin but including parts made in several other countries, has been sold to a number of nations, including the UK, Japan, Italy, Turkey and South Korea.

    Why the RAF's new F-35 jets matter

The Ministry of Defence in London said the UK had decided to "pause some F-35 flying as a precautionary measure while we consider the findings of an ongoing enquiry".

But the MOD said F-35 flight trials from the aircraft carrier, HMS Queen Elizabeth, were continuing and the programme remained on schedule to provide UK armed forces with "a game-changing capability".
Presentational grey line
No going back

By Jonathan Marcus, Defence and Diplomatic Correspondent

The temporary suspension of all F-35 flights is an embarrassment given the extraordinary cost of this frequently troubled programme. But the problem has already been identified as faulty fuel tubes. Once these are checked or replaced the aircraft will be back in the air.

The F-35 is only just entering service but it is already the most expensive weapons programme of all time.

It will equip the US Air Force and Marine Corps as well as several of Washington's allies. It represents a step-change in capability but the F-35's complexity has inevitably thrown up problems.

However there is no going back now. It promises to be the centrepiece of US air power for decades to come.

While its costs per aircraft are coming down there are still questions about how many planes the US can afford and whether it should also buy a cheaper, less capable aircraft alongside the F-35.
Presentational grey line

The F-35, first used in combat by Israel earlier this year to carry out two strikes, is designed for use by the US Air Force, Marine Corps and Navy.

It boasts avionics, sensors and communications that allow data to be shared quickly with operational commanders.

Eu não percebo nada disto mas uma coisa é ter dificuldades na integração dos sistemas, ou no software IA. Agora um tubo de combustível? Estamos a falar da Lockhead ou do zé manel que nunca construiu aviões. É que quão difícil é falhar na conceção de um tubo de combustível, não se pode dizer que é alta tecnologia. vibrações, forças G's, resistência a deformações térmicas, já deviam ter experiência nisso tudo. OU andam a contratar indianos para desenvolver e fornecer os tubos.

Há erros neste F-35 que parecem de amadores
Não é nada pá, lá estás a ser mauzinho. Aquela então do Gancho...  ;D :nice: :jok: :amazing:

https://theaviationist.com/2012/01/09/f-35c-hook-problems/ (https://theaviationist.com/2012/01/09/f-35c-hook-problems/)

Citar
"F-35C unable to land aboard aircraft carriers" report says. U.S. Navy and Royal Navy have something to be worried about.

By David Cenciotti
As highlighted by an interesting article published on F-16.net, among all the other flaws listed in the JSF Concurrency Quick Look Review dated 29 November 2011 (an official document recently leaked), there is one issue that might have a significant impact on American and British naval aviation’s future plane.

According to the leaked report, the F-35C, the variant developed for the U.S. Navy (and chosen by the UK for its future aircraft carrier), is unable to get aboard a flattop because of its tailhook design issues.

During specific tests conducted at NAWC-AD (Naval Air Warfare Center – Aircraft Division) Lakehurst, the F-35C failed to engage the MK-7 arresting gear with a disappointing score of 0 successes in 8 attempts. Considered that arrestment testing takes place on a normal airport, without the thrill of bad weather, pitching deck, nearby obstacles, low fuel, lack of alternate airfields and all those factors that make a trap on an aircraft carrier the scariest kind of flying.

Root cause analysis points to some AHS (Arresting Hook System) design issues:

aircraft geometry (short distance between the Main Landing Gear tires and the tailook point)
tailkook point design, with scarce ability to scoop low positioned cables
tailkook hold-down ineffective performance in damping bounces relative to the deck surface profiles.
In other words, the distance of 7.1 feet between the tires and the tailhook is too short and the responsive dynamics are such that the cable lies nearly flat on the deck by the time the tailkook point should intercept it for arrestment.

(https://theaviationist.com/wp-content/uploads/2012/01/3.jpg?w=473)

(https://i2.wp.com/theaviationist.com/wp-content/uploads/2012/01/2.jpg)

(https://i2.wp.com/theaviationist.com/wp-content/uploads/2012/01/f-18.jpg?resize=473%2C315&ssl=1)

(https://i1.wp.com/theaviationist.com/wp-content/uploads/2012/01/6521847089_5fe25d0ee7_b.jpg?resize=473%2C315&ssl=1)

Cumprimentos
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: Stalker79 em Outubro 15, 2018, 04:29:10 pm
Eu só digo que neste momento nem de borla ficava com os F35, não havia LPM´s que chegassem para os prejuizo dos erros e "revisões" que a Lockheed tem de fazer ao bicho
Venha o upgrade V mas é e lá pra 2030 vêsse!!!
 ;D
Título: Re: F-35 JSF
Enviado por: mafets em Outubro 27, 2018, 05:49:49 pm
Grande galo. No dia que os Belgas escolheram a maquineta...  ;D ;)

https://thehill.com/policy/defense/413232-pentagon-grounds-24-f-35s?fbclid=IwAR2ZiCeIWz2JvG32Yu4iFXRkkmD7vB4cXMXMwljRNekBB1W0rEyNR88sIXo (https://thehill.com/policy/defense/413232-pentagon-grounds-24-f-35s?fbclid=IwAR2ZiCeIWz2JvG32Yu4iFXRkkmD7vB4cXMXMwljRNekBB1W0rEyNR88sIXo)

Citar
The U.S. military has grounded roughly 24 F-35 joint strike fighters with higher flight hours, citing new fuel system inspections needed after the entire fleet was grounded earlier this month.

The F-35 Joint Program Office said on Thursday that it found two new parts needing inspection on older models of the fifth-generation jet. The Pentagon in early October grounded all versions of the Lockheed Martin-made aircraft to examine the fuel tubes within the engines, made separately by Pratt & Whitney.

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“The joint government and industry technical team has completed their asses