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Forças Armadas e Sistemas de Armas => Armadas/Sistemas de Armas => Marinha do Brasil => Tópico iniciado por: G.B.Schmitt em Agosto 20, 2008, 03:15:16 am

Título: Notícias da Marinha do Brasil
Enviado por: G.B.Schmitt em Agosto 20, 2008, 03:15:16 am
Incorporação da Corveta "Barroso"

No dia 19 de agosto, três anos após a retomada do projeto de construção, a Marinha do Brasil incorporará a Corveta “Barroso”, V-34, à Armada. A cerimônia contará com a presença do Ministro da Defesa e do Comandante da Marinha, entre outras autoridades.

Projeto que contribui com o resgate da capacidade e da tecnologia da construção naval militar brasileira, a Corveta “Barroso” é o resultado do aperfeiçoamento do projeto das Corvetas Classe Inhaúma, construídas anteriormente no Brasil, e incorporou melhorias e desenvolvimentos tecnológicos que aprimoraram o desempenho do navio.

Com uma autonomia de 30 dias e raio de ação de 8.000 km, o mais novo escolta da Esquadra Brasileira oferecerá uma maior capacidade de proteção ao tráfego marítimo nacional, responsável por 95% do fluxo de comércio exterior brasileiro, proporcionará maior proteção aos nossos campos petrolíferos e ampliará o poder de dissuasão do Brasil no mar.

Na execução do projeto de construção, a Marinha teve como meta a busca da nacionalização, principalmente daqueles com elevado grau de complexidade técnica que agregariam tecnologia de ponta ao setor industrial associado do País. O índice médio de nacionalização dos sistemas de bordo é de aproximadamente 57%, dentre os quais se destacam: Sistema de Controle Tático; Sistema de Medidas de Apoio à Guerra Eletrônica; Sistema de Controle e Monitoramento da Propulsão, auxiliares e de Controle de Avarias; Sistema de Lançamento.

(http://www.defesanet.com.br/yy/mb/Cv_Barroso.jpg)
Teste de máquinas da Corveta Barroso em Abril de 2008

Citar
Características gerais da Corveta “Barroso” - V-34

1. Sistema Nacional de Controle Tático e Armas – SICONTA Mk III (nacional)
2. Comprimento total de 103,4 metros
3. Boca máxima – 11,4 metros
4. Calado de navegação – 6,20 metros
5. Deslocamento carregado – 2.400 toneladas
6. Sistema de propulsão – CODOG
a. 2 Motores MTU 1163 TB 93 8.000 HP
b. 1 Turbina GE LM 2.500 29.500 HP
7. Geração de Energia
a. 4 Motores MTU 8V 396 TE 54
b. 4 Geradores Siemens 650 KW
8. Velocidade máxima c/ turbina – 30 nós
9. Velocidade máxima c/ motor – 22 nós
10. Raio de ação a 12 nós – 4.000 milhas náuticas
11. Autonomia – 30 dias
12. Tripulação – 145 militares
13. Sistema de Controle e Monitoração SCM (nacional)
a. Subsistema de Controle e Monitoração de Propulsão e Auxiliares – SCMPA
b. Subsistema de Controle de Avarias – SCAv
Principais sensores do navio
1. Radar de busca combinada – RAN-20S
2. Radar de superfície – THERMA SCANTER
3. Radar de Direção de Tiro – RTN-30X
4. Radar de Navegação Furuno FR 8252
5. Alça Optrônica – EOS-400-10B (SAAB)
6. Alça Óptica com computador de tiro de emergência (nacional)
7. MAGE – DEFENSOR (nacional)
8. Sonar de casco – EDO-997 C
9. Sistema de navegação inercial – SIGMA 40 INS (SAGEM)

Armamento
1. Canhão 4.5” VICKERS Mk-8
2. Canhão 40mm Mk-3 BOFORS
3. Sistema de lançamento de mísseis EXOCET ITL-70A (MM40 Block 1 / Block 2)
4. Sistema de lançamento de torpedos Mod. 400 (nacional)
5. Sistema de lançamento de despistadores de mísseis (SLDM) – Chaff (nacional)


Operações aéreas
1. Aeronave Orgânica (Super Lynx), podendo ser armada com:
a. Míssil ar-superfície SEASKUA
b. Torpedo Mk-46
c. Bomba de profundidade Mk-9
2. Indicador visual estabilizado de rampa de aproximação – IVERA (nacional)

FONTE: http://www.defesanet.com.br/mb1/cv-34.htm (http://www.defesanet.com.br/mb1/cv-34.htm)
Título:
Enviado por: P44 em Agosto 20, 2008, 09:29:48 am
Incorporação da Corveta BARROSO V-34
http://www.naval.com.br/blog/ (http://www.naval.com.br/blog/)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 27, 2008, 03:50:59 pm
Escrito por Felipe Salles     
Sáb, 27 de Setembro de 2008 04:11
ALIDE

Marinha dá a partida nesta sexta-feira do programa de desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear Nacional

No Salão Nobre do segundo andar do histórico Edifício Tamandaré, no Centro do Rio de Janeiro, a Diretoria Geral de Material da Marinha do Brasil - DGMM - reuniu uma ampla platéia de oficiais da ativa e da Reserva para anunciar a ativação da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear-COGESN. Este evento é a muito antecipada culminação de uma longa ambição da Marinha do Brasil que remonta ao ano de 1979.

Para capitanear este histórico esforço foi convocado o Almirante-de-Esquadra da reserva José Alberto Accioly Fragelli. Os objetivos primários da COGESM serão:

a) Gerenciar o projeto e a construção do estaleiro dedicado aos submarinos

b) Gerenciar o projeto e a construção da nova base de submarinos

c) Gerenciar o projeto e a construção do Submarino com propulsão Nuclear S(N)

A cerimônia oficial foi curta e objetiva, sendo seguida por entrevistas com o Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto, do Almirante Fragelli e do assistente da presidência da Eletronuclear, Sr. Leonam dos Santos Guimarães.

O Comandante da Marinha iniciou seu comentário à imprensa confirmando que "realmente caberá aos franceses a tarefa de fornecer quatro submarinos convencionais a serem construídos no país. Em paralelo durante os primeiros seis anos do acordo ocorrerá o desenvolvimento e o projeto do submarino com Propulsão Nuclear. Em seguida, nos seis anos seguintes, acontecerá a construção efetiva do Submarino Nuclear. Para realizar o lado fabril será constituído um novo estaleiro, de capital civil dedicado aos dois tipos de submarinos. Estão "nos finalmentes" os processos de determinação do local específico deste novo Estaleiro, mas desde já pode-se garantir que ele ficará em algum lugar da costa ao redor da Baía de Sepetiba, convenientemente próximo da fabrica de estruturas metálicas pesadas da Nuclep a quem, como já ocorre hoje, caberá a construção das seções de casco de todos os novos submarinos. Este novo estaleiro representa o efetivo fim da construção de submarinos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro –AMRJ, liberando seus espaços produtivos para outros programa incluídos no PRM.

Segundo o Almirante Júlio Soares de Moura Neto "a região escolhida é chave, pois permanece próxima de toda a infra-estrutura fabril, industrial e técnica naval do Rio de Janeiro, tem logística facilitada pela presença do porto de Sepetiba e da fábrica da Nuclep, além de ser uma região que por já abrigar as três usinas nucleares do país tem uma "cultura nuclear" o que reduz os riscos de questionamentos de fundo político sobre a presença de meios nucleares como o novo submarino por lá. Com a assinatura pelos presidentes Lula e Sarkozy em dezembro deste ano ainda dos contratos, já devemos iniciar a construção do estaleiro nos primeiros meses de 2009." Dando mais detalhes ele continuou:" o primeiro submarino convencional deve ser entregue no máximo cinco anos após o início do programa industrial, cada novo submarino devendo ser entregue com m espacejamento de dois anos após o anterior. Após sua modernização, os atuais U209, os Classe Tupi, serão mantidos por vários anos expandindo a rota nacional de cinco para um total de nove submarinos convencionais. Sobre o armamento, ele informou que todos os Tupis e os novos subs convencionais serão passiveis de disparar mísseis anti-navio por seus tubos de torpedo, tendo apenas que realizar algumas alterações menores nos seus sistemas embarcado de controle de tiro.

Continuando, o "Charlie-Mike" explicou que várias razões apontam para a necessidade de termos submarinos de propulsão nuclear na nossa frota:

a) Todos os países do Conselho de Segurança da ONU tem o domínio da construção de submarinos nucleares.

b) A presença do Brasil no Cenário Global pede um novo patamar de poder naval e militar que seja compatível com nossas ambições e potencia econômica

c) O imenso tamanho de nosso litoral e a grande área representada pela "Amazônia Azul"

d) A descoberta das ricas reservas de gás e petróleo do pré-sal serão motivadores e ao mesmo tempo viabilizadores desta nova geração de submarinos da nossa Esquadra

Sobre o casco o Comandante da Marinha ressaltou que nos submarinos convencionais antigos o casco era dividido em cerca de nove segmentos, enquanto nos novos este número fica entre quatro e cinco segmentos. O casco ser usado no Submarino com Propulsão Nuclear, devido ao estágio atual de desenvolvimento, ainda não se sabe ao certo. O prazo de 12 anos para o desenvolvimento e construção é considerado pelo CM "bastante bom", tendo em vista que o último programa francês lhes tomou quinze anos.

Durante muitos anos o programa nuclear da Marinha padeceu de uma quantidade claramente insuficiente de verbas o que não permitiu ir além da primeira fase, a do Ciclo de enriquecimento do Urânio, das centrifugas e do Labgene, o Laboratório de Geração Núcleo-Elétrica, um reator atômico nacional desenvolvido junto com a USP. "Este reator já tem as dimensões adequadas para ser colocado dentro do casco do nosso futuro submarino, não sendo necessário mais nada em termos de miniaturização" arrematou o Se Leonam da Eletronuclear. O LABGENE, produzindo 11Mega Watts, deve ser usado não apenas para mover nosso submarino mas também para gerar eletricidade para cidades de até 20000 habitantes. Perguntado se o Submarino com Propulsão Nuclear , por ser único, seria um "protótipo" ele sorriu e disse "protótipo, não. digamos que ele é um "cabeça de série".

O Almirante Fragelly, por sua vez, comentou que "seu envolvimento neste programa se iniciava ali mesmo, com sua nomeação. Não tendo por xemplo, visitado Rússia e França ao lado das comitivas ministeriais ou militaresà aqueles países" Mas marcou que a lista de países candidatos a parceiro estratégico não era muito grande pois apenas a Rússia e a França tinha tecnologia para a fabricação de submarinos nucleares e convencionais [nota da ALIDE: Curiosamente o Almirante deixou de fora desta lista a China, que também já demonstrou saber fazer dos dois tipos de submarinos.] Três superintendências subordinadas a ele já estão definidas, elas serão Engenharia, Submarinos e Administrativa. O resto da organização ainda não está fechada. Cerca de 600 pessoas devem compor a força de trabalho do novo Estaleiro, que sendo privado permite à Marinha focar suas energias nas áreas onde a indústria de defesa nacional não possa atender.

Para a DGMM, o Programa do Submarino com Propulsão Nuclear será "o maior desafio gerencial e tecnológico jamais encarado pela Marinha do Brasil", se configurando num "caminho sem volta" para a tecnologia nacional. Mãos a massa Senhores, o Brasil anda ansioso por boas notícias como esta.

http://www.alide.com.br/joomla/index.ph ... no-nuclear (http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/36-noticias/155-dada-a-partida-no-nosso-submarino-nuclear)
Título:
Enviado por: Paisano em Outubro 04, 2008, 01:39:06 am
Marinha brasileira busca experiência em exercícios da Otan

Fonte: www.agencialusa.com.br/index.php?iden=19551 (http://www.agencialusa.com.br/index.php?iden=19551)

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Lisboa, 2 out (Lusa) - A Marinha do Brasil pretende participar em mais exercícios militares da Otan para os seus efetivos navais junto de congêneres tecnológica e taticamente mais avançadas, contando, para isso, com o apoio de Portugal.

A intenção foi manifestada à Agência Lusa pelo comandante da Marinha do Brasil, almirante-de-esquadra Júlio Soares de Moura Neto, que está em Lisboa numa visita oficial de uma semana.

"O que queremos é participar nos exercícios da Otan, uma organização que envolve muitas Marinhas, algumas delas tecnológica e taticamente muito avançadas. A Marinha brasileira não faz parte da Otan, mas tem o maior interesse em participar nos exercícios porque isso vai aumentar a sua capacitação", afirmou.

Para isso, o Brasil conta com o apoio de Portugal, que convidou a Marinha brasileira para participar em manobras militares integradas no âmbito da Otan, principalmente na operação "Swordfish", que ocorreu no primeiro trimestre deste ano, estando previstos contatos oficiais nesse sentido durante a sua estada em Portugal.

Moura Neto citou que o Brasil tem "todo o interesse" em participar nas operações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), apesar de integrar o espaço sub-regional de defesa do Atlântico Sul, uma vez que tem de "absorver as novas tecnologias e táticas".

Por outro lado, minimizou o "desconforto" de alguns países sul-americanos em relação à criação, pelos Estados Unidos, da 4ª Frota, que atuará no Mar do Caribe, Atlântico Sul, América do Sul e Pacífico sul, considerando tratar-se de uma "medida administrativa".

"A criação da 4ª Frota é uma medida administrativa. É uma medida soberana de um país que decidiu organizar-se criando uma frota a mais. Os Estados Unidos possuem uma série de comandos combinados. No Mediterrâneo, em África, no Médio Oriente e agora o comando combinado denominado Sul", disse.

"Esse comando combinado possui uma força naval que era proveniente da Marinha da 2ª frota, situada em Norfolk (Virgínia), responsável por todo o Atlântico e por todos os exercícios da Otan. Os Estados Unidos consideraram que a 2ª Frota estava muito sobrecarregada e, por isso, criaram a 4ª Frota", sustentou.

Sobre a visita a Portugal, onde manterá encontros com diversas entidades políticas e militares, Moura Neto adiantou que se insere no quadro da cooperação entre as duas Marinhas, cujos Estados-Maiores se reúnem de dois em dois anos.

"As duas Marinhas têm laços de união muito estreitos, de operações em conjunto. Há uma aproximação muito grande entre os fuzileiros, bem como nas áreas de hidrografia e meteorologia, ligadas ao Instituto Hidrográfico dos dois países. Pretendemos intensificar o intercâmbio", frisou.

"Os nossos Estados-Maiores discutem o que foi feito e o que se deve fazer para aumentar o intercâmbio. Não são assinados acordos de cooperação, mas são tomadas medidas que, na prática, acabam por funcionar como uma espécie de acordos para os próximos anos", acrescentou.

Moura Neto realçou também a cooperação na construção naval, lembrando que nos estaleiros de Viana do Castelo (norte) estão sendo construídos navios patrulha oceânicos destinados ao Brasil, num momento em que ambas as Marinhas estão renovando as respectivas forças navais.

Outra área de potencial cooperação é a da tecnologia da informação, uma vez que o Brasil quer desenvolver para a Marinha de Portugal sistemas de comando e controle, programas de jogos de guerra e "software" de avaliação operacional dos navios.


 :shock:  :shock:  :shock:
Título:
Enviado por: AMRAAM em Outubro 04, 2008, 01:57:20 am
:shock: ....Al fin supimos la causa en el retraso de la construccion de los NPO portugueses!!..Los NPO brasileiros... :mrgreen:
Estos periodistas...!!! :roll:
Título:
Enviado por: P44 em Outubro 04, 2008, 10:05:48 am
(http://www1.istockphoto.com/file_thumbview_approve/3788272/2/istockphoto_3788272-fireworks.jpg)(http://www.crestock.com/images/480000-489999/485189-xs.jpg)

 f2x2x  :feliz:  :festa:
Título:
Enviado por: jmg em Outubro 04, 2008, 11:39:18 am
Citação de: "AMRAAM"
:shock:  :mrgreen:  :roll:



Tá bem não bata mais no ceguinho...
Título:
Enviado por: Leonardo Besteiro em Novembro 29, 2008, 04:58:33 pm
Amigos eu li os posts e vi um sobre os NPO portugueses, eu acho que o Brasil como lider do mundo lusofono e Portugal deveriam se unir em projetos de NaTa, NaEL, LHD, sub convencionais e Sub nucleares para assim terem armadas mais poderosas que as de hoje e até poder ajudar os outros lusofonos com equipamentos menores. O que vocês acham? Um grande abraço a todos e até.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 29, 2008, 05:56:37 pm
Temos as Vasco da Gama, adquirimos mais umas fragatas Holandesas, quer dizer que por uns bons 15 anos não vamos comprar mais fragatas.

Estamos prestes a receber os U-209P da Alemanha, quer dizer que durante uns 30 anos temos submarinos.

Só resta os Navios de Patrulhamento Oceanico. Será que há vontade para um projecto a 2?
Título:
Enviado por: JLRC em Novembro 30, 2008, 02:28:27 am
Citação de: "Leonardo Besteiro"
Amigos eu li os posts e vi um sobre os NPO portugueses, eu acho que o Brasil como lider do mundo lusofono e Portugal deveriam se unir em projetos de NaTa, NaEL,


Que diabo de navio é um NaTa e um NaEL  :lol: .
Título:
Enviado por: migbar2 em Novembro 30, 2008, 02:57:07 am
Citação de: "Leonardo Besteiro"
Amigos eu li os posts e vi um sobre os NPO portugueses, eu acho que o Brasil como lider do mundo lusofono e Portugal deveriam se unir em projetos de NaTa, NaEL, LHD, sub convencionais e Sub nucleares para assim terem armadas mais poderosas que as de hoje e até poder ajudar os outros lusofonos com equipamentos menores. O que vocês acham? Um grande abraço a todos e até.





Brasil lider do mundo lusófono ???? Mas eleito por quem e para quê ? Acho extraordinário que haja aqui tanta malta sempre pronta a "bater" nos espanhois e aceitem uma destas com naturalidade. Há gente que pensa que têr 170 milhões de almas lhes dá mais não sei o quê !!! Um lider com 17 vezes mais gente que Portugal e que se vê aflito para têr uma marinha oceanica com 3 vezes mais vasos de guerra que nós e nenhum superior !!! Uma força aérea com uma centena de jatos que sabe Deus e vão para os seus foruns dizer que F-16 é sucata ( só porque o Chile os tem ! e se calhar por causa de Portugal também !! ) e os F-5 deles é que são um espectáculo, etc, etc...eu vejo aqui, no minimo, uma atitude de arrogância. Angola também gostava de ouvir esta...de certeza que partia a moca a rir...
Título:
Enviado por: Daniel em Novembro 30, 2008, 05:52:17 am
Leonardo Besteiro
Citar
eu acho que o Brasil como lider do mundo lusofono


Achar é uma coisa, ser é outra, eu também acho algumas coisas, massss. :lol:  c34x
Título:
Enviado por: Lightning em Novembro 30, 2008, 11:12:51 am
Citação de: "JLRC"
Citação de: "Leonardo Besteiro"
Amigos eu li os posts e vi um sobre os NPO portugueses, eu acho que o Brasil como lider do mundo lusofono e Portugal deveriam se unir em projetos de NaTa, NaEL,

Que diabo de navio é um NaTa e um NaEL  :lol:
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 30, 2008, 12:23:02 pm
JLRC escreveu:
Citar
Que diabo de navio é um NaTa e um NaEL  ? Porque não usam as designações internacionais para que todos possamos saber do que se está a falar? Já agora o que é boreste?

Boreste é estibordo, NaTa deve ser um AOR, e NaEl deve ser da familia do Super Homem, já que o pai dele se chamava JorEl.

Agora respondendo ao nosso distinto colega brasileiro, veja. O Brasil adquiriu tecnologia com os submarinos alemães, e perdeu-a. Vai adquirir tecnologia francesa, e vai perdê-la. E para que queria Portugal um submarino nuclear?
Oh grande líder da Lusofonia... :twisted: Portugal é um país pequeno, sem grandes forças armadas e pouco interesse em desenvolver novos cascos, armas etc...No entanto temos boas empresas na área das comunicações, electrónica e aeronautica, aí sim valeria a pena. Os restantes países lusófonos não têm por costume pagar aos fornecedores.
Título:
Enviado por: Edu em Novembro 30, 2008, 01:33:31 pm
Quer dizer, andamos aqui nós a assinar acordos ortograficos, e ser obrigados a escrever as coisas de uma maneira para nós incorrecta, e depois vêm para aqui Brasileiros escrever navios-aerodromos e mais coisas do genero... Enfim... Por muito que gostasse que Portugal e o brasil se entendessem em termos de armamento e coisas afins assim é complicado, com essa arrogancia e essa mania de que são os mais importantes... Vamos lá ver se um F-5 não é superior ao F-22, já agorav só faltava essa...
Título:
Enviado por: JLRC em Novembro 30, 2008, 02:26:41 pm
Citação de: "luis filipe silva"
 
NaEl deve ser da familia do Super Homem, já que o pai dele se chamava JorEl.


 :nice:  :nice:  :nice:
Título:
Enviado por: Leonardo Besteiro em Novembro 30, 2008, 04:48:44 pm
É pelo que estou vendo meus amigos que visitaram essas terras recentementes estavam certos quanto a educação e cordialidade. Primeiro o São Paulo, O Principe de Asturias, os NaE Russo e Ingleses não são porta aviões são Navios Aeródromos Ligeiros pois levam um pequeno grupo aéreo, PORTA AVIÕES quem tem são os EUA belonaves que levam 50caças isso sim é um prota aviões quanto a ser lider do mundo lusofono, quem o é Portugal, me digam pq? Vocês investem muito em pesquisa espacial, vocês tem um aceledor de patículas de luz síncontron? Vários centros de pesquisas biológicas e moleculares? Centro de pesquisa nuclear? Uma das tres maiores empresas aeronáuticas do mundo? Um tunel de vento hipersônico? Uma camara para gerar ambiente espacial para tertar satélites? Vocês tem alguma fabrica de misseis? Por isso e por mais que eu não acho eu afirmo que o Brasil é o lider do mundo lusofono e posso dizer mais, nós não fomos as terras de ninguém e roubamos seus tesouros. Então usem um pouco esse negócio pesado que está acima do pescoço antes de escreverem bobeiras tá. Não quero ser arrogante nem descordial, mas palhaçada me irrita. Um abraço aqueles que querem conversar civilizadamente.
Título:
Enviado por: Paisano em Novembro 30, 2008, 04:55:01 pm
Citação de: "luis filipe silva"
Agora respondendo ao nosso distinto colega brasileiro, veja. O Brasil adquiriu tecnologia com os submarinos alemães, e perdeu-a. Vai adquirir tecnologia francesa, e vai perdê-la. E para que queria Portugal um submarino nuclear?


Luis, com todo respeito e numa boa, mas no que se refere ao SNA deixo apenas uma singela frase: "Quem viver verá!!!"
Título:
Enviado por: migbar2 em Novembro 30, 2008, 05:37:40 pm
Citação de: "Leonardo Besteiro"
É pelo que estou vendo meus amigos que visitaram essas terras recentementes estavam certos quanto a educação e cordialidade. Primeiro o São Paulo, O Principe de Asturias, os NaE Russo e Ingleses não são porta aviões são Navios Aeródromos Ligeiros pois levam um pequeno grupo aéreo, PORTA AVIÕES quem tem são os EUA belonaves que levam 50caças isso sim é um prota aviões quanto a ser lider do mundo lusofono, quem o é Portugal, me digam pq? Vocês investem muito em pesquisa espacial, vocês tem um aceledor de patículas de luz síncontron? Vários centros de pesquisas biológicas e moleculares? Centro de pesquisa nuclear? Uma das tres maiores empresas aeronáuticas do mundo? Um tunel de vento hipersônico? Uma camara para gerar ambiente espacial para tertar satélites? Vocês tem alguma fabrica de misseis? Por isso e por mais que eu não acho eu afirmo que o Brasil é o lider do mundo lusofono e posso dizer mais, nós não fomos as terras de ninguém e roubamos seus tesouros. Então usem um pouco esse negócio pesado que está acima do pescoço antes de escreverem bobeiras tá. Não quero ser arrogante nem descordial, mas palhaçada me irrita. Um abraço aqueles que querem conversar civilizadamente.






Continua a arrogancia...mas já caiu o verniz, assim está a melhorar. Quanto a tudo o resto, cada País tem o que tem, uns melhores numas coisas, outros noutras...agora essa mania de superioridade só vos afasta de tudo e todos e o erro não deve ser só a nossa falta de educação, pois há por ai muito país da América Latina que está fartinho de vos aturar ! Quanto a nós, ( os Portugas de merda com as mulheres feias e de bigode que ainda hoje nos deslocamos de burro por uns carreiros de terra ! ), andamos por aqui muito tempo a torcer pela selecção nacional brasileira de fosse qual fosse a modalidade, porque eram irmãos !!!! e as novelas brasileiras é que eram um espectáculo !!! e os pilotos de formula 1 brasileiros para nós eram sempre os melhores do mundo e quando não ganhavam a culpa era sempre do carro !!!.... e então o que é que aconteceu agora ? Veio a net e as viagens mais baratas de avião e tudo isso que nos devia têr unido separou-nos ainda mais, porquê? Pela má educação dos portugueses ? Olhem para o espelho !! Tudo o que vocês sempre fizeram foi criticar, gozar, ridicularizar o que é Português. Aliás a cagança é tanta que quando estive no Nordeste brasileiro, os Nordestinos garantiram que gostavam mais de nós ( os portugueses antipaticos !!) do que dos brasileiros das grandes cidades ( esses tais que percebem tanto de alta tecnologia ! ) e pude assistir a uma cena triste de um grupo de totós do Rio de Janeiro armados em importantes, no restaurante de um hotel por acaso de capitais portugueses !!!, a mal tratarem de forma indecente os empregados nordestinos, enfim uma vergonha que mostra muita da vossa educação e simpatia.
Todos temos defeitos e qualidades e quanto ao senhor, por mim pode ficar lider da sua casa !...e já não é nada mau nos dias de hoje têr esse direito !
Quanto a chamar a um povo de ladrão, deixe-me dizer que a mim a palhaçada também me irrita... e se quer insultar alguém olhe primeiro para a merda de ladrões que abundam e crescem como cogumelos no seu país, que podia ser bem melhor, bem mais rico e bem mais justo se não tivesse tantos ladrões e tantos arrogantes.
VIVA PORTUGAL E OS PORTUGUESES !!!
Título:
Enviado por: Spine301 em Novembro 30, 2008, 06:20:40 pm
Migbar2:

Subescrevo na totalidade...

E ainda acrescentava mais umas coisinhas, mas não quero descer ao nível...

Viva Portugal
Título:
Enviado por: Lightning em Novembro 30, 2008, 06:31:17 pm
Bem então vamos manter-nos nos tópicos militares que é para isso que o pessoal frequenta este site :lol: ).

Citação de: "Leonardo Besteiro"
Primeiro o São Paulo, O Principe de Asturias, os NaE Russo e Ingleses não são porta aviões são Navios Aeródromos Ligeiros pois levam um pequeno grupo aéreo, PORTA AVIÕES quem tem são os EUA belonaves que levam 50caças isso sim é um prota aviões

Essa justificação é uma invenção sua, na realidade em Portugal diz-se Porta-Aviões e no Brasil diz-se Navio Aerodromo independentemente do numero de aeronaves que transporta ou da tonelagem que desloca.

Citar
quanto a ser lider do mundo lusofono, quem o é Portugal, me digam pq? Vocês investem muito em pesquisa espacial, vocês tem um aceledor de patículas de luz síncontron? Vários centros de pesquisas biológicas e moleculares? Centro de pesquisa nuclear? Uma das tres maiores empresas aeronáuticas do mundo? Um tunel de vento hipersônico? Uma camara para gerar ambiente espacial para tertar satélites? Vocês tem alguma fabrica de misseis? Por isso e por mais que eu não acho eu afirmo que o Brasil é o lider do mundo lusofono

É uma realidade que de todos os paises de lingua portuguesa, o Brasil é o maior, com mais população e com mais potencial de se tornar uma potencia importante no mundo.
Mas isso do mundo lusofono é um bocado irreal, pois apesar de existir a CPLP, ela não é uma organização do nivel da NATO ou da UE, e nem Portugal nem os restantes paises de lingua portuguesa estão à espera que o Brasil os lidere, Portugal pertence à União Europeia e os PALOPs tem a Russia e a China mas eu acho bem que haja acordos e negócios entre as várias nações.

Citar
nós não fomos as terras de ninguém e roubamos seus tesouros.


Eu também nunca fui à terra das outras pessoas roubar nada :lol: , isso é mais um dos esteriotipos que vocês Brasileiros tem dos Portugueses em geral, que vos fomos ai "roubar" esquecendo que muitos são descendentes de Portugueses.

Mas isso resolve-se rápidamente, até à independencia do Brasil, vocês eram Portugal logo não estavamos a roubar nada porque vocês não eram uma nação mas sim uma parte de Portugal.
Título:
Enviado por: Paisano em Novembro 30, 2008, 06:42:36 pm
Citação de: "migbar2"
Quanto a chamar a um povo de ladrão, deixe-me dizer que a mim a palhaçada também me irrita... e se quer insultar alguém olhe primeiro para a merda de ladrões que abundam e crescem como cogumelos no seu país, que podia ser bem melhor, bem mais rico e bem mais justo se não tivesse tantos ladrões e tantos arrogantes.
VIVA PORTUGAL E OS PORTUGUESES !!!


Bom, pelo que me consta ladroagem e arrogância não são exclusividade do Brasil e, portanto, podem ser encontrados em naturais de qualquer país do mundo, inclusive de Portugal. :?:
Título:
Enviado por: tgcastilho em Novembro 30, 2008, 06:54:41 pm
Citação de: "Paisano"
Citação de: "migbar2"
Quanto a chamar a um povo de ladrão, deixe-me dizer que a mim a palhaçada também me irrita... e se quer insultar alguém olhe primeiro para a merda de ladrões que abundam e crescem como cogumelos no seu país, que podia ser bem melhor, bem mais rico e bem mais justo se não tivesse tantos ladrões e tantos arrogantes.
VIVA PORTUGAL E OS PORTUGUESES !!!

Bom, pelo que me consta ladroagem e arrogância não são exclusividade do Brasil e, portanto, podem ser encontrados em naturais de qualquer país do mundo, inclusive de Portugal. :?:


Desculpe,lá mas o migbar não generalizou,ou ele disse que os brasileiros eram todos ladroes?Ele disse uma coisa totalmente diferente,ele disse que no Brasil existe muita criminalidade,não alteremos o sentido das frases.

Agora,o seu compatriota afirmou,que nós fomos ao Brasil roubar,o que é mentira,e o senhor sentiu-se ofendido,porque o migbar respondeu na mesma,e a um FACTO QUE ELE CONSIDERA QUE É VERDADE NA ACTUALIDADE!!

Cumprimentos :wink:
Título:
Enviado por: Paisano em Novembro 30, 2008, 07:13:51 pm
Citação de: "tgcastilho"
Citação de: "Paisano"
Citação de: "migbar2"
Quanto a chamar a um povo de ladrão, deixe-me dizer que a mim a palhaçada também me irrita... e se quer insultar alguém olhe primeiro para a merda de ladrões que abundam e crescem como cogumelos no seu país, que podia ser bem melhor, bem mais rico e bem mais justo se não tivesse tantos ladrões e tantos arrogantes.
VIVA PORTUGAL E OS PORTUGUESES !!!

Bom, pelo que me consta ladroagem e arrogância não são exclusividade do Brasil e, portanto, podem ser encontrados em naturais de qualquer país do mundo, inclusive de Portugal. :?:

Desculpe,lá mas o migbar não generalizou,ou ele disse que os brasileiros eram todos ladroes?Ele disse uma coisa totalmente diferente,ele disse que no Brasil existe muita criminalidade,não alteremos o sentido das frases.

Agora,o seu compatriota afirmou,que nós fomos ao Brasil roubar,o que é mentira,e o senhor sentiu-se ofendido,porque o migbar respondeu na mesma,e a um FACTO QUE ELE CONSIDERA QUE É VERDADE NA ACTUALIDADE!!

Cumprimentos :wink:


Prezado tgcastilho,

Não concordo com as afirmações do colega Leonardo Besteiro (aliás, é de conhecimento de muitos daqui do FD o meu posicionamento a respeito desse assunto), mas entendo a reação destemperada dele, senão vejamos:

O primeiro tópico que ele abriu na seção "Aéreas", foi no sentido de uma cooperação entre a a FAP e a FAB. Além do mais, leia o que está escrito na "assinatura" dele.

Ou seja, desde o primeiro post o colega Leonardo Besteiro sempre se posicionou com simpatia e amizade por Portugal.

Contudo, não demorou muito para começar o deboche e a tentativa de desqualificação.

Portanto, gostaria de ver qual seria a sua reação se o mesmo ocorresse com você.

Um abraço.
Título:
Enviado por: Duarte em Novembro 30, 2008, 07:56:45 pm
Citação de: "JLRC"
Eu nata costumava bater com açucar e barrava o pão (quando era miúdo e o leite era vendido porta a porta e tinha nata)  :D  :lol:
Título:
Enviado por: tgcastilho em Novembro 30, 2008, 08:20:31 pm
Citação de: "Paisano"
Citação de: "tgcastilho"
Citação de: "Paisano"
Citação de: "migbar2"
Quanto a chamar a um povo de ladrão, deixe-me dizer que a mim a palhaçada também me irrita... e se quer insultar alguém olhe primeiro para a merda de ladrões que abundam e crescem como cogumelos no seu país, que podia ser bem melhor, bem mais rico e bem mais justo se não tivesse tantos ladrões e tantos arrogantes.
VIVA PORTUGAL E OS PORTUGUESES !!!

Bom, pelo que me consta ladroagem e arrogância não são exclusividade do Brasil e, portanto, podem ser encontrados em naturais de qualquer país do mundo, inclusive de Portugal. :?:

Desculpe,lá mas o migbar não generalizou,ou ele disse que os brasileiros eram todos ladroes?Ele disse uma coisa totalmente diferente,ele disse que no Brasil existe muita criminalidade,não alteremos o sentido das frases.

Agora,o seu compatriota afirmou,que nós fomos ao Brasil roubar,o que é mentira,e o senhor sentiu-se ofendido,porque o migbar respondeu na mesma,e a um FACTO QUE ELE CONSIDERA QUE É VERDADE NA ACTUALIDADE!!

Cumprimentos :wink:

Prezado tgcastilho,

Não concordo com as afirmações do colega Leonardo Besteiro (aliás, é de conhecimento de muitos daqui do FD o meu posicionamento a respeito desse assunto), mas entendo a reação destemperada dele, senão vejamos:

O primeiro tópico que ele abriu na seção "Aéreas", foi no sentido de uma cooperação entre a a FAP e a FAB. Além do mais, leia o que está escrito na "assinatura" dele.

Ou seja, desde o primeiro post o colega Leonardo Besteiro sempre se posicionou com simpatia e amizade por Portugal.

Contudo, não demorou muito para começar o deboche e a tentativa de desqualificação.

Portanto, gostaria de ver qual seria a sua reação se o mesmo ocorresse com você.

Um abraço.


Meu Caro.

A mim o que me fez "espécie" foi a frase "eu acho que o Brasil como lider do mundo lusofono",por como disse o  Lightning "Mas isso do mundo lusofono é um bocado irreal, pois apesar de existir a CPLP, ela não é uma organização do nivel da NATO ou da UE, e nem Portugal nem os restantes paises de lingua portuguesa estão à espera que o Brasil os lidere, Portugal pertence à União Europeia e os PALOPs tem a Russia e a China mas eu acho bem que haja acordos e negócios entre as várias nações.".

Porque de resto eu não tenho nenhuma oposição de maior relevância ao que ele sugere.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: tgcastilho em Novembro 30, 2008, 08:24:44 pm
Citação de: "Paisano"
Citação de: "tgcastilho"
Citação de: "Paisano"
Citação de: "migbar2"
Quanto a chamar a um povo de ladrão, deixe-me dizer que a mim a palhaçada também me irrita... e se quer insultar alguém olhe primeiro para a merda de ladrões que abundam e crescem como cogumelos no seu país, que podia ser bem melhor, bem mais rico e bem mais justo se não tivesse tantos ladrões e tantos arrogantes.
VIVA PORTUGAL E OS PORTUGUESES !!!

Bom, pelo que me consta ladroagem e arrogância não são exclusividade do Brasil e, portanto, podem ser encontrados em naturais de qualquer país do mundo, inclusive de Portugal. :?:

Desculpe,lá mas o migbar não generalizou,ou ele disse que os brasileiros eram todos ladroes?Ele disse uma coisa totalmente diferente,ele disse que no Brasil existe muita criminalidade,não alteremos o sentido das frases.

Agora,o seu compatriota afirmou,que nós fomos ao Brasil roubar,o que é mentira,e o senhor sentiu-se ofendido,porque o migbar respondeu na mesma,e a um FACTO QUE ELE CONSIDERA QUE É VERDADE NA ACTUALIDADE!!

Cumprimentos :wink:

Prezado tgcastilho,

Não concordo com as afirmações do colega Leonardo Besteiro (aliás, é de conhecimento de muitos daqui do FD o meu posicionamento a respeito desse assunto), mas entendo a reação destemperada dele, senão vejamos:

O primeiro tópico que ele abriu na seção "Aéreas", foi no sentido de uma cooperação entre a a FAP e a FAB. Além do mais, leia o que está escrito na "assinatura" dele.

Ou seja, desde o primeiro post o colega Leonardo Besteiro sempre se posicionou com simpatia e amizade por Portugal.

Contudo, não demorou muito para começar o deboche e a tentativa de desqualificação.

Portanto, gostaria de ver qual seria a sua reação se o mesmo ocorresse com você.

Um abraço.


Mais quando o senhor diz "Contudo, não demorou muito para começar o deboche e a tentativa de desqualificação." eu penso que a "tentativa" começou quando o referido senhor dá um exemplo que é de meter as mãos a cabeça com este: "Com relação aos F 16 de Portugal eu acho que a Força Aérea pode muito bem moderniza-los como o Brasil está fazendo com a sua frota, que sabe até usando a mesma eletronica embarcada do F5 M",pois como diz o Sr Cabeça de Martelo na secção Aérea estamos a falar de aviões de gerações diferentes e de modernizaçoes completamente diferentes.

Cumprimentos


Cumprimentos
Título:
Enviado por: Paisano em Novembro 30, 2008, 08:41:05 pm
Pois essa frase do colega Leonardo Besteiro demonstra o que eu escrevi: Uma mistura de desconhecimento com expressões de simpatia e amizade por Portugal.

Entretanto, você mesmo reconhece que houve uma tentativa de desqualificação do colega Leonardo.

Não seria mais correto fazer como o Cabeça, que explicou a realidade situação e as diferenças entres os vetores?
Título:
Enviado por: tgcastilho em Novembro 30, 2008, 08:51:18 pm
Citação de: "Paisano"
Pois essa frase do colega Leonardo Besteiro demonstra o que eu escrevi: Uma mistura de desconhecimento com expressões de simpatia e amizade por Portugal.

Entretanto, você mesmo reconhece que houve uma tentativa de desqualificação do colega Leonardo.

Não seria mais correto fazer como o Cabeça, que explicou a realidade situação e as diferenças entres os vetores?
Sim,completamente.

O que eu estava a tentar dizer é que o pessoal começou a cair em cima dele foi quando ele disse que o Brasil era o líder duma comunidade que ainda não sabe muito bem o que, quer quanto mais um líder.
Título:
Enviado por: papatango em Novembro 30, 2008, 08:52:07 pm
No Brasil utiliza-se o termo navio aerodromo. Na verdade a designação não tem nada a ver com o tamanho do navio, mas com a designação que se deu aos navios.

O porta-aviões Minas Gerais, era classificado como porta-aviões ligeiro quando estava ao serviço na Grã Bretanha.
O Foch era classificado em francês como Porte-avions. E não era por causa do seu tamanho, porque ele tinha (e tem) capacidade para transportar 40 aeronaves.

Na verdade essa capacidade para transportar aviões, permite chamar-lhe porta-aviões e a existência de uma pista, permite-lhe chamar-lhe navio aeródromo.

É uma questão académica sem muitas espinhas.
Título:
Enviado por: Paisano em Novembro 30, 2008, 09:12:09 pm
Perfeito, PT.  :G-Ok:
Título:
Enviado por: Paisano em Novembro 30, 2008, 09:18:59 pm
Apenas para constar:

NAeL é a designação que a MB usa para "Navio-Aeródromo Ligeiro", no caso, era NAeL Minas Gerais (A-11). :wink:
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 30, 2008, 09:52:58 pm
=========
Nota da moderação

Determinadas intervenções por mais "ingénuas" e "simplistas" que possam parecer devem ser rebatidas com argumentos e não "ridicularizadas", nomeadamente quando se tratam das primeiras intervenções de um novo membro do fórum que ainda não teve qualquer espécie de atitude "provocatória".

Por outro lado, não me parece que no tópico de discussão em análise, aviões de combate, tenha muita relevância a introdução de elementos referentes à nacionalidade/naturalidade.

Pel'A moderação
B. Pereira Marques

=========
Título:
Enviado por: migbar2 em Novembro 30, 2008, 10:23:08 pm
A única questão aqui, é a entrada no forum de cidadãos do Brasil cheios de " simpatia " a anunciarem-se como líderes do mundo lusófono, seja lá o que isso é !!!, mas que não soa nada bem, lá isso não soa...e depois querem miminhos...comigo as coisas não funcionam assim. E digo mais, no dia em que houver uma organização de defesa lusófona ou outra (que não embrionária), só poderá têr sucesso se a importância de todas as nações fôr equivalente, com presidencias rotativas, etc, etc.
Tudo o que eu disse refere-se a individuos do Brasil, quando muito a comportamentos de maiorias urbanas de algumas regiões e não obviamente de todo o país, que felizmente não sofre da sobranceria e arrogancia infundada de alguns senhores.
Claro que aqui também somos vitimas da nossa excessiva modestia e pessimismo. É que dizemos sistemáticamente tão mal de nós, muitas vezes exarcebando os nossos defeitos e insuficiencias, esquecendo sistemáticamente tudo o que temos de bom e muitas vezes ignorando mesmo importantíssimos campos de ciência e tecnologia aonde somos vanguarda. Obviamente que alguem que sofra de complexo de superioridade e observe estas sistemáticas atitudes por parte dos portugueses se sentirá muito mais encorajado a tentar exibir uma superioridade sem qualquer sentido e conhecimento das realidades.
Um cidadão de um país gigantesco vir para aqui falar de satélites, aceleradores de particulas, etc a nós, um país de 10 milhões de pessoas não diz nada...isso são realidades para a Comunidade Europeia no seu todo e não para um só país europeu, senão seriam investimentos deitados fora cheios de redundancias dentro de uma mesma zona EURO. Repare-se que certamente os próprios aviões de combate franceses e suecos, nunca mais serão independentes, nesta europa já não há lugar para isso dado o custo das novas tecnologias!
E no meio de tudo isto aonde é que estão os nossos cientistas? O Brasil julgará que não os temos ? Per capita até temos muito mais que o Brasil, mas nunca me passou pela cabeça comparar! E a alfabetização em Portugal e no Brazil ? E a percentagem de licenciados, doutorados, etc ? E Portugal não é um dos países de vanguarda mundial na investigação de técnologia laser ? E fibras opticas ? E electrónica do futuro ? Não é em Portugal e exclusivamente por portugueses que se desenvolveu e continua a melhorar toda a tecnologia de micro electrónica que permitirá num futuro próximo terem os seus televisores enrolados num canto da casa, tal e qual uma folha de cartolina ? E toda uma panóplia de micro eletronica transparente feita com base em celulose que permitirá que um simples vidro mantenha a sua transparencia e emita ao mesmo tempo todo o tipo de imagens que pretendermos, como num HUD de caça, mas não projectado, a imagem está mesmo lá dentro e o vidro não perde nada da sua transparência e ainda por cima muito mais barato que os equipamentos de hoje !!! Já conseguem imaginar o que se pode conseguir em termos militares com estas tecnologias ? Ou seja, o Brasil está tão próximo de sêr uma grande potência, como nós estamos de sêr uma Dinamarca ou uma Holanda !!! Cada um tem que viver na realidade do seu continente e da sua dimensão. Aqui ninguém é lider de ninguém, as nossas realidades têm nada mais nada menos que um Oceano de diferenças !!!
Agora é evidente que com este nosso feitio, daqui a uns 15 ou 20 anos já tudo isto será mais vulgar pelo mundo fora que o rádio a pilhas e nós continuaremos a dizer SÓ mal de nós próprios, assim como alguns cidadãos do Brasil continuarão a atirar-nos abaixo sem sequer saberem que a técnologia do seu monitor de computador foi toda desenvolvida por portugueses em Portugal !...e isto sim, isto é que é lamentavel, tanto para eles como para nós.
Título:
Enviado por: Paisano em Novembro 30, 2008, 10:33:06 pm
Acho lamentavel pegar uma frase isolada em um texto grande para justificar uma crise de xenofobia.
Título:
Enviado por: migbar2 em Novembro 30, 2008, 10:45:42 pm
Citação de: "Paisano"
Acho lamentavel pegar uma frase isolada em um texto grande para justificar uma crise de xenofobia.


Eu não quero alimentar esse tipo de observações, primeiro porque eu não sei o que é para sí uma frase isolada e depois porque xenofobia entre mim e o Brasil nunca houve, aliás nem o senhor consegue sequer perceber o quanto eu gosto de algumas regiões do Brasil e das suas populações, claro que não gosto de tudo porque o Brasil é muito grande e faz muita diferença de uns lados para os outros ! Se calhar por gostar tanto é que não aceito determinadas posições. Já agora, se em vez de tentar insultar, explicasse o que eu disse de racista seria mais útil. Ou eu já ataquei alguma vez o povo Brasileiro ? E tambem o chamei de ladrão ?
Título:
Enviado por: Paisano em Novembro 30, 2008, 10:53:34 pm
Citação de: "migbar2"
Já agora, se em vez de tentar insultar, explicasse o que eu disse de racista seria mais útil. Ou eu já ataquei alguma vez o povo Brasileiro ? E tambem o chamei de ladrão ?

Aqui está:

Citação de: "migbar2"
Quanto a chamar a um povo de ladrão, deixe-me dizer que a mim a palhaçada também me irrita... e se quer insultar alguém olhe primeiro para a merda de ladrões que abundam e crescem como cogumelos no seu país, que podia ser bem melhor, bem mais rico e bem mais justo se não tivesse tantos ladrões e tantos arrogantes.
VIVA PORTUGAL E OS PORTUGUESES !!!


 :?
Título:
Enviado por: nelson38899 em Novembro 30, 2008, 10:56:16 pm
Citar
General Dynamics firma Contrato com o CFN
para 18 MOWAG PIRANHA IIIC 8x8
(Agora serão 30 Piranha IIIC em serviço no CFN)


Rio de Janeiro, Brasil – A General Dynamics European Land Systems firmou contrato com o Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil para 18 PIRANHA IIIC 8x8 viatura blindada de transporte de pessoal (armored personnel carrier -APC).

O novo contrato prevê o fornecimento das viaturas em três configurações com capacidade anfíbia: : Armoured Personnel Carrier, Ambulância e Comando. Este contrato é a continuação de outros dois, 2006 e 2007, que totalizavam 12 viaturas (11 APC e uma viatura de recuperação). As entregas relacionadas a este contrato começarão a serem realizada em 2010 e estão voltadas para o emprego operacional dentro das obrigações geradas pela participação em Missões de Paz dos Fuzileiros Navais junto à ONU, no Haiti e também participarão em outras missões da ONU no futuro.

A General Dynamics European Land Systems acredita que seus produtos serão adotados por outros clientes na América do Sul devido aos requisitos de interoperabilidade com as forças da OTAN e ONU no contexto das Missões de Paz.

A situação de ameaça requer veículos que proporcionem alto nível de proteção contra minas, armas balísticas e IED. Com as operações do PIRANHA IIIC 8x8 em nível mundial, a companhia sediada em Kreuzlingen-Suíça, que tem foco nos avanços da tecnologia oferece um produto provado que atende aos requisitos de proteção, conforto e mobilidade.

http://www.defesanet.com.br/afv1/cfn_mowag_1.htm (http://www.defesanet.com.br/afv1/cfn_mowag_1.htm)


Não querendo aumentar mais o offtopic, pois nada tem haver com este tópico, mas acho que o comentário feito pelo senhor paisano,  é completamente descabido, pois o que foi dito aqui nada tem haver com xenofobia, mas apenas não concordar com atitude de superioridade que colega brasileiro apresentou noutro tópico.
Título:
Enviado por: Paisano em Novembro 30, 2008, 11:11:08 pm
Descabido? :?

Vou encerrar esse "debate", pois a continuar a linha de pensamento de alguns forista portugueses, há o sério risco de ocorrer o meu afastamento voluntario deste Fórum.

E tal afastamento não é o meu desejo.
Título:
Enviado por: papatango em Novembro 30, 2008, 11:12:43 pm
Bom, o Leonardo Besteiro disse algumas «besteiras», um bocado meio sem sentido, mas provavelmente provocadas por falta de conhecimento quer sobre meios navais quer sobre o que eles representam.

Relativamente à liderança do mundo «lusófono», seja lá o que isso for, creio que ninguém pode acreditar que Portugal tem peso suficiente para liderar um movimento de países, em que (em termos populacionais) estamos em quarto lugar.

Vir um brasileiro a um fórum portugues para nos informar disso, é falta de tacto.
Um português negar isso, é falta de bom senso...  :roll:
Título:
Enviado por: migbar2 em Novembro 30, 2008, 11:13:01 pm
Citação de: "Paisano"
Citação de: "migbar2"
Já agora, se em vez de tentar insultar, explicasse o que eu disse de racista seria mais útil. Ou eu já ataquei alguma vez o povo Brasileiro ? E tambem o chamei de ladrão ?

Aqui está:

Citação de: "migbar2"
Quanto a chamar a um povo de ladrão, deixe-me dizer que a mim a palhaçada também me irrita... e se quer insultar alguém olhe primeiro para a merda de ladrões que abundam e crescem como cogumelos no seu país, que podia ser bem melhor, bem mais rico e bem mais justo se não tivesse tantos ladrões e tantos arrogantes.
VIVA PORTUGAL E OS PORTUGUESES !!!

 :?






Ora bem, aí está, não gosto de tudo !!! E como eu próprio referi num post anterior, gosto muito mais de Nordestinos que do pessoal do Rio de Janeiro, mas é evidente que não posso generalizar. E referir o vosso maior problema social nas grandes metrópoles não é racismo, é o que é.
Não tente virar o bico ao pau, que garanto-lhe que não tem por onde, é que para sua infelicidade, simpatizo mesmo com o Brasil...chorei tanto como qualquer brasileiro quando o Ayrton morreu, a minha lua de mel foi no Brasil !!! quando a moda cá em Portugal eram as ilhas do Pacifico, mas nem outra coisa me passou pela cabeça !!! Vibro com o carnaval brasileiro e com o campeonato de 1ª divisão no sambodromo, que acompanho na TV Cabo todos os anos. Desde muito novo que acompanho com interesse e carinho a evolução das vossas Forças Armadas.
Agora não venha para cá ninguem fazer do meu Portugal aquilo que ele não é e uma coisa lhe garanto, está muito, mas mesmo muito longe de ser mais atrasado que o Brasil. Depois podem chamar-me o que quiserem !

P.S E devo acrescentar que não tenho qualquer interesse no seu afastamento do Forum, primeiro porque nunca teve nada do que eu acusei outros seus concidadãos e depois porque não quero que interprete as minhas afirmações como racismo em relação ao seu povo porque realmente não o são.
Título:
Enviado por: migbar2 em Novembro 30, 2008, 11:27:18 pm
Citação de: "papatango"
Bom, o Leonardo Besteiro disse algumas «besteiras», um bocado meio sem sentido, mas provavelmente provocadas por falta de conhecimento quer sobre meios navais quer sobre o que eles representam.

Relativamente à liderança do mundo «lusófono», seja lá o que isso for, creio que ninguém pode acreditar que Portugal tem peso suficiente para liderar um movimento de países, em que (em termos populacionais) estamos em quarto lugar.

Vir um brasileiro a um fórum portugues para nos informar disso, é falta de tacto.
Um português negar isso, é falta de bom senso...  :twisted:  :twisted:  :twisted: ).
Título:
Enviado por: Paisano em Novembro 30, 2008, 11:57:34 pm
Citação de: "migbar2"
P.S E devo acrescentar que não tenho qualquer interesse no seu afastamento do Forum, primeiro porque nunca teve nada do que eu acusei outros seus concidadãos e depois porque não quero que interprete as minhas afirmações como racismo em relação ao seu povo porque realmente não o são.


Como já ecrevi, acho melhor dar um fim a essa discussão, antes que alguém acabe sendo ofendido de forma irretratável.
Título:
Enviado por: papatango em Dezembro 01, 2008, 12:30:59 am
Primeiro depende de que liderança estamos a falar. Liderança de população que fala o português, ou liderança em termos de desenvolvimento ?

Em todos os aspectos.

Ainda hoje, a Grã Bretanha é de muito muito longe o país mais rico da Commonwealth. (cerca de 2.6 vezes mais rica que a Índia). Isso deve dar-lhe alguma vantagem.
O Brasil, por seu lado, é 7.5 vezes mais rico que Portugal.

A primeira coisa que devemos fazer antes de discutir este tipo de coisas é olhar para os números e ver a realidade.

Nós não temos condições de ser líderes de coisíssima nenhuma. O tamanho do Brasil como país é o que é e é resultado de um processo que nós iniciámos propositadamente.

Não devemos ficar chocados perante a realidade. Não ganhamos nada com isso.

Por outro lado, também é verdade que muitos brasileiros convivem mal com a dimensão do país que têm e o problema dos países maiores é que muitas vezes não entendem que podem parecer arrogantes.

Os brasileiros queixam-se dos Estados Unidos por isso mesmo, mas ficam surpreendidos quando são vistos com desconfiança.

Mas o tem ultrapassa a questão de porta-aviões ou navio aérodromo.


Cumprimentos
Título:
Enviado por: migbar2 em Dezembro 01, 2008, 12:46:51 am
Citação de: "papatango"
Primeiro depende de que liderança estamos a falar. Liderança de população que fala o português, ou liderança em termos de desenvolvimento ?

Em todos os aspectos.

Ainda hoje, a Grã Bretanha é de muito muito longe o país mais rico da Commonwealth. (cerca de 2.6 vezes mais rica que a Índia). Isso deve dar-lhe alguma vantagem.
O Brasil, por seu lado, é 7.5 vezes mais rico que Portugal.

A primeira coisa que devemos fazer antes de discutir este tipo de coisas é olhar para os números e ver a realidade.

Nós não temos condições de ser líderes de coisíssima nenhuma. O tamanho do Brasil como país é o que é e é resultado de um processo que nós iniciámos propositadamente.

Não devemos ficar chocados perante a realidade. Não ganhamos nada com isso.

Por outro lado, também é verdade que muitos brasileiros convivem mal com a dimensão do país que têm e o problema dos países maiores é que muitas vezes não entendem que podem parecer arrogantes.

Os brasileiros queixam-se dos Estados Unidos por isso mesmo, mas ficam surpreendidos quando são vistos com desconfiança.

Mas o tem ultrapassa a questão de porta-aviões ou navio aérodromo.


Cumprimentos





Pois os numeros eu conheço. E continuo a dizer que muito há para fazer. Quando fôr 17 vezes estamos no mesmo patamar, ou então é os Estado com tudo e o povo sem nada ?
Título:
Enviado por: LM em Dezembro 01, 2008, 01:14:11 am
Muito me custa verificar a falta de "hospitalidade" (para não ser mais duro a classificar...) para com um colega brasileiro apenas por uma frase dele... que, friamente, pode ser demonstrativa de falta de tacto mas que nunca deveria ter provocado tamanha agressividade da parte de certos membros do forum...
Título:
Enviado por: JLRC em Dezembro 01, 2008, 02:10:32 am
Citação de: "Duarte"
Citação de: "JLRC"
Eu nata costumava bater com açucar e barrava o pão (quando era miúdo e o leite era vendido porta a porta e tinha nata)  :D  :lol: .
Título:
Enviado por: Duarte em Dezembro 01, 2008, 02:45:29 am
Citação de: "JLRC"

Ó Duarte, isso é que se chama marcar em cima. Pareces a traça atraída pela lampada  :mrgreen:
Título:
Enviado por: Daniel em Dezembro 01, 2008, 07:37:27 am
Citar
e posso dizer mais, nós não fomos as terras de ninguém e roubamos seus tesouros. Então usem um pouco esse negócio pesado que está acima do pescoço antes de escreverem bobeiras tá.
:shock:  :down:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 01, 2008, 11:34:12 am
Mas... o q raio?


Parabéns pá, conseguiram descarrilar o tema!  :evil:
Título:
Enviado por: papatango em Dezembro 01, 2008, 02:35:39 pm
Citação de: "Leonardo Besteiro"
Amigos eu li os posts e vi um sobre os NPO portugueses, eu acho que o Brasil como lider do mundo lusofono e Portugal deveriam se unir em projetos de NaTa, NaEL, LHD, sub convencionais e Sub nucleares para assim terem armadas mais poderosas que as de hoje e até poder ajudar os outros lusofonos com equipamentos menores. O que vocês acham? Um grande abraço a todos e até.


Como deu para ver, existem muitas razões para não existirem relações mais profundas, pois nem sequer nos conseguimos entender na designação dos navios.

Basicamente, países muito distanciados entre si, acabam por ter interesses estratégicos diferentes.
Portugal é um país da Aliança Atlântica e o seu principal aliado militar são os Estados Unidos da América.
Para o bem ou para o mal, são o país que mais auxilio militar nos deu ao longo de décadas.
Ainda há algumas semanas atrás, chegaram a Portugal os primeiros carros de combate pesado, efectivamente comprados por Portugal.
Os anteriores, foram todos «cedidos» pelos Estados Unidos ou pelos países aliados.

A realidade europeia e a realidade sul americana são diferentes e proporcionalmente os países da Europa são mais armados que os países da América do Sul.

Ao contrários da Grã Bretanha, que sempre se pode apoiar nos Estados Unidos após a II Guerra Mundial, Portugal não teve o mesmo tipo de suporte no continente americano. O Brasil não esteve nunca em posição de servir como apoio económico ou político a Portugal, pelo que na prática, isso implicou depender mais dos Estados Unidos (ainda que os governos portugueses muitas vezes tenham sido muito pouco pró-americanos).

Na actual situação, um Brasil com relações preferenciais com as ditaduras da Rússia ou da China, também não augura nada de bom.
Depois de tudo isto, do ponto de vista militar, os meios militares brasileiros sempre foram e continuam a ser absolutamente isolacionistas e avessos a qualquer tipo de cooperação militar.

Alem do mais, nem Portugal nem o Brasil tem capacidade para desenvolver nem separadamente nem em conjunto, sistemas de armamento sofisticados.
Os estaleiros brasileiros e portugueses por exemplo conseguem pegar num projecto e construir um navio. Mas não são capazes de o conceber em todos os seus aspectos sem apoio de fora.

Depois de tudo isto. qualquer destes países deverá deixar os seus complexos de «líder» disto ou «líder» daquilo.
Para ser líder é preciso mostrar liderança e força de vontade. E isso, até ao momento, pelas mais diversas razões, nenhum país de língua portuguesa, demonstrou.
Título:
Enviado por: migbar2 em Dezembro 01, 2008, 09:06:10 pm
Citação de: "papatango"
Citação de: "Leonardo Besteiro"
Amigos eu li os posts e vi um sobre os NPO portugueses, eu acho que o Brasil como lider do mundo lusofono e Portugal deveriam se unir em projetos de NaTa, NaEL, LHD, sub convencionais e Sub nucleares para assim terem armadas mais poderosas que as de hoje e até poder ajudar os outros lusofonos com equipamentos menores. O que vocês acham? Um grande abraço a todos e até.

Como deu para ver, existem muitas razões para não existirem relações mais profundas, pois nem sequer nos conseguimos entender na designação dos navios.

Basicamente, países muito distanciados entre si, acabam por ter interesses estratégicos diferentes.
Portugal é um país da Aliança Atlântica e o seu principal aliado militar são os Estados Unidos da América.
Para o bem ou para o mal, são o país que mais auxilio militar nos deu ao longo de décadas.
Ainda há algumas semanas atrás, chegaram a Portugal os primeiros carros de combate pesado, efectivamente comprados por Portugal.
Os anteriores, foram todos «cedidos» pelos Estados Unidos ou pelos países aliados.

A realidade europeia e a realidade sul americana são diferentes e proporcionalmente os países da Europa são mais armados que os países da América do Sul.

Ao contrários da Grã Bretanha, que sempre se pode apoiar nos Estados Unidos após a II Guerra Mundial, Portugal não teve o mesmo tipo de suporte no continente americano. O Brasil não esteve nunca em posição de servir como apoio económico ou político a Portugal, pelo que na prática, isso implicou depender mais dos Estados Unidos (ainda que os governos portugueses muitas vezes tenham sido muito pouco pró-americanos).

Na actual situação, um Brasil com relações preferenciais com as ditaduras da Rússia ou da China, também não augura nada de bom.
Depois de tudo isto, do ponto de vista militar, os meios militares brasileiros sempre foram e continuam a ser absolutamente isolacionistas e avessos a qualquer tipo de cooperação militar.

Alem do mais, nem Portugal nem o Brasil tem capacidade para desenvolver nem separadamente nem em conjunto, sistemas de armamento sofisticados.
Os estaleiros brasileiros e portugueses por exemplo conseguem pegar num projecto e construir um navio. Mas não são capazes de o conceber em todos os seus aspectos sem apoio de fora.

Depois de tudo isto. qualquer destes países deverá deixar os seus complexos de «líder» disto ou «líder» daquilo.
Para ser líder é preciso mostrar liderança e força de vontade. E isso, até ao momento, pelas mais diversas razões, nenhum país de língua portuguesa, demonstrou.





As lideranças seja do que fôr serão cada vez mais conseguidas com alianças. Um país isolado estará, cada vez mais, manietado. Os E.U.A. têm hoje em dia uma liderança relativa dentro da NATO, com grandes forças antagónicas do lado Europeu, mas até para eles é complicado, por mais razão que possam têr, radicalizar a sua posição. Mesmo esquecendo o direito democrático á oposição e interesses económicos superiores, os E.U.A se abusarem do poder ao ponto de provocar rupturas vêr-se-ão rapidamente impossibilitados de fazer saír da linha de montagem um F-16 que seja...é que até para o que lhes é mais precioso ( a sua politica de defesa ) dependem numa percentagem elevadíssima dos componentes Europeus, coisa que tem sido muito debatida e que muito os tem preocupado. Com o tempo recuperam desse problema, mas ficam nessa situação com qualquer outro fornecedor...é a lei do preço de custo e as sinergias nesta nova aldeia global...ou é isso ou então põem-se o povo a trabalhar por uma tigela de arroz !
Tudo o que eu disse dos E.U.A. é tambem verdade para a Europa mas com mais gravidade ainda.
Título:
Enviado por: jango em Dezembro 01, 2008, 11:10:23 pm
Infelizmente não é a primeira vez que alguns colegas do fórum demonstram alguma agressividade com colegas estrangeiros. Temos visto isso com alguns foristas espanhois e agora um brasileiro. O que é uma pena em primeiro lugar pela atitude; agressividade sem sentido não é bom sinal ( personalidades mal formadas?), depois pelo mau ambiente que cria no fórum ( onde fica o o sentido de hospitalidade ?) afastando o constributo de ideias de outras pessoas com outras prespectivas e finalmente porque por ironia são colegas de dois países que muito dizem a Portugal e aos Portugueses. Portanto quero dizer ao colega Leonardo Besteiro que não me revejo na intervenção um pouco mal educada de alguns foristas.
"Ainda hoje, a Grã Bretanha é de muito longe o país mais rico da Commonwealth. (cerca de 2.6 vezes mais rica que a Índia). Isso deve dar-lhe alguma vantagem Brasil, por seu lado, é 7.5 vezes mais rico que Portugal.” Permita-me discordar  e fazer uma pequena correcção  Papatango. Uma coisa é a dimensão da economia do País outra é considerar que  País é rico porque tem uma economia muito grande. Por essa perspectiva  a Suíça ou o Luxemburgo são países pobres, afinal as suas economias são pequenas em dimensão comparativamente por  exemplo  com a Índia, o que é um absurdo pois como toda a gente sabe a Índia apesar de ter uma economia enorme é um país muito pobre.
O mesmo se passa em relação a Portugal e ao Brasil. Portugal tem um Pib per capita 3 vezes superior ao Brasil, é portanto sem qualquer duvida um país mais rico do que o Brasil. Portugal pertence ao grupo dos países mais ricos e desenvolvidos do mundo, o Brasil está no grupo dos países de desenvolvimento médio.
Dito isto, não tenho a menor duvida de que a existir um líder da comunidade dos países lusófunos esse país seria o Brasil. A dimensão territorial, demográfica e económica do Brasil  é muito superior á dimensão de Portugal ou de outro país lusófono. Penso que Portugal e os Portugueses devem encarar esse facto sem dramas ou complexos neocoloniais e tentar tirar partido da presente e futura pujança do Brasil. Afinal, e para massajar um pouco o nosso ego, nós portugueses muito contribuímos para isso.
Título:
Enviado por: P44 em Dezembro 02, 2008, 08:30:18 am
Citação de: "LM"
Muito me custa verificar a falta de "hospitalidade" (para não ser mais duro a classificar...) para com um colega brasileiro apenas por uma frase dele... que, friamente, pode ser demonstrativa de falta de tacto mas que nunca deveria ter provocado tamanha agressividade da parte de certos membros do forum...


Infelizmente a xenófobia começa a ser cada vez mais visivel neste forum.
Título:
Enviado por: HSMW em Dezembro 02, 2008, 10:23:24 am
Citação de: "P44"
Citação de: "LM"
Muito me custa verificar a falta de "hospitalidade" (para não ser mais duro a classificar...) para com um colega brasileiro apenas por uma frase dele... que, friamente, pode ser demonstrativa de falta de tacto mas que nunca deveria ter provocado tamanha agressividade da parte de certos membros do forum...

Infelizmente a xenófobia começa a ser cada vez mais visivel neste forum.


Não acho que seja xenofobia, mas os foristas espanhóis já foram "atacados" por menos...
Título:
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 02, 2008, 10:32:10 am
Citação de: "HSMW"
Citação de: "P44"
Citação de: "LM"
Muito me custa verificar a falta de "hospitalidade" (para não ser mais duro a classificar...) para com um colega brasileiro apenas por uma frase dele... que, friamente, pode ser demonstrativa de falta de tacto mas que nunca deveria ter provocado tamanha agressividade da parte de certos membros do forum...

Infelizmente a xenófobia começa a ser cada vez mais visivel neste forum.

Não acho que seja xenofobia, mas os foristas espanhóis já foram "atacados" por menos...


Deixa lá, para certas pessoas tudo o que envolva criticar comentários de estrangeiros é xenofobia, mesmo que esses comentários feitos não tenham cabimento. O melhor para alguns do politicamente correcto é comer e calar, pois os que estrangeiros dizem é que é o correcto :roll:
Título:
Enviado por: migbar2 em Dezembro 02, 2008, 10:42:17 pm
Citação de: "nelson38899"
Citação de: "HSMW"
Citação de: "P44"
Citação de: "LM"
Muito me custa verificar a falta de "hospitalidade" (para não ser mais duro a classificar...) para com um colega brasileiro apenas por uma frase dele... que, friamente, pode ser demonstrativa de falta de tacto mas que nunca deveria ter provocado tamanha agressividade da parte de certos membros do forum...

Infelizmente a xenófobia começa a ser cada vez mais visivel neste forum.

Não acho que seja xenofobia, mas os foristas espanhóis já foram "atacados" por menos...

Deixa lá, para certas pessoas tudo o que envolva criticar comentários de estrangeiros é xenofobia, mesmo que esses comentários feitos não tenham cabimento. O melhor para alguns do politicamente correcto é comer e calar, pois os que estrangeiros dizem é que é o correcto :roll:





Ás vezes tambem penso o mesmo !! E depois é o velhinho filme do costume, o Espanhol vem a Portugal e aqui no Norte é logo um "ajuntamento" de malta a arranhar portunhol para explicar tudo aos meninos, a seguir vai um português lá e o que ouve sistemáticamente é um rotundo "non te entiendo", só os Galegos é que nos recebem bem!! Nem se esforçam por entender...mas os xenófobos é claro que somos nós e então se for a malta do norte que fala com o coração até devia ser tudo preso...mais vale o politicamente correcto, que aqui na minha terrinha é nunca digas o que pensas mas sim o que é bonito de ouvir.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 03, 2008, 12:54:17 pm
migbar2, há formas e formas de dizer as coisas. Bastava tu explicares a tua posição de uma forma civilizada e pronto não tinha havido nem metade desta confusão.

Porque é que não explicaste ao rapaz que a politica externa do Basil é basicamente isolacionista. Que tem muito poucos homens nas missões internacionais. Que podia fazer muito mais pela Lusofonia do que faz. Que por direito podia ter uma cadeira como membro permanente do concelho de segurança da ONU e não tem exactramente pela sua politica isolacionista.

Como vez podias ter falado de muita coisa e não ter começado um Portugal VS Brasil.
Título:
Enviado por: papatango em Dezembro 03, 2008, 10:24:35 pm
Citação de: "Jango"
Uma coisa é a dimensão da economia do País outra é considerar que País é rico porque tem uma economia muito grande. Por essa perspectiva a Suíça ou o Luxemburgo são países pobres, afinal as suas economias são pequenas em dimensão comparativamente por exemplo com a Índia


Jango, a questão não é assim tão simples. Para analisr esta questão, temos que considerar que capacidade de liderança de uma país não se mede pelo rendimento per cápita, mas sim pela dimensão do seu PIB e do seu PIB real, não do PIB a preços de paridade de poder de compra.

Já aqui discutimos a questão e quando se trata de aquisições internacionais, o que conta é o dinheiro VIVO que cada país pode colocar na mesa.

O que conta no final da Estória, é o tamanho do Orçamento de Estado de cada um dos países.

A verdade é que o orçamento de Estado da Grã Bretanha, é quase três vezes o da India, enquanto que o português é um sétimo do brasileiro.

No caso dos britânicos, a gigantesca diferênça de rendimento entre om britânico e um indiano, equilibram os pratos da balança.

Na relação entre Portugal e Brasil, a nossa diferença em termos económicos não consegue nem de longe superar a gigantesca superioridade brasileira em termos de população.

Por isso, não devemos ficar com preconceitos por causa do tamanho do país. Nós temos a dimensão que temos e devemos conviver com ela. O Brasil não é um perigo, é uma oportunidade, e para nós, uma vantagem.

Outra coisa é o facto de em termos de politica ou estratégia, o Brasil ser um país isolacionista, enquanto Portugal é por tradição histórica um país com tradição intervencionista. Seja em grande escala seja em pequena escala.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: migbar2 em Dezembro 03, 2008, 11:16:01 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
migbar2, há formas e formas de dizer as coisas. Bastava tu explicares a tua posição de uma forma civilizada e pronto não tinha havido nem metade desta confusão.

Porque é que não explicaste ao rapaz que a politica externa do Basil é basicamente isolacionista. Que tem muito poucos homens nas missões internacionais. Que podia fazer muito mais pela Lusofonia do que faz. Que por direito podia ter uma cadeira como membro permanente do concelho de segurança da ONU e não tem exactramente pela sua politica isolacionista.

Como vez podias ter falado de muita coisa e não ter começado um Portugal VS Brasil.






Eu estou é cansado de assistir a Brasil VS Portugal ( não me refiro directamente a este forum !) e nunca se responder á letra! Este tipo de observações de liderança não são um incidente, são uma constante...assim como a mania de que tudo em que o Brasil toca fica logo melhor que o melhor do mundo !! E nós por mais que se faça e invista só ficamos bem quando descobrimos um defeito para criticar, ou alguma coisa melhor num qualquer país da conchichina! É que se o colega reparar a minha critica vai para todos nós.
Quanto ao Portugal VS Brasil, é a minha forte opinião que não precisamos de mais lideres para porcaria nenhuma, no dia a dia já comemos com lideres que cheguem! Se aparecerem aliados e alianças com interesses comuns e humildade no trabalho, então está bem... agora mais lideres?...aldra...passamos a vida a amesquinhar-nos, tanta humildade já é demais....
Título: Brasileiros
Enviado por: EMIDIO MATTOS em Dezembro 10, 2008, 12:24:44 pm
Fico triste de ler coisas tão absurdas. Se o meu BRASIL é o que é e vai chegar lá é devido ao seu povo (lembrando aos amigos lusitanos que eles também fazem parte dele). Não descobrimos terras alheias e a roubaram e a pilharam para pagar dívidas com a Dona Inglaterra e em troca, segundo os livros muito pouca coisa foi dado em troca. Mas deixa pra lá. Como dizemos aqui no BRASIL, isso não deixa de ser uma tremenda babaquice. Cadê a educação. Tenho certeza que aqui a história é outra.
Título:
Enviado por: Daniel em Dezembro 10, 2008, 12:49:59 pm
EMIDIO MATTOS
Citar
Não descobrimos terras alheias e a roubaram e a pilharam para pagar dívidas com a Dona Inglaterra e em troca, segundo os livros muito pouca coisa foi dado em troca.


Meu caro com todo o respeito, que todos nós merecemos, fico meio em estado de  :lol:  deviam ficar calados, ou pelos menos ser um pouco mais coerentes com nós mesmos, para não cairmos na rede da hipocrisia, pois ainda hoje os própios brasileiros fazem essa discriminação acerca dos índios, o que a meu ver está errado, pois merecem todo o respeito, pois a terra de Vera Cruz era habitada por eles e não por brasileiros, o que foi dado em troca nem vou perder tempo a comentar, saudações de um Feliz Natal e um próspero Ano Novo. :D  c34x
Título:
Enviado por: Paisano em Dezembro 10, 2008, 11:45:02 pm
MARINHA DO BRASIL

DIRETORIA DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E DOCUMENTAÇÃO DA MARINHA

DIA DO MARINHEIRO

Citar
Comemora-se, em 13 de dezembro, o Dia do Marinheiro. Esta data foi escolhida em 1925, pelo Ministro da Marinha, Almirante Alexandrino de Alencar, em homenagem ao Almirante Joaquim Marques Lisboa, Marquês de Tamandaré, Patrono da Marinha, que nasceu nesse dia, no ano de 1807.

A homenagem à Tamandaré foi muito significativa, pois ele dedicou toda sua vida à Marinha e é um exemplo para todos os marinheiros. Entrou para a Marinha na Guerra de Independência, aos quinze anos de idade. Durante a Guerra Cisplatina ficou conhecido por seus atos de bravura. Aos dezoito anos, assumiu o comando de um navio, a Escuna Constança, e depois, no comando da Escuna Bela Maria, distinguiu-se por sua coragem e cavalheirismo. Destacou-se durante toda a carreira, em comissões difíceis e importantes. Como Oficial General, comandou as ações no Uruguai, em 1864, e foi o Comandante-em-Chefe da Força Naval Brasileira em Operações de Guerra contra o Paraguai, no período de 1865 e 1866.

Tamandaré viveu em uma época muito importante para a formação do Brasil. Assistiu a colônia se tornar Reino Unido, depois Império e, mais tarde, República. Participou de 4 guerras e contribuiu para evitar a desagregação do território brasileiro, atuando contra várias revoltas internas no País. Ele faz parte do grupo de militares, diplomatas, políticos e estadistas que legou, com suas realizações, aos brasileiros a herança de um país de proporções continentais, rico em recursos naturais, que abriga uma população unida por um idioma e uma cultura.

O dia 13 de dezembro é dedicado a todos os marinheiros do Brasil. Que Tamandaré lhes sirva como paradigma, para que procurem se distinguir em sua profissão e para que o conjunto de suas qualidades morais lhes indique o rumo.  

ARMANDO DE SENNA BITTENCOUT
Vice-Almirante (EN-RM1)
Diretor

Fonte: https://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/ ... nheiro.htm (https://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/dia_marinheiro/13dez2008/diadoMarinheiro.htm)


(https://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/dia_marinheiro/13dez2008/imagens/cartaz_vertical.jpg)
Título:
Enviado por: HaDeS em Dezembro 13, 2008, 03:44:20 am
Citar
Submarino nuclear em breve

Durante cerimônia em homenagem ao Dia do Marinheiro e de entrega da Medalha do Mérito Tamandaré, durante a manhã desta quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, por meio de mensagem, que o Brasil terá um submarino nuclear em breve.

- Os acordos para a construção do primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear estão se tornando a cada dia mais concretos. Em alguns anos, o Brasil fará parte do seleto grupo de nações que possuem esse fator - afirma o presidente.

Na mensagem Lula destacou, ainda, que uma das prioridades do Programa de Reaparelhamento da Marinha são os navios-patrulha que irão operar nas imediações das plataformas petrolíferas.

O vice-presidente da República, José Alencar, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o presidente do Senado, Garibaldi Alves, participaram da cerimônia.

- Esta homenagem recompõe as tradições da marinha e faz parte daquilo que chamamos de integração das Forças Armadas com a sociedade brasileira - destacou Jobim ao sair do evento.

Fonte: Agência Brasil



_________________
"Se demonstra força todos querem ser teus aliados, ao contrario, se mostras fraqueza ninguém te dará importância e se tendo riquezas não demonstra força, atrairás sobre tua cabeça todas as ambições do mundo" Ciro
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 16, 2008, 10:37:37 am
Tenho lido no fórum DB que as coisas estão relamente a andar em relação aos submarinos.
Título:
Enviado por: Paisano em Dezembro 23, 2008, 01:16:04 pm
Lula acerta acordo militar com a França

Fonte: http://diariodovale.uol.com.br/arquivo/ ... -81217.htm (http://diariodovale.uol.com.br/arquivo/5367/internacional/internacional-81217.htm)

Citar
Pelos termos que serão assinados hoje, Brasil e França farão ao menos cinco submarinos e 50 helicópteros

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, detalhou ontem o acordo militar com a França, que será fechado entre os dois países hoje, segundo o qual serão construídos cinco submarinos no país - quatro convencionais e um a propulsão nuclear- e 50 helicópteros. Nos dois casos, haverá transferência de tecnologia.

Segundo Jobim, o acordo dos helicópteros já está orçado em 1,899 bilhão. O preço varia de acordo com o equipamento militar adicionado.
 
Todos, do modelo 725 da Eurocopter, serão montados no país pela Helibras e com participação de fornecedores brasileiros. As primeiras unidades serão entregues no segundo semestre de 2010. A transferência de tecnologia foi um ponto-chave para fechar o acordo. De acordo com um especialista da área na Marinha ouvido pela reportagem, embora o EC 725 seja considerado um ótimo helicóptero, há aeronaves americanas superiores - mas os EUA não aceitam transferir know-how. As Forças Armadas já têm versão anterior da Eurocopter, comprada no fim da década de 1980.
 
- O que é fundamental é que parte substancial da eletrônica será feita no Brasil. Esse é um assunto encerrado, acordado e será assinado o contrato, que começará a vigorar após o financiamento, que foi proposto pelos franceses - disse Jobim.

No caso dos submarinos, toda a parte política já foi fechada, segundo Jobim. Falta só definir os valores. A França concederá o financiamento e instalará um estaleiro em Itaguaí (Baixada Fluminense), onde serão feitas as embarcações.

Toda a estrutura dos submarinos ficará a cargo da francesa DCNS, construtora especializada nesse tipo de obra. Já a propulsão nuclear caberá à Marinha brasileira, que já possui a tecnologia. O submarino de propulsão nuclear tem previsão de estar pronto em 2024.

Para Jobim, a decisão de firmar o acordo com a França se baseou, sobretudo, na possibilidade de absorver tecnologia, o que não estava previsto nas tratativas com outros países. “Uma coisa era o Brasil comprar um submarino pronto. Outra coisa é nós construirmos. Isso cria uma tecnologia imensa e tem geração de emprego em torno disso. Basta ver a questão dos helicópteros, que vai determinar uma expansão enorme da Helibras, que terá aumento de 100 para 500 empregos e mais 5.000 indiretos”.

Ele ressaltou que o estaleiro será operado por uma empresa a ser criada entre a Marinha brasileira e empreendedores privados, mas pertencerá ao Brasil após 20 anos de uso. Jobim disse ainda que estão em estudo mais três acordos com a França na área militar: um para desenvolvimento do novo modelo de combate e treinamento de tropas do país, outro para a construção de caças e um terceiro para o monitoramento de todo território terrestre e marítimo brasileiro.

Acordo militar entre Brasil e França

1. SUBMARINOS

O que é
Serão construídos por Brasil e França em parceria quatro embarcações convencionais e uma com propulsão nuclear (tecnologia brasileira). Neste último, a França apóia só a construção da parte não-nuclear (casco e sistemas eletrônicos)

Quando
O submarino com propulsão nuclear tem previsão de ficar pronto em 2024. O Ministério da Defesa brasileiro não informou quando os convencionais estarão prontos

Onde
O estaleiro será construído em Itaguaí, em terreno da União, administrado por empresa a ser criada, tendo a Marinha como sócia de empreendedores privados

Especificações

Comprimento - 66,4 metros
Tripulação - 30 pessoas
Mergulho máximo - 300 metros
Autonomia - 50 dias
Velocidade - 40 km/h (submerso)
Propulsão - Diesel-elétrica

HELICÓPTEROS

O que é
Está prevista a construção de 50 unidades do helicóptero EC 725 para as Forças Armadas do Brasil, envolvendo a francesa Eurocopter e sua subsidiária brasileira Helibrás, sediada em Itajubá (MG)

Quando
Segundo o Ministério da Defesa, as primeiras unidades deverão ser entregues no segundo semestre de 2010

Quanto
O custo total orçado é de 1,899 bilhão de euros

Indústria de defesa está desmontada, afirma Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem, em seu programa semanal de rádio “Café com o Presidente”, que o Brasil precisa montar uma estratégia de defesa pensando não em guerra, mas “em se defender”. As informações são da Agência Brasil.
 
Segundo ele, esse é o motivo do lançamento, na última semana, do Plano de Defesa Nacional. Para Lula, a indústria de defesa no Brasil está desmontada e precisa ser reorganizada.

“Um país que acaba de descobrir reservas imensas de petróleo em águas profundas, que tem a Amazônia para defender, precisa montar uma estratégia de defesa não pensando em guerra, mas pensando em se defender mesmo. Em garantir o seu patrimônio, em garantir a tranqüilidade da sociedade brasileira”, disse.

Segundo Lula, o país precisa de um Ministério da Defesa “que realmente seja um Ministério da Defesa”. “É um projeto a longo prazo, não é uma coisa que vai acontecer em dois dias ou em dois anos. O Brasil precisa estar efetivamente preparado.”
Título:
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 23, 2008, 02:40:09 pm
um pouco offtopic

Isto quer dizer que o próximo avião de combate brasileiro será o f18
Título:
Enviado por: JLRC em Dezembro 23, 2008, 04:32:51 pm
Citar
Jobim disse ainda que estão em estudo mais três acordos com a França na área militar: um para desenvolvimento do novo modelo de combate e treinamento de tropas do país, outro para a construção de caças e um terceiro para o monitoramento de todo território terrestre e marítimo brasileiro.


Parabéns ao Brasil :wink:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 23, 2008, 05:02:19 pm
Depois de anos de frustração, acho que é desta que o Brasil consegue ter uma melhoria considerável nos meios ao seu dispor.

O Exército é que nisto tudo está um pouco em baixo (só está em vista a modrnização dos M-113, receber os Leopard I A-5 e possivelmente uma nova espingarda-automática). :(
Título:
Enviado por: Daniel em Dezembro 23, 2008, 05:52:58 pm
Este será o helicóptero a adquerir pelo Brasil.
(http://www.defenseindustrydaily.com/images/AIR_EC725_Cougar_SOF-SAR_lg.jpg)

EC 725 Cougar

Citar
Jobim disse ainda que estão em estudo mais três acordos com a França na área militar: um para desenvolvimento do novo modelo de combate e treinamento de tropas do país, outro para a construção de caças e um terceiro para o monitoramento de todo território terrestre e marítimo brasileiro.


Quer dizer agora que os fanceses, vão ensinar os brasileiros a combater. c34x
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 23, 2008, 05:54:29 pm
Daniel qualquer modelo incorporado obriga aos militares desse país receber formação para operar com esse modelo.
Título:
Enviado por: Lightning em Dezembro 23, 2008, 07:27:40 pm
Citação de: "nelson38899"
um pouco offtopic

Isto quer dizer que o próximo avião de combate brasileiro será o f18


Onde é que isso está escrito?
Título:
Enviado por: HSMW em Dezembro 23, 2008, 08:33:35 pm
Quanto muito, indica que será o Rafale... :roll:
Título:
Enviado por: Daniel em Dezembro 23, 2008, 08:45:31 pm
Brasil/França: Lula da Silva e Sarkozy fecham parceria estratégica, com destaque para área militar
23 de Dezembro de 2008, 17:27

Citar
Rio de Janeiro, Brasil, 22 Dez (Lusa) -- Os Presidentes do Brasil e da França assinaram hoje mais de 10 acordos em diferentes áreas, com destaque para a militar, e consideraram como histórico o fortalecimento da parceria bilateral.

"Hoje é um dia histórico na relação entre França e Brasil. Na área de defesa, estamos a dar um salto tecnológico necessário para reestruturar as Forças Armadas e implementar a Estratégia Nacional de Defesa (lançada na semana passada pelo Governo brasileiro)", disse o Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.

"Um Brasil poderoso será um elemento de estabilidade para o mundo todo", salientou, por seu turno, o Presidente francês Nicolas Sarkozy.

O acordo assinado entre os dois países na área de defesa engloba a aquisição pelo Brasil de quatro submarinos convencionais franceses - os Scorpènes, o desenvolvimento de um submarino nuclear, a construção de um estaleiro e de uma base para submarinos nucleares no Rio de Janeiro, além da compra de 50 helicópteros de transporte EC-725.

"É uma nova etapa na Marinha. Nós estamos perseguindo a construção de um submarino de propulsão nuclear desde há 30 anos e este sonho está ser concretizado hoje", afirmou à Lusa o comandante da Marinha do Brasil, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto.

O oficial não revelou os valores do contrato de longa duração (20 anos), mas fontes militares informaram à Lusa que o acordo na área naval envolve cerca de 6,5 milhões de euros e contará com financiamentos externos.

A parceria estratégica entre Brasil e França poderá incluir também a aquisição de 16 a 36 caças supersónicos numa primeira etapa.

As análises técnicas da Aeronáutica sobre os três modelos que disputam a concorrência -- os Rafale da França, os FA-18 Hornet, da norte-americana Boeing e o Gripen da sueca Saab -- deverão estar concluídas em Julho de 2009.

Segundo fontes da Força Aérea, cada caça varia entre 70 milhões a 120 milhões de dólares e a aquisição implicará em transferência de tecnologia para o Brasil.

Outros acordos que merecem destaque referem-se a parcerias para o desenvolvimento sustentável da Amazónia, a criação de um centro franco-brasileiro sobre a biodiversidade amazónica e a cooperação na luta contra o garimpo ilegal de ouro na região da Guiana Francesa.

Os dois países fortalecerão ainda a parceria na área nuclear, espacial, comercial, cultural, de biocombustíveis e na promoção de ambas as línguas.

Título:
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 23, 2008, 09:03:21 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "nelson38899"
um pouco offtopic

Isto quer dizer que o próximo avião de combate brasileiro será o f18

Onde é que isso está escrito?


depois de ter lido os principais programas deste acordo, reparei que não se falava na possível compra pelo Brasil de caças de combate, por isso supus que o vencedor do fx2 seria o f18, pois pelo que li em fóruns brasileiros é o verdadeiro concorrente do Rafale
Título:
Enviado por: Lightning em Dezembro 23, 2008, 11:36:46 pm
Citação de: "nelson38899"
depois de ter lido os principais programas deste acordo, reparei que não se falava na possível compra pelo Brasil de caças de combate, por isso supus que o vencedor do fx2 seria o f18, pois pelo que li em fóruns brasileiros é o verdadeiro concorrente do Rafale

Eu acho que diz aqui...

Citar
Jobim disse ainda que estão em estudo mais três acordos com a França na área militar: um para desenvolvimento do novo modelo de combate e treinamento de tropas do país, outro para a construção de caças e um terceiro para o monitoramento de todo território terrestre e marítimo brasileiro.
Título:
Enviado por: JMM em Dezembro 26, 2008, 06:05:04 pm
Finalmente o Brasil percebeu qual o seu papel geo-estratégico e quais as mudanças na sua doutrina militar que tem que implementar... uma Armada assente em submarinos, os meios de ISTAR por excelência, incluindo nucleares porque de facto estes amigos precisam de cobrir grandes àreas, i.e., praticamente todo o Atlântico Sul, e navios de patrulha de grande autonomia para fiscalizar os campos petrolíferos, tudo apoiado numa força de superfície de dimensões razoáveis mas não megalómanas.

A única coisa de que faz falta libertarem-se é do elefante branco chamado São Paulo! Para que é que os brasileiros querem um porta-aviões, se depois nem têm dinheiro para o equipar com um grupo aéreo minimamente decente é coisa que nuca percebi. Nem sequer têm uma doutrina para a sua utilização... quando a Argentina ainda conseguia ter uma Armada digna desse nome e um porta-aviões próprio, ainda vá, mas agora... A mim parece-me o velho complexo de macho levado ao extremo... o meu porta-aviões é maior que o teu... quando muito os brasileiros precisariam de uma PA ligeiro para tarefas anti-submarinas no Atlântico Sul, tanto mais que a Venezuela vai (ia? Com o baixar dos preços do petróleo desconfio que muito do discurso no nosso amigo Chavéz vai amansar por uns tempos, mas isso é outra conversa...) comprar uns Kilo modernizados, mas mais que isso é "mais olhos que barriga".
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 03, 2009, 03:32:01 pm
Citação de: "gaitero"
Os submarinos eram segundo relatos iniciais e anteriores a este acordo da classe “Scorpene“, mas o texto oficial dos estaleiros franceses DCN afirma agora:

“DCNS will act as prime contractor for four conventional-propulsion submarines to be built by the Joint Venture that will be set up by DCNS and Brazilian partner Odebrecht. The submarines will be designed in cooperation with Brazilian teams under DCNS design authority to meet the Brazilian Navy’s specific needs: They will be ideally suited to the protection and defence of the country’s 8,500 km coast. The first submarine is scheduled to enter active service in 2015.” Ou seja… Não são Scorpene, mas um novo submarino, desenvolvido de forma a cumprir as necessidades específicas do Brasil. Isto não teria que ser necessariamente assim, já que por exemplo, a Índia aceitou submarinos “Scorpene” clássicos, sem alterações de monta…

O acordo tem talvez ainda mais relevância no aspeto em que incluir a assistência da DCN na construção do novo submarino nuclear de ataque (SNA) brasileiro… Ignora-se contudo se este desenho será um derivado do Scorpene (o que pode ser interessante para encurtar prazos de desenvolvimento e custos de construção) ou se, pelo contrário, será uma evolução a partir da classe nuclear francesa Amethyste. A notícia da AP indica que poderá ser uma derivação a partir do Scorpene (”The Scorpene is a conventional diesel-powered attack vessel that Brazilian officials say will help them develop a nuclear-propelled submarine“). De qualquer forma, o Brasil não precisa de apoio na construção do reator, tecnologia que já domina, contudo quanto ao casco, é outra coisa… O casco do Amethyste já foi transformado pela DCN noutra classe de submarinos, a Turquoise, que usa a tecnologia AIP Mesma e portanto, a sua seleção como plataforma de base para o SNA seria vantajosa para o Brasil, já que o vital aspecto do treinamento poderia ser feito a bordo de navios franceses idênticos por marinheiros brasileiros. Transformar um Scorpene num SNA seria neste aspeto pelo menos bem mais problemático, porque nenhum Scorpene/Marlin do mundo tem hoje propulsão nuclear…

Todos os cinco submarinos serão construídos localmente pela empresa brasileira Odebrecht sob a supervisão e seguindo os planos da DCN, cabendo à empresa francesa desenvolver nas suas instalações na Europa alguns não especificados “key advanced-technology equipment“, reforçando a indicação de que não se trata de um “Scorpene” puro e se dúvidas ainda restassem, o texto oficial da DCN acrescenta ainda que “The designs for the Brazilian Navy will combine advanced technologies with innovations developed for other programmes, particularly with regard to hydrodynamics, acoustic discretion, automation and combat systems”, numa referência que se pode referir à combinação deste projeto de características do Turquoise com as do Scorpene.

Para finalizar.

A Odebrecht e a DCNS estão vendendo a localização do Estaleiro que será na região da Marambaia. O Estaleiro será civil e parte dele será destinado para construir o SBR e o almejado SNBR. O Governo está garantindo o estaleiro com a encomenda dos 4 SBR e do casco para o SNBR.
O primeiro será quase todo de fornecimento francês e montangem no Brasil, o índice de nacionalização irá aumentando, no primeiro serão por volta de 36 mil dos 250 mil itens do submarino, segundo levantamento da MB (espero que aumente exponencialmente) até o último SBR.

A estimativa é de mais de 2 mil empregos diretos e 6 mil indiretos, apenas para a construção do estaleiro que será feito pela Odebrecht, parceira nacional da DCNS no projeto.
Sobre o SBR será baseado no Scorpène/Marlin (possivelmente com estabilizadores em X em vez de em cruz) e do Turquoise com modificações hidrodinâmicas e de manobra, o sistema operacional será o Subtics, e lançará exocet (não sei qual modelo, acredito que o 39)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 03, 2009, 03:35:13 pm
Citação de: "JMM"
A única coisa de que faz falta libertarem-se é do elefante branco chamado São Paulo! Para que é que os brasileiros querem um porta-aviões, se depois nem têm dinheiro para o equipar com um grupo aéreo minimamente decente é coisa que nuca percebi. Nem sequer têm uma doutrina para a sua utilização... quando a Argentina ainda conseguia ter uma Armada digna desse nome e um porta-aviões próprio, ainda vá, mas agora... A mim parece-me o velho complexo de macho levado ao extremo... o meu porta-aviões é maior que o teu... quando muito os brasileiros precisariam de uma PA ligeiro para tarefas anti-submarinas no Atlântico Sul, tanto mais que a Venezuela vai (ia? Com o baixar dos preços do petróleo desconfio que muito do discurso no nosso amigo Chavéz vai amansar por uns tempos, mas isso é outra conversa...) comprar uns Kilo modernizados, mas mais que isso é "mais olhos que barriga".


O A-12 está em melhor condições do que quando foi para o Brasil. Os A-4 tiveram problemas de manutenção (ou falta dela) mas estão a sofrer uma modernização em Israel e dentro de em breve estaram em condições de fazer as suas missões.
Título:
Enviado por: JMM em Janeiro 03, 2009, 11:26:35 pm
Até pode estar em boas condições, mas alguém me pode explicar para que é que eles o querem sem ser para dizer que sim? E para que servem os Skyhawk? Ataque? Contra quem? Porque para defesa aérea são inúteis... quando muito servem como solução interina para treinar pilotos até chegar o Rafale....
Título:
Enviado por: feluzpaz em Janeiro 04, 2009, 01:35:40 am
ALguns dão palpites sobre o que não entendem. Melhor ficar calado,que falar tonterias...eu einh. :(
Título:
Enviado por: HSMW em Janeiro 04, 2009, 02:03:02 am
Citação de: "feluzpaz"
ALguns dão palpites sobre o que não entendem. Melhor ficar calado,que falar tonterias...eu einh. :?
Título:
Enviado por: rafafoz em Janeiro 04, 2009, 04:39:27 am
Sobre os A-4, vai variar da modernização que terão, os radares, podem ser implementados, radares para ataques ao solo e anti-navio ou anti-submarino,  ou até mesmo radares, multi missão com capacidade BVR. Vai variar do que a MB vai querer, mais se optar por ataques ao solo e anti-submarino e anti-navio, vai ser bem específico que tipo de missão os A4 terão, caso contrario, será caças multi missão, além que os A4, passarão por uma nova motorização, o que aumentará a potencia dos motores dos atuais A4 e sua avionica.

O próprio A12 está sendo revitalizado, então a meu ver, passará a ter uma função depois que receber os A4 modernizados, já que o São Paulo não tem só a capacidade de porta aviões, possui outras capacidades que serão melhoradas com sua modernização. Mas como pra muitos não adianta nem falar, pois pensam ser uma grande perda de tempo até para muitos brasileiros ter o A12.
Título:
Enviado por: JMM em Janeiro 04, 2009, 12:20:07 pm
Meus caros amigos brasileiros,

Tenham lá calma que eu não pretendi ofender ninguém, ok? Não me parece que esse tipo de linguagem e insinuações levem a lado nenhum, tá? Só gostava que alguém me explicasse (e estou a dizer isto sem ponta de ironia...) qual o conceito doutrinário estratégico por trás da aquisição do São Paulo, porque não me parece, de todo, a melhor utilização de recursos, senão vejamos:

Um porta-aviões é uma arma de projecção de poder e ofensiva por excelência; pode atacar aqui um dia e a 1000 kms de distância no dia seguinte. É fantástico e tem o potencial para permitir a um país a superioridade naval e aérea sobre uma vasta àrea de oceano. Até aqui estamos todos de acordo, agora vamos às desvantagens:

a) É extremamente caro e complexo de utilizar. Quantas fragatas e navios de patrulha de última geração pode ser operadas pelo mesmo preço? Muitas...

b) Além disso, necessita de de ser convenientemente protegido. Tudo o que seja menos de 2 ou 3 navios de defesa anti-aérea de última geração (Burkes ou Darings, p.ex.) e outros 2 ou 3 de defesa anti-submarina (tipo FREMM), mais um submarino nuclear (para poder mover-se à mesma velocidade da força-tarefa) é pura perda de tempo, porque a única coisa que faz é tornar o porta-aviões um "sitting-duck" de 40000 toneladas. Vejam o que aconteceu com o 25 de Mayo na guerra das Malvinas... basta a oposição (seja o Chavéz, seja quem fôr) ameaçar pôr submarinos de última geração, sejam nucleares, sejam convencionais com AIP ou Kilos modernizados, por exemplo, com armas anti-navio e torpedos de última geração e o porta-aviões não sai do porto se não tiver confiança na capacidade da escolta de eliminar ou neutralizar a ameaça. Agora vamos à questão financeira: três Burkes/Daring e três FREMM nunca ficam por menos de 6000 milhões USD.... quem tem dinheiro para isso?

c) Agora vamos ao grupo aéreo. Por muitas modernizações que os A-4 levem, alguém acha sinceramente que se podem opôr aos SU-30 venezuelanos, que me parecem ser a única ameaça aérea credível no hemisfério sul? A não ser que a Marinha Brasileira compre Rafale, o que, a manter o A-12 em serviço, parece o caminho óbvio a seguir... mais 2000 milhões de USD para 20-25 aviões!

Vamos agora a um conceito estratégico alternativo, aliás defendido há pouco pelo vosso Presidente: o Brasil não tem ideias expensionistas e pretende, acima de tudo, proteger a sua integridade territorial e os seus recurso naturais, sejam em terra, seja no mar. No que diz respeito à Marinha Brasileira isto implica efectivamente manter uma postura defensiva relativamente às ameaças previsíveis e "selar" grande parte do Atlântico Sul, se necessário fôr.

E quais são as maiores ameaças previsíveis? A arma de negação do espaço marítimo por excelência são, como sabemos, os submarinos, pelo que a grande ameaça à supremacia da Marinha Brasileira deverá vir dos U-209 argentinos (os que ainda funcionarem...) e, especialmente, dos Kilo modernizados venezuelanos, armados com míssies anti-navio de última geração... na configuração actual e com a força de escolta actual, alguém acha que se o Chavéz disser que tem dois ou três Kilos armados com mísseis Klub ao largo do Rio de Janeiro o São Paulo sai do porto???

Como todos sabemos, a melhor arma ASW é outro submarino, certo? Especialmente um que consiga ser uma arama dissuasora eficaz numa área tão grande como o Atlântico Sul, i.e., que possa manter-se submerso durante quanto tempo quiser, com velocidade elevada e sensores e armas modernos. Alguém reconhece aqui a especificação de submarinos de ataque nucleares? A meu ver, a Marinha Brasileira devia apostar tudo (ou quase) em colocar operacional rapidamente uma pequena flotilha de submarinos nucleares (tipicamente três, para manter sempre um em patrulha e outro de prontidão), complementada por outra de submarinos convencionais avançados com AIP. Daí os meus parabéns pelo último anúncio e que levou a esta discussão...

Em termos de frota de superfície parece-me que o Brasil devia apostar em OPVs de grande autonomia para manter uma boa vigilância sobre a ZEE e as plataformas petrolíferas, complementado por uma frota de superfície com ênfase ASW e anti-navio moderna mas não excessivamente numerosa (diria cerca de nove a doze navios).

Com uma Marinha com esta estrutura parece-me que seria praticamente impossível a quem quer que não se chame US Navy disputar a supremacia (nem falo de superioridade) no Atlântico Sul...

Claro que estou disponível para ser desmentido e se me conseguirem justificar a utilidade do São Paulo e a vantagem de o ter, por comparação com esta estrutura, serei o primeiro a dar a mão à palmatória... só peço é civilidade na discussão, ok?

Um abraço a todos

João
Título:
Enviado por: rafafoz em Janeiro 05, 2009, 02:36:32 pm
:], sim senhor.

Quando eu falei sobre o A12, a muita discussão no Brasil sobre o assuntos, muitos brasileiros também são contrários, eu sou a favor, mesmo com os A4 (mesmo sabendo das limitações), a grande esperança de quem defende a A12 é que de Rafale no FX-2, e que a marinha opere ele no A12 (já que foi reformada a catapulta e seu peso de lançamento ampliado para cerca 22 ton, e sem contar que os elevadores podem levantar uma aeronave de 15 toneladas em 9 Segundos. Mas segundo fontes de 1994 da marinha francesa eles são capazes de erguer uma carga de até 30 toneladas, o problema é o desgaste ). O que em testes já foi operado o Rafale, pode-se tornar realidade com a MB.

Bem é esperar e torcer, caso opere Rafale, a MB dará um salto enorme, e os A4 seriam para quebrar um galho até receber os Rafale, já a modernização é por que do jeito que estava os A4 não dava.
Pelo menos essa é a esperança nossa, e por isso defendemos o A12.
Claro o A12 está sendo modernizado, mais não ficará muito tempo operante, pelo que a MB declarou, irá construir seu próprio NAe (pra daqui uns 100 anos eu acho :D).

O problema é o quanto debatemos não mudará em nada nas decisões da MB, mesmo sendo contrários ou não, a quantidade de Sub que ela irá adquirir também será uma incógnita, nós sabemos o que ela já comprou, mas não sabemos se irá comprar mais ou construí-los, primeiro acho que ela irá se preocupar em primeiro construir o SNA e a dominar essa tecnologia, principalmente a do casco, para depois fazer uma nova compra. Mas especulações a parte, não podemos declarar nada como certo.
Título:
Enviado por: JMM em Janeiro 05, 2009, 03:21:08 pm
Ok, obrigado pela informação.

Eu também acho que se o Brasil optar pela compra/sub-contratação dos Rafale, pode utilizar 20 a 30 para constituir um excelente grupo aéreo para o A-12, especialmente se complementado por aeronaves ASW e AWACS, capaz de negar a utilização aérea e de superfície do Atlântico Sul a qualquer potência que não a US Navy e a Royal Navy quando esta tiver os novos Queen Elizabeth e Prince of Wales com F-35.

No entanto, o meu ponto mantém-se válido, julgo eu, porque fazer o investimento no PA e respectivo grupo aéreo sem o equivalente num força de escolta, especialmente ASW moderna é muito arriscado.

Existem dois tipos principais de ameaça a um PA: aérea e submarina. Se no primeiro caso a aquisição dos Rafale tomaria conta do assunto, já no segundo as debilidades que eu apontei no último post se mantém. De facto, na luta entre ameaça e resposta os últimos desenvolvimentos em tecnologia de submarinos e mísseis anti-navio, neste momento e num futuro previsível, a vantagem está do lado do submarino, excepto para a US NAvy e, possívelmente, a Royal Navy, senão vejamos:

a) Os submarinos de hoje são muito mais silenciosos e com maior autonomia submersos que há 10 anos atrás. Já existem algumas technologias para lidar com eles (especialmente am águas litorais onde são mais ameaçadores, já que em mar aberto não têm a velocidade para acompanhar um grupo de superfície), tais como os sonares activos de baixa frequência rebocados, mas obrigam à existência de escoltas ASW de primeiro nível, logo... caras.

b) Mais grave ainda, os novos mísseis anti-navio de alta velocidade são um autêntico pesadelo para os sistemas de defesa anti-aérea e, neste momento, só a US Navy, com a capacidade anti-missíl balístico dos Tico e Burke é que consegue lidar com ela. Mesmo os britânicos, com os novos Daring, não estão absolutamente certos de que o consigam e os francese/italianos têm um radar menos poderoso que o dos Daring nas suas respectivas derivações (além de só terem dois cada, por causa do custo). Só para informação, consultem o seguinte texto na Strategy Page, http://www.strategypage.com/htmw/htsurf ... 80410.aspx (http://www.strategypage.com/htmw/htsurf/articles/20080410.aspx), que mostra o tipo de preocupação/esforçaos/custos que a US NAvy está a ter para implementar um sistema de treino de defesa contra este tipo de mísseis. Portanto, e mais uma vez, a única solução passa por adquirir navios AAW topo-de-gama, que são caríssimos...

Perante estes factos, mantenho a minha pergunta: Se numa "chatice" com a Venezuela, o Chavéz resolver colocar (ou dizer que coloca...) 2 Kilo armados com Klub ao largo do Rio de Janeiro, o São Paulo atrever-se-ia a sair do porto?

Lamento, mas ainda não foi desta que me convenceram a alterar a minha posição de que, em 2020/25, a MB teria muito mais vantagens em tentar ter 3/4 SSNs activos que em ter 1 SSN e 1 PA. :wink:

Saudações

João
Título:
Enviado por: Johnnie em Janeiro 05, 2009, 05:19:20 pm
Citação de: "JMM"
capaz de negar a utilização aérea e de superfície do Atlântico Sul a qualquer potência que não a US Navy e a Royal Navy quando esta tiver os novos Queen Elizabeth e Prince of Wales com F-35.


E a Marinha Russa, Francesa, Indiana  :roll:
Título:
Enviado por: JMM em Janeiro 05, 2009, 05:26:53 pm
Dessas três só a francesa é que pode ter interesses no Atlântico Sul e seria uma batalha de igual para igual, entre dois grupos-batalha equipados com Rafale; neste caso, julgo que o Brasil teria sempre a vantagem de ter perto as suas bases principais, incluindo aéreas, portanto não me parece que o resultado seja assim tão claro.

As Marinhas Russa e Indiana não têm capacidade (nem terão num futuro próximo) de suportar uma força-tarefa com dimensão suficiente para se impôr ao Brasil a tão longa distância das suas bases... eu sei que os russos querem construir mais 4 ou 5 porta-aviões, mas um dia destes vão cair da cama e acordar :twisted:  então se a Marinha Soviética, que era a potência que era nunca o conseguiu fazer, vão ser estes agora a conseguir? Duvido...
Título:
Enviado por: Emperor em Janeiro 06, 2009, 12:49:13 am
Olá caros amigos sou n ovo por aki, e só me cadastrei porque gostei dos comentaários e me indiguinei com o caro amigo JMM.

você tem sim uma bela visão sobre a marinha brasileira, porém esqueceu-se de uns pontos:

respondendo a pergunta: os  submarinos que o Brasil possui com sistema AIP nao dariam suporte ao PA Sao Paulo sair de um porto por causa de dois kilos recentemente comprados que nem chegaram ainda e que os venezuelanos nao sabem sequer operar?

faz-me rir...

e quando chegarem daki a 12 anos os SBR, ou os MArlin aperfeiçoados novos em folha, poderá alguém na América Latina tirar superioridade nas águas brasileiras? e o SNA ou SNBR como preferir quando terminado, ele certamente poderia insurgir em meio à frota chilena ou Venezuleana (sem considerar argentina porque sequer tem navios xD).

as corvetas brasileiras nao representam nada?

e porque você se refere apenas a US navy e Royal Navy?
por acaso há um conflito diplomático entre  Brasil e USA ou Brasil e Inglaterra?
porque vvc eleva os estados unidos à uma condição de endeusamento? eles nao puderam com Vietnã e nao estão aguentando iraque e afeganistão.

oras, faça-me o favor, não digo que ganhamos de qualquer país no mundo mas nao menospreze assim o Brasil.


e respondendo a outra pergunta, acaso o Brasil em um conflito irá ficar aqui nas paguas do atlântico se defendendo, aí acaba com a marinha da espanha e de portugal, e vai continuar aqui, deixando que os aviões e a FAB cuidem do ersto q o exército vá a nado? ou num conflito regional, você acha que vamos esperar a marinha alheia e deixar os portos inimigos e estaleiros livres? o Brasil é demasiado gbrande para se dar ao luxo de nao ter sequer armas de ataque, se for por isso, vamos comprar AWACS e supertucanos para defender a amazonia xD


nada contra,,, respeito sua opinião e ela é muio bem embasada, mas tente olhar por outras óticas.

abrass e se cuidem gnt xD  :D
Título:
Enviado por: rafafoz em Janeiro 06, 2009, 01:08:27 am
Conseguir até podem, mais não com as tecnologias e os equipamentos utilizados pelos USNavy e Royal Navy, por isso a Rússia e china apostam em números para combater a superioridade tecnológica americana.
Bem o que o Emperor citou, é verdade, os diversos fracassos americanos em algumas guerras, sendo que ele não citou a guerra do Golfo, mostra que somente tecnologia não ganha de números ou tempo.
A Royal Navy tem uma Marinha extraordinária, mais ela se baseia em equipamentos americanos, por quê? Será que caso ela entre em guerra ela entraria com alguma nação que possui equipamentos americanos (o que eu duvido, para algum país comprar seus equipamentos DA MARINHA SUB/NAVIOS/ETC, além de ser economicamente forte, por ser caro, tem que ser aliado dos EUA)? Bem sobre essa pergunta eu responderia somente pela superioridade dos equipamentos americanos, mais todos os equipamentos americanos são excelentes e melhores que do resto do mundo? Já isso eu discordo.
O gasto que a Royal Navy possui é extremamente alto, só ficando atrás dos EUA que possui os maiores gastos.

E para a questão do Brasil eu não citaria como exemplo essas marinhas que são totalmente irrisórias para comparação com a MB, eu compararia a MB e sua frota, com as da Venezuela, Chile e Peru, que pra mim são as potencias que mais estão investindo nessas áreas, a argentina está somente sucateando suas forças armadas.
Título:
Enviado por: JMM em Janeiro 06, 2009, 01:14:12 am
Citação de: "Emperor"
Olá caros amigos sou n ovo por aki, e só me cadastrei porque gostei dos comentaários e me indiguinei com o caro amigo JMM.

você tem sim uma bela visão sobre a marinha brasileira, porém esqueceu-se de uns pontos:

respondendo a pergunta: os  submarinos que o Brasil possui com sistema AIP nao dariam suporte ao PA Sao Paulo sair de um porto por causa de dois kilos recentemente comprados que nem chegaram ainda e que os venezuelanos nao sabem sequer operar?

faz-me rir...

Dariam suporte para sair, mas não em operação. A velocidade de um SSK é de poucos nós e uma esquadra de superfície desloca-se a mais de 20 nós. Por isso é que americanos e ingleses têm SSN a proteger forças-tarefa; são os únicos que conseguem fazer esse acompanhamento. Um SSN do tipo Kilo com mísseis Klub pode atacar a mais de 100 km de distância; se um SSK não consegue acompanhar uma força-tarefa, como é que a vai proteger de um submarino que lança um míssil a 150 km de distância???

Quanto à plicação dos SSK, uma das suas vantagens é exactamente a que o meu caro refere, daí no meu cenário o Brasil ter que complementar uma frota de 3/4 SSN com 5/6 SSK, portanto estamos de acordo. Não sei porque é que tem vontade de rir...

Citar
e quando chegarem daki a 12 anos os SBR, ou os MArlin aperfeiçoados novos em folha, poderá alguém na América Latina tirar superioridade nas águas brasileiras? e o SNA ou SNBR como preferir quando terminado, ele certamente poderia insurgir em meio à frota chilena ou Venezuleana (sem considerar argentina porque sequer tem navios xD).

Mais uma vez, estamos de acordo. Aliás, é exactamente nisso que se baseia o meu cenário... Afinal parece que o Português de Portugal e o do Brasil não são assim tão parecidos, se não se apercebeu disso (desculpe a ironia :wink:

Quanto ao endeusamento da US Navy, não o pretendo fazer, mas é apenas um facto. A US Navy provavelmente poderia combater (convencionalmente) e ganhar às 10 próximas marinhas juntas... aqueles 11 porta-aviões, mais de 60 SSNs e quase 100 destroyers e cruzadores AEGIS encarregar-se-iam disso, ou acha que não?

Citar
e respondendo a outra pergunta, acaso o Brasil em um conflito irá ficar aqui nas paguas do atlântico se defendendo, aí acaba com a marinha da espanha e de portugal, e vai continuar aqui, deixando que os aviões e a FAB cuidem do ersto q o exército vá a nado? ou num conflito regional, você acha que vamos esperar a marinha alheia e deixar os portos inimigos e estaleiros livres? o Brasil é demasiado gbrande para se dar ao luxo de nao ter sequer armas de ataque, se for por isso, vamos comprar AWACS e supertucanos para defender a amazonia xD


Mais uma vez só vem reforçar o meu ponto. Uns SSN armados com mísseis de cruzeiro podem ser bastante mais eficazes que meia dúzia de A-4 modernizados para destruir as infraestruturas de qualquer adversário. Basta ver que é assim que quem os tem faz, e com muito bons resultados... (não vou referir nomes para não ser novamente acusado de estar a endeusar quem quer que seja c34x )
Título:
Enviado por: Emperor em Janeiro 06, 2009, 02:31:05 pm
de fato nosso portugues começa a se encontrar...

sabe,,, tudo que se baseia em teoria é fútil demais...

o que aconteceu com hitler que devastou a França e a Inglaterra quando mobilizou 70% das suas tropas, inclusive os armamentos mais modernos e a SS, ou seja, a elite da elite dos nazistas atacaram a "frágil URSS"....

o que aconteceu? a história fala por si própria........ se nao fossem pelos soviéticos, a guerra teria chegado aos americanos.... e eles nao seriam que sao hj (Seriam maiores ou menores, mas não o que são hoje...)

ou o que me diz da força aérea americana? nos combates do vietna era (assim com é) a força mais devastadora do mundo. e sequer foi útil para destruir uma infraestrutura defasada...

o fato de terem 100 destróyeres e naop seiq uantos PA não muda o fato deles também nunca terem sido usados em combate.
você é um rapaz informado, deve saber da notpicia que registrava um fato ocorrido na pacífico.

a frota americana com (muitos destryeres e um PA, e tbm antisubmarinos e corvetas lojkas e ultratecnologicas da us navy)
viu um submarino chinês, simples, sem nada de ultratecnológico, emergr em meio a frota durante uma "ronda", o PA entrou em alerta, mas o capitão do submarino saiu e acenou aos americanos, que nao o detectaram....

de fato eles tem poder, mas não sao indestrutiveis...

continuando:
E totalmente inviável uma invasão ao Brasil.....
a não ser que seja por um louco bolivariano ou coisa asssim... portanto o Brasil não precisa se defender  de tal maneira, pois com o que tem já é suficiente para infligir severos danos aos seus vizinhos..


li em outros fóruns que o Brasil não tem como competir contra os SU_30 mk da venezulela, 100.000 aks e 5 submarinos........
hora,,,, ninguém acaso acompanha o CRUZEX e o RED FLAG? os F-5 brasileiros estão em pé de igualdade com M2000 da arméé de lair e no red flag, um piloto sozinho abateu 2 m2000 e 4 -16 com um.... F-5.....

agora esperar que os 70 F-5 brasileiros com pilotos extremamente bem treinados e com AWACS da embraer  que são comprados ate pelos EUA para faze proteção aí já é brincadeira se não conseguirem interceptar 10 jatos venezuelanos..
quanto aos fuzis,,,, eles não tem nem soldados para quem dae os fuzis,,,,,

a única real ameaça é o Chile,,, que comprou 200 leopard 2.... aí sim,, eses se fizessem fronteira com o brasil poderiam durar um pouco mais num conflito..

quanto a marinha brasilera...
acho que já somos grandes por dominar a tecnologia da construção de submarinos, de fragatas e corvetas.... e somos mais grandes ainda por dominar o ciclo completo do urânio com pesquisas nacionais e formular a ultracentrífuga por levitação.... desenvolver um submarino nuclear com tecnologia própria e sem deixar que outros invadam o projeto é significativamente grande...

a corveta barroso é um projeto nacional. e deveras, ela é nova em folha e não é de todo inútil.

e não sei se acompanha o BRasil jmm, mas agora temos o END... que na parte que diz questão a marinha, incita que não serão mais investidos no brasil (ou pelo menos não terão preferência)  NAe's.. e sim navios com multiplo emprego (com ação submarina e ewmprego aéreo...) ou seja, uma versão melhorada de NAe's com multiplas funções e não apenas com a função de jogar aeronaves ao céu e ficar indefeso.e tudo isso em uma nova classe de projeto nacional.

o Brasil não tem tradição na guerra, e nunca se deu motivos para tanto. Então, termos uma armada com as dimensões que temos hoje já está bom demais para proteger a nação de caçadores de baleias ou de peixinhnos em extinção... ao discussão sobre a nova armada do brasil se deve as recentes descobertas de petróleo no sudeste e á bacia amazonica...

ah sim,,, a armada nao se concetrará mais no rj, será criada a 2ª frota do brasil, com sede no norte, provavelmente pará xD

ou seja.;;; não estamos tão mal  :P
Título:
Enviado por: JMM em Janeiro 06, 2009, 02:48:07 pm
Meu caro,

Começamos, de facto, a concordar. Obviamente que não passa pela cabeça de ninguém invadir o Brasil agora ou num futuro mais ou menos longíquo. Eu apenas estava/estou a sugerir o tipo de frota que o Brasil deveria ter (a meu ver), dadas as suas necessidades geo-estratégicas, e a argumentar que fariam melhor em investir em submarinos, incluindo nucleares, com capacidade de ataque estratégico, i.e., c/ míssieis de cruzeiro, que em manter um PA de utilidade estratégica duvidosa (a meu ver, claro).

Quanto à análise que faz dos potenciais inimigos do Brasil, também concordo com a esmagadora maioria, mas "se pretendes a paz, prepara a guerra"... de facto, a única ameaça potencial que eu vejo a médio prazo, no mar, são ataques às plataformas petrolíferas que possam afectar a capacidade produtora do Brasil.

Finalmente, no que diz respeito à Marinha americana, a história do submarino chinês não foi bem a que conta, mas enfim...  seriam assuntos para outro tópico, não é? :wink:

Saudações
Título:
Enviado por: Emperor em Janeiro 06, 2009, 09:03:37 pm
de fato.

mas insisto ainda assim que manter uma NAe é uma vantagem e um termo "dissuassório"

assim como tememos os PAs da Us navy, nossos vizinhos e países mais fracos temem o NAe São Paulo xD

abre um tópico lá entao, eu li no uol apenas uma manchete XD
Título:
Enviado por: JMM em Janeiro 06, 2009, 09:26:23 pm
Citação de: "Emperor"
de fato.

abre um tópico lá entao, eu li no uol apenas uma manchete XD


Provavelmente não merece um tópico separado, por isso fica aqui apenas um comentário off-topic, se os moderadores não se importarem :wink:

Segundo o que eu li em vários fora estrangeiros aparentemente os chineses ficaram tão surpreendidos como os americanos... aliás, se pensarmos bem, estamos a falar de um submarino convencional do tempo da avózinha que tem uma velocidade submersa que não chega a 10 nós e faz mais barulho que uma chaleira a vapor, enquanto a força-tarefa americana estava em trânsito a navegar a mais de 20 nós e sem os sonares ligados!!

Um submarino desses só consegue apanhar um PA numa de duas situações: ou sabe por onde vai passar e se aproveita do facto de a essa velocidade a eficácia da escolta ASW ser mais reduzida porque não podem recorrer aos sonares passivos mais discretos, que julgo foi o que fez um submarino português no anos 70 ou 80 (não me lembro) ao CVN-69 Eisenhower (julgo), ou tem a sorte de estar no caminho, que parece que foi o que aconteceu neste caso... claro que um submarino mais moderno e silencioso tem bastantes mais hipóteses que um destes.

De qualquer modo, e como dizemos em Portugal, estou a vender pelo mesmo preço que comprei, por isso se alguém souber de mais alguma coisa seria interessante partilhar com os restantes...

Saudações
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 07, 2009, 10:34:55 am
Submarinos convencionais de Portugal e do Brasil conseguiram a mesma proeza em exercicios com a US Navy.
Título:
Enviado por: P44 em Janeiro 07, 2009, 12:40:45 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Submarinos convencionais de Portugal e do Brasil conseguiram a mesma proeza em exercicios com a US Navy.


o ano passado um U209-1500 Sul Africano conseguiu "afundar" todo o SNMG-1 da NATO....

digam o que disserem, o A-12 só será viável em cenários de conflito QUANDO tiver escoltas á áltura, coisa que até hoje não existe, até lá é um sitting duck, digam o que disserem.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 07, 2009, 01:27:18 pm
Tu sabes quais são os planos para isso acontecer. Acho que mais uns 5 anos e coisa vai ao sitio (fragatas, submarinos, etc).
Título:
Enviado por: rafafoz em Janeiro 08, 2009, 11:17:06 pm
Citação de: "P44"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Submarinos convencionais de Portugal e do Brasil conseguiram a mesma proeza em exercicios com a US Navy.

o ano passado um U209-1500 Sul Africano conseguiu "afundar" todo o SNMG-1 da NATO....

digam o que disserem, o A-12 só será viável em cenários de conflito QUANDO tiver escoltas á áltura, coisa que até hoje não existe, até lá é um sitting duck, digam o que disserem.


Bem concordo, e pelo que vi não houve um bom entendimento sobre opiniões aqui.

Mais de fato SSN são de extrema importância para qualquer marinha, quanto mais, melhor. O problema é o custo elevado desses submarinos, se o Brasil com 5 Sub convencional, já quase os sucateou imagina o que iria acontecer com os SSN, os governos mudam e suas ideologias também o que o Presidente Lula faz nesse mandato outro presidente pode não fazer.

A aquisição de mais SSN vai variar muito, mais em uns 20 anos duvido que a marinha obtenha outro SSN além do que irá construir, num futuro poderá até adquirir mais por enquanto duvido muito, por seu valor, sendo que ainda a marinha não obtém receitas suficientes para a compra de mais SSN.

O problema do Brasil continua sendo a falta de verba que ainda não está totalmente claro de onde irá vir com a END.

Sendo assim, o que resta ao Brasil é adquirir mais Fragatas e Corvetas para as escoltas não só do NAe São Paulo, mais também um maior número para cobrir uma área maior de patrulhamento.
Título:
Enviado por: P44 em Janeiro 09, 2009, 10:53:53 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Tu sabes quais são os planos para isso acontecer. Acho que mais uns 5 anos e coisa vai ao sitio (fragatas, submarinos, etc).


pois, eu disse "Actualmente", se de facto o projecto das FREMM (ou outro identico) fôr para a frente , aí será outra cantiga.
Título:
Enviado por: Oziris Lucio em Janeiro 09, 2009, 05:20:37 pm
Citação de: "JMM"
Ok, obrigado pela informação.

Eu também acho que se o Brasil optar pela compra/sub-contratação dos Rafale, pode utilizar 20 a 30 para constituir um excelente grupo aéreo para o A-12, especialmente se complementado por aeronaves ASW e AWACS, capaz de negar a utilização aérea e de superfície do Atlântico Sul a qualquer potência que não a US Navy e a Royal Navy quando esta tiver os novos Queen Elizabeth e Prince of Wales com F-35.

No entanto, o meu ponto mantém-se válido, julgo eu, porque fazer o investimento no PA e respectivo grupo aéreo sem o equivalente num força de escolta, especialmente ASW moderna é muito arriscado.

Existem dois tipos principais de ameaça a um PA: aérea e submarina. Se no primeiro caso a aquisição dos Rafale tomaria conta do assunto, já no segundo as debilidades que eu apontei no último post se mantém. De facto, na luta entre ameaça e resposta os últimos desenvolvimentos em tecnologia de submarinos e mísseis anti-navio, neste momento e num futuro previsível, a vantagem está do lado do submarino, excepto para a US NAvy e, possívelmente, a Royal Navy, senão vejamos:

a) Os submarinos de hoje são muito mais silenciosos e com maior autonomia submersos que há 10 anos atrás. Já existem algumas technologias para lidar com eles (especialmente am águas litorais onde são mais ameaçadores, já que em mar aberto não têm a velocidade para acompanhar um grupo de superfície), tais como os sonares activos de baixa frequência rebocados, mas obrigam à existência de escoltas ASW de primeiro nível, logo... caras.

b) Mais grave ainda, os novos mísseis anti-navio de alta velocidade são um autêntico pesadelo para os sistemas de defesa anti-aérea e, neste momento, só a US Navy, com a capacidade anti-missíl balístico dos Tico e Burke é que consegue lidar com ela. Mesmo os britânicos, com os novos Daring, não estão absolutamente certos de que o consigam e os francese/italianos têm um radar menos poderoso que o dos Daring nas suas respectivas derivações (além de só terem dois cada, por causa do custo). Só para informação, consultem o seguinte texto na Strategy Page, http://www.strategypage.com/htmw/htsurf ... 80410.aspx (http://www.strategypage.com/htmw/htsurf/articles/20080410.aspx), que mostra o tipo de preocupação/esforçaos/custos que a US NAvy está a ter para implementar um sistema de treino de defesa contra este tipo de mísseis. Portanto, e mais uma vez, a única solução passa por adquirir navios AAW topo-de-gama, que são caríssimos...

Perante estes factos, mantenho a minha pergunta: Se numa "chatice" com a Venezuela, o Chavéz resolver colocar (ou dizer que coloca...) 2 Kilo armados com Klub ao largo do Rio de Janeiro, o São Paulo atrever-se-ia a sair do porto?

Lamento, mas ainda não foi desta que me convenceram a alterar a minha posição de que, em 2020/25, a MB teria muito mais vantagens em tentar ter 3/4 SSNs activos que em ter 1 SSN e 1 PA. :wink:

Saudações

João


Concordo com o amigo João, seria muito mais vantagem 4 SSN do que um PA.
Pelo menos se for para ter um PA que tenha um bem armado.
Não é difícil, é só libera ha verba que a marinha do Brasil tem direito sobre a exploração do petróleo que está retida pelo governo, que a coisa vai pra frente, mais aí ...

[]'s
Título:
Enviado por: JMM em Janeiro 09, 2009, 05:26:11 pm
Só para reforçar o meu ponto, o São Paulo tem uma tripulação, se contarmos o grupo aéreo, de cerca de 2000 homens!!! Uma FREMM tem 108 (145 com fuzileiros) e uns OPV com helicópetro conseguem-se com 40 ou menos... alguém vê aqui espaço para reduzir enormemente os custos operacionais, ou sou só eu?

Saudações

João
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 17, 2009, 04:43:20 pm
O Poder Naval efetuou uma entrevista com o Alte Othon.
Segue link:

http://naval.com.br/downloads/Entrevist ... -01-09.mp3 (http://naval.com.br/downloads/Entrevista%20Alte%20Othon%20PN%2008-01-09.mp3)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 28, 2009, 11:52:19 am
Um video muito bem feito do PA Brasileiro:

 :arrow: http://www.youtube.com/watch?v=zp6_Li8DgiU (http://www.youtube.com/watch?v=zp6_Li8DgiU)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 28, 2009, 12:40:43 pm
Citação de: "PRick"

http://img217.imageshack.us/img217/8039 ... saorb8.jpg (http://img217.imageshack.us/img217/8039/portoitaguaiexpansaorb8.jpg)

O novo Estaleiro de Submarinos em Itaguaí pertencerá à Marinha do Brasil, que vai cedê-lo por 20 anos, período em que será construído e operado por uma joint-venture, ou Sociedade de Propósito Específico (SPE), com 50% das cotas sob controle da Odebrecht, 49% da DCNS francesa e 1% da MB.

Essa participação do governo brasileiro na SPE será mesmo simbólica, mas ele terá uma “golden share”, o que lhe dará o direito de veto em questões estratégicas, como já ocorria na Embraer e também passou a ocorrer na Avibras desde 20 de janeiro de 2009.

O Estaleiro DCNS-Odebrecht estará apto em breve para garantir novas empreitadas de construção naval em larga escala para a Marinha do Brasil e exportações.

Pela falta absoluta de espaço no AMRJ, na Ilha das Cobras, somado ao enorme custo para obtê-lo, é que o governo brasileiro optou pela construção de um novo estaleiro de submarinos em Itaguaí, na Baía de Sepetiba, Estado do Rio de Janeiro. No local, também será criada a futura base de submarinos da MB.

Nesse Estaleiro DCNS-Odebrecht, serão construídos 4 submarinos convencionais chamados de SBR (Submarino Brasileiro), baseados no Marlin, movidos a óleo diesel, e o primeiro SNA nacional, chamado de SNBR (Submarino Nuclear Brasileiro).

O primeiro convencional deverá ficar pronto em 2014 e os demais, a cada dois anos, 2016, 2018 e 2020, a um custo unitário de US$ 600 milhões. Já o SNBR está previsto para entrar em operação em 2020, a um valor estimado em cerca de US$ 1,5 bilhão.

Esse conjunto será mera parcela de um gigantesco empreendimento de 1,5 milhão de m2 levantado pela Companhia Docas na região, o qual reunirá diversos estaleiros.

A Odebrecht construirá o estaleiro onde os submarinos serão montados e uma nova base naval no Porto de Sepetiba, no Rio. O contrato entrará em vigor no segundo semestre de 2009.

O primeiro submarino será em parte feito na França, em Cherbourg - os outros terão seus cascos montados no Brasil, depois de manufaturados na Nuclep. A DCNS dará assistência para o design da parte não-nuclear do submarino, a ser feita pela joint venture, e às obras para construção do estaleiro e da nova base de submarinos da MB.

Nessa área do estaleiro em Itaguaí, encontram-se vizinhos importantes como a Nuclep, a Base Aérea de Santa Cruz, da FAB, o Complexo Industrial de Santa Cruz e o grande Porto de Itaguaí.

Em 2010, deverá começar a operar a Siderúrgica do Atlântico, na vizinha Santa Cruz. Trata-se de uma sociedade entre a Vale e a ThyssenKrup alemã. Sua capacidade de produção será de 5 milhões de ton de placas de aço ao ano.

Ao seu redor, haverá um terminal portuário, uma coqueria, e a Usina Termelétrica de Itaguaí, uma usina térmica a carvão com capacidade para gerar 1.250 mw. Atlântico deverá produzir aços especiais para os novos submarinos.

A própria Marinha tem uma base de treinamento dos Fuzileiros Navais na Ilha da Marambaia, dentro da Baía de Sepetiba.

A Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. - Nuclep, localizada no Brisamar de Itaguaí, junto a Rodovia Rio-Santos, é uma empresa estatal que vem crescendo, com atividades em novas áreas estratégicas.

Sua atuação tradicional está na Área Nuclear, produzindo equipamentos para as usinas nucleares da vizinha Angra dos Reis. Além disso, ela fabricou o primeiro reator nuclear naval, tornando-se pioneira em nacionalizar a tecnologia para fabricar e montar vasos de pressão com especificações nucleares.

(http://img294.imageshack.us/img294/6558/nuclepfabricaik9.jpg)
Além da Nuclear, 3 novas áreas vêm se destacando, principalmente em termos de construção naval, e que serão vitais para a nova fase do AMRJ. São elas as Áreas Não-Nuclear, Off-Shore, e de Motores de Navios de grande porte.

A Área Não-Nuclear produziu desde 1993 os cascos resistentes para os submarinos Tamoio, Tapajó, Timbira e Tikuna da Marinha Brasileira.

A Área Não-Nuclear vem ainda se destacando em diversos segmentos industriais com equipamentos de grande porte, como as indústrias petrolífera, petroquímica, química, siderúrgica, naval, de mineração, de papel e celulose, entre outras.

Ressalte-se a produção de uma câmara hiperbárica para o Cenpes - Petrobras, cuja aplicação principal é no sistema de exploração e de produção de petróleo em águas profundas.

(http://img99.imageshack.us/img99/6659/nuclepblocosp51it8.jpg)

A Área de Off-Shore da Nuclep construiu desde 2005 os módulos estruturais do casco da Plataforma P-51 da Petrobras, cuja tecnologia de fabricação foi totalmente desenvolvida pelo corpo técnico da Empresa.

(http://img98.imageshack.us/img98/1018/nuclepmotoresgg7.jpg)
 
Também em 2005, a Nuclep firmou acordo de licenciamento com a Wärtsilä Switzerland Ltd. para sua Área de Motores de Navios fabricar motores de dois tempos de última geração para propulsão naval, destinados a navios de grande porte, tipos Suezmax, Aframax e Panamax.
 
O interessante aqui é saber que a Wärtsilä está empenhada em soluções para projetos de construção naval para marinhas de guerra de diversos países, como no caso dos geradores a diesel dos futuros NAes de 65.000 ton (CVF) e dos Destróieres Type 45 da Royal Navy.

Título:
Enviado por: Daniel em Janeiro 28, 2009, 02:25:16 pm
Cabeça de Martelo
Citar
Um video muito bem feito do PA Brasileiro:


O brasão do PA brasileiro tem a cruz de cristo  :!:
 c34x
Título:
Enviado por: TOMSK em Janeiro 28, 2009, 02:37:55 pm
Citação de: "Daniel"
Cabeça de Martelo
Citar
Um video muito bem feito do PA Brasileiro:

O brasão do PA brasileiro tem a cruz de cristo  :!:
 :wink:
Título:
Enviado por: Paisano em Janeiro 28, 2009, 04:26:12 pm
Citação de: "Daniel"
Cabeça de Martelo
Citar
Um video muito bem feito do PA Brasileiro:

O brasão do PA brasileiro tem a cruz de cristo  :!:
 c34x


(http://www.naval.com.br/NGB/S/S032/S032-Bras.gif)

OBS: O lema e o brazão do "NAe São Paulo" - Non Ducor, Duco (não sou conduzido, conduzo), são os mesmos da cidade e também foram usados pelo antigo "Encouraçado São Paulo".

Fonte: www.naval.com.br (http://www.naval.com.br)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 31, 2009, 03:02:11 pm
Citar
Governo do RJ aprova construção de estaleiro para submarinos

Também foram aprovados 6 novos terminais para exportação de minério e um outro estaleiro civil


O Governo do Estado do Rio de Janeiro concluiu estudo para implantação de novos projetos na região da Baía de Sepetiba, sul do Estado. Segundo nota da Secretaria de Desenvolvimento, foram analisados no total oito empreendimentos privados e um público para terminais de exportação de minério de ferro, dos quais seis foram aprovados e três negados.

Também foi aprovada a instalação de dois estaleiros, sendo um da Marinha do Brasil e outro a ser licitado por Docas. A área de Docas será de 1,5 milhão de metros quadrados, para construção de plataformas e navios de grande porte, enquanto a Marinha vai trabalhar em submarinos convencionais e nucleares em parceria com a França.

Entre os empreendimentos analisados, a equipe técnica concluiu que seis terminais (Petrobras, Usiminas, CSN, LLX, Gerdau e Docas), em Itaguaí, são de interesse do Estado e negou aval para os três restantes, em Mangaratiba, (Brazore, Ferrous Resoucers do Brasil e BHP Billiton).

Com a implantação dos novos projetos no porto, a Secretaria de Desenvolvimento estima que será aberto espaço para escoamento de cerca de 250 milhões de toneladas de minério por ano, o que praticamente dobra a capacidade atual do País.

O estudo para os novos projetos foi feito por um grupo de trabalho coordenado por técnicos do setor de Desenvolvimento, e contou ainda com as secretarias de Ambiente e de Transportes, Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e Companhia Docas do Rio de Janeiro. Os estaleiros também foram aprovados.

FONTE: estadao.com

NOTA DO BLOG: Impressiona a velocidade do estudo do projeto pelos diversos órgãos estaduais (conhecidos pela sua morosidade latente), bem como a sua referida aprovação. Entre a assinatura do acordo (23 de dezembro de 2008) com a França até hoje passaram-se exatamente 37 dias, incluindo os feriados de final de ano, sábados e domingos. Sabe-se que, por experiências anteriores, somente a liberação da aprovação ambiental pode levar mais de um ano.Poder Naval.
Título:
Enviado por: HSMW em Fevereiro 27, 2009, 08:42:29 pm
http://www.youtube.com/watch?v=SkhCturF ... re=related (http://www.youtube.com/watch?v=SkhCturFqNs&feature=related)
Generalidade das capacidades.
Título:
Enviado por: zeNice em Fevereiro 28, 2009, 05:15:12 am
têm muitos mais meios que nós Portugal?
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Fevereiro 28, 2009, 10:18:06 am
Citar
têm muitos mais meios que nós Portugal?
Exército
http://www.exercito.gov.br/01inst/armtmuni/indice.htm (http://www.exercito.gov.br/01inst/armtmuni/indice.htm)
Força aérea
http://www.aer.mil.br/portal/aeronaves/index.htm# (http://www.aer.mil.br/portal/aeronaves/index.htm#)
Marinha
https://www.mar.mil.br/menu_h/navios/menu_navios_mb.htm (https://www.mar.mil.br/menu_h/navios/menu_navios_mb.htm)
https://www.mar.mil.br/menu_h/aeronaves ... ves_mb.htm (https://www.mar.mil.br/menu_h/aeronaves/aeronaves_mb.htm)
https://www.mar.mil.br/cgcfn/index.htm (https://www.mar.mil.br/cgcfn/index.htm)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 28, 2009, 10:32:55 am
Eu participo à já vários anos num fórum brasileiro e acho que as coisas estão finalmente a andar para a frente, o SNB (espero que seja mais do que um), os novos submarinos convencionais, as fragatas de 6000 toneladas, a modernização dos A-4 (esperemos que seja uma solução intermédia até chegarem ao contracto do FX-2), etc.
Título:
Enviado por: P44 em Fevereiro 28, 2009, 10:47:27 am
Citação de: "TOMSK"
Citação de: "Daniel"
Cabeça de Martelo
Citar
Um video muito bem feito do PA Brasileiro:

O brasão do PA brasileiro tem a cruz de cristo  :!:
 c34x


Talvez uma homenagem à história comum dos dois paises.

http://pt.wikipedia.org/wiki/FS_Foch (http://pt.wikipedia.org/wiki/FS_Foch)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%A3 ... %A3o_Paulo (http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%A3o_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo)

Citar
O Brasão de armas da cidade de São Paulo é formado por um escudo com um braço empunhando a bandeira da cruz de cristo usada pelos navegantes portugueses simbolizando a fé cristã. Sobre ele, há uma coroa de cinco torres visíveis (sendo 8 no total), símbolo de uma capital de estado. As laterais são adornadas por ramos de café: o principal fator da economia paulista ne época.

A divisa NON DUCOR DUCO quer dizer Não sou conduzido, conduzo, e valoriza a independência das ações desenvolvidas pela cidade e seu papel de liderança no estado e no país.

Criado em 1916, durante o governo municipal de Washington Luís, o concurso para escolha do brasão teve como vencedor o desenho de Guilherme de Almeida e José Wasth Rodrigues. Posteriormente, com algumas alterações solicitadas pela comissão julgadora, o brasão foi oficializado em 8 de março de 1917.[1]

O brasão da cidade de São Paulo, foi redesenhado e reestilizado para correção de uma falha em termos de leis internacionais de heráldica, a pedido do prefeito Jânio Quadros em 1986, e foi instituído em 6 de março de 1987.



(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c2/Bras%C3%A3o_s%C3%A3o_paulo_s%C3%A9culo_XVII.PNG)
Brasão provisional utilizado por São Paulo até 1917.
Título:
Enviado por: Paisano em Março 20, 2009, 01:41:14 am
Mensagem postada pelo usuário Talharim no Fórum Defesa Brasil:

Citação de: "talharim"
CENTRO TECNOLÓGICO DA MARINHA
EM SÃO PAULO


AVISO DE PRÉ-QUALIFICAÇÃO Nº 5/2009
Objeto: Pré-qualificação de empresa para posterior participação em
licitação na modalidade concorrência, visando à qualificação de empresa
especializada no fornecimento e blindagem de chumbo para a
Unidade de Células Quentes Piloto (UQCP), incluindo a execução e
entrega de um protótipo.
Apresentação e abertura dos envelopes contendo
os documentos de habilitação dia 22 de abril de 2009, às 10h00
(dez horas). Local: Av. Prof. Lineu Prestes, 2.468, Cidade Universitária,
São Paulo - SP. O Edital poderá ser consultado e/ou obtido
pelo valor de R$ 20,00 (Vinte reais), no endereço acima a partir de 19
de março de 2009, das 08h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30 horas.
CMG (EN) ANDRÉ LUIS FERREIRA MARQUES
Presidente da Comissão de Licitação


Descrição: Projeto, construção e comissionamento de um submarino nuclear de ataque para a Marinha do Brasil.
.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 20, 2009, 01:11:43 pm
Espectaculo!
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 21, 2009, 04:36:29 pm
Vídeo sobre o CAAML, ou Camaleão, centro de treinamento da esquadra brasileira.

 :arrow: http://www.youtube.com/watch?v=DStiqkDaIgM (http://www.youtube.com/watch?v=DStiqkDaIgM)
Título:
Enviado por: teXou em Abril 02, 2009, 01:41:45 pm
Citar
Operação “SARSUB-TIKUNA”

O Comando da Força de Submarinos (ComForS) realizou, no início de fevereiro, em Angra dos Reis (RJ), a Operação “SARSUB-TIKUNA 2009”.

No dia 12, foi registrado um marco histórico para este tipo de exercício: o resgate de quatro tripulantes do Submarino “Tikuna” (S-34), sendo dois deles oficiais observadores da Marinha Americana e da Armada do Chile.

A operação consiste em: localizar o submarino sinistrado; passagem de ar e material para prover suporte à vida dos tripulantes; escape individual pela guarita de salvamento; e acoplamento do sino de resgate à escotilha de salvamento do submarino pousado no fundo do mar, em simulação a um acidente.

Neste exercício, após a abertura da escotilha, um médico passou para o interior do submarino e quatro tripulantes passaram para o sino de resgate. Em seguida, os tripulantes foram trazidos à superfície e desembarcados no Navio de Socorro Submarino “Felinto Perry” (NSS), onde passaram, simuladamente, aos cuidados da equipe de médicos e enfermeiros hiperbáricos.

Esta foi a primeira vez que o NSS “Felinto Perry” realizou o acoplamento do seu sino de resgate no “Tikuna”, após já ter realizado em todos os submarinos da Classe “Tupi”.

O exercício foi acompanhado pelo Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Fernando Eduardo Studart Wiemer, e pelo Comandante da Força de Submarinos, Contra-Almirante Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior.

A operação “SARSUB-TIKUNA” foi um sucesso, qualificando e capacitando os meios navais participantes, incluindo a Marinha do Brasil no seleto grupo de países que possuem a capacidade de prestar socorro à tripulação de submarinos sinistrados.

Veja mais em: http://www.ismerlo.org/ (http://www.ismerlo.org/)

(Link (http://https))
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 02, 2009, 04:15:56 pm
Citação de: "talharim"
CENTRO TECNOLÓGICO DA MARINHA
EM SÃO PAULO



AVISO DE LICITAÇÃO
CONCORRÊNCIA Nº 14/2009
Objeto: Contratação de empresa de engenharia especializada em serviços
técnicos de pesquisa, desenvolvmento e apoio para o desenvolvimento
de sistemas termohidráulicos, aplicados em reatores nucleares
de potência (até 50 MWt), com os respectivos software de
monitoração e controle, concentrando-se nas etapas de fabricação,
montagem eletromecânica e comissionamento.

Total de Itens Licitados:
00001 . Edital: 01/04/2009 de 09h00 às 11h30 e de 13h às
16h00 . ENDEREÇO: Av. Prof. Lineu Prestes, 2468 Cidade Universitária
- SAO PAULO - SP . Entrega das Propostas: 05/05/2009 às
10h00 . Endereço: Av. Prof. Lineu Prestes, 2468 Cidade Universitária
- SAO PAULO - SP . Informações Gerais: O edital pode ser baixado
através do sítio http://www.comprasnet.gov.br (http://www.comprasnet.gov.br), ou retirado na Av. Professor
Lineu Prestes, 2468, São Paulo - SP, mediante a apresentação de um
dispositivo de gravação (Pen Drive ou CD-Rom), para que o mesmo
seja gravado, gratuitamente.
CC (EN) FRANCISCO JOAILTON DE LIMA
Presidente da Comissão de Licitação
(SIDEC - 31/03/2009) 742000-00001-2009NE000113


Descrição: Projeto, construção e comissionamento de um submarino nuclear de ataque para a Marinha do Brasil.
Título:
Enviado por: henrique martins em Abril 11, 2009, 10:56:44 pm
Citar
Infelizmente não é a primeira vez que alguns colegas do fórum demonstram alguma agressividade com colegas estrangeiros. Temos visto isso com alguns foristas espanhois e agora um brasileiro. O que é uma pena em primeiro lugar pela atitude; agressividade sem sentido não é bom sinal ( personalidades mal formadas?), depois pelo mau ambiente que cria no fórum ( onde fica o o sentido de hospitalidade ?) afastando o constributo de ideias de outras pessoas com outras prespectivas e finalmente porque por ironia são colegas de dois países que muito dizem a Portugal e aos Portugueses. Portanto quero dizer ao colega Leonardo Besteiro que não me revejo na intervenção um pouco mal educada de alguns foristas.
"Ainda hoje, a Grã Bretanha é de muito longe o país mais rico da Commonwealth. (cerca de 2.6 vezes mais rica que a Índia). Isso deve dar-lhe alguma vantagem Brasil, por seu lado, é 7.5 vezes mais rico que Portugal.” Permita-me discordar e fazer uma pequena correcção Papatango. Uma coisa é a dimensão da economia do País outra é considerar que País é rico porque tem uma economia muito grande. Por essa perspectiva a Suíça ou o Luxemburgo são países pobres, afinal as suas economias são pequenas em dimensão comparativamente por exemplo com a Índia, o que é um absurdo pois como toda a gente sabe a Índia apesar de ter uma economia enorme é um país muito pobre.
O mesmo se passa em relação a Portugal e ao Brasil. Portugal tem um Pib per capita 3 vezes superior ao Brasil, é portanto sem qualquer duvida um país mais rico do que o Brasil. Portugal pertence ao grupo dos países mais ricos e desenvolvidos do mundo, o Brasil está no grupo dos países de desenvolvimento médio.
Dito isto, não tenho a menor duvida de que a existir um líder da comunidade dos países lusófunos esse país seria o Brasil. A dimensão territorial, demográfica e económica do Brasil é muito superior á dimensão de Portugal ou de outro país lusófono. Penso que Portugal e os Portugueses devem encarar esse facto sem dramas ou complexos neocoloniais e tentar tirar partido da presente e futura pujança do Brasil. Afinal, e para massajar um pouco o nosso ego, nós portugueses muito contribuímos para isso.



Bem, há alguns dados que estão incorretos neste comentário

vou corrigí-los:

De acordo com o FMI em seus dados para 2008

O PIB percapta do Brasil em pariedade do poder de compra foi de:

U$ 10,299

O PIB percapta de Portugal em pariedade do poder de compra em 2008 foi de:

U$ 22,257


Ou seja, o PIB percapta de Portugal é 2 vezes superior ao do Brasil e não três vezes como disse o forista acima


Outro erro

O Brasil tem um IDH de 0,807 em 2006

Portugal tem um IDH de 0,900 em 2006

De acordo com a ONU, o Brasil está na categoria de alto desenvolvimento humano, pois todos os países que atingem um IDH acima de 0,800 estão nesta categoria

portanto, é falso dizer que o Brasil está entre os países de médio desenvolvimento humano



Outro detalhe: O Brasil na América Latina está entre os países com maior IDH, junto ao Chile, Argentina, Uruguai, México e Venezuela, além disso o Brasil é o pais emergente com o maior IDH, maior que o da China, da Índia, da Rússia


São esses países que se comparam ao Brasil, e não Portugal

Portugal se compara à União Européia, aonde está. E na UE Portugal é o país 25 entre os 27 países

Sua renda percapta é inferior em 50% à da Espanha, e inferior em 100% à da França, Alemanha e Reino Unido

Enquanto Portugal possui uma renda de U$ 22,000, a Espanha possui uma de U$ 36,000

comparen-se com seus vizinhos, e não conosco
Título:
Enviado por: Luso em Abril 11, 2009, 11:02:42 pm
Oh Henrique, de onde é que você desenterrou isso, caramba?
Título:
Enviado por: papatango em Abril 11, 2009, 11:26:12 pm
Henrique, os seus numeros estão errados.
Título:
Enviado por: Cláudio C. em Abril 12, 2009, 02:41:56 am
Qualquer país pode ser comparado com outro, olha que esta...
Título:
Enviado por: Nuno Bento em Abril 12, 2009, 09:17:34 pm
Citação de: "henrique martins"
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Infelizmente não é a primeira vez que alguns colegas do fórum demonstram alguma agressividade com colegas estrangeiros. Temos visto isso com alguns foristas espanhois e agora um brasileiro. O que é uma pena em primeiro lugar pela atitude; agressividade sem sentido não é bom sinal ( personalidades mal formadas?), depois pelo mau ambiente que cria no fórum ( onde fica o o sentido de hospitalidade ?) afastando o constributo de ideias de outras pessoas com outras prespectivas e finalmente porque por ironia são colegas de dois países que muito dizem a Portugal e aos Portugueses. Portanto quero dizer ao colega Leonardo Besteiro que não me revejo na intervenção um pouco mal educada de alguns foristas.
"Ainda hoje, a Grã Bretanha é de muito longe o país mais rico da Commonwealth. (cerca de 2.6 vezes mais rica que a Índia). Isso deve dar-lhe alguma vantagem Brasil, por seu lado, é 7.5 vezes mais rico que Portugal.” Permita-me discordar e fazer uma pequena correcção Papatango. Uma coisa é a dimensão da economia do País outra é considerar que País é rico porque tem uma economia muito grande. Por essa perspectiva a Suíça ou o Luxemburgo são países pobres, afinal as suas economias são pequenas em dimensão comparativamente por exemplo com a Índia, o que é um absurdo pois como toda a gente sabe a Índia apesar de ter uma economia enorme é um país muito pobre.
O mesmo se passa em relação a Portugal e ao Brasil. Portugal tem um Pib per capita 3 vezes superior ao Brasil, é portanto sem qualquer duvida um país mais rico do que o Brasil. Portugal pertence ao grupo dos países mais ricos e desenvolvidos do mundo, o Brasil está no grupo dos países de desenvolvimento médio.
Dito isto, não tenho a menor duvida de que a existir um líder da comunidade dos países lusófunos esse país seria o Brasil. A dimensão territorial, demográfica e económica do Brasil é muito superior á dimensão de Portugal ou de outro país lusófono. Penso que Portugal e os Portugueses devem encarar esse facto sem dramas ou complexos neocoloniais e tentar tirar partido da presente e futura pujança do Brasil. Afinal, e para massajar um pouco o nosso ego, nós portugueses muito contribuímos para isso.


Bem, há alguns dados que estão incorretos neste comentário

vou corrigí-los:

De acordo com o FMI em seus dados para 2008

O PIB percapta do Brasil em pariedade do poder de compra foi de:

U$ 10,299

O PIB percapta de Portugal em pariedade do poder de compra em 2008 foi de:

U$ 22,257


Ou seja, o PIB percapta de Portugal é 2 vezes superior ao do Brasil e não três vezes como disse o forista acima


Outro erro

O Brasil tem um IDH de 0,807 em 2006

Portugal tem um IDH de 0,900 em 2006

De acordo com a ONU, o Brasil está na categoria de alto desenvolvimento humano, pois todos os países que atingem um IDH acima de 0,800 estão nesta categoria

portanto, é falso dizer que o Brasil está entre os países de médio desenvolvimento humano



Outro detalhe: O Brasil na América Latina está entre os países com maior IDH, junto ao Chile, Argentina, Uruguai, México e Venezuela, além disso o Brasil é o pais emergente com o maior IDH, maior que o da China, da Índia, da Rússia


São esses países que se comparam ao Brasil, e não Portugal

Portugal se compara à União Européia, aonde está. E na UE Portugal é o país 25 entre os 27 países

Sua renda percapta é inferior em 50% à da Espanha, e inferior em 100% à da França, Alemanha e Reino Unido

Enquanto Portugal possui uma renda de U$ 22,000, a Espanha possui uma de U$ 36,000

comparen-se com seus vizinhos, e não conosco


Sr Henrique,
 
é melhor ver os seus numeros antes de postar asneiras.

Assim segundo o FMI para 207 o PIB per capita :

Brasil:  9695
Portugal   21701 2,23 vezes superior ao brasilE
Espanha   30120   39% superior a Portugal
Alemanha 34181  57% superior a Portugal

Quanto a isto estamos entendidos

Quanto ao resto não existe comparação possivel tal são as diferencas emtre os 2 paises tal como disse estamos em campeonatos diferentes, e não vale a pena a quem vem dum capeonato estadual tentar competir com quem esta numa divisão acima.

Não ponho em causa que o Brasil venha a ser uma potencia, e até gostaria, no entanto para isso tem de se afirmar e de deixar de ser a eterna potencia futura sempre adiada.

Para o Brasil ser o lider da CPLP tem de se comportar como tal, enquanto for portugal que paga praticamente todo o orçamento da CPLP é portugal que lidera, isso nem se discute, orçamento do IPAD para a CPLP é muito superior ao do Governo da Brasil. Fa me lembrar os Jornais Brasileiros que diziam que quem defendia a lingua Portuguesa em Timor era o Brasil, (quando Portugal era o maior doador em termos económicos e humanos e o Brasil nem estava na lista dos 0 maiores doadores ).

So porque são um pais maior em area não lhes dá o direito adquirido a serem lideres da cplp, tem de o provar. Com actos.
Título:
Enviado por: Paisano em Abril 13, 2009, 08:12:31 pm
Qual a razão do retorno dessa discussão sem qualquer sentido?

Além do mais, este é um tópico sobre a MB e não sobre economia ou CPLP.
Título:
Enviado por: Paisano em Abril 13, 2009, 08:23:24 pm
Com a devida venia dos colegas de DB, Marino, Gerson e Prick:

Citação de: "Marino in Fórum Defesa Brasil"
Bom, como um Oficial da MB vazou lá no BM, eu posso escrever aqui.
A França já separou os Rafale F-1 para a MB. Não estão entregues AGORA pq o Comte da MB não quer atropelar o processo da FAB.
É decisão da MB operar o mesmo caça que a FAB, se houver versão naval.
Se for o Rafale, a MB vai voar bem antes que sua irmã.
Se for o F-18, ciente, vamos com ele.
Se for o Grippen, acho que a MB vai de Rafale F-1.
A ala aérea que vislumbro é: Rafa F-1 (ou F-18) + A-4M + S-2 AEW + S-2 COD/REVO + SH-70 + EC-725.
Tá bom?

Citação de: "GERSON VICTORIO in Fórum Defesa Brasil"
Citação de: "PRick in Fórum Defesa Brasil"
Depois de procurar muito achei umas fotos interessantes da campanha de testes do Rafale no Foch.

1- Primeira foto: peso de decolagem, 15 toneladas aproximadamente, 10 toneladas do caça e piloto, 4,7 toneladas de combustível interno e 200 kgs de 02 Magic Micas.

(http://www.rafale-marine.com/images/histo/campfoch01gd.jpg)

2- Segunda foto: peso de decolagem, 16,4 ton, 10 ton do caça, 4,7 de combutível interno, 1 tonelada de combustível externo e 06 mísseis ar-ar, cerca de 0,6 toneladas.  O interessante é o catrapo com essa configuração.

(http://www.rafale-marine.com/images/histo/campfoch03gd.jpg)

3- Terceira foto: peso de decolagem 17,2 ton, 10 do caça, 4,7 de comb interno, 2 ton de comb externo e 04 mísseis ar-ar, 0,4 ton.

(http://www.rafale-marine.com/images/histo/campfoch04gd.jpg)

[]´s


achei o dito cujo....

Gerson
Título:
Enviado por: Get_It em Abril 13, 2009, 09:20:56 pm
Citação de: "Paisano"
Com a devida venia dos colegas de DB, Marino, Gerson e Prick:

Citação de: "Marino in Fórum Defesa Brasil"
Bom, como um Oficial da MB vazou lá no BM, eu posso escrever aqui.
A França já separou os Rafale F-1 para a MB. Não estão entregues AGORA pq o Comte da MB não quer atropelar o processo da FAB.
É decisão da MB operar o mesmo caça que a FAB, se houver versão naval.
Se for o Rafale, a MB vai voar bem antes que sua irmã.
Se for o F-18, ciente, vamos com ele.
Se for o Grippen, acho que a MB vai de Rafale F-1.
A ala aérea que vislumbro é: Rafa F-1 (ou F-18) + A-4M + S-2 AEW + S-2 COD/REVO + SH-70 + EC-725.
Tá bom?

Embora pouco provável de acontecer, os norte-americanos da Lockheed estão a querer que o FX-2 «volte para a prateleira» de forma a dar oportunidade ao F-35 entrar no concurso mais tarde. Estão a dizer que devido à actual situação económica a FAB devia deixar o mesmo para mais tarde. Se tal acontecesse, a MB comprava o Rafale logo a seguir à decisão da FAB ou esperava mais algum tempo?

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Paisano em Abril 14, 2009, 03:48:46 am
Eu sinceramente não acredito num possível cancelamento do FX-2. :?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 14, 2009, 11:00:35 am
Um tipo está uns dias fora dos fóruns e sai uma noticia destas... :wink:

Só para o pessoal que não vai ao Fórum Defesa Brasil, se o "Marino" disse, é porque é verdade!
Título:
Enviado por: migbar2 em Abril 15, 2009, 12:01:26 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Um tipo está uns dias fora dos fóruns e sai uma noticia destas... :wink:

Só para o pessoal que não vai ao Fórum Defesa Brasil, se o "Marino" disse, é porque é verdade!






Eu tenho esperança no Brasil de agora. Acho que está a iniciar um processo de fortalecimento sem retorno finalmente !!! Faz falta um Brasil tão forte quanto a sua dimensão merece, é bom para o Brasil e para a Lusofonia.
Estou a acompanhar com muito interesse os projectos da marinha Brasileira e espero que cheguem a bom porto. O submarino nuclear então seria extraordinário.
Título:
Enviado por: Paisano em Abril 15, 2009, 01:34:14 am
http://www.embraer.com.br/institucional ... n-P-09.pdf (http://www.embraer.com.br/institucional/download/1_043-Com-VPD-LAAD_AF1_Modern-P-09.pdf)

 :banana:  :banana:  :banana:
Título:
Enviado por: 2dmaio em Abril 19, 2009, 06:41:24 pm
Oi,


O Rafale pode operar no São Paulo, tal como esta. A catapulta dianteira tem limite de 20 tn a lateral 15 tn. O Rafale alça voo entre 90 a 100 kts, porem é necessaria alguma segurança para não se perderem aviões. Para tal o Rafale teria que levantar voo com no máximo 20 tn, isso significa que ele tem restrição de combustivel e/ou armamento para operar no A-12.
Com combustivel suficiente para ter o mesmo alcance que um Harrier II Plus e totalmente armado, ele pode operar no São Paulo. O seu magnifico alcance é que fica bastante reduzido igual a de um Harrier II.


Saudações.
Título:
Enviado por: 2dmaio em Maio 05, 2009, 01:00:47 am
Olá,


Pelo PRM 2006-2025 (Programa de Reaparelhamento da Marinha) a previsão é de seis novos navios de escolta. Em 2008 a MB estabeleceu os requisitos desses navios, entre outros, estabelecem um deslocamento de + ou - 6.000 tn. e destinados a empregos multiplos de escolta.


 Tendo como objetivo a diminuição no tempo de construção, bem como a redução nos custos de obtenção, a MB optou por adquirir um projeto internacional reconhecido, que estivesse em operação, ou mesmo em construção, em suas respectivas marinhas nacionais.
Estabeleceu-se que a plataforma devera ser um projeto internacional reconhecido e capaz de receber sistemas, sensores e armas de escolha da MB. A sua construção devera ser no AMRJ, mediante métodos atuais e modernos e, o vencedor devera financiar a reforma do AMRJ, além de capacitar os engenheiros e técnicos da MB.
Ainda em 2008, a MB começou a receber propostas oficiosas, entre elas a Hyundai ofereceu o KDX-II, a DCNS as suas futuras FREMM, a Navantia suas F-100, a NGSS informou na LAAD que teria dois navios a oferecer um de 6.000 tn. e outro de 8.100 tn. com AEGIS integrado. Os alemães informaram que entrarão com as Sachsen e também com as corvetas K-130 para o projeto NaPaOc.

A DCNS foi além, tendo em vista a compra pela MB de 4 Scorpene, 1 SSN e uma base, apresentou à MB em dezembro, toda a sua gama de projetos.

A MB, tendo em vista o elevado interese, resolveu desenvolver a compra num processo semelhante ao FX-2.

Estaleiros da Rússia, Índia, Holanda, Reino Unido, China e Dinamarca solicitaram informações sobre o programa dos futuros navios de escoltas priorizado pela MB para o período 2006-2025.

A previsão é que se tudo ocorrer conforme previsto, as propostas serão recebidas ainda em 2010.

Espero que não ocorram cancelamentos, retardos e cortes nos orçamentos, para que o planejamento da MB se torne uma realidade palpavel.


Saudações
Título:
Enviado por: Akagi em Maio 06, 2009, 02:23:04 pm
Segundo um "site" espanhol, o Brasil encarregou aos estaleiros espanhois da Navantia a construção de 4 submarinos Scorpien/S80, em deterimento dos U212/14 alemães.
Título:
Enviado por: Paisano em Maio 06, 2009, 02:25:13 pm
O contrato é com a DCNS e o submarino é o Scorpene.
Título:
Enviado por: Charlie Jaguar em Maio 06, 2009, 02:33:58 pm
Citação de: "Paisano"
http://www.embraer.com.br/institucional ... n-P-09.pdf (http://www.embraer.com.br/institucional/download/1_043-Com-VPD-LAAD_AF1_Modern-P-09.pdf)

 :banana:  :banana:  :banana:


David, a modernização dos A-4KU/TA-4KU (AF-1/1A) irá elevá-los a um patamar semelhante, por exemplo, aos A-4AR Fightinghawk argentinos?
Título:
Enviado por: Paisano em Maio 06, 2009, 08:20:51 pm
Charlie, os A-4M (M de MODERNIZADO) ficarão com um patamar semelhante aos F-5M da FAB, pois usarão os mesmos aviônicos (ELBIT), o mesmo radar (GRIFO-BR), terão capacidade para disparar misseis BVR, além de armas ar-superfície stand-off.
Título:
Enviado por: Charlie Jaguar em Maio 06, 2009, 09:26:57 pm
'Brigado.  :wink:
Título:
Enviado por: Paisano em Maio 06, 2009, 10:03:32 pm
Citação de: "Valdemort in Fórum Defesa Brasil"
O FX-Naval da Marinha do Brasil Está Pegando Fogo
Author: Roberto Silva

28 Apr

Fontes não-oficiais sugerem que a Northrop Grumman, a DCNS e a Hyundai estão lutando nos bastidores pelo nosso FX-Naval.

A Marinha do Brasil pretende construir ainda em 2011 três unidades de até 6 mil toneladas para substituir as seis fragatas da classe Niterói, construídas, com apoio dos estaleiros britânicos Vosper, entre o fim da década de 1970 e o início dos anos 1980.

Os coreanos concorrem com os destróieres da classe KDX-2, embarcações extremamente bem armadas e equipadas, que deslocam 5.200 ton, ao custo unitário de US$ 420 milhões.

A americana Northrop Grumman Ship Systems (NGSS) estaria oferecendo à MB, com total apoio do governo dos EUA, os poderosos destróieres do projeto da Gibbs & Cox, derivados do consagrado projeto DDG-51 da classe Arleigh Burke.

O modelo proposto seria baseado no navio oferecido à Marinha Australiana, conhecido como DDG da Classe Hobart de 6.250 ton.

O custo unitário do destróier em questão seria de US$ 1 bilhão, mas Acontece que ele desloca cerca de 8.100 ton (muito acima dos requisitos estabelecidos para as futuros escoltas da MB – de 6.000 ton).

É dotado do sistema de combate Aegis e phased array radar SPY-1D, towed array, 64 células MK 41 para uma configuração padrão de 40 SM-2 ∕ SM-3 Standard, 32 ESSM e 16 ASROC (VL), 8 mísseis RGM-84 Harpoon ou similares, além de um canhão principal de 127 mm, 2 canhões de 20 mm e 2 lançadores triplos para torpedo Mk 50.

Tal destróier tem 230 tripulantes e conta com hangar e instalações capazes de abrigarem e permitirem a operação de até 2 helicópteros MH-60B Sea-Hawk ou Strike Hawk, semelhantes aos modelos recentemente adquiridos pela Marinha do Brasil, que são aptos à guerra anti-submarino e ataque à superfície.

Já a DCNS francesa estaria preparando uma imensa proposta para a indústria naval brasileira. Para começar, a produção local de fragatasFREMM de 6.500 ton envolveria algo entre 6 e 16  unidades (dependendo da verba), com custo unitário de US$ 600 milhões na configuração anti-aérea.

A nossa Marinha já estaria de olho no FX-2 e já há boatos de que o Rafale poderia vencer justamente pelo pacote monstro que os franceses estão apresentando para as 3 Forças Armadas.

Os rumores são de que haveria uma bagatela de mísseis e torpedos na mesa de negociações, todos podendo ser produzidos aqui.

No mundo dos off-sets do FX-2, o vencedor Rafale iria também para a Marinha. De início, seria possível a entrada do Brasil no programa doMeteor, sendo este míssil produzido no Brasil. Haveria ainda a assessoria no desenvolvimento do míssil de médio alcance de cruzeiro nacional.

Para alegria da Marinha, a MDBA instalaria uma fábrica de mísseis no Rio de Janeiro, onde seriam produzidos os mísseis Exocet MM-40, assim como os novíssimos torpedos Black Shark.

O novo míssil anti-navio da MB seria baseado no Exocet MM-40 Block 3que, entre outras funcionalidades, pode atacar alvos em superfície, sendo conhecido como Tomahawk dos pobres, por ser mais econômico.

O Exército e a Marinha utilizariam os mísseis Aster para defesa anti-aérea e o portátil Mistral (Simbd para a Marinha), todos produzidos no Brasl.

Especula-se sobre o apoio no desenvolvimento de um LPD nacional, ou ainda a transferência de 2 navios LPD da Classe Foudre. Segue ainda a proposta de desenvolvimento e assessoria no projeto do futuro NAe brasileiro de 40.000 ton, juntamente com a DCNS.

A questão é que os outros concorrentes estão jogando o mesmo jogo e outras propostas vem aí. Os sistemas Aegis acabam de chegar na mesa.

Porém, as ambições de médio e longo prazo são bem superiores. Fala-se, por exemplo, de pelo menos 12 submarinos convencionais, 12 fragatas, e outras corvetas (a DCNS apresentará o conceito Gowind), que poderão chegar a 16 unidades.

Parece que o Brasil realmente acordou e o Gigante prepara-se para se levantar. O jogo está sendo feito e a mesa está fervendo. Vamos aguardar.
Título:
Enviado por: Charlie Jaguar em Maio 07, 2009, 02:22:36 pm
Citação de: "Paisano"
Charlie, os A-4M (M de MODERNIZADO)...


O que é engraçado e curioso nesta história toda, amigo David, é que a nova designação dos Skyhawk pós-modernização - A-4M - nada mais é do que voltar a chamá-los correctamente pelo modelo que são: McDonnell Douglas A-4M.  :wink:

A propósito, não sei se o pessoal do FDB conhece este link:
 :arrow: http://www.skyhawk.org/2e/brazil/brazil-vf1p.htm (http://www.skyhawk.org/2e/brazil/brazil-vf1p.htm)
Título:
Enviado por: Paisano em Maio 07, 2009, 03:00:05 pm
Citação de: "Charlie Jaguar"
A propósito, não sei se o pessoal do FDB conhece este link:
 :G-Ok:
Título:
Enviado por: Paisano em Maio 17, 2009, 05:46:23 pm
Submarino pode sair daqui a 12 anos

Fonte: http://defesabrasil.com/site/index.php/ ... -anos.html (http://defesabrasil.com/site/index.php/Noticias/Marinha/Submarino-pode-sair-daqui-a-12-anos.html)

Citar
Marinha já encontrou terreno para sediar estaleiro que vai construir o primeiro modelo nuclear do Brasil

A Marinha do Brasil já encontrou o lugar ideal para a construção do complexo industrial naval de onde deve sair, em pelo menos 12 anos, o primeiro submarino nuclear brasileiro. Trata-se de uma área de 95 mil metros quadrados encravada na Ilha da Madeira, às margens da Baía de Sepetiba, litoral sul do Rio. A Marinha negocia a cessão do terreno, próximo ao Porto de Itaguaí, com a Companhia Docas, atual proprietária, enquanto faz os últimos ajustes no projeto. Se forem obtidas as licenças ambientais, serão erguidos ali a nova base da Força de Submarinos da Marinha, que atualmente fica em Niterói, e um estaleiro de grandes proporções, capaz de abrigar as dimensões da futura linha de produção da prioridade número um da Marinha.

No caminho para desenvolver o casco do submarino nuclear, a Marinha vai construir quatro submarinos convencionais, de propulsão diesel-elétrica, do modelo francês Scorpène. Eles integram o pacote do acordo militar assinado entre Brasil e França no fim de 2008, durante a vista do presidente francês, Nicolas Sarkozy, ao Brasil. Vão se juntar à atual frota nacional de cinco submarinos da classe Tupi, construídos com tecnologia alemã.

O convênio de transferência da tecnologia do Scorpène também contempla o financiamento de um grupo de instituições financeiras francesas para todo o projeto, cujo valor ainda não foi fechado. É o que falta para que a Marinha comece a executar o plano. "Atualmente estamos na fase de pré-planejamento, acompanhando as discussões contratuais", disse ao Estado o almirante de esquadra reformado José Alberto Accioly Fragelli, convocado em setembro pelo comandante da Marinha, Júlio de Moura Neto, para coordenar o Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear.

Ex-chefe do Estado Maior da Armada, Fragelli negociou a compra do porta-aviões São Paulo da França, em 2000. Empolgado com a retomada da construção de submarinos brasileiros - o último, Tikuna, saiu do Arsenal de Marinha em 2006 - ele explica que a troca da plataforma alemã pela francesa é o passaporte para o casco do veículo nuclear.

Além de ter sensores e sonares mais modernos do que os Tupi, o Scorpène tem o formato arredondado inspirado no nuclear francês, o que favorece a operação a profundidades maiores. O que muda no caso do nuclear é o tamanho. Enquanto o convencional tem 6,3 metros de diâmetro e desloca 1,4 mil toneladas, o nuclear precisará de 9 metros para abrigar o reator nuclear e deslocar 6 mil toneladas.

Por isso a Marinha decidiu construir um novo estaleiro, já que o do Arsenal de Marinha, na Baía de Guanabara, não pode abrigar a linha de montagem de um casco tão grande. Fragelli acredita que as formalidades do financiamento e as licenças ambientais serão definidas ainda este ano. Assim, o complexo naval e o primeiro Scorpène poderão começar a sair do papel no primeiro semestre do ano que vem. Dois anos depois, entra em construção simultânea o segundo. O terceiro e o quarto, iniciam os trabalhos com intervalo de um ano e meio. Mantido o cronograma, o primeiro sairá do estaleiro em 2015 e o último em 2021.

O cone de proa do primeiro Scorpène começará a ser produzido na França, enquanto são feitas as obras do estaleiro onde ele deverá ser finalizado com os módulos de aço do casco fabricados pela Nuclep, unidade industrial da Marinha que fica próxima ao local escolhido na Baía de Sepetiba. A construção da primeira unidade servirá de "universidade" para os engenheiros do centro de projetos mantido pela Marinha na Universidade de São Paulo (USP). Um grupo passará pelo menos um ano na França estudando a fabricação do casco do Scorpène para começar a projetar o veículo nuclear brasileiro. "O projeto do submarino nuclear será totalmente brasileiro. Com o conhecimento que absorveremos da França com os convencionais vamos projetar inteirinho o casco do nosso submarino para o reator que já desenvolvemos", ressalta Fragelli.

Só a concepção do projeto do casco vai consumir cinco anos. Por isso, apesar da prioridade que o submarino alcançou com a Estratégia Nacional de Defesa diante do incremento previsto na exploração de petróleo na costa brasileira com a descoberta do pré-sal, o submarino nuclear ainda é uma questão de tempo. Se começar a ser construído em 2015, talvez possa sair do estaleiro em 2022.

O casco é agora o maior desafio tecnológico do programa nuclear da Marinha, que começou pelo mais difícil. O reator, as turbinas e os geradores já estão prontos no Centro Experimental de Aramar, no interior paulista, aguardando o início de uma bateria de testes. "É uma premissa da engenharia de submarinos, principalmente no caso nuclear: nenhum equipamento pode ir ao mar sem antes ser testado muito bem", disse o contra-almirante Alan Paes Leme Arthou, superintendente de engenharia do programa.

Também em Aramar, a Marinha enriquece urânio desde 2008, mas só completará em maio do ano que vem todo o ciclo de produção do combustível numa linha que será exclusiva do submarino nuclear.
Título:
Enviado por: teXou em Maio 21, 2009, 05:40:50 pm
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Incorporação do NDCC Almirante Saboia
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/g25.jpg)
Será incorporado à Marinha do Brasil, no dia 21 de maio de 2009, na cidade de Falmouth - Reino Unido, o Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) Almirante Saboia (ex-RFA Bedivere), em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Aurélio Ribeiro da Silva Filho. O Comando do navio será assumido pelo Capitão-de- Mar-e-Guerra Oscar Moreira da Silva Filho. (O  Almirante Saboia é o “irmão mais velho” do Garcia D’Ávila, incorporado no ano passado).

Conceito de Emprego
O NDCC “Almirante Saboia” será empregado no transporte de tropa e carga em Operações Anfíbias, Ribeirinhas e de Apoio Logístico Móvel.
Por ocasião dessas operações, poderá executar transbordos de pessoal; Movimento Navio-Terra (MNT), por superfície ou helitransportado; abicagens; Operações Aéreas; bem como lançamentos e recolhimentos de Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf).

NDCC Almirante Saboia - Principais características

Comprimento Total: 137,51 m
Comprimento entre perpendiculares: 123,98 m
Boca moldada: 17,68 m
Boca máxima: 18,30 m
Calado carregado: 4,50 m
Deslocamento carregado: 6.748 ton
Deslocamento leve: 4.983 ton
Sistema de propulsão:
- 2 Motores Wartisila diesel Tipo 12 SW 280, 3.600 kW, 900 rpm cada, 12 cilindros
- 1 Bow-Thruster Brunvoll Model Norway
- Geração de energia: 4 Grupos Motor-Gerador e 1 Diesel gerador de emergência 400 KW
- 4 motores Ruston 6RK215 de 974kW; e
- 4 Geradores A. van Kaick 930 kW, 440 V, trifásico, 60 Hz, 900 rpm
Velocidade Máxima Mantida (VMM): 17 nós
Velocidade Econômica de Cruzeiro(VEC): 14 nós
Raio de Ação: 9.200 MN a 15 nós
Tripulação: 54 militares
Armamento: 2 MTR Gamb-O1
2 conveses de voo (Convoo):
- Convoo de Ré: operação com aeronaves do porte do Super Puma ou Sea King; e
- Convoo a meio-navio: operação com aeronaves do porte do Chinook CH-47C.

http://www.naval.com.br/blog/?p=7778
FONTE: Marinha do Brasil
Título:
Enviado por: Paisano em Maio 25, 2009, 09:57:33 pm
http://www.ecsbdefesa.com.br/defesa/fts/MA4MB.pdf (http://www.ecsbdefesa.com.br/defesa/fts/MA4MB.pdf)
Título: Acidente aéreo e Armada Brasileira
Enviado por: migbar2 em Junho 10, 2009, 08:18:48 pm
Depois de ocorrido o acidente com o Airbus Francês no espaço aéreo Brasileiro, têm sido diversos os ecos que têm cá chegado do optimo esforço e excelente desempenho que a Armada Brasileira com a ajuda da sua Força Aérea têm desenvolvido. Assim será da maior justiça dar uma palavra de louvôr e de parabens aos colegas Brasileiros pelo trabalho das sua forças armadas. Será também oportuno desejar que as autoridades Brasileiras olhem para estes ramos com outra consideração e façam um maior esforço para o reforço qualitativo e quantitativo dos seus meios.
Deixo também, aos colegas do Brasil, o apelo para que nos façam chegar aqui as novidades dos trabalhos desenvolvidos pelas suas forças, já que os meios de informação cá em Portugal têm sido no mínimo e como sempre !! :?  muito vagos.
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Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 18, 2009, 04:21:39 pm
Do Poder Naval:

Falcão em testes com AIM-9H Sidewinder

No período de 01 a 04 de junho, o Esquadrão VF-1 (1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque) efetuou o deslocamento da aeronave AF-1A N-1021 (Falcão 21) para São José dos Campos/SP, sendo esta apoiada pelo Grupo Especial de Ensaios em Voo (GEEV), do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA).

O propósito deste deslocamento foi a realização de testes funcionais da aeronave N-1021 para o lançamento real do míssil AIM-9H Sidewinder.

Os testes foram realizados pela Empresa Mectron, em caráter preliminar, tendo em vista a assinatura do contrato para prestação de assessoria técnica.

Os testes foram considerados satisfatórios, estando o VF-1 em condições de efetuar o lançamento real do míssil Sidewinder, no que diz respeito a aeronave e seus lançadores.

FONTE e FOTO: ComForAerNav
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 11, 2009, 05:06:37 pm
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Brasil construirá al menos tres submarinos nucleares hasta 2035
(FNM) Se informaron otros detalles del proyecto de los SNB.


En el programa de submarinos nucleares brasileño (SNB) está prevista la construcción una flota de por lo menos tres buques en el largo plazo - el objetivo de referencia es el año 2035 - de acuerdo con lo manifestado la semana pasada por funcionarios de la Marina de Brasil.

Se espera que el primer SNB esté en pleno funcionamiento en torno al año 2020, es decir en poco más de diez años. El proyecto recibe en la actualidad 130 millones de dólares al año.

En declaraciones a la prensa brasileña, el Ministro de Defensa de ese país, Nelson Jobim, calificó al proyecto como "la clave para garantizar la riqueza nacional que se encuentra en el (Océano) Atlántico". Para el Ministro, "no se puede pensar en la protección (de esa riqueza) sólo con buques de superficie, que son plataformas de fácil localización".

Jobim recordó, además, que antes de la puesta en servicio del SNB, “se construirán cuatro submarinos convencionales, con propulsión diesel-eléctrica".

La flota de SNBs estará compuesta por buques de 96 metros de eslora, 4.000 toneladas de desplazamiento sumergidos y altura máxima de 17,8 metros - el equivalente de un edificio de siete pisos, en la vela, la torre que alberga los periscopios y diversos apéndices, tales como el sistema de Medidas de Apoyo Electrónico (MAE), el Radar y las antenas de comunicaciones.

Para los ingenieros navales brasileños será todo un desafío, ya que se trata de aprender un nuevo concepto, desde el comienzo del diseño.

La tripulación de los SNB estará compuesta por 100 hombres, alojados en un tubo de acero de 9,80 metros de diámetro. Dividen el escaso espacio interior, además de diversos mamparos, los cableados de la red de energía eléctrica, los sistemas hidráulicos, los sistemas informáticos, computadoras, el armamento -torpedos, misiles y minas- y, por supuesto, el reactor nuclear.

El tiempo de permanencia de los SBN bajo el agua no tendrá prácticamente límites en cuanto al combustible, aunque se planifican campañas de no más de 30 días para reponer los víveres y algunos ítems de consumo. También se tendrá en cuenta para este cálculo el estrés que sufren los tripulantes a causa del confinamiento. Los expertos tratan de diseñar el arreglo interno del buque, con referencias a la dimensión humana para minimizar este aspecto. Los cambios, no obstante, no serán muy significativos. Según lo especificado por la Marinha do Brasil, el efecto se hará sentir en las cuchetas, ligeramente más anchas que el modelo utilizado en los submarinos convencionales, más pequeños y de menor tonelaje, o en la cafetería, que también se utiliza como cine. Otra precaución será el menú variado, sabroso y de buena calidad alimentaria, que se sirve de día y de noche.

El submarino atómico tendrá sus secretos. Uno de ellos, relacionados con el proyecto, es la tecnología del eje mueve la hélice. El problema es limitar el ruido y las vibraciones.

Se empleará para ello a un concepto nacional derivado de la construcción de ultracentrifugadoras, empleadas en el enriquecimiento de uranio utilizado como combustible en los reactores. El eje será un gran imán de 80 metros de largo, que funcionará sin ruido ni fricción.

El proyecto es desarrollado por el Centro Aramar en Iperó, a 140 km de São Paulo.

NUESTROMAR
Título: Marinha Brasileira, A-12 e etc....
Enviado por: Filipe de Chantal em Julho 21, 2009, 04:21:16 am
É lamentável e triste que um grande País como o Brasil ande a comprar para a sua Força Aérea avióes em 2ª ou 3.ª mão (vide F-5´s à Jordânia ou aos EUA) e tente conseguir da França 10 Rafales F-1 para complementar os A-4M no porta-aviões São Paulo.
O que mais impressiona é ver a enorme vaidade e ambição dos brasileiros, que vão buscar 12(doze) Mirage 2000 para defender Brasília...
Quando é que vocês vão ter consciência da vossa miserável pequenez?
Título: E acrescento...
Enviado por: Filipe de Chantal em Julho 21, 2009, 04:31:31 am
Acrescento que EXIJO que as vossas respostas sejam em PORTUGUÊS correcto, isto porque estou farto de andar aqui a tentar decifrar a lamentável deturpação da NOSSA LÍNGUA que Vcs analfabeticamente
fazem por sistema!!!...
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Julho 21, 2009, 10:32:35 am
Filipe de Chantal escreveu:
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O que mais impressiona é ver a enorme vaidade e ambição dos brasileiros, que vão buscar 12(doze) Mirage 2000 para defender Brasília...
Quando é que vocês vão ter consciência da vossa miserável pequenez?
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Acrescento que EXIJO que as vossas respostas sejam em PORTUGUÊS correcto, isto porque estou farto de andar aqui a tentar decifrar a lamentável deturpação da NOSSA LÌNGUA que Vcs analfabeticamente
fazem por sistema!!!...

Incrível a sua arrogância xenófoba. Peço a atenção da moderação para o conteúdo das intervenções.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 21, 2009, 10:42:24 am
Oh Filipe, mas que raio te deu? Andas-te a ver os comentários dos videos Portugueses no youtube deixados pelos brasileiros, ou quê?

Por acaso aqui no fórum quem normalmente escreve mal Português, são os Portugueses e não os Brasileiros.

Em relação ao programa FX-2, é um programa de aquisição de caças com três concorrentes finais:

- Dassault da França - Rafale F3,

- Saab-BAE (Suécia-UK) - JAS-39 Gripen NG;

- Boeing dos EUA - F/A-18 E/F Super Hornet;

Serão 36 numa primeira fase e o grande objectivo serão a construção dos mesmos no Brasil e a transferência de tecnologia dos mesmos.

Já assinado é a aquisição de 50 Cougar EC-725 da Eurocopter e mais uns tantos MI-35.

Na Marinha Brasileira os projectos mais importantes são:

- Fragatas com 6000 toneladas (muito possívelmente o FREMM Francês);
- Submarinos Scorpene;
- Submarinos Nucleares.
Título:
Enviado por: Cláudio C. em Julho 21, 2009, 02:16:22 pm
A forma como o nosso colega Filipe se exprimiu não foi a mais correcta, contudo em vários aspectos concordo consigo Filipe.
Título:
Enviado por: Paisano em Julho 21, 2009, 07:35:42 pm
Xenofobia nunca foi uma boa conselheira. :?

Afinal, quem escreve de forma correta em portugues?

Brasileiros?

Angolanos?

Portugueses?

Ou todos?

Com a palavra a Administração/Moderação.
Título: Re: E acrescento...
Enviado por: Lince em Julho 21, 2009, 10:29:24 pm
Citação de: "Filipe de Chantal"
Acrescento que EXIJO que as vossas respostas sejam em PORTUGUÊS correcto, isto porque estou farto de andar aqui a tentar decifrar a lamentável deturpação da NOSSA LÍNGUA que Vcs analfabeticamente
fazem por sistema!!!...


Comentário lamentável. Espero que não se repita!
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Julho 21, 2009, 11:26:57 pm
Filipe: em Português correcto, escreve-se "aviões" e não "avióes". Inflexibilidade é um dos típicos casos de "espada de dois gumes".


Já agora, não considero "correcto" o uso da terceira pessoa do plural, mesmo que precedida por "vocês" onde deveria ser usada a segunda pessoa do plural. Mas, já são opiniões.

Já agora, os Brasileiros vivem do outro lado do Atlântico, têm cultura própria e, naturalmente sujeita ao seu próprio ritmo de evolução. E, segundo me consta, a sua maneira de falar, a nível de sotaque pelo menos é herança dos sotaques da zona Centro de Portugal de há uns séculos atrás.

O fórum está a abarrotar de erros e hieróglifos dos Portugueses, por isso oprimir os brasucas não tem fundamento.

No fundo, dá para ver que te preocupas com eles, porque não achas que precisem de 12 Mirage 2000 para a capital. Estás a querer dizer (simpaticamente com certeza) que deveriam usar o dinheiro para outros investimentos e não para brinquedos.
Similarmente, também tenho constatado que o Brasil tem investido muita "grana" "oxente" em equipamento de Defesa. Tal como tu, não compreendo bem o porquê.
Título:
Enviado por: migbar2 em Julho 21, 2009, 11:32:59 pm
Quanto á lingua nem vale a pena falar...e por acaso até prefiro diferente português em diferente região, muito mais que a treta do acordo ortográfico, mas isso são outras questões. Quanto ás forças armadas do Brasil, julgo que estão num caminho muito melhor do que noutros tempos, há demonstração de vontades e o domínio de certas tecnologias por parte desse país são inegáveis. Dúvidas tenho em relação ao projecto do sub nuclear, quando se fala em valores, não os políticos mas sim os reais, é assustador! Penso que talvez o Brasil aplicasse melhor o dinheiro num projecto aero-naval mais moderno, senão maior, pelo menos á imagem do Espanhol...enfim, é só uma opinião.
Título:
Enviado por: Leonardo Besteiro em Julho 22, 2009, 01:36:53 am
Calma pessoal, nós devemos é debater e não brigar, por experiência propia eu digo isso não leva a nada. E alguém poderia comentar o que sabe e se é verdadeira a notícia de que a MB vai adiquirir navios da classe Mistral. Um grande abraço a todos.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 22, 2009, 10:09:37 am
Fala-se... c34x
Título:
Enviado por: Filipe de Chantal em Julho 23, 2009, 04:37:59 am
Colega Cabeça de Martelo e demais foristas escandalizados:

A minha intervenção foi verdadeiramente intempestiva e até, reconheço, se calhar ofensiva.
Peço que me desculpem, mas quero explicar que essa minha reacção resultou de várias horas de leituras, principalmente no ForumDefesaBrasil.
Aliás, se repararem bem, eu começo por referir ser lamentável que um "grande País como é o Brasil" estar tão desgraçado em termos de suas Forças Armadas.
Portugal, tão pequenino no seio da Europa, poderia quem sabe esperar obter apoio na grande potência da América do Sul que gerou, tal como a Inglaterra veio a encontrar nos EUA.
Infelizmente, tal nunca sucedeu. Em contrapartida, temos sempre encontrado uma atitude enormemente arrogante, por parte de quem devia apresentar-se mais humilde, até por aquilo que pobremente representa.
Não se compreende que o Brasil tenha uma Armada tão limitada, com fragatas envelhecidas e corvetas terivelmente fracas, meia dúzia de submarinos antiquados e um porta-aviões com quase meio século de vida...
É na sequência disto tudo que não consigo aceitar a pobre ambição de querer dotar esse mesmo Nae (leia-se "elefante branco") como dizem os brasileiros, com 9+1 caças Rafale de experimentação, obtidos de stoks de reserva da França, numa mesma perspectiva com que a FAB tem comprado F-5's em 2.ª ou 3.ª mão, que depois "modernizou"...
Entretanto "armam-se" em tecnologicamente avançados, com projectos megalómanos de UM submarino nuclear para daqui a 20 anos...
Acho tudo isto uma grandessíssima burrada e uma tristeza!... E quem lê os posts do DefesaBrasil , arrepia-se com tanta asneirada e pesporrência, para além de um uso da Língua Portuguesa que quase exige tradutor, de mal tratada que é...
Desculpem, uma vez mais!
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 23, 2009, 11:30:13 am
Filipe acredites no que acredites, há formas para falar e há formas para ofender, se fosses Brasileiro e lesses os teus textos, como é que reagirias?

Em relação à Marinha Brasileira, se leres com atenção o DB, especialmente o que o Marino diz, já devias saber que vai em breve muitas e muitas novidades. Vamos esperar pelo 4 de Agosto.

Em relação ao Português, já leste como algumas pessoas escrevem neste fórum? Ultimamente até se tem tido algum cuidado, mas eu já li textos que devem ser encriptados, porque eu mal percebi o que lá estava escrito. Cá no fórum, os poucos Brasileiros que participam, por norma escrevem em muito bom Português.

PS: tu estás no DB com que nick?
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Julho 23, 2009, 11:46:30 am
Caro Filipe de Chantal.
Desde os anos 30 do século XX, que o Brasil tem possuido uma marinha desactualizada ou com o refugo dos EUA. À excepção das fragatas da classe Niterói, corvetas e submarinos encomendados entre 1970 e 1980.
Está agora na altura de substituir esses navios, e começa-se a vislumbrar o breve reequipamento da MB. Claro que também discordo de algum "novo riquismo" em relação ao submarino nuclear, e miserabilismo em relação ao porta-aviões. Mas o país é deles e a estratégia também.
Com respeito à FAB não me pronuncio.
Título:
Enviado por: sivispacem em Julho 23, 2009, 01:55:15 pm
Citação de: "luis filipe silva"
Caro Filipe de Chantal.
(...) Está agora na altura de substituir esses navios, e começa-se a vislumbrar o breve reequipamento da MB. Claro que também discordo de algum "novo riquismo" em relação ao submarino nuclear, e miserabilismo em relação ao porta-aviões. Mas o país é deles e a estratégia também.
Com respeito à FAB não me pronuncio.


Hoje acordei muito polemista...  :)

Mas tenho para mim que esses planos (contstrução do SSN) estão mais directamente relacionados com a ameaça do 'vizinho EUA' e o recente lifting da 4ª esquadra do que com outros geograficamente mais próximos (leia-se o Chile e mesmo a Venezuela).

O Brasil vai ser dentro de pouco tempo a 5ª ou 6ª economia mundial e tem enormes reservas de gás e de petróleo para defender... e adivinhem quem são os principais interessados...

Cpmts
Carlos Ferreira
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Julho 23, 2009, 03:04:21 pm
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Mas tenho para mim que esses planos (contstrução do SSN) estão mais directamente relacionados com a ameaça do 'vizinho EUA' e o recente lifting da 4ª esquadra do que com outros geograficamente mais próximos (leia-se o Chile e mesmo a Venezuela).

Não tem nada a ver com os EUA e 4ª esquadra. O Brasil já planeia a construção de um SNA há cerca de vinte anos, muito antes da 4ª esquadra, do petróleo no Pré Sal, do Hugo Chaves. Eles estarão sempre dependentes de outros países para maioria dos sistemas de armas.
Título:
Enviado por: sivispacem em Julho 23, 2009, 03:23:34 pm
Citação de: "luis filipe silva"
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Mas tenho para mim que esses planos (contstrução do SSN) estão mais directamente relacionados com a ameaça do 'vizinho EUA' e o recente lifting da 4ª esquadra do que com outros geograficamente mais próximos (leia-se o Chile e mesmo a Venezuela).
Não tem nada a ver com os EUA e 4ª esquadra. O Brasil já planeia a construção de um SNA há cerca de vinte anos, muito antes da 4ª esquadra, do petróleo no Pré Sal, do Hugo Chaves. Eles estarão sempre dependentes de outros países para maioria dos sistemas de armas.


Estamos no domínio das opiniões, por isso....

E pelo facto de ser um projecto de 20 anos nada leva a que tenha de ser obrigarotiamente feito, não é? A politica de Lula não tem nada a ver com a de 20 anos atrás... idem para a importância do petroleo brasileiro...

E hoje em dia é raro o país que não está dependente de outros para a produção de armamento... embora nesse capitulo o Brasil já esteja bem desenvolvido, parece-me
Título:
Enviado por: Paisano em Julho 23, 2009, 07:04:52 pm
Citação de: "Filipe de Chantal"
Colega Cabeça de Martelo e demais foristas escandalizados:

A minha intervenção foi verdadeiramente intempestiva e até, reconheço, se calhar ofensiva.
Peço que me desculpem, mas quero explicar que essa minha reacção resultou de várias horas de leituras, principalmente no ForumDefesaBrasil.
Aliás, se repararem bem, eu começo por referir ser lamentável que um "grande País como é o Brasil" estar tão desgraçado em termos de suas Forças Armadas.
Portugal, tão pequenino no seio da Europa, poderia quem sabe esperar obter apoio na grande potência da América do Sul que gerou, tal como a Inglaterra veio a encontrar nos EUA.
Infelizmente, tal nunca sucedeu. Em contrapartida, temos sempre encontrado uma atitude enormemente arrogante, por parte de quem devia apresentar-se mais humilde, até por aquilo que pobremente representa.
Não se compreende que o Brasil tenha uma Armada tão limitada, com fragatas envelhecidas e corvetas terivelmente fracas, meia dúzia de submarinos antiquados e um porta-aviões com quase meio século de vida...
É na sequência disto tudo que não consigo aceitar a pobre ambição de querer dotar esse mesmo Nae (leia-se "elefante branco") como dizem os brasileiros, com 9+1 caças Rafale de experimentação, obtidos de stoks de reserva da França, numa mesma perspectiva com que a FAB tem comprado F-5's em 2.ª ou 3.ª mão, que depois "modernizou"...
Entretanto "armam-se" em tecnologicamente avançados, com projectos megalómanos de UM submarino nuclear para daqui a 20 anos...
Acho tudo isto uma grandessíssima burrada e uma tristeza!... E quem lê os posts do DefesaBrasil , arrepia-se com tanta asneirada e pesporrência, para além de um uso da Língua Portuguesa que quase exige tradutor, de mal tratada que é...
Desculpem, uma vez mais!


A resposta a esse post é bem simples: Quem viver, verá :!:
Título:
Enviado por: P44 em Julho 23, 2009, 08:36:25 pm
Citação de: "luis filipe silva"
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Mas tenho para mim que esses planos (contstrução do SSN) estão mais directamente relacionados com a ameaça do 'vizinho EUA' e o recente lifting da 4ª esquadra do que com outros geograficamente mais próximos (leia-se o Chile e mesmo a Venezuela).
Não tem nada a ver com os EUA e 4ª esquadra. O Brasil já planeia a construção de um SNA há cerca de vinte anos, muito antes da 4ª esquadra, do petróleo no Pré Sal, do Hugo Chaves. Eles estarão sempre dependentes de outros países para maioria dos sistemas de armas.


a reactivação da 4ª Esquadra deve-se á descoberta das jazidas no Pré-sal, é uma consequencia disso, logo é lógico que o Brasil se prepare para defender o que é seu, pois os EUA não podem ver petróleo em casa alheia que começam logo a afiar os dentes.

Espero que graças ao petróleo o Brasil venha finalmente a ter uma Marinha Condigna da sua grandeza como país.
Os Scorpene e o SNB parece que estão 100% confirmados, se como tudo indica se iniciar a construção numa 1ª fase de 6 Fragatas AAW (FREMM?) e um ou 2 Mistral c34x  (ou mesmo um Charles de Gaulle com propulsão clássica), será o inicio de alfgo grandioso.
Título:
Enviado por: legionario em Julho 23, 2009, 08:51:14 pm
O que muita gente nao aprecia é que o Lula tenha ido às compras a França . Com os EUA ali tao perto, va la a gente perceber porque razao veio o Brazil comprar armas aqui na europa :)
Força Brazil !!!
Título:
Enviado por: Paisano em Julho 23, 2009, 09:07:43 pm
Citação de: "legionario"
O que muita gente nao aprecia é que o Lula tenha ido às compras a França . Com os EUA ali tao perto, va la a gente perceber porque razao veio o Brazil comprar armas aqui na europa :)
Força Brazil !!!


Porque sempre fomos tratados pelo Tio Sam como aliados de 5ª categoria, ou seja, só querem nos vender sucata cheia de restrições.

Ou como disse o ex-Ministro Unger: O problema está na atitude dos EUA em relação Brasil. Enquanto não mudar essa atitude, dificílmente faremos negócios.
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Julho 23, 2009, 09:32:44 pm
Brasil, em português de Portugal e em português do Brasil, ainda se escreve Brasil e não "Brazil".
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Julho 23, 2009, 09:48:54 pm
P 44 escreveu:
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Os Scorpene e o SNB parece que estão 100% confirmados, se como tudo indica se iniciar a construção numa 1ª fase de 6 Fragatas AAW (FREMM?) e um ou 2 Mistral  (ou mesmo um Charles de Gaulle com propulsão clássica), será o inicio de alfgo grandioso.

Que eu saiba, na 1ª fase só estão previstas três.
Título:
Enviado por: legionario em Julho 23, 2009, 09:52:04 pm
Citação de: "Paisano"
Citação de: "legionario"
O que muita gente nao aprecia é que o Lula tenha ido às compras a França . Com os EUA ali tao perto, va la a gente perceber porque razao veio o Brazil comprar armas aqui na europa :)
Força Brazil !!!

Porque sempre fomos tratados pelo Tio Sam como aliados de 5ª categoria, ou seja, só querem nos vender sucata cheia de restrições.

Ou como disse o ex-Ministro Unger: O problema está na atitude dos EUA em relação Brasil. Enquanto não mudar essa atitude, dificílmente faremos negócios.


O governo brasileiro e o presidente Lula fizeram muito bem .
Gostaria muito de ver um Estado lusofono como o Brasil com uma Marinha e umas FA's à sua altura. Certamente que é condiçao necessaria para que um dia o Brasil possa ocupar o seu lugar no Conselho Permanente da ONU ao lado dos 5 outros grandes .
Viva a Lusofonia !!
Título:
Enviado por: Leonardo Besteiro em Julho 24, 2009, 09:53:02 pm
Citação de: "Filipe de Chantal"
Colega Cabeça de Martelo e demais foristas escandalizados:

A minha intervenção foi verdadeiramente intempestiva e até, reconheço, se calhar ofensiva.
Peço que me desculpem, mas quero explicar que essa minha reacção resultou de várias horas de leituras, principalmente no ForumDefesaBrasil.
Aliás, se repararem bem, eu começo por referir ser lamentável que um "grande País como é o Brasil" estar tão desgraçado em termos de suas Forças Armadas.
Portugal, tão pequenino no seio da Europa, poderia quem sabe esperar obter apoio na grande potência da América do Sul que gerou, tal como a Inglaterra veio a encontrar nos EUA.
Infelizmente, tal nunca sucedeu. Em contrapartida, temos sempre encontrado uma atitude enormemente arrogante, por parte de quem devia apresentar-se mais humilde, até por aquilo que pobremente representa.
Não se compreende que o Brasil tenha uma Armada tão limitada, com fragatas envelhecidas e corvetas terivelmente fracas, meia dúzia de submarinos antiquados e um porta-aviões com quase meio século de vida...
É na sequência disto tudo que não consigo aceitar a pobre ambição de querer dotar esse mesmo Nae (leia-se "elefante branco") como dizem os brasileiros, com 9+1 caças Rafale de experimentação, obtidos de stoks de reserva da França, numa mesma perspectiva com que a FAB tem comprado F-5's em 2.ª ou 3.ª mão, que depois "modernizou"...
Entretanto "armam-se" em tecnologicamente avançados, com projectos megalómanos de UM submarino nuclear para daqui a 20 anos...
Acho tudo isto uma grandessíssima burrada e uma tristeza!... E quem lê os posts do DefesaBrasil , arrepia-se com tanta asneirada e pesporrência, para além de um uso da Língua Portuguesa que quase exige tradutor, de mal tratada que é...
Desculpem, uma vez mais!


 Meu caro, primeiro de tudo, o A-12 não é um elefante branco, ele pode ter quase 50 anos, mas lembre-se que na Marinha Francesa ele era praticamente usado como porta helicópteros, tento sofrido um desgaste minímo durante a sua vida operacional, e ele foi reformado por inteiro e está sendo modernizado, além dos 12 A-4 que serão modernizados, imagine caças de superioridade aérea modernos (Rafale) e caças bombardeiros com aviônica moderna podendo utilizar armamentos modernos, os Rafale isso é outra história pois ainda não saiu a decisão do F-X2, todos dizem que o Rafale será o vencedor, mas é melhor esperarmos. os sub 209 estão recebendo a sua modernização de meia-vida um de cada vez como é normal em qualquer marinha. Quanto aos F-5M, por que vocês ai de Portugal não cobram um exercício militar entre a FAB e a FAP ai tirariamos a prova F-16 MLU X F-5M seria interessante e bem legal. Quanto ao apoio, meu caro, eu tenho profunda estima por Portugal, afinal sem Portugal o Brasil não seria Brasil, mas entenda que até alguns anos atras nossa FA estavam em dificuldade muito maiores do que se encontram hoje, mas acredito que as coisa vão melhorar ainda mais.  Um abraço a todos os amigos do forumdefesa!
Título:
Enviado por: migbar2 em Julho 25, 2009, 12:13:06 am
Citação de: "Leonardo Besteiro"
Meu caro, primeiro de tudo, o A-12 não é um elefante branco, ele pode ter quase 50 anos, mas lembre-se que na Marinha Francesa ele era praticamente usado como porta helicópteros, tento sofrido um desgaste minímo durante a sua vida operacional, e ele foi reformado por inteiro e está sendo modernizado, além dos 12 A-4 que serão modernizados, imagine caças de superioridade aérea modernos (Rafale) e caças bombardeiros com aviônica moderna podendo utilizar armamentos modernos, os Rafale isso é outra história pois ainda não saiu a decisão do F-X2, todos dizem que o Rafale será o vencedor, mas é melhor esperarmos. os sub 209 estão recebendo a sua modernização de meia-vida um de cada vez como é normal em qualquer marinha. Quanto aos F-5M, por que vocês ai de Portugal não cobram um exercício militar entre a FAB e a FAP ai tirariamos a prova F-16 MLU X F-5M seria interessante e bem legal. Quanto ao apoio, meu caro, eu tenho profunda estima por Portugal, afinal sem Portugal o Brasil não seria Brasil, mas entenda que até alguns anos atras nossa FA estavam em dificuldade muito maiores do que se encontram hoje, mas acredito que as coisa vão melhorar ainda mais.  Um abraço a todos os amigos do forumdefesa!







As Forças Armadas Brasileiras estavam em dificuldades assim como as Portuguesas tambem passaram por momentos de atraso inacreditável em imensas áreas, basta lembrar a nossa marinha dos anos oitenta e limitações várias no exército e numa força aérea apenas com real capacidade de ataque, sem sistemas crediveis de defesa aérea! Portanto isso de dificuldades para nós não é grande novidade, também estamos abituados. :wink:  
O colega tem razão em tudo o que diz, menos num detalhe, não espere que os F-5M igualem os F-16 MLU, isso não acontecerá!...mas também a importancia disso é académica já que dentro em breve vocês terão máquinas novas e muito poderosas !!!
Título:
Enviado por: Leonardo Besteiro em Julho 25, 2009, 01:33:10 am
Caro migbar2 não é querendo vender meu peixe mas não subestime o  F-5M pois na Red Flag08 eles deixaram muitos espantados com a sua performance, e só para dar outro exemplo, os F-5 TigerIII chilenos duranto a operação Salitre eu acho, em conjunto com a US Navy causaram baixas terriveis aos vetores da Navy e eles voando com o F-18 que é um caça muito manobravel e nem preciso falar os outros quesito. Mas voltando o projeto do F-5M se mostrou muito acertado também nas Cruzex 2007 e Cruzex 2008 quando o Radar do caça resistiu as interferencias dos caças Mirage 2000 franceses e ainda usou o sinal para fixar neles os misseis Derby e abate-los. E para finalizar a curta distância o F-5M fica quase que em pé de igualdade com o F-16MLU. Eu sei de todas as incriveis qualidades do F-16MLU e fiquei até com uma pontinha de inveja do Chile com seu programa de modernização com 10 F-16 Block 50 e 38 F-16 MLU. É bom um vizinho do Brasil estar bem preparado, com um programa sério e bem conduzido. Finalizando não subestime os F-5M. E fale a verdade está na hora de Brasil e Portugal estreitarem mais os laços você não acha? Um grande abraço
Título:
Enviado por: Daniel em Julho 25, 2009, 10:05:34 am
Leonardo Besteiro
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E fale a verdade está na hora de Brasil e Portugal estreitarem mais os laços você não acha? Um grande abraço

Acho que sim, ambos teremos a ganhar com isso. c34x
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 25, 2009, 10:31:21 am
Ao nível dos vários Ramos das Forças Armadas, as Forças Aéreas dos dois países devem ser os que têm menos contactos uma com a outra. :(
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 25, 2009, 04:21:33 pm
:arrow: http://d.yimg.com/kq/groups/15900815/99 ... arinha.pdf (http://d.yimg.com/kq/groups/15900815/990795724/name/Revista%20Techno%20News%20ABR%20MAI%20-%20Comandante%20da%20Marinha.pdf)
Título:
Enviado por: Paisano em Julho 25, 2009, 06:56:19 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Ao nível dos vários Ramos das Forças Armadas, as Forças Aéreas dos dois países devem ser os que têm menos contactos uma com a outra. :(


Bom, me lembro que já foi postado no DB que a FAP sempre é convidada para participar da CRUZEX, mas por motivos desconhecidos ela abre mão dos convites.

PS: Dizem que o mesmo acontece com a MP em relação a UNITAS.

PS_2: Existe um artigo do Rui Elias no site "Área Militar", comentando essa recusa.

Link para o Artigo: http://www.areamilitar.net/opiniao/Opin ... x?nrnot=49 (http://www.areamilitar.net/opiniao/Opiniao.aspx?nrnot=49)
Título:
Enviado por: Leonardo Besteiro em Julho 25, 2009, 07:22:11 pm
Obrigado pelo ótimo link Paisano, quanto ao lonk do NavPlo eu já tinha visto, e torço muito para que a Marinha Portuguesa compre logo um meio como esse, mas torço ainda mais para que seja um Cavour ou um BPE Classe Juan Carlos. As Marinhas do Brasil e de Portugal podiam se unir e fazer projetos conjuntos, o Brasil poderia aproveitar o projeto do NPO 2000. Mas claro que os navios deveriam ser equipados com armamento melhor do que o sugerido no projeto original, afinal é uma embarcação que desloca 1.800 toneladas e deve ter no minímo um canhão de 76mm e dois de 40mm. E assim começar uma bela parceria. Que deveria ter começado a uns 10 anos.
Título:
Enviado por: Paisano em Julho 26, 2009, 12:09:42 am
http://www.ecsbdefesa.com.br/defesa/fts/GEMB.pdf (http://www.ecsbdefesa.com.br/defesa/fts/GEMB.pdf)
Título:
Enviado por: migbar2 em Julho 26, 2009, 12:21:08 am
Citação de: "Leonardo Besteiro"
Caro migbar2 não é querendo vender meu peixe mas não subestime o  F-5M pois na Red Flag08 eles deixaram muitos espantados com a sua performance, e só para dar outro exemplo, os F-5 TigerIII chilenos duranto a operação Salitre eu acho, em conjunto com a US Navy causaram baixas terriveis aos vetores da Navy e eles voando com o F-18 que é um caça muito manobravel e nem preciso falar os outros quesito. Mas voltando o projeto do F-5M se mostrou muito acertado também nas Cruzex 2007 e Cruzex 2008 quando o Radar do caça resistiu as interferencias dos caças Mirage 2000 franceses e ainda usou o sinal para fixar neles os misseis Derby e abate-los. E para finalizar a curta distância o F-5M fica quase que em pé de igualdade com o F-16MLU. Eu sei de todas as incriveis qualidades do F-16MLU e fiquei até com uma pontinha de inveja do Chile com seu programa de modernização com 10 F-16 Block 50 e 38 F-16 MLU. É bom um vizinho do Brasil estar bem preparado, com um programa sério e bem conduzido. Finalizando não subestime os F-5M. E fale a verdade está na hora de Brasil e Portugal estreitarem mais os laços você não acha? Um grande abraço





Quanto a isso, só não entendo o porquê de não havêr uma maior e mais séria cooperação entre as forças militares não apenas dos nossos países, mas também os PALOP. A política lusofona anda muito dormente!
Título:
Enviado por: sivispacem em Julho 26, 2009, 01:57:37 am
Citação de: "migbar2"
Citação de: "Leonardo Besteiro"
Caro migbar2 não é querendo vender meu peixe mas não subestime o  F-5M pois na Red Flag08 eles deixaram muitos espantados com a sua performance, e só para dar outro exemplo, os F-5 TigerIII chilenos duranto a operação Salitre eu acho, em conjunto com a US Navy causaram baixas terriveis aos vetores da Navy e eles voando com o F-18 que é um caça muito manobravel e nem preciso falar os outros quesito. Mas voltando o projeto do F-5M se mostrou muito acertado também nas Cruzex 2007 e Cruzex 2008 quando o Radar do caça resistiu as interferencias dos caças Mirage 2000 franceses e ainda usou o sinal para fixar neles os misseis Derby e abate-los. E para finalizar a curta distância o F-5M fica quase que em pé de igualdade com o F-16MLU. Eu sei de todas as incriveis qualidades do F-16MLU e fiquei até com uma pontinha de inveja do Chile com seu programa de modernização com 10 F-16 Block 50 e 38 F-16 MLU. É bom um vizinho do Brasil estar bem preparado, com um programa sério e bem conduzido. Finalizando não subestime os F-5M. E fale a verdade está na hora de Brasil e Portugal estreitarem mais os laços você não acha? Um grande abraço


Quanto a isso, só não entendo o porquê de não havêr uma maior e mais séria cooperação entre as forças militares não apenas dos nossos países, mas também os PALOP. A política lusofona anda muito dormente!


Talvez porque o orçamento não é elástico, o nosso equipamento, a doutrina NATO de operações e organização das FA's é muito diferente da realidade dos Palop's e até do Brasil em geral!

Além disso permita-me também discordar quanto ao nível de cooperação séria com os Palop's... Portugal desenvolve um significativo esforço de apoio militar (ao nivel de treino e inclusive fornecimento de material com quase todos os Palop's). E no âmbito da própia CPLP já se desenrolaram os exercícios Felino, por exemplo.

Cpmts,
Carlos Ferreira
Título:
Enviado por: Leonardo Besteiro em Julho 26, 2009, 02:23:23 am
Sivispacem a doutrina da Otan não quer dizer muito por que a França faz parte da Otan não faz? E ela ultimamente tem participada das Cruzex. Seria muito bom que a FAP participasse com uns 4 F-16MLU e um KC.
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Julho 26, 2009, 04:32:32 am
Citar
Sivispacem a doutrina da Otan não quer dizer muito por que a França faz parte da Otan não faz? E ela ultimamente tem participada das Cruzex. Seria muito bom que a FAP participasse com uns 4 F-16MLU e um KC.

KC é que é dificil, porque não temos aviões reabastecedores. :cry:
Título:
Enviado por: sivispacem em Julho 26, 2009, 09:13:29 am
Citação de: "Leonardo Besteiro"
Sivispacem a doutrina da Otan não quer dizer muito por que a França faz parte da Otan não faz? E ela ultimamente tem participada das Cruzex. Seria muito bom que a FAP participasse com uns 4 F-16MLU e um KC.


A França só faz isso por causa de interesses comerciais, se calhar...  :)

Mas o recíproco também é verdadeiro, a FAB também podia via até cá, digo eu! Concordo que seria uma excelente oportunidade para todos a realização conjunta de exercícios com a FAP e a FAB...

Cpmts
Carlos Ferreira
Título:
Enviado por: Leonardo Besteiro em Julho 26, 2009, 06:36:48 pm
É você tem razão sivispacem a FAB poderia ir ai fazer uma operação anual com a FAP. Qual ao problema dos KC a FAP poderia participar juntamente com a FAB do programa KC-390 da EMBRAER.

 http://aviaorevue.terra.com.br/index.asp?codc=1048 (http://aviaorevue.terra.com.br/index.asp?codc=1048)
Título:
Enviado por: P44 em Julho 31, 2009, 05:03:34 pm
do Ilustre Paisano:

Além das duzentas milhas*

Fonte: http://www.tribunadaimprensa.com.br/ (http://www.tribunadaimprensa.com.br/)

Citar
Citação:
As imensas jazidas de petróleo descobertas em nossas costas, na camada do pré-sal, avançam e ultrapassam o limite das duzentas milhas estabelecido sob total soberania brasileira. Fica difícil estabelecer regimes diferentes para a exploração dessa riqueza. Lá embaixo a massa de óleo é a mesma, dentro ou fora da demarcação adotada há décadas.

Há quem suponha problemas aos montes, depois da constituição da empresa estatal encarregada de orientar a Petrobrás nos trabalhos de prospecção e extração. Mesmo com a concessão a empresas estrangeiras de licença para se reunirem a nós na empreitada, quem garante que uma delas não resolva trabalhar por conta própria, alegando que o alto- mar pertence a todos? Coincidência ou não, além das duzentas milhas navega a recém-criada Quarta Frota da Marinha de Guerra dos Estados Unidos, a pretexto de patrulhar o Atlântico Sul. Ironicamente, suas belonaves ainda não chegaram sequer a avistar o litoral africano, preferindo transitar próximas da América do Sul. Basta somar dois e dois.

*Carlos Chagas
Título:
Enviado por: teXou em Agosto 02, 2009, 03:49:28 pm
Citar
Novas escoltas para a MB: serão 10 navios, 6 de emprego geral e 4 antiaéreas

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/05/fremm-3-500x357.jpg)
O  Comando da Marinha do Brasil deu início aos estudos de RAN (Requisitos de Alto Nível) para a aquisição de 10 novas escoltas, sendo o primeiro lote de 6 navios EG (para guerra anti-submarino e guerra de superfície) e outro lote de navios para guerra antiaérea (AAW).

A configuração básica dos navios compreenderia um canhão de médio calibre de 127mm, mísseis antiaéreos Aster (modelo 15 ou 30), mísseis antinavio Exocet Block III ou o nacional MAN-I.

A Marinha do Brasil já recebeu propostas de estaleiros americanos, franceses, alemães, espanhóis e sul-coreanos. Das propostas analisadas, serão definidos 2 ou 3 finalistas, que apresentarão propostas detalhadas posteriormente, inclusive para a produção dos navios no AMRJ.

Construídas no Brasil, a versão de emprego geral custaria cerca de R$ 1,8 bilhão a unidade. A versão antiaérea, R$ 2,3 bilhões.

Holanda, Dinamarca, Rússia, China e Índia pediram informações sobre o Programa da Marinha do Brasil, mas até agora não enviaram propostas.

http://www.naval.com.br/blog/?p=15216
Título:
Enviado por: Vicente de Lisboa em Agosto 03, 2009, 10:51:26 am
O desenho é bonito ao menos. Mas 4 AAW? Isso não é a chamada fortuna?
Título:
Enviado por: sivispacem em Agosto 03, 2009, 12:44:06 pm
Citação de: "Vicente de Lisboa"
O desenho é bonito ao menos. Mas 4 AAW? Isso não é a chamada fortuna?


Convém não esquecer a 4ª Esquadra.....
Título:
Enviado por: P44 em Agosto 04, 2009, 02:25:36 pm
O general quer petróleo*

Fonte: http://www.tribunadaimprensa.com.br/ (http://www.tribunadaimprensa.com.br/)

Citar
Desembarca amanhã  em Brasília o general James Jones, Assessor de Segurança Nacional do  presidente Barack Obama. Sua principal audiência não será com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, mas com o ministro de Minas e Energias, Edison Lobão.

Devemos estranhar? Nem um pouco, porque para os Estados Unidos, segurança nacional é energia.  Os americanos tem feito de tudo para garantir seus autmóveis rodando e  seu país funcionando. Até invadir  o  Afeganistão e o Iraque eles invadiram, entre outros movimentos militares, e não foi para levar a democracia  aos talibãs ou,  muito  menos,  porque Saddam Hussein dispunha de armas de destruição em massa. Invadiram para garantir suprimentos de petróleo,  como sustentam a ditadura na Arábia Saudita pelo mesmo motivo.

Desde o governo George W. Bush que estão de olho nas imensas jazidas do pré-sal brasileiro. Não foi coincidência haverem recriado a Quarta Frota da Marinha de Guerra para patrulhar o  Atlântico Sul. O interesse de Washington é dispor de energia a qualquer custo, se possível pacificamente, mas, se necessário, pela força das armas. Porque as reservas em território americano estão se esgotando, mesmo aquele  petróleo que eles importam e estocam em poços ou cavernas na região do Golfo do México.

A luz amarela deveria estar acesa há muito tempo no semáforo fincado diante do palácio do Planalto, pois o Brasil parece  a bola da vez.  Nossa riqueza por enquanto  incrustada no fundo do oceano desperta atenções e cobiça no mundo inteiro. Por enquanto, somos cortejados, e quem saiu na frente foi a China, outro país desesperado por energia. Tanto que Pequim já colocou à disposição da Petrobrás nada menos do que dez bilhões de dólares, com a proposta de mais cinco, para investirmos no pré-sal.  Desde que saldemos essa dívida não em dinheiro, mas  com o  petróleo a ser extraído.

Os Estados Unidos chegaram atrasados. Depois da iniciativa  chinesa o Eximbank ofereceu dois bilhões de dólares à Petrobrás, que achou pouco e obteve a promessa de mais cinco.

Para complicar as coisas, é bom referir que o nosso  petróleo  detectado no pré-sal,  dentro e fora das  200 milhas,  é um tanto caprichoso. Não basta furar e enriquecer, porque a reserva não parece contínua. Meses atrás a Chevron, segunda maior empresa petrolífera  dos Estados Unidos, gastou bilhões e furou no seco. Claro que autorizada pela Petrobrás, na base de contratos de concessão  celebrados antes e que dão às multinacionais uma fatia respeitável de nossas reservas. Só que essa parceria  pode não bastar para encher  a goela dos   irmãos do Norte, se num futuro não muito  distante eles ficarem ainda mais dependentes.

Em suma, é bom que o ministro Edison Lobão tome cuidado. O general quer petróleo.

*Carlos Chagas
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 04, 2009, 02:44:23 pm
Citar
Até invadir o Afeganistão e o Iraque eles invadiram

Ainda invadem o Brasil...   :twisted:

Citar
Os americanos tem feito de tudo para garantir seus autmóveis rodando


E seus automóveis de 6000 cc ou mais! E eu com o meu Corsa 1.3 CDTI a pagar 1 Euro por litro... São coisas que me revoltam...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 04, 2009, 02:59:36 pm
Tens um carro Turbo-diesel ainda te queixas?! :twisted:

Experimenta fazer todos os dias 30 km por num carro a gasolina 1.3. :(
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Agosto 04, 2009, 03:28:18 pm
Citação de: "HSMW"
Citar
Até invadir o Afeganistão e o Iraque eles invadiram

Ainda invadem o Brasil...   c34x
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Agosto 04, 2009, 03:35:08 pm
Um artigo muito mal elaborado para comunista ler. Desde que seja anti-EUA, eles papam tudo qual loiras. :lol:
Título:
Enviado por: P44 em Agosto 05, 2009, 10:48:46 am
Claro, se há coisa pela qual os EUA são conhecidos, é a sua benemerência e disenteresse a nivel mundial  :roll:
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Agosto 05, 2009, 11:08:25 am
Mas eles defendem (mal) os interesses deles, e nós os de Bruxelas, descurando os nossos.
Título:
Enviado por: P44 em Agosto 05, 2009, 11:27:01 am
Citação de: "luis filipe silva"
Mas eles defendem (mal) os interesses deles, e nós os de Bruxelas, descurando os nossos.



vender-mo-nos pelos fundos comunitários tem o seu preço .... c34x
Título:
Enviado por: Vicente de Lisboa em Agosto 06, 2009, 08:28:40 pm
Citação de: "P44"
Citação de: "luis filipe silva"
Mas eles defendem (mal) os interesses deles, e nós os de Bruxelas, descurando os nossos.


vender-mo-nos pelos fundos comunitários tem o seu preço .... ;)
Título:
Enviado por: P44 em Agosto 07, 2009, 05:32:08 pm
Citação de: "Vicente de Lisboa"
Citação de: "P44"
Citação de: "luis filipe silva"
Mas eles defendem (mal) os interesses deles, e nós os de Bruxelas, descurando os nossos.


vender-mo-nos pelos fundos comunitários tem o seu preço .... ;)


se calhar expliquei mal... c34x Bruxelas de facto não vende...compra
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 13, 2009, 12:07:36 pm
:arrow: http://www.youtube.com/watch?v=EJdokNQw99c (http://www.youtube.com/watch?v=EJdokNQw99c)
Título:
Enviado por: P44 em Setembro 08, 2009, 12:17:16 pm
Artigo interessante:

Os guardiões submersos da costa brasileira :arrow: http://www.estadao.com.br/especiais/os- ... ,70378.htm (http://www.estadao.com.br/especiais/os-guardioes-submersos-da-costa-brasileira,70378.htm)
Título:
Enviado por: Crypter em Setembro 08, 2009, 01:25:05 pm
Citação de: "P44"
Artigo interessante:

Os guardiões submersos da costa brasileira :arrow: http://www.estadao.com.br/especiais/os- ... ,70378.htm (http://www.estadao.com.br/especiais/os-guardioes-submersos-da-costa-brasileira,70378.htm)


Admiro a capacidade da classe jornalistica deles comentar gastos tão grandes na defesa, sem mandarem bocas à Manuela Moura Guedes.. Muito bem.

Parabéns Brasil.
Título:
Enviado por: Paisano em Setembro 10, 2009, 03:56:11 pm
Com a devida venia do colega de DB, Talharim:

Citar
DIRETORIA-GERAL DO MATERIAL

EXTRATO DE CONTRATO Nº 40000/2009-005/00
Contratada: Direction des Constructions Navales et Services (DCNS);
Contratante: Diretoria-Geral do Material da Marinha; Objeto: Compra
do Pacote de Material para 4 Submarinos Convencionais S-BR;
Enquadramento: Art. 24 inciso IX da Lei nº 8.666/93; Data de Assinatura:
03/09/2009.

EXTRATO DE CONTRATO Nº 40000/2009-006/00
Contratada: Itaguaí Construções Navais; Contratante: Diretoria-Geral
do Material da Marinha; Objeto: Fabricação, Construção e Entrega de
4 Submarinos Convencionais S-BR;
Enquadramento: Art. 24 inciso
IX da Lei nº 8.666/93; Data de Assinatura: 03/09/2009.

EXTRATO DE CONTRATO Nº 40000/2009-007/00
Contratada: Itaguaí Construções Navais e Direction des Constructions
Navales et Services (DCNS); Contratante: Diretoria-Geral do Material
da Marinha; Objeto: Fabricação, Construção e Entrega de 1 Submarino
de Propulsão Nuclear;
Enquadramento: Art. 24 inciso IX da
Lei nº 8.666/93; Data de Assinatura: 03/09/2009

EXTRATO DE CONTRATO Nº 40000/2009-008/00
Contratada: Direction des Constructions Navales et Services (DCNS);
Contratante: Diretoria-Geral do Material da Marinha; Objeto: Torpedos
e Despistadores;
Enquadramento: Art. 24 inciso IX da Lei nº
8.666/93; Data de Assinatura: 03/09/2009.

EXTRATO DE CONTRATO Nº 40000/2009-009/00
Contratada: Construtora Norberto Odebrecht; Contratante: Diretoria-
Geral do Material da Marinha; Objeto: Projeto e Construção de um
Estaleiro e de uma Base Naval; Enquadramento: Art. 24 inciso IX da
Lei nº 8.666/93; Data de Assinatura: 03/09/2009


EXTRATO DE CONTRATO Nº 40000/2009-010/00
Contratada: Consórcio Baía de Sepetiba; Contratante: Diretoria-Geral
do Material da Marinha; Objeto: Planejamento, Coordenação, Gestão
e Administração das Interfaces entre todas as Prestações decorrentes
do Contrato Principal e dos Documentos Contratuais decorrentes;
Enquadramento: Art. 24 inciso IX da Lei nº 8.666/93; Data de Assinatura:
03/09/2009.


EXTRATO DE CONTRATO Nº 40000/2009-011/00
Contratada: Direction des Constructions Navales et Services (DCNS);
Contratante: Diretoria-Geral do Material da Marinha; Objeto: Transferência de Tecnologia;
Enquadramento: Art. 24 inciso IX da Lei nº 8.666/93; Data de Assinatura: 03/09/2009.

EXTRATO DE CONTRATO Nº 40000/2009-012/00
Contratada: Direction des Constructions Navales et Services (DCNS);
Contratante: Diretoria-Geral do Material da Marinha; Objeto: OFFSET;

Enquadramento: Art. 24 inciso IX da Lei nº 8.666/93; Data de Assinatura: 03/09/2009.


 :banana:  :banana:  :banana:
Título:
Enviado por: 2dmaio em Setembro 12, 2009, 08:39:54 pm
Em 2010 se define qual sera a classe dos 5 navios de Patrulha Oceanicos da MB.
Por enquanto o FASSMER OPV 80, projeto alemão de 1.700 toneladas tem a preferência da MB. Serão construidos por armadores particulares, o primeiro tem planejamento de entrega em 2011 e o ultimo em 2015.

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Paisano em Setembro 30, 2009, 02:23:27 am
Marinha do Brasil encomenda lote de mísseis MSS-1.2*

Fonte: http://defesabrasil.com/site/noticias/m ... ss-1-2.php (http://defesabrasil.com/site/noticias/marinha/marinha-do-brasil-encomenda-lote-de-misseis-mss-1-2.php)

Citar
A Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha contratou junto à Mectron o fornecimento do sistema de armas anticarro MSS-1.2. O valor do contrato é de 21,7 milhões de reais, conforme publicado no Diário Oficial da União.

Atualmente, a Marinha do Brasil está equipada com mísseis BILL, operados pelo Corpo de Fuzileiros Navais. De fabricação sueca, estes mísseis deverão deixar seu estado operacional dentro de 3 anos.

Este é, portanto, o segundo contrato de venda deste sistema de mísseis obtido pela Mectron. No fim do ano passado, a empresa havia fechado um contrato no valor de 25,6 milhões de reais para o fornecimento do lote piloto do MSS-1.2 ao Exército Brasileiro, que deverá ser entregue em quatro anos.

O extrato de dispensa de licitação, onde consta a compra, não especifica a quantidade de mísseis a serem fornecidos.

Leia abaixo o extrato divulgado no Diário Oficial da União:

Citar
DIRETORIA DE SISTEMAS DE ARMAS
EXTRATO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO Nº 6/2009
Objeto: Fornecimento do Sistema de Armas MSS 1.2 Anticarro.
Contratada: MECTRON - ENGENHARIA INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Fundamento Legal: Artigo 25, inciso I da Lei 8.666/1993 e Portaria nº 48/2008 do CM.
Valor: R$ 21.687.000,00.
Ratificação em 24/09/2009 pelo VA PEDRO FAVA (Diretor).

*Raul Pereira Micena
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Luiz Padilha em Outubro 13, 2009, 02:48:42 pm
Citação de: "2dmaio"
Em 2010 se define qual sera a classe dos 5 navios de Patrulha Oceanicos da MB.

Por enquanto o FASSMER OPV 80, projeto alemão de 1.700 toneladas tem a preferência da MB. Serão construidos por armadores particulares, o primeiro tem planejamento de entrega em 2011 e o ultimo em 2015.
Saudações

Caro 2dmaio, nosso novo NaPaOc que terá algo em torno de 1800ton, deverá ter a capacidade de operar os novos Seahawks/EC-725. Não sei se este modelo alemão possui esta capacidade.
A tendência é que caminhemos para um dos modelos da Gowind. Mas nada foi decidido ainda.

Pensei na classe Clyde, mas não sei se suporta operar com Helicópteros com 10ton.

Abraços,

Padilha
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 05, 2009, 06:14:30 pm
Documentos oficiais acerca do projecto SNB e respectivo estaleiro:

 :arrow: http://www.mar.mil.br/arquivos/rima_est ... 082009.pdf (http://www.mar.mil.br/arquivos/rima_estaleiro_base_naval_28082009.pdf)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: 2dmaio em Dezembro 28, 2009, 04:07:09 pm
Citar
Caro 2dmaio, nosso novo NaPaOc que terá algo em torno de 1800ton, deverá ter a capacidade de operar os novos Seahawks/EC-725. Não sei se este modelo alemão possui esta capacidade.
A tendência é que caminhemos para um dos modelos da Gowind. Mas nada foi decidido ainda.

Pensei na classe Clyde, mas não sei se suporta operar com Helicópteros com 10ton.

Supondo que os helicopteros desses patrulheiros fossem os Seahawks e EC-725, nesse caso o modelo alemão que teria essa capacidade seria o FASSMER OPV 90.

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Paisano em Janeiro 04, 2010, 04:01:41 am
Tropa de elite da MB faz treino em alto mar:

http://video.globo.com/Videos/Player/No ... AR,00.html (http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1184878-7823-TROPA+DE+ELITE+DA+MARINHA+FAZ+TREINO+EM+ALTO+MAR,00.html)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Paisano em Janeiro 31, 2010, 01:49:14 pm
Base de submarino nuclear começará a ser construída em fevereiro

Fonte: http://www.defesabrasil.com/site/notici ... ereiro.php (http://www.defesabrasil.com/site/noticias/marinha/base-de-submarino-nuclear-comecara-a-ser-construida-em-fevereiro.php)

Citar
Base ficará em Itaguaí, na Baía de Sepetiba.

Wladimir Platonow


(Agência Brasil) - A base que abrigará o primeiro submarino nuclear brasileiro e a frota convencional com tecnologia francesa começará a ser construída em fevereiro, de acordo com o comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto. Ele pretende lançar nas próximas semanas a pedra fundamental da nova base e do estaleiro, que ficarão no município de Itaguaí, na Baía de Sepetiba, ao sul da capital fluminense.

“É coisa para agora. Lançamos a pedra fundamental e começamos as obras. A duração está em torno de três anos para a construção da base e do estaleiro”, estimou o comandante, durante lançamento do evento Grandes Veleiros Rio 2010, uma regata internacional envolvendo embarcações de maior porte, que ficarão ancoradas e abertas ao público no Píer Mauá, a partir de amanhã (31).

Segundo o almirante, serão construídos quatro submarinos convencionais até 2016, com a conclusão do submarino nuclear prevista para 2020. O orçamento total da Marinha para este ano é de R$ 4,3 bilhões, sendo R$ 2,3 bilhões para os submarinos e R$ 2 bilhões para investimentos e manutenção da força.

Otimista, o comandante disse não acreditar em contingenciamento de verbas. “O governo acabou de liberar a primeira parcela dos recursos para isso. Vamos conseguir conduzir bem nosso programa dos submarinos. É um programa de Estado e uma parceria estratégica assinada entre dois países”, declarou.

Fonte: Agência Brasil
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 12, 2010, 04:12:20 pm
Num futuro não muito distante (espero):


 :arrow: 4 mica;
 :arrow: 3 depósitos de 1250 litros.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: P44 em Março 06, 2010, 10:43:49 am
Citar
Brasil comienza la construcción de la base para el submarino nuclear

10/02/2010 (Infodefensa.com) Brasilia - La construcción de la base y el astillero que abrigará al primer submarino nuclear brasileño comenzará este mes, anunció el comandante de la Marina, almirante de escuadra Julio Soares de Moura Neto. Las obras está previsto que concluyan en unos tres años.

En declaraciones a la prensa en Río de Janeiro, Soares de Moura Neto adelantó que en las próximas semanas colocará la primera piedra de la base y del astillero, que estarán en el municipio de Itaguaí, en la Bahía de Sepetiba, en el sur de la capital fluminense, informó la agencia Prensa Latina.
Al inaugurar Grandes Veleros Río 2010, una regata internacional, el comandante precisó que las obras durarán unos tres años y precisó que con tecnología francesa serán construidos otros cuatro submarinos convencionales más hasta 2016, mientras el nuclear se terminará en 2020.

2.300 millones para submarinos
El marino resaltó que el presupuesto total de la Marina brasileña para este año, fijado en 4.300 millones de reales (unos 2.260 millones de dólares), incluye 2.300 millones de reales -cerca de 1.210 millones de dólares-  para submarinos y el resto para inversiones y mantenimiento de la fuerza.

El almirante apuntó que el gobierno acaba de liberar la primera parte de los recursos para ese fin y afirmó que van a conducir bien el programa de los submarinos, un plan del Estado y una alianza estratégica firmada entre dos países, en alusión a Francia.

El acuerdo alcanzado co Francia por un valor total de 6.690 millones de euros contempla la compra de cinco submarinos Scorpene, de los cuales cuatro serán fabricados en un astillero a ser construido en Río de Janeiro y uno en Francia.

El Ministerio de Defensa explicó que la operación del astillero y la construcción y mantenimiento de los submarinos serán entregadas a una sociedad binacional entre la constructora brasileña Odebrecht (50%), los astilleros franceses DCNS (49%) y el gobierno (1%), que tendrá una "golden share" que le permitirá tener poder de decisión clave.

Adaptación brasileña

El Ministerio de Defensa brasileño informó el año pasado en el Congreso que "la negociación con los franceses" no incluye la fabricación del submarino nuclear, que será una adaptación brasileña a uno de esos submarinos convencionales.

El Scorpene es un submarino de ataque convencional fabricado en los astilleros franceses DCNS, en cooperación con la empresa española Navantia.
El presidente Luiz Inacio Lula da Silva dio luz verde en 2007 a la reanudación del programa nuclear brasileño y anunció la dotación presupuestaria que permitirá concluir el programa nuclear de la Marina.

http://infodefensa.com/lamerica/noticia ... no-nuclear (http://infodefensa.com/lamerica/noticias/noticias.asp?cod=2159&ref=Armada&n=Brasil-comienza-la-construcci%F3n-de-la-base-para-el-submarino-nuclear)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: P44 em Março 06, 2010, 11:07:46 am
o Futuro da Marinha Brasileira:

http://www.egn.mar.mil.br/cepe/simposio ... SECCTM.ppt (http://www.egn.mar.mil.br/cepe/simposios/2009/podermaritimo/VA%20ZANELLA%20-%20SECCTM.ppt)

com os meios que constítuirão as DUAS ESQUADRAS  :shock:  :shock:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Portucale em Março 06, 2010, 11:28:49 am
Parece que o Brasil tem planos bem ambiciosos.
São muitos meios quando comparados com os actuais.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: P44 em Março 06, 2010, 11:31:15 am
Citação de: "Portucale"
Parece que o Brasil tem planos bem ambiciosos.
São muitos meios quando comparados com os actuais.


Sim para além das 2 Esquadras , também uma nova base de submarinos que albergará o Sub Nuclear Brasileiro

o petróleo do pré-sal dá para muito  :twisted:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: sefr81 em Março 07, 2010, 11:59:20 am
De facto é um projecto extremamente ambicioso.

Mas será que alguma vez sairá do papel?
Eu digo isto porque lembro-me de aqui há uns tempos estar a ler umas coisas num fórum brasileiro (se não me engano era o poder naval, mas já não me lembro bem) e nele muitos foristas brasileiros, alguns com claras ligações à Marinha do Brasil, comentavam este plano com total descrença e inclusivamente faziam uma piada com a sigla PEAMB. Diziam eles que esta queria dizer Plano para Enganar Almirante e Marinheiro Burro.

Antes de ser atacado por foristas brasileiros que possam ler isto quero deixar desde já bem claro que apenas estou a escrever aquilo que li num fórum brasileiro e a deixar uma pergunta.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Lightning em Março 07, 2010, 12:19:00 pm
Eu acho que o Brasil tem a obrigação de ter umas forças armadas equivalentes ao seu tamanho territorial e populacional, senão nunca passará de uma potencia teórica.

Vamos ver é se os "reais" não vão ser desviados para os bolsos de alguns...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: sefr81 em Março 07, 2010, 05:24:34 pm
Pesquisei um bocado e encontrei a tópico no fórum PoderNaval de que me lembrava. Afinal a piada com a sigla PEAMB não era bem o que eu escrevi mas sim "Pura Enrolação de Almirantes para os Marinheiros Burros"..ou também Marinha do Nunca.

aqui segue o link.

http://www.naval.com.br/blog/2009/08/04 ... a-marinha/ (http://www.naval.com.br/blog/2009/08/04/comentario-em-destaque-o-presente-e-o-futuro-da-marinha/)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Paisano em Abril 16, 2010, 02:26:19 pm
Citação de: "talharim in Fórum Defesa Brasil"
DIRETORIA-GERAL DO MATERIAL
COORDENADORIA-GERAL DO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE SUBMARINO COM PROPULSÃO NUCLEAR

AVISO DE LICENÇA
A Diretoria-Geral do Material da Marinha, CNPJ 00.394.502/0163-00, com sede na Rua Primeiro de Março, 118 - 12º
Andar, Rio de Janeiro-RJ, torna público que recebeu do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, a Licença Prévia nº 351/2010 pelo prazo de validade de 02 (dois) anos a partir de 09 de abril de 2010, referente ao empreendimento denominado "Estaleiro e Base Naval para Construção de Submarinos Convencionais e de Propulsão Nuclear" a ser implantado na Baía de Sepetiba, Ilha da Madeira, Município de Itaguaí, Estado do Rio de Janeiro, 09/04/2010.

Contra-Almirante (EN-RM-1). ALAN PAES LEME ARTHOU
Superintendente de Engenharia
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: JLRC em Abril 18, 2010, 01:50:00 am
Paisanão, quando vi que tinhas postado sobre a Marinha brasileira pensei que vinhas informar que o Belo António tinha voltado a navegar mas afinal ainda não foi desta  :mrgreen:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 04, 2010, 10:50:18 am
Grandes projectos que estão a surgir do outro lado do atlântico. Espero que no futuro o Brasil tenha uma Armada digna da dimensão continental desse país.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: SSK em Maio 04, 2010, 04:07:13 pm
Alguém que fale a língua de Camões que seja ambicioso e que tenha visão estratégica!!!

Boa sorte
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: P44 em Maio 05, 2010, 09:53:37 am
Parabéns Brasil !  :Bajular:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Paisano em Maio 06, 2010, 03:27:59 pm
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Novas pistas sobre o “S-BR”, o novo submarino convencional Brasileiro

ALIDE apurou durante o evento de apresentação da nova Fragata FREMM, em Lorient na França, nesta terça-feira precisamente o que será o modelo de submarino que a empresa francesa fabricará no Brasil nos próximos anos.

A despeito das graves desavenças públicas entre a DCNS e a Navantia espanhola, sua ex-sócia no programa Scorpène, o modelo de submarino oferecido para atender às necessidades declaradas do Brasil é realmente uma versão alongada e modernizada deste mesmo design.

Para aumentar o raio de alcance do novo modelo, o submarino passará a medir perto de 70 metros de comprimento, entre quatro a cinco metros, mais comprido do que o Scorpène padrão vendido para o Chile e para a Malásia. Essas seções adicionais do casco permitirão a expandir em 20 toneladas a capacidade de óleo diesel combustível transportado pelo Scorpène brasileiro. Para fazer a autonomia do modelo brasileiro alcançar os 60 dias desejados pela MB , no mesmo esforço, será aumentado a câmara frigorífica e o espaço de armazenamento de víveres secos. Outra modificação resultante será o aumento de 31 para um total de 35 camas nos camarotes, aumentando, assim, potencialmente, o tamanho da tripulação ou número de militares de forças especiais transportados no submarino.

O sistema de combate dos submarinos brasileiros, como os indianos, será bastante modernizado em relação àquele instalado nos Scorpènes chilenos e malásios. Na parte de motorização, haverá outra grande alteração: ao invés de usar apenas dois grandes motores diesel , como nos demais submarinos Scorpène, a MB solicitou à DCNS que se empregasse, alternativamente, no S-BR quatro motores de menor porte no seu lugar. Segundo a fonte, este requerimento seria fruto da experiência satisfatória brasileira com os U209 alemães, que usam quatro motores diesel.

 O S-BR terá dois periscópios, sendo apenas um deles tradicional (ótico), do tipo penetrante no casco. O outro se compõe de um câmera de vídeo digital na ponta do mastro capaz de transmitir a imagem capturada para uma ou mais telas no interior do submarino, sem que, para isso, seja preciso abrir um outro orifício no casco de pressão. O S-BR terá seis consoles multi-função digitais que podem se substituir mutuamente, sem restrições, caso um deles apresente uma pane.

Toda a parte frontal do primeiro submarino S-BR, da proa até depois do compartimento de comando/combate, será construída na França, com a participação direta dos engenheiros civis e militares brasileiros alocados a este projeto. Daí em diante, 100% dos demais submarinos passará a ser construído no novo estaleiro de Sepetiba, no Brasil. Em alguns dias, chegarão a Cherbourg e a Lorient os primeiros brasileiros que trabalharão no processo de absorção da tecnologia transferida pelos franceses dentro deste programa . No final do mês de maio ocorrerá a cerimônia de início da construção do primeiro submarinho no estaleiro de Cherbourg.

Fonte: http://www.alide.com.br/joomla/index.ph ... gata-fremm (http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/75-extra/1305-sarkozy-e-herve-morin-prestigiam-a-apresentacao-oficial-da-primeira-fragata-fremm)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 10, 2010, 10:39:49 am
A Marinha Brasileira está em grande... os projectos vão além da simples aquisição e no futuro se tudo correr bem serão um dos grandes construtores navais militares no mundo.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: marcelo bahia em Maio 12, 2010, 05:33:09 pm
Citação de: "SevanOdran"
Marinha quer licitar navios escolta no valor de 9 bi de euros

segunda-feira, 10 de maio de 2010 18:04 BRT  

Por Denise Luna

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Marinha do Brasil pretende licitar entre o final deste ano e o próximo a construção de 18 navios escolta no valor de 500 milhões de euros cada, uma competição de 9 bilhões de euros e cuja exigência de conteúdo nacional será menor do que a habitual.

"São navios muito complexos, é difícil atingir o índice de nacionalização de outras embarcações por causa das armas", explicou o contra-almirante Francisco Deiana durante apresentação em seminário do setor naval na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

Os navios deverão ser construídos no Brasil em associação com um estaleiro projetista internacional, informou o militar, prevendo o prazo de 5 anos para a construção.

Destinados à proteção da costa, possivelmente na região do pré-sal da bacia de Santos, onde estão localizadas reservas de petróleo que podem mais que dobrar as atuais reservas brasileiras, os navios escolta terão que ter no mínimo 40 por cento de conteúdo nacional, um índice baixo se comparado aos exigidos em programas da Petrobras e suas subsidiárias, em torno dos 70 por cento.

"O modelo estratégico é ter um projeto já consagrado que seja adaptado para a nossa realidade e construído no Brasil", disse o militar, citando França, Itália e Alemanha como possíveis países que disputariam a encomenda.

"São países que possuem projetos semelhantes e já fizeram apresentação para nós, mas não temos preferência", se apressou em esclarecer antecipando uma possível polêmica que pode surgir nessa compra a exemplo do que ocorreu com a licitação de caças pelo governo brasileiro.

Ele admitiu no entanto que a decisão da compra, assim como no caso dos caças, deverá obedecer às lógicas estratégica e política do governo.

"A Marinha emite o parecer técnico, mas existem outros componentes estratégicos e políticos", afirmou.

A licitação faz parte de um plano maior de modernização da frota da Marinha brasileira, já iniciada e que soma ao todo investimentos entre 70 e 80 bilhões de euros nos próximos 20 anos, segundo Deiana.
A primeira iniciativa foi a parceria estratégica com o governo francês em 2008 para construção de quatro submarinos diesel-elétricos convencionais e o primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear, com transferência de tecnologia.

A pedra fundamental do estaleiro em Itaguaí, no Estado do Rio de Janeiro para construir o submarino nuclear será lançada em junho, segundo Deiana, em cerimônica com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Deiana informou ainda que o terceiro lote da licitação de 27 navios patrulha de 500 toneladas, no valor de 80 milhões de reais cada, será feita ao longo deste ano para mais 4 ou 6 unidades. O índice de nacionalização esperado é de 60 por cento.

Também até o final deste ano a Marinha espera assinar os contratos das 3 primeiras unidades com opção para mais 2 de uma encomenda de 12 navios patrulha de 1.800 toneladas, ao custo de 230 milhões de reais cada.

Outras encomendas estão na lista de compras da Marinha, como embarcações do sistema de segurança aquaviário, de patrulhas fluviais, apoio logístico e navios hidrográficos.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 14, 2010, 05:21:18 pm
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Revista Defesa Latina
Coração nuclear

Numa instalação da Marinha no interior do estado de São Paulo, o primeiro submarino nuclear brasileiro já é uma realidade. O Centro Experimental de Aramar, localizado em Iperó, a cerca de 100 quilômetros da capital paulista, terá um prédio totalmente dedicado a testar os sistemas de geração da energia e de propulsão do submarino – inclusive seu reator nuclear de alta potência, que será o primeiro feito com 100% de tecnologia nacional.

O prédio é o Labgene, sigla de Laboratório de Geração Núcleo-Elétrica, que está em construção em terreno de 8 milhões de metros quadrados, protegido por 22 quilômetros de cerca. “Esperamos tê-lo pronto no final de 2014”, declara o almirante Carlos Passos Bezerril, diretor do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, órgão responsável pelo projeto de propulsão do submarino nuclear.

O conjunto de edifícios abrigará as turbinas, o pressurizador, o combustível e a área para embalagem de rejeitos, entre outros. Até agora, já foram lançadas as fundações dos edifícios do reator e do combustível, que serão à prova de abalos sísmicos e até de tornados. O ritmo dos trabalhos reflete a decisão do governo federal de retomar o programa nuclear brasileiro, que sofreu interrupção no final da década de 1980 e inclui também a finalização de Angra 3 e da planta de enriquecimento de urânio da indústria nuclear brasileira (INB), em Resende (RJ), além do desenho da Política Nacional para Rejeitos Radioativos e instalações necessárias, que consta da pauta do ministro Sérgio Resende, titular da pasta de Ciência e Tecnologia.

No que diz respeito ao programa nuclear da Marinha, o panorama se clareou desde que o presidente da República decidiu pela liberação de R$ 1 bilhão em 8 anos, com repasse anual de R$ 130 milhões ao orçamento do Ministério de Defesa para financiamento das obras civis e equipamentos do reator para o protótipo em terra do submarino nuclear brasileiro – além de bolsas de pesquisa e outros investimentos.

É que a instalação conterá uma réplica detalhada de praticamente metade do submarino nuclear. Todo o ambiente de operação ao redor do reator, até a porção anterior do navio, será montado para testar minuciosamente o funcionamento dos sistemas de propulsão. Só as hélices, é claro, não estarão lá – serão substituídas por um sistema capaz de dissipar a energia produzida.

O reator experimental brasileiro já foi concebido e aguarda a fase de testes. “Primeiro a gente vai terminar o prédio. Assim que ele ficar pronto, começam os testes. Devemos passar uns dois anos nessa fase. Depois que todos os elementos forem validados, aí, sim, passaremos à fabricação para incorporação no submarino de verdade”, diz o almirante.

Pelas especificações, o reator deverá produzir 48 megawatts de energia térmica, que, após ser transferida pelos circuitos primário e secundário, fornecerá 11 MW de energia elétrica. Essa é a tecnologia mais sensível de todo o projeto – algo que ninguém transfere para ninguém no âmbito internacional. Mas, para projetar outros sistemas do submarino, a Marinha terá parceria de engenheiros franceses, pois, segundo o almirante Bezerril, “nós já sabemos construir um submarino. Agora, queremos aprender como projetar um submarino”.

Nos planos do governo brasileiro está previsto o comissionamento do primeiro submarino nuclear para 2021. A data deve marcar uma revolução na capacidade nacional de proteger suas águas. Se um submarino convencional tem autonomia máxima de algumas horas, o nuclear está limitado apenas pelo armazenamento de mantimentos e pela saúde psicológica da tripulação – nos países que já detêm essa tecnologia, há missões de até três meses sem volta à superfície. A estratégia da Marinha do Brasil poderá ser mais efetiva em termos de proteção da costa, avançando para a fronteira oceânica do país em vez de apenas guardar posições mais sensíveis próximas das praias.

O desenvolvimento da tecnologia também promete trazer vários benefícios para a indústria, que deve participar ativamente do programa da Marinha. “Tudo o que podemos comprar da indústria, nós compramos. Só fabricamos o que para ela não compensa”, arremata o almirante. Por outro lado, na linguagem do setor, essa tecnologia é dual, isto é, serve para fins militares e também para uso civil, não estando afastada a hipótese de que venha a ser usada para geração de energia elétrica em pequenas usinas nucleares. Em síntese, o Labgene é um protótipo em terra do sistema de propulsão naval, com instalações que servirão de base e de laboratório para qualquer outro projeto de reator nuclear no Brasil.

Desafios do combustível nuclear
De acordo com informações garimpadas pelo repórter Alex Rodrigues, da Agência Brasil, embora já domine todo o ciclo de produção do combustível nuclear, da prospecção mineral à fabricação das pastilhas de urânio que alimentam os reatores nucleares, o Brasil ainda não consegue produzir nem o gás UF6 nem o urânio enriquecido nos volumes necessários. A data limite para acabar com a dependência de terceiros pelo menos no primeiro desses itens é 2010, anunciado pela Marinha do Brasil como o ano em que passará a dispor de usina própria para transformar em gás UF6 o concentrado de urânio (yellowcake) e, desse modo, desenvolver a contento seu programa nuclear.

Atualmente, a conversão do urânio em pó em gás UF6 é feita no Canadá, enquanto o enriquecimento do urânio é fornecido pelo consórcio Urenco – de Uranium Enrichment Services Worldwide –, formado por Inglaterra, Alemanha e Holanda.

Assim que concluída a Usexa – Usina de Hexafluoreto de Urânio (o gás UF6) –, que funcionará em Iperó, assim como o Labgene, o país poderá produzir 40 toneladas do gás, não muito, mas o suficiente para cobrir suas necessidades. O local para a construção do edifício, que será ligado ao do Labgene por uma ponte rolante, tem subsolo rochoso com 100 metros de profundidade. Ambos os projetos foram licenciados pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), prevendo as mesmas contenções de proteção das usinas de Angra dos Reis (RJ)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 05, 2010, 03:38:15 pm
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Ministro inaugura laboratório para produção de ligas metálicas

    A Coppe iniciou o processo de produção da primeira liga experimental de Zircônio do Brasil para uso na área nuclear, batizada pelos pesquisadores de ZirBrasil-1. Com a inauguração do laboratório Mulltiusuário de Fusão a Arco - realizada dia 5 de maio, com a presença do ministro da Ciência e Tecnologia Sérgio Rezende - o país passa a deter tecnologia para o desenvolvimento de ligas metálicas especiais, entre elas a de Zircônico, utilizada na produção dos tubos que armazenam as pastilhas de urânio enriquecido dentro do reator das usinas nucleares. A previsão é de que com a detenção dessa tecnologia, o Brasil passe a economizar em torno de 15 % do preço do elemento de combustível importado, que é utilizado nas usinas nucleares Angra 1 e 2.
(http://planeta.coppe.ufrj.br/midia/multimidia/2010/1823.jpg)
 Mesa Inauguração

    O investimento total no laboratório, no valor de R$ 4,4 milhões, contou com financiamento de R$ 3,8 milhões da Finep, e apoio do CNPq, Faperj e Fundação Coppetec. O objetivo é que essa tecnologia, ainda dominada por poucos países, seja transferida para a indústria nacional, possibilitando a produção desses materiais, desde a matéria-prima até a fusão propriamente dita.

   “O futuro da área nuclear no Brasil deve ser baseado em tecnologias nacionais, o caminho é reunir esforços e implantar novos laboratórios como esse”, afirmou Sérgio Rezende. O ministro lembrou ainda que o Brasil, com a 6ª reserva de urânio do mundo, não pode abrir mão da energia nuclear. “O país vai continuar crescendo e precisará de mais energia para isso. Temos condições de dominar o ciclo completo do urânio, produzindo os elementos que exigem metalurgia avançada”, afirmou.

    O diretor da Coppe, Luiz Pinguelli Rosa, destacou a importância de projetos como esse, onde a universidade cumpre um dos seus papéis que é transformar conhecimento
    Ministro Fusão a Arco
    em resultados e benefícios para a sociedade. Também falou sobre as dificuldades pelas quais as universidades e os institutos de pesquisa vêm passando em decorrência de medidas restritivas do Tribunal de Contas da União às suas Fundações de Apoio à Pesquisa. Pinguelli solicitou ao ministro que o governo tente encontrar uma solução para essa questão. “As medidas do TCU vêm dificultando e podem inviabilizar projetos de pesquisa como esse laboratório que inauguramos, que trazem benefícios à sociedade e só são viabilizados por meio das fundações”, afirmou.

(http://planeta.coppe.ufrj.br/midia/multimidia/2010/1824.jpg)
    O ministro concordou com o diretor da Coppe sobre as dificuldades que a área de ciência e tecnologia vem passando com as restrições do TCU e anunciou que na semana que vem será votada no Congresso uma emenda para regularizar a relação das entidades de pesquisa com as fundações de apoio, revelou o ministro.

    Segundo o professor da Coppe Luiz Henrique de Almeida, coordenador do novo laboratório, o Brasil ainda não produz ligas de zircônio em escala significativa. “Essa é uma oportunidade para que o país se torne o primeiro produtor de ligas especiais no hemisfério sul”, afirmou.

    A inauguração contou com a presença do presidente das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Alfredo Tranjan Filho, da pró-reitora de Ensino e Pesquisa da UFRJ, Angela Uller, do comandante do Instituto Militar de Engenharia (IME), general de brigada Amir Elias Abdalla Kurban, do presidente do CNPq, Carlos Alberto Aragão, do diretor de Produção da INB, Samuel Fayad Filho.

    O novo laboratório é fruto de uma parceira entre o Programa de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da Coppe, Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e Instituto Militar de Engenharia (IME).

    Tecnologia de ponta

    O laboratório Mulltiusuário de Fusão a Arco produzirá ligas de zircônio, peças-chaves no armazenamento de elementos combustíveis de reatores nucleares para a geração de PesquisadorLabFusao energia e ligas de titânio e níquel, utilizadas nas indústrias nuclear, química, aeroespacial, biomédica e de petróleo.

(http://planeta.coppe.ufrj.br/midia/multimidia/2010/1825.jpg)

    As ligas de zircônio são utilizadas, por exemplo, na recarga de 1/3 dos elementos combustíveis dos reatores nucleares de Angra 1 e 2,. Ao todo, são 115 km de tubos compostos por essa liga metálica especial.

    A instalação possui um forno de fusão a arco de última geração, onde as ligas são processadas a vácuo, com capacidade de processamento de até 100 kg de liga. Em um teste-piloto feito no final do ano passado, os pesquisadores da Coppe conseguiram realizar a fusão de um lingote da liga de zircônio, comercialmente conhecida como Zircaloy-4, uma das mais utilizadas no mundo para a fabricação de varetas para o elemento combustível de reatores nucleares.

    “A capacidade de processar esses materiais em escalas piloto e semi-industrial é essencial para estimular a produção desses metais e suas ligas no Brasil. Nossa equipe já conseguiu a fusão a arco de um lingote de titânio com dimensões adequadas ao processamento industrial (cerca de 70 kg), um passo fundamental nesse sentido”, festeja Luiz Henrique.

Fonte:http://www.planeta.coppe.ufrj.br/artigo.php?artigo=1197
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: borisdedante em Junho 15, 2010, 12:57:38 am
http://www.istoe.com.br/assuntos/brasil-confidencial/ (http://www.istoe.com.br/assuntos/brasil-confidencial/)

N° Edição:  2118
11.juin - 21:06

Italianos ao mar


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A Marinha brasileira avança em seu programa de reaparelhamento. Acaba de fechar com a Itália um pacote de US$ 12,7 bilhões para a compra de 18 fragatas multimissão ítalo-francesa FREMM e dez navios-patrulha da classe Comandante, com capacidade de transportar helicópteros EC 725. Foi incluso no negócio um navio de apoio Etna, que servirá para ações como abastecimento e carregamento de munição. A primeira entrega estará limitada a três navios e três fragatas, com opção de entrega para mais cinco embarcações. O acordo será assinado em julho, na visita do premiê italiano, Silvio Berlusconi.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: TFH masterchef em Junho 17, 2010, 09:10:17 pm
http://www.youtube.com/watch?v=qwqO6OZXPHc (http://www.youtube.com/watch?v=qwqO6OZXPHc)      :G-beer2:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 08, 2010, 04:20:25 pm
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Usina de gás de urânio entra em testes

Experimentos no Centro Aramar, da Marinha, devem durar 150 dias; produção regular começa no primeiro trimestre de 2011


Roberto Godoy - O Estado de S.Paulo

 

Há movimento no abrigo do programa nuclear brasileiro. A etapa estratégica da construção da Usina de Gás de Urânio, a Usexa, no Centro Aramar, foi concluída e já entrou em testes. Houve pequena antecipação no prazo previsto. Assim, a montagem da unidade de produção e manuseio do gás ficará pronta em outubro.

Os ensaios ainda "a frio" - ou seja, sem elemento radioativo - devem durar cerca de 150 dias. A produção regular, fixada em 40 toneladas por ano, começa no primeiro trimestre de 2011.

Há mais, na área de quase 852 hectares, a 130 km de São Paulo, no município de Iperó. Ali funciona regularmente há poucos meses uma cascata das mais novas ultracentrífugas, as avançadas máquinas que enriquecem o urânio, dando a ele capacidade energética.

O conjunto está em desenvolvimento. Cada unidade, feita de finos metais e seguindo sofisticados conceitos de repulsão magnética - que mantém partes móveis sem atrito - é 30% mais eficiente que a geração anterior, a 1/M2, incorporada pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB) faz seis meses. As 1/M2 por sua vez, têm rendimento 15% superior ao lote anterior.

Ao longo desse ano a INB vai comissionar um grupo das ultracentrífugas ainda mais modernas. "Quase simultaneamente será montado o quarto conjunto, também destinado à área de produção da Fábrica de Combustível de Resende, no Rio", diz o comandante André Ferreira Marques, do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, onde coordena a área de propulsão nuclear. A meta da INB é dispor de 10 cascatas de enriquecimento até 2014.

Inspeção. As máquinas são usadas para aumentar a proporção de isótopos U235 ("ricos" em energia), separando, em meio ao gás, o U-238 (mais "pobre"). O Brasil enriquece o urânio a 4% para a pesquisa de combustíveis e a 20% em pequenas quantidades para uso científico. O índice adequado à fabricação de armas é superior a 93%. Os resultados obtidos pela Marinha são submetidos à inspeção da Agência Internacional de Energia Atômica, a AIEA. A organização mantém câmeras lacradas nas instalações de Iperó e realiza o monitoramento dia e noite. Periodicamente são feitas verificações técnicas no local, guardado por fuzileiros navais que atuam debaixo de rígidas regras de segurança.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: nelson38899 em Agosto 13, 2010, 01:50:01 pm
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DIRETORIA DE AERONÁUTICA DA MARINHA
EXTRATO DE CONTRATO Nº 1
Carta de Oferta e Aceite BR-P-SDI
Processo:NUP 63003.000415/2010-53; Objeto: Aquisição de 08 (oito)
células de aeronaves C1-A Enquadramento: Decreto nº 3.831, de 1º
de Junho de 2001; Partes: Acordo por Troca de Notas celebrado entre
o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados
Unidos da América. Valor: U$ 234.806,00 Vigência:
06/08/2010; Assinatura 06/08/2010. CA DILERMANDO RIBEIRO
LIMA Adido Naval nos Estados Unidos da América e no Canadá.


EXTRATO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 1
Carta de Oferta e Aceite BR-P-SDI
Processo:NUP 63003.000415/2010-53; Objeto: Aquisição de 08 (oito)
células de aeronaves C1-A Enquadramento: Decreto nº 3.831, de 1º
de Junho de 2001; Partes: Acordo por Troca de Notas celebrado entre
o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados
Unidos da América. Valor: US$ 234.806,00.Vigência:
16/07/2010 ;Assinatura 16/07/2010. S CA DILERMANDO RIBEIRO
LIMA Adido Naval nos Estados Unidos da América e no Canadá.


EXTRATOS DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO
TCAL Nº 63003000194/2010-13; Objeto: Transporte de oito células
de aeronaves C-1 A TRADER adquiridas junto ao Governo dos Estados
Unidos da América por meio do programa FOREIGN MILITARY
SALES -FMS CASE; Enquadramento: Caput do Art. 25, I
da Lei 8.666/1993; Justificativa:; Valor: U$ 99.969,00 (Noventa e
nove mil, novecentos e sessenta e nove dólares americanos)DAT
11/03/2010. CMG RÔMULO BRANDÃO MAIA - Ordenador de
Despesas. Ratificação: 11/03/2010 por CA NELSON GARRONE
PALMA VELLOSO - Diretor de Aeronáutica da Marinha


TCAL Nº 63003000238/2010-13; Objeto: Aquisição de cinquenta e
seis capacetes de voo Enquadramento: Caput do Art. 25, I da Lei
8.666/1993; Justificativa:; Valor: U$ 99.512,00 (Noventa e nove mil,
quinhentos e doze dólares americanos)DAT 24/03/2010. CMG RÔ-
MULO BRANDÃO MAIA - Ordenador de Despesas Ratificação:
24/03/2010 por CA NELSON GARRONE PALMA VELLOSO - Diretor
de Aeronáutica da Marinha


TCAL Nº 63003000277/2010-11; Objeto: Visita técnica para inspeção
das células da aeronave S-2G Tracker no Uruguai Enquadramento:
Caput do Art. 25, I da Lei 8.666/1993; Justificativa:; Valor: U$
7.991,00 (Sete mil, novecentos e noventa e um dólares americanos)DAT 31/03/2010. CMG RÔMULO BRANDÃO MAIA - Ordenador
de Despesas - Ratificação: 31/03/2010 por CA Nelson Garrone
Palma Velloso - Diretor de Aeronáutica da Marinha

Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 01, 2010, 05:31:48 pm
TOP GUN por um dia!

Citação de: "Corsário01"
Senhores, acho que este link responde muitas duvidas.

Outras mais serão respondidas em breve!

 :arrow: http://www.naval.com.br/blog/2010/09/01 ... or-um-dia/ (http://www.naval.com.br/blog/2010/09/01/top-gun-por-um-dia/)


(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/avnaval-51.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 01, 2010, 05:32:53 pm
Evento da Marinha traz muitas novidades sobre os programas chaves

 :arrow: http://www.alide.com.br/joomla/index.ph ... mas-chaves (http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/75-extra/1535-evento-da-marinha-tras-muitas-novidades-sobre-os-programas-chaves)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Jorge Pereira em Setembro 15, 2010, 10:50:40 am
Citar
14/09/2010 - 21:09

Submarino nuclear só ficará pronto em 2022


Houve muita celeuma sobre a decisão do governo brasileiro de fechar um acordo com a francesa DCNS e a brasileira Odebrecht, para produção de cinco submarinos: quatro convencionais e o último, um modelo a propulsão nuclear. Leis internacionais não permitem transferência de tecnologia nuclear e, por isso, a DCNS fará, em Itaguaí (RJ), apenas o casco do submarino. A propulsão nuclear virá de Aramar (SP), onde a Marinha do Brasil está evoluindo essa tecnologia. Em declarações durante a 24ª Conferência Naval Interamericana, o comandante da Marinha, Júlio Moura Neto, explicou que, em Itaguaí (RJ), DNCS e Odebrecht já produziram uma chapa para o primeiro submarino convencional. Este submarino deverá ficar pronto em cinco a seis anos e, em sequência, os demais, até a fuselagem do modelo de propulsão nuclear, em 2022.

- O projeto de propulsão nuclear não será feito na França, mas no Brasil, com início em 2012 e começo de montagem do submarino em 2015 - disse o comandante Moura Neto, frisando que caberá à estatal Nuclep fazer os cascos, que serão unificados no novo estaleiro, lembrando que, anteriormente, o Brasil fabricou, no Arsenal de Marinha do Rio, cinco submarinos com tecnologia alemã.

O programa de reaparelhamento da Marinha é mais ousado e visa, entre outras coisas, a garantir segurança para a Bacia de Campos e a bilionária área do pré-sal. Informou Moura Neto que a Marinha está construindo quatro navios-patrulha de 500 toneladas - sendo dois no Nordeste e quatro no Rio. O plano oficial, no entanto, é de se chegar a 12 unidades. Especula-se que seriam feitos com tecnologia inglesa. A Marinha pretende se aparelhar ainda com cinco navios-patrulha de 1.800 toneladas - capazes de levar helicópteros a bordo - um navio de apoio logístico de 20 mil toneladas e cinco fragatas de 6.000 toneladas.

- É impossível estar presente a todo momento na costa brasileira. Mas a Marinha do Brasil terá poder de disuasão para afastar qualquer perigo, pois terá condições de mostrar sua bandeira e se fazer presente. Além disso, disporemos de meios aéreos e de submarinos.

Moura Neto disse que o mar concentra 95% do comércio mundial e que os desafios são poluição, terrorismo, tráfico de armas e drogas, crime, pirataria e ameaças aos estados, além do esgotamento das fontes energéticas. No caso do Brasil, há que se ter especial atenção com as plataformas de petróleo. Lembrou que, por dia, 500 embarcações trafegam pela costa brasileira e citou que, pela recente Lei Complementar 106, as Forças Armadas ganharam poder de polícia.

Moura Neto informou que em breve o único porta-aviões brasileiro vai voltar a operar. O São Paulo passou bom tempo no estaleiro e, no momento, está sofrendo inspeções. Tudo indica que, no início de 2011 vai estar tinindo, podendo receber helicópteros e aviões. Sobre a compra de aviões, disse Moura Neto: "A Marinha irá comprar tipo igual ao que for escolhido pela Aeronáutica, para garantir a padronização nas Forças Armadas".

Fonte (http://http)

 
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: P44 em Setembro 15, 2010, 11:02:59 am
Submarino nuclear terá continuidade no próximo governo, aposta comandante da Marinha

A descontinuidade do projeto de construção do primeiro submarino nuclear brasileiro pelo próximo governo foi descartada hoje (13) pelo comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Júlio Soares de Moura Neto. Segundo ele, trata-se de um programa de Estado, que deverá ser desenvolvido independentemente de quem ocupe a Presidência da República.
“Isso é um projeto do Estado brasileiro, que quer ter uma Marinha à altura de sua projeção política e estratégica no mundo. Quem quer que seja o presidente vai entender a importância e dará continuidade, apoiando um projeto muito grande e que não pode parar”, afirmou Moura Neto.

O militar lembrou que o programa de desenvolvimento de um reator nuclear da Marinha ficou praticamente parado por 30 anos, de 1979 a 2009, por falta de recursos. O programa só foi retomado recentemente, com a decisão do governo de apoiar a iniciativa. A previsão é de que o submarino nuclear brasileiro seja lançado ao mar até 2020.

Moura Neto participou no Rio de Janeiro da 24ª Conferência Naval Interamericana, que começou hoje (13) e vai até o dia 17, com representantes das marinhas de 17 países. O almirante estimou que o orçamento da Marinha do Brasil para 2011 será de R$ 4,7 bilhões, praticamente o mesmo volume destinado este ano.

Ele fez uma avaliação positiva dos oito anos de administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação à Marinha. “O governo decidiu fazer os investimentos necessários. Nesses últimos oito anos, tivemos apoio em vários projetos. Estamos construindo navios-patrulha e tivemos aprovadas as construções de quatro submarinos convencionais e um nuclear. A Marinha teve todas suas pretensões de crescimento atendidas. Houve um aumento muito grande no orçamento e no investimento da força”, destacou.

O almirante revelou que o Brasil está mantendo conversas com marinhas de outros países, inclusive a chinesa, envolvendo cooperação tecnológica e construção de equipamentos. Os planos devem ser detalhados com a futura visita do ministro da Marinha da China ao país.

O vice-comandante de Operações Navais da Marinha dos Estados Unidos, almirante Jonathan Greenert, também destacou o desejo de cooperar com o Brasil. Ele apontou a necessidade de se desenvolver ações de paz na região e reforçar a luta contra o terrorismo no Atlântico Sul. “O Brasil é um líder entre as nações sul-americanas e as nossas marinhas podem trabalhar conjuntamente para garantir a liberdade nos mares, contra o contrabando e o terrorismo”, afirmou Greenert, segundo na hierarquia militar da força norte-americana.

Já o comandante da Marinha da Argentina, almirante Jorge Omar Godoy, ressaltou que existe forte vontade política entre os governos brasileiro e argentino para trabalhar de forma integrada, incluindo a troca de informação dos programas nucleares dos dois países. “A complementação entre brasileiros e argentinos dará mais força para nos apresentarmos diante da comunidade internacional. Eu considero fundamental, como mensagem ao mundo, a capacidade de manejarmos este tipo de tecnologia [nuclear] em prol da paz”, afirmou o comandante argentino.

Fonte: Da Agência Brasil – Via Pernambuco.com via Hangar do Vinna
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 17, 2010, 12:13:38 pm
Boas noticias, "ele" já navega:

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/NAe-S%C3%A3o-Paulo-A12-3.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 30, 2010, 05:27:32 pm
Mais um artigo:

Obras do Estaleiro e Base de Submarinos em Itaguaí contam com mão-de-obra local

 (http://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/29092010/img02/1.jpg)

Em um canteiro de obras com 90 mil metros quadrados, localizado na região de Itaguaí (RJ), 320 homens da Construtora Odebrecht iniciaram uma longa jornada de trabalho, sob a fiscalização permanente da Marinha. O projeto é construir a Unidade de Fabricação de Estrutura Metálica (UFEM), primeira etapa do novo Complexo Militar-Naval. O Complexo é composto, também, por um Estaleiro e pela Base Naval de Submarinos.

 (http://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/29092010/img02/2.jpg)
Demarcação da área onde serão construídas a Base Naval e o Estaleiro dos submarinos
 

Na UFEM serão produzidas as estruturas internas de submarinos, além da pré-moldagem dos materiais e equipamentos que irão dentro do meio. Responsável pelas obras da Unidade, o engenheiro civil Marcelo Vieira, conta que, desde julho deste ano, foram executadas 700 estacas, de um total de 1,6 mil. “Trabalhamos hoje com quatro máquinas de perfuratriz para as estacas do tipo escavada e outras duas para as estacas do tipo hélice”.
 
(http://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/29092010/img02/3.jpg)
Máquina de perfuratriz para estacas
 

Além da importância estratégica, tecnológica e industrial do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, existe uma latente preocupação com o aspecto social. Por esse motivo, foi implementado o Programa de Qualificação Profissional Continuada “Acreditar”, que seleciona, capacita e forma a mão-de-obra da própria região, com o intuito de contratá-la para atuar nas obras. “Grande parte dos carpinteiros, pedreiros e armadores que estão aqui, foram alunos do programa”, revelou o Diretor do Contrato da Odebrecht com a Marinha, Fábio Gandolfo. “Eles passaram por aulas teóricas, práticas e por um breve estágio, antes de se formarem e serem efetivados”, detalhou.

Fruto do Programa “Acreditar”, o atual zelador da UFEM, Fidel Prata da Silva, estava desempregado até o ano passado, quando soube da oportunidade e se interessou de imediato. “Foi a primeira vez que surgiu uma oportunidade como essa em Itaguaí. As firmas locais nunca fizeram nada parecido”. Contratado há sete meses, Fidel sonha em crescer junto com o empreendimento. “É uma chance que eu nunca tive na vida. Quero ficar aqui até o fim das obras do complexo”, afirmou.

O Gerente Executivo do Projeto e da Obra de Construção da Base Naval e do Estaleiro, Capitão-de-Mar-e-Guerra (EN) Álvaro Rodrigues Fernandez, declarou que, na fase de elaboração do projeto, a Marinha não se preocupou apenas com às questões técnicas, mas também em interferir o mínimo possível na vida da comunidade local. “Está prevista a construção de um centro de informações e esclarecimentos para o povo de Itaguaí e a quem se interesse pelo que existe aqui”, anunciou. Por último, ele registrou a preocupação da Força em preservar as residências próximas à área do Complexo e acrescentou: “A população será beneficiada pelo incremento que a construção trará à região”.
   
 (http://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/29092010/img02/4.jpg)
(Da esq para a dir) No canteiro de obras da UFEM, Gerente do Empreendimento Modular de Obtenção da UFEM, Base e Estaleiro, o C Alte (RM1-EN) Alan Paes Leme Arthou; o Diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha, C Alte Paulo Mauricio Farias Alves; o CMG (EN) Álvaro Fernandez e o engenheiro da Odebrecht, José Luiz
 

Assista ao vídeo da construção da Base e Estaleiro dos novos submarinos convencionais e de propulsão nuclear da Marinha do Brasil:
https://www.videoportal.mar.mil.br/vpor ... 0502f73:1# (https://www.videoportal.mar.mil.br/vportal/VideoPlayer.jsp?ccsid=C-4c9a66c0-af67-43b6-99f9-756fb0502f73:1#)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 30, 2010, 05:28:41 pm
Citação de: "Marino"
Escola de Projeto de Submarinos é inaugurada na França
 
(http://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/29092010/img04/1.jpg)
Em cerimônia realizada no dia 16 de setembro, em Lorient (França), foi inaugurada a Escola de Projeto de Submarinos (École de Conception des Sous-Marins), construída pela empresa francesa Direction des Constructions Navales et Services (DCNS), especialmente para efetuar a transferência de tecnologia do projeto de submarino nuclear, à exceção da propulsão nuclear, aos engenheiros navais da Marinha do Brasil, conforme previsto em contrato do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB).

A cerimônia de inauguração foi presidida pelo Coordenador-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, e contou com a presença do Prefeito da cidade de Lorient, do Comandante Naval da Região, da Deputada da Comissão de Defesa no Parlamento Francês, do representante da Direction Génerale de l'Armement, do Gerente de Projeto para a Transferência de Tecnologia, do Diretor da Divisão de Submarinos da DCNS, do Diretor do PROSUB, além de outras autoridades locais.

Representando o Brasil, participaram o Coordenador-Executivo do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, o Encarregado do Escritório Técnico do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ET-PROSUB) na França, além de representantes da Odebrecht, da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear e do ET-PROSUB de Paris.

Com a inauguração, está em andamento um programa de preparação, que durará 18 meses, para formar três grupos que se juntarão sucessivamente, sendo o primeiro constituído por 26 engenheiros navais da Marinha do Brasil. Ao retornar ao Brasil, esta turma inicial será responsável por disseminar a tecnologia de projeto de submarinos para os demais engenheiros do Programa de Desenvolvimento de Submarinos. O PROSUB tem como propósito projetar o primeiro submarino de propulsão nuclear do Brasil, a ser inteiramente construído no futuro Estaleiro Naval de Itaguaí, no litoral do Rio de Janeiro.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Paisano em Outubro 11, 2010, 02:50:28 am
Vídeo: Construção da Base e Estaleiro de Submarinos, em Itaguaí, no Rio de Janeiro.

https://www.videoportal.mar.mil.br/vpor ... 0502f73:2# (https://www.videoportal.mar.mil.br/vportal/VideoPlayer.jsp?ccsid=C-4c9a66c0-af67-43b6-99f9-756fb0502f73:2#)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: GI Jorge em Outubro 11, 2010, 10:11:38 pm
Esperem até verem o complexo onde os dois subs portugueses vão estar guardados. Esperem...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 12, 2010, 10:02:24 am
Citação de: "GI Jorge"
Esperem até verem o complexo onde os dois subs portugueses vão estar guardados. Esperem...

 :?:

O que é que uma coisa tem a haver com a outra?
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: GI Jorge em Outubro 12, 2010, 06:32:21 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "GI Jorge"
Esperem até verem o complexo onde os dois subs portugueses vão estar guardados. Esperem...

 :?:

O que é que uma coisa tem a haver com a outra?

O facto de o Brasil estar a construir esta excelente base e estaleiro navais enquanto os subs portugueses vão estar no Alfeite (penso eu) que nem por isso é assim tão boa como base naval, devido à sua fraca protecção. Penso que se deveria manter a base portuguesa no mesmo sitio, mas fazer como os brasilerios, construir este tipo de infraestruturas, que para além de darem mais protecção à frota, seriam óptimas para a sua manutenção, adequando-se aos novos tipos de navios que se vão começar a desenvolver.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: sergio21699 em Outubro 12, 2010, 11:10:26 pm
Citação de: "GI Jorge"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "GI Jorge"
Esperem até verem o complexo onde os dois subs portugueses vão estar guardados. Esperem...

 ;)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: armando30 em Outubro 13, 2010, 01:36:21 am
Citação de: "sergio21699"
Citação de: "GI Jorge"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "GI Jorge"
Esperem até verem o complexo onde os dois subs portugueses vão estar guardados. Esperem...

 ;)

consegues dizer qual a página ou qual o ano ou mês em que foram inseridas no tópico?

agradecia se me pudesses responder.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 13, 2010, 09:51:44 am
Mas vocês ainda não perceberam que eles vão construir lá submarinos (incluindo submarinos nucleares)? Isto é um projecto em grande, nada comparável a qualquer coisa que se vá fazer na Europa.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: P44 em Outubro 13, 2010, 03:27:30 pm
Tu queres ver que construiram alguma base de submarinos subterrânea no Alfeite????????
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 13, 2010, 03:58:24 pm
Eles estão a falar das novas instalações para a Esquadrilha de Submarinos e nova área de docagem (ou seja lá como isso de chama) :oops: :

(http://www.mdn.gov.pt/NR/rdonlyres/D6DC0D11-0B3C-4F06-B4DE-A5A28C4278FF/0/08092010_mdn_tridente_002.jpg)

(http://www.mdn.gov.pt/NR/rdonlyres/E9CD66F8-1600-4693-91BE-CE6466518DD2/0/08092010_mdn_tridente_009.jpg)

(http://poadu.files.wordpress.com/2010/09/sam_3263b.jpg)

(http://img294.imageshack.us/img294/212/ssssssx.jpg)

(http://img705.imageshack.us/img705/8813/qqqqqqqqqr.jpg)

Ou seja, nada comparado ao que os Brasileiros estão a construir de raiz.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: P44 em Outubro 13, 2010, 05:36:02 pm
eu sei, estava a usar um "ironismo"
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 13, 2010, 05:43:20 pm
Não conheço isso, vocês do PP têm umas manias esquisitas... c34x

Todos comigo: - Avante camarada, avante, contra os submarinos avante!  :lol:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: P44 em Outubro 13, 2010, 05:58:29 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Não conheço isso, vocês do PP têm umas manias esquisitas... c34x

Todos comigo: - Avante camarada, avante, contra os submarinos avante!  :lol:


tá calado, comuna  :!:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 13, 2010, 06:01:40 pm
Fui descoberto... c34x  :lol:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 15, 2010, 06:11:57 pm
Tropas brasileiras seguem para o Líbano para missão humanitária

 :arrow: http://noticias.r7.com/videos/tropas-br ... 21380.html (http://noticias.r7.com/videos/tropas-brasileiras-seguem-para-o-libano-para-missao-humanitaria/idmedia/aa334c9bcab159e9f13df163d0f21380.html)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: GI Jorge em Outubro 15, 2010, 09:08:48 pm
Citar
Tropas brasileiras seguem para o Líbano para missão humanitária

Cerca de 250 fuzileiros da Marinha vão participar de uma missão humanitária da ONU em 2011. Mais de 2.000 homens participaram do treinamento que utilizou simulações de guerra como, combate, ocupação de terras, voos aéreos e outros. Este foi o maior treinamento realizado no Brasil desde 2000.

Uau. Estes brasileiros até já fazem voos aéreos. Quando fizerem navegação marítima... Nem quero pensar.  :mrgreen:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 16, 2010, 10:30:44 am
Jornalistas...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: SantaCatarinaBR em Outubro 23, 2010, 02:37:58 am
SantaCatarinaBR - Brasileiros e Britânicos participam de manobra conjunta (14/09/2010)
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Reportagem exibida dia 14/09/2010 no Jornal da Globo (GLOBO).
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Em Marambaia, no sul do estado do Rio de Janeiro, 120 fuzileiros navais do Brasil embarcaram para a operação conjunta com 539 fuzileiros britânicos. Eles treinaram em diferentes situações militares.
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Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: SantaCatarinaBR em Outubro 23, 2010, 02:38:35 am
SantaCatarinaBR - Reportagem sobre a construção da base e estaleiro de Submarinos
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Primeira reportagem de uma série sobre a construção da Base e Estaleiro de Submarinos, em Itaguaí, no Rio de Janeiro.
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Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: SantaCatarinaBR em Outubro 23, 2010, 02:39:14 am
SantaCatarinaBR - Brasil quer estender soberania de 350 milhas sobre o mar
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Reportegem exibida dia 11/10/2010 no Jornal da Globo (Globo)
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Antes ainda da vigência de tratados internacionais a Marinha brasileira quer exercer soberania sobre uma área ampliada das águas territoriais, a chamada 'Amazônia azul', por ser tão extensa quanto a Amazônia.
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Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 23, 2010, 02:17:56 pm
Citação de: "SantaCatarinaBR"
SantaCatarinaBR - Brasileiros e Britânicos participam de manobra conjunta (14/09/2010)
-
Reportagem exibida dia 14/09/2010 no Jornal da Globo (GLOBO).
-
Em Marambaia, no sul do estado do Rio de Janeiro, 120 fuzileiros navais do Brasil embarcaram para a operação conjunta com 539 fuzileiros britânicos. Eles treinaram em diferentes situações militares.
-

Isto foi para ver se vocês ficavam interessados nuns barquinhos... c34x

É o que se chama de visita de charme.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: SantaCatarinaBR em Outubro 24, 2010, 02:57:29 pm
SantaCatarinaBR - Reportegens sobre a Operação Formosa, treinamento dos Fuzileiros para o Líbano
-
O Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil realizou, entre os dias 5 e 13 de outubro, o Exercício OPERAÇÃO FORMOSA 2010, no Campo de Instrução de Formosa, a aproximadamente 70 quilômetros de Brasília (DF), pertencente ao Exército Brasileiro. Cerca de 2.000 homens foram deslocados para o exercício, que empregou carros de combate, veículos blindados anfíbios, baterias de artilharia, veículos aéreos não tripulados (VANT) e uso de munição real.
-
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 28, 2010, 02:53:40 pm
Citação de: "kekosam"
Marinha Brasileira recebe seu primeiro helicóptero EC725

Recebemos a notícia do Chefe de Operações do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral da Marinha, o esquadrão HU-2 Pegasus, que a aeronave EC725 “Pegasus 7101" foi recebida hoje, dia 27 de outubro, na França e será transportada ao Brasil onde ficará sediada na Base Aérea Naval em São Pedro da Aldeia (BAeNSPA). A previsão é que a aeronave esteja operando no Brasil somente no ano que vem.

(http://cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2010/10/7101a.jpg)

A aeronave é a primeira de um pedido de 16 aeronaves para Marinha Brasileira (no pedido total seria 50 helicópteros EC725. Além da Marinha, virão 18 para FAB e 16 para o Exército Brasileiro). Como na primeira remessa serão enviados os três primeiros (um de cada força), aguardamos as informações do Exército e da Força Aérea.

(http://cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2010/10/7101.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 13, 2010, 03:13:13 pm
Citação de: "Marino"
Comandante da Marinha realiza voo na aeronave AF-1A

(http://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/12112010/img01/1.jpg)
Aeronave AF-1A (N-1022) tripulada pelo Comandante da Marinha, Alte Esq Moura Neto, e pelo Comandante do EsqdVF-1, Capitão-de-Fragata Fonseca Junior
 

No dia 8 de novembro, o Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, realizou seu primeiro voo a bordo da aeronave AF-1A, sendo recebido no 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1) pelo Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Eduardo Monteiro Lopes, e pelo Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Liseo Zampronio.

Após o briefing, onde foram repassados os procedimentos de segurança e as manobras a serem executadas, decolaram duas aeronaves AF-1A. A N-1022 foi tripulada pelo Comandante da Marinha e pelo Comandante do EsqdVF-1, Capitão-de-Fragata Fonseca Junior.

Foram demonstradas as seguintes manobras para o Comandante da Marinha: decolagem na ala (em formatura), voo em formatura, manobras básicas, break e circuito de pouso em porta-aviões.

Em seguida, o Almirante-de-Esquadra Moura Neto esteve na Praça d’Armas do EsqdVF-1, onde recebeu o capacete usado durante o voo. No local, ele proferiu algumas palavras, nas quais agradeceu a acolhida e teceu elogios ao profissionalismo demonstrado por todos os pilotos da Marinha do Brasil.
 
(http://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/12112010/img01/2.jpg)

Está marcado para breve uma modernização a estes caças.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: SantaCatarinaBR em Novembro 19, 2010, 02:21:11 am
SantaCatarinaBR -  Contra-Almirante Caroli fala sobre o futuro comando da UNIFIL pelo Brasil

TV Senado exibe, no programa Diplomacia, entrevista com o Contra-Almirante Caroli sobre a Força Naval da ONU no Oriente Médio, a UNIFIL.

O programa "Diplomacia", da TV Senado, exibiu, nos dias 13 e 14 de novembro, uma entrevista exclusiva com o oficial brasileiro que será o futuro comandante da Força Naval das Nações Unidas no Líbano, Contra-Almirante Luiz Henrique Caroli.

O Brasil foi convidado pela ONU e aceitou a missão de comandar uma força multinacional, em substituição à Itália. Além de Oficiais da Armada, tropas de Fuzileiros Navais e do Exército brasileiro deverão integrar a United Nations Interim Force in Lebanon (UNIFIL), a missão de paz que busca dar fim ao conflito armado entre Israel e o Líbano.
 
Os primeiros oficiais deverão partir rumo a Beirute nas próximas semanas e, segundo o Contra-Almirante Luiz Henrique Caroli, a tropa brasileira está apta a enfrentar o desafio. A presença do Brasil no conflito do Oriente Médio ainda foi o tema da reportagem especial do programa "Diplomacia" que ouviu diplomatas, parlamentares e analistas

Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Miguel Silva Machado em Novembro 29, 2010, 02:22:45 pm
MODERNIZAÇÃO DOS “LYNX” NA MARINHA BRASILEIRA
Hoje apresentamos mais um artigo vindo da revista brasileira “Segurança & Defesa” que muito nos honra com a sua colaboração no “Operacional”. Os “Lynx” são um helicóptero bem conhecido da Marinha Portuguesa e certamente que os nossos leitores gostarão de ver o que foi o “processo Lynx” no Brasil e algumas notas sobre a modernização destes helicópteros no Reino Unido .

http://www.operacional.pt/modernizacao- ... rasileira/ (http://www.operacional.pt/modernizacao-dos-lynx-na-marinha-brasileira/)

(http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/11/3-25970071-copy.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: LuisC em Novembro 30, 2010, 12:38:13 am
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 30, 2010, 03:10:42 pm
Citar
27/11/2010 – Hoje por volta das 10:35h, o NAe São Paulo suspendeu para continuar seus testes de prontificação, buscando o mais rápido possível entrar em Fase 3. Uma vez em Fase 3, o mesmo poderá ser entregue à Esquadra e participar de todos os exercícios com os demais navios da MB.  Os Esquadrões HU-1 e HU-2 irão se juntar ao navio nestes testes. Espera-se um 2011 repleto de operações para o NAe São Paulo e nós do Poder Naval estamos na torcida  para que o navio sob o comando do CMG José Renato alcance o quanto antes estes objetivos.

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/SP-01.jpg)

http://www.naval.com.br/blog/
Título: Re:
Enviado por: PCartCast em Novembro 30, 2010, 03:19:38 pm
Citação de: "Leonardo Besteiro"
É pelo que estou vendo meus amigos que visitaram essas terras recentementes estavam certos quanto a educação e cordialidade. Primeiro o São Paulo, O Principe de Asturias, os NaE Russo e Ingleses não são porta aviões são Navios Aeródromos Ligeiros pois levam um pequeno grupo aéreo, PORTA AVIÕES quem tem são os EUA belonaves que levam 50caças isso sim é um prota aviões quanto a ser lider do mundo lusofono, quem o é Portugal, me digam pq? Vocês investem muito em pesquisa espacial, vocês tem um aceledor de patículas de luz síncontron? Vários centros de pesquisas biológicas e moleculares? Centro de pesquisa nuclear? Uma das tres maiores empresas aeronáuticas do mundo? Um tunel de vento hipersônico? Uma camara para gerar ambiente espacial para tertar satélites? Vocês tem alguma fabrica de misseis? Por isso e por mais que eu não acho eu afirmo que o Brasil é o lider do mundo lusofono e posso dizer mais, nós não fomos as terras de ninguém e roubamos seus tesouros. Então usem um pouco esse negócio pesado que está acima do pescoço antes de escreverem bobeiras tá. Não quero ser arrogante nem descordial, mas palhaçada me irrita. Um abraço aqueles que querem conversar civilizadamente.

Não gosto das terríveis batalhas cibernéticas entre portugueses e brasileiros, e normalmente não as fomento.... mas não resisti a fazer 1 comentário a este post.

Pesquisa Espacial:
Portugal faz parte da ESA, tendo desenvolvido vários sistemas para satélites.
No programa espacial norte-americano Apollo a camada de protecção que protegia os astronautas americanos era feita de 100% cortiça nacional :P .
Actualmente as placas cerâmicas que protegem o shuttle também são feitas em Portugal.
Os sistemas informáticos e encriptação de dados do shuttle são made in Portugal (Critical software).
A já referida empresa também desenvolve sistemas similares para a ESA e os sectores militares, incluindo a Marinha Portuguesa.

Acelerador de Partículas:
Cientistas portugueses fazem parte do projecto Suíço, o mesmo, segundo o que se diz, tem capacidade de criar mini-buracos negros através da colisão de partículas. É de salientar que este projecto é uma joint-venture internacional, sendo o maior acelerador do mundo.

Tunél de Vento:
1 dos 2 únicos túneis de vento na península Ibérica está localizado em Castelo Branco Portugal, o outro está em Barcelona se não me engano.

Nuclear:
Sim também temos 1 reactor nuclear, apesar de ser apenas de pesquisa, localiza-se perto de Santarém se não me engano.

Talvez queira dar uma vista de olhos neste vídeo, e para não dizer que é falso, veja só que até em português do Brasil

http://www.youtube.com/watch?v=Ij7GX6bQ0-I (http://www.youtube.com/watch?v=Ij7GX6bQ0-I)
Título: Re: Re:
Enviado por: armando30 em Novembro 30, 2010, 03:47:29 pm
Citação de: "PCartCast"
Os sistemas informáticos e encriptação de dados do shuttle são made in Portugal (Critical software)
empresa que já tem escritórios nos E.U.A e no Brasil.
li à algum tempo um artigo que referia que iriam aumentar a exportação de tecnologia para as FA Norte-Americanas.
um exemplo de excelência da tecnologia deles é o sistema de comunicações da Marinha Portuguesa que já foi exportado para outras marinhas (pelo menos sei que o Reino Unido e a Holanda também utilizam a mesma tecnologia)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Get_It em Novembro 30, 2010, 07:09:38 pm
Sobre a Critical Software ainda há uns anos tive a oportunidade de conversar com engenheiros que estiverem encarregues de desenvolver o sistema de comando e controlo das Vasco da Gama. É incrível que as pessoas não se dão conta de até onde a tecnologia portuguesa já chegou.

Já agora aproveitem para perguntar à EMBRAER de quem é o sistema que eles utilizam para testar e detectar falhas no sistema informático das aeronaves deles.

Cumprimentos,
Título: Re: Re:
Enviado por: LuisC em Novembro 30, 2010, 10:40:56 pm
Citação de: "PCartCast"
Nuclear:
Sim também temos 1 reactor nuclear, apesar de ser apenas de pesquisa, localiza-se perto de Santarém se não me engano.

O Reactor encontra-se no Instituto de Tecnologia Nuclear (ITN), em Sacavém.
Título: Re: Re:
Enviado por: PCartCast em Dezembro 02, 2010, 03:55:09 pm
Citação de: "PCartCast"
Actualmente as placas cerâmicas que protegem o shuttle também são feitas em Portugal.

Pois, ás vezes a falta de informação faz destas coisas, cometi uma gaffe, afinal as placas cerâmicas do shuttle não são feitas em Portugal. O que é feito em Portugal, e é considerado mais avançado que as placas da NASA, e ainda está em testes, é o futuro revestimento de uma possível nave espacial europeia.

http://www.reconquista.pt/noticia.asp?i ... on=noticia (http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=248&id=23289&idSeccao=2738&Action=noticia)

podem obter mais informações em:
http://www.isq.pt/ (http://www.isq.pt/)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: ShadIntel em Dezembro 02, 2010, 04:01:48 pm
:arrow: Tecnologia Portuguesa (http://http)
 :arrow: Indústrias de Defesa e Tecnologia Militar (http://http)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Luso-Efe em Dezembro 03, 2010, 01:40:50 am
Citar
Navio-patrulha Macau é incorporado à Armada da Marinha do Brasil

30.11.2010| 09:42
 
O navio recebeu este nome em homenagem à cidade do litoral potiguar (Mauri Melo) O navio-patrulha Macau foi incorporado à Armada da Marinha do Brasil, nesta terça-feira, 30, em uma cerimônia no píer da Indústria Naval do Ceará (Inace), em Fortaleza.

O evento contou com a presença do comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto.

(http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_128033434835/2010/11/30/2071751/20101130134321281393i.jpg)

Segundo informações da Capitania dos Portos do Ceará, o Macau, que mede 55,6 metros de comprimento, foi construído pela Inace e recebeu este nome em homenagem à cidade do litoral potiguar, famosa por suas salinas e pela produção de petróleo.

A construção faz parte de um estudo realizado pela Marinha do Brasil, em novembro de 2005, para a construção de uma nova classe de navios-patrulha que realiza, prioritariamente, apoio à fiscalização das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), atividade de patrulha, inspeção naval e salvaguarda da vida humana no mar, contribuindo para a segurança do tráfego marítimo nacional e defesa dos interesses estratégicos do Brasil.

Eu só espero que os Brasileiros se armem até aos dentes, e que se dotem de umas forças armadas á imagem e semelhança do seu poderio ecónomico.

Para mim como Portugues é um orgulho, e digo isto sem qualquer tipo de neo-colonialismo ver o Brasil entre as 5 maiores potencias mundiais.

Para além do mais, devemos alavancar em Portugal o máximo de interesses Brasileiros, de modo a tornar Portugal na porta de entrada do Brasil na Europa.

Isto servirá como um seguro de vida para Portugal, face á crescente ameça castelhana.

Por isso, também não percebo o atrito com os Brasileiros, nem percebo nem entro nelas nas guerras que por vezes se vêm na blogosfera.

Eu tenho todo o apreço pelo Brasil, e pelas Brasileiras mais ainda. :snipersmile:

Cumprimentos.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Canachi em Dezembro 03, 2010, 10:29:34 am
Hasta que Brasil tenga unas fas como las españolas, le quedan mas de 20años,todo su armamento es de segunda mano y comprado en mercadillo. Menudo ejemplo te pones muchacho.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 03, 2010, 10:46:25 am
Citação de: "Canachi"
Hasta que Brasil tenga unas fas como las españolas, le quedan mas de 20años,todo su armamento es de segunda mano y comprado en mercadillo. Menudo ejemplo te pones muchacho.

Não é bem assim Canachi, o Brasil já construiu os seus U-209 e agora prepara-se para construir uma versão do Scorpene (o submarino vai ser maior e não vai ter AIP) e os seus SNB no seu novo estaleiro naval. Além disso todos os novos patrulhas são construidos no Brasil assim como serão as novas fragatas de 6000 toneladas (serão ou os FREMM Francês ou os FREMM Italianos). Depois há o FX-2 que sairá para breve e também serão construidos no Brasil (provavelmente o Rafale), o KC-390 (Portugal está neste projecto), os Urutu III, etc.

Para além disso há misseis, radares, aviões (Super-Tucano), helicópteros, etc.

As Forças Armadas Brasileiras receberam muito material novo e vão continuar nos próximos anos.

Eles não estão parados...não são a Argentina.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Canachi em Dezembro 03, 2010, 10:56:00 am
Pués lo que he comentado Cabeça, 20 años para tener unas fas en condiciones de pais sudamericano.
FRAGARAS TIPO 21 CON MIL AÑOS ENCIMA
PORTA FRANCES CON CURENTA AÑOS QUE APENAS LE DA PARA CAMBIAR DE SITIO EN PUERTO
AVIONES A.4 COM MAS AÑOS QUE LA GENTE QUE LOS PILOTA
RECIENTE COMPRA DE LEOPARD I.
12 MIRAGE 2000 COMO EXCLUSIVO VECTOR QUE NO PERTENEZCA AL SIGLO 19.
y dicen que van a comprar y dicen que van a comprar y dicen que van a comprar.............pero nunca compran.Fantasma se llama a esa figura.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 03, 2010, 11:19:38 am
- Submarinos - contracto assinado e estaleiros navais em construção neste momento. Engenheiros navais Brasileiros já foram para a França fazer um curso para aprenderem a desenhar e desenvolver submarinos (isso fazia parte das contrapartidas)

- Helis (Cougar e MI-35) - contracto assinado e os primeiros exemplares entregues.

- Radares - desenvolvidos e os primeiros exemplares entregues

- Misseis - são vários modelos é cada um está na sua fase de desenvolvimento (desde os modelos que ainda estão no principio de desenvolvimento em pareceria ou sozinhos, a misseis que já foram entregues)

- Super-Tucano - grande parte dos países Sul-Americanos têm este aparelho que é já um sucesso de vendas

- KC-390 - já há contractos assinados com vários países (incluindo Portugal) e os prazos têm sido cumpridos

- FX-2 - vai ser o novo governo a decidir

- Os Leopard I foram adquiridos antes de haver a END e desde aí foi assinado o contracto com os Italianos por causa do Urutu III.

Tudo isto foi feito em dois mandatos do Lulla. Não há muitos países naquele continente que tenham feito tanto (excepto um talvez um Chile e uma Venezuela e eles compram tudo, não desenvolvem nem fazem no próprio país.

Em relação ao PA, ele está a voltar ao activo, os A-4 não são grande coisa actualmente, mas depois de modernizados serão tão ou mais superiores aos Harrier.

Tudo depende é do novo governo, se eles continuarem a apostar minimamente na Defesa como têm feito desde à 10 anos, as Forças Armadas Brasileiras ficaram num patamar que poucos países têm na América do Sul e com uma industria de armamento minimamente autónoma em relação ao estrangeiro (que é o objectivo principal do Brasil).
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Canachi em Dezembro 03, 2010, 11:31:21 am
"mas depois de modernizados serão tão ou mais superiores aos Harrier."

Esa tonteria no es propia de ti cabeça. Cuentame la modernización y caracteristicas del avion modernizado.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 03, 2010, 12:13:37 pm
Segundo li num fórum Brasileiro serão modernizados apenas 12 A4, sabe-se pouco do que se vai fazer em concreto na modernização desses caças, excepto que vão ter os Radares Israelitas Elta 2032 ( http://www.iai.co.il/sip_storage/FILES/6/27546.pdf (http://www.iai.co.il/sip_storage/FILES/6/27546.pdf) ), na verdade os Israelitas serão os grandes responsáveis pela modernização dos ditos caças.

Vou perguntar a quem sabe e já te respondo.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 15, 2010, 03:35:08 pm
Citação de: "Marino"
Primeiro tiro de metralhadora 20 milímetros a partir de uma aeronave AF-1
(http://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/14122010/img03/1.jpg)

De 16 a 26 de novembro, foi realizada, na Base Aérea de Santa Cruz (BASC), no Rio de Janeiro, a 1ª Campanha de Tiro de Metralhadora a partir de uma Aeronave AF-1. O intuito foi efetuar os ensaios de vibração na aeronave, em proveito do programa de modernização desenvolvido com a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) e verificar a qualidade dos procedimentos de harmonização realizados.

A campanha foi executada em duas fases, que consistiram na instrumentação do AF-1 no Hangar do 1º/16º GAv (Esquadrão Adelphi), a fim de registrar a sua vibração no momento dos disparos e na realização dos tiros a partir da aeronave, no solo, sobre alvo em caixa de areia.

O sucesso obtido nesta campanha, inédita na Marinha do Brasil (MB), foi fruto do trabalho de diversas Organizações da MB ao longo dos últimos três anos. São elas: Centro de Manutenção de Sistemas da Marinha (CMS), Centro de Apoio a Sistemas Operativos (CASOP), Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA) e o 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque  (EsqdVF-1).

Ao todo foram efetuados 519 tiros em diversas rajadas, a partir de duas armas, e no dia 26 de novembro, foi realizado o primeiro tiro de canhão em voo por uma Aeronave AF-1/1A, na Área Oceano (Área Marítima da restinga da Marambaia), no qual foram despendidos 63 tiros.

Tal feito elevou o 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque a um patamar operacional que permitirá o pleno emprego do meio para a obtenção das qualificações de seus pilotos e do pessoal de apoio, com ganhos significativos para o cumprimento das missões de apoio à Esquadra.
 
(http://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/14122010/img03/2.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 22, 2010, 11:52:54 am
Citar
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA
Esplanada dos Ministérios, Bloco N, Anexo A,, 3o Andar, Brasília, DF, CEP 70.055-900
Telefone: (61) 3429-1021 Fax: (61) 3429-1027
Senhor jornalista,
Em relação à nota “Almirante mareado” publicada, ontem (21), em sua coluna em “Veja
on line”, a Marinha do Brasil (MB) esclarece que entregou, ao Ministério da Defesa, o Plano de
Articulação e Equipamento da Marinha do Brasil (PAEMB), que apresenta as necessidades da MB,
para os próximos 25 anos, no sentido de adequar a Força ao prescrito na Estratégia Nacional de
Defesa (END). Esse Plano contempla ações a respeito de instalações militares e de quantificação
dos meios necessários ao atendimento eficaz das suas possibilidades de emprego.
A proposta apresentada no PAEMB engloba as seguintes ações:
- Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) - construção de submarinos
convencionais e de propulsão nuclear, Base e Estaleiro associados; e transferência de tecnologia
para a construção de submarinos convencionais e para a parte não nuclear do submarino de
propulsão nuclear;
- implantação da segunda Esquadra e da segunda Divisão Anfíbia no Norte/Nordeste do
Brasil, o que inclui Base Naval, Base Aérea Naval, Base de Fuzileiros Navais e Base de
Abastecimento;
- implantação do Projeto "Amazônia Segura", com a criação e elevação de categoria de
Capitanias Fluviais e suas Delegacias e Agências, construção de navios de patrulha fluvial, navios
de transporte fluvial, navios de assistência médico-hospitalar, criação de Batalhões de Operações
Ribeirinhas;
- construção do núcleo principal do Poder Naval (escoltas, navios aeródromos, de
propósitos múltiplos, de apoio logístico, de transporte e apoio, navios-patrulha, aeronaves de asa
fixa e móvel, veículos aéreos não tripulados (VANT) e meios de Fuzileiros Navais para duas
Divisões Anfíbias); e
- desenvolvimento e implantação do Sistema de Monitoramento da Amazônia Azul
(SisGAAz).
A importância do mar assinalada pela História foi, atualmente, transferida para os
interesses marítimos brasileiros. Não há país que disponha de litoral e não identifique interesses
políticos, econômicos e militares no mar, resultantes dos anseios, necessidades, possibilidades e
cultura de um povo. Esses interesses, para serem alcançados, dependem da adequada obtenção e do
emprego de meios apropriados, isto é, dependem de uma estratégia marítima, que prepare e
empregue convenientemente suas forças.
Atualmente, os macro-valores a seguir estão concentrados em até 100 km do litoral, nos
8.500 km da costa brasileira:
- 78% da receita da união;
- 80% da população;
- 93% da produção industrial; e
- 85% do consumo de energia elétrica.
Quanto aos recursos minerais existentes nas nossas Águas Jurisdicionais, que costumamos
chamar de Amazônia Azul, cujo significado corresponde a uma área marítima adjacente à costa
brasileira de, aproximadamente, 4,5 milhões de quilômetros quadrados, compreendendo o Mar
Territorial, a Zona Econômica Exclusiva (ZEE), mais a Plataforma Continental, prolongamento
natural da massa terrestre, que, em alguns pontos, ultrapassa a distância de 200 milhas da ZEE,
podendo chegar a até 350 milhas náuticas, os principais valores são:
- a produção de petróleo é de cerca de 2,08 milhões de barris/dia, sendo que cerca de
82% provêm do mar;
- 90% das reservas totais de petróleo estão localizadas no mar;
- 67% das reservas totais de gás natural estão localizadas no mar;
2
- centenas de plataformas de petróleo, embarcações de apoio (off-shore) e Navios
Petroleiros; e
- nas Bacias Petrolíferas vivem, em regime de rodízio, mais de 30 mil pessoas
(posicionados entre 80 e 270 km de terra).
O transporte marítimo é uma atividade de importância estratégica para o País, tanto sob o
enfoque da economia, quanto da segurança nacional. O Brasil precisa dispor de uma Marinha
Mercante significativa, que transporte parcela ponderável dos produtos de interesse e garanta o
suprimento vital dos mesmos, além de eventuais necessidades militares, em situação de crise
internacional ou de conflito armado envolvendo o País. No momento, mais de 95% do Comércio
Exterior brasileiro é por via marítima, que correspondeu, em 2009, a cerca de US$ 280 bilhões.
Em função dessa vertente histórica, política, econômica e social, a MB é uma Instituição
permanente e regular, e destina-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por
iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.
Destaca-se que, para a defesa da Pátria e do inestimável patrimônio chamado “Amazônia
Azul”, a Marinha emprega, entre outros meios, os submarinos, que possuem inúmeras capacidades,
destacando-se a de ocultação. A capacidade de ocultação, aliada às características hidrodinâmicas,
dificulta imensamente a detecção pelas unidades oponentes, propiciando ao submarino o princípio
da surpresa tática. Nesse contexto, a maior importância do submarino está na negação do uso do
mar, tarefa em que se destaca pela sua eficiência, dissuadindo o oponente devido ao elevado risco a
que estará exposto, obrigando-o a um esforço considerável para manter o controle da área do seu
interesse.
Atualmente, o Brasil vem assumindo um destaque crescente no cenário mundial, ocupando
uma posição cada vez mais próxima dos pólos estratégicos globais. Assim, a importância
estratégica pretendida pela MB é a de dispor de uma Força de Submarinos com a capacidade de
contribuir para tornar a via diplomática mais atraente para a solução de controvérsias, ampliando a
condição de defesa do País e o seu poder dissuasório, constituindo-se em uma força naval de
envergadura, composta de submarinos modernos, convencionais e de propulsão nuclear, para
assegurar o objetivo de negação do uso do mar. Por sua vez, o Brasil, de acordo com a END,
manterá e desenvolverá sua capacidade de projetar e fabricar tanto submarinos de propulsão
convencional como de propulsão nuclear. Cuidará, ainda, de ganhar autonomia nas tecnologias
cibernéticas que guiem os submarinos e seus sistemas de armas, e que lhes possibilitem atuar em
rede com as outras forças navais, terrestres e aéreas.
Enfim, a MB visualiza possuir uma Força moderna, equilibrada e balanceada, dispondo de
meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais compatíveis com a inserção político-estratégica do
nosso País no cenário internacional e, em sintonia com os anseios da sociedade brasileira,
permanentemente pronta para atuar no mar e em águas interiores, de forma singular ou conjunta, de
modo a atender à destinação constitucional.
Atenciosamente,
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Paisano em Dezembro 28, 2010, 12:40:48 am
Citação de: "WalterGaudério in Fórum Defesa Brasil"
TESTES de MAR do P 70 Macaé em MAR GROSSO.

Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 05, 2011, 03:29:49 pm
Descoberta do binfa do DB:

CFN - Operação Formosa

- 2.500 soldados,
- 175 viaturas e
apoio da Aviação Naval c/ helicópteros Super Puma e caças AF-1 Falcão.

(http://farm6.static.flickr.com/5288/5318853803_f29a34a89d_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5289/5319459608_ce65db7e2b_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5167/5319453032_41614dd58e_b.jpg)
Base de Fuzileiros Navais de Formosa

(http://farm6.static.flickr.com/5288/5319458410_9226cc4339_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5006/5319453630_b40003e909_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5248/5318855571_bc20a062f4_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5122/5318855245_c212317f4d_b.jpg)
Tropa Btl Logístico Fuzileiros Navais

(http://farm6.static.flickr.com/5284/5319454360_54e3911bc9_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5126/5318851685_aaeb7def05_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5243/5318857207_22661c2a07_b.jpg)
Batalhão Toneleros OpeEsp / Paraglider OpEsp Toneleros

(http://farm6.static.flickr.com/5086/5319459334_ff4e124f75_b.jpg)
Fuzileiro Naval

(http://farm6.static.flickr.com/5046/5319461894_6c76140414_b.jpg)
Eclipse - Alvo Aéreo 11ºGAAAe EB com flare aceso

(http://farm2.static.flickr.com/1421/5318857053_c3501c962c_b.jpg)
VANT Carcará

(http://farm6.static.flickr.com/5287/5319456954_e2ab6a5231_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5125/5318857891_838d5c2734_b.jpg)
Bofors L70 40mm com radar diretor de tiro

(http://farm6.static.flickr.com/5003/5318856569_1243fa357b_b.jpg)
Drone Alvo Aéreo CASOP e catapulta

(http://farm6.static.flickr.com/5207/5319458952_88cc69ea9b_b.jpg)
Morteiro Pesado K-61

(http://farm6.static.flickr.com/5005/5319457218_fd07d01d0a_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5286/5318861743_859de2fe79_b.jpg)
Missil Anticarro RBS 56 Bill

(http://farm6.static.flickr.com/5288/5319457602_ac796e4058_b.jpg)
SKS-105 socorro-oficina

(http://farm6.static.flickr.com/5089/5318860013_f8afb2ab94_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5002/5318860231_5a9fe01290_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5208/5319460532_94bbd8c1b9_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5005/5318863097_d432bd8ff0_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5003/5319453350_d6931a5e9a_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5086/5318859381_3325182b94_b.jpg)

(http://farm6.static.flickr.com/5001/5318859799_d23dd31288_b.jpg)
SK-105A2S Kourassier BTL Blindados Fuzileiros Navais

(http://farm6.static.flickr.com/5087/5318859225_b72351722b_b.jpg)

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M-113B VBTP Btl Blindados Fuzileiros Navais

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CLANF Carro Lagarta Anfíbio Btl Blindados Fuzileiros Navais

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MOWAG Piranha 8x8 - Btl Blindados de Fuzileiros Navais

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AF-1B Falcão

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credito: ROBERTO CAIAFA (Defesanet)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 11, 2011, 10:56:23 am
Citar
Câmara aprova convênio para produção de submarino e outros 7 acordos
10/02/2011 13:01

(http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20110210112949_20110211_lb_005laMED.jpg)
A sessão foi presidida pela 1ª vice-presidente, deputada Rose de Freitas (C).

A Câmara aprovou nesta quinta-feira acordo entre Brasil e França para a transferência de tecnologia relativa à indústria submarina. O texto foi aprovado na forma do Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 2912/10, da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional. O objetivo do acordo, estimado em R$ 3 bilhões, é definir formas de apoio e de cooperação entre os países no domínio das tecnologias de defesa e viabilizar o programa brasileiro para desenvolvimento de submarinos. O projeto, agora, será analisado pelo Senado.

(...)

Íntegra da proposta:

    * PDC-2912/2010 (http://http)


Reportagem – Rodrigo Bittar
Edição – Paulo Cesar Santos

http://www2.camara.gov.br/agencia/notic ... ORDOS.html (http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/RELACOES-EXTERIORES/193507-CAMARA-APROVA-CONVENIO-PARA-PRODUCAO-DE-SUBMARINO-E-OUTROS-7-ACORDOS.html)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Luso-Efe em Abril 11, 2011, 09:49:13 pm
Citar

Aprovado acordo Brasil-França para produção de submarinos.

05/04/2011 - 19h18

O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (5) acordo entre Brasil e França, firmado em dezembro de 2008, para cooperação na produção de submarinos. O Projeto de Decreto Legislativo (PDS) 79/11 segue agora para promulgação.

O acordo aprovado estabelece a cooperação bilateral no desenvolvimento e na construção de submarinos convencionais do tipo Scorpène (SBR), assim como de um submarino com armamento convencional destinado a receber um reator nuclear a ser desenvolvido pela parte brasileira (SNBR).

O texto estabelece a compra pelo Brasil de quatro submarinos e a transferência de tecnologia, bem como a assistência francesa para a construção de um estaleiro de submarinos e de uma base naval.

Durante a tramitação do acordo na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), o relator da matéria, senador João Pedro (PT-AM), observou que dois aspectos tornaram atraente para o governo brasileiro a proposta francesa: a necessidade de submarinos de propulsão nuclear para a vigilância mais adequada das águas profundas da plataforma continental brasileira, onde se encontra a camada pré-sal; e a decisão da França de fazer a transferência de tecnologia.

Segundo João Pedro, a Marinha considera que tais submarinos podem permanecer submersos por períodos mais longos, sendo mais adequados para a vigilância em águas profundas.

http://www.senado.gov.br/noticias/verNo ... licativo=2 (http://www.senado.gov.br/noticias/verNoticia.aspx?codNoticia=108776&codAplicativo=2)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 20, 2011, 03:02:54 pm
Citação de: "binfa"
(http://img862.imageshack.us/img862/1672/revport01.png)

(http://img715.imageshack.us/img715/649/revport02.png)

(http://img830.imageshack.us/img830/5136/revport03.png)

(http://img856.imageshack.us/img856/8281/revport04.png)

(http://img815.imageshack.us/img815/8314/revport05.png)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: SantaCatarinaBR em Abril 27, 2011, 06:23:24 am
SantaCatarinaBR - Helibras EC 725 Super Cougar , Helicópteros "produzidos no Brasil"
( IG )
Reportagem exibida dia 20/04/2011 no Portal do IG:
-
Em 2012, o Brasil começará a produzir uma nova geração de helicópteros militares e poderá ter uma das quatro maiores empresas mundiais do setor.
De tecnologia franco-alemã, os EC 725 serão montados em Itajubá (MG), com investimento total de R$ 420 milhões. As Forças Armadas receberão 50 modelos até 2020, ao custo de 1,8 bilhão de euros.
A produção brasileira do EC 725 será feita pela Helibras. A fabricante de helicópteros -- única na América Latina -- é controlada pela multinacional franco-alemã Eurocopter, que possui unidades de negócios na França, Alemanha e Espanha.
A expectativa é de que a fábrica brasileira produza tanto quanto as empresas instaladas nos países associados.
-
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 04, 2011, 06:26:18 pm
:arrow: http://www.naval.com.br/blog/2011/06/03 ... a-marinha/ (http://www.naval.com.br/blog/2011/06/03/novo-painel-dos-af-1bc-da-marinha/)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Paisano em Junho 20, 2011, 11:01:46 pm
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Paisano em Julho 12, 2011, 09:15:57 pm
Vídeo sobre os avanços na construção do Estaleiro e da Base Naval de Submarinos, em Itaguaí-RJ, durante o primeiro semestre de 2011:

https://www.videoportal.mar.mil.br/vpor ... c11ed25:4# (https://www.videoportal.mar.mil.br/vportal/VideoPlayer.jsp?ccsid=C-5c7ade22-32d5-4998-8fb2-34c7cc11ed25:4#)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Paisano em Julho 17, 2011, 04:01:56 am
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: HSMW em Novembro 11, 2011, 09:53:40 pm
Espanhola Navantia fecha acordo com fornecedores brasileiros

Citar
A proposta do estaleiro espanhol Navantia para a construção de onze navios de superfície, entregue à Marinha brasileira em abril, excedeu os € 3,1 bilhões estipulados pelo governo brasileiro, confirmou o diretor comercial da empresa, Jorge López Novo. Em entrevista ao Valor, ele não revelou o excedente, mas adiantou que 60% do conteúdo a ser utilizado na fabricação das embarcações serão brasileiros.

As companhias brasileiras fornecerão principalmente geradores elétricos e compressores, caso os espanhóis saiam vitoriosos da licitação, à qual concorrem também empresas de Alemanha, Coreia do Sul, França, Itália e Inglaterra.

Com uma proposta que talvez não seja a mais competitiva financeiramente, a Navantia tem como diferencial o fato de seus navios estarem mais enquadrados às exigências da Marinha do que os da concorrência, avaliou Novo.
Além disso, Novo acrescentou que o processo de transferência de tecnologia da Navantia à Marinha e às empresas brasileiras participantes da produção das embarcações, exigência do governo brasileiro a qualquer participante do certame, conta a favor, já que a companhia trabalhou com repasses tecnológicos à Índia. A Navantia atendeu também a países como Noruega, Venezuela, Austrália, Tailândia, Chile e Malásia.

De acordo com Novo, não há riscos no processo de transferência de tecnologia, pois os governos brasileiro e espanhol têm acordos nesse sentido para facilitar acertos, e à medida que surjam atualizações nas tecnologias durante o processo de produção dos navios, as modificações serão feitas e repassadas à Marinha e às companhias brasileiras.

Dos onze navios – cinco fragatas escolta, cinco patrulhas oceânicas e uma embarcação de apoio logístico -, a empresa espanhola pretende construir dez em estaleiros brasileiros e um, o primeiro da série, na Espanha, em razão do início do processo de transferência de tecnologia. Segundo a Navantia, a construção dos navios no Brasil gerariam 20 milhões de horas de trabalho, ocupando de 5 mil a 10 mil trabalhadores. A empresa ainda não precisou quantas dessas vagas seriam preenchidas por novos funcionários.

As conversas com estaleiros e possíveis fornecedores de peças e equipamentos brasileiros foram iniciadas. Estão fechados acordos de colaboração de estaleiros com a Odebrecht e com o Synergy Group, disse Novo. Houve negociações também com a Camargo Corrêa, mas elas não evoluíram.

Apesar dos acordos firmados, a Navantia ainda não decidiu onde serão construídos os onze navios. Caso saia vencedora da licitação, a empresa acredita que haverá produção no Rio de Janeiro, onde a Odebrecht tem estaleiros e o Estado serve de base da Marinha. “Isso não quer dizer que haverá construções de navios apenas no Rio.”

A expectativa da Navantia é que a Marinha anuncie o vencedor da licitação no início de 2012. Assim, a empresa começaria a produção do primeiro navio, na Espanha, em 2014 e entregaria a embarcação seis anos depois, em 2020. Todos os navios seriam entregues ao governo em até 11 anos, ou 2023, disse Novo. Ao todo, estão associadas à Navantia mais de 30 empresas espanholas, que poderão ser fornecedoras de serviços ou peças na fabricação dos navios.

http://www.naval.com.br/blog/2011/11/11 ... asileiros/ (http://www.naval.com.br/blog/2011/11/11/espanhola-navantia-fecha-acordo-com-fornecedores-brasileiros/)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 29, 2011, 11:31:00 pm
Citar
By VMSB

The Brazilian Navy (Marinha do Brasil-MB) could be considering to procure the ocean patrol vessels built by the United Kingdom based BAE Systems Surface Ships shipbuilder for the Republic of Trinidad and Tobago.

Trinidad and Tobago procured three vessels (Scarborough, Port of Spain and San Fernando) to equip the country Coast Guard service, but declined to introduce them in service.

As part of PROSUPER surface vessels procurement programme, the Brazilian Navy is looking to procured five ocean patrol vessels to perform Economic Exclusion Zone (EEZ) patrol, search and rescue missions, special operations and maritime law enforcement tasks.

http://defesaglobal.wordpress.com/ (http://defesaglobal.wordpress.com/)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: P44 em Janeiro 02, 2012, 08:54:15 pm
A compra dos 3 OPVs foi confirmada hoje.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Charlie Jaguar em Janeiro 10, 2012, 08:52:13 pm
Citação de: "P44"
A compra dos 3 OPVs foi confirmada hoje.

Citar
BAE Signs £133m Deal to Supply Brazilian Navy  
 
(Source: Daily Echo; published January 3, 2012)
 
 Hampshire-based BAE Systems has signed a £133m deal to supply ships to the Brazilian navy for the first time. It will supply three 90m ocean patrol vessels, originally built for the government of Trinidad & Tobago, for maritime security roles. The first two ships will be delivered in 2012 and the third will follow in early 2013. The contract also contains a manufacturing licence for similar class ships to be built in Brazil.

Andrew Davies, managing director of BAE Systems’ Maritime business, said: “This is a significant step forward in our relationship with Brazil. The ocean patrol vessels are highly capable ships and I am sure they will be a tremendous asset to the Brazilian Navy. “We are looking forward to working together and hope this will be the start of a long term partnership with Brazil in the maritime sector.”

Rear Admiral Francisco Deiana, the Brazilian Navy’s director of naval engineering, said: “The acquisition of these three ocean patrol vessels from BAE Systems will make an important contribution to both our ability to provide security and protection to Brazil’s jurisdictional waters and to deliver our commitments to the Brazilian Maritime Authority.” The ocean patrol vessels have a top speed of 25 knots and can carry a crew of up to 70.

  :arrow: http://www.defense-aerospace.com/articl ... -navy.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/131637/bae-sells-opvs%2C-license-to-brazilian-navy.html)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: GI Jorge em Janeiro 10, 2012, 11:16:49 pm
Citação de: "Charlie Jaguar"
Citação de: "P44"
A compra dos 3 OPVs foi confirmada hoje.

Citar
BAE Signs £133m Deal to Supply Brazilian Navy  
 
(Source: Daily Echo; published January 3, 2012)
 
 Hampshire-based BAE Systems has signed a £133m deal to supply ships to the Brazilian navy for the first time. It will supply three 90m ocean patrol vessels, originally built for the government of Trinidad & Tobago, for maritime security roles. The first two ships will be delivered in 2012 and the third will follow in early 2013. The contract also contains a manufacturing licence for similar class ships to be built in Brazil.

Andrew Davies, managing director of BAE Systems’ Maritime business, said: “This is a significant step forward in our relationship with Brazil. The ocean patrol vessels are highly capable ships and I am sure they will be a tremendous asset to the Brazilian Navy. “We are looking forward to working together and hope this will be the start of a long term partnership with Brazil in the maritime sector.”

Rear Admiral Francisco Deiana, the Brazilian Navy’s director of naval engineering, said: “The acquisition of these three ocean patrol vessels from BAE Systems will make an important contribution to both our ability to provide security and protection to Brazil’s jurisdictional waters and to deliver our commitments to the Brazilian Maritime Authority.” The ocean patrol vessels have a top speed of 25 knots and can carry a crew of up to 70.

  :arrow: http://www.defense-aerospace.com/articl ... -navy.html (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/131637/bae-sells-opvs%2C-license-to-brazilian-navy.html)


Este tipo de noticia chateia-me um bocado, para ser honesto...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 07, 2012, 04:57:19 pm
Protótipo do submarino será construído em laboratório

Conhecida como complexo do reator, instalação de pesquisa será formada por 11 prédios
Lyne Santos
(http://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2012/imgMAR12/ATribuna070312da.jpg)
Marinha já iniciou a construção de parte dos edifícios do Laboratório de Geração Núcleo-Elétrica, o Labgene

Um modelo do primeiro submarino nuclear brasileiro será construído no Centro Experimental de Aramar (CEA), que integra o Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). O protótipo funcionará no Laboratório de Geração Núcleo-Elétrica (Labgene), uma das áreas mais importantes no desenvolvimento da embarcação.

O Labgene, também conhecido como “complexo do reator”, será formado por 11 prédios. O destaque fica para os edifícios do reator e das turbinas, que serão responsáveis por testar os circuitos primário e secundário do equipamento, respectivamente.

O prédio das turbinas ainda está em fase de obras. O outro, do reator, aguarda a autorização ambiental para sua construção. A expectativa da Marinha é que a liberação venha ainda neste semestre. A demorase deve aos elementos radioativos que serão utilizados no prédio. Considerado de classificação nuclear, a instalação do reator precisa atender os mesmos requisitos de projeto e de licenciamento de uma usina termonuclear, como Angra 1 e 2, que funcionam em Angra dos Reis (RJ) e produzem energia para diferentes estados.

“O (reator) que está sendo feito é capaz de gerar energia para uma cidade de 25 mil habitantes. Já uma usina gera para 250 mil pessoas. Esses prédios serão a simulação do submarino em terra. Eles servirão para testar variáveis do projeto e treinar a tripulação”, disse o capitão de corveta e engenheiro naval responsável pela implantação do Labgene, Danilo Grosso.

Segundo o capitão de corveta, o prédio do reator precisa ter uma estrutura para resistir a terremotos, tornados e sismos (abalos). Devido a essas exigências, foi escolhido um local estratégico para a construção. A área selecionada fica sob leito rochoso, o que ajuda na estabilidade e na integridade do prédio. “(O leito de rocha) impede a passagem de vibrações. Mesmo em sondagens a 100 metros de profundidade foram encontradas rochas intactas”, destacou Grosso.

O Laboratório de Testes de Equipamentos de Propulsão (Latep) é outra unidade construída em Aramar para avaliar os equipamentos, antes que sejam colocados em conjunto com o reator. No local, é verificado o funcionamento das turbinas e dos geradores, o denominado circuito secundário. Ao todo, o submarino vai contar com quatro turbogeradores, entre os de propulsão e os auxiliares.

Além das turbinas do submarino nuclear, o Latep está testando turbinas que serão exportadas para a Colômbia. A princípio, elas seriam examinadas na Alemanha, porém os custos ficariam bem mais altos.

COMBUSTÍVEL
Em Aramar, acontece ainda a produção do combustível a ser utilizado no reator do submarino. O trabalho é feito na Usina de Produção de Hexafluoreto de Urânio (Usexa), elemento chavepara a fabricação do combustível.

Na usina, ocorre a conversão do urânio em pó, o chamado yellow cake, no gás hexafluoreto de urânio. O procedimento é necessário para que fique mais fácil separar o Urânio 235, presente em baixa concentração no mineral e importante para a produção do combustível.

“Atecnologia foi desenvolvida e projetada no Brasil, já que não adquirimos matéria prima no mercado internacional. Depois isso, poderá ser transferida para a sociedade civil, sendo utilizada pela Petrobras e na medicina, por exemplo”, explicou o engenheiro de Metalurgia Paulo Dias, responsável pela operação da Usexa.

A usina de conversão da base militar atenderá apenas as demandas da Marinha relacionadas ao Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear. O laboratório não prestará serviços a usinas nucleares, uma vez que trabalha com quantidades de urânio bem menores do que as necessárias para essas plantas (o volume de combustível necessário para a embarcação é bem inferior ao demandado por essas instalações de energia).

Quando em plena operação, a unidade da Marinha no Interior de São Paulo poderá converter até 40 toneladas de yellow cake por ano. Para as usinas Angra 1, 2 e 3, seria necessário converter 500 toneladas anuais.

No Brasil
“A tecnologia foi desenvolvida e projetada no Brasil, já que não adquirimos matéria-prima no mercado internacional”

Paulo Dias, responsável pela operação da Usina de Produção de Hexafluoreto de Urânio da CEA
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Marinha dá os primeiros passos para ter seu submarino nuclear
Construção de um protótipo do reator da embarcação já está em estudos em base no Interior de São Paulo
Lyne Santos

6/3/2012

Após ingressar na seleta lista de países com um porta aviões, o Brasil vai integrar um grupo ainda mais restrito, o das nações com um submarino nuclear. A previsão é que a embarcação esteja pronta para os primeiros testes de mar em 2023. Atualmente, o projeto passa pelas fases de construção do protótipo do reator nuclear e produção do combustível, que devem ser concluídas em dois anos.

Essas etapas são desenvolvidas no Centro Experimental de Aramar (CEA), unidade da Marinha localizada na cidade de Iperó, a 125 quilômetros de São Paulo. No local, visitado pela Reportagem de A Tribuna, é feita parte das atividades de pesquisa da Armada.

O CEA também abrigará instalações onde serão testados os equipamentos nucleares a serem implantados no submarino. Um dos futuros prédios, por exemplo, será um protótipo, em terra, do próprio veículo. De acordo com o projeto, nesse imóvel, serão recriados os ambientes da embarcação e será testado seu reator, responsável pela produção de energia que a movimentará.

“O nosso reator protótipo será utilizado para testar o projeto, ver se ele funciona de fato. Se funcionar, vamos reproduzi- lo exatamente igual e colocar a bordo do submarino. Se não, vamos fazer as modificações apropriadas para que a segurança e o desempenho sejam aqueles requeridos”, explicou o superintendente do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear da Marinha do Brasil, o contra-almirante e engenheiro naval Luciano Pagano Junior

Será a primeira vez que o Brasil construirá integralmente um reator nuclear. Os principais equipamentos para sua montagem foram adquiridos ao longo dos anos, já que a ideia de ter um submarino com esse tipo de propulsão surgiu no País há mais de duas décadas.

O primeiro submarino nuclear do mundo foi o Nautilus, fabricado pelos Estados Unidos em 1954. Quase 60 anos depois,apenas cinco países contam com esse tipo de embarcação – Rússia, China, Inglaterra e França, além dos Estados Unidos. Todos integram o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). A Índia também tem um projeto em andamento.

O grupo é mais seleto do que o dos países com porta-aviões, tipo de embarcação presente nas marinhas de dez nações atualmente.

(http://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2012/imgMAR12/tribuna070312va.jpg)
As turbinas do futuro submarino nuclear são avaliadas no Laboratório de Testes de Equipamentos de Propulsão, um dos prédios do CEA

SUBMARINOS
Segundo o contra-almirante Pagano Júnior, o submarino brasileiro será montado no estaleiro em construção nas proximidades do Porto de Itaguaí, às margens da Baía de Sepetiba, no litoral sul do Rio de Janeiro. Na área, também será implantada uma base naval. A estimativa da Marinha é que os empreendimentos sejam finalizados em meados de 2015.

Ao todo, serão investidos € 6,7 bilhões (cerca de R$ 15,4 bilhões, com base na cotação de ontem) na implantação de todo o projeto. Esse montante inclui os gastos com a construção da base naval, do estaleiro, do submarino nuclear (sem o reator) e de quatro submarinos convencionais. Estes últimos vão substituir os que a Marinha tem hoje e já estão com idade avançada – Tupi, Tamoio, Timbira, Tapajó e Tikuna. O primeiro deve ser lançado ao mar em 2017.

Assim como o submarino nuclear, os convencionais serão fabricados a partir de um contrato firmado com a França em 2008. Pelo acordo, os franceses são responsáveis pela construção dos equipamentos e da tecnologia não-nuclear.

(http://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2012/imgMAR12/tribuna070312vb.jpg)
quipamentos serão testados antes de serem instalados na embarcação

MOTOR
A principal diferença entre os submarinos convencionais e os de propulsão nuclear está no motor. Enquanto o primeiro se movimenta graças a um motor a diesel, o segundo utiliza um reator nuclear.

O submarino brasileiro não usará armamento nuclear. Isso se deve, principalmente, ao Tratado de Não- Proliferação Nuclear (TNP), assinado pelo País em 1968 e que impede a uso dessas armas pela nação.

De acordo com o contra-almirante Pagano Junior, a construção de um submarino nuclear garante à Marinha novas condições para defender o mar territorial brasileiro. Para ele, a embarcação é um instrumento de trabalho de qualidade e eficiência. “É mais ou menos como você defender o seu forte apache com arco e flecha e, em seguida, passar para armas de fogo”, exemplificou.

São as características do motor que asseguram as principais vantagens dessa embarcação. O equipamento permite que o submarino permaneça meses submerso e ainda atinja uma maior velocidade. Os diferenciais são essenciais no caso de fuga ou perseguição a um inimigo. O tempo que ele ficará embaixo d’água dependerá apenas do estresse da tripulação.

“A vantagem do submarino em um conflito é que ele não é detectável enquanto está submerso. Já quando está fora, é totalmente vulnerável. O tempo de submersão é a proteção do submarino”, explicou.

O oficial reiterou ainda que o submarino é um fator inibidor para possíveis inimigos. “Do ponto de vista do que se entende que é o poder naval, o exercício da capacidade de defender, o submarino é peça fundamental”.

Tripulação é selecionada entre militares voluntários
A seleção dos tripulantes para os submarinos militares, tanto os convencionais como, futuramente, o nuclear, é feita por regime de voluntariado, explicou o contra-almirante Luciano Pagano Junior. Segundo ele, para ser um bom profissional a bordo deste tipo de embarcação, é preciso querer, já que oficiais e marinheiros são submetidos a um elevado estresse psicológico.

No caso específico do submarino nuclear, é justamente o comportamento da tripulação que determinará quanto tempo ele ficará submerso. Normalmente, a embarcação fica meses embaixo d’água, para a realização de missões. E para que os militares estejam preparados, será aplicado um treinamento bastante rigoroso, que vai durar mais de um ano.

“Eles precisam estar aptos a viver com companheiros, com uma tripulação que varia entre 50 e 80 homens, dependendo do tipo de submarino. E isso intimamente, pois é um espaço muito pequeno e limitado para compartilhar com essas pessoas o dia a dia”,disse o contra-almirante.

A Marinha já iniciou o processo de seleção para a tripulação. A preparação incluirá testes em câmaras hiperbáricas (onde a pessoa é submetida a uma pressão elevada) e missões em submarinos convencionais. “Tem toda uma cultura que é criada para que paulatinamente ele esteja preparado”.

Além do estresse psicológico, os tripulantes de um submarino nuclear costumam sofrer com o estresse profissional, informou Pagano Junior. Isso porque cada um tem sua função específica, executada sob o risco de “por a perder todos os tripulantes”. “Manobras erradas significam um grande desastre. É uma profissão estressante”, destacou.

A principal diferença no treinamentodas equipes de embarcações com propulsão nuclear está na parte técnica, ou seja, em como operar o reator com segurança. Nessa área, o Brasil conta com o apoio da França, parceiro do País na construção desse submarino. Segundo o contra-almirante, “há um acordo com a França que visa não treiná-los (os tripulantes) lá, mas sim, obter informações que permitam reproduzir esse treinamento no Brasil, com base na experiência de quem já faz isso há 20 anos”.

O centro de treinamento para aplicar essas instruções foi concluído em Aramar no ano passado. A parte prática dessa qualificação terá aulas realizadas no complexo do reator, onde será testado o equipamento. A intenção é que o tripulante chegue a bordo com conhecimentos significativos, disse Pagano Júnior. “Aqui, ele será supervisionado, estará em um ambiente mais controlado para aprender a operar na prática o reator de verdade”.

As dificuldades impostas aos tripulantes fará com que seja necessário um rodízio entre eles. Cada vez que o submarino retornar, um outro grupo embarcará em uma nova missão. “É para que se possa usufruir daquele submarino nuclear o máximo possível. É uma ferramenta muito cara. É prejuízo ficar parada”

(http://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2012/imgMAR12/tribuna070312vc.jpg)
Contra-almirante Pagano Junior explicou como a tripulação é selecionada
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 04, 2012, 03:16:37 pm
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 30, 2012, 05:36:16 pm
NApOc ‘Amazonas’ é incorporado à Marinha do Brasil

 :arrow: http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=5057 (http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=5057)
Título:
Enviado por: Guilherme em Setembro 05, 2012, 06:41:09 pm
Depois de um tempo afastado do fórum, apenas lendo posts, vou compartilhar algumas fotos.

Minha visita à F-45 União e F-48 Bosísio em Itajaí, 02/09/2012. Itajaí é uma cidade portuária em meu estado, Santa Catarina, a 95 km da capital. Moro na capital.

A fila para o C-46 Gómez Roca não andava, então tirei apenas fotos do exterior deste navio.

(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0225_zps7629a1f6.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0224_zpsfee8eb95.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0223_zpsc3cae242.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0222_zps65ccd279.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0221_zps973b9874.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0219_zps070e9500.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0218_zps87deed3e.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0217_zps89d2afdd.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0216_zps8b2d7b6c.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0215_zps1271a053.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0214_zps606b2779.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0213_zpse70575a8.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0212_zps0339e4fc.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0211_zps39b6434a.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0210_zps8ed1cfbb.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0209_zps321461d4.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0208_zpsa19e8782.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0207_zps9b61f9e1.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0206_zps9a067fc6.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0205_zps2e84aaaa.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0204_zpsbc7e0c96.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0202_zps948e672e.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0201_zpsa6b4445f.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0200_zps45aeb6d8.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0197_zps1a3d0529.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0196_zpsdfb47247.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0195_zpsd7556134.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0194_zpse76aeb49.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0193_zps76757ad6.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0192_zps66528046.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0191_zpsd261d62b.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0190_zps868176d3.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0189_zps2fd07dfa.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0187_zpsacdf4c81.jpg) (http://http)
(http://i109.photobucket.com/albums/n71/guilhermecordeiro/itajai_2012/100_0186_zpsaf49ab97.jpg) (http://http)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 30, 2012, 02:04:20 pm
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: HSMW em Dezembro 31, 2012, 02:37:32 am
(http://i.imgur.com/eihjq.jpg)
Citar
It seems some modernization work has started for the Brazilian Sao Paulo, photo Dmitry Rostopshin on October 28, 2012
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 04, 2013, 11:40:11 am
Citar
Entrevista com o Comandante da Marinha do Brasil

 :arrow: http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=17261 (http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=17261)

Leiam que a entrevista está excelente.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 10, 2013, 12:57:43 pm
:shock:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 15, 2013, 12:17:44 am
Citar
http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=17261 (http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=17261)

Só um pequeno aparte a propósito da entrevista:

Relativamente à futura ala aérea do porta-aviões São Paulo, salvo erro, apenas estão a realizar-se as modernizações dos Skyhawk (Embraer) (http://pt.wikipedia.org/wiki/McDonnell_Douglas_A-4_Skyhawk ) e dos C1 Trader (Marsh) (http://www.cavok.com.br/blog/?p=63552). Não existe nenhum contrato nem de aquisição nem de modernização de Turbotracker para AEW, aparecendo como hipóteses mais prováveis (mas isto praticamente desde a aquisição do antigo Foch) a compra das aeronaves Argentinas, Uruguaias ou Americanas (as 2 ultimas armazenadas) (http://www.naval.com.br/blog/2009/10/30/trackers-da-marinha-acordo-sai-ate-o-final-do-ano/#axzz2TJJOdQxV).

Relativamante ao São Paulo a sua modernização continua (http://pbrasil.wordpress.com/2010/02/23 ... -moderniza (http://pbrasil.wordpress.com/2010/02/23/sao-paulo-renasce-apos-extenso-programa-de-moderniza)ção/ ), mas para já a hipótese anteriormente avançada de instalar os misseis AA Alenia - Aspide (iguais aos das Fragatas Niteroi), parece estar na gaveta.

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 25, 2013, 02:19:16 pm
Tropa de elite da Marinha se prepara para Grandes Eventos e missão no Líbano

 :arrow: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/r ... ibano.html (http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/2013-05-24/tropa-de-elite-da-marinha-se-prepara-para-grandes-eventos-e-missao-no-libano.html)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: HSMW em Junho 11, 2013, 12:24:20 am
Citar
   No papel, a Esquadra tem 14 navios-escolta. A realidade é:

        Corvetas Classe “Inhaúma”: Nenhuma operacional;
        Corveta “Barroso”: Navio com maior índice operacional (Operando praticamente sem restrições);
        Fragatas Classe “Greenhalgh”: Só uma está operacional e mesmo assim, com restrições;
        Fragatas Classe “Niterói”: Uma sendo canibalizada, uma inoperante e 4 operando com diferentes níveis de restrições.

    Ou seja, dos 14 escoltas, somente 6 estão operacionais e destes, apenas a “Barroso” está próxima do 100%.

    Querem submarino de propulsão nuclear, Navios-aeródromo, Segunda Esquadra, 30 escoltas….

    Que mundo essa gente vive? Com certeza não estão no dia a dia da MB.

    Leitor “Acordado”
http://www.naval.com.br/blog/2013/06/10 ... z2VrHg9maa (http://www.naval.com.br/blog/2013/06/10/situacao-dos-navios-escolta-da-mb/#axzz2VrHg9maa)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Junho 11, 2013, 09:53:50 pm
Citação de: "Leitor “Acordado”"
No papel, a Esquadra tem 14 navios-escolta. A realidade é:

        Corvetas Classe “inhaúma”: Nenhuma operacional;

Nada de anormal pois foi erro de projecto. Aquela ideia de afunilar 1 canhão de 114 mm e 2 de 40mm, 6 tubos de torpedos, 4 lançadores de misseis exocet + 1 hangar, convés de voo e sensores num casco de 96 metros com superstrutura alta deu mau resultado. Das 16 previstas foram construídas 4 pois são instáveis em mar bravo, a proa mete muita água, a coberta de voo é pequena, entre outros problemas. Aguardam reconstrução no mesmos moldes da Barroso e até é bom que não andem muito para não aumentar os danos da estrutura ou pior.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_Inha%C3%BAma  

Citação de: "Leitor “Acordado”"
Corveta “Barroso”: Navio com maior índice operacional (Operando praticamente sem restrições);

Normal. Entrou em serviço em 2008. Corrigiu os erros originais da inhaúma com o aumento de praticamente 7 metros de comprimento,1,5 de largura e o aumento na ordem das 330 toneladas. Poderia ser o projecto de futuras construções de superfície para a marinha brasileira mas não se sabe qual o seu futuro.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_Barroso

       
Citação de: "Leitor “Acordado”"
Fragatas Classe “Greenhalgh”: Só uma está operacional e mesmo assim, com restrições;

Foram as 4 compradas em segunda mão dos britânicos. São o primeiro lote das Type 22 tendo 2 delas passado pelas Falklands com danos causados pelo mar e pela batalha com os Argentinos. As correcções de projecto levaram a um aumento de 14 metros no comprimento e no armamento(bach 2)e uma renovação mais radical no Bach 3 que inclui a peça de 114mm à proa e o sistema goalkeper antimissil. Navios  construídos a partir de 1976 não apresentam diferenças significativas de sensores para o ultimo lote pelo que tão alto grau de inoperacionalidade só pode estar ligado a uma má avaliação do estado real das embarcações aquando da sua aquisição.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_Greenhalgh

 
Citação de: "Leitor “Acordado”"
Fragatas Classe “Niterói”: Uma sendo canibalizada, uma inoperante e 4 operando com diferentes níveis de restrições.

Esquisito quando estamos a falar de embarcações novas construídas entre 1976 e 1980 e que passaram pelo extenso programa modfrag a partir de 1997. São navios usados em patrulha, exercícios e em missões ao serviço da ONU mas nada de extraordinario que justifique tão mau estado. Se fossem Type 21 não era de admirar mas este foi o projecto mk-10 com 4 construidas no Reino Unido e 2 no Brasil.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_niter%C3%B3i  

Citação de: "Leitor “Acordado”"
 Ou seja, dos 14 escoltas, somente 6 estão operacionais e destes, apenas a “Barroso” está próxima do 100%.

    Querem submarino de propulsão nuclear, Navios-aeródromo, Segunda Esquadra, 30 escoltas….

    Que mundo essa gente vive? Com certeza não estão no dia a dia da MB.

    Leitor “Acordado”

O leitor que se intitula "acordado" parece ter estado a dormir muito tempo e só ter acordado agora... :shock:

Saudações... :G-beer2:

P.S. Parece-me tão alarmista quem levanta o cerne na noticia como demasiado optimista quem defende e como defende a inoperacionalidade de algumas unidades. Um exemplo do primeiro caso são as Niteroi que se participam em missões internacionais não podem ter tão baixo grau de operacionalidade, enquanto que no segundo caso temos as Inhaúma (que sabe-se com recurso a variadíssimas fontes), que não passam por pequenas reparações  nem com a velocidade a que elas decorrem. MAS sobre a MB isto é apenas a "ponta do véu" pois muito à a debater...
(http://www.defesabr.com/MB/Siconta_MKII.gif)
(http://2.bp.blogspot.com/_JNVs6nczf-k/TA-pJ2BNnWI/AAAAAAAAAC0/WXAuGnehgBg/s1600/1corveta.JPG)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Julho 04, 2013, 06:50:50 pm
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7d/Brazilian_cruiser_Bahia_2.JPG)
À 68 anos acontecia a maior tragédia da Marinha de Guerra Brasileira: O afundamento do cruzador Bahia.
Citar
Em 4 de julho de 1945, durante os preparativos para um exercício com as metralhadoras antiaéreas Oerlikon de 20 mm, o cruzador Bahia parou momentaneamente para lançar ao mar um alvo flutuante para exercício de tiro, mas às 09:10h, foi atingido por uma violenta explosão provocada por um disparo acidental, que acertou as cargas de profundidade na popa.

A violenta explosão ocorreu quando o navio estava próximo aos Rochedos de São Pedro e São Paulo. Na catástrofe, perderam a vida o seu comandante, Capitão-de-Fragata Garcia D’Ávila Pires de Albuquerque e mais 339 dos 372 homens que estavam a bordo, inclusive 4 marinheiros americanos. Em 8 de julho, foram salvos apenas 36 tripulantes pelo mercante inglês S/S “Balfe“. Sua baixa foi oficializada pelo Aviso n.º 1055 de 19 e julho de 1945.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia_%28cruzador%29
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 05, 2013, 12:22:14 pm
Vêm aí mais "Barroso".

Citar
Fechando o rol de anúncios, foram confirmadas as tratativas iniciais entre a Marinha do Brasil e a Thales Nederland visando à aquisição do sistema I-Mast 100 (Thales Integrated Mast) para instalação nas novas corvetas Classe Barroso Modificadas, atualmente em fase de especificação de projeto, e da qual se prevê um total de cinco unidades a serem construídas em estaleiro brasileiro nos próximos anos.

 :arrow: http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=23507 (http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=23507)

Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Julho 05, 2013, 03:41:45 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Vêm aí mais "Barroso".

Citar
Fechando o rol de anúncios, foram confirmadas as tratativas iniciais entre a Marinha do Brasil e a Thales Nederland visando à aquisição do sistema I-Mast 100 (Thales Integrated Mast) para instalação nas novas corvetas Classe Barroso Modificadas, atualmente em fase de especificação de projeto, e da qual se prevê um total de cinco unidades a serem construídas em estaleiro brasileiro nos próximos anos.

Complementando a informação... :G-beer2:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Paisano em Agosto 13, 2013, 12:14:17 am
Marinha do Brasil constrói primeiro submarino nuclear:

http://globotv.globo.com/rede-globo/bom ... r/2751412/ (http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-brasil/t/edicoes/v/marinha-do-brasil-constroi-primeiro-submarino-nuclear/2751412/)

 :wink:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: HSMW em Agosto 13, 2013, 12:16:16 am
Epá até deviam ter vergonha de falar nisso...  :roll:
Sabem o que é construir a casa a partir do telhado?
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 13, 2013, 10:55:56 am
Isso não é o telhado, afinal eles já construiram SSK, desenvolveram todo o processo de enriquecimento do urânio, desenharam o reactor, estão a construir os estaleiros que vão construir os futuros submarinos de raiz, etc.

É um programa espectacular!

O problema é que depois de um período que parecia que tudo era possível, os programas para as novas fragatas de 6000 toneladas estão a empastelar e parece que se está a voltar ao velho projecto de fazer novas corvetas "Classe Barroso Modificadas". É melhor que nada, mas sabe a pouco.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Agosto 29, 2013, 11:59:17 am
E como não há dinheiro para tudo... :mrgreen:
(http://3.bp.blogspot.com/_9meF9S6NvA4/S9GzytuBpFI/AAAAAAAAK60/NrQP3cHcmMw/s320/USS_Klakring_(FFG-42).jpg)
(http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/IM_mar/Maestrale_001.jpg)

http://www.naval.com.br/blog/2013/08/28/com-atraso-no-prosuper-marinha-pode-adquirir-fragatas-de-segunda-mao-novamente/#axzz2dCbm9ggs
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Setembro 28, 2013, 09:08:43 pm
É assim no Brasil. Dos A-4 Skyhawk comprados ao Kuwait o 1º modernizado já voa. Velhos são os trapos... :mrgreen:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=BNxvVZH2j7w

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/AF-1A-N-1023_01.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/IMG_1853.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/Painelmodernizacao_af-11.jpg)
(http://1.bp.blogspot.com/-GSs-YJcsb2I/UhiNKhVQJ8I/AAAAAAAACsM/izKNBoKolCw/s1600/Roll-Out+A-4.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: HSMW em Outubro 20, 2013, 01:16:53 pm
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 24, 2013, 12:16:32 pm
Alide mostra primeiras imagens da nova corveta da Marinha

(http://www.alide.com.br/joomla/images/notas/CV03-03.jpg)

 :arrow: http://www.alide.com.br/joomla/componen ... da-marinha (http://www.alide.com.br/joomla/component/content/article/75-extra/4595-alide-mostra-primeiras-imagens-da-nova-corveta-da-marinha)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Novembro 06, 2013, 09:45:44 pm
Citar
Porta Aviões S. Paulo - A-12
(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/07/A-12.jpg)
(http://farm7.staticflickr.com/6212/6379584317_ac32a0d51e_z.jpg)
(http://www.dee.ensino.eb.br/novo/wp-content/uploads/2012/04/Fotos-148.jpg)
(http://3.bp.blogspot.com/-oCs_pCbBMFo/Tsk-MN6pewI/AAAAAAAABRw/8Edl-GsuHDs/s1600/N_173534648168.jpg)
(http://files.shiltonsantos.webnode.com.br/system_preview_detail_200000120-5642b573d0-public/Helic%C3%B3ptero%20Hangar%20Porta-avi%C3%B5es%20S%C3%83O%20PAULO%2024062011.jpg)
(http://www.spotter.com.br/saopaulo/visita_saopaulo_15.jpg)
(http://farm7.staticflickr.com/6220/6365816771_3153a35020_o.jpg)
(http://www.mar.mil.br/menu_v/sinopse/2011/imgDEZ11/tribuna061211vd.jpg)
(http://www.spotter.com.br/saopaulo/visita_saopaulo_07.jpg)
(http://www.spotter.com.br/saopaulo/visita_saopaulo_09.jpg)
(http://www.spotter.com.br/saopaulo/visita_saopaulo_10.jpg)
(http://www.spotter.com.br/saopaulo/visita_saopaulo_13.jpg)
(http://www.spotter.com.br/saopaulo/visita_saopaulo_14.jpg)
(http://www.dee.ensino.eb.br/novo/wp-content/uploads/2012/04/FOTO-008.jpg)
(http://1.bp.blogspot.com/_IEJ3-_kC6JI/Slvp__ckDQI/AAAAAAAATSI/ewZlCrdbt7s/s400/portaavioes2odia.bmp)
(http://www.areamilitar.net/directorio/IM_aer/A4M_003.jpg)
(http://www.oocities.org/br/militarbrasil/images/AF-1_falcao03.jpg)
(http://photos1.blogger.com/blogger/5793/2357/1600/acos2.jp)
(http://photos1.blogger.com/blogger/5793/2357/1600/acos2.jpg)
(http://photos1.blogger.com/blogger/5793/2357/1600/faa40.jpg)

http://www.spotter.com.br/saopaulo/visita_saopaulo.htm

 :G-beer2:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Paisano em Dezembro 21, 2013, 09:19:47 pm
Portal PROSUB:

http://www.prosubebn.com.br/?pg=home&id=1 (http://www.prosubebn.com.br/?pg=home&id=1)

 :D
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Guilherme em Dezembro 26, 2013, 05:45:29 am
Fotos do P120 Amazonas em Las Palmas, Canárias:

http://bermaxofotos.blogspot.com.br/2012/08/npaoc-amazonas-p120-marinha-do-brasil.html
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Guilherme em Dezembro 26, 2013, 05:49:08 am
Fotos do P120 Amazonas no Rio de Janeiro:

http://www.naval.com.br/blog/2012/10/06/npaoc-amazonas-chega-ao-rio-de-janeiro/
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Janeiro 31, 2014, 08:10:27 pm
Já tenho dúvidas se foi melhor negocio para os "Franciu" ou para os estaleiros Brasileiros...  :mrgreen:

http://www.naval.com.br/blog/2014/01/31/nota-a-imprensa-sobre-derramamento-de-oleo-e-vazamento-de-vapor-do-nae-sao-paulo/

http://www.naval.com.br/blog/2014/01/31/tres-tripulantes-queimados-e-vazamento-no-porta-avioes-sao-paulo-a-12/

(http://3.bp.blogspot.com/-2jaq3Bhhp9A/T0oF5imT--I/AAAAAAAACLA/Q658aZxf2ss/s640/porta%2Bavi%C3%B5es%2Binc%C3%AAndios.jpg)
(http://2.bp.blogspot.com/-RC4C4OgR67E/ToYQlwF3RJI/AAAAAAAAGec/eH9KJ_-BjZA/s1600/Alang-Minas13.JPG)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/02/nae-sao-paulo-1a.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/df/Aircraft_carrier_Sao_Paulo_in_Rio_12-2007.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/NAe-S%C3%A3o-Paulo-A-12-1.jpg)
(http://extra.globo.com/incoming/4052092-d41-5d9/w640h360-PROP/marinha.jpg)
(http://www.popa.com.br/imagens/03-05/SaoPaulo2.jpg)

Cumprimentos

P.s.1- Como podem dizer que o navio não tem ar condicionado???  :twisted:
(http://guimaraes.eng.br/daniel/wp-content/uploads/2011/07/PICT0064.jpg)

P.s. 2 - Minas Gerais, mais lento mas a uma folha de serviços imaculada junto as boas condições que tinha quando foi para a sucata.  :)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/minas1.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 01, 2014, 10:40:23 am
No Brasil a imprensa gosta de bater mais nas Forças Armadas do que cá, o que é dizer pouco!

Vou citar um Oficial da Marinha Brasileira:

Citar
Denuncismo vazio de sempre.
Tenho nojo deste tipo de "militar", que deve ter se acostumado a sair todo dia as 17 hs, a passar o fim de semana em casa, a não imaginar cumprir uma missão que coloque a vida em risco.
Espero que a MB encontre os pulhas e os empale.

"Jornal" O Dia:
http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-ja ... rinha.html (http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-01-31/tres-tripulantes-queimados-e-vazamento-em-porta-avioes-da-marinha.html)

Nota da MB:
https://www.com1dn.mar.mil.br/imprensa/ ... 4_1104.pdf (https://www.com1dn.mar.mil.br/imprensa/arquivos_enviados/2014/nota_31012014_1104.pdf)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 01, 2014, 11:19:57 am
:arrow: http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=36775 (http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=36775)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Fevereiro 04, 2014, 06:56:24 pm
http://www.naval.com.br/blog/2014/02/03/bons-tempos-do-nae-sao-paulo-operando-com-a-armada-argentina-em-2002/

Exelente video. Porta-aviões Brasileiro e parte da ala aérea Argentina.  :wink:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=fc9yNM4_Kgk

(http://blog.opovo.com.br/asaseflaps/wp-content/uploads/sites/5/2011/11/conv%C3%A9s-porta-avi%C3%B5es-s%C3%A3o-paulo-A-12.jpg)
(http://cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2011/04/S2t-turbo-tracker_ARA.jpg)
(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2014/02/SEM_AF-1-600x450.jpg)
(http://photos1.blogger.com/blogger/5793/2357/1600/faa32.jpg)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 06, 2014, 12:27:05 pm
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Fevereiro 11, 2014, 08:36:50 pm
http://www.naval.com.br/blog/2014/02/09/marinha-vai-comprar-dois-porta-avioes-para-os-novos-cacas/

Confesso que é uma noticia divertida. Quem escreveu não tem a noção dos custos de dois porta-aviões, necessidade de escoltas e que o Gripen Naval para já não existe... :mrgreen:  :wink:
(http://pbrasil.files.wordpress.com/2008/09/010a16posseidon.jpg?w=450&h=333)
(http://i43.tinypic.com/dews8z.jpg)
(http://1.bp.blogspot.com/_AxCuBauiBF0/TG_LTJvPY7I/AAAAAAAAErg/9rz8_MpemCo/s1600/FREMM-brasileira.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/10/Sea-Gripen.jpg)

http://guerraearmas.wordpress.com/2011/03/07/poseidom-o-futuro-porta-avioes-do-brasil/

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 12, 2014, 04:38:09 pm
Citar
Prezados,

Hoje, a prioridade da MB são o PROSUPER e o Projeto Corveta 03, pois está se tornando urgente a substituição dos navios de escolta.

A obtenção, por construção, de 5 escoltas de 6000 toneladas e de 4 corvetas de 3000 toneladas permitirão substituir os meios mais desgastados.

Posteriormente, serão encomendados mais 5 escoltas de 6000 toneladas, sendo 4 deles dedicados para AAW. assim, serão substituidos os 14 escoltas hoje em uso.

O PRONAE prevê a obtenção, por construção, de 1 (UM) NAe deslocando entre 55000 e 65000 toneladas. Se ele será construído, ou não, dependerá de uma série de fatores.

O PROANF prevê a obtenção, por construção, ou compra de oportunidade, de até 2 navios dotados de doca. Esses meios podem se de dedicação exclusiva (NDD) ou de propósitos múltiplos (LHD/LHA).

O PROSUB prevê a construção de um estaleiro e uma base de submarinos e a construção de 4 submarinos de propulsão diesel-elétrica e 1 submarino de propulsão nuclear.

Estes programas supramencionados são o planejamento da MB até a segunda metade da década de 2030. Como se vê, a MB trabalha com números bem mais modestos do que aqueles previstos no PAEMB. O PAEMB reflete aquilo que foi solicitado para a MB. Ou seja, quantos e quais meios seriam O IDEAL para que a MB cumprisse sua missão constitucional. Todos tem consciência que aqueles números, com a mentalidade com que a nação enxerga suas forças armadas, seriam impossíveis. Para se chegar a eles, muita coisa teria que ser alterada.

Abraços
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Barlovento em Fevereiro 26, 2014, 05:45:17 pm
Cisne Blanco en Punta del Este (24-02-2014)

(http://i1189.photobucket.com/albums/z429/jrrr36211/Regata/P1050806_zps64086cc0.jpg) (http://http)

(http://i1189.photobucket.com/albums/z429/jrrr36211/Regata/P1050801_zps3a92e7db.jpg) (http://http)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Fevereiro 27, 2014, 11:43:43 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citar
Prezados,

Hoje, a prioridade da MB são o PROSUPER e o Projeto Corveta 03, pois está se tornando urgente a substituição dos navios de escolta.

A obtenção, por construção, de 5 escoltas de 6000 toneladas e de 4 corvetas de 3000 toneladas permitirão substituir os meios mais desgastados.

Posteriormente, serão encomendados mais 5 escoltas de 6000 toneladas, sendo 4 deles dedicados para AAW. assim, serão substituidos os 14 escoltas hoje em uso.

O PRONAE prevê a obtenção, por construção, de 1 (UM) NAe deslocando entre 55000 e 65000 toneladas. Se ele será construído, ou não, dependerá de uma série de fatores.

O PROANF prevê a obtenção, por construção, ou compra de oportunidade, de até 2 navios dotados de doca. Esses meios podem se de dedicação exclusiva (NDD) ou de propósitos múltiplos (LHD/LHA).

O PROSUB prevê a construção de um estaleiro e uma base de submarinos e a construção de 4 submarinos de propulsão diesel-elétrica e 1 submarino de propulsão nuclear.

Estes programas supramencionados são o planejamento da MB até a segunda metade da década de 2030. Como se vê, a MB trabalha com números bem mais modestos do que aqueles previstos no PAEMB. O PAEMB reflete aquilo que foi solicitado para a MB. Ou seja, quantos e quais meios seriam O IDEAL para que a MB cumprisse sua missão constitucional. Todos tem consciência que aqueles números, com a mentalidade com que a nação enxerga suas forças armadas, seriam impossíveis. Para se chegar a eles, muita coisa teria que ser alterada.

Abraços
O Prosub é lançado numa altura em que os submarinos brasileiros são recentes, sendo que os quatro construídos na Alemanha entraram em serviço entre 1989 e 1999. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_Tupi
Posteriormente foi construído já no Brasil o Tikuna em 2006 http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_Tikuna. Assim se o Prosub (http://www.defesanet.com.br/prosub/) não sofrer atrasos o primeiro submarino entrara em serviço em 2023 (com o Tupi a ter 24 anos de idade). Além disso a opção pelo Scorpene (em parte devido à experiência em submarinos nucleares que a França possui), faz com que a estrutura criada para a construção do Tikuna fique sem efeito. Não coloco em causa o programa simplesmente o "timing", já que existem outras necessidades mais urgentes na Marinha do Brasil.
(http://4.bp.blogspot.com/-ZPrfJ1nidA0/Ts23ssKY6WI/AAAAAAAATV4/z7zV-jn_LE4/s1600/S33+Tapaj%25C3%25B3.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/tikuna-s341.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/11/Prosub-Os-futuros-submarinos-brasileiros.jpg)
(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/08/PROSUB_Itagua%C3%AD.jpg)
Projecto corveta 03: Qual a idade das corvetas Brasileiras para justificar novas? As Inhaúma (http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_Inha%C3%BAma) foram construídas entre 1989 e 1994, sendo que problemas de projecto que se revelaram nos testes de mar conduziram à Barroso que entrou em serviço em 2002. São portanto navios recentes que precisam de correcções a nível de construção (as Inhaúma precisariam de ser revistas em estaleiro, ou com a substituição da peça de 114mm que desequilibra o navio em mar agitado ou reconstruídas nos mesmos moldes da Barroso) e de equipamento/armamento (foram construídos sem misseis anti-aéreos, pelo que seria uma opção viável a colocação por exemplo do Mistral, Barak ou Umkhonto). Mais uma vez trata-se de um programa prematuro e que poderia ser agilizado em termos de custos com a reparação e upgrade das unidades já construidas em vez de avançar com a classe Tamarade.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/escoltasmb.jpg)
(http://img295.imageshack.us/img295/488/barrosoxinhamarm8yh9.jpg)
(http://i241.photobucket.com/albums/ff314/hammer-nikit/Tamandare.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/10/CV03-05.jpg)
O Pronae preve a construção de um NAE. Então mas o S. Paulo vai operar até 2030? Falta ao Porta-Aviões ala aérea e armamento antí-aereo (já para não falar nas condições mecânicas). Os A-4 e C-1 estão a ser modernizados prevendo-se que entre 2015-2020 estejam em serviço, pelo que operarão no máximo 15 a 20 anos (a não ser que sejam operados pelo novo porta-aviões). Depois à a questão de qual a opção num navio entre 55 000 e 65 000 toneladas?  Se não tiver catapultas deixa de poder operar o Trader (ou o Traker se vier a ser adquirido), pelo que não existira avião tanque nem cargueiro (passando a ser a função feita por outros aviões ou helicópteros). Portanto, algo confuso com gastos em equipamento que poderá funcionar menos de duas décadas (alem do S. Paulo continuar a ser actualizado).
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/02/nae-sao-paulo-1a.jpg)
(http://3.bp.blogspot.com/-DO7I2QuNkeQ/UjkIN9-9NHI/AAAAAAAADAQ/8nUH8i5qfxE/s1600/a-4+modernizado.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/turbotracker.jpg)
(http://4.bp.blogspot.com/-5AbiYb6hlUE/UuGkpbUOcuI/AAAAAAAAI8s/e8IXwye8TB8/s1600/KC-2-Turbo-Trader.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/bf/Argentine_S-2T_landing_on_carrier_Sao_Paulo_2006.jpg)
Assim, faz sentido a aquisição de escoltas de 6000 Toneladas (pois as existentes já são de construção dos anos 70) e o PROANF já que o equipamento brasileiro nesta área é constituído por navios de desembarque pesado e apenas um navio-doca. Agora de resto, o PRONAE para avançar não faz sentido estar a modernizar uma ala aérea e um Porta-Aviões, para uma utilização limitada ou mesmo nenhum uso. Quanto ao resto, foi precoce e obviamente tem se reflectido em todo um conjunto de opções financeiras da MB no presente e no futuro. Quem olha com atenção para planificação percebe isso e com certeza não será a imprensa culpada de mais do que especular num conjunto de programas que já por si não "bate a bota com a perdigota"
(http://www.viribus-unitis.com.pl/wp-content/uploads/2013/05/enforcer-2006-image2.jpg)
(http://img264.imageshack.us/img264/3775/afconcorvetteep3.jpg)
(http://pbrasil.files.wordpress.com/2008/09/poseidom-preto.png?w=600&h=416)


Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: nelson38899 em Fevereiro 27, 2014, 01:42:30 pm
Isso é muito interessante, mas da forma como andam as coisas, se eles já levarem um sub nuclear, já devem ficar muito felizes.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 27, 2014, 04:42:08 pm
Vou dizer as coisas de memória e como tal podem ter erros.

O CV3 apareceu graças ao facto de que a Marinha Brasileira estar a aumentar e ainda recentemente decidiu-se a abertura de mais uma unidade de Fuzileiros. Como a aquisição dos navios de 6000 toneladas ainda vão demorar, eles avançaram com este projecto bastante mais simples e rápido de ser concluido. Segundo as últimas noticias o CV3 vai ser bastante diferente das imagens que colocaste.

Exemplo de uma das alterações:

http://www.alide.com.br/joomla/componen ... veta-da-mb (http://www.alide.com.br/joomla/component/content/article/75-extra/4628-umkhonto-barak-e-micavl-fora-da-futura-corveta-da-mb)

Não era possível continuar a desenvolver submarinos a partir dos que já tinham sido feitos porque uma coisa é projectar de raiz, outra é copiar e fazer pequenas modernizações (como foram feitas no último submarino). Como os Estaleiros do Rio de janeiro já estavam no seu limite, a Marinha decidiu fazer uma nova instalação para a construção e manutenção dos novos submarinos. Graças ao acordo com os Franceses toda uma equipa de Engenheiros navais brasileiros foram a França fazer um curso especifico para aprenderem a fazer submarinos e por isso no futuro todos os novos SSK serão concepção Brasileira e até o SNB terá muita coisa feita e desenvolvida no Brasil.

O PA terá catapultas e em principio será um projecto Francês e operará em principio o Sea Grippen (sim eles vão avançar com isso em parceria com os Suecos e talvez com os Indianos... talvez).
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Fevereiro 27, 2014, 09:44:58 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Vou dizer as coisas de memória e como tal podem ter erros.

O CV3 apareceu graças ao facto de que a Marinha Brasileira estar a aumentar e ainda recentemente decidiu-se a abertura de mais uma unidade de Fuzileiros. Como a aquisição dos navios de 6000 toneladas ainda vão demorar, eles avançaram com este projecto bastante mais simples e rápido de ser concluido. Segundo as últimas noticias o CV3 vai ser bastante diferente das imagens que colocaste.

Exemplo de uma das alterações:

http://www.alide.com.br/joomla/componen ... veta-da-mb (http://www.alide.com.br/joomla/component/content/article/75-extra/4628-umkhonto-barak-e-micavl-fora-da-futura-corveta-da-mb)

Não era possível continuar a desenvolver submarinos a partir dos que já tinham sido feitos porque uma coisa é projectar de raiz, outra é copiar e fazer pequenas modernizações (como foram feitas no último submarino). Como os Estaleiros do Rio de janeiro já estavam no seu limite, a Marinha decidiu fazer uma nova instalação para a construção e manutenção dos novos submarinos. Graças ao acordo com os Franceses toda uma equipa de Engenheiros navais brasileiros foram a França fazer um curso especifico para aprenderem a fazer submarinos e por isso no futuro todos os novos SSK serão concepção Brasileira e até o SNB terá muita coisa feita e desenvolvida no Brasil.

O PA terá catapultas e em principio será um projecto Francês e operará em principio o Sea Grippen (sim eles vão avançar com isso em parceria com os Suecos e talvez com os Indianos... talvez).

Martelo, eu no geral não estou a criticar as opções (que do que conheço também são basicamente as que disse) mas sim o timing. Se existem 5 corvetas e 5 submarinos recentes avançava-se por exemplo com os LPD/LST (trabalhando com o que existe em termos de corvetas, fragatas e submarinos) e posteriormente construia-se os submarinos e às escoltas à medida que as existentes envelheciam. É que quando se faz muita coisa ao mesmo tempo e conhecendo as limitações financeiras da MB impostas por "aquela" classe politica o risco de alguma coisa ficar para trás e bem maior (e diversas vezes já se ouviu falar por exemplo em fragatas de ocasião italianas ou britânicas, e atrás podem vir sempre mais algumas "velharias" de ocasião e lá fica a MB apenas com os submarinos que foi o que até agora avançou fisicamente).
Tanto o projecto (embora ainda existam muitas concepções) das corvetas, escoltas como do PA, passando pelos submarinos são bastante interessantes (estamos a falar de um nuclear e 4 convencionais com os existentes ainda a poderem durar uns bons anos), construidos localmente (knowhow será enorme), com estruturas e mão de obra própria e num país que tem uma extensão enorme de mar cravejada de recursos valiosos, agora à pontos a ter em conta e que apresentam, como em tudo, riscos (já alertei para alguns, mas à outros):
1 - O Scorpene brasileiro é um submarino sem AIP (embora posteriormente possa ir a estaleiro novamente, cortar o submergivel e instalar um anel com o dito sistema). Perde assim por exemplo para o Trident (que de raiz tem aip) além de que os Maláios e Espanhois (o derivado S-80) tem tido problemas "a rodos" com os ditos submarinos (embora não deixe de ser verdade que os Brasileiros aqui não tinham outra hipótese por causa do nuclear) .
(http://www.estadao.com.br/fotos/guardiao-do-mar.gif)
(http://www.defesabr.com/MB/SNB_Esquema.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/11/submarino-com-aip-range.jpg)
(http://www.financetwitter.com/wp-content/uploads/2012/03/Najib-Scorpene-Submarine-Cant-Dive.jpg)
(http://digitaljournal.com/article/350661)
2- Cada vez que o Brasil fala de corvetas só me lembro da asneirada que foi com as Inháuma e a Barroso. Colocar num casco de 96m uma torre de 114mm, misseis exocet, 2 tubos triplos de torpedos, plantaforma e hangar para helicoptero, alem de mais duas/uma torre(s) de 40mm só podia dar no que deu. Depois fabrica-se a barroso com as correção necessárias de projecto e continua a faltar o missil anti-aéreo. É exelente que o Brasil não opte por um missil de curto alcance (o mesmo foi apenas pensado devido ao tamanho das corvetas existentes) mas vai coloca-lo numa corveta? A Barroso já tem 103 metros e custa o preço de algumas fragatas que por aí navegam, quanto ficará com um missil anti-aereo de médio/longo alcance? Portanto, independentemente do projecto à aqui um conjunto de questões a pensar seriamente, não vá "dar burrada" novamente.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/corveta.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/Cv-Barroso.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/02/corveta-classe-barroso-EVOLUTION.jpg)
(http://3.bp.blogspot.com/-EsfsDMSvnUI/Ut268oyqAmI/AAAAAAAACDM/SKk7nyNT1QM/s1600/Corveta+sem+o+Mastro+da+Thales.png)
3- A opção do novo Porta-Aviões com catapultas é ouro sobre azul pois já basta a Classe Queen Elizabeth com aquela tonelagem e superlimitada pelo skyjump e convés convencional (assim o Brasil não apenas pode usar a ala-aérea do S.Paulo mas também fica com mais opções quer de AEW, ASW e mesmo caso algo corra mal com o seagripen). Agora, vai ser um NAE com catapultas a vapor (os EUA já introduziram a catapulta magnética)? Só terá como caça o Seagripen, quando pelo menos americanos e britânicos já operarão o F-35?  Será o projecto françés do PA-2 ou semelhante ao "Charles de Gaulle" mas convencional? E a França depois da "nega" ao Rafale continuará a cooperar nesta área com o Brasil?  Portanto e independentemente de na teoria o caminho da MB parecer o certo, a cada resposta acrescente uma nova pergunta.
(http://www.naviosbrasileiros.com.br/ngb/S/S032/S032-f131.jpg)
(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2013/04/PA2-franc%C3%AAs.jpg)
(http://pbrasil.files.wordpress.com/2008/09/cdg3.jpg)
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2013/04/RXX-Thales2.jpg)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: chaimites em Fevereiro 28, 2014, 04:06:20 pm
Caro mafets:

  A bem do estômago dos marinheiros Brasileiros avisa ai para não se esquecerem de colocar umas "barbatanas" nas corvetas!
 
esta bem que precisava:
   
Mas como o problema parece ser o centro de gravidade isto seria melhor:


Abraço e bom fim de semana
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Fevereiro 28, 2014, 04:42:28 pm
Citação de: "chaimites"
Caro mafets:

  A bem do estômago dos marinheiros Brasileiros avisa ai para não se esquecerem de colocar umas "barbatanas" nas corvetas!
esta bem que precisava:
 
Mas como o problema parece ser o centro de gravidade isto seria melhor:

Abraço e bom fim de semana

Caro Chaimites, quem de facto percebe da poda não esquece. :G-beer2:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 21, 2014, 09:52:04 am
Então mas havia dúvidas?  :shock: http://www.naval.com.br/blog/2014/03/20/submarinos-exaurem-verbas-da-marinha/

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 21, 2014, 06:55:05 pm
Citação de: "M"
Primeiro há que ser comentado que "Fontes ligadas à Marinha do Brasil " significa que a origem da reportagem nao foi a MB.
Se fosse, nao escreveria coisas como canhões de 144 mm, classe Amazona, etc.
Também nao pareceria um artigo escrito por porta-voz de alemães, insatisfeitos até hoje com a perda da boquinha; nao escreveria falácias como o SNAC II nuclear vindo de alemães, etc.
Saberia que as Corvetas estão em PERÍODO DE MANUTENÇÃO GERAL e MODERNIZAÇÃO, principalmente modernização e que isto demora, ainda mais em um cenário de contingenciamento financeiro onde o planejamento de aquisições logísticas vai para o espaço.
Eu, como ex-Comandante de Corveta, escrevo de público que considero o dinheiro gasto com os submarinos prioridade absoluta para a defesa do Brasil, a ação mais importante para a garantia da soberania nacional em curso e que, por este motivo, se os recursos estiverem sendo canalizados para os submarinos, eu entendo e apoio.
Lembro, quando na ativa, que os recursos para os submarinos eram de uma rubrica a parte, nao incluída no orçamento da MB. O CM brincava dizendo que quem mandava na MB era o coordenador do programa, já que tinha dinheiro garantido.
Isto pode ter mudado? Não sei.
A reportagem nao escreveu sobre o contingenciamento em 2013 de 4 bilhões da defesa em uma semana e em mais 1 bilhão na semana seguinte, como também nao escreveu do contingenciamento de 3,6 bilhões deste ano. E a culpa é dos submarinos, claro.
Mais uma reporcagem de fonte anônima "ligada a marinha".
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 21, 2014, 11:50:39 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "M"
Primeiro há que ser comentado que "Fontes ligadas à Marinha do Brasil " significa que a origem da reportagem nao foi a MB.
Se fosse, nao escreveria coisas como canhões de 144 mm, classe Amazona, etc.
Também nao pareceria um artigo escrito por porta-voz de alemães, insatisfeitos até hoje com a perda da boquinha; nao escreveria falácias como o SNAC II nuclear vindo de alemães, etc.
Saberia que as Corvetas estão em PERÍODO DE MANUTENÇÃO GERAL e MODERNIZAÇÃO, principalmente modernização e que isto demora, ainda mais em um cenário de contingenciamento financeiro onde o planejamento de aquisições logísticas vai para o espaço.
Eu, como ex-Comandante de Corveta, escrevo de público que considero o dinheiro gasto com os submarinos prioridade absoluta para a defesa do Brasil, a ação mais importante para a garantia da soberania nacional em curso e que, por este motivo, se os recursos estiverem sendo canalizados para os submarinos, eu entendo e apoio.
Lembro, quando na ativa, que os recursos para os submarinos eram de uma rubrica a parte, nao incluída no orçamento da MB. O CM brincava dizendo que quem mandava na MB era o coordenador do programa, já que tinha dinheiro garantido.
Isto pode ter mudado? Não sei.
A reportagem nao escreveu sobre o contingenciamento em 2013 de 4 bilhões da defesa em uma semana e em mais 1 bilhão na semana seguinte, como também nao escreveu do contingenciamento de 3,6 bilhões deste ano. E a culpa é dos submarinos, claro.
Mais uma reporcagem de fonte anônima "ligada a marinha".
Eu percebo perfeitamente que se defenda os submarinos e não tão pouco estou contra o projecto (só apenas acho que poderia ter esperado mais uns anos já que os actuais anda são recentes), com certeza que nem tudo é devido aos submarinos (algumas coisas hão-de ser, porque à muito dinheiro canalizado para o projecto) bem como acho que a FAB e a MB são muitas vezes vitimas de mau jornalismo e da ira popular, agora à justificações que no mínimo são "engraçadas" (para não dizer outra coisa).  :shock: )com modificações extensas ou no mínimo a substituição da peça de 114mm. A não ser que o M seja ex comandante da Corveta Barroso e não tenha passado pelos problemas das corvetas anteriores.  :twisted:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/imagem-412b.jpg)
(http://cache-assets.flogao.com.br/s18/26/03/07/452/98365312.jpg)
(http://4.bp.blogspot.com/-xk4mECuyQ2A/UoZgOqAFU8I/AAAAAAAABro/cdJmVccE8KM/s1600/Corvetas+Classe+Inha%C3%BAma+V-31+Jaceguai+e+V-32+J%C3%BAlio+de+Noronha.JPG)
(http://marinhadobrasil.files.wordpress.com/2013/12/corvetas.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/Corveta-classe-Inha%C3%BAma-e-Barroso-no-AMRJ-google-Earth-maio-2010.JPG)
(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=8631&d=1358619780)
Por outro lado, Amazonas que eu saiba é Amazon em Ingles, sendo que os brasileiros têm as Niteroi que são a versão Brasileira das Classe Amazon ou Tipo XXI. Portanto a da peça de 144 pela de 114 ainda se percebe agora esta é mesmo ser picuinhas. Aliás vejo erros bem mais graves inclusive de oficiais superiores da MB e passam ao lado (aqueles então sobre a ala aérea do S. Paulo são de brandar aos ceus). :wink:  
(http://i277.photobucket.com/albums/kk56/Sheriff__001/British%20Empire%20ships/GBFFType21Amazon1.png)
(http://i752.photobucket.com/albums/xx161/Bezobrazov/Br_AX_Brasil_U27-original.png)
Também me parece claro que a bem dos submarinos se está a ignorar o estado avançado relativamente à idade das Tipo XXII, nomeadamente a desactualização do equipamento electrónico e dos missies sea wolf (na volta também estão em manutenção e está tudo programado apesar de só os exocet M-38 terem sido substituidos pelos m-40). :roll:
(http://www.naviosbrasileiros.com.br/ngb/G/G048/G048-f22.JPG)
(http://i752.photobucket.com/albums/xx161/Bezobrazov/BR-FF-Type22_B1_Dodsworth-SB-1.png)
E será também a imprensa de fora da MB que inventa as mortes e os acidentes no Porta-Aviões S. Paulo? Não me parece, da mesma forma que tudo o que se escreveu sobre os Scorpene malaios ou S-80 espanhois, não estou a ver que fosse culpa dos alemães descontentes. Mas ainda bem que os franceses não subornaram e jogaram limpo para conseguirem os contratos, quando os U-214 ou mesmo o U-209 PN pelo menos emergem e submergem sem problemas  :twisted: . Veremos se a disposição francesa desinteressada continua em alta depois de perderem o Rafale para o Gripen e se o submarino brasileiro nuclear será tão bom como o Rubis ou é já um Barracuda francês. :mrgreen:  :twisted:
(http://www.financetwitter.com/wp-content/uploads/2013/03/Sabah-Invasion-Najib-Scorpene-Submarine1.jpg)
(http://www.quickmeme.com/img/11/11b902cfbabb78855ae2ed33f23abf0ee167573a222087324bdef4979929e405.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 25, 2014, 05:15:06 pm
United Aeronautical Corporation, mantendo os AF-1 e KC-2 da Marinha voando por muitos anos

 :arrow: http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=26954 (http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=26954)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 25, 2014, 06:39:24 pm
(http://3.bp.blogspot.com/-zJTVYaKKD1o/UyHz_f5l-rI/AAAAAAAAE3A/paN59eMxSRM/s1600/Lancha+LPR+Marinha+do+brasil.jpg)


 :arrow: http://www.webinfomil.com/2014/03/lpr-4 ... ecmar.html (http://www.webinfomil.com/2014/03/lpr-40-brasil-exercito-marinha-cotecmar.html)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 26, 2014, 12:39:20 pm
Citar
CENTRO DE PROJETOS DE NAVIOS
EXTRATO DE CONTRATO
Contratada: VARD Niterói S/A; Contratante: Centro de Projetos de
Navios; Espécie: Contrato nº 40100/2014-002/00; Objeto: Serviços de
engenharia específicos e especializados, conforme as tarefas acessórias
relacionadas e definidas no item 4.2 do Projeto Básico (Anexo
A), a fim de que seja elaborado o projeto de um navio derivado da
Corveta Classe "Barroso", dotado de inovações tecnológicas e aperfeiçoamentos
necessários para que cumpra as tarefas, requisitos e
missões adequadas às necessidades atuais da Marinha; Crédito Orçamentário:
Ação Interna: 112010; Valor total: R$ 4.790.000,00; Prazo
de Execução: 8 (oito) meses, a contar da data desta publicação;

Prazo de Vigência: 12 (doze) meses; Data de assinatura:
21/03/2014.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 10, 2014, 03:27:24 pm
(http://i1268.photobucket.com/albums/jj563/venoid/trader.jpg) Foto da modernização dum Trader para o Brasil

http://www.s2ftracker.com/braziltraders.htm http://www.s2ftracker.com/marshphotos.htm

Os Trader Brasileiros estão em modernização pela Marsh, mantendo esta varios Tracker em Stock. A MB só depois de analisar operacionalmente o Trader tomará uma decisão relativa ao AEW, ficando em aberto a possibilidade da MARSH fazer o mesmo trabalho em Tracker (a adquirir ao Uruguai ou mesmo já da empresa).Em relação aos futuros AEW, discute-se ainda a adoção do radar Eliradar HEW-784 ou do Thales Searchwater 2000AEW.
Citar
by Luiz Padilha
Uma coisa de cada vez. A MB faz as coisas no seu devido tempo. Primeiro o COD, ou C-1A, então depois ela partirá para o AEW.
http://sistemasdearmas.com.br/nav/modernizamb02aew.html.


Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 13, 2014, 10:47:22 am
http://www.naval.com.br/blog/2014/04/12/comandante-da-marinha-visita-nae-sao-paulo/
Citar
Após uma breve apresentação sobre o Período de Modernização de Meio (PMM) a que o navio será submetido, a partir de 2015, foram percorridas algumas das instalações de bordo, destacando-se a Praça de Máquinas de Ré, Praça de Caldeiras de Vante, os Hangares e o Convés de Voo.
http://naargrosbar.blogspot.pt/
Citar
Já há alguns anos em um longo PMG (Período de manutenção Geral) e PMM (Período de Modernização), o NAe São Paulo só tem previsão de retorno ao setor operativo em 2016. Inicialmente, a Marinha do Brasil pretendia dar um sobrevida ao São Paulo de 10 anos, quando em 2025 ele seria substituído por um novo navio construído em parceria com alguma gigante da Indústria Naval. Ver, Navantia e DCNS.

Graan Barros
(http://www.defesabr.com/MB/A-12_6A4K.JPG)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/02/a12-1.jpg)
(http://3.bp.blogspot.com/_AxCuBauiBF0/SnB1fhAaBcI/AAAAAAAACwI/dPpC1wSPo0c/s400/conv%C3%A9s+porta+avi%C3%B5es+s%C3%A3o+paulo+A-12.jpg)
(http://www.naviosbrasileiros.com.br/ngb/s/s032/S032-f070.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 14, 2014, 11:11:58 am
http://www.naval.com.br/blog/2014/04/13/tracker-versus-ec-725/
Citar
Possibilidade do Brasil testar os c-725 como COD e AEW, evitando comprar mais aeronaves Tracker
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/C-1T-MB.jpg)
(http://3.bp.blogspot.com/-d6YnYhBFb_4/T3L7dFtiXXI/AAAAAAAACF0/s52p9HnwA7k/s1600/Eurocopter_EC725_FAB_helicopter_helic%C3%B3ptero_Asa+Rotativa.jpg)
(http://www.lastrefuge.co.uk/images-database/david-halford/helicopters_big/DH_selects006.jpg)
(http://www.airwar.ru/image/idop/uh/as532/as532-1.jpg)


Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 23, 2014, 09:23:49 am
http://www.naval.com.br/blog/2014/04/22/revista-forcas-de-defesa-numero-10/

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/04/Fordefesa-10-pags-74-e-75.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Fordefesa-10-pag-76-77.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Fordefesa-10-pag-98-99.jpg)

Se alguem tiver o resto da reportagem...agradecido  :mrgreen:

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 29, 2014, 12:01:19 pm
:arrow: http://www.naval.com.br/blog/2014/04/25 ... -e-a-saab/ (http://www.naval.com.br/blog/2014/04/25/sea-gripen-marinha-devera-participar-da-proxima-reuniao-entre-a-fab-e-a-saab/)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 13, 2014, 11:09:55 am
http://www.naval.com.br/blog/2014/05/12/esquadrao-vf-1-realiza-voo-com-primeiro-prototipo-de-a-4-skyhawk-modernizado/

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2013/09/AF-1M-580x3861.jpg)
(http://1.bp.blogspot.com/-XfgBrt5J-jQ/UjKAIfSe7mI/AAAAAAAAC84/oEBVI5tZf5U/s1600/AF-1B+%E2%80%9CSkyhawk%E2%80%9D.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 25, 2014, 03:04:20 pm
http://www.naval.com.br/blog/2014/05/25/npaflu-roraima-realiza-tiro-de-homologacao-do-canhao-de-40mm-em-velho-airao/
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/Primeiro-disparo-do-NPaFlu-Roraima-durante-Tiro-de-Homologa%C3%A7%C3%A3o-do-canh%C3%A3o-de-40mm.jpg)
(http://www.mar.mil.br/nomaronline/noticias/23082011/img01/1.jpg)

Ainda o Aguiar Branco não se lembrou de vender as Bofors 40 mm retiradas dos patrulhões para o Brasil...  :twisted:

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Paisano em Maio 28, 2014, 02:45:00 am
Citação de: "WalterGaudério in Fórum Defesa Brasil"
SEnhores bom dia.

      Ofereço a vcs o melhor vídeo documentário(em imagens) que já vi do A12.
      O vídeo foi gravado provavelmente em 2004.
      A maioria das imagens é inédita.
      Pelo amor dos meus netinhos dêem um desconto para o Goulart de Andrade :twisted:  :twisted:  :twisted:  8-]
      Ehhhhh saudade...

     
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 01, 2014, 10:42:35 am
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Setembro 04, 2014, 09:59:18 am
http://www.naval.com.br/blog/2014/09/03/corveta-frontin-ira-para-a-reserva/
Era mais que evidente, como já previa à algum tempo. Canibalização de uma corveta incorporada em 1994 porque não existe dinheiro para a reparar e fica mais barato como provisão de peças para as restantes.  :?
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/CV-Frontin-V33-Classe-Inha%C3%BAma.jpg)
Mas nem tudo é mau: http://www.naval.com.br/blog/2014/09/03/mais-um-passo-rumo-as-novas-corvetas-da-mb-contrato-com-a-emgepron/

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Alvalade em Setembro 04, 2014, 11:14:20 am
Prioridades, eu preferia ter uma frota ativa e moderna (ou modernizada) do que ter um porta-aviões museu e um projecto megalómano para a construção de um submarino nuclear
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Setembro 24, 2014, 09:20:04 am
http://www.naval.com.br/blog/2014/09/23/reflexoes-sobre-a-desativacao-da-corveta-frontin/
Citar
É fato notório para os que acompanham o noticiário de Defesa que a situação da Esquadra Brasileira não é boa. Os constantes cortes orçamentários ao longo dos anos fizeram vítimas, dentre as quais a corveta Frontin, que será desativada no dia 28.9.14 com apenas 20 anos de serviço ativo. O correto seria modernizar o navio e não desativá-lo.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/V331.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: HSMW em Setembro 24, 2014, 11:49:29 am
E vender a corveta não seria uma possibilidade?
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Setembro 24, 2014, 09:25:39 pm
Citação de: "HSMW"
E vender a corveta não seria uma possibilidade?
Penso que o objectivo é servir de "reserva de peças" para as restantes, assim como das 4 Greenhalgh” (Type 22), uma pouco tempo depois foi desactivada com o mesmo propósito.
Citar
http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_Barroso

Apesar de não ter sido um projecto de sucesso, a construção da "Barroso" provou que os problemas da classe podiam ser resolvidos, fosse com o navio a voltar para o estaleiro ou pela simples remoção de algum equipamento (sobretudo a peça principal por uma de 76 mm ou mesmo 57 mm, já que a mesma segundo publicações é o que mais desequilibra o navio), daí que  tanto este cenário como a venda me pareçam perfeitamente possível e viável. Porem a MB prefere usar novamente um dos navio de uma classe como "sobresselente", apesar da idade nada ter a ver com a de outros navios da Marinha Brasileira.Opções (certamente financeiras, embora já trabalhem em outro projecto de corvetas), penso eu de que.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/corveta.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/73/Cv_Barroso_(V-34)_C.jpg)
(http://3.bp.blogspot.com/-EsfsDMSvnUI/Ut268oyqAmI/AAAAAAAACDM/SKk7nyNT1QM/s1600/Corveta+sem+o+Mastro+da+Thales.png)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Outubro 10, 2014, 10:52:40 am
http://www.naval.com.br/blog/2014/10/09/marinha-apresenta-seus-projetos-estrategicos-em-palestra-na-defesa/
Citar
Na linha de fortalecimento do Poder Naval, alguns projetos tiveram destaques na reunião ministrada pelo diretor de Gestão de Programas Estratégicos da Marinha, almirante Roberto Gondim Carneiro da Cunha (foto), como: os Programas de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) e de Construção de Corvetas Classe “Barroso”. Além dos Programas de Obtenções de Navios-Patrulha de 500 toneladas, de Meios de Superfície (PROSUPER), de Navios-Aeródromos (PRONAe) e de Navios-Anfíbios (PRONAnf).
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/10/Destaque-Sistemas-MR.jpg)
 :roll:

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 10, 2014, 11:21:02 am
Há muita coisa a acontecer ao mesmo tempo, mas na prática o governo Brasileiro está seco...dinheiro para a Defesa é cada vez mais uma miragem. O SNB e os restantes submarinos estão assegurados, as novas Corvetas estão mais ou menos, o novo PA é um projecto a médio prazo, navios-anfibios a mesma coisa.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Outubro 28, 2014, 12:46:27 pm
http://www.naval.com.br/blog/2014/10/28/segundo-o-site-alide-corvetas-da-classe-tamandare-ja-tem-nome/
Citar
O site Alide – Base Militar Webmagazine informou que as futuras corvetas classe “Tamandaré” (aperfeiçoamento da classe “Barroso”) já receberam nomes e indicativos visuais:

Tamandaré - V35
Jerônimo de Albuquerque - V36
Cunha Moreira - V37
Mariz e Barros - V38
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/10/CV03-02.jpg)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Outubro 31, 2014, 10:59:07 am
http://www.naval.com.br/blog/2014/10/30/ministro-da-defesa-visita-a-embraer-para-conhecer-o-trabalho-de-modernizacao-dos-jatos-af-11a-da-marinha/
Citar
Na ocasião da Cerimônia de Lançamento do Protótipo do Cargueiro KC-390, da Força Aérea Brasileira, as instalações onde estão se desenvolvendo as atividades relacionadas à Modernização das Aeronaves AF-1/1A foram apresentadas ao Ministro da Defesa, que verificou “in loco” o atual estágio de desenvolvimento do programa. Nesta mesma oportunidade, os integrantes do Grupo de Fiscalização e Recebimento de Aeronaves (GFRANV) AF-1/1A e o Engenheiro da Embraer, responsável pela modernização dos aviões, responderam a várias perguntas formuladas pelo Ministro e comitiva, demonstração inequívoca do interesse despertado pela visita.

O Programa de Modernização das Aeronaves AF-1/1A é um dos muitos projetos realizados pela Marinha do Brasil com intuito de manter seus meios integrados aos últimos avanços tecnológicos. Este programa encontra-se na fase de testes e certificações do protótipo. A entrega das primeiras aeronaves modernizadas está prevista para ocorrer no início de 2015 e o recebimento dos novos meios agregará significativo incremento na capacidade operativa do Poder Naval.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/10/FOTO-2-VISITA-%C3%80-EMBRAER-E-%C3%80-MODERNIZA%C3%87%C3%83O-DAS-AERONAVES-AF-1-1A.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Novembro 09, 2014, 09:35:59 am
http://www.naval.com.br/blog/2014/11/07/marinha-assina-termo-aditivo-ao-contrato-de-modernizacao-dos-avioes-c-1a-trader/
Citar
O novo Acordo incluiu a empresa Elbit Systems of America LLC como subcontratada da MA, agregando ainda maior capacitação e qualidade aos serviços previstos no Contrato original, visando a prontificação das aeronaves, que receberão a designação, na MB, de “KC-2”.

O voo do primeiro protótipo tem previsão para novembro de 2017 e a entrega da primeira Aeronave KC-2 no Brasil está prevista para dezembro de 2018.
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2014/01/tRAKER-mARINHA-2.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Novembro 22, 2014, 10:12:35 am
http://www.naval.com.br/blog/2014/11/21/ndcc-mattoso-maia-pode-ser-o-proximo-navio-da-mb-a-dar-baixa/
Citar
Segundo uma fonte, o Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) Mattoso Maia (G28) pode ser o próximo navio da MB a dar baixa do serviço ativo da MB. O Mattoso Maia é o único navio de sua classe (Newport) em serviço no Brasil e o estado de suas máquinas não era dos melhores, tanto pela idade quanto pela dificuldade de se encontrar sobressalentes.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/G28.jpg)
http://www.naval.com.br/blog/2014/11/21/navio-de-desembarque-doca-ceara-finaliza-pmg-com-exito/
Citar
O Navio de Desembarque-Doca (NDD) “Ceará” finalizou com êxito o seu Período de Manutenção Geral (PMG) em novembro de 2014.

Entre os principais serviços realizados durante esse período, destacam-se: a revisão geral dos sistemas de propulsão e de geração de energia; manutenção dos sistemas de detecção e de armas; reparos estruturais, incluindo a substituição de todo o convés de voo²; bem como a implementação de diversas melhorias, visando aprimorar as condições de habitabilidade e o bem-estar da tripulação.

Para 2015, em continuidade ao programa de manutenção do Navio, está prevista uma docagem de rotina, visando complementar os serviços realizados durante o PMG, em especial no sistema de lastro¹, o que lhe possibilitará operar de forma plena, realizando a sua tarefa principal de recolher e lançar embarcações de desembarque³ e viaturas anfíbias, contribuindo, assim, para a capacidade da Marinha do Brasil de projetar poder sobre terra.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/NDD-Cear%C3%A1.jpg)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Novembro 25, 2014, 10:32:38 am
http://www.naval.com.br/blog/2014/11/24/brasil-cria-nucleo-de-missao-naval-em-sao-tome-e-principe/
Citar
OBJETIVO É LEVANTAR NECESSIDADES DA GUARDA COSTEIRA DO LOCAL E ELABORAR PROPOSTA DE ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE OS DOIS PAÍSES

A Marinha do Brasil anunciou a criação de um Núcleo da Missão Naval do Brasil em São Tomé e Príncipe, com sede em São Tomé, na República Democrática de São Tomé e Príncipe (STP). A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (11).

O objetivo do núcleo é efetuar o levantamento das reais necessidades da guarda costeira de STP com a finalidade de elaborar uma proposta de acordo de cooperação entre os dois países.

A iniciativa vai acompanhar e apoiar as atividades do grupo de apoio técnico de fuzileiros navais em São Tomé e Príncipe, subordinado ao núcleo, e administrar os recursos humanos, materiais e patrimoniais.

O núcleo contará com o apoio da Adidância de Defesa, Naval, do Exército e Aeronáutica em Angola e São Tomé e Príncipe, com estrutura administrativa subordinada ao Estado-Maior da Armada.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/NPa-Grauna.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Novembro 26, 2014, 02:12:48 pm
http://www.naval.com.br/blog/2014/11/26/reforma-de-r-1-bi-em-porta-avioes-da-marinha-pode-torna-lo-mais-lento/
Citar
A Marinha reforma o porta-aviões São Paulo. Ao custo de pelo menos R$ 1 bilhão, pretende substituir as caldeiras dos motores a diesel. A mudança poderá causar problemas, segundo oficiais da Marinha. Sem as caldeiras, a embarcação fica mais lenta e insegura para o pouso dos aviões de caça embarcados.

Ainda não foi divulgado pela MB ou pela DCNS o detalhamento das modificações no sistema de propulsão e qual o desempenho pretendido na modernização. De qualquer forma, será difícil para o navio alcançar os 32 nós que conseguia atingir com a propulsão a vapor.
E continua... :twisted:
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2013/07/sao-paulo.jpg)
http://www.naval.com.br/blog/2014/11/26/dcns-vai-assessorar-a-marinha-do-brasil-na-modernizacao-do-porta-avioes-sao-paulo/
Citar
DIRETORIA-GERAL DO MATERIAL – EXTRATO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO
Termo de Inexigibilidade de Licitação n° 002/2014.
Objeto: Contratação de serviços de assistência técnica para assessorar a realização da modernização e manutenção do sistema de propulsão do Navio Aeródromo São Paulo, por dois (2) anos.
Contratada: DCNS.
Valor: 1.710.580,00 Euros (hum milhão setecentos e dez mil e quinhentos e oitenta euros).
Fundamento Legal: Art. 25°, Inciso II da Lei nº 8.666/1993. Autoridade Ratificadora: Diretor-Geral.
Mais 2 anos no estaleiro e em provas de mar...  :shock:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/NAe-S%C3%A3o-Paulo-A12.jpg)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 26, 2014, 04:17:41 pm
O PA vai ser completamente reconstruido, algo como os Chineses fizeram com o PA que compraram na Russia.

 :arrow: http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=48058 (http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=48058)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: HSMW em Novembro 26, 2014, 05:05:29 pm
Citação de: "mafets"
Citar
DIRETORIA-GERAL DO MATERIAL – EXTRATO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO
Termo de Inexigibilidade de Licitação n° 002/2014.
Objeto: Contratação de serviços de assistência técnica para assessorar a realização da modernização e manutenção do sistema de propulsão do Navio Aeródromo São Paulo, por dois (2) anos.
Contratada: DCNS.
Valor: 1.710.580,00 Euros (hum milhão setecentos e dez mil e quinhentos e oitenta euros).
Fundamento Legal: Art. 25°, Inciso II da Lei nº 8.666/1993. Autoridade Ratificadora: Diretor-Geral.

(http://t.qkme.me/3rbqdq.jpg)
Com o desacordo ortográfico também mudaram a numeração?!?!?!?!? hum?!
Epá, mudem a lingua oficial para Mandarim!! Assim não tenho de ler mais nada vindo de lá...  :N-icon-Axe:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 27, 2014, 10:14:54 am
Citação de: "M...."
Descobri a fonte da matéria.
A matéria abaixo foi publicada no PA.

Citar
Reforma de R$ 1 bi em porta-aviões da Marinha pode torná-lo mais lento
TERESA PEROSA

A Marinha reforma o porta-aviões São Paulo. Ao custo de pelo menos R$ 1 bilhão, pretende substituir as caldeiras dos motores a diesel. A mudança poderá causar problemas, segundo oficiais da Marinha. Sem as caldeiras, a embarcação fica mais lenta e insegura para o pouso dos aviões de caça embarcados.

FONTE: Revistá Época / Blog Felipe Patury

NOTA DO PODER NAVAL: a notícia acima quer dizer que as caldeiras do NAe São Paulo deverão ser substituídas por motores diesel. Ainda não foi divulgado pela MB ou pela DCNS o desempenho pretendido na modernização. De qualquer forma, será difícil para o navio alcançar os 32 nós que conseguia atingir com a propulsão a vapor original.
O próprio PA se preocupou em editar o texto.
O que vai ser substituído sao os TGs, TURBO GERADORES movidos a vapor, que geram energia para o navio.
As caldeiras, que geram vapor para a PROPULSAO do navio, serão mantidas.
De onde a autora tirou o valor de R$ 1 bilhão?
Ninguém sabe ainda quanto será o custo da modernização.
Mais ainda, é um EMPREENDIMENTO MODULAR, significando que a MB pode dividir em módulos distintos, como geração de energia, PROPULSAO, máquinas auxiliares, etc, dividindo os custos ao longo do tempo.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Novembro 27, 2014, 12:59:51 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
algo como os Chineses fizeram com o PA que compraram na Russia.

 :mrgreen:  :wink:
(http://img.bemil.chosun.com/nbrd/data/10044/upfile/201402/20140207002951.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/vf-1.jpg)
O resto é especulação e contradição da empresa brasileira, j´que este tipo de modernização já se fez dezenas de vezes (só me surprende-me que o armamento fique de fora e não sa aproveite para colocar lançadores de misseis AA como nas fragatas Niteroi). Por exemplo nunca existiu aquando da diminuição da velocidade de um Porta-Aviões por troca de motorização, caldeiras, etc, problemas de estabilidade no navio (à casos em que a cvelocidade deminui um ou 2 nós mas também em que aumenta ou mantém). E isso foi feito várias vezes, por canadianos, holandeses e até salvo erro no Minas Gerais.  :wink:  c34x
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/65/USS_Oriskany_(CV-34)_en_route_to_the_Western_Pacific_for_operations_off_Vietnam,_23_June_1967.jpg)
(http://i2.wp.com/badrequest.com.br/wp-content/uploads/2014/10/a-historia-de-um-porta-avioes-no-brasil.jpg?resize=350%2C200)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Dezembro 03, 2014, 12:38:46 pm
http://www.naval.com.br/blog/2014/12/01/contrato-de-inspecao-da-catapulta-de-vante-do-nae-sao-paulo/
Citar
DIRETORIA-GERAL DO MATERIAL
ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO
EXTRATO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO

Contratante: Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.
Contratado: Direction des Constructions Navales Systemes et Services (DCNS).
Inexigibilidade no- 7-0076/14.
Valor € 352,000.00 (trezentos e cinquenta e dois mil euros).
Crédito Orçamentário: Projeto Z-05.2203.01.00.
Objeto: Serviço de Inspeção da Catapulta a Vante do NAe “São Paulo”.
Fundamento Legal: Art. 26, da Lei 8666/93.
Aprovação do TJIL em 30/07/14, pelo Ordenador de Despesa, Capitão-de-
Mar-e-Guerra (RM1-IM) Marcos Vinicios Colodeti dos Santos.
Ratificação em 30/07/14 pelo Contra-Almirante (EN) Mario Ferreira Botelho – Diretor.
(http://www.defesabr.com/MB/A-12_Reparo_Catapulta_Lateral.jpg)
http://www.naval.com.br/blog/2014/12/01/termo-aditivo-ao-contrato-de-modernizacao-dos-jatos-af-11a-da-marinha-do-brasil-pela-embraer/
Citar
“EXTRATO DE TERMO ADITIVO No- 43000/2009-02/02
Processo no- 63003.000007/2009-68.
Contratante: Diretoria de Aeronáutica da Marinha.
Contratada: EMBRAER AVIATION INTERNATIONAL – EAI.
No do Termo Aditivo e Contrato Original: 2º Termo Aditivo ao Contrato de Despesa no- 43000/2009-02/00.
Objeto: Fornecimento de materiais e prestação de serviços necessários para o desenvolvimento da modernização das aeronaves AF-1/1A.
Valor total do contrato: USD 107.545.380,20.
Programa: 2058.
Ação: 20XP.
Data de assinatura: 27 de novembro de 2014.
Vigência: 30 de setembro de 2015.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/IMG_1852.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 03, 2014, 04:02:21 pm
Citar
Divulgação - 30/10/2014
Ministro da Defesa visita Embraer e as instalações relacionadas à modernização dos A-4 Skyhawk
 
(http://www.creditorial.com.br/portal/imagens/UpLoadedImages/3704_1.JPG)

Em 21 de outubro último o Ministro da Defesa Celso Amorim visitou às instalações da Embraer, em Gavião Peixoto (SP), acompanhado do Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Julio Soares de Moura Neto e do Diretor de Aeronáutica da Marinha, Contra Almirante Carlos Frederico Carneiro Primo, com suas respectivas comitivas.

Na ocasião da Cerimônia de Lançamento do Protótipo do Cargueiro KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), as instalações onde estão se desenvolvendo as atividades relacionadas à Modernização das Aeronaves AF-1/1A foram apresentadas ao Ministro da Defesa, que verificou in loco o atual estágio de desenvolvimento do programa. Nesta mesma oportunidade, os integrantes do Grupo de Fiscalização e Recebimento de Aeronaves (GFRANV) AF-1/1A e o Engenheiro da Embraer, responsável pela modernização dos aviões, responderam a várias perguntas formuladas pelo Ministro e comitiva, demonstração inequívoca do interesse despertado pela visita.

(http://www.creditorial.com.br/portal/imagens/UpLoadedImages/3704_2.JPG)

O Programa de Modernização das Aeronaves AF-1/1A é um dos muitos projetos realizados pela Marinha do Brasil com intuito de manter seus meios integrados aos últimos avanços tecnológicos. Este programa encontra-se na fase de testes e certificações do protótipo. A entrega das primeiras aeronaves modernizadas está prevista para ocorrer no início de 2015 e o recebimento dos novos meios agregará significativo incremento na capacidade operativa do Poder Naval.

(http://www.creditorial.com.br/portal/imagens/UpLoadedImages/3704_4.JPG)

(http://www.creditorial.com.br/portal/imagens/UpLoadedImages/3704_3.JPG)

http://www.creditorial.com.br/portal/no ... px?id=3704 (http://www.creditorial.com.br/portal/noticias/DetalharNoticias.aspx?id=3704)


 :arrow: Veja reportagem completa sobre a modernização dos A-4M Skyhawk na edição 81 (outubro/novembro), clicando no link http://issuu.com/revistaasas/docs/asas_81_issuu/1 (http://issuu.com/revistaasas/docs/asas_81_issuu/1)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Dezembro 04, 2014, 02:35:20 pm
http://www.naval.com.br/blog/2014/12/04/porta-avioes-sao-paulo-sera-modernizado-de-2015-a-2019-para-operar-ate-2039/
Citar
Desta forma, o NAe “São Paulo” deverá retornar ao Setor Operativo em 2019, permanecendo em operação por mais 20 anos, até 2039.
As principais pontos do PMM do NAe “São Paulo” são:

a reforma de seu interior, melhorando significativamente as condições de habitação para sua tripulação;
substituição de tubulações e fiações;
implementação de um novo sistema de propulsão, geração e distribuição de energia;
revitalização das fontes de geração de vapor;
revitalização geral (com substituição de diversas peças) das duas catapultas, permitindo que ambas lancem aeronaves com até 20,5 toneladas;
revitalização (com substituição de diversas peças, incluindo os cabos) do aparelho de parada, permitindo o pouso de aeronaves mais pesadas e de alto desempenho;
revitalização (com substituição de diversas peças) de ambos os elevadores de aeronaves, fazendo com que cada um deles tenha a capacidade superior a 20 toneladas;
modernização do sistema ótico de pouso;
modernização dos sistemas de controle de avarias do convoo e do hangar;
modificações e modernização dos sistemas de tratamento de águas servidas;
modificações e modernização do sistema de ar condicionado;
modificações e modernização das câmaras frigoríficas;
modificações e modernização nos sistemas de ar comprimido;
instalação de novos sistemas de defesa de ponto;
substituição dos radares de busca combinada e de aproximação, integrando-os ao SICONTA Mk. IV; e
instalação de novo sistema integrado de comunicações.
Cumpre o Cronograma dos Trader que serão entregues até Dezembro de 2018 mas os A-4 terão as primeiras unidades entregues em inicio de 2015 (completadas até 2018 na totalidade, se não estou em erro). :wink:  
(http://pbrasil.files.wordpress.com/2010/08/28.png)
(http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/IM_aer/A4M_003.jpg)

Cumprimentos


Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Dezembro 12, 2014, 06:09:22 pm
http://www.naval.com.br/blog/2014/12/12/inaugurado-o-predio-principal-do-estaleiro-de-construcao-de-submarinos-em-itaguai/
Citar
Nesta sexta-feira, 12 de dezembro, foi inaugurado pela presidente da República, Dilma Rousseff, o prédio principal do Estaleiro de Construção de Submarinos, no Estaleiro e Base Naval da Marinha no município de Itaguaí (RJ). Na cerimônia, segundo informações via twitter do Blog do Planalto (clique para acessar), a presidente  disse estar honrada em inaugurar o prédio na véspera do Dia do Marinheiro – 13 de dezembro, aniversário de Tamandaré.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/12/Inaugura%C3%A7%C3%A3o-pr%C3%A9dio-principal-estaleiro-submarinos-foto-via-Blog-do-Planalto.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Dezembro 15, 2014, 12:57:24 pm
http://www.naval.com.br/blog/2014/12/08/marinha-do-brasil-vai-avaliar-o-navio-de-assalto-anfibio-frances-siroco/
Citar
A MB enviará comitiva coordenada pelo CMG (EN) Luiz Carlos Delgado, outros 5 oficiais superiores e um Engenheiro de Tecnologia Militar, todos lotados na DEN, que embarcarão para Toulon, no dia 13.12.2014, para realizar visita técnica ao navio de assalto anfíbio (LPD) Siroco (L9012), da classe “Foudre”.

O objetivo é avaliar as condições do navio e a possibilidade de a MB vir a operá-lo. Caso a avaliação seja positiva, ele deverá ser adquirido.

A avaliação ocorrerá entre os dias 16 e 18 de dezembro.

Navio relativamente novo. Se estiver em bom estado e o preço for condizente com a realidade ( o Chile pagou US$ 80 milhões no Foudre, em 2011), será uma óptima compra para MB.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/12/corymbe-le-bpc-tonnerre-releve-le-tcd-siroco-2.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/12/Foudreperfil.jpg)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 06, 2015, 05:39:33 pm
Entretanto parece que os Fuzos Brasileiros vão agarrar nas M-14 que vieram juntamente com alguns navios ex-US Navy e vão modernizar para serem usadas pelos seus atiradores especiais.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Janeiro 08, 2015, 11:30:22 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/01/07/como-sera-o-futuro-kc-2-da-mb/
Citar
A Elbit Systems of America LLC divulgou a imagem acima mostrando como ficará o futuro KC-2 da Aviação Naval da Marinha do Brasil. A Elbit é uma subcontratada da Marsh Aviation, empresa contratada pela Marinha do Brasil para a Modernização e Remotorização de quatro Aeronaves C-1A Carrier-on-Board Delivery (projeto COD/AAR), designadas KC-2 na MB.

O voo do primeiro protótipo tem previsão para novembro de 2017 e a entrega da primeira Aeronave KC-2 no Brasil está prevista para dezembro de 2018.

O futuro recebimento destas aeronaves modernizadas irá marcar um novo patamar operacional para a Marinha do Brasil, uma vez que ao possuir a capacidade de operar a partir de Navio-Aeródromo, permitirá o apoio logístico à Esquadra, tanto na área de pessoal como de material, assim como o reabastecimento em voo das aeronaves AF-1/1A “Skyhawk”.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/C-1A-da-MB-imagem-Elbit-580x290.jpg)
Suportamente os Trader seriam re-motorizados com turbo-hélice, mas este mantém os originais. A imagem se os mesmos vierem a ser instalados deverá ser mais próxima destas:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/C-1T-MB.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/01/Turbo-Trader-291x218.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Fevereiro 04, 2015, 09:40:47 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/02/03/relatorio-da-marinha-do-brasil-e-favoravel-a-aquisicao-do-siroco/
Citar
A Diretoria-Geral do Material da Marinha (DGMM) recebeu em janeiro o relatório com a avaliação feita por sua equipe no navio de desembarque anfíbio “Siroco”, da Marine Nationale. Segundo a análise, o navio está em boas condições gerais e a recomendação é pela sua aquisição.
A serio? Não estava nada à espera... :twisted:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/Siroco-1.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/siroconondatebbmecanz.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: tenente em Fevereiro 04, 2015, 11:52:36 am
Citação de: "mafets"
http://www.naval.com.br/blog/2015/02/03/relatorio-da-marinha-do-brasil-e-favoravel-a-aquisicao-do-siroco/
Citar
A Diretoria-Geral do Material da Marinha (DGMM) recebeu em janeiro o relatório com a avaliação feita por sua equipe no navio de desembarque anfíbio “Siroco”, da Marine Nationale. Segundo a análise, o navio está em boas condições gerais e a recomendação é pela sua aquisição.
A serio? Não estava nada à espera... :twisted:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/Siroco-1.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/siroconondatebbmecanz.jpg)

Cumprimentos


Mas que boa Notícia, que os Brasileiros sejam muito felizes com o SIROCO :lol:  :lol:

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: nelson38899 em Fevereiro 04, 2015, 11:59:55 am
Citação de: "tenente"
Citação de: "mafets"
http://www.naval.com.br/blog/2015/02/03/relatorio-da-marinha-do-brasil-e-favoravel-a-aquisicao-do-siroco/
Citar
A Diretoria-Geral do Material da Marinha (DGMM) recebeu em janeiro o relatório com a avaliação feita por sua equipe no navio de desembarque anfíbio “Siroco”, da Marine Nationale. Segundo a análise, o navio está em boas condições gerais e a recomendação é pela sua aquisição.
A serio? Não estava nada à espera... :twisted:
[/img]

Cumprimentos


Mas que boa Notícia, que os Brasieliros sejam muito felizes com o SIROCO :lol:  :lol:

Cumprimentos

Depois se não se quiserem dar muito ao trabalho podem sempre apenas substituir no nome o S por um P.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Fevereiro 07, 2015, 09:52:55 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/02/05/prosuper-propostas-da-navantia-e-da-industria-alema-reunem-as-preferencias/
Citar
Segunda mão - É preciso dizer, entretanto, que nem tudo está perdido para os alemães (ou para os demais competidores do PROSUPER).

Até porque, nem mesmo os chefes navais brasileiros têm a certeza absoluta de que, nas atuais circunstâncias de severa crise econômica, o Executivo irá se dispor a assumir um endividamento de mais de 6 bilhões de dólares.

Nos últimos meses, o Comando da Marinha julgou enxergar na postura da presidenta da República em relação ao PROSUPER, a disposição de, pelo menos, apontar um vencedor para o certame.

Não obstante isso, numa situação-limite, de aumento da indisponibilidade dos meios de superfície mais antiquados da Esquadra e de inflexibilidade da área econômica, a saída mais rápida para manter o atendimento às comissões de adestramento e de cooperação internacional seria a aquisição de navios usados, construídas entre o fim dos anos de 1980 e o início da década seguinte.
Pois.  :wink:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/Meko-600.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Alvaro_de_bazan.jpg)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Fevereiro 16, 2015, 10:06:41 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/02/14/entrega-do-submarino-riachuelo-s40-ao-setor-operativo-da-marinha-passou-para-2018/
Citar
A Marinha do Brasil e a Itaguaí Construções Navais (ICN) – sociedade formada pela empresa brasileira Odebrecht Defesa e pelo estaleiro francês DCNS – acertaram uma alteração no cronograma de construção do primeiro submarino brasileiro da classe Scorpène (S-BR), o “Riachuelo” (S40).

De acordo com esse ajuste, o navio dará início às provas de mar por volta do mês de julho de 2017, o que adiará sua entrega ao setor operativo da Marinha para o segundo trimestre de 2018.

Na metade final de 2009, a previsão da Diretoria-Geral de Material da Marinha (DGMM) era de que o SBR-1 ficasse pronto em 2015 (veja a reportagem “Cronograma das entregas de submarinos e helicópteros EC725” , publicada pelo Poder Naval em 3 de setembro de 2009). Mais tarde, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) da Marinha teve o seu desdobramento modificado. Segundo a nova previsão, o “Riachuelo”, primeiro dos quatro submarinos convencionais a serem construídos, estaria pronto em 2016 e, após a realização dos testes de cais e de mar, seria entregue à MB em meados de 2017.
Os eventuais atrasos... :wink:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/Cronograma-Prosub.png)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Fevereiro 26, 2015, 04:02:52 pm
http://www.naval.com.br/blog/2015/02/21/incorporacao-da-corveta-tamandare-pela-esquadra-ficou-para-2021/
Citar
O sonho de muitos militares da Marinha – e de muitos civis entusiastas da Força Naval – de ver a força de superfície da Esquadra reforçada pela chegada da corveta “Tamandaré”, primeira das quatro unidades classe “Barroso modificada” (também conhecida como CV 03), precisará ser adiado.

Segundo o Poder Naval pode apurar, o reprojeto dessa categoria de embarcações, ordenado pelo Comando da Marinha, no segundo semestre do ano passado, ao Centro de Projetos da Marinha e a outras organizações militares, só redundará num planejamento definitivo em junho de 2015.

Em função disso, o corte da primeira chapa do navio ficou para o fim deste ano, e sua entrega ao setor operativo da Esquadra para o ano de 2021.

As outras três unidades dessa classe serão entregues até 2024, à razão de uma por ano. De acordo com as mesmas informações, cada corveta será prontificada no período de cinco anos – o que pode ser considerado um período relativamente longo.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/10/CV03-02.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 26, 2015, 04:37:51 pm
Todos os projectos de reequipamento das Forças Armadas Brasileiras estão a ser adiados ou a sofrer atrasos. É a crise...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Alvalade em Fevereiro 26, 2015, 05:59:46 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Todos os projectos de reequipamento das Forças Armadas Brasileiras estão a ser adiados ou a sofrer atrasos. É a crise...


Era mais que previsível.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Fevereiro 27, 2015, 02:25:48 pm
Citação de: "Alvalade"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Todos os projectos de reequipamento das Forças Armadas Brasileiras estão a ser adiados ou a sofrer atrasos. É a crise...


Era mais que previsível.
Querem eles comprar o Ciroco...  :twisted:
Citar
Nau-Capitânea?

A compra do LPD Siroco também vai oferecer uma plataforma de operação mais adequada para os novos helicópteros EC725 da Aviação Naval, e uma Nau-Capitânea interina para a Esquadra, considerando-se que o NAe A-12 São Paulo estará sendo submetido a um PMM até 2019. Em breve, a MB deverá aposentar o NDCC Mattoso Maia, após décadas de serviço, o que torna a aquisição do LPD Siroco uma compra de oportunidade de significativa importância, pois irá fornecer a Força de Fuzileiros da Esquadra meios operativos bem mais modernos e capazes para a execução de assaltos anfíbios, missões de Paz no exterior ou mesmo auxílio em desastres naturais e calamidades humanitárias. O irmão do LPD Siroco, o LPD Foudre, que deu nome a classe, foi comprado pela Marinha do Chile há alguns anos e tem operado com sucesso naquele país.
http://tecnodefesa.com.br/o-brasil-e-o-ldp-siroco/
(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2014/12/LPD_Siroco_Toulon_Marine_Nationale_Foto_low.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 09, 2015, 10:28:26 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/02/27/concurso-para-soldado-fuzileiro-naval-1-860-vagas-para-nivel-fundamental/
Citar
O Comando do Pessoal de Fuzileiros Navais publicou no dia 20 de fevereiro o edital de convocação para o Concurso de Admissão às turmas I e II de 2016 do Curso de Formação de Soldados Fuzileiros Navais. As inscrições estarão abertas entre os dias 02 e 30 de março e podem ser realizadas pelo site www.mar.mil.br/cgcfn,no (http://www.mar.mil.br/cgcfn,no) link “concursos”, ou presencialmente, nos endereços listados no edital. Serão 1.860 vagas. O edital também inclui os requisitos para inscrição, dentre os quais, destacam-se ser brasileiro do sexo masculino, com idade entre 18 e 21 anos, referenciados em 01 de janeiro de 2016.

A primeira etapa do processo seletivo consiste em um exame de escolaridade, com provas de Português e Matemática, a ser realizado no dia 26 de maio. Os aprovados na etapa inicial passarão ainda por verificação de dados biográficos e documentos, teste psicológico, inspeção de saúde e teste de suficiência física.

Durante o curso, os candidatos aprovados recebem uma ajuda de custo de aproximadamente R$642,00 por mês. Após aprovação no curso, o recruta será nomeado Soldado Fuzileiro Naval e perceberá a remuneração mensal inicial da ordem de R$1.587,00. O curso de formação terá a duração de 17 semanas e será realizado em órgãos de formação do CFN no Rio de Janeiro e em Brasília, em regime de internato e dedicação exclusiva até o dia da formatura.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/CFN-580x361.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/CFN1-580x385.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 14, 2015, 09:24:52 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/13/amrj-realiza-docagem-do-nae-sao-paulo-para-vistoria-no-casco-visando-modernizacao/
Citar
O porta-aviões “São Paulo” (A-12) foi docado novamente no dique “Almirante Régis”, do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), desta vez para que os técnicos dessa organização militar possam realizar uma inspeção detalhada em seu casco.

A vistoria vai determinar que tipo de recuperação o casco necessita. As conclusões desse trabalho vão integrar um relatório mais amplo, previsto para ficar pronto até julho, com a listagem de todos os itens do navio-aeródromo que requerem restauração e/ou modernização.

Segundo o Poder Naval pôde apurar, somente depois dessa espécie de auditoria na embarcação, que será acompanhada de um levantamento de custos para o equacionamento de cada um dos problemas, é que a Marinha vai determinar a extensão da modernização a que o “São Paulo” será submetido — e em que prazo.
De acordo com uma fonte ouvida com exclusividade por este blog, a modernização do navio terá início no segundo semestre de 2015.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/Docagem-do-NAe-S%C3%A3o-Paulo-em-2008-960x640.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/Docagem-do-NAe-S%C3%A3o-Paulo-em-2008-2-960x640.jpg)
Citar
Docagem do NAe São Paulo, em 2008 – Foto: Alexandre Galante

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Alvalade em Março 14, 2015, 11:25:32 am
Mais uma maneira de queimarem dinheiro.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Johnnie em Março 15, 2015, 10:58:56 am
Citação de: "Alvalade"
Mais uma maneira de queimarem dinheiro.

Tem sido assim desde que chegou, passa mais tempo em reparações que a navegar.

Eessa teimosia do Brasil manter um PA tem sugado recursos valiosos á MB que poderiam ser utilizados melhor noutra areas e assim atrasado todo o programa de modernização da mesma.

Em caso de guerra este elefante branco seria o primeiro a ir a pique  :mrgreen:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 21, 2015, 10:40:19 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/20/marinha-do-brasil-sofre-com-frota-envelhecida/
Citar
Mas a realidade é dura. As fragatas nacionais, com 35 anos de serviço, já mereceriam aposentadoria, e a União, sem muito alarde, pifou. Parte de seu sistema de propulsão parou e a fragata está inoperante. As peças sobressalentes vão ser levadas pelo navio patrulha oceânico Apa, que, até o fim do conserto, ficará no lugar da fragata.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/06/Fragata-Uni%C3%A3o-F45.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/NPaOc-Apa-P121.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Alvalade em Março 21, 2015, 11:26:34 am
Não têm o essencial, mas andam a gastar dinheiro em submarinos nucleares e porta-aviões  :roll:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: nelson38899 em Março 21, 2015, 11:44:18 am
Citação de: "Alvalade"
Não têm o essencial, mas andam a gastar dinheiro em submarinos nucleares e porta-aviões  :roll:

Por isso é que continuo a dizer que os brazucas não percebem nada de defesa. Gerir umas Forças Armadas é como gerir uma empresa, primeiro o básico e só depois o resto.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 21, 2015, 02:55:04 pm
Vou tentar dar a minha perspectiva dos problemas que estão a afectar a Marinha Brasileira.

A Marinha tem dois programas distintos de aquisição de meios navais de superfície, um é de 5 Fragatas de 6000 toneladas com tudo de bom, a outra é de 4 Corvetas de com o máximo de produtos Made in Brasil e feito no dito país.

Pelo que li a aquisição das Fragatas de 6000 toneladas está em águas de bacalhau por causa da crise, já o CV3, parece que está indo no bom caminho. É claro que entre desenharem, começarem a construir e finalmente entrarem em serviço ainda vai demorar uns quantos anos.

 :arrow: http://www.defesaaereanaval.com.br/barr ... licitacao/ (http://www.defesaaereanaval.com.br/barroso-modificada-extrato-de-dispensa-de-licitacao/)

Neste momento o navio projectado já vai nas 3000 toneladas, por isso já é uma Corveta com alguma dimensão.

Os mais recentes navios da Marinha Brasileira são os Navios de Patrulhamento Oceânicos.

Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Março 21, 2015, 03:34:45 pm
Eles já têm o pensamento de "potência mundial" sem o serem... Consideravam-se uma das potências emergentes, juntamente com a China e a India, portanto pensaram "se eles têm porta-aviões, nós também temos de ter!"... No entanto, verdade seja dita, para um país que se considera uma das potências emergentes, militarmente a sua qualidade é risória... sim estão melhores que nós na maior parte dos aspectos, mas comparativamente a outras potências, nem lhes faziam moça... O exército é capaz de ser o que se safa melhor, depois a força aérea anda às aranhas, preferiu o Gripen, quando atendendo às dimensões do país, havia muito melhores escolhas (de todos os concorrentes, provavelmente escolheram o que tem menor raio de acção e menor capacidade de transportar armamentos), depois os AMX para a sua função aguentam-se bem, já os F-5 são aviões que em pleno 2015 estão em modernização, quando a maior parte dos países já os anda a retirar do serviço... depois fale-se dos helicópteros de ataque, já tem os Mi-35, e pelos vistos o exército quer uns também, mas diferentes... (lá está, armam-se em potência, com dois tipos de Helis de ataque, só falta a marinha escolher ainda outro diferente para o porta-aviões fantasma...). A marinha deve ser o pior... falam de nós com navios "velhos", no entanto são eles que têm navios principais com mais de 30 anos, e o número também é risório tendo em conta o estatuto de potência... mas lá está, querem o porta-aviões, sem escoltas para o proteger e com uma ala aérea dos anos 60/70, mas o que importa é dizerem ao mundo que estão no grupo exclusivo dos porta-aviões, o mesmo se passa com o submarino nuclear... é mais para "fingir que sim" do que propriamente uma necessidade que tinham...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Alvalade em Março 21, 2015, 03:45:40 pm
Lá está andarem a gastar dinheiro num porta-aviões quando as "escoltas" estão a cair de podre é uma coisa que não se percebe.

Como alguém já aqui disse em caso de guerra e sem as escoltas o São Paulo é o primeiro a ser metido a pique (se conseguir sair do porto).

 Basicamente eles estão a gastar dinheiro no maior alvo do mundo.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 23, 2015, 12:02:33 pm
Em termos navais, a defesa brasileira é uma bandalheira pegada (deculpem, e com todo o respeito que tenho pela MB, Brasil e Brasileiros, não me ocorre outra coisa). Distribuem dinheiro a toda a gente, lançam projectos uns em cima dos outros e a maior parte das vezes acabam a comprar o que lhes aparece à frente, o que obviamente nem sempre é bom. Mas vamos aos factos:
(https://www.mar.mil.br/amrj/images/naelmg.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7c/Sao_Paulo_carrier_forward_flight_deck_2003.jpg)
Mandam para a sucata o Minas Gerais (1º acima, segundo a estimativa oficial porque era pequeno e tinha uma velocidade baixa, sendo que é a mesma de qualquer lpd ou navio de desembarque) e compram o S. Paulo, limpo de armas, sem um único avião, exactamente para lhe colocar a mesma ala aérea que argentinos e australianos já operavam desde o final dos anos 60. Num NAE já da década de 60, colocar a Embraer a modificar A4, a March Aviation os Tracker e adquirir os Sh-60, é no mínimo surrealista. Com o navio a dar problemas uns atrás dos outros, prosseguir com o programa já é burrice (tendo em conta que a Espanha tem um porta-aviões mais recente encostado e a Italia sempre teve disponível para vender o seu mais antigo). Para ajudar à festa ainda tem esperanças de desenvolver um Gripen Naval capaz de operar no ex-foch que espera-se esteja operacional até 2039.  :shock:  :?
(http://s2.glbimg.com/rQZ4LYGdt1Mg0VNRB5KDfgbg8S_L6Nmhvaj-_W_UGDJIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/08/18/submarino_tikuna_170812_g1rn.jpg)
(http://3.bp.blogspot.com/-hJHGMNvBXbc/UBqIefwoM4I/AAAAAAAAFeI/vDP8qA3qQ04/s640/Submarinos_brasileiros.jpg)
Por ultimo os submarinos, novamente é difícil de entender quando por exemplo o Tikuna (o seu irmão foi cancelado) foi construído em 2006 (a classe Tupi de 4 unidades dita entre 1989 e 1999). Quanto muito apenas agora se justificaria lançar as bases para a substituição da actual frota e não à quase uma década atrás, com o tipo Scorpene sem AIP e um submarino nuclear que dará uma manutenção cara a uma MB que tem de desactivar navios para tirar peças para outros.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/lpd-4-classe-austin-foto-navsource.jpg)
(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2012/11/10718.jpg)
Novamente à aqui uma questão de prioridades que não se entende, quando o próprio pais apenas tem 4 patrulhas oceânicos modernos (compra nova de ocasião aos britânicos por desistência do comprador), possui uma frota anfíbia na maioria com navios dos anos 60 e além dos problemas já referidos, pretende ter uma base permanente na antárctica (a anterior ardeu por erro humano) com toda a estrutura e navios de apoio que necessita e no futuro necessitará (entretanto o C-130 da FAB lá acidentado ainda continua no mesmo sitio e não se sabe quando será retirado). É certo que a MB tem recebido helicópteros novos, veículos e armamento, mas isso não apaga a péssima planificação que no geral e principalmente a Marinha Oceânica (a fluvial vejo muito melhor planificada), é vítima com consequente perda de operacionalidade e recursos. http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_das_embarca%C3%A7%C3%B5es_da_Marinha_do_Brasil
(http://media.defenceindustrydaily.com/images/AIR_S-70B_Brazil_Tarmac_FdDB_lg.jpg)
(http://img.r7.com/images/2013/03/07/11_20_07_800_file?dimensions=780x536&no_crop=true)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Março 23, 2015, 02:00:26 pm
mafets -- não te esqueças que num porta aviões convencional a velocidade é fundamental, caso contrário pode não haver sustentação suficiente para os aviões descolarem com cargas maiores (incluindo combustível). De acordo com as specs originais, o Minas dava 25 nós e o SP 35 nós , no entanto, duvido que o SP consiga atingir essa velocidade hoje em dia. A MB parece ter optado há muito tempo por PA's convencionais, pelo que os PA's de ski jump que mencionaste não lhes servem, além disso teriam que adquirir Harrier II, o que iria aumentar os custos. Mas concordo em absoluto com as tuas considerações.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 23, 2015, 02:46:45 pm
Citação de: "NVF"
mafets -- não te esqueças que num porta aviões convencional a velocidade é fundamental, caso contrário pode não haver sustentação suficiente para os aviões descolarem com cargas maiores (incluindo combustível). De acordo com as specs originais, o Minas dava 25 nós e o SP 35 nós , no entanto, duvido que o SP consiga atingir essa velocidade hoje em dia. A MB parece ter optado há muito tempo por PA's convencionais, pelo que os PA's de ski jump que mencionaste não lhes servem, além disso teriam que adquirir Harrier II, o que iria aumentar os custos. Mas concordo em absoluto com as tuas considerações.
Certo. Mas as limitações eram iguais aos P.A. Australianos e Argentinos (exactamente da mesma classe, ou seja da Majestic feita ainda na segunda guerra mundial http://en.wikipedia.org/wiki/1942_Design_Light_Fleet_Carrier), que operaram décadas com exactamente os mesmos tipos de aparelhos. Além disso a MB poderia à mesma reformar os Trader para reabastecimento em voo (embora ache que o AEW seria uma prioridade maior já que os A4 sempre se reabasteceram uns aos outros com o kit respectivo nas marinhas citadas). Havia também alguma capacidade de renovação dos A4 e Traker/Trader em si já que o 25 de Mayo chegou a operar com o Turbo Tracker e Super Etendard (pelo menos nas catapultas). Além disso eu citei a "versão oficial" para mandarem o Minas Gerais para a Sucata (como se um LPD fosse mais rápido e na MB sem escoltas ficasse para trás  :roll:
(http://cdn2.shipspotting.com/photos/middle/9/4/8/1419849.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/04/25demayo-11.jpg)
Quanto à questão dos P.A. convencionais versus STOL, tendo em conta os gastos de aquisição, modernização, renovações e nova modernização do S.Paulo, com os gastos da Embraer para modernizar os A4 e da March para modernizar os Trader, não valia mais financeiramente ter comprado o Invencible (ou o Príncipe das Astúrias ou o Garibaldi) e ter adquirido uns quantos Harrier e Sea KIng AEW desactivados aos Britânicos, mandando a doutrina do P.A. convencional "às malvas" e tendo um P.A. minimamente operacional?  :wink:
(http://www.military-today.com/aircraft/bae_sea_harrier_l2.jpg)
(http://www.airforce-technology.com/projects/seaking/images/seaking3.jpg)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cláudio C. em Março 23, 2015, 09:28:22 pm
Citação de: "dc"
Eles já têm o pensamento de "potência mundial" sem o serem... Consideravam-se uma das potências emergentes, juntamente com a China e a India, portanto pensaram "se eles têm porta-aviões, nós também temos de ter!"... No entanto, verdade seja dita, para um país que se considera uma das potências emergentes, militarmente a sua qualidade é risória... sim estão melhores que nós na maior parte dos aspectos, mas comparativamente a outras potências, nem lhes faziam moça... O exército é capaz de ser o que se safa melhor, depois a força aérea anda às aranhas, preferiu o Gripen, quando atendendo às dimensões do país, havia muito melhores escolhas (de todos os concorrentes, provavelmente escolheram o que tem menor raio de acção e menor capacidade de transportar armamentos), depois os AMX para a sua função aguentam-se bem, já os F-5 são aviões que em pleno 2015 estão em modernização, quando a maior parte dos países já os anda a retirar do serviço... depois fale-se dos helicópteros de ataque, já tem os Mi-35, e pelos vistos o exército quer uns também, mas diferentes... (lá está, armam-se em potência, com dois tipos de Helis de ataque, só falta a marinha escolher ainda outro diferente para o porta-aviões fantasma...). A marinha deve ser o pior... falam de nós com navios "velhos", no entanto são eles que têm navios principais com mais de 30 anos, e o número também é risório tendo em conta o estatuto de potência... mas lá está, querem o porta-aviões, sem escoltas para o proteger e com uma ala aérea dos anos 60/70, mas o que importa é dizerem ao mundo que estão no grupo exclusivo dos porta-aviões, o mesmo se passa com o submarino nuclear... é mais para "fingir que sim" do que propriamente uma necessidade que tinham...

Olhe que não sei se estão assim tão melhores que nós... Só se for em números, e mesmo em números se fizermos a comparação da devida proporção... :roll:

É verdade que se nota algum desdem dos brasileiros pelos "portuga" em alguns espaços dos temas militares, mas penso que deveriam olhar primeiro para o anão militar que são comparativamente ao tamnho do seu país...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 24, 2015, 09:41:42 am
Citação de: "Cláudio C."
Citação de: "dc"
Eles já têm o pensamento de "potência mundial" sem o serem... Consideravam-se uma das potências emergentes, juntamente com a China e a India, portanto pensaram "se eles têm porta-aviões, nós também temos de ter!"... No entanto, verdade seja dita, para um país que se considera uma das potências emergentes, militarmente a sua qualidade é risória... sim estão melhores que nós na maior parte dos aspectos, mas comparativamente a outras potências, nem lhes faziam moça... O exército é capaz de ser o que se safa melhor, depois a força aérea anda às aranhas, preferiu o Gripen, quando atendendo às dimensões do país, havia muito melhores escolhas (de todos os concorrentes, provavelmente escolheram o que tem menor raio de acção e menor capacidade de transportar armamentos), depois os AMX para a sua função aguentam-se bem, já os F-5 são aviões que em pleno 2015 estão em modernização, quando a maior parte dos países já os anda a retirar do serviço... depois fale-se dos helicópteros de ataque, já tem os Mi-35, e pelos vistos o exército quer uns também, mas diferentes... (lá está, armam-se em potência, com dois tipos de Helis de ataque, só falta a marinha escolher ainda outro diferente para o porta-aviões fantasma...). A marinha deve ser o pior... falam de nós com navios "velhos", no entanto são eles que têm navios principais com mais de 30 anos, e o número também é risório tendo em conta o estatuto de potência... mas lá está, querem o porta-aviões, sem escoltas para o proteger e com uma ala aérea dos anos 60/70, mas o que importa é dizerem ao mundo que estão no grupo exclusivo dos porta-aviões, o mesmo se passa com o submarino nuclear... é mais para "fingir que sim" do que propriamente uma necessidade que tinham...

Olhe que não sei se estão assim tão melhores que nós... Só se for em números, e mesmo em números se fizermos a comparação da devida proporção... :mrgreen:  :mrgreen:  :twisted:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Edu em Março 24, 2015, 12:29:27 pm
Todos nós sabemos que o grande mal do Brasil é a corrupção. Acontece que mesmo na generalidade dos países corruptos (principalmente ditaduras) a defesa é uma área que costuma ser levada a sério, mesmo que saúde e educação não o sejam.

No Brasil nem a defesa é levada a sério. O Brasil tem uma população 20 vezes superior à portuguesa, uma área geográfica 92 vezes superior à de Portugal e um PIB cerca de 11 vezes superior ao português.

No entanto se a marinha portuguesa enfrentasse a marinha brasileira em espaço neutro não é certo que a marinha portuguesa saísse derrotada. Os números pendem para o lado brasileiro, mas tecnologicamente a marinha portuguesa é bastante mais avançada.

Quanto à força aérea então aí penso que não há muito a dizer, o F-16 é muito, mas muito superior ao F-5. E a diferença de números aí penso que não ajudaria.

Na única coisa em que o Brasil é claramente superior é no exercito, o problema é que eles tinham obrigação de serem superiores em tudo.

Basicamente o Brasil acha-se grande quando claramente não o é do ponto de vista militar. O dinheiro que andam a gastar no porta-aviões e submarino nuclear podia e devia ser aplicado em modernos escoltas oceânicos e 4 ou 5 submarinos como o nosso tridente.

A compra do Gripen para o país da dimensão do Brasil é absurda. Mesmo para portugal (92 vezes mais pequeno sem considerar o mar) o Gripen seria um caça a meu ver algo insuficiente e um downgrade de algumas capacidades quanto comparado ao F-16. Para um país da dimensão do Brasil é incompreensível. Além de que pessoalmente não acredito que comprem os cerca de 120 Gripens como tem vindo a ser divulgado. Se chegarem aos 50 já não vão mal. Mas no entanto teimam em exigir transferência de tecnologia quando não têm claramente dinheiro para comprar um número considerável de aparelhos.

Os desdém deles perante Portugal simplesmente mostra a insegurança que os brasileiros sentem pela sua própria falta de capacidade. Só o compararem-se a um país 92 vezes mais pequeno mostra o quando a fasquia deles está baixa. O Brasil devia comparar-se com a Espanha, com a França, com a Alemanha.

E relativamente aos planos de armamento que têm só posso dizer o seguinte, são uns sonhadores. Nem quero imaginar como lhes vai cair se ficarem sem o Sciroco para Portugal, ou melhor, até sei, vão dizer que era um mau negócio.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 24, 2015, 02:16:11 pm
Citação de: "Edu"
E relativamente aos planos de armamento que têm só posso dizer o seguinte, são uns sonhadores
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/21/a-esquadra-que-o-brasil-merece/
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/NAe-960x286.png)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/LPH-960x301.png)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/LPD-960x295.png)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/DDG-960x374.png)
E uns grandes artistas :twisted:  :wink:
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/23/caso-perca-mais-verbas-marinha-deve-desincorporar-uma-fragata-e-uma-corveta/
Citar
A Marinha está organizando planos de contingência para enfrentar uma fase de grave diminuição do seu orçamento.

Dependendo da extensão dos cortes previstos para este ano e para 2016, o comando da Força pode autorizar a desincorporação de uma fragata – supostamente uma Tipo 22 (classe “Greenhalgh”) – e de uma corveta classe “Inhaúma”.

No momento, a baixa em mais de dois navios não é considerada.

As quatro fragatas classe “Greenhalgh” adquiridas pelo Brasil nos anos de 1990, foram construídas com a tecnologia da primeira metade da década de 1970, e em seus primeiros 20 anos de uso a serviço da Marinha Real britânica (Royal Navy) conquistaram boa reputação.
Pelo menos nós se vier o Siroco,não perdemos nenhuma fragata... c34x
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/09/Greenhalgh-F46-sem-lan%C3%A7adores-de-Exocet-na-Passex-do-Dixmude-em-junho-de-2012-foto-Nun%C3%A3o-Poder-Naval-580x286.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/Convoo_GreenHalgh-580x773.jpg)

Cumprimentos PORTUGUESES  :G-beer2:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cláudio C. em Março 24, 2015, 11:27:21 pm
Quantidade de meios, tecnologia dos mesmo e outra coisa, a sua operacionalidade!!! Penso que só no primeiro quesito eé que a nossa Marinha fica a dever à MB por questões obvias. Mas também nao pretendo estar aqui a alimentar rancores eheh Ate acho é que as duas marinha deveria cooperar muito mais!
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 25, 2015, 11:49:30 am
Também eu, mas pelo que eu vejo a nossa prioridade é OTAN, PALOPs, norte de África e só depois tudo o resto.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Edu em Março 25, 2015, 12:56:06 pm
Citação de: "Cláudio C."
Quantidade de meios, tecnologia dos mesmo e outra coisa, a sua operacionalidade!!! Penso que só no primeiro quesito eé que a nossa Marinha fica a dever à MB por questões obvias. Mas também nao pretendo estar aqui a alimentar rancores eheh Ate acho é que as duas marinha deveria cooperar muito mais!

Isto não é uma questão de estar a alimentar rancores, estamos apenas a analisar factos. E é um facto que a marinha brasileira é demasiadamente ineficiente.

Gastam o (aparentemente pouco) dinheiro que têm em meios menos necessários ficando sem dinheiro para o que interessa. Os casos do porta-aviões e submarino nuclear, são como disse e bem o mafets simplesmente surreais.  

Quanto à cooperação concordo. Já há cooperação na aeronáutica, porque não cooperar também a nível naval? Se calhar o NPO seria um navio interessante para a marinha brasileira. Com um pouco mais de armamento talvêz até desse uma coverta jeitosa para eles a preços mais simpaticos.

Da mesma forma acho que o super tucano seria bom para a nossa força aérea.

Agora o mal é mesmo eles não meterem de uma vez os pés na terra. A marinha brasileira parecem aquelas familias que compram um mercedes novo mas depois vivem numa casa a cair de podre e mal têm dinheiro para comer.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cláudio C. em Março 25, 2015, 02:49:28 pm
Concordo camarada Edu.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 26, 2015, 01:04:42 am
Primeiramente, meus cumprimentos.

Sou novo neste Fórum, sou brasileiro e há alguns anos venho observando as discussões de alto nível que acontecem aqui.
Acompanho diariamente o desenrolar deste tópico acerca da Marinha do Brasil, a mais antiga de nossas FFAA que já veio pronta ao País juntamente com a família real portuguesa em 1808. Pelo menos é assim que trata nossos chefes navais a respeito das origens da Armada brasileira.

Confesso aos senhores que não posso dar maiores informações precisas em relação a Marinha do Brasil. Moro no interior do Brasil, cerca de 1.300 quilômetros do mar. Mas posso dizer que, por meio de sites, blogs, fóruns virtuais como este, e publicações impressas, tenho ficado estarrecido e embasbacado com as notícias sobre a situação em que se encontra a Armada brasileira – bem como as FFAA brasileiras em geral.

Meus parcos conhecimentos me permite dizer que a Marinha do Brasil planeja – ressalto esta palavra - navegar, no século 21, como a legítima guardiã do pré-sal, que vai contar com uma força combativa a altura do desafio. Para que isso ocorra, quatro objetivos básicos serão perseguidos pelo Poder Naval nos próximos 30 anos: o controle da área marítima, a negação do uso do mar ao inimigo, a projeção de Poder (fuzileiros navais) sobre a terra e a contribuição efetiva ao aparato dissuasório da nação.

Como parte do planejamento de fortalecimento da Marinha do Brasil, está previsto a incorporação à frota nacional, pelas próximas décadas, de seis submarinos nucleares, 15 convencionais (de propulsão diesel-elétrica), dois porta-aviões, quatro navios de propósitos múltiplos (naves de desembarque de fuzileiros navais e dotados de convés de voo para helicópteros), 30 navios de escolta e 18 navios-patrulha oceânicos.

São esses os projetos na pauta da Marinha do Brasil: Programa Nu­clear da Marinha (PNM), Programa de Desenvolvimento de Subma­rinos (Prosub), Programa de Obten­ção de Meios de Superfície (Pro­super), Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGaAAz), Programa de Obtenção de Navios-Aérodromos (ProNAE), Programa de Obtenção de Navios Anfíbios (ProNanf), Programa de Construção de 20 navios-patrulha de 500 toneladas e o Programa de Construção de corvetas classe Barroso Modificada. Porém, para que o megaprojeto naval torne-se uma realidade, haverá um custo exorbitante aos cofres públicos.

Aí está a questão. Um forista acima disse que o Brasil está em crise. Mas não está. Ocorre que a economia brasileira está estagnada, e isso não pode ser confundida com crise, pois crise é recessão, algo no qual o Brasil não passa. Ainda somos a 7ª economia mundial, temos um mercado de 202 milhões de habitantes, o Brasil terminou 2014 como quinto maior destino de investimentos estrangeiros diretos no mundo, superando todos os países europeus. O País tem 500 bilhões de dólares em reserva (quase o dobro do PIB de Portugal), temos uma moeda forte, apesar de ter sofrida ligeira desvalorização frente ao dólar, mas ainda é aceita em vários mercados do mundo.

O Brasil passa por um período de pleno emprego, há sobras de vagas para mão-de-obra qualificada – inclusive há portugueses muito bem qualificados que trabalham aqui no Brasil. Apesar da inflação rondar a casa dos 7% ao ano e o grau de endividamento das famílias brasileiras ter aumentado, o Brasil ainda é um mercado competitivo. O País contabiliza quase metade da produção econômica da América Latina (somente o Estado de São Paulo ostenta um PIB superior à Argentina e do Rio de Janeiro equivale ao de Portugal). Lar de organizações como a Embraer (terceira maior fabricante mundial de aviões comerciais), o Brasil concentra a maior reserva mundial de nióbio e o sexto mais importante estoque de urânio do mundo. Do mesmo modo que o País é reconhecido por sua gigantesca produção de grãos, carnes, minérios e outras commodities, também é notabilizado por ser um dos centros mais criativos na elaboração de softwares.

Mas afinal, o que acontece com a Marinha do Brasil para passar por tão vexatório constrangimento por conta do alto grau de inoperância? Posso julgar que o governo brasileiro passa por um período de ajustes fiscais, ou seja, a máquina pública federal passou a gastar mais do que arrecadava, portanto precisava equilibrar suas contas. E, aqui no Brasil, quando há este tipo de medida governamental, o primeiro setor a sentir tais cortes são as FFAA.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 26, 2015, 02:04:22 am
Não vou omitir que o Brasil tem seus problemas. Eles existem, e acho que, estereótipos e preconceitos à parte, vocês são informados muito bem sobre o que ocorre aqui do outro lado do Atlântico. Ainda há desafios enormes a serem superados, na área social, cultural, educacional, estrutural e econômica. Classifico a corrupção e o baixo investimento na melhoria da qualidade da educação, pesquisa e tecnologia como os principais males do meu País.

Em relação às diretrizes de operacionalidade dos meios da Marinha do Brasil, confesso a vocês que há coisas ainda a se entender e outras compreensíveis. Sobre o porta-aviões A-12 São Paulo, alvo de tantas controvérsias por aqui, deve lembrar que a Marinha do Brasil tem operando porta-aviões desde 1961, o que assegura à armada brasileira alguma proeminência em âmbito regional — ainda que nem sempre isso tenha suscitado respeitabilidade e admiração.

Mas nada adiantaria ter dois porta-aviões se não houver aeronaves em seu convés de voo. Apesar de a aviação naval contar atualmente com 23 caças A-4 Skyhawk — fabricação americana, mas comprados dos estoques do Kuwait, sendo que apenas 12 estariam operacionais —, estão nos planos (de novo esta palavra) da Marinha a aquisição de pelo menos 40 novas aeronaves de combate de alto desempenho. Mas só Deus sabe quando e se isto de fato vai ocorrer.

Em relação aos submarinos nucleares, devo informa-los que Brasil já teria investido  10,3 bilhões de reais no Álvaro Alberto (o primeiro dos cinco) e, sua conclusão significará outros 11 bilhões de reais. O submergível de propulsão atômica, que será a expressão máxima do poder naval do País deve, segundo previsões, ganhar os mares brasileiros em 2023. Isso é fato. Não há como voltar atrás. O Brasil terá sim, um submarino nuclear, mesmo que isso soe como absurdo perante as limitações em outras áreas da Armada brasileira.

No mesmo complexo de bases e instalações fabris de 540 mil metros quadrados em Itaguaí, no litoral do Estado do Rio de Janeiro, onde os submarinos nucleares serão construídos, também segue a concepção dos Scorpène. Até onde pude ser informado o primeiro dos 15 a ganhar forma, o “S-40 Riachuelo”, encontra-se atualmente com 45% de suas construções já prontas. Como os senhores já sabem, ao entrarem em serviço na esquadra brasileira, os Scorpène vão dispor, pela primeira vez na Marinha do Brasil, além da aptidão de desfechar torpedos e de semear minas aquáticas, a capacidade de disparar mísseis Excocet.

Enfim. Notei alguns comentários ofensivos e jocosos por parte de alguns foristas em relação à Marinha do Brasil que nada acrescenta a discussão. Dizem que a Armada brasileira quer ser, o que ela não pode ser. Pois bem. São opiniões e eu respeito. Posso dizer que há um pouco de razão nas críticas, mas acredito na capacidade dos chefes navais brasileiros e dos 60 mil militares que a integram. Dizem por aqui que Deus é brasileiro e que seu filho é da Marinha. Acredito que a situação é passageira e que no médio prazo as coisas vão melhorar.

Sobre a aquisição de  navios de propósitos múltiplos, creio que eles virão, seja o Siroco ou não. O Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil é uma força admirável e merece urgentemente de meios à altura do grau de sua operacionalidade.

Mais uma coisa. Nunca subestimem e duvidem da capacidade militar brasileira. Já demos mostras de nossas possibilidades e temos algumas façanhas bélicas em nosso currículo. Como bem disse a presidente Dilma Rousseff quando da descoberta de que NSA estaria espionando o governo brasileiro: "Nós sabemos nos defender". (Isso deve ter soado como uma exaltação ufanista, mas a história prova que esta afirmação é verdadeira).

O Brasil deseja ser uma potência? Sim. Mas tem FFAA à altura de outros países emergentes como os do BRIC, por exemplo? Diria que não. Mas qual ameaça iminente estaria prestes a violar a soberania brasileira? Não vejo nenhuma por agora, aparentemente. Mas, pelo seu gigantismo econômico, populacional e político reconheço que o Brasil merecia ter FFAA com meios e efetivos bem superiores.

Vi logo acima que comparavam os meios militares portugueses com os do Brasil. Confesso que não entendi e achei desmedido este tipo de comparativo. Acho que se for comparar as FFAA portuguesas com outras, deveriam começar pelas congêneres europeias, como os da Holanda, Bélgica, Suécia, Noruega, Grécia, Reino Unido e por aí vai.

Vossa Força Aérea voa F-16, ok. É um ótimo vetor. E nós ainda, por enquanto, voamos F-5 modernizados. Mas em breve serão substituídos por Gripen NG. Vão dizer que o caça escandinavo não serve para o Brasil por sua limitada autonomia de voo além de sua reduzida capacidade de portar armamentos. Tudo bem, eu particularmente preferiria o F-18 Super Hornet para ser o vencedor do certame do F-X2. Mas a FAB enxergou na plataforma da Saab uma oportunidade de absorver tecnologia e conhecimento - algo que os “brothers” da América do Norte não estariam dispostos a fazer, e eles têm suas razão para isso. Lembrando que a Embraer é o que é graças ao AMX e, quem sabe com o Gripen, ela não possa alcançar um novo patamar tecnológico e qualitativo.

Comparam os nossos Leopard 1A5 com os vossos Leopard  2A6. Mas, qual o proposto deste tipo de comparação? Os carros de combate brasileiros estão concentrados no Sul do Brasil, justamente perto das fronteiras com a Argentina, Uruguai e Paraguai. Neste contexto, apenas os TAM argentinos fariam frente a nossa arma blindada. Lembrando que são 250 Leopard 1A5 e 128 Leopard 1A 1. Até onde sei no inventário do E.P são pouco mais de 30 Leopard 2A6. Tudo bem que o Brasil é dezena de vezes maior do que Portugal, mas eu acho que 200 carros de combate Leopard 1A5 já o suficiente para persuadir uruguaios e argentinos. Não se esqueçam que, num passado não muito distante, a indústria bélica brasileira conseguiu conceber um dos melhores MBTs do mundo, ao final da década de 80 (Engesa Osório). Por ironia do destino, desmandos e burradas políticas perdemos esta oportunidade.

Como disse anteriormente um forista: "A marinha brasileira parecem aquelas familias que compram um mercedes novo mas depois vivem numa casa a cair de podre e mal têm dinheiro para comer."

Discordo. A Marinha Brasileira é a família que comprou o Mercedes, mora numa boa casa, tem fartura sobre a mesa e se o Mercedes der problema ela saberá consertá-lo, sem precisar levá-lo à concessionária.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 26, 2015, 03:04:24 am
"Na única coisa em que o Brasil é claramente superior é no exercito, o problema é que eles tinham obrigação de serem superiores em tudo.

Basicamente o Brasil acha-se grande quando claramente não o é do ponto de vista militar."


Como considero que as FFAA brasileiras somente podem ser comparadas, na atual circunstância,  com a de países vizinhos, então vou comparar apenas o Exército Brasileiro com o Colombiano, Chileno e Venezuelano, no qual julgo ser os mais que mais podem  "ameaçar" a hegemonia do brasileiro na região:

Vamos aos números:  


Primeiramente o Exército do qual o forista disse ser superior:

A título de comparação, o Exército Brasileiro (EB) conta com um efetivo de 220.000 soldados, organizados em oito grandes Comandos. Suas principais unidades são 65 Batalhões de Infantaria (sendo cinco Blindados, três Mecanizados e quinze de Selva), quatro Regimentos de Carros de Combate, quatro Regimentos de Cavalaria Blindado, quinze Regimentos de Cavalaria Mecanizado, oito Esquadrões de Cavalaria Mecanizado, trinta Grupos de Artilharia de Campanha (sendo seis Autopropulsados), cinco Grupos e nove Baterias de Artilharia Antiaérea (sendo duas Baterias Autopropulsadas), um Grupo de Lançadores de Foguetes (um segundo deve ser implantado em breve), 19 Batalhões de Engenharia (sendo dois Blindados), cinco Batalhões de Policia, quatro Batalhões de Aviação, além de uma Brigada de Paraquedistas e uma de Forças Especiais.

O Exército Bolivariano de Venezuela (EV) conta com um efetivo de cerca de 63.000 homens, organizados em duas Brigadas Blindadas, dez Brigadas de Infantaria (sendo três Mecanizadas, três de Selva e uma Paraquedista), uma Brigada de Cavalaria Mecanizada, uma Brigada de Artilharia, quatro Brigadas Caribe (Contra Insurgência), uma Brigada de Policia Militar, três Regimentos de Engenharia e um Comando de Aviação e três de Apoio Logístico.

O Exercito Colombiano (EC) também conta com aproximadamente 220.000 homens, sendo organizada em oito Divisões de Exército, uma Divisão de Assalto Aéreo, uma Brigada de Aviação, uma de Forças Especiais, uma de Especializada em Combate ao Narcotráfico e uma Força de Deslocamento Rápido, composta por cinco Brigadas móveis. Ao todo são 45 Brigadas, sendo 14 de alta mobilidade, e seus suas unidades mais pesadas são um Regimento de Cavalaria Blindado, dez Regimentos de Cavalaria Mecanizado, quatro Batalhões de Infantaria Mecanizados, um Regimento e dez Batalhões de Artilharia (sendo um Antiaéreo).

Já o Exército do Chile (ECh) conta com aproximadamente 50.000 homens, organizados em seis Divisões, uma Brigada de Aviação e uma de Operações Especiais. Suas principais unidades são nove Regimentos e 23 Batalhões de Infantaria (sendo três Blindados e seis Mecanizadas), onze Regimentos Reforçados, dois Regimentos de Cavalaria, treze Grupos de Artilharia (sendo quatro Autopropulsados), duas Baterias de Artilharia Antiaérea, seis Batalhões de Engenharia, uma Brigada de Aviação.

Agora vamos a outras comparações:

O EV conta com 92 CC T-72B1 e 82 AMX-30B (ambos com baixo índice de disponibilidade), além de 115 BMP-3M, 40 MSTAS, 4 bias de BM-21-1 Grad, uma de BM-30 Smerch e mais 18 peças de 155mm e 90 de 105mm, a maioria bem antiga.

O EB possui 220 CC Leo 1A5, 120 Leo 1Be e 28 M60A3 (todos com altos índices de disponibilidade), além de 4 Bia ASTROS (uma 2020, esperando chegar mais duas), 73 M109 (37 A3 e mais 36 A5 que ainda não chegaram), 92 bocas de fogo de 155mm e 428 de 105mm.

Tirem suas conclusões.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 26, 2015, 09:23:20 am
Citação de: "Vitor Santos"
Vi logo acima que comparavam os meios militares portugueses com os do Brasil. Confesso que não entendi e achei desmedido este tipo de comparativo. Acho que se for comparar as FFAA portuguesas com outras, deveriam começar pelas congêneres europeias, como os da Holanda, Bélgica, Suécia, Noruega, Grécia, Reino Unido e por aí vai.

Vossa Força Aérea voa F-16, ok. É um ótimo vetor. E nós ainda, por enquanto, voamos F-5 modernizados. Mas em breve serão substituídos por Gripen NG. Vão dizer que o caça escandinavo não serve para o Brasil por sua limitada autonomia de voo além de sua reduzida capacidade de portar armamentos. Tudo bem, eu particularmente preferiria o F-18 Super Hornet para ser o vencedor do certame do F-X2. Mas a FAB enxergou na plataforma da Saab uma oportunidade de absorver tecnologia e conhecimento - algo que os “brothers” da América do Norte não estariam dispostos a fazer, e eles têm suas razão para isso. Lembrando que a Embraer é o que é graças ao AMX e, quem sabe com o Gripen, ela não possa alcançar um novo patamar tecnológico e qualitativo.

Comparam os nossos Leopard 1A5 com os vossos Leopard  2A6. Mas, qual o proposto deste tipo de comparação? Os carros de combate brasileiros estão concentrados no Sul do Brasil, justamente perto das fronteiras com a Argentina, Uruguai e Paraguai. Neste contexto, apenas os TAM argentinos fariam frente a nossa arma blindada. Lembrando que são 250 Leopard 1A5 e 128 Leopard 1A 1. Até onde sei no inventário do E.P são pouco mais de 30 Leopard 2A6. Tudo bem que o Brasil é dezena de vezes maior do que Portugal, mas eu acho que 200 carros de combate Leopard 1A5 já o suficiente para persuadir uruguaios e argentinos. Não se esqueçam que, num passado não muito distante, a indústria bélica brasileira conseguiu conceber um dos melhores MBTs do mundo, ao final da década de 80 (Engesa Osório). Por ironia do destino, desmandos e burradas políticas perdemos esta oportunidade.

Como disse anteriormente um forista: "A marinha brasileira parecem aquelas familias que compram um mercedes novo mas depois vivem numa casa a cair de podre e mal têm dinheiro para comer."

Discordo. A Marinha Brasileira é a família que comprou o Mercedes, mora numa boa casa, tem fartura sobre a mesa e se o Mercedes der problema ela saberá consertá-lo, sem precisar levá-lo à concessionária.
Meu caro Vítor Santos, antes de mais bem vindo ao forum, bem como deixe-me congratula-lo por existir finalmente um representante do outro lado do atlântico. Quanto às comparações entre material Brasileiro e Português feitas por mim, o objectivo é claro; Disparidade Tecnológica. O F-16 é muito Superior em Tudo ao F-5, seja electrónica, misseis, etc, o Leopard 2 muito superior ao Leopard 1, e qualquer das fragatas portuguesas está duas décadas à frente de qualquer uma das Brasileiras, ou seja: Se isto acontece a prioridade do Brasil deveria ser estas três vertentes, e não é. E não se trata de comentar jucosamente sobre o Brasil porque neste forum o que se diz não chega nem a um terço do que por exemplo a Trilogia de Defesa refere a propósito dos Portugueses. Além de que Portugal está inserido na NATO e o Brasil está sozinho, ora maior superioridade tecnológica deveria ter. Isto porque o Brasil mesmo perante os Su-27,os T-72 e as Fragatas Lupo teria problemas se estes fossem empregues correctamente (acredito que no final venceria, sobretudo pelo maior numero de homens, disponibilidade de material e logistica). E isso não deveria acontecer porque é entrar no campo das variáveis.
(http://www.armyrecognition.com/images/stories/south_america/venezuela/main_battle_tank/t-72/pictures/T-72B_main_battle_tank_with_active_armour_Venezuela_Venezuelan_army_armed_forces_001.jpg)
(http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/2/0/0/1385002.jpg)
(http://defense-update.com/wp-content/uploads/2012/07/Granatiere590.jpg)
Mas Vitor, acha incorrecto comparar tecnologia e não acha incorrecto comparar intenções? O Gripen NG já está desenvolvido (nem versão monoplace ainda existe)? Existe blindado substituto face à superioridade das peças dos carros principais de combate de 120/ 125 mm de Chilenos e Venezuelanos? Mas concentremo-nos na Marinha que é o tópico em questão:
(http://www.defesabr.com/MB/A-12_6A4K.JPG)
A disponibilidade do S. Paulo é baixíssima. O navio só operou na sua plenitude aquando desta foto de resto tem passado o tempo no estaleiro, Não tem ala aérea (os A-4 dos anos 70 estão em modernização, os Trader com mais de 50 anos idem, sobrando os Sh-70 adquiridos novos), e o navio tem tido acidentes com vitimas mortais. Acha portanto viável continuar a moderniza-lo para poder operar até 2039? Qual será o avião de AEW? À certezas quanto ao desenvolvimento do Gripen Naval? Ou seja, muitos ses. Meu conselho, comprar um NAE Stol/Vtol aos Italianos ou espanhóis, usando os sh-70 e comprando Sh-3AEW e Harrier exedentes dos britânicos. Ficavam com um Porta Aviões operacional no mesmo espaço de tempo da Incognita S. Paulo.
(http://4.bp.blogspot.com/-3OZog_e29U0/VAe5e7Hdj9I/AAAAAAAAC24/HDTzo5g_Yxw/s1600/Corvetas%2BClasse%2BInha%C3%BAma%2BV-31%2BJaceguai%2Be%2BV-32%2BJ%C3%BAlio%2Bde%2BNoronha.JPG)
Corvetas Inhaúma deveriam ser modernizadas. Navios recentes e que dariam junto com a Barroso 5 unidades de grande valor à MB. Estão encostadas com noticias dadas pelo site brasileiro POder Naval, de que uma será retirada de serviço para dar peças para as outras. Isto num navio de 150 Milhões USD e feito em 1989/1994 é muito criticável.
(http://www.areamilitar.net/directorio/IM_mar/Greenhalg_01.jpg)
Proceder à modernização das Type 22 ou substitui-las. Em vez disso e citando novamente o Poder Naval, uma será desactivada para dar peças às outras.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/s33.jpg)
A questão dos submarinos, para mim, não tem a ver com o projecto mas com a altura em que foi lançado. Todos os submarinos Brasileiros são dos anos 90. Quanto muito actualmente faria sentido o projecto, não anteriormente quanto foi lançado. Além disso o Brasil tinha uma estrutura para construir submarinos alemães e agora construiu outra para construir submarinos Scorpene, franceses, sem AIP e os quais tem dado problemas na Malásia e em Espanha (S-80). Além disso não sabe como vai correr o desenvolvimento do submarino nuclear que nada tem a ver com um convencional. E a manutenção? Quanto custa? E valerá a pena ter apenas 1 ?  
(http://www.aviacionargentina.net/foros/attachment.php?attachmentid=7528&d=1349284397)
Portanto são muitos ses. E é neste prisma onde as minhas intervenções se regem, mostrando que existia outro caminho, com menos gastos, mais segurança de desenvolvimento e operacionalidade. Só e apenas isto. Percebo que defenda o Prosub, o NAE, as Barroso Modificadas, etc, mas há que compreender que tudo isso acarreta riscos e gastos muito superiores à modernização de unidades que ainda tem muito a dar à MB. Além disso, quando por questões orçamentais existem unidades a ser encostadas, a tendencia é qualquer pessoa dizer que mais valia não terem lançado tantos projectos e limitarem-se a modernizar o que têm. E a "crise brasileira" é vinculada pelos meios do outro lado do Atlântico e pelas suas estruturas militares e politicas, não por Portugal
Citar
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/17/ciente-do-agravamento-da-crise-marinha-nao-descarta-navio-doca-menor/
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/20/marinha-do-brasil-sofre-com-frota-envelhecida/
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/23/caso-perca-mais-verbas-marinha-deve-desincorporar-uma-fragata-e-uma-corveta/http://www.naval.com.br/blog/2015/03/24/ministerio-da-defesa-menos-otimista-com-as-chances-do-prosuper-em-2015/
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.917532924934558.1073742177.159252640762594&type=1
Citar
A camaradagem sempre presente entre militares portugueses, angolanos e brasileiros.
(https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xaf1/v/t1.0-9/10701998_917533181601199_4970020838830225857_n.jpg?oh=622c950b295d1dc7842c633bbc12c854&oe=55AE20E9&__gda__=1433864280_06d5765c3005412fe4714e5e7f335162)
(https://scontent-mad.xx.fbcdn.net/hphotos-xpf1/v/t1.0-9/11081133_917533048267879_8525585013000976347_n.jpg?oh=472d837d7eeeedd4d704259adc8cedb0&oe=55B459DA)
E Falando de cooperação Portugal/Brasil... :wink:

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Edu em Março 26, 2015, 10:24:26 am
Vitor Santos, contrariamente ao que voce disse nas suas intervenções, aqui ninguém tem interesse em gozar ou fazer comentarios menos próprios sobre a marinha brasileira ou as forças armadas no seu todo. Aqui simplesmente nos limitamos a constatar factos e a apontar o que no nosso ponto de vista está errado.

Portugal seria e será talvez um dos principais interessados (a seguir ao Brasil claro) em que o Brasil tenha forças armadas de relevância. O senhor é possível que não esteja ciente disso, mas a independencia de Portugal depende em parte de um equilibrio de forças dos dois lados do atlantico. Uma Europa demasiadamente forte não é bom para Portugal, demasiadamente fraca também não. Hoje esse balanço é feito pelos EUA mas se parte do balanço fosse feito pelo Brasil seria muito bom para Portugal. Para isso o Brasil tem de ter uma marinha forte.

O Brasil esta para Portugal um pouco como os EUA estão para o Reino Únido e como todos bem sabemos que o Reino Únido ganha muito com uns EUA fortes.

Dito isto, seria bom para todos nós portugueses que o Brasil tivesse uma marinha forte. Portanto ninguém aqui quer gozar ou fazer pouco só porque sim.

No entanto temos as nossas opiniões e fazemos a nossa avaliação dos factos. E muito importante, pelo facto de não termos o factor patriotismo nas nossas avaliações elas são mais imparciais e pragmáticas do que as opiniões produzidas por brasileiros que obviamente têm sempre uma maior esperança os programas militares e acham que vai tudo correr da melhor forma.

Depois desta declaração de interesses vamos ao factos.

O Brasil tem duas coisas: a marinha actual, e a marinha que pretende ter no futuro (os planos).

A marinha actual é o que é, e aqui todos concordamos que deixa muito a desejar para um país continental como é o Brasil. Foram feitas decisões no passado, quando a mim más mas que para outros poderam ser menos más. Para mim uma casa controi-se pelos alicerces. Da mesma forma uma marinha deve começar dos meios mais pequenos para os maiores. Para quê defender um mar que nao se consegue patrulhar? Para quê ser capaz de atacar quando não conseguimos defender? Por norma as varias marinha mundiais tentam primeiros ter os meios mais simples e baratos de operar e só depois vão para os mais caros e complexos. Primeiros vêm os patrulhas, depois as escoltas e submarinos, depois os LPD's, jump carriers e afins, mais tarde então começa-se a pensar em submarinos nucleares e por fim, para quem já tem isso tudo chega a hora de pensar nos porta-aviões a sério que permitam descolagens de aeronaves não VSTOL. Esta é a lógica que a maior parte das marinha segue.
No Brasil não.
E este facto, terá de compreender que gerará criticas. O Brasil investe em porta-aviões e submarinos nucleares quando não tem em condições tudo o que está para trás.

Portanto isto é a marinha de agora.

Quanto à marinha do futuro. Bem, novamente é o que é, são planos que podem ou não vir a ser concretizados. Na minha modesta opinião os planos são irrealistas , algumas coisas serão contretizadas outras não. Na opinião dos outras pessoas são totalmente realistas e até se pode fazer mais. Eu pessoalmente custa-me a acreditar nos tais 5 ou 6 submarinos nucleares, posso estar enganado, mas acho que ficarão por um ou dois. Penso também que com o dinheiro dos submarinos nucleares podiam comprar 10 submarinos convencionais com AIP, como os que Portugal tem. Agora entre ter 1 ou 2 submarinos nucleares ou 10 submarinos convencionais com AIP cada um faça a sua escolha.

No entanto algo que não pode ser negado é que nenhuma marinha pode viver só de planos futuros, eles são importantes, mas mais importante é a concretização e o que se tem de facto não só no futuro mas também no presente.

Porque se agora a marinha brasileira se visse confrotada com alguma potência regional ou global o que faria? O que diria? "Epá agora a nossa marinha não está assim muito boa, mas temos uns planos espectaculares para daqui a 10 anos, podem atacar-nos depois?"

As forças armadas não podem apenas viver de planos (sonhos) futuro, têm de viver também o agora.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Luso em Março 26, 2015, 11:47:13 am
Citar
O Brasil esta para Portugal um pouco como os EUA estão para o Reino Únido e como todos bem sabemos que o Reino Únido ganha muito com uns EUA fortes.

Edu, permite-me discordar.
A Elite americana é anglófila. E não é só nos EUA. O Reino Unido é muito mais influente do que se supõe.
Enquanto a situação for assim, o RU terá sempre o apoio de um gigante.

A Elite brasileira, maçónica, também é tende a ser anglófila/"estado-unidense". Está-se completamente nas tintas para Portugal e não mexeria numa palha sequer se aqui ocorressem problemas. E parece-me que também se está nas tintas para o próprio Brasil, que deverá encarar como mera quinta a ser gerida a bem de outros - tal como acontece no Portugal de hoje.
A guerra cultural que no Brasil se faz ao que é Português é disso demonstrativo.
Porque é de uma guerra velada que se trata, desde o revisionismo histórico, linguístico e até religioso, em que até os alegados "conservadores" são liberais pró-americano, pro-protestantes, pro-globalista. Portugal já é uma incómoda e desagradável nota de roda-pé, a ser reduzido pelo tempo a mera anedota.

E nós também não nos damos ao respeito.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Março 26, 2015, 12:27:26 pm
Na mouche, Luso! Eu só queria acrescentar que quanto a mim o Brasil nunca vai poder ser verdadeiramente grande enquanto não ultrapassar o gravíssimo problema freudiano de que padece em relação a Portugal. Ao contrário dos restantes países das Américas, que são próximos culturalmente dos respectivos países que lhes deram origem e os respeitam, o Brasil tem um imenso complexo por ter tido a sua origem num país pequeno e pobre. Quanto a mim, ou crescem ou vão continuar lixados com F grande.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 26, 2015, 02:29:52 pm
Mas concentremo-nos na Marinha que é o tópico em questão:

Realmente. Gostaria de uma oportunidade para discutirmos o Exército. Me sinto mais confortável, pois como eu disse, não “sou um homem do mar”.

Qual será o avião de AEW? À certezas quanto ao desenvolvimento do Gripen Naval? Ou seja, muitos ses. Meu conselho, comprar um NAE Stol/Vtol aos Italianos ou espanhóis, usando os sh-70 e comprando Sh-3AEW e Harrier exedentes dos britânicos. Ficavam com um Porta Aviões operacional no mesmo espaço de tempo da Incognita S. Paulo.

Acerca do avião AEW para o porta-aviões , não saberia respondê-lo. Portanto não custa lembrar que a Embraer tem expertise nesta áera. Pode ser que os S-2 Tracker possa sofrer modificação para tal finalidade, ou a Marinha do Brasil venha adquirir Northrop Grumman E-2 Hawkeye de segunda mão, tudo depende.

Isto porque o Brasil mesmo perante os Su-27,os T-72 e as Fragatas Lupo teria problemas se estes fossem empregues correctamente (acredito que no final venceria, sobretudo pelo maior numero de homens, disponibilidade de material e logistica). E isso não deveria acontecer porque é entrar no campo das variáveis.

Pelo que percebo, as coisas na Venezuela andam tão preocupantes, que no curto prazo o regime bolivariano vai se tornar um protetorado brasileiro enquanto o PT estiver no poder. Portanto, os canhões dos T-72 e os mísseis do SU-27 estarão apontados para outra direção. E no campo da realidade e da geopolítica atual, volto a enfatizar, não existe ameaça ao Brasil na América Latina. Pensar que seremos ameaçados por qualquer uma das 12 repúblicas que nos cercam é bobagem.

A disponibilidade do S. Paulo é baixíssima. O navio só operou na sua plenitude aquando desta foto de resto tem passado o tempo no estaleiro, Não tem ala aérea (os A-4 dos anos 70 estão em modernização, os Trader com mais de 50 anos idem, sobrando os Sh-70 adquiridos novos), e o navio tem tido acidentes com vitimas mortais. Acha portanto viável continuar a moderniza-lo para poder operar até 2039?

Penso que tudo é uma questão de doutrina. A Marinha do Brasil opera porta-aviões desde a década de 60, portanto ela não é principiante nesta complexa área. Se o A-12 São Paulo vai sofrer modernização para ser operado até 2039 o almirantado brasileiro tem lá suas razões que está além de meu alcance, se não eu prazerosamente os informaria os motivos.

Em relação às fragatas e dos demais meios de superfície não vou me alongar pois compartilho da mesma opinião. Mesmo assim, eu tomaria cuidado a tecer certos tipos de comentários, pois até onde sei, mesmo sendo navios velhos e antiquados, eles ainda geram respeitabilidade, pelo menos aqui na América do Sul. Creio que esta situação de quase total inoperância se dá pelos cortes do governo federal para a área de Defesa por conta dos ajustes fiscais. O Brasil não está em crise como muitos erroneamente tem propagado. O que acontece é que há necessidade do governo fazer alguns ajustes fiscais e neste caso, os primeiros sofrerem restrições são as FFAA.

A questão dos submarinos, para mim, não tem a ver com o projecto mas com a altura em que foi lançado. Todos os submarinos Brasileiros são dos anos 90. Quanto muito actualmente faria sentido o projecto, não anteriormente quanto foi lançado. Além disso o Brasil tinha uma estrutura para construir submarinos alemães e agora construiu outra para construir submarinos Scorpene, franceses, sem AIP e os quais tem dado problemas na Malásia e em Espanha (S-80). Além disso não sabe como vai correr o desenvolvimento do submarino nuclear que nada tem a ver com um convencional. E a manutenção? Quanto custa? E valerá a pena ter apenas 1 ?

A Marinha do Brasil possui navios submersíveis em seu inventário desde 1914, o que coloca a força brasileira de submarinos entre as mais antigas e tradicionais do mundo. Atualmente, a armada brasileira opera cinco submarinos convencionais impulsionados por motores diesel-elétricos: Tupi (S-30), Tamoio (S-31), Timbira (S-32), o Tapajó (S-33) e o Tikuna (S-34). Os quatro primeiros são da classe Tupi e o último da classe Tikuna, todos derivados do submarino alemão U-209.
Sobre os Scorpenes, eles serão construídos aqui em solo brasileiro, portanto deduzo que o corpo técnico de engenheiros devem corrigir tais problemas apresentados pelo tipo em serviço em outras Armadas. Pelo menos é o que acho. Um projeto monumental que já consumiu bilhões de reais e que vai consumir mais, há de carecer determinadas atenções. Sobre o SN-BR (submarino nuclear) ele será lançado ao mar depois de 2025, isto é um fato!

Primeiramente deve-se relevar que a Marinha do Brasil vem realizando pesquisas nucleares, inclusive já conseguiu ter grandes avanços na área, desde a década 70. Para vocês terem uma ideia, se o governo brasileiro quisesse desenvolver e fabricar bombas atômicas, já teríamos. (Isso não quer dizer muito, países como Paquistão, Coreia do Norte e até mesmo a África do Sul também fizeram tal feito).

Acho que, o que alimenta a ambição dos almirantes brasileiros em dispor em seu arsenal um submarino nuclear são os desafios impostos pela vastidão do Atlântico Sul  à Marinha do Brasil. A magnitude dos interesses nacionais neste mar, empurra a Armada brasileira a ter posse não apenas de submarinos convencionais, sendo necessário dispor submarinos nucleares para ter poder compatível à missão de proteger os mares brasileiros.


Nos submarinos nucleares, a fonte de energia é um reator atômico, cujo calor gerado vaporiza água, possibilitando o emprego desse vapor em turbinas. Nos submersíveis convencionais, a capacidade de ocultação tem que ser periodicamente quebrada, uma vez que necessitam, a intervalos, recarregar as baterias. Nessas horas, em função das partes expostas acima d´água tornam-se vulneráveis, podendo ser detectados por radares de aeronaves ou navios. Isso no contexto da imensidão do Atlântico Sul, faz a maior diferença.

Diferentemente dos submarinos convencionais, os nucleares dispõem de elevada mobilidade. Por possuírem fonte virtualmente inesgotável de energia podem desenvolver velocidades acima de 40 quilômetros por hora — algo inimaginável as tripulações dos submersíveis de motores diesel-elétrico. Em termos práticos, a energia nuclear assegura ao submarino atômico vitalidade para patrulhas ininterruptas de até 180 dias. Como disse o ex-comandante da Marinha do Brasil, almirante Julio Soares de Moura Neto, em artigo assinado em 2009 e publicado no site DefesaNet Agência de Notícias: o submarino nuclear é simplesmente o “senhor dos mares”.

O primeiro dos seis submarinos nucleares a serem incorporados à esquadra já tem nome: SN-10 Álvaro Alberto — uma homenagem ao almirante que foi pioneiro no desenvolvimento de pesquisas nucleares no Brasil. A arma mais poderosa do arsenal de guerra brasileiro será um gigante de aproximadamente 100 metros de comprimento, 10 metros de diâmetro e seis mil toneladas de deslocamento. Um quebra cabeça de 900 mil peças, capaz de disparar torpedos de alto desempenho e dupla letalidade contra alvos de superfícies e submarinos, além de lançar mísseis de emprego tático de curto alcance — que podem atingir alvos localizados a 300 quilômetros de distância.

O Brasil já teria investido R$ 10,3 bilhões no Álvaro Alberto e, sua conclusão significará outros R$ 11 bilhões. O submarino será operado por aproximadamente 100 oficiais e sargentos especialistas, selecionados entre os melhores quadros da Força Naval brasileira, que demonstrarem maior aptidão para suportar longos períodos de confinamento, longe de casa e de suas famílias. A Marinha, inclusive, já estuda a possibilidade destes marinheiros terem um soldo (salário dos militares) maior, seguro e benefícios para familiares.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Edu em Março 26, 2015, 02:55:11 pm
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Sobre o SN-BR (submarino nuclear) ele será lançado ao mar depois de 2025, isto é um fato!

Lamento mas está enganado, não é um facto, é uma perspectiva. Facto será quando estiver lançado no tal ano depois de 2025.

Em Portugal também era "facto" que iamos ter 12 NPO's 2000 e hoje só temos 2.

Factos só o são, curiosamente, depois de o serem.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 26, 2015, 03:03:20 pm
Portugal seria e será talvez um dos principais interessados (a seguir ao Brasil claro) em que o Brasil tenha forças armadas de relevância. O senhor é possível que não esteja ciente disso, mas a independencia de Portugal depende em parte de um equilibrio de forças dos dois lados do atlantico. Uma Europa demasiadamente forte não é bom para Portugal, demasiadamente fraca também não. Hoje esse balanço é feito pelos EUA mas se parte do balanço fosse feito pelo Brasil seria muito bom para Portugal. Para isso o Brasil tem de ter uma marinha forte.

Concordo em gênero número e grau.

O Brasil tem duas coisas: a marinha actual, e a marinha que pretende ter no futuro (os planos).  
A Marinha atual é mais ou menos isso que vocês dizem, mas a do futuro, acredito que 80% do que é planejado será uma realidade em médio e a longo prazo.
No entanto algo que não pode ser negado é que nenhuma marinha pode viver só de planos futuros, eles são importantes, mas mais importante é a concretização e o que se tem de facto não só no futuro mas também no presente.
Sim, mas o que ocorre é que a Marinha do Brasil atravessa por um período crítico que é passageiro. Ela já foi a 5ª mais poderosa do mundo no final do século 19. E acho que um dia ela estará entre as 10.
Porque se agora a marinha brasileira se visse confrotada com alguma potência regional ou global o que faria? O que diria? "Epá agora a nossa marinha não está assim muito boa, mas temos uns planos espectaculares para daqui a 10 anos, podem atacar-nos depois?


Primeiramente é totalmente surreal o Brasil confrontar, por agora contra um potência regional ou global. Qual seria a potência regional? A Venezuela? O Chile? Acho que não. Falou-se em potência global, qual seria? Os Estados Unidos, nosso segundo principal parceiro econômico? Enquanto a General Motors do Brasil ser a segunda mais importante do mundo, a General Eletrics ter negócios bilionários por aqui e a John Deere negociar bilhões de reais anualmente em máquina agrícolas com os produtores rurais brasileiros do Mato Grosso, Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul, eu acho difícil.

Fora os gigantescos investimentos efetuados no Brasil pela Ford, City Bank, Motorolla, Goodyer, HP - Henlet Packard e a IBM. As 201 maiores empresas norte-americanas com negócios no país vêm crescendo três vezes mais no Brasil do que em seus negócios ao redor do mundo. Segundo levantamento feito pelo Brazil-US Business Council, de Washington, as vendas no Brasil têm crescido a uma taxa de 18,8% ao ano, contra a média mundial, de 4,8%. Por conta dessa aceleração, em um único ano a participação brasileira nas vendas globais das principais companhias americanas cresceu 40%. Passou de 1,8% do total para 2,5%.

Enfim, em vista dos investimentos bilionário entre EUA-Brasil, não passa nem perto da possibilidade de um guerra entre as duas nações. Nenhuma democracia entraria em guerra contra outra. O Brasil é uma das maiores democracias do mundo. Seríamos então ameaçados pela China e Rússia, nossos parceiros no BRICs que acabaram de fundar um banco em comum para este bloco? Também não.

Porém, isso tudo não quer dizer que precisamos ter FFAA preparadas, longe disso. Precisamos sim e é urgente.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 26, 2015, 03:05:32 pm
Meu caro Vitor:

1- Para AEW do S. Paulo, fala-se numa versão do Helicóptero Cougar ou  do turbo Tracker. Mas não existem certezas, o que quer dizer que terá ainda de ser desenvolvido. Um porta-aviões sem AEW é um risco enorme, e estar a desenvolver tal maquina significa que dificilmente ficará operacional com a vinda dos A4 e dos Trader. Volto a lembrar que o NAE mesmo que seja reformado e fique em condições tem um prazo de validade para 2039. E esqueça o E2 pois as catapultas do S. Paulo só tem potencia para aeronaves na ordem das 20T, isto além dos 176 milhões de dólares por unidade (http://fas.org/man/dod-101/sys/ac/e-2.htm )  
(http://www.areamilitar.net/analise/images/img_A12_esquema_saopaulo.jpg)
2-  A questão não é não existir ameça, e sim como pode o Brasil lidar com uma ameaça onde os meios existentes são tecnologicamente superiores. Estamos a falar de uma nação que participa em várias missões de paz importantes como Congo, Haiti ou Libano. Basta existir algum desse equipamento pela frente e o Brasil poderá ter serios problemas. Dai que, estar a condicionar a Nação Brasileira a apenas ter equipamento consoante as ameaças ao seu terriotório é condena-la a um papel de mero espectador ao nível da ONU ou a estar em acções de baixa intensidade.
(http://www.abfiponu.org.br/images/zoom-Tropa-ONU.jpg)
3-  A questão não está na experiência Brasileira em operar NAE, (a qual existe mas também não é tão significativa assim já que o Minas Gerais era um NAE de ASW e operava com helicopteros e Tracker, daí que quando foi preciso operar com caças e Turbo TRacker, chamaram os Argentinos). Além disso quem comparar uma Tipo 22 B1 com a Tipo 22 B2 dos Chilenos, percebe o porque das comparações de cariz técnico.
(http://1.bp.blogspot.com/_rF7Qy3nL1x8/Rkn6PRRYflI/AAAAAAAAABM/pHddL6w85Cg/s400/S032-f75.jpg)  
(http://spc.fotolog.com/photo/12/60/0/chile_belico07/1197301120_f.jpg)
4- Os problemas com o Scorpene podem ser resolvidos mas sem o AIP eles são inferiores por exemplo aos Trident de Portugal que já estão à anos em serviço. O sistema AIP permite ao submarino não vir à superfície, pelo que sem o mesmo o Scorpene é um submersível caro e que se transforma num alvo cada vez que navega à profundidade de periscópio. E novamente não existe a noção do que projectar ou ter uma bomba atómica e fabricar um submarino atómico funcional, seguro e eficaz (já para não falar em custos de operação), são dois aspectos tecnicamente diferentes. O mesmo entre o projectar e o ter (o Brasil tinha projectado 6 submarinos, mas cancelou o 5º). Os Chineses e os Russos em ambas as questões são um bom exemplo.
(https://antinuclearinfo.files.wordpress.com/2015/02/submarines-sunk-in-arctic.gif)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 26, 2015, 03:27:47 pm
Na mouche, Luso! Eu só queria acrescentar que quanto a mim o Brasil nunca vai poder ser verdadeiramente grande enquanto não ultrapassar o gravíssimo problema freudiano de que padece em relação a Portugal. Ao contrário dos restantes países das Américas, que são próximos culturalmente dos respectivos países que lhes deram origem e os respeitam, o Brasil tem um imenso complexo por ter tido a sua origem num país pequeno e pobre. Quanto a mim, ou crescem ou vão continuar lixados com F grande.

Meu caro amigo, esta questão de o Brasil ter complexo por ter sido colonizado draconianamente por Portugal só se for na cabeça de brasileiro ignorante. Vou responder por mim. Para mim esta questão é indiferente. Se temos problemas a culpa é dos brasileiros. Nada mais do que isso. O Brasil teve sua independência a quase dois séculos e seus problemas são resultado da incompetência de nós brasileiros em tomar os rumos corretos ao País. nada mais do que isso.

Se os outros países da América são mais próximos culturalmente de suas antigas metrópoles, que sejam felizes assim. Acho que Portugal e Brasil poderiam ter maior aproximação cultural, econômica e militar, porém sem as desconfianças mútuas.
 
Admito que os “tugas” por aqui não suscitam grandes simpatias. Porém, até onde sei, os portugueses que aqui moram e trabalham são muito respeitados e bem tratados. Inclusive se organizam em entidades culturais e exercem grande influência na elite local brasileira. Na minha cidade, por exemplo, há uma Avenida Portugal e um Centro Português. Em linhas gerais, vocês são respeitados, até porque o brasileiro comum no geral não cultiva sentimentos xenófobos.

Claro que houve uma leva de brasileiros que foram para Portugal nos anos 90 para trabalhar, e que retornaram e não vão dar muita moral aos portugueses residentes aqui no Brasil. Até onde me consta, muitos destes brasileiros foram mal tratados e vítimas dos mais atrozes preconceitos aí em Portugal. As mulheres então, eram quase em sua maioria taxadas de meretrizes (e de fato, muitas realmente eram). Mas toda esta discussão não leva em nada.

Que o Brasil sofre uma gigantesca influencia norte-americana e, que por aqui, não há um sentimento lusófono apurado, isso é verdade. Há muitos brasileiros que se orgulham mais de suas origens italianas, alemã, polaca ou espanhola do que portuguesa. Mas para mim isso é uma grande imbecilidade que não leva a lugar nenhum.

Contudo, independente do suposto complexo freudiano que o Brasil padece em relação a Portugal, considero o País grande, e um dia será maior ainda em muitos aspectos. Obviamente, isso não faz do Brasil melhor nem pior em relação a nenhuma nação do mundo. Pelo menos, assim considero.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 26, 2015, 03:41:29 pm
Citação de: "Edu"
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Sobre o SN-BR (submarino nuclear) ele será lançado ao mar depois de 2025, isto é um fato!

Lamento mas está enganado, não é um facto, é uma perspectiva. Facto será quando estiver lançado no tal ano depois de 2025.

Em Portugal também era "facto" que iamos ter 12 NPO's 2000 e hoje só temos 2.

Factos só o são, curiosamente, depois de o serem.

Respeito sua opinião, mas discordo. Vamos esperar então 2025 ou depois, e acompanharmos o desenrolar deste projeto.

Agora isso aí abaixo é um fato:

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2015/01/DCNS-Brazil-10.jpg)

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/12/Inaugura%C3%A7%C3%A3o-pr%C3%A9dio-principal-estaleiro-submarinos-foto-via-Blog-do-Planalto.jpg)

(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2015/01/24126_resize_620_380_true_false_null.jpg)

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/06/primeiras-secoes-do-SBR-na-UFEM.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Edu em Março 26, 2015, 04:05:47 pm
Citação de: "Vitor Santos"
Citação de: "Edu"
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Sobre o SN-BR (submarino nuclear) ele será lançado ao mar depois de 2025, isto é um fato!

Lamento mas está enganado, não é um facto, é uma perspectiva. Facto será quando estiver lançado no tal ano depois de 2025.

Em Portugal também era "facto" que iamos ter 12 NPO's 2000 e hoje só temos 2.

Factos só o são, curiosamente, depois de o serem.

Respeito sua opinião, mas discordo. Vamos esperar então 2025 ou depois, e vamos acompanhar o desenrolar deste projeto.

Agora isso aí abaixo é um fato:

(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2015/01/DCNS-Brazil-10.jpg)

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/12/Inaugura%C3%A7%C3%A3o-pr%C3%A9dio-principal-estaleiro-submarinos-foto-via-Blog-do-Planalto.jpg)

(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2015/01/24126_resize_620_380_true_false_null.jpg)

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/06/primeiras-secoes-do-SBR-na-UFEM.jpg)


Sem dúvida alguma que é um facto que o submarino e as instalações para o mesmo estão a ser construídas.

Não há dúvida de que o reactor também existe e está em desenvolvimento. Agora até se ter o submarino pronto ninguém tem poderes de clarividência para dizer que certamente será terminado e como tal ainda não é um facto. Será, assim espera a marinha brasileira.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Luso em Março 26, 2015, 04:42:33 pm
Vítor, parece-me pessoa razoável e equilibrada e foristas assim são sempre uma mais valia.
Dito isto, parece-me que há demasiados "brasileiros ignorantes" conforme referiu.
A mim, o que me espanta é quando se tenta cultivar boas relações, sem qualquer tipo de paternalismos, aparecem sempre umas "biscas" que eu vou-lhi contá! :wink:
Já li coisas reveladoras de um ódio patológico e de distorção histórica verdadeiramente impressionantes. E mais de uns poucos exemplos podem encontrar-se até em páginas oficiais que poderá encontrar neste fórum.
Os portugueses por cá podem não ajudar e também há muita besta por aqui, mas estou muito convicto que é por reacção a muita atitude de alguns espertalhões brasileiros, alguns recebidos como reis. E é com muita tristeza que o digo.

Isto é completamente off-topic,reconheço-o, mas creio que neste fórum falta um tema dedicado a guerra cultural e subversão porque é a nossa maneira de ver o mundo que vai decidir como e para quê o defendemos e contra quem, se a tiro ou ao insulto, com guito ou a Paveway, com ou sem LPDs, com todos ou sem eles...

Quanto à Marinha do Brasil, parece-me também que se observa o resultado das guerras culturais, em que a mudança de facções políticas se traduz em mudanças de visão estratégica e orçamento: ou alinhada com os anglo-saxonicos ou BRIC: por exemplo, na minha opinião o submarino nuclear parece-me ser uma orientação claramente BRIC num esboço de querer impor respeito aos EUA, associado a um "isto até é quase parecido com a USN". Demasiado faz de conta, inconsistente e de fachada - mas sem querer tirar mérito aos militares que fazem o que lhes mandam e com os meios que lhes dão.

A política Brasileira de defesa parece-me ser excessivamente reactiva, a este ou aquele.
Parece-me que o Brasil só será verdadeiramente independente quando se emancipar de 1890, encontrar a serenidade nacional e deixar de ser culturalmente colonizado por anglo-saxonicos (correr com a maçonaria) e passar a pensar exclusivamente nos seus próprios interesses.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 26, 2015, 06:52:56 pm
A questão não é não existir ameça, e sim como pode o Brasil lidar com uma ameaça onde os meios existentes são tecnologicamente superiores. Estamos a falar de uma nação que participa em várias missões de paz importantes como Congo, Haiti ou Libano. Basta existir algum desse equipamento pela frente e o Brasil poderá ter serios problemas.

Ocorre que o Brasil de fato lidera e participa de importantes missões de manutenção de paz dentro da esfera da ONU. Nossos meios sofrem de obsolência, e isso não é segredo para ninguém. Porém, acredito que isso não será para sempre. Por exemplo, recentemente a FAB passou por um fiasco ao levar um contingente de militares do EB ao Haiti. Um dos velhos e rústicos KC-137 (Boeing 707) do inventário da FAB, que levava cerca de 80 militares ao Haiti, sofreu um acidente ao aterrissar no aeroporto internacional de Porto Príncipe. Por sorte ninguém se feriu gravemente. Mas foi um vexame aos olhos das demais FFAA lá presentes, que creio que não acreditavam que a FAB operava tão velho avião — por aqui apelidado de sucatão.

Porém, em breve a FAB terá “novos” aviões para este tipo de missão de transporte e reabastecimento (REVO). Foi adquirido três Boeing 767 de segunda mão em boas condições que serão convertidos e militarizados por uma empresa de Israel — IAI (Israel Aerospace Industries).

Pelo menos um dos 767 será transformado em avião-tanque pela companhia Bedek, uma divisão da IAI. O serviço nos outros aparelhos será feito no Brasil, por uma equipe da empresa TAP Manutenção e Engenharia, sob estrita supervisão da IAI.
Os colombianos recorreram à mesma solução (Boeing 767 comercial convertidos) e  o saldo tem sido satisfatório.

a Nação Brasileira a apenas ter equipamento consoante as ameaças ao seu terriotório é condena-la a um papel de mero espectador ao nível da ONU ou a estar em acções de baixa intensidade.

Não considero a missão no Haiti de baixa intensidade. Meu irmão que é 3ª sargento do E.B (arma de Engenharia) e esteve em 2013 integrando o Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT) no Haiti me confidenciou que, mesmo hoje, quando aquele país caribenho está quase pacificado, há situações ainda críticas e complexas a serem resolvidas no ponto de vista operacional. A liderança das forças de manutenção de paz no Haiti pelo Brasil é elogiada pela ONU e observada pelos demais países como primorosa e profissional. Os militares que lá estiveram obtiveram grande experiência e sem dúvidas, voltaram com outra visão e maturidade militar.

Missão de baixa intensidade foi verificada no Timor-Leste ao final da década de 90, quando o Brasil levou apenas 50 militares do E.B do Batalhão de Infantaria de Polícia do Exército sediado em Brasília, a capital federal. A participação do Brasil naquele episódio foi ridículo. Os australianos sim deram um show de poder de projeção de força militar em ambientes inóspitos para o teatro de operações de manutenção de paz. Se não me engano, militares portugueses estiveram integrando também aquela missão. Não sei o número de efetivos e qual era a natureza de atuação de vossos soldados.  

A questão não está na experiência Brasileira em operar NAE, (a qual existe mas também não é tão significativa assim já que o Minas Gerais era um NAE de ASW e operava com  elicópteros e Tracker, daí que quando foi preciso operar com caças e Turbo Tracker, chamaram os Argentinos).

Como disse, até onde sei, trata-se de questão de doutrina. Poderíamos fazer como os tailandeses, espanhóis ou italianos, mas o almirantado brasileiro se orienta por outra vertente que deve haver suas razões consolidadas.

novamente não existe a noção do que projectar ou ter uma bomba atómica e fabricar um submarino atómico funcional, seguro e eficaz (já para não falar em custos de operação), são dois aspectos tecnicamente diferentes.

Tem razão, a capacidade de desenvolver, projetar e lançar uma bomba atômica nada tem haver com um submarino nuclear. Porém devo ressaltar que apenas tive a intenção de dizer que o Brasil está em um patamar médio e caminhando para avançado, na área de pesquisas nucleares. E estas pesquisas condicionam o Brasil a produzir e ter, tanto bombas atômicas quanto submarinos nucleares. Apenas isso.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 26, 2015, 07:33:54 pm
A política Brasileira de defesa parece-me ser excessivamente reactiva, a este ou aquele.
Parece-me que o Brasil só será verdadeiramente independente quando se emancipar de 1890, encontrar a serenidade nacional e deixar de ser culturalmente colonizado por anglo-saxonicos (correr com a maçonaria) e passar a pensar exclusivamente nos seus próprios interesses.


O problema é este, não existe uma política clara de Defesa no Brasil. Isso porque investir em carros de combate, navios e caças não dão votos. Lamentavelmente este país é governado por uma classe política corrupta e calhorda. Os partidos políticos se digladiam ou se entregam a mais profana promiscuidade em nome do poder pelo poder. Enquanto isso, a massa é imersa a mais sombria ignorância e não se investe como já deveria ter investido em educação, cultura, ciências e tecnologia.

Mas já li por aqui que morar no Brasil é a coisa mais horrível do mundo. Não é o paraíso em terra, tampouco é o inferno. Há problemas como em todos os lugares do mundo, mas há o lado bom que não sei o porquê é sempre esquecido ou ocultado.
Sobre o bombardeio cultural estadunidense sobre os brasileiros isso não é de agora. Sempre houve brasileiros com complexo de vira-latas que enxergam os americanos do Norte como superiores, ou seja, se é de lá presta, e se é daqui não vale nada. Deram um golpe de Estado no imperador Pedro II da Casa dos Bragança — para mim, o maior dos estadistas brasileiros —, que vocês devem conhecer muito bem, e implantaram uma república nitidamente influenciada pelos Estados Unidos. Chegaram até copiar, pateticamente, a bandeira americana, fazendo uma versão tosca de listras e estrelas em verde e amarelo que logo foi sabiamente abolida.  

O alinhamento com os BRIC é salutar até o momento em que há cooperação mútua. Os Estados Unidos sempre foi um grande parceiro comercial e vai continuar sendo, e vejo que eles estão começando a enxergar que o Brasil forte, estável e influente na América Latina é bom para eles. Noutras palavras, eles querem uma “governanta” para cuidar de seu quintal. Mas nem sempre as relações entre Washington e Brasília foram cordiais e boas. Recentemente foi denunciado que a NSA espionava deliberadamente o governo brasileiro. (eles fuçaram e vasculharam os e-mails da Dilma e seus telefonemas). Isso provou que eles não são tão amigos assim. Faz parte do jogo e o Brasil está jogando.

Resumindo a ópera, o Brasil quer se ver livre de interferências externas em sua área de influência (América do Sul), e quer expandi-la para a África. É uma política terceiro-mundista mas esta é a diretriz a ser seguida.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Março 26, 2015, 08:01:33 pm
Pois mas foi preciso ter um acidente para avançarem com a substituição do 707, certo? E com os restantes meios? Será igual? Vai ser preciso um navio afundar para pensarem em substituir/modernizar os meios de superfície?
Não sei o que houve no Haiti nessas situações "criticas e complexas", mas nada têm a ver com um cenário de guerra convencional... e neste contexto é que foi mencionado que o Brasil se tornaria um mero espectador, pois não teria capacidade para mais...
E essas "razões consolidadas" dos almirantes, são basicamente a mania de querer ser igual aos outros... querem vestir calças de homem que ainda não lhes serve... Aqui a questão é, haveria soluções mais viáveis para a Marinha Brasileira a nível de porta-aviões, pronto se calhar não parece tão "fixe" ter um porta-aviões com rampa, pois quer tudo ser como os americanos e os seus Nimitz... mas a realidade é que não deu... já se gastou tanto em algo que nunca está operacional, e esse dinheiro podia até ser investido num porta-aviões de rampa, como o espanhol, e se calhar ainda sobrava para os Harrier e afins... olhem, e com esse até podiam sonhar com o F35B :mrgreen:
A questão que se discute aqui é exatamente a falta de visão das chefias brasileiras! Ou neste caso, uma visão demasiado avançada para verem a realidade... O facto é que a marinha brasileira está muito mal para um país com o seu estatuto de potencia regional com a sua dimensão e riqueza. As comparações feitas entre Portugal e Brasil não foram no sentido de "Portugal vs Brasil, quem ganha?"... Nada relacionado com conflictos entre ambos, mas sim uma comparação de duas forças armadas distintas de países com dimensões, tanto económicas como de geográficas bem diferentes, que no entanto fora os números, não estão melhores que nós, quando tinham essa obrigação. Se compararmos com a Holanda, pais ainda mais pequeno que Portugal, as forças armadas brasileiras são enxovalhadas (com todo o respeito, mas é a realidade), tanto a nível do exercito como da marinha e força aérea.
O Brasil, no que respeita às forças armadas, quer ser como os grandes (porta-aviões, submarinos nucleares, etc.), mas na realidade é um dos pequenos, atendendo à sua dimensão real...
Outra coisa, você está a dizer que na américa do sul não há uma ameaça para o Brasil. No entanto, os países mudam de governantes, de politicas, etc. Agora imagine se calha algum desses países em redor do Brasil ter um novo governante com ideias de atacar países vizinhos? Seja por questões territoriais, riquezas, o que seja... as forças armadas de um país têm de ser feitas com vista a prevenção de um conflicto! Isto já não é o tempo da segunda guerra mundial, em que num dia se construíam à pressa tanques, num mês construía-se um contratorpedeiro, e por ai em diante... hoje em dia, dada a complexidade tecnológica dos armamentos modernos, para se construir um navio, fabricar tanques novos, caças, etc.,que sejam competitivos no campo de batalha demora o seu tempo! Treinar as tripulações para utilizar determinados meios também leva o seu tempo! Na segunda guerra mundial era possível chamar um dono de um restaurante para ir conduzir tanques no campo de batalha, quase sem treino, mas hoje em dia não, com os meios que têm actualmente, especialmente a nível da marinha que é o tema deste tópico, enquanto as chefias brasileiras estariam a preparar um plano de defesa, já os navios todos tinham sido dizimados no espaço de dias, e agora pergunto, onde está o vosso porta-aviões? E o submarino nuclear? Ambos a "mamar" os fundos da marinha que poderiam ser gastos em capacidades mais realistas e a um prazo mais curto que permitiria a marinha do brasil impor-se... no entanto, não há essa capacidade, apenas têm um porta-aviões teórico que apenas serve para o inimigo treinar a pontaria... É certo que não têm um inimigo neste momento, mas habituem-se à ideia de que com tanta riqueza, mais tarde ou mais cedo a vossa soberania pode ser posta em causa e depois não é um porta-aviões com A4 modernizados que vai repelir ataques de Su30, F16 ou o que seja! Nem é o vosso submarino nuclear que vai impossibilitar o inimigo de realizar um ataque aéreo a uma marinha cuja capacidade antiaérea é escassa...

Por fim, não queiram ir pelo caminho das armas nucleares... vão acabar por arranjar complicações na região, todo o equilíbrio estratégico seria quebrado e das duas uma, ou os restantes países queriam do mesmo, com a justificação de manter o equilíbrio nuclear na região, ou então levavam com os "grandes" em cima... teriam os EUA à perna, eventualmente até as outra potencias... depois eram sansões, e uma carrada de problemas extra... fiquem-se pelo armamento convencional que é o melhor que fazem!
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 26, 2015, 09:40:09 pm
Senhores,

Da forma que falam parece que sou o dono das canetadas aqui no Brasil. Não sou, lamentavelmente. Se dependesse de mim, a realidade da Marinha, Exército e Força Aérea estaria em outro nível, certamente sim. Mas isso é só um devaneio de minha insignificante pessoa.

Mas voltando ao foco principal da questão, não faço a defesa da atual situação de penúria em que se encontra a FFAA de meu País, em especial da Marinha. Longe disto, eu como contribuinte brasileiro expresso meu repúdio aos políticos que assim condicionaram os meios militares.
 
Então vamos à discussão:

Pois mas foi preciso ter um acidente para avançarem com a substituição do 707, certo?

Errado.

E com os restantes meios? Será igual? Vai ser preciso um navio afundar para pensarem em substituir/modernizar os meios de superfície?

Não necessariamente. Quer um exemplo prático?

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/11/C-130-da-FAB-acidentado-na-Ant%C3%A1rtida-1.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/02/1%C2%BA-voo-do-KC-390.2.jpg)

Um precisou se acidentar para ser substituído? Acho que não.

Não sei o que houve no Haiti nessas situações "criticas e complexas", mas nada têm a ver com um cenário de guerra convencional... e neste contexto é que foi mencionado que o Brasil se tornaria um mero espectador, pois não teria capacidade para mais...

Nesta tua comparação, você está certo, mas negar que a tropa brasileira no Haiti não enfrenta situações críticas e complexas, recomendo pesquisar mais sobre o assunto.

já se gastou tanto em algo que nunca está operacional, e esse dinheiro podia até ser investido num porta-aviões de rampa, como o espanhol, e se calhar ainda sobrava para os Harrier e afins... olhem, e com esse até podiam sonhar com o F35B

Não obrigado. Poderemos ter o Gripen NG navalizado. Poderá, quem sabe, ser mais barato e produzido no Brasil por brasileiros.

Nada relacionado com conflictos entre ambos, mas sim uma comparação de duas forças armadas distintas de países com dimensões, tanto económicas como de geográficas bem diferentes, que no entanto fora os números, não estão melhores que nós, quando tinham essa obrigação.

Como disse, esta considero uma comparação estapafúrdia e descabida. Não vou insistir.

O Brasil, no que respeita às forças armadas, quer ser como os grandes (porta-aviões, submarinos nucleares, etc.), mas na realidade é um dos pequenos, atendendo à sua dimensão real...

Há controvérsias. Não quero alongar muito.

Outra coisa, você está a dizer que na américa do sul não há uma ameaça para o Brasil. No entanto, os países mudam de governantes, de politicas, etc. Agora imagine se calha algum desses países em redor do Brasil ter um novo governante com ideias de atacar países vizinhos? Seja por questões territoriais, riquezas, o que seja... as forças armadas de um país têm de ser feitas com vista a prevenção de um conflicto!

É mais fácil o porta-aviões A-12 São Paulo adentrar a foz do Rio Tejo com Gripen NG navalizados em seu convés em 2039, do que qualquer país no qual o Brasil faz fronteira executar qualquer ação ofensiva contra a soberania nacional. Sem chances. O último que se atentou a isto teve quase 90% de sua população masculina liquidada, tornou-se por alguns anos nosso protetorado e até hoje ainda não se recuperou totalmente da derrota militar aplicada pelo Brasil. Com uma pesquisa rápida sobre a história do Brasil saberá de qual país estou me referindo.

Isto já não é o tempo da segunda guerra mundial, em que num dia se construíam à pressa tanques, num mês construía-se um contratorpedeiro, e por ai em diante...  

O Brasil participou efetivamente da Segunda Guerra Mundial e não fizemos feio. É uma longa história no qual não quero me aprofundar, mas foi um fato e não há como negar isso. Mas sim. Você disse que o contexto atual não é como na II GM. Está correto em sua lúcida afirmação.

É certo que não têm um inimigo neste momento, mas habituem-se à ideia de que com tanta riqueza, mais tarde ou mais cedo a vossa soberania pode ser posta em causa e depois não é um porta-aviões com A4 modernizados que vai repelir ataques de Su30, F16 ou o que seja!

Concordo, mas para colocar a soberania do Brasil em cheque serão necessários muito mais do que F-16 e Su30. A questão é mais complexa. Utilizando um ditado popular brasileiro: aqui o buraco é mais embaixo.

Por fim, não queiram ir pelo caminho das armas nucleares... vão acabar por arranjar complicações na região, todo o equilíbrio estratégico seria quebrado e das duas uma

Não existe esse caminho, até porque se fosse para ter, já teríamos um arsenal atômico.

fiquem-se pelo armamento convencional que é o melhor que fazem!

Cabe ao governo e ao povo Brasileiro decidir isso. Quem poderá dar a palavra final será  o senhor ou a senhora que vier a despachar no Palácio abaixo:

(http://2.bp.blogspot.com/-6Hjm16Egpww/TZNcRPJlozI/AAAAAAAACnw/ceTsWyPkfuQ/s1600/Jos%25C3%25A9+Alencar+4.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Março 27, 2015, 01:02:49 am
Pois, mas o caso dos KC-390 é apenas um caso, ao qual foi dada prioridade por ser de construção nacional... agora e os restantes equipamentos? Será que o substituto dos C130 da FAB não fosse criado pela Embraer, teria sido feito algum programa de substituição dos C130? Se calhar só pensariam nisso depois desse mesmo C130 ai da foto ter caído...
Eu não neguei nada relativamente a ser um trabalho complicado ou não no Haiti... apenas nada se compara com uma situação de conflito convencional, em que há uma força opositora de criar complicações.
A do F35 era ironia, pois aqui no fórum muita gente "odeia" o mesmo  :shock: Se a decisão dos países adquirirem armas nucleares tivesse nas mãos do povo estava tudo tramado! E não, a partir do momento em que o/a presidente do Brasil decidisse investir num arsenal nuclear, daria inicio a uma guerra politica tanto com os EUA como com os restantes países da região, resumindo, o poder não está totalmente nas mãos dos governantes, também está no equilíbrio militar a nível mundial e a partir do momento em que tentam tocar nesse equilíbrio, correm o risco de ter à perna o Tio Sam e muito mais a "pedir justificações" e caso respondam mal, "levam com o chinelo".
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Edu em Março 27, 2015, 01:35:53 am
E já agora ter armas nucleares para quê? Para as rebentarem à porta de casa?

Armas nucleares precisam de vetores de lançamento, coisa que o Brasil não tem. Nem caças em condições existem. Não estou a ver um Gripe NG a levar uma arma nuclear e ainda assim ter capacidade de ir muito além da fronteira. Não há bombardeiros, não há mísseis de longo alcance...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 27, 2015, 10:50:51 am
Citação de: "Edu"
E já agora ter armas nucleares para quê? Para as rebentarem à porta de casa?

Armas nucleares precisam de vetores de lançamento, coisa que o Brasil não tem. Nem caças em condições existem. Não estou a ver um Gripe NG a levar uma arma nuclear e ainda assim ter capacidade de ir muito além da fronteira. Não há bombardeiros, não há mísseis de longo alcance...

A idéia não é terem ADM, mas sim submarinos de propulsão nuclear.

 :arrow: http://pt.wikipedia.org/wiki/Submarino_ ... brasileiro (http://pt.wikipedia.org/wiki/Submarino_de_propuls%C3%A3o_nuclear_brasileiro)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 27, 2015, 10:57:47 am
Citação de: "Vitor Santos"
A questão não é não existir ameça, e sim como pode o Brasil lidar com uma ameaça onde os meios existentes são tecnologicamente superiores. Estamos a falar de uma nação que participa em várias missões de paz importantes como Congo, Haiti ou Libano. Basta existir algum desse equipamento pela frente e o Brasil poderá ter serios problemas.

Ocorre que o Brasil de fato lidera e participa de importantes missões de manutenção de paz dentro da esfera da ONU. Nossos meios sofrem de obsolência, e isso não é segredo para ninguém. Porém, acredito que isso não será para sempre. Por exemplo, recentemente a FAB passou por um fiasco ao levar um contingente de militares do EB ao Haiti. Um dos velhos e rústicos KC-137 (Boeing 707) do inventário da FAB, que levava cerca de 80 militares ao Haiti, sofreu um acidente ao aterrissar no aeroporto internacional de Porto Príncipe. Por sorte ninguém se feriu gravemente. Mas foi um vexame aos olhos das demais FFAA lá presentes, que creio que não acreditavam que a FAB operava tão velho avião — por aqui apelidado de sucatão.

Porém, em breve a FAB terá “novos” aviões para este tipo de missão de transporte e reabastecimento (REVO). Foi adquirido três Boeing 767 de segunda mão em boas condições que serão convertidos e militarizados por uma empresa de Israel — IAI (Israel Aerospace Industries).

Pelo menos um dos 767 será transformado em avião-tanque pela companhia Bedek, uma divisão da IAI. O serviço nos outros aparelhos será feito no Brasil, por uma equipe da empresa TAP Manutenção e Engenharia, sob estrita supervisão da IAI.
Os colombianos recorreram à mesma solução (Boeing 767 comercial convertidos) e  o saldo tem sido satisfatório.

a Nação Brasileira a apenas ter equipamento consoante as ameaças ao seu terriotório é condena-la a um papel de mero espectador ao nível da ONU ou a estar em acções de baixa intensidade.

Não considero a missão no Haiti de baixa intensidade. Meu irmão que é 3ª sargento do E.B (arma de Engenharia) e esteve em 2013 integrando o Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT) no Haiti me confidenciou que, mesmo hoje, quando aquele país caribenho está quase pacificado, há situações ainda críticas e complexas a serem resolvidas no ponto de vista operacional. A liderança das forças de manutenção de paz no Haiti pelo Brasil é elogiada pela ONU e observada pelos demais países como primorosa e profissional. Os militares que lá estiveram obtiveram grande experiência e sem dúvidas, voltaram com outra visão e maturidade militar.

Missão de baixa intensidade foi verificada no Timor-Leste ao final da década de 90, quando o Brasil levou apenas 50 militares do E.B do Batalhão de Infantaria de Polícia do Exército sediado em Brasília, a capital federal. A participação do Brasil naquele episódio foi ridículo. Os australianos sim deram um show de poder de projeção de força militar em ambientes inóspitos para o teatro de operações de manutenção de paz. Se não me engano, militares portugueses estiveram integrando também aquela missão. Não sei o número de efetivos e qual era a natureza de atuação de vossos soldados.  

A questão não está na experiência Brasileira em operar NAE, (a qual existe mas também não é tão significativa assim já que o Minas Gerais era um NAE de ASW e operava com  elicópteros e Tracker, daí que quando foi preciso operar com caças e Turbo Tracker, chamaram os Argentinos).

Como disse, até onde sei, trata-se de questão de doutrina. Poderíamos fazer como os tailandeses, espanhóis ou italianos, mas o almirantado brasileiro se orienta por outra vertente que deve haver suas razões consolidadas.

novamente não existe a noção do que projectar ou ter uma bomba atómica e fabricar um submarino atómico funcional, seguro e eficaz (já para não falar em custos de operação), são dois aspectos tecnicamente diferentes.

Tem razão, a capacidade de desenvolver, projetar e lançar uma bomba atômica nada tem haver com um submarino nuclear. Porém devo ressaltar que apenas tive a intenção de dizer que o Brasil está em um patamar médio e caminhando para avançado, na área de pesquisas nucleares. E estas pesquisas condicionam o Brasil a produzir e ter, tanto bombas atômicas quanto submarinos nucleares. Apenas isso.
Vítor, o Haiti não é uma missão de grande intensidade. Quanto muito isso refere-se a zonas como Bósnia, Kosovo ou Libano, em que as forças da ONU enfrentam ou podem vir a enfrentar muito mais que armas ligeiras, grupos de criminosos armados e população descontente. E por falar em Libano, a fragata Brasileira por lá encostou e vai ser substituída por um Patrulha Oceânico. http://www.naval.com.br/blog/2015/03/20/marinha-do-brasil-sofre-com-frota-envelhecida/
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/06/Fragata-Uni%C3%A3o-F45-580x434.jpg)
Voltamos à questão do Futuro? O 767 será convertido, o Gripen NG só tem um demonstrador de tecnologia biplace, o Kc390 tem um protótipo. E serão (pois ainda não estão em serviço e apenas existem estimativas de quando estarão) para a FAB, não Marinha Brasileira. Esta recebeu nos últimos tempos os helicópteros Sh70, o navio hidrográfico Vital Oliveira (http://www.naval.com.br/blog/2015/03/26/cerimonia-de-incorporacao-do-navio-de-pesquisa-hidroceanografico-vital-de-oliveira-a-marinha-do-brasil/) e os 3 patrulhas Oceânicos  da classe Amazonas (compra de ocasião)(http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_Amazonas_%28navios-patrulha%29. O resto serão projectos ou meios em construção que ainda não estão em serviço e não se sabe quando estarão.
Citar
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/17/icn-sente-os-efeitos-da-crise-e-adota-sistema-de-dispensas-pontuais/
http://www.naval.com.br/blog/2015/02/21/incorporacao-da-corveta-tamandare-pela-esquadra-ficou-para-2021/
http://www.naval.com.br/blog/2015/02/14/entrega-do-submarino-riachuelo-s40-ao-setor-operativo-da-marinha-passou-para-2018/
http://www.naval.com.br/blog/2015/01/07/como-sera-o-futuro-kc-2-da-mb/
(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2011/08/2576.jpg)
Por ultimo a questão da doutrina do NAE, isto sem entrar em cliches politico-pratidários regados a ideologias esquerdistas, centristas ou de direita e filosofias culturais, para as quais nem tenho pachorra nem estômago face às patranhas passadas "às Massas", as Doutrinas mudam-se! Os Britânicos que operaram até ao final dos anos 70 porta-aviões convencionais são uma clara prova disso mesmo. Enquanto isso a marinha brasileira agarra-se a uma doutrina que financeiramente não pode suportar, mas que ainda tinha a sua lógica se tivesse meios operacionais e um cronograma realista (que quanto ao S. Paulo não tem, pois quanto muito e sem precalços tera um NAE operacional na próxima década com 15 a 20 anos de duração depois de um investimento brutal, e a substituição face a um equipamento feito em 1960 e que terá 79 anos em 2039???). E se uma marinha com a Royal Navy, por redução de custos, operacionalização de sistemas e maior capacidade de operação mudou, porque não muda a MB?
(http://en.mercopress.com/data/cache/noticias/34206/0x0/hms.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 27, 2015, 12:53:03 pm
Prezados;

Hoje é sexta-feira e tenho afazeres profissionais. Mas me comprometo responder a todas as perguntas aqui me direcionada no sábado (Isso se aqui não abrir um sol típico dos trópicos, pois se assim for, devo ir pescar c34x  :wink:  :G-beer2:

Espero que minhas intervenções não faça deste tópico uma arena de luta. A discussão é salutar até o ponto em que ela seja proveitosa para ambas as partes.

Não gostaria de ficar comparando as Forças Armadas Portuguesas com as Brasileiras, até porque acho desnecessário. Nem quero discutir quem nasceu primeiro, se foi o ovo ou a galinha, como por exemplo neste tema acerca de armas atômicas e algo do tipo.

Obrigado!
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: nelson38899 em Março 27, 2015, 11:44:52 pm
Citar
El pasado día 12 de marzo, el personal del Arsenal de la Marina de Río de Janeiro (AMRJ) atracó el portaaviones A-12 Sao Paulo en el dique Almirante Regis para su reparación, en lo que supone la cuarta operación de este tipo que implica la buque en territorio brasileño. El objetivo de la maniobra es someter el barco a un estudio técnico para ampliar su vida útil en 20 años mediante el denominado Programa de Modernización Medio (MMP).

El éxito del atraque demostró, una vez más, la extraordinaria pericia de los profesionales del AMRJ, que mostraron una planificación perfecta en sus labores. El barco estará atracado durante un período de 90 días y será sometido a diversas inspecciones, principalmente estructurales.

En 2014, consciente de que sólo con sus recursos técnicos y de personal no sería posible el cumplimiento de la PMM en el caso concreto del A-12, la Marina de Brasil firmó con la empresa francesa DCNS (que fue la constructora del barco) un contrato de servicios de apoyo. El astillero francés participará en el PMM, ayudando a la marina brasileña en la reforma integral de la nave, es decir, en el cambio por equipos nuevos de todos los equipamientos con funcionamientos deficientes.

Un lifting que le quitará 10 años

El proyecto de reforma incluye la instalación de un interior nuevo, la renovación de cables y tuberías, nuevos sistemas de generación de energía y de propulsión, la restauración de los generadores de vapor, la renovación de la catapulta y de los cables de parada, así como de los ascensores de aeronaves (aumentando su capacidad en más de 20 toneladas). También se modernizarán el sistema de aterrizaje óptico, el control de daños de la nave, el sistema de agua y las cámaras frigoríficas. Aparte de esto, se modificarán los sistemas de aire comprimido y se adoptará un nuevo sistema de defensa con misiles tierra-aire y estaciones automatizadas de armas que contarán con un nuevo radar de búsqueda y localización de blancos (ya integrado en SICONTA Mc. IV). Así mismo, se instalará un nuevo sistema de comunicación con capacidad de enlace con otras naves de la flota y con las estaciones de tierra. Se prevé que estas obras se terminen en 2019 y garantizarán que el buque esté operativo hasta 2039, diez años más de lo previsto inicialmente.

El más grande de América del Sur

El dique Almirante Regis es el mayor muelle de reparación de América del Sur. Construido en el período de 1910-1928, puede acoger buques de la Armada de Brasil o mercantes de hasta 80.000 DWT (capacidad de agua desplazada). Las principales características de la instalación se pueden medir por los siguientes números: longitud de trabajo: 254,58 metros; anchura inferior a la entrada: 35,96 metros; altura: 15,51 metros. Entre los sistemas disponibles destacan 14 tornos eléctricos, cuatro tornos manuales, sistemas de extinción de incendios, suministro de agua potable, equipos de soldadura y corte con oxi-acetileno y de suministro de aire comprimido, además de una planta de energía eléctrica en 110V, 220V y 440V.

http://www.infodefensa.com/latam/2015/03/27/noticia-marina-brasil-llevan-dique-portaviones-paulo-ampliar.html
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 28, 2015, 10:54:11 am
Destaco esta parte:

Citar
En 2014, consciente de que sólo con sus recursos técnicos y de personal no sería posible el cumplimiento de la PMM en el caso concreto del A-12, la Marina de Brasil firmó con la empresa francesa DCNS (que fue la constructora del barco) un contrato de servicios de apoyo. El astillero francés participará en el PMM, ayudando a la marina brasileña en la reforma integral de la nave, es decir, en el cambio por equipos nuevos de todos los equipamientos con funcionamientos deficientes.

O que se passava era que eles arranjavam as coisas conforme elas iam avariando, sendo o PA algo velho, andava sempre algo a avariar e por vezes o problema era de todo o sistema e não apenas de uma máquina qualquer. Agora recorreram a quem sabe para meter o navio finalmente a funcionar. Vamos ver se resulta.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 28, 2015, 04:13:10 pm
Pois, mas o caso dos KC-390 é apenas um caso, ao qual foi dada prioridade por ser de construção nacional...

Sua concepção é nacional e prevejo que seu governo deve reunir alguns vinténs (mesmo nessa situação econômica nada confortável de vocês) para adquirir a aeronave, que teve coparticipação de Portugal. Será um sucesso comercial e operacional e vocês vão ganhar com isso.

agora e os restantes equipamentos? Será que o substituto dos C130 da FAB não fosse criado pela Embraer, teria sido feito algum programa de substituição dos C130? Se calhar só pensariam nisso depois desse mesmo C130 ai da foto ter caído...

Esta sua intervenção não passou de ilações.

Estapafúrdia e descabida porquê? Estamos a falar de factos, factos esses que apenas dizem que o Brasil como país maior que Portugal, mais rico e com mais riquezas para proteger, deveria estar muito melhor que nós ou pelo menos ao mesmo nível tecnologicamente em todos os seus ramos... no entanto em comparações directas entre equipamentos específicos, em pouco nos ganham (excluindo os números claro), ou seja, entre carros de combate, nós temos melhores, navios de superfície: também, submarinos: mais do mesmo, caçar: sem discussão sequer... analisando o grosso das forças armadas dos dois países, em termos de armamentos principais, conseguimos estar à frente tecnologicamente de um Brasil aspirante a uma potencia mundial!

Eu sempre defendi a tese de que não se pode comparar as FFAA brasileiras com as portuguesas por um punhado de razões. Tais como contexto geopolítico, econômico e demográfico. Portugal é integrante da OTAN, o Brasil não. O Brasil está na América do Sul, uma região relativamente estável e sem conflitos de grande intensidade. Já a Europa, o urso russo bate em sua porta. O terrorismo de fundamentalistas islâmicos age abaixo de seus narizes no Norte da África. Enfim, contextos diferentes.
 
Não queria me aferir a respeito de suas FFAA, porém faço um breve comentário superficial. Vocês tem uma boa frota de patrulha de longo alcance, com NaPaCos e Fragatas. Penso que isso seja por causa da Ilha da Madeira. Dois submarinos interessantes de engenharia alemã e pelo menos 5 helicópteros.

A FAP teve que vender uma dúzia de seus F-16 MLU à Romênia, no qual a maioria de seus aviões estava no chão por problemas de manutenção. Notar que ao mesmo tempo em que ainda operam algumas peças de museu como os Aérospatiale Alouette III, virtuosamente conseguem operar pelo menos 12 AgustaWestland AW101.
 
Sobre o Exército posso dizer que vocês orgulhosamente operam 37 Leopard 2A6, sendo que o número forma três esquadrões reduzidos. O programa Pandur foi cancelado e não conseguiram levar em diante o plano de instalar um canhão de 105 mm no referido blindado. A aviação de Exército é inexistente e foi cancelada a compra de helicópteros NH-90, o que aumentaria em muito a operacionalidade e a capacidade militar de vosso Exército.

Em linhas gerais, em comparação com a FFAA brasileira, a portuguesa é uma força mais compacta. Percentualmente falando, ligeiramente mais bem equipada muito por conta das obrigações com a OTAN. Todavia, está em forte decadência fazendo companhia à situação de frangalho no qual a economia de seu País se encontra.
 
e o Brasil é mais difícil de invadir, não só devido às forças armadas, mas também em grande parte devido à dimensão do país e à dificuldade de uma força opositora conseguir entrar e manter a uma linha de abastecimento para a linha da frente...

É muita imaginação. Nenhum governo politicamente estável e democrático se aventuraria. Nem mesmo o mais calhorda e déspota dos ditadores ousaria tamanha loucura. O Exército Brasileiro tem cerca de 220 mil militares na ativa, e pode mobilizar cerca de 1,8 milhão de reservistas. Soma-se a isso as 27 Polícias Militares e Corpo de Bombeiros Militar dos Estados e do Distrito Federal, considerada pela Constituição Federal de 1988 foças auxiliares e reserva do Exército. Somados os efetivos das PMs e CBMs daria cerca de 600 mil homens em armas. Milicianos organizados em gendarmarias em reserva do E.B.

O Brasil tem um dos terrenos mais inóspitos do planeta. Cerca de 60% de seu território é coberto pela floresta Amazônia. Ao sul da colossal floresta que é do tamanho da Europa Ocidental, têm-se o Cerrado (vegetação análoga à Savana Africana), Caatinga (idem, porém semidesértico) e o Pantanal (terreno pantanoso, fauna formada por cobras gigantes que medem mais de 6 metros, lagartos, jacarés, mosquitos, malária e etc). Ao Sul, a Mata Atlântica cercada por montanhas (Rio de Janeiro). Mais ao Sul do Brasil os Pampas, imensas campinas, ambiente descoberto de árvores ideal para combates mecanizado e de blindados. É lá que o E.B concentra seus carros de combate.
 
Aproximadamente 90% da população brasileira vivem nas cidades, distribuídos em cerca de 5 mil municípios. Os combates se dariam em ambientes urbanos, algo que somos especialistas, vide o Haiti. Penso que se fossemos atacados atualmente por uma coalização de super-potências seria empregado à estratégia de combate a resistência. Seria como no jiu-jitsu brasileiro, deixa o adversário entrar na guarda para depois tentar finalizá-lo (a Guerra do Vietnam é uma aula e tanto).

Temos uma enorme planta industrial consolidada. Combustíveis quase inesgotáveis, recursos humanos, financeiro e tecnológico considerável.

Nem eu que sou brasileiro e que, modesta parte, conheço todas as regiões do Brasil, sou capaz de discorrer com perfeição a complexidade que é o País. Imagina qualquer um de vocês.

Daí fico idealizando vocês aí no outro lado, sentados em frente a um computador, provavelmente com a mente bombardeada de informações débil acerca do Brasil. Pelo que escrevem dá para identificar ideias repletas de estereótipos e preconceitos, ou seja, uma imagem rala e nebulosa acerca da antiga colônia.
 
Voltando ao caso, se qualquer um dos países sul-americanos hipoteticamente vier atacar o Brasil, não há mínima possibilidade de o agressor obter sucesso. Volto a dizer, F-16 e Su-27 não é o suficiente. Nem mesmo TAM, T-72 ou qualquer outra plataforma blindada em serviço nos exércitos vizinhos ao Brasil são armas que fariam tamanho  estrago assim. Devo lembrar que o Brasil tem uma indústria de defesa.

Sobre a bomba atômica, esqueçam isso. O ex-presidente José Sarney já mandou tapar o buraco na Base Aérea do Caximbo, no Sul do Estado do Pará, em plena selva amazônica, quando se suspeitava que lá ocorriam testes com artefatos nucleares.

Sobre o KC-390 há por enquanto apenas um protótipo porém a FAB vai adquiri-lo em quase 28 unidades. É questão de contrato entre uma empresa e o governo e isso já está acertado e foi amplamente divulgado.

Pois bem, nem sei por que perdi tempo escrevendo isso. É muito divagação.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 28, 2015, 10:05:59 pm
Outra questão que tenho notado que levanta muitas opiniões acaloradas é em relação ao Prosub ou ao SN-BR (submarino nuclear). Este projeto da MB não somente é tido como controverso por vocês, há muitas desconfianças aqui também no Brasil. Na realidade, tudo começou em uma parceria formada entre os presidentes Lula e Sarkozy. A sociedade foi estruturada por meio de um Acordo de Cooperação e Transferência de Tecnologia entre Brasil e a França.

Nasce aí o Prosub que atualmente se desenvolve por meio de sete contratos. O maior contrato militar internacional jamais assumido pelo Brasil, envolvendo uma soma de 20 bilhões de reais que deve empregar nove mil trabalhadores e gerar 32 mil postos de trabalho indiretos no gigantesco estaleiro localizado no município de Itaguaí, no litoral fluminense (Estado do Rio de Janeiro).

Parte desses recursos vem sendo obtida de um financiamento que será pago pelo Brasil em 20 anos, ou seja, até 2029, a um consórcio formado pelos bancos BNP Paribas, Societé Generale, Calyon Credit Industries et Commercial, Natixis e Santander.

Além de fortalecer os investimentos na indústria militar, o Prosub também objetiva proteger a costa marítima brasileira, especialmente nas áreas de exploração de petróleo do Pré-sal.

O mais caro e difícil é construir o primeiro submarino, com os custos se reduzindo na construção de outras embarcações. Enquanto um convencional fica em torno de 600 milhões de dólares, um nuclear atinge 1,5 bilhão de dólar. Todo produto custa mais caro no início. O segundo submarino vai custar entre 10% e 15% mais barato e assim por diante, até um limite.

Esclareço, contudo, que o País já domina todo o ciclo tecnológico para a construção do reator de propulsão nuclear a ser utilizado no projeto, de responsabilidade da estatal Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A (Nuclep), que está sendo desenvolvido no Centro Experimental Aramar, em Iperó, no Estado de São Paulo. A França entra com a parte de “interface” para aplicação no submarino e seu projeto, além das tecnologias de operação e manutenção do equipamento.

Engenheiros brasileiros já estão na França para receber treinamento na montagem do submarino. As peças mais caras, como o casco de aço, periscópio e sonar, terão de ser importadas de lá. Já a tecnologia nuclear será totalmente desenvolvida no Brasil, e a MB vai usar a técnica nacional de fissão nuclear. Além disso, os submarinos virão armados com torpedos e mísseis Exocet franceses.

Desde os anos 70 os militares brasileiros planejam a construção de um submarino nuclear, mas sofriam com barreiras impostas pelas potências estrangeiras. A tecnologia teve de ser desenvolvida aqui dentro, sendo que em 1982, o País dominou o ciclo de combustível nuclear. A partir dos anos 90, os recursos minguaram, até a ressurreição recente do projeto. O próximo passo deve ser a construção de um reator nuclear em solo, para testar o equipamento.

Uma preocupação que envolve o projeto é a falta de profissionais para lidar com a tecnologia. A Comissão Nacional de Energia Nuclear, que em 1991 tinha 3.750 servidores, hoje tem somente 2.550 — com idade média de 56 anos. Há uma necessidade urgente de reposição e de formação de novos profissionais.

Sobre sua funcionalidade é bom lembrar que hoje em dia, as marinhas não se preocupam com inimigos. Elas se preocupam em serem capazes. A MB tem que ser capaz de patrulhar suas águas, que são muito extensas. São 4,5 milhões de quilômetros quadrados na Amazônia Azul ( como é chamado pelas autoridade o mar territorial brasileiro). O País precisa ter instrumento de dissuasão, mesmo que leve 10 a 20 anos para se concretizar.

(http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu2/foto/0,,57494209,00.jpg)

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/03/prosub_grande1.jpg)

(http://www.rumar.org.br/wp-content/uploads/2013/03/inauguracao-ufem-itaguai.jpg)

Estes vídeos vai ajudar esclarece-los melhor:





https://www.youtube.com/watch?v=tG68gJyb7Ks (https://www.youtube.com/watch?v=tG68gJyb7Ks)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 28, 2015, 11:58:59 pm
Sobre o A-12 São Paulo, demais alvo de críticas, às vezes descabidas, está mais do que informado que passará por uma ampla reforma, inclusive com participação da DCNS, a empresa francesa que o construiu na década de 60. Portanto, ele voltará ao mares revitalizado.

Críticas à parte, ultrapassado ou não, a MB com os poucos recursos que tem consegue manter VIVA uma expertise de 60 anos, iniciada com o Minas Gerais, conservando o adestramento do pessoal dentro das limitações possíveis, até que melhores ventos soprem e seja possível, um dia, quem sabe, projetar e construir um NAel nacional. Podem criticar à vontade a MB, os A-4, mas o que importa é que enquanto os cães ladram, a caravana passa! Certa está a MB: faz o que pode com o que tem em mãos! Melhor assim do que abandonar totalmente essa expertise, que é para poucos. Não se pode fazer o que fez a Marinha Argentina, isto é, parar no tempo.

Todos os bens das FFAA pertencem à Fazenda Nacional (Tesouro brasileiro), mas encontram-se sob às responsabilidades da MB, EB e FAB.

Já o material militar a cargo da FFAA esses são cuidados, inspecionados, reparados, repotencializados, reaproveitados e modernizados e, quando não,  reprojetados dentro da economia do possível, e assim sendo as FFAA “fazem das tripas coração”  para que não se perca a “expertise”, e cairmos na mesma situação, ou pior, das FFAA Argentinas - teoricamente a nossa rival regional.

Este vídeo já deve ter 10 anos, mas é interessante do ponto de vista de conhecer melhor a faceta da MB em operar porta-aviões:


(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/esquadra.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Edu em Março 29, 2015, 12:20:35 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "Edu"
E já agora ter armas nucleares para quê? Para as rebentarem à porta de casa?

Armas nucleares precisam de vetores de lançamento, coisa que o Brasil não tem. Nem caças em condições existem. Não estou a ver um Gripe NG a levar uma arma nuclear e ainda assim ter capacidade de ir muito além da fronteira. Não há bombardeiros, não há mísseis de longo alcance...

A idéia não é terem ADM, mas sim submarinos de propulsão nuclear.

 :arrow: http://pt.wikipedia.org/wiki/Submarino_ ... brasileiro (http://pt.wikipedia.org/wiki/Submarino_de_propuls%C3%A3o_nuclear_brasileiro)

Se ler o que foi dito em posts anteriores irá verificar que a minha intervenção foi uma resposta aquilo que foi dito atrás.

Vitor:

Os planos da Marinha Brasileira são sem dúvida muito ambiciosos.

Contudo, por agora, são apenas planos e como tal temos de esperar pela concretização.

Até à concretização nada é certo, acontece que o Vitor e outros compatriotas seus tomam estes planos como dados adquiridos. Eu pessoalmente tenho mais reservas.

Entretanto, dos planeados 30 escoltadores do programa "prosuper", segundo o site poder naval, existe a possibilidade de a MB comprar num futuro próximo 4 escoltadores usados, visto que não perspectiva de o programa ir para a frende num futuro próximo. Segundo o mesmo site apenas um submarino (em cinco) está operacional, um pouco longe dos planeados 15.
Relativamente aos planos é preciso também ter em conta uma coisa, quando eles se tornam demasiadamente demorados, mesmo que se concretizem na totalidade, correm o risco quando finalizados já estejam completamente obsoletos. Aquilo que faz sentido hoje poderá não fazer sentido daqui a 20 ou 30 anos.

Segundo o  Poder Naval, o Brasil tem demorado 5 anos para contruir um navio-patrulha de 500 toneladas (não é que Portugal aqui seja um exemplo melhor com a novela dos NPO's). Quanto tempo demorará para construir um submarino nuclear?
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 29, 2015, 12:40:34 am
Citação de: "Edu"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "Edu"
E já agora ter armas nucleares para quê? Para as rebentarem à porta de casa?

Armas nucleares precisam de vetores de lançamento, coisa que o Brasil não tem. Nem caças em condições existem. Não estou a ver um Gripe NG a levar uma arma nuclear e ainda assim ter capacidade de ir muito além da fronteira. Não há bombardeiros, não há mísseis de longo alcance...

A idéia não é terem ADM, mas sim submarinos de propulsão nuclear.

 :arrow: http://pt.wikipedia.org/wiki/Submarino_ ... brasileiro (http://pt.wikipedia.org/wiki/Submarino_de_propuls%C3%A3o_nuclear_brasileiro)

Se ler o que foi dito em posts anteriores irá verificar que a minha intervenção foi uma resposta aquilo que foi dito atrás.

Vitor:

Os planos da Marinha Brasileira são sem dúvida muito ambiciosos.

Contudo, por agora, são apenas planos e como tal temos de esperar pela concretização.

Até à concretização nada é certo, acontece que o Vitor e outros compatriotas seus tomam estes planos como dados adquiridos. Eu pessoalmente tenho mais reservas.

Exato. Mas a partir do momento em que contrato e transações em bilhões de dólares são efetivadas, há meio cominho andado para a concretização.

Em relação aos A-4 Skyhawk da MB, vale assistir:


Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Março 29, 2015, 12:44:14 pm
Bem, para terminar com a história da comparação entre Portugal e Brasil, Portugal não está melhor devido à crise e ao desinteresse politico nas forças armadas. Inicialmente não estava planeada a venda de F16, os Leopard eram para ficar em 55, as 5 fragatas era suposto receberem um MLU grande há quase 10 anos, estavam planeados 10 ou 12 NPOs e 8 LFCs cujos números foram reduzindo ao longo dos anos, como disse os helis cancelados por causa da crise, o LPD era para ser construído cá mas a crise e todas as tretas que envolveram os ENVC enterraram o projecto (juntamente com os patrulhas), o 3º submarino inicialmente tido como opção foi completamente posto de parte, por ai em diante... A questão aqui é que, Portugal mesmo estando na crise que está, sendo um país mais pequeno, e em que o investimento nas FA tem sido visto como desnecessário, tem equipamentos principais muito mais recentes e modernos do que o Brasil, país de riquezas como você disse, quase inesgotáveis, uma potência emergente que se quer afirmar economicamente e militarmente ao mundo. Enquanto do nosso lado a margem para evoluir as forças armadas praticamente tem sido nula, o Brasil nestes anos em que Portugal não teve nada, continuou na mesma, isto é, continua com as fragatas dos anos 70, o porta-aviões não operacional, etc. Sim é verdade que o SN-BR está a andar a passos largos, e penso que até agora não tem tido problemas, e sim tem razão quando diz que enquanto estiver a ser feito o investimento, é meio caminho andado, mas o mais difícil vem depois, muita coisa poderá dar para o torto no projecto, veja-se os S80 espanhóis, muito mais simples que um submarino nuclear, mas não ata nem desata. Esse preço de 1.5 bilhões (1.5 mil milhões em Portugal), é uma estimativa e não engloba os custos de desenvolvimento, e muita coisa poderá mudar o preço do SN-Br, podendo até duplicar o preço. É de facto de louvar a coragem em fabricar um submarino nuclear, e sim entende-se, atendendo às riquezas do Brasil, como o petróleo, que há necessidade de proteger, aí estamos de acordo e um submarino, tanto nuclear como convencional é sempre o maior dissuasor que uma marinha pode ter (veja-se o caso de Portugal, antes dos Tridente, qualquer país com uma marinha decente facilmente causaria problemas à MP, agora os subs são uma espécie de "seguro contra todos os riscos", e todos os países sabem que a possível presença de um meio daqueles que sozinho poderia dizimar uma marinha inteira, é suficiente para instaurar o medo). No entanto, e o submarino nuclear até se entende, apesar de haver outras lacunas na MB, o porta-aviões devia ser onde mais criticas seriam apontadas, pois é este mesmo navio que suga o orçamento da MB, sim é um navio imponente, e quando estiver operacional vai ser um navio poderoso, e é verdade que há a questão de manter a "expertise", mas diga-me sinceramente, se isso valeu a pena o dinheiro gasto no mesmo, os anos que teve parado. A questão é, o porta-aviões é de extrema importância para o Brasil sim, mas de pouco ou nada serve se por exemplo não tiver escoltas, ou se os aviões embarcados não forem capazes de repelir um ataque aéreo. Sim, para já os A-4 irão chegar bem, no entanto já se fala em Gripens navais, e tudo e mais alguma coisa. No fundo, o dinheiro gasto no São Paulo, poderia até ser utilizado para pedir à França para fabricar outro Charles de Gaulle, um navio muito mais moderno, que poderia ser utilizado por mais anos que o São Paulo... poderiam até ter algum desconto se escolhessem o Rafale para a FAB, que era o favorito de todos, e este já tem versão naval, a qual seria possível utilizar num porta-aviões tipo Charles de Gaulle. E agora diga-me, o Brasil perderia se fizesse isto? Sim, ficava um pouco mais caro, tanto os caças como o navio, mas iria durar muitos mais anos. Enquanto isso, estão na esperança de um caça naval que não existe ainda e que de certeza terá custos acrescidos devido ao desenvolvimento, um avião menos capaz, com menor alcance e "payload", e um navio que vai durar menos anos, tem dado problemas uns atrás dos outros, e ao longo dos anos, os custos operacionais irão aumentar. E as criticas feitas por nós deste lado do Atlântico, não são de todo descabidas, pois são criticas vindas de gente habituada a ter de escolher entre o que mais falta faz às forças armadas, um país que para avançar com um programa, tem de pôr de lado outro/s menos prioritários, portanto, todas as criticas são feitas com todo o respeito, mas com um ponto de vista mais realista, fechando os olhos a nacionalidades e tudo o resto, apenas analisando o que de facto poderia ser feito para, neste caso a marinha do Brasil, sair a ganhar, com uma marinha moderna e mais capaz.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Alvalade em Março 29, 2015, 03:04:05 pm
Desculpem-me mas eu não faço parto do clube que torce pela cooperação com o Brasil.

Como o Cabeça de Martelo disse e bem as nossas prioridades são a NATO , os PALOP (mais Timor)  e qualquer foco de insegurança que possa surgir no Magreb.

Considerando este facto, o único cenário onde poderia haver uma cooperação com o Brasil seria nos PALOP, no desenvolvimento das forças de defesa locais e na intervenção nesses países quando surgem casos de instabilidade politica ou crises humanitárias.

Se olharmos para a história recente vemos que os interesses brasileiros raramente estão no mundo lusófono. O caso da “Operação Manatim” (para usar um caso recente) é um exemplo da falta de vontade brasileira em intervir nos países lusófonos, pudemos mesmo dizer que o interesse brasileiro na lusofonia é exclusivamente económico e centrado em dois países (Angola e Moçambique).

Tendo isto em conta não faz sentido investir tempo e dinheiro num país que pouco interesses estratégicos partilha connosco.

Além da falta de interesse estratégico não vejo especial desenvolvimento que poderíamos obter com uma parceria com o Brasil que não conseguíssemos obter de qualidade superior com parcerias com países que já são nossos aliados.
 
É nesse sentido que se torna mais interessante tentar uma aproximação aos países do Benelux.

São países que individualmente têm aproximadamente a mesma população que a nossa e que em conjunto têm uma área geográfica inferior à Portuguesa. Apesar destes factores em conjunto conseguiram desenvolver forças armadas e uma indústria de defesa que competem em modernidade com qualquer país do mundo.

Hoje em dia já temos casos de sucesso de parceria com este grémio de países como a European Participating Air Forces (EPAF), a modernização dos Sistemas Integrados de Controlo de Comunicações (SICC) de unidades das três marinhas (pela EID) e possivelmente a modernização da classe Bartolomeu Dias que será feita a partir o “know-how” ganho na modernização feita às outras fragatas da classe M através do M-Class Frigates User Group (MFG).

Portanto faz sentido dizer que uma parceria Portugal – Benelux e uma sincronização dos processos de substituição e modernização de material, podem trazer para Portugal um corte nos custos de aquisição de materiais devido ao aumento de escala na compra e um acesso a novos mercados e a tecnologia de última geração à indústria de defesa nacional.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 29, 2015, 03:46:25 pm
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/28/precisamos-para-ja-de-4-bons-navios-usados/
Citar
Roberto Lopes
Editor de Opinião da Revista Forças de Defesa e
autor do livro “As Garras do Cisne”

Parece claro, a essa altura dos acontecimentos – ou da falta de acontecimentos (no campo do PROSUPER) –, que alguma medida precisa ser tomada, no sentido de garantir o funcionamento da força de superfície da Esquadra pelos próximos nove ou dez anos.

Temos, hoje, apenas um dos nossos cinco submarinos de tecnologia alemã disponível – o Tapajó –, mas a renovação dessa flotilha já está em andamento, e com a prioridade adequada.

Entre os escoltas a situação é diferente.

Há anos que fragatas e corvetas vêm sendo usadas até o limite das suas capacidades. E isso em um contexto de intensa demanda, cujas consequências são agravadas pela falta de todos os recursos necessários à manutenção dos navios.

O resultado é que das seis fragatas classe Niterói, apenas três estão disponíveis, sob diferentes graus de restrição operacional; entre as três classe Greenhalgh (Tipo 22), apenas a Rademaker pode ser considerada em razoável estado; e das quatro corvetas, só a Barroso estaria em condições de, hoje, responder a uma convocação de emergência.

Espera-se que a Júlio de Noronha inicie ainda este ano os seus testes de motores – e que, portanto, também ela esteja de volta ao setor operativo da Marinha em 2016. Mas essa, por enquanto, é só uma expectativa.
Mais uma vez a realidade (a julgar pelo quadro dos navio activos e em reparações no final da reportagem do Poder Naval bem mais dura de que eu julgava  :shock: ).
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/proa-da-Julio-de-Noronha-em-moderniza%C3%A7%C3%A3o-no-AMRJ-com-Inha%C3%BAma-ao-fundo-foto-Nun%C3%A3o-Poder-Naval.jpg)
Citar
As três corvetas remanescentes da classe Inhaúma estão paradas
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/AMRJ.jpg)
Citar
O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) precisa ser modernizado para voltar a ter a capacidade de construir navios de guerra

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Março 29, 2015, 07:16:28 pm
Bem, nesse artigo, tanto falam em Bandenburg, que a Alemanha não se vai desfazer delas tão depressa, até às fraquinhas Flóreal, que estão entre corvetas de grandes dimensões e mini fragatas... As da classe OHP que por este andar toda a gente vai usar, já que há tantas para vender, no entanto, não me parece suficiente para o Brasil. As type 23 parecem-me a melhor opção, no entanto, ainda aguardam pela sua substituição, logo não estarão à venda tão depressa. Não mencionaram as Bremen alemãs que seriam de certeza muito mais acessíveis do que as Brandenburg pois serão substituídas pelas F125. As KDX-I não passam de um sonho, visto estas só serem substituídas provavelmente dentro de 10 anos (são navios de 1998). Portanto, opções de qualidade não há muitas... Que tal as italianas Durand de la Penne? São outras que estão dentro dos requisitos apresentados.
Quanto à noticia em si, não imaginava que por lá estava assim tão mau  :shock:  Emais uma vez, aqui está a prova dos investimentos mal direccionados... Tanta preocupação com um porta-aviões para ser usado durante 20 anos (e tanto dinheiro gasto), quando as escoltas são escassas e com reduzida capacidade para defender um navio de tal importância...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Edu em Março 30, 2015, 12:51:40 pm
Curiosamente a ideia que a maior parte dos foristas aqui defende sobre a Marinha Brasileira, que gasta dinheiro nas áreas erradas, é também defendida por brasileiros no Poder Naval.
Tomei a liberdade de citar uma intervenção do mesmo blog:

Um participante que dá pelo nome de Douglas Falcão afirmou o seguinte:

Citar
Prezado Roberto Lopes,
Concordo.

O problema é que, aparentemente houve uma inversão nas prioridades. Pois teme-se perder status de marinha de águas azuis. No papel ainda somos. De fato, não.

A manutenção “eterna” do São Paulo exaurindo recursos tem prioridade sobre uma frota nova em folha de Navios Patrulha Oceânicos.
Pergunto: o São Paulo é uma arma eficaz, ou uma dor de cabeça, mas que permite a alguns dizerem “o Brasil tem um porta-aviões”?

Tenho certeza que um programa de construção / aquisição de patrulhas oceânicos em boa escala seria realidade se não tivéssemos o SP. não estou aqui vinculando programas, apenas exemplificando. Haaa isso apequena o status da MB.?
Sim, mas estamos falando de aparências, não é verdade.? A esquadra não tem mais condição de ir a alto mar em missão de combate.

Nós queremos uma marinha que sai para desfilar na praia no 07.09 ou uma MB com meios eficazes ainda que modestos?

Com a visão política de hoje temos que nos adequar, isso não significa deixar de lutar pelo fortalecimento da MB.

A MB deveria eleger algumas poucas prioridades focar nelas; somente o que está ao seu alcance. O programa de corvetas, dos patrulhas e a conclusão dos Scorpene deveriam ser a prioridade.

Lutar pelo resto, fica até mais fácil quando os “decisores” perceberem a baixa de navios em sequência.

Para finalizar, vejo o programa de cobertas como primordial. Por isso penso que deverá ser um projeto robusto. Creio que o Bosco, pelos comentários, também vê desta forma.

deslocamento carregadas nas faixa de 3/3,2 mil ton facilitaria a adequação do sistema de armas.

Abraço a todos.

Isto é exactamente aquilo que alguns membros do Forum Defesa, eu incluido, defende.

A MB tem um porta-aviões só para dizer que tem, na realidade ele não serve para nada. Um porta-aviões serve para projecção de força a grandes distâncias, o brasil não capacidade de projecção de força pois, como foi dito acima, na practica já não tem capacidade de marinha de "águas azuis".

Para defender a ZEE de um país não são precisos porta-aviões, são precisos caças (com base em terra), submarinos e escoltadores.

O que as forças armadas brasileiras realmente precisam seriam caças modernos com maior alcançe e capacidade de armamento, por isso o Gripen não serve, teria ser algo tipo Rafale, Eurofighter ou F-18 com dois motores e capacidade de levar armamento pesado e longas distâncias. Só a existência desse tipo de caça tornava totalmente desnecessária a existencia de porta-aviões para a realidade brasileira. Depois eram necessários também submarinos ao estilo dos que Portugal tem, com 10 desses já ninguém se atrevia a questionar a soberania brasileira na área e finalmente escoltadores modernos. E pronto, ficavam todas as riquezas brasileiras bem defendidas.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 30, 2015, 02:58:02 pm
Citação de: "Edu"
O que as forças armadas brasileiras realmente precisam seriam caças modernos com maior alcançe e capacidade de armamento, por isso o Gripen não serve, teria ser algo tipo Rafale, Eurofighter ou F-18 com dois motores e capacidade de levar armamento pesado e longas distâncias. Só a existência desse tipo de caça tornava totalmente desnecessária a existencia de porta-aviões para a realidade brasileira. Depois eram necessários também submarinos ao estilo dos que Portugal tem, com 10 desses já ninguém se atrevia a questionar a soberania brasileira na área e finalmente escoltadores modernos. E pronto, ficavam todas as riquezas brasileiras bem defendidas.
Isso verifica-se mesmo com escolha do Gripen, o qual se aceita por duas razões: 1 - O Brasil usa reabastecimento em voo.; 2-  Opera com AEW.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2012/04/Ca%C3%A7as-F-5-em-REVO-com-KC-130-H-foto-FAB.jpg)
(http://www.defesabr.com/Fab/EMB145_AEW&C.jpg)
Portanto com esta panóplia e mesmo com o Gripen não se justifica NAE. Da mesma forma que na minha opinião a MB ficava mais bem servida com submarinos convencionais com AIP.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/02/nae-sao-paulo-1a.jpg)
(http://image2.tin247.com/pictures/2013/07/05/dap1373043029.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 30, 2015, 03:05:06 pm
Depois eram necessários também submarinos ao estilo dos que Portugal tem, com 10 desses já ninguém se atrevia a questionar a soberania brasileira na área e finalmente escoltadores modernos. E pronto, ficavam todas as riquezas brasileiras bem defendidas.

Da mesma forma que na minha opinião a MB ficava mais bem servida com submarinos convencionais com AIP.

Fora o porta-aviões, é justamente isso que está a um passo de acontecer.

O futuro da guerra naval é o submarino, lembremos das Malvinas/Falklands. Penso que o investimento vale sim, cada centavo, no Prosub (Scorpenes e SN-BR), desde que tenha continuidade para se lançar ao mar um submarino a cada dois anos, até atingirmos 15 submarinos.

Com o avanço tecnológico dos submarinos, desde o Tipo XXI alemão e o lançamento do USS Nautilus nuclear, os navios de guerra ficaram obsoletos, essa é que a verdade. O submarino tornou-se o rei dos mares, não há contramedida eficaz.
A Força de Superfície da MB pode ser afundada por apenas um submarino nuclear.

Ao passo que os submarinos brasileiros da classe IKL209 — Tupi (S-30), Tamoio (S-31), Timbira (S-32), o Tapajó (S-33) e o Tikuna (S-34) — se operacionais, podem sobreviver muito mais tempo em caso de guerra e ainda negar o mar a um inimigo mais poderoso. Não podemos esquecer que o submarino é a única arma stealth verdadeira.

O Brasil montou uma fábrica de submarinos, agora é preciso ter dinheiro para mantê-la lançando submarinos continuamente.

O Brasil precisava para resolver o problema da Defesa definir em Lei pelo menos 2% do PIB para a Defesa Nacional e proibir contingenciamentos nessa pasta. O Ministério da Defesa precisa de 22 bilhões de reais ao ano para atender ao custeio. Atualmente, está está sobrevivendo com 13 bilhões de reais. Com esse dinheiro é impossível tocar as Forças dado o tamanho contingencial e do desafio que é o Brasil.

Vocês sabem qual foi o almirante que decidiu que a MB tinha que ter um submarino de propulsão nuclear e qual a razão?
O ministro da Marinha entre 1974 e 1979, Geraldo Azevedo Henning, fez uma viagem da Bahia para o Rio de Janeiro a bordo de um submarino nuclear americano e ficou entusiasmado com a velocidade (muitos submarinos nucleares podem ultrapassar 30 nós em imersão). No final daquela década, Henning enviou aos EUA um oficial engenheiro naval para realização de um curso de engenharia nuclear no Massachussetts Institute of Technology (MIT).

Com o retorno do oficial formado ao Brasil, foi feito um relatório que mostrava a possibilidade de um projeto que daria ao País o domínio completo do ciclo de combustível nuclear e, ao mesmo tempo, capacitaria a Marinha a construir um reator para o seu futuro submarino com propulsão nuclear.

O submarino convencional é bom, mas tem duas limitações: velocidade e indiscrição ao precisar esnorquear, então ele é mais vulnerável e menos eficaz. O submarino nuclear não tem essas limitações, ao invés de esperar que os navios inimigos passem por ele, o nuclear tem a iniciativa das ações e pode caçar os inimigos (caçador-matador) e atacar quando e onde quiser. É a arma definitiva.

E se alguém atacar o submarino nuclear, ele pode fugir em alta velocidade e fazer o torpedo inimigo ficar sem combustível. Não dá pra acertá-lo.

No mais Só existem dois tipos de navios: os submarinos e os alvos.

Em relação a lamentável situação da Armada brasileira, fora os desmandos políticos, o que matou a MB de vez foi o corte dos Royalties do Petróleo, foi a pá de cal.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Johnnie em Março 30, 2015, 03:48:52 pm
Vitor antes demais bem vindo!!!!

Sou 100 % português, mas tendo familia dos dois lados do Atlantico e conhecendo relativamente bem a realidade do teu país, local onde vou regularmente, sinto-me assim á vontade para comentar o conteudo dos teus posts...Penso que ou estás a querer tapar o sol com uma peneira ou então recusas-te simplesmente a ver a realidade...

Essa conversa do Brasil potência e blablabla é muito bonita mas não passa disso mesmo, conversa para consumo interno...Porque a realidade é outra infelizmente...Esse país só existe na mente de uns quantos iludidos

Nem a economia vai bem, longe disso...Vê os ultimos dados da inflação, consumo, desemprego, taxas de juro, PIB, Cambio, etc.. etc...  Nem sequer vou falar de educação, saude, segurança, assimetrias regionais etc...

Quanto ás FA brasileiras  que é o que nos interessa infelizmente estas só existem no papel, a sua operacionalidade actual é praticamente nula...Há que assumir isto mesmo sem pudores se queremos caminhar para uma solução...

P.S. Não fiques aborrecido com o comentário  :mrgreen:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 30, 2015, 03:56:22 pm
Desculpe Victor mas está enganado em relação aos Submarinos Convencionais, quer os Scórpene que o Brasil vai construir (sem AIP) como do tipo 209PN Português com AIP: http://en.wikipedia.org/wiki/Tridente-class_submarine
Citar
The Tridente class submarine is wrongly classed in the "diesel-electric" class. Its propulsion is exclusively electric, with electric motors powered by batteries. These batteries may be charged while submerged by "fuel-cells" (inverse electrolysis) for which, this submarine carries a huge supply of liquid oxygen and hydrogen. Also, and solely as a 2nd solution for recharging the batteries, this submarine carries 2 powerful diesel electric generators (1.000 KVA) for use only when surfaced, or at "snorkel" depth .
(http://www.viafanzine.jor.br/001imag/06_10/submarino_tridente.jpg)
Submerged, from Lisbon, this submarine may reach the Cape of Good Hope and return, in 15 days.
Portanto com o AIP o submarino convencional não precisa de ir profundidade de periscópio usar o Snorkel para recarregar as baterias e renovar o ar. É precisamente o que falta quer aos submarinos brasileiros convencionais actuais, mas também aos que vão ser construídos (não se fie na continua construção após a 5ª unidade já que o Brasil para o anterior tipo de submergíveis também montou a estrutura para construir nacionalmente os últimos da actual classe em serviço e  agora jogou tudo fora ao ir preferir os submarinos franceses e a empresa DCNS). http://www.naval.com.br/blog/2014/06/04/brasil-avanca-na-construcao-de-submarinos/
Citar
Submarinos convencionais possuem restrições como o motor diesel-elétrico, que os obriga a ir à superfície a cada 12h ou 24h para carregar as baterias e mudar o ar respirado na cabine.
(https://diariodopresal.files.wordpress.com/2010/12/novos-submarinos-brasileiros-s-br.jpg)
Por ultimo a questão do Submarino nuclear:
(http://www.defesabr.com/MB/SNB_Esquema.jpg)
É mais rápido que um submarino convencional, pode navegar mais tempo mas faz mais barulho, os misseis anti-navio e os torpedos também se esgotam e é mais facilmente detectável. Não falando nos custos de aquisição e operação, qualquer escolta acaba por ser mais rápido que mesmo um submarino Nuclear.  E sendo apenas um, seria (será) obviamente um alvo primordial.  http://pt.wikipedia.org/wiki/NRP_Vasco_da_Gama_%28F330%29
Citar
Velocidade   20 nós (Diesel); 32 nós (Gás)
(http://xmp.com.pt/inteligenciaeconomica/wp-content/uploads/2011/04/vasco-da-gama.jpg)
Veja também a velocidade e alcance dos torpedos: http://en.wikipedia.org/wiki/Mark_48_torpedo
Citar
Effective firing range 23 miles,38 km at 55 kn (102 km/h) or 50 km at 40 kn (74 km/h)
Portanto submarino Nuclear é bom existindo em quantidade significativa, quer para submergiveis de ataque mas sobretudo levando misseis de cruzeiro ou misseis balísticos intercontinentais. E novamente, o submarino brasileiro não levará nada disto e será apenas um. Ou seja, uma frota de submarinos convencional com AIP, levando as mesmas armas e mesmo com a limitação de ter menos alcance e ser menos rápido, na prática leva o mesmo armamento que o submarino nuclear brasileiro, é mais silencioso, mas barato de operar e racionaliza recursos já que é toda igual, seja o suporte técnico, componentes e a própria logística.
(http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu2/foto/0,,57494209,00.jpg)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Edu em Março 30, 2015, 04:25:44 pm
Relativamente ao porta-aviões diria ainda mais, mesmo que a marinha brasileira tivesse bons escoltas, bons caças (em grande número), bons submarinos e a situação economica o permitisse, eu continuaria a achar um porta-aviões desnecessário se objectivo for apenas defender os seus recursos naturais e estabelecer-se como a potência regional.  

Uma força aérea com muitos caças modernos, e com alcançe suficiente, conseguiria alcançar qualquer parte da america latina a partir de solo brasileiro sem qualquer necessidade de um porta-aviões. Conseguiria proteger toda a ZEE, aliás, com não mais de dois reabastecimentos aéreos o Rafale conseguiria, a partir da ilha de Fernando de Noronha, actuar na Guiné-Bissau se assim o desejassem (com o Gripen já acho mais complicado).

O porta-aviões só seria necessário se o Brasil deseja-se fazer projecção de força noutro continente que não a america do sul. Muito sinceramente não vejo isso acontecer a curto ou médio prazo (talvez nem a longo prazo).  

O melhor para as forças armadas brasileira era mesmo desistir do porta-aviões e investir numa força aérea poderosa com qualquer coisa como 150 ou 200 caças e 30 ou 40 aviões de patrulha maritima de longo alcançe tipo P-3, quem sabe o P-8 Poseidon ou mesmo uma aeronave desenvolvida no brasil. Uma força aérea assim faria a vez de 3 ou 4 porta-aviões.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 30, 2015, 04:41:32 pm
Citação de: "Edu"
Uma força aérea com muitos caças modernos, e com alcançe suficiente, conseguiria alcançar qualquer parte da america latina a partir de solo brasileiro sem qualquer necessidade de um porta-aviões. Conseguiria proteger toda a ZEE, aliás, com não mais de dois reabastecimentos aéreos o Rafale conseguiria, a partir da ilha de Fernando de Noronha, actuar na Guiné-Bissau se assim o desejassem (com o Gripen já acho mais complicado).
No caso do Gripen dependerá mais da colocação do caça em termos de bases aéreas e do número de aviões tanque a operarem com o mesmo. Se fosse um F-18 ou um Rafale como o alcance é maior dependeria menos dessas variáveis. Agora é preciso é assegura-las para minimizar o facto do alcance e tamanho do caça ser menor (e resta saber como se desenvolverá o NG, que não passa de um demonstrador de tecnologia Biplace :roll: ).
(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2011/09/3132.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/07/alcance-gripenNG-580x518.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Março 30, 2015, 05:07:14 pm
Citação de: "Vitor Santos"
O futuro da guerra naval é o submarino, lembremos das Malvinas/Falklands. Penso que o investimento vale sim, cada centavo, no Prosub (Scorpenes e SN-BR), desde que tenha continuidade para se lançar ao mar um submarino a cada dois anos, até atingirmos 15 submarinos.

O submarino é sem duvida o maior dissuasor naval, é a arma que só é detectada quando está debaixo do nosso nariz, e isto é quando calha ser detectado... Vale sempre a pena, seja convencional ou nuclear, tal como vale a pena investir num caça, numa fragata e por aí em diante, não é necessário ser construído no Brasil para valer a pena... Mias uma vez, já se fala em 15 submarinos, quando nem os 5 actuais estão operacionais (1 em 5 segundo se diz, correcto?), depois 15 submarinos com um fabricado a cada dois anos? Entao demoram 30 anos a completar uma classe? Quando o ultimo for construído, já os primeiros estarão as dar as ultimas e a classe algo obsoleta...

Citação de: "Vitor Santos"
E se alguém atacar o submarino nuclear, ele pode fugir em alta velocidade e fazer o torpedo inimigo ficar sem combustível. Não dá pra acertá-lo.

A "alta velocidade" não é assim tao alta... para além disso, num combate entre submarinos, o objectivo é mover-se o mais "suavemente" possível para não ser detectado... ou seja, sem acelerações bruscas, nem mudanças de direcção nem de profundidade repentinas, pois provavelmente facilitará a sua detecção. Fora isso, o submarino nuclear, no fim de contas, não anda mais depressa que o torpedo, tal como um caça não voa mais rápido que o míssil antiaéreo que o persegue, para alem de que o submarino nuclear, de maiores dimensões, não terá tanta capacidade de mudar de direcção rapidamente.

Citação de: "Vitor Santos"
No mais Só existem dois tipos de navios: os submarinos e os alvos.

Claro, até porque o submarino tem capacidade de proteger a frota de superfície de aeronaves... Para a guerra de superfície e sub-superfície, é o melhor, para o resto, nem por isso... se assim fosse, todas as marinhas do mundo davam prioridade a submarinos e não a navios de superfície...

Edu, para a MB se calhar bastava um porta-helicópteros, estilo marinha japonesa... algo que tivesse capacidade de projecção de forças (se calhar até mais que o próprio porta-aviões), e que ao mesmo tempo fosse mais barato, de adquirir e manter, com mais operacionalidade comparativamente ao São Paulo, e se futuramente quisessem implementar caças embarcados, podiam escolher algo do género do Juan Carlos espanhol. Essa de manter a doutrina dum super porta-aviões com aviões convencionais (sem rampa mas sim com catapultas) já não faz sentido... pois os anos que estão à espera do São Paulo, essa doutrina já não existe! Há quanto tempo não aterra nem descola de lá um caça? Há quanto tempo a marinha não opera o navio no seu total potencial? (Se é que alguma vez o operou, depois do Minas Gerais) A verdade parece-me que seja esta, a doutrina, ao fim destes anos todos, já não existe! Ora tiveram o porta-aviões sem aviões, e agora têm os aviões (ou alguns com modernização concluída penso eu) e não têm porta-aviões!
De resto, concordo com o que se tem dito, comecem por baixo, depois disso sim pensem em projectos da envergadura que é o porta-aviões e pensem se existe capacidade de o manter sem ter de sacrificar a operacionalidade do resto da marinha.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Março 30, 2015, 05:47:13 pm
mafets -- concordo com quase tudo, mas permite-me só fazer uns reparos. O AIP é sem dúvida uma vantagem tremenda em submarinos convencionais; com uma autonomia de até 14 dias coloca-os quase ao nível de submarino nuclear, no entanto, a vantagem da velocidade continua do lado destes últimos. Quer os SSN americanos quer os ingleses ultrapassam facilmente as 30 nós (ao nível, ou superior, à maioria das escoltas modernas). Obviamente, que a essas velocidades o ruído é mais elevado, se bem que algumas fontes dizem que ainda assim são extremamente silenciosos.

Ainda quanto ao AIP, parece que tem os dias contados -- ao que parece, quer os japoneses quer os australianos estão a considerar equipar os seus novos submarinos convencionais com baterias de iões de lítio (como as dos nossos telefones), que oferecem autonomia semelhante ao AIP mas sendo mais económico de adquirir e operar. Dito isto, não se compreende como a MB decidiu prescindir de AIP, mas quer à viva força manter o SP.

Quanto à ambição da MB em possuir SSN, concordo mas acho que deviam tomar uma abordagem mais prudente como fizeram os indianos, por exemplo. Ainda que a Índia não seja propriamente um grande exemplo em termos de aquisições militares, a sua marinha distingue-se pela positiva no que concerne a planeamento de longo prazo. Um bom exemplo disso foi o leasing de um Akula, para permitir ganhar experiência e criar escola em termos de operação de SSN antes de iniciarem a construção dos seus próprios SSN.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 30, 2015, 07:18:42 pm
Citação de: "Johnnie"
Vitor antes demais bem vindo!!!!

Sou 100 % português, mas tendo familia dos dois lados do Atlantico e conhecendo relativamente bem a realidade do teu país, local onde vou regularmente, sinto-me assim á vontade para comentar o conteudo dos teus posts...Penso que ou estás a querer tapar o sol com uma peneira ou então recusas-te simplesmente a ver a realidade...

Essa conversa do Brasil potência e blablabla é muito bonita mas não passa disso mesmo, conversa para consumo interno...Porque a realidade é outra infelizmente...Esse país só existe na mente de uns quantos iludidos

Nem a economia vai bem, longe disso...Vê os ultimos dados da inflação, consumo, desemprego, taxas de juro, PIB, Cambio, etc.. etc...  Nem sequer vou falar de educação, saude, segurança, assimetrias regionais etc...

Quanto ás FA brasileiras  que é o que nos interessa infelizmente estas só existem no papel, a sua operacionalidade actual é praticamente nula...Há que assumir isto mesmo sem pudores se queremos caminhar para uma solução...

P.S. Não fiques aborrecido com o comentário  :wink: ??

O Brasil subiu duas posições e terminou 2014 como quinto maior destino de investimentos estrangeiros diretos no mundo, superando todos os países europeus. Os dados são da ONU. Contudo, há um alerta que em 2015 pode existir uma queda importante de investimentos nos emergentes, principalmente aqueles que dependem de commodities e onde o crescimento do PIB sofreu um forte freio, como no Brasil. Mas, em linhas gerais, o volume total de investimentos enviados ao Brasil foi de 62 bilhões de dólares em 2014. Este fato não remete que o Brasil esteja em terrível situação econômica.

Portanto este seu cenário de crise não existe desta forma apocalíptica. O Brasil não está como a Argentina. Lá  sim está uma verdadeira "draga".

Sobre a educação, saúde, segurança e assimetrias regionais do Brasil nunca disse que aqui vivemos em padrões suíços ou suecos.

Falar que a operacionalidade das FFAA brasileiras é praticamente nula é uma hipérbole peremptória. Não é bem assim.  

Sobre este questionamento de "Brasil potência" vindo de vocês, dá impressão de um saudosismo "quinhentista". Mas olhando de maneira geral, em especial a situação de vocês de hoje, é compreensível. :G-beer2:  :G-beer2:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Março 31, 2015, 12:58:58 am
Citação de: "Vitor Santos"
A FAP teve que vender uma dúzia de seus F-16 MLU à Romênia, no qual a maioria de seus aviões estava no chão por problemas de manutenção. Notar que ao mesmo tempo em que ainda operam algumas peças de museu como os Aérospatiale Alouette III, virtuosamente conseguem operar pelo menos 12 AgustaWestland AW101.

Caro Vítor,

A razão da venda da 'dúzia' (se investigar vai concluir que da frota da FAP só saíram 9) de F-16 à Roménia foi obviamente económica, mas não nos modos que está a pensar. Nos últimos 25 anos as Forças Armadas portuguesas, à semelhança das suas congéneres europeias, sofreram uma redução tremenda (só à laia de exemplo, o Exército passou de mais de 100 mil para menos de 20 mil efectivos). Com essa redução veio a profissionalização e os aumentos de salário. Ainda assim, os salários de certas classes militares, com destaque para os pilotos, são muito inferiores (entre 3 a 5 vezes mais baixos) aos da aviação civil. Obviamente, isto provoca grande demanda de pilotos e uma consequente e crónica falta de pilotos militares. No caso da frota de F-16, fala-se que a FAP nunca chegou a ter pilotos suficientes para todos os aparelhos.

A solução da venda de parte da frota faz, à luz destes factos, algum o sentido. E não pense que só o Portugal atrasado padece destes problemas -- a riquíssima Suíça, por exemplo, só consegue manter caças em alerta aos dias de semana e das 8 da manha às 5 da tarde (felizmente não é assim com a FAP). Se se der ao trabalho de consultar forums internacionais de assuntos de defesa vai deparar-se com notícias semelhantes referentes a países muito maiores (como a Alemanha, por exemplo).

No fundo, é mais problema de rico que de pobre. Não que Portugal seja rico, mas ainda assim o nosso PIB per capita é o dobro do Brasil. Agora essa da maioria dos aviões estarem no chão por problemas de manutenção não entendi -- estava a referir-se à Roménia presumo.


Citação de: "Vitor Santos"
Não queria me aferir a respeito de suas FFAA, porém faço um breve comentário superficial. Vocês tem uma boa frota de patrulha de longo alcance, com NaPaCos e Fragatas. Penso que isso seja por causa da Ilha da Madeira. Dois submarinos interessantes de engenharia alemã e pelo menos 5 helicópteros.

Caro Vítor, tal como você não quero parecer indelicado, mas dois submarinos interessantes e operacionais é bem melhor que 5 submarinos não tão interessantes em que só 1 se encontra operacional. A razão de 10 aviões de patrulha marítima e dos navios patrulha (em número insuficiente) não se limita à Madeira. Basta olhar num mapa para perceber o porquê de tal necessidade, ainda mais tendo em conta a potencial expansão da plataforma continental num futuro não muito distante (o Poder Naval tem um artigo sobre este assunto).


Citação de: "Vitor Santos"
Sobre o Exército posso dizer que vocês orgulhosamente operam 37 Leopard 2A6, sendo que o número forma três esquadrões reduzidos. O programa Pandur foi cancelado e não conseguiram levar em diante o plano de instalar um canhão de 105 mm no referido blindado. A aviação de Exército é inexistente e foi cancelada a compra de helicópteros NH-90, o que aumentaria em muito a operacionalidade e a capacidade militar de vosso Exército.

Em linhas gerais, em comparação com a FFAA brasileira, a portuguesa é uma força mais compacta. Percentualmente falando, ligeiramente mais bem equipada muito por conta das obrigações com a OTAN. Todavia, está em forte decadência fazendo companhia à situação de frangalho no qual a economia de seu País se encontra.

Os 37 Leo 2 formam somente dois esquadrões, se não estou em erro. O terceiro esquadrão ainda está equipado com M60A3. Mas orgulhosamente temos mais carros de combate que o país que nos vendeu os Leo 2 -- uma nação mais rica, com mais população e, certamente, com mais necessidade de carros de combate que Portugal. Como vê estas coisas são todas relativas.

O programa Pandur foi cancelado, mas quem faça um interpretação superficial das suas palavras vai ficar com a impressão que da encomenda de 240 unidades não recebemos nenhuma. Se consultar o tópico relativo ao Pandur aqui do forum vai perceber que não foi bem assim e que o Exército recebeu quase 80% da encomenda.

O seu comentário relativo à decadência das FFAA portuguesas revela profundo desconhecimento da realidade e da história recente das mesmas. Claramente, há grandes lacunas, mas até que nem estamos mal de todo para umas FFAA que só há 25 anos tiveram os primeiros navios equipados com mísseis, só há 20 anos tiveram os primeiros caças supersónicos e somente há 10 anos tiveram míssil antiaéreo de longo alcance no seu arsenal.

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 31, 2015, 09:40:53 am
Citação de: "NVF"
mafets -- concordo com quase tudo, mas permite-me só fazer uns reparos. O AIP é sem dúvida uma vantagem tremenda em submarinos convencionais; com uma autonomia de até 14 dias coloca-os quase ao nível de submarino nuclear, no entanto, a vantagem da velocidade continua do lado destes últimos. Quer os SSN americanos quer os ingleses ultrapassam facilmente as 30 nós (ao nível, ou superior, à maioria das escoltas modernas). Obviamente, que a essas velocidades o ruído é mais elevado, se bem que algumas fontes dizem que ainda assim são extremamente silenciosos.

Ainda quanto ao AIP, parece que tem os dias contados -- ao que parece, quer os japoneses quer os australianos estão a considerar equipar os seus novos submarinos convencionais com baterias de iões de lítio (como as dos nossos telefones), que oferecem autonomia semelhante ao AIP mas sendo mais económico de adquirir e operar. Dito isto, não se compreende como a MB decidiu prescindir de AIP, mas quer à viva força manter o SP.

Quanto à ambição da MB em possuir SSN, concordo mas acho que deviam tomar uma abordagem mais prudente como fizeram os indianos, por exemplo. Ainda que a Índia não seja propriamente um grande exemplo em termos de aquisições militares, a sua marinha distingue-se pela positiva no que concerne a planeamento de longo prazo. Um bom exemplo disso foi o leasing de um Akula, para permitir ganhar experiência e criar escola em termos de operação de SSN antes de iniciarem a construção dos seus próprios SSN.
Correcto, mas ao que parece o submarino nuclear Brasileiro tem ou terá preâmbulos de operacionalidade bem mais modestos, como por exemplo uma velocidade máxima que não ultrapassará os 25 nós. E era nestas questões que me baseava, já que não apenas está longe da performance de submarinos britânicos ou americanos, mas inclusive dos próprios submergíveis Russos. Alerto também para os custos do projecto.
(https://c2.staticflickr.com/8/7264/7598946960_c34fc877d0_b.jpg)
(http://sp.rian.ru/images/14969/67/149696713.jpg)
Citar
Passam os meses e é cada vez menor, na Marinha, o otimismo acerca da possibilidade de a presidenta Dilma Roussef escolher ainda este ano o grupo empresarial estrangeiro que fornecerá os 11 navios (5 fragatas de 6.000 toneladas, 5 navios-patrulha oceânicos e um navio de apoio logístico) requeridos por meio do Programa de Obtenção de Meios de Superfície (Prosuper).

Oficiais da Força ouvidos pelo Poder Naval sentem que o desânimo já contamina seus colegas do Ministério da Defesa.

Essas fontes relatam que, nas primeiras semanas do ano, havia a expectativa de que, tendo o Palácio do Planalto anunciado o nome da corporação vencedora do Prosuper, os contratos de aquisição dos navios pudessem ser firmados em 2016 – condição indispensável ao início da fabricação das primeiras embarcações.

Mas diante das repetidas manifestações da presidenta acerca da necessidade de “cortar na carne” as despesas dos diferentes ministérios, até mesmo esse vagaroso cronograma parece inviabilizado.
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/24/ministerio-da-defesa-menos-otimista-com-as-chances-do-prosuper-em-2015/
Entretanto o Prosuper, parece ter "patinado de vez". Quando o projecto ainda andava e não se remetia à aquisição de fragatas usadas falava-se na entrada dos Chineses, como a maior surpresa do mesmo: http://www.naval.com.br/blog/2014/01/14/plano-de-reaparelhamento-vai-durar-ate-12-anos/  
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/10/Passex-PLA-Navy-1020a-580x386.jpg)
(http://www.china-defense-mashup.com/wp-content/uploads/2009/01/15300342_200901280902117067.jpg)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Johnnie em Março 31, 2015, 12:34:35 pm
Citação de: "Vitor Santos"

Obrigado pelos cumprimentos de boa recepção.

Não acho que quero tapar o sol com a peneira nem mesmo omitir a realidade. Pelo contrário. Se você notar com um olhar mais clínico minhas postagens anteriores certamente vai detectar críticas duras sem nenhuma complacência em relação ao Brasil. Tudo sem mascaramentos.

Mas por que eu ficaria aborrecido? Esta tua constatação é próxima da realidade.  

Contudo, tenho que fazer algumas ressalvas em relação a que você disse.

Nem a economia vai bem, longe disso...Vê os ultimos dados da inflação, consumo, desemprego, taxas de juro, PIB, Cambio, etc.. etc...

A realidade não é bem esta. A economia não vai bem se comparada aos anos de 2008, 2009, e 2010. Houve de fato um desaceleração porém não se trata de uma situação de terra arrasada. O desemprego existe em alguns setores (metal mecânico e construção civil), mas no geral o Brasil vive situação de PLENO EMPREGO. A taxa de desemprego fechou 2014 em apenas 6%. Não é uma situação difícil como a vivida em Portugal e demais países da zona do Euro (em especial aqueles pejorativamente denominados de PIGs). A situação aí dá a impressão de que o desemprego veio para ficar, ou seja, cerca de 13,3% dos portugueses estão desempregados. Já o índice entre os  jovens com menos de 25 anos é de 33,6%. (Pelo menos é o que me informa o Jornal Público em sua plataforma on line)

A inflação neste ano no Brasil deve estourar a meta dos 7% ao ano. Ok, é preocupante mas não assombra como nas épocas da inflação galopante durante a década de 80 e início de 90. Se você realmente tem laços e conhece o Brasil deve saber do que estou dizendo.

Em relação ao consumo, houve uma desacelerada, porém não é um situação aniquiladora. Houve queda na compra de imóveis e veículos. Lembrando que o Brasil é o terceiro país do mundo em comércio de automóveis. A novela da taxa de juros, como eu disse, é uma novela. O PIB brasileiro está muito abaixo se comparado aos países integrantes dos BRICS, mas com os ajustes fiscais a serem executados há expectativa de retomada do crescimento a partir de 2016. O câmbio em relação ao dólar está instável mas nada desesperador. Com os sinais de crescimento da economia americana, a moeda estadunidense ganhou valor. Tanto é que o real desvalorizou somente frente ao dólar, já ao Euro, por exemplo, continua a mesma cotação. Lembrando que o Brasil conta com meio trilhão de dólares de reserva cambial. Tá bom para você :roll:  

Já eu sou 100% brasileiro e me orgulho disso. Não tenho família dos dois lados do Atlântico e não vou regularmente ao seu País (lamentavelmente), portanto sem laços por aí. (Tenho ascendência portuguesa, da mesma forma bugra, africana e libanesa). Mas para eu compreender um pouco do Brasil eu preciso também entender Portugal.

No mais :G-beer2:


Moras em que Estado/Cidade do Brasil Vitor?

Admiro o teu optimismo, é algo que por vezes falta aos portugueses, o que se passa é que pelo menos desde o tempo minha mãe morou no Brasil no tempo do JK que o Brasil é o "país do futuro"  :lol:   É sempre a velha história dos amanhãs que cantam...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2015, 12:51:20 pm
É mais rápido que um submarino convencional, pode navegar mais tempo mas faz mais barulho, os misseis anti-navio e os torpedos também se esgotam e é mais facilmente detectável. Não falando nos custos de aquisição e operação, qualquer escolta acaba por ser mais rápido que mesmo um submarino Nuclear. E sendo apenas um, seria (será) obviamente um alvo primordial.

Pelo amos de Deus, não diga bobagem. Você quer me convencer que o submarino convencional seja ele dotado de AIP é superior a um submergível nuclear??? Faça-me rir...

Ou seja, uma frota de submarinos convencional com AIP, levando as mesmas armas e mesmo com a limitação de ter menos alcance e ser menos rápido, na prática leva o mesmo armamento que o submarino nuclear brasileiro, é mais silencioso, mas barato de operar e racionaliza recursos já que é toda igual, seja o suporte técnico, componentes e a própria logística.

Essa sua constatação é absurda. Noutras palavras você comparou um Peugeot 307 com um Ford Shelby Cobra GT500 e ainda no final disse que o carro francês tem a mesma potência do que um muscle car americano. Cristo!

Portanto submarino Nuclear é bom existindo em quantidade significativa, quer para submergiveis de ataque mas sobretudo levando misseis de cruzeiro ou misseis balísticos intercontinentais.

Mísseis balísticos o SN-BR Álvaro Alberto não portará, nisso você está coberto de razão. Mas mísseis de cruzeiro ele certamente vai disparar. Inclusive há estudos para que o míssil de cruzeiro brasileiro desenvolvido pela Avibrás, o AV MT-300 Matador, sofra modificações e seja desenvolvida uma versão naval. Ele será encapsulado até emergir a superfície para depois sobrevoar e atingir o alvo.
 
(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2012/12/11306.jpg)

Além disso, como na classe Riachuelo (Scorpene), o SN-BR Álvaro Alberto vai utilizar o torpedo pesado F-21, o míssil anti-navio SM 39 Mod Block 2 (Exocet MM40 encapsulados) e minas.

O reator do SN-BR vai gerar 50 MW (megawatts) térmico, o suficiente para que o submarino tenha o desempenho desejado. A MB estuda trocar as pastilhas de urânio por placa. A troca de pastilha por placa pode melhorar a superfície de troca de calor em até 50%, o que permite um acréscimo na potência do reator de 50 MW térmico para 75 MW térmico.

Em relação ao motor elétrico, o SN-BR Álvaro Alberto será equipado com um motor desenvolvido entre a MB e uma empresa brasileira à ser definida após licitação. Serão dois motores elétricos instalados em série e acoplados ao mesmo eixo, cada um gerando 3.500 KW perfazendo um total de 7.000 KW.
O sistema de comando tático escolhido para equipar o submarino foi o da DCNS.

Em linhas gerais o SN-BR Álvaro Alberto vai deslocar 6000 toneladas, terá capacidade de mergulhar 350 metros ou mais e desenvolverá uma velocidade máxima em torno de 24 nós, podendo chegar a 26 nós. Sua autonomia deverá ser de 3 meses a cada patrulha, limitada apenas pelo fator humano. As vantagens em comparação aos submarinos convencionais são imensas, não há contestação.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2015, 12:55:30 pm
O seu comentário relativo à decadência das FFAA portuguesas revela profundo desconhecimento da realidade e da história recente das mesmas. Claramente, há grandes lacunas, mas até que nem estamos mal de todo para umas FFAA que só há 25 anos tiveram os primeiros navios equipados com mísseis, só há 20 anos tiveram os primeiros caças supersónicos e somente há 10 anos tiveram míssil antiaéreo de longo alcance no seu arsenal.

Ok, sua FFAA é compacta, tem um certo padrão de modernidade de seus meios e os efetivos são compatíveis à população e ao tamanho do País. Tá legal.  :|
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2015, 01:16:51 pm
Citação de: "Johnnie"
Citação de: "Vitor Santos"

Obrigado pelos cumprimentos de boa recepção.

Não acho que quero tapar o sol com a peneira nem mesmo omitir a realidade. Pelo contrário. Se você notar com um olhar mais clínico minhas postagens anteriores certamente vai detectar críticas duras sem nenhuma complacência em relação ao Brasil. Tudo sem mascaramentos.

Mas por que eu ficaria aborrecido? Esta tua constatação é próxima da realidade.  

Contudo, tenho que fazer algumas ressalvas em relação a que você disse.

Nem a economia vai bem, longe disso...Vê os ultimos dados da inflação, consumo, desemprego, taxas de juro, PIB, Cambio, etc.. etc...

A realidade não é bem esta. A economia não vai bem se comparada aos anos de 2008, 2009, e 2010. Houve de fato um desaceleração porém não se trata de uma situação de terra arrasada. O desemprego existe em alguns setores (metal mecânico e construção civil), mas no geral o Brasil vive situação de PLENO EMPREGO. A taxa de desemprego fechou 2014 em apenas 6%. Não é uma situação difícil como a vivida em Portugal e demais países da zona do Euro (em especial aqueles pejorativamente denominados de PIGs). A situação aí dá a impressão de que o desemprego veio para ficar, ou seja, cerca de 13,3% dos portugueses estão desempregados. Já o índice entre os  jovens com menos de 25 anos é de 33,6%. (Pelo menos é o que me informa o Jornal Público em sua plataforma on line)

A inflação neste ano no Brasil deve estourar a meta dos 7% ao ano. Ok, é preocupante mas não assombra como nas épocas da inflação galopante durante a década de 80 e início de 90. Se você realmente tem laços e conhece o Brasil deve saber do que estou dizendo.

Em relação ao consumo, houve uma desacelerada, porém não é um situação aniquiladora. Houve queda na compra de imóveis e veículos. Lembrando que o Brasil é o terceiro país do mundo em comércio de automóveis. A novela da taxa de juros, como eu disse, é uma novela. O PIB brasileiro está muito abaixo se comparado aos países integrantes dos BRICS, mas com os ajustes fiscais a serem executados há expectativa de retomada do crescimento a partir de 2016. O câmbio em relação ao dólar está instável mas nada desesperador. Com os sinais de crescimento da economia americana, a moeda estadunidense ganhou valor. Tanto é que o real desvalorizou somente frente ao dólar, já ao Euro, por exemplo, continua a mesma cotação. Lembrando que o Brasil conta com meio trilhão de dólares de reserva cambial. Tá bom para você :roll:  

Já eu sou 100% brasileiro e me orgulho disso. Não tenho família dos dois lados do Atlântico e não vou regularmente ao seu País (lamentavelmente), portanto sem laços por aí. (Tenho ascendência portuguesa, da mesma forma bugra, africana e libanesa). Mas para eu compreender um pouco do Brasil eu preciso também entender Portugal.

No mais :G-beer2:


Moras em que Estado/Cidade do Brasil Vitor?

Admiro o teu optimismo, é algo que por vezes falta aos portugueses, o que se passa é que pelo menos desde o tempo minha mãe morou no Brasil no tempo do JK que o Brasil é o "país do futuro"  :lol:  :lol:  Um futuro que nunca chega :roll:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 31, 2015, 02:14:16 pm
Em relação ao AIP, não se esqueçam que há um factor muito limitativo, a velocidade, neste caso apenas 5 nós. Um Submarino nuclear terá sempre vantagem nesse aspecto, sempre. Os nossos SSK não podem substituir os submarinos nucleares, são muito mais limitados na velocidade, alcance, profundidade, etc.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Março 31, 2015, 03:00:42 pm
Em primeiro lugar, ninguém está a tentar convencer ninguém que um submarino convencional é melhor que um de propulsão nuclear, o que está a ser feita é a comparação entre 1 submarino nuclear que, relativamente aos custos, será equivalente a pelo menos 3 submarinos convencionais como os U214. E com esta comparação pode-se dizer que, uma frota de dois ou três submarinos convencionais leva tanto ou mais armamento que um único submarino nuclear, e enquanto que um submarino nuclear só pode estar num sitio, os 3 convencionais poderiam estar em três locais em simultâneo, ou caso um estivesse em manutenção, ainda existiriam dois em operação, já com o SN-BR, quando este estiver em doca para manutenção, não há outro.

Citação de: "Vitor Santos"
Essa sua constatação é absurda. Noutras palavras você comparou um Peugeot 307 com um Ford Shelby Cobra GT500 e ainda no final disse que o carro francês tem a mesma potência do que um muscle car americano. Cristo!

Essa sua comparação é que é absurda! Ou não tem a noção da diferença entre esses dois carros e das respectivas classes, ou simplesmente atirou ao ar... Para já, é uma falta de respeito relativamente à qualidade dos submarinos convencionais modernos essa comparação como sendo um mero Peugeot 307, e considerar um submarino nuclear algo numa classe à parte (Shelby GT500). Porque não então comparar um shelby gt500 com o mustang boss 302? Ambos mustangs (tal como estamos a falar de dois submarinos), mas um tem mais potencia (tal como o submarino nuclear) e é mais rápido em linha recta (shelby gt500), no entanto, o outro é mais barato, menos potente, mas curva melhor (tal como um submarino convencional é mais ágil devido à sua dimensão). Pronto, uma comparação mais realista entre carros.

A potência do submarino não é só o que dita a velocidade do mesmo... há que ter em conta outros factores, como até que ponto a furtividade do mesmo será afectada, ou simplesmente a hidrodinâmica do casco.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 31, 2015, 03:20:32 pm
Citação de: "Vitor Santos"
É mais rápido que um submarino convencional, pode navegar mais tempo mas faz mais barulho, os misseis anti-navio e os torpedos também se esgotam e é mais facilmente detectável. Não falando nos custos de aquisição e operação, qualquer escolta acaba por ser mais rápido que mesmo um submarino Nuclear. E sendo apenas um, seria (será) obviamente um alvo primordial.

Pelo amos de Deus, não diga bobagem. Você quer me convencer que o submarino convencional seja ele dotado de AIP é superior a um submergível nuclear??? Faça-me rir...

Ou seja, uma frota de submarinos convencional com AIP, levando as mesmas armas e mesmo com a limitação de ter menos alcance e ser menos rápido, na prática leva o mesmo armamento que o submarino nuclear brasileiro, é mais silencioso, mas barato de operar e racionaliza recursos já que é toda igual, seja o suporte técnico, componentes e a própria logística.

Essa sua constatação é absurda. Noutras palavras você comparou um Peugeot 307 com um Ford Shelby Cobra GT500 e ainda no final disse que o carro francês tem a mesma potência do que um muscle car americano. Cristo!

Portanto submarino Nuclear é bom existindo em quantidade significativa, quer para submergiveis de ataque mas sobretudo levando misseis de cruzeiro ou misseis balísticos intercontinentais.

Mísseis balísticos o SN-BR Álvaro Alberto não portará, nisso você está coberto de razão. Mas mísseis de cruzeiro ele certamente vai disparar. Inclusive há estudos para que o míssil de cruzeiro brasileiro desenvolvido pela Avibrás, o AV MT-300 Matador, sofra modificações e seja desenvolvida uma versão naval. Ele será encapsulado até emergir a superfície para depois sobrevoar e atingir o alvo.
 
(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2012/12/11306.jpg)

Além disso, como na classe Riachuelo (Scorpene), o SN-BR Álvaro Alberto vai utilizar o torpedo pesado F-21, o míssil anti-navio SM 39 Mod Block 2 (Exocet MM40 encapsulados) e minas.

O reator do SN-BR vai gerar 50 MW (megawatts) térmico, o suficiente para que o submarino tenha o desempenho desejado. A MB estuda trocar as pastilhas de urânio por placa. A troca de pastilha por placa pode melhorar a superfície de troca de calor em até 50%, o que permite um acréscimo na potência do reator de 50 MW térmico para 75 MW térmico.

Em relação ao motor elétrico, o SN-BR Álvaro Alberto será equipado com um motor desenvolvido entre a MB e uma empresa brasileira à ser definida após licitação. Serão dois motores elétricos instalados em série e acoplados ao mesmo eixo, cada um gerando 3.500 KW perfazendo um total de 7.000 KW.
O sistema de comando tático escolhido para equipar o submarino foi o da DCNS.

Em linhas gerais o SN-BR Álvaro Alberto vai deslocar 6000 toneladas, terá capacidade de mergulhar 350 metros ou mais e desenvolverá uma velocidade máxima em torno de 24 nós, podendo chegar a 26 nós. Sua autonomia deverá ser de 3 meses a cada patrulha, limitada apenas pelo fator humano. As vantagens em comparação aos submarinos convencionais são imensas, não há contestação.
Desculpe, mas o Vítor tem dificuldades em entender Português? Inglês? É que se não tem parece, já que a maior "bobagem" é você tirar as conclusões mais absurdas e estapafúrdias do que eu  escrevo, sem ter sequer o cuidado de perguntar se têm dúvidas como é óbvio que as tem. Além disso, é o proprio que diz "entender mais a realidade do exercito" mas depois quando nos referimos à realidade da MB, dispara em todas as direcções apesar de ter um entendimento do que retira apenas das muitas paginas de glorificação do submarino nuclear brasileiro. Mas vamos aos factos:
1 -  Em primeiro lugar eu não o estou a convencer de nada, já que é livre de acreditar que o Brasil é uma Potência Naval e que o submarino nuclear brasileiro é uma arma fundamental à defesa do pais, que o seu governo decide bem e que a frota brasileira está operacional a 100%. Agora, analisando os tais factos, a escolha pelo submarino nuclear tem pontos positivos (a velocidade constante, o alcance, tempo de patrulha, etc) como tem diversos pontos negativos (o barulho, o armamento limitado face ao de outros paises, a performance modesta comparando a outros submarinos nucleares, etc ), mas algo lhe garanto assim como se você analisar cuidadosamente as informações chega a essa conclusão, ou seja que não é nenhuma arma inalcançavel seja pelos torpedos, escoltas e afins como vêm para aqui apregoar. Além disso as prestações do submarino nuclear brasileiro não apenas são muito modestas como vê pelas imagens publicadas pelo seu próprio pais quando comparadas por exemplo com os russos, e é um submarino que é muito mais caro de fabricar, operar e manter.  Para juntar à festa os submarinos convencionais brasileiros não têm AIP e os que vão ser construídos idem (falha grave). E esta é a realidade seja mais ou menos patriótico, goste ou não, numa marinha a que falta muita coisa, que está com carência de meios e precisa poupar dinheiro. http://www.naval.com.br/blog/2015/03/31/dgmm-reune-almirantes-para-discutir-orcamento-e-planos-de-contingencia/
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/02/Prosub-Os-futuros-submarinos-brasileiros.jpg)
2-  Se existem aqui constatações absurdas desculpe ser franco, mas são as suas (essa então de os torpedos não atingirem o submarino nuclear pois este foge-lhes com a "sua  velocidade superior" :mrgreen: ). Veja o ruído e compare entre um submarino nuclear e um diesel- eléctrico, compare o preço de operação, os recursos necessários, o armamento transportado, a velocidade, capacidade de mergulho versus o custo e realidade da MB, e depois venha então debater (e não limitar-se a dizer o que as autoridades brasileiras dizem) sem acusar os outros foristas de serem "bobos" e "absurdos" (Mas se tem dúvidas sobre o nuclear versus AIP leia o artigo postado em baixo e tire as suas próprias conclusões, se não percebe inglês use o google converter e se mesmo  assim não entender pergunte). Chama-se isso raciocínio critico, algo que muitas vezes falta ao português mas sobretudo ao brasileiro em matérias de defesa (ora aprovam tudo ora tudo criticam), ainda mais quando você sendo brasileiro é oriundo de um pais que tem a frota praticamente parada por motivos vários. E não sou eu que o digo, são vocês no Brasil.  http://www.naval.com.br/blog/2015/03/28/precisamos-para-ja-de-4-bons-navios-usados/  
(http://i64.servimg.com/u/f64/15/54/62/79/diesel10.jpg)
Citar
TACTICAL COMPARISION

Main advantage of modern submarine is stealth. While nuclear submarines have measures to reduce sound and magnetic signatures, nature of nuclear propulsion (steam turbine) makes them far more noisy than AIP submarine of same size. They also tend to be larger on a whole, making them even more detectable through either acoustic, infrared or magnetic sensors. Further weakness of nuclear submarine is that it has to cool down nuclear reactor, with hot water being dumped into ocean, leaving long trail behind the submarine; as such, it is even more detectable by IR sensors than just size difference suggests. https://defenseissues.wordpress.com/2013/03/03/aip-vs-nuclear-submarines/
3- Voltamos ao vai transportar? Também posso vir para aqui dizer que vamos ter o LPD Siroco, que vamos substituir as Vasco da Gama por FREEM, que vamos  ter patrulhas xpto, mas tal não é realidade actual. Assim como não existe para já nenhum submarino nuclear brasileiro, nem nenhum míssil de cruzeiro. Portanto não há nada agora para comparar e só no futuro poderá existir (e cá estaremos para fazer essa comparação se for caso disso). Mas quer comparações segundo o seu ponto de vista mais "lógicas"? Compare a performance do futuro submarino nuclear brasileiro com os submarinos nucleares de outros países como a Rússia, que não têm apenas uma unidade têm várias, e questione-se se vale a pena e quantos submarinos convencionais, escoltas e até NAE construiria o Brasil com o preço de apenas 1 submarino nuclear (se tiver dificuldade nas contas, posso ajuda-lo).
(http://www.defesabr.com/MB/SNB_Esquema.jpg)
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2013/07/projeto-971.jpg)
4 - Não está feito nem planificado nenhum Scorpene com AIP . Actualmente por exemplo um Trident, já está no activo, tem AIP de raiz e transporta misseis harpoon com capacidade para destruir até alvos em terra, além dos torpedos. Mas novamente compare você os dois tipos para não dizer que lhes estão "a atirar areia para os olhos" ou que o estão a tentar convencer de algo irreal, e tire as sua próprias conclusões. Aproveite e analise o testemunho do "fiasco" que é o S80 espanhol ou o Scorpene Malaio, e porque a maioria não vem com AIP de raiz. http://www.naval.com.br/blog/destaque/submarinos/25-scorpene-marlin-versus-u214-o-duelo-tecnico/
(http://www.fierasdelaingenieria.com/wp-content/uploads/2009/03/scorpene002.jpg)
(http://s3.amazonaws.com/readers/2011/02/16/u209pndiagrama_1.jpg)
5 - Se existe algo que não entendo é as pessoas pensarem que ser patrióticas é concordam com tudo o que os seus governos fazem em matéria de defesa (não me interessa a ideologia, nem se Dilma é porreira, etc, está-se aqui a analisar DEFESA e não POLITICA). Isso é ser conformado, seja em Portugal ou no Brasil. Existiram, existem e existirão sempre decisões sem lógica que devem ser contestadas. E a do submarino nuclear brasileiro é apenas uma como a dos Scorpene sem AIP são outra. Aliás, como o colega NVF já referiu melhor fez a Índia que alugou um submarino nuclear aos Russos para aprender a operar e futuramente, se fizer sentido, é que fará uma classe própria. Numa MB que falta tudo era no mínimo o que o Brasil deveria ter feito. Isto concorde ou discorde o Vítor, é a minha opinião e da maioria dos forista que aqui escrevem. Temos pena se não gosta, se discorda mas a vida é mesmo assim.
(http://www.indiastrategic.in/image/img_332ii.jpg)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 31, 2015, 03:38:39 pm
A questão do ruido produzido pelo futuro submarino nuclear Brasileiro é deveras relevante. Todos sabemos que os Soviéticos andaram décadas a serem apanhados pela OTAN graças ao ruído excessivo que os submarinos nucleares faziam. Será que o SNB terá o mesmo problema? Afinal é o primeiro submarino deste tipo fabricado nesse país.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2015, 04:03:24 pm
Prezados, estou com o tempo limitado hoje para respondê-los, mas vou postar esses vídeos que pode esclarecer e muito. Estão dizendo aí que três convencionais da classe Trindente da Marinha de vocês equivaleria a um submarino nuclear. O submergível de vocês é de muita valia e produz muita respeitabilidade, porém ele não pode operar por 3 meses seguidos num vasto mar territorial como é o do Brasil. É simples assim. Na realidade nenhum submarino convencional, nem mesmo o Scorpene ( que vocês muito subestimam) pode isso. E digo mais, o SN-BR Álvaro Alberto vai portar muito mais armamento do que se imagina.

Como eu disse anteriormente, originalmente o SN-BR não foi concebível para portar e disparar o AV-MT 300 da Avibrás. Porém, a instalação de pelo menos dois novos tubos lançadores de maiores diâmetros, haja visto que o sistema AV-MT 300 ou MTC-300 possui um diâmetro superior aos 533mm padrão dos instalados no referido SN-BR, já comportaria tal artefato. O ganho que a MB terá com o submergível nuclear será enorme. A MB está certa, deve sim investir no domínio da projeção, construção e operação de submarinos nucleares e convencionais. Com choro ou sem choro.  :evil:

Disseram aí que eu aceito o que o governo brasileiro dirige à pasta de Defesa. Claro que não, raios! Não sou idiota, mas em algumas questões o governo está certo, como por exemplo, a construção de frota de submarinos nucleares e convencionais (seja este último com o tão brandado AIP ou não).


Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2015, 04:07:23 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
A questão do ruido produzido pelo futuro submarino nuclear Brasileiro é deveras relevante. Todos sabemos que os Soviéticos andaram décadas a serem apanhados pela OTAN graças ao ruído excessivo que os submarinos nucleares faziam. Será que o SNB terá o mesmo problema? Afinal é o primeiro submarino deste tipo fabricado nesse país.

Neste link deve ter a resposta para seu questionamento:

http://www.defesaaereanaval.com.br/subm ... rto-sn-10/ (http://www.defesaaereanaval.com.br/submarino-nuclear-brasileiro-alvaro-alberto-sn-10/)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cláudio C. em Março 31, 2015, 04:33:56 pm
Se, se, se, no futuro, quando tivermos... Nós por cá já nos deixamos dessas "futurisses" há muito pelos motivos que sabemos, por isso que apenas falamos (falo) relativamente ao que efectivamente possuímos e nas nossas reais capacidades e actuais. Não me levem a mal, mas é sempre um pouco mais do mesmo...

Saudações cordiais
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 31, 2015, 04:57:49 pm
Citação de: "Vitor Santos"
Prezados, estou com o tempo limitado hoje para respondê-los, mas vou postar esses vídeos que pode esclarecer e muito. Estão dizendo aí que três convencionais da classe Trindente da Marinha de vocês equivaleria a um submarino nuclear. O submergível de vocês é de muita valia e produz muita respeitabilidade, porém ele não pode operar por 3 meses seguidos num vasto mar territorial como é o do Brasil. É simples assim. Na realidade nenhum submarino convencional, nem mesmo o Scorpene ( que vocês muito subestimam) pode isso. E digo mais, o SN-BR Álvaro Alberto vai portar muito mais armamento do que se imagina.

Como eu disse anteriormente, originalmente o SN-BR não foi concebível para portar e disparar o AV-MT 300 da Avibrás. Porém, a instalação de pelo menos dois novos tubos lançadores de maiores diâmetros, haja visto que o sistema AV-MT 300 ou MTC-300 possui um diâmetro superior aos 533mm padrão dos instalados no referido SN-BR, já comportaria tal artefato. O ganho que a MB terá com o submergível nuclear será enorme. A MB está certa, deve sim investir no domínio da projeção, construção e operação de submarinos nucleares e convencionais. Com choro ou sem choro.  :roll:
(http://www.armscontrolwonk.com/images/349.jpg)
Novamente não percebeu sobre o submarino nuclear versus 3 convencionais.  O que foi dito é que 1 pode estar num sitio apenas e 3 em vários sítios. E quando o 1 nuclear estiver no estaleiro apenas lá pode estar e nada está a fazer uma patrulha de 3 meses.  :wink:
(http://spc.fotolog.com/photo/12/60/0/chile_belico07/1194367336_f.jpg)
A questão não está em escolher o Scorpene ou outro qualquer. Está na minha opinião no facto de este não ter AIP de raiz, mesmo sendo contra a tal doutrina apregoada pela MB. Está no preço de cada unidade quanto comparada com a 214 com AIP. E está no facto da MB ter deitado fora uma estrutura que produziu os  últimos submarinos brasileiros.http://www.naval.com.br/blog/destaque/submarinos/11-os-submarinos-brasileiros-de-1914-ate-hoje/
Citar
UMA REALIZAÇÃO NACIONAL – ANOS 90
A década de 90 marcou uma realização nacional: a construção e incorporação do primeiro submarino totalmente construído no Brasil, pelo AMRJ, o Submarino “TAMOIO” (S31).
O Submarino “TAMOIO”, tendo como primeiro Comandante o Capitão-de-Fragata FLÁVIO DE MORAIS LEME, foi incorporado em 12 de dezembro de 1994.

Foi nessa década que se consolidou a capacitação brasileira na construção de submarinos. Seguindo-se ao TAMOIO, em 16 de dezembro de 1996, o segundo submarino construído no País, o “TIMBIRA” (S32), foi incorporado sob o comando do Capitão-de-Fragata JOSÉ CARLOS JUAÇABA TEIXEIRA. O terceiro submarino da mesma classe, o “TAPAJÓ” (S33), também totalmente construído pelo AMRJ, foi entregue à Esquadra brasileira em 21 de dezembro de 1999, tendo como primeiro Comandante o Capitão-de-Fragata JÚLIO CÉSAR DA COSTA FONSECA.

O FUTURO E A REALIZAÇÃO DE UM SONHO – O SÉCULO XXI
Consolidados os conhecimentos e a capacidade para a construção de submarinos, a Marinha decidiu incrementar o seu Programa de Reaparelhamento com a construção de um quinto submarino. A Força de Submarinos, neste início do século XXI, viu nascer o Submarino “TIKUNA” (S34).
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/tikuna-s341.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Johnnie em Março 31, 2015, 05:43:07 pm
Prezado Vitor :

Em vez de falarmos de projectos que só existem no papel vamos falar do presente:

População de Portugal :10 milhoes
População do Brasil : 200 milhoes

Para colocarmos as coisas na perspectiva correcta devemos aplicar uma regra de 3 simples, assim sendo e nem sequer entrando na questão tecnologica sempre teremos:

As FA´s do Brasil para serem proporcionalmente iguais em tamanho ás FA´s portuguesas teriam que ser por alto 20 vezes maiores que as nossas: assim obteriamos algo como 40 submarinos, 100 fragatas, 740 MBT´s, 800 caças e por ai vai ou seja tudo que nós temos multiplicado por 20...

Ora não é isso que acontece...

Só fazendo os calculos assim é que temos a real medida de como são insignificantes as FA´s brasileiras face ao tamanho do pais e população que servem e como por outro lado é grande o nosso esforço...embora em numeros absolutos assim não pareça...Portugal inteiro cabe dentro de S. Paulo não te esqueças disso,não somos nem ambicionamos ser uma potencia global.. LoL quem nos dera estar sossegados no nosso canto...


Abraço   :G-beer2:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2015, 06:18:10 pm
Citação de: "Johnnie"
Prezado Vitor :

Em vez de falarmos de projectos que só existem no papel vamos falar do presente:

População de Portugal :10 milhoes
População do Brasil : 200 milhoes

Para colocarmos as coisas na perspectiva correcta devemos aplicar uma regra de 3 simples, assim sendo e nem sequer entrando na questão tecnologica sempre teremos:

As FA´s do Brasil para serem proporcionalmente iguais em tamanho ás FA´s portuguesas teriam que ser por alto 20 vezes maiores que as nossas: assim obteriamos algo como 40 submarinos, 100 fragatas, 740 MBT´s, 800 caças e por ai vai ou seja tudo que nós temos multiplicado por 20...

Ora não é isso que acontece...

Só fazendo os calculos assim é que temos a real medida de como são insignificantes as FA´s brasileiras face ao tamanho do pais e população que servem e como por outro lado é grande o nosso esforço...embora em numeros absolutos assim não pareça...Portugal inteiro cabe dentro de S. Paulo não te esqueças disso,não somos nem ambicionamos ser uma potencia global.. LoL quem nos dera estar sossegados no nosso canto...


Abraço   :G-beer2:

Perdoe-me, mas isso que você afirma não cabe comparação.

Se isso fosse para ser aplicável na prática e na realidade, só para embarcar nessa sua ideia desmedida, vamos fazer a mesma comparação entre os Estados Unidos e Reino Unido. Jogada nesta proporção, os Estados Unidos é aproximadamente também 20 vezes maior do que o Reino Unido. Deste modo, a USAF (ela mesmo, a Força Aérea mais poderosa do mundo) deveria ter pelo menos 3 mil F-22, 10 mil F-35, 4 mil Hércules, etc. A Marinha tinha que ter 2 mil fragatas, 40 porta-aviões, 300 submarinos nucleares etc. O exército pelo menos 30 mil MBT M1, 500 Apaches, 10 mil black hawk, e por aí vai.

Ou seja, para as FFAA americanas (Exército, Marinha, Força Aérea, Corpo de Fuzileiros Navais e Guarda Costeira) serem proporcionalmente iguais em tamanho das FFAA britânicas (TSC.. TSC... TSC...) deveria ser 20 vezes maiores do que as da América do Norte, seguindo este seu raciocínio.

Sinceramente não entendi o propósito deste tipo de comparação.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Alvalade em Março 31, 2015, 06:29:25 pm
Previsível  :roll:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 31, 2015, 06:37:10 pm
Mas nada bate o esforço do Brasil  :twisted:
(http://s0.ejesa.ig.com.br/portal/images/2012-02/1.412544.jpg)
(http://i.ytimg.com/vi/k0cCn38Q2i0/hqdefault.jpg)
A propósito quando tiram o destroço da Antártica ( ou vão botar fogo nele como fizeram com a base, já que estamos numa de baixar o nível porque não se concorda com várias opiniões dos foristas em relação à mb c34x  :G-beer2:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 31, 2015, 06:46:52 pm
Pois é Vitor, o nosso UAV (Made in Portugal) falhou nesse voo de demonstração, para logo a seguir ser usado sem qualquer problema, para além disso o Exército já usou-o operacionalmente no Kosovo.

Citar
Só fazendo os calculos assim é que temos a real medida de como são insignificantes as FA´s brasileiras face ao tamanho do pais e população que servem e como por outro lado é grande o nosso esforço...

Tu leste uma ofensa, eu leio a verdade, o vosso país tem um tamanho continental, a população está a aumentar de uma forma que na Europa seria impensável e no entanto as vossas Forças Armadas continuam com o mesmo efectivo, com poucos meios (mais um vez friso que é em comparação com o território e a população) e com uma capacidade real que deixa muito a desejar. A culpa não são os militares, a culpa é o orçamento que não permite mais. Basta uma ida ao DB para saber que o esquadrão X tem metade dos helicopteros em terra, ou que a Marinha está a meio gás, ou que a FAB não tem os meios que necessita.

Eu gostava que fosse diferente, mas na prática até a EMBRAER está a queixar-se que não recebe do governo Brasileiro o dinheiro que devia receber por causa do KC-390...e este é um projecto do actual executivo! :evil:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Março 31, 2015, 07:05:49 pm
E no caso do Brasil, ainda estão por apanhar o 'bondi'. E essa do ouro já não pega, que tal arranjar outra?

Não me parece de todo que o colega Johnnie quisesse insultar o Brasil com a sua analogia. Aliás a analogia do Johnnie faz sentido, mas penso que para ser mais correcta se devia ter em conta a diferença de riqueza entre os dois países, o que traria os números do Johnnie para metade. Ainda assim, números impressionantes que correspondem mais ao menos aos números das FFAA japonesas.

Devo dizer que o colega Vitor Santos é muito lesto a partir para o insulto. Se me permite o conselho, perca um pouco mais de tempo a ler o que é dito e a respectiva forma em que é dita. Por experiência pessoal, nós portugueses entendemos os brasileiros mais facilmente do que eles nos entendem após -- é habitual numa conversa entre portugueses e brasileiros haver um exagerado numero de ois  :)  Aliás, a sua resposta ao colega Johnnie espelha um pouco isto, pois ele fez uma comparação do tamanho da população entre os dois países e na sua resposta o caro Vitor Santos, ou estava a ser irónico, ou estava pensando mais em termos geográficos. Como exercício, proponho-lhe que contabilize as diferenças entre os EUA e o RU, respectivamente em área e população, para perceber quão extemporânea foi a sua reacção às palavras do colega Johhnie. E já agora propunha também que tentássemos todos manter este tópico num patamar de civilidade aceitável, valeu?
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Edu em Março 31, 2015, 07:29:35 pm
Eu penso que até agora ninguém quis ofender o Brasil, apenas foram constatados factos, factos que inclusivamente muito brasileiros também constatam e dos quais se queixam em site brasileiros.

A verdade é que muitas decisões feitas pelo Brasil a nivel de defesa são... vá-lá, como dizer para não soar a ofensa... "pouco ortodoxas". E decisões "pouco ortodoxas" serão sempre alvo de críticas. Aqui neste forum os membros não concordam com as decisões, e como tal criticam, estão no seu direito. Mas não são criticas ocas, sem fundamento, elas foram bem explicadas.

Eu por exemplo, na situação actual do Brasil não concordo assim muito com o projecto do submarino nuclear, mas ainda menos concordo com a manutenção do porta-aviões, e até já fundamentei a minha opinião. Isto não significa que esteja a fazer pouco do Brasil, acho sim que o Brasil pode fazer muito melhor com os recursos que tem se tomar a decisão certa, é apenas de lamentar que não o faça.

Portugal tem também vários (muitos) problemas a nivel de defesa, mas os nossos são maioritariamente provocados por falta de dinheiro que limitam o investimentos nas forças armadas (a par também de algumas más decisões), e quanto à falta de dinheiro infelizmente a realidade não me parece que vá mudar tão rapidamente.
Agora uma coisa há que dizer, por cada euro investido nas forças armadas portuguesas há muito mais retorno em termos de operacionalidade e capacidade militar do que o que se observa actualmente nas forças armadas brasileiras. E lamento dizê-lo, contra este facto não há argumentos.

P.S.: Se calhar não deviamos dizer só coisas más sobre o Brasil, para desanuviar vou dizer uma coisa boa que penso, a Embraer, por exemplo, é um espectáculo, ainda agora assinou um contracto de mais de 700 milhões de euros com a AirFrance-KLM o que é sem dúvida uma grande vitória e um motivo de orgulho para os Brasileiros. Infelizmente isto tem pouco que ver com a marinha e aqui é o tópico sobre a marinha.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2015, 08:17:32 pm
P.S.: Se calhar não deviamos dizer só coisas más sobre o Brasil, para desanuviar vou dizer uma coisa boa que penso, a Embraer, por exemplo, é um espectáculo, ainda agora assinou um contracto de mais de 700 milhões de euros com a AirFrance-KLM o que é sem dúvida uma grande vitória e um motivo de orgulho para os Brasileiros. Infelizmente isto tem pouco que ver com a marinha e aqui é o tópico sobre a marinha.

Exato. A Embraer pode fazer parte desta discussão sobre a Marinha, no momento em que ela moderniza os A-4 Skyhawk.  Também considero o Prosub um orgulho nacional, e isso tem a ver com a Marinha. Mesmo controverso, os submarinos convencionais (classe Riachulelo/Scorpene) e o nuclear (SN Álvaro Alberto) são fundamentais para o emadurecimento da indústria de defesa do Brasil.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 31, 2015, 08:56:26 pm
E já agora propunha também que tentássemos todos manter este tópico num patamar de civilidade
 aceitável, valeu?


Esperemos. c34x  :roll: http://pt.m.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_Armadas_de_Portugal

Citação de: "edu"
P.S.: Se calhar não deviamos dizer só coisas más sobre o Brasil, para desanuviar vou dizer uma coisa boa que penso, a Embraer, por exemplo, é um espectáculo, ainda agora assinou um contracto de mais de 700 milhões de euros com a AirFrance-KLM o que é sem dúvida uma grande vitória e um motivo de orgulho para os Brasileiros. Infelizmente isto tem pouco que ver com a marinha e aqui é o tópico sobre a marinha.
Meu caro Edu, o que não falta neste tópico da mb são aspectos positivos. É questão de se darem ao trabalho e procurarem. Mas dou uma achega: A corveta Barroso, a marinha fluvial brasileira, a frota de desembarque anfibio, entre muitos outros.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/v34.JPG)
(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/12/Monitor-Parna%C3%ADba2.jpg)
Agora não faço fretes em termos de "preservar" as relações luso brasileiras. Prosub faz sentido para um país como a india com 2 porta aviões activos, escoltas modernas, patrulhas, submarinos e até uma aviação naval consideravel, não para o Brasil que não tem nada disto (vejam quantos anos tem a4, trader e os helicópteros jetranger?)
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2014/08/scorpene.png)
Mais nae s.paulo? Além dos acidentes e problemas já alguém fez contas para ver que o navio durando até 2039 como a mb quer terá 79 anos?
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2013/12/S%C3%A3o-Paulo-A-12.jpg)
A priodidade deveria ser as Barroso modificadas e o prosuper (e começar a tratar de substituir os navios de desembarque amfibio). São estas as principais carências da mb, só depois viriam nae, submarinos e afins (como está na imagem abaixo retirada mais uma vez de estudos brasileiros de estratégia marítima). Não concordam, temos pena, mas se estudarem a composição lógica de uma marinha de guerra, compreendem facilmente o porque.
(https://isape.files.wordpress.com/2012/01/sisgaaz-prosuper-prosub-estadao-26-de-janeiro-2011.jpg)


Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2015, 09:30:11 pm
Era uma vez um grande almirante, filho e neto de dois grandes almirantes que, assim como ele, também foram comandantes da Marinha do Brasil. Por isso a justa homenagem em sua despedida.


Ps.: Eu já atirei a toalha. Proponho pôr fim às provocações mútuas. Não quero ser indelicado.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Johnnie em Março 31, 2015, 09:37:33 pm
Se começares a utilizar inglês aqui no tópico vais obrigar o Vitor a usar o google translator para te responder, não é assim que se tratam as visitas  :roll:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2015, 09:38:05 pm
Respeito eu tenho, o que não tenho é sangue de barata. Proponho utilizarmos o tupi-guarani. Trata-se de um tópico da Marinha do Brasil, nada mais original de que usarmos um idioma genuíno.  c34x
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Março 31, 2015, 09:44:11 pm
Agora fora de brincadeiras, como já aqui foi dito, Portugal só tem a perder com um Brasil fraco e todos nós aqui no FD gostaríamos de ver umas FFAA brasileiras melhor geridas politicamente. Afinal, para o bem e para o mal, o Brasil é a melhor criação de Portugal.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Johnnie em Março 31, 2015, 09:48:13 pm
E para desanuviar o ambiente e para provar ao Vitor que nós gostamos muito do Brasil   :shock:



(http://casseta.globo.com/platb/files/2020/2009/05/bunda-brasil.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2015, 09:56:08 pm
Citação de: "NVF"
Agora fora de brincadeiras, como já aqui foi dito, Portugal só tem a perder com um Brasil fraco e todos nós aqui no FD gostaríamos de ver umas FFAA brasileiras melhor geridas politicamente. Afinal, para o bem e para o mal, o Brasil é a melhor criação de Portugal.

Depois do vinho do Porto, dos pasteizinhos de Belém, concordo que o Brasil foi uma grande invenção portuguesa.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Março 31, 2015, 09:59:02 pm
Citação de: "Vitor Santos"
Citação de: "NVF"
E ao que se consta por aí, senhor Vitor Santos, tais desfalques foram cometidos por seus antepassados  :mrgreen:

Tanta impulsividade e vontade de dizer mal de Portugal. Que vale é que o colega Vítor Santos gosta de frisar que não quer insultar os portugueses e que tem o maior respeito por Portugal. Caso contrário alguns de nós, eventualmente mais xenófobos, poderíamos pensar que há uma certa animosidade contra Portugal e os portugueses.

Se calhar seria melhor começarmos a utilizar o inglês neste tópico, de forma a evitar mal-entendidos.  c34x
Mirandes, de certeza que o sr. Vítor entende.  E só dizer coisas bonitas sobre a mb para nao irritar foristas do outro lado do atlântico :wink:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/11/F42-FTM-UNIFIL.jpg)
A propósito, a fragata Constituição ainda está avariada no Libano ou o patrulha Apa já lá chegou com ás peças para a reparação e para substituir a fragata? Se pedirem com jeitinho de certeza que Portugal empresta uma das nossas corvetas quarentonas, sempre tem mais poder de fogo que um npo com uma peça ligeira. :N-icon-Gun:  :twisted:
(http://perlbal.hi-pi.com/blog-images/502327/gd/131583989652/Sexta-Feira-16-de-Marco-de-1973-Lancamento-da-Corveta-NRP-Baptista-de-Andrade-F486.jpg)
Mas para não dizerem que só digo mal do Brasil e brincadeiras à parte, público outro dos grandes motivos de orgulho dá mb actualmente: os sh70. :G-beer2:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: HSMW em Março 31, 2015, 10:04:32 pm
(http://media.cleveland.com/pdextra/photo/seattle-1999-police-kickjpg-179105ed98e643eb.jpg)


Já acabou ou o debate ainda vai descambar mais?
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Alvalade em Março 31, 2015, 11:19:14 pm
Citação de: "mafets"
Mirandes, de certeza que o sr. Vítor entende.  E só dizer coisas bonitas sobre a mb para nao irritar foristas do outro lado do atlântico :wink:


Bamos falar l mirandés ?


P.S. Não faço mais off-topic para não levar do HSMW.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 01, 2015, 09:31:30 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/24/parceria-bae-systemsares-fornecera-canhoes-mk-4-de-40-mm-a-marinha/
Citar
A arma em si pode ir do tiro de advertência ao tiro de destruição em meio segundo. Controlado remotamente, o canhão possui cadência variável entre 30 e 300 disparos por minuto. Seu alcance máximo é de 12.500 m.

O Mk.4 vem substituir a peça de 40mm da empresa STK, de Cingapura, que foi adotada originalmente pela Marinha brasileira mas não aprovou.

O canhão da BAE Systems está, desde agosto do ano passado, sendo empregado pelo navio-patrulha Guaporé (P45), da classe Grajaú.
Segundo o apurado as peças de 40mm da STK não obtiveram resultados satisfatórios, pelo que irão ser substituidas pelas Mk4 do mesmo calibre, num contrato de valor não revelado.
(http://www.macae.rj.gov.br/midia/noticias/29351/1375333503.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/BAE_Bofors_40_Mk_4_Naval_Gun_System-580x387.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 01, 2015, 02:16:20 pm
DGMM reúne almirantes para discutir orçamento e planos de contingência

O diretor geral de Material da Marinha, almirante Luiz Guilherme Sá de Gusmão, reúne sua equipe de almirantes esta semana para avaliar a Lei Orçamentária Anual de 2015 (LOA 2015), e os planos de contingência para a área de material da Marinha, diante das severas restrições orçamentárias vigentes.

Na pauta, além do início das obras de modernização do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro – prioridade estabelecida pelo comandante da Força, almirante Leal Ferreira –, uma revisão das medidas que permitirão a economia dos recursos reservados à manutenção dos meios da Esquadra – entre elas a desincorporação de navios que apresentam maior desgaste –, e a avaliação dos serviços já em andamento, como a revisão do casco e dos diferentes sistemas do navio-aeródromo São Paulo (A-12), cuja modernização foi decidida ao final da gestão do ex-comandante Moura Neto.

Ano passado, tanto o almirante Leal Ferreira – à época no comando da Escola Superior de Guerra – quanto o almirante Elis Treidler Öberg, chefe de Operações Navais, mostraram-se contrários a um gasto excessivo na modernização do porta-aviões.

Espelho – A preocupação desses chefes navais se justifica. Os menores custos de reforma do navio são contados na casa dos milhões de reais.

Segundo o Poder Naval pôde apurar, só a modernização do sistema ótico do espelho de pouso OP-3, do São Paulo (A-12), não sairá para a Marinha por menos de 4 milhões de Reais.

O espelho dá ao piloto que se prepara para descer no navio a informação ótica sobre a qualidade de sua manobra de aproximação.

O sistema ótico consiste de um espelho cilíndrico côncavo, virado para trás e localizado a bombordo da pista em ângulo (oblíqua). Dentro dele há um conjunto de refletores denominados luzes de fonte.

A imagem luminosa produzida pelo equipamento é concentrada e intensificada por causa da concavidade do espelho. Em ambos os lados dessa imagem, duas barras horizontais de luzes verdes, situadas a média altura, servem de referência.

A inclinação do espelho de pouso sobre a horizontal é regulada de maneira a que a imagem luminosa das luzes de fonte fique alinhada com as barras verdes no momento em que o piloto tiver levado sua aeronave ao plano de descida adequado para que ela enganche em um dos cabos do aparelho de parada do convés do porta-aviões.

Baixas – Cabe à diretoria do Material papel decisivo na apreciação dos navios cuja manutenção já se revela antieconômica. Tal avaliação será determinante para que o comando da Marinha decida quais meios da Esquadra devam ser retirados da ativa nos próximos meses.

Conforme o Poder Naval adiantou no último fim de semana (ver Precisamos, para já, de 4 (bons) navios usados, de 28 de março), a primeira unidade da lista das embarcações em situação crítica é a fragata Bosísio (F48), uma Tipo 22 cuja desincorporação pode ser autorizada pelo comandante da Marinha ainda este ano.

A corveta Inhaúma (V30) apresenta problemas importantes em suas obras mortas (parte estrutural), e também é forte concorrente a um lugar na relação dos barcos sujeitos à baixa. A Jaceguai (V31) é outra que preocupa, devido ao desgaste excessivo no seu sistema de propulsão.

A Marinha considera a possibilidade de, a curto prazo, desativar uma fragata e uma corveta.

Maestrale - Nesse momento, apesar da falta de uma reserva de fundos apta a amparar qualquer “compra de oportunidade”, os chefes navais brasileiros, por dever de ofício, examinam diversos tipos de navios usados que poderiam repor as perdas da Esquadra.

Nos últimos 20 anos, a Marinha recebeu, oficialmente, quatro ofertas:

dois destroieres da classe “Spruance” (propostos pelos EUA a Brasília na metade final da década de 1990) ;
quatro fragatas americanas classe “Oliver Hazard Perry” (com degradação no armamento) ;
quatro fragatas da classe inglesa “Cornwall” (tipo 22 batch 3 de construção mais recente) ; e
quatro fragatas italianas classe “Maestrale”.
Entre essas quatro opções, as que se referem aos navios tipo Spruance e Cornwall já não são mais válidas, porque os barcos já foram desmontados.

Restam as Oliver Hazard Perry, que continuarão a ser desincorporadas pela Marinha americana até agosto deste ano, e as Maestrale, cujo grau de modernidade não parece ser superior ao dos barcos classe Greenhalgh (Tipo 22) que a Marinha do Brasil já está aposentando.

Oficiais brasileiros mantém olhar atento à previsão da U. S. Navy para a desincorporação dos destróieres de mísseis guiados classe “Arleigh Burke”, que são navios com o tamanho de um cruzador da época da 2ª Guerra Mundial, e, por causa disso, exigem tripulação acima dos 300 oficiais e subalternos. Mas, nesse momento, tanto a operação quanto a manutenção desses barcos representariam custos considerados inviáveis para a Marinha do Brasil.

 :arrow: http://www.naval.com.br/blog/2015/03/31 ... tingencia/ (http://www.naval.com.br/blog/2015/03/31/dgmm-reune-almirantes-para-discutir-orcamento-e-planos-de-contingencia/)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Abril 01, 2015, 06:25:17 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Ano passado, tanto o almirante Leal Ferreira – à época no comando da Escola Superior de Guerra – quanto o almirante Elis Treidler Öberg, chefe de Operações Navais, mostraram-se contrários a um gasto excessivo na modernização do porta-aviões.

Mais gente que acha a modernização do PA excessivo. Haja alguém com cabeça...

Citação de: "Cabeça de Martelo"
Oficiais brasileiros mantém olhar atento à previsão da U. S. Navy para a desincorporação dos destróieres de mísseis guiados classe “Arleigh Burke”, que são navios com o tamanho de um cruzador da época da 2ª Guerra Mundial, e, por causa disso, exigem tripulação acima dos 300 oficiais e subalternos. Mas, nesse momento, tanto a operação quanto a manutenção desses barcos representariam custos considerados inviáveis para a Marinha do Brasil.

E pronto, lá continuam com os sonhos... Arleigh Burke? Não têm dinheiro para manter as corvetas sequer, mas sonham com Arleigh Burke...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: P44 em Abril 01, 2015, 06:37:18 pm
Deve ser para os encostarem ao lado do Sao Paulo
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Edu em Abril 01, 2015, 09:19:32 pm
São as tais coisas... enquanto forem estas as ideias a povoar, aparentemente, a maior parte das cabeças dos oficias da marinha brasileira realmente será complicado fazer o que tem de ser feito.

Com a cabeça tão cheia de sonhos deste tipo sobra pouca capacidade de discernimento (e dinheiro) para investir nos projectos sérios e dar à marinha os meios dignos de um país com a dimensão que o Brasil tem.

Já que se fala nas Arleigh Burke, é preciso ter noção que quando forem abatidas ao serviço muito possivelmente, em termos de estrutura já terão um desgaste enorme. Que para o Brasil iriam despidas de muito equipamento importante. E por fim aquilo que todos sabemos, os custos de operação seriam colossaís. E se a marinha brasileira já tem bastantes problemas na manutenção e operação de navios mais simples e baratos nem quero imaginar o que seria com as Arleigh Burke.

Mas obviamente aqui são sonhos e sugestões de oficiais que nem no Brasil são levadas a sério. Mas quanto a mim os oficiais brasileiros, devido à sua condição, deviam se conter e não divulgar para o publico ideias deste calibre que só deixam ficar a marinha brasileira mal vista para fora.

Que imagem lançariam para o mundo se os oficiais da marinha portuguesa agora dissessem que havia a hipotese de comprar 3 porta-aviões nucleares para a marinha portuguesa? Era o descredito total, se calhar até nos afastavam dos exercicios da NATO por acharem que os portugueses se andavam a afogar no alccol.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Alvalade em Abril 01, 2015, 10:39:28 pm
Arleigh Burke? Como se os Estados Unidos os fossem vender ao Brasil .  :lol:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 01, 2015, 11:37:38 pm
Citação de: "Alvalade"
Arleigh Burke? Como se os Estados Unidos os fossem vender ao Brasil .  :mrgreen: E é o que vale, pois já estava a ver os post de amanhã, com o outro lado do atlântico a nos chamar coisas bonitas e a dar previsões para a mb até 2050. Depois lá vinha a moderação meter a malta na ordem com aquelas fotos da polícia de intervenção a dar pontapés nos tintins dos manifestantes, e aquelas letras gigantes a vermelho  :roll: )  :G-beer2:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 02, 2015, 12:41:21 am
Citação de: "mafets"
Citação de: "Alvalade"
Arleigh Burke? Como se os Estados Unidos os fossem vender ao Brasil .  :mrgreen: E é o que vale, pois já estava a ver os post de amanhã, com o outro lado do atlântico a nos chamar coisas bonitas e a dar previsões para a mb até 2050. Depois lá vinha a moderação meter a malta na ordem com aquelas fotos da polícia de intervenção a dar pontapés nos tintins dos manifestantes, e aquelas letras gigantes a vermelho  :roll: )  :mrgreen:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 02, 2015, 12:50:47 am
Mas obviamente aqui são sonhos e sugestões de oficiais que nem no Brasil são levadas a sério. Mas quanto a mim os oficiais brasileiros, devido à sua condição, deviam se conter e não divulgar para o publico ideias deste calibre que só deixam ficar a marinha brasileira mal vista para fora.

Diz isso por que não leu o livro deste mesmo jornalista que escreve no blog (http://www.naval.com.br (http://www.naval.com.br)) sobre essas notícias catastróficas a respeito da Marinha do Brasil. Nosso querido jornalista Roberto Lopes é autor do livro "As garras do cisne: O ambicioso plano da Marinha brasileira de se transformar na nona frota mais poderosa do mundo".

Se vocês com estas ideias ferinas a respeito da MB lessem tal obra teriam certamente espasmos cerebrais ao saber dos planos mirabolantes da MB para o futuro. Ex-aluno do Centro de Estudos de Defesa Hemisférica da Universidade de Defesa Nacional dos Estados Unidos, onde graduou-se em Gestão e Planejamento de Defesa,  "Bob Lopes" (como é conhecido por aqui) escreveu quase 500 páginas fartamente documentada que desvenda a perseverança – ou obsessão – dos almirantes brasileiros em construir uma Força Naval destinada a (cumpridos os planos) ocupar o 9ª posto entre as principais frotas do planeta. (Podem rir!)

Vou adiantar algumas coisas no referido livro que li, reli, e vou ler de novo:

"Como parte do planejamento de fortalecimento da Marinha do Brasil, está previsto a incorporação à frota nacional, pelas próximas décadas, de seis submarinos nucleares, 15 convencionais (de propulsão diesel-elétrica), dois porta-aviões, quatro navios de propósitos múltiplos (naves de desembarque de fuzileiros navais e dotados de convés de voo para helicópteros), 30 navios de escolta e 18 navios-patrulha oceânicos. Também está prevista a aquisição de 40 caças interceptadores de alta performance além de dezenas de helicópteros de guerra anti-submarina."

Isso é só uma amostra. Ele diz ainda que a MB tem planos de adquirir V-22 Osprey, overcrafts, lanchas fluviais rápidas e outras coisas mais.

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/08/As-garras-do-cisne.jpg)

Debochem à vontade.  :N-icon-Axe:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 02, 2015, 01:06:00 am
Mas quanto a mim os oficiais brasileiros, devido à sua condição, deviam se conter e não divulgar para o publico ideias deste calibre que só deixam ficar a marinha brasileira mal vista para fora.

Que imagem lançariam para o mundo se os oficiais da marinha portuguesa agora dissessem que havia a hipotese de comprar 3 porta-aviões nucleares para a marinha portuguesa? Era o descredito total, se calhar até nos afastavam dos exercicios da NATO por acharem que os portugueses se andavam a afogar no alccol.

Arleigh Burke? Como se os Estados Unidos os fossem vender ao Brasil .


Me desculpem, mas vocês precisam tomar cuidado com informações desta natureza. Não estou afirmando que as notícias são falsas ou fajutas, tanto que sou leitor deste mesmo blog (http://www.naval.com.br (http://www.naval.com.br)) e dos demais a respeito da Força Aérea (http://www.aereo.jor.br (http://www.aereo.jor.br)) e Exército (http://www.forte.jor.br (http://www.forte.jor.br)), contudo Bob Lopes não é unanimidade no meio jornalístico brasileiro voltado à questões de Defesa. Há jornalistas sérios e profissionais de outras publicações (http://www.tecnodefesa.com.br (http://www.tecnodefesa.com.br)) por exemplo, que estão sempre colocando em cheque as notícias jogadas à público pelo jornalista em questão. "Bob Lopes" é bem informado, tem fontes confiáveis nas FFAA mas....

Arleigh Burke não passa de meras paisagens na cabeça de alguns almirantes. Nesta atual conjuntura é Impossível vê-los navegando por aqui com bandeiras brasileiras içadas.

Bob Lopes também é autor de outro excelente livro "O Código das Profundezas - Coragem, patriotismo e fracasso a bordo dos submarinos argentinos nas Malvinas".

Ele narra a fracassada atuação da Arma Submarina argentina durante a Guerra das Malvinas. Ele revela que, de forma imprudente, os almirantes argentinos mantiveram um planejamento secreto de guerra, apesar de enfrentarem o embargo dos Estados Unidos e de lidarem com sérios problemas técnicos. O autor esclarece como a ação militar argentina contra a possessão britânica no Atlântico Sul se mostrou um fiasco e sem controle e como eram incompetentes os governos ditatoriais sul-americanos.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Abril 02, 2015, 02:00:46 am
Pois, esses planos, não passam de sonhos... Se neste momento estão com problemas para arranjar orçamento para manter a frota actual, quanto mais uma frota dessa dimensão!
6 submarinos nucleares? nem um têm, não sabem como vai correr a sua construção nem o seu desenvolvimento, e já fazem planos para ter 6... 16 subs convencionais, mas não têm capacidade de manter a navegar os 5 actuais... dois porta-aviões? Um já suga o dinheiro todo da marinha, o segundo ia buscar dinheiro onde, à força aérea? 4 navios de propósito múltiplo (presumo que se refira a algo tipo LPD), é se calhar a parte mais assente na terra no meio disso tudo... isto claro se não fossem na ideia de ter 4 Mistral... 30 navios escolta? Neste momento pensam em canibalizar um navio de cada classe para manter os outros a navegar, e fazem planos para 30 navios? 18 patrulhas parece-me um numero bastante bom e alcançável, mas nunca em paralelo com tudo o resto que foi dito antes... seria impossível tanto navio!
O que são interceptores de alta performance?  :lol:  Typhoon? F-22? F-15 SE? SU-35? PAK-FA? J-20? Pergunto-me, se era esse o plano, porque raio excluíram imediatamente do FX-2 um dos melhores interceptores da actualidade (Typhoon), para mais tarde adquirirem um avião do género? No fundo, escolheram o que pior se adaptava à realidade do Brasil (geograficamente pelo menos) como principal interceptor, para mais tarde a sua função ser retomada por outro, havendo duplicação de meios, mais um programa de aquisição de caças que vai levar anos a andar para trás e para a frente, quando podiam ter começado já! Aliás, se a ideia original era manter dois tipos de caças, tratassem já do interceptor para ocupar a função dos Mirage 2000, o número a ser adquirido está próximo dos planos (36 em vez de 40), e mais tarde tratavam de substituir o F-5 aí sim por algo mais barato (tendo em conta o numero a ser adquirido) e que preencha os requisitos de caça multifunção e aí mais facilmente se justificaria o Gripen NG, que estaria num estado mais avançado de desenvolvimento, e não seria o principal meio de combate aéreo da FAB, o qual não tem capacidade de cobrir o espaço aéreo continental do Brasil...
V-22, hovercrafts... Isso já é coisas atiradas ao ar, tipo "os americanos têm, nós também temos de ter".
Os EUA nunca venderão navios com sistemas AEGIS a um país não aliado... mesmo para os aliados já é como é, quanto mais para o Brasil ou qualquer outra nação fora da NATO e amigos (Japão, Austrália, etc.). Mesmo se vendessem, passado dois ou três anos andava parado...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 02, 2015, 03:07:42 am
Citação de: "dc"
Pois, esses planos, não passam de sonhos... Se neste momento estão com problemas para arranjar orçamento para manter a frota actual, quanto mais uma frota dessa dimensão!
6 submarinos nucleares? nem um têm, não sabem como vai correr a sua construção nem o seu desenvolvimento, e já fazem planos para ter 6... 16 subs convencionais, mas não têm capacidade de manter a navegar os 5 actuais... dois porta-aviões? Um já suga o dinheiro todo da marinha, o segundo ia buscar dinheiro onde, à força aérea? 4 navios de propósito múltiplo (presumo que se refira a algo tipo LPD), é se calhar a parte mais assente na terra no meio disso tudo... isto claro se não fossem na ideia de ter 4 Mistral... 30 navios escolta? Neste momento pensam em canibalizar um navio de cada classe para manter os outros a navegar, e fazem planos para 30 navios? 18 patrulhas parece-me um numero bastante bom e alcançável, mas nunca em paralelo com tudo o resto que foi dito antes... seria impossível tanto navio!
O que são interceptores de alta performance?  :roll:

Sua consternação em mim doem ao cubo.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 02, 2015, 09:39:25 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/20/marinhas-do-brasil-e-de-israel-preparam-mecanismo-de-troca-de-informacoes/
Citar
Quase oito meses depois de o porta-voz do serviço diplomático israelense Yigal Palmor, ter chamado o Brasil de “anão diplomático”, as Marinhas israelense e brasileira estão negociando uma aproximação de caráter inédito em seu relacionamento.

Por iniciativa de Israel, oficiais dos dois países estão começando a examinar a possibilidade de ser estabelecido um mecanismo que permitirá ao Estado-Maior da Armada do Brasil trocar informações – técnicas e operacionais – com o Estado-Maior da Marinha israelense.

A aproximação das duas Forças Navais foi um dos pontos abordados, no início de fevereiro, pelo Adido de Defesa de Israel, capitão-de-mar-e-guerra Ilan Lavi (ex-comandante de um esquadrão de lanchas-patrulha Super Dvora Mk.III no Mar Mediterrâneo), durante um giro por gabinetes de chefes navais no Rio de Janeiro.

O assunto é também uma das incumbências do coronel de Artilharia Augusto Pompeu de Souza Perez, que, nesse momento, está deixando a Secretaria-Geral do Exército, em Brasília, para assumir, no meio do ano, o posto de Adido de Defesa, Naval e Exército junto à Embaixada do Brasil em Tel Aviv.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/07/dolphin3.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/08/F42.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Luso em Abril 02, 2015, 09:56:04 am
Cada vez mais - e mais ainda com os recentes postais sobre os "eventuais planos" do "Almiratado Brasileiro" fico com as seguintes ideias:

1- Que os "planos grandiosos" contribuem decisivamente para reduzir a capacidade operacional da Marinha Brasileira;
2- Que são inconsequentes;
3- Que não favorecem a evolução continua e sustentada da construção naval militar do Brasil (absolutamente desejável e mais que possível);
4- Que "tais planos" e os elefantes brancos servem apenas para consumo interno;
5- Que o Brasil tenciona - ostensivamente - projectar poderio militar ultramarino (para quê um porta-aviões velho?). Será apenas para construir ou manter competências de aviação naval embarcada? Se sim, mais uma vez, para quê?

Perguntas:

1- A quem interessa um tal tigre de papel?
2- A quem realmente serve o "Almiratado Brasileiro"?
3- A que "agremiações" pertencerão os almirantes brasileiros?
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Abril 02, 2015, 02:35:26 pm
Achas que os tentáculos dos  'aventalados' penetraram tão profundamente no establishment militar brasileiro? Nem em Portugal isso acontece, mas tudo é possível.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 02, 2015, 03:51:19 pm
1- A quem interessa um tal tigre de papel?

Eu como contribuinte brasileiro não saberia responder, mas tenho a ideia de que a classe política brasileira não se interessa por assuntos de defesa. (Na realidade, eles não descobriram uma forma de ganhar (leia-se surrupiar) verba pública neste campo.

2- A quem realmente serve o "Almiratado Brasileiro"?

Das três Forças, a MB é a mais aristocrática e elitista.


3- A que "agremiações" pertencerão os almirantes brasileiros?

A Maçonaria não é apenas presente na Marinha. Também muito forte no Exército, na Força Aérea, nas Polícias Militares, no Judiciário, Ministério Público e até mesmo na classe empresarial.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 03, 2015, 10:35:47 am
http://www.naval.com.br/blog/destaque/peamb/11-os-principais-programas-da-marinha-do-brasil/
Citar
Esquadra da Marinha do Brasil é composta pela Força de Superfície, Força de Submarinos e Força Aeronaval. A quantidade de meios é claramente insuficiente para que a MB possa cumprir as tarefas a ela imposta.

O Programa de Reaparelhamento da Marinha (PRM) 2006-2025, encaminhado ao Ministério da Defesa em julho de 2005, foi estruturado em dois decênios (2006-2015 e 2016-2025), se coaduna com a Estratégia Nacional de Defesa e se destina a reposição e modernização dos meios considerados prioritários para a capacidade operacional da Força.
O presente ano de 2015 compreenderia segundo os planos de restruturação da MB a conclusão da primeira fase. Confira o que foi feito e o que ficou por fazer, bem como as alterações de prazos e estratégias.  :roll:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/v35.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/fffgfremm_aquitaine3.gif)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/mh-60r.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/12/napa500a.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 03, 2015, 09:19:56 pm
What do Brazilian Admirals want?

Not a quiet expansion!


(https://d262ilb51hltx0.cloudfront.net/max/1200/1*d5Mvzoy6ut9iCgaLdrI4Pw.jpeg)

The swiss blog Offiziere.ch has recently published a piece by Paul Pryce which analyses the Brazilian Navy current endeavours and tries to figure what to bearing it is sailing. His argument concentrates on mapping the ‘quiet expansion’ of the said force — by looking at their purchase and native development programmes — and tries to approach the strategic dimension of it. While he does deliver a brief yet sound analysis, he fails to give a more accurate reading of the industrial dimensions of the issue, the often unspoken aspects of the civil-military relations in Brazil and the competition for budget between branches, the last one being of utmost importance. I would like to contribute to the debate by highlighting and furthering a few points he makes, as well bringing some new cues to the discussion.

Since the 1964 Military Coup and the restoration of democratic rule in the country, the civil-military relationship is yet to be seen as a positive factor in the country’s defence establishment, more broadly. Take for example the fact that even though military rule finished in 1985, it was not until 1999 that Brazil’s Ministry of Defence was established. Before that, armed force commanders would report directly to the President and be classed as ministers (until then, each branch had its own Ministry), frequently retaining a disproportionate amount of leverage. As this leverage fades away, some old-schoolers like to make their best to keep things the old way, or at least to retain as much ‘power’ as possible. For one, women are still not allowed in combat roles in the armed forces: some seventeen thousand serve on non-combat roles, but President Rousseff was vocal to change this scenario. This preclusion has been upheld in Brazilian armed forces on grounds long gone in modern armies, and the first military female pilot to solo fly for the Brazilian Air Force has only done so in 2003, while in the US it happened on the 40s. Furthermore, this is also visible on the various occasions in which elements (active and reserve) of the armed forces address strictly political issues, dismissing policy advanced by the government and actively repelling it. The process known as Comissão da Verdade (‘truth commission’, trying to uncover and bring knowledge about crimes committed during the dictatorship years) has been dismissed by the armed forces and vocally rebuked by the military clubs, formal associations of retired military officers, usually in their late years. I will not discuss this issue in detail, but this surely signals the still troubled nature of the civil-military relationship in the country: it is marred by fears of revanchism, shrouded in some mistrust and certainly configuring a rather turbulent sea to navigate. On a positive note, however, it is worth adding that the younger generations of military officers seem less and less prone to such behaviour, and keener to interiorize the civilian oversight that characterises the role of the armed forces in a Republic. Hopefully, Brazil will see a ‘modernised mind-set’ across its military ranks, to be noted in ten to fifteen years time.

Since before, but mainly starting during the period of military rule, the branches of service always have competed for prestige and, just as important, budget. This competition materialises in the pursuit of ‘pet projects’ that are almost self-justified, in that sense. The nuclear powered submarine is one of those projects. The three branches of the military competed (stress on competition) to obtain an edge on nuclear technology, pursuing different courses of action, and the Navy emerged ‘victorious’ in that process (refer to Matias Spektor’s work on the history of Brazil’s Nuclear Programme). It is something that is close to the heart of the Admirals, for a handful of reasons and might be that it is not very useful strategically — for the South Atlantic or the ‘Blue Amazon’ — but this doesn’t mean that it won’t be pursued, or seen as desirable.

Specifically within the Navy, building a Nuclear Submarine is seen as the final seal of excellency in in-force technology development. Both military shipbuilder Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro and also the public technically-civilian-yet-military-ran ‘projects management company’ EMGEPRON — Empresa Gerencial de Projetos Navais are built upon the idea that the Navy has an industrial dimension. Naval officers (active on the first and retired on the second) work in both organisations, and keep very, very close to the command of the Navy, understandably. These represent the ‘military industrial compound’ branch of the Navy, and the topic of how the Defence policy in Brazil embraces the industrial dimension of defence is one lurking around. Incidentally, and connected to Brazil’s civil-military issues, each branch approaches it in its own terms, rather than policy streaming from the Ministry itself, which more passively tries to coordinate things. Once again, the recognition, empowerment and advertising of national shipbuilding savoir-faire is part of the reason why Brazil has been assertively seeking to natively develop and build ships. At the same time, Brazil’s defence sector (across branches) will only issue tenders for imports of military material that involve heavy technology-transfer and, in most cases, national manufacturing.

Take as an example the F-X2 tender, held by the Brazilian Air Force and won by the Swedish manufacturer Saab, to supply new fighter jets to replace the ageing fleet. The deal can amount up to six billion US dollars, and accounts for up to 108 JAS-39(BR)E/F aircraft (to be delivered in three 36-aircraft tranches) for the Air Force and up to 24 units of a future embarkable variant being developed exclusively for the Navy (to operate onboard BNS São Paulo, currently Brazil’s only aircraft carrier, currently on dock awaiting retrofit). As a requirement of the tender, unrestricted technology transfer to Brazilian companies was attained, as well as including a number of Brazilian part suppliers and a factory that will be able to build a number of the contracted units in national territory, as well as different offset mechanisms. In the end, Brazil will even be able to export the Gripen to other countries after the infrastructure is built and the knowledge is transferred, and, guess what: the first customer could even be neighbouring Argentina! That is, of course, if diplomatic efforts succeed, considering that the United Kingdom still vetoes the transfer of all British military and dual-use technology to Argentina, still due to the Falklands/Malvinas imbroglio. The Gripen has just under 30% of British technology, yet, it would be complicated to replace those components to circumvent the veto. Westminster has been able to veto previous Argentinian attempts to obtain used aircraft from third parties, such as France, Spain and Israel. Meanwhile, Buenos Aires courts Beijing for armoured personnel carriers and 1800-ton ocean patrol vessels (aptly named Malvinas-class) built in China, begging the question as to whether maintaining the animosity over the Falklands/Malvinas is worth pursuing, when the possible outcome is an increased sino-argentine defence relationship (better the devil you know, anyone?), and specially when Buenos Aires markedly states that taking military action over the dispute is unreal. A discussion about the Argentinian Gripens and how/if they would tilt the scales on the Falklands/Malvinas is theme for another essay, but in short: the answer is no. While this southbound detour to Argentina might seemed unnecessary, a very vivid concern of Brazilian defence stakeholders is that relying on non-native technologies could restrict military capabilities in critical moments, or even create potential weaknesses in Brazil’s defence apparatus. This supports the belief that technology development — even if detached from immediate tactical or strategic considerations — is paramount to the country’s defence grand strategy.

Last but not least, understanding the submarine as a device intended fo swaggering rather than for actual strategic/tactical purposes could be conceptually useful. That works both in-branch, between-branch and to the outside audience. For the here intended, swaggering can be residually/negatively defined as an display of might which ‘is not aimed directly at dissuading another state from attacking, at repelling attacks, nor at compelling it to do something specific. The objectives for swaggering are more diffuse, ill defined, and problematic than that. Swaggering almost always involves only the peaceful use of force and is expressed usually in one of two ways: displaying one’s military might at military exercises and national demonstrations and buying or building the era’s most prestigious weapons. The swagger use of force is the most egoistic: it aims to enhance the national pride of a people or to satisfy the personal ambitions of its ruler’ (Art, 1980, p.10).

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In-branch, means that the Navy establishment is very satisfied in appearing to become a blue-water Navy, and its officers happy to have the projected opportunity to command big ships with big crews, and even the idea of leading a Carrier Strike Group: something that only big navies have. The myth of a ‘strong / big Navy’ is common among the officers, with very few exceptions. All in all, Navy officers are embedded in a culture in which they aspire to command an aircraft carrier or a nuclear submarine, projecting power far away from home, but very few see a successful career endpoint as commanders of a rigid-hulled inflatable boat river force, or even in patrol ships.

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The Brazilian Navy is also investing in smaller vessels, and the recently incorporated 500-ton Macaé-class ships (first of its natively developed and built class of patrol ships, based on the French Vigilante 400 CL54 project) as well as the three 2000-ton Amazonas-class offshore patrol ships (developed and built in Portsmouth, UK by BAe Systems) between 2010 and 2013.

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While those can maybe be a sign of a more balanced equipment strategy and a recognition that even blue-water navies can’t neglect coastal protection (unless you have a Coast Guard, something that the Brazilian Navy have opposed). Still, the seven contracted Macaé-class ships and the three discounted Amazonas-class ships cost a fraction of the nuclear programme, and are even more insignificant if compared to the broader effort to re-equip the submarine (PROSUB) and surface fleets (PROSUP). It is a symptomatic grandeur: Brazillian Navy’s ambitions to operate three aircraft carriers and to have the southern hemisphere’s largest submarine force by 2050.

Between-branch, having (and mainly justifying) a big Navy means more resources from the defence budget being channelled to the Navy. Which in turn means more ships, more support structures and, consequently, need for more personnel, more command posts and more responsibility that, in turn, require better salaries. If the force can assert its usefulness and efficiency to the Ministry of Defence, it is more likely that it will receive more resources than its counterparts, or at least that is the rationale behind that discourse.

To the outside audience, is where the Foreign Policy and Defence Policy purchase is, and incidentally is where the Navy focuses its efforts. President Rousseff proudly declared that Brazil is now part of limited group of nations that ‘have access’ to nuclear submarines, and even highlighted that this group of nations was coincident to the ones who have a permanent seat in the United Nations Security Council, an old aspiration in Brasilia. She also boasted that starting to natively build submarines was a ‘symbol of a new Brazil being created’, further supporting the idea that there’s a good measure of symbolism in the decision to obtain this technology. Even if we are not sure how these vectors of power will be useful, it is likely that — one way or the other — they will, even if only to assert that Brazil is a country that deserves to be considered in the great power club. Because great powers have great navies, it always has been so (Cable, 1920). Pitching this aspect allows the Navy to get buy-in from the Ministry of Defence and the Ministry of Foreign Affairs. As this is also good for increasing the defence political relevancy (and thus defence budget), the between-branch competition is made carefully as not to hinder the widespread benefits of a growing budget, so we shouldn’t expect the Army or the Air Force to openly criticise the Nuclear Submarine project either.

Finally, about the diplomatic questions the Brazilian Navy may raise, I wouldn’t worry much on the nuclear proliferation side. The Nuclear Programme (both civilian and military) was always a significant part of the country’s foreign policy. It continues to be relevant, and as such is is delicately managed: Brazil’s has agreed not to develop nuclear weapons but wishes to retain nuclear technology for other purposes, something that can prove complicated/too restrictive within the non-proliferation regime, requiring delicate diplomatic management. Exporting nuclear technology (especially to ‘rogue’ players) would certainly backfire and cause more trouble than good. I would agree with the argument that Brazil seeks to affirm itself and and be part of the club, rather than destabilise the delicate nuclear regime.

Which brings me to my second point about diplomacy: apparently, Brazil wants to be part of the club of great powers. It doesn’t want only to be admitted to the club, it wants the other members to recognise it — by deeds, not words — as a peer. So, Brazil doesn’t want to be part of an agreement with NATO that puts Brazil in the ‘follower’ stance, but rather on the ‘partner’ position. If NATO wants to approach Brazil for initiatives towards expanding cooperation regarding the South Atlantic, it has to do so by courting Brazil’s legitimacy as a big regional player and full-fledged partner in the area. If NATO envisages a ‘partnership’ in the moulds of the one the Alliance has with Ukraine or Georgia, it surely won’t fly in Brasilia. And also not a partnership such as the one it has with Russia either. And is that politically possible — across both Southern and Northern latitudes over the Atlantic?

By any rate, it is unlikely that Brazil’s nuclear submarine will be seen projecting power anywhere far away from its coasts anytime soon. The dual purpose of the Brazilian defence procurement makes it hard to sum up a detailed answer to the question of where Admirals are going. Are they more concerned with the defence industry or with operationality? Are they seeking means to swagger internationally or they are hedging (im)possible futures? Are they in line with or rather trying to shape Brazil’s defence and foreign policy grand strategies? These seem to be the crucial questions to be asked and that I hope to have shed some light upon. If I can allow myself, here’s a cautionary note: it seems more probable that Brazil’s future naval challenges will look something like the 1961–63 Lobster War than like the Battle of the Pacific. Unchallenged control of the South Atlantic is an understandable — yet delusional — desire. The ‘quiet expansion’ of the Brazilian Navy is far from quiet, even if it does not get the same amount of attention than the naval endeavours of China and India.

Fonte: https://medium.com/imminent-crisis-wors ... 6fdfdefa00 (https://medium.com/imminent-crisis-worst-case-scenarios/what-do-brazilian-admirals-want-4d6fdfdefa00)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Luso em Abril 04, 2015, 08:21:24 pm
Texto muito interessante, Vitor, e que parece confirmar as percepções já aqui apresentadas sobre a visão da Marinha Brasileira da actualidade.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 05, 2015, 11:23:03 am
Citação de: "JMKeynes"
Citação de: "Edu"
E já agora ter armas nucleares para quê? Para as rebentarem à porta de casa?

Armas nucleares precisam de vetores de lançamento, coisa que o Brasil não tem. Nem caças em condições existem. Não estou a ver um Gripe NG a levar uma arma nuclear e ainda assim ter capacidade de ir muito além da fronteira. Não há bombardeiros, não há mísseis de longo alcance...

O Brasil fabrica mísseis, a Avibras fabrica mísseis, e os Scorpenes tem tubos para lançamento de mísseis.

Já lançamos um Exocet com motor 100% nacional.

O programa do VLS sofreu um grande revés com a explosão de um VLS ainda na base de lançamentos em Alcântara, mas o conhecimento para tanto ainda existe, hoje o Brasil lança seus satélites a partir de um foguete Chinês.

Nota-se por aqui a completa balbúrdia de ignobiedade em relação a muita coisa no Brasil, notadamente sua geopolítica regional (coisa absolutamente nula no caso de Portugal) e capacidade militar.

Falam do sub nuclear comentando coisas do tipo "velocidade"... são mais lentos que os da classe Ohio e e o rabo de castor russo e tal... um outro fala em "barulho"... por favor, não entendem lhufas sobre este caso, tão pouco sobre o porta aviões e sua necessidade estratégica na região e em missões com outros países quando for o caso, principalmente na manutenção da paz.

A Marinha do Brasil está (ou estava) no Líbano em uma dessas missões da ONU, onde relatou centenas de violações de caças israelenses sobre determinada área, os de Israel não negavam, apenas diziam que eram missões de reconhecimento desarmado, não vou pesquisar, grosso modo é isso, acabou angariando o respeito dos israelenses que convidaram o Brasil para participar de operações militares conjuntas.

Um porta aviões entra nesse contexto, missões como essa da ONU de manutenção da paz, além de apenas informar e advertir um F15 de Israel sobre sua violação, mandaria um Gripen a fim de "saudá-lo" também.
Não existe qualquer tipo de críticas à industria de misseis brasileira nem a sua capacidade. Se reparar até é um dos pontos positivos referido por diversos foristas em que tanto as qualidades do exocet são bastante realçadas (como na Guerra as Falklands), como  inclusive a hipótese lógica dos Scorpene os levarem é vinculada. Relativamente a um futuro míssil de cruzeiro para o futuro submarino nuclear brasileiro, no futuro se verá.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/misseis-mar-mar-al.jpg)
O programa VLS sofreu um acidente, algo normal neste tipo de sistemas. O que aqui se pergunta é se o Programa Nacional que prevê US$ 2,2 bilhões até 2021 irá continuar ou se os satélites serão lançados pela China (já que o consorcio com os Ucrânianos parece estar em vias de extinção). Além disso, são os próprios brasileiros a afirmar que os US$ 200 milhões são considerados uma verba baixa comparativamente a outras nações, são manifestamente insuficientes, e a principal causa dos problemas. http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/01/nos-temos-um-problema.html
(http://www.defesabr.com/Tecno/PCS_Completo.jpg)
Não existe "balbúrdia de ignobiedade" nenhuma em relação ou Brasil, Portugal ou outro pais qualquer. Simplesmente quando se analisa tecnicamente algo sobre o Brasil aparecem logo vários foristas a contrapor de modos menos próprios, recorrendo ao insulto e fazendo apanágio de intenções sobre o futuro da Marinha Brasileira, seus projectos e aspirações geopolíticas e geoestratégias, e não se focando na realidade actual. Se reparar em foruns brasileiros como o do Poder Naval, a forma como são tratados ("mal") os Portugueses e maior parte das questões sobre Portugal não é nem um terço da análise crítica que aqui se faz.
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http://www.naval.com.br/blog/2015/01/30/portugueses-ampliam-forca-de-patrulha-e-esquecem-o-siroco/

E desculpe, mas as informações sobre o submarino brasileiro vêm e são publicadas pelo Brasil. Compêndios como a velocidade, autonomia e capacidade de mergulho chegam a Portugal oriundas do Brasil. O resto é só comparar e tirar as ilações próprias.
(http://www.defesabr.com/MB/SNB_Esquema.jpg)
Além disso Porta- Aviões que passa 90% do tempo no estaleiro, que não tem ala aérea e que se em 2019 tiver renovado e em serviço terá 49 anos (79 anos se chegar a 2039 como a MB pretende), com aviões de projecto dos anos 60 (A4 e Trader), sem AEW e onde os helicópteros Sh70 são a grande mais valia, na minha opinião (e sem qualquer tipo de problema relativamente a se a mesma "ofende" os Brasileiros), é que não apenas não garante nada como é um sorvedouro de recursos. Já disse várias vezes que se é uma "questão estratégia" (que sinceramente não me faz sentido mas enfim...), a opção por outro tipo de NAE (nomeadamente um que funcionasse) seria a mais lógica.
(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Foto-2-NAeS%C3%A3oPaulo-docagem..jpg)
Por outro lado a MB no Líbano tem a fragata avariada. A mesma está encostada e espera um Patrulha Oceânico com peças para não apenas a arranjar como inclusive para a substituir. Novamente, isso é noticia do "Poder Naval" e é o mesmo que salienta o problema do envelhecimento da frota e do numero de unidades inactivas no Brasil, quando se mantém programas como o dos submarinos e do NAE S. Paulo.
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http://www.naval.com.br/blog/2015/03/28/precisamos-para-ja-de-4-bons-navios-usados/
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/20/marinha-do-brasil-sofre-com-frota-envelhecida/
   
E a geopolítica regional e capacidade militar do Brasil é? Quanto à Portuguesa está escrita, inserida na UE e na NATO, é questão de se informar, principalmente quanto à capacidade militar.
(http://zap.aeiou.pt/wp-content/uploads/2014/11/d06b7420453a0156071475f7a375cca3.jpg)
(http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/n9a04562f/5862439_AbdAj.jpeg)
Por outro lado não existe nenhum Gripen em serviço no Brasil, o Gripen NG está em desenvolvimento e o Gripen NAVAL não passa de um projecto em estudo (em Portugal é se realista não se faz grande futurologia). Como o NAE S. PAULO está em doca-seca e o A4 está a ser modernizado o Brasil não mandaria nada NAVAL interceptar os ditos F15 de Israel (e quanto muito se tivesse enviado caças para a região seriam os F5M que são os únicos disponíveis e desde uma base em terra). Continua a existir uma disparidade sobre o que o Brasil aspira fazer e na realidade faz, e esta é a mais clara situação que os foristas brasileiros não aceitam que os de Portugal lhes digam, preferindo viver na fantasia de que já têm um NAE operacional, um submarino nuclear e o Gripen NG em serviço, algo que não é verdade, e nem se saberá quando vai ser ( isto se for). E não há "que tapar o sol com a peneira" porque o problema é mesmo este e mais nenhum. Não gostem que lhes chamem a atenção (algo que vou sempre fazer independentemente das ofensas e quer gostem ou não), paciência, mas quem perde com isto é o Brasil e população Brasileira que continua a ver umas F.A. que nada tÊm a ver com o que na realidade poderiam ser. Com muita pena minha e tendo presente as vicissitudes actuais das Forças Armada Brasileiras, nomeadamente da MB.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/10/S-70B-no-Aniversario-ForAerNav-foto-A-Galante-For%C3%A7as-de-Defesa.jpg)
(http://images.orkut.com/orkut/photos/RAAAAL6N_EG4TSviVRH2jlCw82sqIxUjdPhgT6Fj5xUowNuq0RkqRoVkama4MuXooRdqch49ckM2MAGpUEwBEL4utmhOpHxDnrN56pK9-kJaU8yrAJtU9VBjI6THfsGnqROggocHjX5TOrnPRA.jpg)
(https://eliasjornalista.files.wordpress.com/2010/12/foto2clanf1.jpg)
(http://www.naviosbrasileiros.com.br/ngb/P/P043/P043-f11.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Johnnie em Abril 05, 2015, 01:04:55 pm
Citação de: "JMKeynes"
Citação de: "Johnnie"
Prezado Vitor :

Em vez de falarmos de projectos que só existem no papel vamos falar do presente:

População de Portugal :10 milhoes
População do Brasil : 200 milhoes

Para colocarmos as coisas na perspectiva correcta devemos aplicar uma regra de 3 simples, assim sendo e nem sequer entrando na questão tecnologica sempre teremos:

As FA´s do Brasil para serem proporcionalmente iguais em tamanho ás FA´s portuguesas teriam que ser por alto 20 vezes maiores que as nossas: assim obteriamos algo como 40 submarinos, 100 fragatas, 740 MBT´s, 800 caças e por ai vai ou seja tudo que nós temos multiplicado por 20...

Ora não é isso que acontece...

Só fazendo os calculos assim é que temos a real medida de como são insignificantes as FA´s brasileiras face ao tamanho do pais e população que servem e como por outro lado é grande o nosso esforço...embora em numeros absolutos assim não pareça...Portugal inteiro cabe dentro de S. Paulo não te esqueças disso,não somos nem ambicionamos ser uma potencia global.. LoL quem nos dera estar sossegados no nosso canto...


Abraço   :G-beer2:


Já pensou se você aplica essa mesma "regra de três simples" para um país com a população da China ou da Índia?

Muito primária essa sua análise, rapaz, fazia tempo, aliás, eu nunca tinha visto alguém fazer uma analogia dessas aplicando a tal da "regra de três simples", não é assim que a banda toca, sua premissa está estratosfericamente equivocada.

Se for partir para essa sua peculiar metodologia, nem todo o armamento do mundo bastaria para igualar a China a Portugal.

Tu és um raro.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 05, 2015, 06:02:54 pm
Citação de: "JMKeynes"
Creio que te equivocas quanto a isso, não existe pelo menos da minha parte - e creio que isso seja em geral - qualquer intenção de mal tratar Portugal e aos portugueses.
Mesmo que a sua entrada no Forum Defesa não perecesse querer dizer isso, dou sempre o beneficio da dúvida qualquer utilizador. Assim sendo, dou-lhe as boas vindas e acho que o forum em si só têm a ganhar com usuarios do outro lado do Atlântico que queiram discutir seriamente,questões de defesa Portuguesas, Brasileiras e Mundiais, debatendo, refutando tecnologicamente e não insultando os Portugueses e Portugal pois ninguém aqui insulta propositadamente o Brasil e os Brasileiros.
Citação de: "JMKeynes"
O Scorpene é uma bela nave, é caríssima, muito avançado tecnologicamente além do que seu casco contempla um reator nuclear, e o que mais interessou ao Brasil foi a transferência de tecnologia, e volto a repetir, o que interessa ao Brasil é principalmente o reator nuclear do submarino, não tem nada disponível no mercado que seja muito melhor que o Scorpene. As opções melhores do que Scorpene seriam os da Classe Ohio ou Virgínia, seriam o caso?
Os submarinos convencionais Brasileiros são Scorpene. O nuclear é derivado da Classe de Submergíveis Nucleares Rubis, que são dos mais pequenos em operação no Mundo. A questão porem não é a escolha Brasileira pelas classes em questão mas sim quando esta foi feita (o ultimo submarino brasileiro Tikuna tinha sido feito em 2005 e em 2008 já o Brasil estava a assinar com a França um pacote de intenções quanto a novos submarinos, 4 convencionais e um Nuclear) e ser feita quando e segundo as próprias noticias brasileiras dão a frota como parcialmente encostada e em manutenção.
Citar
STATUS DA ESQUADRA BRASILEIRA EM 2015, COM BASE EM INFORMAÇÕES OSTENSIVAS

Tipo                            Nome                                     Status
Navio-Aeródromo   São Paulo (A12)   Parado, em reforma até 2019
Fragata   Niterói (F40)   Vai docar para reparos em Aratu-BA
Fragata   Defensora (F41)   Parada em PMG, há vários anos
Fragata   Constituição (F42)   Operacional
Fragata   Liberal (F43)   Operacional
Fragata   Independência (F44)   Em reparos
Fragata   União (F45)   Quebrou no Líbano, em reparos
Fragata   Greenhalgh (F46)   Operacional
Fragata   Bosísio (F48)   Prestes a dar baixa
Fragata   Rademaker (F49)   Operacional
Corveta   Inhaúma (V30)   Em reparos, há vários anos
Corveta   Jaceguai (V31)   Em reparos, há vários anos
Corveta   Julio de Noronha (V32)   Em reparos, há vários anos
Corveta   Barroso (V34)   Operacional
Submarino   Tupi (S30)   Em reparos
Submarino   Tamoio (S31)   Em reparos
Submarino   Timbira (S32)   Em reparos
Submarino   Tapajó (S33)   Operacional
Submarino   Tikuna (S34)   Em reparos
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2014/08/scorpene.png)
Citação de: "JMKeynes"
Os Trader já estão sendo modernizados para uso AEW, os A4 (também modernizados) são apenas para se criar uma força de pilotos navais para a MB até a chegada do Gripen navais, o São Paulo é para criar doutrina, manter uma força aérea naval ativa até a chegada de um novo porta aviões, vejo isso como positivo, a outra opção é comprar um porta aviões novo, mas o que deverá acontecer é o mesmo que aconteceu com os Scorpenes, convidar um país a construir um novo porta aviões no Brasil, França e Inglaterra teriam essa capacidade, não precisa ser muito grande, basta que seja capaz de operar o Gripen.
Meu caro, eu via como positiva se o NAE operasse e se a ala aérea já estivesse activa. O problema é que não está actualmente e mesmo que esteja em 2019, temos o S. Paulo com 59 anos, bem como se o NAE durar até 2039 como espera a MB terá na altura 79 anos, arriscando-se portanto a ter investimentos atrás de investimentos numa unidade que se continuar assim não criará doutrina alguma e vai com toda a certeza colocar em risco outros projectos da MB. Alem disso o Trader está a ser modernizado para COD/AAR e não AEW. (http://www.naval.com.br/blog/2014/11/07/marinha-assina-termo-aditivo-ao-contrato-de-modernizacao-dos-avioes-c-1a-trader/).
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/KC-2-Turbo-Trader-580x340.jpg)
Citação de: "JMKeynes"
Estamos lá, é o que importa, até onde se sabe angariamos o respeito dos israelenses e da ONU, melhor responder ao convite da ONU como algo do tipo: "Demorô!", do que dizer que não tem capacidade para tal e viver de lamúrias, quando ao porta aviões, já respondido.
Fragatas avariadas e aviões a cair, seja no Haiti ou na Antárctica são meio caminho andado para  a ONU não convidar de uma próxima vez. Portanto "fiem-se na virgem e não corram".
(http://www.redefonte.com/wp-content/uploads/2013/05/15089511.jpg)
Citação de: "JMKeynes"
É que Portugal é muito pequeno diante do contexto europeu, e o Brasil é muito grande dentro do contexto da América do Sul, nesta região do mundo, a opinião do Brasil conta muito, países buscam o nosso apoio, algo que dadas as dimensões de Portugal dentro do contexto europeu, não ocorre, e não esqueça que a OTAN é formada por países racionais, e a América do Sul que fala espanhol por países porralocas que devem ser moderados, cabe ao Brasil cumprir esse papel antes que os EUA emitam algum sinal. (Busch delegou a Lula a contenção do histriônico Hugo Chávez).
Se vocês Brasileiros acreditam nisso piamente (eu não  :roll:  ), mais uma razão para ter uma marinha funcional com navios activos, e não funcional mediante o submarino nuclear que vai entrar em serviço em 2025 e o NAE que supostamente irá entrar em 2019. Antes do Prosub deveria estar o Prosuper. É o que nos Portugueses viemos dizendo por aqui e que voçes brasileiros respondem com enfabulações sobre Portugal e futurologia sobre a MB Brasileira na próxima década.
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2014/02/https-wwwdefesagovbr-enternet-451.jpg)
Citação de: "JMKeynes"
Você já pensou se a quem coube a decisão de criar a estatal Embraer pensasse assim, ou seja, alguém "realista"?? iria dizer: "Ei cara para com isso, um país de terceiro mundo nunca terá a capacidade de construir aviões, esqueça isso cara, não é pra nós", bem, não foi isso que aconteceu e o resto da história a gente já sabe.

Porta aviões, Scorpenes, Gripen FAB e Naval, tudo isso vai sair, pelo simples fato de que atingiu um ponto de não retorno, quando ao Porta Aviões, já lha disse que a intenção é criar doutrina e o novo deve sair aos moldes dos Scorpenes.
Scorpene e Submarino Nuclear, certamente sairão mesmo com atraso, porque como disse, atingiram o ponto sem retorno. Gripen nada garante que saia o NG e o Naval pois não estão desenvolvidos e desconhece-se-se como irá correr esse desenvolvimento. Porta-Aviões quanto muito só se falará para 2030 pois o NAE S. Paulo é para estar activo até 2039 (resta saber se estará e que doutria criará, porque até agora foi muito pouca). Agora nem toda a gente é obrigada a ter a fé que o Brasileiro tem na sua industria e no desenvolvimento de equipamento. Aqui impera mais a realidade.  
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/04/LAAD-2013-177a.jpg)
Citação de: "JMKeynes"
Nossas FAA são equipadas para emprego de um contexto da América do Sul, como não temos hipótese de guerra, não precisamos de nada tão excepcional, outra coisa, o Brasil adota uma doutrina defensiva e não ofensiva de atacar outra nação, uma guerra aqui seria contra uma nação estado estrangeira dentro de um contexto de invasão, mas é algo tão improvável que bem, e nossa maior preocupação é com a Amazônia, te garanto, quem tentar invadir a Amazônia terá que trazer muitos sacos mortuários na bagagem. A própria selva se encarregará de ceifar a metade deles,  cara, pensa num europeu ou num americano branco que nunca foi picado por um mosquito Aedes aegypti e nunca teve contato com o caramujo que transmite esquistossomose, ainda tem a malária, dengue, doença de chagas, leishmaniose, filariose linfática, tacoma... isso mata mais que qualquer arma, eles não são imunes como os nativos são, o Exército Brasileiro usa índios na Amazônia como soldados.
JmKeyes, novamente digo e repito, para si e outros operadores brasileiros que andam pelo forum. Antes de "entrarem a matar", meio ofensivos e jucosos com os Foristas Portugueses, leiam o que estes escrevem a propósito das F.A. Brasileiras, e sobretudo reflictam. Estamos no tópico da marinha e portanto fala-se da MB que no caso da Amazónia tem uma força considerável e muito bem estruturada, perfeitamente ao nível (e até superior),a qualquer outra no contexto Latino-Americano.  http://www.naval.com.br/blog/tag/flotilha-do-mato-grosso/
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/Flotilha-do-Mato-Grosso.jpg)
O problema é a Frota Oceânica Actual, o número de navios disponíveis, a idade dos mesmos e todo um conjunto de projectos que apenas se estima quando estarão no activo. E a restante Marinha? E os seus navios? como ficarão até lá sem os muitos milhões para o Prosub e o NAE S. PAULO? É isso que se debate aqui, e que ao que parece os foristas Brasileiros levam a mal, mas é do próprio Brasil que vêm as noticias sobre a MB e os seus problemas, não de Portugal. Aqui limitamo-nos a debater esses e outros assuntos, dando a opinião de acordo com o que sabemos e referindo o que pensamos. Mais nada, e se esse debate não é do agrado de quem vêm do outro lado do Atlântico, isso já não é um problema nosso pois não temos qualquer responsabilidade sobre o que se passa na MB.  
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/F-46.jpg)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Abril 05, 2015, 08:01:14 pm
Acho fantástico o argumento de que o contexto sul-americano não justifica grandes arsenais e equipamentos muito sofisticados, mas depois a MB envereda por programas ultra dispendiosos -- típicos de super-potência, como porta-aviões e submarinos nucleares -- que só servem para sorver recursos. E quando o dinheiro não chega para mais, deixam a frota de escoltas oceânicas e de submarinos chegar à inoperacionalidade quase total, isto sem abdicar de despender recursos preciosos a modernizar aeronaves concebidas no inicio dos anos 50 (e não vale tentar insultar Portugal à custa dos Allouette III pois estes foram concebidos no final dos anos 50  :mrgreen: ). Parece argumento de novela barata mas, infelizmente, é a realidade.

Como já aqui foi dito até à exaustão, estas opiniões não são exclusivas aqui do Forum. Muitos no próprio Brasil (onde, felizmente, ainda há algumas pessoas sãs a discutir assuntos de defesa) expressam isso mesmo em foruns brasileiros. O problema é quando os tugas ignorantes repetem esses mesmos argumentos; aí salta de imediato um sentimento nacionalista bacoco que obscura a racionalidade que devia prevalecer numa discussão entre povos irmãos (pelo menos na nossa perspectiva tuga e ignorante).
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 05, 2015, 09:21:30 pm
Enquanto isso se esquecem da respeitabilidade de nossas FFAA, das nossas façanhas militares, de nossos cérebros nas fileiras da Marinha, Exército e Aeronáutica, de nosso espírito de corpo, disciplina e tenacidade.

Off-topic

Scorpene e Submarino Nuclear, certamente sairão mesmo com atraso, porque como disse, atingiram o ponto sem retorno. Gripen nada garante que saia o NG e o Naval pois não estão desenvolvidos e desconhece-se-se como irá correr esse desenvolvimento.

Como nada garante que saia o NG? Acordos foram assinados, bilhões de dólares já estão em jogo. Na semana passada foi divulgada (em partes) que a FAB selecionou os armamento para o vetor.  


Saab seleciona AEL Sistemas como fornecedor do novo Gripen no Brasil

http://www.aereo.jor.br/2015/02/26/saab ... no-brasil/ (http://www.aereo.jor.br/2015/02/26/saab-seleciona-ael-sistemas-como-fornecedor-do-novo-gripen-no-brasil/)

FAB define armamento que vai equipar o caça Gripen

http://www.aereo.jor.br/2015/03/31/fab- ... ca-gripen/ (http://www.aereo.jor.br/2015/03/31/fab-define-armamento-que-vai-equipar-o-caca-gripen/)

Nossos pilotos já estão na Suécia para instruir os demais aos Gripen C/D até a chegada do NG:


Gripen Naval, esse sim é uma incógnita, mas o NG sairá do papel certamente.

Acompanhe os fatos antes de sair distribuindo desinformações:

http://www.defesaaereanaval.com.br/tag/ ... t=pdf-page (http://www.defesaaereanaval.com.br/tag/f-x2?print=pdf-page)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 05, 2015, 09:29:14 pm
Acho fantástico o argumento de que o contexto sul-americano não justifica grandes arsenais e equipamentos muito sofisticados, mas depois a MB envereda por programas ultra dispendiosos -- típicos de super-potência, como porta-aviões e submarinos nucleares -- que só servem para sorver recursos.

Quem são nossas ameças aqui na América Latina? A Venezuela que não tem recurso nem para prover a população de papel higiênico? O Chile, nossos aliados de décadas que nem fronteira faz com o Brasil? A Argentina em crise, de inflação galopante, de FFAA lamentavelmente sucateadas e nosso terceiro principal parceiro econômico, atrás de China e Estados Unidos? A Colômbia, nossa consumidora de materiais bélicos e nossos parceiros de muitos acordos? Do Peru? Do pobre Paraguai? Do minúsculo Uruguai? Do Equador? Do México? De Cuba? Acho que de nenhum deles, não é?

Então deve ser da hiper-potência Suriname, ou de Trinidad e Tobago, de quem nós "roubamos" os Patrulha Oceânico (NPO) "Amazonas", por temermos serem usados contra nós.

Francamente...

Porta-aviões e submarinos nucleares podem ser coisas típicas de super-potência, mas nós escolhemos ter. De um forma ou de outra.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Edu em Abril 05, 2015, 10:35:01 pm
Citação de: "JMKeynes"
Citação de: "Edu"
E já agora ter armas nucleares para quê? Para as rebentarem à porta de casa?

Armas nucleares precisam de vetores de lançamento, coisa que o Brasil não tem. Nem caças em condições existem. Não estou a ver um Gripe NG a levar uma arma nuclear e ainda assim ter capacidade de ir muito além da fronteira. Não há bombardeiros, não há mísseis de longo alcance...

O Brasil fabrica mísseis, a Avibras fabrica mísseis, e os Scorpenes tem tubos para lançamento de mísseis.

Já lançamos um Exocet com motor 100% nacional.

O programa do VLS sofreu um grande revés com a explosão de um VLS ainda na base de lançamentos em Alcântara, mas o conhecimento para tanto ainda existe, hoje o Brasil lança seus satélites a partir de um foguete Chinês.

Nota-se por aqui a completa balbúrdia de ignobiedade em relação a muita coisa no Brasil, notadamente sua geopolítica regional (coisa absolutamente nula no caso de Portugal) e capacidade militar.


Portanto, e corrija-me se estou enganado, a ideia é a da possibilidade de fazer do Exocet um vector para armas nucleares? Um missil que tem um alcance de 100-150 km. Ou seja, adicionar ao alcançe dos futuros Gripen (que andará à volta do 1000km) mais 150 km de alcançe com o missil Exocet. Não sei bem que ogiva nuclear conseguiriam por num Exocet, ou missil equivalente, visto que a ogiva do mesmo pesa apenas 165 kg.

Citação de: "JMKeynes"
Citar
Uses o indicador que usares o resultado será sempre o mesmo: O Brasil é um anão militar e as suas FA não passam de um tigre de papel...Ficas-te ofendidinho com o post foi? Tenho pena de ti pobre iludido, tens umas FA com uma operacionalidade comparavel a de qualquer pais africano e no entanto pensas que és uma potencia global como os USA.

Eu nunca pensei viver para me deparar com essa análise da "regra de três simples" como fator para quantificação de equipamentos militares de um país, é algo realmente, digamos, inovador por assim dizer, partido dessa premissa, bem, a China deveria ter algo como 500 porta aviões e uns 800 submarinos, já que seu contingente populacional atinge a casa do bilhão, não é algo racional, por favor convenhamos.

Eu só estou tentando ajudar.

Boa páscoa.


Realmente utilizar a população como referência nem sempre será um metodo correcto. Aqui concordo consigo.

No entanto utilizar o PIB para uma regra de três simples (que será sempre algo grosseiro) já será mais justo. Dessa forma o PIB brasileiro é 11 vezes superior ao português.

Aplicando uma regra três simples para o PIB daria 55 fragatas e 22 submarinos para o Brasil, no entanto será sempre uma metodologia algo grosseira ainda que muito mais valida que a da população.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 07, 2015, 08:41:51 pm
adicionar ao alcançe dos futuros Gripen (que andará à volta do 1000km)

Esqueça isso de Exocet com ogivas nucleares, isso não existe. Enquanto ao alcance do Gripen NG (atente-se a isso, os grifos brasileiros serão NE ou E), terão alcance máximo de cruzeiro de cerca de 4 mil quilômetros, ok?  :wink:

Maiores informações:

http://www.saabgroup.com/Global/Documen ... hure_P.pdf (http://www.saabgroup.com/Global/Documents%20and%20Images/Air/Gripen/Gripen%20for%20Brazil/GRIPEN%20NG%20Technical%20Brochure_P.pdf)

http://www.gripenng.fab.mil.br/index.php (http://www.gripenng.fab.mil.br/index.php)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 07, 2015, 08:45:40 pm
Nossos Exocet são lançados por navios da MB, alguns deles equipados por propulsores brasileiros:

Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 07, 2015, 09:08:45 pm
Também não restam muitos para os lançar (Aliás, segundo o vosso site Poder Naval têm 6 navios activos)...  :mrgreen:  :G-beer2:
Citar
STATUS DA ESQUADRA BRASILEIRA EM 2015, COM BASE EM INFORMAÇÕES OSTENSIVAS

Tipo                      Nome           Status
Navio-Aeródromo   São Paulo (A12)   Parado, em reforma até 2019
Fragata   Niterói (F40)   Vai docar para reparos em Aratu-BA
Fragata   Defensora (F41)   Parada em PMG, há vários anos
Fragata   Constituição (F42)   Operacional
Fragata   Liberal (F43)   Operacional
Fragata   Independência (F44)   Em reparos
Fragata   União (F45)   Quebrou no Líbano, em reparos
Fragata   Greenhalgh (F46)   Operacional
Fragata   Bosísio (F48)   Prestes a dar baixa
Fragata   Rademaker (F49)   Operacional
Corveta   Inhaúma (V30)   Em reparos, há vários anos
Corveta   Jaceguai (V31)   Em reparos, há vários anos
Corveta   Julio de Noronha (V32)   Em reparos, há vários anos
Corveta   Barroso (V34)   Operacional
Submarino   Tupi (S30)   Em reparos
Submarino   Tamoio (S31)   Em reparos
Submarino   Timbira (S32)   Em reparos
Submarino   Tapajó (S33)   Operacional
Submarino   Tikuna (S34)   Em reparos

http://www.naval.com.br/blog/2015/03/28/precisamos-para-ja-de-4-bons-navios-usados/
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 08, 2015, 12:35:20 am
Realizada a usinagem das subseções cônicas do primeiro S-BR

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Foto-1-e-2-UsinagemSubse%C3%A7%C3%A3oSBR..jpg)

A Itaguaí Construções Navais (ICN) realizou processo de usinagem de topo da Subseção TR 3, da Seção 2A, do primeiro submarino convencional S-BR destinado para a Marinha do Brasil. No total, estão previstos quatro deste modelo no PROSUB. O passo seguinte será a soldagem das cavernas com o revestimento do casco para posterior união a outra subseção, identificada como Subseção TR4.

De acordo com Luiz Carlos M. Brandão Jr, Gerente de Produção de Cascos Resistentes de Submarinos da ICN, a usinagem é um processo importante na montagem de uma subseção, pois trata-se de uma etapa de ajuste fino (faceamento) da chapa antes da soldagem. “Depois de retirado o material, caso alguma dimensão não esteja em conformidade com o projeto, a estrutura pode ficar comprometida, portanto, a usinagem prepara as subseções para soldagem de topo para perfeita união das seções”, esclarece.

A etapa é importante, pois engloba a execução da tecnologia absorvida na França, consistindo em mais um avanço recente do PROSUB.

As subseções TR4, TR3, TR2 e a TR1 são cônicas e estão localizadas na parte de ré do submarino. “O corpo do submarino tem forma cilíndrica, contudo, a extremidade de ré vai afunilando, com maior conicidade e menor diâmetro. Por isso o trabalho de usinagem é fundamental para que tudo saia perfeito para a soldagem”, reforça Brandão Jr.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Foto-3-UsinagemSubse%C3%A7%C3%A3oSBR..jpg)

Curso CIAMA

Devido à complexidade do projeto de construção de submarinos e seu ineditismo no Brasil, os profissionais da ICN participam do Curso de Submarinos para Engenheiros. Ministrado pela Marinha do Brasil, através do Centro de Instrução e Adestramento Almirante Attila Monteiro Aché (CIAMA), estão previstas duas turmas, sendo que a primeira teve início em meados de novembro. Ao todo são mais de 140 horas de aulas aplicadas ao longo de quatro semanas, compreendendo informações teóricas e atividades práticas.

Com o curso, os integrantes da ICN passam a ter uma visão geral da operação de um submarino, a partir do contato com submarinistas, de forma que eles possam compreender como a parte em que atuam na sua construção interage com as demais áreas. As aulas são divididas em cinco módulos.

fonte: http://tecnodefesa.com.br/realizada-a-u ... eiro-s-br/ (http://tecnodefesa.com.br/realizada-a-usinagem-das-subsecoes-conicas-do-primeiro-s-br/)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 09, 2015, 09:29:44 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/04/08/ajuste-tecnico-entre-brasil-e-franca-para-modernizacao-do-nae-sao-paulo/
Citar
Segue abaixo a minuta que entrou em vigor hoje (8.4.2015) do Ajuste Técnico entre os Ministérios da Defesa da França e do Brasil para cooperação na modernização do Navio-Aeródromo São Paulo.

Artigo 12
12.1 O presente Ajuste entrará em vigência à data da sua última assinatura.
12.2 O presente Ajuste terá aplicação durante um período três (3) anos, renovável por escrito e de comum acordo entre as Partes, por períodos de dois (2) anos.
12.3 O presente Ajuste poderá ser emendado, a qualquer momento, mediante comum acordo, por escrito, entre as Partes.
12.4 O presente Ajuste poderá ser denunciado, a qualquer momento, por notificação escrita endereçada à outra Parte, com aviso prévio de seis (6) meses.
12.5 O fim do Ajuste não exonera as Partes da execução das obrigações que surgirem durante o período da sua aplicação.
12.6 As disposições do presente Ajuste não regem, nem substituem ou modificam os compromissos e obrigações assumidos ao abrigo de contratos comerciais, qualquer que seja o cliente, o fornecedor ou a data de formalização do contrato.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/NAe-S%C3%A3o-Paulo-foto-2011-Nun%C3%A3o-Poder-Naval-For%C3%A7as-de-Defesa.jpg)
(https://www.mar.mil.br/amrj/images/ct246_02.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Johnnie em Abril 09, 2015, 11:29:36 pm
Voçês andam em belas companhias, é Russia, Irão, Venezuela, Cuba e por ai vai... depois admiram-se do congresso dos EUA vos vete armamento  :roll:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 10, 2015, 01:59:55 pm
Citação de: "Johnnie"
Voçês andam em belas companhias, é Russia, Irão, Venezuela, Cuba e por ai vai... depois admiram-se do congresso dos EUA vos vete armamento  :roll:

Este veto é difícil vir, mesmo que o Brasil estenda seus laços com Irã, Venezuela (nossos vizinhos, portanto, irmãos latinos-americanos), Cuba (idem) e Rússia. O Brasil não é uma Bolívia. Entenda isso.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 10, 2015, 02:55:51 pm
Citação de: "Johnnie"
Voçês andam em belas companhias, é Russia, Irão, Venezuela, Cuba e por ai vai... depois admiram-se do congresso dos EUA vos vete armamento  :mrgreen:  :roll:  :G-beer2:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: P44 em Abril 11, 2015, 08:31:50 am
10 de abril de 2015
Marinha decide tentar estender a vida útil das fragatas classe ‘Niterói’ até 2027/2030


O comandante da Marinha do Brasil, almirante-de-esquadra Eduardo Leal Ferreira, resolveu reativar o plano de remotorização das fragatas classe Niterói.

Elaborado em 2013, com o objetivo de manter esses navios em atividade até o final da próxima década – entre 2027 e 2030 –, o planejamento teve sua execução suspensa em 2014.

A ideia dos almirantes brasileiros é resgatar um oferecimento que o estaleiro espanhol Navantia e a companhia alemã de motores MTU fizeram à Força Naval brasileira, há pouco mais de 20 meses, no sentido de modernizar, por meio de motores a diesel, o sistema de propulsão das fragatas de fabricação britânica tipo Vosper Mk.10 – no Brasil conhecidas por Niterói.

Não se sabe se a intenção de Leal Ferreira é tentar estender a vida útil de todas as seis unidades classe Niterói, ou de apenas quatro delas, deixando de fora os dois navios que apresentam maior desgaste: a Niterói (F40) e a Defensora (F41). Tal definição dependerá de uma rigorosa inspeção a que todas as unidades da classe serão submetidas.

O assunto é complexo porque outros componentes das fragatas, como radares e sistemas de armas apresentam graus variados de degradação.

As seis Niterói, de 3.700 toneladas (a plena carga) entraram em operação na Esquadra brasileira entre os anos de 1976 e 1980, e, desde então, vêm operando como os navios mais robustos e importantes da força de superfície. No final dos anos de 1990 elas foram submetidos a uma ampla modernização de seus sensores, que visaram proporcionar, entre outras melhorias, um upgrade em seu armamento.

Júlio de Noronha – Na época em que as companhias europeias apresentaram sua proposta ao comando da Marinha, a Navantia vinha de ser contratada para fornecer o sistema de controle do motor da corveta Júlio de Noronha (V33), uma das quatro unidades classe “Inhaúma” da Esquadra.

O plano das empresas europeias era de realizar o mesmo serviço nas outras três corvetas dessa classe, mas não houve condições financeiras para que isso se tornasse realidade.

No início de 2014, esperançoso de que a Presidência da República permitisse a renovação da frota por meio do PROSUPER (Programa de Obtenção de Meios de Superfície) e do programa de corvetas classe Barroso Modificada (CV03), o então comandante da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto, suspendeu as tratativas para a remotorização das Niterói – decisão que Leal Ferreira, agora, modificou.

Segundo o Poder Naval pôde apurar, a intenção dos chefes navais brasileiros é de que a reforma nas fragatas aconteça no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) – organização militar que também deve passar por ampla modernização.

http://www.naval.com.br/blog/2015/04/10 ... -20272030/ (http://www.naval.com.br/blog/2015/04/10/marinha-decide-tentar-estender-a-vida-util-das-fragatas-classe-niteroi-ate-20272030/)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 11, 2015, 10:49:46 am
PROSUPER ao fundo... :mrgreen:  :twisted:  :mrgreen:  :twisted:  :G-beer2:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Abril 11, 2015, 11:27:01 am
Portanto, querem mantê-las ao serviço até terem 50 anos... São navios que actualmente já são algo obsoletos, se não receberem modernização de outros sistemas (e armamentos) para além dos motores, ao fim destes 12/15 anos ainda pior... Enfim, lembraram-se de reconsiderar uma proposta feita há 20 anos...
Depois não há dinheiro, mas continuam a esbanjar dinheiro no ego (porta-aviões)...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 13, 2015, 12:04:40 pm
http://www.planobrazil.com/sea-gripen-tecnicos-da-saab-visitaram-a-diretoria-de-aeronautica-da-marinha-daerm/
Citar
Um grupo de técnicos da empresa sueca SAAB e integrantes da Força Aérea Brasileira visitaram a Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM). O propósito foi apresentar estudo técnico inicial de viabilidade do Sea Gripen, versão naval do Gripen NG. Esses trabalho foi realizado pela empresa com foco na execução do projeto de modificações necessárias para a adaptação desse avião de combate às operações embarcadas.

A comitiva foi recepcionada pelo Diretor de Aeronáutica da Marinha, contra-almirante Carlos Frederico Carneiro Primo. Foram apresentados dados técnicos, colhidos e analisados pela SAAB, e sua conclusão, confirmando a possibilidade de que uma futura versão naval do Gripen NG, que possa operar, com segurança, a bordo do navio aeródromo São Paulo. De acordo com estimativas iniciais, a expectativa de similaridade entre os modelos Gripen NG e o Sea Gripen ficará em torno de 90% a 95%, índice que traria benefícios relativos à manutenção e treinamento.

O diretor de aeronáutica da Marinha ressaltou a importância do Projeto F–X2 para a transferência de tecnologia, fomento da cadeia produtiva e aumento da autonomia do País na área de Defesa. Destacou, ainda, que o desenvolvimento do SEA GRIPEN consolidaria um processo de transferência de tecnologia, confirmando a capacitação da Indústria de Defesa Nacional.

Ivan Plavetz
Amanha o SEA GRIPEN NG, já deve voar desde o convés do novíssimo e reformado NAE S. Paulo... :twisted:
(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2014/11/23252.jpg)
(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Gripen-Naval.jpg)

 :G-beer2:  :twisted:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Abril 13, 2015, 01:16:16 pm
Deviam ir com calma... Estão a fazer estudos de uma versão naval (que ainda não existe nem no papel) baseado num caça que também não existe ainda para além de um protótipo... Resumindo, não sabem nada de concreto sobre as capacidades reais do avião, e já estão a estudar a viabilidade de navalizar um avião que é uma incógnita... Concordo que tenham de fazer as coisas com antecedência, mas para já é tudo um pouco "às escuras".
De resto, o Sea Gripen irá dotar a MB de uma capacidade considerável no que respeita ao poderia aéreo, isto claro se não tiver as suas capacidades reduzidas para ser embarcado... No entanto, penso que actualmente os esforços deviam ir para o resto da marinha que tem carências muito mais graves e sem solução à vista.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Abril 13, 2015, 01:39:05 pm
Quando não há resposta a dar, desvia-se do tema...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 13, 2015, 02:23:47 pm
Citação de: "dc"
Quando não há resposta a dar, desvia-se do tema...
À um ano atrás iam compar dois porta aviões, agora "assobiam para o lado"...  :twisted:
http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/marinha-brasileira-pode-comprar-dois-porta-avioes_1364.html
Citar
A Marinha do Brasil vai comprar dois porta-aviões. É o que afirma reportagem publicada no blog Coluna Esplanada, do UOL. Segundo o artigo, após a conclusão do Programa F-X2, a Marinha passou a pressionar o governo para finalizar seu Programa de Obtenção de Navios-aeródromo, engavetado há vários anos pelo Planalto. O projeto original prevê a construção de dois porta-aviões, ação que provavelmente será conduzida numa parceria entre a Marinha, a indústria nacional e estaleiros estrangeiros. Acredita-se que a Marinha também escolherá o Gripen NG como seu vetor embarcado, baseado nos estudos do Gripen NG Naval. A Marinha do Brasil não confirmou nem negou a veracidade das informações, alegando apenas que trabalha para renovar e fortalecer seus meios. Ainda que o emprego de um porta-aviões pelo Brasil seja polêmico, dentro do ponto de vista estratégico empregado pelo país, especialistas em defesa afirmam que uma esquadrada dotada com porta-aviões aumenta consideravelmente sua projeção, servindo assim como uma poderosa arma de dissuasão.
Atualmente o A-12 São Paulo, adquirido da França em 2000, têm 50 anos de uso e vem enfrentando sérios problemas operacionais, comprometendo a soberania nacional e a operação da Esquadra.
http://noticiasmilitares.blogspot.pt/2015/03/ciente-do-agravamento-da-crise-marinha.html#.VSvDB_nF9Hw
Citar
Diante da possibilidade de agravamento do já difícil cenário econômico, os oficiais do Estado-Maior da Armada e do Comando de Operações Navais mantém como opção, nos seus estudos para a obtenção de uma unidade de projeção de força, o porta-helicópteros da classe San Giusto, construído há pouco mais de 20 anos para operar como navio de assalto anfíbio pelo estaleiro Fincantieri, de Riva Trigoso (norte da Itália).

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 13, 2015, 03:11:22 pm
Citação de: "JMKeynes"
Cara, pensa no seguinte, vocês são um país europeu, vocês são um país inserido na Europa Ocidental.

É vergonhoso demais ser apenas o que são, ainda que territorialmente falando sejam pequenos, pouco importa.

A Alemanha por exemplo é do tamanho do estado da Bahia.

E  que dizer de Bélgica, Holanda e Suécia por exemplo?

Não produzem nada.

É algo que nos molesta também.

Ia o caríssimo luso dizendo...  :wink:

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Abril 13, 2015, 03:35:18 pm
Não somos? Então e por acaso sabe porque razão nem sequer tentamos? Será preguiça? Compare lá os custos para criar de raiz e fabricar uma arma para 200 mil militares das vossas forças armadas com os mesmos para apenas 20 mil soldados! Depois para compensar, seria necessário um produto competitivo no mercado, não bastava produzir uma arma e "já tá", e até se garantir competitividade e capacidade de produção para responder a possíveis encomendas era preciso muito investimento. Ou seja, 70 mil armas não seriam o suficiente para compensar os custos de desenvolvimento. O mesmo se passaria com veículos militares, navios ou aviões. No caso de Portugal, com um orçamento limitado, é difícil fazer investimentos em algo sem garantias de sucesso, é pena, mas é a verdade.

O facto de sermos um país da Europa ocidental nem sempre nos ajuda... Veja para onde estão a ser movidas as grandes fábricas da industria têxtil e de calçado, da industria automóvel, etc... veja os seus ténis da Nike/Adidas ou o que quer que seja, e veja onde são produzidos. Quantos são produzidos na "Europa Ocidental"? A Europa Ocidental não é um lugar assim tão "vantajoso" para se estar quando se tem uma economia em baixo. Os grandes investimentos já não são feitos aqui, vai tudo para a Ásia, América Latina e  Europa de Leste. Porquê? Porque há falta de qualidade na mão de obra na Europa? Não, simplesmente fica mais barato para as marcas produzir noutro lados.
No ponto de vista militar, não produzimos quase nada porquê? Pois, quando há algum projecto não há investimento, e tem sido assim desde há muitos anos. É culpa de quem? De Portugal como país? Ou será dos governantes que cancelam ou desinvestem em tudo o que é projectos nacionais? Para além disto, há ainda a corrupção, dinheiro que poderia ter sido investido em algo com possível retorno foi parar aos bolsos de alguém...

Luso, no que respeita à Marinha Brasileira, subiram onde? É que pelo que se tem dito, por notícias de lá, a Marinha está num estado gravíssimo, há navios parados, projectos a serem cancelados constantemente, e por aí em diante. Agora diga-me, onde estão eles a "subir"? A nível dos submarinos? Se for o caso, então por essa lógica, pode-se considerar que a Marinha Portuguesa está lindamente desde a vinda dos Tridente... Aqui o que se tem dito é que há componentes da MB com graves lacunas, tanto de equipamento como operacionais, e nessas componentes é que deveria ser feito o investimento. Se este é um tema alheio a nós, então não vejo a razão da existência deste tópico.

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Abril 13, 2015, 04:00:15 pm
Citação de: "JMKeynes"
Cara, pensa no seguinte, vocês são um país europeu, vocês são um país inserido na Europa Ocidental.

É vergonhoso demais ser apenas o que são, ainda que territorialmente falando sejam pequenos, pouco importa.

A Alemanha por exemplo é do tamanho do estado da Bahia.

E  que dizer de Bélgica, Holanda e Suécia por exemplo?

Não produzem nada.

É algo que nos molesta também.

A Alemanha e o Japão são bem mais pequenos que a Bahia. Aliás, são pouco maiores que Goiás. Mas vocês aí no Brasil têm estado com 80 milhões de habitantes (Alemanha), ou 130 milhoes de habitantes (Japão)?  Se não têm, comparação dessa não faz sentido, a menos que estejamos a ter uma discussão entre crianças de 6 anos.

Mas já que você é tão conhecedor de assuntos navais, deixo aqui uma advinha. O que têm em comum estas classes de navio?

(http://defense-update.com/wp-content/uploads/2011/11/K130_Oldenburg.jpg)
(http://www.militaryfactory.com/ships/imgs/sas-mendi-f148.jpg)
(http://i.imgur.com/HizjJBs.jpg)
(http://media.defenceindustrydaily.com/images/SHIP_FFG_ANZAC3_HMNZS_Te_Mana_F77_HMAS_Parramatta_FFH-154_HMNZS_Te_Kaha_F111_lg.jpg)
(http://www.termaloma.com/images/FGS%20BAYERN.jpg)
(http://www.militaryimages.net/photopost/data/511/Vasco_da_Gama_Frigate_F330.JPG)
(https://newwars.files.wordpress.com/2010/06/gomez_roca_p-46.jpg)
(http://www.military-today.com/navy/almirante_brown_class.jpg)
(http://www.seaforces.org/marint/Moroccan-Navy/F-501-RMNS-Lieutenant-Colonel-Errhamani-Dateien/image015.jpg)
(http://cdn2.shipspotting.com/photos/middle/5/5/8/760855.jpg)
(https://farm4.staticflickr.com/3279/2799755579_b13958244f_z.jpg?zz=1)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/2010-08-06_F-471_Antonio_Enes_04.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Luso em Abril 13, 2015, 04:06:32 pm
Citação de: "mafets"

Ia o caríssimo luso dizendo...  :wink:

Cumprimentos

Safa, tens razão, caramba.
Eu bem tento, mas...
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Luso em Abril 13, 2015, 04:13:30 pm
Citação de: "dc"
Aqui o que se tem dito é que há componentes da MB com graves lacunas, tanto de equipamento como operacionais, e nessas componentes é que deveria ser feito o investimento. Se este é um tema alheio a nós, então não vejo a razão da existência deste tópico.

Cumprimentos

Totalmente de acordo, dc, não me inteprete mal. Apesar de julgar mais que positivo a vontade de domínio nacional de tecnologia de construção naval.
Referia-me era apenas ao não insistir num problema que não nos diz respeito. Partilho da visão sucinta que fez da questão e ficar-me-ia por aí e quem não gostar "boa noite e bons livros".
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Daniel em Abril 13, 2015, 04:32:06 pm
Citar
É vergonhoso demais ser apenas o que são, ainda que territorialmente falando sejam pequenos, pouco importa.

Vergonhoso é voce não saber o que diz, pois devia sentir vergonha de ter uma país tão grande e que parece ser um motivo de orgulho, nada contra, mas ao mesmo tempo, esse mesmo país é tão mal visto pelo mundo fora.
Mais, respeite para ser respeitado, pois o mais provavel, é nem saber como esse imenso país que hoje é motivo de orgulho para tantos brasileiros, lhe chegou as mãos.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Luso em Abril 13, 2015, 04:38:19 pm
Começo a perceber  - e não só aqui - que a atitude inerente a certas nacionalidades parece confirmar uma regra que, embora não me agrade, tenha mesmo que a aceitar.
Não é possível nem desejável construir um diálogo razoável com selvagens.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Daniel em Abril 13, 2015, 04:45:59 pm
Citar
O que eu lhe fiz, rapaz?

Paras de insultar Portugal e os portugueses e limata-se a debater os tópicos sendo racional e objectivo, com a verdade dos factos e aceitando a crítica como parte construtiva e não o meu é melhor que o teu percebe.
Sei que o brasileiro no geral é muito orgulho para muitas das vezes conseguir aceitar a verdade dos factos, pois neste momento no que diz respeito as FAB e todo o mundo vê menos voce, um só, mais olhos que barriga.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Abril 13, 2015, 04:49:25 pm
Cara, você é mesmo ignorante né! Por acaso você faz ideia da percentagem de população que Portugal perdeu durante as invasões napoleónicas? Se não sabe eu digo-lhe: 25 por cento! Você tem noção do que é isso? Hoje em dia chama-se genocídio. Agora imagina que o rei tinha ficado? Quantas mais mortes teriam sido adicionadas?

Por acaso, você chama de cobarde aos monarcas europeus que fugiram de Hitler e se refugiaram na Inglaterra? Ou você chama de cobarde a Douglas MacArthur que fugiu dos japoneses? Chama de cobarde a Churchill por ter retirado da França? Se queres uma marinha gloriosa luta por isso e vai comentar em forum brasileiro, porque andar a dizer disparate em forum estrangeiro não acrescenta nada. E se queres ter um pais verdadeiramente grande acaba também com as favelas e o racismo. Deixa de lado o teu complexo de inferioridade bacoco, lembra do PAV e cumpre o teu destino!
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: dc em Abril 13, 2015, 05:06:34 pm
Luso, peço desculpa então, interpretei mal apenas  :G-beer2:

Falta de iniciativa e de coragem? Então diga-me lá, se você estiver sem dinheiro, vai arriscar dinheiro que NÃO TEM e investi-lo em projectos ou o que seja que não dão garantias de retorno? Mas você pensa antes de escrever?
No caso de Portugal, não há dinheiro, simples. Deu pena o que escrevi? A mim dá pena a sua arrogância...
Mas no vosso caso, para além de ter havido investimento, houve consumo interno para compensar os custos de desenvolvimento... Cá, quer queira quer não, não seria assim tão fácil, no caso da aeronáutica não encontraria nenhuma empresa ou nenhum ramo das forças armadas portuguesas disponíveis para comprar um elevado numero de aeronaves, de forma a compensar o investimento. Para além disso, há 30 anos e agora é muito diferente. Há trinta anos um avião era mais fácil de desenvolver e produzir, agora não é assim, se a Embraer começasse agora, a probabilidade de expansão seria muito menor, podia conseguir, mas não seria algo fácil e sem um sério investimento. Concordo consigo quando diz que "o que é grandioso começa pequeno", mas o "pequeno" há 30 anos, hoje é um investimento sério. Caso não tenha percebido ainda, isto não é assim "toma lá 10 euros e desenvolve aí um avião"... Nos tempos que correm, seria preciso investir muitos milhões, e agora diga-me, como vai justificar esse investimento aos milhares de desempregados? "Este investimento vai criar 500 postos de trabalho"? Sim, criaria postos de trabalho, mas seria em áreas onde o desemprego não é tão grave relativamente a outros sectores. A maior parte desses milhares desempregados não têm propriamente formação para produzir um avião, logo, para essas pessoas, pouco lhes interessava... O ideal? O ideal seria haver dinheiro para investir nos vários sectores, desde a construção civil à construção naval, e por aí em diante, assim satisfazendo as necessidades laborais de todos os desempregados. De nada servia, para a maior parte da população, investir mil milhões em algo que iria criar 500 empregos em vez de investir em algo que, por esse mesmo investimento, originasse 10 mil empregos. Entende agora? Resumindo, há que investir sim, mas não se pode investir o pouco que se tem às cegas em algo sem retorno, não se trata de ter medo de tentar, simplesmente não há dinheiro "a mais" para investir às cegas em aventuras.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Abril 13, 2015, 05:55:50 pm
Estás todo contentinho porque há 70 anos mandaste 25.000 pés-descalços (equipados pelos americanos) para Itália? E perdeste o quê, 1000 homens? Pois deixa que te diga que há 100 anos, aqui da 'terrinha', mandámos 50.000 pés-descalço (equipados pelos ingleses) para França e num só dia perdemos 10.000 deles. E daí?
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 13, 2015, 06:30:10 pm
http://www.naval.com.br/blog/2015/03/28/precisamos-para-ja-de-4-bons-navios-usados/
Citar
STATUS DA ESQUADRA BRASILEIRA EM 2015, COM BASE EM INFORMAÇÕES OSTENSIVAS

Tipo                Nome               Status
Navio-Aeródromo   São Paulo (A12)   Parado, em reforma até 2019
Fragata   Niterói (F40)   Vai docar para reparos em Aratu-BA
Fragata   Defensora (F41)   Parada em PMG, há vários anos
Fragata   Constituição (F42)   Operacional
Fragata   Liberal (F43)   Operacional
Fragata   Independência (F44)   Em reparos
Fragata   União (F45)   Quebrou no Líbano, em reparos
Fragata   Greenhalgh (F46)   Operacional
Fragata   Bosísio (F48)   Prestes a dar baixa
Fragata   Rademaker (F49)   Operacional
Corveta   Inhaúma (V30)   Em reparos, há vários anos
Corveta   Jaceguai (V31)   Em reparos, há vários anos
Corveta   Julio de Noronha (V32)   Em reparos, há vários anos
Corveta   Barroso (V34)   Operacional
Submarino   Tupi (S30)   Em reparos
Submarino   Tamoio (S31)   Em reparos
Submarino   Timbira (S32)   Em reparos
Submarino   Tapajó (S33)   Operacional
Submarino   Tikuna (S34)   Em reparos
Com uma Marinha destas e ainda se armam em "prima donas" com as críticas face ao PROSUB. Vergonha na cara é o devia ter ou pelo menos lutar contra este estado da armada. Em vez disso ainda apoiam NAE e outros projectos ao invés de cuidarem bem da frota que têm, com navios com 10 a 20 anos encostados e em reparos. Uma Miséria.  :roll:
Citar
O sonho de muitos militares da Marinha – e de muitos civis entusiastas da Força Naval – de ver a força de superfície da Esquadra reforçada pela chegada da corveta “Tamandaré”, primeira das quatro unidades classe “Barroso modificada” (também conhecida como CV 03), precisará ser adiado.

Segundo o Poder Naval pode apurar, o reprojeto dessa categoria de embarcações, ordenado pelo Comando da Marinha, no segundo semestre do ano passado, ao Centro de Projetos da Marinha e a outras organizações militares, só redundará num planejamento definitivo em junho de 2015.

Em função disso, o corte da primeira chapa do navio ficou para o fim deste ano, e sua entrega ao setor operativo da Esquadra para o ano de 2021.

As outras três unidades dessa classe serão entregues até 2024, à razão de uma por ano. De acordo com as mesmas informações, cada corveta será prontificada no período de cinco anos – o que pode ser considerado um período relativamente longo.
http://www.naval.com.br/blog/2015/02/21/incorporacao-da-corveta-tamandare-pela-esquadra-ficou-para-2021/
POdem assinar os contratos que quiserem à vontade que as novas corvetas Tamandare e os seus misseis SEA Ceptor só virão, isto se entretanto não existirem mais atrasos, em 2021. Na volta no mundo virtual brasileiro já navegam, apesar da construção ainda não ter nem começado... :mrgreen:  :twisted:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 13, 2015, 11:09:36 pm
"Mal sabiam eles que bastava terem desafiado os zé-cariocas para uma pelada e oferecido um chope e o resultado teria sido diferente."

Vocês portugueses ganharam várias batalhas e a história prova que honrosamente saíram vitoriosos em diferentes façanhas militares em distintas épocas, tais como: S. Mamede (1128), Ourique (1139), Atoleiros (1384), Aljubarrota (1385), Linhas de Elvas (1659), Ameixial (1663), Vimeiro (1808) e Buçaco (1810). Como exposto, a história de Portugal é rica em batalhas e guerras, no qual reverencio e nutro grande respeito e admiração.

Porém, isso não lhes dão o direito de difamar os 25 mil brasileiros que integraram a Força Expedicionária Brasileira (FEB) que lutaram na II Guerra Mundial no teatro de operações na Itália. Por mais que miúda e simples foi a contribuição brasileira no esforço de varrer da face da terra o nazi-fascismo, isso não lhes dão o direito de profanar aqueles que lá estiveram derramando sangue pela liberdade de muitos.

Não se pode usar da debilidade de informações de um forista brasileiro para atacar rasteiramente a FEB. Ofendê-los de forma baixa é um crime. Tal ato é tão repugnante e parvo que não há palavras para descrevê-lo. Acabam de cuspir na face deste honrados senhores:

(http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/8170620.jpg)

(http://www.folhadaregiao.com.br/imagens/FOTO2-258121-2010-05-06-17:21.jpg)

(http://diariodesantamaria.rbsdirect.com.br/imagesrc/16233605.jpg?w=620)

Atacar a memória de quem derramou sangue para que o mundo fosse menos pior é uma infâmia!!

Estes "zé cariocas" sofreram, lutaram, tombaram e marcharam por uma causa nobre, muito nobre, diga-se de passagem. Atentar contra a memória destes brasileiros é de uma cretinice que me dá ânsia de vômito.

Só lamento tamanha baixeza! No afã de ofender um desinformado, acaba de cometer uma grande calúnia contra nobres senhores que tombaram para que vocês tivessem a liberdade de escrever asneiras!!
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Abril 13, 2015, 11:16:49 pm
Esse número de 40% não faz nenhum sentido e contraria todos as estatísticas oficiais. Todos sabemos que na prática (em qualquer lugar do mundo) a iliteracia funcional supera em muito as estatísticas, e que a amostra que nos tem sido presenteada não é das melhor, mas ainda assim parece-me abusivo dizer que 40 % dos brasileiros é analfabeta.

E que tal voltarmos ao tópico da MB? Pode sempre criar-se um tópico na área livre para discutir a coxa de frango, o pastel de nata, ou a glória de participar no estádio final de uma guerra só para dizer que se aceitou a rendição do inimigo.

Edit: Vítor Santos, só vi o seu post depois de postar o meu. Somente uma pergunta: cadê a sua indignação ao comentário do seu compatriota quando confrontado com os números da participação portuguesa na Primeira Guerra? Os portugueses só têm sido insultados na sua honra e dignidade desde que você e o seu compatriota começaram a frequentar este espaço. Os insultos nunca começaram da nossa parte. Por isso, faça um favor a todos nós e pare de se armar em vítima. E que tal voltar ao tópico?
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Abril 13, 2015, 11:21:08 pm
Admirável é a Itália:

Em Montese, homenagearam os soldados brasileiros erigindo o Monumento Alla Libertà, esculpido pelo artista Italo Bortolotti. Situado no Largo Brasile, o monumento foi inaugurado no dia 14 de abril de 1995 e presta saudações à FEB:

(http://febrasileira.xpg.uol.com.br/passos1.JPG)

(http://www.portalfeb.com.br/wp-content/uploads/foto11.jpg)

Cemitério da FEB em Pistoia, Itália:

(https://lapaazul.files.wordpress.com/2012/05/pistoia.jpg)

(http://www.jdv.com.br/uploads/140411050311_na-grande-parede-de-concreto-a-mensagem-e-o-nome-dos-465-brasileiros-mortos-em-combate-no-front-italiano.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Abril 13, 2015, 11:34:19 pm
Citação de: "NVF"
Esse número de 40% não faz nenhum sentido e contraria todos as estatísticas oficiais. Todos sabemos que na prática (em qualquer lugar do mundo) a iliteracia funcional supera em muito as estatísticas, e que a amostra que nos tem sido presenteada não é das melhor, mas ainda assim parece-me abusivo dizer que 40 % dos brasileiros é analfabeta.

E que tal voltarmos ao tópico da MB? Pode sempre criar-se um tópico na área livre para discutir a coxa de frango, o pastel de nata, ou a glória de participar no estádio final de uma guerra só para dizer que se aceitou a rendição do inimigo.

Edit: Vítor Santos, só vi o seu post depois de postar o meu. Somente uma pergunta: cadê a sua indignação ao comentário do seu compatriota quando confrontado com os números da participação portuguesa na Primeira Guerra? Os portugueses só têm sido insultados na sua honra e dignidade desde que você e o seu compatriota começaram a frequentar este espaço. Os insultos nunca começaram da nossa parte. Por isso, faça um favor a todos nós e pare de se armar em vítima. E que tal voltar ao tópico?
Se se posta uma notícia brasileira descrita por brasileiros a criticar ás opções dá mb como o nae, prosub ou sea gripen é um chorrilho de ofensas e acabamos a ver todo o tipo de fotos que nada tem sobre o tópico. Aliás, por aqui a discussão só corre bem se for postado videos e fotos patrioticas dá mb, dos submarinos ainda a construir e do sea gripen já a voar. Desculpem mas debato defesa real e não ficção. E debater é algo que alguns "senhores" não fazem, não sabem e pretendem que os outros foristas nao o possam fazer. E isso é claro como a àgua, desde que esses 3 senhores por aqui aterraram de paraquedas, ofendidos e em clara vitmizacao por meras opiniões alicercadas nos média brasileiros. :wink:

 :G-beer2:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: PereiraMarques em Abril 13, 2015, 11:35:49 pm
======== Nota da moderação =========

Estes tópicos devem-se orientar essencialmente pela análise e discussão da componente técnica. Contudo, sabemos que o mérito (ou desmérito) de determinadas opções raramente é totalmente técnico, que a componente política e a componente económica associada a política é muitas vezes determinante. Outras vezes, essa componente política assume ainda uma visão prospectiva, de longo prazo ou estratégica. De qualquer maneira a discussão das vantagens, desvantagens, méritos ou desméritos das opções tomadas devem centrar-se nestas componentes: técnica, política, económica ou estratégica. Referências à história ou cultura de um de outro povo, são totalmente paralelas e, conforme, temos tido oportunidade de ver (i.e. de ler) apenas servem para "envenenar" a discussão...Siga o tópico da Marinha do Brasil!  

Pel'A moderação,
B. Pereira Marques
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Abril 13, 2015, 11:44:30 pm
Citação de: "Vitor Santos"
Citação de: "NVF"
Esse número de 40% não faz nenhum sentido e contraria todos as estatísticas oficiais. Todos sabemos que na prática (em qualquer lugar do mundo) a iliteracia funcional supera em muito as estatísticas, e que a amostra que nos tem sido presenteada não é das melhor, mas ainda assim parece-me abusivo dizer que 40 % dos brasileiros é analfabeta.

E que tal voltarmos ao tópico da MB? Pode sempre criar-se um tópico na área livre para discutir a coxa de frango, o pastel de nata, ou a glória de participar no estádio final de uma guerra só para dizer que se aceitou a rendição do inimigo.

Enquanto aos seus insultos à FEB? Vai abrir um tópico especial também?

Não é necessário pode utilizar-se o mesmo. E já agora, se me permite, vou explicar-lhe que há diferença entre fazer piada (ainda que de mau gosto) e o insulto à memoria de soldados caídos em combate sejam eles de que nacionalidade forem. Você deve saber bem a diferença, pois a sua participação por aqui tem sido recheada de piada de mau gosto e não me parece que tenha tencionado insultar a memória de soldado português.

E onde para a sua indignação em relação a isto?

Citação de: "JMKeynes"
Citação de: "NVF"
Estás todo contentinho porque há 70 anos mandaste 25.000 pés-descalços (equipados pelos americanos) para Itália? E perdeste o quê, 1000 homens? Pois deixa que te diga que há 100 anos, aqui da 'terrinha', mandámos 50.000 pés-descalço (equipados pelos ingleses) para França e num só dia perdemos 10.000 deles. E daí?

Vocês são o que são, não é?

E nós somos nós.

Quanto a cemitério no estrangeiro, há um assim em França:

(http://static.panoramio.com/photos/large/99129382.jpg)

E mais não digo, não vá a moderação fechar mais um tópico. A partir de agora, só MB!
Título: Re: Notícias (Armadas/Sistemas de Armas)
Enviado por: mafets em Maio 18, 2015, 10:58:12 am
http://www.defesaaereanaval.com.br/esquadrao-hu-4-completa-20-anos/
Citar
A presença da Marinha na região Centro-Oeste remonta ao ano de 1873, quando teve início a
construção do Arsenal de Marinha de Ladário, tendo a história da Aviação Naval no Pantanal iniciado
nos idos de 1932, quando foi inaugurada a Base de Aviação Naval de Ladário.
Até 1936, operavam na área cinco hidroaviões “Farey-Gordon” pertencentes à Primeira Divisão de Esclarecimento e Bombardeio,
cabendo ressaltar que, daquela época, permanece até hoje, a antiga torre de controle, marco histórico localizado nas instalações do
atual Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário.
Em 1984 se iniciou a construção do atual hangar do Esquadrão e, cinco anos mais tarde, foram retomadas as operações aéreas na
região, quando o então Destacamento Aéreo operava 02 helicópteros UH-12 Esquilo.
Em 16 de Maio de 1995, de acordo com a Portaria nº 0292 do então Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Mauro Cesar Rodrigues
Pereira, foi criado o 4º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-4).
Sua ativação deu-se em 06 de Junho de 1995, tornando-se assim uma Unidade Aérea Operativa da Marinha do Brasil, subordinada ao
Comando do 6º Distrito Naval, cuja área de jurisdição compreende os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Seus meios aéreos são empregados nas tarefas de busca e salvamento (SAR), evacuação aeromédica (EVAM), esclarecimento,
transporte de tropa, ligação e observação, apoio aéreo aproximado, apoio logístico móvel, reconhecimento armado, cobertura aérea,
escolta e ataque aéreo.
O HU-4 é conhecido como Esquadrão Gavião, assim como as aeronaves que opera, alusivo a espécie falconiforme, da família dos
aciptrídeos e falconídeos, ave dotada de visão privilegiada, soberana na região do Pantanal. Frequenta terrenos abertos, descampados,
margens dos rios, lagoas e cerrados, onde a qualquer momento pode capturar sua presa.

Em 23 de janeiro de 2012, o 1° Esquadrão de Helicópetros de Emprego Geral (HU-1) iniciou o deslocamento de duas aeronaves UH-12
Esquilo, a N-7052 e a N-7053, a fim de apoiar o 6º DN e qualificar oficiais e praças do 4° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral
(HU-4) no novo modelo de aeronave.
Em 13 de julho de 2012 o HU-4 recebeu por transferência do Esquadrão HU-1, duas aeronaves UH-12 Esquilo de prefixos N-7052 e N-
7053.
Símbolo deste Esquadrão, tradução de vivacidade, audácia e astúcia, este predador por natureza é a representação fiel dos
sentimentos do Esquadrão HU-4 no cumprimento de suas missões.
Seu atual Comandante é o CC Rodrigo Fernandes Monteiro.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/monitor-Parna%C3%ADba-operando-com-helic%C3%B3ptero-do-HU-4-amplia%C3%A7%C3%A3o-foto-MB-sexto-Distrito-Naval.jpg)
(http://i1.wp.com/www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/UH-12-Esquilo_HU-3-580x385.jpg?resize=350%2C200)
(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/01/HU-4_021-600x400.jpg)
(https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSgRqJy0GdWv5Y7fgruCVMHgtMAYMHd8UZyJVbubNesDVLfn08ZpQ)
(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/01/HU-4_TiroMTR_12-600x400.jpg)
(http://4.bp.blogspot.com/_zoGs3zfxRZ0/TCyy3yHGWpI/AAAAAAAAJ4I/yfr8vx5cbIw/s640/06+-+Helic%C3%B3ptero+HU-5+-+Marinha+do+Brasil+-+Esquadr%C3%A3o+Albat+roz+-+Cr%C3%A9dito+da+foto+-+www.coletivocatarina.com.br.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/IH-6B_HU-4.jpg)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 19, 2015, 10:03:43 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/05/18/dgmm-fecha-a-lista-de-itens-a-serem-modernizados-nos-oito-super-lynx-mk21/
Citar
A Diretoria-Geral do Material da Marinha fechou o detalhamento do programa de modernização a que serão submetidos oito helicópteros Super Lynx Mk21 da Força Aeronaval.

O serviço será realizado nas instalações da AgustaWestland, em Yeovil, a 207 km de Londres.

O primeiro helicóptero deverá ter a sua atualização completada no primeiro semestre de 2017; o último deverá retornar à Base Aeronaval de São Pedro da Aldeia (RJ), sede da Força Aeronaval, no começo de 2019.

Modernizadas, essas aeronaves receberão a designação AH-11B Super Lynx.

O programa custará 117 milhões de Euros. Os principais itens a serem modernizados/instalados são:

Motores CTS800-4N;
Novo glass cockpit;
Navegação por satélite;
Processador tático;
TCAS (Traffic Collision Avoidance System);
RWR (Radar Warning Receiver);
MAGE (Medidas de Apoio à Guerra Eletrônica) integrados com lançadores de flare;
Sistemas de pouso por instrumento;
AIS;
ADS-B; e
Guincho elétrico.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Super-Lynx-Marinha-do-Brasil-Domingo-A%C3%A9reo-AFA-2011-foto-4-Nun%C3%A3o-Poder-Naval-580x522.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/07/Super-Lynx-3-580x435.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 20, 2015, 04:09:24 pm
Chineses vencem licitação para reconstruir base Brasileira na Antártica

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Base-Ant%C3%A1rtida.jpeg)

Destruída por um incêndio em fevereiro de 2012, que causou a morte de dois militares, a estação brasileira na Antártica deve ser erguida novamente por empresas chinesas. Uma licitação internacional aberta pelo Comando da Marinha chegou ao fim e seus resultados serão divulgados na edição de hoje do “Diário Oficial” da União, segundo o ministro da Defesa, Jaques Wagner. Os chineses pediram o menor preço para esse trabalho: US$ 99,6 milhões.

Uma proposta finlandesa ficou em segundo lugar, com oferta de US$ 104,8 milhões, e um consórcio de empresas chilenas e brasileiras apresentou proposta de US$ 110,4 milhões. A vitória dos chineses não tem relação nenhuma com a visita do primeiro-ministro Li Keqiang. “Foi absoluta coincidência”, disse Wagner, lembrando que ainda cabem recursos.

Na primeira tentativa de licitação da nova base, restrita a empresas nacionais, não apareceu nenhuma oferta. O surgimento de três propostas, desta vez, afasta o risco de mais um revés no esforço de reconstruir a base científica e militar brasileira Comandante Ferraz, que teve cerca de 70% de suas instalações destruídas. O fogo teve início na praça de máquinas da unidade, onde funcionavam os geradores de energia elétrica da estação.

Apesar da tragédia, permaneceram intactos os refúgios (módulos isolados para emergências); os laboratórios de meteorologia, de química e de estudo da alta atmosfera; os tanques de combustíveis; dois módulos de captação de água doce; a estação-rádio de emergência e o heliponto, que são estruturas isoladas da principal. Em julho de 2014, a Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar lançou a segunda licitação para a reconstrução da estação.

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Novo-Complexo-Antartico.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 20, 2015, 05:18:58 pm
BAE Systems vai fornecer canhões navais para a Marinha do Brasil

(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2015/05/25711_resize_800_600_false_true_null.jpg)

A BAE Systems fechou um contrato para produzir e entregar cinco canhões navais Bofors 40 Mk4 para os navios de patrulha da classe “Macaé” da Marinha do Brasil.

O 40 Mk4 é a mais nova versão naval do Bofors 40 mm, canhão usado por muitas Marinhas e Guardas Costeiras ao redor do mundo. "A versatilidade do novo canhão e seus sistemas de munição 40 mm são atraentes para clientes em todo o mundo", disse Lena Gillström, diretora de sistema de armas da BAE Systems Suécia. "Este contrato reforça nossa posição como fornecedor líder de canhões navais nas Américas."

A produção em série começará imediatamente, com entregas iniciando em 2016 e continuando até 2018. Uma parte da fabricação das peças, de subsistemas, montagem final e testes será feita no Brasil, por meio de parcerias com empresas nacionais.

Uma delas é com a Ares Aeroespacial e Defensa S/A, do Rio de Janeiro, fechada recentemente para a fabricação, montagem e instalação e atividades de pós-venda para os canhões 40 Mk4.

"A produção local dos canhões navais mostra nosso compromisso em estabelecer parcerias mutuamente benéficas com a indústria brasileira", disse Llyr Jones, vice-presidente para a América Latina e Canadá na BAE Systems. "Estamos aplicando princípios semelhantes aos nossos outros programas brasileiros."
 
Nosúltimos 40 anos, a BAE Systems entregou cerca de cem canhões 40 mm para a Marinha do Brasil, para o corpo de Fuzileiros Navais e para o Exército Brasileiro, assim como milhares de cartuchos de munição 40 mm.

A munição programável e multiuso 3P da empresa é fabricada no Brasil desde 1999. Além do Brasil, Japão, Suécia, Finlândia, Islândia, Estônia, Uruguai, Indonésia e Malásia, entre outros países, também usam os canhões 40 Mk4 da BAE Systems.
 
Sobre a BAE Systems
A BAE Systems atende as necessidades de seus clientes e oferece uma ampla gama de soluções avançadas em equipamentos de defesa, aeroespaciais e de segurança.

A empresa trabalha em conjunto com seus parceiros locais para desenvolver, construir, produzir e apoiar as inovações que garantem a soberania, sustentam a economia e protegem os interesses comerciais dos diversos países em que atua.

Seus 88 mil funcionários, nos seis continentes, estão empenhados em criar soluções que protegem e fortalecem nações, comércio, comunidades e pessoas.

Fonte:  http://www.defesanet.com.br/prosuper/no ... do-Brasil/ (http://www.defesanet.com.br/prosuper/noticia/19166/BAE-Systems-vai-fornecer-canhoes-navais-para-a-Marinha-do-Brasil/)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 20, 2015, 06:52:49 pm
Citar
Karlskoga, Suécia – A BAE Systems fechou um contrato para produzir e entregar cinco canhões navais Bofors 40 Mk4 para os navios de patrulha da classe “Macaé” da Marinha do Brasil. O 40 Mk4 é a mais nova versão naval do Bofors 40 mm, canhão usado por muitas
Marinhas e Guardas Costeiras ao redor do mundo. “A versatilidade do novo canhão e seus sistemas de munição 40 mm são atraentes para clientes em todo o mundo”, disse Lena Gillström, diretora de sistema de armas da BAE Systems Suécia. “Este contrato reforça
nossa posição como fornecedor líder de canhões navais nas Américas.”
Mas os navios patrulha Macaé não estão 2 unidades no activo e 4 em construção? http://engenhariaoffshore.blogspot.pt/2013/07/navio-patrulha-classe-macae-p-70.html
Citar
Navios prontos - Estaleiro Indústria Naval do Ceará S.A. (INACE):

P-70 - Macaé;
P-71 - Macau.

Navios em construção - Estaleiro Ilha S.A. (EISA):

P-72 - Maracanã;
P-73 - Maragogipe;
P-74 - Matinhos;
P-75 - Mangaratiba.
(http://www.naviosbrasileiros.com.br/ngb/M/M079/M079-f011.jpg)
(http://www.hardmob.com.br/attachments/estrategia-and-defesa/3566d1294272942-almanaquemob-navios-da-esquadra-brasileira-atencao-muitas-imagens-20101216_35_macau_p75.jpg)
Citar
http://www.hardmob.com.br/estrategia-and-defesa/434943-almanaquemob-navios-da-esquadra-brasileira-atencao-muitas-imagens.html
(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2013/03/NPa-Maracan%C3%A3-2-600x399.jpg)
(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2013/03/NPa-Maracan%C3%A3-600x399.jpg)
O Sistema de comunicações é da portuguesa IED, a qual já anteriormente fornecera para o NAE S. Paulo e para a corveta Barroso, alem de mais 8 marinhas: http://www.defesaaereanaval.com.br/eid-fornecera-novamente-equipamentos-para-a-marinha-do-brasil/?print=print
Citar
A empresa portuguesa EID deve assinar um contrato com o Estaleiro Ilha SA (EISA) para a produção e fornecimento do controle integrado de comunicações ICCS5 (Integrated Communications Control System), que será instalado nos cinco navios de patrulha costeira de 500 toneladas. As fotos abaixo são das primeiras unidades em construção no EISA.

O ICCS5 também foi integrado no NAe São Paulo, como parte de seu programa de modernização e na corveta Barroso, construído pelo AMRJ (Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro).Eles oferecem atualmente duas versões para navios de superfície e submarinos, que incorpora a tecnologia ICCS5 TDM (Time-Division Multiplexing) e que opera ICCS6 IP (Internet Protocol). Ele também foi selecionado para navios das marinhas de guerra da Argélia, Austrália, Espanha, Holanda, Indonésia, Malásia, Portugal e Reino Unido.

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 21, 2015, 02:19:58 pm
Os Orion são da FAB, certo?! Este é o tópico da MB.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 21, 2015, 02:47:02 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Os Orion são da FAB, certo?! Este é o tópico da MB.
(http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be515c908/16847093_4ohzW.jpeg)
Entretanto, videos com o NAE S. Paulo a operar em 2002.

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 22, 2015, 03:42:38 am
MAN SUP – Mais que um míssil, um aprendizado

(http://i0.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2014/11/thumb.jpg?resize=752%2C460)

Ao menos até onde nossa capacidade de imaginação alcança, enquanto houver guerra entre embarcações um míssil antinavio sempre será útil. Um míssil capaz de engajar um alvo no limite dos sensores do navio então, mais bem vindo ainda! E tão necessária quanto a arma, é a capacidade de possuí-la na quantidade que se precisa, a hora que for.
Não limitando esta lógica a mísseis antinavio, mas qualquer arma independente de seu tamanho ou uso só pode ter essa disponibilidade se for produzida pelo próprio país. E este é, basicamente, o raciocínio norteador do projeto do primeiro míssil antinavio brasileiro, o MAN SUP (Míssil Antinavio – Superfície).

Muito mais que apenas o ganho de capacidade bélica, o projeto MAN SUP visa à independência da Marinha do Brasil em relação a outros países no que tange ao tipo de arma em questão.

(http://i1.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/imagens/Leo/MANSUP/mansupvoando.jpg)

É um sonho antigo da Marinha do Brasil possuir um míssil nacional. Desde os anos 70 a força vem analisando as possibilidades para tornar este sonho realidade, porém só encontrou mesmo o incentivo necessário para tal a partir de 2001, quando a MBDA, fabricante dos mísseis Exocet anunciou que deixaria de prestar apoio ao modelo MM38, utilizado na época pela MB.

O fato de a força ter ficado da noite para o dia sem o suporte de uma de suas armas mais importantes, fez com que o projeto de um míssil nacional ganhasse força. Em 2005, após 4 anos de pesquisas, a Marinha foi capaz de lançar um míssil MM40 a partir de um lançador de MM38, o que representou o primeiro passo para a compreensão do funcionamento de uma arma tão complexa. No final de 2007 teve início o recrutamento de especialistas para gerenciar o projeto de míssil nacional que teria início em 2008, como de fato ocorreu.

De lá para cá muita coisa aconteceu, e o míssil foi amadurecendo. Mudanças radicais no projeto foram sugeridas, principalmente pelas empresas participantes do desenvolvimento, porém nada tão diferente foi aceito, pois como o próprio Vice Almirante Ronaldo Fiuza, Gerente do Projeto e entrevistado pelo Portal Defesa diz, “é preciso ter foco, caso contrário não se faz nem uma coisa e nem outra com qualidade”.

(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2014/03/MAN-1-600x399.jpg)

E foco é algo que este projeto possui. Temos hoje no mercado mísseis com capacidades muito acima do projeto MAN SUP, e temos tecnologia nacional para nos aventurar a produzir um míssil capaz de rivalizar com estes, porém é sempre bom ter em mente que este não é o objetivo do MAN SUP, não desta primeira versão.

O MAN SUP é como um “míssil escola”, que após concluído vai nos deixar um legado capaz de nos impulsionar para o desenvolvimento de armas mais complexas e modernas. Além do fato de que, segundo o Vice Almirante Fiuza, a MB não possui atualmente sistemas capazes de detectar e engajar um alvo a uma distância compatível com o uso de um míssil com 180km e micro-turbina.

O míssil

Míssil Antinavio Superfície, esse é o nome da arma. O termo “superfície” significa que esta versão é lançada a partir de navios. O projeto também visa o desenvolvimento de duas variantes da arma, o MAN AER, lançado de aeronaves, e o MAN SUB, lançado de submarinos.

Por ser massivamente baseado no Exocet, principalmente por conta da parceria com a MBDA e a comunalidade obrigatória do projeto quanto ao uso dos lançadores do míssil francês já instalados em diversos navios da MB, o MAN SUP acaba por herdar muitas de suas características do citado míssil europeu, como similaridade de alcance, modo de busca, modo de voo e principalmente na parte externa, tendo virtualmente como diferenças óbvias entre o MAN SUP e o Exocet MM40 Block 1, somente a bandeira do Brasil e a logomarca da Avibras pintados na lateral. Possui o mesmo diâmetro de cerca de 330mm, e o mesmo comprimento de 4.7 metros.

(http://i2.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/imagens/Leo/MANSUP/mansupcaracteristicas.jpg)

Sua propulsão será por combustível sólido, tal qual o Exocet, porém utilizará um componente propulsivo desenvolvido pela Avibras e que possui ligeiramente mais força que o MM40 Block 1. Isso lhe garante um alcance próximo da versão Block 2, cerca de 70km ou 5 minutos de queima. Este alcance, porém pode ser estendido para 75km caso seja considerado o voo com o motor já apagado, que pode alcançar cerca de 5km com o míssil compensando a queda de velocidade para se manter no ar e na trajetória. O voo “planado”, por assim dizer, é um pouco menor no MAN SUP do que no Exocet por conta do maior peso do conjunto propulsor, com um isolamento térmico mais grosso, e que gera a tendência de queda da seção traseira do míssil.

Por ser um míssil baseado em uma versão hoje considerada básica do Exocet (MM40 Block 1), o MAN SUP não terá capacidade de realizar manobras mais sofisticadas e modernas antes do impacto, como movimentos de espiral por exemplo. Porém a arma terá uma ogiva potente, com cerca de 150kg. Terá capacidade incendiária, já que incêndio a bordo é a consequência mais destrutiva de um impacto de míssil antinavio. Existe também a intenção de que a ogiva tenha características termobáricas, a fim de aumentar sua potência.

A versão lançada por aeronaves, o MAN AER que também se encontra em desenvolvimento e deve ficar pronta em 2020, tem previsão para ser utilizada no EC725 (UH-15) e na nova aeronave de caça que deverá ser adquirida pela MB, seja o Sea Gripen ou outro modelo. Segundo o Vice Almirante Fiuza, não há a possibilidade de uso no AF-1 por vários motivos como tamanho da arma e principalmente por não ser a aeronave ideal para isso, tendo sido adquirida principalmente para a criação de doutrina na operação de aeronaves de asa fixa na força.

O desenvolvimento do MAN AER se beneficia pela existência de mísseis AM39 no arsenal da Marinha, que eram utilizados nos hoje aposentados SH-3 SeaKing e portanto ficaram sem uso. Em um contrato publicado no Diário Oficial no último dia 28 de Outubro no valor de 131.739.000,00 EUROS, foi fechada a compra de 3 mísseis AM39 Block 2 Mod 2 sem os motores, além da contratação do serviço de modernização de 4 mísseis AM39 já existentes na MB também para o padrão Block 2 Mod 2.

(http://i0.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/imagens/Leo/MANSUP/MANSUB.jpg)
Modelo do SM39 Exocet em seu casulo tipo torpedo. O MAN SUB será muito similar.

Fonte:  http://portaldefesa.com/3474-man-sup-ma ... rettyPhoto (http://portaldefesa.com/3474-man-sup-mais-que-um-missil-um-aprendizado/#!prettyPhoto)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 22, 2015, 03:50:41 am
Navy of Brazil conducts anti-piracy training for Namibian Navy military

Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 22, 2015, 04:32:59 pm
Aviação Naval:

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Avia%C3%A7%C3%A3o-Naval.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/07/UH-15-Super-Cougar-NAe-S%C3%A3o-Paulo-A-12.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/04/UH-14-152.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/04/UH-14_Fast-Rope.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/07/AH-11A-Super-Lynx.jpg)

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/hu-2-a.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/08/UH-12-Esquilo_HU-3.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/08/IH-6-HU-4.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/08/UH-12-HU-5.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/07/MH-16-3033.jpg)

(http://www.cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2012/08/mlb120823_117_1280.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2014/06/AH-11A_FN50_04.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2014/03/A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-22.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2013/09/A-4M-DAN-FF.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2014/03/A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-30.jpg)

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/08/98-Anivers%C3%A1rio-da-Avia%C3%A7%C3%A3o-Naval-1.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 24, 2015, 10:20:31 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/05/23/cortes-adiam-termino-do-estaleiro-de-construcao-de-submarinos-e-a-reforma-do-a12/
Citar
A eliminação de 24,8% do orçamento do Ministério da Defesa previsto para o exercício de 2015 – 5,617 bilhões de Reais a menos na Pasta – produzirá a suspensão de alguns importantes programas militares previstos para serem executados este ano, e um significativo retardamento na conclusão ou implantação de uma série de outros projetos.

O Poder Naval apurou que o Estaleiro de Construção de submarinos do complexo industrial-militar de Itaguaí (RJ), inaugurado pela presidenta Dilma Roussef, já não ficará pronto para começar a funcionar em novembro deste ano, conforme havia sido planejado. A nova data é outubro de 2016.

Além de faltarem muitos equipamentos ao galpão principal do Estaleiro (onde a presidenta se deixou fotografar), faltam todas as obras de apoio ao trabalho no Estaleiro: oficinas especializadas, o prédio da Central de Utilidades, refeitório, vestiário e ambulatório.

O adiamento na entrega do Estaleiro já era previsto pela Marinha desde o fim do ano passado, quando começaram a circular na Força os rumores de que haveria um forte contingenciamento das verbas previstas na Lei Orçamentária Anual de 2015, mas o volume do cancelamento ajudou a sacramentar a mudança no cronograma da instalação.

Mais importante: só quando o Estaleiro de Construção estiver prestes a ser entregue é que terão início as obras do Estaleiro de Manutenção, com dois diques de extensão mínima na casa dos 120 m, e vários edifícios de apoio.


S-BR2 – A grande novidade da redução de recursos deste ano na área da Defesa em relação aos cortes aplicados pela área econômica em 2013 e 2014, é que as verbas reservadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – onde se encontram abrigados alguns dos programas estratégicos das Forças Armadas – deixaram de ser intocáveis.

Isto quer dizer que mesmo projetos considerados, até agora, “preservados”, terão o seu desenvolvimento afetado por meio de uma ampla redefinição de cronograma (alargamento de prazos e rarefação de investimentos).

Nesse caso se encontram a construção do submarino diesel-elétrico Riachuelo – navio cabeça-de-série do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) – e até a pesquisa que vem sendo desenvolvida, há vários anos, para o início da fabricação do submarino de propulsão nuclear Álvaro Alberto.

A semana que passou foi de contínuas reuniões dentro do prédio 26 do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, sede da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, na Ilha das Cobras.

Mas o caso mais grave é mesmo o do PROSUB, que já tem embarcações em construção.

O Riachuelo já teve sua data de entrega adiada duas vezes – de 2015 para 2017, e de 2017 para  o primeiro semestre 2018 – mas essa previsão sofrerá uma terceira mudança, possivelmente para 2019, ou para o início de 2020.

De acordo com uma fonte da Marinha ouvida pelo Poder Naval, a demora na entrega do navio afetará a construção de seu irmão-gêmeo S-BR2 Humaitá, cujo casco já está em fabricação na Nuclep, no perímetro do complexo de Itaguaí.
Mais um adiamento nos submarinos e na construção completa da base. Quanto muito para 2020, daqui a 5 anos. Portanto até lá não existe submarinos para a MB.  :roll:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/01/PROSUB_Itagua%C3%AD.jpg)
Citar
Há três anos que o projeto original do complexo industrial-militar de Itaguaí — formado pelos Estaleiros e pela Base Naval –, visto nesta imagem, vem sofrendo diversas simplificações e modificações que visam garantir o seu término
Relativamante ao NAE S. Paulo  :roll: :
Citar
São Paulo – Os cortes recentemente anunciados também suspendem o início dos serviços de modernização do navio-aeródromo São Paulo (A12) – medida que a Marinha já havia tomado no primeiro trimestre, sob o argumento de que as necessidades de reforma do navio ainda não foram adequadamente dimensionadas.

Na Marinha, alguns programas escaparam por um triz de serem inviabilizados no ano de 2015. A modernização dos helicópteros Super Lynx e a aquisição de duas aeronaves MH-16 foram equacionadas do ponto de visto financeiro, e prosseguirão.

O projeto de modernização dos caças-bombardeiros AF-1, do Esquadrão Falcão, não teve a mesma sorte. A Embraer, que lidera o pool de empresas incumbido do serviço, já recebeu diversas células de AF-1 em suas instalações de Gavião Peixoto (SP), mas a previsão é de que apenas uma aeronave seja terminada este ano.

A Modernização do NAE S. Paulo está suspensa. Os A4 idem, com apenas um a ser terminado em 2015 e o resto suspenso. A modernização dos Lynx e a aquisição de dois Seahawk escaparam aos cortes, que paralizam e adiam a maior parte dos tão falados e grandiosos projectos da MB, no mínimo por meia década.  :roll:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/NAe-S%C3%A3o-Paulo-foto-6-Nun%C3%A3o-2011-Poder-Naval-For%C3%A7as-de-Defesa-580x773.jpg)
Citar
“São Paulo”: Marinha agora diz que não chegou sequer ao estágio de saber quais reformas ele necessita…

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: nelson38899 em Maio 24, 2015, 05:28:50 pm
Citação de: "Colares"
Citar
Mais um adiamento nos submarinos e na construção completa da base. Quanto muito para 2020, daqui a 5 anos. Portanto até lá não existe submarinos para a MB.



Existem duas classes de países, uma que se limita a comprar seu armamento, e existe uma outra classe de países que decidem que são capazes de fabricá-los, e até mesmo exportá-los.

O Brasil faz parte dessa segunda classe de países, a que fabrica e exporta armamento.

O Brasil quer ser, ele ainda não faz parte desse grupo!


E pelo que tenho vindo a ler, ou o Brasil muda a forma como gere o dinheiro, que vai para as forças armadas, ou vai virar um Portugal, ou seja, O Brasil vai tornar-se num comprador de armas de oportunidade!
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Maio 24, 2015, 08:03:43 pm
Citação de: "Colares"
S-34 Tikuna, domínio completo da tecnologia de construção de submarinos.

Existem duas classes de países, uma que se limita a comprar seu armamento, e existe uma outra classe de países que decidem que são capazes de fabricá-los, e até mesmo exportá-los.

O Brasil faz parte dessa segunda classe de países, a que fabrica e exporta armamento.

Constrói mas não sabe manter. Muito triste!
(http://i264.photobucket.com/albums/ii175/nvfusa/12_26_53_428_file.jpeg)

Fonte: (http://http)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 24, 2015, 09:56:51 pm
Foi por isso que a Engesa faliu. Investiram tudo no tanque Osório que não foi comprado, nem pelo próprio exercito do Brasil...  :twisted:  :mrgreen:  :roll:  :mrgreen:  :mrgreen:
(http://cache-assets.flogao.com.br/photos/full/133943007.jpg)
(http://i1268.photobucket.com/albums/jj563/venoid/trader.jpg)
Citar
http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/81068-marinha-do-brasil-escolhe-empresa-para-modernizar-os-grumman-trader/page-2
Conseguem vender bi-motores à Franca, mas precisam ir buscar para a marinha do Brasil os Trader, um bimotor de transporte, desencantado na Amarg no meio do deserto. Ups Embraer, então? Para quem só tinha capacidade de fabricar caça de ultima geração como o Gripen NG, grande furada meu chapa...  :mrgreen:

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 25, 2015, 10:41:02 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/05/24/os-novos-ventos-do-oriente-ideia-de-navios-asiaticos-e-levada-ao-comandante-da-marinha/
Citar
Há cerca de duas semanas, um grupo empresarial integrante da BID (Base Industrial de Defesa) apresentou ao comandante da Marinha do Brasil, almirante Eduardo Leal Ferreira , por escrito, a ideia de renovar alguns setores da Esquadra em um prazo relativamente curto, por meio da compra de navios modernos fabricados nos chamados “mercados alternativos” asiáticos.

Leal Ferreira não recebeu uma proposta formal, mas apenas uma correspondência que lembra a excelência da técnica construtiva e os custos consideravelmente menores das embarcações produzidas por grandes corporações da Ásia, que possuem financiamento garantido por seus governos – em especial, fornecedores da Coreia do Sul, da China e de Cingapura.

Os propositores desse plano defendem que a Marinha continue a conferir total prioridade ao projeto de construção no Brasil das quatro corvetas classe Tamandaré (também conhecidas como CV03 ou Classe Barroso Modificada), o que garantirá a geração de empregos e a qualificação da indústria naval na construção de unidades militares.

Mas eles buscam interessar os chefes navais brasileiros em navios que possam, ainda nesta década – e em meio a mais grave crise econômica desde que o Partido dos Trabalhadores assumiu o Poder, em 2003 –, reforçar a força de superfície. Especialmente diante das baixas programadas da fragata Bosísio (F-48) – cuja mostra de desarmamento foi marcada para 15 de julho próximo –, e da fragata Niterói (F40), atualmente docada para reparos de emergência na Base Naval de Aratu (BA).

Perry – O quadro de dificuldades na manutenção e de falta de peças de reposição para os reparos que se fazem necessários nos navios é alarmante. O pessoal da Diretoria-Geral do Material da Marinha precisa fazer contas até para adquirir suprimentos básicos, como bombas auxiliares.

No início da semana passada, o navio de salvamento de submarinos Felinto Perry (K-11) suspendeu da Base Naval do Rio de Janeiro para uma curta navegação de, aproximadamente, 60 milhas até um ponto ao largo do município fluminense de Arraial do Cabo, onde seriam testados os seus equipamentos de apoio ao mergulho. Mas não conseguiu completar a viagem. Precisou voltar por causa de problemas em sua propulsão. Foi a segunda vez que isso aconteceu.

A fragata União (F45) que em abril foi docada no porto italiano de Taranto para o conserto de seus dois hélices, deveria seguir, após o término do reparo, na primeira semana de junho, para o Líbano, onde assumiria o comando da Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FTM-UNIFIL). Contudo, o Estado-Maior da Armada e o Comando de Operações Navais acharam mais prudente rever esse plano.

Os almirantes designaram a corveta Barroso (V34) para a comissão no Líbano, e determinaram à União que regresse ao país tão logo esteja em condições de fazê-lo.Fragatas leves – O grupo empresarial que está levando a ideia dos barcos asiáticos ao Comando da Marinha vem contatando as principais indústrias navais do Extremo Oriente há cerca de um ano. E opera com a estratégia de que seu trabalho em nada colida com o Programa de Obtenção de Meios de Superfície (PROSUPER) – planejamento que preconiza a construção no país de cinco fragatas de 6.000 toneladas, cinco patrulheiros de 1.800 toneladas e um navio de apoio logístico de porte estimado em 23.000 toneladas.

A ideia é oferecer à Marinha diferentes tipos de navios de apoio, e até fragatas leves – com deslocamento entre 3.000 e 4.000 toneladas –, de custo unitário em torno de um terço do valor de um navio de 6.000 toneladas (estimado entre 800 e 900 milhões de dólares).

Tudo sempre dentro do mesmo procedimento: centrar o foco em embarcações que não rivalizem com as unidades previstas no PROSUPER ou com as corvetas classe Tamandaré, e que – fabricadas no exterior – possam ser entregues à Marinha do Brasil em um prazo máximo de dois a três anos, a partir da assinatura do contrato.

Nos últimos dez meses o governo petista hospedou algumas das principais autoridades do governo chinês (presidente, vice-presidente, primeiro-ministro e ministro da Ciência, Tecnologia e Indústria para a Defesa); e, no mês passado, também recebeu a visita da presidenta da Coreia do Sul, Park Geun-hye.
Pessoalmente, vou continuar a postar noticias sobre as Forças Armados do Brasil, quer gostem ou não, como sempre fiz neste forum. Além disso, sempre respondi a questões que considero erradas, pouco claras ou completamente descabidas, algo que também tenciono continuar a fazer, apesar do lado dos "3 senhores" que à muito por aí andam, desde ofensas a insultos, tudo tem acontecido, algo que já não é da minha responsabilidade. Quanto ao Post, atenta novamente as dificuldades da MB quanto à manutenção e a possibilidade de se virar para o mercado asiático.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/smera-k11.jpg)
Citar
O “Felinto Perry” não conseguiu chegar a Arraial do Cabo
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/08/Type-071-YUZHAO-Jinggang-Shan%E4%BA%95%E5%86%88-999-Kunlun-Shan%E6%98%86%E4%BB%91%E5%B1%B1-998-Amphibious-Transport-Dock-LPD-amphibious-warfare-ships-of-the-Peoples-Republic-of-Chinas-Peoples-Liberation-Army-Navy-chinese-2-580x362.jpg)
Citar
Navio de desembarque anfíbio chinês Tipo 071 “Yuzhao”

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: HSMW em Maio 25, 2015, 03:22:53 pm
Citação de: "Colares"

Roland Barral
, o Uruguai está tentando comprar um avião novo para uso presidencial.

Não tenho lido nada a respeito nas publicações locais...

Alguma possibilidade de exportação de alguma coisa nossa?
Mas o que é que isso tem a ver com a marinha brasileira!?  :evil:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 25, 2015, 04:30:43 pm
Caros portugas e brazucas;

Larguem de rixa e rivalidade à lá lusitana (Chico Buarque disse em uma de suas músicas que o Brasil iria se tornar um imenso Portugal: https://www.youtube.com/watch?v=hsILd1vtFgg (https://www.youtube.com/watch?v=hsILd1vtFgg)). Leiam esta série de entrevistas com o Comandante da Marinha do Brasil, o almirante Leal Ferreira. Muitas dúvidas podem ser sanadas:

http://www.defesaaereanaval.com.br/entr ... do-brasil/ (http://www.defesaaereanaval.com.br/entrevista-com-o-ae-leal-ferreira-comandante-da-marinha-do-brasil/)

SisGAaz:

http://www.defesaaereanaval.com.br/entr ... a-sisgaaz/ (http://www.defesaaereanaval.com.br/entrevista-com-o-ae-leal-ferreira-sisgaaz/)

Fuzileiros Navais:

http://www.defesaaereanaval.com.br/entr ... os-navais/ (http://www.defesaaereanaval.com.br/entrevista-com-o-ae-leal-ferreira-fuzileiros-navais/)

Forças Distritais:

http://www.defesaaereanaval.com.br/entr ... istritais/ (http://www.defesaaereanaval.com.br/entrevista-com-o-ae-leal-ferreira-forcas-distritais/)

Pronae:

http://www.defesaaereanaval.com.br/entr ... ra-pronae/ (http://www.defesaaereanaval.com.br/entrevista-com-o-ae-leal-ferreira-pronae/)

NAe São Paulo:

http://www.defesaaereanaval.com.br/entr ... paulo-a12/ (http://www.defesaaereanaval.com.br/entrevista-com-o-ae-leal-ferreira-nae-sao-paulo-a12/)

Aviação Naval:

http://www.defesaaereanaval.com.br/entr ... cao-naval/ (http://www.defesaaereanaval.com.br/entrevista-com-o-ae-leal-ferreira-aviacao-naval/)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 25, 2015, 08:08:43 pm
Uma verdadeira "comédia". Só falta falar da "superioridade da agricultura" no post da MB... :twisted:  
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/02/Marinha-do-Brasil-1980.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/10/mbships1997.jpg)
(https://danaval.files.wordpress.com/2013/02/navios-marinha-brasileira.jpg)
(http://i986.photobucket.com/albums/ae344/MarcusSilva/new%20ship/MBgeral.jpg)
Quadro comparativo da MB, respectivamente 1980, 1997, 2013 e 2014. As "imagens valem mais que 1000 palavras", já que as entrevistas "é mais do mesmo".
Citar
http://www.sincomam.com.br/index.php/comandante-da-marinha-do-brasil-fala-sobre-os-novos-projetos/

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 26, 2015, 09:28:54 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/05/25/jornal-indiano-diz-que-a-marinha-do-brasil-procurou-o-fabricante-do-missil-brahmos/
Citar
Oficiais da Marinha do Brasil procuraram a empresa BrahMos Aerospace Private Limited, de Nova Delhi, fabricante do míssil supersônico de cruzeiro BrahMos, para obter informações acerca do desempenho desse vetor, produto de uma cooperação tecnológica da Índia com a Rússia.

Brasil, Índia e Rússia são três dos países que formam o grupo dos Brics. Um quarto governo associado ao Brics, da África do Sul, também manifestou interesse pelo engenho militar.

As informações foram publicados no último fim de semana pelo jornal indiano Financial Express, de Nova Delhi, o mais antigo diário indiano especializado em assuntos econômicos, que é publicado no idioma inglês.

O BrahMos pode ser lançado de submarinos, navios de superfície (do porte de fragata para cima), de viaturas, de posto fixos em terra e até de aviões.

Ele foi concebido para atingir alvos entre 290 e 500 quilômetros de distância.

A investigação feita pelos militares brasileiros pode estar relacionada aos projetos que se encontram em desenvolvimento dentro da Marinha, de dois modelos de embarcação de linha: a corveta classe Tamandaré (CV03), de 2.700 toneladas, e a fragata polivalente de 6.000 toneladas que está prevista no Programa de Obtenção de Meios de Superfície (PROSUPER).
Se calhar os tão apregoados exocet nacionais não têm o desempenho necessário e assim estão condenados ao desenvestimento em prol do Brahmos  :roll:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/08/M%C3%ADssil-BrahMos-foto-BrahMos-Aerospace-580x322.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/BrahMos-successfully-test-fired-from-INS-Kolkata-580x530.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 26, 2015, 11:19:15 am
Citação de: "Colares"
Existem duas classes de países, uma que se limita a comprar seu armamento, e existe uma outra classe de países que decidem que são capazes de fabricá-los, e até mesmo exportá-los.

O Brasil faz parte dessa segunda classe de países, a que fabrica e exporta armamento.

Colares a bem da verdade vou apenas escrever que o Brasil não tinha capacidade para desenhar, desenvolver por exemplo submarinos. Uma coisa é construir sob licença e até fazer algumas modificações, outra coisa é desenhar e construir de raiz um submarino. Com os submarinos Alemães vocês aprenderam a montar, mas as peças vinham da Alemanha. Com os submarinos Franceses vocês conseguiram graças ao contracto que toda uma equipa de Engenheiros Brasileiros fosse a França para aprender a desenhar um submarino e será em principio essa equipa que irá desenhar o SNB. Também estão a tentar construir o máximo de partes/peças possíveis no Brasil, mas mesmo assim, muita coisa virá da França. Por enquanto nesse aspecto o Brasil ainda depende do exterior, desde NPO, a Fragatas, passando nos Submarinos.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 26, 2015, 02:57:35 pm
Citar
Por enquanto nesse aspecto o Brasil ainda depende do exterior, desde NPO, a Fragatas, passando nos Submarinos.

As corvetas Classe Inhuma foram concebidas e fabricadas no Brasil. Obviamente houve ajuda externa da Alemanha, mas sua construção é brasileira.

(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/04/Cv_Frotin_%28V-33%29.jpg)
BNS Frontin V33

A corveta Barroso, idem. Evolução do Inhuma, portanto Brasileira!

(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d6/Vertente_soberania.jpg/1024px-Vertente_soberania.jpg)

O Patrulha Macaé, também é concepção brasileira:

(http://www.epicos.com/EPCompanyProfileWeb/Content/EMPRESA_EMGEPRON/PATROL_500.jpg)

Fora o míssil anti-navio MAN-1, que é baseado no Exocet, diga-se de passagem:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/01/exocetmm40mb1.jpg)
 
Portanto nem tudo vem integralmente do estrangeiro.

Pedindo licença de um off-topic, o mesmo se confere nas duas outras forças:

EB:

EE-9 Cascavel 6x6
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1e/EE-9_Cascavel_%284968753726%29.jpg/800px-EE-9_Cascavel_%284968753726%29.jpg)

EE-11 Urutu 6x6
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c0/Urutu_%284968296315%29.jpg/800px-Urutu_%284968296315%29.jpg)

VBTP-MR Guarani 6x6
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b2/Guarani_%286125539182%29.jpg/1024px-Guarani_%286125539182%29.jpg)

AV-VB4 Guará 4x4
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/0/0e/Avibr%C3%A1s_AV-VB4_RE_%28Guar%C3%A1%29.jpg)

AV-VBL 4x4
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b0/Avibr%C3%A1s_AV-VBL_%287952393144%29.jpg/1280px-Avibr%C3%A1s_AV-VBL_%287952393144%29.jpg)

Agrale Marruá
(http://3.bp.blogspot.com/-wpmiiCkCp_o/Uk_5petEqsI/AAAAAAAAJzg/6tBtSrWFLy0/s1600/marrua.jpg)

Astros
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a6/Astros_2020_%2814338252946%29.jpg/1024px-Astros_2020_%2814338252946%29.jpg)

AV-TM 300
(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2013/04/13239.jpg)

LAC (Arma Leve Anticarro)
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a2/ALAC2.JPG)

míssil anticarro MSS1.2 AC
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/12/MSS-1.2-AC.jpg)

Imbel IA2
(http://infothread.org/Weapons%20and%20Military/Weapons%20Identification/Modern%20Small%20Arms/SAI-06-003.jpg)

FAB:

AMX (parceria com os italianos)
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/03/FAB_AMX_International_A-1A_-_Lofting.jpg)

A-29 Super Tucano
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/08/Brazilian_Air_Force_A-29B.jpg/1024px-Brazilian_Air_Force_A-29B.jpg)

A-27 Tucano
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e3/Embraer_AT-27_Tucano_%28EMB-312%29_Lofting.jpg/1280px-Embraer_AT-27_Tucano_%28EMB-312%29_Lofting.jpg)

EMB-R-99/R-99B
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/25/Aeronaves_%C3%81gata_7_%288786699588%29.jpg)

(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/67/A2805-Brazil-R99B-6750-RIAT2013.JPG/1280px-A2805-Brazil-R99B-6750-RIAT2013.JPG)

EMB-110 Bandeirante
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/00/Brazilian_Air_Force_C-95CM.jpg)

P-95A Bandeirulha
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/6f/For%C3%A7a_A%C3%A9rea_Brasileira_Embraer_P-95A_Bandeirulha_%28EMB-111A%29.jpg)

EMB-120 Brasília
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/3b/Embraer_C-97_Brasilia_EMB-120RT_Lofting.jpg)

KC-390  (Colaboração de vocês, tugas)
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a6/Apresenta%C3%A7%C3%A3o_KC-390_%2815576572716%29.jpg/1280px-Apresenta%C3%A7%C3%A3o_KC-390_%2815576572716%29.jpg)

MAR-1 Míssil anti-radiação
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/09/mar-1.jpg)

MAA-1 Piranha
(http://www.defesabr.com/Fab/Missil_MAA-1_Piranha.jpg)

MAA-1B
(http://sistemasdearmas.com.br/aam/maa1maa1b.jpg)

A-Darter (parceria com a África do sul)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2012/04/A-Darter-maquete-na-LAAD-2011-foto-Nun%C3%A3o-Poder-A%C3%A9reo.jpg)

FPG-82
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/a/a0/Friuli_FPG-82.jpeg)


Portanto, como se nota, apesar da maior fatia dos equipamentos de Defesa do Brasil serem importados, há uma considerável parte do inventário das FFAAs que foram fabricados no Brasil. Alguns destes materiais bélicos são exportados e têm seu mercado conquistado internacionalmente, mesmo que pequeno. Porém, mesmo que pequena, se comparada à de outras potências militares como EUA, Rússia, França, Reino Unido e China, o Brasil tem sim uma indústria de Defesa. E vocês? :wink:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: nelson38899 em Maio 26, 2015, 03:07:39 pm
A pergunta que eu faço é esta.

O aço, os sensores, os motores as comunicações o projecto é brasileiro???
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 26, 2015, 03:14:23 pm
Citação de: "nelson38899"
A pergunta que eu faço é esta.

O aço, os sensores, os motores as comunicações o projecto é brasileiro???

O aço, sensores, motores e as comunicações podem até não ser nacional, porém a concepção, desenvolvimento de projeto e comercialização é brasileiro. Será que um F-18 Super Hornet é 100% americano? O Rafale também concentra apenas componentes franceses?
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: nelson38899 em Maio 26, 2015, 03:21:04 pm
Citação de: "Vitor Santos"
Citação de: "nelson38899"
A pergunta que eu faço é esta.

O aço, os sensores, os motores as comunicações o projecto é brasileiro???

O aço, sensores, motores e as comunicações podem até não ser nacional, porém a concepção, desenvolvimento de projeto e comercialização é brasileiro. Será que um F-18 Super Hornet é 100% americano? O Rafale também concentra apenas componentes franceses?

O rafale e o F18 é quase tudo dos respectivos países, os aviões mais internacionais é o gripen e o eurofighter. Eu perguntei, porque se não tiveres pelo menos 50% dos componentes nacionais, não faz sentido chamar a isso produto nacional, mesmo sendo o projecto de origem nacional.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 26, 2015, 03:25:08 pm
Citação de: "nelson38899"
Citação de: "Vitor Santos"
Citação de: "nelson38899"
A pergunta que eu faço é esta.

O aço, os sensores, os motores as comunicações o projecto é brasileiro???

O aço, sensores, motores e as comunicações podem até não ser nacional, porém a concepção, desenvolvimento de projeto e comercialização é brasileiro. Será que um F-18 Super Hornet é 100% americano? O Rafale também concentra apenas componentes franceses?

O rafale e o F18 é quase tudo dos respectivos países, os aviões mais internacionais é o gripen e o eurofighter. Eu perguntei, porque se não tiveres pelo menos 50% dos componentes nacionais, não faz sentido chamar a isso produto nacional, mesmo sendo o projecto de origem nacional.

Discordo. É nacional tudo aquilo que é financiado, pensado, projetado e concebido no País. O "DNA" pode ser estrangeiro, mas se sua fabricação, ou seja, sua linha de montagem é nativa, e ainda por cima é comercializado com caixa com sede no País, portanto é nacional.

Nesta sua linha de raciocínio, portanto, o Boeing/McDonnell Douglas AV-8 Harrier II da Armada Espanhola não são "made in USA".
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 26, 2015, 03:32:40 pm
Vitor qualquer comparação entre o Brasil e Portugal é fútil, já que são dois países muito diferentes, MAS fazendo apenas um apanhado do material dito Made in Brasil:

As corvetas Classe Inhuma foram baseados num projecto alemão e têm sido uma fonte de problemas e só a Classe Barroso é que veio resolver os problemas de estabilidade dos ditos navios com alterações.

A Classe Macae é apenas a versão brasileira dos "Vigilante" dos Franceses da CMN.

O míssil anti-navio MAN-1 é um Exocet com algumas pequenas alterações.

Eu podia continuar, mas para quê?!

Eu não estou a dizer que é uma má ideia adquirir projectos e adaptá-los às necessidades das Forças Armadas Brasileiras, apenas que dizer que estes projectos são Brasileiros (desenhados e construídos integralmente no país) é no mínimo dos mínimos um exagero.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 26, 2015, 03:32:55 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Colares a bem da verdade vou apenas escrever que o Brasil não tinha capacidade para desenhar, desenvolver por exemplo submarinos. Uma coisa é construir sob licença e até fazer algumas modificações, outra coisa é desenhar e construir de raiz um submarino. Com os submarinos Alemães vocês aprenderam a montar, mas as peças vinham da Alemanha. Com os submarinos Franceses vocês conseguiram graças ao contracto que toda uma equipa de Engenheiros Brasileiros fosse a França para aprender a desenhar um submarino e será em principio essa equipa que irá desenhar o SNB. Também estão a tentar construir o máximo de partes/peças possíveis no Brasil, mas mesmo assim, muita coisa virá da França. Por enquanto nesse aspecto o Brasil ainda depende do exterior, desde NPO, a Fragatas, passando nos Submarinos.
O Brasil assinou com a DCNS por causa do submarino Nuclear. A classe Rubi é a mais pequena e sendo construída pela empresa, adequa-se ao que os Brasileiros têm em mente e podem construir para um submarino Nuclear, principalmente porque os submarinos nucleares norte-americanos e russos são maiores e mais complexos, e tendo o Rubi já projectando e em operação, a escolha praticamente só poderia ser a França. Aliás como foi noticiado na altura.
Citar
http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-e-franca-assinam-acordo-de-alianca-estrategica-na-area-militar,117388
http://www.naval.com.br/blog/2008/12/20/rubisamethyste-as-pedras-preciosas-francesas/

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/12/rubis-corte.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/12/rubisamethyste-1.jpg)
Quanto à construção de um submarino convencional alemão, este tem diferenças de um Francês. A prova disso é a construção de toda uma estrutura nova para construir os novos submarinos , nomeadamente os Estaleiros de Itaguaí, ao invés de aproveitar onde foram construídos o Tikuna, nomeadamente o Arsenal do Rio de Janeiro(http://pt.wikipedia.org/wiki/Arsenal_de_Marinha_do_Rio_de_Janeiro)
Quanto ao  resto à uma clara incapacidade de perceber o que é realmente Brasileiro e está funcional do que é construído sobre licença mediante projectos de outros paises, ou apenas projectos, protótipos e meras intenções. Entrando apenas no tópico da MB (até porque de resto só o Bandeirante, Tucano, Super Tucano e agora o Kc390 são projectos brasileiros, mesmo assim dependentes do exterior já que o Super Tucano varias vezes não foi exportado pelos componentes made in USA)), temos as corvetas Inhaúma (com os seus problemas conhecidos, e baseada num projecto alemão) e o mais conhecido e sucesso Brasileiro (quer em realização quer em projecto) que é a Barroso (mesmo assim falta um missil AA por isso vai avançar a Barroso Modificado). O Grajau é um projecto da Vosper QAF de Singapura  e varias unidades até foram construídas na Alemanha.http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_Graja%C3%BA
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/v33-1-navios-em-rio-grande.jpg)
(http://www.naviosbrasileiros.com.br/ngb/B/B021/B021-f42.JPG)

Saudações
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 26, 2015, 03:34:10 pm
Marinha do Brasil recebe primeiro A-4 modernizado

A primeira A-4KU Skyhawk II modernizado pela Embraer na sua unidade de gavião Peixoto (SP). A vida operacional da aeronave deve ir até 2028.

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/05/entrega-do-AF-1B-%C3%A0-MB1.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/05/AF-1B-painel.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/05/A-4-Skyhawk-AF-1B.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/05/AF-1B-1001-Esquadr%C3%A3o-VF-1.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/05/AF-1B-nose.jpg)

Fonte: http://www.defesaaereanaval.com.br/mari ... dernizado/ (http://www.defesaaereanaval.com.br/marinha-do-brasil-recebe-hoje-primeiro-a-4-modernizado/)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 26, 2015, 03:38:12 pm
Está com bom aspecto, sei que tem um bom radar, só é pena é não ter um PA onde possa operar.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 26, 2015, 03:42:34 pm
Citar
e o mais conhecido e sucesso Brasileiro (quer em realização quer em projecto) que é a Barroso (mesmo assim falta um missil AA por isso vai avançar a Barroso Modificado),

Sim. Classe Tamandaré.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 26, 2015, 03:46:22 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Está com bom aspecto, sei que tem um bom radar, só é pena é não ter um PA onde possa operar.

Também lamento profundamente tão amarga contradição de, hora ter um porta-aviões mas não ter caças com aviônica moderna e, quando se tem os caças navais modernizados não se pode embarcá-los pelo fato do único porta-aviões não se dispor para operações. Lamentável. :cry:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 26, 2015, 03:49:08 pm
Citar
Perdoe-me, mas até onde sei, a Barroso pode sim disparar mísseis anti-navios, no caso, o MBDA Exocet MM40 Block 2/3.
AA é míssil anti-aéreo. SSM é que é anti-navio, que de facto é levado pela Barroso, nomeadamente os Exocet. Mas ao nivel AA só tem a peça de 114mm e as peças bofors.
Citar
Sistemas de armas e eletrônica[editar | editar código-fonte]
Armamento:
Sistema de lançamento MM40L para 4 x EXOCET MM-40 Block II ou MM-40 Block III
2 lançadores de torpedos anti-submarinos Mk.32(3) - 6 x Alliant Techsystems MK-46 mod.5
1 canhão de 4,5 polegadas (114,3mm) L55 Mk 8 com alcance de 22km.
1 canhão BAE Systems Bofors Trinity Mk 3 40mm com alça optrônica EOS-400 http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_Barroso
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/Barroso_03.jpg)
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Está com bom aspecto, sei que tem um bom radar, só é pena é não ter um PA onde possa operar.
Está parado. Em 2015 só vão receber um. http://www.naval.com.br/blog/2015/05/23/cortes-adiam-termino-do-estaleiro-de-construcao-de-submarinos-e-a-reforma-do-a12/
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O projeto de modernização dos caças-bombardeiros AF-1, do Esquadrão Falcão, não teve a mesma sorte. A Embraer, que lidera o pool de empresas incumbido do serviço, já recebeu diversas células de AF-1 em suas instalações de Gavião Peixoto (SP), mas a previsão é de que apenas uma aeronave seja terminada este ano.
(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2013/07/11-1.jpg)
Além disso, e apesar de ter capacidade para o Míssil de Médio Alcance Derby, não existe certezas se a MB o irá adquirir.
(http://sistemasdearmas.com.br/aam/derbyf5.jpg)
E não existe AEW.
(http://www.defesabr.com/MB/S-2T_Turbo_Tracker_01.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 26, 2015, 03:54:32 pm
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AA é míssil anti-aéreo. SSM é que é anti-navio, que de facto é levado pela Barroso, nomeadamente os Exocet. Mas ao nivel AA só tem a peça de 114mm e as peças bofors.

Tem razão, ato falho e desatenção de minha parte. A Classe Tamandaré terá tal poder de portar mísseis anti-aéreos que será do modelo Sea Ceptor.

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/Sea-Ceptor-CAMM-imagem-2-MBDA.jpg)

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/Sea-Ceptor-CAMM-imagem-3-MBDA.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 26, 2015, 04:04:58 pm
Eu não percebo porque a Inhaúma e a Barroso não levam misseis AA. Trata-se de unidades praticamente novas, que com ligeiras alterações ficariam as mais modernas da MB. Seja adoptando um missil VLS como o Sea Ceptor, Sea Sparrow ou até o simbad. É das minhas "lutas" por este tópico desde à muito, e tirando a Barroso e uma ou outra Inhaúma, estão praticamente encostadas (trata-se de unidades feitas entre 1989,1994 e 2008) e equaciona-se a retirada gradual das primeiras de serviço (são navios que com a adopção do míssil AA ficam ao nível de uma fragata).
(http://www.navalhistory.dk/images/Vaaben/Missiler/VLSLauncher_korvet.jpg)
(http://www.army-technology.com/projects/mistral-missile/images/mistral7.jpg)

Saudaçõs
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: nelson38899 em Maio 26, 2015, 04:14:27 pm
Citação de: "Vitor Santos"
Citação de: "nelson38899"
Citação de: "Vitor Santos"
Citação de: "nelson38899"
A pergunta que eu faço é esta.

O aço, os sensores, os motores as comunicações o projecto é brasileiro???

O aço, sensores, motores e as comunicações podem até não ser nacional, porém a concepção, desenvolvimento de projeto e comercialização é brasileiro. Será que um F-18 Super Hornet é 100% americano? O Rafale também concentra apenas componentes franceses?

O rafale e o F18 é quase tudo dos respectivos países, os aviões mais internacionais é o gripen e o eurofighter. Eu perguntei, porque se não tiveres pelo menos 50% dos componentes nacionais, não faz sentido chamar a isso produto nacional, mesmo sendo o projecto de origem nacional.

Discordo. É nacional tudo aquilo que é financiado, pensado, projetado e concebido no País. O "DNA" pode ser estrangeiro, mas se sua fabricação, ou seja, sua linha de montagem é nativa, e ainda por cima é comercializado com caixa com sede no País, portanto é nacional.

Nesta sua linha de raciocínio, portanto, o Boeing/McDonnell Douglas AV-8 Harrier II da Armada Espanhola não são "made in USA".

O harrier é de concepção britânica e não americana e nisso tem razão, não são made in USA. Os Americanos também compram projectos e depois modificam-nos às suas necessidades.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Maio 26, 2015, 06:53:06 pm
O Harrier original, o Sea Harrier e o AV-8A eram totalmente ingleses. O Harrier II, pelo contrário, sempre foi um projecto americano (obviamente, altamente influenciado pelo Harrier original) ao qual a RAF se colou — no final a repartição penso que ficou em 70% americano, 30% inglês.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: mafets em Maio 27, 2015, 09:37:04 am
http://www.naval.com.br/blog/2015/05/26/na-hora-da-crise-falta-de-decisao-e-pior-do-que-falta-de-dinheiro/
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Mas como a omissão não colabora com o esforço que fazemos, diariamente, neste blog, para aventar as saídas que se apresentam (ia dizer restam, mas “restam” traz uma carga muito negativa) à Força Naval diante da grave crise econômica, o melhor talvez seja alinhar os dados válidos que coletamos – passadas as primeiras 96 horas desde o anúncio do contingenciamento no orçamento do Ministério da Defesa –, para expor aos leitores – civis e militares – a visão que temos do momento. E, sobretudo, indicar caminhos dentro desse cenário de restrições.

Há um dado fundamental que amarra todas as variáveis: o de que o tempo está contra a Marinha. E, especialmente, contra a parcela da Esquadra que opera em águas azuis.

No segmento dos meios combatentes, das seis fragatas classe “Niterói” apenas três estão disponíveis, todas com restrições. A fragata Bosísio está inoperante desde o fim de 2014, e será desprogramada neste meio do ano. Restarão (agora sim…) à frota apenas dois navios Tipo 22.

Aparentemente, a corveta Barroso (V34) é a unidade da força de superfície em melhores condições.

Entre as três corvetas tipo Inhaúma mantidas na ativa, somente a Júlio de Noronha poderá voltar a operar, mas isso ainda levará cerca de um ano. A informação que circulou na internet atribuída ao Comandante da Marinha, de que todas as Inhaúmas seriam recuperadas (inclusive a Frontin!) não procede (e a Diretoria-Geral do Material da Marinha já esclareceu o assunto junto ao Centro de Comunicação Social da Marinha, que elaborou o texto equivocado).

Na Força de Submarinos apenas o Tapajó opera. E a Marinha tenta, agora, viabilizar o envio de um dos seus IKL (talvez dois) à Alemanha, para remotorizar e substituir baterias.

No total, a frota de combate em águas azuis não soma, hoje, mais do que sete unidades – quase todas com problemas de alguma significância.

O que vem mantendo o atendimento da Esquadra aos compromissos internacionais é o acionamento dos patrulheiros oceânicos classe “Amazonas”, festejados em 2011 e 2012 como os meios que iriam patrulhar e proteger as nossas bacias petrolíferas, e que agora são exigidos à exaustão, em comissões por águas longínquas, do Mar Mediterrâneo e da costa ocidental africana – e, por causa disso, já começam a preocupar os especialistas em manutenção e apoio logístico.

Nesse ritmo, em breve também esses navios valentes vão começar a “abrir o bico”. Não será surpresa para ninguém.

Mas a Marinha já estuda um eventual cancelamento, ou a redução de sua participação, na programação anual de manobras da Esquadra – particularmente no que diz respeito às operações em conjunto com marinhas amigas.

Entre as embarcações de apoio – como o navio de desembarque doca Ceará – as dificuldades não são menores. Há riscos para a realização de exercícios planejados com frações da tropa de Fuzileiros da Esquadra, e para o cumprimento de simples tarefas de transporte de material e de pessoal.

O Comando da Marinha continua atento às ofertas do mercado de usados, mas executivos brasileiros do setor de Defesa e alguns oficiais da Marinha que, na reserva, trabalham na prestação de serviços à Força Naval, alertam para as claras deficiências dessa opção: (a) adestramento zero em novas tecnologias de combate naval; (b) ganho zero na observação do funcionamento de equipamentos (sensores, sistemas de navegação e de armas) modernos; e (c) um espetacular incremento do acervo de problemas de manutenção que a Marinha já possui, com a importação de embarcações com 25 ou 30 anos de uso, que chegarão ao Brasil com as cicatrizes do seu próprio esgotamento.

Fui um dos que, poucos meses atrás, em função do cansaço de alguns dos principais navios da Esquadra, advoguei a compra – sem perda de tempo – de quatro “bons” navios de oportunidade para repor as lacunas que vêm se abrindo na força de superfície.

Hoje, diante de um quadro ainda mais desolador no que se refere à disponibilidade dos meios e da oferta de recursos, julgo que os chefes navais talvez pudessem adotar uma solução (polêmica mas) corajosa: investir na contratação de navios que, mesmo não sendo construídos na Europa (ou nos Estados Unidos), guardem boa identidade com a tecnologia da construção militar ocidental. E que, sobretudo, não precisem ser financiados – ou pagos – em euros ou em libras.

Incheon – Não estou relatando nada que o Comando da Marinha não saiba, e essa é uma opção sob permanente bombardeio de muitos oficiais (estrelados ou não) que cercam o Charlie Mike.

Mas é preciso reconhecer: com os 960 milhões de dólares que alguns desejam incinerar na ambiciosa reforma do navio-aeródromo São Paulo, seria possível comprar não uma ou duas, mas três fragatas classe Incheon, produzidas pela coreana Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering
(DSME).
Mais um quadro negro, traçado pelo Roberto LOpes sobre a realidade e o futuro da marinha brasileira. :roll:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/08/maestrale-580x388.jpg)
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Fragata italiana classe Maestrale, um dos navios já oferecidos à Marinha do Brasil
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/05/NDD-Cear%C3%A1-atracando-na-Base-Naval-de-Val-de-C%C3%A3es-em-Bel%C3%A9m-do-Par%C3%A1-1-580x435.jpg)
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O NDD “Ceará” continua atracado na Base de Val-de-Cães, no Pará, em reparos

Cumprimentos
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 27, 2015, 11:15:31 am
É vergonhoso, como é possível isto ter chegado onde chegou?! :evil:

O tempo das ilusões acabou, que venha agora algum pragmatismo e que se faça um "game plan" de acordo com a nova realidade de austeridade profunda.
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Johnnie em Maio 27, 2015, 11:42:46 am
Sem palavras e eles que se preparem que a fatura das Olimpíadas vai ser alta  :roll:
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Maio 27, 2015, 03:55:04 pm
No passado recente, Portugal doou unidades navais que haviam sido recentemente abatidas ao serviço da Marinha a países de língua portuguesa em dificuldades. Agora que a Marinha se prepara para abater as duas últimas corvetas da classe João Coutinho e as duas últimas corvetas da classe Baptista de Andrade, talvez fosse de considerar doar estes navios à Marinha brasileira, que passa por enormes carências.

Estes navios, apesar dos mais de 40 anos de serviço, têm boas características oceânicas e foram sempre muito bem mantidos. Como nota de curiosidade, o seu desenho deu origem ao conceito MEKO e foram também fonte de inspiração para classes de corvetas espanholas e francesas.  

Classe João Coutinho
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/2010-08-06_F-471_Antonio_Enes_04.jpg)

Classe Baptista de Andrade
(http://1.bp.blogspot.com/-hH1LcqyXX2g/T44AExKp8TI/AAAAAAAAAKs/JMkyjNROk5g/s1600/NRP+Baptista+de+Andrade+P1010452.jpg)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: HSMW em Maio 27, 2015, 04:45:34 pm
Citação de: "NVF"
Classe João Coutinho
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/2010-08-06_F-471_Antonio_Enes_04.jpg)
A peça das João Coutinho é igual a esta?
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: NVF em Maio 27, 2015, 04:53:55 pm
Sim, só que em reparo duplo Mk33

http://en.wikipedia.org/wiki/3%E2%80%B3/50_caliber_gun (http://en.wikipedia.org/wiki/3%E2%80%B3/50_caliber_gun)
Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Vitor Santos em Maio 27, 2015, 11:08:18 pm
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No passado recente, Portugal doou unidades navais que haviam sido recentemente abatidas ao serviço da Marinha a países de língua portuguesa em dificuldades. Agora que a Marinha se prepara para abater as duas últimas corvetas da classe João Coutinho e as duas últimas corvetas da classe Baptista de Andrade, talvez fosse de considerar doar estes navios à Marinha brasileira, que passa por enormes carências.

Estes navios, apesar dos mais de 40 anos de serviço, têm boas características oceânicas e foram sempre muito bem mantidos. Como nota de curiosidade, o seu desenho deu origem ao conceito MEKO e foram também fonte de inspiração para classes de corvetas espanholas e francesas.

Realmente é uma boa ideia. Afinal de contas a Marinha do Brasil está desenvolvendo seu míssil anti-navio, trata-se do MAN-1, baseados nos Exocet, e seria de muito valia usar as corvetas Baptista e João Coutinho como alvos. Afinal de contas, a esquadra precisa treinar e aprimorar as técnicas de seu atual meio, mesmo em tempo de "crise". Seria um grande gesto de um povo irmão como o português a transferência destes cansados navios para virarem corais artificial na costa brasileira!  :mrgreen:  :wink:

Título: Re: Marinha do Brasil
Enviado por: Bravo Two Zero em Maio 27, 2015, 11:29:23 pm
Citação de: "Vitor Santos"
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No passado recente, Portugal doou unidades navais que haviam sido recentemente abatidas ao serviço da Marinha a países de língua portuguesa em dificuldades. Agora que a Marinha se prepara para abater as duas últimas corvetas da classe João Coutinho e as duas últimas corvetas da classe Baptista de Andrade, talvez fosse de considerar doar estes navios à Marinha brasileira, que passa por enormes carências.

Estes navios, apesar dos mais de 40 anos de serviço, têm boas características oceânicas e foram sempre muito bem mantidos. Como nota de curiosidade, o seu desenho deu origem ao conceito MEKO e foram também fonte de inspiração para classes de corvetas espanholas e francesas.

Realmente é uma boa ideia. Afinal de contas a Marinha do Brasil está desenvolvendo seu míssil anti-navio, trata-se do MAN-1, baseados nos Exocet, e seria de muito valia usar as corvetas Baptista e João Coutinho como alvos. Afinal de contas, a esquadra precisa treinar e aprimorar as técnicas de seu atual meio, mesmo em tempo de "crise". Seria um grande gesto de um povo irmão como o português a transferência destes cansados navios para virarem corais artificial na costa brasileira!  :mrgreen:  :wink:


Por cá faz-se isso, para dinamizar o turismo subaquático:

(http://expresso.sapo.pt/users/2407/240714/gd-ee90.jpg)
http://www.oceanreviv