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Geopolítica-Geoestratégia-Política de Defesa => Portugal => Tópico iniciado por: springo em Março 19, 2008, 08:16:23 pm

Título: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: springo em Março 19, 2008, 08:16:23 pm
http://tsf.sapo.pt/online/portugal/inte ... =TSF189694 (http://tsf.sapo.pt/online/portugal/interior.asp?id_artigo=TSF189694)

Leonel Carvalho não percebe críticas do BE
O secretário-geral do Gabinete Coordenador de Segurança não percebe o motivo pelo qual o Bloco de Esquerda pediu a sua demissão. Leonel Carvalho garante que a lei de Segurança Interna até abre caminho a essa hipótese.

O bloco reagiu desse modo às declarações de Leonel Carvalho que defendeu que as Forças Armadas deviam poder intervir no território nacional em casos de terrorismo.
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: p_shadow em Março 20, 2008, 02:17:03 am
Citação de: "PUNISHER"
http://tsf.sapo.pt/online/portugal/inte ... =TSF189694 (http://tsf.sapo.pt/online/portugal/interior.asp?id_artigo=TSF189694)

as Forças Armadas deviam poder intervir no território nacional em casos de terrorismo.

Mas não podem?!
Então se os F-16 estão em QRA prontos a intervir em caso de ataques terroristas com uso de aviões civis.....

Alguma coisa não está bem explicada nessa estória...
 :P


Cumptos
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: zé do bone em Março 21, 2008, 09:57:25 am
Citação de: "p_shadow"
...Alguma coisa não está bem explicada nessa estória...


... ou então há ainda muita coisa neste país que não se vai sabendo, ou divulgando em nome de..... :wink:
Título:
Enviado por: jmg em Março 23, 2008, 11:03:23 am
Penso que o medo dos bloquistas é de ter as FFAA a patrulharem as ruas do país.
É no entanto bastante comum noutros países que já foram alvo de ataques terroristas ver militares a patrulharem estações de comboios e aeroportos.
No nosso caso acho que deve ser prevista esta possibilidade mas reservá-la para último recurso.
Antes devemos apostar na prevenção e permitir aos nossos Serviços de informações agir de um modo mais flexível e esquecer de uma vez por todas o fantasma da PIDE que ainda paira e que impede ao SIS de fazer o seu trabalho.
Dotando os serviços de boas ferramentas legais e tecnológicas poderemos evitar ter o Exército nas ruas com situações de estado de sítio ou de emergência.
Título:
Enviado por: NVF em Março 23, 2008, 02:13:37 pm
Citação de: "jmg"
Penso que o medo dos bloquistas é de ter as FFAA a patrulharem as ruas do país.
É no entanto bastante comum noutros países que já foram alvo de ataques terroristas ver militares a patrulharem estações de comboios e aeroportos.
No nosso caso acho que deve ser prevista esta possibilidade mas reservá-la para último recurso.
Antes devemos apostar na prevenção e permitir aos nossos Serviços de informações agir de um modo mais flexível e esquecer de uma vez por todas o fantasma da PIDE que ainda paira e que impede ao SIS de fazer o seu trabalho.
Dotando os serviços de boas ferramentas legais e tecnológicas poderemos evitar ter o Exército nas ruas com situações de estado de sítio ou de emergência.


Sao os bloquistas e os 'americanistas'

http://en.wikipedia.org/wiki/Posse_Comitatus_Act (http://en.wikipedia.org/wiki/Posse_Comitatus_Act)

Quanto ao fantasma da PIDE, concordo.
Título:
Enviado por: tyr em Março 23, 2008, 07:16:27 pm
quando houve ameaças de antrax, quem é que fez os reconhecimentos e meteu em prontidão os sistemas de descontaminaçao???

resposta: o exercito e a FAP.

Sempre que ha calamidade publica (catastrofe natural, acidente industrial, ataque terrorista, etc...), a protecção civil pode chamar os militares para o que for preciso (com os limites previstos pela lei).
Título:
Enviado por: springo em Março 24, 2008, 06:42:14 pm
A relação das Forças Armadas e a Segurança Interna não é muito linear...por vários factores, aliás nem o conceito de "Segurança Interna" o é! Se dácadas atrás era perfeitamente estanque a separação da segurança interna da defesa externa, hoje já não é assim....grande parte das ameaças à segurança interna tem origem no exterior..

As Forças Armadas, apesar dos impedimentos constitucionas ( e corrijam-me se estiver errado) tem desempenhado (e muito bem) actividades de Segurança Interna ...por exemplo, a Armada tem competências no âmbito do Sistema de Autoridade Marítima, empenhando navios em patrulhamento, vigilancia de costa, tendo até empenhado o DAE em operações tipicamente policias, e ainda militares da Armada reforçam o dispositivo da Polícia Marítima.
No site da Marinha pode ler-se:
"As actividades de carácter militar e diplomático compreendem:(...)
O combate às redes transnacionais de terrorismo, tráfico de armas, de droga e escravatura;(...)


http://www.marinha.pt/Marinha/PT/Menu/D ... ha/Missao/ (http://www.marinha.pt/Marinha/PT/Menu/DescobrirMarinha/Missao/)

A FAP também empenha aeronaves em patrulhamento e vigilância da costa e , como ja aqui foi dito, unidades de NRBQ da FAP e Exército já estiveram nas "ruas"....
Portanto, ainda não consegui ver onde está o tal impedimento legal...
(talvez alguém possa esclarecer melhor)
Pessoalmente, não me choca ver unidades militares (PA, PE ou OE), a fazer segurança a Instalações civis sensiveis (aeroportos, gares, etc.) em casos de terrorismo...até porque se o nível de alerta se mantiver por muito tempo, as Forças de Segurança deixam de ter capacidade de resposta...
E depois,ainda sofremos do síndrome da PIDE, por via desse trauma os nossos serviços de informações não tem competencias de O.P.C. (mas isso fica para outro tópico)...
Título:
Enviado por: tyr em Março 24, 2008, 09:50:59 pm
os impedimentos legais podem ser resumidos (e isto é um grande resumo) a só poderem actuar em territorio nacional a pedido e em apoio a uma entidade civil, sendo que acções de policiamento estão vedadas aos militares com exepção de apoio directo às forças policiais (e por isso com sua supervisão em todos os actos).
Título:
Enviado por: springo em Março 24, 2008, 10:20:46 pm
:idea:
bate certo!!!!
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Março 24, 2008, 11:56:26 pm
Citação de: "tyr"
quando houve ameaças de antrax, quem é que fez os reconhecimentos e meteu em prontidão os sistemas de descontaminaçao???

resposta: o exercito e a FAP.

Sempre que ha calamidade publica (catastrofe natural, acidente industrial, ataque terrorista, etc...), a protecção civil pode chamar os militares para o que for preciso (com os limites previstos pela lei).



Na RAM, o único fato NBQ pertencia aos Bombeiros Voluntários Madeirenses por alturas do 11/09 e subsequente ameaças de antrax.
Uma noite, o chefe de piquete dos bombeiros disse-me:
"Ò 250, você vai tirar o quê nos Açores ? Agronomia ? Logo percebe de Química e Biologia ! Então vai experimentar o fato e fica como 2ª intervenção !"
E lá fui eu vestir o fato com dois tamanhos acima e botas 45 (calço o 42)
Agora rio-me com essa história, mas na altura era uma paranóia
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 29, 2008, 10:25:19 pm
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Terrorismo: Comandante das Operações Especiais defende plano nacional que envolva militares e forças de segurança    

   Lisboa, 29 Mai (Lusa) - O comandante do Centro de Tropas de Operações  Especiais (CTOE), Coronel Martins Pereira, defendeu hoje a criação de um  plano nacional de combate ao terrorismo que envolva as forças armadas e  de segurança.  

 

   "A criação de um plano nacional é um caminho que deve ser seguido",  disse à agência Lusa o comandante do CTOE, sedeado em Lamego, e que hoje  participou na conferência internacional "Terrorismo: Ameaça ou Exagero?",  organizada pela revista Sábado.  

 

   Segundo o responsável, o plano identificaria as ameaças, os riscos e  o grau de intervenção de cada força, além de facilitar a intervenção no  combate ao terrorismo.  

 

   Martins Pereira adiantou que há "um conjunto de passos que devem ser  tomados", apesar de a Lei de Segurança Interna, que se encontra em discussão  na Assembleia da República, já prever uma actuação das forças armadas em  caso de ameaça terrorista, embora não especifique o tipo de acção a desenvolver.  

 

   "Ao nível das duas forças existe uma boa ligação e um conhecimento mútuo,  faltando um plano nacional que clarifique as estruturas", afirmou, acrescentando  que em caso de ameaça terrorista "a utilização do apoio militar aparece  como última solução".  

 

   No entanto, o comandante do CTOE sublinhou que "há áreas especificas  que as forças de segurança não dispõem como a luta biológica, quimica e  nuclear". Segundo o responsável, as forças armadas têm essas capacidades,  que devem ser utilizadas.  

 

   O plano nacional de combate ao terrorismo deveria ser, segundo Martins  Pereira, idêntico ao modelo utilizado na protecção civil, onde existe uma  estrutura em rede que actua em caso de necessidade e coloca em prontidão  os meios disponíveis.  

 

   "No âmbito da Protecção Civil houve uma evolução forte" desde que está  a funcionar este modelo, acrescentou.  

 

   O CTOE - Centro de Tropas de Operações Especiais , baseado em Lamego,  é uma Unidade do Exército português com a missão de instrução de tropas  em guerra não convencional e contra-terrorismo.  

 

   Até 2006 era conhecido como CIOE - Centro de Instrução de Operações  Especiais.  

 

   O CTOE contém o BEOE - Batalhão de Elementos de Operações Especiais,  popularmente conhecido como Rangers, que executa missões como Patrulhas  de Reconhecimento de Longa Distância, raids contra alvos principais, localização  de centros de comando e controlo inimigos, destruição das defesas aéreas  e radares inimigos e resgate de prisioneiros.    
Título:
Enviado por: springo em Junho 13, 2008, 11:59:00 pm
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Almirante Sabino Guerreiro explica disponibilidade das Forças Armadas nos Açores : Protecção Civil e Forças Armadas estudam cooperação em catástrofes
09 Março 2008
O Comandante Operacional das Forças Armadas, nos Açores, Almirante Sabino Guerreiro, reafirmou ao Correio dos Açores que estão criadas condições para, em caso de absoluta necessidade, haver uma maior cooperação com as forças de segurança na Região.  Que ninguém tenha dúvida que responderemos em uníssono, se for caso disso, afirmou para depois explicar: Hoje reconhece-se que a fronteira entre segurança externa e segurança interna e mais ténue que em tempos idos e que isso exige maior cooperação entre as forças armadas, as forças de segurança e outros organismos empenhados na segurança do Estado. Há que procurar formas de melhor concretizar esta cooperação a nível regional, concluiu numa alusão implícita à possibilidade de se criar um Conselho Regional de Segurança.  Sabino Guerreiro tem em curso um processo de reestruturação das forças armadas nos Açores que passará a ter um Comando Operacional Conjunto. Já criou a figura de Subchefe do Estado-Maior e Comandante do Aquartelamento e está a reforçar serviços operacionais aos níveis da protecção civil, que passa a ser a todo o tempo e comunicações e sistemas de informação. Estamos prontos para as aflições e, nesse aspecto, gostaríamos que acontecessem o menos possível, afirma.  O almirante diz estar a sentir que, nos Açores, se gostaria de ter mais Forças Armadas e não menos e realça que a sua presença na Região é genericamente adequada ao nível de ameaça, percepcionado como baixo, apesar da relevância estratégica.  Quer umas forças armadas nos Açores prontas a agir e, nesta perspectiva, sublinha que o maior risco é convencer-nos que nada de menos bom nos acontecerá.



De harmonia com a reestruturação, em curso, das Forças Armadas, o Comando Operacional dos Açores passará a ter outra designação, mais funções e maior poder.


A questão de ter mais ou menos poder não se coloca. Não é uma questão relevante. O que verdadeiramente importa é estudar quais devem ser as atribuições do Comando Operacional Conjunto dos Açores, qual a melhor composição orgânica, como tratar a questão das articulações com outras organizações, com relevo para os comandos de zona na Região e os futuros Estado-Maior Conjunto e Comando Operacional Conjunto em Portugal Continental. E ainda, calcular quais os recursos humanos e infra-estruturas indispensáveis ao cumprimento da Missão.
Para se chegar à definição das funções, ou melhor, das atribuições do futuro Comando Operacional Conjunto dos Açores, vai ser primeiro necessário actualizar a Lei da Defesa Nacional e das Forças Armadas, depois a Lei de Organização de Bases das Forças Armadas, a Lei Orgânica do Ministério da Defesa Nacional e a Lei Orgânica do EMGFA, que se vai estruturar num Quartel-General Conjunto das Forças Armadas.
Foi recentemente publicada no âmbito interno uma Directiva do General Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, que dá orientação para os diversos trabalhos que vão ter início dentro em breve. O Comando Operacional dos Açores vai participar nestes trabalhos e dará a sua contribuição para apoiar a decisão no que a esta matéria respeita.

Estados de excepção

Nesta altura posso garantir que existe uma clara percepção da importância do papel das Forças Armadas na Região e do excelente relacionamento com o povo açoriano. Tenho sentido que nesta Região se gostaria de ter mais Forças Armadas e não menos, que as pessoas se preocupam com os meios aéreos, navais ou terrestres disponíveis, perguntando com alguma insistência se são ou não suficientes. Tudo isto, aliado à real importância estratégica dos Açores no contexto da defesa do Espaço de Interesse Nacional Permanente, faz com que o General CEMGFA pretenda que todas as hipóteses sejam consideradas, para se chegar à melhor configuração possível para o futuro Comando Conjunto aqui nos Açores.
Respondendo mais objectivamente à sua pergunta, considero que a solução encontrada para o actual Comando Operacional e Comandos de Zona é sábia e que não existirão propriamente áreas novas para trabalhar. No entanto, torna-se necessário sublinhar alguns aspectos, que iremos estudar e aprofundar, como seja a problemática da mobilidade estratégica, dada a configuração arquipelágica da área de responsabilidade; a questão da interoperabilidade dos sistemas de comunicação e de informação; do apoio à Protecção Civil, atenta a nossa qualidade de agentes da Protecção Civil enquadrados no Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro, SIOPS; a articulação com as forças de segurança, uma vez declarados estados de excepção, etc. São algumas questões que requerem contínuo aprofundamento e cuja ponderação pode ter impacto na configuração final do novo Comando Conjunto aqui nos Açores.

Protecção Civil a tempo inteiro

Qual a nova estrutura do Comando Operacional Conjunto e de que forma a pretende implementar na Região?

Nós já estamos a experimentar uma estrutura renovada a nível interno, em resultado da análise que fiz em termos do desenvolvimento organizacional no COA. Já existe uma área especificamente vocacionada para apoio à Protecção Civil, que passou a ser uma actividade de Estado-Maior em todo o tempo em vez de supletiva. Existe também uma área especialmente virada para a mobilidade estratégica e para a mobilidade de cidadãos civis entre ilhas em caso de necessidade, o que a meu ver requer muita cooperação com o futuro Comando Operacional Conjunto, com o Conselho Nacional do Planeamento Civil de Emergência, Governo Regional e empresas a nível local com capacidades nesta área. Também criámos uma área no Estado-Maior especialmente vocacionada para as Comunicações e Sistemas de Informação, que complementa nas áreas de estudo e planeamento, a acção do Centro de Comunicações, que se situa ao nível executivo. Esta é hoje uma área fundamental. Tentámos melhorar também a coordenação a nível interno, criando a figura do Subchefe do Estado-Maior, dada a acumulação de funções de carácter operacional e administrativo no Chefe de Estado-Maior e Comandante do Aquartelamento. Temos portanto ideias assentes ao nível da composição orgânica. Não quero mais gente para esta organização, quererei sempre gente com qualidade.
No plano exterior ao COA creio que manteremos o mesmo tipo de relacionamento com os comandos de zona na Região e que vamos ter que estudar a articulação com o Comando Operacional Conjunto situado em Portugal Continental, harmonizando as várias modalidades de comando e controlo possíveis, para os diversos cenários plausíveis.

Conselho Regional de Segurança?

Disponibilizou as Forças Armadas na Região para colaborarem no esforço desenvolvido na manutenção da segurança.

O que eu referi nas comemorações do Dia do COA, no dia 26 de Fevereiro, foi o excelente relacionamento inter-pessoal que existe entre os responsáveis militares e os das forças de segurança aqui na Região. Este relacionamento cria condições para, em caso de absoluta necessidade, se ultrapassarem alguns condicionalismos no relacionamento institucional em tempo normal. Que ninguém tenha dúvida que responderemos em uníssono, se for caso disso. Hoje reconhece-se que a fronteira entre segurança externa e interna é mais ténue que em tempos idos e que isso exige maior cooperação entre as forças armadas, as forças de segurança e outros organismos empenhados na segurança do Estado. E isso também é verdade a nível regional. Há que procurar formas de melhor concretizar esta cooperação a nível regional. Embora seja uma hipótese muito remota, a Lei prevê a possibilidade de serem estabelecidos estados de excepção (de emergência e de sítio). Se isso acontecer e eu espero naturalmente que nunca aconteça, as Forças Armadas têm um papel a desempenhar, que implica uma fortíssima articulação com as forças de segurança. Isto prepara-se a frio, quando não há nenhuma nuvem no horizonte. Neste âmbito as Forças Armadas estarão sempre disponíveis para colaborarem na manutenção da segurança interna.
Autor: João Paz

http://www.correiodosacores.net/view.php?id=6018 (http://www.correiodosacores.net/view.php?id=6018)
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Título:
Enviado por: Knyght em Junho 16, 2008, 06:25:01 pm
E as forças especial da GNR e PSP nessa altura não seriam os primeiros a serem chamados? E como é interno se fosse necessário mais elementos integrar sob comando destas duas forças de segurança? Não me levem a mal mas há procedimentos de segurança interna que não são o dia a dia da formação dos Rangers...
Título: Segurança Interna
Enviado por: PEDRO GALVÃO em Junho 29, 2008, 05:24:34 pm
A Deus o que é de Deus e a César o que é de César!!
Título:
Enviado por: Lightning em Junho 29, 2008, 05:50:17 pm
Quem é que falou em Rangers? Então se ouver um terramoto nos Açores e alguma povoação tenha que ser evacuada vão lá os Rangers? Vão lá os GOE? Acho que vão lá é as aeronaves da Força Aérea e navios da Armada.

E se for necessário montar um hospital de campanha? Vão lá os GOE ou os Rangers?

Meus senhores neste documento não se está a pensar em acções bélicas mas sim de apoio à protecção civil em situações de crise.

A unica parte do documento que refere intervenção militar é no estado de sitio, e é assim em todo o pais.
Título:
Enviado por: tyr em Junho 29, 2008, 10:43:28 pm
Se houver um terramoto nos açores (como ja houve) avança a engenharia militar com os apoios de pessoal que houver (por exemplo infantaria) e dos meios aereos da força area.
Mas sempre em apoio directo ao chefe da protecção civil no local.

Se houverem cheias, avançam os helis, os botes dos fuzos e da engenharia, e são efectuados diversos trabalhos de protecção ou reparações de emergencia de estradas (possivelmente com pontes militares).

Nos incendios, existem sempre patrulhas de sapadores (militares com formação na area) e limpezas efe ctuadas pelas aquinas de engenharia.

se houver um naufragio, avança o navio da marinha mais proximo e os meios da força area para resgata (e busca).

quando houve a tragedia de entre rios andaram lá os mergulhadores da marinha (pois são os unicos com capacidade para tal) e a engenharia preparou jangadas ( que não chegaram a ser uzadas, por haver interesses que falavam mais alto ($$$$$$$).

e podia continuar ad eternum.
Título:
Enviado por: springo em Junho 30, 2008, 12:20:43 pm
Operação "Relâmpago" - Apreensão de embarcação de pesca

Publicado em:
 2008-06-26



A Marinha numa operação conjunta com a Polícia Judiciária (PJ), através da Direcção Central de Investigação do Tráfico de Estupefacientes (DCITE) e a Força Aérea, procedeu à abordagem e apreensão da embarcação de pesca "SAGUIM", de 13 metros de comprimento, durante a madrugada de hoje, que transportava no seu interior elevada quantidade de haxixe.

Nesta operação estiveram envolvidos agentes da Polícia Judiciária, a Corveta "António Enes", com uma equipa das forças de operações especiais da Marinha, e meios da Força Aérea, os quais controlaram as movimentações da embarcação de pesca, desde a costa marroquina até à costa vicentina, e face aos fortes indícios de que pudesse transportar produto estupefaciente foi interceptada pelo navio da Marinha, que levava a bordo três agentes da PJ.

Realizada a busca à embarcação, foram detectados na mesma 199 fardos de haxixe, com um peso estimado de mais de 6 toneladas.

A embarcação apreendida e os detidos, sob escolta da Marinha, entraram durante a manhã de hoje no Porto Comercial de Sines/Terminal do Carvão.

De realçar a excelente cooperação entre a Marinha, através do seu Centro de Operações (COMAR) e a Polícia Judiciária, o que se traduziu na condução de mais uma operação exemplar, segura e eficaz.

http://www.marinha.pt/Marinha/PT/Menu/N ... A3o+pj.htm (http://www.marinha.pt/Marinha/PT/Menu/NoticiasAgenda/Noticias/opera%C3%A7%C3%A3o+pj.htm)
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: cãocompulgas em Dezembro 03, 2009, 04:19:04 pm
Comandante da GNR defende Forças Armadas na Segurança
Num almoço-debate promovido ontem pela revista de 'Segurança e Defesa', o comandante-geral da GNR, General Nelson Santos, declarou que o crime em Portugal atingiu um grau de gravidade que não podem ser só as forças e serviços de segurança a combatê-lo. Pediu aos próximos governantes que mudem a constituição para permitir a ajuda dos militaresO comandante-geral da GNR, general Nelson Santos, apelou ontem aos próximos responsáveis políticos a que mudem a constituição de forma a permitir que as Forças Armadas combatam a criminalidade ao lado das Forças de Segurança.

"A criminalidade não é um problema exclusivo das polícias e no seu combate devem ser empregues todos os meios que permitam ir vencendo as batalhas diárias de forma a que a guerra global contra o crime nunca se perca, como infelizmente acontece noutras partes do mundo", declarou este alto responsável, que é oficial do Exército.

Nelson Santos falava a uma plateia de altos dirigentes das forças de segurança e militares, no âmbito de um almoço-debate promovido pela revista Segurança e Defesa, no qual era o convidado de honra. Na presença do ministro da Administração Interna, Rui Pereira, e de outros altos dirigentes do Sistema de Segurança Interna, as palavras do general surpreenderam.

Cauteloso, citou primeiro o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, para expor o seu ponto de vista. "Numa recente intervenção", lembrou o comandante-geral da GNR, defendeu que, "face às ameaças e aos riscos com que hoje as nossas sociedades se debatem, era absolutamente obrigatório que encarássemos a segurança de um ponto de vista cooperativo e numa perspectiva integrada de segurança e defesa, à semelhança do que vários dos nossos aliados na NATO e na União Europeia já fazem".

Nelson Santos reconheceu que pelas suas "experiências, num passado muito recente, como oficial do Exército e agora como comandante da Guarda Nacional Republicana, levam-me a concordar inteiramente" e, "mais do que isso, dizer que urge que os responsáveis políticos tomem decisões que vão ao encontro das suas palavras".

Determinado, a olhar a plateia de frente, defendeu que "a concretização de um modelo gestionário que contemple a coordenação e a direcção integrada do combate às ameaças que no âmbito da segurança e defesa se colocam na actualidade às sociedades e ao nosso país, tornará, certamente, mais eficaz e económico esse combate".

O comandante-geral da GNR sublinhou que "terminaram os "tempos" em que a "criminalidade violenta" era uma "excepção". "Hoje, encontra-se claramente no topo das preocupações da sociedade" portuguesa, asseverou. "Importa que no nosso país olhemos o futuro com prudência e cautela, porque o crime e a violência continuarão a fazer parte do nosso quotidiano numa dimensão, grau de incidência e configuração que são imprevisíveis", concluiu.


http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/inter ... id=1370496 (http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1370496)
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: cãocompulgas em Dezembro 03, 2009, 04:21:23 pm
Defesa: Chefe de Estado-maior do exército pede clarificação legal
Exército na rua ao lado da polícia

O Chefe de Estado-Maior do Exército quer ver os militares nas ruas a cooperar com as forças de segurança interna, mesmo que para o efeito seja necessário proceder a alterações na lei.


'Os meios policiais são insuficientes para dar resposta às novas formas de conflitualidade, e o Exército tem de cooperar', disse ontem o general Pinto Ramalho num discurso durante o almoço de comemoração dos três anos da revista ‘Segurança e Defesa’, perante o olhar atento do director nacional da PSP, Oliveira Pereira.

'Actualmente há uma fronteira difusa entre a segurança interna e externa. E há capacidades instaladas no Exército para responder a um determinado nível ou grau de ameaça. A primeira linha de resposta deve estar na PSP e na GNR, mas poderemos estar numa circunstância em que isso não chegue e então, naturalmente, o Exército poderá dar resposta, segundo o enquadramento constitucional', afirmou Pinto Ramalho.

O problema está na Lei de Defesa Nacional, que só autoriza a intervenção a título excepcional das Forças Armadas perante ameaças estrangeiras, à excepção de missões de socorro provocadas, por exemplo, por catástrofes naturais. O general defendeu que deve existir uma 'visão pragmática' da questão, que só poderá ser posta em prática com 'uma forma legislativa perfeitamente clarificada'.

O Chefe de Estado-Maior do Exército foi na altura interpelado pelo general Loureiro dos Santos, que defendeu a opinião de Pinto Ramalho. 'Em caso de ameaças transnacionais podem surgir situações de indefinição quanto ao emprego de meios militares, pelo que é necessária uma revisão da Constituição', disse o ex-CEME.

No mesmo discurso, Pinto Ramalho defendeu que os cidadãos com serviço militar cumprido deveriam ter prioridade no recrutamento para as forças de segurança, tal, o que seria 'um incentivo à prestação do serviço militar'.

http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx ... 3794B9&h=8 (http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000090-0000-0000-0000-000000000090&contentid=757B7FA3-F85A-4E30-B342-A1D7BE3794B9&h=8)
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: cãocompulgas em Junho 20, 2010, 12:02:49 am
Forças Armadas envolvidas no apoio às forças policiais
Notáveis lançam debate com os olhos postos na revisão constitucional




Citar
Um grupo de notáveis, entre os quais o antigo ministro da Defesa e da Administração Interna, Figueiredo Lopes, vão lançar a debate nacional o maior envolvimento das Forças Armadas na segurança interna, aproveitando a revisão constitucional, soube o JN.

O mote vai ser o I Congresso Nacional de Segurança e Defesa, a ter lugar este mês, com o alto patrocínio do presidente da República, e no qual surge um leque de entidades que vai desde o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, até ao ministro da Defesa Nacional, Santos Silva.

Figueiredo Lopes, presidente do Congresso, considera ser este o momento de lançar o debate sobre uma maior participação das Forças Armadas na Segurança Interna, para sensibilizar quer o Governo quer a opinião pública para o tema. "Agora há a possibilidade de abrir o processo de revisão constitucional e é um momento que não devemos perder", salientou Figueiredo Lopes ao JN.

O antigo ministro da Defesa e da Administração Interna entende que a alteração, a ser considerada, deve ser feita a nível da Constituição, que ainda prevê o conceito "Defesa Nacional" quando "já deveria, sim, ser alterado para um conceito mais lato, o de Segurança Nacional".

Figueiredo Lopes especifica que o conceito Defesa Nacional é herdado da Guerra Fria, quando o tipo de ameaças actual já nada tem a ver com a antiga realidade do conflito Leste-Oeste. O enquadramento passadista acaba por agregar as Forças Armadas a um quadro conceptual arcaico e afasta-as de missões, "particularmente no apoio às forças de segurança, que trariam uma mais-valia à segurança do cidadão".

O ano passado, a Lei de Defesa Nacional foi alterada, mas as Forças Armadas viram limitado o seu empenhamento na segurança interna às ameaças externas, "quando países como o Reino Unido ou a França já estão a alterar este quadro, tornando o empenhamento dos militares mais abrangente", frisou Figueiredo Lopes. Aliás, já este ano o chefe de Estado-Maior do Exército, Pinto Ramalho, num dos almoços realizados pela revista "Segurança e Defesa" deu sinais de que o ramo estava preparado para assumir responsabilidades na Segurança Interna.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Naciona ... id=1592667 (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1592667)
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Trafaria em Junho 30, 2010, 01:10:41 pm
Oficiais da GNR querem Forças Armadas fora da Segurança

Os oficiais da GNR estão contra a utilização das Forças Armadas (FA)em operações de segurança interna.

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/inter ... id=1606598 (http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1606598)
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Daniel em Março 01, 2018, 08:11:47 pm
Marcelo deu posse a almirante Silva Ribeiro como Chefe das Forças Armadas
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/marcelo-deu-posse-a-almirante-silva-ribeiro-como-chefe-das-forcas-armadas
(https://thumbs.web.sapo.io/?epic=ZTg2SPsQV1WjDydsm4XnT2BFnQep7KqToivoK50lvxJwn4JNE5qnIF19s2xh1IFeDLawMsNhiEcR8pcGF78OaERQXqIengrxvItwmP7ZuvgIv3c=&W=800&H=0&delay_optim=1)
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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deu hoje posse ao novo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), almirante António Silva Ribeiro.A cerimónia decorreu com 15 minutos de atraso, 17:15, na sala dos embaixadores do Palácio de Belém, em Lisboa.

Silva Ribeiro, até agora Chefe do Estado Maior da Armada (CEMA), sucede ao general Pina Monteiro, que atingiu a idade da reforma, e exerceu o cargo desde abril de 2014.

O almirante Silva Ribeiro, de 60 anos, é CEMA desde 10 de dezembro de 2016. Foi diretor-geral da Autoridade Marítima e Comandante-geral da Polícia Marítima.

Silva Ribeiro foi também Superintendente do Material, diretor-geral do Instituto Hidrográfico e subchefe do Estado-Maior da Armada.

Nascido em Pombal, ingressou no Curso de Marinha da Escola Naval em 1974, tendo obtido a licenciatura em Ciências Militares-Navais.

Especializado em Hidrografia, é doutorado em Ciência Política e mestre em Estratégia. É professor catedrático convidado do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas e professor militar da Escola Naval.

O almirante Silva Ribeiro publicou 16 livros, dois dos quais sobre a teoria da Estratégia, cinco sobre planeamento estratégico aplicado ao Estado, à defesa nacional, à segurança nacional e à Marinha.

Segundo a lei de bases das Forças Armadas, o CEMGFA “responde em permanência perante o Governo, através do Ministro da Defesa Nacional, pela capacidade de resposta militar das Forças Armadas”.
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: PereiraMarques em Março 02, 2018, 03:04:31 pm
Não sei se é perfil da treta mas aparentemente o ALM CEMGFA criou um perfil no FB só para responder aos posts na página do FB referente ao EMGFA.

https://www.facebook.com/antonio.silva.ribeiro33474/

https://www.facebook.com/pg/emgfa/
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Abril 24, 2018, 04:11:29 pm
Observatório quer que Forças Armadas possam intervir em situações de terrorismo e crime organizado
https://www.publico.pt/2018/04/03/sociedade/noticia/observatorio-quer-que-forcas-armadas-possam-intervir-em-situacoes-de-terrorismo-e-crime-organizado-1809000

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Cooperação das Forças Armadas com as forças de segurança deve ser feita sob alçada civil, não militar, defende o presidente do Observatório de Segurança. Também o antigo ministro Rui Pereira diz que é necessário repensar a relação entre a Defesa e as forças de segurança, com vista à actuação concertada em casos extremos.
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Abril 24, 2018, 04:12:33 pm
Militares devem atuar às ordens das polícias
https://www.dn.pt/portugal/interior/militares-devem-atuar-as-ordens-das-policias-9235043.html

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O principal chefe militar, almirante Silva Ribeiro, assumiu ontem que as Forças Armadas (FA) atuam em território nacional em apoio das forças e serviços de segurança (FSS), estando às suas ordens.
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Abril 24, 2018, 04:13:37 pm
Polícias com luz verde para recorrer a militares no combate ao terrorismo
https://www.dn.pt/portugal/interior/policias-com-luz-verde-para-recorrer-a-militares-no-combate-ao-terrorismo-9249294.html

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Reforço de patrulhas policiais para proteger pontos sensíveis, partilha de informação e apoio com meios - comunicações, instalações, transportes e sanitários
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Abril 24, 2018, 04:14:36 pm
"militares desarmados"..

Qual é o objectivo então?
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Abril 24, 2018, 04:15:29 pm
"militares desarmados"..

Qual é o objectivo então?

Não me cheira...enquanto não surgir entre as aspas a citar as palavras de alguém com voto na matéria...é ver para crer.

Em missões de âmbito estritamente militar em território nacional os militares andam armados e equipados e quando estiverem em cooperação com as forças policiais vão estar desarmados? (bullshit).
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Abril 24, 2018, 04:16:18 pm
Nas missões de partilha de informação, apoio de comunicações, instalações, transportes e sanitários, e no futuro nos planos contra ataques nucleares, biológicos, químicos e radiológicos, e cibersegurança até percebo que esses militares possam ir desarmados, para cumprir essas tarefas especificas, ficando a segurança à responsabilidade das Forças Policiais.

Mas a missão de reforço de patrulhas policiais para proteger pontos sensíveis, sem o minimo de armamento, ficamos ao nível do segurança do shopping, acho que isso está errado, pela segurança física dos militares e por se trata de "pontos sensíveis" do país, outra que me parece absurda sem armamento é a missão de proteção das comunidades portuguesas no exterior,

Também acho estranho as missões de comunicação com os media e prevenção da radicalização, poder ter apoio das Forças Armadas, isso de falar com os media e com minorias a residir em portugal tem que ser outras estruturas.

Mas quem fez o plano deve saber, e como diz o artigo.

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O plano será apresentado oficialmente, nos próximos dias, por Helena Fazenda ao chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA)
, isto é, a parte militar ainda vai dizer o que acha.
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Abril 24, 2018, 04:17:17 pm
Só têm de ligar aos franceses e perguntar como é que fazem lá...
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Abril 24, 2018, 04:18:09 pm
Só têm de ligar aos franceses e perguntar como é que fazem lá...

Isso se quiseres, tens aqui, além da França, também o caso Belga e Britânico.
https://www.dn.pt/portugal/interior/operacoes-de-apoio-as-policias-9249186.html
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Abril 24, 2018, 04:18:55 pm
Correio da Manhã

Militares desmentem acordo

As Forças Armadas desmentiram ontem qualquer acordo com a secretária geral do Sistema de Segurança Interna (SSI), sobre a forma como vão entrar nas operações de segurança interna, porque ainda não receberam "qualquer proposta".
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Abril 24, 2018, 04:19:53 pm
CEMGFA e "Superpolícia" preparam patrulhas com militares armados
https://www.dn.pt/portugal/interior/cemgfa-e-superpolicia--preparam-patrulhas-com-militares-armados-9269461.html

Afinal as coisas começam a parecer mais normais...

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controlo operacional da força de segurança sim, comando, tal como acontece noutros países europeus quando os militares dão apoio às polícias, terá de ser o da hierarquia militar.

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No início deste mês, em declarações aos jornalistas citadas pelo DN, Silva Ribeiro referira que estava fora de questão a utilização de armas em contextos de apoio a operações de segurança interna, mas fontes militares clarificaram ao DN, que o CEMGFA se referia "apenas às operações relacionadas com a Proteção Civil, como a prevenção e combate aos incêndios".

Isto em miudos quer dizer, que não vão haver oficiais da PSP ou GNR ou qualquer outra entidade a dar ordens a secções ou pelotões ou navios militares, o que há é um oficial militar é enviado para o posto de comando da força de segurança que vai ser o oficial de ligação com as forças militares que vão estar no terreno, isto é, é este oficial que vai mandar nos militares que forem precisos por essa força de segurança, é como já acontece quando vão ajudar a Protecção Civil nos fogos.

Em relação ao uso de armas, os militares vão andar desarmados em missões de protecção civil, isto é, safety, nas missões de security, devem andar armados.
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Outubro 29, 2018, 06:43:17 pm
Cooperação Operações Especiais da GNR e helicoptero EH101 da Força Aérea

https://www.facebook.com/a.neiva.reis/videos/2008537395835812/

https://www.facebook.com/a.neiva.reis/videos/2008543405835211/
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Outubro 29, 2018, 06:46:45 pm
GNR organiza exercício internacional da EUROGENFOR, EGEX2018

https://www.facebook.com/GuardaNacionalRepublicana/videos/742243706117217/
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Outubro 30, 2018, 09:35:47 pm
Tropa e Polícia juntas até ao final deste ano
Eventos graves como terrorismo ou ocorrências em que PSP e GNR esgotem meios.


https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/tropa-e-policia-juntas-ate-ao-final-deste-ano

O titulo é um bocado estranho, o artigo não é sobre junções nenhumas, mas sim sobre coordenação entre forças armadas e forças de segurança internamente.
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: Lightning em Maio 30, 2019, 10:17:14 am
Acordo histórico. Militares aceitam "comando" de polícias em casos extremos
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/30-mai-2019/interior/acordo-historico-militares-aceitam-comando-de-policias-em-casos-extremos-10953526.html?target=conteudo_fechado
Título: Re: Forças Armadas e Segurança Interna
Enviado por: PereiraMarques em Maio 30, 2019, 07:24:31 pm
Tropa e Polícia juntas até ao final deste ano
Eventos graves como terrorismo ou ocorrências em que PSP e GNR esgotem meios.


https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/tropa-e-policia-juntas-ate-ao-final-deste-ano

O titulo é um bocado estranho, o artigo não é sobre junções nenhumas, mas sim sobre coordenação entre forças armadas e forças de segurança internamente.

O jornaleiro que escreveu isso é nosso freguês à muitos anos  :mrgreen: ... Ele se quiser que explique  ;)