Actualmente em funcionamento no Exército Português são estes os principais meios de combate a nosso dispor:
- 96 Carros de Combate M/60 A3;
- 6 pronto socorro para M/60 A3;
- 6 Veículos tipo M60/3 lança pontes;
- 400 VBTP M113 em diversas funções:
M113 A1 (Transporte de Tropas no Campo de Batalha)
M113 A2 (Sistema de lançamento do míssil anti-carro Tow)
M125 (Sistema de transporte do morteiro 81mm)
M106 (Sistema de transporte do morteiro de 106 mm)
M577 (Comando e Controlo)
M901 ITV(Sistema de lançamento duplo de misseis Tow)
- 14 M109 A2 (Sistema de de Artilharia autopropulsada);
- 14 M109 A5 (Sistema de Artilharia autopropulsada)
- 50 Chaimites;
- 15 Auto-metralhadora V150;
- 38 Viaturas Blindadas Panhard;
- 200 Jipes TT Land Cruiser;
- 150 Jipes várias funções Willys;
- 24 Hummers;
- 34 Sistemas de lança misseis anti-aéreos Chaparral;
- Misseis Anti-aéreos Stinger;
- Misseis Anti-carro Milan
- Misseis Anti-carro Tow;
- LGF (Misseis Anti-carro LAW);
Em processo de aquisição
- 37 Carros de Combate Pesados Leopards II A5
- 240 Pandur II em varias versões.
Se me esqueci de alguma coisa ou outra se ja foi substituida é favor os caros camaradas me corrigirem.
Assim à primeira vista...não são 14 M109 A2 são 6, dos quais nenhum ou apenas 2 possam estar ainda operacionais, usados para instrução.
Faltam os obuses L-119 "Light Gun", os Canhões sem Recuo/Lança-Granadas Carl Gustav, os canhões anti-aéreos de tiro rápido "Bitubo" Rheinmetall Rh-202...WillysUMM talvez...
Eis o que se encontra no site do exercito.
embora ñ refia números. (...)
Bom dia, aqui fica o meu primeiro post... hehe.
Faltam na verdade os M119 Light Gun, que se não estou em erro serão 12 no RA4 (não tenho a certeza), 1 na Academia Militar e 2 na EPA em Vendas Novas.
Podem acrescentar também 6 M114 155mm, que dia 1 de Abril entram de novo ao serviço na EPA, e mais tarde 6 no RA5.
Farão parte do novo GAC 155mm, que será composto por 3 baterias... que em 2010 serão equipadas de modelos M198.
http://www.wsmr-history.org/XM198.htm
Algum erro da minha parte façam favor de me corrigir.
Abraço.
Serão excedentes dos EUA? Porque não adquirir o M-777 ?
M198 howitzer specifications:
Weight 7,154 kg (15,772 lb)
Length 11 m (36 ft 2 in) in firing position; 12.3 m (40 ft 6 in) in towing position
Width 2.8 m (9 ft 2 in) in towing position
Height 2.9 m (9 ft 6 in) in towing position
Crew 9 enlisted men
Caliber 155 mm
Rate of fire 4 round/min maximum; 2 round/min sustained
Maximum range 22,400 m (14 miles) with conventional ammo; 30,000 m (18.6 miles) with rocket propelled
M777 howitzer specifications:
Specifications
Weight 3,175kg. (7,000lb.)
Length 10.7m (35ft.) in firing position; 9.5m (31ft. 2in.) towed position
Barrel length 39 calibers
Crew 5
Caliber 155 mm
Carriage split trail
Rate of fire 2 RPM normal, 5 max
Effective range 24 km with M109 ammunition,
30 km with ERFB base-bleed,
40 with Excalibur
Estes sistemas de artilharia israelita estão em utilização?
http://www.army-technology.com/projects/rascal/
http://www.army-technology.com/projects/atmos/
Tambem me parecem bastante interessantes.
P.S-Para mim,sistema de sonho seria este...http://www.army-technology.com/projects/pzh2000/
Citação de: "Howitzer"Bom dia, aqui fica o meu primeiro post... hehe.Seja bem-vindo ao fórum, Howitzer.
Faltam na verdade os M119 Light Gun, que se não estou em erro serão 12 no RA4 (não tenho a certeza), 1 na Academia Militar e 2 na EPA em Vendas Novas.
Podem acrescentar também 6 M114 155mm, que dia 1 de Abril entram de novo ao serviço na EPA, e mais tarde 6 no RA5.
Farão parte do novo GAC 155mm, que será composto por 3 baterias... que em 2010 serão equipadas de modelos M198.
http://www.wsmr-history.org/XM198.htm
Algum erro da minha parte façam favor de me corrigir.
Abraço.
Tem alguma fonte segura quanto à vinda de M198 em 2010 ? Imagino que sejam EDA americanos substituídos pelo M777 ?
desculpem a achega, mas não resisti, num outro tópico deste forum e do forum 9Gs falava-se em contrapartidas, sobre o treino dos stealth planes, mas esta vinda de M198 em 2010, cheira-me a contrapartidas. :wink:
Além disso, sucata por sucata... Antes o FH-70...
:shock: Uma peça de 155mm numa VBR ? Com os problemas de estabilidade que causa a instalação de um canhão de 105mm, ficaria muito surpreendido se alguém conseguisse adaptar um de 155.
Temos M60 numa versão do M113 que tem torres para disparar os misseis TOW (M901 ITW).
Duvido que haja 96 M60A3 operacionais
Penso que os M60 AVLB são 4 e não 6
O morteiro dos M106 é de 107mm
Os Jipes são M151 / UMM e não Willys
Faltam os M578 ARV e M548 de transporte
Falta a totalidade dos obus rebocados M101, M114, L119
Alguém sabe ao certo quantas unidades Land Cruiser foram adquiridas para as FA's?
Tinha curiosidade em saber quantas viaturas 4x4 Land Cruiser estavam ao serviço nas nossas Forças Armadas. Como não vi essa informação promenorizada em lado nenhum. Resolvi enviar um email à Salvador Caetano. Passados alguns dias, obtive a resposta. Nem quis acreditar no que estava a ler:
Agradecemos desde já o contacto efectuado através do site Toyota.
Relativamente ao exposto, informamos que não podemos facultar os dados pretendidos, visto tratar-se de informação confidencial.
Sem outro assunto de momento, agradecemos a sua preferência pela Toyota e subscrevemo-nos com elevada consideração.
Atentamente,
Divisão de Marketing e Vendas
Toyota Caetano Portugal, SA
http://www.exercito.pt/portal/exercito/ ... IMAT01.pdf (http://www.exercito.pt/portal/exercito/_specific/public/ueo/cmdlog/FIMAT01.pdf)
Isto é um Willys M151.
Felizmente tive a oportunidade de andar tanto num Willis como num UMM quando cumpri o SMO em Sta. Margarida .
Nuno
Citação de: "Nuno"http://www.exercito.pt/portal/exercito/ ... IMAT01.pdf (http://www.exercito.pt/portal/exercito/_specific/public/ueo/cmdlog/FIMAT01.pdf)Não ponho em causa o facto de terem dado a alcunha de 'Willys' ao M151 MUTT, talvez em memória da lendária Willys da 2GM, mas os últimos verdadeiros 'Jeep Willys' foram os M38/M38A1 dos anos 50.
Isto é um Willys M151.
Felizmente tive a oportunidade de andar tanto num Willis como num UMM quando cumpri o SMO em Sta. Margarida .
Nuno
Cada um é livre de chamar o que quiser ao M151A2 do Exército, mas tecnicamente são dois veículos diferentes.
Citação de: "ShadIntel"Citação de: "Nuno"http://www.exercito.pt/portal/exercito/ ... IMAT01.pdf (http://www.exercito.pt/portal/exercito/_specific/public/ueo/cmdlog/FIMAT01.pdf)Não ponho em causa o facto de terem dado a alcunha de 'Willys' ao M151 MUTT, talvez em memória da lendária Willys da 2GM, mas os últimos verdadeiros 'Jeep Willys' foram os M38/M38A1 dos anos 50.
Isto é um Willys M151.
Felizmente tive a oportunidade de andar tanto num Willis como num UMM quando cumpri o SMO em Sta. Margarida .
Nuno
Cada um é livre de chamar o que quiser ao M151A2 do Exército, mas tecnicamente são dois veículos diferentes.
De certeza que o "M151 MUTT" e o "M151A2" do Exército Português não são no essencial o mesmo veiculo??![]()
http://www.fas.org/man/dod-101/sys/land/m151.htm (http://www.fas.org/man/dod-101/sys/land/m151.htm)
Governo dá luz verde para Resolução do Conselho de Ministros que aprova as orientações para a execução da reorganização da estrutura superior da Defesa Nacional e das Forças Armadas
Esta Resolução vem aprovar as orientações para a reorganização da estrutura superior da Defesa Nacional e das Forças Armadas, visando três objectivos essenciais: (i) reforçar a direcção político-estratégica do Ministério da Defesa Nacional; (ii) reforçar a capacidade de resposta das Forças Armadas às exigências e desafios actuais; é (iii) obter ganhos de eficiência e eficácia, assegurar a racionalização das estruturas – no Ministério da Defesa Nacional, no Estado-Maior-General das Forças Armadas e nos três Ramos das Forças Armadas – e agilizar os processos de decisão.
Esta reestruturação do universo da Defesa Nacional e das Forças Armadas passará, entre outras medidas, pela reforma do Ensino Superior Público Militar; pela reforma da Saúde Militar; e pela transformação do Estado-Maior-General das Forças Armadas, dotando-o de um Comando Operacional Conjunto.
A reforma do Ensino Superior Público Militar tem como fim a adaptação do modelo de formação de oficiais das Forças Armadas às orientações do processo de Bolonha. A configuração deste sistema de ensino assenta em quatro instituições: (i) a Escola Naval; (ii) a Academia Militar; (iii) a Academia da Força Aérea; e, ainda, (iv) o Instituto de Estudos Superiores Militares, que terá como finalidade a formação conjunta dos Oficiais das Forças Armadas.
A reforma da Saúde Militar tem como objectivo garantir a saúde operacional e o serviço assistencial ao universo de utentes. Para este efeito, vai proceder-se à criação de um Hospital das Forças Armadas, organizado em dois pólos hospitalares (um em Lisboa e outro no Porto). O redimensionamento da actual estrutura hospitalar far-se-á de forma faseada: a curto prazo, a racionalização e concentração das valências médicas dos três Ramos; a médio prazo, a sua concentração.
Será, ainda, criado, na dependência do Ministro da Defesa Nacional, um órgão responsável pelas políticas de saúde militar.
Por fim, a reforma da cadeia de comando operacional das Forças Armadas, tem como objectivo tornar mais ágil e pronta a resposta das Forças Armadas às exigências e desafios actuais. Este objectivo é concretizado pelo reforço das competências do Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, nomeadamente, no que se refere ao exercício do comando operacional permanente; à criação de um comando operacional conjunto; e vocacionar os Ramos das Forças Armadas para a geração, preparação e sustentação das forças.
As directrizes hoje aprovadas, tendo em vista uma cada vez maior optimização da relação entre o produto operacional e as actividades de apoio, dão abertura a que os Ramos das Forças Armadas continuem a sua reestruturação, aprofundando a racionalização.
Dada a amplitude da reforma e a natureza das Instituições envolvidas, fixa-se que a apresentação dos diplomas orgânicos, da esfera do Ministério da Defesa Nacional, deve ser feita num contexto mais amplo, pelo que o processo desencadeado pelas presentes orientações implica, concretamente, rever a Lei Orgânica do Ministério da Defesa Nacional, as Leis Orgânicas do Estado-Maior-General das Forças Armadas e dos ramos das Forças Armadas, as leis orgânicas dos organismos integrados no Ministério da Defesa Nacional e ainda a Lei de Bases de Organização das Forças Armadas (LOBOFA) e a Lei de Defesa Nacional e das Forças Armadas (LDNFA).
Citação de: "zecouves"Claro que são, eu estava a falar da diferença entre M151 e M38.Citação de: "ShadIntel"Citação de: "Nuno"http://www.exercito.pt/portal/exercito/ ... IMAT01.pdf (http://www.exercito.pt/portal/exercito/_specific/public/ueo/cmdlog/FIMAT01.pdf)Não ponho em causa o facto de terem dado a alcunha de 'Willys' ao M151 MUTT, talvez em memória da lendária Willys da 2GM, mas os últimos verdadeiros 'Jeep Willys' foram os M38/M38A1 dos anos 50.
Isto é um Willys M151.
Felizmente tive a oportunidade de andar tanto num Willis como num UMM quando cumpri o SMO em Sta. Margarida .
Nuno
Cada um é livre de chamar o que quiser ao M151A2 do Exército, mas tecnicamente são dois veículos diferentes.
De certeza que o "M151 MUTT" e o "M151A2" do Exército Português não são no essencial o mesmo veiculo??![]()
http://www.fas.org/man/dod-101/sys/land/m151.htm (http://www.fas.org/man/dod-101/sys/land/m151.htm)
:shock: :arrow: http://www.mdn.gov.pt/mdn/pt/Imprensa/noticias/Not (http://www.mdn.gov.pt/mdn/pt/Imprensa/noticias/Not)ícia_20080207.htm
E estava à espera do quê c34x
Citação de: "Howitzer"Bom dia, aqui fica o meu primeiro post... hehe.Seja bem-vindo ao fórum, Howitzer.
Faltam na verdade os M119 Light Gun, que se não estou em erro serão 12 no RA4 (não tenho a certeza), 1 na Academia Militar e 2 na EPA em Vendas Novas.
Podem acrescentar também 6 M114 155mm, que dia 1 de Abril entram de novo ao serviço na EPA, e mais tarde 6 no RA5.
Farão parte do novo GAC 155mm, que será composto por 3 baterias... que em 2010 serão equipadas de modelos M198.
http://www.wsmr-history.org/XM198.htm
Algum erro da minha parte façam favor de me corrigir.
Abraço.
Tem alguma fonte segura quanto à vinda de M198 em 2010 ? Imagino que sejam EDA americanos substituídos pelo M777 ?
Como nem só de palavras se faz um Jornal,
seguindo o exemplo dos seus congéneres literários,
foi, há alguns anos, instituído o Concurso de
Fotografia do Jornal do Exército que, procurando,
igualmente, incentivar o espírito criativo e crítico
de militares e civis em relação aos assuntos
castrenses, pretende, também, angariar trabalhos
fotográficos para publicação. Este ano, o Júri
deliberou atribuir, apenas, uma Menção Honrosa à
fotografia "Treinar a Guerra em Paz", captada pela
objectiva de Pedro Manuel Monteiro.![]()
A parte de meios operacionais do Exército no site foi actualizada. Já se encontram na lista os Leopard e os Pandur II.
http://www.exercito.pt/portal/exercito/ ... ionais.asp (http://www.exercito.pt/portal/exercito/_specific/public/allbrowsers/asp/meios_operacionais/meios_operacionais.asp)
Citação de: "TaGOs"A parte de meios operacionais do Exército no site foi actualizada. Já se encontram na lista os Leopard e os Pandur II.
http://www.exercito.pt/portal/exercito/ ... ionais.asp (http://www.exercito.pt/portal/exercito/_specific/public/allbrowsers/asp/meios_operacionais/meios_operacionais.asp)
Esta fonte também indica que tanto a BriMec, como a BrigInt estão equipadas com obuses autopropulasados M-109A2 ! Devem ser 3 por cada brigada.. :?: Alguém sabe o que se passa?
Talvez haja intenção de equipar a BrigInt com uma bataria de M-114 de 155mm e uma de M-1092A até a chegada dos novos obuses de 155mm?
CitarComo nem só de palavras se faz um Jornal,
seguindo o exemplo dos seus congéneres literários,
foi, há alguns anos, instituído o Concurso de
Fotografia do Jornal do Exército que, procurando,
igualmente, incentivar o espírito criativo e crítico
de militares e civis em relação aos assuntos
castrenses, pretende, também, angariar trabalhos
fotográficos para publicação. Este ano, o Júri
deliberou atribuir, apenas, uma Menção Honrosa à
fotografia "Treinar a Guerra em Paz", captada pela
objectiva de Pedro Manuel Monteiro. :D
Faltam 1500 homens ao Exército
A questão dos recursos humanos, sejam eles oriundos do chamado Quadro Permanente ou com origem no voluntariado e pessoal contratado, é um problema transversal às Forças Armadas portugueses, tal como o é a aparente incapacidade de o Estado proceder à modernização do seu sector militar.
De facto, se bem que Exérciro, Marinha e Força Aérea tenham problemas específicos, é nos recursos humanos que todos coincidem nos níveis de preocupação. A ideia que fica é que não há ainda uma ideia de conjunto sobre o que realmente se pretende no campo do recrutamento, numa altura em que já passaram quatro anos sobre o fim do SMO (Serviço Militar Obrigatório). Os problemas são muitos, mas ainda não foi encontrada a panaceia para uma questão estratégica. É essa situação que o "Jornal de Notícias" procura retratar.
O Exército vai começar a usar os tradicionais táxis como meio de chamar voluntários, através da inserção de publicidade nos veículos que apela à entrada dos jovens nas fileiras, soube o JN junto de fonte militar.
O objectivo é colmatar, em particular, a falta de praças, uma vez que a nível dos oficiais e sargentos não tem havido problemas, numa altura em que a alteração da política dos incentivos, em particular o fim da facilidade de acesso à GNR, começa a ser sentido nos ingressos nas fileiras.
A lacuna de praças acaba por ser um contra-senso quando este ano já estão a chegar meios militares mais modernos ao Exército, em particular as viaturas blindadas de rodas, que cortam com a tradicional ideia de obsolescência de recursos do ramo terrestre das Forças Armadas.
A par, é previsível a chegada em Setembro dos primeiros novos carros de combate Leopard 2A6, mas por desenhar está ainda o processo de substituição da G-3, a aquisição de helicópteros e novas viaturas de rodas, uma modernização com que o Exército conta também para chamar os jvens às fileiras.
O Estado-Maior do Exército confirmou a informação e adiantou que a medida surge inserida numa campanha mais vasta para assegurar um fluxo permanente de voluntários para o ramo.
As primeiras experiências com os táxis enquanto veículos de publicidade já começaram no Algarve, concretamente em Faro. Estão a circular dois veículos com os dísticos do Exército e apelo à integração nas fileiras.
Os trabalhos estão a ser orientados pela Direcção de Obtenção de Recursos Humanos do Comando de Pessoal do Exército, localizado no Porto, estando a ser avaliados os custos de conjunto. No objectivo do Exército está também a realização de campanhas na comunicação social, numa ideia final de alimentar a componente operacional do Exército (ver caixa).
Em causa está uma lacuna de 1500 militares, na classe de praças, para chegar a um efectivo ideal de 14 500 homens e mulheres, um problema que tem vindo a ser sentido desde há um ano, com custos ainda mal avaliados, mas em que os receios passam por uma dificuldade em conseguir manter uma força estável e que permita estabelecer um correcto planeamento.
O problema já foi levantado pelo próprio chefe de Estado- -Maior do Exército, general Pinto Ramalho, aquando do seu discurso no dia do ramo, em Leiria. As soluções têm vindo a ser estudadas e acompanhadas pela divulgação da imagem do Exército nos mais diversos locais e eventos, desde feiras às escolas, passando por autarquias e até associações de bombeiros voluntários, no sentido de sensibilizar os jovens para a entrada nas fileiras.
As acções de divulgação têm sido igualmente acompanhadas por medidas mais institucionais, internas, com o reconhecimento de cursos pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).
A seguir Problemas na Marinha com a origem dos recrutas
Marinha Grande, Leiria, 27 Mar (Lusa) - O chefe do Estado-Maior do Exército defendeu hoje a compra de um sistema de defesa anti-aéreo de média altitude para completar os equipamentos existentes para distâncias mais curtas, alguns dos quais necessitam de substituição a curto prazo.
Durante um exercício de fogos reais de antiaéreas que teve lugar numa praia da Marinha Grande, o general Pinto Ramalho admitiu que o sistema de defesa português nesta área só será completo com a aquisição de um sistema de defesa contra alvos de média altitude.
O exercício de hoje envolveu disparos contra alvos voadores de mísseis Chaparral (assentes em lagartas) e Stinger (uso a pé) e de canhões de 20 milímetros mas, numa situação de conflito real, as aeronaves inimigas poderiam voar acima dos cinco quilómetros de altitude, sobrevoando o território nacional imunes à artilharia.
Por isso, um "sistema de defesa de média altitude é credibilizante" para a protecção nacional, permitindo o combate a um "meio aéreo que suba acima da altitude de empenhamento" dos recursos existentes, que se limitam à baixa e muito-baixa distâncias.
"É necessário que haja outro sistema que impeça que eles (os adversários) fujam", explicou Pinto Ramalho, salientando que esses equipamentos estão a ser estudados pela hierarquia e deverão ser uma das propostas de aquisição do Exército no quadro da revisão da Lei de Programa Militar (LPM).
Também o equipamento português de defesa antiaéreo mais evoluído, os mísseis terra-ar Chaparral, está a atingir o seu prazo de validade tecnológica (cuja base estrutural data dos anos 60 embora tenha sofrido várias modernizações) já que, dentro da Nato, somente a Turquia ainda utiliza este sistema.
A LPM previa a sua substituição a partir de 2010 mas Pinto Ramalho aponta 2012 como a data mais provável para iniciar o processo de aquisição de novos equipamentos, que representará o maior esforço financeiro do Exército de modernização depois dos novos helicópteros e dos carros de combate.
O objectivo é dotar o país de "sistemas de armas credíveis e actuais que possam ser parceiros num contexto internacional e multinacional", uma situação que actualmente Portugal cumpre, mas com dificuldade.
"Há hoje sistemas melhores, mais adequados, com maior tratamento da ameaça e maior capacidade de empenhamento e de contra-medidas", explicou Pinto Ramalho.
"Como em tudo na vida ou vamos evoluindo ou perdemos capacidade" operacional, acrescentou, elogiando a "capacidade técnica, de formação e aptidão dos nossos apontadores".
"Provavelmente nunca seremos novidade nos recursos materiais que apresentarmos no campo de batalha mas seremos certamente reconhecidos pela qualidade dos nossos recursos humanos", salientou o chefe do Estado-Maior do Exército.
No ano passado, num exercício semelhante, dos oito mísseis Chaparral que deveriam ser disparados, todos falharam o objectivo, uma situação que motivou alguma apreensão na preparação da operação deste ano.
Desta vez, dos seis mísseis disparados (dois Stinger e quatro Chaparral), três acertaram efectivamente, dois "acertaram tecnicamente" (passaram tão próximo do alvo que se ele fosse uma aeronave teria sido destruída) e somente um falhou.
Para Pinto Ramalho, foi uma experiência "extremamente encorajadora" e o "Exército deu uma demonstração daquilo que é capaz", cumprindo as missões que lhes estão incumbidas.
O exercício de hoje foi também o primeiro que teve uma mulher como apontadora de um dos mísseis Chaparral, que acertou no alvo.
No final da sessão de tiros, a militar Ana Almeida, oriunda do Seixal e a prestar serviço em Santa Margarida, considerou que a sua participação é "um orgulho" para si mas também para os seus camaradas mais próximos.
"Eu tinha que acertar", disse, minimizando o facto de ter sido a primeira mulher portuguesa a disparar um míssil numa sessão de fogo real.
"Nós na tropa somos todos homens e damos apoio" uns aos outros, disse, rejeitando ter tido um tratamento especial por ser mulher pelos seus colegas de armas.
No exercício, participaram 230 militares de várias unidades operacionais do continente e estiveram também convidados estrangeiros para assistir às operações.
Um militar demonstra o funcionamento de um missil Stinger durante o exercício "Relâmpago 08" com fogo real, no Pinhal de Leiria, Marinha Grande, 27 de Março de 2008. PAULO NOVAIS/LUSA
Alguém consegue identificar este detector de metais (minas)?
(http://img255.imageshack.us/img255/4651/dsc02587ld9.th.jpg) (http://http)
(http://img409.imageshack.us/img409/8830/dsc02586gv7.th.jpg) (http://http)
Se não me engano ja discutimos aqui essa questão.
De qualquer das formas, para que é que a brigada teria que se deslocar para sul do Tejo, quando se trata de um obstáculo favorável ?
A necessidade de enviar a brigada mecanizada, só faria sentido em caso de conflito com a Espanha, ou invasão marroquina. No primeiro caso, de nada serviria avançar com tropas para sul, sendo bastante mais aconselhável manter os veículos a norte do Tejo, porque o principal problema português nem seria a falta de pontes, mas sim a falta de capacidade para se defender de ataques aéreos, e eventualmente a necessidade de impedir o acesso de forças inimigas às pontes.
De todos os problemas do exército, esse parece ser o menor.
Cumprimentos
Ou eu não percebi a sua resposta á noticia, ou você não a leu :twisted:
:lol:![]()
(http://img262.imageshack.us/img262/8738/semttulovf2.png)
:oops: :oops: :oops: :oops: :oops:
Erro de leitura
:oops: :oops: :oops: :oops: :shock: :shock: :shock: :shock: :G-beer2:
3 Outubro 2000
Dois militares portugueses morrem em queda de helicóptero.
Dois militares portugueses morreram hoje na queda de um helicóptero, junto da localidade de Same, em Timor Leste.
O aparelho despenhou-se quando se preparava para aterrar.
Os restantes três militares portugueses que seguiam a bordo do helicópetero estão fora de perigo. O Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas confirmou há poucos momentos, em directo na RTP1 que o helicóptero se despenhou no momento em que se preparava para aterrar em Same, num terreno inclinado, que fez com que as hélices tenham colidido com o solo, originando uma explosão no motor.
Por seu lado, o Ministro da Defesa Nacional, Castro Caldas disse que "a causa do acidente ficou a dever-se ", na sua opinião, " a uma pura casualidade.
Castro Caldas frisou ainda que todo o país está de luto "pela morte de doffs filhos no desempenho de uma missão humanitária" a que confirma que os três outros militares portugueses que seguiam a bordo não apresentam ferimentos.
A experiencia da Ex Juguslavia provou que um pais para manter um exercito incolume (perdas inferiores a 10% do potencial de combate), não precisa de defesa anti aerea, basta usar a cabeça e enganar o inimigo com varios logros.
Apenas dei um exemplo bem conhecido (pelo menos em alguns meios militares) de que um exército sem capacidade de se proteger de uma força aerea muito superior, que através do logro conseguiu manter o seu potencial de combate quase intacto, e existem mais exemplos que me ocorrem, obviamente o ideal é não termos que andar a criar engodos e esconder as nossas forças em tuneis e subterraneos, até haver uma invasão terrestre.
Do stand da Exército na Exponor:
(http://img516.imageshack.us/img516/6379/cimg0561zp9.th.jpg) (http://http) (http://img87.imageshack.us/img87/7073/cimg0559ij8.th.jpg) (http://http) (http://img87.imageshack.us/img87/1412/cimg0562us5.th.jpg) (http://http) (http://img87.imageshack.us/img87/1368/cimg0563qm8.th.jpg) (http://http) (http://img87.imageshack.us/img87/550/cimg0564go6.th.jpg) (http://http)
A Portuguese officier (R) attends an Austrian Army "Pacemaker 08" manoeuver on April 21, 2008 in Allensteig, around 120 kms northwest of Vienna. Seventy-one NATO and NATO-PFP (Partnership for Peace) officiers, sent by their states, are in Austria to evaluate the country's ability to join foreign deployments. AFP PHOTO /DIETER NAGL (Photo credit should read DIETER NAGL/AFP)
Isso está tudo desactualizado, aqui no fórum ou noutros sitíos da net há info mais actualizada e...poupa 400 €
EXERCÍCIO “DRAGÃO 08” – Fase LIVEX DA BRIGADA DE INTERVENÇÃO
A Brigada de Intervenção realizou no período de 11 a 15 de Maio, na região de TRESMINAS (Vila Pouca de Aguiar), a fase de LIVEX (Exercício Táctico com Forças no Terreno) do Exercício DRAGÃO 08, tendo por base o cenário criado numa situação de CRO (Crisis Response Operations/Peace Enforcement), decorrendo em simultâneo o exercício SAGITÁRIO, no âmbito dos Estados – Maiores Peninsulares.
Participaram no exercício todas as Unidades que compõem a Brigada de Intervenção, assim como o Agrupamento MIKE, força que irá ser projectada para o Teatro de Operações do KOSOVO, no ultimo trimestre de 2008 e uma Companhia Espanhola, num total de cerca de 1200 militares e 200 viaturas, culminando com um desfile motorizado das forças envolvidas, na cidade de Vila Real.
O exercício DRAGÃO 08 teve como finalidade, o exercitar e desenvolver a capacidade e eficiência dos seus Encargos Operacionais, num cenário fictício que permitirá a realização e conduta duma CRO, onde as forças no terreno estarão sujeitas a incidentes semelhantes aos que podem experimentar numa situação real.
Em 15 de Maio, S. Ex.ª o Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Luis Pinto Ramalho, executou uma visita ao Exercício, acompanhado por várias entidades militares e contando com a presença de Altas entidades da região.
Algum dos camaradas me sabe responder se os Paraquedistas ainda usam aquele veículo de assalto do tipo "Buggi" armado com uma Broowning .50 e uma 7,62 penso eu.
Usar uma Browning .50... num "buggy" rápido aos saltos em todo o terreno... seria uma imagem interessante... de vislumbrar à distância...
Algum dos camaradas me sabe responder se os Paraquedistas ainda usam aquele veículo de assalto do tipo "Buggi" armado com uma Broowning .50 e uma 7,62 penso eu.
Boas caros camaradas, exactamente caro Shadintel é mesmo a esse veículo que me referia, e como não me enganei mto defacto estava equipado com uma browning e uma 7.62, ainda se encontra ao efectivo dos paras??
ShadIntel podia fazer o favor de por estas e as outras fotos no MilitaryPhotos, ou dá-me autorização que as ponha eu? :arrow: http://www.militaryphotos.net/forums/sh ... ?p=3297341 (http://www.militaryphotos.net/forums/showthread.php?p=3297341)
Se quiser, pode colocá-las. Sou novo no MP e estou com problemas de activação.![]()
O que é isto? algum radar?
(http://img405.imageshack.us/img405/6789/cimg2510my6.th.jpg) (http://http)
Militares alertam para exercício com fogo real
O Comando da Zona Militar da Madeira informou hoje no Funchal que o Regimento de Guarnição nr.3 irá realizar, na próxima quinta-feira um exercício com fogos reais de artilharia anti-aérea na freguesia da Ponta do Pargo, no concelho da Calheta.
A informação especifica que a iniciativa decorrerá nas imediações do farol daquela localidade, sendo utilizado o "sistema canhão Bitubo 20 mm AA M/81".
Avisa a população para não tocar em munições que possa eventualmente encontrar, instando a que se tal acontecer comuniquem o facto às autoridades locais (PSP ou GNR) ou ao RG3.
TREINO OPERACIONAL DE FORÇAS COM LANÇAMENTO DE PÁRA-QUEDISTAS - EXERCÍCIO “APOLO 08”
No período de 02 a 22 de Junho de 2008, o Exército Português, através da Brigada de Reacção Rápida (Brig RR), executa o Exercício Militar “APOLO 08”, na Zona de Alcochete (Carreira de Tiro).
Este Exercício tem por finalidade desenvolver a capacidade de projecção da Brig RR e a condução de Operações de Resposta a Crises como Initial Entry Force (IEF) de uma Combined Joint Task Force (CJTF), desenvolver a capacidade de condução de uma Operação de Evacuação de Não-Combatentes em ambiente hostil e de treinar a coordenação com outros ramos e a integração de forças aliadas.
Para além da participação de forças de diversas Unidades do Exército, num total de cerca de 1500 militares, participam também neste exercício, meios da Força Aérea (FA) e uma Companhia da Brigada Pára-quedista Espanhola (BRIPAC).
Em 19 de Junho realiza-se na região de Alcochete (carreira de tiro de Alcochete) o Distinguished Visitors Day (DVD) do exercício, onde será feita a apresentação de um Briefing relativo à Brig RR e ao Exercício, decorrendo uma Operação Aerotransportada com lançamento de cerca de 600 Pára-quedistas culminando com a apresentação de uma Exposição Estática e Fotográfica.
Citação de: "Ricardo"O que é isto? algum radar?
(http://img405.imageshack.us/img405/6789/cimg2510my6.th.jpg) (http://http)
Sim...
http://www.globalsecurity.org/military/ ... -pps-5.htm (http://www.globalsecurity.org/military/systems/ground/an-pps-5.htm)
Citação de: "PereiraMarques"Citação de: "Ricardo"O que é isto? algum radar?
(http://img405.imageshack.us/img405/6789/cimg2510my6.th.jpg) (http://http)
Sim...
:? :oops:
http://img528.imageshack.us/my.php?image=anpps5baj6.jpg (http://img528.imageshack.us/my.php?image=anpps5baj6.jpg)
Defesa:Concursos para viaturas e substituição de G3 "prontos para avançar" - Almirante Viegas Filipe
Paris, 18 Jun (Lusa) - O director-geral do Armamento, Almirante Viegas Filipe, disse hoje à Lusa, em Paris, que o concurso para aquisição de novas viaturas ligeiras para as Forças Armadas está "tecnicamente preparado para avançar, aguardando apenas a decisão política do ministro da Defesa Nacional".
"É um concurso que será feito com um amplo conjunto de requisitos para garantir o interesse das Forças Armadas e manter a sua própria competitividade", afirmou.
Interrogado sobre a data de abertura do concurso, disse que a decisão é política e compete ao ministro da Defesa.
Por outro lado, questionado sobre o concurso para a substituição das espingardas G-3, o Director-Geral do Armamento e Equipamentos de Defesa disse que esse concurso "está a andar e que agora se está na fase da avaliação das armas".
"Já se fizeram testes de avaliação e vamos elaborar agora os relatórios para ver se os concorrentes ficam todos num processo normal que está a andar", revelou.
Viegas Filipe confirmou que o número de espingardas a adquirir ronda as 30 mil. Trata-se de uma adjudicação de três famílias de armas, de calibre 5,56 mm, desenhadas e fabricadas para utilização da munição de idêntico calibre da NATO e respectivo acessórios. Para além das futuras substitutas das G-3 serão adquiridas igualmente cerca de quatro mil pistolas de calibre 9 mm.
O Almirante Viegas Filipe, que se encontra em Paris a convite das autoridades francesas para visitar a Eurosatory, um certame de equipamento militar diversificado, disse que a sua agenda estava previamente estabelecida e que inclui "visitas de cortesia a empresas com quem Portugal tem programas em curso e a outras que podem interessar do ponto de vista do conhecimento".
As Forças Armadas portuguesas encontram-se numa fase de reequipamento e modernização que exigem um planeamento complexo e longo, para o qual concorrem políticas orçamentais e necessárias à obtenção dos recursos materiais e humanos que garantam a sua aquisição, operação, manutenção e sustentação.
Trata-se de ciclos longos, não compatíveis com os de legislatura política, e que exigem uma acção prospectiva da Direcção-Geral do Armamento para uma tomada de decisão na eventualidade de ser necessária a aquisição de novos equipamentos.
Viegas Filipe adiantou que o actual ciclo de investimentos de 18 anos contempla verbas da ordem dos cinco mil milhões de euros.
"Não precisamos de mais meios. Precisamos é de manter o investimento constante", declarou.
No âmbito do reequipamento do Exército, Marinha e Força Aérea com helicópteros, Viegas Filipe revelou recentemente à Comissão parlamentar de Defesa que a Lei de Programação Militar prevê até 2012 a entrega de helicópteros NH-90 ao Exército, para transporte e projecção de forças, que se juntam aos Lynx, da Marinha, e aos EH-101 Merlin, da Força Aérea.
A calendarização do pagamento dos helicópteros NH-90 foi negociada pelo governo, tendo o Executivo assumido a dívida de 23 milhões de euros, após a decisão de interromper o pagamento das prestações relativas aos mesmos, devido a dificuldades financeiras, não estando negociada a data definitiva de entrega destas aeronaves.
O Almirante Viegas Filipe revelou, recentemente, aos deputados da comissão parlamentar de Defesa que a manutenção dos helicópteros dos três ramos das Forças Armadas vai custar anualmente, em 2011 ou 2012, cerca de 50 milhões de euros no âmbito da Lei de Programação Militar (LPM).
Pronto para ser lançado, mas também a aguardar "luz verde" do Executivo, está o concurso para o helicóptero de reconhecimento do Exército, que vai substituir os helicópteros "Allouette" que serviram na guerra colonial.
Em lançamento, ainda em 2008, está também o concurso para modernização dos aviões de transporte C-130 à Lockheed Martin, acrescentou Viegas Filipe. Por outro lado, está em fase de final, o processo de entrega das primeiras 12 aeronaves EADS CASA-C-295, no valor de 275 milhões de euros, que vão substituir as 24 aeronaves Aviocar da Força Aérea Portuguesa.
Para além da sua aquisição, foram assinados contratos de financiamento (279 milhões de euros) e de contrapartidas do fabricante (cerca de 460 milhões de euros).
O programa de modernização dos aviões F-16 está atrasado o que atrasa a sua alienação, no âmbito da Lei de Programação Militar (LPM).
Relativamente à Marinha, as novidades no reequipamento são a aquisição de duas fragatas usadas holandesas, compatíveis com os navios da classe Vasco da Gama (MEKO), e a construção de um navio polivalente, para além dos dois novos submarinos "Tridente" e "Arpão" que vão substituir os anteriores submersíveis da Armada, da classe Albacora, o "Barracuda" e o "Delfim", em fim de vida.
O primeiro dos dois novos submarinos, que custarão no total mil milhões de euros, deverá ser entregue em 2010 e o segundo no ano seguinte.
O Almirante Viegas Filipe serviu a bordo de diversos navios da Armada e exerceu o comando do navio patrulha Cunene e da corveta João Roby.
Viegas Filipe foi director da Escola de Informações de Combate e comandante do Grupo nº 1 de Escolas da Armada, para além de ter sido responsável pelo levantamento do projecto das fragatas da classe "Vasco da Gama".
Antes da sua pose como Director-Geral de Armamento e Equipamentos de Defesa, em Janeiro de 2006, exercia as funções de Director-geral do Instituto Hidrográfico.
A Direcção-Geral de Armamento e Equipamentos de Defesa é um dos principais instrumentos para o cumprimento da LPM ao estudar, executar e coordenar as actividades relativas ao ciclo de vida logístico de armamento e equipamentos de defesa, nomeadamente nas vertentes de planeamento, projecto, aquisição, sustentação e alienação.
PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, DR. JAIME GAMA VISITA O DGME
Em 17 de Junho de 2008, S. Ex.ª o Presidente da Assembleia da República, Dr. Jaime Gama, acompanhado por S. Ex.ª o Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Luis Pinto Ramalho, efectuou uma visita ao Depósito Geral de Material do Exército (DGME), em Benavente, com objectivo de tomar contacto com as novas Viaturas Blindadas de Rodas (VBR) 8X8 PANDUR II entregues ao Exército Português recentemente.
6/17/2008
CitarDefesa:Concursos para viaturas e substituição de G3 "prontos para avançar" - Almirante Viegas Filipe
Paris, 18 Jun (Lusa) - O director-geral do Armamento, Almirante Viegas Filipe, disse hoje à Lusa, em Paris, que o concurso para aquisição de novas viaturas ligeiras para as Forças Armadas está "tecnicamente preparado para avançar, aguardando apenas a decisão política do ministro da Defesa Nacional".
"É um concurso que será feito com um amplo conjunto de requisitos para garantir o interesse das Forças Armadas e manter a sua própria competitividade", afirmou.
Interrogado sobre a data de abertura do concurso, disse que a decisão é política e compete ao ministro da Defesa.
Por outro lado, questionado sobre o concurso para a substituição das espingardas G-3, o Director-Geral do Armamento e Equipamentos de Defesa disse que esse concurso "está a andar e que agora se está na fase da avaliação das armas".
"Já se fizeram testes de avaliação e vamos elaborar agora os relatórios para ver se os concorrentes ficam todos num processo normal que está a andar", revelou.
Viegas Filipe confirmou que o número de espingardas a adquirir ronda as 30 mil. Trata-se de uma adjudicação de três famílias de armas, de calibre 5,56 mm, desenhadas e fabricadas para utilização da munição de idêntico calibre da NATO e respectivo acessórios. Para além das futuras substitutas das G-3 serão adquiridas igualmente cerca de quatro mil pistolas de calibre 9 mm.
O Almirante Viegas Filipe, que se encontra em Paris a convite das autoridades francesas para visitar a Eurosatory, um certame de equipamento militar diversificado, disse que a sua agenda estava previamente estabelecida e que inclui "visitas de cortesia a empresas com quem Portugal tem programas em curso e a outras que podem interessar do ponto de vista do conhecimento".
As Forças Armadas portuguesas encontram-se numa fase de reequipamento e modernização que exigem um planeamento complexo e longo, para o qual concorrem políticas orçamentais e necessárias à obtenção dos recursos materiais e humanos que garantam a sua aquisição, operação, manutenção e sustentação.
Trata-se de ciclos longos, não compatíveis com os de legislatura política, e que exigem uma acção prospectiva da Direcção-Geral do Armamento para uma tomada de decisão na eventualidade de ser necessária a aquisição de novos equipamentos.
Viegas Filipe adiantou que o actual ciclo de investimentos de 18 anos contempla verbas da ordem dos cinco mil milhões de euros.
"Não precisamos de mais meios. Precisamos é de manter o investimento constante", declarou.
No âmbito do reequipamento do Exército, Marinha e Força Aérea com helicópteros, Viegas Filipe revelou recentemente à Comissão parlamentar de Defesa que a Lei de Programação Militar prevê até 2012 a entrega de helicópteros NH-90 ao Exército, para transporte e projecção de forças, que se juntam aos Lynx, da Marinha, e aos EH-101 Merlin, da Força Aérea.
A calendarização do pagamento dos helicópteros NH-90 foi negociada pelo governo, tendo o Executivo assumido a dívida de 23 milhões de euros, após a decisão de interromper o pagamento das prestações relativas aos mesmos, devido a dificuldades financeiras, não estando negociada a data definitiva de entrega destas aeronaves.
O Almirante Viegas Filipe revelou, recentemente, aos deputados da comissão parlamentar de Defesa que a manutenção dos helicópteros dos três ramos das Forças Armadas vai custar anualmente, em 2011 ou 2012, cerca de 50 milhões de euros no âmbito da Lei de Programação Militar (LPM).
Pronto para ser lançado, mas também a aguardar "luz verde" do Executivo, está o concurso para o helicóptero de reconhecimento do Exército, que vai substituir os helicópteros "Allouette" que serviram na guerra colonial.
Em lançamento, ainda em 2008, está também o concurso para modernização dos aviões de transporte C-130 à Lockheed Martin, acrescentou Viegas Filipe. Por outro lado, está em fase de final, o processo de entrega das primeiras 12 aeronaves EADS CASA-C-295, no valor de 275 milhões de euros, que vão substituir as 24 aeronaves Aviocar da Força Aérea Portuguesa.
Para além da sua aquisição, foram assinados contratos de financiamento (279 milhões de euros) e de contrapartidas do fabricante (cerca de 460 milhões de euros).
O programa de modernização dos aviões F-16 está atrasado o que atrasa a sua alienação, no âmbito da Lei de Programação Militar (LPM).
Relativamente à Marinha, as novidades no reequipamento são a aquisição de duas fragatas usadas holandesas, compatíveis com os navios da classe Vasco da Gama (MEKO), e a construção de um navio polivalente, para além dos dois novos submarinos "Tridente" e "Arpão" que vão substituir os anteriores submersíveis da Armada, da classe Albacora, o "Barracuda" e o "Delfim", em fim de vida.
O primeiro dos dois novos submarinos, que custarão no total mil milhões de euros, deverá ser entregue em 2010 e o segundo no ano seguinte.
O Almirante Viegas Filipe serviu a bordo de diversos navios da Armada e exerceu o comando do navio patrulha Cunene e da corveta João Roby.
Viegas Filipe foi director da Escola de Informações de Combate e comandante do Grupo nº 1 de Escolas da Armada, para além de ter sido responsável pelo levantamento do projecto das fragatas da classe "Vasco da Gama".
Antes da sua pose como Director-Geral de Armamento e Equipamentos de Defesa, em Janeiro de 2006, exercia as funções de Director-geral do Instituto Hidrográfico.
A Direcção-Geral de Armamento e Equipamentos de Defesa é um dos principais instrumentos para o cumprimento da LPM ao estudar, executar e coordenar as actividades relativas ao ciclo de vida logístico de armamento e equipamentos de defesa, nomeadamente nas vertentes de planeamento, projecto, aquisição, sustentação e alienação.
O programa de modernização dos aviões F-16 está atrasado o que atrasa a sua alienação, no âmbito da Lei de Programação Militar (LPM).
CitarPRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, DR. JAIME GAMA VISITA O DGME
Em 17 de Junho de 2008, S. Ex.ª o Presidente da Assembleia da República, Dr. Jaime Gama, acompanhado por S. Ex.ª o Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Luis Pinto Ramalho, efectuou uma visita ao Depósito Geral de Material do Exército (DGME), em Benavente, com objectivo de tomar contacto com as novas Viaturas Blindadas de Rodas (VBR) 8X8 PANDUR II entregues ao Exército Português recentemente.
6/17/2008
17-18/03/2008 - Visita do Presidente da Assembleia da República aos contingentes militares portugueses no Afeganistão e Líbano
ás tantas nem a tropa foi.. :arrow: http://www.accaosocialista.net/98/970_1 ... morias.htm (http://www.accaosocialista.net/98/970_16_04_1998/memorias.htm)CitarPoderá ter havido um grupo de oficiais milicianos, onde estava o António Reis, o Jaime Gama, o Luís Pessoa…
:arrow: http://www.ofigueirense.com/seccao.php? ... 1&id_sec=3 (http://www.ofigueirense.com/seccao.php?id_edi=71&id_sec=3)CitarJaime José matos da Gama
Participou na Revolução do 25 de Abril na Figueira da foz, integrado na unidade onde se encontrava a prestar serviço militar como oficial miliciano.
http://www.geocities.com/joseramelau/di ... tencia.htm (http://www.geocities.com/joseramelau/diasporatimorense/osanosdaresistencia.htm)
Se pusessem o SENHOR a fazer uma GAM é que faziam bem, esse senhor a ver e a rever um veículo tanto complexo como o PandurII é como um Bur... olhar para um palácio, ás tantas nem a tropa foi..
Diga-me uma coisa camarada Lancero, é preciso ter algum conhecimento para ser ministro de alguma coisa neste caso da Defesa?? Afinal que é que escolhe os materiais militares os senhores que estao no gabinete com ar condicionado umas bejecas na mao e camarao na outra ou os militares que andam no terreno que fazem uso do material. Fico muito triste se me disser que sao os intelectuais sem ouvirem os militares operacionais.
20 Junho 2008 - 00h30
Exercício testa capacidade da brigada de reacção rápida
Tropa especial salva ‘Guterres’ feito refém
O país ‘Criseland’ enfrenta uma crise política. As milícias ‘Jedinaweed’ fizeram vários reféns, entre eles o alto-comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres. Este foi o cenário criado no Campo de Tiro de Alcochete para a realização do Exercício Apolo 08, da Brigada de Reacção Rápida, em que participaram, além dos portugueses, militares da Bélgica e de Espanha, num total de 1500 elementos.
O exercício iniciou-se dia 2, mas ontem foi o dia mais importante, com a tomada do aeródromo.
Pelas 11h15 de ontem um avião C-130 da força aérea belga aterrou no aeródromo, deixando comandos que garantiram a segurança do local. Cinco minutos depois 62 pára-quedistas foram largados no local para reforçar o efectivo. Os reféns, entre eles ‘António Guterres’, foram libertados à noite.
vamos estar equipados a partir de 2012, na minha opinião, com os melhores hélis do mundo, o NH-90 e o AUGUSTA WESTLAND, só faltava hélis de ataque para as forças armadas deliciarem-se de óptimos hélis (o que é pena, porque não vai acontecer)
A Brigada de Reacção Rápida (Brig RR) está a realizar no período de 02 a 22 de Junho de 2008, na Zona de Alcochete (Campo de Tiro de Alcochete), o Exercício Militar “APOLO 08”.
Este Exercício tem por finalidade desenvolver a capacidade de projecção da Brig RR e a condução de Operações de Resposta a Crises como Initial Entry Force (IEF) de uma Combined Joint Task Force (CJTF), desenvolver a capacidade de condução de uma Operação de Evacuação de Não-Combatentes em ambiente hostil e de treinar a coordenação com outros ramos e a integração de forças aliadas.
Para além da participação de forças de diversas Unidades do Exército, num total de cerca de 1500 militares, participam também neste exercício, meios da Força Aérea Portuguesa, uma Companhia ParaCommando da Brigada ParaCommando Belga e uma Companhia da Brigada Pára-quedista Espanhola (BRIPAC).
Em 19 de Junho realizou-se na região de Alcochete (campo de tiro de Alcochete) o Distinguished Visitors Day (DVD) do exercício, onde foi a apresentação de um Briefing relativo à Brig RR e ao Exercício, decorrendo uma Operação Aerotransportada com lançamento de cerca de 600 Pára-quedistas culminando com a apresentação de uma Exposição Estática e Fotográfica.
S. Ex.ª o Secretário de Estado da Defesa e Assuntos do Mar, Dr. João Mira Gomes, acompanhado por S. Ex.ª o Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Luis Pinto Ramalho, executou uma visita ao Exercício, acompanhado por várias entidades militares e contando com a presença de Altas entidades civis da região.
MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL
EXÉRCITO PORTUGUÊS
REPARTIÇÃO DE COMUNICAÇÃO, RELAÇÕES PÚBLICAS E PROTOCOLO/GABINETE DO CEME
COMUNICADO N.º 32/08
COMEMORAÇÕES DO DIA DOS COMANDOS
Realiza-se em 29 de Junho de 2008, pelas 10h30, no Centro de Tropas Comandos (CTC), na Serra da Carregueira, o Dia dos Comandos em simultâneo com o Encerramento do 111º Curso de Comandos.
A Cerimónia Militar será presidida por S. Ex.ª o Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Luis Pinto Ramalho, contando ainda com a presença de Altas Entidades Militares e Civis.
Do programa das Comemorações destacam-se a Cerimónia de Homenagem aos “Mortos Comandos”, alocução alusiva à Cerimónia, Imposição de Condecorações, Imposição das Insígnias “Comandos” aos militares que concluíram o 111º Curso de Comandos, Cerimónia de Levantamento da 3ª Companhia de Comandos, Cerimónia de transferência do Monumento ao esforço Comando do antigo Regimento de Comandos, na Amadora, para o aquartelamento do Centro de Tropas Comandos e no final decorrerá uma Exposição fotográfica e de material.
Ola a todos....
não sei se há algum topico dedicado a este assunto, mas pareceu-me ser mais indicado colocar aqui.
venho deixar aqui o link com o video da minha recruta o 1º curso de formação geral comum de praças do Exercito 2008, são fotos da semana de tiro que é basicamente uma semana de campo e da semana de campo propriamente dita...
espero que gostem :lol:
Ola a todos....
não sei se há algum topico dedicado a este assunto, mas pareceu-me ser mais indicado colocar aqui.
venho deixar aqui o link com o video da minha recruta o 1º curso de formação geral comum de praças do Exercito 2008, são fotos da semana de tiro que é basicamente uma semana de campo e da semana de campo propriamente dita...
espero que gostem![]()
http://www.youtube.com/watch?v=ETwRxC25b-U (http://www.youtube.com/watch?v=ETwRxC25b-U)
Lindas fotos.![]()
Até quando fica a exposição?
Alguém sabe?
Chenworth Light Strike Vehicle (LSV). (http://img353.imageshack.us/img353/7821/lsv01xg5.jpg)
boas
Depois de ver o interior dos postos de comando moveis (M-557) fiquei um pouco desapontado, estava à espera de ver computadores e sistema de comunicação, entre outras coisas. :roll:
Gostava de saber se os M557 têm equipamentos internos, ou é mesmo só que mostra nas imagens?
Um adolescente observa uma arma durante a demonstração de actividades do Exército para divulgação e promoção junto dos jovens e população em geral a prestação de serviço naquele ramo das forças armadas, 05 Julho 2008, a decorrer no Terreiro do Paço, em Lisboa. MANUEL DE ALMEIDA / LUSA
Realmente, para este CFS (36º) éramos 800 candidatos para 129 vagas.
Mas mesmo assim mantem-se o problema da falta de pessoal principalmente Praças.
Santarém: Quartel de S. Francisco desafectado do domínio público militar, prevê-se "alienação onerosa"
Santarém, 24 Jul (Lusa) - O Conselho de Ministros aprovou hoje a desafectação do Quartel de S. Francisco, que albergou durante vários anos a Escola Prática de Cavalaria de Santarém, do domínio público militar, abrindo a possibilidade de "alienação onerosa".
A resolução inclui esta medida no âmbito da política de modernização das Forças Armadas, que "prossegue objectivos de reorganização das suas instalações militares de modo a garantir elevados padrões de eficácia e eficiência alcançados com o reaproveitamento do património excedentário ou inadequado afecto à Defesa nacional".
A possibilidade de "alienação onerosa", "com os inerentes benefícios financeiros e contributo para a gestão racional do património do Estado", surge no âmbito da "rentabilização dos imóveis disponibilizados pela contracção do dispositivo militar".
Esta medida, prossegue a resolução, visa "gerar meios que possibilitem a melhoria das condições de operacionalidade requeridas pelas missões das Forças Armadas, nomeadamente através da concentração de infra-estruturas em zonas adequadas, libertando, assim, os espaços urbanos que pelas suas características se revelam inadequados à função militar".
O Quartel de S. Francisco, uma área de 30 hectares situada numa zona nobre da cidade de Santarém, acolheu, entre 1955 e o final de 2006, a Escola Prática de Cavalaria (EPC), entretanto transferida para o Quartel do Regimento de Infantaria de Abrantes.
A Câmara Municipal de Santarém, liderada por Francisco Moita Flores (independente eleito pelo PSD), tem assegurado que a última palavra sobre o uso a dar a esta zona é sua, não escondendo o seu interesse no espaço que está ligado à "Revolução dos Cravos".
Foi do Quartel de S. Francisco que, na madrugada de 25 de Abril de 1974, partiu a coluna liderada por Salgueiro Maia que marchou sobre Lisboa, desempenhando papel fundamental na revolução que acabou com o regime do Estado Novo.
O quartel faz parte do conjunto do extinto Convento de S. Francisco, fundado por D. Sancho II em 1242, monumento que acolheu a cerimónia de juramento de D. João II em 1477.
A intenção de transferir a EPC de Santarém para Abrantes remontava ao ano 2000, no quadro do projecto de reorganização das escolas práticas do Exército.
Criada em 1890, a EPC começou por ser instalada em Vila Viçosa, de onde saiu em 1900 para Torres Novas. Em 1955 o quartel foi transferido para Santarém, ocupando os edifícios militares que já haviam servido para acolher estruturas de Infantaria, Caçadores e Cavalaria.
Pouco antes da saída da EPC destas instalações foi falada a possibilidade de aí ser instalado o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro da GNR, vocacionado para intervenção em acidentes e catástrofes e combate a fogos florestais, criado no início de 2006 e dividido por três locais do Continente, o que não se confirmou até ao momento.
Assim à primeira vista...não são 14 M109 A2 são 6, dos quais nenhum ou apenas 2 possam estar ainda operacionais, usados para instrução.
Isso só faria sentido por motivos financeiros, pois um Pandur não acompanha um Leopard 2 (como não acompanha um M60 ou outra viatura de lagartas, pois em certos tipos de terreno atasca) e um Leopard não é transportavel com a mesma facilidade de um pandur, ou seja se queres uma brigada de rapida projecção, o leopard não o permitirà, se queres uma brigada que possa se empenhar em quase qualquer tipo de tereno (sublinho o quase, pois existem zonas onde só infantaria) o pandur ira comprometer isso.
Novo comandante do Regimento de Cavalaria 3
O coronel de cavalaria Pedro Miguel Andrade da Fonseca Lopes é o novo comandante do Regimento de Cavalaria Nº3 (RC3), de Estremoz.
O novo comandante do RC3 substitui no cargo o coronel de cavalaria Alberto Sebastião Neves Marinheiro, transferido para o Ministério da Defesa Nacional, exercendo funções na Direcção-Geral de Política e Defesa Nacional.
O Regimento de Cavalaria 3 "Dragões de Olivença" tem origem numa das mais antigas unidades do Exército, fundada em 1707, em Olivença, e está instalada em Estremoz desde 05 de Abril de 1875
CERIMÓNIA DE APRESENTAÇÃO DOS NOVOS OFICIAIS AO EXÉRCITO PORTUGUÊS
Decorreu no dia 01 de Outubro de 2008, no Museu Militar, em Lisboa, a Cerimónia de Apresentação dos Oficiais que terminaram os cursos da Academia Militar e da Escola Superior Politécnica do Exército que agora ingressam no Quadro Permanente como Oficiais do Exército Português.
A cerimónia foi presidida por S. Ex.ª o Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Luís Pinto Ramalho, tendo como objectivo assinalar o ingresso no Quadro Permanente dos 98 novos oficiais, através da entrega da respectiva espada, símbolo do Comando que materializa a responsabilidade de que são investidos. Este acto solene ocorreu perante a Estrutura Superior do Exército e teve como testemunhas os familiares e amigos dos novos Oficiais.
10/2/2008
E não há por aí fotos do Felino 08???
Alferes com 41 anos...
boas
aqui deixo uns vídeos, que penso que podem interessar:
http://www.youtube.com/watch?v=RfvSVdY9PJU (http://www.youtube.com/watch?v=RfvSVdY9PJU)
http://www.youtube.com/watch?v=RfvSVdY9PJU (http://www.youtube.com/watch?v=RfvSVdY9PJU)
crédito:
Luis Fidalgo/Rebelo forum http://forumpq.paraquedistas.com.pt (http://forumpq.paraquedistas.com.pt)
CitarAlferes com 41 anos...Nao te enganaste na idade do homem nem nada, nem no posto?
Neste momento a idade limite para os Sargentos QP concorrerem para Oficial ainda é de 39 anos, se tiverem a licenciatura fazem o ETM que é um ano lectivo, caso só tenham o 12º ano fazem os 3 anos e quando terminarem são promovidos a Alferes do QP.
Não houve engano.
Mas segundo o site da academia, o processo de bolonha foi implementado em 2003 na academia.
http://www.academiamilitar.pt/gca/index.php?id=801 (http://www.academiamilitar.pt/gca/index.php?id=801)
Mas pensando bem, se o curso de 5 anos oferece um grau de licenciatura, o de 3 oferece o grau de bacharelato.
Só se ainda não está totalmente implantado.
Na academia também é como nas universidades civis onde é necessário "x" créditos para transitar de ano?
Cumprimentos
Rafael e Lightning, estão misturar "coisas" do Exército com a Força Aérea :?:
Citação de: "PereiraMarques"Rafael e Lightning, estão misturar "coisas" do Exército com a Força Aérea :?:
Tem razão, estava a referir-me à Força Aérea e visto este tópico ser sobre Exército o melhor é só falar do acesso ao Exército e não falar mais na Força Aérea.
Se alguém quiser saber mais informações sobre como ingressar como oficial na Força Aérea que fale no topico de ingresso na Força Aérea.
Ciências militares não são cinco anos? cumprimentos
Exacto, então o bacharelato deixou de existir certo?
Quer dizer que se entrar para o ano só vou apanhar os 3 anos. heheee
senhor jmg, já ouvi muitas vezes dizer que até não é difícil entrar na ecademia (com uma cunhazita :) (seja ela ou não)
Cumprimentos
Citação de: "flavio"Quer dizer que se entrar para o ano só vou apanhar os 3 anos. heheee
senhor jmg, já ouvi muitas vezes dizer que até não é difícil entrar na ecademia (com uma cunhazita :) (seja ela ou não)
Cumprimentos
Só vai apanhar 3 anos depois de fazer o curso de sargentos.![]()
Porque este curso de três anos destina-se aos sargentos do QP.
Para a academia mantém-se a duração de 5 ou 7 anos mas sai-se com o grau de mestre.
Exército Português treina condução de uma Operação não Artº 5 – EXERCÍCIO “ORION 08”
O Exército Português realiza de 06 a 17 de Outubro de 2008, com Forças no terreno a partir de 10 de Outubro, o Exercício “ORION 08” com a finalidade de testar algumas capacidades da sua Força Operacional Permanente (FOPE) na condução de uma Operação não Artº 5 (NART 5) do Tratado de Washington.
Este ano, pela primeira vez, de forma integrada, coordenada e coerente, todas as Unidades/Estabelecimentos/Órgãos (U/E/O) do Exército – de Norte a Sul do país, não pertencentes à FOPE (dependentes da Estrutura de Comando e da Estrutura de Base do Exército), participarão activamente no Exercício ORION08.
Em 15 e 16 de Outubro irá decorrer o Distinguished Visitors Day (DVDay) do Exercício.
Lisboa, 09 de Outubro de 2008
Açores: Forças Armadas dão-se a conhecer ao jovens com um dia dedicado à defesa nacional
Ponta Delgada, 23 Out (Lusa) - O Campo Militar de São Gonçalo, na ilha de São Miguel, abriu hoje as portas a um grupo de 123 jovens açorianos para dar a conhecer as Forças Armadas e atrair candidatos a uma carreira militar.
O Dia da Defesa Nacional, que hoje termina, decorreu em cinco dos 11 centros de divulgação da Defesa Nacional espalhados pelo país, uma iniciativa de carácter obrigatório que convocou nos Açores um total de 1.225 jovens, mas apenas 900 compareceram à chamada.
O Tenente Coronel Gomes Cid, representante do Ministério da Defesa Nacional, adiantou hoje à agência Lusa que este dia além de sensibilizar os participantes para a temática da defesa nacional procura também divulgar o papel das Forças Armadas, promovendo uma verdadeira operação de charme.
"Cada vez mais é uma carreira atractiva, como outra qualquer, e os jovens hoje em dia acho que estão motivados e muito vocacionados para as Forças Armadas, derivado à falta de emprego que existe cada vez mais no nosso país", afirmou Gomes Cid, acrescentando que 14 a 15 por cento dos jovens que visitam os centros de divulgação da Defesa Nacional acabam por aderir a uma dos três ramos das Forças Armadas (Exército, Marinha e Força Aérea).
A comparência ao Dia da Defesa Nacional constitui um dever de todos os cidadãos, no ano em que completem 18 anos, e em caso de falta é necessário apresentar uma justificação sob pena de serem aplicadas coimas.
Segundo o Tenente Coronel, a afluência dos jovens este ano tem sido maior do que no passado em virtude das mensagens informativas que têm passadas através da comunicação social, mas também da própria motivação dos participantes.
Até agora apenas os rapazes eram obrigados a participar neste evento, mas a partir de 2009 com o arranque do recenseamento automático à nascença, tanto homens como mulheres serão chamados a visitar os centros de divulgação de Defesa Nacional, disse Gomes Cid.
"O aumento da população que vai passar a participar neste dia vai obrigar as Forças Armadas a construir mais três centros no país", cuja localização ainda está a ser estudada, adiantou o representante do Ministério da Defesa Nacional.
Durante este dia os jovens recebem um conjunto de informações teóricas sobre as Forças Armadas, objectivos do serviço militar, condições de acesso a uma vida profissional militar e assistem a uma demonstração da evolução da bandeira nacional e dos meios operacionais (viaturas e armas).
Aos 18 anos, o micaelense Fábio Moniz descobriu hoje uma "realidade diferente" no Campo Militar de São Gonçalo e admitiu, depois de concluir os estudos, a possibilidade de vir a ter uma experiência militar, mais propriamente no Exército.
"A carreira militar é uma possibilidade, porque da maneira que as coisas estão. Isso pode não ser para sempre, mas é uma boa experiência. Podemos evoluir enquanto pessoa", afirmou à Lusa Fábio Moniz, confessando que se sentiu atraído pelo rigor que encontrou.
"Ser controlado desta maneira, entre aspas, faz a gente crescer enquanto pessoa e a respeitar mais as coisas que temos lá fora", rematou.
Também Henrique Bolarinho, 18 anos, considerou este um "dia especial" na sua vida, mas que não o fez ter dúvidas quanto ao seu futuro profissional.
"Primeiro está o meu curso da PSP, que gostava de tirar. Caso contrário quem sabe...talvez mude de ideias e siga esta vida", disse o jovem, ao considerar que "com a crise financeira que está ai e os trabalhos escasseando as Forças Armadas podem ser uma boa saída".
Após o almoço no refeitório do quartel, os participantes visitam um navio da Marinha, atracado no porto de Ponta Delgada, recebem um certificado individual de presença e antes da partida assistem ao arriar da bandeira nacional.
A sério? Aquele cpacete de "motocross" com rádio e um par de joelheiras e cotoveleiras já tá pronto?
Por um lado temos a pouca vergonha dos cortes das pequenas pensões dos valorosos Ex-Combatentes, sim, porque estes mercenários políticos esqueceram quem lhes proporcionou o poleiro vitalício, por outro lado, temos a PUB ilusória e faustosa, com base no cumprimento de uma obrigação imperativa, o pseudo dia da Defesa Nacional, em que estes/as jovens pouco interesse manifestam. Então quando ficam a saber que se ingressarem em RV/RC a vidinha deles/as será muito negra e que o Exército no fim vai cag... em cima deles, imagino os/as candidatos/as, são aos "milhares" :lol: :lol: :lol: SOLDADO PROFISSIONAL PRESTIGIA PORTUGAL :lol: :lol:
Caçadores? Isso já acabou à muito...
Deu origem às Operações Especiais não foi?
Actualmente no nosso exército existem unidades de caçadores?
E se sim, quais as suas missões e qual a diferença (actualmente) para com as unidades de infantaria mecanizada?
Pergunto porque as brigadas mecanizadas alemães dispõem de 2 grupos de CC, 3 batalhões de infantaria mecanizada, 1 batalhão de caçadores e 1 grupo de artilharia auto-propulsionada.
não me falem na G36, sempre que me lembro que posso daqui a um ano estar no afeganistão com uma .22 até tenho suores frios.
Eu tanto vou para combate com uma G3 como com uma G36
eu como se for, vou trabalhar com equipas muito reduzidas, só não levo 7.62 se não conseguir arranjar autorização para o mesmo.
não me falem na G36, sempre que me lembro que posso daqui a um ano estar no afeganistão com uma .22 até tenho suores frios.
Pessoalmente penso que o ideal seria substituir a G-3 por uma espingarda automática nova com o calibre 7.62.
Porque se deveriamos manter a G-3, então também podiamos manter a Walter P38, o calibre vai continuar a ser o 9mm, mas as pistolas também vão ser substituidas, por isso a idade também conta.
ou seja, não vais para missões :cry: mas pode ser que consiga eventualmente alguma coisa como Atirador,o pessoal do NRF12 de carros de combate vão alguns para missão para o ano mas devem de ir como Atiradores,apesar de reduzidos pois acho que vão para o Kosovo e lá só M113 é que estão a circular...
Só uma pergunta:
Preferiam levar um tiro de 5,56 ou de 7,62 ?
Eu nem de carabina de pressão desejava levar um tiro.
Citação de: "Nuno"Só uma pergunta:
Preferiam levar um tiro de 5,56 ou de 7,62 ?
Eu nem de carabina de pressão desejava levar um tiro.
Acho que me arriscaria mais estar de frente a uma 7.62,com sorte o atirador falhava com o recoil da arma
Mas como noutros sectores de actividade, nós somos um país de corporações. É assim desde a idade média ... :roll:
este link está repetidoA diferença está exactamente na omissão ...
Para se ver a diferença seria necessário ter um video de qualquer promoção portuguesa equivalente.
Infelizmente não temos, e os únicos videos que temos são do General Loureiro dos Santos a dizer que há militares que podem dar golpes de estado e o Vasco Lourenço a dizer que há outros que podem fazer alguma loucura.
Provavelmente noutro país, Loureiro dos Santos teria sido chamado à Polícia Judiciária para investigações, pois se há golpistas, devem ser escorraçados das forças armadas e encarcerados.
Se há militares à beira de um ataque de nervos, devem ter acesso a consultas de psiquiatria e devem ser removidos das Forças Armadas.
Mas como noutros sectores de actividade, nós somos um país de corporações. É assim desde a idade média ... :roll: :Ups:
Defesa. Ministério elabora primeiro Relatório e Contas
Texto mostra onde foi aplicado o orçamento da Defesa em 2007
O Ministério da Defesa tinha 3,704 mil milhões de euros em fundos próprios, no final do ano passado, em que devia também quase 49 milhões de euros "a terceiros".
A informação consta do Relatório e Contas do Ministério da Defesa relativo a 2007, com data de 16 de Setembro de 2008 e a que o DN teve acesso - o primeiro documento do género na história desse departamento governamental. Segundo o seu autor, o anterior secretário-geral, major-general Luís Augusto Sequeira (que cessou funções no passado dia 31 de Outubro), acabou-se a prática de registos de contas "que as actividades empresariais já abandonaram há dezenas de anos", lê-se no preâmbulo do texto.
O relatório em papel - não classificado e indisponível no site do Ministério - teve como "motivação principal colocar a Defesa Nacional como um exemplo de transparência no contexto da prestação de contas na Administração Pública", explicou Luís Sequeira. Em termos de objectivos, "[visou] 'prestar contas' ao cidadão da aplicação dos dinheiros públicos colocados à disposição da Defesa Nacional".
Com base em dados ainda provisórios, o relatório faz um retrato exaustivo do Ministério da Defesa em 2007, tanto no que respeita aos recursos humanos e financeiros como a infra-estruturas. Descreve ainda as actividades das Forças Armadas em território nacional e no exterior, em missões operacionais ou ao nível de exercícios e cooperação técnico-militar.
Em matéria de pessoal, as Forças Armadas tinham 36 780 militares no activo em 31 de Dezembro de 2007, entre quadros permanentes e efectivos nos regimes de contrato e voluntariado.
Quanto ao orçamento, 65,2% das despesas de 1,818 mil milhões de euros - dos quais só 20% foram afectos à operação e manutenção das Forças Armadas e 11,1% ao reequipamento militar. No capítulo do investimento via Lei de Programação Militar (LPM), cuja cativação de verbas no início do ano é de 40%, a sua "execução orçamental atingiu um grau de realização de 50,17%" - o Exército executou 17,1% do seu montante, a Marinha 37,0%, a Força Aérea 85,1%, o Estado-Maior General 54,1% e o Ministério 65,4%. www.dn.pt (http://www.dn.pt)
Que arma é aquela usada pelos militares portugueses?
Defesa vai reduzir efectivos
O Governo vai reduzir o número de efectivos das Forças Armadas (FA) em 2576 militares. Com esta medida, que deverá ser aprovada já no Conselho de Ministros da próxima quinta-feira, o Ministério da Defesa poderá poupar nos gastos com pessoal quase 34 milhões de euros por ano, verba semelhante ao impacto financeiro da subida do suplemento da condição militar de 14,5 por cento para 20 por cento até 2009. José Sócrates, segundo apurou o CM, desempenhou um papel decisivo no incremento destas medidas.
http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx ... 721B606CED (http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009&contentid=F4F6B7C9-032A-43CE-904D-F1721B606CED)
Epá! Forças Armadas ainda mais pequenas???
Eu sei que estas guerras modernas combatem-se com menos pessoal, mas com pessoal mais bem treinado. Mas isto é demais.. ou de menos.
16 Dezembro 2008 - 21h00
Forças Armadas: Reestruturação
Defesa vai reduzir 2576 efectivos
O Governo vai reduzir o número de efectivos das Forças Armadas (FA) em 2576 militares. Com esta medida, que deverá ser aprovada já no Conselho de Ministros da próxima quinta-feira, o Ministério da Defesa poderá poupar nos gastos com pessoal quase 34 milhões de euros por ano, verba semelhante ao impacto financeiro da subida do suplemento da condição militar de 14,5 por cento para 20 por cento até 2009. José Sócrates, segundo apurou o CM, desempenhou um papel decisivo no incremento destas medidas.
A redução do efectivo das FA enquadra-se no espírito das conclusões do relatório final do grupo de trabalho para a Reestruturação das Carreiras dos Militares das FA, liderado pelo vice-almirante Correia Gonçalves, e irá abranger militares do Quadro Permanente (QP), em Regime de Contrato (RC) e Regime de Voluntariado (RV). Com base no compromisso entre o ministro da Defesa, Severiano Teixeira, e as chefias da Marinha, almirante Melo Gomes, do Exército, general Valença Pinto, e da Força Aérea, general Luís Araújo, os efectivos serão reduzidos em 1285 militares no QP e em 1291 militares em RC e RV.
O Exército, que sofrera uma reestruturação interna em 2006, concentra a maior redução de efectivos: 662 no QP e cerca de 1200 em RC e RV. Na Marinha o corte será inferior: 622 no QP e cerca de 80 no RC. E a Força Aérea, que tem menos efectivos, perderá apenas um militar no QP e cerca de cem em RC.
A redução do efectivo corresponde ao diagnóstico do grupo de trabalho para a reestruturação das carreiras e às dificuldades financeiras identificadas pelo relatório e contas do Ministério da Defesa, elaborado este ano. O grupo de trabalho, após 'compilação das novas necessidades dos ramos, do EMGFA e do Ministério da Defesa, referidas a 30 de Julho de 2007, constatou que há 'uma redução de 1357 militares quando comparadas com o total das necessidades constantes reflectidas nos quadros aprovados'. Só o corte deste número de militares permitia, segundo o relatório, poupar 26,3 milhões de euros.
Certo é que o avanço das reformas na Defesa deve muito à intervenção do primeiro-ministro, que promoveu um entendimento entre o titular da pasta e as chefias militares.
GUERRA NOS SUPLEMENTOS
Mais de dois meses depois de ter sido apresentado aos ramos o novo regime dos suplementos remuneratórios dos militares das Forças Armadas, atribuído em função do risco exercido em funções, continua sem ter um entendimento à vista entre o Ministério da Defesa, a Marinha, o Exército e a Força Aérea. No essencial, a Marinha e o Exército manifestam-se contra um sistema que irá acentuar as diferenças salariais entre oficiais pilotos-aviadores e oficiais do Exército e da Marinha.
O novo regime dos suplementos remuneratórios, defendido segundo o espírito da lei dos vínculos, carreiras e remunerações dos funcionários públicos, contempla seis tipos de suplementos: serviço aéreo, pára-quedista, imersão, mergulhador, inactivação de engenhos explosivos, serviço em câmaras de pressão. O braço-de-ferro entre os ramos e o Ministério da Defesa resulta, desde logo, do aumento da remuneração previsto para o suplemento de serviço aéreo.
A ser aprovada como está, a proposta do novo regime permitirá, por exemplo, a um tenente-coronel piloto, no início do posto, ganhar quase 6500 euros por mês, enquanto um oficial da Marinha e do Exército com patente similar receberá perto de 2400 euros.
Para as chefias da Marinha e do Exército, as verbas previstas para o suplemento de serviço aéreo, composto por uma componente fixa e outra variável, serão factores de desmotivação e discriminação nas FA.
GENERAIS FORA DA DIMINUIÇÃO :arrow: http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx ... 82779B846A (http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009&contentid=0730251D-4F2D-4A50-AAF7-DE82779B846A)
E também não entendo estes governantes, às vezes dizem que não se chega a cumprir os mínimos de recrutas esperados, e depois vêm com estas...
CitarDefesa vai reduzir efectivos
O Governo vai reduzir o número de efectivos das Forças Armadas (FA) em 2576 militares. Com esta medida, que deverá ser aprovada já no Conselho de Ministros da próxima quinta-feira, o Ministério da Defesa poderá poupar nos gastos com pessoal quase 34 milhões de euros por ano, verba semelhante ao impacto financeiro da subida do suplemento da condição militar de 14,5 por cento para 20 por cento até 2009. José Sócrates, segundo apurou o CM, desempenhou um papel decisivo no incremento destas medidas.
http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx ... 721B606CED (http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009&contentid=F4F6B7C9-032A-43CE-904D-F1721B606CED)
Defesa: Militares de nove países encerram exercício internacional na Figueira da Foz
Um país imaginário, com problemas semelhantes aos que afectam na República Democrática do Congo, serviu para um exercício da força internacional EUROGENDFOR, que hoje encerrou na Figueira da Foz.
O cenário do exercício, no qual participaram nove países da Força da Gendarmerie Europeia, teve como cenário RIANDU, um país fictício dominado por graves problemas étnicos, criminais e económicos.
"É uma coincidência que confere ao nosso exercício um realismo adicional. O cenário criado é muito semelhante à situação que actualmente se vive na República Democrática do Congo", referiu, na sua apresentação, o Major-General Carlos Chaves, responsável pelo programa e execução do EGEX 08.
O EGEX 08 é o terceiro exercício realizado pela Força da Gendarmerie Europeia (EUROGENDFOR). O primeiro decorreu em 2005 em França e o segundo em 2006 na Espanha.
Neste exercício, realizado a pedido das Nações Unidas, participaram cerca de sete dezenas de militares da EUROGENDFOR, de Portugal, Espanha, França, Itália, Roménia, Polónia, Holanda, Lituânia e Turquia.
Este tipo de operações destina-se a assegurar a restauração da paz, segurança e ordem pública, até que seja possível dar início a uma missão autónoma das Nações Unidas, explicou o Major-General Carlos Chaves, na sessão de apresentação do exercício.
O EGEX 08 - acrescentou - é uma exercício de posto de comando centrado nas áreas-chave da vertente policial de uma operação internacional de gestão de crise, num ambiente não estabilizado.
Segundo o mesmo oficial, o principal objectivo do exercício é testar a capacidade do EUROGENDFOR para planear uma intervenção no âmbito de uma operação internacional de gestão de crise, "através da rápida projecção, em menos de 30 dias, de uma força e de uma Quartel-General para área de operações".
Durante o exercício foram simulados incidentes realistas, que se traduziram em três "baixas" humanas entre os militares da força. As respostas do Quartel-General foram semelhantes às que seriam dadas numa missão real envolvendo as operações, as informações, a logística, o pessoal, as finanças e as relações públicas.
De acordo com o Major-General Carlos Chaves, a intervenção da Gendarmerie Europeia é conciliada com as militares, dotando estas forças da capacidade de deter cidadãos, o que por vezes a sua ausência tem sido um constrangimento em algumas missões.
A concentração da Força da Gendarmerie Europeia na Figueira da Foz iniciou-se no passado dia 8, na Escola da Guarda Nacional Republicana (GNR). As actividades do exercício em concreto, que hoje encerraram, duraram três dias.
O EGEX 08 foi este ano organizado por Portugal, e pela sua representante na EUROGENDFOR, a GNR, por ser o país actualmente a presidir à organização.
A Força da Gendarmerie Europeia é composta por forças policiais de natureza militar, assumindo-se como "uma ferramenta de excelência" no quadro da gestão internacional de crises, sublinhou o Major-General.
Foi formada oficialmente em 2007, por tratado. A Declaração de Intenções foi subscrita em 2004 por cinco países da União Europeia - Portugal, Espanha, França, Itália e Holanda. Hoje, em que Portugal passa oficialmente a presidência do Comité Interministerial de Alto Nível da EUROGENDFOR para a França, é admitida a Roménia como membro da organização.
Hoje, na Escola da GNR, na Figueira da Foz, foi apresentado o EGEX 08 à comunicação social e a entidades civis, tendo ainda a Guarda Nacional Republicana aproveitado para apresentar uma mostra das valências de intervenção, ao nível da segurança e apoio às populações.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interio ... id=1060274 (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1060274)
Hoje vi uma coluna militar na A25 zona de Aveiro constituida por 12 Chaimites V200, 4 Camioes DAF e 3 Jipes UMN, entretanto alguns kms mais a frente vi outra coluna militar constituida por cerca de 20 camioes DAF, 5 jipes UNM entre outras viaturas, consegui ver que estas ultimas pertenciam ao RI13 de Vila Real, algum camarada sabe se esta a decorrer algum exercício naquela zona, ou é alguma preparação militar da Brigada de Intervenção para ir para o Kosovo?
Ola todos, bom dia ou boa noite
Primeiro recado aqui !
Preciso de uma informação.
No discurso proferido pelo CEME, no dia do Exército, o general falou em "recuperação de um GAC 155 rebocado".
Quem puder difundir algumas informações relativamente a esse assunto ?
Muito obrigado
ALH
Encontrei este site: http://www.operacional.pt/ (http://www.operacional.pt/)
Li à diagonal e pareceu interessante.
Exercício em Beja testa batalhão para missão da Nato
Quase mil militares da Brigada de Reacção Rápida (BrigRR) do Exército Português participam, a partir de sábado, no concelho de Beja, num exercício militar para certificar uma unidade de batalhão pára-quedista para integrar missões da Nato.
O exercício, que irá decorrer até dia 30, na freguesia de Baleizão, pretende certificar, a nível nacional, o 2º Batalhão Pára-quedista do Exército Português para actuar em missões da NATO Response Force 13 (NRF13), explicou hoje à agência Lusa o porta-voz da BrigRR, tenente-coronel Joaquim Batuca.
Com o nome de código «NRF13», precisou, o exercício irá examinar e certificar as capacidades do batalhão no «planeamento e condução de operações militares típicas de um batalhão pára-quedista, no âmbito do emprego da NRF13».
Além das forças do 2º Batalhão Pára-quedista, sedeado no Regimento de Infantaria 10, Área Militar de São Jacinto, vão participar no exercício forças de várias unidades da BrigRR, num total de quase mil militares, com meios do Exército e da Força Aérea Portuguesa.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=369107 (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=369107)
Sistema penal do Iraque contempla a pena de morte
Portugal e outros países da NATO decidiram retirar as suas forças do Iraque porque recusaram a sujeição dos seus militares a um sistema penal que inclui a pena de morte, soube o DN.
A exemplo do qie sucedeu com os EUA, no final de 2008, o estatuto dos militares da NATO destacados no Iraque teve que ser renegociado - o que implicava a aceitação da Justiça iraquiana no julgamento de crimes envolvendo soldados das forças aliadas. Como tal, e ao contrário de Washington, os outros países aliados rejeitaram os termos propostos.
O assunto foi abordado ontem pelo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Valença Pinto, numa conferência de imprensa sobre a actividade das forças militares destacadas no exterior - a primeira desde que há memória na década e meia de missões no estrangeiro e que coincidiu com a reinauguração do site do EMGFA.
"Quando chegámos à data de 31 de Dezembro, que determinava o acordo provisório que havia, deixou de existir um acordo específico para a NATO, que está agora a tentar ser negociado", observou o CEMGFA. Contudo, "as condições que foram criadas para os militares portugueses que lá estavam, no nosso entender, não eram inteiramente adequadas e nalguns casos não eram conforme o nosso normativo", pelo que Portugal tomou a decisão de antecipar o regresso dos seis efectivos destacados em Bagdade, disse o general.
Quanto aos outros teatros de operações, onde Portugal tem actualmente 753 militares, o CEMGFA clarificou que a missão da força naval permanente da NATO (SNMG1, sigla em inglês) - comandada desde sexta-feira por um almirante português - nos próximos 12 meses não pasa por combater piratas no mar. A frota vai realizar "treino operacional e de presença naval no Índico, Sudeste Asiático e Oceânia".
Quanto ao facto de atravessar a região do Corno de África, infestada de piratas baseados na costa da Somália, Valença Pinto explicou que o Direito de Portugal e muitos países "não reconhece a pirataria como crime". Logo, o combate a esse flagelo está à partida limitado por problemas legais. Por outro lado, alertou o CEMGFA, a presença de navios russos, chineses e de outras nacionalidades naquelas águas cria "o risco de haver excesso de meios" navais que se torna desnecessário.
O gesto de abertura do CEMGFA permitiu ainda aos jornalistas visitar o seu Centro de Operações Conjunto, que será "o embrião" do futuro Comando Operacional Conjunto a aprovar por lei.|
http://dn.sapo.pt/2009/01/27/nacional/p ... res_a.html (http://dn.sapo.pt/2009/01/27/nacional/portugal_recusa_sujeitar_militares_a.html)
Parte dia 27JAN09 do GAC/BrigMec uma secção da 1ªBBF para a DGME (Alcochete) a fim de proceder ao levantamento de 6 Obuses 155mm rebocados ("velhinhos" M114) com vista a equipar uma BBF do GAC/BrigMec que fará a sua manutenção contínua para posterior utilização desses obuses do RA5 neste campo militar.
Se houver disponibilidade irei colocar depois aqui umas fotos.
Cumprimentos.
Soldados paraquedistas embarcam no c130 da força aérea, durante o treino operacional de forças " Nato Response Force" , 28 de Janeiro 2009, em Beja. NUNO VEIGA/LUSA
O Major General Carlos Jerónimo, comandante da Brigada de Reacção Rápida, prepara-se para o salto durante o Treino Operacional de Forças "Nato Response Force", 28 de Janeiro de 2009, em Beja. NUNO VEIGA/LUSA
Defesa: Militares pára-quedistas "aterram" em Beja para estabilizar "país" em conflito
Beja, 28 Jan (Lusa) - Com 53 anos, o comandante da Brigada de Reacção Rápida (BrigRR) do Exército Português ainda "alinha" em "aventuras". Ao lado de 400 militares pára-quedistas, faz questão de saltar de pára-quedas de um avião C-130.
Num hangar da Base Aérea nº 11 de Beja (BA11), começava terça-feira à noite uma operação aerotransportada que terminou hoje de madrugada, após ter lançado e infiltrado os militares num país fictício da Península Ibérica que atravessa uma crise interna, devido à violência entre duas facções em conflito.
A BA11 "transformou-se" numa base aérea intermédia de apoio e a zona de aterragem no país fictício ficava a cerca de 20 quilómetros, entre as freguesias rurais de Quintos e de Salvada, no concelho de Beja.
Este é o cenário de mais uma etapa do Exercício "NRF 13", a decorrer até sexta-feira, naquele concelho alentejano, envolvendo quase mil militares, dos quais 400 pára-quedistas, para certificar, a nível nacional, uma Unidade de Escalão Batalhão Pára-quedista da BrigRR para integrar missões da Nato.
Distribuídos em fileiras, de pára-quedas às costas e sentados em sacos com 35 quilos de equipamento individual, o major-general Carlos Jerónimo e os seus homens aguardavam a vez de voar.
Em termos tácticos, Carlos Jerónimo não precisava de saltar de pára-quedas desta vez, nem vai participar em todo o exercício, mas como se tratava de uma operação de batalhão, o comandante "fez questão" de acompanhar os seus homens no salto.
"Tiramos mais partido do factor surpresa se fizermos estas colocações de pessoal num período de visibilidade reduzida", explica o major-general, que integrou a fileira de pára-quedistas do primeiro de sete voos do C-130 que lançou os militares no teatro de operações, numa noite "gelada" e "cerrada".
Quatro horas depois, todos os militares pára-quedistas já estavam em terra e, à excepção de cerca de 20 baixas, a maioria devido a entorses contraídos durante a aterragem, começaram a bater o terreno.
Na escuridão, aqui e ali, avistavam-se luzes, umas vermelhas, outras verdes ou azuis, que sinalizavam a presença dos militares a tomar posição, munidos de ração de combate para três dias, ou seja, até sexta-feira, quando terminará o exercício.
Até lá, actuando como força de entrada inicial, os militares vão "tentar estabilizar a situação" no país fictício para, "a posteriori, possibilitar a entrada de ajuda humanitária às populações", explicou Carlos Jerónimo.
Após o Exercício "NRF 13", a Unidade de Escalão Batalhão Pára-quedista irá, "nos próximos seis meses, completar a certificação internacional".
Depois, ficará "em 'standby' à disposição da NATO", para intervir em qualquer teatro de operações", em missões no âmbito da "NATO Response Force 13" (NRF13), "caso seja necessário" e "haja decisão política", disse o major-general.
As forças da BrigRR, uma das unidades do Exército que "mais tem contribuído" para a Força de Reacção Imediata que Portugal dispõe para "intervir em qualquer situação" mediante um "pré-aviso de cinco dias", "estão preparadas para intervir como força de entrada inicial num teatro de operações", garantiu Carlos Jerónimo.
A missão das unidades pára-quedistas é "possibilitar a aterragem a posteriori de um maior volume de forças para desenvolver uma qualquer operação", explicou.
A BrigRR, que já teve cinco contingentes no Afeganistão, constituídos por duas unidades pára-quedistas e três de comandos, tem actualmente militares no Kosovo e Afeganistão.
Parte dia 27JAN09 do GAC/BrigMec uma secção da 1ªBBF para a DGME (Alcochete) a fim de proceder ao levantamento de 6 Obuses 155mm rebocados ("velhinhos" M114) com vista a equipar uma BBF do GAC/BrigMec que fará a sua manutenção contínua para posterior utilização desses obuses do RA5 neste campo militar.
Se houver disponibilidade irei colocar depois aqui umas fotos.
Cumprimentos.
Citação de: "_Gabriel_®™"Parte dia 27JAN09 do GAC/BrigMec uma secção da 1ªBBF para a DGME (Alcochete) a fim de proceder ao levantamento de 6 Obuses 155mm rebocados ("velhinhos" M114) com vista a equipar uma BBF do GAC/BrigMec que fará a sua manutenção contínua para posterior utilização desses obuses do RA5 neste campo militar.
Se houver disponibilidade irei colocar depois aqui umas fotos.
Cumprimentos.
A BrigMec não teria em exclusivo M109A5 e estes "velhinhos" M114 não eram para a BrigInt (que transferiu os "L118 Light Gun" para a BrigRR)...?
CitarO Major General Carlos Jerónimo, comandante da Brigada de Reacção Rápida, prepara-se para o salto durante o Treino Operacional de Forças "Nato Response Force", 28 de Janeiro de 2009, em Beja. NUNO VEIGA/LUSACitarDefesa: Militares pára-quedistas "aterram" em Beja para estabilizar "país" em conflito
Beja, 28 Jan (Lusa) - Com 53 anos, o comandante da Brigada de Reacção Rápida (BrigRR) do Exército Português ainda "alinha" em "aventuras". Ao lado de 400 militares pára-quedistas, faz questão de saltar de pára-quedas de um avião C-130.
Num hangar da Base Aérea nº 11 de Beja (BA11), começava terça-feira à noite uma operação aerotransportada que terminou hoje de madrugada, após ter lançado e infiltrado os militares num país fictício da Península Ibérica que atravessa uma crise interna, devido à violência entre duas facções em conflito.
A BA11 "transformou-se" numa base aérea intermédia de apoio e a zona de aterragem no país fictício ficava a cerca de 20 quilómetros, entre as freguesias rurais de Quintos e de Salvada, no concelho de Beja.
Este é o cenário de mais uma etapa do Exercício "NRF 13", a decorrer até sexta-feira, naquele concelho alentejano, envolvendo quase mil militares, dos quais 400 pára-quedistas, para certificar, a nível nacional, uma Unidade de Escalão Batalhão Pára-quedista da BrigRR para integrar missões da Nato.
Distribuídos em fileiras, de pára-quedas às costas e sentados em sacos com 35 quilos de equipamento individual, o major-general Carlos Jerónimo e os seus homens aguardavam a vez de voar.
Em termos tácticos, Carlos Jerónimo não precisava de saltar de pára-quedas desta vez, nem vai participar em todo o exercício, mas como se tratava de uma operação de batalhão, o comandante "fez questão" de acompanhar os seus homens no salto.
"Tiramos mais partido do factor surpresa se fizermos estas colocações de pessoal num período de visibilidade reduzida", explica o major-general, que integrou a fileira de pára-quedistas do primeiro de sete voos do C-130 que lançou os militares no teatro de operações, numa noite "gelada" e "cerrada".
Quatro horas depois, todos os militares pára-quedistas já estavam em terra e, à excepção de cerca de 20 baixas, a maioria devido a entorses contraídos durante a aterragem, começaram a bater o terreno.
Na escuridão, aqui e ali, avistavam-se luzes, umas vermelhas, outras verdes ou azuis, que sinalizavam a presença dos militares a tomar posição, munidos de ração de combate para três dias, ou seja, até sexta-feira, quando terminará o exercício.
Até lá, actuando como força de entrada inicial, os militares vão "tentar estabilizar a situação" no país fictício para, "a posteriori, possibilitar a entrada de ajuda humanitária às populações", explicou Carlos Jerónimo.
Após o Exercício "NRF 13", a Unidade de Escalão Batalhão Pára-quedista irá, "nos próximos seis meses, completar a certificação internacional".
Depois, ficará "em 'standby' à disposição da NATO", para intervir em qualquer teatro de operações", em missões no âmbito da "NATO Response Force 13" (NRF13), "caso seja necessário" e "haja decisão política", disse o major-general.
As forças da BrigRR, uma das unidades do Exército que "mais tem contribuído" para a Força de Reacção Imediata que Portugal dispõe para "intervir em qualquer situação" mediante um "pré-aviso de cinco dias", "estão preparadas para intervir como força de entrada inicial num teatro de operações", garantiu Carlos Jerónimo.
A missão das unidades pára-quedistas é "possibilitar a aterragem a posteriori de um maior volume de forças para desenvolver uma qualquer operação", explicou.
A BrigRR, que já teve cinco contingentes no Afeganistão, constituídos por duas unidades pára-quedistas e três de comandos, tem actualmente militares no Kosovo e Afeganistão.
video
http://www.videos.iol.pt/consola.php?pr ... referer=1# (http://www.videos.iol.pt/consola.php?projecto=27&pagina_actual=1&mul_id=13108233&tipo_conteudo=1&tipo=2&referer=1#)
Citação de: "_Gabriel_®™"Parte dia 27JAN09 do GAC/BrigMec uma secção da 1ªBBF para a DGME (Alcochete) a fim de proceder ao levantamento de 6 Obuses 155mm rebocados ("velhinhos" M114) com vista a equipar uma BBF do GAC/BrigMec que fará a sua manutenção contínua para posterior utilização desses obuses do RA5 neste campo militar.
Se houver disponibilidade irei colocar depois aqui umas fotos.
Cumprimentos.
A BrigMec não teria em exclusivo M109A5 e estes "velhinhos" M114 não eram para a BrigInt (que transferiu os "L118 Light Gun" para a BrigRR)...?
Realmente, não será o ministro da defesa sufecientemente esperto para saber que os M-114 são velhissimos e que precisam de ser substituidos?
Os novos obuses M-777 só custão 1,5 milhões cada.
Compra-se 30 e fica tudo allright. :shock:
Estás cheio de dinheiro...emprestas-me uns 2/3 milhões de euros? Pago-te num prazo de 100 anos.
Citação de: "cromwell"Realmente, não será o ministro da defesa sufecientemente esperto para saber que os M-114 são velhissimos e que precisam de ser substituidos?
Os novos obuses M-777 só custão 1,5 milhões cada.
Compra-se 30 e fica tudo allright. :shock:
Estás cheio de dinheiro...emprestas-me uns 2/3 milhões de euros? Pago-te num prazo de 100 anos. :roll:
Realmente, não será o ministro da defesa sufecientemente esperto para saber que os M-114 são velhissimos e que precisam de ser substituidos?
Os novos obuses M-777 só custão 1,5 milhões cada.
Compra-se 30 e fica tudo allright.
As palavras chave é que "não há recursos para tudo" e, de facto, talvez uma 3ª unidade de artilharia (após os modernos L118 e os M109A5) não esteja no topo da lista...
Talvez mantendo uma unidade de morteiros modernos de 120mm na BRR (e passar de novo os L118 para a BrigInt) ou pedir ao "Tio Sam" uns M198 "semi-novos"...
Citação de: "LM"As palavras chave é que "não há recursos para tudo" e, de facto, talvez uma 3ª unidade de artilharia (após os modernos L118 e os M109A5) não esteja no topo da lista...
Talvez mantendo uma unidade de morteiros modernos de 120mm na BRR (e passar de novo os L118 para a BrigInt) ou pedir ao "Tio Sam" uns M198 "semi-novos"...
Para ser um negócio da China tipo tanques M60?
Citação de: "General Spínola"Citação de: "LM"As palavras chave é que "não há recursos para tudo" e, de facto, talvez uma 3ª unidade de artilharia (após os modernos L118 e os M109A5) não esteja no topo da lista...
Talvez mantendo uma unidade de morteiros modernos de 120mm na BRR (e passar de novo os L118 para a BrigInt) ou pedir ao "Tio Sam" uns M198 "semi-novos"...
Para ser um negócio da China tipo tanques M60?
Nós pagamos (para além do transporte da RFA) pelos M60A3...? E julgo a manutençaõ de uma peça de artilharia menos complicada que a de um CC.
ExerciTo prepara Regimento de Infantaria de Vila Real para operações de apoio à paz no Kosovo
De 11 a 19 de Fevereiro, a cidade de Mirandela será palco da realização de um exercício militar, denominado “Pristina 091”, que visa preparar um contingente do Regimento de Infantaria (RI) nº13 (Vila Real) para uma missão no Kosovo.
A operação agendada para a Capital do Tua é o seguimento do exercício “Pristina Start 091”, que o RI 13 levou a cabo no Campo militar de Santa Margarida, de 2 a 5 de Dezembro.
Este exercício teve como finalidade validar e consolidar a formação e treino ministrado nas fases de treino especialmente nas tarefas individuais e colectivas no âmbito das operações de apoio à paz.
Nesta operação cooperou todo o efectivo do 1º Batalhão de Infantaria da Brigada de Intervenção/KFOR (KOSOVO FORCE), num total de 290 militares, com a finalidade de validar os procedimentos de combate técnicos e tácticos aos baixos escalões.
Deviam ter vergonha de dizer que todo o batalhão são 290 soldados !!
Continuo sem compreender para quê 20.000 soldados no exército se as brigadas continuam com efectivos a 60 % ou coisa que o valha. Deve ser a minha enorme ignorancia que me priva de compreender tão nobres estratégias de organização!
Citação de: "migbar2"Deviam ter vergonha de dizer que todo o batalhão são 290 soldados !!
Continuo sem compreender para quê 20.000 soldados no exército se as brigadas continuam com efectivos a 60 % ou coisa que o valha. Deve ser a minha enorme ignorancia que me priva de compreender tão nobres estratégias de organização!
Eu uma vez também já pus essa questão dos Batalhões de 300 efectivos, e para isso há duas respostas, uma é esse ser mesmo o efectivo total do Batalhão, mas outra é que o Batalhão pode ser reorganizado à medida da missão no Kosovo, isto é, pode não ser preciso a companhia de apoio em combate, pode ser apenas necessário duas Companhias de Atiradores, o Comando do Batalhão e talvez um pequeno modulo de apoio, e é essa força de 290 elementos que vai para o exercicio em vez de um Batalhão completo de 500 ou 600 militares.
Continuo sem compreender para quê 20.000 soldados no exército se as brigadas continuam com efectivos a 60 % ou coisa que o valha. Deve ser a minha enorme ignorancia que me priva de compreender tão nobres estratégias de organização!
Citação de: "migbar2"Continuo sem compreender para quê 20.000 soldados no exército se as brigadas continuam com efectivos a 60 % ou coisa que o valha. Deve ser a minha enorme ignorancia que me priva de compreender tão nobres estratégias de organização!
Modo de ironia ON :mrgreen: , e a nossa ORBAT é mais um exemplo disso por duas razões:
1º Acção psicológica contra os nossos inimigos, 3 Brigadas metem mais medo que uma :lol: , é mais fácil pegar nos reservistas e completar os batalhões já existentes que estão a 50% do que estar a criar Batalhões completos de reservistas do zero :twisted: :twisted: :wink:
http://www.youtube.com/watch?v=5m1gF01hJ5Y
Vídeo sobre o curso de combate em áreas edificadas (CAE)
Note-se que cortei algumas partes para caber nos 10' do youtube, e que isto é um curso, daí o material utilizado e algumas asneiradas que se vêem.
Citação de: "Lightning"Citação de: "migbar2"Deviam ter vergonha de dizer que todo o batalhão são 290 soldados !!
Continuo sem compreender para quê 20.000 soldados no exército se as brigadas continuam com efectivos a 60 % ou coisa que o valha. Deve ser a minha enorme ignorancia que me priva de compreender tão nobres estratégias de organização!
Eu uma vez também já pus essa questão dos Batalhões de 300 efectivos, e para isso há duas respostas, uma é esse ser mesmo o efectivo total do Batalhão, mas outra é que o Batalhão pode ser reorganizado à medida da missão no Kosovo, isto é, pode não ser preciso a companhia de apoio em combate, pode ser apenas necessário duas Companhias de Atiradores, o Comando do Batalhão e talvez um pequeno modulo de apoio, e é essa força de 290 elementos que vai para o exercicio em vez de um Batalhão completo de 500 ou 600 militares.
Quando é que percebem que as FND são feitas á medida do orçamento disponibilizado pelos politicos c34x
Claro que quando lhes cheira a uma missão (se não for no afeganistão claro) o dinheirito fala mais alto .....,
Caro colega, essa parte já eu sei. mas aqui ou a noticia induz em erro e deveria falar em força-tarefa, ou então o batalhão está sub-dimensionado. Se todo o batalhão participa na manobra, então é porque estruturalmente é assim que está composto. Não se fazem batalhões só para uma missão, organizam-se forças-tarefa. Aqui dá a entender que não é assim. De qualquer das maneiras eu até gostaria de saber qual o total de efectivos das nossas brigadas. Há uns tempos um colega referiu numeros que eu não quero crer, julgo que seriam 1200, 1400 e 1800. Ora a ser verdade, valha-nos Deus !
Curso De Comandante De Secção De Bocas De Fogo M114 155mm/23
De 05 a 09 de Janeiro de 2009, decorreu na Escola Prática de Artilharia o Curso de Comandante de Secção de Bocas de Fogo M114 155mm/23 para Sargentos de Artilharia, com dois formandos da EPA.
Este curso teve como objectivo habilitar os Sargentos a desempenhar as funções inerentes ao cargo de comandante de uma Secção de Bocas de Fogo M114 155mm/23, assim como de formador na respectiva área.
1/6/2009
15/16 lançadores, adquiridos inicialmente pela FAP para os paraquedistas...
Do site do Exército, página da EPA:CitarCurso De Comandante De Secção De Bocas De Fogo M114 155mm/23
De 05 a 09 de Janeiro de 2009, decorreu na Escola Prática de Artilharia o Curso de Comandante de Secção de Bocas de Fogo M114 155mm/23 para Sargentos de Artilharia, com dois formandos da EPA.
Este curso teve como objectivo habilitar os Sargentos a desempenhar as funções inerentes ao cargo de comandante de uma Secção de Bocas de Fogo M114 155mm/23, assim como de formador na respectiva área.
1/6/2009
Avenger é o futuro
Cinco alunos internados por excesso de treino físico
ANA BELA FERREIRA e CATARINA GUERREIRO
Colégio Militar. Estudantes do 11.º foram parar ao Hospital Militar Principal por "fadiga muscular". A direcção da escola diz que tal se deveu à excessiva dedicação na preparação do Dia Comemorativo, mas adianta que vai clarificar a situação. Médico estranha internamento dos jovens
Três chegaram ao hospital na quinta e dois no domingo
Cinco alunos do Colégio Militar estão internados no Hospital Militar Principal, em Lisboa, devido a excesso de treino físico. O Exército confirmou a situação ao DN e explicou que os jovens, do 11.º ano, pré- -finalistas, "estão em preparação do Dia Comemorativo (3 de Março), o que tem implicado uma agenda de actividades com maior intensidade do que o normal". O porta-voz do Exército adiantou ainda que os alunos, de 15 e 16 anos, "apresentaram sintomas de fadiga muscular", e que foram internados "por precaução". Mas segundo o DN apurou, o internamento já dura há alguns dias: três dos jovens estão no hospital desde na quinta-feira passada e dois entraram no domingo.
De acordo com aquele porta-voz, tudo se deveu ao exigente ensino: "Assumindo que só a dedicação excepcional dos alunos permite manter os elevados padrões de excelência presentes no Colégio Militar a participação entusiástica dos mesmos em todas as actividades em que o Colégio está envolvido, originou que cinco alunos apresentar sintomas de fadiga."
Além disso, segundo o Exército, esta altura do ano é particularmente intensa para os adolescentes que têm de se preparar para o dia comemorativo, em que participam os 400 alunos do Colégio.
Os pais dos miúdos internados ficaram assustados porque os níveis de enzima (substância proteica que pode indicar lesões musculares) estavam muito acima dos valores normais. Até porque, esta não é a primeira vez que o excesso de exercício físico obriga ao internamento de alunos.
No entanto, o médico Mário Jorge Santos, recusando-se a falar do caso específico, esclarece que estes níveis elevados de algumas enzimas "podem indicar destruição muscular".
Mas estes cinco estudantes já estarão bem e em breve terão alta. Aliás, o Exército garante "o diagnóstico clínico revela que nenhum inspira quaisquer outros cuidados ou terapia especial para além do repouso".
O DN sabe, aliás, que a direcção do Colégio Militar vai querer clarificar toda a situação para ver se não se está a exigir aos alunos mais do que aquilo que eles podem dar.
(http://img100.imageshack.us/img100/2624/4001vt5.th.jpg) (http://http)
Mais uma afirmação digna do circo! Alguem terá paciencia para esclarecer este Senhor?
É um alvo BAATS ou BATS. Era no passado usado para servir de alvo para os sistemas AA Chaparral.
tsahalCitarÉ um alvo BAATS ou BATS. Era no passado usado para servir de alvo para os sistemas AA Chaparral.
Eu já sabia, de qualquer maneira, muito obrigada pelo esclarecimento, foi pena foi a perda de tempo. :wink: , apesar de não acreditar que fosse uma versão AAA do Chaparral
É um alvo BAATS ou BATS. Era no passado usado para servir de alvo para os sistemas AA Chaparral.
Citação de: "Aim"ExerciTo prepara Regimento de Infantaria de Vila Real para operações de apoio à paz no Kosovo
De 11 a 19 de Fevereiro, a cidade de Mirandela será palco da realização de um exercício militar, denominado “Pristina 091”, que visa preparar um contingente do Regimento de Infantaria (RI) nº13 (Vila Real) para uma missão no Kosovo.
A operação agendada para a Capital do Tua é o seguimento do exercício “Pristina Start 091”, que o RI 13 levou a cabo no Campo militar de Santa Margarida, de 2 a 5 de Dezembro.
Este exercício teve como finalidade validar e consolidar a formação e treino ministrado nas fases de treino especialmente nas tarefas individuais e colectivas no âmbito das operações de apoio à paz.
Nesta operação cooperou todo o efectivo do 1º Batalhão de Infantaria da Brigada de Intervenção/KFOR (KOSOVO FORCE), num total de 290 militares, com a finalidade de validar os procedimentos de combate técnicos e tácticos aos baixos escalões.
Deviam ter vergonha de dizer que todo o batalhão são 290 soldados !!
Continuo sem compreender para quê 20.000 soldados no exército se as brigadas continuam com efectivos a 60 % ou coisa que o valha. Deve ser a minha enorme ignorancia que me priva de compreender tão nobres estratégias de organização!
Excelente, como já nos habituou.
Entrega do 50.º Carro de Combate Médio ao abrigo do MDAP - Mutual Defence and Assistance Program:
(http://img237.imageshack.us/img237/6642/tanque.th.jpg) (http://http)
Talvez naquela época fosse aceitável a designação "tanque", mesmo no meio militar.
Espero que alguém queira abrir um novo item no exército marroquino que aparentemente não vê qualquer problema aqui pelo exército em terra marruecos :D
Severiano Teixeira visita a Líbia no fim-de-semana
Defesa. Acordo de cooperação bilateral foi assinado em Maio de 2008
O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, desloca-se este fim-de-semana à Líbia em visita oficial, soube ontem o DN.
Esta será a primeira de um conjunto de visitas de Severiano Teixeira ao Magrebe, que incluem os restantes países africanos que integram a "Iniciativa 5 + 5": Marrocos, Tunísia, Argélia e Mauritânia, adiantou fonte oficial do Ministério da Defesa.
Portugal e Líbia têm vindo a estreitar as relações bilaterais nos domínios da Segurança e da Defesa, com base num memorando assinado em Maio de 2008. O documento contemplou a troca de experiências nas áreas da política de Defesa, as operações de manutenção de paz, a formação e o ensino militar ou as indústrias de defesa, além de prever a criação de uma Comissão Mista para coordenar essa cooperação bilateral.
Severiano Teixeira, que visitou Tripoli há quase dois anos para preparar a presidência portuguesa da UE (segundo semestre de 2007), vai assinar agora um "programa indicativo" dessa cooperação bilateral, adiantou o Ministério, visando o seu alargamento a áreas - ensino, através do Instituto de Defesa Nacional (IDN), ou indústrias de defesa, via EMPORDEF (holding do Estado para esse sector) - não militares.
No plano político, assinalou o Ministério, a visita permitirá a Severiano Teixeira sublinhar que África constitui, a par da NATO e da UE, uma prioridade na política externa e de segurança e defesa de Portugal.
Nesse sentido, e tendo em pano de fundo o Programa de Apoio às Missões de Paz em África (PAMPA), poder-se-à assistir a um alargamento, ao Magrabe, da política de Cooperação Técnico-Militar (CTM) que Lisboa desenvolve há anos com os países africanos lusófonos.
http://dn.sapo.pt/2009/03/11/nacional/s ... ia_fi.html (http://dn.sapo.pt/2009/03/11/nacional/severiano_teixeira_visita_a_libia_fi.html)
Nome do Projecto: DICMIL (Dicionário de Termos Militares do Exército)
Objectivo do Projecto: dotar o Exército Português de um dicionário bilingue, em suporte de papel e electrónico, que seja um instrumento de trabalho e de consulta prático e útil, uma vez que possibilitará ao utilizador uma maior rapidez na execução de várias tarefas, e servirá de apoio e auxílio em múltiplas situações do dia-a-dia, para as quais seja necessário o entendimento exacto de termos militares do Exército quer em língua inglesa quer em língua portuguesa.
Entidade Responsável: Academia Militar de Lisboa
Centro de Investigação: CINAMIL (Centro de Investigação da Academia Militar)
▫ Linha de Investigação: Informática, gestão de informação e guerra de informação
▫ Equipa de investigação:
• Coordenação: Mestre Sofia de Freitas e Menezes (Academia Militar)
• Investigadores/Especialistas:
• Coronel Tirocinado (Inf) António Menezes (Instituto de Estudos Superiores Militares) ,
• Tenente Coronel (Cav)Nuno Simões de Melo (Joint Analysis and Lessons Learned Centre)
• Tenente Coronel (Tm) (Eng) Carlos Ribeiro (Estado Maior do Exército)
• Investigadores / Terminólogos:
• Mestre Alexandra Albuquerque (ISCAP)
• Mestre Fernanda Bonacho (ESCSL)
• Mestre Manuel Moreira Silva (ISCAP)
• Bolseiros:
• Dr.ª Paula Carvalho (ISCAP)
• Dr. Pedro Duarte (ISCAP)
Prazo de execução: 30 meses
Términos: Setembro de 2008
COPYRIGHT ISCAP, 2000-2009 PORTUGAL
IPP
Exército quer alargar contratos
O Exército quer alargar os contratos de longa duração de seis para 12 ou 15 anos, por forma a segurar os militares especializados. A proposta já foi entregue ao Governo e a sua aprovação é considerada essencial para o futuro deste ramo das Forças Armadas, revelou ontem, na Marinha Grande, o Chefe de Estado-Maior do Exército (CEME), general Pinto Ramalho.
"A aprovação do sistema de contrato de longa duração é fundamental", afirmou o CEME, referindo-se à necessidade de assegurar por mais tempo nos quadros do Exército o pessoal ao qual é dada formação e especialização.
Presente no exercício de defesa antiaérea com fogos reais, num pinhal de Vieira de Leiria, Pinto Ramalho admitiu que a crise possa estar a atrair mais candidatos à carreira militar, mas deixou claro que o aumento de quantidade não vai afectar a qualidade. "Vamos continuar a ser extremamente exigentes, porque isso é também um factor de prestígio e de dignificação do Exército", sublinhou.
Em 2008, o Exército recebeu 6681 candidaturas. Este ano, só em dois meses já se candidataram 1749 pessoas. Destes, 1312 já foram incorporados, havendo mais 1800 vagas.
No exercício de ontem, o ‘Relâmpago o9’, os militares testaram os mísseis ‘Chaparral’ e ‘Stinger’ e o sistema de canhão de 20 mm. Os resultados foram considerados "positivos".
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx ... 0000000010 (http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=E5E8E242-7B83-4844-9CC1-543FB8F95DCF&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010)
Açores: Comando Zona Militar dos Açores investiga alegada agressão de jovem militar no quartel dos Arrifes
Ponta Delgada, 03 Abr (Lusa) - O Comando da Zona Militar dos Açores (ZMA) instaurou um processo disciplinar para apurar uma alegada agressão a um militar no quartel dos Arrifes, que teve de receber tratamento hospitalar no final de Março.
O segundo comandante da ZMA, coronel Loureiro, adiantou hoje à agência Lusa que o caso já está a ser investigado e deverá conhecer o seu desfecho dentro de um mês, sendo certo que o regulamento de disciplinar militar prevê penas que vão desde a simples repreensão à expulsão caso venham a confirmar-se os factos.
Segundo relata hoje o jornal Açoriano Oriental o caso remonta à noite de 26 de Março quando cinco militares, dois dos quais oficiais, abordaram o praça Nelson para o inquirir sobre um possível furto que teria cometido dentro do quartel dos Arrifes, na cidade de Ponta Delgada.
Depois de ter negado as acusações e perguntado aos colegas se tinham provas terá sido brutalmente agredido, tendo ficado com vários ferimentos e inchaços no rosto, revela o Açoriano Oriental.
Mesmo depois dos primeiros tratamentos dados pelos enfermeiros do quartel, o jovem militar de 23 anos teve de ser assistido no hospital de Ponta Delgada, que diagnosticou traumatismo na face e uma fractura no nariz.
Para o coronel Loureiro este é um "episódio lamentável" e que "não corresponde à realidade dos quartéis portugueses", assegurando que a verdade será apurada dentro de um mês e se houver culpados serão devidamente punidos.
"Não me lembro de nenhum outro caso do género.É lamentável ainda mais numa altura em que estamos a fazer um esforço para atrair jovens para a careira militar", disse o segundo comandante da ZMA.
Escusando-se a avançar mais pormenores por estar a decorrer uma investigação, o coronel Loureiro confirmou que dos cinco militares envolvidos na suposta agressão dois estão de licença e o praça Nelson já se encontra novamente no quartel.
CitarExército quer alargar contratos
O Exército quer alargar os contratos de longa duração de seis para 12 ou 15 anos, por forma a segurar os militares especializados. A proposta já foi entregue ao Governo e a sua aprovação é considerada essencial para o futuro deste ramo das Forças Armadas, revelou ontem, na Marinha Grande, o Chefe de Estado-Maior do Exército (CEME), general Pinto Ramalho.
"A aprovação do sistema de contrato de longa duração é fundamental", afirmou o CEME, referindo-se à necessidade de assegurar por mais tempo nos quadros do Exército o pessoal ao qual é dada formação e especialização.
Presente no exercício de defesa antiaérea com fogos reais, num pinhal de Vieira de Leiria, Pinto Ramalho admitiu que a crise possa estar a atrair mais candidatos à carreira militar, mas deixou claro que o aumento de quantidade não vai afectar a qualidade. "Vamos continuar a ser extremamente exigentes, porque isso é também um factor de prestígio e de dignificação do Exército", sublinhou.
Em 2008, o Exército recebeu 6681 candidaturas. Este ano, só em dois meses já se candidataram 1749 pessoas. Destes, 1312 já foram incorporados, havendo mais 1800 vagas.
No exercício de ontem, o ‘Relâmpago o9’, os militares testaram os mísseis ‘Chaparral’ e ‘Stinger’ e o sistema de canhão de 20 mm. Os resultados foram considerados "positivos".
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx ... 0000000010 (http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=E5E8E242-7B83-4844-9CC1-543FB8F95DCF&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010)
Mas se já está nos QP para que é que é preciso um contrato de longa duração?
Forças Armadas tornaram-se emprego apetecível
Muitos jovens estão a ingressar nas Forças Armadas por causa das dificuldades em arranjar trabalho. O número de candidatos aumentou nos últimos anos, como nos mostra o jornalista Armado Seixas Ferreira.
video: http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20 ... cle=212684 (http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20&visual=9&tm=8&t=Forcas-Armadas-tornaram-se-emprego-apetecivel.rtp&article=212684)
Forças Armadas tornaram-se emprego apetecívelNo lugar se ser dito, tem mil vagas ou mil lugares, não, o exército tem mil empregos.
Muitos jovens estão a ingressar nas Forças Armadas por causa das dificuldades em arranjar trabalho. O número de candidatos aumentou nos últimos anos
Citação de: "Cabeça de Martelo"Forças Armadas tornaram-se emprego apetecívelNo lugar se ser dito, tem mil vagas ou mil lugares, não, o exército tem mil empregos.
Muitos jovens estão a ingressar nas Forças Armadas por causa das dificuldades em arranjar trabalho. O número de candidatos aumentou nos últimos anos
Não vão por vocação, para fazer parte da história que tem as nossas tropas, para servir a pátria, vão é pelos 500 euros.
Total correctissimo c34x
O problema das forças armadas portuguesas nesse capitulo (em especial o Exercito) é que os meninos são tratados nas palminhas para não desistirem porque se continua a querer ter uma estrutura territorial que chupa a maior parte do pessoal e por outro lado a formação técnica é má, o trabalho subsequente desmotivante e as perspectivas de futuro para os praças quase inexistente.
Que perspectivas de futuro pode ter um praça?
Perpectivas de futuro para um praça, sargento ou official RC? Apenas 3: completar os estudos, fazer umas missões FND e juntar uns trocos visto que o vencimento é certo e nada mau sobretudo para os sargentos e oficiais!
Na melhores das hipostes primy?????
Não deve ser muito complicado estudar, juntar uns trocos e fazer uma missão, penso eu de q! Foste militar?
Citação de: "tsahal"Na melhores das hipostes primy?????
Não deve ser muito complicado estudar, juntar uns trocos e fazer uma missão, penso eu de q! Foste militar?
Sou Militar...e sim é complicado para alguns estudar (não para todos evidentemente) juntar os trocos,só se levar uma vida de celibato :lol: cada vez mais complicado,andam a fechar os teatros todos lá fora e os que se vão mantendo estão a passar para a GNR.
Falando nisso vou preparar o resto das coisas para marchar amanhã para o mato fazer o Exercicio Rosa Brava/Eficácia 2009 :wink:
CitarFalando nisso vou preparar o resto das coisas para marchar amanhã para o mato fazer o Exercicio Rosa Brava/Eficácia 2009 :wink:
Voltei :lol:
Mas se conseguir arranjar fotos das colunas etc meto aqui
Tenho a informar que concordo com a generalidade dos particpantes.
Actualmente não ha futuro para um praça no exercito, mesmo que alarguem os anos de contrato, pois o problema está na geénese como se olha para um praça.
Na maioria dos casos pensa-se num soldado para varrer, fazer trabalhos manuais e pouco mais, pois que a sua formação técnica cada vez é menor, porque é cada vez mais cara.
...
Forças Armadas tornaram-se emprego apetecívelNão sei se alguém viu a notícia no telejornal da TVI sobre o recorde de candidaturas ao exército, este já recebeu, nos 3 primeiros meses de 2009, metade das candidaturas do ano todo de 2008.
Sim eu vi, na TVI, aparareceu o Comandante do RI13 a falar, só uma nota que eu achei muito estranho ou foi erro jornalístico, o RI13 de Vila Real só tem 400 militares?????? e Futuramente equipado com 70 Pandures II, bem se isso for verdade temos 1 Pandur para 6 homens e nem todos combatentes. :wink: ), por isso se esse Regimento tiver uma CCS e o Batalhão tiver uma CCS (agora acho que é CCA que se diz) e duas CAt é uma situação perfeitamente normal.
PS: a BrigMec actualmente tem menos de 2000 militares por isso talvez até tenha um défice maior do que o RI13.
Vamos ver se estas vagas são preenchidas o mais rapido possível.... alias os números falam por siA esse ritmo este ano vai entrar muita gente, mas na minha opinião é muito devido à crise, o Comandante do RI13 tentou disfarçar falando no trabalho junto dos jovens para captar interesses, até podem ter feito um bom trabalho, mas esta crise não está a dar grandes escolhas,principalmente ao pessoal que está à procura do primeiro emprego.
Sei de um que não tem um rim!Bem o que vou dizer agora digamos que é propaganda contra o actual governo PS, mas até pode ser verdade, às tantas o mesmo pressionou as FA para recrutarem o máximo possível de jovens, mesmo com problemas que noutros tempos teriam ficado inaptos como diz o HSMW, para que estes não sejam mais uns quantos nos números do desemprego, o que não é bonito num ano de eleições, uma taxa tão gorda.
Bem a este ritmo temos pessoas sem alguma perna, braços, sei que actualemente existe um sem miolos a quer mandar em tudo e no fim não faz nada de jeito........ estou esperançado que os proprios centros de recrutamento e o intenso treino fisico e psicologico façam a sua propria selecção natural.
http://www.metacafe.com/watch/2821345// (http://www.metacafe.com/watch/2821345//)
Ora mais um vídeo para a malta ver... :lol: :lol:
Cervejinha, bolinhos.. lol
E mais um, mas mais velhinho...
http://videos.sapo.pt/KUe7uY9bIRVNVYv29jMn (http://videos.sapo.pt/KUe7uY9bIRVNVYv29jMn)
Defesa: CEME Pinto Ramalho presente sexta-feira nas comemorações do dia da Brigada de Intervenção em Coimbra
Lisboa, 02 Jun (Lusa)- A Brigada de Intervenção do Exército Português comemora na próxima sexta-feira em Coimbra o seu dia festivo com uma cerimónia militar que vai contar com a presença do chefe de Estado-Maior daquele ramo, general Pinto Ramalho.
No âmbito das comemorações do dia da Brigada de Intervenção, a cidade de Coimbra - onde está sediado o seu quartel-general - está, desde o último sábado, a ser palco de várias exposições e iniciativas culturais e gastronómicas organizadas pelo Exército.
Depois de um "encontro de artes, uma noite de variedades e uma mostra gastronómica" durante o fim-de-semana, o Exército tem até sexta-feira uma mostra de material militar e de actividades radicais nas ruas de Coimbra e uma exposição fotográfica no centro comercial da cidade.
Já na quinta-feira, a banda sinfónica do Exército e o quarteto de cordas "Os Corvos" actuam no Teatro Académico Gil Vicente.
Durante a manhã de sexta-feira, o chefe de Estado-Maior do Exército (CEME), general José Luís Pinto Ramalho, presidirá a uma cerimónia com honras militares e em seguida visitará as exposições alusivas ao dia da Brigada de Intervenção.
04 Junho 2009 - 00h30
Relatório da PJ
Dois generais envolvidos em fraude no Exército
Durante anos, aproveitaram o facto de trabalharem no sub-sistema de Saúde do Exército para desviar dinheiro e dar acesso aos serviços a pessoas exteriores à instituição que não tinham legalmente direito a eles.
Do grupo de cerca de 20 suspeitos, metade são militares, a maioira de alta patente. Colaboraram com civis.
Exército: Aumento da capacidade operacional é desafio em 2009 - comandante da BrigInt
Coimbra, 05 Jun (Lusa) - O comandante da Brigada de Intervenção (BrigInt), Martins Ferreira, disse hoje que o aumento da capacidade operacional é um dos principais desafios desta estrutura militar com sede em Coimbra.
"O ano de 2008 constitui um período de intensa actividade para a Brigada de Intervenção", afirmou o major-general José Alberto Martins Ferreira, numa cerimónia militar comemorativa do 3º aniversário da Brigada.
Segundo o comandante, que falava perante as forças em parada, na praça Heróis do Ultramar, "perspectiva-se, para 2009, um aumento ao nível dos desafios que se avizinham, de que se destacam, entre outros, o incremento da capacidade operacional".
Num programa presidido pelo vice-chefe de Estado-Maior do Exército, tenente-general Mário Oliveira Cardoso, Martins Ferreira salientou que esta é uma "temática onde os regimentos da BrigInt assumem um papel fundamental".
Esse papel incide "na gestão e manutenção dos equipamentos e materiais, de modo a proporcionarem às unidades da estrutura operacional as melhores condições para conduzirem as suas actividades de formação e treino".
"Numa altura em que os recursos financeiros disponíveis, usados de forma criteriosa, nos permitem assegurar a sustentabilidade do treino operacional, relevo o esforço continuado efectuado na melhoria das infra-estruturas no comando da Brigada e nos nossos regimentos"", afirmou.
Martins Ferreira, definindo a comemoração do aniversário da BrigInt como "um momento de reflexão", realçou que esta, nos últimos 12 meses, desenvolveu "uma intensa actividade operacional, materializada através de três grandes vectores: exercícios, aprontamento de forças nacionais destacadas e missões de interesse público".
Na parada, em frente à tribuna, estava a 2ª Equipa de Ligação e Assessoria ao Exército Afegão, após ter efectuado esse trabalho no Afeganistão.
Fez parte das celebrações militares, em Coimbra, a cerimónia de recepção do estandarte nacional que esteve à sua guarda neste país da Ásia.
A 2ª Equipa de Ligação, segundo o comandante Martins Ferreira, "executou um trabalho de assessoria e ligação diária ao comando e estado-maior duma unidade afegã, tendo desempenhado um papel fundamental na certificação e validação desta unidade por uma equipa de inspectores das forças da Coligação presentes no teatro de operações".
A entrega do estandarte "simboliza o sentido do dever cumprido", ao serviço de Portugal, "num território tão agreste e perigoso como o Afeganistão".
Ausente no estrangeiro, o chefe do Estado-Maior do Exército, general José Luís Pinto Ramalho, enviou uma mensagem que foi lida pelo seu adjunto, tenente-coronel Lopes da Silva.
Pinto Ramalho definiu a BrigInt como uma "grande unidade, cuja qualidade e importância vêm sendo plenamente evidenciadas e reconhecidas, ao longo dos anos".
O responsável máximo do Exército dirigiu "uma palavra de estímulo e consideração" aos militares da Brigada que, no Kosovo e no Afeganistão, "cumprem com esforço e valor as suas missões".
:lol: :evil:CitarAusente no estrangeiro, o chefe do Estado-Maior do Exército, general José Luís Pinto Ramalho, enviou uma mensagem que foi lida pelo seu adjunto, tenente-coronel Lopes da Silva.
Pinto Ramalho definiu a BrigInt como uma "grande unidade, cuja qualidade e importância vêm sendo plenamente evidenciadas e reconhecidas, ao longo dos anos".
04 Junho 2009 - 00h30
Relatório da PJ
Dois generais envolvidos em fraude no Exército
Durante anos, aproveitaram o facto de trabalharem no sub-sistema de Saúde do Exército para desviar dinheiro e dar acesso aos serviços a pessoas exteriores à instituição que não tinham legalmente direito a eles.
Do grupo de cerca de 20 suspeitos, metade são militares, a maioira de alta patente. Colaboraram com civis.
Relativamente aos projectos de Reequipamento, o Exército tem mantido uma acção determinada para que se cumpram os objectivos de modernização estabelecidos. De entre estes evidenciam se os seguintes:
a. A aquisição dos rádios P/GRC525 que está em curso, estando a ser desenvolvidos esforços para se garantir a totalidade dos quantitativos definidos;
b. De igual modo, decorre o processo de aquisição das Viaturas Blindadas de Rodas (VBR) 8x8 – Pandur. De momento, já se encontram ao serviço do Exército, 34 VBR em 2 diferentes versões, nomeadamente, na versão Transporte de Pessoal e na versão de Posto de Comando. Prevê se que este programa (240 VBR) esteja concluído em 2010. Estas viaturas visam essencialmente equipar as unidades que integram a Brigada de Intervenção;
c. A aquisição de 37 Carros de Combate Leopard 2 A6, até finais de 2009, estando já entregues 8 que se encontram no GCC/BrigMec;
d. Está em curso a definição de procedimentos para viabilizar o prolongamento da vida útil das Viaturas Blindadas de Transporte de Pessoal M113, com recurso às capacidades dos Estabelecimentos Fabris do Exército;
e. Continua-se a aguardar o lançamento do concurso para aquisição de Viaturas Tácticas Ligeiras 4x4, com Blindagem, e de 10 Helicópteros Ligeiros.
http://www.revistamilitar.pt/modules/ar ... php?id=369 (http://www.revistamilitar.pt/modules/articles/article.php?id=369)
Pregunta:
Para que se gasta el Exercito dinero en solo 37 Leopards 2A4 modernizados a A6 y no destina esos recursos a otros sistemas mas necesarios?
Si es para despliegues en misiones internacionales, rara vez un pais suele enviar "lagartas" a donde sea (menos aun sin medios de proyeccion) y si es bajo terminos extrictamente de defensa, es un numero demasiado bajo.
100 M60 era un numero aceptable, pero 37? Leopards
No seria mejor haber destinado ese dinero a versiones especiales AA del Pandur, o Pandur con cañon de 105 etc etc etc
Es algo que no entiendo
100 M60 era un numero aceptable, pero 37? Leopards
MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL
EXÉRCITO PORTUGUÊS
REPARTIÇÃO DE COMUNICAÇÃO, RELAÇÕES PÚBLICAS E PROTOCOLO/GABINETE DO CEME
COMUNICADO N.º 24/09
EXERCICIO “APOLO 09”
Decorre de 20JUN09 a 27JUN09, em Alcochete (Carreira de Tiro) o EXERCÍCIO “APOLO 09”, envolvendo aproximadamente 1300 homens, com a finalidade de exercitar o planeamento e condução de operações militares, desenvolvendo e aperfeiçoando os procedimentos e a doutrina de emprego das subunidades da Brigada de Reacção Rápida (BrigRR).
Participam também neste exercício, meios da Força Aérea (FA), militares da Brigada Pára-quedista Espanhola (BRIPAC).
No dia 24JUN09, decorre o Distinguished Visitors Day (DVD) dos exercícios, que contará com o seguinte programa:
17h45 - Recepção dos Convidados (DGME- Depósito Geral de Material do Exército);
18h15 – Briefing e Visita ao Comando do Exercício;
19h15 – Exposição Estática e Fotográfica;
21h00 – Deslocação para Aeródromo na CTA (Carreira de Tiro de Alcochete)
Aterragem de assalto e Lançamento de cerca de 600 Pára-quedistas,
De 25 a 27 de Junho decorrem na cidade de Setúbal actividades no âmbito da demonstração e divulgação de capacidades e meios da BrigRR, nomeadamente:
Exposição Estática e Fotográfica de meios e actividades da BrigRR no Largo José
Afonso; Demonstação de Cães Militares; actuação da Fanfarra dos Páraquedistas, Escalada, Rapel e Slide, Voos Estáticos no Balão de Ar Quente.
Em 27 de Junho, no Largo José Afonso, uma Cerimónia Militar com todas as forças participantes no Exercício “APOLO 09” com o seguinte programa:
· 18h15 - Chegada dos convidados;
· 18h30 - Alocução alusiva ao Exercício pelo Cmdt da BrigRR;
- Desfile das Forças em Parada;
- Demonstrações de saltos em Pára-quedas de Abertura;
Vejo militares Brasileiros, Italianos, Polacos, Alemães, Norte-Americanos, Espanhóis e Brasileiros.
Vejo que a 1ª Rosa já voltou para a ETP.
Fiquei curioso em ver que o pelotão de PE da BRR agora são militares não qualificados em Pára-quedismo... :lol: .
E como recentemente o GAC de Leiria voltou para a BrigRR, será este qualificado em Pára-quedismo? Ou foi uma simples transferência de Brigada?
Estando em Setúbal a passar um curto período de férias tive ontem oportunidade de assistir ao desfile da BRR que ontem terminou o exercício Apolo09.
Tudo teria corrido muito bem se não fosse um elemento dos SOGA que aterrou em cima de 2 pessoas que assistiam à exibição, a 1m do local onde me encontrava (o para-quedas caíu em cima de mim e das minhas filhas), felizmente sem consequências de maior (apesar de a senhora já dealguma idade ter sido evacuada de ambulância depois de ter estado deitada no chão uns bons 15')
Mas não consegui deixar de pensar na azelhice que deve ser um SOGA ter um espaço do tamanho de um campo de futebol para aterrar e embater em 2 pessoas..... azar puro ou falta de treino???
E reparei que no material exposto pelos Comandos estava uma HK417... sim, 417!!! Segundo me foi dito está em fase de testes e equipa um pequeno nº de militares.... será que isto tem alguma coisas a ver com o malfadado concurso de substituição da G3???
Cpmts
Carlos Ferreira
CitarE reparei que no material exposto pelos Comandos estava uma HK417... sim, 417!!! Segundo me foi dito está em fase de testes e equipa um pequeno nº de militares.... será que isto tem alguma coisas a ver com o malfadado concurso de substituição da G3???
Cpmts
Carlos Ferreira
Espero bem que não!
Provavelmente deve ser só para os Comandos.
Eu tenho a opinião contrária, gostava que sim, e que fosse para todas as Forças Armadas, não apenas para os Comandos.
Estando em Setúbal a passar um curto período de férias tive ontem oportunidade de assistir ao desfile da BRR que ontem terminou o exercício Apolo09.
Tudo teria corrido muito bem se não fosse um elemento dos SOGA que aterrou em cima de 2 pessoas que assistiam à exibição, a 1m do local onde me encontrava (o para-quedas caíu em cima de mim e das minhas filhas), felizmente sem consequências de maior (apesar de a senhora já dealguma idade ter sido evacuada de ambulância depois de ter estado deitada no chão uns bons 15')
Mas não consegui deixar de pensar na azelhice que deve ser um SOGA ter um espaço do tamanho de um campo de futebol para aterrar e embater em 2 pessoas..... azar puro ou falta de treino???
E reparei que no material exposto pelos Comandos estava uma HK417... sim, 417!!! Segundo me foi dito está em fase de testes e equipa um pequeno nº de militares.... será que isto tem alguma coisas a ver com o malfadado concurso de substituição da G3???
Cpmts
Carlos Ferreira
A equipa de queda livre, denominada “Falcões Negros”, é constituída por militares da Escola de Tropas Pára-Quedistas do Exército, localizada em Tancos, e tem por finalidade representar as tropas pára-quedistas em diversas competições nacionais e internacionais, de que se destaca a participação nas competições do CISM (Conseil International du Sport Militaire).
Existente desde o ano de 1964, é constituída por elementos dos batalhões de pára-quedistas com o objectivo de treinar a actividade aeroterrestre. Os “Falcões Negros” mantêm o título de campeões nacionais nesta modalidade.
Citação de: "sivispacem"Estando em Setúbal a passar um curto período de férias tive ontem oportunidade de assistir ao desfile da BRR que ontem terminou o exercício Apolo09.
Mas não consegui deixar de pensar na azelhice que deve ser um SOGA ter um espaço do tamanho de um campo de futebol para aterrar e embater em 2 pessoas..... azar puro ou falta de treino???
Cpmts
Carlos Ferreira
As pessoas pensam que controlar uma calote tipo asa é fácil, que não há grande ciência...devo dizer que eu também tenho o curso civil e quando conseguia ficar a menos de 50 metros do "alvo" ficava todo contente. Também devo recordar que uma das equipas com melhores resultados a nível nacional nos concursos de precisão de aterragem eles têm sido sempre das melhores equipas. Saltar para um local que nunca se tinha saltado antes, com militares de um lado, viaturas para outro em que não se controla quando se salta nem para onde, é complicado.
Citação de: "Cabeça de Martelo"Citação de: "sivispacem"Estando em Setúbal a passar um curto período de férias tive ontem oportunidade de assistir ao desfile da BRR que ontem terminou o exercício Apolo09.
Mas não consegui deixar de pensar na azelhice que deve ser um SOGA ter um espaço do tamanho de um campo de futebol para aterrar e embater em 2 pessoas..... azar puro ou falta de treino???
Cpmts
Carlos Ferreira
As pessoas pensam que controlar uma calote tipo asa é fácil, que não há grande ciência...devo dizer que eu também tenho o curso civil e quando conseguia ficar a menos de 50 metros do "alvo" ficava todo contente. Também devo recordar que uma das equipas com melhores resultados a nível nacional nos concursos de precisão de aterragem eles têm sido sempre das melhores equipas. Saltar para um local que nunca se tinha saltado antes, com militares de um lado, viaturas para outro em que não se controla quando se salta nem para onde, é complicado.
Não foram os Falcões Negros, foram SOGA's.... houve um primeiro lançamento de SOGA's e posteriormente os FN's... esses não tiveram problemas a aterrar.
Defesa: Chefe de Estado-Maior do Exército diz que ramo tem défice de 1.500 a 1.800 praças
Ponta Delgada, 02 Jul (Lusa) - O chefe de Estado-Maior do Exército, general José Luís Pinto Ramalho, reafirmou hoje que "existe um défice de 1.500 a 1.800 praças", mas manifestou-se "optimista" que possa ser possível aumentar o recrutamento.
"Há um défice de cerca de 1.500 a 1.800 praças. Também temos um défice aqui nos Açores. Estamos a fazer um grande esforço em termos pró-activos no recrutamento", disse o chefe de Estado-Maior do Exército, após uma audiência com o presidente do Governo regional.
Sublinhando "as oportunidades de formação e valorização profissional" que o Exército pode conferir, o general José Luís Pinto Ramalho disse que as mesmas têm sido divulgadas "junto do universo recrutável e de todos os estratos da sociedade portuguesa", no sentido de aumentar o recrutamento.
"Não atingimos ainda os números que gostaríamos de ter, mas estamos moderadamente optimistas. É um desafio que consideramos permanente", referiu.
Na sua visita de trabalho ao arquipélago, o chefe de Estado-Maior do Exército destacou alguns projectos que estão em curso na Zona Militar dos Açores, nomeadamente a constituição de equipas com valências "muito específicas" para acorrer em situações de catástrofe ou calamidade
"Esta valência tem vindo a ser aperfeiçoada nos Açores e serve inclusive de banco de ensaio para todas as unidades de Exército do país, na sua relação com a Protecção Civil", frisou, ao acrescentar que se trata de "um apoio extremamente especializado e treinado em permanência" com a Protecção Civil.
O presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, destacou a contribuição que o Exército tem dado na "superação de algumas situações difíceis" junto das populações no âmbito da Protecção Civil, o que "aproxima muito as Forças Armadas dos cidadãos"
"As Forças Armadas têm nos Açores uma relação de grande intimidade com as populações, estando presente em momentos de sobressalto", frisou Carlos César, que manifestou o interesse do Executivo em aprofundar a colaboração com o Exército noutros domínios, nomeadamente em áreas culturais ou de intervenção ambiental.
CitarDefesa: Chefe de Estado-Maior do Exército diz que ramo tem défice de 1.500 a 1.800 praças.
E não esqueçamos a crise que atravessamos no desemprego, e mesmo assim o Exército não consegue captar as MASSAS... :evil:Citação de: "Lancero"CitarDefesa: Chefe de Estado-Maior do Exército diz que ramo tem défice de 1.500 a 1.800 praças.
Está pior, antes faltavam 1000 praças agora já vai nos "entre 1500 a 1800".
esses numeros sao para o limite operacional, agora para termos todas as vagas completas faltam 12000
Citação de: "rui duarte"esses numeros sao para o limite operacional, agora para termos todas as vagas completas faltam 12000Sim porque para cada bar de Oficiais são precisos 5 baristas, mais messes e cozinhas
Citar
Eu tenho a opinião contrária, gostava que sim, e que fosse para todas as Forças Armadas, não apenas para os Comandos.
Pois, x2, apesar de não conhecer nenhuns testes e ensaios da 417... mas vindo donde vem.... a arma tem um aspecto muito bom!!
E cada vez mais me cheira que ou o 7,62 se vai reerguer das cinza ou vais ser criado um calibre intermédio...
As forças francesas no Afganistao vao receber todas o HK 416 em substituiçao do Famas.
Alem disso desde bastante tempo que as forças especiais da BFST utilizam o HK416.
No seio da França a adopçao de uma arma Made in Germany, é um verdadeiro seismo. :o))
Cpmts
Carlos Ferreira
Citação de: "HSMW"Citação de: "rui duarte"esses numeros sao para o limite operacional, agora para termos todas as vagas completas faltam 12000Sim porque para cada bar de Oficiais são precisos 5 baristas, mais messes e cozinhas
Essa foi profunda, totalmente verdadeira, absolutamente justa e reflecte um profundo conhecimento da realidade da organização de que o HSMW faz parte.
O caro forista desculpe a minha questão, mas de quantos soldados precisamos para um exercito com 3 brigadas, sendo que apenas uma é pesada...
não me vai dizer que necessitamos de trinta mil homens pois não?
Nem me falem de mais reduções!
Falem sim de aumentar a operacionalidade. Portugal tem que adaptar os seus efectivos ao seu entorno geoestratégico.
Quantos militares tem a Espanha? E Marrocos? É nesta realidade que temos de adaptar os nossos meios.
Não podemos reduzir mais sob pena de um dia nem sequer termos os homens equivalentes a uma brigada americana!
Temos é que aumentar a operacionalidade.
Comparar o nosso Exército com o de Espanha faz sentido, afinal são dois exércitos da OTAN, vizinhos e totalmente profissionais. Temos quase os mesmos problemas, por isso podemos ver o que eles estão a fazer de bom ou de mau e adaptar para a nossa realidade o que faz sentido.
Agora Marrocos? SMO, país com uma sociedade completamente diferente, com problemas que não temos há décadas. Não percebo... :o))
Cpmts
Carlos Ferreira
S
Comparar com Espanha???
"Cooperar" sim, agora comparar... Espanha é uma realidade totalmente diferente da nossa...
Desde o facto de não serem uma nação... à 'ameaça' marroquina bem mais real... ao facto de serem a 10 economia mundial... a terem o quadruplo da nossa população...
IMHO não podemos criar uma politica de defesa e/ou um Exército como sendo uma cópia em menor escala do Exército Espanhol....
Temos de apostar na mobilidade, tecnologia, melhoria dos equipamentos, competências e capacidade das nossa tropas...
E deixarmo-nos de alguns receios infundados e 'heranças' do passado que já não fazem grande sentido nos nossos dias...
(porquê 5 baristas?? Porque não entregar a exploração dos bares a empresas externas??))
Cpmts
Carlos Ferreira
S
Citação de: "sivispacem"Comparar com Espanha???
"Cooperar" sim, agora comparar... Espanha é uma realidade totalmente diferente da nossa...
Desde o facto de não serem uma nação... à 'ameaça' marroquina bem mais real... ao facto de serem a 10 economia mundial... a terem o quadruplo da nossa população...
IMHO não podemos criar uma politica de defesa e/ou um Exército como sendo uma cópia em menor escala do Exército Espanhol....
Temos de apostar na mobilidade, tecnologia, melhoria dos equipamentos, competências e capacidade das nossa tropas...
E deixarmo-nos de alguns receios infundados e 'heranças' do passado que já não fazem grande sentido nos nossos dias...
(porquê 5 baristas?? Porque não entregar a exploração dos bares a empresas externas?? :)
Citação de: "migbar2"O caro forista desculpe a minha questão, mas de quantos soldados precisamos para um exercito com 3 brigadas, sendo que apenas uma é pesada...
O que é que tem a ver ser pesada ou não? Um Batalhão, quer seja mecanizado, motorizado ou pára-quedista, tem todos "teoricamente" um efectivo muito semelhante, a grande diferença está nos equipamentos e veiculos atribuidos.
E o Exército não são só as 3 Brigadas porque se assim fosse, o Exército tinha 9.000 homens (3.000 por Brigada), o efectivo do Exército é de 20.000, é porque eles acham que precisam de pessoal noutros sitios além desses.Citarnão me vai dizer que necessitamos de trinta mil homens pois não?
30.000 não de certeza, porque como eu já referi, o Exército actual tem (ou devia) ter um efectivo de 20.000.
Comparar o nosso Exército com o de Espanha faz sentido, afinal são dois exércitos da OTAN, vizinhos e totalmente profissionais. Temos quase os mesmos problemas, por isso podemos ver o que eles estão a fazer de bom ou de mau e adaptar para a nossa realidade o que faz sentido.
Agora Marrocos? SMO, país com uma sociedade completamente diferente, com problemas que não temos há décadas. Não percebo...
Cooperar" sim, agora comparar... Espanha é uma realidade totalmente diferente da nossa...
Desde o facto de não serem uma nação...
sermeos un circo
serian muito felices si Espanha se rompe y desaparece
Citação de: "sivispacem"Cooperar" sim, agora comparar... Espanha é uma realidade totalmente diferente da nossa...
Desde o facto de não serem uma nação...
Espanha no es una naÇao...............sermeos un circo?...o un autobus?.......una comunidad de vecinos?........un equipa de futebol?.....
Siguen erre que erre, parece que algunos foristas serian muito felices si Espanha se rompe y desaparece cuando la realidade es que Espanha es una naÇao, y un alto porcentaje de portuguese ve con buenos ojos una fusión con Espanha...............para no ser una nación, tenemos muchos admiradores entre sus filas...¿no?
Portugal incrementará su presencia militar en Afganistán en 2010, según han confirmado fuentes militares lusas. El General Goulao de Melo ha explicado que ese aumento se enmarca en el contexto de la nueva estrategia de la OTAN en Afganistán.
Portugal dispone de 102 militares desplegados con la ISAF, que se incrementarán a 150 el próximo año.
Por otra parte, Portugal enviará 40 soldados y un C-130 para reforzar la seguridad durante las elecciones afganas.
Actualidade:
Exército
Brigada Mecanizada
- 37 Leopardos II A6 (brevemente)
- 50 M60 A3 TTS
- 350 M113 (Varias versões)
- 25 Sistemas AA Chaparal
- 18 M-109 A5
Ideal
Brigada Mecanizada
- 150 VCI Pumas ou Ulans
- 24 Sistemas AA Avenger
- 24 PZH-2000
Citar- 350 M113 (Varias versões)
- 25 Sistemas AA Chaparal
- 18 M-109 A5
Ideal
Brigada Mecanizada
- 150 VCI Pumas ou Ulans
- 24 Sistemas AA Avenger
- 24 PZH-2000
Ao trocarmos 350 M113 por 150 VCIs, não vai ser necessário outros veiculos (os 200 que fazem a diferença) para colmatar ou os 150 VCIs conseguem fazer o mesmo que 350 M113?
Pensava que o Avenger era para a Brigada de Intervenção.
Pelo que sei o M109A5 ainda é um veiculo actualizado, já será mesmo necessário a sua substituição?
Quanto aos M109A5, estão mesmo desactualizados!!
Viaturas que são autopropulsadas e que já aconteceu algumas terem de ser rebocadas para a posição para puder dar tiro...
Para além de que todos os M109A5 chegaram a Portugal em condições dificientes, alguns com falhas graves...
fincado da responsabilidade da FAP o "abate" a grande atiltude e longitude.
Não é bem assim, bastam 54 VCI, um VCI por cada Secc. At. Mec. dos dois BIMec, ficando as outras variantes de M-113, de comando, ambulância, porta-morteiros, ao serviço. É assim na maioria dos exércitos, até nos BIMec americanos..
Salvo erro, está pevista uma Btr AAA Avenger para cada uma das brigadas, Mec e de Intervenção, ficanda a BrRR apenas com os Stinger.
Boas. Vi na Wikipedia que o Exército Português tem os M-60's prestes a serem removidos do serviço. Gostaria de saber se é verdade ou se é apenas mais uma das mentiras próprias do site?
Quem estiver interessado em verificar, clique no seguinte anexo:
http://en.wikipedia.org/wiki/M60_Patton (http://en.wikipedia.org/wiki/M60_Patton)
P.S: Verificar na secção dos operadores.
Citação de: "Duarte"Não é bem assim, bastam 54 VCI, um VCI por cada Secc. At. Mec. dos dois BIMec, ficando as outras variantes de M-113, de comando, ambulância, porta-morteiros, ao serviço. É assim na maioria dos exércitos, até nos BIMec americanos..
Ah já percebi, então um futuro VCI seria apenas para substituir os M113 que transportam a Infantaria, os M113 doutras versões de apoio continuariam a estar no activo.CitarSalvo erro, está pevista uma Btr AAA Avenger para cada uma das brigadas, Mec e de Intervenção, ficanda a BrRR apenas com os Stinger.
Não sabia que era para ambas as Brigadas, está correcto.
Relativamente aos obuses autopropulsados defendo desde ja a compra do sistema alemao PZH2000 para substituir os M109 A5 devido ao prazo de aproximadamente meia duzia de anos esteja ultrapassado sendo o modelo alemao o mais moderno sistema de Obuses.
como o caso do sueco CV90, o austriaco ULAN, o espanhol Pizarro e o alemão Puma...
Citação de: "Instrutor"como o caso do sueco CV90, o austriaco ULAN, o espanhol Pizarro e o alemão Puma...
O Ulan e o Pizarro são o mesmo veiculo, só que em cada pais tem um nome diferente. Imagine que chamavamos ao Pandur outra coisa qualquer.
Negativo caro Lightning, podem apresentar semelhanças devido a ser um projecto conjunto entre os dois países (Austria e Espanha) contudo o modelo Pizarro espanhol a blindagem e a motorização são diferentes ao modelo ULAN austriaco entre outros aspectos.
o 10 de Junho e os dias dos Ramos..pouco se vê a tropa na rua a demonstrar e a mostrar ao público o que é, para que serve e, não menos importante, onde é gasto o dinheiro.
Caro Get_It...do que me lembro..devia ter 7/8 anos quando foi esse na Maia..no Estádio Municipal e..não sei bem..mas talvez 12/13 quando foi o outro no Estádio do Bessa...foram demonstrações de capacidades..não apenas exibição estática de material...para ser sincero não me lembro em pormenor do primeiro..lembro-me que envolveu helicópteros mas não me lembro de nada em concreto...sei que me encheu as medidas...mas do segundo no Bessa lembro-me melhor..lembro-me por exemplo de helis allouete a quase pousarem no relvado e militares de Operações Especiais a saltarem para o relvado vindos de dentro deles...lembro-me de os mesmos militares simularem uma progressão e um contacto com o inimigo..realizando procedimentos de ruptura de contacto...lembro-me de militares de operaões especiais subirem por cordas desde o relvado até ao topo da pala de uma das bancadas...em concreto não me lembro de muito mais..isto foi o que ficou mais gravado na memória...
Foi em 1997??? :roll: ?
Em 1997 já era mais velhinho lembrar-me-ia com mais pormenor.
B34/2009 AMBULÂNCIAS TÁCTICAS
Tipo de Procedimento: Ajuste Directo
Objecto da Contratação: CPV: 34114121-3 AMBULÂNCIAS
Fase do Procedimento e Prazos para a Recepção de Propostas:
Fase do Procedimento: Adjudicado
Data Limite de Recepção de Propostas: 19 de Junho de 2009
Hora Limite de Recepção de Propostas: 16H00
Local para Entrega de Propostas: Direcção de Aquisições / Repartição de Concursos e Contratos Av. Infante Santo nº49 - 2º Andar 1350-177 Lisboa
Informação Complementar: Nos termos do art. 258, por remissão da alínea e) do nº 1 do art. 26º, observado art. 252, todos do Código dos Contratos Públicos (CPP), aprovado pelo Decreto-lei nº 18/08 de 29 de Janeiro.
Adjudicação:
Designação Social do Adjudicatário: JAGUAR LAND ROVER PORTUGAL, SA
NIF do Adjudicatário: 504998803
Valor da Adjudicação s/ IVA: 391.385,94 Euros
Data de Notificação da Adjudicação: 17 de Junho de 2009
http://www.exercito.pt/portal/exercito/ ... e=2&id=313 (http://www.exercito.pt/portal/exercito/_specific/public/allbrowsers/asp/projucontest.asp?stage=2&id=313)
:G-Ok: Obrigado por partilhar.
Não conhecia este vídeo da EPS.
Até parece tropa a sério! :twisted:
August 27, 2009 by worldef
The Portuguese Army is acquiring an undisclosed quantity of Land Rover Defender 4×4 light tactical vehicles configured for sanitary evacuation missions. The contract has been awarded to Jaguar Land Rover Portugal SA.
Há dias li no Jornal de Noticias que a Armada está a terminar a transferência dos cursos de Vila Franca de Xira para o Alfeite.
Despacho do Vice-almirante Vice-chefe do Estado-Maior da Armada, no exercício das funções de Chefe do Estado-Maior da Armada, n.º 28 de 24 de Agosto de 2009:
INSTALAÇÕES DA MARINHA EM VILA FRANCA DE XIRA – AFECTAÇÃO.
Considerando que o Reordenamento do Parque Escolar se encontra em fase de conclusão, com a transferência de Vila Franca de Xira para o Alfeite dos Departamentos de Propulsão e Energia e de Administração e Logística da Escola de Tecnologias Navais (ETNA);
Considerando que se verifica a necessidade de encontrar a adequada garantia da segurança das instalações da Marinha em Vila Franca de Xira onde se encontra sedeado o Pólo da ETNA;
Determino:
1. O encerramento do pólo de formação da ETNA em Vila Franca de Xira.
2. As instalações da Marinha na Quinta das Torres em Vila Franca de Xira sejam afectas à Unidade de Apoio às Instalações Centrais da Marinha (UAICM).
3. A UAICM exerce, com as devidas adaptações, relativamente às instalações referidas no número anterior as competências estabelecidas no Decreto Regulamentar n.º 33/94, de 1 de Setembro.
4. O presente despacho entra em vigor em 01 de Setembro de 2009.
(http://www.exercito.pt/portal/exercito/_specific/public/ueo/RAAA1/cartaz_vers%C3%A3o_web.jpg)
Portuguese Army exercise 'Orion 09', at Lavros proving ground, Figueira da Foz
terça-feira, 20 de Outubro de 2009 | 16:21
Colégio Militar: MP acusa 8 alunos finalistas de maus tratos
O Ministério Público (MP) acusou hoje oito alunos do Colégio Militar por seis crimes de maus tratos alegadamente cometidos no interior daquela instituição de ensino no ano lectivo de 2006/07 e no princípio de 2008.
Segundo a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), os arguidos agora acusados eram, à data dos factos, «estudantes do último ano do Colégio Militar, graduados e/ou comandantes de companhia ou secção».
O despacho final do inquérito, da responsabilidade do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, «faz a distinção entre os castigos com fins educativos inseridos no poder-dever de educação e correcção atribuído aos graduados e as situações de crime de maus tratos».
O crime de maus tratos tem uma moldura penal de pena de prisão de um a cinco anos, se pena mais grave não lhe couber por força de outra disposição legal, segundo o Código Penal.
Diário Digital / Lusa
Não sei bem se é aqui que devo postar este tipo de questões...
-Um Oficial subalterno (Alferes, Tenente e Capitão) participa regularmente em exercicios militares, com regularmente quero dizer: ex. se num ano existem 50 actividades (obstaculos, paraquedismo, tiro entre muitas outras) ele participam nuns 30 ou mais?
-Que tipo de funções têm regularmente? (Burocracia, Instrução....)
-Existe igual possbilidade de participar nos cursos que vão aparecendo?
-Agora dando um exemplo: No CTOE há imensos cursos, um oficial pode participar igualment e em qualquer um, caso reuna as caracteristicas para tal?
Ministro deu 3,9 milhões de euros para estruturas de recepção dos carros de combate.O coronel Almendra está a falar do sistema Sherpa 900/1200, ou alguém sabe se existem outros sistemas equivalentes ?
O ministro da Defesa anunciou ontem já ter disponibilizado "3,9 milhões de euros" para o Exército melhorar as infra-estruturas de recepção dos carros de combate Leopard e as de treino na Academia Militar e na Escola Prática de Cavalaria.
Augusto Santos Silva falava no Comando das Forças Terrestres, em Oeiras, com que terminou o conjunto de primeiras visitas ao Estado-Maior General e aos três ramos das Forças Armadas.
O governante realçou, em particular,o "papel de relevo" que o Exército tem tido na "qualificação e formação" dos milhares de jovens que passam pelas suas fileiras. No plano da modernização, Santos Silva adiantou que a aquisição de helicópteros ligeiros e a substituição da G3 constituem dois programas prioritários do ramo em sede de revisão da Lei de Programação Militar (LPM).
No caso dos Leopard, Santos Silva confirmou que os últimos oito dos 37 carros de combate (mais um para treino) adquiridos à Holanda chegam nas próximas duas semanas.
O comandante da Escola de Tropas Pára-quedistas, coronel Frederico Almendra, defendeu ontem a aquisição de sistemas de abastecimento por pára-quedas com navegação por satélite, pois evitam a exposição desnecessária dos militares em cenários de guerra.
O militar falava em Tancos, num fórum à margem do 30º campeonato de escolas de pára-quedismo militar da UE.
Já estou farto de perguntar sempre a mesma coisa, mas aqui vai outra vez:
O QUE É FEITO DA SUBSTITUIÇÃO DA G3?
O que me deu a entender é que o exercito quer construir em Portugal.
Condutor: "Militares não traziam coletes reflectores"
O condutor que esta manhã atropelou uma coluna militar de 52 pára-quedistas, em Tancos, afirmou que o acidente se deu devido à falta de sinalização dos militares. O acidente provocou 16 feridos, dois dos quais com gravidade.
13.00 - Segundo afirmou hoje à SIC o condutor que atropelou esta manhã uma coluna de 52 pára-quedistas em Tancos, os militares não traziam coletes reflectores que assinalassem a sua posição facto que, devido à escuridão que ainda se fazia sentir ao início da manhã, o terá impedido de ver a coluna militar que corria na sua direcção.
O condutor seguia na direcção Tancos - Praia do Ribatejo e a coluna militar vinha no sentido contrário. O acidente deu-se quando o condutor se apercebeu da presença de um primeiro soldado, do qual se desviou para a faixa da esquerda, mas quando fez a viatura voltar à faixa da direita acabou por atropelar a coluna que vinha na sua direcção.
O condutor afirma que a escuridão que se fazia sentir e o facto de os militares não trazerem coletes reflectores, foram as causas que o impediram de evitar o acidente. "quando me apercebi já estava em cima dos soldados", afirmou à SIC, negando estar cansado e afirmando "que a culpa é dos soldados que estavam na estrada sem sinalização alguma". "Eles não traziam sinalização e vestiam um camuflado escuro", disse.
Em declarações à SIC, o condutor afirmou ainda que após o atropelamento dos militares procurou ajudar os feridos, tendo ligado de imediato para o 112.
Segundo um porta-voz do exército, dos 16 militares hospitalizados, 8 já tiveram alta e os dois feridos graves ainda estão com prognóstico reservado.
Em relação à alegada falta de sinalização da coluna militar, o mesmo porta-voz afirmou que "Esta é uma estrada que todos os dias tem movimento militar, quem passa aqui sabe isso, e a coluna vinha sinalizada, como é normal, com dois militares atrás e dois à frente para alertar o trânsito, o que aconteceu foi que a viatura se desviou dos primeiros militares e foi embater na coluna".
O acidente ocorrido hoje de manhã em Tancos com uma coluna militar provocou 16 feridos, dois dos quais com gravidade, disse à Lusa fonte militar.
Os dois feridos com maior gravidade estão ser estabilizados no local para serem transportados de helicóptero para um hospital de Lisboa, pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), segundo a mesma fonte.
Outros 12 feridos foram enviados para o Hospital de Abrantes e dois com ferimentos "muito ligeiros" receberam assistência no local e foram transportados para centros de saúde em Torres Novas e Tomar.
O acidente ocorreu cerca das 07:30, quando 52 militares saíram num exercício de marcha e uma viatura comercial ligeira perdeu o controlo e atingiu vários pára-quedistas, na estrada para Constância (distrito de Santarém).
Os militares envolvidos no acidente pertencem ao Curso de Combate ministrado na Escola da Tropas Pára-quedistas de Tancos e cumpriam a primeira semana de treino.
O Exército mobilizou dois oficiais para acolher os familiares que se dirijam para a Base de Tancos, disse a fonte militar contactada pela Lusa.
este pais está uma vergonha.
Vila Real: pastor resgata dois militares
Os tropas ficaram retidos durante a noite devido ao intenso nevoeiro, na Serra do Alvão
Dois militares instrutores dos Comandos do Exército foram resgatados, esta segunda-feira, com a ajuda de um pastor da zona das fisgas de Ermelo, na Serra do Alvão, em Vila Real, notica a «Lusa». Os militares ficaram retidos durante a noite devido ao intenso nevoeiro.
Os dois militares estavam a fazer reconhecimento de percurso na zona das lagos quando foram surpreendidos pelo intenso nevoeiro, disse à «Lusa», o porta-voz do Exército, o tenente-coronel Hélder Perdigão. Os homens viram-se mesmo obrigados a pedir ajuda uma vez que não conheciam o terreno escarpado e não tinham equipamento necessário para saírem da encosta íngreme e escarpada.
O alerta foi dado à Protecção Civil de Vila Real cerca das 00:00.
Hélder Perdigão diz que a «situação esteve sempre controlada» e que os dois homens saíram «pelo próprio pé» cerca das 06:30.
O comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro de Vila Real, Carlos Silva, referiu que a ajuda foi dada por um pastor da serra do Alvão, que indicou os caminhos, e pelos bombeiros da Cruz Branca de Vila Real, que efectuaram o resgate em grande ângulo dos dois militares.
O pastor Sérgio Carvalho Alves explicou que já estava a deitado quando lhe bateram à porta a pedir ajuda para retirar os dois tropas «que ficaram presos na serra». Com os conhecimentos do terreno, o pastor guiou os bombeiros e os militares até ao local onde os tropas estavam retidos.
Construir em portugal!??! tanga, as velhas g3 vão continuar.
A malta que foi agora para o libano leva material usado por outros com um fedor de -------, a preparação foi com a g3 acham mesmo que há € para alguma coisa. A g3 veio para ficar. daqui a 5 anos está-se a falar na mesma coisa.
este pais está uma vergonha.
aproveito para pedir se tiverem videos dos que partiram dia 2 agradecia o link.
foram esquecidos pelo povo português!
Eu ficaria envergonhado se fosse instrutor dos Comandos...Pois, falta a esses moçoilos meadas no lombo, charco, enfim, dureza :N-icon-Gun:CitarVila Real: pastor resgata dois militares
Os tropas ficaram retidos durante a noite devido ao intenso nevoeiro, na Serra do Alvão
Dois militares instrutores dos Comandos do Exército foram resgatados, esta segunda-feira, com a ajuda de um pastor da zona das fisgas de Ermelo, na Serra do Alvão, em Vila Real, notica a «Lusa». Os militares ficaram retidos durante a noite devido ao intenso nevoeiro.
Os dois militares estavam a fazer reconhecimento de percurso na zona das lagos quando foram surpreendidos pelo intenso nevoeiro, disse à «Lusa», o porta-voz do Exército, o tenente-coronel Hélder Perdigão. Os homens viram-se mesmo obrigados a pedir ajuda uma vez que não conheciam o terreno escarpado e não tinham equipamento necessário para saírem da encosta íngreme e escarpada.
O alerta foi dado à Protecção Civil de Vila Real cerca das 00:00.
Hélder Perdigão diz que a «situação esteve sempre controlada» e que os dois homens saíram «pelo próprio pé» cerca das 06:30.
O comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro de Vila Real, Carlos Silva, referiu que a ajuda foi dada por um pastor da serra do Alvão, que indicou os caminhos, e pelos bombeiros da Cruz Branca de Vila Real, que efectuaram o resgate em grande ângulo dos dois militares.
O pastor Sérgio Carvalho Alves explicou que já estava a deitado quando lhe bateram à porta a pedir ajuda para retirar os dois tropas «que ficaram presos na serra». Com os conhecimentos do terreno, o pastor guiou os bombeiros e os militares até ao local onde os tropas estavam retidos.
http://diario.iol.pt/sociedade/vila-rea ... -4071.html (http://diario.iol.pt/sociedade/vila-real-serra-tvi24-serra-do-alvao-nevoeiro-militares/1108523-4071.html)
E os cavalheiros já se deram ao trabalho de informar que foi um Tenente-Coronel e um Sargento-Ajudante que se perderam? Portanto homens com 40 ou mais anos de idade e nenhum menino de 20 anos?Um TC e um SAJ instrutores? c34x
Por vezes aquele que ficam no Exercito nao sao os melhores.
Existe muitos casos, quer no mundo militar ou civil ou politico, aonde os melhores sao postos de parte, para deixar o lugar aos piores. :!:
Isto é uma palhaçada, se realmente for verdade os Comandos devem ser extintos....alias nunca deviam ter sido novamante criados, isso é um lobby do actual CEME....
Portugal do CR7
É possivel, na minha unidade o Director de Instrução às vezes tambem se metia nelas. Eu era condutor, cheguei a levá-lo e a outros do seu gabinete para reconhecimentos, estudos prévios e observações dos locais onde o pessoal em instrução iria arranhar ... e depois os comandantes de pelotão e de companhia de instrução vinham-me "subornar" para lhes dizer por onde é que andámos.Citação de: "PereiraMarques"E os cavalheiros já se deram ao trabalho de informar que foi um Tenente-Coronel e um Sargento-Ajudante que se perderam? Portanto homens com 40 ou mais anos de idade e nenhum menino de 20 anos?Um TC e um SAJ instrutores? c34x
Por vezes aquele que ficam no Exercito nao sao os melhores.
Existe muitos casos, quer no mundo militar ou civil ou politico, aonde os melhores sao postos de parte, para deixar o lugar aos piores. :!:
Isto é uma palhaçada, se realmente for verdade os Comandos devem ser extintos....alias nunca deviam ter sido novamante criados, isso é um lobby do actual CEME....
Portugal do CR7
Caros amigos....não me parece que esta história dos instrutores Comandos "perdidos" no Alvão seja assim tão vergonhosa. Claro que vai servir de "munição" inter-unidades especiais para as famosas e, diga-se, velhinhas guerras de " a minha tropa é melhor que a tua"..quanto a isso..nada a dizer..claro que vai..como é óbvio não será propriamente "motivo de orgulho" para os Comandos...mas dai a ser uma completa vergonha..também não me parece.Caro Sefr81, quanto à sua visão desta evolução geracional, só tenho uma coisa a dizer: Ámen !
Senão vejamos..de acordo com a noticia..os dois militares foram surpreendidos pelas condições climatéricas, nomeadamente pelo forte nevoeiro que se instalou e, sem um conhecimento preciso do local e sem material adequado para a saida do mesmo naquelas situações..optaram por se deixarem estar onde estavam e pedir auxilio. Se calhar se se tivessem armado em "Rambos" os bombeiros em vez de ir regatar dois militares que se deslocavam pelo próprio pé..tinham ido resgatar dois corpos ao fundo de uma ravina. Como tão bem disse o nosso camarada Ranger Rebelde..que disto saberá imensamente mais do que eu... "a Serra não é para qualquer um.." especialmente com condições climatéricas adversas...por isso até me parece um sinal de bom senso e, consequantemente de boa preparação...saber assumir as incapacidades quando elas surgem.
Outra história será..ai já não digo que não..irem preparar um exercicio na Serra e não terem previsto aquelas condições climatéricas e não terem levado outro tipo de material..mas também diga-se em abono da verdade...o tempo lá em cima tão depresa tá bom como tá um pesadelo.
Quanto à preparação (ou falta dela) dos militares actuais quando comparados com os de há alguns anos atrás....meus caros, infelizmente parece-me um problema que não é claramente exclusivo do nosso país..aliás cheguei já a assistir a um documentário sobre os Royal Marines em que um dos instrutores chamava precisamente atenção para a crescente necessidade de ir "adaptando" (que é como quem diz..baixando) os padrões de exigência ou então pura e simplesmente ninguém chegava ao fim.
Estamos perante uma sociedade extremamente comodista e sem qualquer tipo de rusticidade. E quando digo isto não me refiro a capacidade física..digo sobretudo falta de capacidade mental de aguentar o desconforto.
No tempo do meu pai (geração que combateu em África) a maior parte dos homens vinham de ambientes de uma dureza extrema...para ir para a escola tinham de caminhar km's..muitas vezes descalços fizesse frio, chuva ou calor..para tomar banho..tinham que aquecer água numa tina ou coisa semelhante...para c.g.r..muitas vezes nem casa de banho tinham dentro de casa...a comida...não era abundante..para dizer o minimo...ora..só isto era suficiente para fazer com que estas pessoas estivessem mais habituadas ao desconforto e à incomodidade que por exemplo o "terreno" oferece.
Mesmo a minha geração..que cresceu nos 80's e inicios dos 90...ia a pé para a escola por exemplo..mas sobretudo..brincou na rua..jogou futebol em pelados e na rua..andou de bicicleta sem capacetes...e caiu..muitas vezes..partiu braços, pernas..arranhou as pernas e os braços ..construi cabanas nas matas à beira de casa..fazia umas guerras com zarabatanas com setas de papel...que aleijavam (uma vez um vizinho meu não ficou cego por milagre) etc. etc. ahh também tinhamos o spectrum..mas enquanto aquilo não carregava o jogo um gajo entretinha-se a fazer outra coisa qualquer..o que também é bom..ensinou-nos a saber esperar..a ter mais paciência..as coisas não podem ser "eu quero eu tenho". Ora isto tudo..por muito mais confortável que fosse se comparado com a geração dos nossos pais..pelo menos ainda nos deixou uma réstia de resiliência mental e ..já agora..esquema corporal...(sabemos-nos mexer).
Quem cresceu nos finais dos 90 inicio do novo século...enfim...a tecnologia e o imediatismo são tudo..tudo tem que ser já..caso contrário perdem a vontade..desmotivam..em suma..não sabem esperar. Andam de bicicleta com os papás nos passeios cuidadosamente criados para o efeito junto aos rios e praias deste país sempre artilhados com os capacetes, joelheiras e cotoveleiras. Ir e vir da escola só de popó..é ver os carros todos parados em segunda fila à espera dos meninos porque já ninguém pode caminhar 500 metros...desporto..só organizado e calendarizado e mais não sei o quê..tudo tem hora e local marcado.. já ninguém leva com chuva na tromba..já ninguém tem pisaduras, arranhões e cabeças para coser..os lençois são térmicos o ar é condicionado a comida é instantânea e abundante. Como é óbvio estes jovens chegam à instituição militar e não estão preparados para a "dureza" razão pela qual suspeito esta tenha vindo cada vez a ficar mais "molinha"..é o que me dizem..e é concerteza o que todos ouvem..velhos páras (às vezes até nem assim tão velhos) a dizer.."isto comparado com o meu tempo"....e o problema é que às vezes..este "tempo" são 4 ou 5 anos atrás. E quem diz "velhos" Páras diz Fuzos, Rangers e Comandos.
É o preço da modernidade..sei lá.
Trafaria a questão é que nós não sabemos o que aconteceu nem porque aconteceu. Acho que já está provado por A+B que os media quando dão noticias sobre as Forças Armadas/Segurança, são sensacionalistas, não sabem do que escrevem e dizem meias-verdades.Tenho a mesma opinião. Na ausência de um relato fidedigno em primeira mão, a única coisa que sabemos sobre esta história é que sabemos muito pouco.
Eu não estou a defender os militares em questão, mas que toda a noticia é estranha e deixa-me com muitas dúvidas em relação à veracidade dos factos, isso não tenho qualquer dúvida!
Por vezes aquele que ficam no Exercito nao sao os melhores.
Existe muitos casos, quer no mundo militar ou civil ou politico, aonde os melhores sao postos de parte, para deixar o lugar aos piores. :!:
Isto é uma palhaçada, se realmente for verdade os Comandos devem ser extintos....alias nunca deviam ter sido novamante criados, isso é um lobby do actual CEME....
Portugal do CR7
Por vezes aquele que ficam no Exercito nao sao os melhores.
Existe muitos casos, quer no mundo militar ou civil ou politico, aonde os melhores sao postos de parte, para deixar o lugar aos piores. :!:
Isto é uma palhaçada, se realmente for verdade os Comandos devem ser extintos....alias nunca deviam ter sido novamante criados, isso é um lobby do actual CEME....
Portugal do CR7
Militares com blindados emprestados
Portugal está a preparar uma força de comandos para seguir para o Afeganistão, mas não há blindados suficientes e terá que ser o Estado norte-americano a emprestar viaturas blindadas para proteger os soldados portugueses, soube o JN.
A decisão, relativa ao empréstimo de 15 viaturas, está praticamente tomada, depois de atrasos sucessivos na aquisição de viaturas blindadas para equipar a força formada por 162 comandos do Exército e elementos da Força Aérea, que parte em Janeiro para aquele perigoso teatro de operações.
Os portugueses irão ser uma das forças de reacção rápida da ISAF, o comando da força da Aliança Atlântica para o Afeganistão.
Mas não é apenas esta força a receber os blindados emprestados pelos norte-americanos e pela mesma razão também os cerca de 30 fuzileiros destinados igualmente ao Afeganistão, para garantir a segurança do aeroporto de Cabul - com menos risco que a missão do Exército -, terão que receber por empréstimo dos EUA dez viaturas.
O cenário acaba por uma repetição do que aconteceu em 2005, quando a primeira força a ser enviada para o Afeganistão, também de comandos, teve que receber blindados emprestados, desta feita pelos espanhóis, e desde então o problema continua por solucionar. O Exército, que não quis comentar a informação e adiantou que o "assunto está a ser tratado nas instâncias competentes", chegou a propor ao Ministério da Defesa ainda na anterior legislatura a aquisição de 17 blindados Hummvee.
O objectivo, definido ainda durante o Verão, era equipar a Força Nacional Destacada de 162 homens destinada ao Afeganistão e garantir uma reserva no caso de baixas, além de permitir a preparação da força seguinte, cuja instrução obriga também a dispor de Hummvee.
No entanto, a Direcção-Geral de Armamento acabou por convencer o anterior ministro, Severiano Teixeira, de que seria mais vantajoso esperar por um concurso de blindados ligeiros - do tipo dos Hummvee - que estaria a decorrer, para aquisição de 150 viaturas, ao invés de avançar para uma adjudicação directa.
No entanto, a verdade é que Severiano Teixeira, com as eleições no horizonte, acabou por suspender a execução da Lei de Programação Militar (LPM), o que trouxe por arrastamento a suspensão do concurso, que só deverá ser retomado a partir de Maio do próximo ano, quando a LPM for revista.
O Ministério da Defesa, agora com Augusto Santos Silva, instado a comentar, respondeu que a força portuguesa "usará meios próprios e usará meios obtidos no quadro da boa colaboração com os nossos aliados. Esta é a razão de ser dos sistemas de alianças".
No entanto, a verdade é que Severiano Teixeira, com as eleições no horizonte, acabou por suspender a execução da Lei de Programação Militar (LPM), o que trouxe por arrastamento a suspensão do concurso, que só deverá ser retomado a partir de Maio do próximo ano, quando a LPM for revista.Cumprimentos,
Despacho n.º 27715/2009DR (http://http)
1 — Nos termos do disposto na alínea b) do n.º 3 do artigo 24.º da
Lei Orgânica n.º 1 -A/2009, de 7 de Julho, que aprova a Lei Orgânica
de Bases da Organização das Forças Armadas, nomeio, sob proposta
do Chefe do Estado -Maior do Exército, o tenente -general Vítor Manuel
Amaral Vieira para o cargo de comandante das forças terrestres.
2 — O presente despacho produz efeitos à data da tomada de posse
do agora nomeado.
10 de Dezembro de 2009. — O Ministro da Defesa Nacional, Augusto
Ernesto Santos Silva.
UM ABRAÇO A ESTES CAMARADAS DE ARMASOLHA OLHA QUEM SÃO ELES... OS VERDADEIROS :twisted:
Pois, falta a esses moçoilos meadas no lomboQual Meadas. É logo Serra de Santa Helena para cima deles.
Citação de: "Ranger Rebelde"Pois, falta a esses moçoilos meadas no lomboQual Meadas. É logo Serra de Santa Helena para cima deles.
:?:Citar- OBJECTO DO CONTRATO:arrow: http://www.dre.pt/sug/2s/cp/gettxt.asp? ... =402897999 (http://www.dre.pt/sug/2s/cp/gettxt.asp?s=dia&iddip=402897999)
Designação do contrato: CPI nº B077/09 - 10 Plataformas Aerotransportadas Multi-usos
Descrição sucinta do objecto do contrato: Fornecimento de até 10 Viaturas multifuncionais, caracterizadas pela sua resistência e versatilidade, mecânica simples, destinadas ao transporte de carga e de pessoal em qualquer tipo de terreno, aerotransportáveis em face do seu reduzido peso e volume.
Citação de: "PereiraMarques":?:Citar- OBJECTO DO CONTRATO:arrow: http://www.dre.pt/sug/2s/cp/gettxt.asp? ... =402897999 (http://www.dre.pt/sug/2s/cp/gettxt.asp?s=dia&iddip=402897999)
Designação do contrato: CPI nº B077/09 - 10 Plataformas Aerotransportadas Multi-usos
Descrição sucinta do objecto do contrato: Fornecimento de até 10 Viaturas multifuncionais, caracterizadas pela sua resistência e versatilidade, mecânica simples, destinadas ao transporte de carga e de pessoal em qualquer tipo de terreno, aerotransportáveis em face do seu reduzido peso e volume.
Mais uma vez andamos ás pinguinhas! Continuo a não perceber porque razão um exercito pequeno como o nosso tem tanta variedade de equipamentos. Pereira eu até acho que te enganaste no tópico, pelo teor da notícia parece-me que é mais uma compra de Hummers para o exercito no Afeganistão.
Militares portugueses da nova força, constituída por 294 militares do 2.º Batalhão de Infantaria Paraquedista (BIPara), do Regimento de Infantaria n.º 10, de São Jacinto, durante um exercício militar na aldeia de Cabeça Gorda, 11 de fevereiro de 2010. Os militares vão render o efetivo do 1.º Batalhão de Infantaria Mecanizado (BIMec) que se encontra no Kosovo. . LUIS LOURENÇO / LUSA
(http://www.cmjornal.xl.pt/images/img_logo.gif)
11 Fevereiro 2010 - 00h30
Exército
Oficiais julgados por agressões
Um capitão e dois tenentes pára-quedistas sentados no banco dos réus acusados de violência sobre um subordinado. Vítima abandonou a tropa.
(http://www.cmjornal.xl.pt/imgs/ca967162-b341-4feb-88dd-fecb0766bf67_738D42D9-134C-4FBE-A85A-DA00E83FDC20_DC2CCF18-9AF4-448C-91FF-8AFC69058F4F_img_detalhe_noticia_pt_1.jpg)
Era noite quando um capitão, acompanhado por dois tenentes, mandou chamar ao clube de oficiais da Escola de Tropas Pára-Quedistas, em Tancos, o aspirante Emanuel Fidalgo. Deram-lhe uma cerveja a beber e depois de o obrigarem a fazer flexões e abdominais, o capitão Luís Mamão, aparentemente embriagado, desferiu-lhe um pontapé na cabeça. Era o início de uma noite de humilhação e agressões pelas quais os três militares estão a ser julgados no Tribunal do Entroncamento.
O caso reporta-se a 10 de Maio de 2007 e segundo o despacho de acusação, a que o CM teve acesso, quando o aspirante se tentou levantar após a agressão, o tenente Nelson Pereira agarrou-o pelo pescoço e, de faca na mão, o capitão cortou-lhe a t-shirt.
Os três oficiais decidiram então fechar as persianas do clube para impedir que alguém os visse. É esse momento de distracção que Fidalgo aproveita para fugir e refugiar-se no seu carro, estacionado ali perto.
Em perseguição, os dois tenentes, Nelson Pereira e Gabriel Costa, ordenaram que a vítima saísse do carro. Já que o aspirante tinha as portas trancadas, o capitão atirou uma pedra ao vidro da porta da frente, sem o conseguir partir. Gabriel Costa, do outro lado do carro, bateu com a coronha da sua arma no vidro da porta. Emanuel Fidalgo permaneceu imóvel, temendo que o pudessem voltar a maltratar. Assim que se sentiu em segurança, fugiu 'para junto da casa da guarda'.
O aspirante 'sofreu fractura dos ossos do nariz e do pavimento da órbita direita e, por força desta última lesão, foi sujeito a intervenção cirúrgica' – lê-se no referido despacho. As lesões determinaram 241 dias de doença, 45 deles 'com afectação da capacidade para o trabalho geral e profissional'.
Dias depois, os três militares terão abordado a vítima para o forçar a desistir das queixas, sem sucesso. Contudo, o aspirante sentiu-se intimidado e abandonou o Exército.
DEIXA OS QUARTÉIS PARA SER PROFESSOR
O CM apurou que Emanuel Fidalgo, residente em Baião, casado, é professor de Geografia no Ensino Secundário. Deixou de pertencer às Tropas Pára-Quedistas do Exército por sua decisão. Rescindiu contrato (sendo que já estava no segundo), ao que tudo indica por considerar insustentável continuar o convívio no quartel, já que tinha sido agredido. Tanto ele como o seu advogado, Luís Amador, preferiram não prestar declarações sobre o processo. Mas, segundo o pedido de indemnização civil apresentado ao Tribunal Judicial do Entroncamento, foram as agressões da noite de 10 de Maio de 2007 que motivaram esta mudança de vida. Pede a acusação uma indemnização de 22 500 euros aos agressores, sendo que, deste valor, 18 500 refere-se à perda de vencimentos como aspirante por força deste episódio
PJ MILITAR ABANDONA INVESTIGAÇÃO
A Polícia Judiciária Militar iniciou uma investigação ao caso. Mas, por não ser um crime estritamente militar e sim um crime comum, caso seja provado, serão as instâncias criminais civis a julgar. A acusação pede a condenação de Luís Mamão e de Nelson Pereira pelo crime de ofensa à integridade física simples e, em co-autoria, dois crimes de coacção na forma tentada. Molduras penais inferiores a cinco anos. A advogada de Nelson Pereira, Maria Paula Gouveia Andrade, reitera a inocência do seu cliente. Já Gabriel Costa é acusado de co-autoria de dois crimes de coacção na forma tentada.
PORMENORES
TRIBUNAL
O julgamento prossegue no dia 4 de Março, no Tribunal Judicial do Entroncamento. Não se prevê que seja a última sessão.
EXÉRCITO
Contactada pelo ‘CM’, fonte oficial do Exército 'não faz qualquer tipo de comentários sobre processos que decorrem no foro civil'.
INDEMNIZAÇÃO
Emanuel Fidalgo pede aos arguidos três mil euros por danos não patrimoniais, 18 449 por lucros cessantes e 1054 das despesas.
FONTE: Correio da Manhã (http://http)
(http://www.cmjornal.xl.pt/images/img_logo.gif)
14 Fevereiro 2010 - 00h30
Amadora
Tiro acidental mata cadete
(http://www.cmjornal.xl.pt/imgs/ca967162-b341-4feb-88dd-fecb0766bf67_738D42D9-134C-4FBE-A85A-DA00E83FDC20_D32E1C39-5176-4F66-B3E4-8978AD19BA5A_img_detalhe_noticia_pt_1.jpg)
Pedro Joel Delgado tinha 21 anos e frequentava o 3.º ano da Academia Militar. Foi atingido por um tiro acidental de um colega.
Saiba todos os pormenores na edição em papel do jornal 'Correio da Manhã'.
FONTE: Correio da Manhã (http://http)
Intolerável...
Quando comecei a ler e constatei que se tratava de um aspirante ainda julguei dever tratar-se de uma qualquer brincadeira praxante exercida sobre um recém promovido e que correra mal. Mas afinal tratava-se de um militar que já ia no 2º contrato... foi pura maldade. Mercem ser punidos, pois claro.
Já agora expliquem-me: - Quanto tempo permanecem os aspirantes nesse posto?
Um aspirante renova contrato e não é promovido? Acho esquisito!
(http://www.cmjornal.xl.pt/images/img_logo.gif)
11 Fevereiro 2010 - 00h30
Exército
Oficiais julgados por agressões
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14 Fevereiro 2010 - 00h30
Amadora
Tiro acidental mata cadete
(http://www.cmjornal.xl.pt/imgs/ca967162-b341-4feb-88dd-fecb0766bf67_738D42D9-134C-4FBE-A85A-DA00E83FDC20_D32E1C39-5176-4F66-B3E4-8978AD19BA5A_img_detalhe_noticia_pt_1.jpg)
Pedro Joel Delgado tinha 21 anos e frequentava o 3.º ano da Academia Militar. Foi atingido por um tiro acidental de um colega.
Saiba todos os pormenores na edição em papel do jornal 'Correio da Manhã'.
FONTE: Correio da Manhã (http://http)
Defesa: Exército já tem pilotos em preparação para receber novo helicóptero NH90 - CEME
Lisboa, 25 mar (Lusa)- O chefe de Estado Maior do Exército (CEME), general Pinto Ramalho, adiantou hoje que já tem pilotos em preparação para trabalhar com os helicópteros médios NH90 que o seu ramo conta receber em 2012, antes dos helicópteros ligeiros.
Em declarações aos jornalistas antes de uma palestra na Academia Militar, José Luís Pinto Ramalho disse que o Exército colocou "pilotos a fazer horas de voo não só na Força Aérea como na empresa Meios Aéreos (do ministério da Administração Interna)", existindo "também pilotos a voar em Espanha", e sublinhou que o processo vai ser intensificado este ano.
Ressalvando estar "a falar pela boca dos especialistas", o CEME disse ter-se chegado "à conclusão de que parece não ser necessário" esperar pelos helicópteros ligeiros (o Exército conta receber dez, mas o programa de aquisição ainda não está completamente estabelecido) para poder operar com outros dez helicópteros médios NH90.
"A partir deste ano vamos acelerar, e já temos esse plano perfeitamente definido com a Meios Aéreos, a recuperação de pilotos que vão ser integrados num processo de treino especificamente para o NH90 e admitimos que alguns possam ir para Itália antes da receção do primeiro helicóptero, que ocorrerá em 2012", disse.
"Os próprios mecânicos irão ser já empenhados em ações de manutenção" para que a operacionalização seja "imediata", acrescentou Pinto Ramalho.
"Pretendemos começar a operar, dentro daquilo que são os condicionalismos de quando se começa a operar um meio aéreo pela primeira vez, mas obter a certificação, criar os instrutores e avançar realmente para a operação normal", afirmou.
"Indiscutivelmente, gostaria de ter os helicópteros ligeiros a funcionar antes de recebermos o NH90, mas as contingências são as que são, vamos dar-lhes resposta em conformidade", sublinhou.
Na conversa com os jornalistas, o chefe militar revelou que a criação do novo Comando Superior do Exército (COSEX) está "permanentemente" na sua cabeça e que este é um projeto com "todos os seus estudos finalizados", só faltando "definir o seu modelo de financiamento" pelo ministério da Defesa.
Para este ano, o general CEME disse adiantou que o seu ramo terá pronta a "unidade de saúde operacional", que tem "as valências de emergência e trauma e que pode apoiar" com um nível superior "uma brigada em operações".
"Avança-se para os objetivos de forças da NATO para um hospital militar de campanha "Expanded Role 2", com um elemento de manobra capaz de apoiar também uma brigada, é um salto qualitativo que vai para além do que era o tradicional apoio das companhias sanitárias", reforçou.
Sobre a redução de efetivos nas Forças Armadas para cerca de 40 militares, que o Governo definiu como número ideal, Pinto Ramalho disse que os números aprovados para o seu ramo apontam para 25701 homens, número que disse não se verificar atualmente, estando o Exército com cerca de 23 mil militares.
Defesa: CEME espera que aquisição de viaturas 4x4 não seja afetada por cortes na LPM
Lisboa, 25 mar (Lusa)- O chefe de Estado Maior do Exército (CEME) disse hoje esperar que o processo de aquisição de viaturas blindadas ligeiras 4x4 para o ramo não seja interrompido apesar dos cortes previstos para a Lei de Programação Militar (LPM).
"Nós encaramos o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) com grande compreensão e naturalmente com alguma preocupação, como quem tem a responsabilidade que eu tenho de conduzir o Exército", afirmou o general José Luís Pinto Ramalho.
O chefe militar falava aos jornalistas antes da palestra na Academia Militar (a quarta desde que é CEME) que costuma realizar anualmente para fazer um balanço do ano anterior e expor os projetos para o ano seguinte, que hoje reuniu cerca de três centenas de militares, entre generais, no ativo e na reforma, e coronéis comandantes de unidades.
O CEME apontou como programas de equipamento "importantes e estruturantes para o Exército" e em desenvolvimento a unidade de helicópteros (dez ligeiros e dez médios), a concretização dos projetos das viaturas blindadas de rodas (VBR), "um projeto fundamental para a Brigada de Intervenção", e as viaturas blindadas ligeiras, que Portugal poderia usar por exemplo na missão no Afeganistão.
Pinto Ramalho disse ter a informação que as viaturas 4x4 do Exército "se enquadram nos programas considerados prioritários", como por exemplo a modernização dos C-130 da Força Aérea, que o ministro Santos Silva já adiantou que não sofrerá alterações mesmo com o corte de 40 por cento na LPM previsto no PEC.
"A informação que temos é que a preocupação que existe neste controlo orçamental e nos tetos da LPM é a de manter compromissos já assumidos e portanto estes projetos, o do NH90 (helicóptero médio) está em lançamento e continua, decorre com um calendário perfeitamente definido e o das VBR 8x8 está em marcha", declarou.
Sublinhando que o Exército entende "que o país tem de fazer esforços na contenção da despesa", Pinto Ramalho ressalvou que a sua "preocupação tem a ver com projetos estruturantes e fundamentais, que são indispensáveis para que o país continue a estar presente nos grandes acontecimentos da Defesa e da Segurança e onde se materializa a presença do país e das Forças Armadas".
Questionado sobre se desta forma o Exército não vai sofrer com os cortes na LPM, o CEME rejeitou esta ideia.
"O Exército vai sofrer, em termos de equipamento vai sofrer porque os projetos de reequipamento do Exército não se limitam aos que acabei de referir, repare que estamos a falar concretamente de reequipamento na área das forças de manobra, mas há engenharia de combate, há as artilharias, há a evolução no domínio nos sistemas sofisticados de combate", notou.
Defesa: CEME espera que aquisição de viaturas 4x4 não seja afetada por cortes na LPM
Lisboa, 25 mar (Lusa)- O chefe de Estado Maior do Exército (CEME) disse hoje esperar que o processo de aquisição de viaturas blindadas ligeiras 4x4 para o ramo não seja interrompido apesar dos cortes previstos para a Lei de Programação Militar (LPM).
"Nós encaramos o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) com grande compreensão e naturalmente com alguma preocupação, como quem tem a responsabilidade que eu tenho de conduzir o Exército", afirmou o general José Luís Pinto Ramalho.
O chefe militar falava aos jornalistas antes da palestra na Academia Militar (a quarta desde que é CEME) que costuma realizar anualmente para fazer um balanço do ano anterior e expor os projetos para o ano seguinte, que hoje reuniu cerca de três centenas de militares, entre generais, no ativo e na reforma, e coronéis comandantes de unidades.
O CEME apontou como programas de equipamento "importantes e estruturantes para o Exército" e em desenvolvimento a unidade de helicópteros (dez ligeiros e dez médios), a concretização dos projetos das viaturas blindadas de rodas (VBR), "um projeto fundamental para a Brigada de Intervenção", e as viaturas blindadas ligeiras, que Portugal poderia usar por exemplo na missão no Afeganistão.
Pinto Ramalho disse ter a informação que as viaturas 4x4 do Exército "se enquadram nos programas considerados prioritários", como por exemplo a modernização dos C-130 da Força Aérea, que o ministro Santos Silva já adiantou que não sofrerá alterações mesmo com o corte de 40 por cento na LPM previsto no PEC.
"A informação que temos é que a preocupação que existe neste controlo orçamental e nos tetos da LPM é a de manter compromissos já assumidos e portanto estes projetos, o do NH90 (helicóptero médio) está em lançamento e continua, decorre com um calendário perfeitamente definido e o das VBR 8x8 está em marcha", declarou.
Sublinhando que o Exército entende "que o país tem de fazer esforços na contenção da despesa", Pinto Ramalho ressalvou que a sua "preocupação tem a ver com projetos estruturantes e fundamentais, que são indispensáveis para que o país continue a estar presente nos grandes acontecimentos da Defesa e da Segurança e onde se materializa a presença do país e das Forças Armadas".
Questionado sobre se desta forma o Exército não vai sofrer com os cortes na LPM, o CEME rejeitou esta ideia.
"O Exército vai sofrer, em termos de equipamento vai sofrer porque os projetos de reequipamento do Exército não se limitam aos que acabei de referir, repare que estamos a falar concretamente de reequipamento na área das forças de manobra, mas há engenharia de combate, há as artilharias, há a evolução no domínio nos sistemas sofisticados de combate", notou.
Helicópteros para o Exército 'impõem' acordo com Força Aérea
O Exército está a marchar a toda a velocidade para receber e operar os helicópteros médios NH90 em 2012, mas o que está por fazer e as dificuldades financeiras do País mantêm alguma incerteza sobre a evolução da Unidade de Aviação Ligeira (UALE) do ramo.
A formação e qualificação atempada das tripulações (pilotos, mecânicos), a modernização das infra-estruturas do aeródromo militar de Tancos (AMT) ou a colaboração com a Força Aérea - na sua qualidade de Autoridade Aeronáutica - são aspectos críticos para o bom funcionamento da UALE, segundo diferentes fontes.
Uma primeira interrogação tem a ver com o número de helicópteros. O Exército conta receber 10 NH90 (projecto cooperativo no âmbito da NATO, onde Portugal está desde o início e em cuja construção participa através da empresa OGMA) entre 2012 e 2014. "Será que vão receber mesmo esses hélicópteros todos?", interrogou-se uma das fontes ouvidas pelo DN, lembrando o caso do avião militar europeu A400M - a Alemanha integra o consórcio original, financia o programa, mas reduziu o número de encomendas devido às dificuldades financeiras.
Outra interrogação surge no domínio da certificação, área onde entra a Força Aérea. Só que os atritos entre os dois ramos sobre esse programa, desde meados dos anos 1990, têm sido uma constante (com razões de parte a parte, segundo o que se foi ouvindo) - ao ponto de o Exército ter mandado formar pilotos em Espanha.
Actualmente, o Exército tem quatro pilotos (e brevemente vai mandar mais um) ao serviço do Exército espanhol, 10 colocados na Empresa de Meios Aéreos (EMA) do Ministério da Administração Interna - e nenhum na Força Aérea, à excepção de 10 dos 16 mecânicos.
Note-se que compete à Autoridade Aeronáutica - leia-se Força Aérea - certificar as infra-estruturas (se são adequadas a que aeronaves, para operar em que condições e com que equipamentos) de um aeródromo praticamente sem uso há duas décadas, fazer as reservas de espaço aéreo requeridas ou definir onde, quando e a que altitudes podem voar os meios aéreos, entre muitos outros aspectos. A par do apoio diário aos helis (meteorologia, controlo do tráfego aéreo), também a investigação a acidentes com helis do Exército deverá ser feita pela Força Aérea, admitiram fontes do ramo ao DN.
Questionado pelo DN sobre o relacionamento com a Força Aérea, o chefe do Estado-Maior do Exército (CEME) respondeu de forma lacónica: "Teremos de ver como isso irá ser feito." No caso dos pilotos, o ramo assume que "desejavelmente será a Força Aérea a fazer a certificação nacional".
Em matéria de tripulações, o Exército prevê ter "no mínimo" 21 pilotos, pois cada NH90 opera com dois em simultâneo e se estima uma taxa de operacionalidade na ordem dos "70%" (os restantes correspondem a helicópteros que estão parados para manutenção e ou reparação).
Acho que há alguma confusão.
Desde quando a AM General LLC foi à falência... ? ? ?
A AM General produz viaturas sob a marca HUMVEE.
A General Motors, fabricava um veículo idêntico com a marca HUMMER. Foi esta marca que os chineses quiseram comprar. Mas eles queriam apenas a marca, ou seja, o direito de utilizar o nome HUMMER.
Que eu saiba a AM General continua a fabricar HUMVEE's e a contratar pessoal, mas posso estar enganado...
Alguém me elucide :oops:
A Força de Reacção Imediata (FRI) das Forças Armadas portuguesas entrou em prevenção, a 24 horas, caso a situação político-militar se agrave na Guiné-Bissau, onde esta manhã teve lugar uma tentativa de golpe militar que levou à prisão do primeiro-ministro e do principal chefe militar guineenses.
Segundo fontes militares, a componente terrestre da FRI - uma companhia de pára-quedistas (centena e meia de efectivos) e um destacamento das forças especiais de Lamego - entrou em estado de prevenção para partir em 24 horas, a bordo de aviões C-130 da Força Aérea.
Quanto à componente naval, que se encontra de prevenção a 48 horas, é a fragata Corte Real que está afecta à FRI. Essa unidade naval, a que se junta o reabasteceder Bérrio, prevê transportar uma companhia de fuzileiros (cerca de 120 militares, incluindo elementos do Destacamento de Acções Especiais) e duas dezenas de mergulhadores.
A ordem de activar a FRI foi dada pelo chefe de Estado-maior General das Forças Armadas, general Valença Pinto.
http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior ... eccao=CPLP (http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1534189&seccao=CPLP)
A tropa em Portugal está uma verdadeira piada... :?
As FA´s são o espelho da sociedade..
Participação das viaturas militares no desfile do 10 de Junho pode ficar em causa em função da necessidade de cortar custos
A cerimónia militar do 10 de Junho poderá ficar limitada este ano, por causa da crise financeira, ao discurso do Presidente da República e ao desfile das tropas a pé, admitiram ontem fontes ouvidas pelo DN.
"Se houver redução de custos" nas cerimónias do Dia de Portugal, que este ano se realizam em Faro, isso deverá implicar a 'queda' da terceira componente do também informalmente chamado Dia das Forças Armadas: o desfile das viaturas em parada, que correspondem a "uma despesa significativa" (nomeadamente em combustível) e a um grande esforço logístico de as transferir para o sul (a partir da região centro e da área de Lisboa).
Recorde-se que os cortes já anunciados para controlar as contas públicas determinam um corte de 40% nas verbas da Lei de Programação Militar (LPM) até 2013 e a impossibilidade de fazer novos contratos para aquisição de material militar.
Até indicação em contrário, vão manter-se os exercícios militares e as cerimónias comemorativas do aniversário de cada ramo.
Por comparação, a Grécia - nas bocas do mundo pela dimensão da sua crise e do empréstimo financeiro da comunidade internacional - vai cortar 25% dos custos de operação das suas Forças Armadas (contra os 12,6% inscritos no orçamento para 2010), disse o ministro da Defesa helénico.
O Reino Unido, por sua vez, já cancelou este ano dezenas de exercícios só no Exército com o objectivo assumido de cortar custos. As poupanças, segundo o diário britânico The Times, levou os ingleses a retirarem-se de um grande exercício militar da NATO - e ameaça mesmo os níveis de preparação dos soldados a enviar para o Afeganistão.
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1559243
Defesa. EUA e os principais países europeus da NATO pediram para discutir nova estrutura de comandos em Lisboa. Portugal discorda
O quartel-general da NATO em Oeiras, que esteve para desaparecer no início da década, "muito dificilmente" conseguirá manter-se na nova estrutura de comandos da Aliança Atlântica, admitiram diferentes fontes ouvidas pelo DN.
O impacto - em prestígio, visibilidade, relevância e ganhos financeiros para o país de acolhimento - dessa decisão é suficiente para os diferentes Estados membros lutarem afincadamente por acolher ou manter um comando NATO no seu território. Portugal já passou por isso na segunda metade dos anos 1990 e no início desta década quando Oeiras chegou a desaparecer do mapa na fase inicial da reforma concluída em Praga (2002).
Os esforços político-diplomáticos - envolvendo o apoio incondicional ao aliado norte-americano na guerra do Iraque - e militares permitiram então o volte-face. Mas agora, com as enormes dificuldades financeiras da Aliança, "há um grande risco" de Oeiras acabar mesmo, admitiu o vice-almirante Reis Rodrigues ao DN. "É cada vez mais difícil, mas Portugal tem alguns argumentos a seu favor", acrescentou o ex-comandante do agora chamado Comando de Forças Conjuntas de Lisboa (JFCL, sigla em inglês) e vice-presidente da Comissão Portuguesa do Atlântico. Porém, a generalidade das outras fontes, ouvidas sob anonimato, é mais pessimista.
A pressão é tal que uma dezena de países - EUA, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Holanda, entre outros - escreveu ao secretário- -geral da Aliança "a dizer que queriam avançar já" com essa reestruturação na Cimeira de Lisboa, a 19 e 20 de Novembro deste ano.
Portugal discorda e por uma razão lógica: o debate só pode ser feito depois de conhecidas as orientações do conceito estratégico (a aprovar em Lisboa) e o subsequente nível de ambição. O Ministério da Defesa é taxativo: "Qualquer decisão sobre a revisão da actual estrutura de comandos só deverá ser tomada depois de aprovado o novo conceito estratégico."
Acresce que "o Comando de Oeiras é um dos menos pesados financeiramente para a Aliança e um dos mais flexíveis em termos operacionais, sendo também muito importante para a ligação da NATO com África", frisou o gabinete de Augusto Santos Silva ao DN, acrescentando: "O Comando de Oeiras enquadra-se plenamente na valorização da deployability [projecção das forças], tão importante na NATO actual."
Portugal colocou igualmente na mesa uma exigência, segundo duas das fontes: "Vamos rever tudo" - leia-se o comando estratégico nos EUA, dedicado à Transformação (ACT), sob comando do general francês Stephane Abrial.
A França também chefia o JFCL (com o general Philippe Stoltz) e" quer um comando [de nível regional, como o JFCL] no seu território", observou uma das fontes.
Há dias, uma responsável política da Aliança, Stefanie Babst, declarou em Lisboa que a "discussão [sobre os comandos] se realizará precisamente quando a cimeira estiver a decorrer". Mais, manter Oeiras implicará uma "luta muito dura" para Portugal, alertou.
Mas essa reestruturação só produz "benefícios financeiros a médio, longo prazo", lembrou uma fonte. Já "a redução de comités" políticos e militares - "ainda do tempo da Guerra Fria" - em Bruxelas "é que permite cortes já".
Outra fonte declarou: "A NATO vai reduzir de certeza absoluta. Mas ainda não se sabe como." A nível do pessoal, prevê-se passar dos actuais 13 500 efectivos para 7500.
posting.php?mode=reply&f=4&t=6486 (http://www.forumdefesa.com/forum/posting.php?mode=reply&f=4&t=6486)
E entregar a defesa aos privados? :lol: :lol:
A porta é boa ... dá é para um túnel sem luz ao fundo ...
Pelo que vi, a vida profissional da maioria dos praças é assim:
Cerveja;
Fumar;
Jogar às cartas;
Sentar quando doi as pernas;
Levantar quando doi o traseiro;
Sombra quando está calor;
Sol quando está frio.
E anda o Estado a pagar salários a milhares de praças.
:mrgreen:
Há tanto dinheiro desperdiçado neste país! TANTO!!! Não creio que sejam as FA a fonte do desperdicio.. Mas isto sou só eu!
Em boa verdade no estado em esta o exercito só vai para praça quem não sabe fazer nada fora da tropa. Era necessário uma formação profissional aliciante tanto para os praças como para as empresas os quererem nos seus quadros depois da vida militar.
Quem saiba montar e desmontar uma G3 não é propriamente o que o mercado de trabalho anda à procura.
Item: CHAPARRAL MISSILE Model: MIM-G National Stock Number: 1410012057186
Congressional Notification Sent: 3/29/2004 Quantity Allocated: 96 Unit Acquisition Value: 129924
Congressional Expiration: 4/28/2004 Quantity Accepted: 96 Total Acquisition Value: 12472704
Authorized to Supply: 5/6/2004 Quantity Rejected: 0 Unit Current Value: 26194.8
EDA Accepted: 6/26/2005 Total Quantity Delivered: 96 Total Current Value: 2514700.8
MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL
Gabinete do Ministro
Despacho n.º 9426/2010
Reconhecendo que o objectivo comum dos Estados membros da União
Europeia (UE) no âmbito da gestão de crises é o desenvolver das suas
capacidades militares;
Tendo como prioridade o desenvolvimento da capacidade de resposta
militar rápida da UE, tal como estabelecido na Estratégia de Segurança
Europeia, na qual a iniciativa dos Battlegroups (BG) da EU desempenha
um papel relevante;
Considerando que, para a edificação do BG em que a Espanha é a
Framework Nation (FN), e que estará em stand by no 2.º semestre de
2010 (desde 1 de Julho até 23 de Dezembro), foi estabelecido um acordo
técnico destinado a estabelecer as condições gerais do BG para o qual
contribuem Espanha, França e Portugal;
Considerando que a contribuição de Portugal se concretiza com a
participação de uma companhia de engenharia;
Considerando que este acordo técnico entra em vigor na data da sua
assinatura e cessará no final do período de stand by deste BG:
Aprovo a minuta do acordo técnico entre o Ministério da Defesa do
Reino de Espanha, o Ministério da Defesa da República Francesa e o
Ministério da Defesa da República de Portugal [sic] :roll: .
Pelo Ministério da Defesa do Reino de Espanha.
Royal Marines
(http://i602.photobucket.com/albums/tt104/vor033/Royal%20Marines/4d84c8a8.jpg)
(http://i602.photobucket.com/albums/tt104/vor033/Royal%20Marines/e93c3ad0.jpg)
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(http://i602.photobucket.com/albums/tt104/vor033/Royal%20Marines/ff511eb2.jpg)
Nosso? Aquela coisa a imitar o DPM Britânico? Deves estar a brincar.
(http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/05/3-dia-dos-paras-178-copy.jpg)
?
http://www.operacional.pt/23-de-maio-de ... em-tancos/ (http://www.operacional.pt/23-de-maio-de-2010-reencontro-em-tancos/)
Pessoalmente prefiro os da FAP que são baseados no padrão DPM que o Exército usa:
(http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2009/11/17-upf-e-c130-kabul-2009-copy.jpg)
Então aqui fica um sitio sobre padrões camuflados.
http://camo.henrikc.dk/index.asp
Pena o nosso estar tão desactualizado...
Imagens de um dos dois modelos em experiencia no Exército do EUA e relatorio sobre diversos padrões em uso.Citação de: "HSMW"Então aqui fica um sitio sobre padrões camuflados.http://camo.henrikc.dk/index.asp
Pena o nosso estar tão desactualizado...
Bom site, já agora, aquele que tá na parte de Portugal, foi o que foi utilizado na Guerra Colonial? É que eu tinha ideia que o que era usado na altura era o que os fuzos usavam até agora.
Este Decreto é para algumas unidades (explicadas no início) mas suponho que seja mais ou menos igual para todas as outras:O RGSUE não é para algumas unidades, é para todas as unidades do Exército. No entanto algumas das situações nele descritas, nomeadamente algumas escalas de serviço, actualmente não são exequiveis por falta de pessoal nas unidades.
http://dre.pt/pdf1sdip/1980/07/16700/17581798.pdf (http://dre.pt/pdf1sdip/1980/07/16700/17581798.pdf)
Limpeza -> artigo 55
Seis pelotões de militares foram destacados nas últimas horas para o combate aos fogos florestais. Um porta-voz do Estado-maior do Exército disse esta terça-feira à Lusa que os primeiros de cerca de 150 homens foram chamados na segunda-feira, ao fim da noite.
«Os primeiros homens foram chamados ao fim da noite de ontem [segunda feira]», tendo a Protecção Civil «solicitado mais quatro pelotões» durante a madrugada, referiu o tenente-coronel Hélder Perdigão.
Mais de 1200 bombeiros combatem 16 incêndios
O oficial precisou que «dois pelotões estão em Caminha, dois em Alcácer do Sal e os restantes em Viana do Castelo, em operações de rescaldo e apoio à Protecção Civil».
Os primeiros homens foram mobilizados para a zona entre Alcácer do Sal e Tróia, «ao fim da noite passada». Os militares foram chamados para um incêndio que deflagrou ao início da tarde de segunda-feira, e que se «encontra em fase de rescaldo», afirmou Hélder Perdigão.
Os militares mobilizados pertencem aos «Depósitos Gerais de Material do Exército, Escola Prática de Artilharia, Regimento de Transmissões do Porto, Regimento de Cavalaria de Braga, Unidades que estão mobilizadas em apoio da Protecção Civil», detalhou o porta-voz.
O Exército participa nos incêndios ao «abrigo do plano Lira», que visam sobretudo «operações de rescaldo», concluiu Hélder Perdigão.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/fogos ... -3210.html (http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/fogos-incendios-exercito-militares-bombeiros-tvi24/1180464-3210.html)
Segundo o blog PoADU o sistema CAESER irá estar cá até ao fim de 2010. Seria interessante se arranjassem fotos desse sistema em testes.Qual CAESAR? Este?
Citação de: "nelson38899"Segundo o blog PoADU o sistema CAESER irá estar cá até ao fim de 2010. Seria interessante se arranjassem fotos desse sistema em testes.Qual CAESAR? Este?
Deve ser, já que o Exército quer um sistema semelhante para a GAC da Brigada de Intervenção.
Citação de: "Cabeça de Martelo"Deve ser, já que o Exército quer um sistema semelhante para a GAC da Brigada de Intervenção.
Isso é verdade que o Exercito que adquirir este sistema ou algo semelhante?
Em que quantidades sabe responder?
Sabe se é somente este sistema que esta em testes? Ou existe outro em estudo?
Tanto o Caesar II ou o Archer são excelentes sistemas de artilharia.
pelo que sei o exercito quer substituir os 105 mm M2A1 (M101A1)
Sim, pelo que vi no http://www.areamilitar.net (http://www.areamilitar.net) os Obuses M114A1 de 155mmm, ja são bastante velhos, pouco modernos aproveitado somente o seu grande poder de fogo, contudo os Obuses 105mm L-118/L119 chegaram a Portugal em 1998 ainda relativamente modernas, contudo estes Obuses nao pertencem ao GAC da Brigada de Intervenção? No site da área militar diz que possuimos 18 Obuses L118/L119 e foram activados 12 M114A1, será este o numero a pensar adquirir destes Obuses em estudo?
Caro colega em vez de obus M577, não quer antes dizer M777 L/39?
Citação de: "nelson38899"
pelo que sei o exercito quer substituir os 105 mm M2A1 (M101A1)
Os 155mm M-114 da EPA e do RA5.
http://combustoes.blogspot.com/2010/07/demolicao-tecnocratica-das-forcas.html
"Pediram-me que visse um vídeo promocional encomendado pelo Exército. Siderei ao ouvir recitativo. Pois, de ora em diante, fique-se a saber que o Exército Português poderia ser uma "empresa", "produz segurança e defesa", "tem presença nacional e internacional", "aposta na qualidade e não na quantidade", tem "mais doutores, mestres, pós-graduados e diplomados", "marca presença em mais de vinte países", é "um exército socialmente responsável", ali os jovens entram para "ampliar os seus estudos no ensino secundário e no ensino superior", formando-os "académica e fisicamente", promovendo a "ciência e a investigação", realizando "acções cívicas" e até disponibilizando "centros de hipoterapia para crianças com necessidades especiais, levando entretenimento e cultura a diversos pontos do país". O ramerrão oferece a trágica evidência da rendição do exército a uma sociedade que dele se apartou, de um Estado que o reduziu a mero adereço e do triunfo de um certa ética de serviços que é a negação da natureza da instituição. Ali só pronuncia uma vez, a custo, a palavra "pátria", não se exalta a independência, o orgulho nacional e a história. É triste que o espírito da "rentabilização do inútil", tão cara à publicidade das autarquias, entre pela porta larga de uma nobre instituição que devia ser, in extremis, o garante da liberdade nacional. Mais não digo, mas se me permitem o desabafo, só falta abolir a farda, encomendar uns casaquinhos e umas gravatas e colocá-los a todos atrás de balcões e guichés a "prestar serviços"."
Mais ainda, acredito que hajam pessoas bem mais patrióticas fora das Forças Armadas do que dentro delas. Deixa de pagar e dar garantias e benefícios aos militares ,e logo vês quantos deles ficam a servir apenas pagos com "pátria e orgulho". Cada um serve o país como pode ou quer. A trabalhar nos mais diversos empregos e a pagar impostos.Ora nem mais!... c34x
Mas qual o problema?
Toda a gente sabe que qualquer ramo de qualquer força armada de qualquer país comporta-se como uma empresa. Onde é que há dúvidas nisso? É uma entidade empregadora, precisa de dinheiro e precisa de rentabilização de recursos, precisa de marketing, precisa de gestão de recursos (materiais, financeiros, humanos). Trás qualificação e profissionalização de pessoas (senão porque raio iam as pessoas em RC se não fosse por isso?!?! havia de ser bonito se ser militar em RC não trouxesse nada para quem lá vai), etc, etc etc e tudo mais que foi falado.
Isso da pátria é algo bonito de se dizer, mas em termos factuais (ao que parece que se resume o vídeo) não é importante no sentido que a palavra "pátria" é algo que se sente. É algo, que vos diga, pessoal. Porque, que eu saiba, não se faz nada nem no Exército nem em lado nenhum na admissão de pessoal que comprove o "espírito patriótico" das pessoas que vão servir.
Mais ainda, acredito que hajam pessoas bem mais patrióticas fora das Forças Armadas do que dentro delas. Deixa de pagar e dar garantias e benefícios aos militares ,e logo vês quantos deles ficam a servir apenas pagos com "pátria e orgulho". Cada um serve o país como pode ou quer. A trabalhar nos mais diversos empregos e a pagar impostos.
A diferença da maioria das outras profissões é que supostamente o militar está 24h/24h ao serviço da pátria e dá a sua vida por ela em caso de conflitos armados. Mas isso há muitas outras profissões com risco de vida considerável (e que morrem mais nessas profissões do que militares) e que estão disponíveis 24h/24h, e ainda assim há pessoas lá a trabalhar e não são militares.
É assim tão ofensivo dizer que o Exército é uma instituição empregadora e comparável a muitas empresas? Está bem que é uma instituição muito própria e que merece uma atenção especial, mas vá lá, não é nada de ofensivo!
Tenho apreço por quem me defende, quem garante a minha segurança, quem cuida da minha saúde, quem me vem arranjar a canalização de casa, quem me salva de um incêndio, quem me produz todos os bens que tenho em casa e gosto de usufruir, quem me serve quando vou a uma loja ou restaurante, quem me varre a rua... Cada um é patriótico à sua maneira e hoje em dia acredito que isso de "patriótico" não é palavra de ordem para quem vai para as Forças Armadas. A palavra de ordem é "arranjar emprego", isso garanto-te e vê-se cada vez mais sobretudo nas reportagens que têm feito.
Se calhar é mais fixe dizer que quem está lá, está por amor à camisola e porque espera vir a combater pelo seu país e a morrer por ele. Mas isso não impressiona quem paga impostos, AKA quem sustenta as Forças Armadas. É bom para meter num vídeo de recrutamento. Agora para falar da instituição em si com alvo ao público em geral...
Sejamos realistas.
http://combustoes.blogspot.com/2010/07/demolicao-tecnocratica-das-forcas.htmlÉ o sinal dos tempos meu caro Sertório. Agora tens que ser pós-moderno: tudo é relativizável.
"Pediram-me que visse um vídeo promocional encomendado pelo Exército. Siderei ao ouvir recitativo. Pois, de ora em diante, fique-se a saber que o Exército Português poderia ser uma "empresa", "produz segurança e defesa", "tem presença nacional e internacional", "aposta na qualidade e não na quantidade", tem "mais doutores, mestres, pós-graduados e diplomados", "marca presença em mais de vinte países", é "um exército socialmente responsável", ali os jovens entram para "ampliar os seus estudos no ensino secundário e no ensino superior", formando-os "académica e fisicamente", promovendo a "ciência e a investigação", realizando "acções cívicas" e até disponibilizando "centros de hipoterapia para crianças com necessidades especiais, levando entretenimento e cultura a diversos pontos do país". O ramerrão oferece a trágica evidência da rendição do exército a uma sociedade que dele se apartou, de um Estado que o reduziu a mero adereço e do triunfo de um certa ética de serviços que é a negação da natureza da instituição. Ali só pronuncia uma vez, a custo, a palavra "pátria", não se exalta a independência, o orgulho nacional e a história. É triste que o espírito da "rentabilização do inútil", tão cara à publicidade das autarquias, entre pela porta larga de uma nobre instituição que devia ser, in extremis, o garante da liberdade nacional. Mais não digo, mas se me permitem o desabafo, só falta abolir a farda, encomendar uns casaquinhos e umas gravatas e colocá-los a todos atrás de balcões e guichés a "prestar serviços"."
Agora o Exército ser encarado como uma empresa que necessita de gestão?
Agora há os que vão por amor à pátria e os que vão para arranjar emprego. "Same sh*t, different day", diziam os outros.Sim e qual é a novidade para esta discussão? ... :roll:! O Exército tem um orçamento para cumprir, sem um minimo de gestão havia de ser bonito com o tribunal de contas à perna.
A menos que queiram incutir agora um barómetro para "Amor à Pátria" e que quem não cumprir o mínimo não entra. E possivelmente seria tão fácil de ludibriar como são os psicotécnicos para alguém minimamente esperto. Basta meterem a resposta que eles querem ouvir.
Até mesmo antigamente muitos eram soldados ou por obrigação (recrutavam-se sempre pelo menos um filho em cada família, etc), ou porque tinham certas regalias e poderes, ou porque lhes prometiam terras e riquezas. Amor à Pátria, claro!
Havia de ser bonito Forças Armadas sem RC, ou RC sem regalias e pelo menos a possibilidade de lhes dar formação profissional que não seja disparar armas e lançar granadas. Ainda bem que não é só isso. E ainda bem que, quando sairem do Exército, poderão aplicar os conhecimentos adquiridos em prol do país noutras profissões no civil.Sou contra o fim do SMO. Nem percebo porque com SMO o cidadão não pode igualmente sair mais valorizado para a sociedade civil. Houvesse vontade, dinheiro e imaginação.
Por isso é que acho que o Exército português está a lés de muitas forças armadas estrangeiras, que aprenderam que militares satisfeitos têm muito melhor rendimento e têm muito mais amor ao seu país e muito mais garra se forem bem tratados com um minímo de condições e respeito pela sua vida pessoal.Mas com base em quê afirmas que o "Exército Português" ainda não apreendeu a importância da satisfação dos seus militares?
Alguém neste sacana deste fórum sabe o que é uma INSTITUIÇÃO? Alguém consegue perceber o que isso significa?
Instituições são organizações ou mecanismos sociais que controlam o funcionamento da sociedade e, por conseguinte, dos indivíduos, mostram-se de interesse social, uma vez que reflectem experiências quantitativas e qualitativas dos processos socioeconómicos. Organizadas sob o escopo de regras e normas, visam à ordenação das interacções entre os indivíduos e entre estes e suas respectivas formas organizacionais.
Alguém neste sacana deste fórum sabe o que é uma INSTITUIÇÃO? Alguém consegue perceber o que isso significa?
Alguém consegue falar do que quer que seja (exército incluido) sem que seja a olhar para o seu umbigo? Alguém consegue entender o quer quer que seja sem ser na perspectiva do INDIVIDUO? .. de SI? ... de MIM?
Trabalho e formação
Empregadores
Marinha de Guerra PortuguesaOutubro de 2008 - Presente
Almada, Portugal
... um simples GRumete FZ que pouco faz... loool
Transfers of major conventional weapons: sorted by supplier. Deals with deliveries or orders made for year range 1990 to 2009
Note: The ‘No. delivered/produced’ and the ‘Year(s) of deliveries’ columns refer to all deliveries since the beginning of the contract. Deals in which the recipient was involved in the production of the weapon system are listed separately. The ‘Comments’ column includes publicly reported information on the value of the deal. Information on the sources and methods used in the collection of the data, and explanations of the conventions, abbreviations and acronyms, can be found at URL <http://www.sipri.org/contents/armstrad/at_data.html>. The SIPRI Arms Transfers Database is continuously updated as new information becomes available.
Source: SIPRI Arms Transfers Database
Information generated: 01 August 2010
Supplier/ Year Year(s) No.
recipient (R) No. Weapon Weapon of order/ of delivered/
or licenser (L) ordered designation description licence deliveries produced Comments
Austria
L: Portugal 260 Pandur-2 APC 2005 2007-2009 (148) EUR365 m ($480 m) deal (incl EUR21 m for spare parts; offsets 150% in 9 years incl assembly of 219 in Portugal); incl ambulance, ARV, CP and anti-tank and 30 IFV version; delivery 2007-2010
Canada
R: Portugal 3 SQS-510 ASW sonar (1988) 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco Da Gama) frigates from FRG
4 SQS-510 ASW sonar (1991) 1992-1993 (4) For modernization of 4 Joao Belo frigates
24 PW-100 Turboprop/turboshaft 2006 2008-2009 (16) For 12 C-295 transport and MP aircraft from Spain; PW-127 version
Finland
R: Portugal 4 W-12 Diesel engine (SH) 2002 2009 4 For 2 Do Castelo OPV produced in Portugal
France
R: Portugal 3 100mm M-68 CAD Naval gun (1986) 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG
55 MILAN Anti-tank missile 1999 1999 55 Designation uncertain
(19) VBL Reconnaissance AV (1999) 1999-2001 19
L: Portugal 18 TB-30 Epsilon Trainer aircraft 1987 1989-1990 (18) $17 m deal; assembled from kits in Portugal
Germany (FRG)
R: Portugal 3 MEKO-200 Frigate 1986 1991 3 $700 m deal (60% financed by NATO and FRG 'Verteidigungshilfe' and 'Rstungssonderhilfe' aid); Portugese designation Vasco Da Gama
(700) MILAN Anti-tank missile (1988) 1989-1990 (700) MILAN-2 version; partly financed by NATO
10 Alpha Jet Trainer/combat ac 1990 1990 10 Ex-FRG
45 Alpha Jet Trainer/combat ac 1993 1993 (45) Ex-FRG; 5 more for spares only; aid
50 M-113 APC 1993 1994 50 Ex-FRG; M-113A1 version; 'CFE Cascade' programme
2 Type-214 Submarine 2004 EUR846 m deal (offsets 100%); Type-209PN version; option on 1 more; delivery 2010-2011
Israel
R: Portugal 33 CARDOM 120mm Mortar 2006 2008-2009 (15) For Pandur-2 APC from Austria
3 EL/M-2022 MP aircraft radar 2006 EL/M-2022A(V)3 version; for 3 C-295MPA MP aircraft from Spain
(300) Spike-MR/LR Anti-tank missile 2006 2008-2009 (200) For Pandur-2 IFV
30 UT-25/UT-30 IFV turret 2006 2008-2009 (20) Part of $32 m deal; UT-30 version; for Pandur-2 IFV from Austria
Italy
R: Portugal 12 EH-101-400 Helicopter 2002 2004-2006 (12) $287-315 m deal (incl 2 financed by EU for fishery protection); incl for SAR and CSAR
. . Black Shark AS/ASW torpedo 2005 EUR47 m ($62 m) deal; for Type-214 (Type-209PN) submarines
Netherlands
R: Portugal 3 DA-08 Air search radar 1986 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG
3 MW-08 Air search radar (1986) 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG
6 STIR Fire control radar (1986) 1991 6 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG; incl for use with Seasparrow SAM
104 M-113 APC 1991 1993 (103) Ex-Dutch; M-113A2 version; 'CFE Cascade' programme
28 YP-408 APC 1991 1992 (28) Ex-Dutch; 'CFE Cascade' programme
3 P-3C Orion Update-2.5 ASW aircraft 2004 2006 (3) Ex-Dutch; part of EUR70 m or EUR223 m ($85 m or $265 m) deal
2 P-3CUP Orion ASW aircraft 2004 2006 2 Ex-Dutch P-3C sold to Portugal while being modernized to P-3CUP in USA for Netherlands; part of EUR70 m or EUR223 m ($85 m or $265 m) deal
2 Doorman Frigate 2006 2009 1 Ex-Dutch; EUR240 m deal; delivery 2009-2010
37 Leopard-2A5 Tank 2007 2008-2009 (37) Ex-Dutch; EUR78 m deal; Leopard-2A6 version
1 Leopard-2 Training Training tank 2008 2008 1 Ex-Dutch; part of EUR78 m deal
Spain
R: Portugal 2 C-212MP Aviocar MP aircraft 1993 1994 2 $20 m deal (incl 50% financed by EU for fishery patrol); C-212-300 Patrullero version
1 S763-LANZA Air search radar 2004 2008 1 EUR18 m ($22 m) deal; option on 3 more
9 C-295 Transport aircraft 2006 2008-2009 (8) Part of EUR270 m deal; delivery 2008-2010
3 C-295MPA ASW aircraft 2006 Part of EUR270 m deal; delivery 2010
UK
R: Portugal 2 Watchman Air search radar 1988 1989-1990 (2) Deal worth $9 m incl 2 AN/TPS-44 radars; financed by NATO
5 Super Lynx-100 ASW Helicopter 1990 1993 5 $81 m deal (offsets 25%); incl 2 ex-UK Lynx rebuild to Super Lynx; Lynx Mk-95 version; option on 3 more not used
1 Rover Oiler 1993 1993 1 Ex-UK; Portugese designation Berrio Class
1 Watchman Air search radar 1993 1995 (1) Financed by NATO
21 L-118 105mm Towed gun 1997 1998-1999 (21)
36 RTM-322 Turboshaft 2002 2004-2006 (36) For 12 EH-101 helicopters from Italy
260 ISC-350 Diesel engine (AV) 2005 2007-2009 (188) For 260 Pandur-2 APC from Austria
USA
R: Portugal 3 HR-3000 HADR Air search radar 1985 1988-1990 (3) Part of NATO 'NADGE' air survaillance network
(48) AIM-7M Sparrow BVRAAM 1986 1991 (48) For MEKO-200 (Da Gama) frigates; RIM-7M Sea Sparrow (SAM) version
3 Mk-15 Phalanx CIWS 1986 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG; Phalanx Mk-15 Mod-11 version
(48) RGM-84 Harpoon Anti-ship missile 1986 1991 (48) For MEKO-200 (Vasco Da Gama) frigates
2 AN/TPS-44 Air search radar 1988 1989-1990 (2) Deal worth $9 m incl 1 Watchman radar; financed by NATO
6 LM-2500 Gas turbine (SH) (1988) 1991 6 For 3 MEKO-200 (Da Gama) frigates from FRG
2 AN/MPQ-54 Air search radar 1989 1990-1991 2
(72) Mk-46 ASW torpedo (1989) 1991-1995 (72) For MEKO-200 (Vasco Da Gama) and 3 modernized Riviere (Belo) frigates; Mk-46 Mod-5 version
5 AN/AQS-18 Dipping sonar 1990 1993 5 For 5 Super Lynx helicopters from UK
20 F-16A FGA aircraft 1990 1994 20 'Peace Atlantis' deal; incl 3 F-16B
5 RDR-1500 MP aircraft radar 1990 1993 5 For 5 Super Lynx helicopters from UK
(25) AGM-65 Maverick ASM 1991 1991 (25)
1 C-130H-30 Hercules Transport aircraft 1991 1991 1
80 M-60A3 Patton-2 Tank 1991 1993 80 Ex-US; 'CFE Cascade' aid
2 AN/APS-128 MP aircraft radar 1993 1994 2 For 2 C-212-200MPA MP aircraft delivered from Spain
(13) M-60A3 Patton-2 Tank 1994 1995-1996 13 Ex-US; 'CFE Cascade' aid
(30) FIM-92 Stinger Portable SAM (1995) 1996 (30)
(34) M-113 APC (1995) 1996-2000 34 Ex-US; M-577A2 CP version; no. could be 47
21 M-578 ARV 1995 1996 (21) Ex-US; aid
(30) M-30 107mm Mortar (1996) 1996-1997 (30) Ex-US; aid
14 M-109A5 155mm Self-propelled gun (1997) 2001 14 $29 m deal
(8) M-578 ARV 1997 1998 (8) Ex-US; aid
3 M-728 AEV 1997 1998 (3) Ex-US; aid
8 M-106 Self-propelled mortar (1998) 2000 8 Ex-US; aid; M-106A2 version
12 AIM-120C AMRAAM BVRAAM (2002) 2005-2006 (12)
(96) MIM-72C Chaparral SAM (2004) 2006 96 Ex-US; aid; MIM-72G version
(200) Paveway Guided bomb (2007) 2009 (100)
(14) Litening Aircraft El/Op system 2008 2008-2009 (14) Litening-AT version
L: Portugal 20 F-16C FGA aircraft 1998 2003-2009 (13) $268 m 'Peace Atlantis-2' deal (incl aircraft as aid; 5 more for spares); ex-US F-16OCU rebuilt to F-16AM (F-16C) in Portugal with US kits; incl 4 F-16B
Lázaro se o Exército e restantes ramos estivessem minimamente preocupados com os seus militares contratados havia contractos de longa duração e um quadro permamente para praças. Puderá não ser assim tão fácil na prática, mas deveria ser assim.Isso não é necessariamente inerente, de per se, ao ser humano. Assim nunca seriamos gregários. Já acampaste? Porque será que instintivamente procuramos ligações com os nossos vizinhos campistas? Porquê?CitarAlguém neste sacana deste fórum sabe o que é uma INSTITUIÇÃO? Alguém consegue perceber o que isso significa?
Alguém consegue falar do que quer que seja (exército incluido) sem que seja a olhar para o seu umbigo? Alguém consegue entender o quer quer que seja sem ser na perspectiva do INDIVIDUO? .. de SI? ... de MIM?
A resposta é não, cada um vê as coisas na sua perspectiva, isso é inerente ao ser humano.
Com comentários destes retirado de uma rede social, em que os própio soldado ou grumete neste caso, faz sobre a sua própia profissão, querem granjear o sentimento de respeito da população civilPortanto o respeito da população civil deve estar sustentado pela opinião de uma Praça da Marinha (FZ, por sinal, fazendo fé nessa sacrossanta rede social)?CitarTrabalho e formação
Empregadores
Marinha de Guerra PortuguesaOutubro de 2008 - Presente
Almada, Portugal
... um simples GRumete FZ que pouco faz... loool
Bom já responderam algumas das questões que me foram colocadas.Estás a falar de quê? O Exército que na história moderna teve as derrotas mais clamorosas? (I GM; IIGM (perda soberania nacional); Indochina (Dien Bien Phu, etc,); Argélia (+ revolta militar). Dispenso o provincianismo tuga de que os estrangeiros fazem coisas melhores. Duas Guerras Mundiais provaram a "competência" e "brilhantismo" dos políticos e militares Alemães, Ingleses, Franceses, Italianos ...
No que me baseio para dizer que o "Exército Português não aprendeu a importância da satisfação dos seus militares"?
Tenho estado em contacto directo com militares em França tanto da L'armée de Terre (Exército) como da L'armée de L'air (Força Aérea). Até fico espantada com certas coisas que eles fazem de forma a tornar os seus militares mais contentes pessoalmente e profissionalmente.
Com o que vejo cá.......... tão aquém!
O vídeo de que estávamos a falar era um vídeo que mostrava a parte útil como instituição que o Exército é para a sociedade. Possa, o que há de errado nisso?Percebes tudo rápidamente. Boa. Quantos militares portugueses conheces por dia para te tornares numa fonte fidedigna?
É realmente necessário andar a fazer sermão sobre Pátria para explicar à população geral números, factos e estatísticas?
Eu a cada dia que passa vejo cada vez mais militares desmoralizados. Tirando os da recruta, oh esses dizem maravilha... e eu pergunto "Há quanto tempo estás no Exército?" e lá me dizem "Dois meses", "Comecei agora a recruta", etc, e aí eu percebo logo.
Devem achar que eu gosto de saber que o meu país está a ser defendido maioritariamente (pelo menos no que toca ao Exército) por militares - ao que parece!? - desmoralizados e nem sequer estamos em guerra. Já pensaram nisso?Ainda assim continuo a não perceber o que os teus argumento têm a ver com o video ... e com os meus comentários...
Já pensaram no que é olhar para certas situações e saber que muitos militares que entram no Exército, entram com a pré-ideia que nunca vão ter que disparar uma arma a não ser contra bonecos? Que nunca vão por a sua vida em risco? "Guerra? Isso Portugal não se mete nisso, ninguém nos ataca, quero lá saber disso, vou só ganhar o meu ao fim do mês que isto anda mal". Então e se por acaso acontecesse...? Tenho que pressupor que muitos largariam armas e fugiriam? Espero bem que não...
PS: E sim, já sei que estou errada, que sei pouco.... podem dizer isso à vontade. Eu falo do que vejo e ouço falar directamente de quem sabe, portanto não posso ser assim tão ignorante... tenho direito a formar a minha opinião. Caso queiram contra-argumentar, estão mais do que à vontade para explicar-me!Não te vou explicar nada, especialmente porque já assumiste que não és ignorante, que vês bastante bem e ouves ainda melhor e tens o direito a formar a tua opinião, ... à semelhança do Tino de Rans ... e do ACADO (Bryan Ferreira), claro.
Em 03 de Julho de 2010, chegaram os militares portugueses pertencentes ao Módulo de Formação CAE1, ao Campo de Bihanga no Uganda, tendo em vista ao início da participação do Exército Português no âmbito da missão EUTM - Somália.http://www.emgfa.pt/pt/noticias/192 (http://www.emgfa.pt/pt/noticias/192)
CitarTransfers of major conventional weapons: sorted by supplier. Deals with deliveries or orders made for year range 1990 to 2009
Citação de: "nelson38899"CitarTransfers of major conventional weapons: sorted by supplier. Deals with deliveries or orders made for year range 1990 to 2009
Aproveito a ocasião para felicitar o nelson38899 por este "achado"...e que afinal há coisas que não são assim tão secretas ...
Transfers of major conventional weapons: sorted by supplier. Deals with deliveries or orders made for year range 1950 to 2009
Note: The ‘No. delivered/produced’ and the ‘Year(s) of deliveries’ columns refer to all deliveries since the beginning of the contract. Deals in which the recipient was involved in the production of the weapon system are listed separately. The ‘Comments’ column includes publicly reported information on the value of the deal. Information on the sources and methods used in the collection of the data, and explanations of the conventions, abbreviations and acronyms, can be found at URL <http://www.sipri.org/contents/armstrad/at_data.html>. The SIPRI Arms Transfers Database is continuously updated as new information becomes available.
Source: SIPRI Arms Transfers Database
Information generated: 02 August 2010
Supplier/ Year Year(s) No.
recipient (R) No. Weapon Weapon of order/ of delivered/
or licenser (L) ordered designation description licence deliveries produced Comments
Austria
L: Portugal 260 Pandur-2 APC 2005 2007-2009 (148) EUR365 m ($480 m) deal (incl EUR21 m for spare parts; offsets 150% in 9 years incl assembly of 219 in Portugal); incl ambulance, ARV, CP and anti-tank and 30 IFV version; delivery 2007-2010
Belgium
R: Portugal 3 T-33A T-Bird Trainer aircraft (1979) 1979 3 Ex-Belgian
Canada
R: Portugal 1 Bangor Minesweeper 1950 1950 1 Ex-Canadian; Portugese designation Lacerda; for use as survey ship
(40) Kangaroo APC 1954 1954 (40) Ex-Canadian
(50) M-4 Sherman Tank 1954 1954 (50) Ex-Canadian
5 T-33A T-Bird Trainer aircraft (1960) 1961 (5) Ex-Canadian; T-33 Mk-3/T-33A-N version
3 SQS-510 ASW sonar (1988) 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco Da Gama) frigates from FRG
4 SQS-510 ASW sonar (1991) 1992-1993 (4) For modernization of 4 Joao Belo frigates
24 PW-100 Turboprop/turboshaft 2006 2008-2009 (16) For 12 C-295 transport and MP aircraft from Spain; PW-127 version
Finland
R: Portugal 4 W-12 Diesel engine (SH) 2002 2009 4 For 2 Do Castelo OPV produced in Portugal
France
R: Portugal 7 SA-313B Alouette-2 Light helicopter 1956 1957 7
(21) EBR-75 Armoured car (1957) 1958-1959 (21)
13 Ju-52/3m Transport aircraft 1960 1961 13 Ex-French
6 Noratlas N-2501 Transport aircraft (1960) 1961 6
6 Noratlas N-2501 Transport aircraft 1960 1960 6 Possibly ex-French
(360) SS-11/AS-11 Anti-tank missile (1960) 1961-1962 (360) Deal incl also 36 launchers
(40) T-6 Texan Trainer aircraft (1960) 1961-1962 (40) Ex-French
80 SA-316B Alouette-3 Light helicopter 1962 1963-1970 (80)
4 Commandant Riviere Frigate 1964 1967-1969 4 Portugese designation Belo Class
4 Daphne Submarine 1964 1967-1969 4 Portugese designation Albacora Class
(50) AML-60/90 Armoured car (1965) 1966-1968 (50) AML-60 and possibly AML-90 version
(30) EBR-TT APC (1965) 1965 (30) Ex-French (but probably not much used)
(48) E-14 AS torpedo (1966) 1967-1969 (48) For 4 Daphne Class submarines
(96) L-3 ASW torpedo (1966) 1967-1969 (96) For 4 Daphne (Albacora) Class submarines and 4 Riviere (Belo) Class frigates
(12) SA-330 Puma Helicopter (1968) 1969 (12)
6 M-3 VTT APC (1970) 1970 6
99 SA-316B Alouette-3 Light helicopter (1970) 1970-1975 (99)
4 100mm M-68 CAD Naval gun (1972) 1974-1975 4 For 4 modified Coutinho (De Andrada) frigates from Spain
4 TRS-3220 Pollux Fire control radar (1972) 1974-1975 4 For 4 modified Coutinho (De Andrada) Class delivered from Spain; for use with 100mm gun
32 Cessna-337/O-2 Light aircraft (1973) 1974-1976 (32) FTB-337G version; incl 16 Milirole armed version
1 SA-330 Puma Helicopter (1975) 1975 1
18 VBL Reconnaissance AV (1984) 1986 (18)
3 100mm M-68 CAD Naval gun (1986) 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG
55 MILAN Anti-tank missile 1999 1999 55 Designation uncertain
(19) VBL Reconnaissance AV (1999) 1999-2001 19
L: Portugal 8 Le Fougueux Patrol craft (1954) 1954-1958 8 5 produced in Portugal; financed by US 'MDAP Offshore Procurement Programme' aid; Portugese designation Funchal
2 EDIC Landing craft (1968) 1969-1970 2 Portugese designation Bombarda
1 EDIC Landing craft (1984) 1985 1 Portugese designation Bombarda
18 TB-30 Epsilon Trainer aircraft 1987 1989-1990 (18) $17 m deal; assembled from kits in Portugal
Germany (FRG)
R: Portugal 40 Do-27 Light aircraft 1960 1961-1962 (40) Do-27A-4 version
(113) Do-27 Light aircraft (1960) 1961-1965 (113) Ex-FRG; Do-27A-4 version
10 Skeeter-7 Light helicopter (1964) 1964 (10) Ex-FRG
40 G-91R-3 FGA aircraft (1965) 1966 40 Ex-FRG (but only few years old)
18 Noratlas N-2501 Transport aircraft 1965 1966-1970 (18) Ex-FRG
(40) T-6 Texan Trainer aircraft (1965) 1965-1966 (40) Ex-FRG
3 Coutinho Frigate 1968 1970 3 Part of deal incl 3 delivered from Spain
(15) F-86F Sabre Fighter aircraft 1970 1970 (15) Ex-FRG; 35 more delivered for spares only
14 G-91R-3 FGA aircraft 1976 1976 14 Ex-FRG; aid
6 G-91T Trainer aircraft 1976 1976 6 Ex-FRG; aid
18 M-48A2 Patton Tank 1977 1978 18 Ex-FRG; aid
(15) G-91R-3 FGA aircraft 1980 1980 (15) Ex-FRG; aid; some more delivered for spares only
(30) G-91R-3 FGA aircraft (1981) 1982 (30) Ex-FRG; aid; some more delivered for spares only or for use as decoy
5 G-91T Trainer aircraft (1981) 1981 5 Ex-FRG; aid
(10) G-91T Trainer aircraft (1982) 1982 (10) Ex-FRG ; aid; some more delivered for spares only
12 Condor APC 1984 1984 12
12 SA-313B Alouette-2 Light helicopter (1984) 1984 12 Ex-FRG
3 MEKO-200 Frigate 1986 1991 3 $700 m deal (60% financed by NATO and FRG 'Verteidigungshilfe' and 'Rstungssonderhilfe' aid); Portugese designation Vasco Da Gama
(700) MILAN Anti-tank missile (1988) 1989-1990 (700) MILAN-2 version; partly financed by NATO
10 Alpha Jet Trainer/combat ac 1990 1990 10 Ex-FRG
45 Alpha Jet Trainer/combat ac 1993 1993 (45) Ex-FRG; 5 more for spares only; aid
50 M-113 APC 1993 1994 50 Ex-FRG; M-113A1 version; 'CFE Cascade' programme
2 Type-214 Submarine 2004 EUR846 m deal (offsets 100%); Type-209PN version; option on 1 more; delivery 2010-2011
Israel
R: Portugal 33 CARDOM 120mm Mortar 2006 2008-2009 (15) For Pandur-2 APC from Austria
3 EL/M-2022 MP aircraft radar 2006 EL/M-2022A(V)3 version; for 3 C-295MPA MP aircraft from Spain
(300) Spike-MR/LR Anti-tank missile 2006 2008-2009 (200) For Pandur-2 IFV
30 UT-25/UT-30 IFV turret 2006 2008-2009 (20) Part of $32 m deal; UT-30 version; for Pandur-2 IFV from Austria
Italy
R: Portugal 1 Escobar Frigate 1954 1957 1 Financed by NATO
(24) Model-56 105mm Towed gun (1970) 1971 (24)
12 EH-101-400 Helicopter 2002 2004-2006 (12) $287-315 m deal (incl 2 financed by EU for fishery protection); incl for SAR and CSAR
(24) Black Shark AS/ASW torpedo 2005 EUR47 m ($62 m) deal; for Type-214 (Type-209PN) submarines
Netherlands
R: Portugal (10) F-84 Thunderjet FGA aircraft 1953 1954 (10) Ex-Dutch (but only maximum few years old); F-84E version
18 PV-2 Harpoon MP aircraft (1954) 1954 18 Ex-Dutch
12 P-2E Neptune ASW aircraft (1961) 1961-1962 (12) Ex-Dutch
3 DA-08 Air search radar 1986 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG
3 MW-08 Air search radar (1986) 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG
6 STIR Fire control radar (1986) 1991 6 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG; incl for use with Seasparrow SAM
104 M-113 APC 1991 1993 (103) Ex-Dutch; M-113A2 version; 'CFE Cascade' programme
28 YP-408 APC 1991 1992 (28) Ex-Dutch; 'CFE Cascade' programme
3 P-3C Orion Update-2.5 ASW aircraft 2004 2006 (3) Ex-Dutch; part of EUR70 m or EUR223 m ($85 m or $265 m) deal
2 P-3CUP Orion ASW aircraft 2004 2006 2 Ex-Dutch P-3C sold to Portugal while being modernized to P-3CUP in USA for Netherlands; part of EUR70 m or EUR223 m ($85 m or $265 m) deal
2 Doorman Frigate 2006 2009 1 Ex-Dutch; EUR240 m deal; delivery 2009-2010
37 Leopard-2A5 Tank 2007 2008-2009 (37) Ex-Dutch; EUR78 m deal; Leopard-2A6 version
1 Leopard-2 Training Training tank 2008 2008 1 Ex-Dutch; part of EUR78 m deal
Norway
R: Portugal 2 Ju-52/3m Transport aircraft 1950 1950 2 Ex-Norwegian
South Africa
R: Portugal 1 Flower Corvette 1959 1959 1 Second-hand; for use as survey ship; Portugese designation Araujo
(59) T-6 Texan Trainer aircraft (1970) 1970-1973 (59) Ex-South African
Spain
R: Portugal 3 Coutinho Frigate 1968 1970-1971 3 Part of deal incl 3 delivered from FRG
4 Coutinho Frigate 1972 1974-1975 4 Originally ordered by South Africa; modified version; Portugese designation De Andrade
(24) C-212 Aviocar Transport aircraft 1973 1974-1976 (24) C-212-100 version; incl 4 C-212B aerial survey and 1 C-212E navigation training version
(10) M-74 ARV (1980) 1980 (10) Ex-Spanish
2 C-212MP Aviocar MP aircraft 1993 1994 2 $20 m deal (incl 50% financed by EU for fishery patrol); C-212-300 Patrullero version
1 S763-LANZA Air search radar 2004 2008 1 EUR18 m ($22 m) deal; option on 3 more
9 C-295 Transport aircraft 2006 2008-2009 (8) Part of EUR270 m deal; delivery 2008-2010
3 C-295MPA ASW aircraft 2006 Part of EUR270 m deal; delivery 2010
Sweden
R: Portugal 6 375mm Quad ASW MRL (1962) 1966-1968 (6) For 3 Dealy (Da Silva) Class frigates
UK
R: Portugal 2 Vampire T-55 Trainer aircraft (1951) 1951 2
15 T-6 Texan Trainer aircraft 1956 1956 15 Ex-UK; aid; Harvard-3 version
2 Bay Frigate 1959 1959 2 Ex-UK; Portuguese designation Cabral Class
2 Bay Frigate 1961 1961 2 Ex-UK; Portugese designation Cabral Class
(30) FV-601 Saladin Armoured car (1964) 1965 (30)
4 AWS-2 Air search radar (1972) 1974-1975 4 For 4 modified Coutinho (De Andrada) from Spain
(60) Blowpipe Portable SAM (1982) 1983 (60)
2 Watchman Air search radar 1988 1989-1990 (2) Deal worth $9 m incl 2 AN/TPS-44 radars; financed by NATO
5 Super Lynx-100 ASW Helicopter 1990 1993 5 $81 m deal (offsets 25%); incl 2 ex-UK Lynx rebuild to Super Lynx; Lynx Mk-95 version; option on 3 more not used
1 Rover Oiler 1993 1993 1 Ex-UK; Portugese designation Berrio Class
1 Watchman Air search radar 1993 1995 (1) Financed by NATO
21 L-118 105mm Towed gun 1997 1998-1999 (21)
36 RTM-322 Turboshaft 2002 2004-2006 (36) For 12 EH-101 helicopters from Italy
260 ISC-350 Diesel engine (AV) 2005 2007-2009 (188) For 260 Pandur-2 APC from Austria
L: Portugal 76 DHC-1 Chipmunk Trainer aircraft (1954) 1955-1960 (76) 66 assembled/produced in Portugal; Chipmunk T-20 version
4 Ton Minesweeper 1954 1955-1956 (4) Incl 2 financed by US 'MDAP Offshore Procurement Programme' aid
USA
R: Portugal 5 B-17G Fortress Bomber aircraft 1949 1950 5 Ex-US; SB-17G SAR version
50 P-47D Thunderbolt FGA aircraft (1950) 1951-1952 50 Ex-US
(61) T-6 Texan Trainer aircraft (1950) 1951-1956 (61) Ex-US
8 Adjutant Minesweeper 1951 1953-1955 8 'MDAP' aid; Portugese designation Ponte Delgada
(109) F-84 Thunderjet FGA aircraft (1951) 1952-1955 (109) Incl ex-US (but maximum only few years old); 'MDAP' aid; F-84G version
(85) M-47 Patton Tank (1952) 1953 (85) Possibly ex-US (but maximum only few years old); aid
3 S-55/H-19 Chickasaw Helicopter 1952 1952 (3) Ex-US; aid
(16) T-33A T-Bird Trainer aircraft (1952) 1953 16 'MDAP' aid; incl 1 RT-33A reconnaissance version
4 Aggressive Minesweeper 1953 1953-1954 4 'MDAP' aid; Portugese designation San Jorge
5 DC-4/C-54 Skymaster Transport aircraft 1953 1953 (5) Ex-US
(10) M-4 Sherman Tank 1953 1953 (10) Ex-US; 'MDAP' aid
(3) HU-16B Albatross MP/transport ac (1956) 1957 (3) For SAR
(24) PV-2 Harpoon MP aircraft (1956) 1956 (24) Ex-US; 'MDAP' aid; some possibly ex-French supplied by France; PV-2D-1D version
(9) T-33A T-Bird Trainer aircraft (1956) 1957-1958 (9) Ex-US; 'MDAP' aid
2 Rudderow Frigate 1957 1957 2 Ex-US; 'MDAP' aid; Portugese desigantion Corte Real Class
50 F-86F Sabre Fighter aircraft 1958 1958 50 Ex-US; 'MDAP' aid
1 LSM Landing ship 1959 1959 1 Ex-US; former LSM-1 Class landing ship modified to cable layer; used as diving tender; 'MAP' aid
(10) DC-4/C-54 Skymaster Transport aircraft 1960 1960-1965 (10) Ex-US
(18) T-6 Texan Trainer aircraft (1960) 1961-1962 (18) Ex-US
1 AN/SPS-6 Air search radar (1961) 1963 1 For 1 Sao Gabriel support ship produced in Portugal; AN/SPS-6C version
8 DC-6/C-118 Transport aircraft 1961 1961 8 Second-hand
30 T-37B Trainer aircraft 1962 1963-1964 (30) Incl 18 'MAP' aid; T-37C version
7 B-26 Invader Bomber aircraft (1964) 1965 7 Second-hand; exported illegally from USA; B-26B version
(36) Mk-46 ASW torpedo (1965) 1967-1968 (24) For Dealy (Da Silva) frigates
(50) Mk-44 ASW torpedo (1966) 1967-1968 (50)
6 MLA-1B Air search radar (1968) 1970-1971 6 For Coutinho Class frigates delivered from FRG and Spain
6 SPG-34/SPG-50 Fire control radar (1968) 1970-1971 6 For 6 Coutinho frigates; for use with Mk-33 76mm guns
(48) Mk-46 ASW torpedo (1972) 1974-1975 (48) For modified Coutinho (De Andrada) frigates
(120) AIM-9E Sidewinder SRAAM (1976) 1977-1980 (120) For modernized G-91R/3 combat aircraft and possibly T-38A or G-91T trainer aircraft
2 C-130H Hercules Transport aircraft 1976 1977 2
44 M-48A5 Patton Tank 1976 1977-1978 (44) Ex-US; aid
3 C-130H Hercules Transport aircraft 1977 1978 3
10 M-106 Self-propelled mortar 1977 1978 10
(101) M-113 APC 1977 1977-1978 (101) M-113A2 version; incl some tank destroyer version
1 M-88A1 ARV 1977 1978 1
6 T-38 Talon Trainer aircraft 1977 1977 6 Ex-US
216 BGM-71 TOW Anti-tank missile 1979 1980 (216) Deal incl also 45 launchers; incl some on M-113A2 APC
20 A-7A Corsair-2 FGA aircraft 1980 1981-1982 (20) Ex-US; deal worth $198 m, modernized to A-7P version before delivery; 8 more delivered for spares only
(100) AIM-9J/P Sidewinder SRAAM (1980) 1981-1982 (100) AIM-9P version; for A-7P combat aircraft
(6) M-109A1 155mm Self-propelled gun (1980) 1982 (6) M-109A2 version
6 T-38 Talon Trainer aircraft (1980) 1980 6 Ex-US
1 A-7E Corsair-2 FGA aircraft 1982 1982 1 Ex- US; TA-7C version; loan until delivery of TA-7P in 1984
30 A-7A Corsair-2 FGA aircraft 1983 1984-1985 (30) Ex-US; $234 m deal (incl 15 for spares); modernized to A-7P before delivery; incl 6 to TA-7P
2 Falcon-20D Light transport ac (1984) 1985 2 Second-hand; incl 2 for navaid calibration
3 HR-3000 HADR Air search radar 1985 1988-1990 (3) Part of NATO 'NADGE' air survaillance network
5 M-88A1 ARV (1985) 1986-1987 (5)
5 P-3B Orion ASW aircraft 1985 1988 5 Ex-Australian aircraft sold back to US producer and transferred to Portugal; modernized in Portugal to P-3C Update-2 standard as P-3P
1 P-3B Orion ASW aircraft 1985 1988 1 Ex-Australian aircraft sold back to US producer and transferred to Portugal; modernized to P-3C Update-2 standard as P-3P
(48) AIM-7M Sparrow BVRAAM 1986 1991 (48) For MEKO-200 (Da Gama) frigates; RIM-7M Sea Sparrow (SAM) version
2 AN/MPQ-54 Air search radar 1986 1988 (2) Part of deal worth $45 m; for use with Chaparral SAM systems
28 MIM-72C Chaparral SAM 1986 1988 28 Part of $45 m deal; MIM-72F version
3 Mk-15 Phalanx CIWS 1986 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG; Phalanx Mk-15 Mod-11 version
(48) RGM-84 Harpoon Anti-ship missile 1986 1991 (48) For MEKO-200 (Vasco Da Gama) frigates
(36) M-163 Vulcan SPAAG (1987) 1987-1989 (36) Ex-US
(2) AN/TPQ-36 Firefinder Arty locating radar (1988) 1988 (2)
2 AN/TPS-44 Air search radar 1988 1989-1990 (2) Deal worth $9 m incl 1 Watchman radar; financed by NATO
6 LM-2500 Gas turbine (SH) (1988) 1991 6 For 3 MEKO-200 (Da Gama) frigates from FRG
2 AN/MPQ-54 Air search radar 1989 1990-1991 2
(72) Mk-46 ASW torpedo (1989) 1991-1995 (72) For MEKO-200 (Vasco Da Gama) and 3 modernized Riviere (Belo) frigates; Mk-46 Mod-5 version
5 AN/AQS-18 Dipping sonar 1990 1993 5 For 5 Super Lynx helicopters from UK
20 F-16A FGA aircraft 1990 1994 20 'Peace Atlantis' deal; incl 3 F-16B
5 RDR-1500 MP aircraft radar 1990 1993 5 For 5 Super Lynx helicopters from UK
(25) AGM-65 Maverick ASM 1991 1991 (25)
1 C-130H-30 Hercules Transport aircraft 1991 1991 1
80 M-60A3 Patton-2 Tank 1991 1993 80 Ex-US; 'CFE Cascade' aid
2 AN/APS-128 MP aircraft radar 1993 1994 2 For 2 C-212-200MPA MP aircraft delivered from Spain
(13) M-60A3 Patton-2 Tank 1994 1995-1996 13 Ex-US; 'CFE Cascade' aid
(30) FIM-92 Stinger Portable SAM (1995) 1996 (30)
(34) M-113 APC (1995) 1996-2000 34 Ex-US; M-577A2 CP version; no. could be 47
21 M-578 ARV 1995 1996 (21) Ex-US; aid
(30) M-30 107mm Mortar (1996) 1996-1997 (30) Ex-US; aid
14 M-109A5 155mm Self-propelled gun (1997) 2001 14 $29 m deal
(8) M-578 ARV 1997 1998 (8) Ex-US; aid
3 M-728 AEV 1997 1998 (3) Ex-US; aid
8 M-106 Self-propelled mortar (1998) 2000 8 Ex-US; aid; M-106A2 version
12 AIM-120C AMRAAM BVRAAM (2002) 2005-2006 (12)
(96) MIM-72C Chaparral SAM (2004) 2006 96 Ex-US; aid; MIM-72G version
(200) Paveway Guided bomb (2007) 2009 (100)
(14) Litening Aircraft El/Op system 2008 2008-2009 (14) Litening-AT version
L: Portugal 3 Dealy Frigate (1962) 1966-1968 3 'MDAP Off-shore Procurement Programme' aid; Portugese designation Da Silva
20 F-16C FGA aircraft 1998 2003-2009 (13) $268 m 'Peace Atlantis-2' deal (incl aircraft as aid; 5 more for spares); ex-US F-16OCU rebuilt to F-16AM (F-16C) in Portugal with US kits; incl 4 F-16B
(36) M-163 Vulcan SPAAG (1987) 1987-1989 (36) Ex-US
Citar(36) M-163 Vulcan SPAAG (1987) 1987-1989 (36) Ex-US
(300) Spike-MR/LR Anti-tank missile 2006 2008-2009 (200) For Pandur-2 IFV
Boas(http://farm1.static.flickr.com/38/82919412_ce286fcc8d.jpg)
Usámos o missile SS11 para equipar o quê?
Eu tenho mais algumas duvidas:
1-Esse radar S763 LANZA adquirido a espanha é onde que é utilizado e para quê ? - Estação Radar da Madeira
2-Há alguma foto de soldados portugueses com o sistema BLOWPIPE ? - Haver, deve haver.. já vi algumas em revistas antigas. Agora na internet, não sei..
3-Esse sistema já está fora de serviço ? já, foi substituído pelos Stinger
5-Os AIM9E ainda estão ao serviço ? - provavelmente não..
6-Nós chegamos a utilizar o M163 Vulcan? - Que eu saiba, não.
IlI.3. DA REVOLUÇÃO DE 1974 E DO RENASCIMENTO DA AAA
EM PORTUGAL À ACTUAL ESTAGNAÇÃO
Viviam-se tempos difíceis para a AAA, com a situação conturbada com constantes actos de revolta. O CIAAC participou activamente no período revolucionário e com a revolução do 25 de Abril, verifica-se a extinção de quase todas as guarnições de AAA em Portugal. O CIAAC passava a ser a única unidade de AAA do nosso sistema de forças, no continente, que a 1 de Agosto de 1976, o passou a designar-se Centro de Instrução de Artilharia Antiaérea (CIAAA) , com atribuições de Escola Prática para a AAA. Contudo, em 1977 passou a designar-se Centro de Instrução de Artilharia Antiaérea de Cascais (CIAAC) .
No início da década de 1980, atendendo às novas características tácticas do moderno Teatro de Operações (TO) e a toda a arquitectura de defesa do território, foi designada uma comissão para estudar o futuro da AAA no Exército Português sob a designação “Estudo sobre a reestruturação da AAA” (RAAA1, 2002).
Em Agosto de 1980, esse projecto transforma-se em Plano de Acção e sob o comando do então Coronel Loureiro dos Santos , Portugal adquire novos sistemas de armas como a Peça de AA 4 cm Fléche-Hâute (FH) m/80, a Metralhadora Bitubo de AA 20 mm m/81, o Míssil Portátil Blowpipe (1982), o Sistema Míssil Ligeiro Chaparral M48 A2 E1 (1990 e em 1999 a versão A3), o Sistema Míssil Portátil Stinger (1994) e novos sistemas de aquisição e detecção como o Radar MPDR 45/ E (1984), o Radar BCP DR 641, o Radar FAAR AN/MPQ-49B (1991) e o Radar AAA PSTAR (2005) (Borges, 2007).
Em 22 Junho de 1988 é criado o RAAA1 e a partir de 1990, os cursos da Academia Militar (AM) passavam a ter a devida parte de AAA quer ao nível académico com cadeiras teóricas, quer ao nível prático com instrução de material. “Era a materialização do despontar da AAA da nova geração” (Borges, 2007 p. 45).
No início da década de 1990, realizaram-se estudos com vista a adquirir sistemas de Defesa Antiaérea a Média e Alta Altitude (HIMAD), no entanto a partir desta fase a AAA debatia-se com problemas de ordem financeira, relacionadas com as novas prioridades de reequipamento, esta opção deixaria de ser equacionada e em 1993 o CIAAC passaria a ser uma unidade destacada do RAAA1, designada CIAAA (até a sua extinção em 2004).
Nesta perspectiva, Portugal tem-se limitado à Defesa Antiaérea a Baixa e Muito Baixa Altitude (SHORAD) e a partir de 1996 a protecção de pontos e áreas sensíveis do Território Nacional (TN) foi cometida à Força Aérea Portuguesa (FAP) . Esta medida reduziu algumas das missões do Exército e em especial para a AAA que no âmbito da Defesa Aérea ficou confinada à defesa AA das suas unidades, instalações e meios.
Por conseguinte, os materiais de AAA utilizados neste período foram os seguintes :
Peça de AA 4 cm Fléche-Hâute (FH) m/980; Metralhadora Bitubo de AA 20 mm m/981; Míssil Portátil AA Blowpipe m/982; Sistema Míssil AA Ligeiro Chaparral M48 A2 E1; Sistema Míssil AA Portátil Stinger m/994; Radar MPDR 45/ E; Radar BCP DR 641; Radar FAAR AN/MPQ-49B; Radar AAA PSTAR.
Caro nelson38899 onde é que arranjou isso?
Isso é actualizado regularmente?
Se sim podia mostrar as actualizações feitas de vez em quando?
Cumps
the value of the deal. Information on the sources and methods used in the collection of the data, and explanations of the conventions, abbreviations and acronyms, can be found at URL <http://www.sipri.org/contents/armstrad/at_data.html>. The SIPRI Arms Transfers Database is continuously updated as new information becomes available.
Citação de: "HSMW"Citar(36) M-163 Vulcan SPAAG (1987) 1987-1989 (36) Ex-US:mrgreen:
lazaro
Verdades absolutas não existem.
Quando alguém dá uma opinião, é com base no que se sabe. Estávamos a falar do Exército Português e assim foi. :2gunsfiring:
O Exército Português mobilizou hoje, segunda-feira, mais 10 pelotões de militares para operações de combate aos fogos florestais, cerca de 250 homens, disse fonte do Estado Maior daquele ramo militar.
O Exército destacou para "Arcos de Valedevez quatro pelotões, para São Pedro do Sul mais quatro, e para Terras de Bouro outros dois pelotões de militares", que em colaboração com a Protecção Civil, combatem os fogos, explicou à Lusa o porta voz do exército o tenente coronel Hélder Perdigão.
Ao abrigo dos planos acordados entre o Exército e a Autoridade Nacional de Protecção Civil, aquele ramo militar "tem envolvido mais de 500 homens no combate e apoio aos incêndios florestais neste momento" explicou à Lusa o tenente coronel.
Em São Pedro do Sul estão quatro pelotões, com mais de 100 homens do Regimento de Infantaria 14 (Viseu), do Centro de Tropas de Operações Especiais (Lamego), Regimento de Infantaria 10 (Aveiro) e Regimento de Infantaria 15 (Tomar).
Em Arcos de Valdevez também estão quatro pelotões com homens do Regimento de Artilharia 5 (Porto), Escola Prática de Serviços (Póvoa do Varzim) e Regimento de Cavalaria 6 (Braga), acrescentou Hélder Perdigão.
No caso de Terras de Bouro o Exército destacou militares do Regimento Infantaria 13 (Vila Real) e do Regimento de Infantaria 19 (Chaves), precisou o oficial.
Este ramo militar ao abrigo dos planos Lira e Vulcano, destinados à vigilância, combate, primeira intervenção, apoio e rescaldos em fogos nas matas nacionais e incêndios em geral, "este ano o Exército já fez 41 intervenções" em situações de fogo, concluiu Hélder Perdigão.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1637370
Isso dos Vulcan também sempre pensei que fosse mito...mas lembro-me de ter lido algures (ou então sonhei!) que durante um curto período na década de 80, um dos Pelotões da BAAA da 1ª BMI estaria equipada com este sistema...
De qualquer maneira há (havia) muito equipamento que serviu relativamente pouco tempo no EP (10/15 anos), assim de repente, estou-me a lembrar dos MANPADS Blowpipe, dos obuses rebocados 105mm OTO-MELARA M-56 e das viaturas blindadas Alvis Saladin...e dos mísseis anti-carro SS.11 .
Citação de: "PereiraMarques"Isso dos Vulcan também sempre pensei que fosse mito...mas lembro-me de ter lido algures (ou então sonhei! :mrgreen: pelo menos da minha parte.
Citação de: "sefr81"Caro Get_It...do que me lembro..devia ter 7/8 anos quando foi esse na Maia..no Estádio Municipal e..não sei bem..mas talvez 12/13 quando foi o outro no Estádio do Bessa...foram demonstrações de capacidades..não apenas exibição estática de material...para ser sincero não me lembro em pormenor do primeiro..lembro-me que envolveu helicópteros mas não me lembro de nada em concreto...sei que me encheu as medidas...mas do segundo no Bessa lembro-me melhor..lembro-me por exemplo de helis allouete a quase pousarem no relvado e militares de Operações Especiais a saltarem para o relvado vindos de dentro deles...lembro-me de os mesmos militares simularem uma progressão e um contacto com o inimigo..realizando procedimentos de ruptura de contacto...lembro-me de militares de operaões especiais subirem por cordas desde o relvado até ao topo da pala de uma das bancadas...em concreto não me lembro de muito mais..isto foi o que ficou mais gravado na memória...E que bela memória, digo-lhe já!![]()
Foi uma demonstração realizada em 1997
Cumprimentos
http://tsf.sapo.pt/Common/Images/logo_tsf.jpg[/img]"]
Algumas casas e barracões ficaram destruídos, outras habitações estão em risco e os meios no terreno estão descoordenados, acusou o vice-presidente da Câmara de São Pedro do Sul.
O fogo que começou na sexta-feira e que ontem foi dado como controlado reacendeu ao final da tarde desta quarta-feira. Perante isto, o vice-presidente da Câmara de São Pedro do Sul criticou o facto de haver militares parados.
O responsável, ouvido pela TSF no local do incêndio, disse que o comandante dos militares lhe respondeu que «não tem ordem de ninguém para os expor ao longo da linha de fogo, como precaução e prevenção destes incêndios».
«Se tivessem ao longo do fogo, evitavam que houvesse reacendimentos», mas «ninguém manda nem sabe mandar», lamentou Adriano Azevedo.
O responsável da autarquia disse ainda que continuam várias aldeias em perigo, depois de as chamas terem queimado parcialmente alguns barracões.
A TSF falou ainda com Carlos Pinto, proprietário das máquinas com que alguns populares tentam combater as chamas em Sá de Carvalhais, que se mostrou revoltado. «Os bombeiros estão na estrada a ver trabalhar (…) Tudo manda mal», criticou.
Segundo a página da Autoridade Nacional de Protecção Civil, permaneciam no local, por volta das 22:30 horas, 124 homens apoiados por 34 veículos.
Para além deste fogo, há ainda registo de outros 27 incêndios, nos distritos de Braga, Aveiro, Viseu, Guarda, Viana do Castelo, Vila Real e Porto.
Boas,Sugiro um contacto com a ANCE, através do e-mail: info@ance.pt
Não sabia em que tópico colocar esta dúvida que me assiste neste momento tendo em conta que é a 1ª vez que vou ser pai e nada percebo ainda do assunto.Como tal se algum moderador achar que esta dúvida não se encontra no tópico adequado que faça o favor de mudar.
Sou milirar de infantaria á 5 anos, estou neste momento no ultimo ano de contrato e em Outubro vou ser pai de uma linda menina. A minha dúvida persiste nos direitos que tenho e como devo actuar para os "reclamar" no bom sentido claro.
Como não sou casado, não sei se tenho direito a dias nem quantos tenho. Se os serviços internos (na unidade) e externos (exercicios) prevalecem e não os posso gozar. Se serei aumentado ou não. Enfim ...Como podem ver estou um pouco a leste das coisas e sabendo que provavelmente existem aqui pais que estiveram na mesma situação adoraria que me esclarecessem da melhor maneira.
Desde já agradeço.
Saudações deste vosso camarada.
Boas,
Não sabia em que tópico colocar esta dúvida que me assiste neste momento tendo em conta que é a 1ª vez que vou ser pai e nada percebo ainda do assunto. :G-beer2: relativamente aos teus direitos são os seguintes.... tendo em conta que a tropa neste caso o Exército é função pública este regesse pela Lei n.º59/2008 de 11 de Setembro, o que nos remete para a paternidade num dos seus artigos, o pai tem direito a repartir os 4 meses de licença de maternidade da mae, contudo isso quase nunca se usa, por diversos aspectos. Assim apos logo o nascimento do bebe, tens direito a 5 dias obrigatorios por lei mais 5 dias que podem ser tirados conjuntamente com os primeiros 5 dias o que prefaz 10 dias uteis de licença, os ultimos 5 dias podem ser tambem gozados alternadamente dentro do 1º mes de nascimento. Assim um conselho é que logo apos o nascimento tira os 10 dias uteis seguidos. Relativamente ao aspecto remuneratório tens direito ao abono de familia, este valor reside no teu IRS de 2009, podes consultar o valor respectivo no google escreve abono de familia 2010. Espero ter ajudado um abraço e boa sorte.
CitarTransfers of major conventional weapons: sorted by supplier. Deals with deliveries or orders made for year range 1990 to 2009
Note: The ‘No. delivered/produced’ and the ‘Year(s) of deliveries’ columns refer to all deliveries since the beginning of the contract. Deals in which the recipient was involved in the production of the weapon system are listed separately. The ‘Comments’ column includes publicly reported information on the value of the deal. Information on the sources and methods used in the collection of the data, and explanations of the conventions, abbreviations and acronyms, can be found at URL <http://www.sipri.org/contents/armstrad/at_data.html>. The SIPRI Arms Transfers Database is continuously updated as new information becomes available.
Source: SIPRI Arms Transfers Database
Information generated: 01 August 2010
Supplier/ Year Year(s) No.
recipient (R) No. Weapon Weapon of order/ of delivered/
or licenser (L) ordered designation description licence deliveries produced Comments
Austria
L: Portugal 260 Pandur-2 APC 2005 2007-2009 (148) EUR365 m ($480 m) deal (incl EUR21 m for spare parts; offsets 150% in 9 years incl assembly of 219 in Portugal); incl ambulance, ARV, CP and anti-tank and 30 IFV version; delivery 2007-2010
Canada
R: Portugal 3 SQS-510 ASW sonar (1988) 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco Da Gama) frigates from FRG
4 SQS-510 ASW sonar (1991) 1992-1993 (4) For modernization of 4 Joao Belo frigates
24 PW-100 Turboprop/turboshaft 2006 2008-2009 (16) For 12 C-295 transport and MP aircraft from Spain; PW-127 version
Finland
R: Portugal 4 W-12 Diesel engine (SH) 2002 2009 4 For 2 Do Castelo OPV produced in Portugal
France
R: Portugal 3 100mm M-68 CAD Naval gun (1986) 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG
55 MILAN Anti-tank missile 1999 1999 55 Designation uncertain
(19) VBL Reconnaissance AV (1999) 1999-2001 19
L: Portugal 18 TB-30 Epsilon Trainer aircraft 1987 1989-1990 (18) $17 m deal; assembled from kits in Portugal
Germany (FRG)
R: Portugal 3 MEKO-200 Frigate 1986 1991 3 $700 m deal (60% financed by NATO and FRG 'Verteidigungshilfe' and 'Rstungssonderhilfe' aid); Portugese designation Vasco Da Gama
(700) MILAN Anti-tank missile (1988) 1989-1990 (700) MILAN-2 version; partly financed by NATO
10 Alpha Jet Trainer/combat ac 1990 1990 10 Ex-FRG
45 Alpha Jet Trainer/combat ac 1993 1993 (45) Ex-FRG; 5 more for spares only; aid
50 M-113 APC 1993 1994 50 Ex-FRG; M-113A1 version; 'CFE Cascade' programme
2 Type-214 Submarine 2004 EUR846 m deal (offsets 100%); Type-209PN version; option on 1 more; delivery 2010-2011
Israel
R: Portugal 33 CARDOM 120mm Mortar 2006 2008-2009 (15) For Pandur-2 APC from Austria
3 EL/M-2022 MP aircraft radar 2006 EL/M-2022A(V)3 version; for 3 C-295MPA MP aircraft from Spain
(300) Spike-MR/LR Anti-tank missile 2006 2008-2009 (200) For Pandur-2 IFV
30 UT-25/UT-30 IFV turret 2006 2008-2009 (20) Part of $32 m deal; UT-30 version; for Pandur-2 IFV from Austria
Italy
R: Portugal 12 EH-101-400 Helicopter 2002 2004-2006 (12) $287-315 m deal (incl 2 financed by EU for fishery protection); incl for SAR and CSAR
. . Black Shark AS/ASW torpedo 2005 EUR47 m ($62 m) deal; for Type-214 (Type-209PN) submarines
Netherlands
R: Portugal 3 DA-08 Air search radar 1986 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG
3 MW-08 Air search radar (1986) 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG
6 STIR Fire control radar (1986) 1991 6 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG; incl for use with Seasparrow SAM
104 M-113 APC 1991 1993 (103) Ex-Dutch; M-113A2 version; 'CFE Cascade' programme
28 YP-408 APC 1991 1992 (28) Ex-Dutch; 'CFE Cascade' programme
3 P-3C Orion Update-2.5 ASW aircraft 2004 2006 (3) Ex-Dutch; part of EUR70 m or EUR223 m ($85 m or $265 m) deal
2 P-3CUP Orion ASW aircraft 2004 2006 2 Ex-Dutch P-3C sold to Portugal while being modernized to P-3CUP in USA for Netherlands; part of EUR70 m or EUR223 m ($85 m or $265 m) deal
2 Doorman Frigate 2006 2009 1 Ex-Dutch; EUR240 m deal; delivery 2009-2010
37 Leopard-2A5 Tank 2007 2008-2009 (37) Ex-Dutch; EUR78 m deal; Leopard-2A6 version
1 Leopard-2 Training Training tank 2008 2008 1 Ex-Dutch; part of EUR78 m deal
Spain
R: Portugal 2 C-212MP Aviocar MP aircraft 1993 1994 2 $20 m deal (incl 50% financed by EU for fishery patrol); C-212-300 Patrullero version
1 S763-LANZA Air search radar 2004 2008 1 EUR18 m ($22 m) deal; option on 3 more
9 C-295 Transport aircraft 2006 2008-2009 (8) Part of EUR270 m deal; delivery 2008-2010
3 C-295MPA ASW aircraft 2006 Part of EUR270 m deal; delivery 2010
UK
R: Portugal 2 Watchman Air search radar 1988 1989-1990 (2) Deal worth $9 m incl 2 AN/TPS-44 radars; financed by NATO
5 Super Lynx-100 ASW Helicopter 1990 1993 5 $81 m deal (offsets 25%); incl 2 ex-UK Lynx rebuild to Super Lynx; Lynx Mk-95 version; option on 3 more not used
1 Rover Oiler 1993 1993 1 Ex-UK; Portugese designation Berrio Class
1 Watchman Air search radar 1993 1995 (1) Financed by NATO
21 L-118 105mm Towed gun 1997 1998-1999 (21)
36 RTM-322 Turboshaft 2002 2004-2006 (36) For 12 EH-101 helicopters from Italy
260 ISC-350 Diesel engine (AV) 2005 2007-2009 (188) For 260 Pandur-2 APC from Austria
USA
R: Portugal 3 HR-3000 HADR Air search radar 1985 1988-1990 (3) Part of NATO 'NADGE' air survaillance network
(48) AIM-7M Sparrow BVRAAM 1986 1991 (48) For MEKO-200 (Da Gama) frigates; RIM-7M Sea Sparrow (SAM) version
3 Mk-15 Phalanx CIWS 1986 1991 3 For 3 MEKO-200 (Vasco da Gama) frigates from FRG; Phalanx Mk-15 Mod-11 version
(48) RGM-84 Harpoon Anti-ship missile 1986 1991 (48) For MEKO-200 (Vasco Da Gama) frigates
2 AN/TPS-44 Air search radar 1988 1989-1990 (2) Deal worth $9 m incl 1 Watchman radar; financed by NATO
6 LM-2500 Gas turbine (SH) (1988) 1991 6 For 3 MEKO-200 (Da Gama) frigates from FRG
2 AN/MPQ-54 Air search radar 1989 1990-1991 2
(72) Mk-46 ASW torpedo (1989) 1991-1995 (72) For MEKO-200 (Vasco Da Gama) and 3 modernized Riviere (Belo) frigates; Mk-46 Mod-5 version
5 AN/AQS-18 Dipping sonar 1990 1993 5 For 5 Super Lynx helicopters from UK
20 F-16A FGA aircraft 1990 1994 20 'Peace Atlantis' deal; incl 3 F-16B
5 RDR-1500 MP aircraft radar 1990 1993 5 For 5 Super Lynx helicopters from UK
(25) AGM-65 Maverick ASM 1991 1991 (25)
1 C-130H-30 Hercules Transport aircraft 1991 1991 1
80 M-60A3 Patton-2 Tank 1991 1993 80 Ex-US; 'CFE Cascade' aid
2 AN/APS-128 MP aircraft radar 1993 1994 2 For 2 C-212-200MPA MP aircraft delivered from Spain
(13) M-60A3 Patton-2 Tank 1994 1995-1996 13 Ex-US; 'CFE Cascade' aid
(30) FIM-92 Stinger Portable SAM (1995) 1996 (30)
(34) M-113 APC (1995) 1996-2000 34 Ex-US; M-577A2 CP version; no. could be 47
21 M-578 ARV 1995 1996 (21) Ex-US; aid
(30) M-30 107mm Mortar (1996) 1996-1997 (30) Ex-US; aid
14 M-109A5 155mm Self-propelled gun (1997) 2001 14 $29 m deal
(8) M-578 ARV 1997 1998 (8) Ex-US; aid
3 M-728 AEV 1997 1998 (3) Ex-US; aid
8 M-106 Self-propelled mortar (1998) 2000 8 Ex-US; aid; M-106A2 version
12 AIM-120C AMRAAM BVRAAM (2002) 2005-2006 (12)
(96) MIM-72C Chaparral SAM (2004) 2006 96 Ex-US; aid; MIM-72G version
(200) Paveway Guided bomb (2007) 2009 (100)
(14) Litening Aircraft El/Op system 2008 2008-2009 (14) Litening-AT version
L: Portugal 20 F-16C FGA aircraft 1998 2003-2009 (13) $268 m 'Peace Atlantis-2' deal (incl aircraft as aid; 5 more for spares); ex-US F-16OCU rebuilt to F-16AM (F-16C) in Portugal with US kits; incl 4 F-16B
Boas,
Não sabia em que tópico colocar esta dúvida que me assiste neste momento tendo em conta que é a 1ª vez que vou ser pai e nada percebo ainda do assunto.Como tal se algum moderador achar que esta dúvida não se encontra no tópico adequado que faça o favor de mudar.
Sou milirar de infantaria á 5 anos, estou neste momento no ultimo ano de contrato e em Outubro vou ser pai de uma linda menina. A minha dúvida persiste nos direitos que tenho e como devo actuar para os "reclamar" no bom sentido claro.
Como não sou casado, não sei se tenho direito a dias nem quantos tenho. Se os serviços internos (na unidade) e externos (exercicios) prevalecem e não os posso gozar. Se serei aumentado ou não. Enfim ...Como podem ver estou um pouco a leste das coisas e sabendo que provavelmente existem aqui pais que estiveram na mesma situação adoraria que me esclarecessem da melhor maneira.
Desde já agradeço.
A nivel de tempo, já lhe deram as indicações necessárias mas para esclarecer melhor, nada como ir à secção de pessoal e pedir para consultar a legislação.
Sobre o vencimento, não terá direito a um aumento directo mas sim a receber o respectivo abono pela criança ou então optar que seja a sua esposa a receber uma vez que se aproxima o fim do seu tempo de contrato. Terá tambem uma alteração no valor a descontar em IRS, o que se traduz por mais uns trocos ao fim do mês, mas terá que solicitar essa alteração ao valor a descontar na secção financeira da sua Unidade para eles fazerem o pedido à ChAT.
Saudações deste vosso camarada.
Que rica boina...
Palestra “Patologias da Próstata”
Em 22 de Julho de 2010 pelas 11H00 decorreu no auditório do Aquartelamento de Sant`Anna a Palestra subordinada ao tema: Patologias da Próstata. Nesta prelecção, o Médico Militar, Maj Gaspar, elucidou os Oficiais, Sargentos, Praças e Civis do Comando e Unidade de Apoio da Brigada de Intervenção, que quiseram estar presentes, sobre os problemas associados à próstata, que afectam grande percentagem de elementos do sexo masculino.
7/22/2010
Actividade Associada: 22.07 - Palestra “Patologias da Próstata”
Que testes?
Sem medo da disciplina jovens procuram futuro nas Operações Especiaishttp://www.acorianooriental.pt/noticias/view/207960 (http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/207960)
Motivados pelo exemplo de familiares ou simplesmente impelidos pelo espírito de aventura, muitos jovens procuram um futuro no Centro de Tropas de Operações Especiais (CTOE), em Lamego, sem receio da disciplina que sabem que lhes será exigida.
A comemorar 50 anos – uma data a assinalar segunda feira numa cerimónia presidida pelo Presidente da República – o CTOE reúne anualmente um elevado número de voluntários, mas as desistências também são muitas.
De 76 jovens que iniciaram a 19 de julho a formação geral comum mantêm-se 64 e a experiência de anos anteriores leva a prever que menos de metade chegarão a graduados em Operações Especiais.
Apesar de estar ainda na reta inicial da formação, Miguel Morais, do Bombarral, está convencido de que vai conseguir seguir as pisadas do avô, major das Operações Especiais.
“O meu avô é uma pessoa bastante disciplinada. Só mesmo aqui é que se consegue ganhar aquela disciplina”, considerou, contando que ele “tenta incutir isso a qualquer neto”.
Por ser “o neto mais velho da família”, o jovem de 20 anos sabia que seria “um orgulho gigante” para o avô se ingressasse no CTOE.
“Visto que eu também estava a precisar disto, estava a precisar de me encaminhar na vida, vim para aqui”, sublinhou.
…
Para Miguel Morais “muda tudo” desde que se entra numa instituição militar, uma vez que, mesmo em momentos da vida em que esteja vestido à civil, se sente “o peso da farda”.
“Se amigos que estão com desconhecidos dizem ‘o Miguel é militar’ eu vou ser um exemplo de todos os militares existentes em Portugal, mesmo estando à civil. Não é preciso ter a farda”, garantiu.
Recrutamento para o exército é exemplar nos Açores
Os Açores são um caso de sucesso no recrutamento de homens e mulheres que cumprem o serviço militar no Exército, afirmou o major-general Isidro Pereira, comandante da Zona Militar dos Açores.
“Os Açores são um caso de sucesso no contexto do Exército português, porque é das zonas onde ultrapassamos os objectivos fixados de recrutamento que nos permitem levar todas as missões a bom porto”, frisou o responsável militar.
Isidro Pereira, que falava em Ponta Delgada, na cerimónia comemorativa do Dia do Exército, revelou ainda a incorporação, a curto prazo, de mais oito dezenas de jovens, o que, na sua perspectiva, demonstra a “atractividade do Exército em Portugal e, particularmente, na Região Autónoma dos Açores”.
Em declarações aos jornalistas, Isidro Pereira confessou desconhecer ainda as reduções nos recursos humanos que podem vir a ser impostas ao Exército na sequência dos cortes orçamentais para 2011, mas assegurou que um dos seus objectivos será manter o recrutamento local de militares em regime de voluntariado e de contrato.
...
Castelo Branco: Recebeu comemorações do dia do exercito
Diario Digital Castelo Branco | 2010-10-24 18:18:00
O ministro da Defesa Nacional defendeu hoje, em Castelo Branco, maior convergência entre os três ramos das Forças Armadas, para potenciar meios e recursos.
Augusto Santos Silva, que discursava no âmbito do Dia do Exército, que se assinalou este ano na cidade albicastrense, sublinhou a necessidade de “serem implementadas maiores convergências e sinergias entre o Exército e os restantes ramos das Forças Armadas”, privilegiando-se “a organização de ações conjuntas na componente operacional”.
“É preciso pensarmos as Forças Armadas como um único sistema de forças que promova uma verdadeira integração de meios e recursos”, destacou o titular da pasta da Defesa, numa intervenção em que, para além da integração, utilizou mais três palavras-chave: qualificação, operacionalidade e proximidade.
A qualificação, referiu, “representa o esforço em direção à excelência, quer ao nível das infraestruturas, como dos serviços e da própria operacionalidade, onde se incluem os equipamentos e os efetivos através de mais e melhor ensino, formação e treino”.
Sobre a operacionalidade, o ministro deu conta da necessidade de o Exército estar “sempre pronto, treinado e disponível” para fazer face às diferentes missões, quer ao nível da segurança coletiva no território nacional, quer ao nível da sua intervenção cooperativa com as alianças que Portugal estabelece no estrangeiro, em estreita cooperação com os seus aliados.
“Sem perder a vinculação territorial, é preciso saber responder a novas ameaças como são as biológicas, químicas, nucleares e o cyberterrorismo”, referiu Augusto Santos Silva.
Já sobre a questão da proximidade, lembrou ser esta uma das principais características deste ramo das Forças Armadas, quer ao nível da segurança interna, quer nas ações de socorro e de desenvolvimento local junto das populações (aludiu às catástrofes naturais como foi o caso este ano da Madeira, como exemplo).
O chefe de Estado Maior do Exército, general José Luís Pinto Ramalho, destacou, por seu lado, durante a sua alocução em Castelo Branco, que, apesar da sua longa história, o Exército português é uma instituição que “não parou no tempo e que tem atualmente em curso um processo de modernização e reestruturação com vista a adaptá-lo aos novos tempos e às missões que desempenha tanto em Portugal como ao nível da OTAN, da União Europeia e das Nações Unidas”.
Pinto Ramalho, relativamente ao reequipamento do ramo que superintende, mostrou-se “consciente da situação económica" que o país vive, considerando, por isso, fundamental que “uma estratégia eficaz contra esses constrangimentos”.
Neste particular, realçou “o rigor com que o Exército tem atuado ao nível da gestão, uma gestão realista que combate os desperdícios" para se conseguir "responder aos desafios aquém e além fronteiras”.
CitarCastelo Branco: Recebeu comemorações do dia do exercito
Diario Digital Castelo Branco | 2010-10-24 18:18:00
Acho que deviam apostar mais na Ordem Unida no Curso de Comandos... :twisted: :twisted:
Citação de: "Cabeça de Martelo"Acho que deviam apostar mais na Ordem Unida no Curso de Comandos... :twisted: :twisted::twisted: :evil:
Grande tropa esta...isto é mais ou menos admissivel numa recruta, agora militares "prontos"?! Dassssssssssssssssssssssssssss!!! :twisted:
The Portuguese Army has received undisclosed quantities of FIAT SpA DUCATO 120 MultiJet commercial vans. Recent additions to the administrative fleet include Citroen Berlingo, Mistsubishi STRAKAR L200 and Land Rover Defender light vehicles.
Associação de Sargentos alerta para fecho de unidades na segunda quinzena de Dezembro por falta de verbas.
A inesperada cativação das dotações orçamentais não cabimentadas dos três ramos das Forças Armadas criou uma situação "de tal forma grave" na gestão diária das unidades que "algumas poderão encerrar durante os últimos 15 dias do mês".
O alerta foi feito hoje pela Associação Nacional de Sargentos (ANS), num comunicado em que diz que a referida cativação (feita durante a "noite de 17 para 18 de Novembro") incluiu "as [verbas] das Forças Nacionais Destacadas em missões internacionais".
"Algumas unidades poderão encerrar durante os últimos 15 dias do mês por falta de dotações para o seu funcionamento diário normal: alimentação, água, luz, gás, combustíveis e comunicações", refere a ANS.
"Tudo isto poderia ter sido evitado, bastando (...) que os orçamentos anuais das despesas com o pessoal não sejam propositadamente sub-orçamentados pelo Ministério das Finanças, como vai novamente acontecer no próximo ano", adianta a associação.
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1731988
Roubadas dez armas de guerra nos Comandos
350 tropas de elite do Exército estão há dois dias fechados sob interrogatório da Judiciária Militar. São suspeitos de desviar metralhadoras e pistolas
As tropas de elite do Exército, cerca de 350, estão há dois dias proibidos de sair da Unidade de Comandos do quartel da Carregueira, em Sintra por suspeita do desaparecimento de dez armas de guerra, entre elas metralhadoras e pistolas roubadas da arrecadação, informa o Correio da Manhã.
Sob o perigo de estas armas poderem ser vendidas no mercado negro para a prática de crimes violentos, a Polícia Judiciária Militar tem estado numa corrida contra o tempo a interrogar as tropas para descobrir o paradeiro das armas.
O roubo terá sido praticado entre o dia 23 de Dezembro e a última segunda-feira. E desde dia 23 de Dezembro que as armas não eram conferidas.
De acordo com o jornal, entre as dez armas de guerra que foram roubadas há duas G3, e duas HK MP5. Esta última considerada por especialistas como "o Rolls Royce das pistolas-metralhadoras".
As outras seis armas roubadas são metralhadoras UZI e pistolas Walther P38.
Em declarações ao jornal, um dos comandos disse que a "pressão psicológica é enorme" e que "sair do quartel não é um direito, mas sempre uma concessão do comandante".
Quem parece não estar a lidar muito bem com esta situação são os soldados que se queixam da falta de comida e de quartos no quartel.
Cinco militares do Regimento de Infantaria n.º 10, em São Jacinto, Aveiro, foram hoje arrastados por uma onda e ficaram feridos, quando estavam a fazer exercícios matinais no paredão, disse à Lusa fonte do exército.
"Os militares estavam a fazer a sua prova de corrida no molhe norte e foram apanhados de surpresa por uma onda maior do que o normal, o que fez com que alguns deles caíssem nas pedras", disse à Lusa o tenente-coronel Hélder Perdigão, porta-voz do Estado-maior do Exército.
Segundo o mesmo responsável, os cinco militares sofreram "escoriações e pequenos ferimentos" e tiveram de receber tratamento no Hospital de Aveiro.
A costa a norte do Cabo Carvoeiro, que abrange o distrito de Aveiro, está hoje sob aviso laranja do Instituto de Meteorologia, o segundo mais grave da sua escala, devido à previsão de ondas de noroeste com cinco a seis metros.
De acordo com a Marinha, a barra de Aveiro está fechada a embarcações com comprimento inferior a 35 metros.
dn.pt
O Exército registou, em Março, um défice da ordem dos 19 milhões de euros em despesas com pessoal e para a Segurança Social, soube ontem o DN.
Nos encargos relativos à Segurança Social, o Exército informou o Ministério da Defesa que precisava de uma autorização para ultrapassar o limite trimestral definido em cerca de 11 milhões de euros. Aliás, segundo fonte militar, tal pedido consta de um relatório entregue na quinta-feira, durante uma reunião com a tutela para analisar a situação das finanças nas Forças Armadas.
Quanto às remunerações certas e permanentes, acrescidas dos chamados abonos variáveis e eventuais, o pagamento "só será possível" com um adiantamento da ordem dos sete milhões de euros, justificou o Exército.
(http://www.dn.pt/storage/DN/2011/big/ng1491650.jpg?type=big&pos=0)
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1821070
Ministério garante que ordenados no Exército são pagos amanhãhttp://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Int ... t_id=17255 (http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=17255)
O Ministério da Defesa Nacional garantiu hoje que os ordenados dos elementos do Exército são pagos na quinta-feira e negou a existência de problemas «com salários em qualquer ramo das Forças Armadas».
No entanto, contactado pela agência Lusa, o presidente da Associação Nacional de Sargentos, Lima Coelho, garantiu que o pagamento do mês de Abril estava agendado para hoje, conforme o que estava «inscrito no boletim de vencimento» de Março.
«Não há nenhum problema com salários em qualquer ramo das Forças Armadas ou em qualquer órgão do Ministério da Defesa Nacional. No caso em concreto do Exército, os salários são pagos no dia 21 de Abril», garante o gabinete de Augusto Santos Silva, numa nota enviada à agência Lusa.
Segundo Lima Coelho, os ordenados dos elementos do Exército são pagos a maioria das vezes no dia 20 de cada mês, algumas vezes a 19 e excepcionalmente dia 18.
Na quinta-feira passada, o secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, garantiu o dinheiro para o pagamento de salários aos militares e desvalorizou as notícias que davam conta de um défice de 223 milhões de euros nas Forças Armadas.
«Este é um orçamento exigente e que obriga a que sejam utilizados todos os mecanismos para o normal funcionamento das Forças Armadas (FA)», afirmou Marcos Perestrello, em declarações aos jornalistas.
«As notícias hoje vinculadas não correspondem ao que se passa nas FA», garantiu o secretário de Estado, acrescentando que no primeiro trimestre do ano foram cumpridas todas as obrigações sem recurso a qualquer financiamento extraordinário.
Lusa/SOL
Uma rapariga morreu após uma queda de uma torre durante um exercício realizado no Regimento da Serra do Pilar, no âmbito do Dia da Defesa Nacional.
O Exército já confirmou que a jovem não resistiu aos ferimentos provocados quando caiu durante a prática de slide, uma actividade radical.
Em declarações à TSF, o porta-voz do Exército, tenente-coronel Hélder Perdigão, explicou que houve um cabo que se partiu durante a actividade.
O mesmo responsável frisou que «o slide é feito há dezenas de anos no Exército» e nunca ocorreu nada deste género. Inclusive, 14 pessoas já tinham feito aquela actividade antes da jovem que caiu.
O Exército indica que a jovem foi assistida pelo INEM no local e depois transportada para o Hospital de Santo António, no Porto, onde acabou por morrer.
O Exército vai realizar um inquérito para determinar as causas do acidente que classifica de «lamentável».
O Exército é simplesmente o ramo mais atrasado das Forças Armadas Portuguesas.
Penso que o SMO deveria voltar a ser obrigatório, tanto para rapazes como raparigas,mas sem excepções para os filhos dos políticos e classes mais abastadas e os senhores das jotas...
Citação de: "typhonman"Penso que o SMO deveria voltar a ser obrigatório, tanto para rapazes como raparigas,mas sem excepções para os filhos dos políticos e classes mais abastadas e os senhores das jotas...
Com 110.000 rapazes e raparigas a atingir anual a idade de prestação de serviço militar e mesmo considerando que as Forças Armadas Portuguesas pudessem ter 42.000 efectivos (quando na realidade têm apenas 36.000 e o programa eleitoral do PSD quer reduzir esse número para 30.000) e que mesmo que 25% desse efectivo fosse garantido por militares em SMO, teriamos a necessidade de 10.500 elementos. Mesmo considerando que o tempo de prestação de serviço fosse de 6 meses, teriamos 10.500 X 2, ou seja, 21.000 jovens a servir anual através do SMO.
Ou seja apenas 20% dos 110.000 rapazes e raparigas a atingir anual a idade de prestação de serviço militar faria o SMO. Imaginem lá que é que seria recrutado? Seriam os jovens licenciados das classes alta e média-alta urbana, com destino à categoria de Oficiais; ou os jovens com baixas qualificações das classes baixa e média-baixa do meio rural e dos suburbios, com destino à categoria de Praças? :|.
Na altura, apenas a Força aérea (que estava á margem do SMO) aceitava pessoal com 12º para praças sem ter que os promover automaticamente a Sargentos.
Por isso, se quer que o SMO volte, e se quer que todos, sem excepção o cumpram, lamento mas acho que não viável... Tal como o não foi no passado, tal como o Pereira Marques já exemplificou.
Posso deixar o meu exemplo aqui no fórum....
Quando fui á inspecção (era assim que se chamava na altura, não havia essas tretas do dia da defesa), só ia para a Marinha aqueles que não tivessem o 11º ano completo...
Depois da inspecção, como ainda estava a estudar fui obrigado a meter adiamento de incorporação. Quando concluí o 12º, meti a certidão de habilitações... Foi o suficiente para me aparecer CFS (Curso de Formação de Sargentos) - Reserva Territorial no Edital de incorporação.
Na altura, apenas a Força aérea (que estava á margem do SMO) aceitava pessoal com 12º para praças sem ter que os promover automaticamente a Sargentos.
Por isso, se quer que o SMO volte, e se quer que todos, sem excepção o cumpram, lamento mas acho que não viável... Tal como o não foi no passado, tal como o Pereira Marques já exemplificou.
Mesmo no tempo da Guerra Colonial, os "meninos bem" iam para Oficiais da Reserva Naval, para o Regimento de Cavalaria 7 ou para qualquer outra "unidade champanhe (http://http)", quanto mais agora...
Eu pessoalmente sou um pouco mesquinho nestas coisas, não querem ir para a Tropa? Porreiro, Bombeiros com eles! Não querem ir para os Bombeiros? Associações de ajuda humanitária a tempo inteiro com eles, etc.Bem pensado. Ou Cruz vermelha, e no final do tempo ficavam com o curso.
Citação de: "Cabeça de Martelo"Eu pessoalmente sou um pouco mesquinho nestas coisas, não querem ir para a Tropa? Porreiro, Bombeiros com eles! Não querem ir para os Bombeiros? Associações de ajuda humanitária a tempo inteiro com eles, etc.Bem pensado. Ou Cruz vermelha, e no final do tempo ficavam com o curso.
Dezenas e dezenas de oficiais oriundos da RN prestaram serviço em unidades de Fuzileiros, chegando mesmo ao comando destas. Mais: a partir da segunda metade da década de 60, o terceiro e quarto oficiais de um destacamento provinham maioritariamente da RN.
A questão é que actualmente nem temos umas Forças Armadas realmente profissionalizadas nem temos um SMO. Ou faz-se uma coisa ou outra, mas que se faça algo. O que temos neste momento é uma aberração.
Citação de: "Hellfire"Dezenas e dezenas de oficiais oriundos da RN prestaram serviço em unidades de Fuzileiros, chegando mesmo ao comando destas. Mais: a partir da segunda metade da década de 60, o terceiro e quarto oficiais de um destacamento provinham maioritariamente da RN.
A lista seguinte deve ser só "rambos":
António Manuel Cordeiro Sevinate Pinto (ex-Ministro da Agricultura)
António José de Castro Bagão Félix (ex-Ministro das Finanças)
José Manuel Amado da Silva (ex-Presidente da ANACON)
Manuel Sande e Castro Salgado (actual vereador e vice-presidente da C.M. de Lisboa)
Adelino Manuel Lopes Amaro da Costa (ex-Ministro da Defesa)
Diogo Pinto de Freitas do Amaral (ex-Ministro dos Negócio Estrangeiros, ex-Presidente da Assembleia-Geral da ONU)
Ricardo Espírito Santo Silva Salgado (Presidente do BES)
José Filipe de Melo e Castro Nobre Guedes (irmão do ex-Ministro do Ambiente Nobre Guedes)
Luís Alexandre Lynce de Faria (irmão do ex-Ministro do Ensino Superior Pedro Lynce)
Luis de Castro Vaz Pinto (pai da Catarina Vaz Pinto, ex-Secretária de Estada Cultura, actual mulher de António Guterres e vereadora da C.M. de Lisboa)
Amílcar Augusto Contel Martins Theias (ex-Ministro do Ambiente)
Pedro Manuel Branco Ferraz da Costa (ex-Presidente da CIP)
Rui Bebiano de Sá Viana Rebelo (filho de um ex-Governador de Angola)
Carlos Henrique Graça Correia da Fonseca (actual Secretário de Estado dos Transportes)
Francisco Xavier Vilardebó de Sommer Champalimaud (um dos sobrinhos de António Champalimaud)
Rui Manuel Parente Chancerelle de Machete (ex-Ministro da Defesa, ex-Ministro da Justiça, ex-Presidente da FLAD)
Pedro Augusto Lynce de Faria (ex-Ministro do Ensino Superior)
Vitor Manuel Ribeiro Constâncio (ex-Ministro das Finanças, ex-Governador do Banco de Portugal, actual Vice-Presidente do Banco Central Europeu)
Fonte: http://www.reserva-naval.com/cursos/cursos.html (http://www.reserva-naval.com/cursos/cursos.html)
Portanto temos aqui um conjunto de rapazes modestos, oriundos de famílas modestas e que não tinham/têm qualquer espécie de relação com o poder político e económico do antes e do depois do 25 de Abril.
já agora, dizer que todos os 1712 oficiais RN eram do calibre desses "rambos de secretária" (e do peculato, compadrio e má governação) é baixo, insultuoso e intelectualmente desonesto, desculpe que lhe diga.
Na terca feira foi apresentado um projecto para modernizar as G3 Portuguesas...
http://forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=39&t=1585&p=212656&sid=da0ad6075c531068c6e65ba8e61e0c0a&sid=da0ad6075c531068c6e65ba8e61e0c0a#p212656
Exército precisa de 4 oficiais generais e mais 514 militares
O Exército alegou hoje ter falta de efetivos, incluindo quatro oficiais generais para preenchimento de cargos vagos e 514 militares em regime de voluntariado ou de contrato.
Em comunicado, o ramo das Forças Armadas adianta que aguarda, desde o início do ano, autorização para promoção de 135 militares: 57 praças, 72 primeiros-sargentos e 16 oficiais subalternos e capitães.
Em 2011, precisa a nota, apenas foram promovidos, "no estrito cumprimento da lei", dois oficiais generais, para os cargos de comandante da Instrução e Doutrina do Exército e diretor de Administração de Recursos Humanos, ambos vagos.
Ainda assim, o Exército invoca a falta de quatro oficiais generais para os cargos vagos de comandante operacional de forças terrestres (a preencher por um tenente-general) e de diretor-coordenador do Estado-Maior do Exército, diretor de serviços de pessoal e diretor de aquisições (a preencher por majores-generais).
O comunicado refere também que os efetivos em regime de voluntariado ou de contrato "estão abaixo do estabelecido, em 514 militares, incluindo neste valor a redução de 1.956 militares decorrente da aprovação do Orçamento do Estado para 2011" e a atingir até sexta-feira.
É com muito orgulho que vos digo que o distrito de Bragança já tem 5km de autoestrada..... iupi......... mais uma prova que este canto de Portugal o Governo sempre esqueceu..... E ainda por cima tem um Primeiro Ministro de Vila Real e uma Presidente da Assembleia da Republica de Valpaços, tudo isto distrito de Vila Real. O distrito de Bragança serve somente para se contruirem barragens para dar luz a Lisboa e ao resto do País, sim porque 50% da electricidade consumida em Portugal vem das Barragens do Distrito de Bragança.
Caro Cabeça ironizei quando referi a HK417. È simplesmente um sonho que tenho que seja esta a verdadeira substituta da G3 lá para 2050 quando a Troika se puser na alheta.
Em 2006 o Exército estabeleceu uma Visão, que fosse motivadora para quadros e tropas e impulsionadora do processo de transformação, que se tem desenvolvido; paralelamente, definiu-se o nível de ambição para o período de 2007-2011, que correspondesse a uma alteração qualitativa do Exército e que fosse concorrente com os paradigmas da modernidade e da inovação.
Assim, o Exército transferiu um Regimento para Tavira, constituiu o Batalhão de Comandos, criou e tornou operacional os Elementos de Defesa Biológica e Química e de Guerra da Informação, o Centro de Simulação de Explosivos, ampliou a capacidade da Engenharia para o ambiente radiológico, constituiu a Unidade Logística de Catástrofes e tem vindo a consolidar no domínio operacional o Hospital Militar de Campanha.
Paralelamente, promoveu a excelência das Forças Especiais, do IGeoE, a instrução de Combate em áreas edificadas e certificámos, internacionalmente, um Comando de Brigada; somos no segundo semestre de 2011, o Exército enquadrante de um BG para a União Europeia, no âmbito das Euroforças, integrando sob o nosso Comando, forças italianas, francesas e espanholas.
Constituem legítimas aspirações do Exército, a construção das infra-estruturas que podem optimizar, definitivamente, o Dispositivo, com evidentes reflexos na economia de recursos financeiros, materiais e humanos, através da construção do COSEX na Amadora e a implementação da decisão da transferência das OGME para a área logística de Benavente.
Estamos conscientes da situação económica e financeira do País e das restrições e prioridades que têm de ser estabelecidas. O Exército é um participante activo desse processo de contenção de redução de despesa e de rigor orçamental; mas tem o dever de alertar para a necessidade de serem encontradas soluções que não afectem definitivamente a operacionalidade do Ramo e a coerência, das opções já tomadas no domínio do reequipamento, quer em termos do SFN Terrestre, quer comparativamente com os outros Ramos.
É indispensável à modernização do Exército a concretização dos projectos estruturantes, designadamente as VBR Pandur 8x8, e o projecto cooperativo (Será que o projeto agora engloba a FAP e a MG???) dos Helicópteros Médios NH-90, rentabilizando, também, os investimentos já efectuados.
Todos os sistemas de Arma propostos ou previstos para o reequipamento do Exército, no quadro da LPM, estão presentes nos TO em que temos estado ou estamos a actuar, respondendo às exigências dos cenários de conflitualidade com que nos confrontamos na actualidade, incluindo os que equipam a Brigada Mecanizada, designadamente no Afeganistão.
Temos actualmente dificuldades na área do pessoal, que estão directamente ligadas à suspensão do recrutamento de efectivos em RV/RC, com evidentes repercussões nas capacidades e disponibilidades das Unidades, assim como no normal desenvolvimento de carreiras, decorrentes das não promoções, indispensáveis à materialização da função de responsabilidade hierárquica, que asseguram a coesão, a disciplina, garantindo a eficiência e eficácia do Sistema de Forças do Exército.
É necessário ter presente, que para um País com a dimensão estratégica de Portugal, capacidades militares que se eliminem, dificilmente serão reconstituídas com oportunidade, com implicações decisivas, na liberdade de acção operacional da componente militar e de decisão política nacional, no seio das Alianças e Organizações Internacionais a que pertencemos.
http://www.exercito.pt/Noticias/Paginas/DiadoEx%C3%A9rcitoDiscursodoCEME-25Out11.aspx
O chefe do Estado-Maior do Exército (CEME) afirmou hoje que é “necessário clarificar” quando voltará a haver admissões de militares nas Forças Armadas, sublinhando que no caso do Exército os efetivos “são vitais”.
“É necessário clarificar quando se retomará o processo de reincorporação [de efetivos no Exército]. Neste momento já temos cerca de novecentos e tal militares abaixo do ‘plafond’ que nos foi estabelecido e queremos recuperar esses efetivos”, afirmou o general Pinto Ramalho aos jornalistas no final de audição na comissão parlamentar de Defesa, que decorreu à porta fechada.
O CEME insistiu em que “os efectivos, para o caso do Exército, são vitais”.
“Enquanto a Marinha e a Força Aérea são intensivas do ponto de vista do equipamento, nós somos intensivos do ponto de vista do pessoal. O Exército sem pessoal não tem unidades. Portanto, precisa de ter unidades e precisa de as instruir e de ter uma organização que suporte quem está em operações”, acrescentou.
O general ilustrou que “uma unidade está em operações, depois regressa, descansa, mas tem de estar outra em preparação para a substituir ou reforçar”, sublinhando que “há um ciclo operacional que é muito exigente e se houver menos gente, este ciclo torna-se ainda mais exigente”.
Segundo Pinto Ramalho, a questão das admissões e da redução de efetivos nas Forças Armadas foi um dos assuntos abordados na comissão parlamentar, assim como as promoções, que estão também congeladas por causa dos constrangimentos orçamentais.
Para o CEME, o congelamento das promoções “tem de ser objeto de atenção profunda” e “tem de ser encontrada uma solução para isso”.
“As promoções nas Forças Armadas são um elemento da responsabilização hierárquica, da disciplina, da coesão. Lembro que as promoções não são apenas de oficiais generais, são promoções de cabos. A cadeia hierárquica tem de se manter”, afirmou o general.
“Sabemos que o país tem dificuldades, sabemos que há contenção orçamental. Somos peça deste processo de contenção orçamental, mas não podemos deixar de alertar para aspectos que podem afetar o funcionamento normal da instituição”, acrescentou.
Outro aspeto que preocupa o CEME são os cortes nos orçamentos destinados aos equipamentos das Forças Armadas.
As despesas do Estado com a Defesa vão diminuir 3,9%, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2012. No caso específico da Lei de Programação Militar, o corte de verbas chegará aos 17,1% e é estabelecida uma cativação adicional de 19,6%, para além da de 40% já instituída. O ministro da Defesa, Pedro Aguiar-Branco, já admitiu que a compra dos helicópteros NH-90, para o Exército, será renegociada.
Neste contexto, “há programas estruturantes para o Exército com os quais o CEME tem de estar preocupado”, disse hoje Pinto Ramalho, referindo o caso dos NH-90, dos Pandur, os equipamentos de rádio e os blindados 4x4.
“Esperemos que não estejam comprometidos, esperemos que sejam encontradas soluções para que, mesmo com uma maior dilação no tempo, possam ser concretizados. Até porque há investimentos já feitos, há equipamentos já no terreno, seria mau que não se completassem os projetos, a coerência dos mesmos ficaria comprometida e o resultado não seria consentâneo com os investimentos já feitos”, afirmou.
http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/chefe-do-estado-maior-do-exercito-quer-saber-quando-havera-novas-admissoes-nas-forcas-armadas-1519225
25-10-2011 NOTÍCIA DO DN “AGUIAR-BRANCO CORRIGE OPÇÕES DO EXÉRCITO”
COMUNICADO Nº 66/2011
Na sequência das Comemorações do Dia do Rexército na cidade de Bragança, o Jornal Diário de Noticias, edição de 24OUT11, na página 9, publica a notícia em epígrafe onde no seu sexto parágrafo é referido o seguinte:
“O problema é ver-se um desfasamento entre as prioridades do seu mandato e a realidade financeira do País de que são exemplos (para não insistir nas Pandur ou nos NH9O) a dispersão territorial dos quartéis e os 37 carros de combate Leopard: além de estarem há muito parados, o CEME disse precisar demais.”
Face ao publicado importa esclarecer o seguinte:
1. O artigo dá entender que os carros de combate Leopard se encontram inoperacionais. Ora, esta não é a realidade, os carros de combate estão operacionais com limitações devidas ao atraso na execução da chamada manutenção programada;
2. Este material, devido à sofisticação tecnológica, contempla um plano de manutenção exigente que implica não só a utilização de componentes certificados como o emprego de pessoal devidamente credenciado;
3. No sentido de se preservar ao máximo o material adquirido e tendo em conta o facto dos prazos de manutenção não estarem a ser cumpridos, por razões alheias ao Exército, por despacho de S. Ex.ª o General CEME de 21MAR11, foi decidido abrandar a utilização de carros de combate Leopard no treino operacional até que os prazos de manutenção, estabelecidos pelo fabricante, estejam a ser cumpridos;
4. Para se compreender melhor a situação, informa-se que em Abril deste ano foi lançado um concurso público internacional para manutenção dos 37 carros, concurso este que foi cancelado pelo facto dos concorrentes não apresentaram a cotação de alguns serviços/componentes requeridos e apresentaram custos acima dos valores máximos estipulados no contrato;
5. Actualmente, aguarda-se o visto do Tribunal de Contas para o lançamento de novo concurso internacional com o apoio da Agência Internacional “NATO Maintenance and Supply Agency” (NAMSA);
6. Assim, a situação dos carros de combate Leopard deveu-se a uma opção do Exército com o objectivo de proteger e resguardar o material adquirido, podendo ser contudo, imediatamente utilizados, em caso de manifesta necessidade;
7. A situação relacionada com a manutenção dos CC Leopard é do conhecimento da Tutela tendo as solicitações financeiras sido feitas em tempo oportuno, aguardando-se a disponibilização dos devidos recursos financeiros;
8. Quanto à necessidade de mais carros de combate, nomeadamente ao referido “ o CEME disse precisar de mais” essa afirmação deve ser complementada com o facto do Exército considerar mais vantajoso completar o Grupo de Carros de Combate, num total de 55 carros, tal significando a aquisição de mais 18, tendo para o efeito submetido à Tutela, como contrapartida, a proposta de alienação de 65 carros de combate M60, mais 6 plataformas de instrução, de um total de 101 carros de combate existentes;
9. Por último e no respeitante “à dispersão territorial dos quartéis”, não se presta qualquer esclarecimento uma vez que o assunto foi por diversas vezes objecto de informação ao autor, estranhando o Exército a sua persistência em abordar reiteradamente o mesmo, de forma vaga e não fundamentada.
O chefe do Estado-Maior do Exército, general Pinto Ramalho, lamentou esta segunda-feira "não ver concretizados grandes projectos" para o seu ramo como o dos helicópteros NH90, do COSEX ou das viaturas blindadas Pandur.
"Fica sempre algo por fazer, aliás, julgo que não haverá chefe de Estado-Maior nenhum que não fique com pena de não ver concretizados os grandes projectos que considerou serem grandes objectivos do seu mandato", afirmou Pinto Ramalho, em jeito de balanço, já que abandona o cargo nos próximos dias.
O chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), que assumiu funções em 2006, confessou ter como "grandes objectivos do mandato a concretização do COSEX, da transferência das Oficinas de Material de Engenharia para junto do que consideramos ser o pólo logístico do Exército" e, "indiscutivelmente, os grandes projectos de reequipamento, reestruturantes do Exército": Helicópteros NH90 e Pandur.
O programa das Pandur tem sofrido desde o seu início vários atrasos e o ministro da Defesa já disse que tanto este como o dos NH90 estarão "congelados" em 2012.
Noutro plano, Pinto Ramalho congratulou-se com "a aquisição de capacidades que estão hoje na fronteira tecnológica do país" no que respeita "à capacidade de defesa biológica e química, intervenção no âmbito do ciberespaço e organização e estabilização das brigadas".
"Fizemos também algo que me parece extremamente importante, que foi tornar o Exército bem conhecido em termos internacionais, através dos contactos que tivemos com outros países, com outros chefes de Estado-Maior, o que nos leva a dizer, fruto do desempenho das nossas Forças Nacionais Destacadas, que somos hoje um Exército que conta", acrescentou.
Luís Pinto Ramalho disse ter sempre seguido como orientação "fazer hoje um Exército melhor do que ontem e criar condições para que o Exército de amanhã seja melhor ainda do que hoje".
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2180615&page=-1
O general Pina Monteiro será o novo chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), a partir da próxima semana, soube o DN.
Pina Monteiro, actual representante militar de Portugal junto da NATO, é o primeiro chefe militar escolhido pelo actual Governo e vai suceder ao general Pinto Ramalho, que cessa funções no próximo domingo.
A nomeação formal de Pina Monteiro como CEME cabe ao Presidente da República, Cavaco Silva, que recebe esta tarde o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Luís Araújo.
A audiência foi divulgada pelo Palácio de Belém e ocorre às 17.30 desta quarta-feira. A posse de Pina Monteiro, dada pelo Chefe de Estado e Comandante Supremo das Forças Armadas, deverá ocorrer segunda-feira.
O nome de Pina Monteiro foi apreciado segunda-feira pelo Conselho Superior do Exército, que se pronunciou favoravelmente sobre a escolha proposta pelo ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco.
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2184656
On 12 January, the Portuguese Army BrigMec (Brigada Mecanizada) mechanized brigade has received the VTE (Video Training Equipment) training system procured by Portugal´ DGAIED (Direcção-Geral de Armamento e Infra-Estruturas de Defesa) to the Dutch procurement agency DMO (Defensie Materieel Organisatie) in 2010 for less than EUR1 million. With the Royal Netherlands Army (RNA) (Koninklijke Landmacht), the training system is known as VOU (VideO Uitrustingssysteem).
The whole system consists of a tripod mounted target observation camera, telemetry equipment and associated antennas, onboard equipment for the battle tank, a single heavy tactical truck equipped with a shelter, targeting systems, the trailer mounted genset and maintenance tools. The shelter is fitted a modular tent, the air conditioning system, a command and control flat-screen, tactical radios and associated antennas, a mast mounted antenna, intercom system and two integrated portable debriefing units each one equipped with two TV displays, a joystick, loudspeaker and microphone, the video recorder and associated electronic systems and cabling.
The VTE is essentially a live firing TV-monitoring equipment which allows the firing instructor to watch closely the activities of the gunner/commander in the tank as well as the hit effect in the target.
The system will be operated by the GCC (Grupo de Carros de Combate) battle tanks group which is equipped with 37 former Royal Netherlands Army Krauss-Maffei Wegmann GmbH & Co. KG Leopard 2A6 vehicles. The vehicles were procured to the DMO through the NAMSA (NATO Maintenance & Supply Agency).
Further training equipments should be procured by Portugal including a crew training system, gunnery and combat simulator based on SAAB AB BT46 laser training system, turret trainer, table top trainer, classroom driver trainer, training equipment for follow-on crew and maintenance personnel, driving simulator, turret maintenance simulator, chassis maintenance trainer, turret trainer with 120mm weapon simulator and fault input system, a platoon fire control trainer and a 25mm barrel insert system.
In the RNA service, the VTE shelter is transported by a DAF Trucks NV YA 4442D tactical truck.
O incêndio que deflagrou às 12.45 horas desta quinta-feira no pinhal de Vieira de Leiria, na sequência de um exercício militar do Exército está controlado, disse Paulo Rosendo, das relações públicas do Exército.
(http://www.jn.pt/Storage/JN/2012/big/ng1862628.jpg)
Um míssil Chaparral durante o exercício militar "Relâmpago 09" de fogo real onde também foram disparados misseis Stinger e Canhões Bitubo AA de 20 mm, no Pinhal de Leiria, em Vieira de Leiria
O incêndio foi registado após a utilização de um canhão bitubo de 20 milímetros, que disparava contra um alvo aéreo.
No local estavam uma viatura e bombeiros voluntários de Vieira de Leiria, concelho da Marinha Grande, que iniciaram o combate às chamas.
Mas apenas com a chegada de reforços humanos e materiais -três viaturas - o incêndio foi controlado.
Os jornalistas foram retirados pelos militares do local onde assistiam ao exercício 'Relâmpago 12', que decorre até sexta-feira.
Sem fazer feridos ou ameaçar construções, o fogo começou com dois focos, mas rapidamente alastrou para uma frente, que foi combatida pelos bombeiros e militares.
No exercício estão envolvidos 21 oficiais, 57 sargentos e 144 praças e o seu objetivo é "exercitar todas as Unidades de Artilharia Antiaérea do Sistema de Forças do Exército, no planeamento, controlo e conduta do apoio às operações terrestres", segundo uma nota do Exército.
Na sessão desta quinta-feira foram usados todos os meios e unidades de Artilharia Antiaérea do Exército Português (os sistemas míssil antiaéreos STINGER e CHAPARRAL e o Sistema Canhão Bitubo 20mm), da responsabilidade do Comando das Forças Terrestres
jn.pt
A Força de Reação Imediata das Forças Armadas portuguesas está a elevar o seu nível de prontidão devido ao agravamento da situação na Guiné-Bissau.
Segundo fontes militares, forças especiais, paraquedistas e fuzileiros receberam ordens nas últimas horas para aumentar a velocidade de resposta para "acautelar" qualquer eventualidade.
A FRI, que tem meios dos três ramos das Forças Armadas que variam consoante o tipo de missão, pode ser deslocada em 72 horas e é comandada pelo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).
Contactados pela Lusa, nem o gabinete do ministro da Defesa Nacional nem o porta-voz do EMGFA quiseram fazer qualquer comentário sobre este assunto.
Na quinta-feira à noite um grupo de militares guineenses atacou a residência do primeiro-ministro e candidato presidencial, Carlos Gomes Júnior, e ocupou vários pontos estratégicos da capital da Guiné-Bissau. A ação foi justificada esta sexta-feira, em comunicado, por um autodenominado Comando Militar, cuja composição se desconhece, como visando defender as Forças Armadas de uma alegada agressão de militares angolanos, que teria sido autorizada pelos chefes do Estado interino e do Governo.
A mulher de Carlos Gomes Júnior disse esta sexta-feira que ele foi levado por militares na noite do ataque e encontra-se em parte incerta, bem como o presidente interino, Raimundo Pereira.
Os acontecimentos militares na Guiné-Bissau, descritos como um "golpe de estado" pelo presidente da República português e pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, antecederam o início da campanha eleitoral para a segunda volta das presidenciais previstas para dia 29 de abril.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Palops/Interior.aspx?content_id=2418594&page=-1
Continuamos sem LPD....
Continuamos sem LPD....
O meninos para casas de piedade portuguesas.....
Então não é verdade que o vosso "Rey" anda a pagar 30 mil euros por uma licença para caçar Elefantes ? Com o teu dinheiro Menacho. :mrgreen:
CEME propõe congregar escolas práticas de armas numa só entidade
14.08.2012 - 15:05 Por Lusa
O Chefe de Estado-Maior do Exército (CEME), general Pina Monteiro, anunciou hoje que vai propor ao Governo a criação de uma única Escola Prática de Armas que englobe as especialidades de infantaria, artilharia, cavalaria e transmissões.
Na cerimónia de comemoração do dia da Arma de Infantaria e 125º Aniversário da Escola Prática de Infantaria, que decorreu hoje em Mafra, o chefe de Estado-Maior do Exército anunciou a intenção de criar uma Escola Prática de Armas no âmbito das reformas estruturais impostas pela actual conjuntura económica.
“Irei propor o levantamento de uma Escola Prática das Armas, onde serão preservados o saber residente e a força coesiva que cada escola gera na respectiva arma e consequentemente no Exército, mas temos de desenvolver esse saber em novos moldes, dando-lhe valor acrescido através de modelos organizativos que associem os diferentes conhecimentos, saberes e competências das armas, de forma mais dinâmica e integrada”, afirmou o general no seu discurso.
“Polarizar os saberes em Escolas de excelência e articular a formação técnica com as vertentes operacionais, onde estão residentes as diferentes capacidades do Exército é um caminho para dar resposta aos múltiplos requisitos técnicos e tácticos, mas também, às limitações que enfrentamos no quadro dos recursos disponíveis”, acrescentou.
No final da cerimónia, em declarações à agência Lusa, o CEME esclareceu que a proposta, ainda a ser apresentada ao Ministério da Defesa, traduz-se numa “alteração muito profunda naquilo que são as escolas práticas do Exército, que são instituições que necessitam de ser muito trabalhadas”.
De acordo com a proposta, pretende-se congregar numa só instituição, a Escola Prática de Armas, as diferentes especialidades com recurso a armas, até agora isoladas, que são a Infantaria, Artilharia, Cavalaria, Engenharia e Transmissões, mantendo-se apenas a Escola Prática de Serviços.
No dia do 125º aniversário da Escola Prática de Infantaria, localizada em Mafra, o general Pina Monteiro enfatizou a importância das suas instalações e assegurou que “não há intenção, por parte do Exército, de aliená-las ou sair daqui”.
“As instalações militares de Mafra são indispensáveis, incontornáveis e a História assim o provou, o presente assim o justifica e o futuro assim o exige”, concluiu.
Pensava que isso já estava mais que decidido. :conf:
Passam as Escolas para Tancos para as instalações da EPE e da ETP passando a ETP para as instalações da UALE.
Lembrei-me agora de uma coisa, se isso acontece-se, onde é que eles iam treinar com os CC, com as peças de artilharia, com... ali não há espaço para isso.
Cheira-me que alguém disse-te uma peta das grandes ó HSMW. :twisted:
Quanto ao tiro real iam treinar ao mesmo sitio que actualmente. Santa Margarida. Ou achas que o fazem em Abrantes? Acho que nem os M109 ainda estão em Vendas Novas.
No tempo do SMO à moda antiga (de 75 a 95) as escolas praticas formavam de 4 em 4 meses uma companhia (ou duas, como de vez em quando acontecia no caso da infantaria) de graduados do quadro de complemento (segundos furriéis e aspirantes milicianos). Isso acabou. Actualmente são tão poucos (os oficiais e sargentos do RC) que fazem a recruta todos juntos e então depois são separados por arma.Isso era no tempo em que havia um quartel por cidade. Num Exército vocacionado para a guerra convencional em que se esperava uma invasão soviética da Europa.
Hoje em dia depois de cada recruta quantos 2ºs Furriéis e aspirantes se apresentam em cada escola pratica para fazerem a especialdade?Anda tudo à volta dos 10 ou 15. O dobro no caso da Infantaria.
E quantos se apresentam anualmente (em média, é claro) vindos da ESE para estágio?
Quantos aspirantes se apresentam nessas escolas vindos da academia para fazer o tirocinio?
E quantos são os formandos dos cursos de capitães? (estes muito provavelmente nem são anuais).
Aposto que é tudo a conta-gotas....
Será que ainda posso pedir essa declaração do tempo de serviço militar? Para onde e como.
Obrigado antes de mais.
Um militar de 22 anos, da Escola Prática de Serviços (EPS), morreu hoje durante um acidente nas obras de requalificação da carreira de tiro de Santa Luzia, em Viana do Castelo, informou o porta-voz do Estado-maior do Exército.
O acidente aconteceu às 16:30, na sequência da queda de um eucalipto, que apanhou o militar em cheio.
Segundo explicou à Lusa o tenente-coronel Jorge Pedro, ainda foram tentadas manobras de reanimação no local, por uma equipa do INEM, mas sem sucesso.
O militar era natural de Valença.
"Temos a lamentar a morte do militar, expressando o pesar à família. Já mobilizamos também apoio psicológico para os familiares", adiantou ainda o porta-voz.
A carreira de tiro de Santa Luzia, em Viana do Castelo, é gerida pela EPS, unidade da Póvoa de Varzim. Decorria uma operação de corte de árvores no local, no âmbito de obras de requalificação do espaço.
As circunstâncias em que se deu este acidente vão ser alvo de um inquérito, entretanto aberto e a cargo da Policia Judiciária Militar (PJM), o mesmo acontecendo por parte da EPS.
dn.pt
Segurança a Merkel causa mal-estar no Exército
Guardas da Polícia do Exército responsáveis pela segurança do Forte de São Julião da Barra não aceitaram subordinar-se a um comissário da PSP.
Os militares encarregues da segurança do Forte de São Julião da Barra, em Oeiras, recusaram subordinar-se a um comissário da Polícia de Segurança Pública, não participando na operação de segurança montada para o edifício onde hoje o primeiro-ministro, Passos Coelho, almoça com a chanceler alemã, Angela Merkel.
O Expresso confirmou junto de fonte militar que houve a intenção de subordinar o efetivo que tem a missão de segurança em permanência, formado por guardas da Polícia do Exército, a um comissário da PSP, tendo o oficial do Exército que comanda esta força decidido excluir os seus homens dessa operação.
O porta-voz do Exército, tenente-coronel Jorge Pedro, confirmou ao Expresso que a segurança está a cargo da PSP, não contando com a participação dos militares, mas que esta situação ficou estabelecida nas reuniões preparatórias entre os Ministérios da Administração Interna e da Defesa. Mas o Expresso sabe que a possibilidade dos militares serem chefiados por um gradiado da PSP causou mal-estar junto da Polícia do Exército
Amanhã, os guardas da Polícia do Exército retomam a segurança do forte que serve de residência oficial ao ministro da Defesa Nacional, Aguiar Branco.
A segurança (máxima) de uma alta entidade é algo de muito sério e de um nível tão técnico que escapa à compreensão dos menos informados e leigos na matéria. Todos os envolvidos nesse processo têm de obedecer à mesma voz de comando e aos mesmos protocolos... é impensável, mesmo irracionável, que assim não seja.
Os militares não sabem de segurança, não a compreendem, nem têm de saber ou compreendê.la, mas como não são todos burros tomaram a atitude correcta, retiraram-se.
"Recorde-se que, ao abrigo da Constituição e das leis vigentes, as Forças e Serviços de Segurança são apoiadas pelas Forças Armadas em território nacional ao nível da segurança interna - os militares mantêm a sua cadeia de comando mas a autoridade (competência e legitimidade) pertence aos primeiros."esta frase foi retirada de outro artigo de jornal.
Recaiu sobre a EPP (Equipa de Protecção Pessoal) a missão e responsabilidade da protecção pessoal de Altas Entidades, que por diversas vezes visitaram a QRF / FND / ISAF X, destacando-se o Ministro da Defesa Nacional, Dr. Severiano Teixeira, o Chefe do Estado Maior das Forças Armadas (CEMGFA), General Valença Pinto e o Sr. Dr. Miranda Calha, Deputado da Assembleia Geral da NATO.
Certo! Certo se ambos entendermos e combinarmos que você está a falar de alhos. Mas eu falava de bugalhos...
A segurança (máxima) de uma alta entidade é algo de muito sério e de um nível tão técnico que escapa à compreensão dos menos informados e leigos na matéria. Todos os envolvidos nesse processo têm de obedecer à mesma voz de comando e aos mesmos protocolos... é impensável, mesmo irracionável, que assim não seja.
Os militares não sabem de segurança, não a compreendem, nem têm de saber ou compreendê.la.
Aceito que discorde daquilo que eu disse tal como você discordaria obrigatoriamente da minha opinião sobre qualquer aspecto técnico de artilharia, travões de aviões, culatras de morteiros... etc... :D
, o funcionamento normal é o que já foi dito acima, neste caso em particular foi necessário funcionar de um modo diferente, penso que não vem nenhum mal ao mundo por a PSP substituir a PE por meio-dia, ou lá o tempo que for, por outro lado já acho grave a intenção (pelo que diz o jornal) de colocar um oficial da PSP a mandar nos militares, pois vai contra a constituição, pode parecer coisa menor para a maioria das pessoas, que não é para levar tudo tão à letra, mas quem é que pode dizer o que é e o que não é para levar à letra na constituição? E o mais correcto foi feito, se é contra a constituição um oficial da PSP mandar em militares, retira-se os militares.
A segurança (máxima) de uma alta entidade é algo de muito sério e de um nível tão técnico que escapa à compreensão dos menos informados e leigos na matéria. Todos os envolvidos nesse processo têm de obedecer à mesma voz de comando e aos mesmos protocolos... é impensável, mesmo irracionável, que assim não seja.
Os militares não sabem de segurança, não a compreendem, nem têm de saber ou compreendê.la, mas como não são todos burros tomaram a atitude correcta, retiraram-se.
Lightning,
Tem razão. Prometo dignificar este topico, este forum... escreverei aqui duas ou tres coisas sobre este tema.
.
Aceito que discorde daquilo que eu disse tal como você discordaria obrigatoriamente da minha opinião sobre qualquer aspecto técnico de artilharia, travões de aviões, culatras de morteiros... etc... :D
Concordo plenamente com o Yuri-znin. Finalmente uma opinião sensata! Bem vindo ao fórum.
Quanto ao forista Trafaria (o qual tenho grande estima pela sua participação no FD) alguma coisa ficou "atravessada" em relação à IM.Qual foi o problema afinal?
Quando existem deslocações de membros do governo a instalações militares dependendo do tipo de visita há em alguns casos visitas de pré-inspecção para coordenar procedimentos porque até o allmighty CSP tem d ter uma noção por onde se vai deslocar com a comitiva e são articulados todos os detalhes de segurança.
As unidades militares têm especificidades proprias são seguras mas por fatores de risco analisados são incrementadas medidas, mas realmente o CSP faz muito show off também, porque carga de água entram nas unidades militares e andam sempre colados aos ministros? numa linguagem com algo de vernáculo: "quem tem cu tem medo" e quando as decisões são impopulares o colarinho da gravata as vezes aperta.
Quando o PR ou PM ou MAI visitam as unidades de policia também não há um incremento de segurança? Não tem a ver com o que foi ou com o que é ou deixa de ser.
Não há aqui quesilias, há diferentes opiniões sobre a mesma temática.
No âmbito do intercâmbio entre as Forças Armadas Portuguesas e Belgas, a Brigada Mecanizada recebeu a missão de apoiar a realização do treino da Royal Military Academy belga, no período entre 23 de Janeiro a 10 de Fevereiro de 2013.
O destacamento belga é formado por 118 cadetes, enquadrados pelos respetivos instrutores e pessoal de apoio, totalizando um efetivo de 153 militares, entre os quais 1 Oficial General (Comandante do Destacamento), 5 Oficiais Superiores, 8 Oficiais Subalternos, 10 Sargentos e 11 Praças.
Alojados nas instalações da Valeira Alta, contando com o apoio logístico da Unidade de Apoio da Brigada Mecanizada (UnAp/BrigMec), os Cadetes belgas terão a oportunidade de desenvolver “treino básico em condições difíceis e ambiente austero, no âmbito da infantaria ligeira”. (Exército)
Quero ver como é que eles vão dar instrução ao pessoal de Cavalaria (CC) e de Artilharia em Mafra. É desta que o calhau vai ao chão! :shock:
13-02-2013
REUNIÃO DE COMANDO DO EXÉRCITO E REUNIÃO DE TRABALHO SOBRE A ESCOLA DAS ARMAS
De acordo com o despacho nº 20 de 2013 de Sua Exª O General Chefe de Estado Maior do Exército, realizou-se no dia 13 de fevereiro de 2013, na Escola Prática de Infantaria, a Reunião de Comando do Exército com a presença de Sua Exª O General Chefe de Estado Maior do Exército, dos Exmos Tenentes Generais Comandantes dos OCADS e do Comandante da Academia Militar em Exercício de Funções. Após a qual, realizou-se na Sala de Honra de Infantaria, a Reunião de Trabalho sobre a Escola das Armas, que contou com a presença do Exmo Tenente General Vice Chefe de Estado Maior do Exército, Major General Diretor de Infraestruturas do Exército, Major General Diretor de Formação, Exmos Majores Generais Comandantes das Brigadas, Exmos Comandantes das Escolas Práticas e elementos coordenadores do Estado Maior do Exército.
Tras recibir el parecer favorable del Consejo Superior de Defensa Nacional (CSDN) y ser debatido en la Asamblea de la República (AR), el Consejo de Ministros de Portugal aprobó el último Concepto Estratégico de Defensa Nacional (CEDN). Motivado por la grave situación económica y financiera que el país atraviesa y, al mismo tiempo, procurando adecuar la organización y el empleo de las fuerzas a las nuevas realidades, el titular de la cartera de Defensa, José Pedro Aguiar-Branco, cuenta con reducir la plantilla en cerca de 8.000, pasando a un contingente de aproximadamente 38.000, y con recortar 218 millones de euros entre 2014 y 2020. En el transcurso de 2013 podrán reducirse unos 40 millones como medida anticipada. Con la esperada reducción de efectivos, el MDN (Ministerio de Defensa Nacional) prevé reforzar los fondos destinados a las actividades operacionales, incluyendo el entrenamiento conjunto, ejercicios con fuerzas aliadas y la participación en operaciones exteriores.
En los presupuestos del Estado para 2013 se inscribieron 2.188,4 millones de euros para gastos de defensa, con un aumento del 14,1 por ciento frente a 2012. Entre las medidas a implementar en 2013 constan ajustes en los establecimientos militares de educación, restructuración de los fabriles del Ejército y del sector empresarial de la defensa y fusión de los hospitales militares principales. En lo que respecta a la Ley de Programación Militar (LPM), los valores previstos se reducirán en un 45,71 por ciento, motivando la suspensión y cancelación definitiva de programas previstos y en curso. En apenas un año, el MDN anuló diversos programas fundamentales de modernización de las Fuerzas Armadas.
En este ámbito fue anulado el programa de adquisición de armamento ligero, en concreto armas de asalto, ametralladoras ligeras y pistolas para las tres fuerzas, la entrega de 10 helicópteros de transporte táctico NH-90 TTH para el Ejército; la construcción para la Marina de 5 navíos de patrulla costera, con otros 3 en opción; 6 buques de patrulla oceánica adicionales, incluyendo 2 de combate contra la polución; y la entrega de los restantes blindados 8x8 Pandur II. En la expectativa de generar algunos ingresos extraordinarios, algunos sistemas de armas se han preparado para su enajenación, incluyendo parte de la flota de cazas F-16AM/BM Fighting Falcon. Esta posibilidad de venta de una decena de aviones se ve como remota, por el hecho que lós países que mostraron interés pasan también por serias dificultades económicas.
El documento, que guiará la política lusa en este campo durante los próximos años, otorga especial atención a las dimensiones financiera, energética, alimentaria, demográfica, científica y tecnológica y tiene como elementos principales la diplomacia nacional, la valorización de la lengua y de la cultura y la diáspora. Realza el contexto actual del país, teniendo en cuenta el recurso a la asistencia financiera internacional, crisis económica, emergencia de nuevas potencias y la reorientación estratégica de Estados Unidos. (Victor M.S. Barreira, corresponsal de Grupo Edefa en Lisboa).
Abrantes perde escola pratica de cavalaria mas ganha unidade polivalentehttp://www.rederegional.com/index.php/e ... lente.html (http://www.rederegional.com/index.php/entertainment/4959-abrantes-perde-escola-pratica-de-cavalaria-mas-ganha-unidade-polivalente.html)
(http://www.rederegional.com/images/stories/2013/epc.jpg)
A Escola Prática de Cavalaria (EPC) de Abrantes vai ser transferida para a futura Escola das Armas, em Mafra, que vai acolher todas as escolas práticas existentes no país. No entanto as instalações de Abrantes não vão ficar desocupadas, como aconteceu em Santarém após a transferência da EPC para Abrantes, uma vez que irão receber uma unidade polivalente do exército.
A mudança foi anunciada esta terça-feira, 9 de abril, pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, general Artur Pina Monteiro, e decorre do projeto de reestruturação em curso no exército português.
Em Tancos, no concelho de Vila Nova da Barquinha, também vai haver mudanças. A Escola Prática de Engenharia também vai mudar para Mafra, mas a unidade ribatejana vai receber o Regimento de Engenharia nº 1, actualmente instalado na Pontinha.
"Nenhum campo militar vai ser encerrado, antes o dispositivo vai ser alvo de uma reestruturação. O Regimento de Engenharia nº 1, por exemplo, vai ser transferido para a Escola Prática de Tancos, uma guarnição que vai ser robustecida com uma grande capacidade operacional de engenharia, e para a Escola Prática de Abrantes vai uma unidade polivalente do exército", precisou Pina Monteiro, em declarações à Agência Lusa.
Deve ser uma coisa qualquer que nem eles sabem muito bem o que seja mas que terá por finalidade dar uma aparência de actividade mas sobretudo para evitar o abandono e degradação das instalações.
Não será a tão falada EPA? Eles dizem Mafra, eles dizem Tancos, agora falam em Abrantes. Como é que são as instalações? Têm uma zona para instrução de jeito ou é como em tantas unidades por este país fora?Esquece Tancos. Está decidido que a Escola Práticas das Armas será em Mafra.
Efe. Lisboa.
Portugal prevé reducir hasta el año 2020 en cerca de un 20 % el número de sus militares, de los actuales 38.000 hasta cerca de 30.000 efectivos, anunció hoy el ministro de Defensa luso, Pedro Aguiar-Branco.
Durante la presentación pública del nuevo plan del sector elaborado por el Gobierno conservador y titulado "Defensa 2020", Aguiar-Branco confirmó que la primera parte de este ajuste en la plantilla se producirá entre este año y el que viene, cuando se prevé la salida de 4.000 efectivos.
El documento, que está previsto que sea aprobado mañana en Consejo de Ministros, incluye varias medidas de ahorro fruto de la delicada situación económica de Portugal, que atraviesa la peor crisis en décadas bajo las draconianas condiciones de un rescate financiero internacional.
El sector de la Defensa, cuya financiación estatal se sitúa en torno al 1 % del PIB luso (2.000 millones de euros), ha sufrido desde 2009 sucesivos cortes presupuestarios, estimados en cerca del 20 %, de acuerdo con altos cargos militares, que ya alertaron de que el exceso de ahorros puede impedir el normal funcionamiento de las Fuerzas Armadas.
A la presentación de "Defensa 2020", consensuado con los altos mandos lusos, acudieron los principales representantes del Estado Mayor, la Armada, la Fuerza Aérea y el Ejército de Tierra.
Diferentes asociaciones militares criticaron públicamente a finales de 2012 la política de recortes en Defensa aplicada por el Ejecutivo conservador e incluso promovieron una vigilia a las puertas de la residencia del jefe del Estado luso para expresar su rechazo e instarle a no aprobar los presupuestos.
Abrantes: Exército cria unidade central de apoio militar de emergência
Apoio destina-se à proteção civil e a situações de catástrofe
Por: tvi24 / LF | 2013-04-17 16:28
O Chefe de Estado-Maior do Exército (CEME) anunciou esta quarta-feira a criação e instalação de uma nova unidade em Abrantes, uma estrutura vocacionada para apoio militar de emergência à proteção civil e a situações de catástrofe.
A unidade militar hoje anunciada - «robusta, multifacetada e polivalente» -, vem na sequência da publicação do novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN), e aponta para que a nova unidade se revista de uma capacidade mais estruturada em termos militares de emergência no apoio à proteção civil e em situações de calamidade.
Em declarações aos jornalistas no Quartel de S. Lourenço, em Abrantes, à margem das cerimónias comemorativas do Dia da Arma de Cavalaria e do 123º Aniversário da Escola Prática de Cavalaria (EPC), o General Artur Pina Monteiro disse que a unidade que ali vai ser criada será uma «unidade pivô, mais especializada em termos de capacidade instalada, e capaz de poder dar resposta oportuna ao exército e às populações», em situação de emergência.
«É uma nova unidade e vai ficar em Abrantes, numa localização central, que sempre foi de expectativa estratégica e vai continuar a ser», notou, tendo referido ainda «a proximidade de outros campos militares», nomeadamente em Tancos e Santa Margarida.
Questionado sobre a diminuição do número de militares e civis a trabalhar no Exército, no âmbito do documento enquadrador da reforma intitulado "Defesa 2020" e que prevê uma redução de efetivos, o CEME disse que o processo de ajustamento «será gradual», não quantificando a percentagem ou o número de militares envolvidos.
«Estamos a trabalhar nisso, em termos de dispositivo e reorganização das forças», respondeu.
O Comandante do Exército confirmou na cerimónia a passagem da EPC de Abrantes para a nova Escola das Armas, em Mafra, uma unidade que «vai polarizar o saber das cinco escolas» existentes no país, tendo perspetivado que o processo de implementação se inicie no último trimestre deste ano.
Pina Monteiro disse ainda que a Cavalaria «vai continuar a ter um papel determinante» no Exército como «uma das suas principais armas», tendo referido ser «intenção» que «continue» a ter as suas unidades em Braga, Estremoz e em Lisboa, no Regimento de Lanceiros, para além das unidades operacionais em Santa Margarida.
Provavelmente isto é em resposta à grande falta de bombeiros voluntários neste momento. Especialmente visto que muitos têm emigrado por não terem emprego cá.
Tenho é sérias dúvidas que seja adquirido equipamento novo para essa unidade, provavelmente vão utilizar equipamento das unidades de engenharia e utilizar o mesmo equipamento que o Exército tem utilizado até agora no combate aos incêndios.
Cumprimentos,
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=3180859&page=-1
Citação de: "Get_It"Provavelmente isto é em resposta à grande falta de bombeiros voluntários neste momento. Especialmente visto que muitos têm emigrado por não terem emprego cá.
Tenho é sérias dúvidas que seja adquirido equipamento novo para essa unidade, provavelmente vão utilizar equipamento das unidades de engenharia e utilizar o mesmo equipamento que o Exército tem utilizado até agora no combate aos incêndios.
Cumprimentos,
Pois, os voluntários estão a ficar desfalcados.
Agora quero ver o seguinte passo do MAI...em relação a isso.
Incêndios: Exército controla acessos a Santa Luzia
A serra de Santa Luzia, em Viana do Castelo, tem os seus acessos controlados por militares do Exército que, até 28 de Setembro, poderão identificar e proibir a passagem, no âmbito de uma operação contra incêndios florestais
Os voluntarios estão a ficar desfalcados, aqui na zona as corporações ja não tem homens suficientes para completar todas as tripolações dos carros que tem no quartel
E mais de 80 % a nivel nacional esta em situação de falencia.
O caminho ou é a profissionalização a nivel nacional ou então alguem vai ter que assumir o serviço!
Citação de: "chaimites"
Os voluntarios estão a ficar desfalcados, aqui na zona as corporações ja não tem homens suficientes para completar todas as tripolações dos carros que tem no quartel
E mais de 80 % a nivel nacional esta em situação de falencia.
O caminho ou é a profissionalização a nivel nacional ou então alguem vai ter que assumir o serviço!
Amigo Chaimites, já vi muita coisa, mas uma escala de serviço num quartel de bombeiros com elementos suficientes para completar as guarnições das viaturas, era uma estreia. Nem nos RSB......
Quanto à profissionalização (termo no meu entender redutor, pois somos todos profissionais, voluntários, municipais e sapadores) esqueça. Há muita autarquia com corpos de bombeiros municipais que estão em dificuldades financeiras e com a missão de socorro comprometido.
E quem iria "assumir o serviço" ? O Exército tem o pessoal e meios de apoio de engenharia, mas o combate a fogos florestais não se resume a criar aceiros e limpeza de mata. Há que investir na formação e equipamento de primeira intervenção, e é aí que considero um sobreposição de competências.
Faz-me lembrar os GIPS da GNR, tem a formação adequada e equipamento e meios do melhor que há, mas, não estariam melhor empregues na sua missão primordial ?
http://www.jn.pt/multimedia/infografia970.aspx?content_id=3185479
Citação de: "saojorgexercito"http://www.jn.pt/multimedia/infografia970.aspx?content_id=3185479
http://www.globalfirepower.com/country- ... d=Portugal (http://www.globalfirepower.com/country-military-strength-detail.asp?country_id=Portugal)
Só contam os militares no activo ? O que faz um militar na reserva?
Sou novo por estas bandas .
É muito porreiro, mas infelizmente coisas dessas só em 2099! Até lá continuaremos a lutar como ainda tivéssemos em 1964.
Eu concordo consigo.
Mas gostava de ver o nosso exercito ao mesmo nível dos outros e sendo estes equipamentos portugueses, seria muito vantajoso para nós todos. Simplesmente porque ajudaria a diminuir o tempo de decisão e ajudar no desenvolvimento da industria de defesa nacional e era dinheiro que entrava na economia nacional.
04-07-2013
O Apoio de Combate nas unidades escalão Batalhão de Infantaria Mecanizado: Possíveis tendências de evolução
No âmbito das jornadas de Infantaria de 2013, o 1º e 2º BIMec elaboraram o documento:
O Apoio de Combate nas unidades de escalão Batalhão de Infantaria Mecanizado:
Possíveis tendências de evolução.
Em síntese, considera-se que a harmonização dos vetores de desenvolvimento do apoio de combate - DOTLMPFII - para a obtenção de efeitos relacionados com o emprego de forças em todo o espetro do conflito, se pode e deve aperfeiçoar.
Gestor de Projeto: Major Jesus, Oficial de Operações, 1ºBIMec
Trabalho realizado pelo 1ºBIMec e 2ºBIMec da Brigada Mecanizada
Sargento condenado a 10 meses de prisão por tocar nas nádegas de superiora
O Supremo Tribunal espanhol condenou um sargento do Exército a 10 meses de prisão por dois delitos de "insulto a um superior", por ter tocado nas nádegas de uma superiora como "forma de provocação e falta de respeito".
O tribunal confirmou a decisão de um tribunal de primeira instância que deu como provado que, na tarde de 05 de abril de 2011, o sargento executou "um movimento de baixo para cima tocando nas nádegas" da capitão, que estava com um grupo de oficiais, incluindo o seu marido, um tenente do Exército, num terraço de um café em Ceuta.
O sargento e a oficial já tinham tido um encontro tenso noutro bar da cidade, depois de o sargento condenado ter reconhecido a oficial como a superiora que tinha instruído um outro processo contra si por má conduta, refere-se também no acórdão.
Bem que po HSMW disse que ia estar uns tempos fora... :lol:CitarSargento condenado a 10 meses de prisão por tocar nas nádegas de superiora
O Supremo Tribunal espanhol condenou um sargento do Exército a 10 meses de prisão por dois delitos de "insulto a um superior", por ter tocado nas nádegas de uma superiora como "forma de provocação e falta de respeito".
O tribunal confirmou a decisão de um tribunal de primeira instância que deu como provado que, na tarde de 05 de abril de 2011, o sargento executou "um movimento de baixo para cima tocando nas nádegas" da capitão, que estava com um grupo de oficiais, incluindo o seu marido, um tenente do Exército, num terraço de um café em Ceuta.
O sargento e a oficial já tinham tido um encontro tenso noutro bar da cidade, depois de o sargento condenado ter reconhecido a oficial como a superiora que tinha instruído um outro processo contra si por má conduta, refere-se também no acórdão.
Just kiding... :rir:
Exército abre processo para apurar causas do acidente na Madeira
(http://i.imgbox.com/abo4t02M.jpg)
O Exército anunciou hoje a abertura de um processo de averiguações para apurar as causas do acidente com uma viatura da instituição militar envolvida no combate aos incêndios no Funchal e que provocou uma vítima mortal e três feridos.
"Confirmamos a abertura de um processo de averiguações para apuramento das causas do acidente, bem como da responsabilidade associada ao mesmo", disse à agência Lusa o porta-voz do Exército, tenente-coronel Jorge Pedro.
O responsável salientou que "o Exército lamenta e apresenta as mais sentidas condolências aos familiares da vítima mortal e acompanha a situação dos outros feridos".
"Apesar da trágica situação hoje ocorrida, o Exército irá continuar a garantir o apoio que tem sido dado desde sexta-feira às entidades e às populações vítimas dos fogos florestais", acrescentou o porta-voz.
O despiste de uma viatura do Exército, envolvida no combate aos incêndios no Funchal, provocou hoje um morto e vários feridos na Barreira, freguesia de Santo António, disse à agência Lusa fonte policial.
Segundo relataram testemunhas no local, a viatura do Exército, com militares no interior, "descia a rua quando terá ficado sem travões".
A viatura, de acordo com os mesmos relatos, "começou a embater em vários carros estacionados", tendo acabado por ficar imobilizada na "entrada de uma casa onde estavam duas mulheres", uma das quais é a vítima mortal.
"A população e outros militares encontravam-se a fazer a limpeza de silvado nas imediações da via, para prevenir a propagação de incêndios, quando, de repente, foram apanhados de surpresa pela viatura militar desgovernada que bateu em sete carros estacionados", informaram testemunhas oculares.
A vítima mortal é uma enfermeira com cerca de 50 anos. Os três feridos, que serão ligeiros, um dos quais o condutor da viatura, foram transportados para o Hospital dr. Nélio Mendonça, no Funchal.
Lusa
Decorreu hoje, no Centro de Tropas Comandos, a apresentação do Sistema de Informação e Comunicações Táctico (SIC-T) desenvolvido pelo Exército. O Ministro da Defesa Nacional presidiu à apresentação em que estiveram diversas entidades e empresas privadas do sector industrial.
Despacho n.º 117/CEME/2013
Escola das Armas – Alterações decorrentes do Despacho de 3 de julho de 2013 do Ministro da Defesa Nacional
Considerando:
a) Que, na sequência da anuência dada por Sua Excelência o Ministro da Defesa Nacional,
através do seu despacho de 24 de abril de 2013, ao início do processo da Escola das Armas, foram
difundidas as seguintes diretivas:
(1) Diretiva n.º 55/CEME/13, de 24 de maio - Criação da Escola das Armas;
(2) Diretiva n.º 56/CEME/l3, de 24 de maio - Criação do Regimento de Apoio Militar de Emergência;
(3) Diretiva n,º 57/CEME/13, de 24 de maio - Transferência do Regimento de Artilharia n.º 5 para Vendas Novas;
(4) Diretiva n.º 58/CEME/l3, de 24 de maio - Transferência do Regimento de Engenharia n.º 1 para Tancos;
(5) Diretiva n.º 59/CEME/l3, de 24 de malo - Transferência do Regimento de Transmissões para o Porto.
b) O despacho proferido em 3 de julho de 2013 por Sua Excelência o Ministro da Defesa Nacional, que:
(1) Apenas considera, no âmbito do processo de criação da Escola das Armas, que se proceda à desativação das Escolas Práticas de Infantaria, de Artilharia, de Cavalaria, de Engenharia, de Transmissões e do Centro Militar de Educação Física e Desportos;
(2) Determina que, sem prejuízo da necessária confirmação desta reorganização, através dos documentos estruturantes do planeamento estratégico, nomeadamente o Sistema de forças Nacional e o Dispositivo, seja criada, com caráter provisório, a Escola das Armas, na vila de Mafra, com efeitos desde 1 de outubro de 2013.
Assim, determino o seguinte:
1. São suspensas as datas de implementação das Diretivas n.os 56/CEME/2013, 57/CEME/2013, 58/CEME/2013 e 59/CEME/2013, mantendo-se válidos, contudo, os conceitos nelas expressos.
2. O Estado-Maior do Exército deverá apresentar, até 1 de agosto de 2013, as propostas de despacho que permitam concretizar:
a) A criação, com caráter provisório, da Escola das Armas e a desativação das Escolas Práticas de Infantaria, de Artilharia, de Cavalaria, de Engenharia, de Transmissões e do Centro Militar de Educação Física e Desportos, com efeitos desde 1 de outubro de 2013;
b) A extinção das Seções de Logística nas unidades a desativar e a consequente criação das respetivas comissões liquidatárias, com efeitos desde 1 de outubro de 2013;
c) A constituição, desde aquela data, de Polos Permanentes nos atuais aquartelamentos das Escolas Práticas de Artilharia, de Engenharia, e de Transmissões, com responsabilidade de comando sobre o que neles permanecer e na dependência hierárquica e administrativo-logística das seguintes unidades;
(1) Polo Permanente do PM 00l/Vendas Novas, na dependência do RA5;
(2) Polo Permanente do PM 001/Vila Nova da Barquinha, na dependência do RE1
(3) Polo Permanente do PM 022/Porto, na dependência do RTm.
d) A constituição, desde aquela data, do Núcleo Preparatório de Regimento de Apoio Militar de Emergência, no atual aquartelamento da Escola Prática de Cavalaria, com responsabilidade de comando sobre o que nele permanecer, e na dependência hierárquica do Comandante das Forças Terrestres e administrativo-logística da Unidade de Apoio do Comando das Forças Terrestres,
29 de julho de 2013. O Chefe do Estado-Maior de Exército, Artur Pina Monteiro, General
Despacho n.º 118/CEME/2013
Desativação de Unidades, Estabelecimentos e Órgãos do Exército e entrada em funcionamento da Escola das Armas
No âmbito do processo de reorganização da estrutura da Defesa Nacional e da necessidade de racionalização do dispositivo das Forças Armadas, foi proferido o Despacho n.º 10083/2013, de 3 julho, de Sua Excelência o Ministro da Defesa Nacional, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 147, de 1 de agosto de 2013, com vista à implementação e entrada em funcionamento da Escola das Armas e consequente desativação das Escolas Práticas de Infantaria, de Artilharia, de Cavalaria, de Engenharia, de Transmissões, e do Centro Militar de Educação Física e Desportos.
Assim, e ao abrigo do disposto no n.º1 do referido despacho, determino o seguinte:
1. São desativadas, em 1 de outubro de 2013, as unidades, estabelecimentos e demais órgãos do Exército a seguir indicados:
a) A Escola Prática de Infantaria (EPI), em Mafra;
b) A Escola Prática de Artilharia (EPA), em Vendas Novas;
c) A Escola Prática de Cavalaria (EPC), em Abrantes;
d) A Escola Prática de Engenharia (EPE), em Vila Nova da Barquinha;
e) A Escola Prática de Transmissões (EPT), no Porto;
f) O Centro Militar de Educação Física e Desportos (CMEFD), em Mafra.
2. A Escola das Armas entra em funcionamento, em Mafra, em 1 de outubro de 2013.
1 de agosto de 2013. O Chefe do Estado-Maior de Exército, Artur Pina Monteiro, General
Os três polos permanentes existiram muito provavelmente para dar formação que não é possível em Mafra.
quartel da Serra do Pilar (actual Regimento de Artilharia 5) devem ir deixar de estar sobre domínio militar.No momento que isso acontecer o quartel será provavelmente imediatamente vendido para ser convertido num hotel e em habitações de luxo.
Prova de Aptidão Militar 2013 - 09 a 27set13
No âmbito do concurso de admissão à Academia Militar (AM) para o ano letivo de 2013-2014, decorreu de 09 a 27 de setembro de 2013, a Prova de Aptidão Militar (PAM).
A PAM tem como objetivos: esclarecer os candidatos sobre a natureza, principais características e vivência da AM, facultando-lhes informação útil que lhes permita validar a sua opção pela carreira das armas; garantir a formação militar de base aos futuros cadetes alunos do 1º Ano, imprescindível ao início da frequência do ano letivo a 01Out13; e avaliar a aptidão funcional específica para a carreira de Oficial do Quadro Permanente do Exército e da Guarda Nacional Republicana.
Dos 106 candidatos incorporados, em 09 de setembro, 82 candidatos superaram o desafio e concluíram com aproveitamento a referida prova.
Após a seriação em 26 de setembro, ingressaram no 1º ano da Academia Militar 67 cadetes alunos, 25 para o Exército e 42 para a Guarda Nacional Republicana.
Aguiar Branco quer que todos os militares sejam ministros das Finanças
Por Agência Lusa
publicado em 27 Out 2013 - 17:36// Portugal
Na opinião do ministro da Defesa, é importante manter este tipo de cerimónias.
O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar Branco, defendeu hoje que todos os chefes militares, comandantes de unidades e soldados "são obrigados a ser ministros das Finanças"."O ministro da Defesa Nacional é obrigado a ser, também, ministro das Finanças", frisou Aguiar Branco, ao discursar em Lamego durante as comemorações oficiais do Dia do Exército, realizadas em vésperas da discussão do Orçamento do Estado.
O governante considerou que este é "um imperativo patriótico", que se impõe a todos "quando isso é condição para se restaurar a soberania financeira e vencer a batalha do desequilíbrio das contas públicas"."Nos últimos dois anos, tomámos inúmeras medidas de emergência. Os chamados ajustamentos imediatos. Se quisermos, em linguagem mais coloquial: cortes", sublinhou.
Segundo o ministro, em dois anos foram tomadas medidas "que permitiram libertar o erário público de despesas presentes e futuras superiores a 1.300 milhões de euros", mas que "nunca colocaram em risco a operacionalidade das Forças Armadas Portuguesas"."Foi este o contributo da Defesa Nacional e das Forças Armadas Portuguesas para o compromisso, assumido por Portugal, de reduzir o défice e equilibrar as contas públicas", acrescentou.
No final da cerimónia, em declarações aos jornalistas, Aguiar Branco realçou que "foi necessário fazer esses ajustamentos no passado para assegurar a condição da Reforma 2020 que agora vai ter a sua concretização e que permite um planeamento para os próximos anos, de forma sustentada, das Forças Armadas"."Temos condições para, através da Reforma 2020, ter uma definição orçamental para os próximos anos e saber que as missões das Forças Armadas podem ser cumpridas com a eficácia que é exigida. E essa reforma é feita em conjunto, precisamente, com as chefias das Forças Armadas", explicou.
As comemorações oficiais do Dia do Exército realizaram-se na cidade de Lamego, sob o lema "Sentir no Exército a Pátria que sempre fomos", e contaram com a participação de 600 militares e meios mecanizados. Na opinião do ministro da Defesa, é importante manter este tipo de cerimónias."Temos um passado de história de que nos devemos orgulhar, estamos a viver um momento de dificuldade, mas temos um futuro que precisamos de trabalhar. E as Forças Armadas são, em geral, a expressão maior desse sentido de existência que vem do passado, do presente e que se projeta para o futuro", considerou.
Para o governante, as Forças Armadas estão hoje a dar "o seu contributo com exemplo de tenacidade, sentido patriótico e de sentido de cidadania, para ultrapassar este momento crítico"."Por isso, é muito bom que existam estas cerimónias, que foram muito contidas precisamente para dar expressão ao sentido de sacrifício que hoje atravessa o povo português em geral e as Forças Armadas em particular", acrescentou.
:roll:
MAFRA:
- ESCOLA DAS ARMAS (Antigo C.M.E.F.D.)
Já são visíveis as obras de recuperação de alguns espaços, muitos deles há muito sem qualquer aproveitamento.
A cavalariça da fotografia, foi no passado, utilizada para alojar cavalos novos – potros, daí ser conhecida por «Potril».
Ali ficavam os potros até atingir a idade do desbaste... e ficavam nesta cavalariça cerca de dois anos.
KAIA APOD Force Protection. Ciclo de rotação dos Pelotões.
Decorrente de Diretivas superiores, no dia 31 de Julho de 2013, aterrou no Teatro de Operações do Afeganistão uma aeronave C-130 da Força Aérea Portuguesa para proceder a mais um ciclo de rotação de militares.
A projeção/retração dos Pelotões da Polícia do Exército que integram a Unidade de Force Protection KAIA do 6º Contingente Nacional, destacado no Afeganistão desde 30 de Abril de 2013, proporcionaram um voo de sustentação para o Contingente, e entre diferentes itens logísticos foi possível colocar neste Teatro de Operações sardinhas capturadas na costa Portuguesa.
Assim, quando o Pelotão da Policia do Exército que regressava a Território Nacional se encontrava na sua primeira escala do voo de regresso a caminho de OMAN, pelas dezoito horas desse mesmo dia no welfare Português “Tagus House”, sem nunca esquecer os militares que por motivos de empenhamento de serviço não puderam estar presentes, reuniram-se os militares do Contingente, os civis Portugueses que se encontram no Afeganistão e os convidados doutros Contingentes estrangeiros para confraternizar desfrutando de uma verdadeira “boa, bela e fresquinha sardinhada”.
Esta iguaria tipicamente Portuguesa só foi possível realizar onde não há mar e a cerca de perto de sete mil quilómetros do Território Nacional devido à intensa persistência do Comandante do 6º Contingente Nacional. As ideias só são concretizadas quando existe vontade e colaboração entre as pessoas. Assim, após a proposta, um militar da Força Aérea Portuguesa do PeH SAT/6CN, tomou as rédeas do assunto e, através do Comandante do Centro de Treino e Sobrevivência da Força Aérea Portuguesa, TCor Azinheira e do Comandante da Esquadra 501, tornaram possível a deia, a quem o Comandante do 6CN, fica reconhecido.
Se os militares recebem rações de combate Made in Spain estragadas, não há problema, o problema é quando recebem sardinhas?!
Estão longe de tudo e de todos, num TO lixado, mas qual é o problema de receberem peixe para uma sardinhada?
Portugal, Espanha e Itália vão acolher mais de 20 mil militares em 2015, enquanto anfitriões de um exercício da Aliança Atlântica, divulgaram, esta quinta-feira, dirigentes da NATO.
"Temos a boa notícia de já termos comprometidas mais de 20 mil pessoas, e, mais do que isso, temos o compromisso de capacidades cruciais, pelo que vamos conseguir o melhor deste exercício", afirmou o comandante supremo de transformação da NATO, o francês Jean-Paul Paloméros, durante uma conferência de imprensa, depois de uma reunião de dois dias dos chefes militares aliados.
O objetivo do exercício vai ser, entre outros, o de testar as capacidades da Força de Reação Rápida da NATO, em função de 2016, ano em que Espanha vai ter a responsabilidade da componente terrestre desta força.
Paloméros disse que o exercício vai ser um "acontecimento chave" no desenvolvimento durante os próximos anos da designada Iniciativa Forças Ligadas, que vai ajudar a manter a disposição dos efetivos de combate da NATO, graças à expansão da sua educação e formação, em particular depois da retirada da missão de combate no Afeganistão, no final deste ano.
"Temos três países que se voluntariaram, o que é um sucesso (...). Graças ao compromisso de Espanha, Itália e Portugal, temos um quadro adequado para programar este exercício", disse Paloméros, que realçou ainda que estes três membros da organização "já ofereceram instalações".
Adiantou também que o exercício vai procurar "extrair as lições aprendidas em mais de duas décadas de operações" e considerou que vai ser "um valor acrescentado para as pessoas que nele participarem".
Especificou ainda que se pretende "facilitar a interação da força de resposta da NATO e outras forças nacionais, que contribuem para o nível de ambição da Aliança".
Sobre o número de efetivos que estão confirmados até agora - 20 mil -, indicou que se trata, de "números gerais", realçando que a atenção deve ser "centrada na qualidade" e que "há outros países que também já se comprometeram [em participar], mas que ainda não adiantaram números".
A Força de Reação Rápida da NATO é um elemento central da estratégia aliada para os próximos anos, nos quais passará de uma organização militar com milhares de militares destacados no Afeganistão para uma outra situação em que tem de estar pronta a responder a possíveis crises.
De caráter multinacional, esta força tem de ser capaz de mobilizar em cinco dias 13 mil efetivos para atuar em casos de emergência, contingente que pode aumentar até 30 mil em caso de necessidade.
www.jn.pt (http://www.jn.pt)
CitarPortugal, Espanha e Itália vão acolher mais de 20 mil militares em 2015, enquanto anfitriões de um exercício da Aliança Atlântica, divulgaram, esta quinta-feira, dirigentes da NATO.
"Temos a boa notícia de já termos comprometidas mais de 20 mil pessoas, e, mais do que isso, temos o compromisso de capacidades cruciais, pelo que vamos conseguir o melhor deste exercício", afirmou o comandante supremo de transformação da NATO, o francês Jean-Paul Paloméros, durante uma conferência de imprensa, depois de uma reunião de dois dias dos chefes militares aliados.
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De caráter multinacional, esta força tem de ser capaz de mobilizar em cinco dias 13 mil efetivos para atuar em casos de emergência, contingente que pode aumentar até 30 mil em caso de necessidade.
http://www.jn.pt (http://www.jn.pt)
24-01-2014
OPERAÇÃO RECRUTA 1401
Na sequência da parceria entre o Pólo Permanente do PM001 do Regimento de Artilharia N.º5 (RA5/PP-PM001/VN) e a SOLISFORM no âmbito da formação em Liderança, decorreu no dia 10 de janeiro de 2014 a primeira edição da “Operação Recruta” de 2014, a qual contou com a participação de um grupo de 12 formandos civis da empresa “RESOPRE”, com a finalidade de promover os valores militares entre os seus elementos, nomeadamente a disciplina e a perseverança para atingir objetivos.
A Operação Recruta foi estruturada em duas partes distintas: a primeira de enquadramento militar, incluiu atividades como a camuflagem, ginástica de aplicação militar e tiro de salva com a espingarda automática G-3; a segunda direcionada para a liderança foi constituída por uma prova de situação, com a finalidade de desenvolver as capacidades de liderança e trabalho de equipa para atingir objetivos específicos.
Seguiu-se o almoço no refeitório geral de praças e a cerimónia de encerramento, onde foram entregues os respetivos diplomas de participação e um “estilhaço” como lembrança pela passagem pelo Polo de Vendas Novas.
Presidente da República confere posse ao novo Chefe do Estado-Maior do Exército
O Presidente da República decidiu nomear o Tenente-General Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo como Chefe do Estado-Maior do Exército.
Nos termos do artigo 133º, alínea p) da Constituição da República, o Governo propôs a nomeação do Tenente-General Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo para o cargo de Chefe do Estado-Maior do Exército, em substituição do General Artur Neves Pina Monteiro, que entretanto assumiu funções de Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas.
Ouvido o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, e após ter recebido hoje o Tenente-General Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo, o Presidente da República vai nomear o novo Chefe do Estado-Maior do Exército, a quem dará posse no próximo dia 18 de fevereiro, pelas 15:30 horas, em cerimónia que decorrerá no Palácio de Belém.
Ó Cabeça agora é que os teóricos da conspiração dos fóruns dos paraquedistas deixaram de ter argumento que a cópula máxima do Exército quer acabar convosco :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:
Assim não, quererá antes reproduzi-los.... :lol:
Presidente da República deu posse ao Chefe do Estado-Maior do Exército
O Presidente da República conferiu posse ao Chefe do Estado-Maior do Exército, Tenente-General Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo.
Boa questão...até porque o texto do decreto de nomeação refere claramente a promoção a General.
Decreto do Presidente da República n.º 12-A/2014. D.R. n.º 34, Suplemento, Série I de 2014-02-18
Presidência da República
Nomeia para o cargo de Chefe do Estado-Maior do Exército, sob proposta do Governo, conforme deliberação do Conselho de Ministros de 13 de fevereiro de 2014, o Tenente-General Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo, sendo promovido ao posto de General, por força do disposto no artigo 214.º, n.º 2, do Estatuto dos Militares das Forças Armadas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 236/99, de 25 de junho, e republicado pelo Decreto-Lei n.º 197-A/2003, de 30 de agosto
FORMAÇÃO DE RESGATE EM MONTANHA
No período compreendido entre 14FEV14 e 24FEV14, decorreu no RG3 a formação de “Resgate em Montanha”, ministrada por uma equipa do Centro de Tropas de Operações Especiais (CTOE), constituída por 1 Oficial, 1 Sargento e 2 Praças. Esta formação, mais específica, deu seguimento à 1ª fase de formação que já tinha decorrido entre os dias 25SET e 09OUT13. Os formandos (1 Oficial, 4 Sargentos e 10 Praças), virão a integrar a “Equipa de Resgate em Montanha” do RG3, destinada a colaborar no apoio (reforço das capacidades) do Serviço Regional da Proteção Civil (SRPC) neste tipo de operações.
É de salientar a entrega e empenhamento, tanto dos formadores como dos formandos do RG3, como demonstram as fotografias retiradas no decorrer do exercício final na região do Pico do Areeiro.
13-03-2014 Workshop Sobre a Capacidade ISTAR No Exército
Em 12 e 13MAR14, o RC 3 organizou um “WorkShop” com a finalidade de conhecer a situação das capacidades e contributos específicos dos sensores para a implementação da capacidade ISTAR no Exército.
Esta iniciativa teve a presença do Exmo. TGEN CID Frederico José Rovisco Duarte,do Exmo. MGen DF Ulisses de Oliveira e de participantes de diversas unidades com interesse para o levantamento da capacidade ISTAR do Exército.
O Workshop foi dividido em 4 painéis sendo o primeiro sobre o tema ”O ISTAR no SFN – Passado, Presente e Futuro”, onde houveram as apresentações da Divisão de Planeamento de Forças pelos representantes do Estado Maior do Exército TCor Art Luís Oliveira e Maj ART Nelson Rego e a apresentação do Comandante do BISTAR pelo TCor Art Vitor Mendes.
O segundo painel debruçou-se sobre a “Situação dos eventuais elementos orgânicos da Unidade ISTAR a levantar ”, onde se fizeram ouvir o Regimento de Cavalaria 3 na pessoa do Cap Cav Lopes, o Regimento de Artilharia 5 com o Cap ART Alexis Vicente, o Centro de Tropas de Operações Especiais sob a presença do TCor Inf Delfim Fonseca e o Núcleo Permanente do Regimento de Transmissões do Porto na pessoa do Maj TM Paulo Lopes. Cada um destes oradores fez uma apresentação sobre os contributos da sua unidade para a capacidade ISTAR.
Quanto ao terceiro painel, este teve o tema de “A integração dos módulos de Apoio de Transmissões e Geográfico” e fizeram parte dele o TCor Tms Rui Bettencourt e o Cap Tms Pedro Grifo que exibiram uma “Apresentação da Direção de Comunicações e Sistemas de Informação” e os TCor Cav Carlos Machado e Maj Art Nuno Mira do Instituto Geográfico do Exército que se pronunciaram sobre o “Contributo do Módulo de apoio geográfico”.
Finalmente, no quarto painel, foi tratado o tema “A Doutrina e a Formação dos Quadros da Unidade ISTAR” com apresentações da Direcção de Doutrina e da Escola das Armas nas pessoas do TCor Inf Paulo Bilro e do Maj Art Vitor Lopes, respectivamente.
Do RC3 estiveram presentes, nos diversos painéis constituintes do “WorkShop”, os oficiais e sargentos constituintes do grupo de trabalho de levantamento da capacidade ISTAR no Regimento (Exmo. Cmdt, Exmo. 2ºCmdt,Cmdt GOAF, Ch da SecPess, Ch da SOIS e adjunto, Ch da SecLog, Ch da SecForm, Cmdt ECS, Cmdt do ERec/BrigRR, Cmdt do EF e SMor em exercício de funções).
Este ano vai entrar para o Exército menos pessoal do que era dado como sustentável pelo comandante da ETP à uns anos atrás só para os Pára-quedistas?!![]()
estamos falados!
O problema é que nos Páras sempre houve pessoal a ficar mais do que o tempo obrigatório, por isso quando um comandante da ETP diz que é preciso pelo menos 1200 militares (?), para que a Brigada tenha o número necessário para ter o quadro orgânico completo... estamos falados!
Citação de: "Cabeça de Martelo"O problema é que nos Páras sempre houve pessoal a ficar mais do que o tempo obrigatório, por isso quando um comandante da ETP diz que é preciso pelo menos 1200 militares (?), para que a Brigada tenha o número necessário para ter o quadro orgânico completo... estamos falados!
Cuidado que quando se tenta tapar um lado destapa-se de outro...se o comandante da ETP diz que precisa de 1200 e não os tem, ou pedala com os que lhe são disponibilizados ou arrisca-se a uma união das três tropas especiais do Exército...
Citação de: "raphael"Citação de: "Cabeça de Martelo"O problema é que nos Páras sempre houve pessoal a ficar mais do que o tempo obrigatório, por isso quando um comandante da ETP diz que é preciso pelo menos 1200 militares (?), para que a Brigada tenha o número necessário para ter o quadro orgânico completo... estamos falados!
Cuidado que quando se tenta tapar um lado destapa-se de outro...se o comandante da ETP diz que precisa de 1200 e não os tem, ou pedala com os que lhe são disponibilizados ou arrisca-se a uma união das três tropas especiais do Exército...
O tempo verbal está incorrecto, não diz, é disse, já que o comandante em questão não é o actual.
Em relação à possivel fusão das Três Tropas Especiais... eu ainda não percebi muito bem o que poderia acontecer. Poupava-se em quê? Passava-se de 2 BIParas, 1 BatCmds e a FOEsp e restantes sub-unidades, para que tipo de organização?
No período de 05 a 09 de Maio de 2014, decorreu no Polo Permanente do Prédio Militar 001 do Regimento de Artilharia Nº5 em Vendas Novas (RA5PP-PM001VN) o 1ºCurso de Apontador de Bocas-de-fogo.
O Curso teve a duração total de 35 tempos lectivos, e teve a finalidade de habilitar os formandos a desempenhar as funções inerentes ao cargo de Apontador de Bocas-de-fogo.
O Curso foi constituído por 06 formandos, 0 1º Cabo 16206410 Jorge Filipe Rosado Martins; o Soldado 076628104 António Manuel Carvalho da Fonseca; o Soldado 10969806 Vítor Manuel Pereira Valente; o Soldado 16393612 Ruben Emanuel Matos Palhinhas; o Soldado 00543911 Pedro Paulo Militão Veiga e o Soldado 04691505 Nuno Miguel de Andrade Rocha da Bateria de Bocas-de-fogo, no qual obtiveram aproveitamento do curso.
O Polígono de Tiro de Vendas Novas sempre se constituiu como a infraestrutura por excelência onde são consolidadas as matérias específicas da Arma de Artilharia, ministradas na Academia Militar.
Não fugindo à regra, no presente ano foram ali realizados dois Exercícios de Fogos Reais (de 17 a 19fev14 e de 06 a 08mai14), antecedidos de treino no simulador de tiro INFRONT IV, bem como um exercício tático envolvendo a prática dos procedimentos relativos ao Reconhecimento, Escolha e Ocupação de Posição (REOP) (20 e 21fev14).
Face à inexistência de munições 155mm :roll: , os dois exercícios de fogos reais foram executados com o apoio de uma Bateria de Tiro, a duas seções equipadas com o obus M119 105mm LG/30/98, cedida pela Escola das Armas. Nestes exercícios foi possível consolidar e validar as matérias constantes das Unidades Curriculares de Sistemas de Armas de Artilharia e Tiro (M223 e M224), através da prática dos procedimentos do Observador Avançado e do Posto Central de Tiro, no que respeita à execução de regulações de precisão, tiro de área, tiro vertical e fumos (WP e HC).
Por sua vez o exercício tático incidiu sobre o planeamento e execução dos procedimentos inerentes ao REOP de uma Bateria de Bocas de Fogos (Btrbf), tendo para tal sido constituída uma Bateria a 4 Secções, à custa dos meios orgânicos da 1ªBtrbf/GAC/BrigInt, sedeados no RA5.
Se dissessem que eram do Exército Afegão acreditava... :mrgreen:
:evil:
Vocês também devem estar ligados à industria das laminas de barbear...
Se não estivesse já no topo da hierarquia militar ainda era promovido. Achei especialmente interessante a maneira sorridente e simpatica como segurou o presidente.
Isto só mostra que quem segura o atual estado são os militares! :lol:
Edit: Está-se a candidatar a Marechal.
Se não estivesse já no topo da hierarquia militar ainda era promovido. Achei especialmente interessante a maneira sorridente e simpatica como segurou o presidente.
OPERAÇÃO CONJUNTA: SUSTENTAÇÃO DA FND NO KOSOVO
11-06-2014
Atividades associadas ao voo da Força Aérea Portuguesa, para a sustentação da Força Nacional Destacada no Kosovo, o 1º Batalhão de Infantaria Mecanizado (1BIMec/KFOR), estacionada no Campo Slim Lines (CSL) em Pristina, realizaram-se no período de 05 a 06 de junho.
O 1BIMec/KFOR) e o Joint Logístic Support Group/KFOR planearam, coordenaram e promoveram as necessárias sinergias para apoiar o transporte, em plataforma, de uma viatura Chaimite V200, para o aeroporto militar de Pristina.
As missões táticas relacionadas com a operação conjunta e as atividades de terminal associadas, decorreram conforme planeado.
KTM APOIA O TREINO DA RESERVA OPERACIONAL DA FORÇA DO KOSOVO
11-06-2014
A Força Nacional Destacada no Kosovo, que se constitui como Reserva Tática do Comandante da Força multinacional do Kosovo (KTM/ COMKFOR), apoiou o treino operacional da Reserva Operacional do COMKFOR, constituída por um Batalhão Combinado (Alemanha e Áustria), nos dias 3 e 4 de junho, em SLIM LINES, de acordo com o planeamento da Força (KFOR).
A KTM efetuou uma apresentação sobre a sua organização, missão, intenção e forma de emprego, tendo-se seguido uma visita a uma exposição estática de armamento, viaturas e equipamentos portugueses e húngaros da KTM, salientando-se a viatura blindada PANDUR, o LIGHT RAY e o PRC-525;
O exercício tático realizado teve como finalidade, evidenciar o conceito de manobra da KTM na execução de operações militares em ambiente de controlo de tumultos, permitindo o emprego de todos os meios complementares para operações dessa natureza.
Foi apresentado, no dia 04, no Campo MARCHAL LATRE DE TASSINI, em Novo Selo, um brífingue sobre a área de interesse da KTM seguindo-se a realização de um giro do horizonte na cidade de Mitrovica.
CitarOPERAÇÃO CONJUNTA: SUSTENTAÇÃO DA FND NO KOSOVO
11-06-2014
Atividades associadas ao voo da Força Aérea Portuguesa, para a sustentação da Força Nacional Destacada no Kosovo, o 1º Batalhão de Infantaria Mecanizado (1BIMec/KFOR), estacionada no Campo Slim Lines (CSL) em Pristina, realizaram-se no período de 05 a 06 de junho.
O 1BIMec/KFOR) e o Joint Logístic Support Group/KFOR planearam, coordenaram e promoveram as necessárias sinergias para apoiar o transporte, em plataforma, de uma viatura Chaimite V200, para o aeroporto militar de Pristina.
As missões táticas relacionadas com a operação conjunta e as atividades de terminal associadas, decorreram conforme planeado.
http://www.emgfa.pt/pt/noticias/676 (http://www.emgfa.pt/pt/noticias/676)CitarKTM APOIA O TREINO DA RESERVA OPERACIONAL DA FORÇA DO KOSOVO(http://www.emgfa.pt/useruploads/images/dsc_0671.jpg)
11-06-2014
A Força Nacional Destacada no Kosovo, que se constitui como Reserva Tática do Comandante da Força multinacional do Kosovo (KTM/ COMKFOR), apoiou o treino operacional da Reserva Operacional do COMKFOR, constituída por um Batalhão Combinado (Alemanha e Áustria), nos dias 3 e 4 de junho, em SLIM LINES, de acordo com o planeamento da Força (KFOR).
A KTM efetuou uma apresentação sobre a sua organização, missão, intenção e forma de emprego, tendo-se seguido uma visita a uma exposição estática de armamento, viaturas e equipamentos portugueses e húngaros da KTM, salientando-se a viatura blindada PANDUR, o LIGHT RAY e o PRC-525;
O exercício tático realizado teve como finalidade, evidenciar o conceito de manobra da KTM na execução de operações militares em ambiente de controlo de tumultos, permitindo o emprego de todos os meios complementares para operações dessa natureza.
Foi apresentado, no dia 04, no Campo MARCHAL LATRE DE TASSINI, em Novo Selo, um brífingue sobre a área de interesse da KTM seguindo-se a realização de um giro do horizonte na cidade de Mitrovica.
http://www.emgfa.pt/pt/noticias/678 (http://www.emgfa.pt/pt/noticias/678)
as Pandur são da Escola das Armas ou vierem de algum BI?
Na unidade em que ele andou a cerveja devia era dar jeito para cortar a ansiedade antes do primeiro salto. :oops:
Nos meus 10 anos de tropa, botei muita cerveja dentro e fora do quartel! e a cerveja tuga é top!
parece-me bem! A tropa tem que inovar!
Já que o Cabeça de Martelo ficou mais zen, vamos fazer uma vaquinha e oferecer-lhe um míssil porreiro MMP!
...fantásticos políticos Portugueses aniquilaram a indústria e com isso entregaram o país à troika!
•Non reciprocating charging handle, with ambidextrous control and forward assist capability
HSMW, excepto os BIs do norte e o RC6 (GAM e ERec), quais outras unidades operam presentemente a Pandur? RMan e o Comando da BrigInt em Coimbra?
Obrigado HSMW, não sabia que havia viaturas Pandur no RT. Qual a versão em uso nessa unidade? Já vi umas 2 Pandur PC no Comando da BrigInt mas foi em 2010 ou 2011, não recordo exatamente. Pode ser que já nem estejam por la.
Terias fotos desse 4x4 com terminal SATCOM?
No passado dia 01 de agosto de 2014, realizou-se em Vendas Novas a cerimónia comemorativa da entrada em funcionamento do Regimento de Artilharia Nº 5 (RA5). A cerimónia foi presidida pelo Comandante do RA5, Coronel de Artilharia António José Pardal dos Santos, tendo contado com a presença do Exmo. Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas, Dr. Luís Carlos Piteira Dias e várias entidades civis.
O evento teve início com a prestação de continência das Forças em Parada ao Comandante do RA5, após o que se procedeu à leitura de um excerto da Diretiva Nº 117 de 01 de julho de 2014 de S.Exª o General CEME, que determina a entrada em funcionamento do RA5 em Vendas Novas.
Seguidamente procedeu-se à entrega das flâmulas às Baterias, simbolizando o início das suas atividades em Vendas Novas. O Comandante do RA5 proferiu uma alocução alusiva ao ato, tendo feito referência às unidades que precederam o RA5 na Serra do Pilar e em Vendas Novas, por constituírem parte significativa do valioso património histórico e cultural, que constitui a memória de 205 anos de História Militar da Serra do Pilar e de 153 anos de atividade de unidades de Artilharia em Vendas Novas. Relevou ainda as tarefas que constituem a missão do RA5 em Vendas Novas, as quais definem o desafio a vencer.
Após se proceder ao descerramento do Nº 5 na Porta de Armas, que define o novo nome da Unidade Militar instalada em Vendas Novas, as Forças em Parada desfilaram prestando continência ao Comandante do RA5 e fizeram a sua primeira entrada no quartel como força constituída, dando-se assim por terminada a cerimónia.
Vai para lá uma ou várias chafaricas que já não me lembro o nome...
Mas agora no caso de Viseu e Beja estas unidades passam a dar instrução que era ministrada nas escolas práticas.
Confirmado CPCb (Curso de promoção a Cabo) e talvez CFGC (recruta)?
Os CFO/CFS RV/RC estão a ser distribuídos pela ESE e EA.
O que me dá urticaria são as direcções de tudo e mais alguma coisa, cerimónias da treta,jornais, revistas, institutos e clubes de golfe do Exército...
Estive a pensar, e será o Comando de Pessoal que vai para Gaia?
Mas agora no caso de Viseu e Beja estas unidades passam a dar instrução que era ministrada nas escolas práticas.
Confirmado CPCb (Curso de promoção a Cabo) e talvez CFGC (recruta)?
Apesar de todas as reduções ainda temos um exército de cerca de 45 mil militares.
O PereiraMarques fez um excelente dezenho :wink:
Citação de: "Lightning"O PereiraMarques fez um excelente dezenho :wink:
:N-icon-Axe:
Quanto à parte «Nem limpam as florestas»: daqui a bocado vão achar chocante o facto da FAP contratar empresas privadas para fornecer o combustível ou construir edifícios... E logo a FAP que já tem poucos efectivos e o pessoal é tudo técnicos qualificados para fazerem as suas tarefas específicas do dia-a-dia e não tem pessoal "polivalente" a mais para meter a limpar matas. Ao contrário, por exemplo, do Exército que pode chamar uns quantos homens de uma unidade sem sofrer grandes repercussões na sua operacionalidade.
Quanto à primeira parte, sobre a Marinha: é o novo normal, e já o é assim há muito tempo. Agora se isso já é por falta de efectivos, por interesses terceiros, ou simplesmente modas norte-americanas que resolveram adoptar (e aproveitar)...
Cumprimentos,
Tinha de ser um esquema de corrupção...![]()
No entanto a segurança privada a instalações militares não é coisa nova. Dou o exemplo do Instituto Geográfico do Exército.
Eu também preferia idealmente que fossem só militares a fazer a segurança às instalações militares, mas qual é o objetivo final das Forças Armadas? Eu penso que seja ter unidades operacionais. Se o Exército tiver 20 quarteis e cada quartel tiver um pelotão de guarnição a fazer segurança mas depois falta-lhe efetivo para completar os Batalhões de Infantaria para ir em missões, eu se tiver que escolher prefiro ter o tal Batalhão equipado e pronto do que os 20 pelotões a fazer segurança.As forças armadas têm objectivos, todos válidos e respeitáveis; não têm um objectivo. Não podemos relativizar tudo, se um quartel abdica disto, um ramo daquilo, passaremos em pouco tempo a ficar sem objectivo nenhum.
Mas um quartel guardado por civis para que os militares lá dentro possam trabalhar e dormir em segurança é anedótico. Desculpem!
Penso excatamente que a segurança dos quartéis deve ser feita pelo pessoal das companhias/batalhões operacionais, sempre assim foi, sempre foram estes que garantiram as escalas da guarda, reforço e piquete.
O pessoal das CCS têm as suas proprias escalas, de condutor de dia, de corneteiro, electricista, etc...
Eu também preferia idealmente que fossem só militares a fazer a segurança às instalações militares, mas qual é o objectivo final das Forças Armadas? Eu penso que seja ter unidades operacionais. Se o Exército tiver 20 quartéis e cada quartel tiver um pelotão de guarnição a fazer segurança mas depois falta-lhe efectivo para completar os Batalhões de Infantaria para ir em missões, eu se tiver que escolher prefiro ter o tal Batalhão equipado e pronto do que os 20 pelotões a fazer segurança.
Os militares são os guardiões da pátria e da nação e independentemente da situação da segurança europeia ou mundial a prioridade deve ser sempre Portugal. Unidades operacionais para missões? Se o mínimo estiver garantido, nomeadamente esta questão da segurança dos quartéis, então acho que elas devem existir, caso contrário que se lixe a NATOUEONU.
Ou seja, se as necessidades de segurança das instalações do Exército não permitirem aprontar unidades operacionais, a função do Exército passa a ser vigiar os quartéis, ou seja, passa a ser servir-se a si próprio. Fala em guardiões da pátria e da nação e que a prioridade deve ser sempre Portugal, mas passa-lhe pela cabeça que numa situação em que nem sequer consiga aprontar os míseros contingentes que temos enviado para o estrangeiro o Exército consiga fazer face a alguma ameaça directa a Portugal? Disse que era ridículo seguranças privados a guardarem instalações militares, e eu concordo, mas um Exército cuja função principal é guardar quartéis é ainda mais ridículo e inadmissível.
Não queria fugir muito ao tema, mas gostava de comentar a sua visão sobre a participação de Portugal na segurança e organizações internacionais, porque acho que tem tanto de equivocado como de pensamento típico português.
A situação da segurança europeia ou mundial não é irrelevante para a situação de segurança de Portugal e para os seus interesses, sobretudo no mundo globalizado em que vivemos. As guerras nos Balcãs, em plena Europa e às portas da UE e com toda a situação de tráfico de armas, movimentos de refugiados e fortalecimento do fundamentalismo islâmico foram uma ameaça para Portugal também, independentemente de importantes considerações humanitárias. A pirataria é também uma ameaça para um país marítimo e fortemente dependente do comércio internacional. Existem inúmeras potenciais ameaças à nossa segurança e aos nossos interesses antes de quaisquer “Castelhanos” atravessarem a fronteira do Caia.
As missões no estrangeiro não são (ou não deveriam ser…) coisas que fazemos para agradar aos outros, porque somos obrigados ou porque queremos aparecer na fotografia. Acho que não devemos ser Maria-vai-com-todas e devemos privilegiar os nossos interesses mais directos e ter a nossa agenda. Mas Portugal aderiu de livre vontade e por interesse próprio à ONU/NATO/UE e portante faz parte dessas organizações, com os respectivos direitos e obrigações. Se não tem interesse em continuar deve sair. Estar dentro estando fora, aproveitar as vantagens e mandar os outros lixarem-se quando nos convém é um comportamento oportunista e rasteiro.
Pensamento típico português? Mas você sabe o que está a dizer? O pensamento típico português é o que você vê actualmente Forças Armadas. O pensamento do show off. Ou seja, as chefias militares quando os nossos sucessivos governos pedem contingentes para o estrangeiro baixam as calças e lá arranjam um companhia para ir para o exterior. Mas a realidade é que o treino dessas mesmas unidades e o equipamento são sempre deficientes na fase inicial. Basta ver a nossa missão no Afeganistão com os nossos Comandos a patrulhar de boina e camuflado DPM que está orientado exclusivamente para áreas verdes. Depois de alguns anos de missão lá compraram coletes balísticos modernos e uniformes em camuflado para o deserto e mesmo esse não é o ideal para uma área como o Afeganistão. Ah e sabia que as nossas FND estão quase sempre em missão de reserva? Quando as chefias da ISAF começaram em pensar em usar a nossa FND para combate na linha da frente o nosso Ministro da Defesa borrou-se e disse que não por causa das baixas e das suas consequências politicas. Ou é ou não é. Ou estamos lá para participar activamente ou não vamos, estas FND acarretam muitos custos.
Antes de pensar em recusar-se a cumprir missões, o Exército tem muito trabalhinho de casa por fazer.
Meus caros,
TODOS têm culpa:
-Temos unidades espalhadas pelo país a fartazana...
-Não há dinheiro para substituir o material mais antigo e comprar novo, assim como para uma actividade operacional digna desse nome.
-Há contratados que estão no café a dizer a boca cheia que se "fartam de não fazer nada", ou que "fizeram mais nas férias do que no quartel", (...) (.........)
A conta disto fartei-me de defender as FAº´s publicamente, agora quem quiser falar mal, que fale, pois eu não me oponho....
-Compram-se 37 carros de Combate, mas andamos de G-3 e coletes balísticos do século passado;visão nocturna é a pobre...
-O paulo portas queria comprar 10 Blackhawks para o Exército, mas as chefias queriam NH-90, agora nem uns nem outros...
-Andamos sempre com as calças na mão quando a coisa aperta, e não tenham duvidas que se apertar de novo, o único ramo que pode dar alguma resposta é a FA com os F-16MLU e P-3C ou a Marinha com as KD e os U-209.
....
Porque cada posto tem funções especificas. Queres colocar um juiz ou um policia a servir almoços na cantina de uma escola?
Encerramento de quartéis mata cidades
Elvas, Figueira da Foz e Santarém, entre outras, prejudicadas económica e socialmente.
Material que Portugal solicitou e comprou aos americanos desde 1991
.../...
Para quem quiser a lista completa, que a peça que eu envio.
Material que Portugal solicitou e comprou aos americanos desde 1991
.../...
Para quem quiser a lista completa, que a peça que eu envio.
Do presente, temos o 1º BIMec e a sua circunstância, isto é: de forma realista e pragmática, a carência de militares da categoria de Praças
constitui um fato inultrapassável.
Assim, reconhece-se que o produto operacional a obter pelo 1º BIMec, designado de unidade tática flexível (UTF), se edifica com os recursos
existentes, permitindo atualmente materializar o cumprimento da missão, através do objetivo de Força seguinte:
Comando e Estado-Maior do Batalhão;
Companhia de Comando e Serviços;
Uma Unidade Escalão Companhia de Atiradores Mecanizada, a dois pelotões de atiradores mecanizados;
Uma Companhia de Apoio de Combate com um Pelotão de Reconhecimento de Infantaria e um Pelotão de Morteiros Pesados.
Mais um "pseudo-batalhão"
CitarDo presente, temos o 1º BIMec e a sua circunstância, isto é: de forma realista e pragmática, a carência de militares da categoria de Praças
constitui um fato inultrapassável.
Assim, reconhece-se que o produto operacional a obter pelo 1º BIMec, designado de unidade tática flexível (UTF), se edifica com os recursos
existentes, permitindo atualmente materializar o cumprimento da missão, através do objetivo de Força seguinte:
Comando e Estado-Maior do Batalhão;
Companhia de Comando e Serviços;
Uma Unidade Escalão Companhia de Atiradores Mecanizada, a dois pelotões de atiradores mecanizados;
Uma Companhia de Apoio de Combate com um Pelotão de Reconhecimento de Infantaria e um Pelotão de Morteiros Pesados.
http://www.exercito.pt/sites/1BIMec/Pub ... 1BIMec.pdf (http://www.exercito.pt/sites/1BIMec/Publicacoes/Documents/Da_fund%C3%A3o_1BIMec/Da_funda%C3%A7%C3%A3o_ao_1BIMec.pdf)
Relativamente aos fogos diretos a novidade encontra-se presente na
criação de uma força que integra vários sistemas de armas, designado
de FSG (Fire Support Group). O FSG é composto por quatro sistemas
de armas: metralhadora pesada (Heavy Machine Gun), Lança Granadas
Automático (Grenade Machine Gun), metralhadora ligeira e pelo
Javelin, (míssil anti-carro de alcance médio, com a capacidade disparar e
esquecer). Normalmente, este Fire Support Group usa o morteiro portátil
60 mm, mantendo-se os morteiros de 81 milímetros sob o comando do
Batalhão.
Portugal quis adiar a entrega dos helicópteros NH90 em meados dos anos 2000 mas, apesar dos alertas escritos, deixou passar o prazo contratual de o comunicar sem custos. Resultado: uma multa de 4,5 milhões de euros, soube o DN.Tribunal de Contas analisa decisão na compra dos aparelhos, que implicaram acréscimo de 25 milhões no preço programado(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/08/NH-90_at_sel%C3%A4np%C3%A4%C3%A4.jpg)
Mas esse programa de aquisição não tinha já sido cancelado?
Reactivação da base aérea de Tancos como aeroporto civil volta à agenda políticahttp://semanal.omirante.pt/index.asp?id ... FgxG_msXX4 (http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=676&id=104481&idSeccao=12015&Action=noticia#.VFgxG_msXX4)
CitarReactivação da base aérea de Tancos como aeroporto civil volta à agenda política
Citação de: "nelson38899"Material que Portugal solicitou e comprou aos americanos desde 1991
.../...
Para quem quiser a lista completa, que a peça que eu envio.
Boas, pode-me enviar a lista. É bastante útil para para o estudos que efectuo sobre a História do Armamento do EP.
Cumps.
Regimento de Emergência vai para Abrantes em janeiro
A presidente da Câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, anunciou hoje que o quartel militar de S. Lourenço, onde nos últimos anos esteve instalada a Escola Prática de Cavalaria (EPC), vai ser a base operacional do Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME) já a partir de janeiro, que acolherá 473 militares efetivos.http://www.rederegional.com/index.php/s ... em-janeiro (http://www.rederegional.com/index.php/sociedades/10912-regimento-de-emergencia-vai-para-abrantes-em-janeiro)
Como a Rede regional avançou em Julho deste ano, o RAME é uma força militar de apoio civil que terá a missão de prestar ajuda às populações em caso de catástrofes, ou à Proteção Civil, sempre que seja acionado para qualquer teatro de operações a nível nacional.
Para lá da estrutura base, o RAME vai ter um Agrupamento Sanitário (AgrSan) com 134 efetivos a instalar em Tancos, no concelho de Vila Nova da Barquinha, mas dependente do comando do Regimento em Abrantes.
Segundo a agência Lusa, em Abrantes ficarão as componentes fixas e operacionais do sistema de forças, com 78 efetivos afetos ao RAME, oito militares na Unidade de Apoio Militar de Emergência (UAME), e 175 efetivos na Companhia de Reabastecimento e Serviços (CReabSvc).
A mesma fonte refere ainda um elemento destacado para o Comando da Companhia Geral de Cooperação Civil e Militar, dez militares para o destacamento de Cooperação Civil e Militar do Exército, e 67 para uma Companhia de Engenharia de apoio militar de emergência, num total de 339 elementos.
Depois do muito que se gastou na preparação do quartel para receber a EPC....
Referia-me concretamente a obras de preparação/adaptação para as Pandur, Leopard, cavalos, etc, algo quem em pouco mais de 5 anos deixa de ter utilidade. Provavelmente agora gastar-se-á mais algum na adaptação às novas funções. E assim se vai gastando. Mas sem evolução aparente...Citação de: "night_runner"
Depois do muito que se gastou na preparação do quartel para receber a EPC....
Pelo menos assim não fica ao abandono. E de qualquer forma era necessária uma significativa remodelação das infra-estruturas do RI2.
As obras tinham de ser feitas de qualquer maneira.
No passado dia 14 de Novembro, teve início na Brigada Mecanizada mais uma importante atividade relacionada com apoio à Formação dos futuros Quadros Permanentes do Exército. Homens e mulheres do QCav, em particular do GCC, prosseguiram o esforço da BrigMec no apoio à Escola das Armas (EA) , desta feita, orientado para a formação do 42º Curso de Formação de Sargentos de Cavalaria (CFS Cav) e do Tirocínio para Oficial de Cavalaria (TPO Cav) 14/15, nas vertentes técnica e tática de Carros de Combate (CC).
A atividade que se iniciou com a apresentação, em 10Nov14, dos Sargentos do CFS Cav, e em 17Nov14, dos Aspirantes-a-Oficial do TPO Cav, visa, numa primeira fase qualificar os futuros Oficiais e Sargentos na operação do CC M60A3 TTS e numa segunda fase, a decorrer de 02 e 17 de dezembro, dotar os formandos com os conhecimentos no domínio da tática de emprego de unidades blindadas .
O apoio prestado pelo QCav e pelo GCC centra-se na disponibilização de infraestruturas e outros meios de apoio à instrução e na alocação de pessoal e material para apoio à formação técnica e tática das unidades de CC, permanecendo a responsabilidade de formação na EA, nomeadamente através da equipa de formadores que, para o efeito, a EA fez deslocar para o QCav.
Decorreu no período de 03 de novembro a 06 de novembro o apoio do 2ºBatalhão de Infantaria Mecanizado (2ºBIMec) ao exercício final do Curso de Apoio de Combate da Escola das Armas, que visa a aplicação pratica no campo do planeamento e execução, dos conhecimentos adquiridos no âmbito do apoio de combate num cenário de exercício tático.
As atividades realizadas culminaram com a realização de uma sessão de fogos reais com os morteiros pesados 10,7 cm e 120 mm, na Carreira de Tiro do D.Pedro.
O apoio da Brigada Mecanizada à Escola das Armas vais prosseguir até ao final do corrente ano, designadamente com o apoio à realização da formação técnica e tática prevista nos planos dos cursos de Artilharia, Cavalaria, Engenharia e Transmissões.
Militares portugueses vão treinar iraquianos contra Estado Islâmico
Envolvimento de efetivos nacionais tem a luz verde do Governo e surge na sequência de uma reunião da coligação internacional que pretende combater os jihadistas.
Portugal vai enviar 30 comandos do exército para o Iraque
Portugal vai enviar 30 comandos do exército para treinar forças iraquianas que combatem o Estado Islâmico. O Conselho Superior de Defesa Nacional decidiu que a participação portuguesa será feita no âmbito da coligação internacional contra os islamistas. A missão dos comandos portugueses no Iraque vai ter a duração de um ano e destina-se a dar formação e treino militar aos iraquianos.
Força de reação rápida da Aliança vai contar, em 2015, com uma fragata, uma bateria de artilharia de campanha e uma aeronave de vigilância marítima P3-C Orion
Portugal vai participar este ano na força de reação rápida da NATO (NRF) com uma fragata, uma bateria de artilharia de campanha e uma aeronave de vigilância marítima P3-C, envolvendo três centenas e meia de militares.
A informação foi dada ontem ao DN pelo porta-voz do Estado--Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), tenente-coronel Ramos Silva.
Esses meios e efetivos estão preparados para integrar a chamada NATO Response Force (NRF) em caso de necessidade no Leste ou no Sul da Europa, como ficou claro no final da reunião desta semana dos ministros da Defesa da Aliança Atlântica, em Bruxelas.
No respetivo comunicado final, a NATO assumiu formalmente, pela primeira vez em muitos anos, que atribui ao Mediterrâneo - onde cresce a ameaça terrorista, em especial do chamado Estado Islâmico - uma importância equivalente à do Leste, como durante anos defenderam os países aliados do Sul, assinalaram outras fontes ouvidas pelo DN.
Portugal integra a atual força de reação rápida da NATO, a NRF 2015 (NATO Response Force) com cerca de 350 militares. Desde a sua implementação no dia 1 de Janeiro e até à sua conclusão no dia 31 de Dezembro de 2015, as Forças Armadas Portuguesas contribuem com uma fragata da marinha, uma aeronave de patrulha marítima da força aérea e uma bateria de artilharia de campanha do exército.
Desconhece-se qual a fragata disponibilizada por Portugal, mas estima-se que possa ser a NRP "D. Francisco de Almeida" (F334). A Força Aérea Portuguesa (FAP) contribui com uma das cinco aeronaves de patrulha marítima P-3C CUP+ Orion operadas pela Esquadra 601 "lobos" a partir da Base Aérea Nº11 de Beja. A aeronave está capacitada para empregar torpedos Mk46, mísseis anti-navio AGM-84D Harpoon, bombas de profundidade Mk 54, e mísseis AGM 65 Maverick. O Exército Português disponibiliza a 1ª Bateria de Bocas de Fogo (1ªBFF) do Grupo de Artilharia de Campanha (GAC) da Brigada de Reação Rápida (BrigRR). A bateria está sediada no Regimento de Artilharia Nº4 (RA4) em Leiria e emprega obuses rebocados de artilharia M119 Light Gun de 105mm, morteiros pesados de 120mm do tipo Tampella e viaturas 10.224 LAEK, Unimog 1100L, Land Cruizer HZJ 73, L200, Unimog U1300L, 40.10 WMD e 40E10WMD.
Os meios Portugueses foram certificados no 2º semestre de 2014 por ocasião da fase de preparação da NRF 2015 através de exercícios de componente, da série "Noble" e da série "Trident".
A NRF 2015 está certificada pela NATO para intervir rapidamente a qualquer momento e em qualquer lugar no desempenho de um leque alargado de missões incluindo agir como resposta imediata na defesa coletivas de forças aliadas, conduzir operações de gestão de crises, atuar como força inicial no teatro de operações antes da projeção de forças de larga escala, apoiar operações de paz, proteger infraestruturas críticas e intervir em catástrofes humanitárias. A força conduzida pelo Allied Joint Force Command Naples em Itália está constituída pelas componentes terrestre com o seu comando na Alemanha, aéreo com o seu comando na França, naval com o seu comando em Espanha, operações especiais com o seu comando na Polónia, apoio logístico conjunto com o seu comando na Itália, e uma força tarefa NRBQ Alemã. Estruturalmente, a NRF 2015 está dividida nas partes de comando e controlo, força de resposta imediata e de agrupamento de forças de resposta.
Na cimeira da NATO realizada em Setembro de 2014, os seus membros tomaram a decisão de aumentar as capacidades da NRF com o desenvolvimento de uma Força Tarefa Combinada de Reação Rápida, a VJTF (Very high-readiness Joint Task Force). Em Dezembro de 2014, os Ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO acordaram estabelecer uma VJTF provisória coordenada pelo SACEUR (Supreme Allied Commander Europe) com forças predominantemente da Alemanha, Holanda e Noruega
http://defensa.com/index.php?option=com ... Itemid=497 (http://defensa.com/index.php?option=com_content&view=article&id=14720:portugal-integra-forca-de-reacao-rapida-da-nato&catid=160:noticias-em-portugues&Itemid=497)
Vão de comboio.
Aqui é noticias do Exército Português, não é noticias do Exército Somali.
Citação de: "Lightning"Aqui é noticias do Exército Português, não é noticias do Exército Somali.
Como não valia a pena abrir um assunto para o exercito somali. Achei por bem chamar a atenção para a vetustez dos meios do nosso exército. Foi só um pequeno aparte.
Agora também não vale a pena responder com essa rispidez, creio que não fui mal educado com ninguém e muito menos cometi alguma infracção
grave. Alerto-o que não está numa caserna a falar com algum subalterno. Aprenda a dirigir-se a um participante igual a si com modos mais educados e cordiais.
Fecharem as páginas de unidades que já não existem (escolas práticas, etc.) não fecham ou criarem páginas para novas unidades (RAME) não criam...mas os "assuntos do género" já têm um link próprio :mrgreen: .
Mas o resto parece estar tudo na mesma.
PS: Soube por conversa que as "chafaricas" que o Exército tem espalhadas pelo Porto vão todas para o quartel onde estava o RA5, se for assim não é tão mau.
Dois Majores-Generais que são gémeos! :wink:
Cumprimentos. Pedro Monteiro
Parte do grupo de Autometralhadoras do RC6 de Braga que durante mês, irá substituir o 1º Batalhão de Infantaria Paraquedista, constituindo-se como Reserva Tática do Comandante da Kosovo Force (KFOR) aterrou ontem no kosovo.
Desta vez tenho um amigo infiltrado na missão :G-Ok:
Para já sei que a viagem correu bem e que por aqueles lados ainda esta tudo coberto de neve!
Como em outras coisas o Exército em tema de imagem/site está decadas atrás dos outros ramos.O site da UALE não é assim. Estão muito à frente. Até já operam dois NH90 e até 2017 vão receber mais 8 num total de 10... :twisted:
O Exército está pronto a receber, operar e manter o primeiro dos dez helicópteros NH-90, em Dezembro de 2012, a partir de uma Main Operating Base (MOB) em Itália e para, a partir da recepção da segunda aeronave, em Julho de 2013, trazer as duas para Território Nacional e garantir a sua operação, sustentação e manutenção a partir do Aeródromo Militar de Tancos. A partir de 2014 e até 2017 está prevista a recepção dos restantes oito helicópteros NH-90, num total de uma frota de dez aeronaves, constituindo-se a UALE como a MOB dos helicópteros do Exército.http://www.exercito.pt/sites/UALE/Historial/Paginas/default.aspx
O quartel de Braga não deve ter ninguém, uns foram para a Lituânia outros foram para o Kosovo!
20 anos da BMI
http://www.exercito.pt/sites/BrigMec/Publicacoes/Documents/Publica%C3%A7%C3%B5es/Atoleiros/20ANOS/20Anos-pdf.pdf
PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E O INSTITUTO DA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA E DAS FLORESTAS
No passado dia 22 de Maio, na Mata Nacional das Dunas de Vagos, onde o Regimento de Engenharia Nº 3 procede actualmente à execução de trabalhos no âmbito do plano FAUNOS 2015, foi celebrado o correspondente protocolo anual de colaboração entre o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e o Exército Português.
O documento foi assinado pela Presidente do ICNF, Engª Paula Sarmento e pelo Comandante das Forças Terrestres, TGen Faria de Menezes, na presença de S. Ex.ª o Ministro da Defesa Nacional, Dr. José Pedro Aguiar-Branco, de S. Ex.ª a Ministra da Agricultura e do Mar, Dr.ª Assunção Cristas e de S. Ex.ª o General CEME, Gen António Corbal Hernandez Jerónimo. (Exército)
O Exército, através do Regimento de Artilharia Antiaérea Nº1 e do Centro de Tropas Comandos iniciou, em 01 de Junho do corrente ano, ao abrigo do protocolo celebrado entre o Exército e a Câmara Municipal de Sintra, as acções de patrulhamento de prevenção de incêndios na Serra de Sintra. As acções decorrerão de Junho a Setembro.(http://2.bp.blogspot.com/-30gWDngCjeQ/VY0_hItGs8I/AAAAAAAAS7c/WCtoTBtdAFI/s1600/Patrulhamento%2BSerra%2BSintra%2B300.jpg)
Este tipo de parceria ilustra uma das missões do Exército, nomeadamente o apoio ao desenvolvimento e bem-estar das populações, zelando pela salvaguarda do património natural numa época do ano que justifica maior prevenção, por forma a preservar os recursos florestais do país. (Exército)
O desempenho dos militares portugueses destacados no Kosovo, em operações de controlo de tumultos, tem levado outros países da NATO e não aliados a pedirem que lhes seja dada formação e treino específicos nesse domínio.
A informação foi dada ao DN pelo Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA), segundo o qual as ações de formação têm sido realizadas no Kosovo ou num campo de treinos do Exército dos EUA em Hohenfels, na Alemanha.
"Ganhámos no Kosovo uma proficiência em termos de controlo de tumultos que os outros contingentes pedem-nos e solicitam-nos para lhes darmos formação, seja no próprio território seja irem formadores e instrutores a outros países para dar formação a contingentes que se dirigem para o Kosovo, porque a forma de emprego que está a ser utilizada no Kosovo é um pouco inédita e nós já doutrinámos essa forma de atuar", disse recentemente o chefe do EMGFA (CEMGFA), general Pina Monteiro, perante a comissão parlamentar de Defesa.
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx ... id=4687787 (http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=4687787)
A 17 de Julho, no âmbito do protocolo celebrado entre o Exército, através do Regimento de Artilharia Antiaérea Nº1, e os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Sintra, foram concluídos os trabalhos de identificação e limpeza das minas de água situadas na Serra de Sintra. Os trabalhos realizados permitiram a limpeza de cerca de 100 minas de água.(http://4.bp.blogspot.com/-mMMkJuJtSEQ/VbdW4dimRmI/AAAAAAAAULA/kXq3ZS-di24/s320/Limpeza%2BMinas%2BRAAA1%2B300.jpg)
Este tipo de parceria ilustra uma das missões do Exército, nomeadamente o apoio ao desenvolvimento e bem-estar das populações, traduzido neste caso em concreto, no acesso a um recurso cada vez mais escasso e indispensável para o bem-estar do ser humano. (Exército)
BRIGADA MECANIZADA AVALIADA NO QUADRO DO DOCUMENTO VIENA 2011(http://3.bp.blogspot.com/-YstFnEWilZI/Vd8hgoWLCpI/AAAAAAAAUSI/w8I8Xkbr59g/s320/11951975.jpg)
Uma equipa de três militares da Federação Russa, realizou uma avaliação à Brigada Mecanizada, em Santa Margarida, em 18 de Agosto, no âmbito do Documento de Viena 2011 (DV11).
A missão teve por objectivo confirmar a Troca Anual de Informação Militar a que Portugal se encontra obrigado, inserindo-se num dos mecanismos de verificação previstos no DV11, necessários para o fortalecimento da confiança e segurança na Europa
A equipa de avaliação recebeu um brífingue da Brigada Mecanizada, apresentado pelo seu Comandante, Major-general Nunes da Fonseca, seguindo-se uma visita às subunidades, durante a qual foram observados diversos equipamentos e contactados militares das diferentes áreas de actividade da Brigada. (Emgfa)
Publicada por JJ Santos à(s) 15:38
Etiquetas: BrigMec, Exército Português, Forças Armadas Portuguesas, NATO, Rússia
http://defesanacionalpt.blogspot.pt/2015/08/brigada-mecanizada-avaliada-no-quadro.htmlFaz alguns anos, durante uma destas avaliações no âmbito do documento de Viena, após se ter explicado ao chefe da delegação russa qual era a composição de um regimento português, este não conseguio deixar escapar uma risada.CitarBRIGADA MECANIZADA AVALIADA NO QUADRO DO DOCUMENTO VIENA 2011(http://3.bp.blogspot.com/-YstFnEWilZI/Vd8hgoWLCpI/AAAAAAAAUSI/w8I8Xkbr59g/s320/11951975.jpg)
Uma equipa de três militares da Federação Russa, realizou uma avaliação à Brigada Mecanizada, em Santa Margarida, em 18 de Agosto, no âmbito do Documento de Viena 2011 (DV11).
A missão teve por objectivo confirmar a Troca Anual de Informação Militar a que Portugal se encontra obrigado, inserindo-se num dos mecanismos de verificação previstos no DV11, necessários para o fortalecimento da confiança e segurança na Europa
A equipa de avaliação recebeu um brífingue da Brigada Mecanizada, apresentado pelo seu Comandante, Major-general Nunes da Fonseca, seguindo-se uma visita às subunidades, durante a qual foram observados diversos equipamentos e contactados militares das diferentes áreas de actividade da Brigada. (Emgfa)
Publicada por JJ Santos à(s) 15:38
Etiquetas: BrigMec, Exército Português, Forças Armadas Portuguesas, NATO, Rússia
Cumprimentos
O Exercício lusófono FELINO 15, liderado por Portugal, realiza-se de 09 a 18 de Setembro de 2015, no Regimento de Infantaria Nº 10, em S. Jacinto, Aveiro e no Aeródromo de Manobra Nº1, em Macedo, Ovar.(http://4.bp.blogspot.com/-KiPv3CABHms/VfBtpNnuQ3I/AAAAAAAAUVg/3_zJ_hmG3hs/s320/felino_15__logo.png)
Os exercícios militares da série FELINO surgem no quadro da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e têm como objectivo treinar uma Força Tarefa Conjunta e Combinada, permitindo aumentar a interoperabilidade e incrementar o treino das Forças Armadas dos Estados-Membros em Operações de Apoio à Paz e de Ajuda Humanitária, conduzidas sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU).
Delegações de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné-Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, participam no FELINO 15 através da integração dos seus militares na estrutura de direcção do Exercício e no Estado-Maior da Força Tarefa Conjunta e Combinada.
Para o FELINO15 foi criado um cenário fictício para simular uma situação de crise num país com contornos políticos, económicos, humanitários e de segurança interna muito complexos, permitindo treinar a Força Tarefa Conjunta e Combinada, gerada no âmbito da CPLP, no planeamento e condução de uma Operação de Apoio à Paz e outra de Apoio Humanitário. (Emgfa)
Incorporações para 2016
Oficiais e Sargentos - 530
Praças - 4000
:D
:wink:
Com esta incorporação, e se não houvesse passagens á reserva ou pessoal contratado em fim de contrato o efectivo do Exército ficava a 100% !
Cumprimentos
Citação de: "Cabeça de Martelo"Incorporações para 2016
Oficiais e Sargentos - 530
Praças - 4000
:D
:wink:
Com esta incorporação, e se não houvesse passagens á reserva ou pessoal contratado em fim de contrato o efectivo do Exército ficava a 100% !
Cumprimentos
E se no final esse quantitativo fosse todo autorizado.
Tem de haver passagens à reserva...a malta envelhece..
Alguns contratados ingressaram no modelo de regime de contrato especial.
Se o Exército reduzisse/eliminasse algumas Unidades-fantasma o efetivo necessário poderia aproximar-se desses 100%. O problema não está só no Exército, mas o maior contributo para a despesa com pessoal advém dos números do Exército.
Citação de: "tenente"Citação de: "Cabeça de Martelo"Incorporações para 2016
Oficiais e Sargentos - 530
Praças - 4000
:D
:wink:
Com esta incorporação, e se não houvesse passagens á reserva ou pessoal contratado em fim de contrato o efectivo do Exército ficava a 100% !
Cumprimentos
E se no final esse quantitativo fosse todo autorizado.
Tem de haver passagens à reserva...a malta envelhece..
Alguns contratados ingressaram no modelo de regime de contrato especial.
Se o Exército reduzisse/eliminasse algumas Unidades-fantasma o efetivo necessário poderia aproximar-se desses 100%. O problema não está só no Exército, mas o maior contributo para a despesa com pessoal advém dos números do Exército.
Quando os especialistas conseguirem entender que para termos um Exército com um efectivo de 17.000 almas, a fim de reduzirmos efectivamente a despesa na manutenção de muitos quarteis sub aproveitados, o que tem de existir fisicamente são :
A) Aquartelamentos para três brigadas concentrando deste modo os respectivos meios humanos e materiais em Beja, S. Margarida e Tancos;
B) Duas Unidades/Bases destinadas a efectuar a instrução/recruta/especialidades, que poderiam/deveriam estar localizadas em dois dos aquartelamentos anteriormente referidos ;
C) Centros de instrução/formação para as Tropas de OEs, e Cmds;
D) A Academia Militar e a Escola de Armas ambas sediadas em Mafra;
E) destacamentos Móveis para recrutamentos pontuais e divulgação das actividades Militares;
Cumprimentos
D) A Academia Militar e a Escola de Armas ambas sediadas em Mafra;
Citação de: "raphael"Citação de: "tenente"Citação de: "Cabeça de Martelo"Incorporações para 2016
Oficiais e Sargentos - 530
Praças - 4000
:D
:wink:
Com esta incorporação, e se não houvesse passagens á reserva ou pessoal contratado em fim de contrato o efectivo do Exército ficava a 100% !
Cumprimentos
E se no final esse quantitativo fosse todo autorizado.
Tem de haver passagens à reserva...a malta envelhece..
Alguns contratados ingressaram no modelo de regime de contrato especial.
Se o Exército reduzisse/eliminasse algumas Unidades-fantasma o efetivo necessário poderia aproximar-se desses 100%. O problema não está só no Exército, mas o maior contributo para a despesa com pessoal advém dos números do Exército.
Quando os especialistas conseguirem entender que para termos um Exército com um efectivo de 17.000 almas, a fim de reduzirmos efectivamente a despesa na manutenção de muitos quarteis sub aproveitados, o que tem de existir fisicamente são :
A) Aquartelamentos para três brigadas concentrando deste modo os respectivos meios humanos e materiais em Beja, S. Margarida e Tancos;
Concentrar mais as brigadas é algo que eu sempre defendi. A Brigada Mecanizada já está praticamente toda concentrada em Santa Margarida, por isso não há qualquer problema aí. A Brigada de Intervenção está quase toda no norte do país, mas penso que não haja nenhum Regimento com dimensão suficiente para albergar toda uma Brigada, por isso não estou a ver como isso poderia acontecer. A Brigada de Reacção Rápida é que está espalhada por todo o lado, só mesmo as Regiões Autónomas é que não têm subunidades da dita Brigada. Li numa "Boina Verde" um artigo de outros tempos em que se falava em concentrar ainda mais o Corpo de Tropas Para-quedistas para levantar subunidades que ainda não existiam (ex.: Companhia de Engenharia). Se formos ver nesses tempos o CTP estava concentrado em apenas 3 unidades (BETP, BA3 e BOTP Nº2), comparar com a realidade actual chega a ser ridículo.CitarB) Duas Unidades/Bases destinadas a efectuar a instrução/recruta/especialidades, que poderiam/deveriam estar localizadas em dois dos aquartelamentos anteriormente referidos ;
O único local em Portugal capaz disso é Santa Margarida que era de resto o destino apontado para ser a sede da futura Escola Inter-armas nos anos 90/2000.CitarC) Centros de instrução/formação para as Tropas de OEs, e Cmds;
Isso já há, mas se fala numa única unidade, é bastante claro que nenhum dos Regimentos/Centro é capaz disso. Ou falta espaço, ou falta uma pista, ou falta...CitarD) A Academia Militar e a Escola de Armas ambas sediadas em Mafra;
Mafra mal tem capacidade de receber a Escola de Armas e muita da formação passa por polos, imagine passar a Academia que tem tão boas instalações na Amadora e sede.CitarE) destacamentos Móveis para recrutamentos pontuais e divulgação das actividades Militares;
Isso já existe, chama-se Dia da Defesa Nacional.
Citação de: "tenente"D) A Academia Militar e a Escola de Armas ambas sediadas em Mafra;
E o forista tenente a bater lá com os costázios para o resto da vida!!! :wink:.
Concentrar mais as brigadas é algo que eu sempre defendi. A Brigada Mecanizada já está praticamente toda concentrada em Santa Margarida, por isso não há qualquer problema aí. A Brigada de Intervenção está quase toda no norte do país, mas penso que não haja nenhum Regimento com dimensão suficiente para albergar toda uma Brigada, por isso não estou a ver como isso poderia acontecer. A Brigada de Reacção Rápida é que está espalhada por todo o lado, só mesmo as Regiões Autónomas é que não têm subunidades da dita Brigada. Li numa "Boina Verde" um artigo de outros tempos em que se falava em concentrar ainda mais o Corpo de Tropas Para-quedistas para levantar subunidades que ainda não existiam (ex.: Companhia de Engenharia). Se formos ver nesses tempos o CTP estava concentrado em apenas 3 unidades (BETP, BA3 e BOTP Nº2), comparar com a realidade actual chega a ser ridículo.
O único local em Portugal capaz disso é Santa Margarida que era de resto o destino apontado para ser a sede da futura Escola Inter-armas nos anos 90/2000.
Isso já há, mas se fala numa única unidade, é bastante claro que nenhum dos Regimentos/Centro é capaz disso. Ou falta espaço, ou falta uma pista, ou falta...
Mafra mal tem capacidade de receber a Escola de Armas e muita da formação passa por polos, imagine passar a Academia que tem tão boas instalações na Amadora e sede.
Apesar de não ser o forista em questão, só Mafra é que conheço, por isso é que posso dizer sem qualquer complexos (como de resto disse já várias vezes), Mafra não dá para o que pretendes, é preciso mais espaço.
Lamego é tão mau como pintam? É que eu ouvi vários Rangers a queixarem-se de Lamego e a dizer que em Tancos estava-se melhor (instalações).![]()
PS: no meu tempo a ETAT tinha várias companhias a precisar de obras.
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Concentrar mais as brigadas é algo que eu sempre defendi. A Brigada Mecanizada já está praticamente toda concentrada em Santa Margarida, por isso não há qualquer problema aí. A Brigada de Intervenção está quase toda no norte do país, mas penso que não haja nenhum Regimento com dimensão suficiente para albergar toda uma Brigada, por isso não estou a ver como isso poderia acontecer. A Brigada de Reacção Rápida é que está espalhada por todo o lado, só mesmo as Regiões Autónomas é que não têm subunidades da dita Brigada. Li numa "Boina Verde" um artigo de outros tempos em que se falava em concentrar ainda mais o Corpo de Tropas Para-quedistas para levantar subunidades que ainda não existiam (ex.: Companhia de Engenharia). Se formos ver nesses tempos o CTP estava concentrado em apenas 3 unidades (BETP, BA3 e BOTP Nº2), comparar com a realidade actual chega a ser ridículo.
Cabeça de Martelo,
A Brimec nunca deveria ter sido sediada em S. Margarida !
Os meios Mec/blindados tem de estar agrupados em zonas cuja morfologia que permita o seu emprego em pleno com a possibilidade de exito sem constrangimentos de maior.
A deslocação dos meios blindados/Mec para fora do CMSM por onde se faz ???
pela unica estrada que existe tendo como pano de fundo os obstáculos naturais do Tejo e zonas mais acidentadas limitrofes, ou seja o deslocamento das unidades de manobra está grandemente condicionado.
Esta unidade deveria ser colocada em Beja, onde em caso de necessidade os seus meios poderiam ser empregues utilizando em pleno as capacidades de deslocamento sem restricções como as reveladas na zona de S.Margarida.
A Brigint deveria ser reposicionada no CMSM existindo já as instalações da BriMec para seu uso.
Quanto á BRR o CTP a sua colocação deveria ser em Tanco, a casa mãe dos Paras, possuindo as instalações fisicas para alogar o efectivo actual mais as infraestruturas aeronauticas suficientes para o seu deslocamento assim hajam meios aereos para tal.
O único local em Portugal capaz disso é Santa Margarida que era de resto o destino apontado para ser a sede da futura Escola Inter-armas nos anos 90/2000.
Afirmativo e o outro poderia deveria ser Tancos para ministrar os cursos paraquedistas dos el Oe's e Cmds, por exemplo.
Isso já há, mas se fala numa única unidade, é bastante claro que nenhum dos Regimentos/Centro é capaz disso. Ou falta espaço, ou falta uma pista, ou falta...
Não não falo em unir os dois falo em mantê-los mas no que toca aos Cursos de Para Quedismo, teriam que se deslocar a Tancos.
Mafra mal tem capacidade de receber a Escola de Armas e muita da formação passa por polos, imagine passar a Academia que tem tão boas instalações na Amadora e sede.
Decreto-Lei nº 241/2015, de 15 de Outubro, que fixa os efectivos das Forças Armadas para o ano de 2016: https://dre.pt/application/file/70698028 (https://dre.pt/application/file/70698028)
Pelas minhas contas, o exército já vai em 15723 efectivos (Anexo I, tabela 1 + Anexo VI, tabela 1). Alguém faz as contas de outra forma?
Decreto-Lei nº 241/2015, de 15 de Outubro, que fixa os efectivos das Forças Armadas para o ano de 2016: https://dre.pt/application/file/70698028 (https://dre.pt/application/file/70698028)
Pelas minhas contas, o exército já vai em 15723 efectivos (Anexo I, tabela 1 + Anexo VI, tabela 1). Alguém faz as contas de outra forma?
Citação de: "saojorgexercito"Decreto-Lei nº 241/2015, de 15 de Outubro, que fixa os efectivos das Forças Armadas para o ano de 2016: https://dre.pt/application/file/70698028 (https://dre.pt/application/file/70698028)
Pelas minhas contas, o exército já vai em 15723 efectivos (Anexo I, tabela 1 + Anexo VI, tabela 1). Alguém faz as contas de outra forma?
O ano passado o efectivo no activo era de 15847.
http://www.exercito.pt/sites/DARH/Geral ... EMAR15.pdf (http://www.exercito.pt/sites/DARH/Geral/ordensexercito/Ordens%20do%20Exrcito%202015/OEMAR15.pdf)
Abraços
Citação de: "tenente"Citação de: "saojorgexercito"Decreto-Lei nº 241/2015, de 15 de Outubro, que fixa os efectivos das Forças Armadas para o ano de 2016: https://dre.pt/application/file/70698028 (https://dre.pt/application/file/70698028)
Pelas minhas contas, o exército já vai em 15723 efectivos (Anexo I, tabela 1 + Anexo VI, tabela 1). Alguém faz as contas de outra forma?
O ano passado o efectivo no activo era de 15847.
http://www.exercito.pt/sites/DARH/Geral ... EMAR15.pdf (http://www.exercito.pt/sites/DARH/Geral/ordensexercito/Ordens%20do%20Exrcito%202015/OEMAR15.pdf)
Abraços
Portanto não houve diferença significativa para 2015, o que acaba por ser uma boa noticia.
Citação de: "saojorgexercito"Citação de: "tenente"Citação de: "saojorgexercito"Decreto-Lei nº 241/2015, de 15 de Outubro, que fixa os efectivos das Forças Armadas para o ano de 2016: https://dre.pt/application/file/70698028 (https://dre.pt/application/file/70698028)
Pelas minhas contas, o exército já vai em 15723 efectivos (Anexo I, tabela 1 + Anexo VI, tabela 1). Alguém faz as contas de outra forma?
O ano passado o efectivo no activo era de 15847.
http://www.exercito.pt/sites/DARH/Geral ... EMAR15.pdf (http://www.exercito.pt/sites/DARH/Geral/ordensexercito/Ordens%20do%20Exrcito%202015/OEMAR15.pdf)
Abraços
Portanto não houve diferença significativa para 2015, o que acaba por ser uma boa noticia. :twisted: E assim vamos de fusão em fusão até à irrelevância final.
Um exército é muito mais que os seus efectivos e armamentos.
Dele fazem parte também os seus conhecimentos e a capacidade de se multiplicar. Quanto à primeira nunca estivemos tão bem e quanto à segunda essa mantém-se intacta.
Presentemente não precisamos para nada de um exercito praticamente feito apenas por números, como tínhamos há uns anos...
Citação de: "tenente"Citação de: "saojorgexercito"Citação de: "tenente"Citação de: "saojorgexercito"Decreto-Lei nº 241/2015, de 15 de Outubro, que fixa os efectivos das Forças Armadas para o ano de 2016: https://dre.pt/application/file/70698028 (https://dre.pt/application/file/70698028)
Pelas minhas contas, o exército já vai em 15723 efectivos (Anexo I, tabela 1 + Anexo VI, tabela 1). Alguém faz as contas de outra forma?
O ano passado o efectivo no activo era de 15847.
http://www.exercito.pt/sites/DARH/Geral ... EMAR15.pdf (http://www.exercito.pt/sites/DARH/Geral/ordensexercito/Ordens%20do%20Exrcito%202015/OEMAR15.pdf)
Abraços
Portanto não houve diferença significativa para 2015, o que acaba por ser uma boa noticia. :twisted: E assim vamos de fusão em fusão até à irrelevância final.
Vamos no bom caminho para que tal aconteça, mas, o quadro dos oficiais Generais e superiores vai-se mantendo inalterado com uma média de 500 efectivos para um oficial general nem é preciso fazer mais comentários !!![]()
Enquanto o pau vai e vem folgam as costas como dizes e muito bem, mas as Forças Armadas agora estão muito bem..................MAL !!!!
China, Portugal pledge closer military cooperation
BEIJING, Nov. 17 (Xinhua) -- Chinese Defense Minister Chang Wanquan met with Chief of the General Staff of the Portuguese Armed Forces Artur Neves Pina Monteiro on Tuesday in Beijing, vowing to strengthen the two countries' military cooperation.
Hailing strengthened military-to-military ties over the years, Chang said China is willing to work with the Portuguese side to further promote military exchanges and cooperation in all areas, with the consensus reached by the leaders of the two countries as the guidance.
The cooperation agreement between the two countries' defense ministries, signed in 2006, has laid the legal basis for military exchanges and cooperation, Chang said.
Portugal is willing to expand military exchanges with China in such areas as young military officers training and international peacekeeping, particularly in Portuguese-speaking African countries, Pina Monteiro said.
http://news.xinhuanet.com/english/2015-11/17/c_134825019.htm
Capacetes com cobertura em padrão de camuflagem Woodland em vez de DPM?
(http://s21.postimg.org/bsw4xmndj/Sem_T_tulo.jpg)
El jefe de la Brigada de Muy Alta Disponibilidad de la OTAN (VJTF), general Luis Cebrián, ha realizado una visita de inspección los días 24 y 25 de noviembre al Batallón de Intervençao Portugués RI14, que se integra en la mencionada unidad que liderará España en 2016 y que se ha generado sobre la base de la Brigada de Infantería Ligera (BRILAT) “Galicia” VII.
El fin de esta inspección ha sido conocer de primera mano el grado de preparación, composición de personal y material del mencionado Batallón mecanizado portugués. Al jefe de la Brigada le acompañaron el jefe de Estado Mayor de la BRILAT y el suboficial mayor.
Tras la bienvenida a la unidad el primer día, el general Cebrián mantuvo una entrevista en privado con el jefe de las Fuerzas Terrestres portuguesas, teniente general António Lobato de Faria. A ésta le siguió una exposición sobre el Batallón —a cargo del 2º jefe accidental de la Brigada de Intervenção, coronel José A. Coelho—, una parada militar y la visita a una exposición estática al material y equipo en dotación en la unidad portuguesa.
Durante la segunda y última jornada, la visita giró en torno a la supervisión de las actividades de adiestramiento del Batallón luso en las zonas de instrucción de Crasto y Trancalhao, en compañía del jefe del Regimento de Infantaria nº 14 y el jefe del Batallón.
Paras? Eu cá acho que são Rangers.
Paras? Eu cá acho que são Rangers.
Pelo capacete e por aquilo que eles têm nas mãos ;D também me parece!
Chefe do Estado-Maior do Exército pediu demissão. Presidente já aceitou
A notícia do pedido de demissão foi avançada pelo Diário de Notícias. Entretanto a TSF já a confirmou e segundo uma fonte ligada à Presidência da República, o pedido foi aceite.
O chefe do Estado-Maior do Exército (CEME) pediu esta tarde a demissão do cargo. Marcelo Rebelo de Sousa já aceitou.
Segundo a mesma fonte em Belém, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que, por inerência, é o Comandante Supremo das Forças Armadas, aceitou a demissão e "agradeceu os relevantes serviços prestados ao país pelo general Carlos Jerónimo".
Governo prepara a substituição
Entretanto numa nota enviada às redações, o gabinete de Azeredo Lopes diz que já foram iniciados pelo Governo os procedimentos para nomeação de um novo Chefe do Estado-Maior do Exército. Na nota o ministro sublinha o apreço pessoal e profissional pelo general Carlos Jerónimo.
Também esta noite, o Bloco de Esquerda deu entrada um requerimento para a audição na Assembleia da República do agora ex-chefe do Estado-Maior do Exército.
Reportagem causa polémica e levou ao pedido de esclarecimentos do ministério da Defesa
Na semana passada, uma reportagem do Observador dava conta do facto do Colégio Militar discriminar os alunos homossexuais. Na sequência desta reportagem, o ministro da Defesa pediu esclarecimentos ao general Carlos Jerónimo, uma vez que o colégio é tutelado pelo Exército.
Azeredo Lopes pediu na terça-feira ao chefe de Estado do exército que explicasse o teor das declarações do subdiretor do Colégio Militar, que dizia que, nos casos dos alunos homossexuais, o Colégio fala com o encarregado de educação para que percebam que o filho "perdeu espaço de convivência interna" e e que "vai ter grandes dificuldades de relacionamento com os pares".
As declarações levantaram a polémica, que tem agora como desfecho a demissão do chefe de Estado maior do Exército.
www.tsf.pt/sociedade/interior/chefe-do-estado-maior-do-exercito-pediu-demissao-presidente-ja-aceitou-5115930.html
Expresso - Há um problema de atração de voluntários e de retenção de militares das Forças Armadas. O que pretende fazer?
Ministro da Defesa Não diria que há um problema de atração e de retenção. Há um défice, que resulta de uma política muito infeliz de se ter restringido nos últimos anos as admissões. A situação presente é absolutamente anómala. O objetivo de contratação este ano é de 5799, onde o grosso dos efetivos será do Exército. Espero que consigamos atingi-lo mas não me parece facilmente possível. Há outra questão que é saber se as Forças Armadas são hoje ainda atrativas como no passado. Acho que se pode melhorar a comunicação sobre o que é a carreira militar tal como fazer esforços no processos de seleção. Até pelo tipo de vida mais sedentária, há vantagens em evitar uma seleção excessiva no início. Uma ideia que está a ser trabalhada pelos ramos é que esse processo de seleção física seja feito no fim da instrução quando a pessoa já fez exercício, já correu, progrediu do ponto vista da sua capacitação. Estamos a falar de pessoas com grande capacidade de progressão física tendo em conta que são jovens.
Na polémica do Colégio Militar acho que o tal Tenente-coronel que falou também devia pedir para sair do serviço activo, ele é que disse as coisas nem foi o CEME, também tem que sofrer consequências do que disse.
O diretor defende que “essas situações têm de ser tratadas com algum cuidado”. Lembra que “aqui há uns anos, no Exército, era motivo para expulsão direta, quer do quadro permanente, quer contratados”. Mas o Colégio Militar não é um conjunto de mini-tropas e, aqui, “as situações têm de ser tratadas com os pais”. Mas garante: “Não expulsamos ninguém por ser homossexual”.
Questionado sobre se a homossexualidade é ou não realmente um tabu, o subdiretor faz alguns segundos de silêncio. Está a medir as palavras, está a elaborar uma resposta. “Hummm… Como é lógico, a sexualidade é um tema aberto na sociedade e a homossexualidade é aceite legalmente. Podemos dizer que [haver esse tabu] é uma maneira de salvaguarda do são relacionamento entre eles no internato. Repare, eles não se cobrem para nada, não se escondem para nada, não têm armários fechados… para poderem viver como irmãos que são. E na salvaguarda desse relacionamento, é bom que não haja afetos”.
Mas esta tríade de tabus é passada para eles? “Não é passada para eles. É deles. Sempre que ocorre qualquer situação dessas, sabemo-lo imediatamente. Eles próprios se encarregam disso“. Mas o plano de ação não é o mesmo para quem rouba, para quem consome drogas ou para quem é homossexual. “Nas situações de furto e de droga é transferência imediata de escola. Nas situações de afetos [homossexuais], obviamente não podemos fazer transferência de escola. Falamos com o encarregado de educação para que percebam que o filho acabou de perder espaço de convivência interna e a partir daí vai ter grandes dificuldades de relacionamento com os pares. Porque é o que se verifica. São excluídos”, garante o responsável.
Saída de António Agostinho acontece depois da demissão do General Carlos Jerónimo.
O vice-chefe do Estado Maior do Exército, António Pereira Agostinho, demitiu-se. Na passada quinta-feira, o Chefe do Estado-Maior do Exército, o General Carlos Jerónimo, apresentou a demissão ao Presidente da República na sequência de denúncias de que o Colégio Militar não aceita alunos homossexuais.
Era um dos dois nomes que tinha ouvido ontem para CEME.
A ponte militar que liga a autoestrada 14 à estrada nacional 111 em Maiorca, Figueira da Foz, abriu sexta-feira de manhã ao trânsito, disse à agência Lusa o comandante operacional da proteção civil municipal.
De acordo com Nuno Osório, a operação de instalação da ponte está terminada e a ponte abriu às 11:30.
A ponte metálica britânica de última geração, uma estrutura com cerca de 55 metros de comprimento, 4,2 metros de faixa de rodagem e uma capacidade de carga até 40 toneladas, esteve a ser construída no estaleiro montado na estrada nacional 111 por 25 militares da Companhia de Pontes do Regimento de Engenharia nº 1 do Exército português.
Foi montada em estaleiro e colocada em suportes idênticos aos das passadeiras rolantes, deslizando para a localização final.
A ponte militar vai permitir a circulação alternada de trânsito com recurso a semáforos, a uma velocidade máxima de 20 km por hora.
A autoestrada 14 está interdita à circulação automóvel, na zona de Maiorca, concelho da Figueira da Foz, desde as 08:30 de dia 03, na sequência de um aluimento do piso.
A 111, que deveria funcionar como "alternativa natural" à autoestrada 14 está também interrompida ao trânsito, nos dois sentidos, devido a obras na zona das Pontes de Maiorca, estando o tráfego entre a Figueira da Foz e Coimbra a processar-se por vias secundárias.
Era um dos dois nomes que tinha ouvido ontem para CEME.
Deixe-me adivinhar... o outro era o Fernando Serafino?
Portugal recorre à NATO para comprar armas
CARLOS VARELA
Hoje (14/06/2016) às 01:11
Primeira compra deverá ser a dos drones de reconhecimento para o Exército. Justificação é a necessidade de apressar os processos.
Os processos de compra de armas vão começar a passar pela NATO no sentido de fazer avançar as aquisições e evitar os processos judiciais que têm vindo a criar dificuldades ao reequipamento das Forças Armadas, soube o JN.
A primeira compra a ser transferida para a NATO passa pelos drones de reconhecimento para o Exército. Mas na calha está também o processo de aquisição de blindados ligeiros igualmente para o ramo terrestre das Forças Armadas, segundo o Ministério da Defesa admitiu ao JN. É a primeira vez que Portugal entra com a NATO em processos desta natureza.
Leia mais na edição e-paper ou na edição impressa
http://www.jn.pt/nacional/interior/portugal-recorre-a-nato-para-comprar-armas-5226247.html
Haja quem tome conta de nós...
Espero e acredito que seja melhor assim.
Posso estar a ver mal, mas se forem adquirir drones através da OTAN, presumo que não adquirem mais AR4 Light Ray à Tekever. ???Penso que ainda não se tinha adquirido nenhum UAV à Tekever e que era tudo apenas material de "demonstração" e parte de uma parceria.
Antigo pólo industrial em Lisboa dá lugar a "uma das maiores incubadoras da Europa"
"Até ao final do ano", o presidente da Câmara de Lisboa quer ter concluído o plano que definirá os usos da Ala Sul da Manutenção Militar, que foi cedida pelo Estado por 50 anos. Medina garante que o património industrial será totalmente preservado.
Exército decide substituir director de Educação
O Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME) decidiu substituir o subdirector do Colégio Militar, tenente-coronel António Grilo, e o Director de Educação e Doutrina do Exército, disse à Lusa o porta-voz do ramo.
Questionado pela Lusa, o porta-voz do Exército, tenente-coronel Vicente Pereira, disse que “foi nomeado Director de Educação o Major-General João Reis, sucedendo ao Major-General Cóias Ferreira”.
Prevê-se também, adiantou, que o tenente-coronel António Grilo, subdirector do Colégio Militar, “seja nomeado para o exercício de novo cargo”, quando terminarem as actividades escolares naquele estabelecimento de ensino, que ainda decorrem.
Estas alterações são “efectuadas em conformidade com as Normas de Nomeação e Colocação dos Militares do Exército e no cumprimento das prioridades estabelecidas” pelo CEME, Rovisco Duarte.
O ex-director de Educação e Doutrina do Exército exerce agora o cargo de 2º comandante do Comando das Forças Terrestres, adiantou.
Na semana passada, o Exército divulgou um comunicado com as conclusões da Inspecção realizada ao Colégio Militar no início de Maio, que não detectou situações de discriminação em função da orientação sexual ou outras.
Apesar disso, o general Rovisco Duarte decidiu criar um grupo de trabalho para rever o Regulamento Interno do Colégio Militar “no sentido de reforçar a mitigação de eventuais riscos que possam conduzir a qualquer forma de discriminação ou que possam colidir com outros valores centrais definidos na Lei e na Constituição da República Portuguesa”. (Observador)
EXÉRCITO APOIA CONCURSO MISS PORTUGUESA
O Exército, através do Regimento de Comandos, apoiou o estágio das finalistas do concurso de Miss Portuguesa 2016, em 15 de julho, com uma actividade de Team Building, que decorreu durante a manhã, na Serra da Carregueira.
Com este evento, pretendeu-se incutir nas jovens finalistas, valores como a dinâmica, a motivação, a iniciativa e a resolução de problemas em conjunto, fomentando assim um maior espírito de equipa, capaz de responder aos novos desafios que no dia-a-dia vão surgindo.
17 de julho de 2016
RC6 reforça vigilância da área florestal do concelho de Braga
Desde o passado 5 de Julho que uma patrulha de militares do Regimento de Cavalaria n.º 6 (RC6) está no terreno, todos os dias e até de noite, para vigiar parte da mancha florestal do concelho de Braga e ajudar na prevenção de incêndios.
O protocolo que formaliza estas acções de vigilância foi assinado ontem, nos Paços do Concelho, pela mão do vice-presidente da Câmara Municipal de Braga e responsável pela Protecção Civil, Firmino Marques, e do comandante do RC6, Coronel de Cavalaria António Varregoso, com a presença de representantes de várias entidades ligadas à prevenção dos incêndios florestais.
O vice-presidente da autarquia referiu-se a um “grande dia para o concelho e para a protecção ambiental” e à concretização de “um sonho” graças aos esforços do actual e anterior comandante do RC6 junto da hierarquia do Exército.
A vigilância que está a ser efectuada pelos militares do RC6 complementa as acções já previstas no âmbito da prevenção de incêndios e a cargo de várias entidades, sob a coordenação da GNR.
A Polícia Municipal de Braga também está no terreno a fazer vigilância de diferentes zonas florestais do concelho.
As acções de vigilância dos militares do RC6 concentram-se em determinadas áreas geográficas definidas e coordenadas com as restantes entidades com responsabilidades na Protecção Civil e Firmino Marques não tem dúvidas de que elas serão “uma mais-valia”.
O comandante do RC6 garante vigilância diária, incluindo feriados e fins-de-semana. “Não haverá descanso na vigilância a quem põe em causa o património florestal que é de todos” afirma o coronel António Varregoso.
A vigilância nocturna é uma das novidades, aponta o responsável municipal pela Protecção Civil que acredita no “efeito dissuasor” desta medida.
Para o comandante do RC6, é dever dos militares “colaborar para o bem-estar da população”, o que já faz nos 26 concelhos da sua área de intervenção, com destaque, em matéria de incêndios florestais, para acções de rescaldo e pós-rescaldo.
O protocolo assinado ontem é “uma responsabilidade adicional” no concelho onde o RC6 está implantado. (Correio Minho)
http://defesanacionalpt.blogspot.pt/ (http://defesanacionalpt.blogspot.pt/)Citar
17 de julho de 2016
RC6 reforça vigilância da área florestal do concelho de Braga
Desde o passado 5 de Julho que uma patrulha de militares do Regimento de Cavalaria n.º 6 (RC6) está no terreno, todos os dias e até de noite, para vigiar parte da mancha florestal do concelho de Braga e ajudar na prevenção de incêndios.
O protocolo que formaliza estas acções de vigilância foi assinado ontem, nos Paços do Concelho, pela mão do vice-presidente da Câmara Municipal de Braga e responsável pela Protecção Civil, Firmino Marques, e do comandante do RC6, Coronel de Cavalaria António Varregoso, com a presença de representantes de várias entidades ligadas à prevenção dos incêndios florestais.
O vice-presidente da autarquia referiu-se a um “grande dia para o concelho e para a protecção ambiental” e à concretização de “um sonho” graças aos esforços do actual e anterior comandante do RC6 junto da hierarquia do Exército.
A vigilância que está a ser efectuada pelos militares do RC6 complementa as acções já previstas no âmbito da prevenção de incêndios e a cargo de várias entidades, sob a coordenação da GNR.
A Polícia Municipal de Braga também está no terreno a fazer vigilância de diferentes zonas florestais do concelho.
As acções de vigilância dos militares do RC6 concentram-se em determinadas áreas geográficas definidas e coordenadas com as restantes entidades com responsabilidades na Protecção Civil e Firmino Marques não tem dúvidas de que elas serão “uma mais-valia”.
O comandante do RC6 garante vigilância diária, incluindo feriados e fins-de-semana. “Não haverá descanso na vigilância a quem põe em causa o património florestal que é de todos” afirma o coronel António Varregoso.
A vigilância nocturna é uma das novidades, aponta o responsável municipal pela Protecção Civil que acredita no “efeito dissuasor” desta medida.
Para o comandante do RC6, é dever dos militares “colaborar para o bem-estar da população”, o que já faz nos 26 concelhos da sua área de intervenção, com destaque, em matéria de incêndios florestais, para acções de rescaldo e pós-rescaldo.
O protocolo assinado ontem é “uma responsabilidade adicional” no concelho onde o RC6 está implantado. (Correio Minho)
Saudações
Vitor Barreira, Istanbul - IHS Jane's Defence Weekly.
The Portuguese Army is currently working on plans to entirely replace the bulk of its small arms, the Portuguese Ministry of National Defence (MoND) told IHS Jane's on 29 July.
The plans will see the acquisition of 10,225 weapons, including assault rifles, light machine guns, sub-machine guns, and pistols. These arms will equip at least three battalions or about 1,500 troops, the MoND said.
An amount of €80.8 million (US $ 90.2million) has been allocated for the period of 2017-26 to fund the project as part of the Military Programming Law 2015-26 approved in May 2015. The project integrates with the army's Force Protection and Survivability Capability programme.
To set up the weapons acquisition project, the army is fleshing out its desired technical specifications for the types of weapons, it recently said to IHS Jane's. The project itself has two associated sub-projects consisting of the acquisition of soldier gear and procurement of light armament.
The new plans finally replace Portugal's subsequently cancelled issuing of a letter of intent in December 2004 to procure 31,000 assault rifles, 1,700 machine Guns, and 6,800 pistola.
Portugal's Mechanized and Intervention Brigades and General Support Forces mostly field INDEP G3 assault rifles, HK21 and MG42-59 light machine guns, UZI sub-machine guns, and P38 pistols. The Rapid Reaction Brigade also utilises the G36KV/CV, SG-543, Galil AR/ARM and HK416A5 assault rifles. MG4 machine gun upgraded MP5 SD6 and UMP sub-machine guns, and P228 and USP pistols.
O envolvimento de diversos meios do Exército Português no auxílio ao combate de incêndios florestais, levou ao cancelamento da cerimónia do Dia da Infantaria e Dia do RI 1, que se deveria realizar no domingo, em Beja.
EXÉRCITO-fogos_800x800O difícil momento que Portugal vive devido aos fogos florestais e ao envolvimento do Exército no combate às chamas, levou o General Francisco Rovisco Duarte, Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), a adiar as cerimónias de celebração do Dia da Infantaria e Dia do Regimento de Infantaria 1, que se deviam realizar em Beja no próximo domingo.
O empenhamento de grande parte do seu efetivo, homens e meios logísticos, no apoio à Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), no combate aos incêndios florestais e mesmo urbanos, como é o caso da Madeira, e no apoio às populações atingidas, levou o CEME a cancelar as cerimónias.
O ponto alto das celebrações acontecia no domingo, a partir das 10h30, com uma parada militar que contaria com a presença do General Francisco Rovisco Duarte, Chefe do Estado Maior do Exército (CEME), que preside à cerimónia, estando presentes entre outras entidades, João Rocha, presidente da Câmara Municipal de Beja.
Após a parada militar, na Pousada de São Francisco, antigo quartel do RI16, realizava-se a abertura de uma exposição sobre a Grande Guerra, seguida de uma conferência sobre “A Infantaria Portuguesa em La Lys-Um dia de inferno”.
Seria ainda lançado o primeiro número da 2ª série da revista “Infantaria”, coordenada pelo RI1, com a presença de todas as unidades de infantaria portuguesas.
O final das celebrações do Dia da Infantaria e o Dia do Regimento de Infantaria 1, iria decorrer no domingo no RI1, onde seria servido um almoço com a participação de militares e convidados.
http://www.lidadornoticias.pt/ultima-hora-beja-presenca-do-exercito-nos-incendios-cancela-cerimonias-de-domingo/
Pergunto-me se esta aquisição, por intermédio da agência de compras da NATO, não será uma tentativa dissimulada (mas ainda assim elegante) de diminuir/eliminar a habitual corrupção que envolve estes negócios, sem antagonizar as partes envolvidas?
Pergunto-me se esta aquisição, por intermédio da agência de compras da NATO, não será uma tentativa dissimulada (mas ainda assim elegante) de diminuir/eliminar a habitual corrupção que envolve estes negócios, sem antagonizar as partes envolvidas?
O que me dá a entender é que o ministério da defesa está cheio gente a receber comichões
Sete militares detidos nos Comandos
Detenções estão relacionadas com a morte de dois jovens instruendos, em setembro. Entre os detidos está o diretor do 127º Curso de Comandos, avança a PGR.
CitarSete militares detidos nos Comandos
Detenções estão relacionadas com a morte de dois jovens instruendos, em setembro. Entre os detidos está o diretor do 127º Curso de Comandos, avança a PGR.
http://www.tsf.pt/sociedade/interior/detencoes-nos-comandos-5502651.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+TSF-Ultimas+%28TSF+Online+-+Ultimas+%28RSS%29%29
CitarSete militares detidos nos Comandos
Detenções estão relacionadas com a morte de dois jovens instruendos, em setembro. Entre os detidos está o diretor do 127º Curso de Comandos, avança a PGR.
http://www.tsf.pt/sociedade/interior/detencoes-nos-comandos-5502651.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+TSF-Ultimas+%28TSF+Online+-+Ultimas+%28RSS%29%29
Estou em crer que não vai ficar só por aqui. Embora não acredite que acima deste patamar alguém irá responder na barra de um tribunal, acredito que certamente irão rolar cabeças e alguns quantos vão "gozar" a aposentação mais cedo.
CitarSete militares detidos nos Comandos
Detenções estão relacionadas com a morte de dois jovens instruendos, em setembro. Entre os detidos está o diretor do 127º Curso de Comandos, avança a PGR.
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Estou em crer que não vai ficar só por aqui. Embora não acredite que acima deste patamar alguém irá responder na barra de um tribunal, acredito que certamente irão rolar cabeças e alguns quantos vão "gozar" a aposentação mais cedo.
Espero estar enganado, mas desconfio que a máquina judicial na melhor das hipóteses não tem sensibilidade para o "mundo militar" (treino tropas especiais, etc), na pior das hipótese não gosta e despreza esse mesmo mundo e o que ele representa :/
Portugal compra 47 nuevos vehículos para su sistema táctico de comunicaciones
http://www.infodefensa.com/mundo/2016/11/11/noticia-portugal-compra-nuevos-vehiculos-sistema-tactico-comunicaciones.html (http://www.infodefensa.com/mundo/2016/11/11/noticia-portugal-compra-nuevos-vehiculos-sistema-tactico-comunicaciones.html)
Que tipo de camiões mais precisamente Nelson ?
Portugal compra 47 nuevos vehículos para su sistema táctico de comunicaciones
http://www.infodefensa.com/mundo/2016/11/11/noticia-portugal-compra-nuevos-vehiculos-sistema-tactico-comunicaciones.html (http://www.infodefensa.com/mundo/2016/11/11/noticia-portugal-compra-nuevos-vehiculos-sistema-tactico-comunicaciones.html)
Fiquei a saber que há uma forte possibilidade de se comprar novos camiões para o exercito!
Tendo em conta que a frota 4x4 é constituída por Unimog, MAN e Iveco e que as DAF já estão praticamente todas encostadas.
Que tipo de camiões mais precisamente Nelson ?
Portugal compra 47 nuevos vehículos para su sistema táctico de comunicaciones
http://www.infodefensa.com/mundo/2016/11/11/noticia-portugal-compra-nuevos-vehiculos-sistema-tactico-comunicaciones.html (http://www.infodefensa.com/mundo/2016/11/11/noticia-portugal-compra-nuevos-vehiculos-sistema-tactico-comunicaciones.html)
Fiquei a saber que há uma forte possibilidade de se comprar novos camiões para o exercito!
CitarEspero estar enganado, mas desconfio que a máquina judicial na melhor das hipóteses não tem sensibilidade para o "mundo militar" (treino tropas especiais, etc), na pior das hipótese não gosta e despreza esse mesmo mundo e o que ele representa :/
A máquina judicial não tem de ter sensibilidade nenhuma. Tem de cortar a direito, meu caro LM, independente de os abusos terem sido feitos numa força especial ou numa unidade regular. Só à pouco tive oportunidade de ler partes de noticias de hoje sobre a situação e a confirmar-se o que se passou, os relatórios das autopsias vão enviar aqueles instructores para a cadeia por uns longos anos e a completa indecência e falta de profissionalismo do pessoal do corpo médico, a começar pelo próprio médico que manda pessoal em falência orgânica, ainda ter de rastejar para a ambulância, deve ser exemplarmente punida.
Não se pode "julgar" um caso destes aplicando a lei "à letra", como se fossem professores do curso superior de Educação Física ou um "patrão" a gerir colaboradores... não é favores ou abafar abusos. Mas não é escrever acusações ou sentenças como se trata-se de outro caso... mesmo sem baixas ou abusos um curso de tropas especiais nunca caberá na letra da lei ou poderá escapar ao crivo de acusações se a letra não for adaptada à actividade que se está a analisar.
Repito: não se trata de abafar... aliás o médico duvido que seja exemplarmente punido pela Ordem, que protege de um modo geral de uma forma deamsiado "corporativa".
LM
Portugal compra 47 nuevos vehículos para su sistema táctico de comunicaciones
http://www.infodefensa.com/mundo/2016/11/11/noticia-portugal-compra-nuevos-vehiculos-sistema-tactico-comunicaciones.html (http://www.infodefensa.com/mundo/2016/11/11/noticia-portugal-compra-nuevos-vehiculos-sistema-tactico-comunicaciones.html)
Fiquei a saber que há uma forte possibilidade de se comprar novos camiões para o exercito!
Fiquei a saber que há uma forte possibilidade de se comprar novos camiões para o exercito!
(https://scontent.flis2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/15420844_1356705167724840_8739047510316585394_n.jpg?oh=b9c1fafda2dfec6d32487d99f9e8ba52&oe=58F3ED8F)
(https://scontent.flis2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/15420844_1356705167724840_8739047510316585394_n.jpg?oh=b9c1fafda2dfec6d32487d99f9e8ba52&oe=58F3ED8F)
Esse autocarro não tem seguro!!!!!!!
Não fica mais barato fazerem seguro do que pagarem mais tarde indemnizações?!
Lembro-me que um camarada que era condutor que foi para o estrangeiro com uma viatura pesada do Exército disse-me que fizeram para o mesmo um seguro por causa disso. Se isso vai acontecer sempre que levarem pessoal... é algo que dúvido.
O Estado criou essa lei de não ter que pagar seguro porque tem milhares de viaturas, desse forma poupando muito dinheiro todos os anos, se alguma viatura tiver um acidente, isso depois resolve-se caso a caso.
Parque automóvel. Serviços do Estado têm 26,3 mil veículos
https://www.dinheirovivo.pt/economia/parque-automovel-servicos-do-estado-tem-26-mil-veiculos/
TOP 20 entidades governamentais com mais viaturas atribuidas
(https://www.dinheirovivo.pt/wp-content/uploads/2016/08/top20PVE.bmp)
O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, autorizou a aquisição do equipamento rádio táctico de comunicações para reforçar o sistema de informação e comunicações táctico do Exército, num investimento que será executado entre 2017 e 2023, não podendo exceder os 7 milhões e 530 mil euros.(http://www.tveuropa.pt/cnt/uploads/F17ML001-696x464.jpg)
Este modelo é um equipamento de rádio táctico multibanda e multimodo que permite comunicações seguras em fonia e dados, recorrendo a métodos de encriptação e de salto em frequência. Possui um receptor GPS interno que, em conjunto com a sua capacidade GPS Report, facilita a identificação no teatro de operações.
Os rádios foram desenvolvidos especialmente para as Forças Armadas - considerando as suas características, bem como a importância de assegurar a compatibilidade e interoperabilidade dos equipamentos a adquirir, com os já existentes no Exército, o Governo decidiu investir neste modelo, com o qual o Exército tem vindo a operar.
A Agência para a Modernização Administrativa já emitiu parecer prévio favorável a este projecto, cujo procedimento de aquisição terá de ser conduzido por negociação, sem publicação de anúncio de concurso.
http://www.tveuropa.pt/noticias/exercito-reforca-sistema-de-comunicacoes-com-novos-radios/ (http://www.tveuropa.pt/noticias/exercito-reforca-sistema-de-comunicacoes-com-novos-radios/)
General português assume funções na força da NATO em Valência
Militar tomou posse como segundo comandante do quartel-general da NATO liderado por um general espanhol.
Três feridos em acidente com viatura militar em Vila Real
Estão a decorrer operações de desencarceramento
Uma viatura do Exército Pandur despistou-se hoje em Sanguinhedo, Vila Real, num acidente que provocou três feridos graves, disse fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro.
O alerta para o acidente foi dado às 11:30 e para o local foram mobilizados vários meios dos bombeiros, INEM, helicóptero e GNR.
Segundo a fonte, os operacionais estão a proceder a operações de desencarceramento.
Até ao momento as informações disponíveis ainda são escassas.
As Pandur são viaturas de transporte blindadas que são utilizadas pelo Exército.
dn.pt
CitarTrês feridos em acidente com viatura militar em Vila Real
Estão a decorrer operações de desencarceramento
Uma viatura do Exército Pandur despistou-se hoje em Sanguinhedo, Vila Real, num acidente que provocou três feridos graves, disse fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro.
O alerta para o acidente foi dado às 11:30 e para o local foram mobilizados vários meios dos bombeiros, INEM, helicóptero e GNR.
Segundo a fonte, os operacionais estão a proceder a operações de desencarceramento.
Até ao momento as informações disponíveis ainda são escassas.
As Pandur são viaturas de transporte blindadas que são utilizadas pelo Exército.
dn.pt
[Off Topic] Os jornais não conseguem arranjar as imagens certas? Uns usam um foto com a Pandur de demonstração 105mm e estes usam uma Checa.
[Off Topic] Os jornais não conseguem arranjar as imagens certas? Uns usam um foto com a Pandur de demonstração 105mm e estes usam uma Checa.
Não tenho nada contra as checas, até são jeitosas, São uns básicos, se viessem a este forum fotos dos Pandur, são Mato . 8)
Que os feridos recuperem total e rápidamente é o que desejo !!!
Lei de Programação Militar com taxa de execução de 97% em 2016
Lisboa, 18 jan (Lusa) - A Lei de Programação Militar (LPM) teve uma taxa de execução de 97% em 2016, disse hoje o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, considerando "satisfatórios" os resultados do investimento em equipamento e operação.
"A taxa de execução relativa às receitas gerais, que é a baliza mais objetiva que é possível estabelecer, foi superior à media, atingiu os 97%, afirmou, perante os deputados da comissão parlamentar de Defesa Nacional.
Face a 2015, a taxa de execução da LPM representou uma subida de nove pontos percentuais, sublinhou, considerando que são resultados satisfatórios e que revelam "empenhamento político" na manutenção, operação e sobretudo investimento nas Forças Armadas.
Em milhões de euros, de uma dotação de 230 ME, foram executados 223 ME. A subida face a 2015 deve-se em parte a uma "subida muito significativa da taxa de execução do Exército", precisou.
Azeredo Lopes destacou alguns investimentos que "estão a andar", nomeadamente o processo para a aquisição de 167 viaturas Pandur para o Exército, o projeto para a modernização de meia vida das cinco fragatas classe Vasco da Gama e Bartolomeu Dias, um investimento que totalizará 330 milhões de euros.
Em relação à modernização dos helicópteros Lynx, adiantou, já há contrato assinado e também já foi recebido o visto do Tribunal de Contas.
Quanto à revisão intermédia dos submarinos da Classe Tridente, adiantou, já foi autorizada a despesa, que em valores com IVA envolverá cerca de 48 milhões de euros.
Em dezembro passado foi autorizada a compra de rádios até ao montante de 7,5 milhões de euros, disse.
Quanto à modernização dos C-130, articulada com a decisão que será tomada "em breve" quanto à aquisição de um futuro avião de transporte, "já foi autorizada" até ao montante máximo de 29 milhões de euros. ::)
Por último, Azeredo Lopes destacou "outro projeto icónico", a substituição dos helicópteros Allouete´, adiantando que foi autorizada a transferência de verbas para antecipar a compra de cinco helicópteros monomotor com preço base de vinte milhões de euros.
SF // JPS
Eu já fiz aqui o resumo da audição, amanhã meto no fórum.
Eu já fiz aqui o resumo da audição, amanhã meto no fórum.
Chegaram a falar da G3?
REQUISITOS OPERACIONAIS
• Robustez;
• Fiabilidade;
• Ambulância de Socorro;
• Capacidade de Transporte para duas macas;
• Bom desempenho em estrada e Todo-o-Terreno;
• Boa capacidade de desatascamento;
• Elevada resistência à corrosão (capacidade de operar em ambiente marítimo);
• Capacidade de desembarcar em costa aberta e de progredir para o interior, pelos seus próprios meios;
• Capacidade de travessia de cursos de água (1500mm profundidade com preparação prévia);
• Capacidade de arranque do motor (motor submerso);
• Facilidade de manutenção;
• Silhueta reduzida;
• Heli-transportável;
• Pintura de acabamento compatível com o meio envolvente;
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
• Tomadas de ar de aspiração do motor e evacuação dos gases de escape sobrelevadas;
• Carroçaria em alumínio ou com tratamento anti-corrosão;
• Chassis com tratamento anti-corrosão confortável dos pacientes (STANAG 2872);
• Portas laterais amovíveis;
• Cintos de segurança de quatro apoios;
• Local específico para colocação de rede de camuflagem (durante os trânsitos);
• Local para colocação de palas tapa-ópticas (camuflagem);
• Olhais para heli-transporte no prolongamento das longarinas (STANAG 3542);
• Argolas reboque dianteiras/traseiras e gancho reboque traseiro (STANAG’S 4019/4101);
• Pára-choques dianteiro com barras de protecção adicional (protecção nas ópticas e do radiador);
• Grelha de protecção para os faróis e farolins ;
Comunicações:
• A viatura possui pré-instalação para equipamentos de comunicações (VHF - 1 / UHF - 1);
• Tomada corrente para equipamentos de comunicações (03 terminais de corrente localizados na cabina (permitindo alimentar qualquer equipamento assim como carregadores de baterias que requeiram tensões de 12V ou 24V);
• Os terminais e respectivos condutores suportam correntes de 45 Amp. e tensões de 24V;
• Órgãos eléctricos e mecânicos convenientemente protegidos contra pó areia e água;
• Guincho eléctrico de recuperação automática;
• Reguladores de intensidade;
• Lanterna táctica amovível na cabina;
• Sistema eléctrico (STANAG 2601/4007/4074/4381 e Código Estrada):
• Duas baterias de 12 volts - Luzes de Blackout parcial (Blackout Driving Lamp, Blackout Front Marker Lamp e Blackout Tail Stop Lamp), com invólucro exterior metálico e cumprindo os requisitos no respeitante a quantidade, tipo e posicionamento.
• Interruptor geral de corrente ;
• Cruz branca sobre o chassis para reconhecimento nocturno;
• “Negativo” isolado;
• Reguladores de intensidade nos indicadores da cabina;
• Luz de marcha-a-ré (não accionada em Blackout);
• Ficha eléctrica p/ ligação ao reboque (01 civil + STANG 4007);
• Tomada de emergência ao circuito eléctrico de arranque (STANAG 4074);
• Alternador à prova de água e compatível com o número de baterias a carregar (sem sobreaquecimento);
• Circuitos eléctricos protegidos, nomeadamente contra emissõesEMI/EMP;
• Farolim de iluminação da chapa traseira;
• Luzes dianteiras;
• Farolins intermitentes dianteiros;
• Farolins intermitentes laterais;
• Farolins traseiros - Peso em ordem de marcha não superior a 3500kg;
Comprimento inferior a 5500mm;
Largura máxima não superior a 2000mm;
Altura máxima não superior a 2500mm;
Ângulo de ataque não inferior a 45 graus;
Ângulo de saída não inferior a 30 graus;
• Capacidade de passagem de vaus (sem preparação prévia): 750mm; 1500mm com preparação específica (capacidade crescida resultante da necessidade de efectuar desembarques simultâneos, em costa aberta, juntamente com as Viaturas Tácticas Médias) (STANAG 2805);
• Distância ao solo superior a 200mm;
• Pneus: Todo-o-Terreno / estrada;
• Pintura de acabamento (RAL 6.014 com brilho de 5 a 20 GU) com o distintivo de viatura Sanitária;
• cruz vermelha sobre circuito branco-pintado nos lados, capot e retaguarda;
• Tampão de combustível com manga exterior e chave;
• Pneu sobressalente;
• Rampas para desatascamento;
• Suporte para EAG3 na cabina (dois);
• 01 Jerrican de 20 litros com respectivo suporte, montado à retaguarda com fecho de segurança e chave;
• Material de sapa (pá, picareta e machado);
• Ferramenta standard;
• Triângulo de socorro;
• Extintor;
• Macaco hidráulico;
• CÉLULA SANITÁRIA (STANAG’S 2040/2342/2872/Portaria Nº 439/93;
• Cumprindo os requisitos gerais definidos nos documentos em referência e em particular para Ambulância de Socorro;
• Capacidade: Transporte de um doente e possibilidade de em situações excepcionais, dois que requeiram cuidados de emergência (duas macas sobrepostas) e 01/02 assentos (pessoal de apoio/etc.);
• Macas completas com suportes de soros, rails laterais e colchão anti-bacteriano. A fixação ao suporte é feita através do acessório certificado de acordo com EN1789. Os assentos e macas são dotados de cintos de segurança;
• Suporte da maca principal é de accionamento eléctrico e certificado de acordo com a EN 1789;
• Suficientemente estanque de modo a impedir a entrada de água durante desembarques e passagem de vaus;
• Existência de suportes para garrafas (soro, etc). Adequada iluminação de modo a permitir a observação e administração de cuidados sanitários;
• Capacidade de armazenamento (equipamento médico/medicamentos)
• Dimensões mínimas:
Comprimento: 2600mm;
Largura: 1600mm;
Altura: 1700mm ;
• Interior pintado de cor clara;
• Possibilidade comunicação entre a cabine e o compartimento de carga;
• Porta (duas abas) à retaguarda;
• Fonte de energia independente (uma bateria a 12 Volts);
• Possibilidade de Blackout total, de modo a impedir a passagem da luz para o exterior;
• Climatizada;
• Revestimento do interior da célula sanitária em material lavável e desinfectavel poliester moldado auto-extinguivel;
http://www.futurvida.com/produtos-item.php?id=230
Dois militares ficaram feridos na manhã desta terça-feira, quando o jipe em que seguiam capotou. Um dos homens ficou ferido com gravidade.
(http://cdn.cmjornal.pt/images/2017-02/img_757x498$2017_02_07_12_48_45_597292.jpg)
Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/dois-militares-feridos-em-despiste-de-jipe-do-exercito?utm_medium=Social
Militares formados em Braga entram na guerra contra o Daesh(http://www.diariodominho.pt/media/miniaturas/38/a6/38a6b594cab8caadc3abe9b4f437e535.jpg)
A entrega do Estandarte àquele que é o 5.º Contingente Nacional decorreu na manhã de ontem, no quartel do Regimento de Cavalaria 6 (RC 6), em Braga.
A cerimónia oficial foi presidida pelo tenente-general António Xavier Lobato de Faria Menezes e registou a presença das instituições da cidade e dos familiares envolvidos na operação.
A abrangência da participação comunitária foi vista como «uma demonstração clara do sentimento de pertença do RC 6 à comunidade bracarense».
As três dezenas de militares, que deverão partir no dia 1 de maio para o Iraque, «vão trabalhar com um contingente multinacional liderado pela Espanha», disse o tenente-general António Xavier Lobato de Faria Menezes, dando conta que os 30 militares portugueses vão encontrar em solo iraquiano «um clima muito rigoroso».
Conforme precisou, a instrução será ministrada num horário muito alargado. Mas apesar das condições adversas que esperam o 5.º Contingente Nacional – a zona onde vão operar é quase deserta - António Xavier Menezes está convicto de que a força que foi aprontada no Regimento de Cavalaria 6 vão preparar «boas tropas iraquianas» e «com aptidões para combater» o autodenominado "Estado Islâmico", contribuindo, assim, «para que a ameaça [terrorista] não chegue até nós».
As estimativas é que o contingente forme seis centenas de militares, ao longo dos seis meses de duração da campanha. As ações de formação irão decorrer em função do curso da batalha de Mossul.
É que «a regeneração das forças que estão na frente de combate» implica que os militares que vão sendo formados troquem com os combatente na linha da frente.
A convicção de que o trabalho dos 30 militares portugueses «será excelente» é ainda justificada no historial dos corpos de contigentes que foram preparados no RC 6. «Braga esteve em todas.
Este é mais um teatro de operações em que Braga vai estar presente e estará a um alto nível, como sempre esteve nos vários teatros de operações onde competiu com outros exércitos», sublinhou o tenente-general António Xavier Menezes.
O militar salientou que as prestações de «elevada qualidade» dos militares nacionais também se devem «à excelente motivação» e ao «elevado rigor» na preparação e no treino para as missões.
Solidariedade da cidade
A presença massiva de representantes das instituições de Braga à cerimónia de entrega do Estandarte ao contingente que vai para o Iraque foi vista pelo tenente-general António Xavier Menezes como uma «demonstração inequívoca da solidariedade institucional da cidade e reconhecimento da sociedade civil» à missão.
Xavier Menezes disse que o apoio «é um incentivo e um maior estímulo» à ação que as três dezenas de militares nacionais vão desenvolver.
«Braga será sempre Portugal, mesmo nos terrenos inóspitos dentro do Iraque», garantiu o tenente-general Menezes, salientando também as vantagens para a missão que resultam do «grande apoio» que também os familiares dedicam aos militares que vão afirmar Portugal como «um Estado credível e confiável», aos olhos da comunidade internacional.
(...)O caráter multinacional da Brigada Romena “Rovine" é conferido pela afiliação do 2º Batalhão de Infantaria Mecanizado de Rodas da Brigada de Intervenção.(...)
Não pode!! 32 milhões?!? Tão a fasquia dos 20 milhões por sistema de armas? Assim gozamos com quem?!?
É verdade. "Gozamos" com a marinha que mais uma vez foi de vela (explicação futura para o CEMGFA não ser da Marinha e assim cair mais uma vez a rotatividade: Continuação de um conjunto de dossiers importantes para o exercito, assim tipo o sistema AA até 2027) ;D :jok: :guitar: :nice:Não pode!! 32 milhões?!? Tão a fasquia dos 20 milhões por sistema de armas? Assim gozamos com quem?!?
O mafets é testemunha, foi isso mesmo que eu escrevi quando li a noticia! :o
Já alguém tinha mencionado anteriormente que o sistema favorito do Exército era o Mistral, mas como a aquisição vai ser liderada pela NSPA nunca se sabe. O que é mesmo surpreendente são os 32 milhões; estes gajos estão uns mãos largas ;D Como referência, os Stinger adquiridos pela Índia no ano passado custaram 38.000 USD a unidade.
The Stinger Block I-92H air-to-air missiles sold to India are a variant of the famous shoulder-launched FIM-92 Stinger system. The Stinger is a lightweight missile used for engaging low-altitude targets and either equipped with a fire-and-forget passive infrared seeker or a fire-and-forget passive infrared focal plane array seeker. (One variant of the missile also features an ultraviolet seeker that can distinguish between flares and jet engines.)
The missile is equipped with a 3 kilogram high-explosive (HE) blast fragmentation warhead and is fueled by a dual thrust solid fuel rocket motor. The Stinger has a maximum range of eight kilometers and can reach a top speed of Mach 2.2. The per unit cost is around $38,000.
"Colmatar lacunas na proteção anti-aérea de baixa e muito baixa altitude." Como se não tivessemos lacunas nesta área em todo o seu espectro... Se de curto alcance há lacunas, o que dizer de médio e longo alcance.
Devem ser oito 4x4 com alguma das 500 versões de torres com Misral, para fingir que houve investimente nesta área do Exército. No fim de contas as únicas armas anti-aéreas decentes no inventário das Forças Armadas continuarão a ser os... F-16.
Talvez seja, mas a aquisição de dois radares faz parecer que querem algo mais complexo.
MINISTRO DA DEFESA NACIONAL VISITA MILITARES PORTUGUESES NO IRAQUE(https://scontent-lhr3-1.xx.fbcdn.net/v/t1.0-9/19510215_1370776373011577_8183672212665479316_n.jpg?oh=1631d6e73f45e3d2d53a0a4e79a75211&oe=59D29E1E)
O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, visitou esta tarde o campo de Besmaya, próximo de Bagdade, acompanhado pelo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Pina Monteiro, e pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, Rovisco Duarte, para estar com os militares portugueses que integram a operação “Inherent Resolve” no quadro da Coligação multinacional anti-Daesh.
Como o Exército gastou 17 milhões em contratos este ano
Numa altura em que os gastos do Exército estão sob polémica por a reparação da videovigilância de Tancos só ter estado prevista para 2018, o PÚBLICO foi ver como o ramo militar gasta o seu dinheiro.
https://www.publico.pt/2017/07/06/sociedade/noticia/exercito-gastou-17-milhoes-em-contratos-este-ano-1778097
CitarComo o Exército gastou 17 milhões em contratos este ano
Numa altura em que os gastos do Exército estão sob polémica por a reparação da videovigilância de Tancos só ter estado prevista para 2018, o PÚBLICO foi ver como o ramo militar gasta o seu dinheiro.
https://www.publico.pt/2017/07/06/sociedade/noticia/exercito-gastou-17-milhoes-em-contratos-este-ano-1778097
Palhaços!!! Vão é tarde. Com que então "quebra do vinculo sagrado" e outras barbaridades de esterco! Agora que a faca passa pelos anafados quadros superiores é que se lembram dos vínculos e de toda a treta inútil.
Vão para o alho mais quem os defecou ao mundo!
Quando os cortes cegos e incapacitantes na actividade operacional, nos treinos e exercícios, nos meios humanos não vi essa indignação nem querer entregar espadas nem tretas sobre vínculos sagrados. O que vi foi o silencio absoluto e covarde, criminoso e vil dessas mesmas chefias. Tudo foi aceitável porque no fundo, as chafaricas, os tachos e tachinhos e as mordomias e patifarias não eram nem foram tocadas. As estrelas continuaram a ser dadas, em troca de um asqueroso e nojento servilismo de lambe-cus e foi feito gato-sapato do que restava das FA.
Agora ide tomar onde o sol não brilha e que a faca passe rápido nessa chusma. Cá fora, no mundo real, quem faz bosta vai despedido.
Palhaços!!! Vão é tarde. Com que então "quebra do vinculo sagrado" e outras barbaridades de esterco! Agora que a faca passa pelos anafados quadros superiores é que se lembram dos vínculos e de toda a treta inútil.
Vão para o alho mais quem os defecou ao mundo!
Quando os cortes cegos e incapacitantes na actividade operacional, nos treinos e exercícios, nos meios humanos não vi essa indignação nem querer entregar espadas nem tretas sobre vínculos sagrados. O que vi foi o silencio absoluto e covarde, criminoso e vil dessas mesmas chefias. Tudo foi aceitável porque no fundo, as chafaricas, os tachos e tachinhos e as mordomias e patifarias não eram nem foram tocadas. As estrelas continuaram a ser dadas, em troca de um asqueroso e nojento servilismo de lambe-cus e foi feito gato-sapato do que restava das FA.
Agora ide tomar onde o sol não brilha e que a faca passe rápido nessa chusma. Cá fora, no mundo real, quem faz bosta vai despedido.
E mais, tens exércitos FFAA muito maiores por essa Europa fora com os ramos comandados por tenente-generais e vice-almirantes, ou mesmo major-generais e contra-almirates, e por cá é tudo quatro estrelinhas. Mas depois não deixam a GNR, com mais efectivos que qualquer dos ramos, ser comandada por um genreral de quatro estrelas. Por mim, os comandantes dos ramos eram todos de 3 estrelas e só o CEMGFA era de quatro. Se o Exército nem tem efectivos para uma única divisão, então porque carga de agua há tantos major-generais?
E mais, tens exércitos FFAA muito maiores por essa Europa fora com os ramos comandados por tenente-generais e vice-almirantes, ou mesmo major-generais e contra-almirates, e por cá é tudo quatro estrelinhas. Mas depois não deixam a GNR, com mais efectivos que qualquer dos ramos, ser comandada por um genreral de quatro estrelas. Por mim, os comandantes dos ramos eram todos de 3 estrelas e só o CEMGFA era de quatro. Se o Exército nem tem efectivos para uma única divisão, então porque carga de agua há tantos major-generais?
Ora nem mais, 100% de acordo, mas assim é melhor mais generais que peças de artilharia, mais almirantes que Navios de Combate......muito bom, demonstra bem o quão somos um País evoluído.........na Trafulhice, Oportunismo, Compadrio, Corrupção etc, etc !!
Abraços
A Brigada Mecanizada recebeu uma visita técnica patrocinada pela Direção de Material e Transportes do Comando da Logistica para efetuar uma avaliação da viabilidade instalar um novo morteiro 81mm na plataforma da família M125, que permita a execução do tiro a partir do interior da mesma.
Nesta visita foi possível à equipa técnica observar, analisar e retirar todas as medições do sistema de fixação do morteiro original das viaturas M125A1 e do morteiro de fabrico Português de 81mm M/37-BP, o que permitiu confirmar a possibilidade de, com uma nova arma, recuperar a capacidade de executar fogos a partir do interior da referida plataforma, garantindo desta forma maior rapidez na execução do tiro e segurança para as guarnições.
CitarA Brigada Mecanizada recebeu uma visita técnica patrocinada pela Direção de Material e Transportes do Comando da Logistica para efetuar uma avaliação da viabilidade instalar um novo morteiro 81mm na plataforma da família M125, que permita a execução do tiro a partir do interior da mesma.
Nesta visita foi possível à equipa técnica observar, analisar e retirar todas as medições do sistema de fixação do morteiro original das viaturas M125A1 e do morteiro de fabrico Português de 81mm M/37-BP, o que permitiu confirmar a possibilidade de, com uma nova arma, recuperar a capacidade de executar fogos a partir do interior da referida plataforma, garantindo desta forma maior rapidez na execução do tiro e segurança para as guarnições.
(https://scontent.flis2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/19894635_1589483407790046_6252706748513902322_n.jpg?oh=5f864096fa20088ceac88c5eafdbcd55&oe=59FA6A3A)
a) Três (3) Tratores de Lagartas com potência superior a 150 kW, a referência CPV 43500000-8 - Veículos de lagartas, com preço base de 731.706,00(euro);
b) Dois (2) Auto Dumpers 30 Toneladas, referência CPV 43310000-9 - Máquinas para engenharia civil, com preço base de 650.406,00 (euro);
c) Duas (2) Mini Escavadoras de Rodas de Potência Igual ou Superior a 35 kW, com o CPV 43200000-5 - Máquinas para terraplanagem e escavação e respetivas peças, com o preço base de 87.804,00 (euro);
d) A despesa autorizada totaliza o valor 1.469.916,00 (euro).
Comandante da Brigada de Reacção Rápida, Coronel Tirocinado Fonseca Lopes vai para a GNR, para o seu lugar vai o Coronel Coelho Rebelo.
Portugal to acquire air defence system through NATO
http://www.janes.com/article/71293/portugal-to-acquire-air-defence-system-through-nato
Air Platforms
Portugal to order mini UAVs
Victor Barreira - IHS Jane's Defence Weekly
26 October 2017
The NATO Support and Procurement Agency (NSPA) will issue a request for proposals for the acquisition of mini unmanned aerial vehicles (UAVs) for the Portuguese Army by the end of 2017, a military source told Jane’ s. A contract is expected to be signed during the first quarter of 2018, the source added.
In May 2016, the Portuguese Ministry of National Defence announced the intention to procure 12 mini UAVs worth up to EUR6 million (USD7 million) as part of the Military Programming Law 2015–2026. The aim is to provide battalion-sized units with an intelligence, surveillance, target acquisition, and reconnaissance (ISTAR) capability by 2021.
http://www.janes.com/article/75213/portugal-to-order-mini-uavs
The NATO Support and Procurement Agency (NSPA) is expected to issue a request for proposals (RfP) for new small arms for the Portuguese Army, a military source told Jane’s .
The NSPA is conducting procurement on behalf of the Portuguese Army under an agreement between the two parties.
The acquisition, worth up to EUR42.8 million (USD50.3 million), foresees the purchase by 2022 of 11,000 5.56x45 mm assault rifles, 300 7.62x51 mm assault rifles, 830 5.56x45 mm light machine guns, 320 7.62x51 mm light machine guns, 450 7.62x51 mm precision rifles, 1,700 grenade launchers, 380 shotguns, and 3,400 sights.
The project comes under the 'Protection and survivability of land forces' capability chapter of Portugal's Military Programming Law 2015-26.
janes.com
Exército compra 36 drones para detetar incêndios
36 aeronaves no valor de 5,7 milhões começam a chegar em março do próximo ano e a ser equipadas com sensores de calor.
O Exército vai começar a receber drones já no próximo ano, cuja principal missão vai ser a deteção de fogos florestais, isto no âmbito do incremento do papel das Forças Armadas nas missões de proteção civil, soube o JN. O envolvimento deste tipo de equipamentos parece enquadrar-se no que o primeiro-ministro, António Costa, referiu no Conselho de Ministros de dia 21 de outubro como sendo meios militares de "apoio à decisão", mas sem os especificar.
https://www.jn.pt/nacional/interior/exercito-compra-drones-para-detetar-incendios-8888479.html
O Exército privilegiou, nas últimas décadas, o treino de unidades operacionais para missões militares no estrangeiro. Agora, após o furto de Tancos e os incêndios trágicos de 2017, reconhece ser necessário "recuperar algum do conhecimento e do treino" nas áreas da dissuasão e defesa do território nacional, protecção das populações e apoio militar de emergência.
Mercadona procura operadores de supermercado em Portugalwww.jornaldenegocios.pt/empresas/comercio/detalhe/mercadona-procura-operadores-de-supermercado-em-portugal?utm_campaign=cruzados&utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_content=CM
A cadeia espanhola paga um salário bruto de 897,10 euros (incluídos duodécimos) e subsídio de alimentação de seis euros.
Só em 2017, foram 500 os praças a rescindir contrato. É nesta categoria que o Exército tem maior défice de efetivos(https://static.globalnoticias.pt/dn/image.aspx?brand=DN&type=generate&guid=c548dacb-9b02-45a5-9629-76199979e2e8&w=579&t=20180122003300)
Desde 2015, quase 1600 soldados e cabos pagaram indemnizações ao Exército para rescindir os seus contratos. Só no ano passado, esse número foi de meio milhar de militares, confirmou o ramo ao DN.
"As razões mais comuns" indicadas por essas "cerca de 500" praças das forças terrestres - que correspondem a 7,1% dos 7000 voluntários e contratados do Exército nessa categoria - para rescindir os contratos "são fundamentalmente de ordem económica", referiu o porta--voz do ramo, tenente-coronel Vicente Pereira.
Portugal terá de estar preparado, não só para operações de paz, mas também para missões com intervenção militar efectiva.Os militares portugueses vão passar a ter um treino adaptado às novas exigências da NATO.
Segundo o coordenador da equipa de trabalho criada pelo Exército para reformular o treino operacional, é preciso garantir uma melhor adaptação a qualquer cenário de guerra, seja de manutenção de paz ou de intervenção de combate em locais como Afeganistão, Iraque, República Centro Africana ou qualquer outra parte do mundo.
Se Portugal quer manter a participação em missões da Aliança Atlântica vai ter de fazer adaptações, confirma à Renascença o general Raul Cunha, antigo comando e ex-juiz militar escolhido para chefiar este grupo.
“Há uma evolução para também ter níveis de avaliação bem estruturados e bem especificados em termos de todo o espectro de operações militares. E provavelmente vamos ter que melhorar esse aspecto porque nós estávamos muito virados para as operações de paz e para as operações em ambiente restrito, não artigo quinto, portanto não muito referidas às acções convencionais habituais”, disse.
Menos operações de paz e mais de intervenção militar? “Eu penso que é essa a grande evolução nos conceitos que a nato tem estado a alterar”, responde.
O Exército vai ter de se adaptar aos recentes conceitos operacionais implementados pela NATO, mas o treino português quer ir mais longe, olhando para o que fazem os Estados Unidos.
“Nós vamos pura e simplesmente adaptar aquilo que já temos, que é bastante bom, a esses novos padrões que forem definidos pela NATO. Entretanto, no Exército dos Estados Unidos, por exemplo, também houve uma evolução nesse sentido e como é obvio vamos também olhar para aquilo que poderá ser feito na potência de referência porque para nós também tem sido sempre referência em termos de doutrina, e vamos adaptar os nossos conceitos e os nossos padrões a esses”, acrescenta.
O general Raul Cunha refere que o desempenho dos militares portugueses tem sido sempre elogiado pelas potências estrangeiras mas é preciso treinar a força como um conjunto.
“Temos que treinar toda a força destacada como um conjunto. Esse treino operacional e essas verificações são feitas precisamente para ver se para alem desses níveis técnicos que eles têm para actuar em combate, têm também os níveis técnicos exigidos para saber comunicar bem uns com os outros, para poder reabastecer, caso necessário, para poderem utilizar os meios aéreos de apoio, caso necessário, como deve ser. Portanto é isso que vamos fazer. Vamos melhorar os níveis de avaliação”, refere.
O general Raul Cunha, que chefia este grupo de trabalho vai apresentar os primeiros resultados já em Fevereiro e depois a conclusão em Abril, precisamente o mês em que chegam ao Afeganistão os 160 militares portugueses que vão garantir a segurança do aeroporto de Cabul, englobados numa missão da NATO.
Aqui está uma actividade inovadora no ramo terrestre a ser aproveitada por aqueles que gostam do tema e que habitualmente não têm a possibilidade de ver estes Carros de Combate em acção.
Esperemos que alguns destes M60 ainda venham a rolar no Museu Militar de Elvas, mas em Santa Margarida parece que será mesmo a última oportunidade!
há casos em que as verbas já são insuficientes para "tantas exigências técnicas" apresentadas pelo Exército.
NATO explica atrasos em concursos de 155 milhões para o Exército
https://www.dn.pt/portugal/interior/nato-explica-atrasos-em-concursos-de-155-milhoes-para-o-exercito-9184863.html
Não é que tenha grandes novidades, mas fiquei a saber que afinal a nova espingarda é para substituir as HK47 :N-icon-Axe:
O Exército abriu um inquérito para apurar as causas do acidente com uma viatura militar pesada, na noite de sexta-feira, no concelho de Vendas Novas, Évora, que provocou 20 feridos, anunciou este ramo das Forças Armadas.
“As causas do acidente e todos os factos ocorridos serão agora detalhadamente apurados no decorrer do processo de averiguações mandado instaurar pelo major-general comandante da Academia Militar [João Jorge Botelho Vieira Borges]”, indica o Exército, em comunicado.
A nota relata que o acidente aconteceu pelas 20:15 no decorrer de um exercício da Academia Militar, quando “uma viatura militar (pesada), que transportava 20 cadetes e era conduzida por um militar do Exército, capotou, na região de Moinhola (Vendas Novas), provocando ferimentos ligeiros em todos os ocupantes”, ressalvando que mais ninguém esteve envolvido no acidente.
O Exército refere que, "em contacto e estreita coordenação" com os hospitais e centros de saúde que receberam os feridos, a situação atual indica que “dos 20 cadetes assistidos ao longo da noite apenas um permanece internado por precaução e em observação”.
Após "o imediato acionamento dos meios de socorro e a informação às autoridades competentes, à cadeia de comando e à tutela", este ramo das Forças Armadas salienta que “a principal prioridade dos trabalhos que decorreram no local, sob a responsabilidade da Academia Militar, foram para o restabelecimento das condições de segurança no local, o aviso às famílias dos cadetes feridos” e o “incentivo aos cadetes e militares que saíram ilesos, para contactarem as respetivas famílias a fim de as tranquilizar”.
O comunicado dá conta ainda de que o chefe do Estado-Maior do Exército, General Rovisco Duarte, já esteve esta manhã com os cadetes e militares da Academia Militar, na área do exercício.
O Exército "agradece publicamente às entidades envolvidas em todo este processo, salientando e enaltecendo o trabalho das Forças de Segurança, Autoridade Nacional de Proteção Civil e, em particular, do Instituto Nacional de Emergência Médica, e dos hospitais e centros de saúde ativados, nomeadamente o Hospital do Espírito Santo, em Évora, Hospital de São Bernardo, em Setúbal e o Centro de Saúde de Vendas Novas".
Defesa prepara legislação para chamar voluntários. Cursos militares serão equiparados aos civis para abrir mercado de trabalho.
O Governo está a estudar o alargamento dos contratos de longa duração nas Forças Armadas de seis para 18 anos como forma de tentar contrariar a saída de voluntários e contratados e, também, de chamar mais jovens para as fileiras, apurou o JN. O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, participou ontem numa conferência sobre os problemas de recrutamento para as Forças Armadas, na Assembleia da República, onde reconheceu que são precisas medidas para atrair e reter mais jovens.
jn.pt
«O militares das Forças Armadas querem uma lei que defina as circunstâncias em que podem usar a força e as armas em ´missões nacionais em tempo de paz´ na defesa de instalações, locais de serviço e outros, como a prevenção e combate a incêndio», escreve o Correio da Manhã.
http://www.janes.com/article/79062/portugal-details-shorad-acquisition-plan
Portugal details SHORAD acquisition plan
The Portuguese Army expects to receive its first vehicle-mounted short-range air defence (SHORAD) systems in 2019, it has told Jane’s . The request for proposals (RFP) is expected to be launched through the NATO Support and Procurement Agency (NSPA) in 2018, as is the contract signing. The NSPA is conducting the procurement under an agreement with Portugal.
In 2017, EUR32 million (USD39.3 million) were allocated for the acquisition of eight light or medium tactical armoured vehicles equipped with a lightweight missile launch system, eight weapon terminals and two 3D air surveillance radars with a range of at least 20 km.
Despacho n.º 6736/2018 - Diário da República n.º 132/2018, Série II de 2018-07-11 115674401
Defesa Nacional - Gabinete do Ministro
Aquisição de Viaturas Táticas Médias para o Exército
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/115674401/details/maximized?serie=II&parte_filter=31&dreId=115674397
Despacho n.º 6736/2018 - Diário da República n.º 132/2018, Série II de 2018-07-11 115674401
Defesa Nacional - Gabinete do Ministro
Aquisição de Viaturas Táticas Médias para o Exército
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/115674401/details/maximized?serie=II&parte_filter=31&dreId=115674397
+ land rover e L200
Com as L200 metem um "bitubo" em cima :G-bigun: e faz um technical à maneira...bem bom para a RCA :N-icon-Axe:
http://www.operacional.pt/novos-lanca-granadas-automaticos-chegam-ao-exercito/
he Portuguese Army is receiving 30 GMG 40x53 mm automatic grenade launchers (AGLs) from Heckler & Koch. They were acquired through a letter of acceptance signed with the NATO Support and Procurement Agency (NSPA) in November 2015, the army told Jane’s on 6 August.
The Portuguese Marine Corps already has GMGs for its Land Cruiser HZJ73 4x4s and dismounted use.
The weapon has a reflex sight and MIL-STD 1913 Picatinny rails for additional sight systems as standard. The rate of fire is 340 rounds per minute and a maximum effective range of 1,500 m.
janes.com
http://www.operacional.pt/novos-lanca-granadas-automaticos-chegam-ao-exercito/Citarhe Portuguese Army is receiving 30 GMG 40x53 mm automatic grenade launchers (AGLs) from Heckler & Koch. They were acquired through a letter of acceptance signed with the NATO Support and Procurement Agency (NSPA) in November 2015, the army told Jane’s on 6 August.
The Portuguese Marine Corps already has GMGs for its Land Cruiser HZJ73 4x4s and dismounted use.
The weapon has a reflex sight and MIL-STD 1913 Picatinny rails for additional sight systems as standard. The rate of fire is 340 rounds per minute and a maximum effective range of 1,500 m.
janes.com
Exército no apoio à proteção e salvaguarda de pessoas e bens.
Através dos militares do Regimento de Engenharia nº 1, continuamos empenhados na realização de trabalhos de engenharia no âmbito do apoio ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, nomeadamente na região de Parolinhos, freguesia de Ameixial, procedendo à abertura e melhoria de caminhos e faixas de contenção contra a propagação de incêndios nos perímetros florestais que se encontram em risco.
O Exército ao serviço de Portugal e dos Portugueses.
Dinheiro para o novo fardamento/equipamento individual...
Despacho n.º 7857/2018 - Diário da República n.º 157/2018, Série II de 2018-08-16 116045833
Defesa Nacional - Gabinete do Ministro
Delegação de Competências no CEME no âmbito da aquisição de Equipamentos Sistemas de Combate do Soldado
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/116045833/details/maximized?serie=II&parte_filter=31&dreId=116045812
É verdade, peço desculpa, li na diagonal...
http://www.tvi24.iol.pt/videos/politica/no-dia-das-forcas-armadas-costa-elogia-militares-que-combatem-incendios/5b8d289a0cf22e5fe074c1bb (http://www.tvi24.iol.pt/videos/politica/no-dia-das-forcas-armadas-costa-elogia-militares-que-combatem-incendios/5b8d289a0cf22e5fe074c1bb)epá será o mesmo investimento que falhou miseravelmente para comprar atempadamente as duas Marlin para os NRP Sines e NRP Setúbal ????
O primeiro-ministro reafirmou a necessidade de reforçar o investimento nas Forças Armadas, de acordo com o compromisso assumido na mais recente cimeira da NATO. Declarações no Dia do Estado Maior das Forças Armadas
esquece as palavras do Primeiro-Ministro...
depois de Socrates, é o maior mentiroso da política nacional no pós 25 de Abril...
se houver aumento do investimento nas Forças Armadas, será por outra razão qualquer - mudança de governo, pressão internacional, outra coisa qualquer, mas nunca por iniciativa do mentiroso compusivo que dirige o governo!...
nunca...
esquece as palavras do Primeiro-Ministro...
depois de Socrates, é o maior mentiroso da política nacional no pós 25 de Abril...
se houver aumento do investimento nas Forças Armadas, será por outra razão qualquer - mudança de governo, pressão internacional, outra coisa qualquer, mas nunca por iniciativa do mentiroso compusivo que dirige o governo!...
nunca...
Aquela dupla Passos / Branco também foi "excelente" para as F.A. lusas. Dispararam os gastos militares, com aquela estrondosa compra dos Tejo e os 26 milhões destinados à sua "modernização". Salvo erro foi a única (a culpa foi da troika, a mesma que continuou a permitir aos gregos gastarem 7 biliões e meio nas suas F.A. e permitiu os gastos governamentais acima dos 130 milhões só para fundações) ... ;) :P
(http://mediaserver2.rr.pt/newrr/navio_patrulha2089fc6f.jpg)
Saudações
P.S. Ah, e não esquecer aquele senhor de nome Portas nos Negócios Estrangeiros. O tal que quando era ministro da defesa cancelou os Ec para o exercito (desde então a UALE voa... em sonhos)... ;D ???
(http://i64.tinypic.com/15gcd4z.jpg)
https://www.dn.pt/poder/interior/sistema-crucial-exercito-confirma-compra-de-36-novos-drones-9840959.html
"Sistema crucial". Exército confirma compra de 36 novos drones
Aparelhos começam a chegar em março de 2019, depois de concluído concurso via NATO que durou menos de oito meses, para ações de vigilância, obtenção de informações e apoio na prevenção de fogos.
Novos drones começam a chegar em março do próximo ano
OExército anunciou esta quinta-feira que já adjudicou a compra de 36 drones a uma empresa norte-americana e no valor de 5,15 milhões de euros.
O concurso, autorizado há mais de dois anos, foi lançado no final de 2017 pela agência especializada da NATO na compra de material militar (NSPA, sigla em inglês) e concluído em meados de agosto deste ano, precisou o ramo.
O projeto envolve 12 sistemas aéreos não tripulados, cada um com três drones, uma estação de controlo terrestre e vários equipamentos de obtenção de imagens em tempo real, a cores e por infravermelhos (para operação diurna e noturna).
A empresa norte-americana AeroVironment (sedeada na Califórnia), que ganhou o concurso, entregará os primeiros sistemas Raven em março de 2019. Segundo o Exército, a receção dos últimos equipamentos ocorrerá até janeiro de 2021.
Este projeto de sistemas aéreos não tripulados insere-se na capacidade de Informações, Vigilância, Aquisição de Objetivos e Reconhecimento Terrestre (ISTAR) do Exército.
Trata-se de "um sistema crucial para incrementar o conhecimento situacional oportuno, através de ações de vigilância e de obtenção de informações" tanto em missões militares e de paz no exterior como "em ações de patrulhamento e reconhecimento" em matéria de fogos ou outras operações de apoio à Proteção Civil.
Os drones que vão equipar o Exército são leves e de pequena dimensão, sendo lançados manualmente e com capacidade de observação até 10 quilómetros de distância.
Currently, the Spike missile is used by 28 countries in the world including, Azerbaijan, Belgium, Chile, Colombia, Croatia, Czech Republic, Ecuador, Finland, Germany, India, Israel, Italy, Latvia, Lithuania, Netherlands, Peru, Poland, Portugal, South Korea, Romania, Singapore, Slovenia, Spain and United Kingdom in different configurations.
EuroSpike GmbH is a joint venture company of Diehl BGT Defence GmbH & Co. KG (Überlingen, Germany), Rheinmetall Defence Electronics GmbH (Bremen, Germany) and Rafael Advanced Defense Systems Ltd. (Haifa, Israel).
https://www.armyrecognition.com/february_2018_global_defense_security_army_news_industry/latvia_will_purchase_israeli_spike_anti-tank_missile_from_eurospike.html
Isto em concreto é o quê? Substituição (de parte) do equipamento da Companhia de Engenharia Pesada da BrigMec?
Despacho n.º 9489/2018 - Diário da República n.º 196/2018, Série II de 2018-10-11 116631329
Defesa Nacional - Gabinete do Ministro
Aquisição de Equipamento para a Capacidade Route Clearance
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/116631329/details/maximized?serie=II&parte_filter=31&dreId=116631318
Será equipamento para limpeza de minas? Digo isto pq o radar GPR é um radar para uso no solo..
Despacho n.º 9718/2018 - Diário da República n.º 200/2018, Série II de 2018-10-17 116696203
Defesa Nacional - Gabinete do Ministro
Delegação de competências no CEME no âmbito da aquisição de Equipamentos Rádios
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/116696203/details/maximized?serie=II&parte_filter=31&dreId=116696198
Será equipamento para limpeza de minas? Digo isto pq o radar GPR é um radar para uso no solo..
Para montar em qual viatura MRAP???
Com a saída previsível dos TGEN ultrapassados em termos de antiguidade vamos ver se o irmão, MGEN Luís Nunes da Fonseca, sobe a TGEN ;D