ForumDefesa.com

Indústrias de Defesa e Tecnologia Militar => Indústrias de Defesa => Tópico iniciado por: Lancero em Janeiro 30, 2007, 07:22:02 pm

Título: OGMA
Enviado por: Lancero em Janeiro 30, 2007, 07:22:02 pm
Como não encontrei um tópico dedicado exclusivamente às OGMA (o mais provável é não ter procurado bem...)

Citar
Indústria/Defesa: OGMA expressa "vontade de concretizar" contrapartidas

Lisboa, 30 Jan (Lusa) - A direcção da OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal expressou hoje à comissão parlamentar de Defesa, que visitou as instalações da empresa em Alverca, a "vontade de concretizar" os programas de contrapartidas atrasados que estão prometidos.

      Miranda Calha, presidente da comissão parlamentar, afirmou à Lusa que "está a haver um contributo importante dos programas de contrapartidas" no relançamento da actividade da empresa aeronáutica, mas a administração aproveitou a visita para vincar que quer que os projectos prometidos sejam "cumpridos" e "levados por diante".

      A OGMA é a principal beneficiária do pacote de contrapartidas dos helicópteros EH-101 ("Merlin"), do fabricante anglo-italiano AgustaWestland, aquele que apresenta maiores atrasos dos diversos ligados ao reequipamento das Forças Armadas.

      A empresa de manutenção e fabricação aeronáutica deveria receber um quarto do total deste pacote, 100 milhões de euros, em contratos de manutenção de helicópteros Agusta, e de fabrico de um dos componentes da traseira dos novos aparelhos, que substituíram os antigos Puma.

      A OGMA está incluída ainda nas contrapartidas de modernização dos F-16, respondendo por 49 por cento do total dos 74 milhões de euros previstos no contrato, segundo informações prestadas à Lusa pela Comissão Permanente de Contrapartidas.

      Questionado pela Lusa, Miranda Calha não quis adiantar pormenores acerca da posição assumida hoje pela OGMA, agora controlada pela brasileira Embraer.

      Segundo o deputado socialista, a empresa aeronáutica, que esteve à beira de encerrar em 2002, pode ser central na estratégia de desenvolver o "cluster" aeronáutico português, pelo "know-how e prestígio que detém" no sector.

      A gestão da Embraer é uma vantagem, por "trazer algum up- grade", mas também a ligação à EADS, gigante aeronáutico europeu que também participa no capital da empresa portuguesa, abre as portas a novos clientes e mercados, para além do militar, salientou Miranda Calha.

      "Já visitámos várias vezes a OGMA, podemos dizer que a situação actual transmite confiança e estabilidade", adiantou à Lusa.

      Em Julho do ano passado, a OGMA abriu nas instalações de Alverca um centro de manutenção para jactos executivos da Embraer, tendo em vista apostar no mercado "business".

      Este hangar, dos dez que compõem o complexo, tem capacidade para trabalhar, em simultâneo, dois aparelhos tipo Legacy 600, um Lineage 1000 e até oito jactos Phenom, fabricados pela Embraer.

      A gestão Embraer tem vindo ainda a apostar em projectos de melhoria da produtividade e do atendimento aos clientes da aviação militar e comercial.

      A OGMA está certificada desde 1998 como Centro de Serviços Autorizado da Embraer para a família de aparelhos ERJ 145.

      Está ainda certificada pela norte-americana Lockheed, pela Eurocopter, Rolls-Royce e Turbomeca.

      Fundada em 1918, a empresa dedica-se à manutenção de aviões e motores, fabrico de componentes logísticos e engenharia, empregando actualmente perto de 1.700 trabalhadores.

      O capital da OGMA é detido em 65 por cento pela Airholding, sociedade controlada pela Embraer, na qual participa também o grupo EADS, e os restantes 35 por cento pertencem à Empordef, "holding" pública das indústrias de defesa.
Título: N: «OGMA vende mais 12,4%»
Enviado por: Get_It em Fevereiro 01, 2007, 06:33:36 pm
Citação de: "Ana Patrícia Dias, Correio da Manhã"
OGMA vende mais 12,4%
(2007-01-31 - 00:00:00)

A OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal – aumentou o volume de negócios em 12,4 por cento, nos dois primeiros anos de privatização. De acordo com documentos a que o CM teve acesso, a empresa registou um volume de negócios no valor de 117,9 milhões de euros, em 2005, que aumentou para 132,6 milhões, em 2006.

Os montantes gerados pelas exportações também aumentaram após a compra, no início de 2005, de 65 por cento das acções pela Airholding SGPS, consórcio composto pelas empresas brasileiras Embraer e EADS. As restantes acções, 35 por cento, ainda pertencem ao Estado português. Segundo o mesmo documento, em 2005 o volume de exportações atingiu os 94 milhões, mas em 2006 ascendeu aos 113,1 milhões de euros.

Só mesmo a participação da Força Aérea Portuguesa diminuiu. Se em 2005, o Ministério da Defesa ‘participou’ nos lucros da empresa com 16,5 milhões de euros, em 2006, essa participação caiu para os 12,6 milhões de euros.

A aviação militar (37 por cento) e os motores (29 por cento) são as áreas com maior número de vendas. Fundada em 1918, a OGMA é uma empresa dedicada à fabricação, modernização e manutenção de aviões.

Ontem, a Comissão Parlamentar de Defesa visitou as instalações da empresa em Alverca e, segundo adiantou à Lusa o presidente Miranda Calha (PS), a direcção da OGMA manifestou a “vontade de concretizar” os programas de contrapartidas atrasados que estão prometidos. A empresa deveria receber cerca de 100 milhões de euros em contratos de manutenção de helicópteros Agusta.

Força Aérea
Apesar de a Força Aérea Portuguesa reduzir ‘participação’ em quase quatro milhões de euros, a OGMA conseguiu aumentar o volume de negócios em 12,4%.

fonte: http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=229426&idCanal=90


Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Lancero em Julho 16, 2007, 05:36:08 pm
Citar
Indústria: Ogma vai construir partes do avião Pilatus, um negócio gerador de mais de 60 milhões de euros    

   Lisboa, 16 Jul (Lusa) - A empresa de aeronáutica Ogma assinou hoje um  novo contrato com o fabricante suiço Pilatus, para a construção de 400 aviões,  durante os próximos cinco anos, um negócio que vai gerar mais de 60 milhões  de euros.  

     

   Em comunicado, a empresa explica que este novo acordo, com um período  mínimo de cinco anos, "compreende a montagem completa da fuselagem, asas,  estabilizador vertical, leme de direcção, integração de sistemas, cablagens  e carenagens em material compósito do avião monomotor Pilatus PC-12".  

     

   Este contrato, que "tem potencial para gerar um volume de negócios de  mais de 60 milhões de euros", é uma "reafirmação não só da confiança no  trabalho produzido pela Ogma ao longo dos últimos treze anos, que se traduziu  na manutenção de quase 700 aeronaves nas instalações de Alverca, como também  o reconhecimento da qualidade e competitividade" demonstradas pela empresa.  

     

   Para o programa Pilatus PC-12, a Ogma destacou 300 trabalhadores das  fábricas da Ogma em Alverca e da Listral na Bobadela.  

     

   A aeronave Pilatus PC-12, cuja capacidade pode ir até nove passageiros,  pode ser utilizada para transporte de carga, vigilância aérea, serviço de  ambulância e transporte executivo.  

     

   Os produtos fabricados na Ogma dão resposta aos grandes fabricantes  mundiais de aeronaves e helicópteros, incluindo a Pilatus Aircraft, a EADS-CASA,  a Dassault-Aviation, a NHIndustries, a Eurocopter, a Lockheed Martin, a  AgustaWestland e LatécoŠre.  

     

   Fundada em 1918, a empresa dedica-se à manutenção de aviões e motores,  fabrico de componentes logísticos e engenharia, empregando actualmente perto  de 1.700 trabalhadores.  

     

   O capital da OGMA é detido em 65 por cento pela Airholding, sociedade  controlada pela Embraer, na qual participa também o grupo EADS, e os restantes  35 por cento pertencem à Empordef, "holding" pública das indústrias de defesa.  

     
Título:
Enviado por: SSK em Agosto 07, 2007, 10:44:04 pm
Citar
Bonini na presidência da OGMA
Eduardo Bonini é o novo presidente da OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal por troca com António Monteiro que assume a presidência da Eleb, participada da brasileira Embraer.

O novo responsável pela unidade de manutenção aeronáutica de Alverca ocupava o cargo de presidente executivo (CEO) da Eleb, empresa participada do construtor aeronáutico brasileiro Embraer, responsável pela produção dos trens de aterragem e dos componentes hidráulicos dos aviões do construtor aeronáutico brasileiro.

António Monteiro, nomeado presidente da OGMA na sequência da sua privatização, em 2005, deverá substituir o seu sucessor à frente da Eleb e volta, deste modo ao Brasil.

Aquando da privatização da OGMA, a Airholding passou a deter 65% das acções da companhia com os remanescentes 35% a serem controlados pela holding estatal Empordef. Por sua vez, a Airholding é controlada em 70% pela Embraer e 30% pela EADS.
2007/08/07
Título:
Enviado por: comanche em Dezembro 13, 2007, 07:34:24 pm
Aviação: OGMA vai montar até 2012 fuselagem para Pilatus, podendo gerar 54,7 ME de facturação


Citar
Lisboa, 13 Dez (Lusa) - A OGMA vai montar até 2012 fuselagem para os aviões da Pilatus com potencial para gerar 54,7 milhões de euros de facturação, revelou hoje o presidente da empresa portuguesa, após a entrega da 800ª aeronave PC-12 ao fabricante suíço.

"Assinámos um contrato com a Pilatus em Julho deste ano por um período mínimo de cinco anos e a nossa estimativa de facturação é de 80 milhões de dólares (54,7 milhões de euros) ", disse à agência Lusa o presidente da Indústria Aeronáutica de Portugal (OGMA), Eduardo Bonini, depois da cerimónia oficial de entrega do Pilatus PC-12, que deverá estar no ar dentro de um mês.

Segundo Bonini, o contrato "permitirá uma cadência de 90 aviões por ano, ou seja, de mais outros 400 aviões nos próximos 5 anos".

O Programa PC-12 teve início em 1993, mas o processo produtivo arrancou no ano seguinte, passando a OGMA a ser a responsável pela montagem da fuselagem, asas e cablagens eléctricas.

"É um avião [o PC-12] muito flexível, tem várias configurações e pode carregar passageiros, ser transformado em serviço de ambulância, em transporte de carga ou executivo ou usado para vigilância aérea", explicou Bonini, classificando a aeronave como uma "vencedora" na sua categoria.

Trata-se de um avião monomotor que atinge uma velocidade de cruzeiro de 500 quilómetros/hora e transporta até nove passageiros.

"A entrega de hoje é o resultado da promessa de crescimento da empresa no futuro", frisou.

O segmento de aeroestruturas, que inclui a fabricação e montagem de componentes para estruturas de aviões e helicópteros, representa mais de 20 por cento do volume de negócios da OGMA.

Título:
Enviado por: comanche em Dezembro 16, 2007, 12:56:09 pm
Avião militar brasileiro pode reforçar produção da OGMA


Citar

A Embraer está a ultimar o projecto de um cargueiro-militar de 408,8 milhões de euros para reequipar as Forças Armadas brasileiras. A OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal poderá ser um dos parceiros no desenvolvimento deste projecto.  Certo é que a Embraer não quer avançar sozinha para a construção e está em contacto com vários países.



Título:
Enviado por: comanche em Janeiro 24, 2008, 08:01:18 pm
Defesa: OGMA assegura durante três anos manutenção de aeronaves da Força Aérea por 43 milhões

Citar
Lisboa, 24 Jan (Lusa) - O Conselho de Ministros aprovou hoje uma resolução que autoriza a contratação por ajuste directo da empresa OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal, S.A. para manutenção e reparação das aeronaves da Força Aérea Portuguesa.

Com um montante máximo global de 43 milhões de euros (mais IVA) o contrato tem uma duração prevista de três anos e implica o fornecimento pela Oficinas Gerais de Material Aeronáutico de serviços de assistência técnica, manutenção, reparação e/ou modificação de aeronaves, seus motores e respectivos órgãos ou equipamentos, componentes, sistemas e subsistemas associados.

Segundo um comunicado divulgado no final do Conselho de Ministros, "esta medida justifica-se para assegurar a protecção dos interesses essenciais de segurança do Estado Português", uma vez que "a OGMA garante, em território nacional, os recursos humanos, logísticos e técnicos necessários para assegurar a manutenção de aeronaves da frota da Força Aérea Portuguesa".

As negociações com a OGMA foram desenvolvidas pelo Comando Logístico e Administrativo da Força Aérea (CLAFA).

A OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal, S.A. é uma empresa aeronáutica com sede em Alverca, cujo início de actividade remonta a 1918. O governo português detém desde 2005 um terço do capital da empresa, sendo o restante privado, detido predominantemente pela brasileira EMBRAER e pela EADS.

Título:
Enviado por: FAAS em Fevereiro 15, 2008, 08:35:05 pm
-Há uma coisa que ainda não entendi, a OMGA possui algum tipo de departamento de design/projecção? Isto tentando ao mesmo tempo se tem algum tipo de projecto da sua exclusiva autoria. Sim eu sei acerca das parcerias e tudo mais... mas é apenas uma curiosidade minha.

Se alguém me poder esclarecer...Fico grato.

Comprimentos.

Coiote
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Março 05, 2008, 07:49:37 pm
Citar
Impasse no acordo com a Força Aérea prejudica resultados da Ogma  
05.03.2008 - 18h55 Raquel de Almeida Correia
A Ogma registou um aumento de 2,7 por cento no volume de negócios para 136,9 milhões de euros, em 2007. No entanto, o crescimento poderia ter sido mais acentuado se os acordos de reparação e manutenção dos aparelhos da Força Aérea portuguesa tivessem arrancado.

No comunicado enviado hoje, a empresa de manutenção e fabrico aeronáutico afirma que "o crescimento do volume de negócios poderia ter sido melhor, caso os negócios estabelecidos com a Força Aérea portuguesa, em especial a manutenção dos helicópteros EH-101, tivessem sido concretizados".

"A variação cambial dos negócios e activos em dólares" também afectou negativamente os lucros da empresa. No exercício fiscal de 2007, o resultado líquido situou-se nos 2,5 milhões de euros, dos quais cerca de 449 mil euros vão ser distribuídos pelos colaboradores.

A manutenção aeronáutica mantém-se como a principal área de negócio da empresa, com uma contribuição de 103,4 milhões de euros para a facturação. Tal como nos anos anteriores, confirma-se o domínio do mercado externo, cuja fatia atingiu os 87 por cento.

A assinatura do contrato com a Força Aérea da Líbia, que prevê a modernização de quatro aviões, e a angariação de um novo cliente, a Thomas Cook Airlines, ambas concretizadas no ano passado, reforçaram esta tendência.


Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/notic ... id=1321710 (http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321710)
Título:
Enviado por: Lancero em Junho 08, 2008, 03:04:04 pm
Citar
OGMA em vias de conseguir contrato de 100 milhões de euros com Força Aérea argelina  


    Argel, 08 Jun (Lusa) - A Indústria Portuguesa de Aeronáutica, OGMA, está em vias de conseguir um contrato para manutenção de aviões da Força Aérea argelina por um valor de cerca de cem milhões de euros, disse hoje à Lusa fonte diplomática.  

 

    Segundo a mesma fonte, a concretizar-se este contrato empresarial, será o acordo de cooperação económica mais importante em termos de montantes envolvidos no âmbito da II Cimeira Luso Argelina.  

 

    O acordo entre a OGMA e a Força Aérea argelina poderá ser assinado segunda-feira e deverá vigorar por um período de cinco anos.  

 

    Em declarações à agência Lusa, o presidente da OGMA, Eduardo Bonini, declarou que o contrato se encontra em negociação com as autoridades argelinas desde o segundo semestre do ano passado.  

 

    "A Argélia é um mercado que interessa à OGMA, porque já temos uma presença forte em mercados como a Líbia e a Tunísia. Além disso, o mercado argelino oferece enormes potencialidades", declarou Eduardo Bonini.  

 

    O mesmo responsável adiantou que a sua empresa "tem uma tecnologia que facilita a aproximação com as forças aéreas dos países do Norte de África".  

    "Pela nossa experiência, todos estes países têm a garantia de honrarem os seus compromissos", declarou.  

 

    O primeiro-ministro, José Sócrates, participa hoje e segunda-feira na II Cimeira Luso Argelina, em Argel, que será dominada pelas questões de cooperação económica, sobretudo ao nível energético, e pelo debate em torno da estabilização política do Magreb.  

 

    Além de José Sócrates, o Governo português faz-se representar na cimeira pelos ministros de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, das Obras Públicas Transportes e Comunicações, Mário Lino, da Economia e Inovação, Manuel Pinho, e pelos secretários de Estado do Tesouro, Costa Pina, e do Comércio, Fernando Serrasqueiro.  

 

    José Sócrates encontra-se segunda-feira ao fim da manhã, após a cimeira, com Abdelaziz Bouteflika - encontro em que deverão também ser discutidos temas relacionados com a situação do Médio Oriente e a política externa da União Europeia.  

 

    Em pouco mais de seis meses, esta será a terceira vez que o chefe do Governo português se desloca à Argélia, depois de ter estado numa visita oficial de 24 horas em Dezembro passado e de ter gozado no fim do ano passado uns breves dias de férias neste país.  

 

    Na comitiva do primeiro-ministro viajam também o presidente da AICEP, Basílio Horta, e representantes de 17 empresas nacionais, entre elas a GALP, a EDP, os CTT, a PT, Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA), assim como empresas dos sectores da construção e obras públicas, casos da Teixeira Duarte, Edifer, Opway e Coba.  

 

    Na mira destas empresas está um programa de investimentos públicos argelino, de 42 mil milhões de euros até 2009, denominado Plano Complementar de Sustentabilidade e Crescimento.  

 

    Destes 42 mil milhões de euros, 19 mil milhões de euros destinam-se à construção de habitações, abastecimento (água, gás, electricidade) e infra-estruturas de saúde; e 17 mil milhões de euros para infra-estruturas em sectores como os transportes, obras públicas, construção de barragens e outros projectos hidráulicos.  

 

    Em Dezembro, quando realizou uma visita oficial a Argel, José Sócrates deixou um forte apelo aos empresários portugueses para que aproveitem as potencialidades do mercado argelino, que em 2007 registou uma taxa de crescimento de 4,6 por cento.  

 

    Apesar de nos três primeiros meses de 2008 as exportações portuguesas terem registado um crescimento de 97 por cento, em 2007 a Argélia foi apenas o 37º cliente nacional, enquanto que a Argélia foi o 15º fornecedor de Portugal, em boa parte devido à compra de hidrocarbonetos.  
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Junho 29, 2008, 07:23:28 pm
Código: [Seleccione]
Aviação: OGMA pretende criar 400 novos empregos até 2013
29 de Junho de 2008, 17:27

Lisboa, 29 Jun (Lusa) - O fabricante de componentes de aviação OGMA espera gerar 400 novos empregos até 2013 e crescer entre 7,0 e 8,0 por cento ao ano, disse à Lusa o administrador executivo Ladislau Cid.

"O nosso plano é em cinco anos duplicar os proveitos para 220 milhões de euros", afirmou Ladislau Cid, referindo que as Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA) devem conseguir gerar nesse período 400 novos empregos.

"A meta é de 7,0/8,0 por cento de resultado líquido por ano", acrescentou o mesmo responsável, avançando que o lucro da empresa deve crescer em 2008 entre os 4,0 e os 5,0 por cento.

As OGMA, que empregam actualmente à volta de mil pessoas, comemoram hoje 90 anos desde a sua criação, numa sessão de convívio com os seus trabalhadores e familiares.

"Vamos anunciar três importantes contratos nos próximos dias, ainda durante o mês de Julho", disse à Lusa Ladislau Cid, escusando-se a avançar mais informação sobre esses contratos.

O responsável das OGMA referiu ainda que a empresa "está a conseguir ganhar novos contratos, tanto com empresas da Eurocopter (fabricante de helipcóteros) como com a Embraer, para a fabricação de componentes", numa altura em que está a investir seis milhões de euros na ampliação das suas instalações, preparando-se para crescer.

O manutenção da aviação militar é actualmente o principal mercado das OGMA, mas Nuno Gomes, do gabinete de comunicação, garantiu à Lusa que a empresa está a fazer um investimento na aviação comercial.

A empresa apresentou hoje a sua nova imagem, depois de 90 anos com o mesmo logotipo.

Mais de 2.500 pessoas passaram durante o dia pelas instalações da empresa, em Alverca, onde puderam almoçar e observar aviões a sobrevoar a área.

IRE.

Lusa/Fim


Será que é agora que vão cumprir os prazos...
Título:
Enviado por: Paisano em Julho 25, 2008, 03:02:48 pm
Lula estende estada em Portugal com expectativa de anúncio da Embraer

Fonte: http://www.economiaemdia.com.br/br/most ... ?id=309044 (http://www.economiaemdia.com.br/br/mostranoticias.aspx?id=309044)

Citar
LULA ESTENDE ESTADA EM PORTUGAL COM EXPECTATIVA DE ANÚNCIO DA EMBRAER

O anúncio da instalação de duas fábricas da Embraer em Portugal fez com que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidisse estender, por mais uma manhã, a estada no país. Mantido em segredo pelo Palácio do Planalto, o acordo entre a empresa brasileira e a OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal, da qual a Embraer já é acionista majoritária - será assinado na manhã deste sábado. Está previsto que as duas unidades irão fabricar componentes para os aviões produzidos pela Embraer no Brasil. Os planos, no entanto, são para que a empresa brasileira e a OGMA desenvolvam também modelos de aviões pequenos - inclusive militares - nas fábricas portuguesas em um futuro próximo. Apesar de o evento estar na agenda presidencial, inclusive com a possibilidade de um discurso de Lula, nem o Palácio do Planalto nem a Embraer quiseram detalhar os investimentos.

Copyright - Agência Estado 2008 - Todos os direitos reservados
Título:
Enviado por: pedro em Julho 25, 2008, 04:30:37 pm
esta é que eu nao esperava. :)
Cumprimentos
Título:
Enviado por: Johnny em Julho 25, 2008, 10:21:58 pm
A notícia sobre a construção de duas fabricas da Embraer no Alentejo:

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?he ... vra=&ver=1 (http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=356205&tema=1&pagina=&palavra=&ver=1)
Título:
Enviado por: Falcão em Julho 26, 2008, 02:24:35 pm
Citar
Aeronáutica
Construtora de aviões Embraer investe 400 milhões de euros na construção de duas fábricas em Évora

26.07.2008 - 09h40 Lusa
A empresa brasileira de aeronáutica Embraer, um dos maiores construtores mundiais de aviões, vai investir cerca de 400 milhões de euros em duas fábricas na cidade de Évora, revelou à Lusa fonte ligada ao processo.

O investimento da empresa brasileira em Portugal está previsto num acordo Ogma/Embraer, que vai ser celebrado hoje numa cerimónia, no Centro Cultural de Belém, em que estarão presentes o Presidente do Brasil, Lula da Silva, e o primeiro-ministro português, José Sócrates.

A fonte contactada pela Lusa adiantou que o projecto, considerado de interesse estratégico nacional, vai receber incentivos do Estado português, tendo em conta a localização no interior do país.

As duas unidades fabris de componentes estruturais de aviões vão ser construídas na área do aeródromo da cidade alentejana.

O investimento prevê a criação de cerca de 500 postos de trabalho directos e mais de mil indirectos, avançou a mesma fonte.

A brasileira Embraer é uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo, que já produziu cerca de cinco mil aviões, que operam em 76 países dos cinco continentes.

Para a cidade alentejana, está também previsto um outro projecto para a construção de aviões, o Skylander, promovido pelo grupo francês GECI Internacional.

O projecto do Skylander, da responsabilidade da Sky Aircraft Industries, criada pela GECI em parceria com investidores portugueses, envolve um investimento de mais de 100 milhões de euros, incluindo a construção de uma fábrica também na zona do aeródromo municipal de Évora.

A Sky Aircraft Industries prevê produzir 1.100 aviões, entre 2011 e 2027, estando o voo do primeiro protótipo previsto para finais de 2009.

O projecto, que já reúne mais de 400 promessas de compra, muitas delas para o Dubai, prevê criar 3.000 postos de trabalho, 900 directos e os restantes indirectos.
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Julho 28, 2008, 01:35:14 am
Cada vez me parece mais evidente que a FAP vai acabar por adquirir o C-390.
Título:
Enviado por: pedro em Julho 28, 2008, 02:39:04 pm
Talvez Portugal participe no projecto? :roll:
Cumprimentos
Título:
Enviado por: comanche em Julho 28, 2008, 08:27:05 pm
Aeronáutica: Projecto da Embraer em Évora inicia cluster aeronáutico em Portugal - ministro da Defesa


Citar
Évora, 28 Jul (Lusa) - O ministro da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira, destacou hoje o carácter "estruturante" do projecto que a empresa brasileira de aeronáutica Embraer vai concretizar em Évora, afirmando-se convicto que constituirá a base para o desenvolvimento de um cluster aeronáutico.

"O que é essencial são as condições que estão criadas para o desenvolvimento do cluster aeronáutico", afirmou Nuno Severiano Teixeira, após a assinatura de acordos para a instalação de duas unidades fabris junto do Aeródromo Municipal de Évora.

A brasileira Embraer, a terceira maior empresa mundial de fabrico de aeronaves, vai instalar em Évora uma unidade para fabrico de estruturas metálicas (asas) e outra para produção de materiais compósitos (caudas), num investimento inicial de 148 milhões de euros e que recebe incentivos do governo português.

Os dois "centros de excelência", como são classificados pela Embraer, permitirão criar cerca e 570 postos de trabalho directos e mais de mil indirectos.

Depois do acordo assinado sábado entre a empresa brasileira e o governo português, foram hoje celebrados contratos relativos à cedência de terrenos entre a Embraer e a Câmara Municipal de Évora.

Numa cerimónia, no salão nobre dos Paços do Concelho de Évora, em que também participou o coordenador do Plano Tecnológico, Carlos Zorrinho, o ministro da Defesa Nacional testemunhou o "significado político" que o governo português atribui a este projecto, que classificou de "estruturante".

"É importante que o cluster aeronáutico dê os primeiros passos na cidade de Évora", declarou Nuno Severiano Teixeira, manifestando esperança que este projecto "possa dar um impulso" a novos investimentos nacionais e estrangeiros no sector aeronáutico.

O ministro destacou ainda o "salto qualitativo" que o projecto permite a Portugal dar, passando da manutenção aeronáutica para a fabricação de componentes para aviões.

Satisfeito por receber o investimento brasileiro, o presidente da Câmara Municipal de Évora, José Ernesto Oliveira, disse ser este o "momento de esquecer os que teimam permanecer na postura de Velhos do Restelo".

Abrindo a "janela do futuro", o autarca alentejano apontou o "caminho do sucesso", que passa, além da ind��stria aeronáutica, por uma estação na ligação ferroviária de alta velocidade entre Lisboa e Madrid, pela Universidade e pelo turismo de qualidade.

"O resultado disto tudo é o sucesso e a excelência", afirmou José Ernesto Oliveira, no "início de uma grande viagem" que torna Évora na "capital da indústria aeronáutica" em Portugal.

A autarquia vai disponibilizar à empresa brasileira terrenos a custos reduzidos, redução nas taxas e impostos municipais e facilidade nas infra-estruturas.

Além de outros investimentos ligados ao sector aeronáutico, nomeadamente numa unidade de helicópteros, para a cidade alentejana está também previsto um outro projecto para a construção de aviões, o Skylander, promovido pelo grupo francês GECI Internacional.

O projecto do Skylander, da responsabilidade da Sky Aircraft Industries, criada pela GECI em parceria com investidores portugueses, envolve um investimento de mais de 100 milhões de euros, incluindo a construção de uma fábrica também na zona do aeródromo municipal de Évora.

A Sky Aircraft Industries prevê produzir 1.100 aviões, entre 2011 e 2027, estando o voo do primeiro protótipo previsto para finais de 2009.

O projecto, que já reúne mais de 400 promessas de compra, muitas delas para o Dubai, prevê criar 3.000 postos de trabalho, 900 directos e os restantes indirectos.

MLM.

Lusa/Fim

Título:
Enviado por: jmg em Agosto 24, 2008, 11:59:09 am
Citação de: "Jorge Pereira"
Cada vez me parece mais evidente que a FAP vai acabar por adquirir o C-390.

E então o A-400?
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Setembro 02, 2008, 04:30:20 pm
(http://i121.photobucket.com/albums/o215/Cabecinhas/untitled-1.gif)

Jornal Meia-Hora
Título: chegada das aeronaves Líbias e Argelinas para manutençao
Enviado por: anderson dos santos em Outubro 17, 2008, 02:04:33 am
Quando irão chegar às aeronaves Líbias e Argelinas para manutenção nas OGMA? Só em 2009?
Título: As mentiras da minha empresa!!! OGMA
Enviado por: xerilabu em Dezembro 08, 2008, 12:13:42 am
Olá!!! Não pude de me surpreender com tamanhas notícias (boas) que me têm dado tanto que falar e discutir com os meus colegas de trabalho...
Infelizmente, o que tenho para dizer é uma queixa de mais de 2000 trabalhadores OGMA, há muitos contratos que a empresa tem conseguido "ganhar" (nem sei como!!), mas as dificuldades impostas para com os trabalhadores é brutal, desde despedimentos por trabalhadores não fazerem o trabalho sem protecção adequada a despedimentos por não aceitarem missões no estrangeiro!!! Sim coisitas que temos pleno direito de exigir... mas que se arrastam em tribunais.. e no fim nada se consegue!!! Dinheiro? 42milhoes no programa Pilatus???? Para onde??? Os BMW e Mercedes estacionados aqui dentro? Jantares e Almoços? Pequenas festas para alguns?? Meus amigos abram os olhos, anularam direitos dos trabalhadores, faltam ao acordo de empresa que eles próprios o fizeram????? Novos postos de trabalho a ganharem 400 euros a fazer aviões??? Sem formação nem credibilidade? Como é que o INAC ainda não foi pressionado a uma visita surpresa à fabricação? Ou quando poderá ir à manutenção perguntar quem tem carteira de TMA???? Voar num A320 da TAP com manutenção OGMA????? NUNCA!!!!!! Trabalhadores sem formação a reparar aviões? Já me chateio com o meu mecânico pelo carro parar de vez em quando imagino um avião lá em cima!!!!!

Não gosto do Sr Bonini nem com açucar, veio para "chupar" uns euros, promete enquanto ainda tem alguma credibilidade, mas aposto que daqui a 2 ou 3 anos, já cá não está!!!

OBrigado
Título: c295 vs c390
Enviado por: xerilabu em Dezembro 08, 2008, 12:17:06 am
c295

que miséria, tudo parado, falta de peças... e falam que

TALVEZ participe do c390????

hahahahaha

6 ou 8 unidades de 295 por ano!!!!!

O que acham????
Título:
Enviado por: comanche em Abril 20, 2009, 08:22:51 pm
Aviação: OGMA duplica lucros em 2008, para 5,5 milhões de euros



Citar
Lisboa, 20 Abr (Lusa) - As Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA) fecharam o ano de 2008 com lucros de 5,5 milhões de euros, mais do dobro do realizado em 2007, indica uma nota da empresa à qual a Lusa teve acesso.

De acordo com a mesma nota, distribuída aos trabalhadores, "os resultados do exercício reflectem já um esforço da gestão no sentido de preparar a empresa para um período de crise generalizada cujos efeitos começaram a ser sentidos no segundo semestre" de 2008.

O trabalho de contenção, acrescenta a nota, "passou por diversas medidas restritivas a gastos, redução nos investimentos e nas despesas".
Título:
Enviado por: Instrutor em Abril 22, 2009, 06:31:26 pm
OGMA assinam hoje um contrato com a aviação líbia para a manutenção de 4 C-130 e com o objectivo de vir tambem modernizar caças da líbia.

Fonte: noticiario da RFM
Título:
Enviado por: zeNice em Abril 22, 2009, 06:53:55 pm
Quem é que disponibiliza estes fundos para remodelações / novos veículos para defesa? Ministro da Defesa? o Sócrates tem influência?
Título: Re: OGMA
Enviado por: PereiraMarques em Maio 17, 2011, 10:41:14 am
Citar
By VMSB

Portuguese company OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal SA has presented at LAAD Defence & Security 2011 exhibition its activities related with the full support of military aircraft like the Lockheed Martin´s C-130 Hercules and P-3 Orion aircraft including the aircraft, engines and components.

OGMA- Indústria Aeronáutica de Portugal SA is owned by the Portuguese holding for defence industries Empordef-Empresa Portuguesa de Defesa SGPS SA and by the Brazilian aerospace manufacturer Embraer Defence & Security.

OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal SA is involved in the modernization of Brazilian Air Force (Força Aérea Brasileira-FAB) Lockheed Martin P-3 Orion maritime patrol aircraft. The upgrade project is being carried by Airbus Military.

http://defesaglobal.wordpress.com/ (http://defesaglobal.wordpress.com/)
Título: Re: OGMA
Enviado por: PereiraMarques em Junho 01, 2011, 11:34:12 pm
Citar
By VMSB

Portuguese company OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal SA carry maintenance works on French Army (Armée de Terre) Eurocopter SA330BA tactical transport helicopters operated by the ALAT (Aviation Légère de l’Armée de Terre) light aviation unit.

The contract includes maintenance of Turbomeca Turmo IIIC4 engines and of some components at every 600/800 flight hours.

The ALAT have in service 96 Puma´s and is to keep 45 helicopters until 2025.

The company won few years ago a contract to provide maintenance services to French Air Force (Armée de l´Air) 14 Lockheed Martin C-130H Hercules transport aircraft but the contract has been terminated due to the low quality of services provided by the Portuguese company.

http://defesaglobal.wordpress.com/ (http://defesaglobal.wordpress.com/)
Título: Re: OGMA
Enviado por: GI Jorge em Junho 14, 2011, 12:13:55 am
Citação de: "PereiraMarques"
Citar
By VMSB

Portuguese company OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal SA carry maintenance works on French Army (Armée de Terre) Eurocopter SA330BA tactical transport helicopters operated by the ALAT (Aviation Légère de l’Armée de Terre) light aviation unit.

The contract includes maintenance of Turbomeca Turmo IIIC4 engines and of some components at every 600/800 flight hours.

The ALAT have in service 96 Puma´s and is to keep 45 helicopters until 2025.

The company won few years ago a contract to provide maintenance services to French Air Force (Armée de l´Air) 14 Lockheed Martin C-130H Hercules transport aircraft but the contract has been terminated due to the low quality of services provided by the Portuguese company.

http://defesaglobal.wordpress.com/ (http://defesaglobal.wordpress.com/)

 :evil:
Título: Re: OGMA
Enviado por: Charlie Jaguar em Agosto 29, 2011, 04:40:13 pm
Citação de: "PereiraMarques"
Citar
By VMSB

Portuguese company OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal SA carry maintenance works on French Army (Armée de Terre) Eurocopter SA330BA tactical transport helicopters operated by the ALAT (Aviation Légère de l’Armée de Terre) light aviation unit.

The contract includes maintenance of Turbomeca Turmo IIIC4 engines and of some components at every 600/800 flight hours.

The ALAT have in service 96 Puma´s and is to keep 45 helicopters until 2025.

The company won few years ago a contract to provide maintenance services to French Air Force (Armée de l´Air) 14 Lockheed Martin C-130H Hercules transport aircraft but the contract has been terminated due to the low quality of services provided by the Portuguese company.

http://defesaglobal.wordpress.com/ (http://defesaglobal.wordpress.com/)

Que vergonha! Como é possível fazer isto a uma empresa que, juntamente com o Arsenal do Alfeite, eram as referências pela excelência na construção e reparação militar aérea e naval respectivamente?
Título: Re: OGMA
Enviado por: HSMW em Agosto 29, 2011, 04:49:08 pm
Citação de: "Charlie Jaguar"
Citação de: "PereiraMarques"
Citar
By VMSB

Portuguese company OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal SA carry maintenance works on French Army (Armée de Terre) Eurocopter SA330BA tactical transport helicopters operated by the ALAT (Aviation Légère de l’Armée de Terre) light aviation unit.

The contract includes maintenance of Turbomeca Turmo IIIC4 engines and of some components at every 600/800 flight hours.

The ALAT have in service 96 Puma´s and is to keep 45 helicopters until 2025.

The company won few years ago a contract to provide maintenance services to French Air Force (Armée de l´Air) 14 Lockheed Martin C-130H Hercules transport aircraft but the contract has been terminated due to the low quality of services provided by the Portuguese company.

http://defesaglobal.wordpress.com/ (http://defesaglobal.wordpress.com/)

Que vergonha! Como é possível fazer isto a uma empresa que, juntamente com o Arsenal do Alfeite, eram as referências pela excelência na construção e reparação militar aérea e naval respectivamente?

Sim! Vergonha! Daqui a uns tempos andamos nós cá no fórum a rezar para que as OGMA não fechem...
Sabem é fazer greves como aconteceu em Novembro do ano passado. Lá andavam eles todos contentes com as bandeiras vermelhas!
Pensava que a Embraer tinha metido mão naquilo...
Título: Re: OGMA
Enviado por: nelson38899 em Agosto 30, 2011, 03:52:49 pm
Olha que estás errado

Citar
01/08/2011

(Infodefensa.com) Madrid – El Consejo de Ministros ha autorizado la celebración del acuerdo marco y los contratos que se adjudiquen basados en el mismo para la revisión del tercer escalón de la flota de doce aviones de transporte C-130 Hércules del Ejército del Aire por un importe máximo de 22,5 millones de euros.

Dicho importe total se distribuirá en cinco anualidades desde el presente año hasta 2015.

Según la reseña del Gobierno, con anterioridad se han realizado tramitaciones de forma individual por cada avión, lo que ha supuesto una inmovilización del avión afectado a la espera de resolver la tramitación del contrato y, en cada caso, aplicar condiciones diferentes de coste y plazo.

Así, mediante el Acuerdo Marco el Gobierno prevé reducir el coste de las revisiones que hay que hacer a lo largo de los próximos cuatro años, ya que se negociará la revisión de hasta nueve aviones y no de uno sólo.

Empresas adjudicatarias en años anteriores para diversos trabajos en la flota de los C-130 Hércules han sido Marshall of Cambridge Aerospace Limited y OGMA, Indústria Aeronáutica de Portugal S.A para la actualización de los C-130 de reabastecimiento en vuelo o Indra y Aerlyper para la modernización de los sistemas electrónicos.

Los C-130 fueron fabricados por la empresa estadounidense Lockheed, entraron en servicio en España en 1973 y están integrados en el Ala 31 de transporte con base en Zaragoza.
http://www.infodefensa.com/?noticia=defensa-abrira-licitacion-para-la-revision-del-tercer-escalon-de-los-c-130-hercules-por-225-millones-de-euros
Título: Re: OGMA
Enviado por: miguelbud em Setembro 21, 2011, 12:55:50 pm
OGMA perde contrato de meio milhão de euros

Um Falcon da Força Aérea Portuguesa foi enviado para manutenção na Suíça, devido a alegada falta de certificação que a empresa garante ter.

A OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal perdeu o contrato de manutenção de um dos Falcon da Força Aérea Portuguesa. O avião militar foi enviado para a Suíça por alegada falta de certificação da Dassault, a empresa fabricante, levando a empresa a perder um contrato de cerca de meio milhão de euros, mas cuja factura pode chegar a dois milhões.

"O Falcon esteve efectivamente na Suíça em 2010, porque tinha a revisão programada", confirmou fonte oficial do Ministério da Defesa ao Diário Económico. "A Força Aérea tem um contrato para fazer a manutenção dos aviões na OGMA, mas neste caso a empresa não tinha a certificação necessária", explicou a mesma fonte. "Por isso, foi lançado um concurso público, à qual a OGMA não concorreu".

Se a OGMA tivesse a certificação necessária, a manutenção do avião seria feita pelas oficinas de Alverca, assegurou a mesma fonte. Até porque a Empordef, ‘holding' que agrega as participações da Defesa em empresas, é accionista da OGMA, com 35% do capital. Os restantes 65% pertencem à Air Holding, consórcio com participação em 70% da Embraer e em 30% daEADS, fabricante da Airbus.

http://economico.sapo.pt/noticias/ogma- ... 27114.html (http://economico.sapo.pt/noticias/ogma-perde-contrato-de-meio-milhao-de-euros_127114.html)
Título: Re: OGMA
Enviado por: miguelbud em Janeiro 30, 2012, 08:55:44 pm
EADS sai do capital da Ogma e Embraer reforça

A EADS saiu do capital da Ogma, uma posição que foi adquirida pela brasileira Embraer, que passou a deter 65% da empresa de aeronáutica portuguesa.

A Embraer Defesa e Segurança assinou um acordo com a European Aeronautic Defense and Space Company (EADS) para adquirir os 30% do capital da Airholding que não detinha, noticiou o site brasileiro “ultimoinstante.com.br”.

A Airholding foi constituida em 2005 pela Embraer e pela EADS, com o objectivo de deter 65% da portuguesa Ogma.
"Este investimento adicional em Portugal visa reforçar a parceria estratégica entre o Brasil e a União Europeia", disse o presidente da Embraer, Luiz Carlos Aguiar, citado pelo Info Money. “A transferência final deve ocorrer após a aprovação dos órgãos reguladores portugueses, dentro de 30 a 90 dias úteis”, afirmou, o responsável.

Assim, a Ogma passa a ser controlada em 65% pela Embraer e o remanescente permanece nas mãos do Estado português através da Empordef.
Título: Re: OGMA
Enviado por: PereiraMarques em Janeiro 31, 2012, 12:41:30 am
Citar
By VMSB
The Portuguese company OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal SA has been awarded with a contract for three Lockheed Martin F-16AM Fighting Falcon combat aircraft of the Royal Netherlands Air Force (RNAF) with the option for an additional eleven aircraft.

This new contract follows a European Defense Agency (EDA) tender and consists in the stripping by PMB (Plastic Media Blasting) blasting process, corrosion inspection and treatment followed by a fully new paint.

The company is owned by EMPORDEF-Empresa Portuguesa de Defesa SGPS SA (35%), and by Airholding (65%) which comprise Embraer Defense & Security (70%) and EADS (30%).

OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal SA is upgrading three of the five Portuguese Air Force (Força Aérea Portuguesa-FAP) Lockheed Martin P-3C Orion to the P-3C CUP+ Orion standard. The last aircraft is scheduled to be delivered in June.

http://defesaglobal.wordpress.com/ (http://defesaglobal.wordpress.com/)
Título: Re: OGMA
Enviado por: miguelbud em Fevereiro 08, 2012, 09:12:35 am
Embraer investe 13 milhões para reforçar na Ogma

A brasileira Embraer investiu 13 milhões de euros para reforçar a sua posição na Ogma. No âmbito da construção do novo avião militar KC 390, a fabricante de aeronaves quis aumentar a sua participação no capital da empresa portuguesa de aeronáutica, adiantou fonte oficial da Embraer ao Negócios.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... 36819&pn=1 (http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=536819&pn=1)
Título: Re: OGMA
Enviado por: Get_It em Fevereiro 08, 2012, 07:27:05 pm
Citação de: "miguelbud"
Embraer investe 13 milhões para reforçar na Ogma

A brasileira Embraer investiu 13 milhões de euros para reforçar a sua posição na Ogma. No âmbito da construção do novo avião militar KC 390, a fabricante de aeronaves quis aumentar a sua participação no capital da empresa portuguesa de aeronáutica, adiantou fonte oficial da Embraer ao Negócios.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... 36819&pn=1 (http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=536819&pn=1)
Eu ando a adorar estas notícias de investimento da Embraer enquanto à já um bom tempo eles têm andado a receber tecnologia portuguesa com valores superiores a custo zero.

Cumprimentos,
Título: Re: OGMA
Enviado por: miguelbud em Fevereiro 09, 2012, 01:31:18 pm
:shock:  :shock:  Importa-se de especificar que tecnologia é essa e de que forma é recebida?
Título: Re: OGMA
Enviado por: miguelbud em Abril 17, 2012, 10:22:53 pm
OGMA entrega quase metade dos lucros aos trabalhadores, Estado e Embraer

A OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal anunciou hoje que terminou 2011 com lucros de 10,8 milhões de euros, um valor que representa um crescimento face ao obtido em 2010 (10,5 milhões de euros).

As receitas subiram 17,4% para 141,1 milhões de euros, com o negócio de manutenção a representar mais de três quartos do total. A companhia, em comunicado, salienta que aumentou em 2011 a sua capacidade de exportação tendo 94% das suas vendas sido geradas nos mercados internacionais.

A OGMA decidiu que quase metade dos lucros obtidos no ano passado serão entregues aos trabalhadores e accionistas. 15% do lucro vai ser recebido pelos colaboradores, num total de 1,8 milhões de euros, que serão pagos com o salário do mês de Abril.

Dado que a OGMA emprega actualmente 1.500 pessoas, o prémio médio é de 1.200 euros por trabalhador.

Já os accionistas recebem 3,2 milhões de euros. A Empresa é detida em 65% pela brasileira Embraer e 35% pelo Estado Português, através de Empordef. Ao Estado caberá uma fatia de 1,12 milhões de euros.

"Para além das crescentes adversidades do mercado, o ano de 2011 também foi marcado pelo estreitamento das relações com os clientes em todos os continentes, e a nível interno, com uma gestão rigorosa de custos e com investimentos significativos em formação, melhoria de processos e novas tecnologias", disse Almir Borges, presidente da OGMA, no referido comunicado.

Nas previsões para este ano a OGMA antecipa uma estabilidade dos resultados no negócio da manutenção, enquanto a actividade de aeroestruturas deverá beneficiar com contrato para a participação no desenvolvimento e construção de partes e segmentos para o novo avião militar da Embraer – KC 390.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=551587 (http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=551587)
Título: Re: OGMA
Enviado por: nelson38899 em Agosto 13, 2012, 11:22:16 am
Citar
A Ogma está a conseguir fazer frente à crise renegociando os contratos e adicionando clientes. Almir Borges, gestor brasileiro que está à frente da empresa portuguesa de aeronáutica, admitiu que já tem colaboradores no Brasil a trabalhar no novo avião militar da Embraer, o KC-390, e está confiante na participação das empresas nacionais no projecto. Além disso, em entrevista ao Negócios, admitiu que espera ter seis empresas lusas a trabalhar no novo contrato com a Airbus para o C-295.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=573051&pn=1
Título: Re: OGMA
Enviado por: miguelbud em Abril 04, 2013, 10:12:21 pm
Citar
Lucros da Ogma caem 13% em 2012

A Ogma terminou o ano de 2012 com uma quebra de 13% nos seus lucros, para os 9,4 milhões de euros. Almir Borges, presidente do grupo aeronáutico, justificou ao Negócios esta quebra com a "apreciação do euro face ao dólar, o aumento de impostos e a diferença entre os tipos de produtos e serviços intervencionados em 2012 relativamente a 2011".

O volume de negócios da Ogma, em 2012, atingiu os 159,3 milhões, mais 12% do que no homólogo. Por áreas de actuação, o negócio de manutenção alcançou os 124,3 milhões, o que representou 78% do volume total, enquanto o negócio de aeroestruturas gerou cerca de 35 milhões de euros, o que corresponde a uma contribuição de 22% do volume de negócios da Ogma.

Em 2012, a Ogma manteve o seu investimento interno, totalizando cerca de 1,4 milhões de euros aplicados em formação e qualificação. Já os investimentos em infra-estruturas, novos processos e tecnologias atingiram os 5 milhões, refere a empresa em comunicado.

Com este desempenho, a administração da empresa de aeronáutica decidiu, pelo sétimo ano consecutivo, distribuir aos trabalhadores cerca de 1,54 milhões de euros a título de participação nos lucros, com base em critérios de cumprimento de seus Planos de Acção e de Metas Sectoriais. Desde 2006 já foi distribuído aos trabalhadores um total de 9,3 milhões de euros.

Além disso também aprovou a distribuição de cerca de 1,8 milhões de euros a título de dividendos aos accionistas, ou seja, 0,267 euros por acção.

Quanto ao ano que está em curso, Almir Borges não quis detalhar, apenas referiu que "a perspectiva é procurar garantir a sustentabilidade da empresa".

No que concerne a projectos, a Ogma continua a colaborar no desenvolvimento do KC-390, o avião militar que está a ser construído pela Embraer. O processo "está a decorrer conforme o planeamento para esta fase de desenvolvimento".

Já quanto ao contrato com a Airbus para o C-295, o gestor detalhou que "o contrato da fase 2 que prevê a fabricação de peças para a montagem da fuselagem central ainda está em fase final de negociações, com previsão de finalização para o segundo semestre de 2013. A partir daí, o processo de parcerias e desenvolvimento de fornecedores (de empresas portuguesas) deverá ser iniciado" .
Título: Re: OGMA
Enviado por: mafets em Dezembro 18, 2013, 10:52:25 am
http://www.aereo.jor.br/2013/12/14/ogma-investiu-34-milhoes-de-euros-e-criou-mais-180-empregos/

(http://www.epicos.com/EPCompanyProfileWeb/Content/OGMA/ogma.jpg)
(http://3.bp.blogspot.com/-vFJtL1V1Nw0/T2SB1c_gvoI/AAAAAAAALMg/Q6uwsnGyFNw/s1600/ogma.jpg)
(http://1.bp.blogspot.com/_FEcHJfaMW1o/TOv-LiPFfUI/AAAAAAAAKxw/3FYziof6ExE/s1600/1970_08_99_US-Navy.jpg)
(http://noticiasalverca.files.wordpress.com/2010/06/ogma1.jpg?w=595)
(http://www.flightglobal.com/assets/getasset.aspx?itemid=43745)

 :G-beer2:
Título: Re: OGMA
Enviado por: Malagueta em Janeiro 20, 2015, 10:08:11 am
15.01.2015

Porto de Lisboa: Avião C-130 recebido no terminal multiusos do Poço do Bispo

Trata-se de uma operação pouco habitual e por isso a destacar: o porto de Lisboa recebeu recentemente um avião C-130, proveniente do Gabão, tendo como destino a OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal, onde vai ser reparado e de onde vai sair a voar, após o programa de manutenção definido.

 Transportado num navio de Carga Geral, “MOMENTUM SCAN” com 116 metros de comprimento, até ao Terminal Multiusos do Poço do Bispo, concessionado pelo Porto de Lisboa ao Grupo ETE. O C-130 foi depois transferido para um batelão que o levou até Alverca.

 Por ser inédita, a operação envolveu muitas horas de preparação e execução, desde o desmantelamento e transporte até ao navio no país de origem, passando pela descarga e transbordo para o batelão no Porto de Lisboa e, finalmente, a chegada a Alverca. Uma viagem que totalizou 18 dias.

http://www.cargoedicoes.pt/site/Default ... area=Cargo (http://www.cargoedicoes.pt/site/Default.aspx?tabid=380&id=10946&area=Cargo)
Título: Re: OGMA
Enviado por: Get_It em Maio 02, 2015, 11:16:08 pm
As OGMA no final de 1940: «Portugal constrói aviões»
Citar
Uma organização aeronáutica, qualquer que seja a sua envergadura, vive pela quantidade e qualidade relativas do material que utiliza - pelas condições particulares que caracterizam a aviação portuguesa, o nosso país não pode aspirar a uma indústria aeronáutica de grandes proporções, quando é certo ser o Estado o seu principal e quasi exclusivo cliente. Um progresso contínuo, praticado pela introdução constante de novos melhoramentos, caracteriza a técnica dos últimos anos, vertiginosamente acelerada no capítulo da investigação, quando serve organismos militares em luta – como no caso actual. E o nosso país, analisadas as bases em que se fundamenta o seu Exército do Ar, não poderia acompanhar, a par e passo, a sucessão de continuidade progressiva, verificada nas nações onde a indústria aeronáutica ocupa um lugar de primeira grandeza.

Entretanto, há que considerar reparações constantes no material em uso permanente: há que ter em conta a montagem dos aparelhos importados. Mas, além disto – e sobretudo não é necessário evidenciar as considerações anteriores, quando se trata de material do material indispensável para a formação e treino do pessoal da aviação, regra geral sem eficiência militar – nem ela é necessária – e, consequentemente alheio aos problemas resultantes do caminhar incessante da técnica.
Eis pois uma parcela que pode e deve ser construída no nosso país. São os aparelhos de instrução, aqueles que estão sujeitos a maiores desgastes, pelas próprias circunstâncias em que são utilizados. A sua renovação impõe-se, pois, como uma necessidade imperiosa, para que a tarefa da Escola Prática de Aeronáutica, donde saem todos os nossos aviadores, se cumpra com o indispensável rendimento.
Foi este o principio que o Estado adoptou - e muito bem.
As Oficinas Gerais de Material Aeronáutico, em Alverca, compreendem toda a nossa indústria de aviões. E, podemos afirmá-lo, sem receio de sermos contestados, que tanto pelas instalações, como pelo pessoal especializado que ali trabalha, estão aptas ao modelar desempenho da sua finalidade. Além das reparações em todo o material que o Exército do Ar português tem ao seu serviço e nos aviões civis e comerciais, e da montagem dos aparelhos importados, as Oficinas constroem, actualmente, sob licença, os aeroplanos ingleses de treino «Avro-626» e «Tiger-Moth». Também já ali se construíram - inclusivamente os que realizaram o Cruzeiro Aéreo das Colónias – os aviões «Vicker’s», da mesma nacionalidade. E surpreende, de facto, a perfeição dos aparelhos ali construídos, desde a peça mais insignificante, todas elas sujeitas a uma secção de «controlo» onde as dimensões e resistências são rigorosamente verificadas.

Actualmente numa fase de remodelação das várias secções, com a aquisição de maquinaria e ampliação de determinados sectores para satisfazer as exigências sempre crescente duma aviação que, como a nossa e graças ao programa de rearmamento do Governo, atravessa um período sensível desenvolvimento, as Oficinas Gerais de Material Aeronáutico oferecem aos seus operários óptimas condições de trabalho e de higiene, com amplos e arejados edifícios, maquinaria da mais moderna, refeitório e balneário excelentes. E bem o merecem, porque nos demonstram ali, mais uma vez, que podemos colocá-los entre os melhores do mundo. A indústria aeronáutica portuguesa é uma realidade de que podemos orgulhar-nos e que a maioria desconhece.
Fonte: http://ex-ogma.blogspot.pt/2015/05/as-ogma-no-final-de-1940.html

Cumprimentos,
Título: Re: OGMA
Enviado por: Get_It em Maio 03, 2015, 01:16:27 pm
Embraer ameaça executar “cobrança coerciva” ao Governo português
Citação de: " Nuno Sá Lourenço, Público"
Brasileiros não querem distribuir dividendos nas OGMA. Em causa está um diferendo com o Ministério da Economia português sobre verbas no programa KC-390.

A situação caricata aconteceu no mesmo dia em que o vice-primeiro-ministro se passeava pelas OGMA, vangloriando-se de ter salvado uma das empresas da indústria de defesa portuguesas. No dia 6 de Abril, Paulo Portas compareceu “emocionado” em Alverca do Ribatejo para testemunhar os dez anos de sucesso da privatização das Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA).

“Se tivesse sido o Estado a investir haveria sempre um bom motivo qualquer ligado às crises financeiras para que o Estado não conseguisse investir nesta empresa e esta empresa teria soçobrado”, discursou Portas ao lado dos presidentes da Embraer (accionista maioritário nas OGMA) e do embaixador do Brasil em Lisboa.

No entanto, nesse mesmo dia, os representantes portugueses do Estado português seriam surpreendidos por uma decisão do accionista maioritário nas OGMA. Durante a assembleia-geral, percebeu-se que a Embraer não queria os dividendos relativos a 2014 distribuídos pelos accionistas. Tendo uma participação de 65% na empresa, os brasileiros tinham toda a legitimidade e poder para o fazer, perante os 35% detidos pelo Estado português através da holding estatal Empordef. O argumento oficial utilizado para a decisão foi a necessidade de “investimento” a realizar na empresa. Nomeadamente para a aquisição de um novo sistema de pintura. Pouco depois viria a tornar-se óbvio para a parte portuguesa a verdadeira razão: a Embraer considerava-se credora de 9,5 milhões de dólares num processo que se arrasta há alguns meses.

A posição da Embraer nas OGMA foi, portanto, vista em Lisboa como o sinalizar do mal-estar brasileiro. Ou seja, uma espécie de “cobrança coerciva” ao Estado português à conta do citado “buraco” no programa dos KC-390. Desde o início de 2012 que a Embraer detém dois terços das acções das OGMA. Nesse ano, comprou os 30% que a europeia EADS detinha na empresa portuguesa.

Ao que o PÚBLICO apurou, o Estado português perde assim pouco mais de 500 mil euros com que contava. No ano passado, as OGMA registaram um resultado líquido de cerca de seis milhões de euros. A participação de 35% da Empordef nas OGMA garantia-lhe esse meio milhão de euros de mais-valias.

O inesperado da decisão levou a uma reunião na passada segunda-feira, dia 27, onde os representantes portugueses solicitaram à Embraer a “demonstração das necessidades e o destino” das verbas previstas inicialmente para a distribuição de dividendos. Ainda assim, o assunto não está ainda resolvido, tendo sido adiada a decisão para nova Assembleia Geral, marcada para a próxima quarta-feira, dia 6 de Maio.

É precisamente esse compasso de espera que permite ao Ministério da Defesa responder ao PÚBLICO de forma evasiva. Através do assessor do gabinete de José Pedro Aguiar-Branco, foi dito que o ministério “não tem conhecimento oficial dessa situação”.

Desde há meses que a empresa brasileira e o Ministério da Economia estão enredados num braço de ferro a propósito do programa KC-390 (o avião de transporte militar da Embraer que é parcialmente construído em Portugal). Portugal está envolvido no projecto do KC-390 através do CEiiA, Centro de Excelência para a Inovação e Indústria (desenvolvimento e testes) e das unidades da Embraer no país: as OGMA, em Alverca, e as fábricas de Évora (construção de componentes). O contrato inicial foi assinado em Dezembro de 2011, quando Álvaro Santos Pereira tutelava a pasta da Economia.

Os responsáveis brasileiros consideram-se credores de dinheiros públicos no âmbito do programa celebrado com o Estado português para desenvolvimento desse projecto. O contrato incluía 30 milhões de dólares de contribuições directas a que acresciam outros 9,5 milhões de financiamento indirecto a partir de verbas europeias do QREN. O problema está, ao que tudo indica, no facto dessa última parte ter ficado muito aquém do objectivo final de quase 10 milhões.

Questionado pelo PÚBLICO, Hervé Tilloy, o responsável pelas relações públicas da Embraer na Europa, afirmou: "Não confirmamos essa decisão." Sobre o KC390, Tilloy disse apenas que o processo "está a fazer o seu progresso, como planeado". E acrescentou que não há "nenhum problema" entre a Embraer e o Estado português.

A Embraer considera que existe um compromisso português de fazer chegar esse financiamento. A parte portuguesa, através do ministério da Economia, argumenta que assumira apenas a intenção de fazer “diligências” para o conseguir, sem garantia de resultado satisfatório.

Ao que o PÚBLICO apurou, o problema do programa KC-390 foi referido pela Embraer nas reuniões com a parte portuguesa nas OGMA. E tanto o embaixador brasileiro, Mario Vilalva, como o presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado, terão dado conta da situação a Paulo Portas nesse dia 6 de Abril.

Este problema, aparentemente, não se limita a Portugal. No passado dia 28 de Abril, o ministro da Defesa do Brasil, Jacques Wagner, reconhecia que a dívida do governo brasileiro à Embraer se cifrava nos 500 milhões de reais (154 milhões de euros) precisamente a propósito do desenvolvimento no Brasil do projecto KC-390.

A semana terminaria com a fabricante brasileira a assumir um prejuízo líquido atribuído aos accionistas de 196 milhões de reais (53 milhões de euros) no primeiro trimestre deste ano.
Fonte: http://www.publico.pt/politica/noticia/embraer-executa-cobranca-coerciva-ao-governo-portugues-1694321?page=-1

Tópico sobre o 390: «Projecto Embraer C-390 (http://http)», «Projecto Embraer/OGMA para Novo Avião de Transporte (http://http)».

Cumprimentos,
Título: Re: OGMA
Enviado por: nelson38899 em Maio 04, 2015, 12:45:59 pm
coincidência ou não aqui fica uma coisa interessante no site das Ogma.

Citar
OGMA is the MRO company selected by Embraer to provide in-house or on-site support to the Tucano / Super-Tucano aircraft, with solutions ranging from the lighter maintenance checks to avionics upgrades and full fleet support.

PRODUCT-SPECIFIC SERVICES:

Cockpit/Avionics Upgrade Programmes
Aircraft Painting and Lettering
Rewiring
Field Team
Technical Representatives

http://www.ogma.pt/index.php?page=tucano_en
Título: Re: OGMA
Enviado por: Lightning em Setembro 23, 2015, 07:44:16 pm
Reportagem sobre a OGMA

https://www.facebook.com/IdDPortugal/vi ... 475296422/ (https://www.facebook.com/IdDPortugal/videos/1616344475296422/)
Título: Re: OGMA
Enviado por: olisipo em Novembro 17, 2015, 12:15:37 pm
(http://defensa.com/images/stories/noticias/2015/12/hrcules%20ejrcito%20del%20aire%20ea.jpg)

OGMA revisará uno de los Hercules de reabastecimiento del Ejército del Aire

http://defensa.com/index.php?option=com_content&view=article&id=17003:ogma-revisara-uno-de-los-hercules-de-reabastecimiento-del-ejercito-del-aire
Título: Re: OGMA
Enviado por: Charlie Jaguar em Junho 14, 2016, 01:12:34 pm
Citar
Ogma aposta em novos mercados e atinge lucro recorde de 11,6 milhões
 Jorge Talixa   
12/06/2016 - 20:56

Fabricante de Alverca vai inaugurar hangar de pintura de oito milhões e inicia este ano a produção em série de componentes para o novo KC-390


Diversificar capacidades e conquistar novos mercados são as grandes apostas estratégicas da Ogma – Indústria Aeronáutica de Portugal, que fechou o ano de 2015 com um lucro recorde de 11,6 milhões de euros. A empresa de Alverca não conseguiu evitar o impacto da crise económica que afecta vários países africanos e o mercado português já representa menos de 4% das suas encomendas, mas tem conseguido novos contratos importantes na Europa. Até final do ano, a Ogma inaugura um hangar de pintura onde investiu oito milhões de euros e inicia a produção em série de componentes para o novo KC-390.

Com 1595 postos de trabalho e um volume de negócios de 188 milhões de euros (cresceu 13% em 2015), a Ogma é a maior indústria portuguesa do sector aeronáutico e o maior empregador do concelho de Vila Franca de Xira. Ocupa uma área de 44 hectares junto à cidade de Alverca e completa, no final deste mês, 98 anos de existência – nasceu a 29 de Junho de 1918 como Parque de Material Aeronáutico, passou dez anos depois a Oficinas Gerais de Material Aeronáutico e adoptou a actual designação em 1994.

“Se queremos manter os nossos actuais empregos e aumentar a empresa, temos de mudar muita coisa para nos adaptarmos ao mercado”, sustenta Rodrigo Rosa, presidente da comissão executiva da Ogma, em declarações ao PÚBLICO. O gestor brasileiro, de 40 anos, sublinha que a política da empresa está, sobretudo, centrada na diversificação, procurando paulatinamente reduzir a sua tradicional dependência da manutenção de aviões militares e dos serviços prestados à Força Aérea Portuguesa (FAP). Nesse sentido, Rodrigo Rosa faz um balanço francamente positivo dos 11 anos de gestão liderada pela Embraer, grupo brasileiro que, em 2005, adquiriu 65% do capital da Ogma – o Estado português mantém os restantes 35%.

Diversificar para sobreviver

Em 2015, a Indústria Aeronáutica de Portugal alcançou o seu melhor resultado de sempre, com lucros de 11,6 milhões de euros (mais 4,8 milhões do que no exercício anterior). O sector de fabrico de componentes já representa 30% dos negócios e é notória a diversificação do trabalho feito na área de manutenção, com o segmento dos aviões comerciais a crescer bastante. “A empresa tem procurado distanciar-se de realidades do passado. Há muitos anos, a Ogma dependia de uma só actividade e a FAP era, quase só ela, responsável por todo o negócio da empresa. Transitar para uma outra realidade é bom e saudável para a Ogma”, diz Rodrigo Rosa, frisando que sair da dependência de uma linha muito assente na manutenção de aviões militares foi outra questão determinante para “equilibrar o negócio”.

“A nossa estratégia tem sido muito no sentido de nos estruturarmos de forma a atacar outros mercados que compensem possíveis dificuldades. E temos tido sucesso noutros mercados onde grandes concorrentes já estavam estabelecidos. Capacitámo-nos para ir para outros mercados”, afiança o presidente da empresa.

Os resultados dessa estratégia reflectiram-se já nos últimos exercícios e o impacto das dificuldades que atravessam alguns países africanos como Angola foi, de certo modo, atenuado. “Se dependêssemos só de um mercado estaríamos mal. Percebemos que teríamos de diversificar para minimizar riscos”, observa Rodrigo Rosa, citando exemplos como o contrato com a Força Aérea Francesa (dez anos de manutenção de aviões) e os contratos recentemente estabelecidos na Suécia e na Holanda.

Motores decisivos

Curiosamente, o maior contributo para a melhoria dos resultados da Ogma até resultou, em certa medida, das dificuldades previstas pela britânica Rolls Royce, o maior cliente da empresa portuguesa na área da reparação de motores, que alertou, em 2014, para uma previsível quebra de encomendas. “O mais diferenciador foi mesmo a linha de negócios de motores. Saímos para o mercado para desenvolver outros negócios que compensassem, mas o volume de negócio da Rolls Royce acabou por ser melhor do que eles estimavam. A nossa iniciativa de ir ao mercado para trazer novos negócios também foi bem-sucedida e contribuiu muito positivamente para este resultado”, salienta.

Já na área do fabrico, a Ogma está envolvida desde início no projecto do KC-390, um novo avião da Embraer que pretende ocupar o espaço do antigo C-130. A empresa portuguesa investiu 34 milhões de euros no projecto e ficou responsável pelo fabrico da fuselagem. Já produziu componentes para dois protótipos e inicia, este ano, o fabrico em série. O processo tem ficado, todavia, aquém das expectativas iniciais e revelou-se mais lento do que previsto. Até ao momento, a encomenda de 28 aeronaves para a Força Aérea Brasileira (FAB) será o único contrato já firmado, mas a FAB também atravessa dificuldades financeiras e reprogramou (atrasou) as entregas.

Ainda este ano, a Ogma vai inaugurar um novo hangar vocacionado para a pintura de aviões, que utiliza as mais modernas tecnologias e equipamento robotizado. Um investimento de oito milhões de euros que Rodrigo Rosa acredita que vai abrir novas perspectivas. “Nos últimos anos, investimos uma média de dez milhões de euros por ano. Agora, passamos a ter também a capacidade de ter um negócio de pintura. Com essa capacidade, precisamos de desenvolver mercado nesta área”, conclui.       

https://www.publico.pt/economia/noticia/ogma-aposta-em-novos-mercados-e-atinge-lucro-recorde-de-11-6-milhoes-1734876?page=-1
Título: Re: OGMA
Enviado por: nelson38899 em Fevereiro 02, 2017, 03:59:20 pm
Citar
A OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal, S. A. deu mais um passo para que o KC-390, aeronave de transporte multimissão concebida pela construtora aeronáutica brasileira Embraer, seja uma realidade a partir de 2018. A empresa portuguesa iniciou a entrega dos componentes destinados à primeira aeronave de série de um conjunto de 28 destinadas à Força Aérea Brasileira. O trabalho envolveu 50 pessoas de áreas diversas como produção, engenharia, qualidade e planeamento.

No total foram produzidos e entregues 10 painéis que compõem a fuselagem central do avião. Para além destes componentes estruturais, a OGMA enviará para o Brasil durante os primeiros quatro meses do ano as primeiras carenagens do trem de aterragem (sponsons) bem como os painéis em compósito que formam o seu revestimento. A junção dos painéis de fuselagem será realizada na fábrica da Embraer, localizada em Gavião Peixoto, no Brasil, estando previsto que a aeronave fique pronta no final de 2017.

Para Rodrigo Rosa, CEO e presidente da OGMA, “a entrega do primeiro kit de componentes para a produção em série do KC-390 constitui um marco para a OGMA e em particular para a Área de Negócio de Aeroestruturas. É o culminar do empenho e da dedicação de uma vasta equipa que tem dado o melhor de si para que o KC-390 seja uma realidade a partir de 2018”.

“Para a OGMA, 2018 será um ano duplamente marcante. No ano em que assinalaremos o Centenário, algo pouco comum no universo da indústria aeronáutica, a OGMA colocará o nome de Portugal a voar mais alto num dos mais importantes programas aeronáuticos a nível mundial”, afirma o CEO da OGMA.

Este é um dos projetos mais ambiciosos da Embraer e tem Portugal como maior parceiro internacional. Presente desde a fase inicial de conceção da aeronave, a OGMA tem contribuído decisivamente para o sucesso desta aeronave, nomeadamente no desenvolvimento e gestão de uma cadeia de fornecimento sustentada, competitiva e flexível, preferencialmente nacional.

A empresa líder da indústria aeronáutica portuguesa tem a seu cargo o fabrico da fuselagem central, fabrico e montagem dos sponsons direito e esquerdo (conjuntos com cerca de 12 metros de dimensão que compõem a carenagem do compartimento do trem de aterragem) bem como dos lemes de profundidade. Estas peças são fabricadas em material compósito e ligas metálicas.
(http://newsavia.com/wp-content/uploads/2017/02/OGMA-KC390-painel01-1-768x460.jpg)

http://newsavia.com/ogma-entrega-componentes-para-primeiro-aviao-kc-390-de-serie/
Título: Re: OGMA
Enviado por: Lusitano89 em Março 20, 2018, 01:24:58 pm
Ministro da Defesa insta OGMA a participar em projetos internacionais


(https://thumbs.web.sapo.io/?epic=OTIx6+Dv2MzvCasdOyMymLmCVAqRJGNN5aa1jHA93fRh/IFE11jsuMUEySXci6BN7DrQSiwFHITU/59vFhaf6Y0ZG9HYsZZm0l09NC5/Qj4DUWE=&W=800&H=0&delay_optim=1)


O ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, disse hoje na conferência que assinala o centenário da OGMA que a área da defesa pode criar riqueza e instou a empresa a participar em projetos internacionais.

“Portugal comprometeu-se junto da NATO e da União Europeia (UE) a reforçar o investimento na Defesa num movimento de adesão aos novos e exigentes desafios representados pelos avanços dramáticos ao nível da defesa europeia, e digo dramáticos no sentido naturalmente positivo”, disse Azeredo Lopes sublinhando os projetos que vão ser aprovados a nível europeu.

O ministro da Defesa recordou que recentemente a UE aprovou um pacote de 17 projetos multinacionais e que Portugal, na fase inicial, assumiu um compromisso de participação em pelo menos seis.

“A OGMA tem de pensar se porventura não tem um interesse estratégico fundamental em pensar na eventual projeção da empresa através da participação num projeto. Já agora se quiserem um ‘roadmap’ — a partir do terceiro de 2019 haverá novos projetos a serem apreciados pela União Europeia”, disse Azeredo Lopes.

Segundo o ministro tratam-se de oportunidades de investimento e de desenvolvimento tecnológico que a Europa nunca conheceu no plano da Defesa durante as últimas décadas.

“A Defesa é capaz de contribuir de forma muito relevante para o crescimento económico do nosso tecido empresarial. A Defesa Nacional gera valor, sobretudo no atual contexto que vivemos no continente”, disse Azeredo Lopes, sem especificar.

O ministro referiu-se também envolvimento da OGMA no processo de modernização dos (aparelhos) F16 e dos C130, na manutenção dos C130 e dos P3 da Força Aérea Portuguesa e de outros países.

Azeredo Lopes referiu-se também ao compromisso representado pelo Estado Português no reforço da capacidade do transporte aero tático e estratégico nacional e na concretização da aeronave KC390.

“Um grande contributo português ao nível da conceção, engenharia e produção e cujo sucesso negocial com vista à respetiva aquisição está a decorrer serenamente entre Portugal e a Embraer”, disse.

Na conferência em que participam empresários, militares, economistas e autarcas, entre outros, o presidente do Conselho de Administração da OGMA, Marco Tulio Pellegrini falou dos 100 anos da empresa que emprega atualmente cerca de 1.900 trabalhadores e disse que a indústria aeronáutica é uma área que permite crescimento.

“A indústria da aviação civil deve crescer 40%, na Europa, nos próximos anos 15 anos e é sem dúvida uma oportunidade para explorarmos o negócio e esse é o principal objetivo do nosso encontro de hoje”, disse Marco Pellegrini.

A conferência decorre nas instalações da OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal S.A., em Alverca, Vila Franca de Xira, e vai contar ainda com a participação do ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral.


>>>>>>>>>  https://24.sapo.pt/economia/artigos/ministro-da-defesa-insta-ogma-a-participar-em-projetos-internacionais
Título: Re: OGMA
Enviado por: oi661114 em Maio 03, 2018, 08:50:20 pm
Vamos a ver o que se vai passar com a aquisição pela Boeing da Embraer! E já agora com as fábricas de Évora!

Boeing conclui aquisição da brasileira Embraer. Como ficam as fábricas em Portugal?
António Freitas de Sousa
18:18

Portugal e Marrocos passam a ser duas geografias de grande importância para o grande rival do grupo europeu Airbus. O negócio foi uma resposta à compra da canadiana Bombardier pela Airbus.

Enquanto a Airbus faz sofrer algumas das suas unidades industriais por causa dos cortes na produção dos modelos militares A400M e C295 e do superjumbo civil A380, a sua grande rival norte-americana, a Boeing, concluiu esta semana a compra dos negócios civis (jatos para aviação executiva e aviões de médio porte de passageiros) do grupo brasileiro Embraer. A operação, que está a ser negociada desde o início do ano, pretende responder à aquisição pela Airbus dos negócios civis da canadiana Bombardier.

No quadro destas movimentações, Portugal e Marrocos ganham revelo. A Embraer possui três fábricas em Portugal. A primeira é a Ogma, em Lisboa, onde o grupo brasileiro detém 65%, com o restante capital ainda em mãos estatais. A empresa faz estruturas aéreas e fornece serviços de manutenção para aviões civis, militares, motores e outros componentes.

As outras duas fábricas onde a Boeing assumirá o controlo são aquelas que a própria Embraer construiu há cinco anos em Évora. São fábricas de última geração que operam desde 2013 e no ano passado completaram uma modernização no valor de 63 milhões, dos quais 23 milhões eram fundos da União Europeia.

A Boeing tem outra frente de crescimento em Marrocos. Desde 2001, o grupo norte-americano tem sido o parceiro de referência do governo do país para o desenvolvimento do polo aeronáutico de Casablanca – onde se encontram também grandes grupos franceses como o Safran, o Stelia (subsidiária da Airbus) ou o Sagem, entre outros.

Segundo várias fontes, o governo marroquino está disposto a apoiar com até 2 mil milhões de dólares (cerca de 1,66 mil milhões de euros) uma unidade industrial que eventualmente a Boeing possa vir a decidir ali construir. O governo decidiu ainda colocar à disposição do grupo norte-americano mais 500 milhões de dólares (417 milhões de euros) para atrair novas empresas – possivelmente suas fornecedoras – para o polo de Casa Blanca.


http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/boeing-conclui-aquisicao-da-brasileira-embraer-como-ficam-as-fabricas-em-portugal-301819
Título: Re: OGMA
Enviado por: Tikuna em Agosto 04, 2018, 10:37:44 pm
Pode ser que a OGMA fique com a manutenção de nossos C-130:

Parece que vai dar OGMA pros nossos C-130


[181301 C-130 Aircraft Maintenance] - Technical Phase

Lt Col RENATO ALVES DE OLIVEIRA   Solicitations   30 July 2018   
The President of Bidding Commission of the Brazilian Aeronautical Commission in Washington D.C. (“BACW”), located at 1701 22nd Street, N.W. - Washington, D.C. 20008 – USA, hereby notifies, to whom it may concern, that the bidders CASCADE received 19 points as its Technical Index and OGMA received 31 points as its Technical Index in accordance with the terms of the bid announcement 181301/CABW/2018 for the maintenance of aircraft C-130, for the provision of logistical support services for 12 (twelve) aircraft, excluding full T56A-15 engines, Aerial Fueling (REVO) and Modular Airborne Fire-fighting System (MAFFS), including the execution of maintenance services, repair and replacement of equipment, in accordance with terms, quantities, and other applicable requirements established in the solicitation package.

Notwithstanding, the participating bidders shall have 5 (five) business days to present any appeals to the qualification phase in accordance with Clause 36 of the IFB.
Título: Re: OGMA
Enviado por: Tikuna em Agosto 24, 2018, 03:06:13 pm
Pode ser que a OGMA fique com a manutenção de nossos C-130:

Parece que vai dar OGMA pros nossos C-130


[181301 C-130 Aircraft Maintenance] - Technical Phase

Lt Col RENATO ALVES DE OLIVEIRA   Solicitations   30 July 2018   
The President of Bidding Commission of the Brazilian Aeronautical Commission in Washington D.C. (“BACW”), located at 1701 22nd Street, N.W. - Washington, D.C. 20008 – USA, hereby notifies, to whom it may concern, that the bidders CASCADE received 19 points as its Technical Index and OGMA received 31 points as its Technical Index in accordance with the terms of the bid announcement 181301/CABW/2018 for the maintenance of aircraft C-130, for the provision of logistical support services for 12 (twelve) aircraft, excluding full T56A-15 engines, Aerial Fueling (REVO) and Modular Airborne Fire-fighting System (MAFFS), including the execution of maintenance services, repair and replacement of equipment, in accordance with terms, quantities, and other applicable requirements established in the solicitation package.

Notwithstanding, the participating bidders shall have 5 (five) business days to present any appeals to the qualification phase in accordance with Clause 36 of the IFB.

[181301 C-130 Aircraft Maintenance] - Price Proposal
Lt Col RENATO ALVES DE OLIVEIRA    Solicitations      22 August 2018      Hits: 2393
 The President of Bidding Commission of the Brazilian Aeronautical Commission in Washington D.C. (“BACW”), located at 1701 22nd Street, N.W. - Washington, D.C. 20008 – USA, hereby notifies, to whom it may concern, that the bidders CASCADE received 16 points as its Price Index and OGMA received 17 points as its PRICE INDEX (IP) in accordance with the terms of the bid announcement 181301/CABW/2018 for the maintenance of aircraft C-130, for the provision of logistical support services for 12 (twelve) aircraft, excluding full T56A-15  engines, Aerial Fueling (REVO) and Modular Airborne Fire-fighting System (MAFFS), including the execution of maintenance services, repair and replacement of equipment, in accordance with terms, quantities, and other applicable requirements established in the solicitation package.

Moreover, based on the DIRMAB’s Technical Opinion IFB181301/DIRMAB/004, and in accordance with the terms of the solicitation package, the bidder CASCADE obtained 17.2 points and OGMA obtained 22.6 points as their GENERAL INDEX (IG).

Notwithstanding, the participating bidders shall have 5 (five) business days to present any appeals to the qualification phase in accordance with Clause 36 of the IFB
Título: Re: OGMA
Enviado por: Tikuna em Setembro 19, 2018, 02:03:50 pm
Ogma ganhou o contrato brasileiro para manutenir 12 de nossos C-130


181301 C-130 Aircraft Maintenance] - Final Result
Col LEONARDO GUEDES    Solicitations      11 September 2018      Hits: 2619
In accordance with clause 16 of the Invitation for Bid 181301/CABW/2018, the Chief of the of the Brazilian Aeronautical Commission in Washington D.C. (“BACW”), hereby notifies, to whom it may concern that the solicitation for the maintenance of aircraft C-130 for the provision of logistical support services for 12 (twelve) aircrafts is RAFITIED and AWARDED to OGMA with the General Index (IG) of 22.6


https://www.cabwnews.com/index.php/solicitations/158-181301-c-130-aricraft-maintenance.html
Título: Re: OGMA
Enviado por: jpthiran em Setembro 19, 2018, 04:51:07 pm
excelente notícia...
bom para Portugal e para o Brasil...
venham mais negócios destes...
Título: Re: OGMA
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 13, 2019, 04:17:35 pm
OGMA recebe primeiro C-130 da Força Aérea Brasileira (Full Fleet Support)

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2019/01/gordo61-C-130-Hercules-OGMA-jan2019.jpg)
A escolha da OGMA pela Força Aérea Brasileira é prova do reconhecimento internacional do know-how da empresa portuguesa neste tipo de aeronave, para a qual tem mais de 40 anos de experiência, contando nos seus efetivos com técnicos altamente especializados e preparados para responder às mais variadas necessidades de manutenção neste produto.

Citar
A primeira de 12 aeronaves Lockheed C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB), destinadas a um programa de Full Fleet Support, chegou às instalações da OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal , em Alverca do Ribatejo, na semana passada (dia 3 de janeiro).

Este é o primeiro passo de vários que serão dados ao longo dos próximos cinco anos na manutenção de frota e suporte logístico à frota de C-130 da Força Aérea Brasileira, anuncia um comunicado distribuída pela OGMA .

O contrato está avaliado em cerca de 85 milhões de euros (98 milhões de dólares) para a OGMA e terá a duração de cinco anos.

Inclui a gestão da frota, suporte logístico, realização de manutenções programadas, substituição e reparação de equipamentos e fornecimento de componentes.

Estão dentro do âmbito deste contrato as aeronaves operadas pela FAB, sediadas no Rio de Janeiro, no Brasil: oito C-130H, dois C-130H2 (aeronaves com equipamentos de combate a incêndios) e dois KC-130H (de reabastecimento aéreo).

A Força Aérea Brasileira escolheu a OGMA para a manutenção da sua frota de C-130 Hércules.

A empresa portuguesa superou a concorrência num concurso internacional promovido pela Comissão Aeronáutica Brasileira, sediada em Washington.

A escolha da OGMA pela Força Aérea Brasileira é prova do reconhecimento internacional do know-how da empresa portuguesa neste tipo de aeronave, para a qual tem mais de 40 anos de experiência, contando nos seus efetivos com técnicos altamente especializados e preparados para responder às mais variadas necessidades de manutenção neste produto.

A OGMA faz manutenção de aeronaves C-130 militares para as forças aéreas de vários países, nomeadamente da Europa, África e Ásia.

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/ogma-recebe-primeiro-c-130-da-forca-aerea-brasileira-full-fleet-support/
Título: Re: OGMA
Enviado por: Barlovento em Junho 07, 2019, 01:12:15 pm
OGMA se adjudica el contrato para la revisión de tercer nivel de 4 C-130 del Ejército del Aire español, con opción a un 5° avión.

http://www.infodefensa.com/es/2019/06/07/noticia-portuguesa-mantendra-hercules-espanoles-millones.html
Título: Re: OGMA
Enviado por: HSMW em Setembro 28, 2019, 07:04:08 pm

História das OGMA.