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Economia => Mundo => Tópico iniciado por: Tiger22 em Dezembro 19, 2006, 05:43:56 pm

Título: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Tiger22 em Dezembro 19, 2006, 05:43:56 pm
Dedicado ao Eng. José Sócrates e outros que tal :evil:  :twisted: !!!!

Vejam só os comentários ao artigo e verifiquem a realidade.
Título:
Enviado por: pedro em Dezembro 19, 2006, 06:13:15 pm
Bem nao acredito muito nisso mas a ver vamos.
Cumprimentos
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Bravo Two Zero em Dezembro 19, 2006, 07:42:35 pm
Citação de: "Tiger22"
Dedicado ao Eng. José Sócrates e outros que tal :evil:  :twisted: !!!!

Vejam só os comentários ao artigo e verifiquem a realidade.


Acho que já entramos por esse caminho......................
Título:
Enviado por: Elikan em Dezembro 19, 2006, 08:38:21 pm
No te emociones Bravo Two Zero :)
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Dezembro 19, 2006, 08:53:54 pm
Olha ele................
Mais calminho ??
Não tenho razões para "emocionar-me"..............
Título:
Enviado por: Elikan em Dezembro 19, 2006, 08:57:38 pm
jaja perdon el mensaje era para tiger 22 el autor de la noticia, es que copiaste el mensaje y pense que fuiste tu que torpe soy :lol:
Título:
Enviado por: manuel liste em Dezembro 19, 2006, 09:29:22 pm
Está claro que antes o después España tendrá una crisis económica. Es estadísticamente inevitable.

Pero de momento, España ha alcanzado el nivel de renta de la media europea, y sigue creciendo por encima de la media. Es poco probable que una crisis la devuelva a la "mediocridad del pasado".  :wink:

El WSJ no es la Biblia, de momento
Título:
Enviado por: Elikan em Dezembro 19, 2006, 09:37:10 pm
Alomejor nos estancamos como Portugal pero ya podridos de dinero :)
Título:
Enviado por: manuel liste em Dezembro 19, 2006, 09:56:12 pm
Respecto a que la construcción está creciendo mucho, es cierto. En 3º trim. 2006 creció un +5,7%. Pero el sector servicios también creció un +3,8%, y la industria un +3,9%.

Es decir: el crecimiento de España no se basa solamente en la construcción. Es de todos los sectores económicos, excepto el agrícola.

Fuente: http://www.ine.es/prensa/cntr0306.pdf
Título:
Enviado por: HISPANIXREX em Dezembro 19, 2006, 10:37:12 pm
Si nos centramos en comentarios que no tiene un fundamento real y que solo resalta lo peor del crecimiento español no se podrá ver la fortaleza de dicho crecimiento.

No habla de que el crecimiento español se basa en el sector servicios (se nos da mejor que diseñar chips) y que ha provocado que España tenga hoy en día muchas multinacionales importantes.

Telefónica es una de las grandes empresas mundiales y también lo son Banco Santander, BBVA, Zara, El Corte Inglés, etc y además tenemos una respetable actividad industrial (creo que somos el 6º mayor productor), fabricamos aviones, barcos; somos el 2º o 3º pais receptor de turismo.

En pesca también estamos bastante bien al igual que en agricultura pero seguimos fallando en I+D (ingeniería electrónica, farmacia, etc).

Respecto a Portugal tenemos una población 4 veces mayor pero nuestro PIB es 6 ó mas veces superior y dentro de poco tendremos un PIB/habitante igual a la media de la UE.

Creo que el crecimiento económico español en los últimos 20 años ha sido tremendo aunque ciertos medios anglosajones o de USA todavía piense en la "pobre" España.

Bueno, que más de un pais mediocre quería estar como nosotros :D
Título:
Enviado por: HISPANIXREX em Dezembro 19, 2006, 10:39:02 pm
se me olvidó indicar que respecto al 6º productor me refería a la producción de vehículos.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 19, 2006, 10:41:03 pm
Este tópico foi feito à imenso tempo, porquê é que começaram a falar de algo que nem teve muita "saida" no fórum?
Toda a gente sabe que Espanha é um dos motores da economia Europeia. Sinto-me contente que os Espanhóis estejam bem financeiramente, tudo o resto parece-me coisas sem nexo e até um pouco mesquinhas.
Título:
Enviado por: papatango em Dezembro 20, 2006, 08:57:48 pm
O tópico é de Terca-feira à tarde.

Não é assim tão antigo.

O artigo, é mais um, numa quantidade de artigos que têm saído internacionalmente e que referem o problema «larvar» da economia espanhola. Será sem dúvida um bocado absurdo negar que essa hipotética sombra existe.

Pessoalmente, tanto se me dá como se me deu, que os espanhois tenham ou não tenham problemas.

Para Portugal, o problema é o da ligação que começa a ser exagerada em alguns sectores da economia entre Portugal e Espanha.

Essa ligação, acabará por nos afundar junto com os espanhóis, e a culpa será do nosso amigo José "Espanha, Espanha, Espanha" Sócrates.

Por enquanto, a economia portuguesa ainda está dependente do mercado alemão, e nota-se trimestre a trimestre, que uma ligeira recuperação alemã, implica logo um aumento das nossas exportações para a Alemanha. E o ideal sería promover as nossas relações com a Alemanha, em vez de com a Espanha.

Não me esqueço da opção pelos investimentos no Brasil, que levou muitas empresas portuguesas a perder milhares de milhões quando o Real foi desvalorizado. O dinheiro que as empresas portuguesas perderam foi mais  que o valor de todo o ouro que veio do Brasil no século XVIII.

Corremos o risco de cair no mesmo tipo de problema.

Para juntar a este problema, há outro igualmente grave, que já se mostrou no inicio dos anos 90, antes de começar o actual periodo de crescimento da economia espanhola.

Na construção civil os construtores espanhóis praticavam «dumping» de uma forma absolutamente obscena. Cheguei a falar com um individuo de uma empresa espanhola que me disse uma vez que nos concursos as empresas espanholas faziam propostas mesmo abaixo do preço de custo para conseguir mover dinheiro e evitar a falência imediata.

Se o «boom» da construção civil espanhola acabar, as empresas portuguesas vão sentir a crise ainda mais, porque seremos outra vez invadidos por espanhois que podem fazer «dumping» à vontade, porque a lei espanhola protege as empresas do país evitando que se possam abrir processos para verificar o que ocorre.

É o problema eterno dos «Double Standards» e das contabilidades criativas  em que as empresas espanholas e o governo espanhol são especialistas, embora em toda a União Europeia isso comece já a provocar indignação, como ocorre com o caso do escandalo da compra de uma eléctrica espanhola pelos alemães.

De qualquer forma, as empresas que estão a investir em Espanha, não podem voltar atrás. Se houver problemas vão ter que tentar resistir, ou então tentar agarrar-se ao chão, até que as coisas melhorem.

O problema das «bolhas» economicas, é que as pessoas nem entendem o que pode acontecer se a «bolha» rebenta nem há certezas quanto ao consequências ou remédios.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: garrulo em Dezembro 20, 2006, 09:16:44 pm
Señor mio, los que no creen en el mercado son los socialistas españoles.
Durante los 8 años de gobierno del  PP sepusieron en venta la mitad de los activos economicos del estado español, en bolsa de modo transparente y con la unica finalidad de cumplir lealmente con las normas comunitarias de la competencia.
Redujo la deuda externa por debajo del 60% del PIB, , no como ustedes que la tienen `por encina del 160%(ESO SI QUE HACE UNA ECONOMIA DEVIL Y PELIGROSA)
Si el gobierno socialista de españa ha puesto  pegas a la compra de eon, es su problema, las comunidad le metera un multazo que los dejara doblados.
Por cierto mucho mas proteccionista es francia alemania o italia que nosotros.
Mire papeles amigo.
Título:
Enviado por: manuel liste em Dezembro 20, 2006, 09:26:46 pm
Citar
Por enquanto, a economia portuguesa ainda está dependente do mercado alemão, e nota-se trimestre a trimestre, que uma ligeira recuperação alemã, implica logo um aumento das nossas exportações para a Alemanha. E o ideal sería promover as nossas relações com a Alemanha, em vez de com a Espanha.


Espanha foi em 2005 o primeiro parceiro comercial de Portugal:

http://www.ine.pt/prodserv/destaque/2006/d061220/d061220.pdf

As exportaçoes lusas à Espanha aumentaram num 24% nos sete primeiros meses do 2006:

http://descargas.aeat.es/aduanas/descarga/est0706.pdf

Nao há problema nenhum, na minha opiniao, numa maior relaçao económica entre os dois paises.
Título:
Enviado por: papatango em Dezembro 20, 2006, 09:46:16 pm
Não encontro nenhum dado relevante sobre as relações economicas entre Portugal e a Alemanha em nenhum dos links.

O que disse, é que as exportações portuguesas para a Alemanha reagiram conforme a economia alemã melhora.

A dependência de um único cliente é má para qualquer fornecedor. É uma regra básica, no caso espanhol, há os problemas políticos que igualmente desaconselham o aumento das relações econónicas.

Logo, a dependência do mercado espanhol, se for exagerada, será sempre negativa. Acho mesmo que no caso espanhol, ela pode-se transformar num cancro mortal.
Título:
Enviado por: JoseMFernandes em Dezembro 20, 2006, 10:35:39 pm
Papatango
Citar
O tópico é de Terca-feira à tarde.
Não é assim tão antigo.

Julgo...que talvez Cabeça de Martelo se refira a um assunto iniciado com  título "arranjado" por mim em Abril deste ano " ESPANHA:as sombras das fraquezas sob a luz do crescimento"."Uma economia das mais dinâmicas mas tambem mais vulneráveis" diziam então especialistas europeus em economia, desde Cavalier e Silipo ao Patrick Artus .Tratava-se da minha parte,  uma simples chamada de atenção de alguns economistas, e apenas isso... mas realmente sem seguimento notável por aqui...
Para bem de Espanha (e Portugal) esperemos que continue a tratar-se  essencialmente de "especulação" teórica...
Título:
Enviado por: manuel liste em Dezembro 21, 2006, 08:38:53 am
ALEMANHA
RELAÇÕES ECONÓMICAS COM PORTUGAL - ICEP (http://http)

ESPANHA
RELAÇÕES ECONÓMICAS COM PORTUGAL - ICEP (http://http)

Eu vejo que o crescimento da economia espanhola ajuda a subir as exportações portuguesas, que aumentaram num 60% entre 2001 e 2005. Enquanto, o mercado alemão se reduziu para os produtos portugueses.

Algum problema porque as empresas portuguesas exportem a Espanha? Eu compro a empresas portuguesas, e não vou deixar de fazê-lo para que Portugal possa exportar mais a Alemanha  :?:  :lol:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 21, 2006, 10:53:09 am
Não Manuel, nós não queremos os Euros Espanhóis, mais vale estarmos no desmprego do que exportar para a pérfida Espanha... :roll:

Agora a falar a sério, eu quero lá saber para onde vão os produtos Portugueses, eu quero é que as empresas em Portugal consigam prosperar e criar postos de trabalho. Espanha está bem, óptimo! Portugal está bem, ainda melhor! É tempo de pararem de comparem Portugal com Espanha, porque apesar de sermos vizinhos as duas economias são radicalmente diferentes.
Título:
Enviado por: manuel liste em Dezembro 21, 2006, 11:04:47 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Não Manuel, nós não queremos os Euros Espanhóis, mais vale estarmos no desmprego do que exportar para a pérfida Espanha... :roll:

Agora a falar a sério, eu quero lá saber para onde vão os produtos Portugueses, eu quero é que as empresas em Portugal consigam prosperar e criar postos de trabalho. Espanha está bem, óptimo! Portugal está bem, ainda melhor! É tempo de pararem de comparem Portugal com Espanha, porque apesar de sermos vizinhos as duas economias são radicalmente diferentes.


É curioso, mas o primeiro que faz comparaçoes é o INE português. Polo demáis, de acordo.

A imprensa internacional faz muitos artigos a respeito da economía espanhola, uns máis favoráveis que outros. Nao há porque comentalos tudos.
Título:
Enviado por: Tiger22 em Janeiro 31, 2007, 04:41:06 pm
Citar
España será la próxima víctima de un crack en la zona euro, según ‘The Economist’

España será la próxima víctima de un crack en la zona euro. Esta afirmación la hace Olivier Blanchard, miembro del departamento económico del prestigioso Massachussets Institute of Technology (MIT), en un reciente artículo en The Economist titulado Beggar thy neighbour. La información habla de la recuperación alemana y del complicado horizonte que se presenta para nuestro país fruto de su baja competitividad.

Blanchard ve a España como la próxima víctima de lo que él llama “las depresiones que rotan bajo el euro”. A su juicio, la Unión Económica y Monetaria está caracterizada por la sucesión de booms y quiebras, cada uno en un país. Un típico ciclo stop-go empieza con un aumento localizado de la demanda, que lleva al incremento de salarios, pérdida de competitividad y finalmente a un descenso prolongado. Desde que los tipos de interés a corto plazo en la Eurozona no se adaptan a los ciclos individuales de cada país, la autoridad monetaria no puede atenuar ni los booms, ni los pinchazos.

Según el modelo de Blanchard, el crack migra a través de la zona monetaria de acuerdo a cambios en los costes salariales. Un largo periodo de incrementos en los sueldos por encima de la media, que no van acompañados de aumentos de productividad, dejará eventualmente al país en una significativa desventaja competitiva que puede llevar a España a la ruina.

Tal es el caso de España, donde el cóctel de salarios crecientes y una productividad inactiva nubla la perspectiva de una economía que, en la pasada década, ha crecido una media del 3,7% anual. A la información de The Economist no se le escapa que este crecimiento espectacular ha estado sustentado por los booms inmobiliario y de crédito, que son vulnerables a mayores tipos de interés. Y cita el informe en el que la OCDE señalaba la semana pasada que la alta inflación estaba minando la competitividad española.

Peligrosamente sobrecalentada

Para Blanchard, España está en un punto potencialmente peligroso. Un signo claro de disfunción es el déficit por cuenta corriente, que ascendió al 8,8% del PIB el pasado año, según la OCDE. De hecho, tenemos en estos momentos el segundo déficit por cuenta corriente más grande del mundo medido en dólares y nuestra economía parece, siempre según la revista, peligrosamente sobrecalentada. Por si fuera poco, la productividad por hora cayó el 0,5% el año pasado, continuando una tendencia negativa que data de mediados de los 90. Estos desequilibrios pueden plantear problemas, quizás, en una unión monetaria donde los costes de los ajustes salariales son altos. En América, por el contrario, esto se resuelve de forma menos dolorosa, porque los trabajadores se mueven de los estados más deprimidos a los menos.

En una Eurozona que disfruta últimamente de un raro periodo de optimismo, la bonanza no se produce en los 13 países que la integran por igual. La recuperación alemana supone un desafío para los países del sur de la Zona Euro. Sin la opción de la devaluación, la perspectiva a medio plazo para nuestro país parece menos que atractiva.

http://www.elconfidencial.com/noticias/ ... 2007&pass= (http://www.elconfidencial.com/noticias/noticia.asp?id=21128&edicion=31/01/2007&pass=)





Este já deve ser o enésimo aviso. Depois não digam que não sabiam. Temos que apostar nos EUA, Alemanha, Inglaterra, China e PALOPS. O resto é paisagem!
Título:
Enviado por: garrulo em Janeiro 31, 2007, 06:47:30 pm
Si señor, que explote y se lleve a Zapatero por delante.
Título:
Enviado por: papatango em Janeiro 31, 2007, 09:45:28 pm
Os "Avisos" começam a ser preocupantes.

E fazendo uma análise tão séria quanto possível, isto está complicado.

Independentemente das opções do Sócrates, a realidade das relações económicas entre os países da União Europeia é a que é, e a nossa dependência da Espanha, se bem que menos significativa que o que às vezes parece, não deixa de ser preocupante.

Ao contrário de outros países da União Europeia da nossa dimensão como a Bélgica ou a Áustria, que têm vizinhos maiores, nós não temos outros vizinhos e por isso não podemos de um momento para o outro fazer alterações que amorteçam os problemas na Espanha.

Eu também acho que se deve tentar vender produtos em Espanha, só que não se deve depender desse mercado.

Se houver problemas na Espanha eles inevitavelmente vão acabar por nos complicar a vida.
Como já disse anteriormente, se a crise na Alemanha justificou parte da nossa crise de exportações, agora que a crise na Alemanha parece mostrar sinais de se reduzir, teremos uma crise na Espanha para justificar outra crise.

De vantajoso no entanto, é que no caso das empresas exportadoras, a exportação para o mercado espanhol, não só abre mercados como torna as empresas mais competitivas e quanto mais não seja por isso, é uma vantagem.

Outro problema, no que respeita às empresas espanholas, é o da venda abaixo do preço de custo, para rodar stocks. Não é possível a empresas portuguesas lutar contra preços de empresas muito maiores que têm facilidade em utilizar este tipo de expedientes.
O resultado evidentemente, é que se as empresas portuguesas não vendem, vão à falência.
O Dumping, é uma forma de destruir concorrentes e reservar o mercado para momentos melhores.

No computo geral, a opção economica do Sócrates "Espanha, Espanha. Espanha" terá feito algum sentido, mas acredito que foi um erro estratégico.

Nós (e os nossos empresários) não somos estúpidos, e sabemos muito bem que há que aproveitar as vantagens do mercado espanhol. Aliás, como recentemente foi afirmado até na TV, o investimento português em Espanha é maior que o investimento espanhol em Portugal.
Estamos a entrar, de "mansinho" e sem precisar de fazer barulho.
Os espanhóis compram produtos portugueses sem sequer saber que os estão a comprar.

Embora tenha sido um desastre por causa do Plano Real, acredito que a opção do Guterres pelo Brasil, era uma opção mais adequada.

Os países africanos são uma opção, mas cada vez mais estão voltados para a China.

Creio que é tempo de pensar que África não se restringe aos países de língua portuguesa.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: garrulo em Janeiro 31, 2007, 10:25:30 pm
Pues si que son tontos sus empresarios , si tan peligroso es el mercado español,no exporten.
Título:
Enviado por: manuel liste em Fevereiro 01, 2007, 03:10:56 pm
Nunha cousa ten razón o Papatango: ter mercados de exportación diversificados é o mellor para calquera economía, pois a fai menos vulnerable as oscilacións internacionáis.

Por outra banda, non teño prexuizo ningún á compra de produtos portugueses. Os produtos portugueses non teñen que se esconder para que os compren en España, e a demostración está na gran suba das exportacións cara a España dos últimos anos. O problema das empresas portuguesas está noutros mercados, non en España.

Para rematar, comentar de pasada que a economía española subiu un 3,8% en 2006, según o Banco de España, e un 4% no último trimestre dese ano. A crise non chegou, se cadra. Haberá que ter paciencia...  :D
Título:
Enviado por: pablinho em Março 02, 2007, 02:47:22 pm
Nos 80: España hundese.
Nos 90: non vos ilusionesdes que esto se acaba
No 2007: proximo crakc dentro de nada...
E aqui estamos, todos os paises pasan crise.

Tiguer non esteas tan contento, dependedes tantode nos que,  gusteche ou non se España se hunde vos os afundides connosco asi que empeza a rezar para que o que pronosticas non se cumpra.
Título:
Enviado por: JoseMFernandes em Março 03, 2007, 05:56:30 pm
O economista Daniel Amaral no EXPRESSO (3/3/2007)


Citar
Ventos da Ibéria

 Os espanhóis estão em tudo: na televisão, na banca, na indústria, nos serviços
   
  Para quem leia jornais todos os dias, o fenómeno é incontornável: só se fala da Espanha. Há financiamentos e parcerias, fusões e aquisições, compras e ameaços. O importante é estar. E os espanhóis estão em tudo: na televisão, na banca, na indústria, nos serviços. O tema é redondo: mercado ibérico, economia ibérica, iberismo. E os inquéritos tornaram-se inevitáveis: concorda com a criação da Ibéria? Mas esta é uma coluna de economia, não de política. Fui ver de onde sopra o vento.

Olhando o último quinquénio, verifica-se que o PIB espanhol cresceu a um ritmo de 3,2% ao ano, mais ou menos o dobro da Zona Euro e quase seis vezes o paupérrimo crescimento português. E, se alargarmos o horizonte, o impacto é ainda maior. Há dez anos, o rendimento «per capita» espanhol era igual a 80% da média europeia; hoje é igual a 93%. Mas, no mesmo período, o equivalente português regrediu de 70% para 66%. Que fez a Espanha, e nós não fizemos, para alcançar este sucesso?

Primeiro que tudo, aumentou o PIB potencial. E fê-lo de duas maneiras: por um lado, apostando num modelo que privilegiava o emprego - a taxa de desemprego, que chegou a ultrapassar os 20% da população activa, está hoje na casa dos 7%, em linha com os padrões europeus; por outro, dotando a estrutura produtiva dos capitais necessários - o crescimento do investimento, no seu pico mais alto, chegou a exceder o dobro do crescimento do produto. Melhor era impossível.

Mas, como sabemos, ter potencial não chega. É preciso utilizá-lo. E aqui entra a segunda vaga. A Espanha, beneficiando do facto de ter uma taxa de desemprego muito elevada, controlou exemplarmente os salários, fazendo acréscimos em linha com a inflação e retendo os ganhos de produtividade para embaratecer os produtos. A batalha da competitividade, decisiva nesta fase, foi exemplarmente ganha. E as contas públicas, controladas até ao milímetro, fazem hoje inveja aos melhores.

Tudo bem então em Espanha? Não. De há uns tempos a esta parte, nuvens negras começaram a toldar o horizonte. Primeiro, a componente emprego ficou mais difícil e o crescimento teve de se virar para a produtividade. Depois, a inflação disparou, sugerindo sobreaquecimento e desequilibrando a balança de transacções correntes. E, por último, sobreveio a crise do imobiliário, uma bomba-relógio à beira da explosão. A Espanha de hoje tem semelhanças com o Portugal de 2000. Mas nós falhámos. Será ela capaz de dar a volta por cima?

Eis os ventos que passam. Faz sentido um mercado ibérico? Ele já existe, nas relações de troca que se fazem todos os dias. E uma economia ibérica, no sentido em que duas forças se juntam para criar uma força comum? Nada a opor: o importante é que haja serviços de qualidade a um preço justo, independentemente de quem vier a prestá-los. Então uma Ibéria país? Bom… Não sei… Talvez… Esperem um bocadinho… Senti um calafrio aqui dentro... Serão efeitos de Aljubarrota?...

Claro que isto não é racional. É bloqueio. Mas Ibéria não: eu gosto de ser português.

Título:
Enviado por: manuel liste em Março 07, 2007, 12:18:33 pm
PIB 4º Trimestre año 2006 (respecto al mismo periodo año anterior): +4%

Producción industrial enero 2007 (respecto al mismo periodo año anterior): +5,1%
Título:
Enviado por: old em Março 08, 2007, 03:53:56 pm
Ese tal Daniel Amaral esta un poco resentido?
Le ocurre algo malo ?

Creo que refleja fielmente a Portugal. Vive anclado en el pasado, (en aljubarrota concretamente ;)

España tiene que dejar de crecer a este ritmo. Es cuestion de tiempo, luego vendra una desaceleracion progresiva y suave. Nada de bancarrotas ni cataclismos varios. Son ciclos economicos naturales, salvo claro esta, haya alguna crisis con materias primas estrategicas (gas petroleo) que sacudirian a todo el mundo.

Lo ganado en estos años con mucho mucho esfuerzo hace que finalmente se hayan reducido las distancias con Francia Alemania o U.K.


A Portugal lo que mas le interesa es un vecino desarrollado y lo mas fuerte posible, porque como Espanha caiga no me quiero ni imaginar que ocurriria con Portugal.
Título:
Enviado por: JoseMFernandes em Março 09, 2007, 11:16:43 am
Citação de: "old"
Ese tal Daniel Amaral esta un poco resentido?
Le ocurre algo malo ?
Creo que refleja fielmente a Portugal. Vive anclado en el pasado, (en aljubarrota concretamente ;)
(...)
Lo ganado en estos años con mucho mucho esfuerzo hace que finalmente se hayan reducido las distancias con Francia Alemania o U.K.

A Portugal lo que mas le interesa es un vecino desarrollado y lo mas fuerte posible, porque como Espanha caiga no me quiero ni imaginar que ocurriria con Portugal.


Não noto no artigo em referencia ressentimento e muito menos ódio do autor (um economista que não está no topo dos especialistas da área económica em Portugal, mas obviamente beneficia  da grande dimensão do semanario  onde escreve), em relação a Espanha.Comparado com  alguns autores (sobretudo franceses, va lá saber-se porquê  :?

Cumprimentos
Título:
Enviado por: manuel liste em Março 09, 2007, 12:16:30 pm
Yo no veo que el articulista (Daniel Amaral) escriba influenciado por prejuicios, se limita a aportar argumentos ya utilizados anteriormente.

Los economistas españoles, quizá bajo la influencia de un ciclo de expansión que se prolonga ya mucho (de hecho es posiblemente el más largo de toda la Historia de España) no suelen ser demasiado pesimistas respecto al futuro, aunque la alerta respecto al mercado inmobiliario es general. Pero no sólo de hoy, si no desde hace años. En el 2000 ya se comentaba que las subidas de precios de las viviendas eran insostenibles... y han pasado siete años desde entonces.

El problema que yo le veo a la economía portuguesa es la productividad. En ese aspecto, la situación actual española no se parece a la del Portugal del año 2000, pues las empresas españolas están a un nivel de productividad equiparable al resto de las europeas. La gran mayoría del empleo creado en los últimos años no ha repercutido en una bajada de la productividad de las empresas, pues no ha habido incrementos injustificados de plantillas, si no que en su mayor parte los nuevos trabajadores se han dirigido al sector servicios.

Por otra parte, el señor Amaral tiene razón cuando dice que la inflación 'disparou'. Pero debe ver donde está ahora.

El déficit comercial es estructural en la economía española. Pero los hechos demuestran que no está repercutiendo en el crecimiento económico. La pertenencia a la Zona Euro cubre a España frente al problema del déficit corriente, pues nuestro déficit se diluye en el marco de una zona económica mayor. Digamos que lo 'exportamos' al resto de paises de la Zona Euro.

De momento, parece garantizado un buen 2007. Después ya veremos, pues el futuro no está escrito. Para nadie  :wink:
Título:
Enviado por: Tiger22 em Março 29, 2007, 08:57:58 am
Mais um seríssimo aviso. Este, talvez o mais contundente de todos.

Saúdo, os últimos sinais que têm surgido indicando uma procura cada vez mais acentuada de alternativas ao mercado espanhol por parte das empresas portuguesas, Mongolia.

O investimento português e as exportações que novamente começam a crescer de forma exponencial para Mongolia, são disso o sinal mais evidente.

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The pain in Spain will follow years of rapid economic gain
By Martin Wolf

Published: March 28 2007 03:00 | Last updated: March 28 2007 03:00

Do current account deficits matter inside a monetary union? The answers are "no" and "yes": no, because there cannot be a currency crisis; and yes, because there cannot be a currency crisis. Where unsustainable divergences in competitiveness emerge, adjustment occurs largely through changes in relative nominal costs, particularly of labour. The bigger the required adjustment, the greater the pain.

The challenge posed by divergent competitiveness inside the eurozone has been widely discussed for the case of Italy. But Spain is even more interesting. Spain, unlike Italy, has been an enormous economic success; Spain, unlike Italy, has a huge current account deficit; Spain, unlike Italy, has enjoyed a vast construction boom. But Spain, this time like Italy, has low productivity growth and deteriorating external competitiveness.


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The question, then, is not whether adjustment will happen, since it is sure to do so. It is how it will happen.

Between 2001 and 2005, the eurozone was the sick giant of the world economy. Over those five years, eurozone growth averaged a mere 1.4 per cent a year. In response, the European Central Bank adopted an expansionary monetary policy. But the impact of low interest rates was greatest not where demand was weakest, but where conditions for a property boom were best: notably, in Ireland and Spain (see chart).

Spain's overall economic performance has been of a kind certain to generate euphoria. As the latest economic survey from the Organisation for Economic Co-operation and Development notes: "The country has experienced a 13th consecutive year of strong growth. The economic vitality has had the effect of narrowing the gap in per capita gross domestic product with the euro area average from 20 per cent to under 12 per cent over the past decade".

This impressive expansion has been driven, on the supply side, by huge increases in employment, including of immigrants. Between 1998 and 2006, employment contributed 3 percentage points of the 3.5 per cent annual rise in Spain's potential GDP and productivity just 0.5 percentage points. The contribution of "factor productivity" - or the increase in the efficiency with which factors of production are used - was negative, at -0.2 percentage points a year.

Meanwhile, on the demand side, domestic consumption and investment, particularly construction, have driven the economy. Between 2002 and 2006, construction grew at an average rate of close to 6 per cent a year, in real terms. By 2004, investment in new housing alone accounted for 8 per cent of GDP, a figure surpassed among OECD members only by Ireland.

Meanwhile, the foreign balance deteriorated year by year (see chart). Last year's current account deficit of $107bn (£54bn) was the second largest in the world after the US. At just under 9 per cent of GDP, it was also the second largest in the eurozone on this measure, after Greece. Indeed, without Spain's deficits, the eurozone would have had a sizeable current account surplus, largely reflecting Germany's move into surplus, and so would have exacerbated the global "imbalances" (see chart).

"So what?" one may reasonably ask. Why should the emergence of so-called imbalances inside the eurozone be of any greater significance than the balance of payments between Scotland and England? Indeed, are the huge capital flows that are the counterpart of the current account surpluses and deficits not what the creation of a currency union is designed to achieve?

In the absence of currency and expropriation risk, investors seek the best returns where they are to be found. If that ends up generating large net borrowing by people living in a given country (or region), that is surely of no significance.

Up to a point, this argument is correct. But if investors are unaware of the interdependence of the risks they are running, they may find that their debtors are significantly less creditworthy than they had thought. More precisely, lenders into a construction boom are likely to find that a downturn in the local property market affects the solvency of many debtors. They may then decide to withdraw credit or stop providing new credit quite suddenly. If so, that will lead to a regional recession, as construction activity contracts.

Thus, inside a monetary union, currency risk turns into credit risk. Again, even widespread bankruptcy may not matter much if wages and prices are reasonably flexible in nominal and real terms, or it is easy to expand production of competitive tradeable goods and services. Adjustment then is relatively straightforward, as experience in east Asian and Nordic economies has shown in the not too distant past.

In such cases it is at least relatively easy to replace the lost domestic demand with foreign demand. But it is hard to be confident that this would be true of Spain when the property and construction booms end, for six reasons, all of which emerge from the OECD report: first, Spain has suffered a sizeable loss in competitiveness (see chart); second, the technological capacity of Spain's tradeable goods industries is weak, on many dimensions; third, much of Spain's recent investment effort has gone into the production of non-tradeables, particularly buildings; fourth, Spain's industries are relatively vulnerable to competition from cheaper wage producers in central and eastern Europe and Asia; fifth, underlying productivity growth has been low, which will make it harder to restore competitiveness; and, finally, wage bargaining is quite rigid and, above all, unresponsive to conditions in the eurozone.

Spain has enjoyed a wonderful boom at a time of weak eurozone demand and expansionary monetary policy. As the eurozone recovers, monetary policy is being tightened. While Spain will benefit from the greater demand among its principal partners, its borrowers will face a substantially greater debt-service burden. That must bring closer the point at which the remarkable property-related borrowing and construction booms will end. Then adjustment will have to begin and Spain's politicians will have to manage all the consequences.

For Spain, better times for the eurozone presage a much bigger challenge to itself. Adjustment to a different and more sustainable path will be required. A decade or so from today we should have a far better idea than today of how far one of Europe's hitherto most successful economies is able to thrive within the straitjacket of the currency union.

Copyright The Financial Times Limited 2007


, trululu tralala ¡lume¡  :lol:  :arrow:  :wink:  :P  :?:
Título:
Enviado por: ferrol em Março 29, 2007, 11:56:29 am
A verdade é que mensaxes do tipo "Espanha en crise"...xa son coma un "deja vu" neste foro...de cando en cando, e segundo o benestar de tal ou cal forista, unha seria advertencia tolea ós analistas españois...neste caso o "Financial Times", nin máis nin menos...xa neste foro se comentaron avisos do Banco Mundial, do Deustche Bank, do FMI sobre o quecemento da economía española...e deso que o foro só leva 3 anos...e así seguimos, con case o 4% anual de crecemento en España...así que supoño que haberá que seguir colocando avisos no foro, que máis tarde ou cedo, algún acertará...

E se pode colocar algunha nova co próximo premio do euromillóns, mellor... :lol:

¿Este tamén mo borrarán?
Título:
Enviado por: garrulo em Março 29, 2007, 12:16:27 pm
¿Te han borrado algo ultimamente ferrol?.
Título:
Enviado por: Lancero em Março 29, 2007, 12:30:25 pm
Citação de: "ferrol"
¿Este tamén mo borrarán?


(http://www.moonbattery.com/archives/cry-baby-girl-face.jpg)
Título:
Enviado por: ferrol em Março 29, 2007, 07:13:38 pm
Citação de: "garrulo"
¿Te han borrado algo ultimamente ferrol?.
Bueno, éste no es el tema del hilo...te escribiría un privado respondiéndote que sí, y te daría el enlace del imageshack con la foto del mensaje en el foro antes de su misteriosa desaparición, pero no sé porqué  :wink:
Título:
Enviado por: pablinho em Março 29, 2007, 09:28:55 pm
Como che ivan desactivar os mp, se ti es un dos mais moderados?
Título:
Enviado por: papatango em Março 29, 2007, 10:09:49 pm
Este tópico é datado de Dezembro de 2006.

Ninguém inventou noticia nenhuma sobre a economia espanhola. A realidde é a que é, e as notícias são as que são.

Se há algum problema ou insistência num problema, sugiro que contactem os jornais britânicos alemães ou americanos que falam do problema...

Ah, claro, já me esquecia...

Esses jornais foram tomados pelos portugas do ForumDefesa. :roll:  :roll:  :roll:
Título:
Enviado por: pablinho em Março 29, 2007, 10:54:45 pm
Papatango fai bastante tempo que os paises de todo o mundo predicen a apocalipse para España polo asunto da burbuxa inmobiliaria, e  aquí seguimos, crecendo a un 4% e cunha crecemento estable (inda que nunca se sabe) ata o 2011-2012
Título:
Enviado por: papatango em Março 29, 2007, 11:26:41 pm
Sim, claro...
E todos os países do mundo estão feitos um com os outros para denegrir a imagem da Espanha  :roll:

Nunca pensei que eu tivesse tanta influência...

Acho que me vou candidatar a qualquer coisa ...  :roll:
Título:
Enviado por: pablinho em Março 30, 2007, 02:21:25 pm
Citar
E todos os países do mundo estão feitos um com os outros para denegrir a imagem da Espanha

Non dixen eso, simplemente as cousas non estan tan mal como alguns se empeñan en ver...
Título:
Enviado por: ferrol em Março 30, 2007, 06:48:17 pm
Citação de: "papatango"
Ninguém inventou noticia nenhuma sobre a economia espanhola. A realidde é a que é, e as notícias são as que são.
Hehehe....a realidade das intencións. O futuro real, o pasado inventado...moi poético pero...¿de qué realidades falamos, pt?
Citar
Augura un futuro negro a España, arguyendo que su bonanza económica es sólo un espejismo.
Citar
Blanchard ve a España como la próxima víctima de lo que él llama “las depresiones que rotan bajo el euro”

¿Son estas as súas "realidades", pt?¿Un augura e un será?
¿E logo se extraña de que non o tomemos en serio?Pois vostede verá, se un augur é para vostede unha "realidade" que da "noticias" (sic)...

Ande, faga algo por nós e augúrenos a "noticia" dos números do próximo sorteo dos Euromillóns... :lol:

(http://www.malaspalabras.com/wp-content/subid/bola_de_cristal.jpg)

P.D: Se o moderador lancero pon fotos, eu tamén podo ¿nonsi?Por certo, ¿estas non ocupan ancho de banda?
Título:
Enviado por: Tiger22 em Abril 04, 2007, 03:59:10 am
Mais um aviso, desta vez da Standard & Poor's.


Citar
La dependencia del sector de la construcción amenaza el crecimiento económico de España, según Standard & Poor's
EFE. 04.04.2007 - 02:42h Por el incremento en los tipos de interés.

La deuda de los hogares españoles se ha situado en el 118% de los ingresos frente al 50% de hace una década.
Esto deja a los propietarios muy expuestos a un posible vuelco del mercado, según la agencia de evaluación de riesgo.
La dependencia en el sector de la construcción amenaza las perspectivas de crecimiento económico de España, por el riesgo de que un incremento de los tipos de interés frene el "boom" inmobiliario", advirtió Standard & Poor's.

La agencia de evaluación del riesgo dijo en un informe que esta dependencia en un sector tan pujante como "desequilibrado" supone "un gran riesgo para la economía en su conjunto".

Las siete subidas de los tipos de interés por el Banco Central Europeo desde 2005 y la posibilidad de que puedan producirse más en el futuro han frenado la inflación inmobiliaria española, que se situó por debajo del 10% por primera vez desde 1999.

Los agentes de la propiedad españoles podrían recortar este año en un 10% el precio de las residencias vacacionales, según algunos estudios.

Al triplicarse el precio de la vivienda en los últimos años, la deuda de los hogares españoles se ha situado en el 118% de los ingresos frente al 50% de hace una década, lo que deja a los propietarios muy expuestos a un posible vuelco del mercado, señala S&P.

En cuanto a Europa, la agencia se muestra optimista de que los propietarios europeos podrán eludir un desplome de los precios, ya que, aunque éstos se han estancando en la mayor economía de la zona, Alemania, han continuado subiendo en la última década en Francia, España, Holanda e Irlanda.


http://www.20minutos.es/noticia/219964/ ... ia/espana/ (http://www.20minutos.es/noticia/219964/0/construccion/economia/espana/)

Mas claro, para alguns isto não passa de uma demoníaca conspiração contra a Espanha  :lol:
Título:
Enviado por: ferrol em Abril 04, 2007, 12:44:53 pm
Citação de: "Tiger22"
Mais um aviso, desta vez da Standard & Poor's.
Outro "deja vu"...
Título:
Enviado por: old em Abril 24, 2007, 03:41:12 pm
La economia Española en los proximos 5 años.


De dónde venimos y hacia dónde vamos.


De dónde venimos:

Venimos de un ciclo expansivo de 14 años, después de la megacrisis pero corta del año 1993 donde recordemos entre otros a Banesto y el fuerte paro que hubo.
Nadie hubiera firmado entonces conque España crecería tanto.
No ha sido mérito de ningún partido político en especial, aunque quizá según determinadas políticas hubiéramos crecido algo más o algo menos. Ahora mismo, España se encuentra ante 3 retos: el importante déficit comercial por las importaciones debido al rápido crecimiento;el agotamiento del modelo de crecimiento por demanda interna (básicamente servicios, alimentación y construcción); y la llegada a casi el máximo de nuestra capacidad de producción y empleo (NAIRU).


A dónde vamos:


Posiblemente nuestro ciclo de bonanza hubiera estado a punto de acabarse ya; pero ha despertado la bestia alemana, demandando importaciones por doquier.
Es el momento de saldar nuestra factura de importaciones con más exportaciones. El dinero dedicado a la construcción así como la mano de obra, será destinada a 2 sectores:
exportaciones e inversiones (sobre todo financieras y adquisiciones estratégicas). No va a estallar ninguna burbuja inmobiliaria, España ha crecido en precio de vivienda en la media (incluso media-baja) europea (exceptuando a Alemania que sale ahora de una especie de mini-crisis). Mientras que a Alemania le vaya bien, y siempre que los bancos cambien el caudal crediticio hacia exportaciones e inversiones (están al máximo de su capacidad para pedir prestado internacionalmente para prestar hipotecas a promotores y particulares), España podrá estirar su ciclo otros 3-5 años más, aunque con ajustes.


Las claves:

Basilea II: cuidado Pymes poco transparentes. Y el Banco de España también meterá nuevas condiciones anticíclicas para reducir el riesgo de crédito.
Precio de la vivienda en Alemania: rematadamente barato.
Euro/Dólar: A estados Unidos le interesa depreciarse un poco más, ¿cómo lo hará? Sólo con el Euro o con el resto de monedas a las que debe dinero como las asiáticas.
Exportaciones: nuestra tabla de salvación para encauzar el dinero que ha salido (hace bastantes meses se anticiparon los bancos) de las inmobiliarias.

En resumen que España a sabido mantenerse fuerte mientras Alemania Francia e Italia estaba en desaceleracion y ahora que estos paises empiezan a despertar España se suma de nuevo al carro, alargando su periodo de crecimiento unos años mas. De echo el pais se a transformado de norte a sur con una red de comunicaciones impresionante tanto viarias  como ferroviarias y eso sin duda tambien a contribuido  a sostener el fuerte crecimiento.
Título:
Enviado por: manuel liste em Abril 24, 2007, 03:50:38 pm
¿Como que no ha sido mérito de ningún partido en especial?. Gracias a las medidas del equipo de Rodrigo Rato estamos donde estamos, que nadie se equivoque.

El gran mérito de Zapatero ha sido permitir que Solbes siga con la política de Rato. Lo malo es que vamos con el piloto automático desde hace tres años...
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 24, 2007, 03:54:46 pm
Só uma achega, hoje estiveram em baixo para a semana estarão novamente em alta. No entanto, reflecte um pouco o que tem aqui vindo a ser escrito: todos temem, e antecipam, o arrefecimento do sector imobiliário em Espanha.

Citar
Espanha: Quedas Astroc arrastam imobiliárias e levam a queda 3 por cento Ibex

Madrid, 24 Abr (Lusa) - A queda dos títulos da imobiliária Astroc, depois d e notícias de que tinha inflacionado os seus resultados, alastrou a todo o sect or imobiliário na bolsa espanhola, levando a uma queda no Ibex-35 de quase três por cento.

   Um analista da consultora Inversis disse à Lusa que as quedas afectaram pra ticamente todas as empresas do sector, perante os receios constantes sobre a "s ustentabilidade" do crescimento do sector.

   "O sector imobiliário tem estado em forte expansão nos últimos anos e muito s não acreditam que vai durar. Quando há algum evento significativo, acaba semp re por afectar as outras acções", disse.

   As quedas acabaram por se alastrar a outros sectores do mercado, incluindo  a banca e a construção, duas áreas com grande exposição ao sector imobiliário.

   A Astroc caiu mais de 16 por cento, depois de notícias de que tinha inflaci onado os resultados anuais com resultados extraordinários não declarados.

   A Inmocaral caiu 16 por centro, a Fadesa cerca de 12, a Colonial 18 por cen to, a Metrovacesa 4,5 por cento, a Renta Corporacion cerca de 10, a Parquesol 7 ,8 e a Urbis 6,4 por cento.

   Entre as construtoras, a Acciona perdeu 4 por cento, a ACS 3,9 por cento a  OHL cerca de 5,5 por cento e a Ferrovial 3,43 por cento.
Título:
Enviado por: ferrol em Abril 25, 2007, 10:35:08 am
O asunto Astroc ten unha causalidade distinta de requecementos...
Cando Astroc saíu a bolsa, había unha serie de inversores de referencia (Amancio Ortega, Esther Koplowitz...) que animaron ós pequenos inversionistas a invertir naquelas accións (claro, se a xente enterada invirte, non vou ser eu menos...). Así, as accións de Astroc levan subindo máis dun 100% nos últimos meses...

Hai uns días desvelouse que tanto Ortega como as Koplowitz se desfixeron dos séus paquetes accionariais, logo deseguido os pequenos tamén se desfixeron das súas accións...e a cotización de Astroc baixou. Pero hai máis...se éstes persoeiros importantes se desfán das accións en inmobiliarias, ¿non será que o sector está en crise e o pequeno accionista non o sabe? Así, baixan tamén o resto de inmobiliarias, por un contaxio de Astroc...

En resumo, non ten nada que ver coa condición financieira da empresa, senón co mesmo cerne do capitalismo e da compra-venda en bolsa: A especulación...

Polo tanto, todo normal. Mañán volverán subir, e non estaremos nun bum inmobiliario, senón na bolsa, que ten unha lóxica distinta do mercado...

Máis información:
http://app2.expansion.com/blogs/web/saballs.html?opcion=1&codPost=21213
Citar
Crisis (¿?) inmobiliaria y bolsa.


De todólos xeitos, si é certo que, tarde ou cedo, a economía española deixará de medrar por riba do 3,5% como fai desde hai 20 anos...e seguro que neste foro van acertar cando será, porque hai mensaxes tremendistas cada 15 días  :roll:

Saúdos.
Título:
Enviado por: old em Abril 26, 2007, 11:14:08 am
El banco Santander Central Hispano compra:

19,8% del banco norteamericano Sovereign

La primera financiera automovilistica de Polonia

El 40% del grupo luso Champalimaud por 200.000 millones

Hace no mucho compro Patagon, el primer portal financiero de sur america

Y ahora mismo esta en plena lucha junto con Bank of Scotland (RBS), el español Santander Central Hispano (SCH) y el belga-holandés Fortis para
comprar el Banco ABM Amro que pretende fusionarse con el ingles Barclays y formar el 2 banco Europeo. Tambien entra en este lio el estadounidense LaSalle a Bank of America. Toda una pelicula!
Título:
Enviado por: 3520 em Abril 26, 2007, 07:08:55 pm
Citação de: "old"
El banco Santander Central Hispano compra:

19,8% del banco norteamericano Sovereign

La primera financiera automovilistica de Polonia

El 40% del grupo luso Champalimaud por 200.000 millones

Hace no mucho compro Patagon, el primer portal financiero de sur america

Y ahora mismo esta en plena lucha junto con Bank of Scotland (RBS), el español Santander Central Hispano (SCH) y el belga-holandés Fortis para
comprar el Banco ABM Amro que pretende fusionarse con el ingles Barclays y formar el 2 banco Europeo. Tambien entra en este lio el estadounidense LaSalle a Bank of America. Toda una pelicula!


Fantastico...  :roll:
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 27, 2007, 05:20:35 pm
Relacionado com o que se tem aqui discutido,

Citar
Imobiliário: Federação diz bolha espanhola pode afectar mão-de-obra portuguesa

Porto, 27 Abr (Lusa) - O presidente da Federação Portuguesa da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas (FEPICOP) alertou hoje para o possível impac to negativo da bolha imobiliária em Espanha nos milhares de trabalhadores da co nstrução portugueses que ali trabalham.

   "Há actualmente 80 mil trabalhadores portugueses em Espanha no sector da co nstrução", recordou Reis Campos, afirmando-se "preocupado" com os efeitos negat ivos que a crise do mercado imobiliário espanhol poderá ter nesta mão-de-obra j á de si precária.

   O presidente da FEPICOP - que integra as associações das Empresas de Constr ução e Obras Públicas (AECOPS), dos Industriais da Construção Civil e Obras Púb licas (AICCOPN) e dos Industriais da Construção de Edifícios (AICE) - comentava assim a forte quebra de confiança que se tem vindo a registar no mercado imobi liário espanhol, com as cotações de algumas das principais imobiliárias a regis tarem uma forte descida em bolsa nos últimos dias.

   De acordo com Reis Campos, é preciso ainda aferir se esta já esperada "ater ragem" do sector em Espanha - que na última década cresceu 15 a 18 por cento ao ano - será uma "queda suave" ou, pelo contrário, uma "quebra brusca", cujo imp acto poderá estender-se a Portugal.

   Em causa está a eventual procura de outros mercados por parte das empresas  espanholas que, segundo alguns especialistas, já terão percebido que o mercado  português está mais activo e atractivo.

   Afirmando que já há algum tempo que os espanhóis têm vindo a adquirir terre nos e a desenvolver empreendimentos imobiliários em Portugal, o presidente da F EPICOP entende que um reforço brusco desta situação "não será benéfico para Por tugal".

   "Continuamos a querer atrair investimento estrangeiro, mas não como recurso desse investimento", sustentou Reis Campos, considerando que "Portugal não irá beneficiar caso haja uma queda brusca do sector em Espanha".
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 11, 2007, 04:22:26 pm
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Espanha: Uma em cada seis empresas tem problemas no Mercado Único

Madrid, 11 Mai (Lusa) - Uma em cada seis empresas exportadoras espanholas  tem problemas para realizar as suas actividades no Mercado Único Europeu  e 10 por cento detectam obstáculos comerciais, revela um estudo divulgado  em Madrid.  

   O estudo, do Ministério da Industria e da Confederação Espanhola de  Organizações Empresariais (CEOE) refere que 41,29 por das empresas consultadas  admite ter problemas nos contratos e operações comerciais, 31,34 nas normas  técnicas e 10,95 por cento na concorrência desleal.  

   A nível sectorial, o que apresenta mais problemas é o sector da madeira  e dos móveis, seguindo-se os têxteis, os transformados e bebidas, o agrícola  e o químico e farmacêutico.  

   No que toca ao sector da madeira e móveis, um terço refere problemas  de atrasos nos pagamentos e quase 30 por cento notam a falta de reconhecimento  europeu dos certificados emitidos em Espanha.  

   O estudo refere que 75 por cento dos obstáculos se sentem na França,  Alemanha, Reino Unido, Portugal e Itália.  

   Apesar das dificuldades mais de dois terços dos sondados admitem que  aumentaram as suas oportunidades de negócios no exterior devido ao Mercado  Único, contra 33,04 por cento que dizem que os níveis se mantiveram.  

   Entre os principais problemas as empresas notam a dificuldade na procura  e contratação de representantes comerciais, os requisitos das etiquetas  e a falta de informação sobre os requisitos técnicos dos países de destino.  

   Na apresentação do estudo, o secretário-geral do Comércio Exterior,  Alfredo Bonet, afirmou que o Merco Único "funciona cada vez melhor" tendo  representado "uma revolução para o empresário".  

   Opinião idêntica à do director de Relações Internacionais da CEOE, José  María Lacasa que a criação do Mercado Único foi "o acontecimento mais relevante  da história da União Europeia" para as empresas espanholas.  

   O estudo baseia-se na análise a 8.000 empresas de todos os sectores  de actividades e entrevistas detalhadas com mais de 700 delas.
Título:
Enviado por: ferrol em Maio 14, 2007, 11:27:48 am
http://www.elmundo.es/mundodinero/2007/05/14/economia/1179126445.html?a=6cf50976dcb4ee8dea6c135a37ed6316&t=1179137738
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La economía española creció un 4% hasta marzo, la misma cifra que en el trimestre anterior

MADRID.- La economía española registró un crecimiento interanual del 4% hasta marzo, la misma cifra que en el trimestre anterior, según el indicador avanzado del Producto Interior Bruto (PIB) que ha difundido el Instituto Nacional de Estadística (INE).

El aumento intertrimestral del PIB fue del 1%, dos décimas menos que en el trimestre anterior. El INE indica que esta cifra muestra un perfil de crecimiento estabilizado.

El dato es el resultado de una aportación del sector exterior y de la demanda interna similares a las del trimestre anterior.

Según los datos facilitados por el INE el crecimiento de la economía española registrado en el primer trimestre del año es igual al del periodo anterior y se trata de la tasa más alta desde el tercer trimestre de 2001, cuando el alza del PIB alcanzó el 4,1%.

En línea con lo previsto
Además, estos datos coinciden con la previsión hecha por el Banco de España que, el pasado día 3 en su último boletín, también cifró el 4% el aumento del PIB registrado entre enero y marzo.

Para la institución financiera el aumento del PIB se debió a la estabilidad de la demanda interna y de la aportación del sector exterior, al tiempo que cifró en el 3% el aumento del empleo en este periodo.

El Banco de España destacó "el vigor" de la economía en el primer trimestre y subrayó, dentro de la demanda interna, que creció el 4,7%, la "fortaleza" del consumo de los hogares, el "dinamismo" de la inversión en equipo y la continuidad de la "suave desaceleración" de la inversión en construcción, iniciada a finales de 2006.

Pois parece que os agoreiros van ter que agardar un pouco máis.  :wink:
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 22, 2007, 01:09:56 pm
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Espanha: PIB deverá crescer "claramente" abaixo dos 3,5% este ano - Zapatero

Sevilha, Espanha, 22 Mai (Lusa) - O crescimento espanhol vai ser "claramente"  abaixo de 3,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2007, afirmou  hoje o primeiro-ministro, José Luís Zapatero, em Sevilha no Congresso da  Federação Europeia dos Sindicatos (CES).  

     

   "Teremos em 2007 um crescimento claramente abaixo dos 3,5 por cento",  disse Zapatero, sublinhando que resultará "de um maior equilíbrio das suas  componentes".  

     

   Zapatero referiu em Janeiro que o crescimento da economia espanhola  seria este ano "pelo menos na ordem dos 3,5 por cento".  

     

   O crescimento da economia portuguesa está muito ligado ao desempenho  de Espanha, uma vez que este país é o maior importador de mercadorias portuguesas.  

     

   A Espanha é um país europeu que conheceu o mais forte crescimento em  2006 com uma taxa de 3,9 por cento, e de 4% no primeiro trimestre de 2007.  
Título:
Enviado por: ferrol em Maio 22, 2007, 06:51:06 pm
É absolutamente imposible que Zapatero dixese que o PIB vai mderar claramente por baixo do 3,5% en medio dunha campaña electoral e con datos de hai unha semana onde se fala dun 4% de crecemento na economía española.

Insisto, absolutamente imposible:
http://www.elmundo.es/mundodinero/2007/05/22/economia/1179825846.html
Citar
Ante los más de 1.000 delegados de 36 países europeos que participan en Sevilla en el Congreso de la Confederación Europea de Sindicatos (CES), Zapatero dibujó un panorama optimista de la situación económica y social de España: 2007 concluirá con un crecimiento "claramente superior" al 3,5% del PIB y la legislatura acabará con más de 3 millones de nuevos empleos.

http://www.elpais.com/articulo/economia/Zapatero/pide/paciencia/trabajadores/Delphi/elpepueco/20070522elpepueco_2/Tes
Citar
el presidente ha intervenido en el Congreso de la Confederación Europea de Sindicatos donde ha mantenido la línea optimista con la que iniciaba su intervención ante los más de mil delegados de 36 países europeos congregados en Sevilla. Zapatero volvió a recordar que el Producto Interior Bruto (PIB) crecerá "claramente por encima" del 3,5%, como ya había hecho en la presentación del Informe Económico del Presidente del Gobierno 2007.

http://www.cincodias.com/articulo/economia/Zapatero/pide/paciencia/confianza/trabajadores/Delphi/cdseco/20070522cdscdseco_1/Tes/
Citar
El presidente ha reiterado en su intervención ante los más de mil delegados de 36 países europeos que el Producto Interior Bruto (PIB) crecerá "claramente por encima" del 3,5%. El líder socialista ya se mostraba entusiasmado con el dato cuando lo dio a conocer en la presentación del Informe Económico del Presidente del Gobierno 2007.


Ademáis, o título contradí o contido da nova, que fala de que zapatero di que crecerá "por riba do 3,5%"...
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 22, 2007, 06:57:07 pm
Lusa no seu melhor...  :roll:

Perdão por não ter confirmado...
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 23, 2007, 09:26:22 am
Podría crecer por debajo del 3,5%, pero Zapatero no lo diría  :wink:
Título:
Enviado por: garrulo em Maio 23, 2007, 10:07:23 am
UNA DÉCIMA MÁS QUE LO PREVISTO POR EL DATO PRELIMINAR
La mejora del sector exterior y los bienes de equipo llevan al PIB a crecer un 4,1 por ciento hasta marzo
   
El Producto Interior Bruto (PIB) registró un crecimiento interanual del 4,1 por ciento en el primer trimestre del año, una décima más que en el trimestre anterior, mientras que el empleo aumentó el 3 por ciento, según los datos de la Contabilidad Nacional difundidos este miércoles por el INE. El pasado lunes, 14 de marzo, el Gobierno recurrió al ministro de Trabajo y Asuntos Sociales, Jesús Caldera, para comentar el dato provisional, que no incluye los componentes del PIB. Por ello, cuando se le preguntó al respecto respondió: "eeh, mmm, ese dato no lo tengo aquí. Sólo tengo el dato que ha dado el crecimiento del PIB".
LD (EFE) Este martes, José Luis Rodríguez Zapatero volvió a mostrar su perfil más optimista al hablar de la economía española, al decir que nuestro país es "un país de éxito" y "con futuro". Predijo para este año una tasa de crecimiento “claramente superior” al 3,5 por ciento. El dato de PIB del primer trimestre indica un crecimiento interanual hasta marzo del 4,1 por ciento
 
El crecimiento continúa con su senda de ser trimestre a trimestre más equilibrado. De hecho la aportación de la demanda interna es una décima inferior de enero a marzo que lo que fue en el último trimestre del pasado año (4,9 por ciento frente al 4,8 por ciento). La demanda externa, por su parte, reduce su aportación negativa en dos décimas, del -0,9 por ciento al -0,7 por ciento.

La economía española, que registró un avance intertrimestral del 1,1 por ciento, mismo porcentaje en el que ha aumentado la productividad, mantiene una senda de aceleración que fuentes del Gobierno atribuyeron a la mejor evolución del sector exterior y al "fuerte aumento" de la inversión en bienes de equipo, del 12,1 por ciento, el mayor desde el segundo trimestre de 1999.
 
Incremento del empleo
 
Por lo que se refiere al empleo, en el año que transcurre entre los primeros trimestres de 2006 a 2007 ha registrado un crecimiento del 3 por ciento, lo que supone aumentar el equivalente a 555.000 puestos de trabajo a tiempo completo. Por otro lado, el crecimiento del coste laboral unitario se ha desacelerado hasta el 2,4 por ciento. De este modo, se sitúa nueve décimas por debajo del deflactor del PIB.
 
El crecimiento del empleo del 3 por ciento registrado en este primer trimestre se debió sobre todo al aumento de puestos de trabajo en la construcción (8,3 por ciento) y en los servicios de mercado (3,6 por ciento).
 
Se modera el consumo
 
La desaceleración de la demanda interna se debe sobre todo a la moderación en el consumo de los hogares, cuyo aumento baja dos décimas hasta el 3,5 por ciento, lo que según el INE "guarda coherencia" con la evolución de la remuneración salarial y del empleo, y especialmente con la de los indicadores de confianza de los consumidores. El Instituto aprecia además un mayor dinamismo en el consumo de servicios que en el de bienes. Las Administraciones Públicas, por su parte, aceleran su gasto tres décimas hasta el 5,2 por ciento, debido al notable aumento de sus consumos intermedios.

Por su parte, el aumento de la inversión en general ha sido del 6,6 por ciento, dos décimas mayor que en el cuarto trimestre del pasado año, empujada sobre todo por la citada aceleración de los bienes de equipo, ya que la inversión en construcción se ha moderado una décima, hasta el 5,6 por ciento. El INE considera que el "sobresaliente" aumento de la inversión en bienes de equipo está en línea con lo que muestran los indicadores en producción industrial, importaciones, entradas de pedidos y cifras de negocios de este tipo de bienes.
 
"Suave" desaceleración de la construcción

La inversión en construcción ha moderado "suavemente" su crecimiento debido a la desaceleración tanto de la edificación residencial como la no residencial, compensada por el fuerte ritmo que en este trimestre mostró la obra en infraestructuras.

En cuanto a la evolución del sector exterior, ha sido mejor porque aunque se han moderado las exportaciones, también lo han hecho, y en mayor medida, las importaciones. Así, las importaciones se han desacelerado del 8,8 al 5,6 por ciento, gracias a su moderación tanto en las compras de bienes (del 8,6 al 5,9 por ciento) como de servicios (del 9,8 al 4,4 por ciento). Las exportaciones también se han desacelerado, al crecer el 4,2 por ciento frente al 7,3 del trimestre anterior. Las ventas al exterior de bienes se han moderado del 5,3 al 3,7 por ciento y las de servicios lo han hecho del 11,4 al 5,2 por ciento.

Al analizar la actividad de este primer trimestre, se comprueba una nueva aceleración de la industria, con un crecimiento del 4,1 por ciento (frente al 3,5 por ciento del trimestre anterior), mientras que la construcción se modera una décima, hasta el 4,9 por ciento, debido a que el notable ritmo en infraestructuras no ha compensado la desaceleración en edificación. El sector agrario y pesquero sufre una caída al crecer sólo el 0,8 por ciento frente al 4,3 del trimestre anterior, mientras se mantiene intensa la actividad en el sector servicios, que aumenta el 4 por ciento, cinco décimas más que al cierre del año pasado.

El PIB valorado a precios corrientes –es decir, teniendo en cuenta la inflación– registró un aumento interanual del 7,6 por ciento, dos décimas menos que en el trimestre anterior. De esta forma, el crecimiento del deflactor implícito de la economía –que es el cociente entre el PIB a precios corrientes y constantes– fue del 3,3 por ciento, tres décimas inferior al del anterior trimestre.
Título:
Enviado por: old em Maio 23, 2007, 05:10:30 pm
Asi que sube el crecimiento y la productividad y eso a pesar del ralentizamiento del sector de la construccion... que curioso.

No solo del "ladrillo" vive Espanha.

En cualquier caso buenas noticias, tambien para los Potugueses
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 23, 2007, 08:57:46 pm
Citação de: "old"
Asi que sube el crecimiento y la productividad y eso a pesar del ralentizamiento del sector de la construccion... que curioso.

No solo del "ladrillo" vive Espanha.

En cualquier caso buenas noticias, tambien para los Potugueses


Ha bajado una décima, hasta el 4,9%. A eso no lo llamaría yo 'ralentización'   :wink:

Sin prisa: ya bajará más rápido
Título:
Enviado por: ACabral em Junho 12, 2007, 08:27:03 pm
A situação já parece não ter forma de ser ocultada.

http://www.youtube.com/watch?v=D82SYeN_HSs& (http://www.youtube.com/watch?v=D82SYeN_HSs&)

A partir do 3º minuto e 20 segundos.

Estamos a falar da Bloomberg, uma das maiores e mais influentes empresas de informação financeira do mundo.

Há também informação que está a ser ocultada por Madrid nesta matéria. Não o poderá ser por muito mais tempo.

http://www.20minutos.es/noticia/246480/ ... das/bajan/ (http://www.20minutos.es/noticia/246480/0/demanda/viviendas/bajan/)
Título:
Enviado por: manuel liste em Junho 12, 2007, 08:53:05 pm
¿Me prometes que muchas inmobiliarias irán a la quiebra y bajará la vivienda? Es que hay millones que lo están deseando   :feliz:
Título:
Enviado por: ferrol em Junho 13, 2007, 09:31:27 am
Ya me veo con un chaletito en el Mediterráneo... o en Canarias... no, mejor espero, sigo leyendo este foro y cuando dentro de 15 días estemos ya en el fondo, me lo compro en los 2 lados... :lol:
Título:
Enviado por: garrulo em Junho 14, 2007, 09:25:13 pm
Economía
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Informe Anual del banco de españa
Los hogares españoles tienen un patrimonio de 6,1 billones de euros
Está repartido entre 1,76 billones en activos financieros y 4,34 billones en otro tipo de propiedades, la mayoría viviendas
14-06-2007
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Madrid, (EFE)

Los hogares españoles tienen un patrimonio total de 6,1 billones de euros, repartido entre 1,76 billones en activos financieros, como acciones, depósitos o fondos de inversión, y 4,34 billones en otro tipo de propiedades, la mayoría viviendas e inmuebles.
El Banco de España asegura en su Informe Anual publicado hoy que esta cifra creció en 2006 hasta alcanzar el 625 por ciento del Producto Interior Bruto (PIB), gracias a la adquisición de nuevos activos y a la revalorización de los ya existentes, aunque lo hizo a un ritmo menor que en ejercicios anteriores debido a la desaceleración del precio de la vivienda.
Precisamente, este último factor también provocó una moderación del incremento del endeudamiento familiar, que en 2006 creció un 19,3 por ciento, frente al 21 por ciento del año anterior, y se situó en 776.138 millones de euros.
Tras ese incremento, la deuda de las familias se situó cerca del 125 por ciento de su renta bruta disponible, diez puntos por encima del año anterior y aproximadamente 25 puntos superior al del conjunto de la Zona Euro.

Sólida situación financiera
Con estas cifras, el Banco de España concluye que la situación financiera de las familias "sigue siendo sólida", pero advierte de que el crecimiento del endeudamiento, el incremento del coste de la financiación y la contracción del ahorro "han elevado la exposición del sector ante perturbaciones adversas en el empleo, en el precio de los activos y en los tipos de interés".
El organismo supervisor no encuentra, sin embargo, problemas por el lado de la morosidad. El gobernador, Miguel Ángel Fernández Ordóñez, asegura en su discurso de presentación del informe que no existen indicios de que las entidades financieras vayan a tener dificultades con los impagos de créditos, aunque sí augura un cierto crecimiento respecto a los niveles actuales.
Fernández Ordóñez asegura que "mirando al futuro, en un contexto de ralentización de crecimiento del crédito, cabe pensar que dichas ratios tenderán a crecer, convergiendo a niveles que se podrían considerar como más normales en un contexto de este tipo".
En cualquier caso -precisa-, ese incremento no debería considerarse, por sí solo, como un motivo de alarma, y apostilla que el crecimiento que se ha producido en los últimos meses en los activos dudosos es razonable dado el incremento del crédito y los cambios habidos en las Normas Internacionales de Información Financiera (NIIF).
Título:
Enviado por: Mike23 em Agosto 21, 2007, 11:20:17 pm
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Cocaína colombiana "lavada" em Espanha


Os principais cartéis de cocaína da Colômbia utilizam Espanha como plataforma para lavagem do dinheiro ilícito obtido com o negócio da droga na Europa. De acordo com relatórios do Departamento de Tesouro dos Estados Unidos, citados pelo "El País", os grandes grupos colombianos recorrem a um reduzido número de países para branquear o "dinheiro sujo" Colômbia, Panamá, Costa Rica, Peru, ilha de Aruba (pertencente à Holanda) e Espanha.

A CIA assegura que o território espanhol não serve apenas como porta de entrada da cocaína para a Europa, sendo também "um lugar de lavagem de dinheiro dos narcotraficantes colombianos". O negócio global da droga movimenta 322 mil milhões de dólares por ano, segundo um relatório das Nações Unidas.

Espanha é, sem dúvida, a porta de entrada da cocaína na Europa. A conclusão obtém-se a partir de dois dados o primeiro é que as forças de segurança apreenderam, no ano passado, 49.650 quilos daquela droga, uma cifra apenas superada pela Colômbia, Venezuela e Estados Unidos da América; por outro lado, Espanha tem, desde 2005, uma percentagem de consumidores de cocaína superior à dos EUA, apesar deste país ser o maior mercado mundial e o que soma mais consumidores, em números absolutos.

O preço médio de um quilo de "coca" ronda os 41.800 dólares. Por isso, se um grupo de narcotraficantes conseguir fazer um carregamento de dois mil quilos (a carga média transportada pelos barcos apreendidos pelas autoridades), o montante total ascende a 83,6 milhões de dólares. E é aqui que começa o circuito de lavagem de dinheiro.

O Departamento de Tesouro dos EUA, no seu relatório de 2007, intitulado "Impacto das sanções económicas contra os cartéis colombianos de droga", refere que os grupos de Cali, Valle del Norte e da Costa Norte utilizam Espanha como ponto de branqueamento dos capitais obtidos. "Cada império de droga inclui uma vasta rede de empresas, geridas por familiares, na Colômbia, Equador, Panamá, Peru, Espanha e Venezuela".


Mais uma explicação para a expansão do sector imobiliário espanhol, e por conseguinte, da sua economia :?

Assim também nós crescíamos  4% ao ano :?
Título:
Enviado por: SSK em Agosto 21, 2007, 11:41:31 pm
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Assim também nós crescíamos 4% ao ano


Acredita mesmo nisto ou é só para "espicaçar" os nuestros hermanos do forum?
Título:
Enviado por: Mike23 em Agosto 21, 2007, 11:46:39 pm
Claro que acredito. Veja a percentagem do crescimento económico espanhol que corresponde ao sector imobiliário, e veja todos os casos de “lavagens” que por lá se passam.
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 21, 2007, 11:50:43 pm
Citação de: "SSK"
Citar
Assim também nós crescíamos 4% ao ano

Acredita mesmo nisto ou é só para "espicaçar" os nuestros hermanos do forum?


Hay que concluir que Portugal crece poco por ser demasiado honrado. Me voy a entregar en Guantánamo, no soporto ser un imperialista castellanizante, 'nazista' y aún por encima narcotraficante. Buscaré la redención dentro de un traje naranja  :lol:

En serio: el Departamento del Tesoro de los EUA sabe cual es el país del mundo donde se blanquea más dinero de la droga: lo tienen bajo sus zapatos.

Y sin embargo de eso ni palabra. Caramba, qué raro..
Título:
Enviado por: Mike23 em Agosto 21, 2007, 11:52:30 pm
Já agora:

http://www.perspectivaciudadana.com/con ... emid=13430 (http://www.perspectivaciudadana.com/contenido.php?itemid=13430)
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 21, 2007, 11:56:02 pm
Citação de: "Mike23"
Claro que acredito. Veja a percentagem do crescimento económico espanhol que corresponde ao sector imobiliário, e veja todos os casos de “lavagens” que por lá se passam.


Pongan a trabajar a 2.5 millones de extranjeros en diez años y descubrirán cómo se puede crecer al 4%

Den vivienda a 4 millones de extranjeros y les faltarán ladrillos

Todo se comprende aplicando un poco la cabeza  :idea:
Título:
Enviado por: SSK em Agosto 22, 2007, 12:53:50 am
Citação de: "Mike23"
Claro que acredito. Veja a percentagem do crescimento económico espanhol que corresponde ao sector imobiliário, e veja todos os casos de “lavagens” que por lá se passam.


Cá não há?!?
Agora converta tudo para per capita e depois veja bem se nóes não temos mais branqueamento de capitais :?
Título:
Enviado por: Mike23 em Agosto 22, 2007, 01:13:36 am
Citação de: "SSK"
Citação de: "Mike23"
Claro que acredito. Veja a percentagem do crescimento económico espanhol que corresponde ao sector imobiliário, e veja todos os casos de “lavagens” que por lá se passam.

Cá não há?!?
Agora converta tudo para per capita e depois veja bem se nóes não temos mais branqueamento de capitais :?


Não conheço esses números que refere. Para mim são uma novidade. Podia traze-los até nós?
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 22, 2007, 11:56:06 am
Un pequeño dato: la construcción en España creció en el periodo 1995-2005 a una media del 5,3%, cuando la economía general lo hizo al 3,6%.

Pero los servicios, que son el sector de mayor peso en la economía española con diferencia lo hicieron al 3,5%, practicamente al mismo ritmo que la economía general. La industria creció a una media del 3,0% que tampoco está nada mal dadas las actuales circunstancias (globalización y deslocalización).

Dentro de la construcción se incluye la obra civil de las administraciones públicas, cuyo crecimiento también ha sido notable durante toda la década. Han habido grandes inversiones públicas en ferrocarriles, aeropuertos, puertos y autopistas que también computan como 'sector de la construcción' pero que ni remotamente tienen que ver con inversiones especulativas.

En realidad el sector de la construcción de vivienda no representa más de un 5-6% del total del PIB de España. No es el sector locomotora de la economía, esa función ha correspondido sin duda a los servicios. No obstante, destaca mucho porque todas las personas demandan vivienda en algún momento de su vida, y es un sector intensivo en mano de obra. Por tanto, es una gran fuente de empleo.

Fuente de la info: http://www.ine.es/daco/daco42/cne00/pib.xls
Título:
Enviado por: ferrol em Agosto 22, 2007, 12:16:48 pm
Y algún dato más a añadir:
http://www.eleconomista.es/empresas-finanzas/noticias/239210/08/07/IEE-Espana-figura-entre-los-diez-paises-con-mayor-crecimiento-de-la-produccion-industrial-en-2007.html
Citar
IEE: España figura entre los diez países con mayor crecimiento de la producción industrial en 2007

AUMENTO DE LA PRODUCCIÓN INDUSTRIAL EN 2007 (*)
(Tasas de variación anual)

Suiza 5,2
Alemania 4,9
Suecia 4,8
Austria 4,8
Irlanda 3,9
España 3,6
Países Bajos 3,5
Finlandia 3,2
Dinamarca 3,0
Japón 2,9
Bélgica 2,8
EE.UU. 1,9
Francia 1,5
Italia 1,5
Reino Unido 0,9
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 22, 2007, 12:56:03 pm
Só sei uma coisa, uma quebra em Espanha neste momentos seria catastrófico para Portugal.
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 22, 2007, 01:49:15 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Só sei uma coisa, uma quebra em Espanha neste momentos seria catastrófico para Portugal.


Todas las previsiones oficiales (Estado, FMI, OCDE) indican un descenso del crecimiento en 2008 hasta el nivel situado entre el 3-3,5%.

La revista 'The Economist' augura un crecimiento para 2008 de tan sólo el 1,5%, pero es poco fiable.
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 30, 2007, 11:02:17 am
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Mercado imobiliário espanhol inicia esvaziamento da bolha e ameaça Portugal

30.08.2007, Sérgio Aníbal


Pela primeira vez em seis anos, a construção de novas casas está a cair. O ciclo de crescimento espanhol baseado no mercado imobiliário pode estar a chegar ao fim



Ao fim de mais de dez anos de forte crescimento, a economia espanhola prepara-se para enfrentar o mais que provável esvaziamento do seu sobreaquecido sector imobiliário e Portugal, mais dependente do que nunca dos vizinhos, pode transformar-se numa das vítimas colaterais.

É verdade que a Espanha ainda é, entre as maiores economias europeias, aquela que mais cresce. Durante a última década, apenas em 2002 não conseguiu uma variação do PIB superior a três por cento e, este ano, está-se à espera de um crescimento próximo dos 3,5 por cento. O problema é que esse resultado tem sido baseado, em larga medida, numa expansão do mercado imobiliário que, dizem os economistas, ultrapassou aquilo que seria racional. A oferta de casas cresceu exponencialmente, principalmente nas zonas turísticas, os preços mais do que duplicaram entre 2001 e 2006 e o endividamento das famílias ultrapassou, tal como em Portugal, o rendimento disponível anual. Neste momento, o sector da construção de Espanha representa mais de 12 por cento da economia espanhola, um valor que é quase o dobro da média dos países da Zona Euro. Este crescimento vertiginoso algum dia tinha de acabar. E esse momento, mostram os últimos indicadores, parece ter chegado.
Ontem, o INE espanhol revelou que, no segundo trimestre do ano, a economia registou um abrandamento ligeiro, com um dos principais contributos a vir da desaceleração do sector da construção. Mas o mais forte sinal do fim da expansão do sector imobiliário surgiu na semana passada, quando o Ministério do Fomento anunciou que, em Maio, pela primeira vez em seis anos, o número de obras iniciadas para construção de habitação diminuiu face a igual período do ano passado. E de forma brusca: 20,7 por cento. Antes disso, o Ministério da Habitação tinha feito saber que, no segundo trimestre do ano, os preços das casas aumentaram 5,8 por cento face ao ano passado, um valor muito mais baixo do que os 17,5 por cento de há três anos.
Esta combinação de resultados mostra que a bolha acumulada no sector imobiliário espanhol está a parar de crescer. O impacto para o resto da economia está dependente da forma como a bolha irá agora esvaziar-se e também da resposta dada pelas exportações e pela produtividade, que, nos últimos anos, quase não superaram os resultados de Portugal.
Os responsáveis políticos espanhóis têm procurado manter as expectativas, afirmando que existem todas as condições para uma aterragem suave do sector imobiliário. Como razão para optimismo, os economistas assinalam o facto das contas públicas estarem equilibradas, o que permite ao Estado ter margem de manobra para aplicar políticas expansionistas.
Sinal de alarme
No entanto, a rapidez com que os indicadores do mercado imobiliário têm estado a cair já fez soar os alarmes. Como aconteceu no passado, a entrada em recessão é o cenário mais temido, como aconteceu, por exemplo, no Japão, em que a quebra do valor das casas e a diminuição das vendas provocaram o aumento dos níveis de incumprimento e a quebra do consumo e do investimento.
Carlos Moedas, director-geral da consultora Aguirre Newman Portugal e especialista no mercado imobiliário, não tem dúvidas em afirmar que "no sector residencial espanhol, a bolha já rebentou". "Os números das vendas e das casas iniciadas mostram isso claramente", afirma este especialista, assinalando, contudo, que outras áreas, como os edifícios para escritórios ou centros comerciais, apresentam indicadores positivos.
João Carvalho das Neves, professor do ISEG, confirma que "o mercado espanhol está no limite de crescimento", algo que "terá um grande impacto económico sobre Espanha porque nos últimos anos o "milagre económico" foi baseado no imobiliário". Este economista acredita, ainda assim, que o "cenário benigno da aterragem suave é o mais provável" e que, para já, o que é natural é que "a taxa de crescimento passe para níveis mais consentâneos com as restantes economias europeias".
Impacto em Portugal
Para Portugal, que tenta consolidar a retoma da sua economia, a hipótese de um abrandamento forte em Espanha é tudo o que não seria preciso. Cerca de um terço do crescimento das exportações portuguesas (o principal motor da recuperação) tem sido conseguido graças a Espanha. Em 2006, por exemplo, as exportações de mercadorias portuguesas cresceram 12,4 por cento, mas se as vendas para Espanha não tivessem aumentado, essa variação seria apenas de 8,6 por cento.
É por esta via que o efeito negativo de uma crise em Espanha chegaria a Portugal. "O principal impacto não seria sentido, de uma forma directa, dentro do sector imobiliário; o problema seria sentido por via da redução do consumo dos espanhóis, que afectaria as exportações portuguesas", explica o economista João Duque. Este especialista assinala ainda a possibilidade do sector financeiro espanhol sentir dificuldades no caso de um aumento generalizado dos casos de incumprimento das prestações, "o que forçaria os bancos a fazer aumentos de capital ou a reduzirem a sua exposição noutros mercados, como Portugal".


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Mercados afectados

30.08.2007

Enquanto em Espanha os problemas apenas dão sinais de se estar a aproximar, nos Estados Unidos da América (EUA) a crise no mercado imobiliário e de crédito já está a ter repercussões à escala mundial.
Ontem, as bolsas europeias e as norte-americanas viveram mais um dia marcado pelas notícias de contágio em várias instituições financeiras dos problemas vividos no segmento de crédito subprime norte-americano. O hedge fund Cheyne Capital Management e os bancos Barclays, Bear Stearns, Citigroup e Lehman Brothers foram ontem falados como tendo potenciais perdas. Em Espanha, a autoridade reguladora anunciou que nove seguradoras e 60 fundos estão expostos ao mercado subprime, mas de forma muito reduzida.
Ontem, foram também conhecidos mais alguns indicadores que apontam para a passagem da instabilidade dos mercados para a economia real. A consultora GfK estima que a confiança dos consumidores alemães deverá vir a cair durante o próximo mês.


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Primeira vítima

30.08.2007

Enrique Bañuelos é, neste momento, o símbolo do fim do milagre do sector imobiliário espanhol, para além de se arriscar a protagonizar uma das passagens mais rápidas de sempre pela lista dos cem mais ricos do mundo. Em 2006, o fundador da Astroc, uma das firmas líderes do mercado imobiliário e de construção espanhol, estreou-se pela primeira vez na lista de milionários produzida pela revista Forbes, colocando-se no 95.º lugar no mundo e no terceiro na península Ibérica. Em 2007, quando a lista voltar a ser feita, não estará nem perto do top 100. A explicação é simples: a Astroc, com a construção de empreendimentos de grandes dimensões ao longa da costa espanhola, foi das empresas que mais beneficiaram do boom que se registou no mercado e no ano passado a sua entrada em bolsa foi seguida por grandes valorizações. Este ano, contudo, com o abrandamento dos preços e vendas, os resultados caíram e as acções ainda mais. Bañuelos, o principal accionista, perdeu mais de 70 por cento da sua fortuna e demitiu-se da direcção.



http://jornal.publico.clix.pt/ (http://jornal.publico.clix.pt/)
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 30, 2007, 11:51:58 am
Me parece divino que pongan las malas noticias económicas que afectan a nuestro país, pero tampoco se morirán si un día ponen alguna buena.

Cualquiera diría que España es una calamidad  :roll:
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 30, 2007, 11:55:26 am
Mas para pôr as boas está cá você  :D

Pelo menos da minha parte garanto-lhe que não há perseguição. Só aqui está porque afecta (ou pode vir a) Portugal.
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 30, 2007, 12:01:22 pm
Citação de: "Lancero"
Mas para pôr as boas está cá você  :wink:

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Pelo menos da minha parte garanto-lhe que não há perseguição. Só aqui está porque afecta (ou pode vir a) Portugal.


As boas também afectam, para bem.
Título:
Enviado por: André em Setembro 04, 2007, 01:45:28 pm
80 mil famílias arriscam insolvência em 2008

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Cerca de 80.000 famílias espanholas correm o risco de cair em situação de insolvência em 2008, com o governo do país vizinho a alertar para o nível histórico de hipotecas no crédito à habitação, destaca esta terça-feira o jornal El Economista.

Segundo a mesma fonte, 70% das hipotecas contratadas em Espanha estão cobertas por um seguro contra incumprimento por perda de rendimento dos beneficiários dos empréstimos.

Diário Digital
Título:
Enviado por: ferrol em Setembro 04, 2007, 06:22:15 pm
Citação de: "André"
80 mil famílias arriscam insolvência em 2008

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destaca esta terça-feira o jornal El Economista.

Diário Digital
Paréceme extraordinario como viaxa a información en internet hoxe en día. A información orixinal non está disponible en internet, só no diario impreso...logo, o enviado do diario digital a Madrid mercou o xornal e o resumíu para Lisboa, e, a continuación, en Lisboa o sacan na páxina web do diario digital...

Pois ben, a hora de impresión da nova na web orixinal española é das 7:47 da mañán, e a hora de impresión da páxina portuguesa é das 12:44, se temos en conta o desfase horario, foron necesarias 4 horas para que a nova impresa en Madrid saíse publicada no web portugués...

Só me queda asombrarme polo rápido que internet fai a comunicación, e o atentos que están os portugueses ó que acontece en España, que aínda que sexamos un dos séus puntos de refrencia, a esta rapidez é difícil acostumarse...  :shock:
Título:
Enviado por: Tiger22 em Setembro 17, 2007, 03:08:10 pm
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El Banco de España niega que el BCE haya acudido al rescate de tres bancos españoles

El Banco de España ha salido al paso de las declaraciones del presidente del banco británico Northern Rock, Adam Applegarth, publicadas en el periódico inglés 'The Independent' en las que afirmaba que tres bancos españoles habían acudido al Banco Central Europeo (BCE) ante problemas de liquidez similares a los de Northern Rock.

El Banco de España afirma en un comunicado que “ninguna entidad española ha acudido a ningún procedimiento de financiación de emergencia y que las entidades españolas, al igual que prácticamente todas las de la eurozona, están acudiendo a las habituales operaciones de liquidez realizadas por el BCE en las últimas semanas, sin que esto suponga que atraviesen por ninguna situación de dificultad”.

El presidente de la entidad británica afirmó el pasado sábado que “Northern Rock había sido víctima de una serie de eventos más allá de su control” e indicó que “tres bancos españoles habían recurrido también a un crédito similar del Banco Central Europeo en las últimas semanas sin que nadie parpadeara”, según recogió el diario británico 'The Independent'.

Los clientes del banco británico Northern Rock, que el pasado viernes tuvo que recurrir a un préstamo de emergencia del Banco de Inglaterra por sus problemas de liquidez y anunció una rebaja de sus previsiones de resultados, han retirado alrededor de 2.000 millones de libras esterlinas (2.879 millones de euros) de sus depósitos en la entidad ante la incertidumbre por el futuro del banco.

Desde que el pasado viernes se hiciera público que el quinto banco hipotecario de Reino Unido se había visto forzado a recurrir a un préstamo de emergencia por parte del Banco de Inglaterra los ahorradores han formando largas colas a las puertas de las sucursales del banco para retirar su dinero y, según el periódico británico, han retirado ya el equivalente al 8% del total de depósitos de la entidad.

El consejero delegado de la entidad, Adam Applegart, se dirigió a los clientes del banco a través de una carta publicada en la página web de la entidad en la que asegura que el dinero “está seguro, aunque si los clientes desean el reintegro de una parte o la totalidad de sus ahorros, están en su perfecto derecho”. Sin embargo, el comunicado de la entidad reconoce que quizás “tengan que esperar un poco más de lo habitual para recibir sus reintegros”.

El BCE ha puesto a disposición del mercado más de 200.000 millones de euros en diferentes operaciones de recompra para solventar los problemas de liquidez que han acusado los mercados desde principios de agosto.


http://www.cincodias.com/articulo/econo ... eco_9/Tes/ (http://www.cincodias.com/articulo/economia/Banco/Espana/niega/BCE/haya/acudido/rescate/bancos/espanoles/cdseco/20070917cdscdseco_9/Tes/)


Bancos espanhóis com problemas de liquidez :shock:  :shock:  :shock:
Título:
Enviado por: manuel liste em Setembro 17, 2007, 03:37:19 pm
De momento nada de nada. Esa info ha sido desmentida por el Banco de España.
Título:
Enviado por: Alfré em Setembro 18, 2007, 12:11:41 am
Estos portugueses siempre buscando noticias malas o supuestas con relacion a España, cuando pondran las buenas o las posiblemente buenas :wink: , la desaceleracion de la que muchos llevais tiempo esperando con ancias no va a ser tan grave :D

Otro ejemplo alucinante para que no veais alarmante la pequeña desaceleracion de crecimiento es que Portugal para crecer lo que crece España a un 3% tendria que crecer un 15% para igualarla :lol:  :lol:  :lol:

AHH otra cosa.. :D
Título:
Enviado por: manuel liste em Setembro 18, 2007, 08:03:01 am
No nos afecta mucho.

Hay una desaceleración en marcha motivada por la ralentización de la construcción residencial (de viviendas). Pero no será el Apocalipsis precisamente.

El ritmo de la construcción era insostenible, es bueno que baje
Título:
Enviado por: Alfré em Setembro 18, 2007, 11:52:23 am
Nos baja tan solo un 1% del pib, si antes creciamos a un 4% a partir de ahora creceremos en torno al 2 y mucho o 3..

Inglaterra por ejemplo se ha mantenido en un crecimiento sobre el dos muchos años y miren la pedazo economia que tienen, un 2% para ellos representa un crecimiento de casi dos cientos mil al año, en 2008 tendran un pib que casi dobla al nuestro, 2,8 billones de dolares y una renta per capita de 46 mil$ :twisted:

un 1% del pib en defensa representaria 20 mil millones de$.., antes de 10 años seguramente lo conseguiremos :twisted:
Título:
Enviado por: Alfré em Setembro 18, 2007, 10:30:49 pm
Citar
El Banco de España ve fuertes a economía y bancos españoles :wink:

La economía y los bancos españoles afrontan las turbulencias financieras internacionales en una posición de fortaleza y son suficientemente capaces de resistir sus posibles efectos adversos, aseguró este martes el gobernador del Banco de España al comparecer ante el Congreso de los Diputados.

Miguel Ángel Fernández Ordóñez dijo a la Comisión de Economía que los bancos españoles se encuentran fuertes ante la crisis de liquidez en el sistema financiero mundial gracias a su alta rentabilidad, su solvencia y su amplia cobertura de los créditos dudosos mediante unos fondos de provisiones creados al efecto.

En cuanto a la economía en general, el gobernador dijo que "las turbulencias financieras llegan a Europa en un momento afortunadamente caracterizado por un dinamismo económico elevado para la 'zona euro' y, en consecuencia, con una capacidad de resistencia notable".

"La solidez de la situación patrimonial de las empresas, los niveles de beneficio previstos y la respuesta favorable del mercado de trabajo al dinamismo de la actividad deja prever una continuación en los próximos trimestres de esta etapa de expansión del Producto Interior Bruto (PIB)", vaticinó Fernández Ordóñez.

Por supuesto, las tasas de crecimiento en los países del euro "podrían resultar ligeramente inferiores a las anticipadas hace algunos meses", pero e todo caso van a seguir situándose "en torno al nivel de crecimiento potencial" de la 'zona euro', según el gobernador.
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Enviado por: ferrol em Outubro 03, 2007, 11:51:46 am
Unha experiencia galega:
http://www.expansion.com/edicion/exp/empresas/es/desarrollo/1042245.html
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Bimba & Lola teje su plan para llegar a las capitales de la moda
La compañía, propiedad de las sobrinas de Adolfo Domínguez, ultima sus primeras aperturas internacionales. El año que viene, abrirá varias tiendas en París.
Desde su estreno, en febrero de 2006, ha logrado posicionarse en las principales plazas de España y Portugal, combinando tiendas en calles principales y en centros comerciales de última generación. Su modelo de crecimiento se apoya en el formato de franquicias, pero también incluye las tiendas en propiedad.

Los planes de expansión de Bimba & Lola aún no han tocado techo. De aquí a finales de 2008, quiere estar presente con 90 puntos de venta, lo que significa aumentar en un 50% su número actual. Las aperturas más cercanas en el calendario, este otoño, han elegido tres ciudades en las que el grupo ya tiene presencia: Pamplona, Vigo y Oviedo.

El próximo año, llegará el lanzamiento internacional de la compañía, que tras el éxito de sus experiencias en Portugal, está preparando la llegada a los principales centros de la moda de Europa, Asia y, en una fase posterior, Latinoamérica. En el continente asiático, sus prioridades son China, Taiwán y Malasia, mientras que en Europa priorizará Francia y Portugal. Si se cumplen las estimaciones de ventas, la facturación se elevará a 35 millones de euros al cierre de 2007, frente a los 18 millones de  2006.
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Enviado por: André em Outubro 03, 2007, 12:40:44 pm
Confiança dos consumidores atinge mínimo histórico

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A confiança das famílias espanholas tocou um mínimo histórico em Setembro, de acordo com um índice do Instituto de Crédito espanhol (ICC-ICO).

O indicador caiu 6,3, face a Agosto, para os 80,5 pontos no mês passado, reflectindo uma avaliação mais pessimista da situação na economia espanhola e no emprego.

A quebra do índice para o valor mais baixo da série histórica, consolida uma tendência de cinco meses consecutivos de descida, antecipando um enfraquecimento mais acentuado do consumo privado.

Diário Digital
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Enviado por: ferrol em Outubro 20, 2007, 08:19:13 am
http://www.expansion.com/edicion/exp/mercados/es/desarrollo/1048440.html
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El Ibex pone el broche a su quinta semana en positivo con un máximo histórico

Ante la sorpresa general de analistas y gestores, el Ibex ha marcado en solitario una escapada alcista. Es el único índice que cierra la semana en positivo.[...]

El Dax cayó en la semana un 1,95%, el Cac un 1,77% y el Ftse un 3%. A media sesión, el saldo semanal para las bolsas estadounidenses también se alejaba de las ganancias. El Dow cedía un 2,71% y el S&P500, un 2,5%.

¿Qué ha provocado que el Ibex se descuelgue y marque dos máximos históricos consecutivos?. Pues que el dinero ha entrado con decisión en los pesos pesados del indice selectivo: Telefónica, las eléctricas, Repsol y Santander. Repsol fue la gran estrella: los máximos del petróleo y la mejora de recomendación de Merrill Lynch ayudaron a que sumara un 6,52% en la semana. Le siguió Gas Natural, con un 6,11%. Y, para rematar el trío de ases, la niña bonita del índice en los últimos meses, Telefónica, se apuntó un 4,64%.
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Enviado por: PereiraMarques em Outubro 20, 2007, 08:08:24 pm
Bem um "br*che" em principio é sempre positivo. :mrgreen:   :oops:
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Enviado por: hellraiser em Outubro 20, 2007, 08:24:24 pm
mas broche não era um alfinete de peito?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Broche
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Enviado por: manuel liste em Outubro 21, 2007, 08:17:23 pm
Citação de: "PereiraMarques"
Bem um "br*che" em principio é sempre positivo. :mrgreen:   :D  :wink:
Título:
Enviado por: ferrol em Outubro 22, 2007, 03:24:56 pm
http://www.expansion.com/edicion/exp/economia_y_politica/economia/es/desarrollo/1048873.html
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España recibe un 2,2% más de turistas hasta septiembre
España ha recibido 47,6 millones de turistas extranjeros en los nueve primeros meses del año, un 2,2% más que entre enero y septiembre de 2006, según los datos de la Encuesta de Movimientos Turísticos en Frontera (Frontur) publicados por el Ministerio de Industria, Turismo y Comercio.

 Reino Unido continúa siendo el primer mercado emisor, con 13,1 millones de turistas hasta septiembre, un 0,8% más, seguido de Alemania, con 8 millones de turistas, un 0,5% menos.

En tercer lugar se sitúa Francia, con la llegada de 7,9 millones de turistas, cifra que supone un incremento del 1,4%. Los mayores crecimientos vienen de la mano de Portugal (+9,4%), Irlanda (8,8%) e Italia (+7,5%).

Cataluña ha sido el primer destino nacional, con 12,3 millones de turistas, un 1,5% más, mientras que Islas Baleares ha recibido a 9 millones de visitantes extranjeros, un crecimiento del 1,1%.

Parece que por fin os portugueses recuperan folgos económicos e poden volver viaxar...unha boa nova para todos.
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Enviado por: Daniel em Novembro 01, 2007, 01:28:30 pm
Crescimento da economia espanhola recua com crise imobiliária


Menos 0,3% que trimestre anterior

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A economia espanhola já se está a ressentir dos efeitos da crise imobiliária de alto risco dos EUA.

No terceiro trimestre deste ano, o Produto Interno Bruto (PIB) do país vizinho cresceu 3,7 por cento em termos interanuais, mas reduziu-se em três décimas quando comparado com o trimestre anterior (de Abril a Junho).

Segundo as previsões do Banco de Espanha este abrandamento do crescimento deve-se à influência da crise que já tem efeitos na Europa.

Título:
Enviado por: manuel liste em Dezembro 17, 2007, 03:53:52 pm
www.eleconomista.es (http://http)

O PIB per capita de Espanha supera o de Italia em 2006, e se poe no 105% da renda da UE-27 (103% em 2005)
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Enviado por: old em Dezembro 18, 2007, 09:12:40 am
Esta es la verdadera economia Española  :D

España supera por primera vez a Italia en renta per cápita




Actualizado martes 18/12/2007 00:25 (CET)
MARÍA RAMÍREZ
BRUSELAS.- Por primera vez, según los datos de Eurostat relativos a 2006, el Producto Interior Bruto (PIB) por habitante español supera al italiano y queda cinco puntos por encima de la media comunitaria (Italia la rebasa en tres) de los Veintisiete, incluidos también los últimos en llegar al club europeo. En cualquier caso, el poder adquisitivo en los dos países se queda por debajo de la media de la zona euro (la media de los 13 países con la moneda única es 10 puntos superior a la de toda la UE).

El mítico 'sorpasso' que vivió Italia en 1987, cuando logró superar a los británicos en renta per cápita, se acaba de producir, aunque esta vez la víctima es la Península Itálica frente a España.

El avance, esperado desde hace años, bate los pronósticos más optimistas del Gobierno de España. Hace ahora un año, el presidente José Luis Rodríguez Zapatero aseguró, durante un congreso organizado por el semanario 'The Economist', que España superaría a Italia antes de 2010 y ocuparía el puesto número 12 en la Unión Europea.

La noticia no sorprenderá al Ejecutivo italiano, que ya había previsto el sorpasso de los españoles, en medio de una depresión generalizada de su economía y de sus ciudadanos, que se declaran los más infelices de Europa occidental.

Más pobres
En cualquier caso, ni los italianos ni los españoles deberían sentirse especialmente orgullosos de estar cerca de la media de una Unión Europea que se ha ampliado y empobrecido en los últimos tres años con la entrada de miembros menos desarrollados.

Entre los más pobres de la UE, se encuentran los polacos, los bálticos, los húngaros y los eslovacos. De los países viejos, anteriores a la ampliación hacia el Este, sólo Grecia y Portugal están por debajo de la media comunitaria, según Eurostat. El peor caso es el de los portugueses, cuyo país sigue teniendo un 75% de la renta media de los Veintisiete, incluso por debajo de algunos países orientales.

La renta per cápita más alta de la Unión Europea sigue concentrada en el norte y centro de Europa.

Los datos de España están en línea con las últimas declaraciones del presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, que aseguró que el poder adquisitivo de los salarios aumentará un 1,2% en 2007, «un avance por primera vez desde hace década y media», ligado a la mejora de la productividad.


España seguira creciendo hasta el año 2020 segun el Deutcsche Bank


http://www.esmas.com/finanzaspersonales/424510.html (http://www.esmas.com/finanzaspersonales/424510.html)
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Enviado por: André em Dezembro 19, 2007, 08:39:31 pm
Banca espanhola defende que impacto do subprime será "mais intenso do que o esperado"

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A banca espanhola acredita que as turbulências financeiras não chegaram ainda ao fim. A perturbação dos mercados desencadeada em Agosto "não está resolvida", pelo que o seu impacto "vai ser mais intenso do que o inicialmente esperado", segundo prevê a Associação Espanhola da Banca (AEB) no seu último relatório.

A associação considera que os mercados "dificilmente vão recuperar a fluidez desejável" até que seja conhecido o "efeito real" da crise do subprime sobre os resultados das entidades financeiras afectadas.

A AEB destaca que as perspectivas económicas apontam, dentro de um dinamismo sustentado, para uma "desaceleração do crescimento e uma maior pressão sobre os preços".

Neste contexto, a AEB considera que, dentro de uma suave desaceleração, a economia espanhola apresente em 2007 "um balanço positivo em termos de crescimento e de criação de postos de trabalho".

Por último, a Associação sublinha ser necessário um ajuste da actividade no sector imobiliário e condições de crédito menos restrictas, mas considera, por outro lado, que uma menor detracção do sector externo vai facilitar um crescimento "mais equilibrado e sustentável".

Diário Económico
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Enviado por: Tiger22 em Janeiro 07, 2008, 04:05:34 pm
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Arrecia la crisis del ladrillo: los últimos indicadores de coyuntura reflejan caídas generalizadas

Los peores presagios se están cumpliendo. Estaba descontando que la inversión en construcción se fuera desacelerando a medida que avanzaban los trimestres (la Comisión Europea estima un 4,4% para 2007, un 1,3% para 2008 y un -3,3% en 2009), pero los últimos indicadores de coyuntura disponibles muestran que el ritmo de deterioro del ‘ladrillo’ está siendo, probablemente, más intenso que lo inicialmente previsto.

Media docena de indicadores reflejan con nitidez el cambio de ciclo. Tanto en términos de empleo como de actividad. La superficie a construir en obra nueva (según los visados de dirección de obra) está cayendo a ritmos anuales del 27,7%, tasa que se reduce al 21,8% si únicamente se tienen en cuenta los resultados de los diez primeros meses del año respecto del mismo periodo de tiempo del año anterior. El retroceso más acusado se refiere al componente residencial (-24,3%). La construcción de casas es, por lo tanto, el mayor lastre del sector. Y hay que tener en cuenta el 9,4% del PIB depende directamente de la actividad residencial. O lo que es lo mismo, unos 99.000 millones de euros de 2007 están en juego.

Un segundo indicador refleja la pérdida de dinamismo de la construcción. La licitación oficial, según los datos de Fomento, registró en octubre en términos interanuales una caída del 33,5% en precio corrientes (con inflación). O un -10,7% si únicamente se toma el periodo enero-octubre. Lo más espectacular es, sin lugar a dudas, el descenso en las licitaciones públicas por parte de los ayuntamientos (-30,1%), lo que pone de manifiesto que los municipios no han recuperado la senda inversora tras las elecciones de mayo, a lo que no parecen ser ajenas sus insuficiencias presupuestarias derivadas, precisamente, del parón inmobiliario.

Las comunidades autónomas, por su parte, han frenado también su política de inversiones (-16,4%), y sólo la Administración Central del Estado tiene un comportamiento claramente positivo, con un aumento del 11%.

Menos hipotecas, pero más caras

El tercer indicador que refleja la coyuntura del ladrillo se refiere al número de hipotecas constituidas, que cayó en octubre por sexto mes consecutivo, aunque con una cierta suavización. Aún así, el número de nuevas hipotecas cede un 7,9%, mientras que en paralelo el importe medio crece un 7,7%.

La consecuencia de este frenazo en seco en el sector de la construcción lógicamente se traduce en menor ocupación, como acaban de poner de relieve los servicios públicos de empleo, que muestran un crecimiento interanual del paro del 19,1% (tres puntos por encima del anterior mes) Si al comenzar el año 2007, había 230.000 trabajadores de la construcción en alta como parados en los servicios públicos de empleo, el año pasado se ha cerrado con 284.000 parados, lo que da idea de la evolución de este indicador.

De la misma manera, el empleo medido en términos de Seguridad Social cae un 3,5% en la construcción, lo que aleja definitivamente al ladrillo como el motor en el ritmo de creación de empleo, algo que ha sido una realidad desde hace al menos una década. La importancia del ladrillo desde el punto de vista del empleo es, sin embargo, mucho mayor de lo que indican las rubricas oficiales, toda vez que este sector es intensivo en mano de obra y, sobre todo, dependen de él otros sectores que se engloban en otras actividades (promoción inmobiliaria, servicios o industria auxiliar).

La caída de la inversión en construcción no es, desde luego, un fenómeno poco relevante para la economía española, la más expuesta de la Unión Europea, junto a la irlandesa, a una crisis del ladrillo. No en vano, nada menos que el 18% del PIB (un 19% en el caso de Irlanda) depende directamente de la inversión en construcción en su doble faceta (prácticamente al 50%): inversión residencial y obra civil. Es decir, prácticamente el doble que la media de la Unión Europea.

Es más. La inversión en construcción habrá representado el año recién acabado, según SEOPAN, la patronal del sector, el 60% de la inversión total. Entre 2007 y 2007, de hecho, España ha sido la segunda nación de Europa en la que más ha crecido la inversión en construcción (sólo por detrás de Grecia, donde se han celebrado unos Juegos Olímpicos).
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Enviado por: Tiger22 em Janeiro 09, 2008, 04:09:43 pm
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El deterioro económico

El 'Financial Times' afirma que la crisis ha estrangulado a España
El rotativo británico sostiene que la restricción del crédito ha frenado en seco el crecimiento español
 
EFE - Londres - 09/01/2008

El diario británico Financial Times ha lanzado hoy un jarro de agua fría sobre las previsiones del Ejecutivo y su particular optimismo sobre la situación económica al asegurar que el fuerte crecimiento español impulsado por el crédito se ha visto abocado a una brusca parada por el ''atasco'' financiero internacional. De acuerdo con el periódico, el fuerte repunte de la inflación en diciembre, la subida del desempleo, así como la desaceleración de la economía frenaron la euforia de la economía española, mientras que las turbulencias que han afectado a los mercados internacionales de crédito han estrangulado a España.

"El atasco financiero internacional ha conducido al repentino crecimiento español alimentado por el crédito a una brusca parada y las familias y empresas ya están sintiendo el dolor", señala el diario.

En concreto, el rotativo afirma que el Gobierno español ha tenido que rebajar sus previsiones de crecimiento para 2008 desde el 3,3% inicial, hasta el 3,1%, aunque indica que "muchos economistas consideran aún estas cifras como demasiado optimistas".

Además, el diario apunta que los precios de la vivienda han empezado a caer en varias partes del país, minando aún más la confianza en la economía y provocando que ya haya familias que deben más a los bancos de lo que valen sus viviendas.

Asimismo, el artículo señala que varias promotoras inmobiliarias se encuentran en dificultades financieras y cita los casos de Astroc y Llanera.

En este sentido, indica que, según los datos del Banco de España, durante el pasado ejercicio el volumen de créditos dudosos al sector se incrementó un 48%, hasta 1.000 millones de euros, mientras que las entidades españolas mantienen 293.000 millones de euros en préstamos relacionados con la promoción inmobiliaria.

Retos del presidente

Por otro lado, el diario señala que este cambio de percepción sobre la evolución de la economía española puede tener consecuencias en las próximas elecciones generales del 9 de marzo y afirma que el actual presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, puede enfrentarse a la prueba más dura en toda su carrera política.

El periódico recuerda que la trayectoria política del presidente español cuenta por victorias todos los comicios a los que ha concurrido desde que en 1986 se convirtiese, con tan sólo 25 años, en el miembro más joven del parlamento español.

Sin embargo, el diario cita que los actuales sondeos de opinión muestran que los dos grandes partidos políticos españoles, PSOE y PP, se encuentran virtualmente empatados.

En este sentido, el periódico apunta que Zapatero se enfrenta al desafío de conseguir movilizar a los votantes que hace cuatro años le otorgaron el triunfo electoral, aunque señala que el actual presidente tiene a su favor ser el actual titular del cargo y una personalidad más agradable que la de su oponente, Mariano Rajoy.

Asimismo, el periódico indica que la hostilidad mostrada por la Iglesia católica respecto a varias de las reformas sociales del Gobierno puede jugar una baza favorable a los intereses del Partido Socialista en las próximas elecciones.


http://www.elpais.com/articulo/economia ... ueco_9/Tes (http://www.elpais.com/articulo/economia/Financial/Times/afirma/crisis/ha/estrangulado/Espana/elpepueco/20080109elpepueco_9/Tes)

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Enviado por: Tiger22 em Janeiro 11, 2008, 01:48:16 pm
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El mapa de la crisis

(http://www.cotizalia.com/fotos/mapa_espanabuena.jpg)

La crisis inmobiliaria y crediticia ya está golpeando con fuerza a España. Y donde se va a sentir con mayor crudeza es en la costa mediterránea -Andalucía, Murcia y, en menor medida, la Comunidad de Valenciana-, según un mapa caliente de la crisis que ha elaborado Citigroup. Por eso, las entidades financieras con mayor riesgo son las que tienen mayor exposición a estas zonas, en especial las cajas de ahorros regionales. Algo que preocupa mucho al Banco de España, que va a lanzar inspecciones masivas referidas al riesgo inmobiliario y al Gobierno, que pretende evitar la quiebra de alguna gran inmobiliaria.

En un detallado estudio titulado gráficamente The Pain in Spain (El dolor en España), Citigroup identifica a siete cajas como las más vulnerables en el entorno actual: todas las andaluzas -San Fernando, Granada, Cajasur, Cajasol, Unicaja y Jaén- más Caja Murcia. Dentro de los bancos, el que peor lo tiene es el Banco de Valencia y, dentro de los grandes, el Popular, a juicio de este análisis.

A su juicio, todo el sistema financiero español tiene una exposición parecida al mercado inmobiliario y a los créditos hipotecarios. Por eso, considera que el factor diferencial es su presencia geográfica. Así, determina el perfil de riesgo de cada comunidad autónoma en función de de 18 criterios referidos al mercado inmobiliario, al crediticio, a la riqueza, a la inmigración, al mercado laboral y al tejido empresarial de cada región. En función del grado de exposición de cada banco o caja a cada comunidad, calcula el riesgo de su cartera de créditos: cuanto mayor es la presencia de una entidad a una comunidad de "alto riesgo", mayor es el peligro para su activo.

La conclusión del estudio es que las zonas que más van a sufrir en la crisis son el sur de la costa mediterránea, es decir, Murcia y Andalucía. Le siguen la Comunidad Valenciana, Castilla-La Mancha y La Rioja. En el otro extremo, las regiones con menor riesgo son Madrid, País Vasco y Navarra (ver el mapa adjunto).

"Las cajas sufrirán el grueso del dolor"

Se da la circunstancia de que las cajas tienen una cuota de mercado -sobre todo en hipotecas nuevas- mayor que la media nacional en las zonas con más peligro; en especial, en La Rioja (70% de cuota), Murcia y Castilla-La Mancha (64%) y Valencia (58%). De ahí que las entidades más concentradas en esos mercados regionales afronten los mayores problemas potenciales en sus carteras de créditos. Asimismo, la generalidad de las cajas andaluzas -con muy poca diversificación fuera de su comunidad, según Citigroup- presentan un perfil de riesgo "alto".

Con perfil "medio-alto" aparecen las cajas de Onteniente, La Rioja y la CAM, mientras que el riesgo es "medio", siempre según Citigroup, para Bancaja, Ibercaja, General de Canarias, Asturias, Baleares, CAI, Cantabria, Canarias, Extremadura, Badajoz, Guadalajara y Pollença. En el otro extremo, las entidades más a salvo de la crisis son Caja Navarra y Caja Vital.

Respecto a la banca, ninguna entidad tiene un nivel de riesgo tan alto como estas cajas. La que más se acerca es el Banco de Valencia, con el 73% de sus créditos en su comunidad y en Murcia. Le siguen Banca March, Espirito Santo y Pueyo. Entre los medianos y grandes, el que tiene mayor exposición a las zonas problemáticas es Popular, seguido por Banesto, BBVA, Santander y Bankinter. Por el contrario, los más protegidos son Sabadell, Pastor y, a la cabeza del ranking, Guipuzcoano. Algo que puede sorprender a la vista de los esfuerzos de sus accionistas por vender el banco.

El banco norteamericano coincide con otros expertos (como Merrill Lynch) en las causas de la crisis: el debilitamiento de la economía, el estallido de la burbuja inmobiliaria con caídas de precios, unos mercados de capitales ilíquidos en un momento en que la banca española está fuertemente endeudada y el esperado mayor deterioro del entorno de crédito.
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Enviado por: André em Fevereiro 27, 2008, 09:25:19 pm
Espanha em apuros
Luís Delgado

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O vento não é bom: o Banco de Espanha, no seu habitual boletim , anunciou uma «desaceleração mais significativa» da economia em 2008, em resultado da intensificação das tensões nos mercados financeiros internacionais.

O consumo privado e a confiança dos consumidores estão aos níveis de 1994, e nenhum indicador se mostra positivo nestes primeiros meses de 2008.

Estamos para ver que influência têm estes dados na campanha eleitoral e na decisão dos espanhóis no dia 9 de Março.

Para Portugal, contudo, o alerta é muito negativo e vai ter um impacto significativo no nosso crescimento. E quanto à confiança nacional então nem vale a pena falar. O Bareme Político da Marktest, divulgado em Fevereiro, mostra que o pessimismo nacional face à evolução da situação económica pessoal e do país atingiu os valores mais baixos dos últimos 18 meses.

Nada disto é risonho, mesmo com um Governo que faz de conta que o país está imune aos apertos da Europa. Quando é que o PM muda de atitude e alerta os portugueses para as dificuldades – mais! – que estão à vista???

Diário Digital
Título:
Enviado por: Lancero em Março 10, 2008, 05:50:56 pm
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Spanish elections

The coming pain in Spain
Mar 6th 2008 | MADRID
From The Economist print edition

The next Spanish government faces a much tougher time than the outgoing one

ANYBODY who is confident of the outcome of Spain's election on March 9th should recall March 14th 2004. Three days after Islamist terrorists bombed four Madrid trains, killing 191 people, voters unexpectedly handed victory to the Socialists' José Luis Rodríguez Zapatero. This weekend Mr Zapatero faces the electorate once again. Sober flags showing Mr Zapatero and his People's Party (PP) rival, Mariano Rajoy, flutter decorously along the two sides of Madrid's Castellana avenue, belying the bitter tensions between the two parties that have persisted since 2004. Opinion polls suggest Mr Zapatero will win—but the margin may be narrow.

On the face of it, that seems odd. The past four years have been good for Spain. Growth has averaged almost 4%. Spain has been producing most of the jobs created in the euro area. In December Europe's number-crunchers said it had overtaken Italy in GDP per head. Mr Zapatero's decision to pull Spanish troops out of Iraq was popular, as were most of his government's social policies, such as legalising gay marriages. Spanish governments tend to be re-elected at least once, and the country is naturally left-of-centre. Yet Mr Zapatero does not appear to be reaping the rewards.

His PP and Socialist predecessors as prime minister, respectively José María Aznar and Felipe González, both won absolute majorities in their second terms. Even Mr Zapatero's closest backers consider that unlikely this time. Much will depend on turnout—anything above 70% will boost him. Yet, as one ally concedes, if he fails to win an absolute majority, that will be a mark of Mr Zapatero's failure as leader. One problem is his lack of inspiration and punchiness. But the colourless Mr Rajoy is little better. The consensus is that Mr Zapatero held his own in the first televised debates between the two men, and won the second.

Mr Zapatero's struggle to win re-election seems to be attributable to three broader factors. The first and biggest is, surprisingly, the economy, now a matter of deep concern for many Spaniards. GDP growth is slowing sharply, from 3.8% in 2007 to 3% (officially) or even as little as 2% (say pessimists) this year. Unemployment jumped in both January and February. Consumer confidence is at a 13-year low. And inflation has ticked up above 4%.

Plainly, the economy's apparently robust performance was more fragile than it seemed. It has depended heavily on construction, which accounts for as much as 18% of GDP, nearly twice the share in other European countries. In recent years Spain has built more new houses than Britain, France and Germany put together. Now the property bubble has burst. In November new house-building requests fell by a quarter over a year earlier, says the Bank of Spain. House prices are dropping. No wonder voters feel glum.

The second factor weakening Mr Zapatero is his policy on the Spanish regions. It was risky to devolve more powers to the Catalans, and even more so to talk to the Basque separatists, ETA. Mr Aznar's refusal to discuss more regional autonomy had stoked separatist sentiment. Yet the new statute for Catalonia, fiercely resisted by the PP and now subject to a court challenge, has proved unpopular in the rest of Spain. It has not even helped the Socialists much in Catalonia—indeed, the regional parties will do well, putting them in a strong bargaining position with a new government (see article).

As for ETA, its decision to end a two-year ceasefire and resume its campaign of violence was a blow to Mr Zapatero, making him seem credulous and naive. It is true that the PP government also talked to ETA, and that thanks to good police work the terrorists are even weaker than they were. But Mr Zapatero's new regionalism has certainly not helped him.

The third issue that may have hurt him is immigration. Spain has become Europe's migration magnet: in the past decade it has taken in as many as 5m foreigners, second only to the United States. Most come from north Africa and Latin America. The population, once expected to fall, is growing fast: official forecasts show it rising from 45m now to almost 50m by 2015. Mr Rajoy has made much of uncontrolled immigration, with the avowed goal of luring native working-class voters away from the Socialists.

(http://media.economist.com/images/20080308/CEU883.gif)

Mr Zapatero stoutly defends immigration, especially his decision to legalise many of those who entered Spain illegally. Yet the country is now changing so fast as to test social tolerance. In 2000 the foreign-born share of the population was just 4%. Seven years on, it is 12%, as high as anywhere in Europe. With the economy in trouble and unemployment rising, a backlash against immigration seems likely.

Immigration is intimately linked to Spain's economic performance. Many foreigners arrived to work in construction. They are also responsible for much demand for new housing outside the costas. And immigrants have been crucial in bringing about wage moderation—real wages have recently been falling—and in holding down inflation. One economist, tongue only just in cheek, calls immigration a de facto labour-market reform.

Immigration has also made two failings in the Spanish economy potentially worse. First, it has prolonged the property boom to the point where its bursting seems bound to cause more pain. The Bank of Spain insists that Spanish banks are healthier than their rivals, not least because it wisely kept them out of the fancy structured-finance products that have caused such trouble elsewhere. But it concedes that lending linked to property has risen from 40% of all loans in 2005 to 60% now. It puts total exposure to property at a whopping €300 billion ($450 billion).

The government insists it is well placed to respond to a slowing economy. The budget surplus is running at 2% of GDP; ten years ago the deficit was close to 3.4%. Mr Zapatero and Mr Rajoy are vying to make ever more extravagant promises of tax cuts and spending plans. But the Bank of Spain urges caution: inflation is high and the current-account deficit is a shocking 9% of GDP, so fiscal expansion may be riskier than it appears at first sight.

This should focus the attention on the second failing: Spain's lack of structural reforms to improve competitiveness, free up the labour market, liberalise the economy and start the slog of raising productivity by such measures as improving education. The good times of the past decade, plus European Union money that is now running out, allowed governments of both parties to put off taking unpalatable medicine. Spain faces its severest test since joining the euro a decade ago. The only way to pass is to make deeper reforms than either party has so far suggested. In some ways, this may turn out to be an election that it is better to lose than to win.


Fonte (http://http)
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Enviado por: André em Março 19, 2008, 03:46:57 pm
Imigrantes latino-americanos em Espanha vivem em condições equivalentes às das favelas brasileiras - ONU

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Os imigrantes latino-americanos em Espanha vivem em condições equivalentes às das favelas brasileiras, havendo casos em que pessoas são obrigadas a alugar uma cama por hora para dormir, alertou o relator especial da ONU para a Habitação.

No relatório apresentado às Nações Unidas (ONU) sobre a situação em Espanha, o relator especial Miloon Khotari alerta que os imigrantes continuam a sofrer discriminações naquele país, onde ainda "podem ser presos por não terem tecto".

De acordo com o responsável indiano, os subúrbios de Madrid e Barcelona estão repletos de casos de imigrantes que não têm casa, sendo que esta situação afecta, além dos imigrantes latino-americanos, sobretudo os estrangeiros de nacionalidade africana e árabe.

"A situação é muito séria para esses imigrantes", alertou Miloon Khotari, que recentemente visitou uma série de bairros pobres em Espanha para elaborar os relatórios.

"Vi pessoas a viverem em barracas, com sacos de plástico para se protegerem da chuva", lamentou o relator especial da ONU para a Habitação, que sublinhou que os principais problemas se colocam em algumas cidades da região da Andaluzia, no Sul de Espanha.

"Vimos pessoas a viverem em locais de obras ou mesmo em prédios não concluídos", afirmou, acrescentando que "as condições de habitação não são adequadas" e que estas "se equiparam às das favelas brasileiras".

"Enquanto a economia local beneficiou da força de trabalho dos imigrantes, não foi feito o suficiente para lidar com as necessidades de habitação dessa população", lamentou o especialista.

Em 2003, as Nações Unidas já tinham sugerido ao Governo espanhol que criasse moradias subsidiadas para os imigrantes de baixo rendimento, além de ter incentivado aquele país a lutar mais contra o racismo e a xenofobia.

"Infelizmente, há pouca evidência de que essas recomendações estão a ser implementadas", afirmou Khotari.

"O que [os imigrantes] ganham não é suficiente para conseguirem uma moradia, mas o Governo também não reconhece a situação crítica em que essas pessoas se encontram", acrescentou.

Relativamente à comunidade imigrante brasileira em Espanha, o especialista afirmou não ter analisado casos específicos, mas considerou que os brasileiros, uma vez estando entre os imigrantes, "certamente estão a sofrer essa realidade".

O Relator Especial da ONU para a Habitação criticou ainda que a Lei de Imigração espanhola não "garante o direito à habitação", contudo faz desta um requisito para que os residentes estrangeiros possam trabalhar no país.

Lusa
Título:
Enviado por: sierra002 em Março 21, 2008, 04:47:28 pm
La crisis que está entrando es mundial. España no se librará.
Título:
Enviado por: old em Março 22, 2008, 11:47:04 am
Demasiado tremendismo. El Financial Times lleva anunciando una crisis Española desde el año 2.000 por lo menos :lol:  Y todavia no ha quebrado ningun banco Español, no como ciertos Bancos Ingleses...

Esta semana santa los hoteles vuelven a estar casi a 100% de su capacidad y la gente se ha ido de vacaciones igual.

Sobre la inmigracion, pues algun dia tenia que parar. Hay demasiados.

Todo sigue igual, es mas España es uno de los paises con menos Morosidad Hipotecaria del mundo y la crisis es a nivel Global.

No se salva ni cristo, pero España es uno de los paises con mas fuerza para afrontar la crisis.
Título:
Enviado por: Mike23 em Março 22, 2008, 02:53:10 pm
Citação de: "old"
Demasiado tremendismo. El Financial Times lleva anunciando una crisis Española desde el año 2.000 por lo menos :lol:  Y todavia no ha quebrado ningun banco Español, no como ciertos Bancos Ingleses...

Esta semana santa los hoteles vuelven a estar casi a 100% de su capacidad y la gente se ha ido de vacaciones igual.

Sobre la inmigracion, pues algun dia tenia que parar. Hay demasiados.

Todo sigue igual, es mas España es uno de los paises con menos Morosidad Hipotecaria del mundo y la crisis es a nivel Global.

No se salva ni cristo, pero España es uno de los paises con mas fuerza para afrontar la crisis.


(http://z.about.com/d/politicalhumor/1/0/l/U/iraq_denial.jpg)

"I repeat, there is no U.S. presence in Baghdad."
—Iraqi Information Minister Mohammed Saeed al-Sahaf, (AKA Bahgdad Bob")


(http://www.welovetheiraqiinformationminister.com/images/MSS.jpg)
Título:
Enviado por: old em Abril 04, 2008, 09:19:08 am
Beneficio record del sector financiero Español en 2007.
El que se supone que es el año de la desaceleracion.

La banca y cajas de ahorros alcanzan un beneficio de 18.877 millones de euros. Un 20% mas que el año pasado.

La tasa de morosidad subio solo un 0,76 % y se mantiene de entre las mas bajas de los paises de su entorno

http://www.elmundo.es/mundodinero/20...207224622.html (http://www.elmundo.es/mundodinero/20...207224622.html)
http://www.elpais.com/articulo/econo...lpepueco_2/Tes (http://www.elpais.com/articulo/econo...lpepueco_2/Tes)


El sector financiero Español esta soportando bastante bien la crisis economica y es uno de los mas fuertes y eficaces  del mundo. Entidades Americanas, Inglesas y de ambito internacional estan pasando por peores momentos.
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Enviado por: Lancero em Abril 04, 2008, 10:22:25 am
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Espanha: Desaceleração no mercado imobiliário sobrevalorizado terá consequências graves - FMI    

   Madrid, 04 Abr (Lusa) - A crise no sector imobiliário espanhol, aliado  a uma sobrevalorização de até 20 por cento no preço da habitação, terá consequências  mais graves neste país que em qualquer outra economia europeia, alertou  hoje um especialista do FMI.  

 

   A análise foi feita por Roberto Cardarelli, economista e especialista  do FMI para mercados imobiliários, que refere que o mercado em Espanha sentirá  uma correcção de entre 15 e 20 por cento no preço da habitação, valor pelo  qual está sobrevalorizada a habitação.  

 

   Quase inevitável, a queda poderá no entanto ser progressiva, evitando  assim um colapso dos preços nominais da habitação, o que permitirá algumas  correcções pontuais.  

 

   Como exemplo do que pode acontecer referiu-se a um aumento da inflação  de cinco por cento anuais nos próximos cinco anos, perante uma estabilização  dos preços das casas nesse período, o que levaria a uma queda de 25 por  cento nos preços reais.  

 

   Dados da situação do sector imobiliário em Espanha deverão fazer parte  do Relatório de Perspectivas Económicas que o FMI conta dar a conhecer na  próxima semana.  

 

   Mais do que a sobrevalorização dos preços, Cardarelli alerta para a  excessiva dependência que a economia espanhola tem no sector do investimento  imobiliário residencial.  

 

   Isso levará, estima, a que qualquer desaceleração neste sector tenha  consequências mais graves em Espanha que em qualquer outro sector.  

 

   Um estudo da KMPG divulgado esta semana já antecipava  perdas de até  1,2 milhões de empregos no sector da construção nos próximos dois anos.  

 

   Em 2007 metade de todas as agências imobiliárias espanholas fechou as  portas, antecipando-se que este ano serão construídas menos 300 mil casas  que o previsto, devido à queda da procura, pressão de juros e menor confiança  dos consumidores.  

 

   Note-se que em Espanha o investimento imobiliário residencial representa  09 por cento do PIB, uma percentagem que só é mais elevada na Irlanda, o  que, para Cardarelli, configura "alguma preocupação".  

 

   Dados oficiais apontam para uma queda de 27 por cento no volume de vendas  imobiliárias residenciais em Janeiro com o tempo de espera para a venda  a quase quadruplicar em várias zonas, de três meses para cerca de um ano.  

 

   O impacto das correcções no sector evidenciam-se na queda da expectativas  para o crescimento, corrigido já pelo Banco de Espanha de 3,1 para 2,4 por  cento este ano, e analistas a anteciparem vários anos de ajustes complicados  à economia.  

 

   Para responder à desaceleração o governo espanhol tem já preparado um  pacote de medidas de estímulo económico, orçamentadas em cerca de 22 mil  milhões de euros.  

 

   Alguns observadores apontam igualmente para uma antecipação de um plano  de infra-estruturas, para 15 anos, orçamentado em 250 mil milhões de euros.  

 

   A agenda poderá no entanto ser condicionada pela redução do excedente  das contas públicas, que terá já caído um por cento do PIB desde o início  do ano, perdendo ainda mais se a taxa de desemprego continuar a aumentar.  
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Enviado por: ferrol em Abril 26, 2008, 10:09:49 am
http://www.cotizalia.com/cache/2008/04/24/8_fertiberia_villar_compra_portuguesa_millones_euros.html
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Fertiberia, perteneciente al Grupo Villar Mir, ha adquirido el 100% de la empresa portuguesa ADP, propiedad de Grupo José de Mello, por un importe de 97,5 millones de euros, informó hoy (24/04/08) la compañía.

Además, dentro de esta operación se incorporan las filiales Sopac, Intergal y CUF-Brazil, lo que supone la entrada de la compañía española en el mercado latinoamericano.

Fertiberia indicó que la adquisición se enmarca en su estrategia de expansión internacional. En 2005 la compañía ya adquirió el 66% de la compañía argelina Fertial, lo que le permitió convertirse en el segundo fabricante europeo de fertilizantes y primero del arco mediterráneo.

El presidente del Grupo Fertiberia, Francisco de la Riva, prevé que esta operación "consolide el liderazgo" de la compañía y que "sirva de puente" para su entrada en Latinoamérica.

Con esta operación, la estructura industrial del Grupo Fertiberia quedará compuesta por 10 centros productivos, cinco de ellos ubicados en España -Avilés, Puertollano, Palos de la Frontera, Huelva y Sagunto-, dos en Portugal -Setúbal y Alverca- y otros tres en Argelia -dos en Arzew y uno en Annaba-. Estas factorías producen principalmente fertilizantes compuestos, líquidos y nitrogenados; productos químicos para la industria; AdBlue; amoniaco, y urea.

Por su parte, ADP, líder del mercado portugués de fertilizantes y que da empleo a 435 trabajadores, cuenta con una sólida base financiera, excelentes canales de distribución, acceso seguro a las materias primas y un equipo gestor experimentado y muy motivado, destacó Fertiberia.
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Enviado por: Tiger22 em Abril 27, 2008, 11:32:08 pm
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El superávit del Estado cae un 51,4%

El Estado registró en el primer trimestre de 2008 un superávit en contabilidad nacional de 3.276 millones de euros, una cifra que equivale al 0,29% del Producto Interior Bruto (PIB).

Este dato supone una caída del 51,4% respecto a la lograda en el mismo periodo de 2007, que fue de 6.747 millones.

Economía y Hacienda culpa a la crisis inmobiliaria y al petróleo

El Ministerio de Economía y Hacienda atribuye la caída del superávit a la desaceleración en el sector inmobiliario y al elevado precio del petróleo.

El superávit en contabilidad nacional fue resultado de unos ingresos de 38.298 millones de euros, el 1,3% que en el primer trimestre de 2007, frente a unos pagos que, aunque inferiores (35.022 millones), aumentaron el 12,8%, según los datos presentados hoy por el secretario de Estado de Hacienda y Presupuestos, Carlos Ocaña.


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La venta de viviendas cayó hasta un 60% entre septiembre de 2007 y abril de 2008

La venta de viviendas ha caído entre un 50 y un 60% desde septiembre de 2007, como consecuencia de la desaceleración económica y del parón de actividad que desde el pasado verano experimenta el mercado de la construcción.

Así lo ha confirmado este miércoles el presidente de la Asociación de Promotores y Constructores de España (APCE), Guillermo Chicote, que además cifró en alrededor de 500.000 el número de viviendas que en la actualidad se encuentran en "stock", es decir, pendientes de venta.


El número de viviendas iniciadas también ha descendido en lo que va de año un 20% con respecto al mismo período de 2007, explicó el gerente de APCE, Julio Gil.
En función de estos datos, Chicote auguró que a final de 2008 el número de viviendas comenzadas estará entre 350.000 y 400.000 inmuebles, frente a los 641.000 de 2007.

El presidente de la asociación dijo que el escenario del sector es "malo" y que esto perjudica tanto a los compradores como al Gobierno, por lo que pidió al Ejecutivo que "garantice" a los consumidores que los tipos de interés no van a seguir subiendo.

Sin bajada de precios a la vista

No obstante, Chicote desechó la posibilidad de una pronta bajada de los precios de la vivienda, aunque no descartó descuentos "voluntarios" entre aquellos promotores con problemas financieros. A su juicio, "la única forma de abaratar la vivienda es conseguir que el suelo sea mucho más barato".

Por otro lado, Chicote se mostró confiado en que las medidas económicas aprobadas por el Ejecutivo el pasado viernes ayuden a recuperar la confianza del consumidor, aunque matizó que estas iniciativas son "escasas".

También este mismo miércoles, cuando se ha sabido que el superávit ha caído un 51,4%, la CEOE ha advertido de que si no se adoptan medidas "valientes y agresivas" para paliar la desaceleración económica, a finales de este año habrá medio millón de parados más.


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Las familias gastan menos en ropa y se abonan a la 'marca blanca' contra la crisis

Las familias españolas notan la crisis y se aprietan el cinturón, pero no en todos los productos por igual, según los datos del el estudio 'TNS Distribución 2008', realizado por la consultora TNS World Panel. Se gastan menos en ropa y calzado, así como en perfumería e higiene personal, pero crece el gasto en alimentación y en carburantes.


Según el informe, el gasto de los consumidores en el sector textil en los dos primeros meses de 2008 cayó un 3% respecto al mismo periodo del año anterior, mientras que en el caso de la perfumería y la higiene personal, se redujo en un 3,3%.

Por contra, el consumo de productos de alimentación frescos y envasados se incrementó un 3,5%, mientras que en carburantes de uso particular repuntó un 14%, como consecuencia del alza del precio.

Estos datos confirman que los ciudadanos controlan el gasto buscando promociones y, en algunas categorías de productos, comprando 'marcas blancas'. De hecho, estos productos registraron el pasado ejercicio una cuota del mercado del 29,9%, cuatro décimas más que en 2006 y 5,5 puntos más que hace cinco años. El consumidor elige la 'marca blanca' en los productos más inflacionistas, como la leche, el aceite de girasol, la pasta o el arroz.

El estudio 'TNS Distribución 2008' pone de manifiesto además que los compradores salen menos a hacer la compra (16 veces al mes en 2007, una menos que en 2006), pero llenan más la cesta, al pasar de 9,6 artículos por 17,2 euros en 2006 a 9,7 productos el año pasado, con un gasto medio por cesta de 18,2 euros.


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En 2009 el desempleo ascenderá hasta el 9,8% debido a la crisis inmobiliaria

El Banco de España ha reducido, en su último boletín informativo, sus previsiones de crecimiento económico, creación de empleo y actividad en la construcción. Esto implica que las consecuencias para el empleo serán nefastas ya que la tasa de paro subirá el 9% este año y en 2009 crecerá hasta alcanzar el 9,8%, según informa Yahoo.

"Los principales factores tras la desaceleración económica en el crecimiento (de 2008) son un contexto internacional menos favorable(...) y una desaceleración más pronunciada de la inversión inmobiliaria en España", indicó el Banco de España, y agregó que los riesgos de sus nuevos pronósticos apuntan a un empeoramiento generalizado de la situación.
En su último boletín, el Banco de España no cita las palabras "crisis" o "recesión", pero constata el "intenso ajuste" en la construcción para referirse diez veces a la "desaceleración" económica en sus pronósticos. El superávit público se reducirá progresivamente hasta casi desaparecer en 2009.

El pronóstico del Banco de España indicó que las inversiones en el sector inmobiliario se contraerán un 0,2% en 2008 y un 1,2% en 2009, tras crecer un 4% en el 2007.


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La crisis económica pasa factura a las fortunas españolas

A Amancio Ortega, Esther Koplowitz, Luis Portillo, José Manuel Entrecanales, Rafael del Pino y Gabriel Escarrer no se les olvidará fácilmente la palabra ‘subprime’. En tan sólo nueve meses, el patrimonio bursátil de estos seis grandes inversores españoles se ha depreciado más de 10.000 millones, el 1% del PIB español.

Amancio Ortega, Luis Portillo, Rafael del Pino, Esther Koplowitch, José Manuel Entrecanales y Gabriel Escarrer están sufriendo en sus propias carnes el impacto de la crisis subprime y las turbulencias bursátiles. Sus abultadas cuentas bancarias han recortado varios ceros desde mediados de julio y el panorama para los próximos meses todavía es incierto.

Si las matemáticas no fallan, en nueve meses la crisis bursátil ha arañado a las carteras de estos seis grandes inversores españoles más de 10.000 millones de euros en bolsa.  

Alrededor de 10.000 millones de euros le costará al gobierno de ZP el plan de choque para capear la crisis. 10.000 millones equivale al 1% del PIB español y 10.000 millones supone 28 veces el presupuesto del Real Madrid para la presente temporada.
El 16 de julio, estas seis familias contaban con participaciones en empresas cotizadas valoradas en 38.325 millones de euros. Hace apenas unos días, el azote subprime había reducido el valor de sus fortunas a 27.960 millones, lo que supone unas minusvalías de 10.300 millones.

Y es que, la caída del Ibex del 9%, en los últimos nueve meses, no ha dejado indiferente a nadie: desde los accionistas más modestos hasta los más acaudalados.

El inversor español que ha salido peor parado de la crisis subprime es Amancio Ortega. Su participación en la compañía que preside, Inditex, se ha depreciado 2.900 millones de euros. El miedo de los inversores al impacto del descenso del consumo en las cuentas de la compañía textil ha pesado como una losa sobre los títulos de Inditex, que se dejan un 19% desde el 16 de julio.

El resto de apuestas de Ortega han tenido la misma mala fortuna que la de la cadena de ropa. Con su 5% en Banco Pastor, valor perjudicado por los problemas del sector financiero, el dueño de Zara ha perdido 74 millones de euros. La reserva en NH Hoteles le ha supuesto un recorte de otros 42 millones. Y el 4,6% que posee en Afirma –antigua Astroc– le ha hecho perder 36 millones. Desde agosto, el patrimonio de Ortega se ha reducido en 3.061 millones de euros.

Derrumbe del ladrillo
No se queda muy lejos de estas cifras Esther Koplowitz. Su exposición al ladrillo la golpea con caídas superiores a los 2.100 millones. Especialmente dolorosas son las minusvalías que registra en la compañía que preside, FCC, de casi 1.300 millones.

Para los expertos, las principales razones del desplome de la constructora son la excesiva dependencia del crecimiento español y la incertidumbre que genera la participación de Colonial en la constructora (tiene el 15%), ante los continuos rumores de posibles ventas o colocaciones de este paquete  en mercado. Lejos de asustarse ante esta situación, Koplowitz ha aprovechado la caída de la cotización de FCC para incrementar su participación en la compañía, y ya controla directa e indirectamente el 52,6% del capital.

Cementos Portland y Realia, las otras dos compañías de las que Esther Koplowitz es accionista mayoritaria, también han sucumbido al desplome del ladrillo español. Ambas han provocado un agujero de 582 y 324 millones de euros, respectivamente, en la cartera bursátil de la acaudalada empresaria.

Un caso parecido es el de Luis Portillo, ex rey inmobiliario sevillano, quien ha visto cómo su fortuna subía y bajaba con la misma rapidez que las burbujas del champán. El constructor sevillano, que vivió su momento de gloria con la exitosa compra de Inmocaral y Colonial, no atraviesa su mejor momento. La crisis del crédito ha golpeado sin piedad a las empresas con elevados ratios de endeudamiento, entre las que Colonial brilla con luz propia.

Así, el que no hace tanto fue llamado Rey Midas andaluz se deja 2.000 millones de euros desde el 16 de julio.

En los últimos meses, Luis Portillo ha reducido su capital en Colonial desde el 39,7% hasta el 29,8%. El frustrado acuerdo del fondo de Dubai con los accionistas de la inmobiliaria dejó a la cotizada desvalida y agujereó los bolsillos de Portillo.

Y como los males nunca vienen solos, Portillo ha tenido que llorar, junto al estrepitoso desplome de Colonial, la depreciación de las acciones de FCC. Desde el inicio de la crisis, su paquete del 15% en la constructora, le ha hecho perder a la inmobiliaria 430 millones de euros.

Rafael del Pino, presidente de Ferrovial, también se ha llevado un fuerte batacazo en bolsa. Su potente fortuna se ha desinflado en 1.730 millones de euros desde julio. Ferrovial, una de las mayores constructoras de España, pierde un 25% en la crisis. Y es que, pese a sus buenos resultados de los últimos años, la adquisición en junio de 2006 de BAA –empresa que gestiona los principales aeropuertos de Reino Unido– ha generado dudas entre los inversores. La refinanciación de la deuda asumida para la compra de BAA será la clave para la evolución del valor.

Las turbulencias han hecho perder a la familia Entrecanales, primer accionista de Acciona con una participación del 59,7%, más de 1.400 millones de euros. Desde que se desató la crisis, la compañía de infraestructuras y de energías renovables pierde un 12%. Su vinculación al sector de la construcción no ha pasado inadvertido en el parqué, a pesar de que, durante 2007, la cotización de la compañía se benefició de su alianza con la eléctrica Enel para hacerse con Endesa.

A José María Entrecanales, sin embargo, le queda un consuelo: La venta de su participación del 15% en FCC a la que entonces era Inmocaral (actual Colonial), por 610 millones más de lo que lo hubiera hecho con los actuales precios.

Otro de los grandes inversores golpeados por la crisis es Gabriel Escarrer, fundador y máximo accionista de Sol Meliá. El 47% que se deja la hotelera en los últimos nueves meses, se transforman en más de 1.000 millones de minusvalías en las cuentas de Escarrer.

El impacto de la crisis en el turismo y la posibilidad de que la agencia de ráting Moody’s rebaje la calificación crediticia de Sol Meliá, han tirado a la baja de su cotización. A pesar de ello, Escarrer no se ha amilana y ha seguido comprando títulos de la hotelera durante los últimos meses, hasta hacerse con el 62,8% del capital.

Otros perdedores
Junto a estos seis grandes inversores, son ocho los accionistas españoles que reducen sus carteras en más de 500 millones de euros desde que comenzó la crisis de las hipotecas de alto riesgo: Berlusconi (50,1% de Telecinco), la familia Polanco (63,9% de Prisa), José Manuel Lara (44,5% de Antena 3), los hermanos March (20% de ACS), Luis Nozaleda (12,2% de Colonial), la familia Benjumea (55% de Abengoa), Luis del Rivero (13,7% de Sacyr Vallehermoso) y José Manuel Loureda (13,5% de Sacyr).

Números igual de espectaculares son las que muestran las participaciones financieras más desafortunadas de la crisis. Entre ellas destaca la de Iberdrola en su filial de energías renovables, que desde que debutó en bolsa el 13 de diciembre hace perder a su matriz más de 2.600 millones de euros. Idéntica cifra se deja Santander con Banesto y algo parecido le ocurre a La Caixa en Criteria, con minusvalías latentes de 2.500 millones desde su estreno bursátil.  


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El precio del gasóleo en España alcanza otro techo histórico sobre el precio de la gasolina

EUROPA PRESS
MADRID.- El precio del gasóleo de automoción ha alcanzado un nuevo máximo histórico en España al situarse en 1,1498 euros por litro. La clave ha sido el impulso por la escalada del precio del barril de petróleo, según datos del último Boletín Petrolero de la Unión Europea.

El precio del gasóleo de automoción en España se mantiene así una semana más por encima del de la gasolina sin plomo 95, otro de los carburantes más demandados en España, cuyo precio volvió a subir esta semana hasta 1,1306 euros el litro, marcando su máximo anual y acercándose a sus máximos históricos de mediados de 2006 (1,137 euros).

El gasóleo acumula una subida del 8% en lo que va del año y vuelve a los máximos que marcó el precio del litro a mediados del pasado mes de marzo (1,1496 euros).

Con respecto a hace un año, el precio del litro del gasóleo de automoción se ha encarecido casi un 21%, mientras que el de la gasolina se ha incrementado casi un 8%.

De esta manera, llenar un depósito medio de gasóleo de automoción de 55 litros cuesta ahora 63,23 euros, 10,93 euros más que hace un año, mientras que llenar el depósito de la gasolina sin plomo 95 cuesta unos 62,18 euros, 4,64 euros más en 2007.

Aún así, el precio de los combustibles sigue siendo inferior en España al del resto de la Unión Europea. El litro de gasolina sin plomo cuesta de media 1,327 euros en la Europa de los Veintisiete y 1,347 en la eurozona. En el caso del gasóleo, el precio medio en los Veintisiete es de 1,280 euros y de 1,264 euros en la zona euro. Estos máximos del gasóleo y de la gasolina están impulsados por la escalada de los precios del barril de petróleo, también en máximos históricos. Recientemente, el barril Brent superó la marca de los 110 dólares por unidad.


Acabou-se o mito parolo de que a Espanha é que é boa!
Título:
Enviado por: ferrol em Maio 02, 2008, 09:18:17 am
http://www.ecodiario.es/espana/noticias/511115/04/08/La-inspeccion-GaliciaPortugal-arrancara-antes-de-verano-por-empresas-de-construccion-siderometalurgia-y-forestales.html
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La inspección Galicia-Portugal arrancará antes de verano por empresas de construcción, siderometalurgia y forestales

El plan de inspección conjunta entre Galicia y Portugal para reforzar la seguridad y las condiciones laborales de los trabajadores portugueses que trabajan en la comunidad gallega se pondrá en marcha antes del próximo verano y, en su primera fase, se centrará en empresas de los sectores forestal, de la Construccion y de la siderometalurgia, según informó el conselleiro de Traballo, Ricardo Varela.

Las inspecciones coordinadas se realizarán sobre empresas con domicilio social en Portugal y centros de trabajo en Galicia antes de que, con la llegada del verano y la mejora de las condiciones meteorológicas, se intensifiquen las obras de construcción.

Las organizaciones sindicales han denunciado que los trabajadores portugueses sufren una situación de discriminación respecto a los gallegos y que se producen incumplimientos laborales en cuanto a sus condiciones salariales, su jornadas laboral y su tiempo de vacaciones, las condiciones de seguridad y salud laboral e incluso pide atención sobre casos de empleo irregular y economía sumergida.

Por ello, la Consellería de Traballo quiere contar con estadísticas fidedignas sobre el número de portugueses que se desplazan a trabajar a Galicia, ya que baraja que son en torno a 11.000, pero reconoce que existe una bolsa indeterminada de mano de obra que viene a la comunidad sin que se haya producido la obligada comunicación sobre desplazamientos de trabajadores transfronterizos.

Parece que as empresas portuguesas que traballan en Galicia discriminan ós traballadores portugueses que traballan en Galicia en favor dos galegos, e a Consellería e as autoridades portuguesas non están dispostas a que iso suceda...
Título:
Enviado por: Tiger22 em Maio 07, 2008, 12:20:49 pm
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La destrucción de empleo avanza un desplome del PIB por debajo del 1 por ciento en 2008

Solbes sigue sin atinar. Frente a su nueva previsión de crecimiento del 2,3 por ciento en 2008, los datos avanzan un aumento del PIB por debajo del 1. Y es que, España no sólo es incapaz de generar nuevos puestos de trabajo sino que ya está destruyendo empleo neto. Los más de 2,3 millones de parados que registra España hasta el momento tendrán grandes dificultades para incorporarse al mercado laboral. Pero lo más grave es que la afiliación a la Seguridad Social crece a un ritmo tres veces inferior al de 2007. En abril apenas avanzó un 0,7 por ciento, con lo que España crecerá por debajo del 1 por ciento en 2008.


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Título:
Enviado por: garrulo em Maio 17, 2008, 07:28:50 pm
The Economist ' pone al banco de España como ejemplo frente al fracaso de los otros reguladores
Actualizado sábado 17/05/2008 18:21
SERVIMEDIA

MADRID.- El semanario británico 'The Economist' señala al Banco de España como uno de los pocos reguladores bancarios que no han visto su crédito dañado, sino todo lo contrario, como consecuencia de la crisis financiera internacional.

Ésta es la valoración que hace la revista británica en un amplio informe sobre la situación de la banca internacional que publica en su último número bajo el título de 'Paraíso perdido'.

'The Economist' afirma que "muy pocos reguladores emergen de la crisis con una buena imagen", el norteamericano porque no vio el "veneno" de las hipotecas subprime, el alemán porque no se percató de las "gigantescas" asunciones de riesgos fuera de balance por parte de algunas entidades, el suizo porque no detectó las arriesgadas inversiones de UBS y el británico por no enterarse de la crisis del Northern Rock prácticamente hasta que se produjo el pánico de los ahorradores.

"En Madrid, por contraste, prevalece una sensación de tranquila satisfacción, gracias a dos claras políticas" fijadas en los últimos años por parte del regulador: la exigencia de cubrir las inversiones fuera de balance con el mismo importe que las convencionales y el "provisionamiento dinámico" establecido desde 2000 por el Banco de España, en virtud del cual los fondos para insolvencias debían crecer de manera acompasada a la aceleración del crédito.

Paradójicamente, este último criterio, que ha contribuido a mantener a la banca española a salvo de la crisis, "choca con los criterios contables internacionales", apunta la revista.

Por esa razón, 'The Economist', tras señalar que "los demás reguladores están empezando ahora a fijarse en lo que hace el Banco de España", advierte de que "sería irónico que España se viera obligada por razones contables a cambiar su melodía justo cuando otros países empiezan a tararearla".
Título:
Enviado por: Tiger22 em Maio 30, 2008, 02:37:21 am
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LA ESTANFLACIÓN ASOMA EN EL SEGUNDO TRIMESTRE
La “desaceleración” de Zapatero se materializa ya en recesión para consumidores y empresas


Los datos relativos al crecimiento económico y a la inflación alcanzan ya sus peores registros desde mediados de 1990. El PIB se estanca en el segundo trimestre de 2008, al tiempo que la inflación superará el 5 por ciento, según los expertos. Es decir, la amenaza de la estanflación se cierne sobre España. Sin embargo, tanto el consumo como la inversión registran tasas negativas desde hace meses, hasta el punto de que ya han atravesado la delgada línea roja de la recesión técnica (dos trimestres consecutivos de crecimiento negativo). Una situación que se trasladará a la economía en su conjunto.

 La confianza económica se desploma
 La inflación más alta desde 1997


Caldera pide relativizar la situación económica y apuesta por el superávit en 2008
El índice de sentimiento económico seguirá empeorando a lo largo de 2008
Los consumidores creen que la subida de precios es "lanzar un misil" contra las economías familiares

LD (M. Llamas) El verano está a la vuelta de la esquina, pero a más de uno el regreso de las vacaciones le va sentar peor de lo habitual. De la economía de “Champions League”, anunciada por el presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, en plena campaña electoral, a la actual situación económica hay un abismo.

La sombra de la estanflación (crecimiento cero y elevada inflación) comienza a asomar en España durante el segundo trimestre de 2008, tal y como avanzó LD. De hecho, el propio ministro de Economía, Pedro Solbes, se ha visto obligado a reconocer esta posibilidad recientemente. Y es que, tanto el PIB (0,3 intertrimestral en los tres primeros meses del año) como la inflación (4,7 por ciento) alcanzan sus peores registros desde mediados de los años 90.
 
Sin embargo, los expertos advierten de que el crecimiento económico nacional será casi nulo e, incluso negativo, en el segundo trimestre. Mientras, la inflación podría situarse por encima del 5 por ciento en los meses de verano, según el Instituto Flores de Lemus. Muy próximo al 4,6 por ciento interanual a finales del año.
 
La producción industrial se desploma
 
Sin embargo, un análisis más pormenorizado por sectores de actividad muestra que algunos de los principales indicadores económicos de España han entrado ya en recesión técnica (dos trimestres consecutivos con tasas negativas).
 
Así, el Índice General de Producción Industrial (IPI) descendió un 0,2 por ciento, tanto en el último trimestre de 2007 como en el primero de 2008. En marzo, sufrió una caída del 13,3 por ciento con respecto al mismo mes de 2007. Corregidos los efectos de calendario, la variación interanual del IPI sufrió una caída del 2,6 por ciento, según los datos del Instituto Nacional de Estadística (INE).
 
Esto implica que el cambio de patrón de crecimiento, consistente en que la industria sustituya al ladrillo, tan deseado por el Gobierno, no se está materializando en la práctica. Ni tiene visos de hacerlo en un futuro próximo. Es decir, la industria, lejos de repuntar, está entrando en su particular declive.
 
Pero no sólo la producción ha entrado en crisis técnica. También el consumo, cuyo peso en el PIB se aproxima al 60 por ciento. Y es que, tal y como reconoce el propio Banco de España en su último boletín, “los indicadores referidos al consumo privado, la confianza de los consumidores y la de los comerciantes minoristas registraron nuevos retrocesos en abril, alcanzando sus niveles más reducidos desde marzo de 1994 y febrero de 1993 (plena crisis económica), respectivamente”.
 
Las ventas del comercio al por menor, correspondientes a abril, han registrado en términos constantes (es decir, eliminando el efecto precios y el efecto calendario) una disminución interanual de sus ventas del 3,4 por ciento.
 
Se trata del quinto mes consecutivo (a uno de la recesión técnica) en que registra un crecimiento negativo. Desde diciembre de 2007, las ventas del comercio al por menor sufren descensos consecutivos, tras veinte meses seguidos de subidas (hasta diciembre): 2,2 por ciento (diciembre); 2,5 (enero); 2,6 (febrero); 5,5 (marzo); y 3,4 por ciento en abril.
 
De hecho, a nivel intertrimestral, la recesión del Índice del Comercio Minorista ya se ha constatado, tras sufrir una caída del 0,3 por ciento en el último trimestre de 2007, del 3,6 por ciento en el primero de 2008, y del 3,4 durante el segundo (últimos datos disponibles).
 
Se estrechan los márgenes de beneficio
 
A esto, se añade el mal dato de la inflación y del Índice de Precios Industriales que, combinados con la actual restricción crediticia, avanzan un estrechamiento aún mayor de los márgenes comerciales (beneficios).

 
Y todo ello, dejando a un lado la profunda crisis que vive el sector de la construcción en España que, hasta ahora, era el principal motor de la economía nacional. No es de extrañar, pues, que el sentimiento de confianza económica del país se haya desplomado hasta niveles de 1996, aunque amenaza con empeorar durante los próximos meses, según los expertos.
 
Por último, la inversión pasó de crecer un 1 por ciento interanual en el último trimestre de 2007 a un escaso 0,3 por ciento a principios del presente año. Es decir, ha avanzado un 70 por ciento menos en apenas tres meses, en tasa interanual.

 
Así, el desplome sectorial de determinados indicadores anticipa el crecimiento negativo de la economía nacional en su conjunto a medio plazo, de mantenerse la actual evolución. No obstante, los analistas coinciden en que el PIB se estancará técnicamente en el presente trimestre, al tiempo que terminará el año por debajo del 1 por ciento. Ante esto, difícilmente España superará la media de crecimiento de la zona euro en 2008, tal y como ha prometido Zapatero. Por el contrario, la barrera psicológica de los 3 millones de parados está a la vuelta de la esquina, tal y como muestra su evolución interanual.
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 30, 2008, 07:32:09 am
Es horrible, como sigamos así vamos a crecer como Portugal  

Confiemos en no llegar a una situación tan mala
Título:
Enviado por: Tiger22 em Maio 30, 2008, 10:09:55 am
Citação de: "manuel liste"
Es horrible, como sigamos así vamos a crecer como Portugal  

Confiemos en no llegar a una situación tan mala


Portugal cresceu o ano passado 1.9%. Nada mau. Vamos ver quanto vamos crescer nós e vocês este ano. c34x
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 30, 2008, 10:58:02 am
Citação de: "Tiger22"
Citação de: "manuel liste"
Es horrible, como sigamos así vamos a crecer como Portugal  

Confiemos en no llegar a una situación tan mala

Portugal cresceu o ano passado 1.9%. Nada mau. Vamos ver quanto vamos crescer nós e vocês este ano. c34x


Si este año crecemos al 1,9%, por lo menos no presumiremos de ello

Cuanto menos crezca España más portugueses que trabajan aquí perderán sus empleos, quizá eso sea una buena noticia para usted también. Cuanto menos crezca España, menos productos exportará su país al mío. Si esas son las buenas noticias, parabienes.

Debería ver un poco más por lo propio y menos a hurgar en la basura del vecino por si encuentra algo criticable. Debería saber que esas son ocupaciones de mediocres.

Conozco Oporto, una ciudad estupenda con una gente estupenda a la que usted no hace justicia, la única gran ciudad del Noroeste de la Península. Usted y yo somos casi vecinos, usted vive más cerca de mí que de un señor de Lisboa. Preocúpese un poco por nuestro progreso común, sólo un poco, y deje de criticar por criticar.

Porque los que conocemos Portugal también tendríamos cosas que criticar, pero por cortesía y por buena vecindad nos las callamos. Saludos
Título:
Enviado por: nelson38899 em Maio 30, 2008, 11:15:51 am
http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=1103 (http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=1103)

veja o telejornal

 do dia 2008.05.29 (1ª Parte), a partir do minuto 17!, finalmente alguem na comunicação social portuguesa, conta a verdade sobre espanha! Ja estava farto de ouvir dizer que espanha era o ceu!
Título:
Enviado por: P44 em Maio 30, 2008, 12:00:39 pm
O pior é que desejam tanto a ruína de Espanha que nem se ralam de nós irmos atrás por arrastamento :roll:
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 30, 2008, 12:02:09 pm
Citação de: "nelson38899"
http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=1103

veja o telejornal

 do dia 2008.05.29 (1ª Parte), a partir do minuto 17!, finalmente alguem na comunicação social portuguesa, conta a verdade sobre espanha! Ja estava farto de ouvir dizer que espanha era o ceu!


Eu o confirmo: Espanha nao é o ceu. Todos contentes ja?  :lol:
Título:
Enviado por: nelson38899 em Maio 30, 2008, 12:11:59 pm
Não é estar contente ou não! Mas a imagem que normalmente passa é que no resto da europa é que é bom e nós somos os pobrezinhos! Isto faz me lembrar uma conversa que ouvi entre a mulher de um pequeno empresário e outro casal, ela estava sempre a dizer que espanha é que é bom e lá é que se ganha dinheiro e que em Portugal, não se pode viver temos que ir é para espanha, mas á medida que o tempo passava ela ia falando mais baixo  :roll: , e mudou de conversa, começando a falar de vinhos, mas o que mais me espantou foi ela ter dito que comprou garrafas a custar 150 €, moral da história Portugal não está assim tão mau, e que não é preciso ir trabalhar para espanha para ter dinheiro para comprar coisas deste valor.
Título:
Enviado por: Tiger22 em Maio 30, 2008, 12:26:22 pm
Não tenho nada contra a Espanha. O que me irrita é a arrogância e a sobranceria espanhola. Já diziam até que iam ultrapassar a Alemanha!!!!!!!! :lol:  :lol:

Os trabalhadores portugueses que por lá estão terão de regressar. Vai iniciar-se um tremendo ciclo de obras públicas em Portugal que irá absorver esses trabalhadores que regressam. Tanto é assim, que ontem ouvi que não haviam em Portugal trabalhadores suficientes para levar a cabo ditas empreitadas.

As empresas portuguesas já se aperceberam dos males evidentes da economia espanhola e já estão a diversificar e a retirar-se de Espanha. Ainda ontem no Diário Económico mostravam que já vendemos mais para Angola que para os EUA. Os que vão sofrer as consequências devem agradecer ao tonto e ignorante que disse que a prioridade da económica portuguesa devia ser Espanha, Espanha, Espanha. Peçam-lhe contas a ele.

O caminho é apostar nos grandes produtores de petróleo, Alemanha, França, China, Brasil e EUA. Esqueçam o resto. E isso já se está a fazer.
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 30, 2008, 01:33:42 pm
Citação de: "nelson38899"
Não é estar contente ou não! Mas a imagem que normalmente passa é que no resto da europa é que é bom e nós somos os pobrezinhos! Isto faz me lembrar uma conversa que ouvi entre a mulher de um pequeno empresário e outro casal, ela estava sempre a dizer que espanha é que é bom e lá é que se ganha dinheiro e que em Portugal, não se pode viver temos que ir é para espanha, mas á medida que o tempo passava ela ia falando mais baixo  :roll: , e mudou de conversa, começando a falar de vinhos, mas o que mais me espantou foi ela ter dito que comprou garrafas a custar 150 €, moral da história Portugal não está assim tão mau, e que não é preciso ir trabalhar para espanha para ter dinheiro para comprar coisas deste valor.


Percebo o que di, e acredito que quando esteve em Famaliçao vi uma cidade boa para viver, como outras cidades portuguesas.

O seu problema sao os salários baixos, mais nada.
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 30, 2008, 01:44:52 pm
Citação de: "Tiger22"
Não tenho nada contra a Espanha. O que me irrita é a arrogância e a sobranceria espanhola. Já diziam até que iam ultrapassar a Alemanha!!!!!!!! :lol:  :roll:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 30, 2008, 02:06:33 pm
Citação de: "manuel liste"
Citação de: "nelson38899"
Não é estar contente ou não! Mas a imagem que normalmente passa é que no resto da europa é que é bom e nós somos os pobrezinhos! Isto faz me lembrar uma conversa que ouvi entre a mulher de um pequeno empresário e outro casal, ela estava sempre a dizer que espanha é que é bom e lá é que se ganha dinheiro e que em Portugal, não se pode viver temos que ir é para espanha, mas á medida que o tempo passava ela ia falando mais baixo  :evil:
Título:
Enviado por: old em Maio 30, 2008, 06:20:03 pm
Citação de: "Tiger22"
Não tenho nada contra a Espanha. O que me irrita é a arrogância e a sobranceria espanhola. Já diziam até que iam ultrapassar a Alemanha!!!!!!!! :lol:  :roll:

Cual tremendo ciclo de obras publicas es ese?

Que yo sepa a dia de hoy lo unico que hay son manifestaciones de Pescadores Agricultores y Camioneros por el precio del petroleo en TODA EUROPA.

Agarrense que vienen curvas.
Título:
Enviado por: AMRAAM em Maio 30, 2008, 08:36:25 pm
Citação de: "old"
Citação de: "Tiger22"
Não tenho nada contra a Espanha. O que me irrita é a arrogância e a sobranceria espanhola. Já diziam até que iam ultrapassar a Alemanha!!!!!!!! :lol:  :roll:

Cual tremendo ciclo de obras publicas es ese?

Que yo sepa a dia de hoy lo unico que hay son manifestaciones de Pescadores Agricultores y Camioneros por el precio del petroleo en TODA EUROPA.

Agarrense que vienen curvas.


Ademas OLD,de ser cierto lo que  dice Tiger 22,es lo peor que le podria pasar a Portugal,ya que aumentar el gasto publico en una epoca de desaceleracion economica como la actual,es lo peor que se puede hacer,ya que corren el riesgo de que el deficit publico se  incremente de una forma espectacular.Este tipo de acciones politicas y economicas  en epocas como la actual (de crisis economica),ya demostraron su ineficacia a lo largo de todo el siglo XX,con los planteamientos de Keynes,y tras la crisis del petroleo de los años 70.
Asi que ,cuidado,con lo que podeis hacer, ya que como dice Old,"Agarrense que vienen curvas". :?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 31, 2008, 12:32:01 pm
E não vai ser uma crise temporária, vai ser uma crise mundial que se vai arrastar por vários anos! :(

Vamos ser TODOS afectados!
Título:
Enviado por: AMRAAM em Maio 31, 2008, 01:01:48 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
E não vai ser uma crise temporária, vai ser uma crise mundial que se vai arrastar por vários anos! :roll:
SALUDOS!!
Título:
Enviado por: P44 em Maio 31, 2008, 02:54:53 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "manuel liste"
Citação de: "nelson38899"
Não é estar contente ou não! Mas a imagem que normalmente passa é que no resto da europa é que é bom e nós somos os pobrezinhos! Isto faz me lembrar uma conversa que ouvi entre a mulher de um pequeno empresário e outro casal, ela estava sempre a dizer que espanha é que é bom e lá é que se ganha dinheiro e que em Portugal, não se pode viver temos que ir é para espanha, mas á medida que o tempo passava ela ia falando mais baixo  :evil:


exacto, como  amigo cabeça disse, somos os "campeões" das desigualdades sociais da Europa!
Isso é que devia revoltar as pessoas!!!!

Relatório da União Europeia
Portugal é o país da UE com maior desigualdade na distribuição dos rendimentos
2008-05-23 09:56:11

 :arrow: http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=15924 (http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=15924)
Título:
Enviado por: Tiger22 em Maio 31, 2008, 04:55:30 pm
Citação de: "old"
Citação de: "Tiger22"
Não tenho nada contra a Espanha. O que me irrita é a arrogância e a sobranceria espanhola. Já diziam até que iam ultrapassar a Alemanha!!!!!!!! :lol:  :roll:

Cual tremendo ciclo de obras publicas es ese?

Que yo sepa a dia de hoy lo unico que hay son manifestaciones de Pescadores Agricultores y Camioneros por el precio del petroleo en TODA EUROPA.

Agarrense que vienen curvas.


Citar
As construtoras portuguesas assumem não ter capacidade para responder a tantas obras públicas lançadas ao longo do último ano. Engenheiros e projectistas estão todos a trabalhar. Todos empenhados e atarefados para tentar responder à mão cheia de concursos e projectos que estão a arrancar ou em vias de arrancar. A lista é longa e recheada de oportunidades. A consultora Roland Berger estima em 42 mil milhões de euros o volume de investimento público – ou misto – previsto para os próximos oito a dez anos em Portugal.

Desde a febre da Expo-98 que o frenesim não era tão grande. Talvez só no início dos anos 90 se assistiu a tão grande movimento de terras e interesses. Estamos a falar da concessões de onze auto-estradas, dez barragens, seis hospitais, além das centrais de biomassa e da remodelação em curso do Aeroporto da Portela. Dentro de uma semana, será ainda lançado o concurso para o primeiro troço do TGV da linha Lisboa-Madrid, abrindo a época de caça a uma obra monumental que observará 20% deste enorme bolo – um verdadeiro bolo de noiva. A seguir também chegará o tempo de arrancar o novo aeroporto de Alcochete, uma das obras públicas com mais visibilidade.

Citação de: "P44"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "manuel liste"
Citação de: "nelson38899"
Não é estar contente ou não! Mas a imagem que normalmente passa é que no resto da europa é que é bom e nós somos os pobrezinhos! Isto faz me lembrar uma conversa que ouvi entre a mulher de um pequeno empresário e outro casal, ela estava sempre a dizer que espanha é que é bom e lá é que se ganha dinheiro e que em Portugal, não se pode viver temos que ir é para espanha, mas á medida que o tempo passava ela ia falando mais baixo  :evil:

exacto, como  amigo cabeça disse, somos os "campeões" das desigualdades sociais da Europa!
Isso é que devia revoltar as pessoas!!!!

Relatório da União Europeia
Portugal é o país da UE com maior desigualdade na distribuição dos rendimentos
2008-05-23 09:56:11

 :arrow: http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=15924 (http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=15924)


Citar
estudando o tal relatório europeu que tanto alarme - justamente - desencadeou, a situação se complexifica. Desde logo, este admite que é difícil comparar países só com base em indicadores quantitativos do rendimento de cada agregado, já que os mesmos 10 euros compram na Polónia o dobro do que na Dinamarca (os dois extremos da escala, na qual Portugal está em 11.º), evidenciando surpresas na caracterização qualitativa da pobreza. Assim, menos de 5% da população portuguesa não têm acesso a uma refeição "decente" (com carne, peixe ou equivalente) cada dois dias. O mesmo sucede na Bélgica, enquanto no Reino Unido, Alemanha, França e Itália a percentagem ultrapassa os 6%. Serão 5% os portugueses que não conseguem pagar as contas básicas - contra 6/7% de belgas, finlandeses e franceses, e 10% de italianos -, e menos de 20% os que afirmam não estar em condições de assumir uma despesa inesperada, uma percentagem só ao nível da sueca, já que todos os outros membros apresentam valores superiores. E são 17%, ao nível da Alemanha e da Finlândia (dois dos países com mais alto rendimento per capita), os agregados que não conseguem ter carro, TV a cores, telefone, ou máquina de lavar, ou têm contas em atraso ou não acedem à tal refeição cada dois dias.

Dados europeus mais recentes acrescentam perplexidades: se Portugal tem, em 2006, uma taxa de pobreza (correspondendo ao número de agregados com cerca de 400 euros/mês/pessoa) de 18%, dois pontos acima da média da UE, está ao nível da Irlanda, três pontos abaixo da Grécia, dois pontos abaixo da Espanha e da Itália e um ponto abaixo do Reino Unido. Longe da Noruega, da Dinamarca, da Suécia e da Holanda (entre os 10 e os 13%), é certo. Mas sendo estes valores respeitantes aos rendimentos dos agregados após "prestações sociais" - ou seja, após pensões e subsídios -, há uma extraordinária constatação a fazer: antes dessas prestações, Portugal tem uma taxa de pobreza de 25%, igual à da França e inferior à da média da UE (26%), assim como da Irlanda (33%), da Noruega (30%) e da Finlândia e Suécia (29%). Por outro lado, se esta taxa desceu apenas dois pontos desde 1995, a outra desceu cinco pontos, de 23% para 18%, no mesmo período. Parece que a democracia, afinal, serve para alguma coisa - e que um país é tanto mais pobre quanto o quisermos pobre. Nada de novo, mas é sempre bom lembrar.


Não se fie de tudo o que vem de Bruxelas, nem de tudo o que publicam os jornais.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 31, 2008, 05:08:31 pm
De onde tiraste esse artigo?
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 31, 2008, 06:50:52 pm
Citação de: "AMRAAM"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
E não vai ser uma crise temporária, vai ser uma crise mundial que se vai arrastar por vários anos! :roll:
SALUDOS!!


Preveen eso los mismos que fueron incapaces de prever la situación actual
Título:
Enviado por: AMRAAM em Maio 31, 2008, 07:29:51 pm
Citação de: "manuel liste"
Citação de: "AMRAAM"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
E não vai ser uma crise temporária, vai ser uma crise mundial que se vai arrastar por vários anos! :roll:
SALUDOS!!

Preveen eso los mismos que fueron incapaces de prever la situación actual

Lo cierto es que la situacion actual ya se vislumbraba hace varios años.Recuerdo haber visto noticias e informes fechados en 2003 ó 2004 donde organismos internacionales o la U.E mismo,ya avisaba a España de lo que podria venir,debido al sistema insostenible de crecimiento economico que habiamos  tenido en los ultimos años.Lo de ahora,pues se ha agravado mas si cabe por ser una crisis internacional,bueno realmente una crisis en ee.uu ,pero ya se sabe eso que dicen de que ..cuando usa enferma,nos resfriamos todos.
SALUDOS!!
Título:
Enviado por: AMRAAM em Junho 05, 2008, 02:06:58 pm
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Fomento aumentó un 64% la inversión en obra pública en los cuatro primeros meses

    * Las licitaciones llegaron a sumar 6.823 millones de euros
    * Álvarez reitera que la alta velocidad llegará a Valencia y Francia en 2010

MADRID.- La ministra de Fomento, Magdalena Alvárez, ha anunciado que el departamento ha licitado 6.823 millones de euros en obra pública entre enero y abril, un 64% más que en el mismo periodo del año anterior.

El Gobierno ya adelantó al principio de esta legislatura que ésa sería una de las medidas que adoptaría para hacer frente a la desaceleración de la construcción civil.

"A principios de este año se apretó el acelerador y se dio una certidumbre a las licitaciones", ha afirmado la ministra.

Álvarez ha presentado en el Congreso las líneas principales de su departamento para la nueva legislatura, en la que habrá una política continuista con la priorización del ferrocarril.

"El ferrocarril ha sido una prioridad y lo va a seguir siendo en la legislatura", ha afirmado Álvarez, que durante el pasado mandato tuvo que hacer frente a la petición de su dimisión durante dos ocasiones en el Congreso y la Generalitat.

La ministra, que no ha concretado las inversiones que supondrán los nuevos proyectos, ha reiterado el compromiso de poner en servicio 1.300 kilómetros de alta velocidad durante los próximos cuatro años, lo que colocará a España como el país con mayor número de kilómetros de este medio de transporte en 2010. El 55% de la población española estará conectado mediante este sistema de transporte en 2010.

Dentro de estos proyectos, Álvarez volvió a afirmar que el AVE llegará en 2010 a Valencia, proyecto que, sin duda, es la 'joya de la corona' para el Ministerio esta legislatura. Además, la alta velocidad también llegará a Francia ese mismo año.

Asimismo, se potenciará la conexión del centro con el noroeste, con los trabajos en la línea entre Madrid y Galicia, llegando hasta Santiago, y entre la capital y Asturias. Además, continuarán las obras en la 'Y vasca', siempre "de acuerdo con el Gobierno vasco". En Andalucía, se prevé que el AVE llegue a Cádiz en 2012.

La ministra quiso remarcar que las fechas previstas para la puesta en funcionamiento de estas líneas son a las que se han comprometido las empresas que realizan las obras.
http://www.elmundo.es/mundodinero/2008/06/05/economia/1212665797.html(CON VIDEO)

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Optimismo frente a la crisis

Ya fuera del tema energético, el presidente español dedica buena parte de la entrevista a defender con optimismo el potencial de la economía española para superar el actual momento de de desaceleración provocada por la crisis inmobiliaria, las turbulencias financieras y la carestía de las materias primas y el petróleo en los mercados internacionales.

"Habrá un fuerte ajuste en el sector de la construcción, pero tenemos también muchos activos que garantizan la recuperación económica", ha admitido.

En este punto, Zapatero ha recordado que para capear la tormenta España cuenta con unas cuentas públicas saneadas que permiten, a su vez, tomar medidas puntuales para reactivar el consumo, aumentar la inversión pública y seguir generando riqueza, un sistema financiero sólido con unos bancos y cajas que han sabido salir airosos de las tensiones de crédito y el clima de paz social -apartado en el que descarta tajantemente el desmantelamiento de la negociación colectiva-.

Un conjunto de factores, ha resumido Zapatero, que permite afrontar las reformas necesarias para reactivar la economía y recuperar en dos años el potencial de crecimiento de la economía.

Así, tras recordar que España se ha convertido en el tercer país del mundo por detrás de Estados Unidos y Francia en cuanto al volumen de inversión (4.500 millones de euros), el jefe del Ejecutivo fija en el aumento de la competitividad el principal reto de la economía española. En este punto, ha anunciado que este mes anunciará además reformas que incluirán una reducción del 30% de la burocracia que soportan las empresas así como medidas destinadas a la liberaliación del transporte de mercancías, el sector energético y las telecomunicaciones.

http://www.elpais.com/articulo/economia/Zapatero/descarta/ahora/campeones/nacionales/energia/elpepueco/20080605elpepueco_1/Tes
Título:
Enviado por: manuel liste em Junho 09, 2008, 10:21:33 pm
Citação de: "Tiger22"
Citação de: "manuel liste"
Es horrible, como sigamos así vamos a crecer como Portugal  

Confiemos en no llegar a una situación tan mala

Portugal cresceu o ano passado 1.9%. Nada mau. Vamos ver quanto vamos crescer nós e vocês este ano. c34x


Aquí está, ya puede comenzar a presumir:

http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=17780848&att_display=n&att_download=y
Título:
Enviado por: Tiger22 em Junho 17, 2008, 01:04:47 pm
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España puede estar entrando ya en una "recesión larga e intensa", según las cajas

El director general de Funcas, Victorio Valle, afirmó hoy que la contracción de la actividad económica que vive el país “podría estar conduciendo ya a España a una recesión que puede ser intensa y duradera”.

Valle indicó durante el homenaje al profesor Enrique Fuentes Quintana, que se celebró hoy en la sede de la Confederación Española e Cajas de Ahorros (CECA), que la situación de la economía no es una desaceleración ocasional, sino una contracción de un ciclo de intenso crecimiento.

De hecho, en el último número de los Cuardernos de Información Económica que elaboran las cajas, el director general de Funcas afirma en un artículo que, en todo caso, la economía española no empezará su recuperación hasta dentro de un par de años.

En este escenario, Valle augura un deterioro de los indicadores macroeconómicos a lo largo de 2008, comenzando por el empleo. Así, prevé que la tasa de paro se aproxime al 10% de la población activa al final de este año.

En paralelo, el consumo familiar y la formación bruta de capital darán muestras de pérdida de fortaleza en su evolución y la inflación superará el 4% anual. Además, avanza que el superávit de las administraciones públicas se está reduciendo "drásticamente".

Aún así, el director general de Funcas destaca que, pese al menor ritmo de crecimiento económico, la producción y la renta nacional siguen mostrando registros positivos.

Ante la necesidad o no de cambiar el acual modelo productivo, Valle afirma que el sector de la construcción está "sobredimensionado" y reclama un mayor impulso del sector industrial, algo que consideró una "asignatura pendiente".

Otros escenarios pesimistas

Por su parte, los miembros del Gabinete de Coyuntura y Estadística de Funcas, María Jesús Fernández y Ángel Laborda, prevén en otro artículo un crecimiento del PIB del 2% en 2008, tres décimas por debajo de las previsiones del Gobierno (2,3%) y del 0,9% en 2009, como escenario más optimista.

La inversión en construcción residencial "arrastrará fuertemente a la baja" estos crecimientos, al caer un 7% en 2008 y un 15% en 2009, como deriva de una reducción de la construcción de viviendas nuevas de las 616.000 unidades en 2007 a las 312.000 en 2008. En esta línea, la inversión en viviendas reduciría su peso en el PIB desde el 9,2% en el último trimestre de 2007 al 6,4% dos años más tarde.

Por otro lado, la ralentización del PIB y la cierta recuperación de la productividad se traducirán en una "ralentización notable del empleo", con el consiguiente aumento de la tasa de paro hasta cerca del 10% de la población activa en 2008 y del 11,6% en 2009.

Peor panorama presenta el superávit público, que del 2,2% en 2007 pasará al 0,6% en 2008 y presentará un déficit del 1,2% en 2009. Según explican, "El 60% de este deterioro sería atribuible a las medidas fiscales adoptadas en 2007 y 2008, y al previsible aumento de la inversión en infraestructuras, y el 40% restante, al cambio en la posivión cíclica de la economía.

Además, estos expertos prevén un aumento medio anual de los precios del 4,3% en 2008, que se reduciría hasta el 3% en 2009, siempre bajo la hipótesis de que los precios del petróleo y del resto de las materias primas se estabilicen.

Por el contrario, estos expertos esperan que el sector exterior tenderá a reducir a casi cero su aportación negativa al PIB de años anteriores, no tanto por la recuperación de las exportaciones sino por el menor acvance de las importaciones asociado al debilitamiento de la demanda interna.


http://www.cincodias.com/articulo/econo ... eco_7/Tes/ (http://www.cincodias.com/articulo/economia/Espana/puede/estar/entrando/recesion/larga/intensa/cajas/cdseco/20080617cdscdseco_7/Tes/)
Título:
Enviado por: old em Junho 21, 2008, 11:27:49 am
Citação de: "Tiger22"
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España puede estar entrando ya en una "recesión larga e intensa", según las cajas

El director general de Funcas, Victorio Valle, afirmó hoy que la contracción de la actividad económica que vive el país “podría estar conduciendo ya a España a una recesión que puede ser intensa y duradera”.

Valle indicó durante el homenaje al profesor Enrique Fuentes Quintana, que se celebró hoy en la sede de la Confederación Española e Cajas de Ahorros (CECA), que la situación de la economía no es una desaceleración ocasional, sino una contracción de un ciclo de intenso crecimiento.

De hecho, en el último número de los Cuardernos de Información Económica que elaboran las cajas, el director general de Funcas afirma en un artículo que, en todo caso, la economía española no empezará su recuperación hasta dentro de un par de años.

En este escenario, Valle augura un deterioro de los indicadores macroeconómicos a lo largo de 2008, comenzando por el empleo. Así, prevé que la tasa de paro se aproxime al 10% de la población activa al final de este año.

En paralelo, el consumo familiar y la formación bruta de capital darán muestras de pérdida de fortaleza en su evolución y la inflación superará el 4% anual. Además, avanza que el superávit de las administraciones públicas se está reduciendo "drásticamente".

Aún así, el director general de Funcas destaca que, pese al menor ritmo de crecimiento económico, la producción y la renta nacional siguen mostrando registros positivos.

Ante la necesidad o no de cambiar el acual modelo productivo, Valle afirma que el sector de la construcción está "sobredimensionado" y reclama un mayor impulso del sector industrial, algo que consideró una "asignatura pendiente".

Otros escenarios pesimistas

Por su parte, los miembros del Gabinete de Coyuntura y Estadística de Funcas, María Jesús Fernández y Ángel Laborda, prevén en otro artículo un crecimiento del PIB del 2% en 2008, tres décimas por debajo de las previsiones del Gobierno (2,3%) y del 0,9% en 2009, como escenario más optimista.

La inversión en construcción residencial "arrastrará fuertemente a la baja" estos crecimientos, al caer un 7% en 2008 y un 15% en 2009, como deriva de una reducción de la construcción de viviendas nuevas de las 616.000 unidades en 2007 a las 312.000 en 2008. En esta línea, la inversión en viviendas reduciría su peso en el PIB desde el 9,2% en el último trimestre de 2007 al 6,4% dos años más tarde.

Por otro lado, la ralentización del PIB y la cierta recuperación de la productividad se traducirán en una "ralentización notable del empleo", con el consiguiente aumento de la tasa de paro hasta cerca del 10% de la población activa en 2008 y del 11,6% en 2009.

Peor panorama presenta el superávit público, que del 2,2% en 2007 pasará al 0,6% en 2008 y presentará un déficit del 1,2% en 2009. Según explican, "El 60% de este deterioro sería atribuible a las medidas fiscales adoptadas en 2007 y 2008, y al previsible aumento de la inversión en infraestructuras, y el 40% restante, al cambio en la posivión cíclica de la economía.

Además, estos expertos prevén un aumento medio anual de los precios del 4,3% en 2008, que se reduciría hasta el 3% en 2009, siempre bajo la hipótesis de que los precios del petróleo y del resto de las materias primas se estabilicen.

Por el contrario, estos expertos esperan que el sector exterior tenderá a reducir a casi cero su aportación negativa al PIB de años anteriores, no tanto por la recuperación de las exportaciones sino por el menor acvance de las importaciones asociado al debilitamiento de la demanda interna.

http://www.cincodias.com/articulo/econo ... eco_7/Tes/ (http://www.cincodias.com/articulo/economia/Espana/puede/estar/entrando/recesion/larga/intensa/cajas/cdseco/20080617cdscdseco_7/Tes/)



El presidente del Sandander Emilio Botin dice que la crisis pasara rapido.
Botín dice que la crisis "pasará pronto"

El presidente del Santander compara la situación económica con "la fiebre de un niño".- El banco espera ganar 10.000 millones de euros en 2008

AGENCIAS - Santander - 21/06/2008




El presidente del Banco Santander, Emilio Botín, ha dicho hoy que la crisis por la que atraviesa la economía española es "como la fiebre de un niño", que empieza fuerte pero "pasará pronto". Botín ha hecho estas declaraciones antes de intervenir en la Junta General de Accionistas que se celebra hoy en Santander, donde ha dicho también que en los mercados que opera el banco éste tiene una posición "muy sólida".

    * El Santander se perfila como el tercero en discordia en la puja por el Dresdner Bank
    * Acciones gratis del Santander para promover las finanzas éticas

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En cualquier caso, el banquero ha dicho que a la economía española todavía le queda un poco para recuperarse del todo, mientras que en EE UU la crisis financiera todavía no ha pasado porque tiene activos tóxicos por salir, a lo que se une una posible recesión.
El banquero ha aprovechado también para dar las cifras del Santander, el más eficiente de entre los primeros 25 del mundo, ha dicho, y una posición en el exterior que evoluciona de una "manera excelente", principalmente en Alemania, Brasil y Reino Unido. La entidad, ha explicado, espera lograr un beneficio total superior a los 10.000 millones de euros en 2008 y que mantiene el objetivo de crecimiento de beneficio por acción del 15%, pese al periodo "complejo" por el que atraviesa el sector. "Hoy nos situamos en el séptimo lugar del mundo por valor en Bolsa, lo que demuestra que el banco ha pasado con notable éxito esta difícil prueba".
Menos créditos y mayor morosidad
El consejero delegado del Santander, Alfredo Sáenz, ha reconocido en su intervención ante los accionistas, que la banca ha vivido en el último año "un punto de inflexión" y ha asegurado que "está muy claro" que los volúmenes, sobre todo en créditos, "van a crecer menos" y que "viviremos en un entorno de mayor morosidad". A pesar de seto, Sáenz ha explicado que el Santander es consciente de sus oportunidades en un entorno menos favorable y que sabe cómo explotarlas. "Vemos los momentos difíciles como una oportunidad para seguir creciendo", ha dicho.
El consejero ha trasladado un mensaje de optimismo: "Mantenemos una buena velocidad de crucero, a pesar de operar en un entorno claramente difícil". Los resultados del primer trimestre, con un beneficio de más de 2.000 millones de euros, muestran que van a seguir "dando resultados que serán cualitativa y cuantitativamente mejores que los de nuestros competidores".
El principal motivo, ha explicado Sáenz, es que han mantenido criterios de riesgo muy estrictos y que el Banco de España les ha recordado continuamente la necesidad de "mantenernos disciplinados".

Y es que crisis para España significa crecer lo mismo que el resto de Europa


http://www.elpais.com/articulo/economia ... ueco_1/Tes (http://www.elpais.com/articulo/economia/Botin/dice/crisis/pasara/pronto/elpepueco/20080621elpepueco_1/Tes)
Título:
Enviado por: garrulo em Junho 23, 2008, 05:57:15 pm
Eurostat confirma que España supera a Italia en PIB por habitante
La renta española rebasa en siete puntos la media de los Veintisiete

OTR/PRESS - Bruselas/Madrid - 23/06/2008
 

España marca otro gol a Italia en PIB per cápita aunque sigue fuera del top ten. El producto interior bruto (PIB) por habitante en España supera en 7 puntos la media de la Unión Europea de los 27 y se mantiene por delante del de Italia, según los datos difundidos hoy por la oficina estadística Eurostat correspondientes a 2007. España ocupa el noveno puesto en riqueza por habitante, al superar a Italia, Grecia, Chipre, Eslovenia, Malta y Portugal. La rivalidad entre España e Italia alcanza todas las esferas.

Eurostat

A FONDO


Si este pasado domingo fue Iker Casillas quien ganó la partida a Buffon, hoy en economía el Producto Interior Bruto (PIB) per cápita español aumentó su distancia frente al italiano el pasado año. La renta per cápita española pasó del 105% de la media de la UE-27 en 2006 al 107% en 2007, mientras que el PIB por habitante de Italia bajó del 103% al 101% de la media comunitaria, de acuerdo con los datos de Eurostat. Se trata del segundo año consecutivo que España supera a Italia en PIB por habitante.

El polémico debate entre la situación económica de ambos países se remonta a finales del pasado año, cuando el presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, aseguró que España había adelantado a Italia, algo que el entonces jefe de Gobierno del país transalpino, Romano Prodi, desmintió en base a los datos del Fondo Monetario Internacional.

A pesar de esta mejora España sigue siendo el duodécimo país de toda la Unión Europea en renta per cápita, según los datos facilitados por Eurostat, y el noveno entre los socios de la moneda única, superando a Italia, Grecia, Chipre, Eslovenia, Malta y Portugal.

La riqueza por habitante española ha aumentado gradualmente en los últimos años, desde el 103% de la media de la Unión Europea en 2005 al 105% en 2006 y al 107% en 2007, mientras que Italia ha sufrido el proceso contrario, desde el 105% en 2005 al 101% del pasado año.

Los datos de Eurostat ponen de relieve las grandes diferencias entre los Estados miembros. Los Estados miembros más ricos son Luxemburgo, donde el PIB por habitante casi triplica la media de la UE (276%), Irlanda (146%), Holanda (131%), Austria (128%), Suecia (126%), Dinamarca (123%), Bélgica (118%), Finlandia y Reino Unido (116%), Alemania (113%) y Francia (111%). Por el contrario los países comunitarios más pobres son Bulgaria (38%), Rumanía (41%), Polonia (54%), Letonia (58%) y Lituania (60%).

Eurostat también ha ofrecido también sus datos de los países candidatos a integrarse en la Unión Europea: Croacia (55%), Turquía (42%) y Macedonia (29%); además de sobre Serbia (35%) y Albania (22%).
Título:
Enviado por: Hymy em Junho 24, 2008, 09:10:40 pm
No hay ninguna duda de que la economía española va a pasar por un período francamente malo. No obstante conviene afirmar que era bastante predecible que la situación que habíamos estado viviendo hasta ahora reventara.

Durante más de una década estuvimos basando nuestro crecimiento económico en, grosso modo, un sector tercermundista; la construcción. La dependencia de la construcción ha sido tan grande que al irse a pique se arrastrará a buena parte de la población.

Hay que sumarle la crisis internacional acaecida a causa de las inestables subprime y el incremento en el precio del petróleo (en ocho años su precio ha aumentado un 200% :lol: menuda analogía).

Saludos cordiales y perdonad que no escriba en portugués.  :wink:
Título:
Enviado por: garrulo em Junho 24, 2008, 09:17:46 pm
Lo pagareis los votantes de Zapatero, yo no notaré nada. Por lo que dice el buen hombre no tiene soluciones, es su problema. Que deje a los que ya le sacaron de la mierda en 1996

Salud camarada.
Título:
Enviado por: manuel liste em Junho 24, 2008, 09:20:23 pm
La construcción es tercermundista porque tú lo digas.

Y seremos un país de pandereta gracias a tu mediocre contribución, no por otra cosa

Nuestra estructura económica no es tan mala, no somos tan malos. Si fueramos tan malos no hubiésemos captado a 5 millones de personas que libremente decidieron instalarse en este país "de pandereta", buscando un futuro mejor.

Saludos y bienvenido a este centro psiquiátrico
Título:
Enviado por: Hymy em Junho 24, 2008, 10:53:36 pm
Citação de: "garrulo"
Lo pagareis los votantes de Zapatero, yo no notaré nada. Por lo que dice el buen hombre no tiene soluciones, es su problema.

¿Por qué presupones que soy votante de Zapatero?, ¿qué te han inducido a pensar que hago tal cosa?. Es una asunción del todo disparatada.

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Que deje a los que ya le sacaron de la mierda en 1996

 :lol: Vaya cómo os picáis. Yo es que procuro realizar una crítica constructiva de la situación española. Me quejo de un modelo de desarrollo improductivo basado en el pelotazo, la corrupción y la ineficiencia económica gestado por todos los partidos políticos con cierta representatividad.
Que se me acuse de ser proPSOE es descabellado máxime cuando detesto a ese partido, dado que tiene la desfachatez de considerarse a sí mismo socialista cuando no es más que otro partido al servicio de los verdaderos poderes fácticos: banca.
Digo también que el PP es la misma bazofia a la que jamás destinaré mi voto.

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Nuestra estructura económica no es tan mala, no somos tan malos. Si fueramos tan malos no hubiésemos captado a 5 millones de personas que libremente decidieron instalarse en este país "de pandereta", buscando un futuro mejor.


Sí, a cinco millones de esclavos para alimentar un sistema completamente insostenible. Un perfecto trabajo de la podrida clase empresarial en connivencia con la corrupta clase política que permitió que millones de almas vinieran a conseguir "plata". Una auténtica estafa para ellos y para nosotros.

Saludos cordiales.
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Enviado por: Tiger22 em Julho 09, 2008, 12:26:51 pm
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'BRUSCO DETERIORO'
La economía se estanca en el segundo trimestre con un crecimiento cero

En junio, la producción industrial registrará un "nuevo retroceso"

Actualizado miércoles 09/07/2008 10:00
E. HITA

MADRID.- El "brusco deterioro" de la economía española entre abril y junio situará el PIB por debajo del 2%, lo que supone un avance trimestral en el "entorno del crecimiento cero", según refleja un informe del Servicio de Estudios Económicos del BBVA.

La entidad que preside Francisco González justifica este estancamiento por la caída de los índices de producción industrial, consumo y empleo de las últimas semanas.

En mayo, el Índice de Producción Industrial (IPI) "sorprende" con un descenso "más intenso de los previsto", señala el banco. Así, el indicador se desplomó un 5,5% en tasa interanual, según el INE. En este mes, cayeron todos los componentes, excepto el de la energía. Destaca la disminución del 8% de los bienes de consumo.

Los economistas de la entidad prevén que en junio se repita la tendencia y se produzca un "nuevo retroceso" del IPI. "No puede descartarse" una caída del 6%, si se tiene en cuenta el efecto de la huelga de los transportistas. De no contabilizarse el paro, el descenso será del 2,4%.

En relación con las ventas de las grandes empresas, el informe explica que en mayo "no han consolidado la recuperación parcial" experimentada en abril. Así, las interiores se redujeron un 6,2%, el doble de la caída registrada como promedio en el primer trimestre. En cambio, las exteriores reflejaron un mejor comportamiento al crecer en el promedio de abril y mayo un 4,4%.

Con todos estos datos, el Indicador Sintético de la Actividad del BBVA, concluye que la economía se "ralentiza de forma intensa".

Estas previsiones del BBVA están en línea con las que maneja el Gobierno. Hace unos días, el vicepresidente segundo y ministro de Economía, Pedro Solbes, reconocía que la economía española tendrá un crecimiento en el segundo trimestre "algo" inferior al 0,3% registrado en los tres primeros meses del año, cuando el PIB se situó en tasa interanual en el 2,7%.
Título:
Enviado por: manuel liste em Julho 09, 2008, 12:30:31 pm
¿Alguien escuchó el aleteo de un buitre?  :mrgreen:
Título:
Enviado por: manuel liste em Julho 09, 2008, 12:41:41 pm
...creo que el buitre ya se ha alejado

Citação de: "Hymy"


El crecimiento económico de un país no puede basarse en un sector que no genera ningún valor añadido. ¿Dónde las industrias que sí lo generan?, ¿donde la creación de un potente entramado industrial?, ¿industrias tecnológicas?. Pero no, aquí se ha preferido optar por un modelo de república bananera.  

1º: no hay ningún "modelo"
2º: el crecimiento económico de los últimos diez años no se basó en la construcción residencial, sino en el consumo privado
3º: el sector de la construcción es un sector económico más, no veo porque habría que demonizarlo o criticarlo. Si les ha ido bien, cojonudo
4º: el sector industrial español ha crecido también, al menos tanto como la media de la UE y más que el de otros paises de "nuestro entorno" como Francia o Portugal.
5º: explica como "creas" un sector industrial potente de "industrias tecnológicas". Se lo dices al gobierno y luego hablamos

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Y seremos un país de pandereta gracias a tu mediocre contribución, no por otra cosa

 :roll:  Hasta la vista

PD: curioso que alguien con esas ideas se ponga como avatar al presidente del Banco Central Europeo. Contradicciones del sistema capitalista, supongo  :lol:
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Enviado por: Tiger22 em Julho 22, 2008, 08:30:19 am
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Las cuentas públicas entran en números rojos en junio

MADRID (Reuters) - Las cuentas públicas del Estado español arrojaron hasta junio - por primera vez en tres años - un déficit de 4.683 millones de euros después de cerrar mayo todavía con un superávit de 2.722 millones de euros, según datos presentados el lunes por el departamento de Hacienda.
El saldo negativo de los primeros seis meses equivale al 0,42 por ciento del Producto Interior Bruto (PIB).

Entre enero y junio los ingresos cayeron un 4,8 por ciento hasta los 66.934 millones de euros, mientras que los gastos aumentaron un 10 por ciento a 71.617 millones.

En el mismo periodo del año anterior, las cuentas del Estado acumularon un superávit de 5.218 millones de euros.

El secretario de Estado de Hacienda, Carlos Ocaña, quien presentó los datos, atribuyó el déficit a la desaceleración económica, fundamentalmente en el sector inmobiliario, y a la merma de los márgenes empresariales por el alto precio del crudo.

Ocaña añadió que las cuentas públicas a junio también recogen el impacto de las ayudas estatales a familias y empresas así como a la desaceleración económica.

"Tenemos una evolución en línea con los datos de la economía y con el peor comportamiento de los ingresos respecto al mismo periodo de 2007", dijo.

No obstante, el secretario de Estado subrayó que junio es un mes atípico por la escasa recaudación y, por tanto, los datos de este mes no serían extrapolables al conjunto del año.

Las cuentas del Estado no recogen los balances de las Comunidades Autónomas ni la Seguridad Social.

El Ejecutivo tiene un objetivo de superávit público este año del 1,20 por ciento del Producto Interior Bruto (PIB) después de que el conjunto de las Administraciones Públicas cerraran 2007 con un excedente de 23.368 millones de euros, equivalente a un 2,23 por ciento del PIB.

Sin embargo, Ocaña dijo, refiriéndose sólo al Estado, que podría tener este año un pequeño déficit.

"A la vista de los datos, sí que puede producirse y es posible un pequeño déficit en el Estado", dijo.

La previsión anterior apuntaba a que el Estado tendría este año un superávit del 0,4 por ciento del PIB.

De hecho, Ocaña añadió que las recientes ayudas a las familias, tales como la devolución de los 400 euros en concepto de IRPF, conllevaría un disminución de los ingresos este año de aproximadamente un 4 por ciento frente a un incremento previsto originalmente del 3 por ciento.

BIEN EL IRPF, MAL EL IVA

En cuanto a la recaudación impositiva, Ocaña habló de una favorable evolución del IRPF en contraste con el IVA, cuya orientación negativa estaba en línea con la caída del consumo.

"La tasa de crecimiento del IRPF mantiene la fortaleza de meses anteriores, situándose en el 14,9 por ciento", dijo Ocaña, para quien esto era síntoma de un buen desempeño del mercado laboral.

En concreto, el IRPF subió en junio un 14,9 por ciento interanual a 36.200 millones de euros. Por su parte, mientras la recaudación por IVA cayó un 14,2 por ciento interanual a 29.011 millones de euros.

Por su parte, el impuesto sobre sociedades cayó un 17,6 por ciento interanual a 7.368 millones de euros.

El impuesto sobre las labores de tabaco subió un 78,0 por ciento a 3.384 millones de euros.



Incrível! Aqui se vê o artificial que era tudo o relacionado com o mito da pujante economia espanhola.

Em poucos meses entra em recessão e passa de um superavit de quase 4% para um deficit!

Inacreditável.

Obrigado Sócrates, por empurrar muitas empresas portuguesas para a desgraça. Agora anda pela Líbia e outros destinos que tal a tentar emendar a mão. Vergonha! :evil:
Título:
Enviado por: old em Julho 22, 2008, 11:37:32 am
Citação de: "Tiger22"
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Incrível! Aqui se vê o artificial que era tudo o relacionado com o mito da pujante economia espanhola.

Em poucos meses entra em recessão e passa de um superavit de quase 4% para um deficit!

Inacreditável.

Obrigado Sócrates, por empurrar muitas empresas portuguesas para a desgraça. Agora anda pela Líbia e outros destinos que tal a tentar emendar a mão. Vergonha! :lol: Pero si medio mundo esta en crisis. España llevaba creciendo mucho mas que el resto desde hace muchos años. Algun dia tenia que parar o terminabamos por superar a Suiza. Bueno de echo ya se supero a la "artificial" economia Italiana. Ya me canso de exponer el brutal salto que ha dado España en crecimiento, infraestructuras, economia etc etc etc etc. Ahora toca frenar.

Acaso la economia de USA era atificial porque esten ahora pasando por un periodo de crisis?

La de UK con otra crisis?

La de Alemania?:

Alemania cae un 0,5% en el segundo trimestre del 2008
http://news.google.es/news/url?sa=t&ct= ... hIOxbEv4YA (http://news.google.es/news/url?sa=t&ct=es/1-0&fp=48860e2a4ba4e8dd&ei=lhWGSIGSNoeQQ9LilN8M&url=http%3A//www.cincodias.com/articulo/economia/economia/alemana/cae/segundo/trimestre/cdscdi/20080722cdscdieco_14/Tes/&cid=1240230821&usg=AFQjCNFrHGjLIu_NqTD-yZEhhIOxbEv4YA)
La economia Alemana se debilita
http://news.google.es/news/url?sa=t&ct= ... a4RZwQjbUA (http://news.google.es/news/url?sa=t&ct=es/1-1&fp=48860e2a4ba4e8dd&ei=lhWGSIGSNoeQQ9LilN8M&url=http%3A//www.prensalatina.com.mx/article.asp%3FID%3D%257B79DF8ED1-DA33-4600-80C2-75498863728D%257D%26language%3DES&cid=1240230821&usg=AFQjCNEXqqUcXo-mQJ5mTAjpa4RZwQjbUA)
El Bundesbank preve un descenso de la economia Alemana
http://news.google.es/news/url?sa=t&ct= ... ENyxLRVDCw (http://news.google.es/news/url?sa=t&ct=es/1-2&fp=48860e2a4ba4e8dd&ei=lhWGSIGSNoeQQ9LilN8M&url=http%3A//www.finanzas.com/noticias/economia/2008-07-21/26770_bundesbank-preve-descenso-economia-alemana.html&cid=1240230821&usg=AFQjCNHW3StIekOM4JcQbtoJENyxLRVDCw)


De esos paises usted no pone que su economia es artificial y se ha terminado por derrumbar?

Y encima echa la culpa de los malos resultados de las Empresas Portuguesas a la crisis en Espanha...

Porque no mira un poco mas para Portugal y la imagen que tienen en el resto de Europa de la economia de su pais?

En fin, un saludo
Título:
Enviado por: André em Agosto 04, 2008, 01:47:46 pm
Número de desempregados em Espanha regista valor mais alto desde 1998

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Quase 36 500 pessoas ficaram sem emprego no mês de Julho em Espanha, o que perfaz um total de 2 426 916 desempregados, mais 1,5% em relação ao mês de Junho e o número mais alto desde 1998, ano em que existiam 2 442 803 desempregados, anunciou o Ministério do Trabalho e da Imigração espanhol.

Esta é a quarta subida consecutiva este ano e multiplica por oito o crescimento registado em 2007. Em toda a série histórica, que começou em 1996, o desemprego subiu em Julho apenas em três ocasiões: em 2005, 2007 e agora em 2008.

Na comparação com o mesmo período de 2007, mais 456 578 pessoas perderam o emprego em Julho, o que representa um aumento de 23,1%.

Quanto aos dados homólogos por sexo, o desemprego terá aumentado 43,7% entre os homens e 10,3% entre as mulheres.

A secretária-geral do Emprego, Maravillas Rojo, reconheceu em comunicado que estes dados são “muito preocupantes” e explicou que a menos

DE
Título:
Enviado por: PedroM em Agosto 05, 2008, 01:57:37 pm
Artigo do "jornal de Negócios" de Hoje.

Trata-se obviamente apenas do ponto de vista da jornalista, mas que tem a meu ver muito de verdadeiro. Sublinha também o modo como Portugal pode ser afectado pela crise espanhola.

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Espanha foi durante anos, por cá, motivo de admiração para uns e de receio para outros. Poucos olharam com atenção para o que estava a alimentar o crescimento espanhol. Quem viu alertou que não havia motor para aquela velocidade. E eis que se confirma. O motor gripou.

E o fraco motor português tem na frente espanhola mais uma das muitas ameaças à sua economia. O mercado único, quando chega a hora da crise, fica muito pouco único.

A regra é geral. Qualquer empresa global com um negócio de elevada mobilidade regressa ao conforto do lar quando por lá cai a tempestade. É exactamente isso que está a acontecer com as promotoras imobiliárias espanholas em Portugal. É preciso, prioritariamente, salvar o negócio em casa. É assim que os vemos sem novos projectos desde 2005, como hoje revela o Jornal de Negócios. É por isso que os vemos a travar a fundo nos investimentos em Portugal.

Não é apenas nas exportações que a economia portuguesa enfrenta a ameaça da fragilização da actividade produtiva em Espanha. É também nos projectos que vieram do outro lado da fronteira. E, num tempo em que é tão fácil mudar uma fábrica de uma ponta para a outra do mundo como transferir dinheiro, rapidamente se encerram todo o tipo de negócios para... salvar a pátria.

A lição é antiga, mas vale a pena lembrá-la. Nem todos os investimentos estrangeiros merecem as boas vindas. Um projecto como o da Autoeuropa pode mudar-se de armas e bagagens para o Oriente, mas não de um dia para o outro. E muito menos por reacção a movimentos de conjuntura. As ameaças que têm existido ao projecto são determinadas por factores estruturais.
Projectos e investimentos que exploram oportunidades conjunturais de mercado, como se verificou no imobiliário, podem trazer mais problemas que benefícios. Vamos ver que impacto terá este desinvestimento massivo dos promotores imobiliários espanhóis.

O outro lado da história está na excessiva concentração das exportações portuguesas em Espanha. Um mérito pode ter esta crise, obrigar as empresas, como já o dizem estar a tentar, a conquistar novos mercados, a diversificar. É aliás a diversificação que está a proteger os grandes bancos espanhóis, como o Santander, do 'tsunami' financeiro em que se vive desde há um ano.

A crise espanhola pode ser mais grave do que se previa. Neste momento a recessão parece inevitável e arrastada até 2009, um ano em que já se projecta a reanimação da actividade económica nos outros países da Zona Euro.

O perfil de desempenho da economia espanhola justifica que se perspective uma reanimação difícil. Durante os últimos anos, o seu crescimento foi apoiado pelo aumento do emprego sem subidas da produtividade. Um pormenor que despertou a atenção de poucos, deslumbrados com o extraordinário desempenho de Espanha, e que agora pode ser uma séria ameaça à sua recuperação.

Todas as notícias se conjugam para cercar Portugal. Se de Espanha estivessem a chegar bons ventos, sair da actual crise seria mais fácil. Mas com a economia espanhola como está, só um grande esforço de conquista de outros mercados e outros investidores pode evitar a perigosa colagem à crise espanhola.



http://www.jornaldenegocios.pt/index.ph ... &id=326590 (http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION&id=326590)
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Enviado por: Tiger22 em Agosto 11, 2008, 10:15:54 am
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España camina hacia la recesión de 1993

Todos los síntomas apuntan ahora a una crisis tan fuerte como la previa a la última recesión. El segundo semestre de 1992, la antesala a la ‘catástrofe’, es demasiado similar al escenario actual. Abrir la caja del déficit ha puesto la puntilla a las serias complicaciones.

Nadie, ni siquiera el Gobierno, tiene duda ya de que España vive una de las peores crisis de su historia reciente. Los ingredientes son más que indigestos para un país que ha basado su fuerte dinamismo en una sola receta: la expansión del crédito, el consumo interno y la inversión empresarial.

Con un volumen de deuda récord frente al exterior, el pinchazo inmobiliario se ha topado de frente con la crisis de liquidez internacional y con un shock energético que ha aupado el barril de petróleo hasta barreras impensables. Ahora, todos los datos se asoman a la etapa previa a la recesión de 1993.

El vicepresidente Solbes, que hasta hace poco llamaba a este cóctel “desaceleración”, reconoce ahora que es “la crisis más compleja” de la historia reciente. “No llegaremos a recesión en ningún caso”, afirmaba el 24 de julio. Diez días después, cambio de tercio: “Nunca se puede descartar nada”.

Lo cierto es que desde la última recesión de 1993, España no sufría crecimientos tan raquíticos, un aumento del paro tan acusado o un parón del consumo y la producción tan acelerado, si bien siempre hay que tener en cuenta que, respecto a aquella situación, España está ahora en el euro, hay más población activa y unas entidades bancarias solventes.

El Gobierno prevé un avance del PIB del 1,6% para este año y del 1% para el próximo. En tasas intertrimestrales, la economía ya se ha estancado, con un tímido registro del 0,1%. Solbes trabaja con previsiones “cercanas a cero” para los próximos meses. ¿Y en 2009? El Gobierno advierte de que el PIB “tocará fondo”. Una sola frase que lo dice todo.

El Banco de España matiza. Cree que todo apunta a una “continuación de este proceso, dependiendo del alcance del ajuste del empleo” y de la evolución del resto de la economía internacional. El mercado laboral no ofrece alternativas. En un año, ha sumado casi medio millón de parados. Y para 2009, se espera una destrucción neta de empleo, que elevará el desempleo hasta el 12,5%.
 
Técnicamente, un país entra en recesión cuando encadena dos o más trimestres consecutivos de crecimiento negativo. Aunque la crisis actual tiene un componente especialmente peligroso.

La inflación será una de las principales barreras para superar el bache económico. A pesar del derrumbe del consumo interno, la oferta no está respondiendo con una bajada de los precios. La tensión de mercado energético se está trasladando peligrosamente a los costes de producción y al precio final de los bienes de consumo.

El paro no encuentra la cima
El verano no ha dado tregua a la radical desaceleración del empleo. En julio –último mes sobre el que existen datos en los Servicios Públicos de Empleo– 36.400 personas perdieron su trabajo, con lo que la hemorragia del paro afecta ya a 2.426.916 personas, un dato que supera los niveles alcanzados en los meses previos a la recesión de los noventa.

En concreto, el volumen de parados medidos en julio sumó los 2,1 millones.  Los expertos advierten de que al ajuste del empleo, forzado por el fin del boom inmobiliario, aún le queda recorrido.  La previsión de AFI es que la tasa de paro, medida en términos de EPA, repuntará desde el 10,4% actual hasta el 12,5% este mismo año, un pronóstico que el Gobierno espera que se cumpla en 2009.

Aunque en la recesión de los noventa, la tasa de desempleo rondó el 20%, los técnicos advierten de que la rapidez con la que se está deteriorando el empleo –en el último año se destruyeron 140.000 puestos de trabajo– invita a permanecer con los pies en la tierra.

Los perores augurios vienen de la mano de dos cifras: la tasa de actividad (cercana al 60%) se encuentra en máximos históricos, debido a que sigue creciendo la población, especialmente extranjera, que busca un empleo. A la vez, que la creación de empleo está en tasas negativas (-0,5%).

El ‘agujero’ de las cuentas públicas
Aunque todavía está lejos de registrar un déficit tan contundente como el de los años noventa, la economía española ha abandonado el superávit al que tanto le costó llegar. De todos modos, tal como destacaron en el Ministerio de Economía, la reforma estadística que se realizó en 1995 dificulta las comparaciones entre ejercicios.

En cualquier caso, la necesidad de financiación de la que hacía gala el Estado en la etapa previa a la recesión era de 10.154 millones de euros. El agujero que presentó el ministro Pedro Solbes el mes pasado era de 4.700 millones de euros.

De todos modos, muchos han sido los analistas que han avisado de que, una vez se ha abierto la puerta al déficit, es mucho más difícil de controlar el gasto y la inercia es la de ahondar en la herida. Ésta es la opinión, por ejemplo, del Instituto de Estudios Económicos, que alertan de la repercusión que estos datos tendrán en la competitividad del país, recordando el lastre que el déficit fue a lo largo de los años noventa.

De hecho, será complejo que la economía española vuelva al superávit con la importante caída que se esta registrando este año en los ingresos. La crisis de la construcción, como ya pasó en los años noventa, supone un lastre, dada la excesiva dependencia que sufren algunas administraciones. Sólo en 2008 se dejarán de recaudar 3.300 millones.
Título:
Enviado por: Tiger22 em Agosto 11, 2008, 10:18:12 am
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SUPERA LOS 945.700 MILLONES EN MARZO

La deuda de las familias marca otro máximo histórico y casi alcanza el PIB español

Al cierre del primer trimestre, la deuda financiera de las familias españolas (préstamos, créditos y cuentas pendientes de pago) alcanzó un nuevo máximo histórico con 945.712 millones de euros, un 9,4 por ciento más respecto a marzo de 2007. Eso supone que las deudas de los hogares prácticamente están cerca de igualar al PIB español, que ascendía a cierre de 2007 a 1,05 billones de euros. Sólo a la compra de vivienda, las familias destinan el 46,1 por ciento de su renta anual.

LD (Agencias) Según los últimos datos del Banco de España, los préstamos a largo plazo siguieron siendo la principal carga de los hogares españoles, ya que sumaban más de 850.027 millones y en el último año han crecido en 81.057 millones de euros, es decir, un 10,54 por ciento más. Frente a este incremento, los préstamos a corto plazo aumentaron más de 2.500 millones de euros, mientras que las cuentas pendientes de pago se redujeron cerca de 2.400 millones.
 
Al mimo tiempo, la riqueza financiera de las familias, los activos que están en manos de los hogares (efectivo, acciones, fondos, seguros, etc.), han caído a niveles de septiembre de 2006. Estos activos sumaban al término del primer trimestre 1,80 billones de euros, 64.331 millones de euros menos que en el mismo periodo de 2007.
 
Las mayores pérdidas dentro de los activos financieros, si se compara el primer trimestre del año con el mismo periodo de 2007, se las anotaron las acciones cotizadas y las no cotizadas, cuyo volumen se redujo un 20,89 y un 21,05 por ciento, respectivamente.
 
Por su parte, los mayores incrementos fueron para "otros depósitos" y para los valores a largo plazo, que crecieron en términos interanuales un 23,59 y un 18,25 por ciento. Así, el dinero en efectivo y los depósitos continuaron siendo la principal partida del activo, con 746.091 millones de euros y un incremento en los últimos doce meses del 9,34 por ciento.
 
A partir de estos datos, la riqueza neta de las familias (los activos menos los pasivos) alcanzó a cierre de marzo 859.296 millones de euros, lo que supone 145.540 millones menos que un año antes y una caída hasta niveles de finales de 2005.A continuación se muestran en una tabla las principales partidas que componen la cuenta financiera de las familias, en millones de euros, al cierre del primer trimestre de 2008 y de 2007.
 
El 46,1 por ciento para vivienda
 
Las familias españolas que adquirieron una vivienda en el segundo trimestre del año destinaron a esa compra el 46,1 de su renta bruta anual disponible, una décima menos que en el trimestre anterior, cuando esta tasa se situó en el 37,2 por ciento. Una vez descontadas las deducciones fiscales, este esfuerzo se sitúa en el 37,1 por ciento.
 
De acuerdo con los últimos datos del Banco de España, el esfuerzo económico de quienes compraron una vivienda entre abril y junio de 2008 fue 1,4 puntos mayor que el realizado por quienes la adquirieron un año antes. No obstante, dicho esfuerzo está disminuyendo ligeramente, a razón de una décima por trimestre, desde que a finales de 2007 se situara en el 37,3 por ciento, la tasa más alta registrada desde que en 1995 el Banco de España comenzó a elaborar esta estadística.
 
De esta forma, durante el segundo trimestre del año el precio de una vivienda libre de 93,75 metros cuadrados construidos (base sobre la que el Banco de España elabora sus cálculos) era 6,9 veces la renta bruta anual disponible de un hogar mediano. Tres meses antes las familias necesitaban la renta de 7 años para pagar el importe de un inmueble, pero la caída del 0,3 por ciento del precio de la vivienda libre en el segundo semestre del año ha propiciado que este ratio descienda ligeramente.
 
Según el Ministerio de Vivienda, el coste medio del metro cuadrado era en junio de 2.096 euros, con lo que cada familia necesitó 196.500 euros para comprar una vivienda tipo de 93,75 metros cuadrados. Según la legislación vigente, los contribuyentes pueden desgravarse el 15 por ciento por sus aportaciones anuales, con un límite máximo de 9.015,18 euros.
 
Para calcular el esfuerzo financiero necesario para comprar una vivienda, el Banco de España utiliza el importe de las cuotas que tiene que pagar el hogar mediano en el primer trimestre del año tras la adquisición de una vivienda tipo financiada con un préstamo estándar por el 80 por ciento del valor del piso.
Título:
Enviado por: old em Agosto 14, 2008, 10:43:52 am
La crisis golpea todo el mundo desarrollado:


PIB Francia: -0'3% (no dicen el interanual, pero debe andar por el 1'5% o menos)
http://www.finanzas.com/noticias/eco...trimestre.html (http://www.finanzas.com/noticias/eco...trimestre.html)



PIB Alemania: -0'5% (previsión interanual: 1'7%)
http://www.elmundo.es/mundodinero/20...218694829.html (http://www.elmundo.es/mundodinero/20...218694829.html)
.

PIB Estados Unidos: 1'9% Interanual (los únicos que nos ganan, y por poco)
http://www.eleconomista.es/economia/...-previsto.html (http://www.eleconomista.es/economia/...-previsto.html)


PIB Italia: +0'0% (no dicen el interanual)
http://cope.es/08-08-08--crecimiento...cia_am (http://cope.es/08-08-08--crecimiento...cia_am) pliada


PIB España 0.1% Trismestral y 1,8 % Interanual

http://www.elmundo.es/mundodinero/2008/ ... 97945.html (http://www.elmundo.es/mundodinero/2008/08/14/economia/1218697945.html)


etc etc etc etc etc

Quieren poner el IDH?  :lol:
Título:
Enviado por: Falcão em Agosto 14, 2008, 09:15:15 pm
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España podría sufrir lo más duro del parón económico, según New York Times

España probablemente sufrirá "lo más duro del parón económico" internacional, según el diario The New York Times, que considera que la economía española está "de resaca inmobiliaria", tras haber abusado de ese sector.

En su artículo titulado "Una resaca inmobiliaria para la economía española", el diario neoyorquino asegura que "en menos de un año el país ha pasado de un ágil crecimiento a un aguda penuria" debido al derrumbe del mercado inmobiliario, el aumento de los precios de la energía y la crisis financiera internacional.

Esta última "ha drenado la sangre vital (de España): un boom inmobiliario cimentado sobre el creciente valor de la propiedad", apunta el artículo.

El diario se pregunta si la economía española podrá dejar el modelo de crecimiento basado en el sector inmobiliario y ser capaz de, en los próximos dieciocho meses, ponerse a producir bienes y servicios que se puedan vender al resto del mundo.

"Probablemente no, y por eso es por lo que España parece que va a sentir los más duro del parón económico actual", apunta el rotativo, que recuerda que los datos más recientes de inflación la sitúan en el 5,3% anual, la más alta en quince años.

Los españoles están pagando, en su opinión, "no sólo sus propios excesos, sino el alcance mundial de los estragos producidos por la crisis del sector hipotecario estadounidense".
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 14, 2008, 11:22:27 pm
Yo lo que no me explico es que si nosotros estamos en crisis, que lo estamos, Portugal es qué está???

Seguimos creciendo más que Portugal 1,5% Vs 1,8%.

La verdad me parece un poco infantil la actitud de algunos componentes del foro, si España entra en una fuerte recesión (que es posible), Portugal que sigue creciendo menos que nosotros entrará en una aun más profunda.
Título:
Enviado por: garrulo em Agosto 14, 2008, 11:28:53 pm
En el mundo hay mucho idiota que se saca los dos ojos por ver a otro tuerto.
Título:
Enviado por: comanche em Agosto 15, 2008, 09:15:28 pm
Espanha

Crise agrava em Espanha; operários emigram para França


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Blocos e blocos de apartamentos frente ao mar com sol o ano inteiro foram o maior símbolo da economia espanhola de toda uma época, bem aproveitado pelo sector imobiliário.

Só que o Reino de Espanha acordou para a triste realidade: os apartamentos, muitas vezes comprados para especulação, perderam um terço do valor num só ano. Os proprietários querem vender mas não há compradores. E os juros dos empréstimos são cada vez mais altos.

Muitos projectos, já em construção, foram suspensos por falta de procura…as estruturas estão lá, mas os prédios ficam para mais quando o mercado for favorável.

Um dos maiores nomes da construção civil viu-se obrigado a declarar a falência em Julho: o grupo Martinsa Fadesa.

Terá sido apenas um dos primeiros, como considera o professor de Economia Juan Carlos Martinez considera que é evidente que muitas empresas estão numa situação muito complicada: compraram terra, endividaram-se bastante para comprar, e no mundo de hoje há que pagar. Portanto, se não conseguem o dinheiro no principal negócio (que é vender propriedades) têm de livrar-se dos pesos mortos. Isso quer dizer que se têm de livrar de bens não rentáveis.

O efeito do arrefecimento económico no emprego é assustador, nomeadamente na construção, que está a despedir legiões de operários – no primeiro trimestre foram para o desemprego 30 por cento dos operários da construção civil. A indústria e serviços também são afectados. Em três meses 246 mil pessoas ficaram sem trabalho. Nas obras públicas espanholas já não se contrata!

Um efeito inesperado da crise espanhola foi o regresso às vindimas no sul de França: cerca de 12 mil espanhois – na maioria andaluzes já conseguiram contratos sazonais.

http://www.euronews.net/pt/article/14/08/2008/spains-economy-hit-by-property-downturn/


Espanha: inflação homóloga atinge 5,3% em Julho

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A variação homóloga da taxa de inflação subiu três décimas, em Julho, para alcançar os 5,3%, anunciou o instituto local de estatística (INe) esta quarta-feira.
Apesar de uma descida mensal de 0,5% no IPC (índice de preços no consumidor), a inflação homóloga situa-se agora no nível mais elevado de 16 anos. A inflação subjacente, que exclui os preços da energia e dos alimentos frescos, aumentou 0,2, para 3,5%.

Em termos do IHPC (índice harmonizado de preços no consumidor), a inflação espanhola subiu duas décimas, para os mesmos 5,3%.

A subida nos preços da habitação (+8,4%) e dos transportes (+10,6%) foi a principal responsável pela variação do indicador. Por seu lado, os preços da alimentação e bebidas não alcoólicas desaceleraram ligeiramente para contabilizar uma subida homóloga de 7%.



http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=19&id_news=103013
Título:
Enviado por: Hymy em Agosto 17, 2008, 12:26:54 am
Citação de: "manuel liste"
1º: no hay ningún "modelo"

Existen modelos de crecimiento económico, i.e; un esquema teórico en el que basar el desarrollo económico de un país. Obviamente España empleó uno, penoso y bananero, que ya no resiste más.

Citar
2º: el crecimiento económico de los últimos diez años no se basó en la construcción residencial, sino en el consumo privado

El crecimiento español se ha basado en los últimos años, grosso modo, en dos sectores; turismo y construcción. España se convirtió en el balneario europeo. Ahora bien, el motor básico ha sido la construcción (llegando a representar un 20% del PIB, una auténtica barbaridad).
Se formó la infausta burbuja inmobiliaria, tan negada durante años ha tenido que ser reconocida por ser algo evidente (una vez explotó a partir del cierre del grifo crediticio).

Citar
3º: el sector de la construcción es un sector económico más, no veo porque habría que demonizarlo o criticarlo. Si les ha ido bien, cojonudo

El problema es que es un sector que no genera valor añadido, soporte vital de una economía competitiva. Es un sector que ha crecido desmedidamente porque se formó una burbuja especulativa. Ha hecho ricos a muchos a costa de destruir la economía. Ha arruinado a miles de familias que se han comprado una vivienda a un precio hiperhinflado con unas condiciones de adquisición esclavistas (hipotecas a 50 años incluso!). No me parece digno de alabanza que la bonanza económica de un país se cimente en tan febles bases.

Citar
4º: el sector industrial español ha crecido también, al menos tanto como la media de la UE y más que el de otros paises de "nuestro entorno" como Francia o Portugal.

El peso del sector industrial en la economía española no es excesivamente grande, y de hecho es bastante irrelevante. No ha llevado las riendas (si por sector industrial o secundario no referimos estrictamente a la industria pesada).

Citar
5º: explica como "creas" un sector industrial potente de "industrias tecnológicas". Se lo dices al gobierno y luego hablamos

Se trata de canalizar la inversión pública y privada hacia sectores que generen valor añadido. Sector de nuevas tecnologías, e.g. El problema es que el I+D+i es a largo plazo, no a corto, y aquí se ha preferido el beneficio inmediato: este es el país del cortoplacismo y el pelotazo, el país de la picaresca más vergonzante en el que ningún corrupto alcalde es capaz de dimitir una vez se descubren sus tejemanejes (e incluso la población defiende la inocencia de esos truhanes  :lol:[/quote]

Simple mofa.

Por otra parte, no tiene sentido acusarme de "socialista" o "popular" (se ha hecho en otros comentarios). Me da que esas distinciones no se ajustan a la realidad ya que es imposible distinguir entre dos partidos políticos cuyos idearios son prácticamente iguales. Discrepan en algunos puntos, pero peccata minuta en mi opinión. En el aspecto esencial son la misma mierda, no son más que siervos de la todopoderosa banca (es que llamar socialista al PSOE teniendo en cuenta las medidas que realiza es un completo insulto). Sólo son medios para mantener un statu quo aberrante y completamente alienante. Debemos salír de esa absurda dicotomía.


Saludos cordiales.
Título:
Enviado por: Daniel em Agosto 19, 2008, 04:34:02 pm
«The Economist» diz que Espanha está na «bancarrota»


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PIB em forte abrandamento, desemprego alto e inflação recorde

A revista «The Economist» diz que a economia espanhola está «falida».

«Bancarrota espanhola: Um montão de casas por vender». É com este título que a revista se reporta à economia do País vizinho, acrescentando que a antiga estrela da Zona Euro está em declínio.

Uma descrição «sem papas na língua» fala de construções inacabadas e casas vazias, que se tornaram em «monumentos do drama económico vivido por Espanha».

A revista avança que há agora «milhares de compradores que temem não ver as suas casas acabadas ou, pior ainda, que não lhes restituam o dinheiro já pago.

A situação obrigou o líder do Governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, a convocar uma reunião de emergência durante este mês de Agosto, tradicionalmente de férias, para discutir as medidas destinadas a combater esta crise. Os sinais são cada vez piores, com a taxa de desemprego a alcançar os 10,4%, a inflação a disparar para 5,3% (máximo de quase 15 anos) e o crescimento económico a abrandar para ser quase nulo.

Uma performance que assume uma dimensão particularmente desoladora para Espanha, não por ser muito pior do que a das restantes economias da moeda única, mas porque contrasta com o comportamento francamente bom registado até há pouco tempo.

Os créditos fáceis e a bolha imobiliária fizeram prosperar o país e agora que bolha estourou, o Governo espanhol tem poucas armas para combater a degradação da economia.

Título:
Enviado por: pedro em Agosto 19, 2008, 05:17:58 pm
Isso é ir um pouco longe de mais. :)
Cumprimentos
Título:
Enviado por: comanche em Agosto 20, 2008, 02:39:27 pm
O novo pobre espanhol: desempregado da construção, com mulher de limpezas e filhos


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A nova fase econômica, o incremento do desemprego e a subida do preço de hipotecas e alugueres estão a alterar o perfil da pobreza em muitos pontos de Espanha.Segundo Cáritas, seus serviços assistenciais têm sobre a mesa "centenas de solicitações" de ajuda econômica para famílias em sua maioria compostas por desempregados da construção, casado com uma mulher que limpa ou cuida anciãos a tempo parcial, e com ao menos dois filhos em idade escolar.
Imigrantes em situação irregular, mulheres sem recursos com ônus familiares ou pessoas sem lar são quem recebem principalmente a assistência básica em algumas zonas, como o norte do país. No entanto, em lugares como Madrid, Extremadura ou Andaluzia, o perfil se amplia a famílias não sempre estrangeiras que vão em procura de cobertura "para os serviços mais básicos", porque todos seus rendimentos, inferiores a seus gastos, destinam-se a conservar um teto, este é o caso mais comum na capital, e vai em aumento, segundo explica uma das responsáveis na gestão de Cáritas Madrid, Concha García. "São as famílias que nos últimos anos acederam à compra de uma moradia ao ver que lhes subia o preço do aluguer e que agora se encontraram com que sobem os interesses, enquanto baixam seus rendimentos pelo desemprego e se produz uma subida geral de todos seus gastos", assinala.


Pessimismo

 Há tanto espanhóis como estrangeiros, ainda que estes em maior medida porque têm mais problemas para cobrir as necessidades básicas ao carecer de redes sociais de apoio em Espanha. "Um espanhol pode ir comer um dia a casa de um parente se não tem comida, um estrangeiro não tem a onde ir", afirmou a responsável de Cáritas.Castro, ademais, vaticina uma situação "muito pior" para a maior parte destas pessoas porque agora podem estar cobrando um subsídio por desemprego que, no entanto, "não durará para sempre".  


http://www.20minutos.es/noticia/406286/0/pobre/parado/construccion/
Título:
Enviado por: Viriato - chefe lusitano em Agosto 20, 2008, 03:05:03 pm
Realmente é assustador o que se está a passar em Espanha, na minha actividade de importação de produtos Espanhóis é ver fornecedores a caírem com baralho de cartas, incrível, é que nós estamos habituados às histórias dos coitadinhos, mas vamos mantendo as portas abertas ano após ano, enquanto em Espanha em poucos meses é verem a fechar empresas umas atrás das outras. :G-deal:
Título:
Enviado por: old em Agosto 22, 2008, 05:35:53 pm
Vamos a tratar de aclarar las cosas a este grupo de personajes que piensan que la 8ª economia del planeta y uno de los paises mas ricos del mundo  tienen problemas ajenos al resto.


UK se estanca por primera vez en 16 años: Pais bananero

Crecimiento cero: el PIB de Reino Unido se estanca por primera vez en 16 años

http://www.eleconomista.es/economia/...n-16-anos.html (http://www.eleconomista.es/economia/...n-16-anos.html)

Japon al borde de la recesion: Pais Bananero

http://www.expansion.com/edicion/exp/ec ... 55235.html (http://www.expansion.com/edicion/exp/economia_y_politica/es/desarrollo/1155235.html)

De Francia y Alemania ya puse los datos mas arriba: Paises bananeros

¿seguimos?

Ahora llegan vacas flacas para todos, pero es que durante la pasada decada mientras España(y la UE)  crecia y superaba la media europea rebasando a Italia ( +100%)  Portugal estaba estancado. En recesion mientras el resto de la UE crecia. Muy triste

Ahora que viene una crisis sin duda alguna las economias mas debiles lo pasaran peor. Agarrense y dejen de mirar a España, que basicamente esta pasando por un ajuste y desaceleracion similar a la Alemana o Japonesa o Francesa o Inglesa.

No se de que se alegran.
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 22, 2008, 06:31:22 pm
Mal de muchos...

O también:

Cuando las barbas de tu vecino veas pelar...  :lol:
Título:
Enviado por: Tiger22 em Agosto 23, 2008, 09:26:35 am
Citação de: "old"
Vamos a tratar de aclarar las cosas a este grupo de personajes que piensan que la 8ª economia del planeta y uno de los paises mas ricos del mundo  tienen problemas ajenos al resto.


UK se estanca por primera vez en 16 años: Pais bananero

Crecimiento cero: el PIB de Reino Unido se estanca por primera vez en 16 años

http://www.eleconomista.es/economia/...n-16-anos.html (http://www.eleconomista.es/economia/...n-16-anos.html)

Japon al borde de la recesion: Pais Bananero

http://www.expansion.com/edicion/exp/ec ... 55235.html (http://www.expansion.com/edicion/exp/economia_y_politica/es/desarrollo/1155235.html)

De Francia y Alemania ya puse los datos mas arriba: Paises bananeros

¿seguimos?

Ahora llegan vacas flacas para todos, pero es que durante la pasada decada mientras España(y la UE)  crecia y superaba la media europea rebasando a Italia ( +100%)  Portugal estaba estancado. En recesion mientras el resto de la UE crecia. Muy triste

Ahora que viene una crisis sin duda alguna las economias mas debiles lo pasaran peor. Agarrense y dejen de mirar a España, que basicamente esta pasando por un ajuste y desaceleracion similar a la Alemana o Japonesa o Francesa o Inglesa.

No se de que se alegran.

Chega a ser patético quando certas pessoas não conseguem ver e enfrentar a realidade.

Vê o que um espanhol com olhos na cara escreve!

Citação de: "Hymy"
Citação de: "manuel liste"
1º: no hay ningún "modelo"

Existen modelos de crecimiento económico, i.e; un esquema teórico en el que basar el desarrollo económico de un país. Obviamente España empleó uno, penoso y bananero, que ya no resiste más.

Citar
2º: el crecimiento económico de los últimos diez años no se basó en la construcción residencial, sino en el consumo privado

El crecimiento español se ha basado en los últimos años, grosso modo, en dos sectores; turismo y construcción. España se convirtió en el balneario europeo. Ahora bien, el motor básico ha sido la construcción (llegando a representar un 20% del PIB, una auténtica barbaridad).
Se formó la infausta burbuja inmobiliaria, tan negada durante años ha tenido que ser reconocida por ser algo evidente (una vez explotó a partir del cierre del grifo crediticio).

Citar
3º: el sector de la construcción es un sector económico más, no veo porque habría que demonizarlo o criticarlo. Si les ha ido bien, cojonudo

El problema es que es un sector que no genera valor añadido, soporte vital de una economía competitiva. Es un sector que ha crecido desmedidamente porque se formó una burbuja especulativa. Ha hecho ricos a muchos a costa de destruir la economía. Ha arruinado a miles de familias que se han comprado una vivienda a un precio hiperhinflado con unas condiciones de adquisición esclavistas (hipotecas a 50 años incluso!). No me parece digno de alabanza que la bonanza económica de un país se cimente en tan febles bases.

Citar
4º: el sector industrial español ha crecido también, al menos tanto como la media de la UE y más que el de otros paises de "nuestro entorno" como Francia o Portugal.

El peso del sector industrial en la economía española no es excesivamente grande, y de hecho es bastante irrelevante. No ha llevado las riendas (si por sector industrial o secundario no referimos estrictamente a la industria pesada).

Citar
5º: explica como "creas" un sector industrial potente de "industrias tecnológicas". Se lo dices al gobierno y luego hablamos

Se trata de canalizar la inversión pública y privada hacia sectores que generen valor añadido. Sector de nuevas tecnologías, e.g. El problema es que el I+D+i es a largo plazo, no a corto, y aquí se ha preferido el beneficio inmediato: este es el país del cortoplacismo y el pelotazo, el país de la picaresca más vergonzante en el que ningún corrupto alcalde es capaz de dimitir una vez se descubren sus tejemanejes (e incluso la población defiende la inocencia de esos truhanes  :lol:

Simple mofa.

Por otra parte, no tiene sentido acusarme de "socialista" o "popular" (se ha hecho en otros comentarios). Me da que esas distinciones no se ajustan a la realidad ya que es imposible distinguir entre dos partidos políticos cuyos idearios son prácticamente iguales. Discrepan en algunos puntos, pero peccata minuta en mi opinión. En el aspecto esencial son la misma mierda, no son más que siervos de la todopoderosa banca (es que llamar socialista al PSOE teniendo en cuenta las medidas que realiza es un completo insulto). Sólo son medios para mantener un statu quo aberrante y completamente alienante. Debemos salír de esa absurda dicotomía.


Saludos cordiales.[/quote]
Título:
Enviado por: old em Agosto 23, 2008, 10:39:46 am
No estoy de acuerdo con mi compatriota. A la cola? Sera en su pueblo :lol:

Nuevamente les presentare +datos.

INDICE DESARROLLO HUMANO.

(economia, sanidad , servicios sociales etc etc)


   1. Islandia 0,968 (↑ 1)
   2. Noruega 0,968 (↓ 1)
   3. Australia 0,962 (=)
   4. Canadá 0,961 (↑ 2)
   5. Irlanda 0,959 (↓ 1)
   6. Suecia 0,956 (↓ 1)
   7. Suiza 0,955 (↑ 2)
   8. Japón 0,953 (↓ 1)
   9. Países Bajos 0,953 (↑ 1)
  10. Francia 0,952 (↑ 6)

   

  11. Finlandia 0,952 (=)
  12. Estados Unidos 0,951 (↓ 4)
 13. España 0,949 (↑ 6)
  14.  Dinamarca 0,949 (↑ 1)
  15.  Austria 0,948 (↓ 1)
  16. Reino Unido 0,946 (↑ 2)
  17.  Bélgica 0,946 (↓ 4)
  18.  Luxemburgo 0,944 (↓ 6)
  19. Nueva Zelanda 0,943 (↑ 1)
  20. Italia 0,941 (↓ 3)

   

  21.  Hong Kong 0,937 (↑ 1)
  22.  Alemania 0,935 (↓ 1)
  23.  Israel 0,932 (=)
  24.  Grecia 0,926 (=)
  25.  Singapur 0,922 (=)
  26. Corea del Sur 0,921 (=)
  27.  Eslovenia 0,917 (=)
  28. Chipre 0,903 (↑ 1)
 29. Portugal 0,897 (↓ 1)
  30.  Brunéi 0,894 (↑ 4)

Renta Per Capita Union Europea:

   

Efe / BRUSELAS (23-06-2008)

La renta per cápita española pasó del 105% de la media de la UE-27 en 2006 al 107% en 2007, mientras que el PIB por habitante de Italia bajó del 103% al 101% de la media comunitaria, de acuerdo con los datos de Eurostat. Se trata del segundo año consecutivo que España supera a Italia en PIB por habitante.

La oficina estadística sitúa a España en el grupo de países cuya renta per cápita expresada en estándares de poder de compra se encuentra en torno a la media comunitaria, junto con la propia Italia, Grecia (98% de la media) y Chipre (93%).

Inmediatamente por delante de España se encuentran Francia (cuyo PIB por habitante es un 111% de la media) y Alemania (113%). En el grupo de Estados miembros con una renta per cápita entre un 10% y un 30% por encima de la media de la UE-27 están además Austria, Suecia, Dinamarca, Bélgica, Finlandia y Reino Unido.


Los Estados miembros más pobres son Bulgaria, Rumania (41% de la renta per cápita media) y Polonia (54%). Eslovaquia, Hungría, Lituania y Letonia se situaron entre el 30% y el 50% por debajo de la media; mientras que Eslovenia, República Checa, Malta, Portugal y Estonia se encuentran entre el 10% y el 30% por debajo de la media
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 23, 2008, 02:00:16 pm
Ja a minha Avo dizia o dinheiro não traz tudo:
Liberdade de Imprensa:

8º Portugal    

33º Espanha
Segurança:

7º Portugal


30º Espanha


Cumprimentos
Título:
Enviado por: AMRAAM em Agosto 23, 2008, 02:27:07 pm
Citação de: "tgcastilho"
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Cumprimentos

 :conf: ...¿Y esto que tiene que ver con el topic aqui tratado.."A verdade sobre a economia espanhola"?
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 23, 2008, 04:08:27 pm
Citação de: "AMRAAM"
Citação de: "tgcastilho"
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:conf: ...¿Y esto que tiene que ver con el topic aqui tratado.."A verdade sobre a economia espanhola"?



e eu respondo-lhe com outra pergunta o que tem a ver IDH com "A verdade sobre a economia espanhola"?
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 23, 2008, 04:36:32 pm
Resulta engraçado que um tipo que escreve desde a região mais pobre de Europa Ocidental (Norte de Portugal) do país campeão da emigração com milhões de seus cidadãos no estrangeiro se permita criticar a Espanha por seu desempenho econômico, quando o desempenho econômico de Espanha leva sendo melhor do que o de Portugal desde faz já bastante anos e ainda o segue a ser.

Espanha, ainda com crise, segue a crescer mais do que Portugal. E oxalá que Portugal cresça mais do que Espanha, sinal de que terá saído por fín do estancamento que levam padecendo desde faz já demasiado tempo

Agora em verão é quando se vê a realidade da economia portuguesa, quando milhares de emigrantes portugueses voltam por feiras a seu país durante algumas semanas, enchendo cidades e povos com matrículas francesas, suíças, luxemburguesas... e até andorranas. Enquanto, os espanhóis deixaram de emigrar faz já décadas.

Assim que menos criticar ao vizinho e mais lutar pelo próprio, que boa falta lhe faz.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 23, 2008, 05:56:17 pm
Citação de: "manuel liste"

Assim que menos criticar ao vizinho e mais lutar pelo próprio, que boa falta lhe faz.


E com esta frase "mataste" a discussão! :oops:
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 23, 2008, 06:35:41 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "manuel liste"

Assim que menos criticar ao vizinho e mais lutar pelo próprio, que boa falta lhe faz.

E com esta frase "mataste" a discussão! :oops:


Lamento escrever grosso. Creio que tu sabes que eu admiro muitas coisas de Portugal, e desejaria que Portugal estivesse entre os paises mais ricos de Europa. Vosso progresso é também o nosso. Por isso me desagrada a mesquinharia de uns poucos, que parecem viver numa ilha em lugar de em a Península Ibérica.
Título:
Enviado por: AMRAAM em Agosto 23, 2008, 07:19:05 pm
Citação de: "tgcastilho"
Citação de: "AMRAAM"
Citação de: "tgcastilho"
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:conf: ...¿Y esto que tiene que ver con el topic aqui tratado.."A verdade sobre a economia espanhola"?


e eu respondo-lhe com outra pergunta o que tem a ver IDH com "A verdade sobre a economia espanhola"?

Informese primero de lo que es el IDH,que parametros recoge dicho indice y su relacion con algunas variables economicas,como el PIB per habitante(cosa que tendria relacion con la economia española), y luego me responde... :roll:
Título:
Enviado por: old em Agosto 23, 2008, 10:19:27 pm
Citação de: "manuel liste"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "manuel liste"

Assim que menos criticar ao vizinho e mais lutar pelo próprio, que boa falta lhe faz.

E com esta frase "mataste" a discussão! :oops:

Lamento escrever grosso. Creio que tu sabes que eu admiro muitas coisas de Portugal, e desejaria que Portugal estivesse entre os paises mais ricos de Europa. Vosso progresso é também o nosso. Por isso me desagrada a mesquinharia de uns poucos, que parecem viver numa ilha em lugar de em a Península Ibérica.


Cuanta verdad.

Me parece de muy mal gusto abrir un hilo para desprestigiar a un Pais vecino y encima alegrarse cuando toca crisis.

Alguno se alegra cuando sube el paro o cosas asi. Eso es cobarde y de mal gusto. Encima la crisis es GLOBAL pero solo remarca los efectos en España. ¿porque no habren un hilo con

" La verdad de la economia Italiana Japonesa Francesa Alemana o Britanica? Tambien estan en crisis y al borde de la recesion ¿porque no?
¿porque se alegran de que suba el Paro en España?
 Y no es que lo abra un Suizo o Noruego, paises muy ricos,  es que lo abre un Portugues, que tiene valor hacerlo.

Saludos
Título:
Enviado por: papatango em Agosto 24, 2008, 12:16:11 am
O tópico não foi aberto para desprestigiar ninguém.

Ele serve apenas de referência àqueles que durante muito tempo nos deram a Espanha como exemplo a seguir.

Na realidade o desenvolvimento espanhol é em grande medida resultado de circunstâncias muito específicas e a sua aplicação a Portugal é inviável. A Espanha tem a gasolina mais barata que Portugal, mas também a tem mais barata que a França.

A Espanha também baseou uma parte importante do seu desenvolvimento na construção, que é um sector que está em crise, o que aliás Portugal também fez nos anos 90 sem grandes resultados.

O tópico serve também para demonstrar que a política do governo português de incentivar as empresas portuguesas para investir em Espanha, foi demasiado óptimista.

Agora, parece que já entendeu que não foi a melhor opção.

Infelizmente, a solução também não é boa. Voltar a tentar vender coisas nos mercados africanos...  :roll:
O Brasil também é interessante, mas a acreditar na Jerónimo Martins, parece que os grandes empresários portugueses não são capazes de competir num mercado já com um alto grau de maturidade e com uma enorme concorrência. Preferem a Polónia...
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 24, 2008, 01:18:16 am
Citação de: "AMRAAM"
Citação de: "tgcastilho"
Citação de: "AMRAAM"
Citação de: "tgcastilho"
Ja a minha Avo dizia o dinheiro não traz tudo:
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:conf: ...¿Y esto que tiene que ver con el topic aqui tratado.."A verdade sobre a economia espanhola"?


e eu respondo-lhe com outra pergunta o que tem a ver IDH com "A verdade sobre a economia espanhola"?
Informese primero de lo que es el IDH,que parametros recoge dicho indice y su relacion con algunas variables economicas,como el PIB per habitante(cosa que tendria relacion con la economia española), y luego me responde... :roll:


Tem razão,peço de desculpa,os índices que coloquei não tem um impacto directo na economia ou vice-versa.Na Altura em que respondi estava de cabeça quente pois tinha acabado de vir de um fórum Espanhol,em que se diziam coisas como o Algarve ser subdesenvolvido,em que se diziam que as mulheres Espanholas era mais bonitas que as Portuguesas,pois tinha uma melhor situação económica(esta ultima afirmação proferida deve ter sido alvo de um  grande estudo pelo individuo que escreveu o post  :lol: )
Mais uma vez peço desculpa.
Cumprimentos
Título:
Enviado por: AMRAAM em Agosto 24, 2008, 10:45:57 am
Citar
Tem razão,peço de desculpa,os índices que coloquei não tem um impacto directo na economia ou vice-versa.
Tranquilo,no hacia falta que pidiese disculpas.Simplemente me sorprendio el contenido de su mensaje y la relacion de este con la economia española,de ahi mi comentario.. :mrgreen:  :mrgreen:
SALUDOS!!
Título:
Enviado por: Tiger22 em Agosto 25, 2008, 11:11:20 pm
Citação de: "old"
No estoy de acuerdo con mi compatriota. A la cola? Sera en su pueblo :lol:

Citação de: "manuel liste"
Assim que menos criticar ao vizinho e mais lutar pelo próprio, que boa falta lhe faz.


Aqui mais uma vez vemos uma triste e típica maneira de ser espanhola.
Eu criei este tópico para demonstrar a “chapuza” (tanga) que era o mito da Espanha com crescimentos de 4% que em pouco tempo iria superar a Alemanha :lol: . Agora que a realidade nua e crua aparece, eu critico e quero o mal do vizinho, e toca a dizer bacoradas de Portugal. Típico.
Mas enquanto os moderadores mo permitirem, continuarei a mostrar esta realidade. Como é óbvio não tenho nada contra a Espanha, só mostro factos e não gosto de arrogantes-tontos-convencidos-que-não-encaram-a-realidede-e-que-se-acham-grande-coisa-quando-nem-sequer-têm-onde-cair-mortos!
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 26, 2008, 09:07:50 am
Citação de: "Tiger22"
Citação de: "manuel liste"
Resulta engraçado que um tipo que escreve desde a região mais pobre de Europa Ocidental (Norte de Portugal) do país campeão da emigração com milhões de seus cidadãos no estrangeiro se permita criticar a Espanha por seu desempenho econômico, quando o desempenho econômico de Espanha leva sendo melhor do que o de Portugal desde faz já bastante anos e ainda o segue a ser.

O da região mas pobre da Europa ocidental só mesmo quem não viaja e só lê estatísticas. Apareça por cá e tire conclusões. Comparar a Galiza com o norte de Portugal só mesmo para rir.

Conheço o norte de Portugal, viajo por aí com freqüência. Especialmente pelo Alto Miño. Eu não tenho nada mau que dizer do norte de Portugal, parece-me um lugar estupendo, com boa gente, boa comida, bonitos povos e belas paisagens. Aí estou como em minha casa.

Segundo Eurostat é a região mais pobre de Europa Ocidental, fato que a mim me desagrada. Não é discutível comigo, proteste a eles. Não tenho vontade de discutir sobre estatísticas, e de mostrar cifras tremendamente desfavoráveis para Portugal. Podem conferir-se em internet e quem não as cria é livre de fazê-lo.

Não se ria quando escreva sobre Galícia, não seja tão mesquinho. Quiçá poderiam aprender algo se vissem um pouco mais para o norte, parece que a você somente lhe agrada olhar seu umbigo

Citar
Comparar a emigração portuguesa com a espanhola é também para rir. Para quem se fia tanto das estatísticas é no mínimo estranho…Faça as contas e conte os milhões de espanhóis que andam lá por fora. E olhe que o fenómeno parou durante esses dez anos de crescimento “chapuza” mas agora começou novamente.

Iluso. Os emigrados espanhóis que vivem em América ou o centro de Europa são em sua maioria idosos, não há emigração econômica relevante ao estrangeiro desde a década dos setenta. Somente há que ver os lugares desde onde escrevem os usuários deste foro para dar-se conta de que há muitos jovens portugueses no estrangeiro, e não de férias.

Neste foro tenho leido muitas vezes histórias recentes sobre emigração, não pretenda enganar-me que não levo aqui desde ontem.

Dizer que os espanhóis voltam a emigrar pela crise econômica é prova de seu escasso conhecimento sobre o país. Se quer pôr como exemplo aos trabalhos temporários de vindima em França, rio-me. Espanhóis e italianos levam séculos trabalhando na vindima em França, ali não têm braços para todo esse labor. Inclusive os turistas ajudam. Não é nada novo, eu mesmo conheço a algum que foi ali e me disse que era como umas férias bem pagas

Citar
Portugal passou dez anos de dificuldades económicas (o mesmo período de crescimento artificial espanhol) mas as coisas começam a mudar, graças em grande parte aos empresários portugueses e a busca de novos mercados diversificados. Sabia que em termos percentuais Portugal já exporta mais produtos de alta tecnologia que a Espanha? E o crescimento do ano passado nesse sentido mais do que acelerou! Lá está, só vê as estatísticas que lhe interessa…

Oxalá seja assim, digo-o com total sinceridade. Mas por enquanto seu crescimento atual é do 0,9% segundo o INE. Onde está a aceleração? nas atuais circunstâncias internacionais é quase impossível que Portugal cresça mais do que agora

Citar
Citação de: "manuel liste"
Assim que menos criticar ao vizinho e mais lutar pelo próprio, que boa falta lhe faz.

Aqui mais uma vez vemos uma triste e típica maneira de ser espanhola.
Eu criei este tópico para demonstrar a “chapuza” (tanga) que era o mito da Espanha com crescimentos de 4% que em pouco tempo iria superar a Alemanha :lol:

Citar
Mas enquanto os moderadores mo permitirem, continuarei a mostrar esta realidade. Como é óbvio não tenho nada contra a Espanha, só mostro factos e não gosto de arrogantes-tontos-convencidos-que-não-encaram-a-realidede-e-que-se-acham-grande-coisa-quando-nem-sequer-têm-onde-cair-mortos!
 

Se vê que não tem nada contra Espanha, vê-se perfeitamente. Não se preocupe, que não serei eu quem lhe tire de seus vícios

Se as coisas se põem realmente feias, emigraremos a Portugal. Voltar a ganhar 500 euros ao mês me recordará os velhos tempos, quando comecei a trabalhar e não ganhava nem para chicletes
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 26, 2008, 09:17:35 am
En el índice de Desarrollo Humano ya se tienen encuenta esos factores, y salen los resultados que salen, en cuanto a la libertad de prensa, bueno es opinable como todo, es un dato demasiado subjetivo.

En cuanto a la emigración, España nunca, repito nunca, ni en los años de mayor emigración ha tenido un porcentaje ni parecido al que tiene Portugal de emigrantes.
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 26, 2008, 09:21:52 am
Citação de: "Iris-t"
En el índice de Desarrollo Humano ya se tienen encuenta esos factores, y salen los resultados que salen, en cuanto a la libertad de prensa, bueno es opinable como todo, es un dato demasiado subjetivo.

En cuanto a la emigración, España nunca, repito nunca, ni en los años de mayor emigración ha tenido un porcentaje ni parecido al que tiene Portugal de emigrantes.


España no sale muy favorecida en libertad de prensa por culpa de ETA. Portugal no tiene una mafia como esa, afortunadamente para ellos.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 27, 2008, 07:04:47 pm
Citar
A Espanha ainda é o que é pela inércia de 10 anos de crescimento acelerado graças à indústria da construção civil (alimentada pelos mais variados esquemas de corrupção e de lavagem de dinheiro) e o consumo interno. Veremos como estará daqui a 2 anos. A avaliar pela travagem brusca deste ano, a situação afigura-se dramática.


Usted no debe saber mucho de economía, verdad?

La verdad es que intentando comprender su argumento he llegado a esa conclusión, porque ciertamente, de otra manera no me lo explico.



Veamos tener una potente industria de construcción civil, significa tener fábricas de materiales de construcción, tuberías, saneamientos, porcelanas, etc, etc. Además supone tener personal cualificado, ingenieros, arquitectos, delineantes, etc. A lo mejor es que usted desconoce que desde dichas fábricas se nutren los almacenes portugueses que compran dichos materiales, por ejemplo

Alta demanda interna, bueno pues si eso es un problema que venga Dios y lo vea, porque el crecimiento de Estados Unidos desde la década de los 90's está basada en la demanda interna. El problema es que su desconocimiento le impide sacar conclusiones lógicas.

Una fuerte demanda interna se caracteriza por una serie de factores, veamos:

1.- Capacidad de gasto de familias y empresas. Osea renta disponible.

2.- Confianza en la economía, capacidad de hacer frente a las inversiones, compras de bienes de equipo, e inversión familiar.

3.- Un sistema financiero solvente capaz de financiar la inversión.

Todo ello explica ciertas cosas de la diferencias entre España y Portugal, siento ser tan descriptivo, pero debido a su ignorancia supina, debo serlo:


Para Usted parece representar un problema tener una Industria de construcción civil, tener una alta demanda interna, claro no habla no sé porque si su resentimiento se lo impide o simplemente porque es un ignorante, del sistema financiero español, uno de los más grandes del mundo, de como mientras Portugal hacía 100 kms de autopistas de peaje, en una legislatura aquí se hacían 1000kms totalmente gratuitos para el usuario, como Portugal cuenta con una regasificadora de GNL en Sines y nosotros tenemos 6, siendo la más pequeña más grande que la de Sines, tampoco con una industria aeronáutica que produce cerca del 1% del PIB, que nosotros producimos en un año más buques que Portugal en una década, de como aquí hay más de 1200 kms de Tren de Alta Velocidad y en Portugal 0, o de como un sólo puerto español el de Valencia por ejemplo gestiona más Teus que todos los puertos de Portugal juntos.

De como una sóla empresa en España factura más alta tecnología que todas las de Portugal.

De por qué el salario mínimo en España es un 50% mayor que en Portugal.

Como gran conocedor de la economía española que dice ser debería saber que todos esos datos son reales y demostrables.

Verdad de la economía española, que estamos en crisis SI, como todas las otras que le describo.
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 27, 2008, 10:06:59 pm
Citação de: "Iris-t"
Citar
De como una sóla empresa en España factura más alta tecnología que todas las de Portugal.



"Fuentes" ou é sabedoria de levar pelo bolso???
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 27, 2008, 11:42:51 pm
Citação de: "tgcastilho"
Citação de: "Iris-t"
Citar
De como una sóla empresa en España factura más alta tecnología que todas las de Portugal.


"Fuentes" ou é sabedoria de levar pelo bolso???



   
INDUSTRIA
Indra obtuvo en 2007 un resultado atribuible de 147,8 millones
25/02/08
Madrid.- La compañía española Indra finalizó el ejercicio 2007 con un resultado atribuible de 147,8 millones de euros, lo que significa un incremento del 30% respecto al ejercicio anterior. Las ventas han crecido un 54% hasta los 2.167,6 millones de euros y la contratación, que ha sido nuevamente superior a las ventas, ha alcanzado los 2.334,2 millones de euros, un 51% más que la contratación del ejercicio pasado. Por su parte, la cartera de pedidos ha experimentado un crecimiento del 19% hasta los 2.241,8 millones de euros.

http://www.actualidadaeroespacial.com/N ... 020800.htm (http://www.actualidadaeroespacial.com/Noticias/Industria/Ind25020800.htm)

Conozco algunas empresas de portuguesas con muy buena tecnología, Critical Software, Skysoft, etc.,  pero ni todas juntas facturan lo mismo que Indra en una año.
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 28, 2008, 12:17:01 am
Citação de: "Iris-t"
Citação de: "tgcastilho"
Citação de: "Iris-t"
Citar
De como una sóla empresa en España factura más alta tecnología que todas las de Portugal.


"Fuentes" ou é sabedoria de levar pelo bolso???

   
INDUSTRIA
Indra obtuvo en 2007 un resultado atribuible de 147,8 millones
25/02/08
Madrid.- La compañía española Indra finalizó el ejercicio 2007 con un resultado atribuible de 147,8 millones de euros, lo que significa un incremento del 30% respecto al ejercicio anterior. Las ventas han crecido un 54% hasta los 2.167,6 millones de euros y la contratación, que ha sido nuevamente superior a las ventas, ha alcanzado los 2.334,2 millones de euros, un 51% más que la contratación del ejercicio pasado. Por su parte, la cartera de pedidos ha experimentado un crecimiento del 19% hasta los 2.241,8 millones de euros.

http://www.actualidadaeroespacial.com/N ... 020800.htm (http://www.actualidadaeroespacial.com/Noticias/Industria/Ind25020800.htm)

Conozco algunas empresas de portuguesas con muy buena tecnología, Critical Software, Skysoft, etc.,  pero ni todas juntas facturan lo mismo que Indra en una año.


Em 2005, a Siemens Portugal exportou 127 milhões de euros, 22,6% de um volume de negócios global de 1563 milhões de euros em Portugal.




Portugal é, entre os 15 membros mais antigos da União Europeia, o segundo que registou um crescimento mais forte das exportações de produtos de alta tecnologia no período entre 1999 e 2004.

Os dados, divulgados pelo Eurostat durante esta semana, colocam Portugal como um dos Estados, em conjunto com a maioria dos países do alargamento, que registam uma maior recuperação no sector da alta tecnologia, algo que é considerado indispensável para se conseguir enfrentar os desafios económicos colocados pela globalização.

De acordo com o gabinete de estatísticas europeu, as exportações deste tipo de produtos - que incluem as áreas da electrónica, software ou farmácia - cresceram em Portugal, durante o período de 1999 a 2004, a uma taxa anual de 16,4%.

Portugal é superado neste indicador por sete países que participaram no alargamento da União Europeia em 2004 e pelo Luxemburgo. Apresenta, portanto, um desempenho superior ao de todos os outros países da UE a Quinze, incluindo a Espanha e a Grécia, e supera ainda a Hungria, a Estónia e Malta.

O crescimento forte das exportações de alta tecnologia em Portugal (e na maior parte dos países do alargamento) deve-se em larga medida à reduzida base de que estão a partir. O peso deste tipo de bens no total das exportações portuguesas não ultrapassou, em 2004, os 10%. No entanto, já fica acima da Grécia, Bélgica, Itália e Espanha. Como indicador negativo, Portugal regista um peso inferior dos produtos de alta tecnologia do que a Hungria, República Checa e Estónia, países que têm feito do reforço deste sector a sua grande aposta para um maior desenvolvimento. A Irlanda ainda é o exemplo máximo desta estratégia, com quase 30% das suas exportações a serem de alta tecnologia.

A estrutura da economia portuguesa e, em particular das suas exportações, é geralmente apontada como uma das suas principais fragilidades. O peso ainda muito significativo de sectores tradicionais, como o vestuário e o calçado, com empresas que na maioria dos casos apostam num modelo de mão-de-obra intensiva, faz com que Portugal se encontre actualmente muito desprotegido face à concorrência proveniente dos países asiáticos e que tem uma vantagem muito forte ao nível dos custos de trabalho.

É precisamente por este motivo que as exportações portuguesas têm vindo a perder, durante os últimos cinco anos, quota de mercado internacional. Os economistas alertam que é necessário mudar a estrutura da economia, dando maior peso aos sectores que exigem mais qualificações e que apostam na inovação. Os resultados conseguidos ao nível dos produtos de alta tecnologia nos últimos anos parecem querer indicar que a mudança já está a ocorrer, mas o caminho a percorrer é tão elevado, como acontece também nos países do Leste, que seria provavelmente necessário um ritmo bastante mais rápido.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 28, 2008, 12:33:21 am
Siemens no es una empresa portuguesa,  y tampoco se dedica exclusivamente a la alta tecnología, sólo los TGV Siemens Velaro producidos en España para las líneas AVE ya han costado ese dinero.

Si hicieramos esos cálculos en España habría que meter a IBM cuya central para Europa y norte de África están en España, HP, EA Sports, etc.

Tampoco me sirven demasiado que me des porcentajes teniendo en cuenta la diferencia de PIB nominal, un incremento porcentual de 1% en España es como el 6% en Portugal.

En cuanto a empresas de software vuelvo a decir que en Portugal las hay muy buenas, pero la alta tecnología no es sólo software.
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 28, 2008, 11:29:43 am
Citação de: "Iris-t"
Siemens no es una empresa portuguesa,  y tampoco se dedica exclusivamente a la alta tecnología, sólo los TGV Siemens Velaro producidos en España para las líneas AVE ya han costado ese dinero.

Si hicieramos esos cálculos en España habría que meter a IBM cuya central para Europa y norte de África están en España, HP, EA Sports, etc.

Tampoco me sirven demasiado que me des porcentajes teniendo en cuenta la diferencia de PIB nominal, un incremento porcentual de 1% en España es como el 6% en Portugal.

En cuanto a empresas de software vuelvo a decir que en Portugal las hay muy buenas, pero la alta tecnología no es sólo software.



"Indra Sistemas S.A es una compañía multinacional de capital español, del sector de las Tecnologías de la Información, sistemas de defensa, sistemas electrónicos, transporte y consultoría tecnológica
."     in Wikipédia  

Mas a minha discussão não esta em que Portugal Produza mais "Alta Tecnologia" que Espanha mas, sim  de que uma Empresa que esteja sediada em Espanha facture mais que toda a Industria tecnológica Portuguesa.

mas só agora reparei quem é que falou em que Portugal Produzia mais tecnologia do que Espanha ou até se factura mais que Espanha?O que se disse foi e passo a citar "Sabia que em termos percentuais Portugal já exporta mais produtos de alta tecnologia que a Espanha?".

Mas siga a "discussão" :wink:
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 28, 2008, 11:35:38 am
Cuanta más tecnología venda y exporte Portugal, mejor. No voy a discutir con nadie por eso.

Hay que dar la enhorabuena a empresas pioneras en su campo como Energie, que vende paneles solares con tecnología exclusiva y que suscribió hace poco un convenio de colaboración con la univ. de Vigo para desarrollar nuevas tecnologías en su campo.

Cuanto mejor le vaya a Portugal mejor para nosotros, porque algo nos tocará. Nosotros encantados, y más quienes vivimos cerca y tenemos un flujo comercial importante con ellos.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 28, 2008, 11:48:20 am
El problema es que hablas de PORCENTAJES, no de cantidades de exportación brutas, para una economía que es 6 veces más pequeña, vuelvo a reiterar que es mucho más fácil crecer en porcentajes, el 1% de 1000 es 10, el 0,75% de 6000 es 45. Si la capacidad industrial en Portugal fuese igual que es España, podrían hacerse comparaciones, como no es así es hacer cálculos no homogéneos.

Así que porcentualmente no te discuto los datos, es posible que sea así, pero en exportación y facturación bruta la diferencia es abrumadora, hasta el punto que una sóla empresa facture más que todas las portuguesas. Eso no le quita mérito a las empresas portuguesas, pero los datos son los que son.

Otra cosa además es que definamos lo que es Alta Tecnología, el diseño de videojuegos, donde España es referente mundial, ¿Es alta tecnología? ¿Diseñar y producir TGV's, es alta tecnología? Energías renovables donde España es una de las potencias mundiales ¿Es alta tecnología? ¿Producir satélites? Industria aeronáutica que es el 1% del PIB español, osea el 1% de 1.372.717 M$=13717,72 millones de dólares, es ¿Alta tecnología?

Porque no sólo se trata de soltar datos hay que motivarlos y decir que se incluye en ese rublo, porque si no estamos comparando cosas heterogéneas sin ningún criterio.

Ahora si alta tecnología es tener operadores escribiendo software, que les dan desde Londres, California o París, quizá si.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 28, 2008, 11:59:21 am
Citação de: "manuel liste"
Cuanta más tecnología venda y exporte Portugal, mejor. No voy a discutir con nadie por eso.

Hay que dar la enhorabuena a empresas pioneras en su campo como Energie, que vende paneles solares con tecnología exclusiva y que suscribió hace poco un convenio de colaboración con la univ. de Vigo para desarrollar nuevas tecnologías en su campo.

Cuanto mejor le vaya a Portugal mejor para nosotros, porque algo nos tocará. Nosotros encantados, y más quienes vivimos cerca y tenemos un flujo comercial importante con ellos.


No hombre no se trata de discutir, yo no estoy muy al día de las nuevas tecnologías, así que no tengo un criterio cerrado, pero si sé algo de economía, y sé que hay datos que no se pueden manipular y otros que si, así que cuando me sueltan datos, que no incluyen ningún parámetro de evaluación los cojo con pinzas.

A base de porcentajes ya te digo que dentro de poco vamos a invertir lo mismo en I+D+I que Alemania, ¿Significa eso que invertimos lo mismo que ellos? Pues va a ser que no.

Así que soltar porcentajes, puede confundir a algunos, y puede ser una buen tratamiento cosmético de los datos, pero eso sólo como que no.
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 28, 2008, 12:03:17 pm
Citação de: "Iris-t"
El problema es que hablas de PORCENTAJES, no de cantidades de exportación brutas, para una economía que es 6 veces más pequeña, vuelvo a reiterar que es mucho más fácil crecer en porcentajes, el 1% de 1000 es 10, el 0,75% de 6000 es 45. Si la capacidad industrial en Portugal fuese igual que es España, podrían hacerse comparaciones, como no es así es hacer cálculos no homogéneos.

Así que porcentualmente no te discuto los datos, es posible que sea así, pero en exportación y facturación bruta la diferencia es abrumadora, hasta el punto que una sóla empresa facture más que todas las portuguesas. Eso no le quita mérito a las empresas portuguesas, pero los datos son los que son.

Otra cosa además es que definamos lo que es Alta Tecnología, el diseño de videojuegos, donde España es referente mundial, ¿Es alta tecnología? ¿Diseñar y producir TGV's, es alta tecnología? Energías renovables donde España es una de las potencias mundiales ¿Es alta tecnología? ¿Producir satélites? Industria aeronáutica que es el 1% del PIB español, osea el 1% de 1.372.717 M$=13717,72 millones de dólares, es ¿Alta tecnología?

Porque no sólo se trata de soltar datos hay que motivarlos y decir que se incluye en ese rublo, porque si no estamos comparando cosas heterogéneas sin ningún criterio.

Ahora si alta tecnología es tener operadores escribiendo software, que les dan desde Londres, California o París, quizá si.

Exactamente,isso que lhe ia perguntar, o que eu considero alta tecnologia é o desenho e desenvolvimento de software,a industria aeronáutica é que mais me faz espécie pois para mim montar aeronaves  não considero alta tecnologia,agora desenvolver e produzir sistemas que ajudem na orientação e comunicação,etc ai penso que já se pode chamar com toda a justiça ALTA tecnologia.
Título:
Enviado por: garrulo em Agosto 28, 2008, 12:06:06 pm
Para ti el duro castillo.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 28, 2008, 12:48:37 pm
Citação de: "tgcastilho"
Citação de: "Iris-t"
El problema es que hablas de PORCENTAJES, no de cantidades de exportación brutas, para una economía que es 6 veces más pequeña, vuelvo a reiterar que es mucho más fácil crecer en porcentajes, el 1% de 1000 es 10, el 0,75% de 6000 es 45. Si la capacidad industrial en Portugal fuese igual que es España, podrían hacerse comparaciones, como no es así es hacer cálculos no homogéneos.

Así que porcentualmente no te discuto los datos, es posible que sea así, pero en exportación y facturación bruta la diferencia es abrumadora, hasta el punto que una sóla empresa facture más que todas las portuguesas. Eso no le quita mérito a las empresas portuguesas, pero los datos son los que son.

Otra cosa además es que definamos lo que es Alta Tecnología, el diseño de videojuegos, donde España es referente mundial, ¿Es alta tecnología? ¿Diseñar y producir TGV's, es alta tecnología? Energías renovables donde España es una de las potencias mundiales ¿Es alta tecnología? ¿Producir satélites? Industria aeronáutica que es el 1% del PIB español, osea el 1% de 1.372.717 M$=13717,72 millones de dólares, es ¿Alta tecnología?

Porque no sólo se trata de soltar datos hay que motivarlos y decir que se incluye en ese rublo, porque si no estamos comparando cosas heterogéneas sin ningún criterio.

Ahora si alta tecnología es tener operadores escribiendo software, que les dan desde Londres, California o París, quizá si.


Exactamente,isso que lhe ia perguntar, o que eu considero alta tecnologia é o desenho e desenvolvimento de software,a industria aeronáutica é que mais me faz espécie pois para mim montar aeronaves  não considero alta tecnologia,agora desenvolver e produzir sistemas que ajudem na orientação e comunicação,etc ai penso que já se pode chamar com toda a justiça ALTA tecnologia.


Precisamente por ahí viene el problema en Portugal se montan aviones, en España se producen las piezas, la fibra de carbono, se construyen motores de aviación, se desarrollan sistemas de contramedidas electrónicas.

Lo que se hace en Portugal aeronáuticamente no es alta tecnología, pero lo que se hace en España si lo es.

Sistema Boom refueling, cisternas reaprovisionamiento en vuelo, diseño 100% español:
http://www.eads.net/1024/es/casa/deriva ... ystem.html (http://www.eads.net/1024/es/casa/derivatives/EADS_CASA_Air_Refuelling_Boom_System.html)

Contramedidas electrónicas Eurofighter Dass:
http://www.aviaciondigitalglobal.com/no ... DesignId=4 (http://www.aviaciondigitalglobal.com/noticia.asp?NotId=5720&NotDesignId=4)

Fábrica de Fibra de Carbono, sólo hay 7 países en el mundo que cuenten con ellas:
http://energelia.com/otras-fuentes/hexc ... spana.html (http://energelia.com/otras-fuentes/hexcel-la-primera-fabrica-de-fibra-de-carbono-en-espana.html)

Indra desarrolla simulador vuelo A400M:
http://www.eleconomista.es/economia/not ... villa.html (http://www.eleconomista.es/economia/noticias/423625/03/08/Indra-participarA-en-el-desarrollo-del-primer-simulador-de-vuelo-completo-del-airbus-a400m-que-se-instalarA-en-sevilla.html)

Desarrollo motor A400M:
http://www.eqa.org/boletin/nov/i/ITP.pdf (http://www.eqa.org/boletin/nov/i/ITP.pdf)

Simuladores Indra, para U.S Marines:
http://gasurfen.nl/index.php?hl=f5&q=ug ... r-ybf.ugzy (http://gasurfen.nl/index.php?hl=f5&q=uggc%3A%2F%2Frygvenqbefbyvgnevb.oybtfcbg.pbz%2F2007%2F10%2Fvaqen-zbqreavmne-ybf-fvzhynqberf-qr-ybf.ugzy)

Venta C-295 a Portugal, avión 100% español, tambien se han vendido a Francia, Chile, Finlandia, Hungría y más:
http://www.lukor.com/not-neg/empresas/0602/16143950.htm (http://www.lukor.com/not-neg/empresas/0602/16143950.htm)

Bueno entre esto y picar software yo prefiero esto, por mucho que porcentualmente se pueda presumir de algo en un foro.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Agosto 28, 2008, 02:30:15 pm
Citação de: "Iris-t"
Citação de: "tgcastilho"
Citação de: "Iris-t"
El problema es que hablas de PORCENTAJES, no de cantidades de exportación brutas, para una economía que es 6 veces más pequeña, vuelvo a reiterar que es mucho más fácil crecer en porcentajes, el 1% de 1000 es 10, el 0,75% de 6000 es 45. Si la capacidad industrial en Portugal fuese igual que es España, podrían hacerse comparaciones, como no es así es hacer cálculos no homogéneos.

Así que porcentualmente no te discuto los datos, es posible que sea así, pero en exportación y facturación bruta la diferencia es abrumadora, hasta el punto que una sóla empresa facture más que todas las portuguesas. Eso no le quita mérito a las empresas portuguesas, pero los datos son los que son.

Otra cosa además es que definamos lo que es Alta Tecnología, el diseño de videojuegos, donde España es referente mundial, ¿Es alta tecnología? ¿Diseñar y producir TGV's, es alta tecnología? Energías renovables donde España es una de las potencias mundiales ¿Es alta tecnología? ¿Producir satélites? Industria aeronáutica que es el 1% del PIB español, osea el 1% de 1.372.717 M$=13717,72 millones de dólares, es ¿Alta tecnología?

Porque no sólo se trata de soltar datos hay que motivarlos y decir que se incluye en ese rublo, porque si no estamos comparando cosas heterogéneas sin ningún criterio.

Ahora si alta tecnología es tener operadores escribiendo software, que les dan desde Londres, California o París, quizá si.


Exactamente,isso que lhe ia perguntar, o que eu considero alta tecnologia é o desenho e desenvolvimento de software,a industria aeronáutica é que mais me faz espécie pois para mim montar aeronaves  não considero alta tecnologia,agora desenvolver e produzir sistemas que ajudem na orientação e comunicação,etc ai penso que já se pode chamar com toda a justiça ALTA tecnologia.

Precisamente por ahí viene el problema en Portugal se montan aviones, en España se producen las piezas, la fibra de carbono, se construyen motores de aviación, se desarrollan sistemas de contramedidas electrónicas.

Lo que se hace en Portugal aeronáuticamente no es alta tecnología, pero lo que se hace en España si lo es.

Sistema Boom refueling, cisternas reaprovisionamiento en vuelo, diseño 100% español:
http://www.eads.net/1024/es/casa/deriva ... ystem.html (http://www.eads.net/1024/es/casa/derivatives/EADS_CASA_Air_Refuelling_Boom_System.html)

Contramedidas electrónicas Eurofighter Dass:
http://www.aviaciondigitalglobal.com/no ... DesignId=4 (http://www.aviaciondigitalglobal.com/noticia.asp?NotId=5720&NotDesignId=4)

Fábrica de Fibra de Carbono, sólo hay 7 países en el mundo que cuenten con ellas:
http://energelia.com/otras-fuentes/hexc ... spana.html (http://energelia.com/otras-fuentes/hexcel-la-primera-fabrica-de-fibra-de-carbono-en-espana.html)

Indra desarrolla simulador vuelo A400M:
http://www.eleconomista.es/economia/not ... villa.html (http://www.eleconomista.es/economia/noticias/423625/03/08/Indra-participarA-en-el-desarrollo-del-primer-simulador-de-vuelo-completo-del-airbus-a400m-que-se-instalarA-en-sevilla.html)

Desarrollo motor A400M:
http://www.eqa.org/boletin/nov/i/ITP.pdf (http://www.eqa.org/boletin/nov/i/ITP.pdf)

Simuladores Indra, para U.S Marines:
http://gasurfen.nl/index.php?hl=f5&q=ug ... r-ybf.ugzy (http://gasurfen.nl/index.php?hl=f5&q=uggc%3A%2F%2Frygvenqbefbyvgnevb.oybtfcbg.pbz%2F2007%2F10%2Fvaqen-zbqreavmne-ybf-fvzhynqberf-qr-ybf.ugzy)

Venta C-295 a Portugal, avión 100% español, tambien se han vendido a Francia, Chile, Finlandia, Hungría y más:
http://www.lukor.com/not-neg/empresas/0602/16143950.htm (http://www.lukor.com/not-neg/empresas/0602/16143950.htm)

Bueno entre esto y picar software yo prefiero esto, por mucho que porcentualmente se pueda presumir de algo en un foro.


têm a certeza que o C295 é 100% Espanhol???
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 28, 2008, 03:22:05 pm
Citação de: "Iris-t"
Citação de: "tgcastilho"
Citação de: "Iris-t"
El problema es que hablas de PORCENTAJES, no de cantidades de exportación brutas, para una economía que es 6 veces más pequeña, vuelvo a reiterar que es mucho más fácil crecer en porcentajes, el 1% de 1000 es 10, el 0,75% de 6000 es 45. Si la capacidad industrial en Portugal fuese igual que es España, podrían hacerse comparaciones, como no es así es hacer cálculos no homogéneos.

Así que porcentualmente no te discuto los datos, es posible que sea así, pero en exportación y facturación bruta la diferencia es abrumadora, hasta el punto que una sóla empresa facture más que todas las portuguesas. Eso no le quita mérito a las empresas portuguesas, pero los datos son los que son.

Otra cosa además es que definamos lo que es Alta Tecnología, el diseño de videojuegos, donde España es referente mundial, ¿Es alta tecnología? ¿Diseñar y producir TGV's, es alta tecnología? Energías renovables donde España es una de las potencias mundiales ¿Es alta tecnología? ¿Producir satélites? Industria aeronáutica que es el 1% del PIB español, osea el 1% de 1.372.717 M$=13717,72 millones de dólares, es ¿Alta tecnología?

Porque no sólo se trata de soltar datos hay que motivarlos y decir que se incluye en ese rublo, porque si no estamos comparando cosas heterogéneas sin ningún criterio.

Ahora si alta tecnología es tener operadores escribiendo software, que les dan desde Londres, California o París, quizá si.


Exactamente,isso que lhe ia perguntar, o que eu considero alta tecnologia é o desenho e desenvolvimento de software,a industria aeronáutica é que mais me faz espécie pois para mim montar aeronaves  não considero alta tecnologia,agora desenvolver e produzir sistemas que ajudem na orientação e comunicação,etc ai penso que já se pode chamar com toda a justiça ALTA tecnologia.

Precisamente por ahí viene el problema en Portugal se montan aviones, en España se producen las piezas, la fibra de carbono, se construyen motores de aviación, se desarrollan sistemas de contramedidas electrónicas.

Lo que se hace en Portugal aeronáuticamente no es alta tecnología, pero lo que se hace en España si lo es.

Sistema Boom refueling, cisternas reaprovisionamiento en vuelo, diseño 100% español:
http://www.eads.net/1024/es/casa/deriva ... ystem.html (http://www.eads.net/1024/es/casa/derivatives/EADS_CASA_Air_Refuelling_Boom_System.html)

Contramedidas electrónicas Eurofighter Dass:
http://www.aviaciondigitalglobal.com/no ... DesignId=4 (http://www.aviaciondigitalglobal.com/noticia.asp?NotId=5720&NotDesignId=4)

Fábrica de Fibra de Carbono, sólo hay 7 países en el mundo que cuenten con ellas:
http://energelia.com/otras-fuentes/hexc ... spana.html (http://energelia.com/otras-fuentes/hexcel-la-primera-fabrica-de-fibra-de-carbono-en-espana.html)

Indra desarrolla simulador vuelo A400M:
http://www.eleconomista.es/economia/not ... villa.html (http://www.eleconomista.es/economia/noticias/423625/03/08/Indra-participarA-en-el-desarrollo-del-primer-simulador-de-vuelo-completo-del-airbus-a400m-que-se-instalarA-en-sevilla.html)

Desarrollo motor A400M:
http://www.eqa.org/boletin/nov/i/ITP.pdf (http://www.eqa.org/boletin/nov/i/ITP.pdf)

Simuladores Indra, para U.S Marines:
http://gasurfen.nl/index.php?hl=f5&q=ug ... r-ybf.ugzy (http://gasurfen.nl/index.php?hl=f5&q=uggc%3A%2F%2Frygvenqbefbyvgnevb.oybtfcbg.pbz%2F2007%2F10%2Fvaqen-zbqreavmne-ybf-fvzhynqberf-qr-ybf.ugzy)

Venta C-295 a Portugal, avión 100% español, tambien se han vendido a Francia, Chile, Finlandia, Hungría y más:
http://www.lukor.com/not-neg/empresas/0602/16143950.htm (http://www.lukor.com/not-neg/empresas/0602/16143950.htm)

Bueno entre esto y picar software yo prefiero esto, por mucho que porcentualmente se pueda presumir de algo en un foro.


o que significa picar software???

Temos a Skysoft que trabalha com  " Skysoft Portugal has been working with some of the major European players such as the European Space Agency, TMN Portugal, AXA Portugal, SIBS - Sociedade Interbancária de Serviços, Thales Avionics, BAE Systems Avionics, EADS - Airbus."
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 28, 2008, 03:26:04 pm
Citação de: "garrulo"
Para ti el duro castillo.

É verdade sou duro que nem uma rocha,por aqui nem bala passa :lol:
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 28, 2008, 03:35:41 pm
Citação de: "nelson38899"
têm a certeza que o C295 é 100% Espanhol???


Es más español que brasileños son los aviones de Embraer, pero 100% no.

También hay aviones Boeing con motores Rolls Royce, y nadie duda de que los Boeing son aviones made in USA
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 28, 2008, 03:56:01 pm
En cuanto al C-295 quizá me equivoqué al expresarme, hoy por hoy no hay nada 100% de un país, el diseño y la ingeniería si son mayoritariamente españoles, en cuanto a piezas y demás pues desde los motores que son de EE.UU., pasando por múltiples cosas que serán producidas en otros países.

Picar Software significa escribir el software de manera subsidiaria, osea SAP, Indra, BAe, etc, hacen la parte principal, y dejan a pequeñas empresas el desarrollo de las partes menos críticas.
Título:
Enviado por: Viriato - chefe lusitano em Agosto 28, 2008, 04:19:26 pm
Se fizerem uma boa analise verão que se calhar até é preferível apenas fazer as montagens do que fabricar peças, porque fabricando tem sempre de vender o produto e se não houver clientes ficam com a produção em casa, se fizerem só as montagens anda-se ao ritmo das encomendas e se um fornecedor fechar portas vai-se a outro, no caso do fabrico falta cliente e fecha-se a porta........
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 28, 2008, 04:42:06 pm
No hay duda de que fabricar las piezas de un A-380 supone más horas de trabajo, emplea a más personal y crea mayor valor agregado que montar el avión, quizá en una proporción de 20:1

Ocurre igual en la industria del automovil, por ejemplo.

La fabricación de los componentes y de la maquinaria para producirlos marca de forma importante la potencia industrial de un país.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Agosto 28, 2008, 05:03:04 pm
Numa parte têm razão, mas não se esqueça que o conhecimento está na maneira como se escolhe os materiais e se desenha o equipamento (aviões, carros, moldes, etc) com essas propriedades, porque fazer a peça para montar na fábrica final qualquer um faz.
Título:
Enviado por: Tiger22 em Agosto 28, 2008, 05:12:11 pm
Agora Portugal não fabrica peças de aviões nem outros sistemas….. :lol:

Mas vamos ao que interessa:

Citação de: "Iris t"
Usted no debe saber mucho de economía, verdad?

La verdad es que intentando comprender su argumento he llegado a esa conclusión, porque ciertamente, de otra manera no me lo explico.

De facto não, nem sequer sei ler nem escrever. É a minha secretária que faz isso por mim.

(http://www.briefblog.com.mx/files/secretaria.jpg)

Citação de: "Iris t"
Veamos tener una potente industria de construcción civil, significa tener fábricas de materiales de construcción, tuberías, saneamientos, porcelanas, etc, etc. Además supone tener personal cualificado, ingenieros, arquitectos, delineantes, etc.


A minha secretária disse-me que essa resposta já foi dada em castelhano. Basta ser um pouquinho….inteligente e procurar….


Citação de: "Hymy"
El crecimiento español se ha basado en los últimos años, grosso modo, en dos sectores; turismo y construcción. España se convirtió en el balneario europeo. Ahora bien, el motor básico ha sido la construcción (llegando a representar un 20% del PIB, una auténtica barbaridad).
Se formó la infausta burbuja inmobiliaria, tan negada durante años ha tenido que ser reconocida por ser algo evidente (una vez explotó a partir del cierre del grifo crediticio).

Citação de: "Hymy"
El problema es que es un sector que no genera valor añadido, soporte vital de una economía competitiva. Es un sector que ha crecido desmedidamente porque se formó una burbuja especulativa. Ha hecho ricos a muchos a costa de destruir la economía. Ha arruinado a miles de familias que se han comprado una vivienda a un precio hiperhinflado con unas condiciones de adquisición esclavistas (hipotecas a 50 años incluso!). No me parece digno de alabanza que la bonanza económica de un país se cimente en tan febles bases.

Citação de: "Iris t"
Alta demanda interna, bueno pues si eso es un problema que venga Dios y lo vea, porque el crecimiento de Estados Unidos desde la década de los 90's está basada en la demanda interna. El problema es que su desconocimiento le impide sacar conclusiones lógicas.

Quer comparar a economia dos EUA com a espanhola? :roll:


Citação de: "Hymy"
El problema es que es un sector que no genera valor añadido, soporte vital de una economía competitiva. Es un sector que ha crecido desmedidamente porque se formó una burbuja especulativa. Ha hecho ricos a muchos a costa de destruir la economía. Ha arruinado a miles de familias que se han comprado una vivienda a un precio hiperhinflado con unas condiciones de adquisición esclavistas (hipotecas a 50 años incluso!). No me parece digno de alabanza que la bonanza económica de un país se cimente en tan febles bases.


Quanto ao resto a minha secretária disse-me que é tão absurdo e denota tamanha ignorância, que responder-lhe seria rebaixa-la a ela.

Obrigado Vanessa! c34x
Título:
Enviado por: Tiger22 em Agosto 28, 2008, 05:16:35 pm
Voltando ao tópico:

Citar
Las cuentas del Estado presentaron hasta julio un déficit de casi 10.000 millones

20MINUTOS.ES / EFE 28.08.2008 - 13:40h

Es el segundo mes consecutivo con balance negativo.
La recaudación pública también está notando la desaceleración.
Pero además, los gastos crecen a un ritmo del 11,1%.

Las cuentas del Estado registraron hasta julio un déficit de 9.965 millones de euros, el 0,89% del PIB, consecuencia de la desaceleración económica, principalmente en el sector inmobiliario, según informó el Ministerio de Economía y Hacienda.

Se trata del segundo déficit que registran las cuentas del Estado, que en junio incurrieron en su primer saldo negativo desde el mismo mes de 2005. Pero un dato que puede ser relevante es que la cuantía del déficit se ha duplicado: en junio ascenía a 4.684 millones de euros y en julio ya suma los citados 9.965.

Así, entre enero y julio de este año, los ingresos del Estado cayeron el 10,1%, hasta los 77.965 millones de euros, mientras que los gastos aumentaron el 11,1% con respecto al mismo periodo del año anterior, hasta 87.930 millones.

El déficit acumulado hasta julio contrasta con el superávit de 7.524 millones obtenidos en el mismo periodo del ejercicio anterior.

La crisis no está afectando de la misma manera a las cuentas de la Seguridad Social que, según datos del Ministerio de Trabajo, en los siete primeros meses del año registraron un superávit de 12.918,56 millones de euros, el 0,64% más que en el mismo periodo de 2007.
Título:
Enviado por: Tiger22 em Agosto 28, 2008, 07:05:52 pm
Citar
Aumenta un 10% el número de temporeros españoles en la vendimia francesa por la crisis

Como cada año por estas fechas, comienza un nuevo éxodo que lleva a miles de españoles a Francia con el fin de trabajar como temporeros en la vendimia. Según UGT, este año partirán hacia los campos galos unos 12.000  temporeros españoles, de los cuales, 8.800 provienen de Andalucía (el 73%). Esto supone un incremento del 10% respecto a las cifras del año pasado. Y es que en los últimos años, el número de trabajadores que viajaba a Francia para vendimiar rondaba las 10.000 personas, una cifra que se mantenía estancada, o que incluso tendía a disminuir ligeramente. Desde UGT apuntan a que el incremento de temporeros se debe, fundamentalmente, a la crisis por la que atraviesa el sector de la construcción.  

La vendimia francesa resulta de lo más atractiva para los temporeros españoles y esto se debe, fundamentalmente, a unos mayores salarios. Es cierto que depende del departamento francés en el que se vaya a vendimiar, pero fuentes del sindicato dirigido por Cándido Méndez han señalado a este diario que el salario mínimo concertado en Francia es de 8,71 euros por hora trabajada (brutos); mientras que en España esta cifra es de 6 euros de media.

Además, la jornada laboral en Francia es de 35 horas semanales; por lo que si se supera este horario, el trabajador percibe un incremento del 25% por hora trabajada y de un 50% si se superan las 43 horas semanales. Con estas cifras, los temporeros vuelven a España con unas ganancias que se estiman en torno a los 1.900 y 2.300 euros, por 20-25 días trabajados. Así mismo, Francia contempla una serie de ayudas económicas para cada familia que traiga hijos a su cargo, que rondan los 160 euros.  

Sindicatos como UGT o CC.OO. garantizan que se cumplan las condiciones de trabajo pactadas previamente con los empresarios franceses; de manera que los trabajadores cuenten con el alojamiento, transporte y dietas adecuadas. Aunque en todo caso, este incremento de españoles que viajan a Francia a vendimiar, no implica que en España falten temporeros. De hecho, según estimaciones de UGT, los temporeros nacionales que vendimian en La Rioja rondan el 90%, mientras que en otras regiones españolas, como Castila La Mancha, se ha apreciado un incremento de temporeros de origen polaco y rumano. Pero la vendimia está garantizada.

Según reconocen desde UGT, alrededor del 65% de los temporeros que marcha a Francia son varones y sus edades oscilan entre los veinticinco y cincuenta años. La cifra de mujeres en esta profesión es también tradicionalmente elevada (35%). Además, se tata de trabajadores que ejercen profesionalmente de temporeros y que inculcan esta tradición a sus familiares; de modo que, con frecuencia, unidades familiares enteras se desplazan en pos de este tipo de trabajo.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 28, 2008, 07:11:40 pm
Citação de: "Tiger22"

Quer comparar a economia dos EUA com a espanhola? :roll:



Pues si pregunta a tú Secretaria que me parece que sabe bastante más economía que tú.

La demanda interna es un fenómeno económico de teoría de estructura económica estimado amigo, y es aplicable en España, EE.UU., China o un tú pueblo, como de economía sabes bastante poco, haces otras consideraciones que ni yo ni nadie ha expuesto aquí.

Yo no he mencionado nada ni de sistemas cambiarios, déficit comercial y demás, ni tan siquiera he considerado comparar la economía española con la de ningún otro país, pero ahora que lo pienso podríamos hacer la antítesis de la crisis portuguesa, a la que le faltaba..................., si hombre entre otras cosas demanda interna.

Como tú secretaria te habrá informado convenientemente, la industria aeronáutica portuguesa se caracteríza por un enorme prestigio internacional, tanto que para modernizar 20 F-16 se van a tirar 20 años osea 1 por año, y ni tan siquiera van a ser modernizados al nivel más alto M5 sino al M3 con un módulo prefabricado, vendido por los EE.UU.

Mientras tanto la decadente economía española moderniza 67 F-18 con tecnología española en menos de 5 años, monta A400M, fabrica fibra de carbono, vende simuladores a EE.UU., y fabrica contramedidas electrónicas para el Eurofighter.

En cuanto a la nota que has puesto pues si nosotros tenemos un déficit de 10.000 millones de €, preocupante sin duda.

¿A cuanto asciende el déficit portugués??? Me parece que a bastante más de eso, y la deuda portuguesa, hay la deuda.
Título:
Enviado por: Tiger22 em Agosto 28, 2008, 07:30:49 pm
Citação de: "Iris-t"
Citação de: "Tiger22"

Quer comparar a economia dos EUA com a espanhola? :roll:


Pues si pregunta a tú Secretaria que me parece que sabe bastante más economía que tú.

La demanda interna es un fenómeno económico de teoría de estructura económica estimado amigo, y es aplicable en España, EE.UU., China o un tú pueblo, como de economía sabes bastante poco, haces otras consideraciones que ni yo ni nadie ha expuesto aquí.

Yo no he mencionado nada ni de sistemas cambiarios, déficit comercial y demás, ni tan siquiera he considerado comparar la economía española con la de ningún otro país, pero ahora que lo pienso podríamos hacer la antítesis de la crisis portuguesa, a la que le faltaba..................., si hombre entre otras cosas demanda interna.

Como tú secretaria te habrá informado convenientemente, la industria aeronáutica portuguesa se caracteríza por un enorme prestigio internacional, tanto que para modernizar 20 F-16 se van a tirar 20 años osea 1 por año, y ni tan siquiera van a ser modernizados al nivel más alto M5 sino al M3 con un módulo prefabricado, vendido por los EE.UU.

Mientras tanto la decadente economía española moderniza 67 F-18 con tecnología española en menos de 5 años, monta A400M, fabrica fibra de carbono, vende simuladores a EE.UU., y fabrica contramedidas electrónicas para el Eurofighter.

En cuanto a la nota que has puesto pues si nosotros tenemos un déficit de 10.000 millones de €, preocupante sin duda.

¿A cuanto asciende el déficit portugués??? Me parece que a bastante más de eso, y la deuda portuguesa, hay la deuda.



A minha secretária disse-me que esta resposta confirma a total falta de argumentos e até onde pode levar o desespero de um spanishtroll. Obrigado pela resposta.

Ela também aconselha a deixar este aviso público:

(http://imagesforum.doctissimo.fr/mesimages/4365819/dont-feed-troll.jpg3..jpg)
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 28, 2008, 07:46:51 pm
En fin a mí no me hace falta secretaria para decir que eres ignorante supino, en fin como la buena voluntad siempre debe de estar presente, y no seguir al ignorantroll, que antes de escribir de economía debería repetir en el parbulario, sobre todo las lecciones de educación y respeto.

Para que dejes de hacer copy&paste de noticias que consideras negativas, me permito recomendarte un pequeño curso de economía "Economy for Dummies", que te vendrá como anillo al dedo.

Veamos, primera lección:

Adam Smith, La Riqueza de las Naciones.

http://oll.libertyfund.org/?option=com_ ... &Itemid=27 (http://oll.libertyfund.org/?option=com_staticxt&staticfile=show.php%3Ftitle=220&Itemid=27)

Cuando acabes te recomiendo unas cuantas lecciones sobre economía política, teoría de la oferta y demanda, gráficos de equilibrio y demás.

Siendo persistente yo creo que como en un añito estarás en condiciones de dejar de hacer copy&paste y dar argumentos de alumno malo de 1º de económicas.

Cuando eso me avisas, hasta entonces seguiré disfrutando con la ignorancia supina que demuestras cada vez que escribes sobre algo que no tienes ni idea.
Título:
Enviado por: Tiger22 em Agosto 28, 2008, 07:56:05 pm
(http://imagesforum.doctissimo.fr/mesimages/4365819/dont-feed-troll.jpg3..jpg)
Título:
Enviado por: garrulo em Agosto 28, 2008, 08:20:12 pm
No  discutas con este mostrenco Iris T,has estado enorme en argumentos y datos y la ultima razon de este individuo el ponerte de troll.

No tiene puta idea de economia, pero además no le come las tetas a su secretaria, no sabe.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 28, 2008, 08:33:26 pm
Que le vamos a hacer garrulo, yo que conste que he intentado que estudie y sea un hombre de bien. Que no pierda el tiempo queriendo convencer al personal de las payasadas más grandes del mundo.

Menudo personaje, lo que hay que leer.
Título:
Enviado por: manuel liste em Agosto 28, 2008, 09:15:58 pm
Y todavía peor: si os fijáis, a la cerdilla de su secretaria le gusta olisquear calzoncillos!!  :lol:
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 28, 2008, 09:22:17 pm
Citação de: "manuel liste"
Y todavía peor: si os fijáis, a la cerdilla de su secretaria le gusta olisquear calzoncillos!!  :lol:

ta para ai falar mas o queriam era ter uma secretaria como a dele :lol:
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 28, 2008, 11:38:35 pm
Citação de: "tgcastilho"
Citação de: "manuel liste"
Y todavía peor: si os fijáis, a la cerdilla de su secretaria le gusta olisquear calzoncillos!!  :lol:
ta para ai falar mas o queriam era ter uma secretaria como a dele :lol:


Para mí que la secretaria no tiene muchas luces tampoco, ahora que si hay que hacerla un favor pues........
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 29, 2008, 12:42:40 am
Citação de: "Iris-t"
Citação de: "Tiger22"

Quer comparar a economia dos EUA com a espanhola? :roll:


Pues si pregunta a tú Secretaria que me parece que sabe bastante más economía que tú.

La demanda interna es un fenómeno económico de teoría de estructura económica estimado amigo, y es aplicable en España, EE.UU., China o un tú pueblo, como de economía sabes bastante poco, haces otras consideraciones que ni yo ni nadie ha expuesto aquí.

Yo no he mencionado nada ni de sistemas cambiarios, déficit comercial y demás, ni tan siquiera he considerado comparar la economía española con la de ningún otro país, pero ahora que lo pienso podríamos hacer la antítesis de la crisis portuguesa, a la que le faltaba..................., si hombre entre otras cosas demanda interna.

Como tú secretaria te habrá informado convenientemente, la industria aeronáutica portuguesa se caracteríza por un enorme prestigio internacional, tanto que para modernizar 20 F-16 se van a tirar 20 años osea 1 por año, y ni tan siquiera van a ser modernizados al nivel más alto M5 sino al M3 con un módulo prefabricado, vendido por los EE.UU.

Mientras tanto la decadente economía española moderniza 67 F-18 con tecnología española en menos de 5 años, monta A400M, fabrica fibra de carbono, vende simuladores a EE.UU., y fabrica contramedidas electrónicas para el Eurofighter.

En cuanto a la nota que has puesto pues si nosotros tenemos un déficit de 10.000 millones de €, preocupante sin duda.

¿A cuanto asciende el déficit portugués??? Me parece que a bastante más de eso, y la deuda portuguesa, hay la deuda.

Eu sempre disse que quando não se sabe do que fala mais vale estar calado e aqui era uma boa ocasião.

(http://www.milspotters.nl/database/files/foto/59442.jpg)
Gostaram deste M3?
Estranho como é que foram já entregues este Ano a FAP 4 f-16 e só é um entregue por Ano

Citar
F-16AM/BM
-------------------------------------------------------------------
15133 , F-16AM (2003)
15139 , F-16BM (2004)
15121 , F-16AM (2004)
15138 , F-16BM (2005)
15137 , F-16BM (2006)
15123 , F-16AM (2007)
15124 , F-16AM (2007)
15140 , F-16BM (2008) [destruído em acidente, Jan. 2008]
15122 , F-16AM (2008)
15134 , F-16AM (2008)
15126 , F-16AM (2008)



Ia-me esquecendo informação e Imagem retirados do fórum 9G´s
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 29, 2008, 09:31:21 am
Beginning Summer 2004, US Air Force and five European Participating Air Forces (EPAFs) - Belgium, Denmark, the Netherlands, Norway and Portugal - operating the F-16 aircraft received the a new software packages called M3+ by the US Air Force and the corresponding EPAF version designated M3. The most notable new capabilities added to F-16s thru the M3/M3+ software packages were Link 16 data link and the helmet mounted cueing system (HMCS). USAF F-16 capabilities under M3+ encompassed AGM-158 long-range attack missile and Sniper XR targeting pod, while European F-16s gained the capability to deliver JDAM bombs.

http://www.deagel.com/Strike-and-Fighte ... 40002.aspx (http://www.deagel.com/Strike-and-Fighter-Aircraft/F-16B-Fighting-Falcon_a000540002.aspx)


Desde el 2000 que comenzó a producirse las modernizaciones, hasta hoy 2008, si tú listado es correcto (vamos a decir que si) yo cuento 11 aviones modernizados 11 aviones/8 años= 1,375 aviones por año
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 29, 2008, 11:52:38 am
Citação de: "Iris-t"
Beginning Summer 2004, US Air Force and five European Participating Air Forces (EPAFs) - Belgium, Denmark, the Netherlands, Norway and Portugal - operating the F-16 aircraft received the a new software packages called M3+ by the US Air Force and the corresponding EPAF version designated M3. The most notable new capabilities added to F-16s thru the M3/M3+ software packages were Link 16 data link and the helmet mounted cueing system (HMCS). USAF F-16 capabilities under M3+ encompassed AGM-158 long-range attack missile and Sniper XR targeting pod, while European F-16s gained the capability to deliver JDAM bombs.

http://www.deagel.com/Strike-and-Fighte ... 40002.aspx (http://www.deagel.com/Strike-and-Fighter-Aircraft/F-16B-Fighting-Falcon_a000540002.aspx)


Desde el 2000 que comenzó a producirse las modernizaciones, hasta hoy 2008, si tú listado es correcto (vamos a decir que si) yo cuento 11 aviones modernizados 11 aviones/8 años= 1,375 aviones por año

Citar
A modernização dos F-16 foi entregue à OGMA em Novembro de 2002, pelo então ministro da Defesa Paulo Portas, alegando estar em causa "o desenvolvimento estratégico" das indústrias de defesa nacionais - e, no caso da empresa de Alverca, a sua privatização parcial. Mas a ausência de qualquer contrato suscitou fortes críticas do Tribunal de Contas. A Força Aérea e a OGMA viriam a assinar um protocolo em 2004, porque "não havia nada com a FAP para fazer a manutenção dos F-16", disse ao DN o chefe do Estado-Maior do ramo (CEMFA). "Mas o que é um protocolo?", interrogou-se o general Luís Araújo, adiantando: "O protocolo diz que, quando há atrasos, a OGMA tem de indemnizar. E quando nós dizemos indemnizem, a OGMA diz que [o protocolo] não tem valor jurídico e a FAP não pode obrigar a OGMA a pagar as indemnizações. A situação é esta", lamentou o CEMFA.



ora foi entregue em Novembro de 2002 o que significa que o Programa de Modernização só tem 5 Anos.
Ora  11/5=2.2 por ano.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: nelson38899 em Agosto 29, 2008, 12:09:44 pm
Uma inconfidência, a Espanha modernizou os f18 porque os americanos deram parte do código fonte aos espanhóis para efectuar a modernização, senão eram como nós.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 29, 2008, 12:57:28 pm
F-16, F-18, ecónomia Espanhola?! :?

A realidade é que a desacelaração económica é uma realidade global, o resto são tretas.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 29, 2008, 01:18:21 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
F-16, F-18, ecónomia Espanhola?! :?

A realidade é que a desacelaração económica é uma realidade global, o resto são tretas.


Es cierto que la desaceleración es mundial, eso es incuestionable, pero eso no es obstáculo para las otras cuestiones.
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 29, 2008, 01:24:21 pm
(http://www.imagehost.ro/pict/2915110548b7e75948fab.gif)

Aqui tem algumas informações IRIS-T,as informações estão um pouquinho,pois como se pode ver,lá é mencionado 8 f-16 operacionais 9,10 F-16(tenho esta duvida pois não sei se o 26 já esta operacional),mas como estava a dizer lá ja é referido que o M4 esta incorporado.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Tiger22 em Agosto 29, 2008, 02:21:28 pm
Não sei como perdem tempo com estes espanhóis. Eles com a realidade à frente dos olhos, são capazes de tudo para tentar ludibriar a realidade perante os outros.

Voltando ao tópico:

Citar
España registra en el mes de julio la subida de paro más alta de toda la Unión Europea

EFE 29.08.2008 - 12:25h

En España, la tasa de paro ha subido tres décimas, hasta el 11,0%.

Un año antes, el paro afectaba al 8,2%.

Son datos facilitados por la Oficina Europea de Estadística, Eurostat.
El desempleo subió en julio en España tres décimas , hasta el 11,0% de la población activa, la subida más fuerte de toda la Unión Europea, según los datos facilitados este viernes por Eurostat, la oficina estadística comunitaria.

Un año antes, el paro afectaba al 8,2% de los trabajadores españoles. El desempleo de la eurozona se mantuvo estable en julio en el 7,3% de la población activa y en el 6,8% en el conjunto de la UE, sin cambios respecto a junio.

Un año antes, el paro se elevaba al 7,4% en los países de la moneda única y al 7,1% en los Veintisiete. Según los cálculos de Eurostat, en julio había 16,29 millones de hombres y mujeres desempleados en la UE, de los que 11,37 millones estaban en la zona euro.

España, con una tasa del 11,0% -tres décimas más que en junio-, es el Estado miembro con más paro seguido de Eslovaquia (10,3%). En el extremo contrario está Dinamarca, con el 2,3%, y Holanda, con el 2,6%.

20 de los 27, reducen empleo

De los 27 Estados miembros, en 20 bajó el desempleo en los últimos doce meses, en seis subió y en uno se mantuvo estable. Los mayores descensos tuvieron lugar en Polonia (del 9,5% al 6,8%) y Dinamarca (del 4,1% al 2,3%) mientras que las subidas más acusadas se registraron en España (del 8,2% al 11,0%) e Irlanda (del 4,6% al 5,9%).

Por sexos

Por sexos, el paro masculino aumentó del 6,6% al 6,7% por ciento en el último año en la zona euro, y descendió del 6,6% al 6,4% en toda la Unión. El desempleo entre las mujeres cayó del 8,4% al 8,1% en el área de la moneda única y del 7,7% al 7,2% en los Veintisiete.

En lo que se refiere a los menores de 25 años, su tasa de paro en la eurozona se situó en julio en el 14,7% -una décima más que hace un año- y en el 14,6% en la UE -siete décimas menos-. Los países en los que había menos jóvenes en paro son Holanda (4,5%) y Dinamarca (4,9%), mientras que España (con el 24,8%) y Grecia (22,7% en el primer trimestre) se sitúan en el extremo contrario.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 29, 2008, 03:38:44 pm
¿Cual es la realidad económica de Portugal?

Querido ingnorante, digo tiger.

Aquí nadie niega la realidad, la crisis es evidente, negarla sería de necios, el que pierdes el tiempo aquí eres tú que ni sabes de economía, ni tienes educación ninguna.

Te dedicas a hacer copy&paste sin saber lo que copias, precisamente de los periodicos que nosotros leemos todos los días, hay que ser necio para pensar, que estar supernoticias que copias sin comprender en su mayoría nosotros no las conocemos, tambien conozco el déficit portugués, el salario mínimo de Portugal y mucha más cosas, menudo memo.
Título:
Enviado por: garrulo em Agosto 29, 2008, 08:19:25 pm
Castilho, ese armamento lo tiene mi fuerza aerea desde 1990 con excepcion del aim 120 B/C5 que lo tiene desde el 2002 Y EL LTDR desde 1994, cuatro meses despues que la marina de EEUU, en numero de 46 y no de diez cuando les lleguen a ustedes(QUE NO LOS TIENEN) fantasma.
No te compares con los mayores chalao.
Por si sale algun listo los 17 primeros son AN/AAS 38B Y EL RESTO LITENINGII
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 29, 2008, 08:31:20 pm
Citação de: "garrulo"
Castilho, ese armamento lo tiene mi fuerza aerea desde 1990 con excepcion del aim 120 B/C5 que lo tiene desde el 92 Y EL LTDR desde 1994, cuatro meses despues que la marina de EEUU, en numero de 46 y no de diez cuando les lleguen a ustedes(QUE NO LOS TIENEN) fantasma.
No te compares con los mayores chalao.


coitado,deves ter uma vida tão miserável(a nossa sorte é que nem todos os Espanhóis são assim),que a única maneira de teres orgasmos múltiplos é a insultar Portugal.
Cresce e aparece.
Eu estava a ter um debate civilizado(coisa que tu não deves saber fazer) quando tu com a mania que és o "maior da tua aldeia" vens para provocar,sim porque a tua frase foi mesmo para criar conflito e depois vem para aqui dizer que é um coitadinho porque os membros Espanhóis foram expulsos e isto e aquilo.

Peço desculpa a todos os membros Espanhóis que pense que isto é um insulto ao seu país,pois não o é,mas tipos como este metem-me fora do serio.
Título:
Enviado por: garrulo em Agosto 29, 2008, 09:15:11 pm
No he insultado a Portugal, solo te he mostrado que lo que tu muestras como la releche lo tiene mi fuerza aerea hace 18 años.
Pues en economia lo mismo.

SER NACIONALISTA ABSURDO TIENE ESOS PELIGROS.
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 29, 2008, 09:31:49 pm
Citação de: "garrulo"
No he insultado a Portugal, solo te he mostrado que lo que tu muestras como la releche lo tiene mi fuerza aerea hace 18 años.
Pues en economia lo mismo.

SER NACIONALISTA ABSURDO TIENE ESOS PELIGROS.


o que eu estava a mostra ao IRIS-T não era nem o armamento nem os pod mas sim a demonstrar que os F-16 da FAP,ja estavam no patamar M4 e a entrar no M5.

Quanto ao do Nacionalista lá sabes,imagino que devas ter muitos anos de  Nacionalismo Espanhol
Título:
Enviado por: AMRAAM em Agosto 29, 2008, 10:50:38 pm
Por favor compañeros,no pasemos a las descalificaciones personales y sigamos tratando el tema de este topic,que es sobre la economia española.. :wink:
SALUDOS!!
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Agosto 29, 2008, 11:18:48 pm
=============

A moderação está atenta a esta discussão. A continuação de ataques e considerações pessoais resultará na edição/eliminação das mensagens "infectadas".

Este tópico é sobre Economia, considerações acerca de equipamento militar deverão ser reservadas para tópicos mais indicados...

Pel'A moderação
B. Pereira Marques

=============
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 30, 2008, 12:56:26 am
Me sumo contemos todos hasta tres, y tranquilicemonos un poco, cada uno tenemos nuestro argumento y podemos defenderlos sin llegar al insulto gratuito hacia nuestras naciones.

Mi idea es que "algunos" foristas portugueses, que sin duda consciente o inconscientemente tienen poca información, se den cuenta de que en este país (España), existe una capacidad industrial, financiera, comercial, que creo que ellos desconocen.

Si alguien se pasa el día metido en internet y buscando noticias negativas en cualquier aspecto las va a encontrar, sobre todo ahora. Lo triste es que no hagan lo mismo sobre cuantos vehículos se producen en este país, las empresas de tecnología punta en energías renovables, la ingeniería industrial tan enorme que exporta un 70% de su facturación, el programa Cenit y tantas otras cosas que hay de positivas.

La verdad es que me revienta la actitud de algún forista, pero que se le va a hacer de todo tiene que haber.
Título:
Enviado por: old em Agosto 30, 2008, 09:14:35 am
La verdad que es muy curioso este hilo. La verdad sobre la economia Española. Y se quedan tan tranquilos  :P
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 30, 2008, 11:22:49 am
Eu vou afirmar aqui o que toda a gente já sabe,a economia Espanhola é maior a todos os níveis que a Portuguesa(eu pelo menos nunca pus isso em questão).se temos inveja da situação actual económica  de Espanha,temos pois.Mas não temos inveja dos vossos problemas com as independências,das vossas regiões autónomas.
Como também há muito espanhol com inveja da união que os Portugueses possuem com o seu pais.
Deixo este texto,de um tipo que parece ser um homem as direitas pelo que pesquisei na Internet é do PP,portanto é boa gente :twisted:


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Envidia de Portugal

De paseo por Lisboa

Portugal no tiene problemas de banderas. Sólo hay una y la exhiben con orgullo. Tampoco tienen problemas de lengua. El portugués es la lengua común.

Agapito Maestre

Es raro no hallar en vacaciones a un español por los lugares más alejados e insospechados del mundo. Es como si nadie quisiera permanecer aquí. Pocos se privan de ensayar esa forma de huida moderna que es el viaje corto a otro lugar, a otro país, y vuelta a empezar la rueda del tiempo y la rutina. Todos esperan un período vacacional para huir. Para los españoles huir es todo. Huyen permanentemente. Huyen de Zapatero y huyen de Rajoy. Huyen por todo y en cualquier tiempo.

¿Significará eso que no somos valientes? ¿Se llamará cobardía a esa actitud inquieta, siempre desasosegada, que nos impide enfrentarnos a nuestras responsabilidades cotidianas? No tengo ni idea. Pero reconozco que me preocupa. Creo que los españoles nunca habían salido tanto de su país como en las últimas décadas. Nunca se había hecho tanto turismo como ahora. Turismo es sinónimo de huida y, a veces, de viaje. Ya sé que salir no es viajar, pero quizá sea un modo de airearse y sacudirse un poco el "pelo de la dehesa".

Aunque el turismo no sea considerado por los exquisitos una forma aristocrática de viajar, ennoblece y recrea el espíritu a quien sabe aprovecharlo. ¿Aprenderán algo los españoles en estas huidas regladas y tasadas por la industria turística? ¡Quién sabe! También yo salgo de huida a Portugal. Cuando todo está mal, ya saben lo que dice el tópico, nos queda Portugal. Me llevo en la maleta a Pessoa, a Lobo Antunes y al pesado de Saramago. No paro hasta Lisboa. Lo primero que hago es darme una vuelta por el barrio del Chiado. Para mí este paseo se ha convertido en costumbre. Naturalmente, me encuentro españoles por todas partes. Es lunes de Semana Santa. El tiempo no es bueno. Está nublado. Llueve. Escampa y al rato sale el sol de la tarde.

Bella Lisboa.

Pienso por un momento cómo sería esta ciudad sin terremotos e incendios, pero me despisto con un vendedor ambulante de libros a la puerta del metro de Chiado. Todos los libros son ediciones minoritarias de Fernando Pessoa. Estoy tentado de comprar La apología del paganismo, pero me reprimo; hoy, es innecesario. Vivimos tiempos páganos y analfabetos. Al fin, compro una versión bilingüe de los Poemas de Alberto Caeiro. Abro el libro al azar y leo: "La espantosa realidad de las cosas / es mi descubrimiento de cada día." He ahí, digo para mis adentros, el motivo de la huída, o sea, de los viajes relámpagos de los españoles por los lugares más remotos del mundo.

Observo en los bares y museos que mientras los portugueses se esfuerzan y hablan español, los españoles sólo alcanzan a susurrar un extraño portañol. Mientras los portugueses conocen los pormenores de nuestra historia, los españoles miramos con desdén de nuevo rico el pasado portugués. Mientras los españoles persistimos en partir de cero, los portugueses conservan sus tradiciones, enriquecen sus usos y costumbres y, naturalmente, cuidan su cultura con esmero sin cuestionar su común historia. Siento envidia de Portugal. Siento envidia de sus tradiciones. Siento envidia de esta gran nación. España, la España de las autonomías y los nacionalismos casticistas, es un pálido "reino de taifas" al lado de Portugal. Esta nación puede tener problemas importantes en los órdenes económicos, sociales, políticos y, ahora, con el Gobierno socialista, también educativos, pero ninguno de ellos es comparable al gran problema español: la nación. Aquí los socialistas al menos respetan la nación. Ésta es el gran patrimonio de todos los portugueses.

Portugal no tiene problemas de banderas. Sólo hay una y la exhiben con orgullo. Tampoco tienen problemas de lengua. El portugués es la lengua común. Cuentan la historia a sus niños con respeto por sus antepasados y sin poner en duda que ésta es común a toda la nación. Todo eso contrasta con la desaparición de la nación española. ¿Bastaría que aprendiesen eso los miles de españoles que hacen vacaciones en Portugal para que se produjese un cambio de mentalidad en nuestra sedicente nación? Quizá. ¡Quién sabe!

Vuelvo sobre el libro de Pessoa y leo algo que no comparto del todo: "El Tajo baja de España / y el Tajo entra en el mar en Portugal. / Toda la gente lo sabe. / Pero pocos saben cuál es el río de mi aldea / y hacia dónde va / y de dónde viene. / Y por eso, porque pertenece a menos gente, / es más libre y mayor el río de mi aldea."

Suponiendo que viviera Pessoa –supuestos más raros se han visto– y viajara por la "España" actual localista y, casi siempre, salvaje que nos abruma, no creo que volviese a escribir ese canto casticista, sino que volvería afirmarse en los dos versos citados más arriba: "La espantosa realidad de las cosas / es mi descubrimiento de cada día."

Fonte
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 30, 2008, 11:41:55 am
Eu sei que sou um chato, mas continuo a não perceber essa do meter as Forças Armadas ao barulho, o que é que os F-16 MLU da Força Aérea ou os F-18 do Ejército del Aire Espanhol têm a ver com o tema? O que é que "inveja" tem a ver com o tema?

Às vezes venho ao fórum e parece que é tudo um bando de garotos mimados à pancada por causa de um brinquedo.

Se querem realmente falar sobre a economia Espanhola, falem. Compreendo que se fale também da economia Portuguesa, já que as duas estão interligadas no contexto Europeu, mas começarem logo com ataques pessoais, com cenários de guerras entre as duas nações...já chega, não acham?! :evil:

Já me chega ter que aturar os miúdos no meu trabalho, para agora vir para o fórum que é o meu tempo de relax, ver criancices.
Título:
Enviado por: Tiger22 em Agosto 30, 2008, 11:47:25 am
Citar
EL MAYOR ENDEUDAMIENTO DEL MUNDO, TRAS EEUU

España necesitaría devaluar la moneda un 30% para reajustar su abultado déficit exterior

El déficit de la balanza por cuenta corriente ascendió a 58.615,4 millones de euros en el primer semestre del año (un 15% más que en 2007), que equivale ya al 10,65% del PIB. Así, España es el país más endeudado del mundo, en términos absolutos, tras EEUU. Habría que devaluar la moneda un 30% para reequilibrar las el balance exterior. Además, los números rojos se extienden a las cuentas públicas, con un déficit del 0,9% en el segundo trimestre.


El déficit exterior crece un 15% hasta junio
Hacienda dejará de ingresar 3.600 millones



Solbes admite que será "difícil" lograr superávit público a final de año
Montoro: "El Estado va a financiar su déficit pidiendo el ahorro de los españoles"
El Gobierno se gasta 22.000 millones de más e incumple la Ley de Estabilidad

Noticia publicada el 29-08-2008


LD (M. Llamas) El abultado endeudamiento que presenta la economía española es uno de los principales factores de riesgo en el actual contexto financiero, caracterizado por la falta de liquidez. Y es que, a mayor deuda mayor credit crunch (restricción del crédito), tal y como avanzó Libertad Digital.
 
El déficit de la balanza por cuenta corriente, que refleja los ingresos y pagos por operaciones comerciales, servicios, rentas y transferencias de la economía española con el resto del mundo, ascendió a 58.615,4 millones de euros en los seis primeros meses del año, lo que supone un aumento del 14,9 por ciento respecto a los 51.000,8 millones registrados en el mismo periodo de 2007, según datos del Banco de España publicados este viernes.
 
De este modo, el déficit exterior equivale al 10,65 por ciento del PIB en el primer semestre del año. Se trata del endeudamiento externo “más alto del mundo en términos absolutos después del de Estados Unidos”, tal y como recuerda el profesor del Instituto de Empresa (IE), Rafael Pampillón.
 
España pierde un 15% de competitividad en 10 años
 
Dicho dato pone de manifiesto una “pérdida de competitividad de nuestra economía”. Según el analista, los factores que han contribuido a agravar este deterioro es la inexistencia de una “política propia de tipo de cambio que nos impide devaluar” y “nuestra mayor inflación, que hace nuestras exportaciones más caras y nuestras importaciones más baratas”.
 
“El persistente déficit por cuenta corriente que desde hace 10 años asola España se encuadra en la pérdida de competitividad, que desde enero de 1999 ha sido un 15 por ciento”, recuerda Pampillón.
 
El problema es que “al comprar en el exterior más de lo que vendemos, necesitamos endeudarnos con el resto del mundo”. Además, tal y como recuerda Pampillón, “en estas circunstancias de escasez de crédito, es decir, de financiación difícil y cara [el precio de emitir deuda pública española se encarece por momentos con respecto al bono alemán], es más necesario que nunca atraer inversión extranjera que permita financiar de forma más fácil y barata el elevado déficit exterior.
 
Es decir, “se precisa mejorar la competitividad de la economía española para reducir el déficit externo”, ante la “ausencia de una política de tipo de cambio” que permita devaluar la moneda. En este sentido, los analistas consultados por LD, señalan que España tendría que devaluar casi un 30 por ciento su moneda para reequilibrar la deuda de la economía con el exterior.
 
La crisis acaba de "comenzar", según S&P
 
La devaluación consiste en reducir el valor nominal de una moneda corriente frente a otras monedas extranjeras, y se suele emplear con el fin de reducir costes, atraer inversión, así como incrementar las exportaciones y disminuir las importaciones del exterior.
 
Pese a ello, este tipo de ajustes suelen conllevar un sustancial impacto económico. Además, puesto que la política cambiaria depende del BCE, “España está abocada a la parálisis económica durante un tiempo prologado”, puesto que el elevado coste de la deuda engulle la riqueza que genere el país, según advierten los expertos del Observatorio de Coyuntura Económica del Instituto Juan de Mariana consultados.
 
A ello se suma la “importante desaceleración económica que está en marcha”, según un reciente informe de Standard & Poor´s, que ya habla claramente de recesión económica. “Creemos que el deterioro en España tan sólo está en sus etapas iniciales”. De hecho, la agencia internacional de calificación afirma que existe un “riesgo grave de que el golpe sea, incluso, comprable a la crisis de comienzos de los 90”, tal y como avanzó LD.
 
El problema es que esta vez no hay salida fácil. España no puede devaluar su moneda, como hizo en ocasiones anteriores, ni recurrir a un estímulo monetario de emergencia. Y es que el BCE no parece estar dispuesto a bajar tipos, ya que su prioridad es combatir la inflación de la eurozona.
 
Necesidad de reformas estructurales de calado
 
Por ello, “ante la ausencia de una política de tipo de cambio, el equilibrio exterior y la mejora de la competitividad sólo son posibles a través de la estabilidad de precios, estímulo a la competencia y reformas estructurales que permitan una mayor movilidad de los factores productivos y mayor flexibilidad de la economía”, advierte Pampillón.
 
Es decir, justo lo contrario de la política económica anunciada por el presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, para combatir la crisis económica que sufre el país. En este sentido, el Ejecutivo rechaza las reformas estructurales de calado que recomienda el Banco Central Europeo (BCE) y el Banco de España, tal y como avanzó LD. Además, Zapatero aboga por incrementar el gasto público (es decir, más deuda), lo que obligará a aplicar una nueva subida de impuestos.
 
Como resultado, los números rojos no sólo afectan ya al mercado exterior español, sino también a las cuentas públicas. El Estado se ha gastado 22.000 millones de euros de más en lo que va de año y ha dilapidado el superávit de las cuentas públicas en un tiempo récord.
 
El déficit público se dispara
 
La caída de los ingresos fiscales, por el derrumbe de la actividad inmobiliaria y la deducción de 400 euros en el IRPF a los trabajadores, así como el gasto social comprometido en campaña, ha generado un déficit equivalente al 0,89 por ciento del PIB, cuatro veces más que lo que permite la Ley de Estabilidad Presupuestaria.
 
Y todo indica que la recaudación tributaria, tanto del Estado, como de las Comunidades Autónomas, seguirá disminuyendo en el futuro. Es decir, aumentará el desequilibrio de las cuentas públicas, con los que los contribuyentes españoles tendrán que afrontar con sus impuestos el pago de una deuda cada vez más pesada.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 30, 2008, 12:51:06 pm
España, segunda potencia eólica mundial

1.493,34 MW eólicos instalados durante 2002. Una potencia que eleva el total acumulado a 4.830,35 MW, según los datos recopilados por la Asociación de Productores de Energías Renovables-APPA. Energías Renovables publica en su número de febrero, íntegramente y en primicia, la estadística eólica completa de cada CC.AA, con información sobre su crecimiento, la contribución de la eólica a la cesta eléctrica, la situación del sector y muchos más datos.

En el informe, elaborado en colaboración con APPA, Energías Renovables hace un completo repaso de la energía eólica instalada en 2002 en cada una de las comunidades autónomas, que confirman a España como segunda potencia eólica mundial, sólo por detrás de Alemania (12.001,22 MW) y por delante de Estados Unidos (4.685 MW).

La nueva potencia se instaló principalmente en cuatro comunidades: Galicia (341,5 MW), que continúa liderando el ranking eólico; Castilla y León (323, 85 MW); Aragón (268,99 MW); y Castilla La Mancha (241,49 MW). Otro dato interesante es que la potencia media de los aerogeneradores instalados durante 2002 se sitúa en 808 kW, cuando en 2001 era de 721.

La Asociación de Productores de Energías Renovables hace una valoración muy positiva de estos datos, "pues demuestran que las energías renovables están en el camino de convertirse en una alternativa real a las tecnologías convencionales y que, pese a todos los obstáculos, el sector eólico demuestra un vigor considerable". APPA también se felicita de que la tendencia del primer semestre, en el que sólo entraron en funcionamiento 350 MW, se haya rectificado en la segunda parte del año, con más de 1.100 MW puestos en funcionamiento.

En cuanto a la reciente bajada de la prima a la energía eólica, APPA confía en que no se traduzca en unos años en un frenazo a esta dinámica —son necesarios todavía 900 MW al año hasta 2011 para alcanzar los 13.000 MW previstos en el Plan de Infraestructuras— y que el sector siga contribuyendo a dotar a nuestro país de una energía limpia y autóctona. En este sentido, señala, "los productores de electricidad con fuentes de energía renovables esperamos que la anunciada nueva normativa de metodología de tarifas contribuya a despejar de dudas e incertidumbres tarifarias el escenario futuro".

APPA llama también la atención sobre el retraso del resto de las tecnologías renovables —especialmente de la biomasa— por lo que solicita "las medidas oportunas para incentivar su desarrollo, necesario junto al anunciado por el Gobierno Plan de Ahorro y Eficiencia, para establecer las bases de un modelo energético más sostenible".
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Enviado por: Iris-t em Agosto 30, 2008, 12:56:11 pm
Hexcel, la primera fábrica de fibra de carbono en España
martes, 29 de abril de 2008

Logotipo de Hexcel.“No concebimos el futuro sin desarrollo y éste debe ser sostenible”, ha apuntado el presidente del Gobierno de Castilla-La Mancha, José María Barreda, en la inauguración de la nueva planta de Hexcel, en la provincia de Toledo.
 
El presidente de Castilla-La Mancha, José María Barreda, ha inaugurado hoy en Illescas (Toledo) la primera planta de fibra de carbono de España, perteneciente a Hexcel, informa la Junta. El jefe del Ejecutivo autonómico destacó las cualidades del carbono al explicar que es más duro que el acero, más flexible que el aluminio y más potente que el titanio y se mostró convencido de que quizá el siglo XXI podría recordarse como la "Edad de carbono" por la multitud de utilidades que tiene, ya que su finalidad no es sólo aeronáutica, también se usa en la producción de la energía eólica.

Hexcel, explica la Junta, es el mayor productor mundial de fibra de carbono de módulo intermedio, un tipo de fibra cada vez más solicitado en programas industriales aeronáuticos. El aumento de la capacidad de fibra de carbono significa que Hexcel está muy bien situada para afrontar el crecimiento en los requisitos del producto de los clientes europeos.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 30, 2008, 06:51:13 pm
INDUSTRIA
Lanzan el “cluster” aeronáutico de Albacete
[/b]
12/12/07

Albacete.- Ayer se celebró en el Parque Científico y Tecnológico de Albacete la Primera Jornada de Promoción del Sector Aeronáutico de Castilla-La Mancha con el objetivo de lanzar el ‘cluster’ aeronáutico de la ciudad manchega.

En España, ya hay tres ‘clusters’ relacionados con el sector aeronáutico, en Madrid, Vitoria y Sevilla. Sólo este último tiene 125 empresas, factura 850 millones de euros al año y ha creado 6.200 puestos de trabajo. A juzgar por lo que se vio y se habló en la jornada de ayer, que será seguida por otra similar en el primer trimestre de 2008, la Aerópolis sevillana es el punto de referencia para Albacete.

 
Irene Serrano, de Adei Consultoría, explicaba ayer que “en otras regiones de España, están creando ‘clusters’ aeronáuticos, pero el de Albacete cuenta con varias ventajas de partida, como su tradición aeronáutica, la Base, la Maestranza y la presencia de una empresa tractora, Eurocopter”.

Además de representantes de Eurocopter, participaron en la jornada empresas fabricantes o diseñadoras de sistemas y subsistemas, como Tecnobit, Amper, Aernnova o Altran. De momento, y según se dio a conocer durante la sesión de ayer, ya hay 37 empresas y entidades de la comunidad autónoma, consultadas por Adei, casi la mitad de ellas no vinculadas directamente al sector aeroespacial, dispuestas a embarcarse en esta iniciativa. El resto se reparten entre firmas auxiliares del sector y empresas de sistemas y subsistemas.

El ‘cluster’ contará con apoyo público, a través de la Junta de Comunidades y el Ministerio de Industria, y con una base tecnológica en la que estarán presentes el propio Parque Científico y Tecnológico y los grupos de investigación de la UCLM especializados en tecnologías de la información, sistemas de información geográfica, nanotecnología o electrónica, entre otros.
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 30, 2008, 06:59:25 pm
Citar
Eu vou afirmar aqui o que toda a gente já sabe,a economia Espanhola é maior a todos os níveis que a Portuguesa(eu pelo menos nunca pus isso em questão).se temos inveja da situação actual económica de Espanha,temos pois. Mas não temos inveja dos vossos problemas com as independências,das vossas regiões autónomas.


Seguro???

Alberto Jõao Jardim quier que "se clarifiquen les competencies del Estáu y les d'esta rexón autonoma". El martes falaba d'un referendu, pero'l miercoles matizó que quier convertir les vinientes eleiciones llexislatives nun plebiscitu. El presidente yá tenía dicho a entamos d'añu qu'apoyaría la independencia'l dia que "el pueblu la demande'.

http://fueyaenblancu.nireblog.com/post/ ... n-portugal (http://fueyaenblancu.nireblog.com/post/2008/07/06/el-presidente-de-madeira-consultara-a-los-ciudadanos-sobre-lautonomia-del-archipielagu-pa-con-portugal)

"Solbes cede ante el Gobierno portugués, interesado en no alentar el autonomismo de Oporto"

http://www.elperiodicoextremadura.com/n ... kid=290415 (http://www.elperiodicoextremadura.com/noticias/noticia.asp?pkid=290415)
Título:
Enviado por: triton em Agosto 30, 2008, 11:18:35 pm
eu detesto dizer palavrões em foruns, meus amigos espanhóis deixem-se de m#rdas. este forum é português, e peço que todos os individuos se respeitem uns aos outros. e sr. espanhóis, se são assim tão bons porque razão não saiem da NATO e em vez de comprarem caças americanos porque não constroiem vocês as suas próprias industrias de defesa :?:
Título:
Enviado por: AMRAAM em Agosto 31, 2008, 12:11:39 am
Citação de: "triton"
eu detesto dizer palavrões em foruns, meus amigos espanhóis deixem-se de m#rdas. este forum é português, e peço que todos os individuos se respeitem uns aos outros. e sr. espanhóis, se são assim tão bons porque razão não saiem da NATo e em vez de comprarem caças americanos porque não constroiem vocês as suas próprias industrias de defesa :shock: ..Sinceramente este mensaje,desde mi punto de vista,esta un poco fuera de lugar...Quizas triton para entender un poco mejor las situaciones y tensiones que a veces se viven en topics donde se tratan temas que tienen que ver con España,deberias haber seguido este foro desde hace algun tiempo y haber visto y vivido algunas de las multiples discusiones que se han producido entre españoles y portugueses,todo ello sin duda te ayudaria a comprender el tono de los mensajes de unos y otros a la hora de tratar segun que temas ,pero por lo que veo eres relativamente nuevo por aqui.. :roll: Sin duda, y bajo mi punto de vista,he aqui donde reside el principal problema.Todo ello en definitiva nos lleva,a que en un topic como este nos encontremos a ciertos participantes portugueses que solo se dedican a poner noticias malas de España,a demostrar lo malo que es el pais vecino,lo malo de su economia,etc.
Evidentemente,y haciendo un simil si me lo permitis con la 3ª ley de Newton,nos encontramos con que toda respuesta(portuguesa) se encuentra con otra respuesta de igual magnitud y en sentido contrario(española),provocando al final una friccion entre ambas y surgiendo asi los roces entre sus participantes.Todo esto en definitiva,nos lleva a tratar los diferentes topics desde un punto de vista muy subjetivo,cuando deberia ser totalmente al contrario,ya que deberiamos tratar temas como este,el de la economia española,de una forma lo mas objetiva posible,cada uno argumentando sus respuestas y no dedicandose a criticar al contrario. :wink:

SALUDOS!!
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Agosto 31, 2008, 12:50:37 am
Tou a ver q as coisas estão "calientes". :D

Os espanhóis são convencidos e vaidosos (basta comparar o nº d cabeleiros, "peluquerias" entre os 2 países) e os portugueses têm a mania q são 1s coitadinhos (1s "pobrecitos").

A economia espanhola é maior e melhor do q a portuguesa. Sem dúvida.

Pessoalmente, gosto mts q os españuelos coloquem notícias suas aqui. Permite-nos comparar países, regiões e ideias.

Não gosto q haja mts empresas espanholas a "invadir" Portugal. No entanto, tb é culpa dos portugueses por n haver 1 número maior de empresas pt a invadir Espanha.
Quer queira ou n, eles são "nuestros hermanos" (acho melhor dizer primo, mas ja n seria a expressão comummente usada).

Así, bienvenidos españolitos y por favor continuad escribiendo en este forum.

ole!
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 31, 2008, 01:28:16 am
Citação de: "Iris-t"
Citar
Eu vou afirmar aqui o que toda a gente já sabe,a economia Espanhola é maior a todos os níveis que a Portuguesa(eu pelo menos nunca pus isso em questão).se temos inveja da situação actual económica de Espanha,temos pois. Mas não temos inveja dos vossos problemas com as independências,das vossas regiões autónomas.

Seguro???

Alberto Jõao Jardim quier que "se clarifiquen les competencies del Estáu y les d'esta rexón autonoma". El martes falaba d'un referendu, pero'l miercoles matizó que quier convertir les vinientes eleiciones llexislatives nun plebiscitu. El presidente yá tenía dicho a entamos d'añu qu'apoyaría la independencia'l dia que "el pueblu la demande'.

http://fueyaenblancu.nireblog.com/post/ ... n-portugal (http://fueyaenblancu.nireblog.com/post/2008/07/06/el-presidente-de-madeira-consultara-a-los-ciudadanos-sobre-lautonomia-del-archipielagu-pa-con-portugal)

"Solbes cede ante el Gobierno portugués, interesado en no alentar el autonomismo de Oporto"

http://www.elperiodicoextremadura.com/n ... kid=290415 (http://www.elperiodicoextremadura.com/noticias/noticia.asp?pkid=290415)



Repare,comparar o problema de independentistas em Portugal e o do Espanha,é como comparar David e golias.
É exactamente como comparar a economia Espanhola a Portuguesa uma desproporção enorme,neste caso é o mesmo uma desproporção abismal entre Portugal e Espanha na matéria de Independentistas.
Título:
Enviado por: tgcastilho em Agosto 31, 2008, 01:33:43 am
Citação de: "AMRAAM"
Citação de: "triton"
eu detesto dizer palavrões em foruns, meus amigos espanhóis deixem-se de m#rdas. este forum é português, e peço que todos os individuos se respeitem uns aos outros. e sr. espanhóis, se são assim tão bons porque razão não saiem da NATo e em vez de comprarem caças americanos porque não constroiem vocês as suas próprias industrias de defesa :shock: ..Sinceramente este mensaje,desde mi punto de vista,esta un poco fuera de lugar...Quizas triton para entender un poco mejor las situaciones y tensiones que a veces se viven en topics donde se tratan temas que tienen que ver con España,deberias haber seguido este foro desde hace algun tiempo y haber visto y vivido algunas de las multiples discusiones que se han producido entre españoles y portugueses,todo ello sin duda te ayudaria a comprender el tono de los mensajes de unos y otros a la hora de tratar segun que temas ,pero por lo que veo eres relativamente nuevo por aqui.. :roll: Sin duda, y bajo mi punto de vista,he aqui donde reside el principal problema.Todo ello en definitiva nos lleva,a que en un topic como este nos encontremos a ciertos participantes portugueses que solo se dedican a poner noticias malas de España,a demostrar lo malo que es el pais vecino,lo malo de su economia,etc.
Evidentemente,y haciendo un simil si me lo permitis con la 3ª ley de Newton,nos encontramos con que toda respuesta(portuguesa) se encuentra con otra respuesta de igual magnitud y en sentido contrario(española),provocando al final una friccion entre ambas y surgiendo asi los roces entre sus participantes.Todo esto en definitiva,nos lleva a tratar los diferentes topics desde un punto de vista muy subjetivo,cuando deberia ser totalmente al contrario,ya que deberiamos tratar temas como este,el de la economia española,de una forma lo mas objetiva posible,cada uno argumentando sus respuestas y no dedicandose a criticar al contrario. :twisted:  :lol:
Título:
Enviado por: Iris-t em Agosto 31, 2008, 01:06:54 pm
Citação de: "triton"
eu detesto dizer palavrões em foruns, meus amigos espanhóis deixem-se de m#rdas. este forum é português, e peço que todos os individuos se respeitem uns aos outros. e sr. espanhóis, se são assim tão bons porque razão não saiem da NATo e em vez de comprarem caças americanos porque não constroiem vocês as suas próprias industrias de defesa :?:


Pues como bien dice Amraam, porque ni somos tan buenos, ni tampoco somos tan malos, siguiendo tús consideraciones ni siquiera UK o Francia son tan buenos como para salirse de la OTAN y construir por si sólos su material de defensa al 100%.

De todas maneras nosotros aunque sea en pequeña proporción si construimos nuestras cazas (typhoon), nuestros aviones de transporte C-295, fabricamos bajo licencia nuestros tanques Leo2E, nuestros IFV Pizarro, etc, etc., no somos un país indepediente en materia de defensa, ni tenemos la capacidad tecnológica para serlo, y tampoco tenemos el dinero para pagarlo.
Título:
Enviado por: triton em Agosto 31, 2008, 02:23:22 pm
eu sei que a economia espanhola é melhor que a portuguesa, e tambem sei que as FA´s espanholas têm mais meios que as nossas.adorava que a nossa força aerea tivesse mais caças e mais pilotos. e não digam que a nossa força aerea é assim tão má, porque não é verdade. agora espero que acabem as discussões violentas.
Título:
Enviado por: Tiger22 em Agosto 31, 2008, 05:29:08 pm
Meus amigos, não liguem às provocações. Já viram do que são capazes. Inventam ao ponto de dizer que há separatismos na Madeira :rir: ……..quando a realidade foi que o que o Governo central espanhol quis foi afastar a Galiza do Porto pelas razões que todos conhecemos. Chega a ser patético.

Não liguem e coloquem as notícias e comentários que se enquadrem neste tópico.

Vejam esta da BBC http://www.20minutos.es/noticia/407855/ ... esena/bbc/ (http://www.20minutos.es/noticia/407855/0/pocero/sesena/bbc/) e o que é mais importante, os comentários dos espanhóis que realmente sofrem na pele as agruras da economia daqui ao lado. E quando disserem que a economia daqui ao lado é melhor do que a nossa, pensem bem no que dizem….
Título:
Enviado por: triton em Agosto 31, 2008, 10:20:43 pm
Citação de: "Tiger22"
Meus amigos, não liguem às provocações. Já viram do que são capazes. Inventam ao ponto de dizer que há separatismos na Madeira :rir: ……..quando a realidade foi que o que o Governo central espanhol quis foi afastar a Galiza do Porto pelas razões que todos conhecemos. Chega a ser patético.

Não liguem e coloquem as notícias e comentários que se enquadrem neste tópico.

Vejam esta da BBC http://www.20minutos.es/noticia/407855/ ... esena/bbc/ (http://www.20minutos.es/noticia/407855/0/pocero/sesena/bbc/) e o que é mais importante, os comentários dos espanhóis que realmente sofrem na pele as agruras da economia daqui ao lado. E quando disserem que a economia daqui ao lado é melhor do que a nossa, pensem bem no que dizem….


mas o que é facto é que na espanha um sargento mor ganha mais que um sargento mor em portugal. agora acabem com as discusões que não levam a lado nenhum
Título:
Enviado por: Iris-t em Setembro 01, 2008, 12:46:05 am
El salario mínimo el España es un 50% mayor que en Portugal, dato fácil de comprobar para el amigo tiger, como otros muchos más fáciles todavía de comprobar.
Título:
Enviado por: Tiger22 em Setembro 01, 2008, 03:22:35 pm
Citação de: "Iris-t"
El salario mínimo el España es un 50% mayor que en Portugal, dato fácil de comprobar para el amigo tiger, como otros muchos más fáciles todavía de comprobar.


Em Portugal o ordenado mínimo nacional é de 426 Euros. Em Espanha é de 600.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sal%C3%A1rio_m%C3%ADnimo (http://pt.wikipedia.org/wiki/Sal%C3%A1rio_m%C3%ADnimo)

http://es.wikipedia.org/wiki/Salario_m%C3%ADnimo (http://es.wikipedia.org/wiki/Salario_m%C3%ADnimo)

Segundo os dados mais recentes só entre 8 a 9 % da população activa recebe esse ordenado (pessoas sem qualificações e ou imigrantes).

Prefiro receber esse ordenado em Portugal do que em Espanha. Em Espanha a minha prestação da casa “comia-me” bem mais do que a diferença de ordenado entre os dois países, com a agravante de que a “minha” casa em Espanha vale menos agora do que aquilo que devo!
Título:
Enviado por: nelson38899 em Setembro 01, 2008, 04:26:35 pm
Citar
Em Janeiro deste ano, 4,7% dos portugueses recebiam o salário de referência, cerca de 40% do salário médio mensal auferidos nos sectores da indústria e dos serviços. Um português auferia 470 euros a titulo de salário mínimo, enquanto um assalariado espanhol embolsava 666 euros. O cidadão vizinho ganha mais 30%, mas quando convertido em Paridades de Poder de Compra significa um ganho de 25%. Assim, 470 euros, "rendem", na realidade, 546 euros, enquanto para os espanhóis os 666 euros significam 725 euros, tendo em conta o mesmo cabaz de produtos, definido pelos critérios da Comissão Europeia.


http://dn.sapo.pt/2007/06/19/economia/s ... _perd.html (http://dn.sapo.pt/2007/06/19/economia/salario_minimo_portugues_esta_a_perd.html)
Título:
Enviado por: CarlosMC em Setembro 01, 2008, 05:21:33 pm
Citação de: "Iris-t"
Hexcel (...)

Esta (http://http) Hexcel? Que terá de especial uma fábrica de fibra de carbono (será o ser estrangeira (http://http))? :conf:
Título:
Enviado por: Iris-t em Setembro 01, 2008, 05:30:28 pm
Citação de: "CarlosMC"
Citação de: "Iris-t"
Hexcel (...)
Esta (http://http) Hexcel? Que terá de especial uma fábrica de fibra de carbono (será o ser estrangeira (http://http))? :conf:


Especial especial, pues depende, aparte de que no hay muchos países en el mundo que cuenten con ellas, y que son la base para la construcción aeronáutica.
Título:
Enviado por: Iris-t em Setembro 01, 2008, 05:32:44 pm
Citação de: "Tiger22"
Citação de: "Iris-t"
El salario mínimo el España es un 50% mayor que en Portugal, dato fácil de comprobar para el amigo tiger, como otros muchos más fáciles todavía de comprobar.

Em Portugal o ordenado mínimo nacional é de 426 Euros. Em Espanha é de 600.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sal%C3%A1rio_m%C3%ADnimo (http://pt.wikipedia.org/wiki/Sal%C3%A1rio_m%C3%ADnimo)

http://es.wikipedia.org/wiki/Salario_m%C3%ADnimo (http://es.wikipedia.org/wiki/Salario_m%C3%ADnimo)

Segundo os dados mais recentes só entre 8 a 9 % da população activa recebe esse ordenado (pessoas sem qualificações e ou imigrantes).

Prefiro receber esse ordenado em Portugal do que em Espanha. Em Espanha a minha prestação da casa “comia-me” bem mais do que a diferença de ordenado entre os dois países, com a agravante de que a “minha” casa em Espanha vale menos agora do que aquilo que devo!


Pues si en España tambien hay poca gente que gane el salario mínimo, tú casa vale menos, pero de IVA, combustible, alimentación y peajes en carreteras seguro que pagas bastante más o no???

Por cierto en Portugal las casas tampoco es que las regalen precisamente.
Título:
Enviado por: old em Setembro 01, 2008, 06:23:00 pm
Que los Ingleses se pongan a criticar la economia Española cuando la suya ya esta en recesion, y quiebran sus bancos.... me da la risa...........



Nunca han soportado que España supere a UK en IDH.

Que lastima



 :roll:
Título:
Enviado por: tgcastilho em Setembro 01, 2008, 06:49:26 pm
Citação de: "Iris-t"
Citação de: "Tiger22"
Citação de: "Iris-t"
El salario mínimo el España es un 50% mayor que en Portugal, dato fácil de comprobar para el amigo tiger, como otros muchos más fáciles todavía de comprobar.

Em Portugal o ordenado mínimo nacional é de 426 Euros. Em Espanha é de 600.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sal%C3%A1rio_m%C3%ADnimo (http://pt.wikipedia.org/wiki/Sal%C3%A1rio_m%C3%ADnimo)

http://es.wikipedia.org/wiki/Salario_m%C3%ADnimo (http://es.wikipedia.org/wiki/Salario_m%C3%ADnimo)

Segundo os dados mais recentes só entre 8 a 9 % da população activa recebe esse ordenado (pessoas sem qualificações e ou imigrantes).

Prefiro receber esse ordenado em Portugal do que em Espanha. Em Espanha a minha prestação da casa “comia-me” bem mais do que a diferença de ordenado entre os dois países, com a agravante de que a “minha” casa em Espanha vale menos agora do que aquilo que devo!

Pues si en España tambien hay poca gente que gane el salario mínimo, tú casa vale menos, pero de IVA, combustible, alimentación y peajes en carreteras seguro que pagas bastante más o no???

Por cierto en Portugal las casas tampoco es que las regalen precisamente.

1º   Mais uma vez rogo-lhe para falar do que sabe.

Citar
UE aponta Portugal como o menos afetado em crise alimentar
Lisboa
, 2 jun (Lusa) - Portugal foi o país da União Européia (UE) onde os bens alimentares menos aumentaram, com uma alta de 3,2% em abril de 2007, abaixo dos 6,2% da zona do euro.

Segundo o gabinete de estatísticas do bloco, Eurostat, com base no Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), indicador para a comparação de inflação entre os Estados-membros da UE, os preços dos alimentos na zona do euro registraram um aumento anual de 6,2% em abril, contra 3,3% de inflação anual global.

Portugal foi o país que menos sofreu com o aumento dos preços, registrando uma alta de 3,2%, ao contrário da Bulgária, que foi o mais afetado, com um aumento de 25%, seguida pelos países bálticos (21,7% na Letônia, 18,3% na Estónia e 18,1% na Lituânia).

Em março o aumento anual dos preços dos bens alimentares foi de 7,2% na média comunitária, contra uma inflação anual global de 3,6%.

Também na UE, os preços dos alimentos registraram um crescimento de 7,1% em abril em relação ao mesmo mês do ano anterior contra a inflação global de 3,6%.

Entre as grandes economias européias, destaque também para o aumento dos preços na Alemanha (6,4%), França (5,5%), Espanha (6,8%), Itália (5,9%) e Reino Unido (7,2%).

Já o impacto do aumento dos preços dos produtos alimentares sobre a inflação global variou entre os Estados-membros, em função do peso dos alimentos no IHPC e das variações anuais dos seus preços.

A Bulgária, a Lituânia e a Romênia sentiram os maiores impactos, enquanto Portugal e o Luxemburgo registraram os menores impactos, com uma subida de 0,1 pontos percentuais e 0,2 pontos percentuais respectivamente.

O Eurostat destaca que os preços dos alimentos têm registrado um aumento mais rápido do que o da taxa de inflação global, desde finais de 2006, sobretudo a partir de julho de 2007, tanto na zona do euro como nos 27 Estados-membros.

Março e abril foram os meses em que os preços dos alimentos mais subiram, desde o início das estatísticas em 1996, acrescenta.

Contudo, entre 1996 e abril de 2008, os preços dos produtos alimentares aumentaram no total a um ritmo semelhante ao da inflação: mais 31% e mais 27% respectivamente na UE-27 e mais 30% e mais 27% respectivamente na zona do euro.

Em abril, o leite, o queijo e os ovos foram os produtos que mais subiram de preço (14,9%), seguindo-se os óleos e gorduras (13,2%), o pão e os cereais (10,7%) e depois as frutas (10,7%).

Os produtos menos afetados pela subida dos preços foram os vegetais, cujo preço baixou 1,2%, o peixe e mariscos (aumento de 3,3%) e a carne (aumento de 4,1%).


Nenhum de nós podem deixar de comer,mas pode deixar de andar(ou usar andar menos) de carro.
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Citar
Meus amigos, não liguem às provocações. Já viram do que são capazes. Inventam ao ponto de dizer que há separatismos na Madeira Rir e no Porto Rir ……..quando a realidade foi que o que o Governo central espanhol quis foi afastar a Galiza do Porto pelas razões que todos conhecemos. Chega a ser patético.


X2


Citar
Vejam esta da BBC http://www.20minutos.es/noticia/407855/ ... esena/bbc/ (http://www.20minutos.es/noticia/407855/0/pocero/sesena/bbc/) e o que é mais importante, os comentários dos espanhóis que realmente sofrem na pele as agruras da economia daqui ao lado. E quando disserem que a economia daqui ao lado é melhor do que a nossa, pensem bem no que dizem….


Meu caro,neste momento a economia Espanhola é melhor que a nossa,não a volta a dar,se daqui a uns anos a nossa economia é melhor que a deles?Isso só Deus e a Maya é que sabem  :lol:

Cumprimentos/saludos :wink:
Título:
Enviado por: Iris-t em Setembro 01, 2008, 07:51:40 pm
Si si claro, pero bueno TG tú te crees que la gente es idiota, o que tú puedes leer los periodicos españoles y nosotros no los portugueses. Pero hombre que tú no te enteres, no quiere decir que puedas manipular los datos, bueno tú te lo has buscado, racioncita de economía portuguesa.

IVA Portugal: 21%
IVA España:  16%

La crisis de la industria hunde el norte de Portugal
La huida de empresas, el declive económico y un salario mínimo de poco más de 400 euros al mes obligan a miles de jóvenes de varias regiones portuguesas a buscar empleo en España

http://www.elpais.com/articulo/internac ... int_13/Tes (http://www.elpais.com/articulo/internacional/crisis/industria/hunde/norte/Portugal/elpepuint/20070330elpepiint_13/Tes)

Portugal vuelve a estar deprimido

Portugal vuelve a estar deprimido
EL 'PAGAPOUCO'. Un paisano se limpia la cara con su pañuelo antes de
Dónde comer: A pesar de la crisis, en Portugal se sigue comiendo bien. Tras recoger los datos para esta crónica, nos hemos acercado al restaurante Lusitania de Elvas, fundado por empleados del Cristo a quienes les tocó la lotería. A su vez, otros empleados del Lusitania han abierto, ya sin lotería, el Tip Tap. Nada más sentarnos, nos ponen ensalada de pulpo, aceitunas, pan y mantequillas y patés (entrantes: 1 euro). Hay que pedir el vino blanco seco especial, arroz de marisco con el marisco sin cáscaras (24,50 para dos), camarao tigre abierto a la plancha (65 el kilo) o queixo de porco grelhado (9,75), que es la careta del cerdo a la brasa. De postre, sericaia con ameixa (3,25) o tiramisú (2,80).
El redactor jefe de un periódico portugués gana cada mes de media 1.000 euros. Un colega suyo gana en España, también de media, 2.100 euros. En el supermercado Mini Preço de la cadena Día, situado a la entrada de Elvas, el pasado nueve de julio, esa melona que tanto gusta a los portugueses servir de postre rociada con un chorrito de oporto costaba 1,19 euros el kilo. La misma melona, la tarde anterior, en Cáceres, en el supermercado Maxi Día de la carretera de Miajadas, costaba diez céntimos menos: 1'09.

Portugal vuelve a estar triste. Se nota leyendo la prensa, viendo la tele, escuchando las conversaciones. «María, deja esos yogures, que son muy caros». María, que debe de tener unos 10 años, y su madre acaban de descender de unFord Mondeo (la misma gama, 36.000 euros en Portugal, 20.000 en España a precios de 2007). Pero no parecen estar para lujos: la niña quería llevarse unos yogures Activia (2,44 euros) y la madre, ahorradora, se lo prohíbe. Si en vez de en Elvas, comprara el mismo 'pack' de cuatro en Cáceres, le habrían salido por 1,99 euros.

La crisis parece cebarse con Portugal. La situación se torna paradójica al compararse con quien uno siempre se compara: el vecino español (¿no van a compararse con Lituania!). En Portugal ganan menos, pero es más caro llenar el depósito de combustible y, según nuestros datos, hacer la cesta de la compra. Solo algún pequeño placer cotidiano como tomar café leyendo el periódico sale más barato en Portugal: 0,60 el café y 0,80 el diario. En Cáceres, Mérida, Plasencia o Badajoz, lo normal es pagar un euro por cada uno de estos placeres.

A veces, la situación económica complicada se endulza con narcóticos colectivos, con opiáceos como el fútbol. Pero en Portugal, ni por esas. Clara Ferreira Alves, columnista semanal de cabecera para miles de portugueses, escribía hace un par de meses, mirando el éxito español en la Eurocopa: «Juntos no podemos».

Pero escribía más: «Portugal es un pueblo quebrado por años de sacrificios inútiles. De privaciones y pésimos gobiernos. (...) Estamos cansados. Cansados de dificultades. En vez de trabajo colectivo, veneramos el éxito individual y el dinero de los otros. Juntos no podemos. En un tiempo de miedo, recesión y duda, el país piensa en quién va a sustituir a Scolari (exseleccionador nacional de fútbol), el hombre providencial».

La saudade vuelve a extender su manto paralizador. Pero más allá del sentimiento, el dato: en 2007, el salario mínimo portugués era de 374,70 euros y el español de 570. La pensión mínima lusa estaba en 150 euros y la española en 312,43. El sueldo medio de un director de fábrica era allí de 2.168 euros y de 4.601, aquí.

En España, la sanidad es gratuita. En Portugal, en 2007, había que pagar 2'30 euros por cada consulta en el ambulatorio, 3 euros por las urgencias ambulatorias, 6 euros por visitar las urgencias hospitalarias y 2 euros por cada radiografía (exentos de pago: niños, jubilados, parados, enfermos crónicos y diabéticos).

La prensa lusa llega cada día cargada de comparaciones odiosas. Un crítico musical se lamenta de que el Teatro Nacional San Carlos aún no haya presentado su temporada de ópera mientras los teatros españoles anuncian hace tiempo las suyas. El analista de la sección de Economía avisa de que más del 9% de la riqueza portuguesa fue generada por empresas españolas instaladas en el país.

En la sección de Sociedad se recoge el dato de que ya han nacido en el hospital de Badajoz 495 niños portugueses y que en Portugal hay 11.600 ricos y en España 168.000 (rico: persona con más de un millón de dólares en activos financieros). En Mar y Campo se denuncia que los cunicultores de la región miñota (Bragança, Vila Verde, Guimaraes) se arruinan por culpa de los criadores españoles de conejos, que tiran los precios porque reciben subvenciones.

Pan y cine

Bajan un 10% las ventas de pan y un 43% la asistencia al cine en abril de 2008 con respecto a abril de 2007. Desciende un 25% el tráfico en la autopista lisboeta IC19 y sube un 7% el tráfico de viajeros en la línea ferroviaria de Sintra. Esos datos, más o menos, se repiten en España. Pero el pesimismo melancólico luso no permite consuelo. La crisis hispana se observa como otra puñalada a Portugal: España es el mayor cliente portugués comprando el 28,4% de las exportaciones portuguesas y si la crisis se ceba con España, ¿quién va a comprar ahora lo 'Made in Portugal'?

En el Alentejo, la región limítrofe con Extremadura, saltan las alarmas. Resulta que a finales de 2007, 11.000 alentejanos trabajaban en Extremadura, fundamentalmente en la construcción. Según la Unión de Sindicatos de Portalegre, cada domingo partían decenas de furgonetas cargadas de albañiles desde nueve pueblos del distrito. «¿Qué va a pasar ahora si en Extremadura ya no se construye tanto?», se preguntan, se agobian... se deprimen.

¿Tan grave es la situación? A simple vista no lo parece. Un psicólogo del alma colectiva podría diagnosticar que estamos ante un país con tendencias depresivas indomeñables y cíclicas. Sin embargo, ciñéndonos solo al Alentejo, los datos demuestran que la vida sigue y los nubarrones son menos negros de lo que se quiere creer. El próximo mes de septiembre, tras realizar una inversión de diez millones de euros, la cadena M'AR De AR inaugura dos hoteles de lujo en Évora: Hotel da Cartuxa, que ya existía, y Palácio dos Sepúlveda.

En turismo existen grandes proyectos de lujo en curso como L'And Vineyards en Montemor, de los grupos Lágrimas Hotels y Cunhal Sendim; el Parque Alqueva de José Roquette, que se levanta en Reguengos de Monsaraz, cerca de Villanueva del Fresno y Cheles, o la Herdade do Barrocal, del grupo Aquapura.

En agricultura, ya se cuenta con 6.000 hectáreas regadas por el embalse de Alqueva, 20.000 a punto de entrar en regadío y los proyectos auguran 110.000 hectáreas regadas en 2015. La producción de aceite también se desarrolla. Es el caso de la Quinta de São Vicente de la familia Passanha: 17 millones de euros, 700 hectáreas plantadas de olivar y 50 empleos.

En Portalegre se abre el uno de agosto la primera central de compostaje del Alentejo, que aprovechará el 40% de la basura doméstica del distrito y dará empleo a 55 personas. El mundo del vino también disfruta de buena salud en el Alentejo, con el 40% del vino embotellado en el país.

Más allá del Alentejo, los síntomas tampoco son tan críticos. El festival Allgarve llenará de arte y música la costa merdional portuguesa hasta que acabe el verano. El 14 de septiembre canta Madonna en Lisboa y las 75.000 entradas se vendieron hace un mes. Se suceden los conciertos de Lou Reed, Dylan, Caetano Veloso, Diana Krall, Leonard Cohen, Paolo Conte, Neil Young, Rage Against Rhe Machine... Y no solo en Oporto, Lisboa y Algarve, sino también en provincias: Suzanne Vega actuará en Guarda.

Portugal sigue siendo vanguardia en la gestión y desarrollo de los grandes centros comerciales. En el tercer trimestre de este año abrirá uno nuevo cerca de la frontera extremeña, en Castelo Branco: 40 millones de euros, 12.000 metros de un hipermercado Jumbo, 65 tiendas, 1.200 plazas de aparcamiento...

Continente, o sea, Carrefour, ha instalado 86 cajas 'self-chek-out' en 20 hipermercados. Se extenderán al resto de tiendas. Estas cajas a la última, donde el cliente llega, pasa las compras por un lector y paga con tarjeta, empezaron en 2004 en un Pâo de Açucar y un FNAC. Hoy las usan el 10% de los clientes de los híper.

Las grandes superficies comerciales outlet se extienden por Alcochete, Gaia, Vila do Conde y Carregado. Son tiendas de productos Burberry, Hugo Boss o Calvin Klein con un mínimo de un 30% de descuento y una media del 50%. En la frontera española se va a abrir el DG Center Atlántico en Tui (Pontevedra): 44.000 metros cuadrados y 74 tiendas. No se prevé abrir más por ahora, aunque el otro punto fronterizo con posibilidades es Badajoz.

Mientras llegan los macro-outlet y el centro Ikea a la Raya, la realidad es la que es: yogures, café, cerveza, Cocacola, patatas, compresas, leche, arroz, azúcar, bananas, tomates, melona y huevos, todo de la misma marca y en la misma cantidad: 15,28 euros en el Maxi Día de Cáceres, 15,72 euros en el Mini Preço Día de Elvas... 40 litros de gasolina 98 en Cáceres, 55,16, en Elvas, 66'68. Si se trata de gasóleo, 53'16 y 56'92.. Como para no deprimirse.
http://www.hoy.es/20080727/regional/por ... 80727.html (http://www.hoy.es/20080727/regional/portugal-vuelve-estar-deprimido-20080727.html)
Título:
Enviado por: tgcastilho em Setembro 01, 2008, 08:20:02 pm
Citação de: "Iris-t"
Si si claro, pero bueno TG tú te crees que la gente es idiota, o que tú puedes leer los periodicos españoles y nosotros no los portugueses. Pero hombre que tú no te enteres, no quiere decir que puedas manipular los datos, bueno tú te lo has buscado, racioncita de economía portuguesa.

IVA Portugal: 21%
IVA España:  16%

La crisis de la industria hunde el norte de Portugal
La huida de empresas, el declive económico y un salario mínimo de poco más de 400 euros al mes obligan a miles de jóvenes de varias regiones portuguesas a buscar empleo en España

http://www.elpais.com/articulo/internac ... int_13/Tes (http://www.elpais.com/articulo/internacional/crisis/industria/hunde/norte/Portugal/elpepuint/20070330elpepiint_13/Tes)

Portugal vuelve a estar deprimido

Portugal vuelve a estar deprimido
EL 'PAGAPOUCO'. Un paisano se limpia la cara con su pañuelo antes de
Dónde comer: A pesar de la crisis, en Portugal se sigue comiendo bien. Tras recoger los datos para esta crónica, nos hemos acercado al restaurante Lusitania de Elvas, fundado por empleados del Cristo a quienes les tocó la lotería. A su vez, otros empleados del Lusitania han abierto, ya sin lotería, el Tip Tap. Nada más sentarnos, nos ponen ensalada de pulpo, aceitunas, pan y mantequillas y patés (entrantes: 1 euro). Hay que pedir el vino blanco seco especial, arroz de marisco con el marisco sin cáscaras (24,50 para dos), camarao tigre abierto a la plancha (65 el kilo) o queixo de porco grelhado (9,75), que es la careta del cerdo a la brasa. De postre, sericaia con ameixa (3,25) o tiramisú (2,80).
El redactor jefe de un periódico portugués gana cada mes de media 1.000 euros. Un colega suyo gana en España, también de media, 2.100 euros. En el supermercado Mini Preço de la cadena Día, situado a la entrada de Elvas, el pasado nueve de julio, esa melona que tanto gusta a los portugueses servir de postre rociada con un chorrito de oporto costaba 1,19 euros el kilo. La misma melona, la tarde anterior, en Cáceres, en el supermercado Maxi Día de la carretera de Miajadas, costaba diez céntimos menos: 1'09.

Portugal vuelve a estar triste. Se nota leyendo la prensa, viendo la tele, escuchando las conversaciones. «María, deja esos yogures, que son muy caros». María, que debe de tener unos 10 años, y su madre acaban de descender de unFord Mondeo (la misma gama, 36.000 euros en Portugal, 20.000 en España a precios de 2007). Pero no parecen estar para lujos: la niña quería llevarse unos yogures Activia (2,44 euros) y la madre, ahorradora, se lo prohíbe. Si en vez de en Elvas, comprara el mismo 'pack' de cuatro en Cáceres, le habrían salido por 1,99 euros.

La crisis parece cebarse con Portugal. La situación se torna paradójica al compararse con quien uno siempre se compara: el vecino español (¿no van a compararse con Lituania!). En Portugal ganan menos, pero es más caro llenar el depósito de combustible y, según nuestros datos, hacer la cesta de la compra. Solo algún pequeño placer cotidiano como tomar café leyendo el periódico sale más barato en Portugal: 0,60 el café y 0,80 el diario. En Cáceres, Mérida, Plasencia o Badajoz, lo normal es pagar un euro por cada uno de estos placeres.

A veces, la situación económica complicada se endulza con narcóticos colectivos, con opiáceos como el fútbol. Pero en Portugal, ni por esas. Clara Ferreira Alves, columnista semanal de cabecera para miles de portugueses, escribía hace un par de meses, mirando el éxito español en la Eurocopa: «Juntos no podemos».

Pero escribía más: «Portugal es un pueblo quebrado por años de sacrificios inútiles. De privaciones y pésimos gobiernos. (...) Estamos cansados. Cansados de dificultades. En vez de trabajo colectivo, veneramos el éxito individual y el dinero de los otros. Juntos no podemos. En un tiempo de miedo, recesión y duda, el país piensa en quién va a sustituir a Scolari (exseleccionador nacional de fútbol), el hombre providencial».

La saudade vuelve a extender su manto paralizador. Pero más allá del sentimiento, el dato: en 2007, el salario mínimo portugués era de 374,70 euros y el español de 570. La pensión mínima lusa estaba en 150 euros y la española en 312,43. El sueldo medio de un director de fábrica era allí de 2.168 euros y de 4.601, aquí.

En España, la sanidad es gratuita. En Portugal, en 2007, había que pagar 2'30 euros por cada consulta en el ambulatorio, 3 euros por las urgencias ambulatorias, 6 euros por visitar las urgencias hospitalarias y 2 euros por cada radiografía (exentos de pago: niños, jubilados, parados, enfermos crónicos y diabéticos).

La prensa lusa llega cada día cargada de comparaciones odiosas. Un crítico musical se lamenta de que el Teatro Nacional San Carlos aún no haya presentado su temporada de ópera mientras los teatros españoles anuncian hace tiempo las suyas. El analista de la sección de Economía avisa de que más del 9% de la riqueza portuguesa fue generada por empresas españolas instaladas en el país.

En la sección de Sociedad se recoge el dato de que ya han nacido en el hospital de Badajoz 495 niños portugueses y que en Portugal hay 11.600 ricos y en España 168.000 (rico: persona con más de un millón de dólares en activos financieros). En Mar y Campo se denuncia que los cunicultores de la región miñota (Bragança, Vila Verde, Guimaraes) se arruinan por culpa de los criadores españoles de conejos, que tiran los precios porque reciben subvenciones.

Pan y cine

Bajan un 10% las ventas de pan y un 43% la asistencia al cine en abril de 2008 con respecto a abril de 2007. Desciende un 25% el tráfico en la autopista lisboeta IC19 y sube un 7% el tráfico de viajeros en la línea ferroviaria de Sintra. Esos datos, más o menos, se repiten en España. Pero el pesimismo melancólico luso no permite consuelo. La crisis hispana se observa como otra puñalada a Portugal: España es el mayor cliente portugués comprando el 28,4% de las exportaciones portuguesas y si la crisis se ceba con España, ¿quién va a comprar ahora lo 'Made in Portugal'?

En el Alentejo, la región limítrofe con Extremadura, saltan las alarmas. Resulta que a finales de 2007, 11.000 alentejanos trabajaban en Extremadura, fundamentalmente en la construcción. Según la Unión de Sindicatos de Portalegre, cada domingo partían decenas de furgonetas cargadas de albañiles desde nueve pueblos del distrito. «¿Qué va a pasar ahora si en Extremadura ya no se construye tanto?», se preguntan, se agobian... se deprimen.

¿Tan grave es la situación? A simple vista no lo parece. Un psicólogo del alma colectiva podría diagnosticar que estamos ante un país con tendencias depresivas indomeñables y cíclicas. Sin embargo, ciñéndonos solo al Alentejo, los datos demuestran que la vida sigue y los nubarrones son menos negros de lo que se quiere creer. El próximo mes de septiembre, tras realizar una inversión de diez millones de euros, la cadena M'AR De AR inaugura dos hoteles de lujo en Évora: Hotel da Cartuxa, que ya existía, y Palácio dos Sepúlveda.

En turismo existen grandes proyectos de lujo en curso como L'And Vineyards en Montemor, de los grupos Lágrimas Hotels y Cunhal Sendim; el Parque Alqueva de José Roquette, que se levanta en Reguengos de Monsaraz, cerca de Villanueva del Fresno y Cheles, o la Herdade do Barrocal, del grupo Aquapura.

En agricultura, ya se cuenta con 6.000 hectáreas regadas por el embalse de Alqueva, 20.000 a punto de entrar en regadío y los proyectos auguran 110.000 hectáreas regadas en 2015. La producción de aceite también se desarrolla. Es el caso de la Quinta de São Vicente de la familia Passanha: 17 millones de euros, 700 hectáreas plantadas de olivar y 50 empleos.

En Portalegre se abre el uno de agosto la primera central de compostaje del Alentejo, que aprovechará el 40% de la basura doméstica del distrito y dará empleo a 55 personas. El mundo del vino también disfruta de buena salud en el Alentejo, con el 40% del vino embotellado en el país.

Más allá del Alentejo, los síntomas tampoco son tan críticos. El festival Allgarve llenará de arte y música la costa merdional portuguesa hasta que acabe el verano. El 14 de septiembre canta Madonna en Lisboa y las 75.000 entradas se vendieron hace un mes. Se suceden los conciertos de Lou Reed, Dylan, Caetano Veloso, Diana Krall, Leonard Cohen, Paolo Conte, Neil Young, Rage Against Rhe Machine... Y no solo en Oporto, Lisboa y Algarve, sino también en provincias: Suzanne Vega actuará en Guarda.

Portugal sigue siendo vanguardia en la gestión y desarrollo de los grandes centros comerciales. En el tercer trimestre de este año abrirá uno nuevo cerca de la frontera extremeña, en Castelo Branco: 40 millones de euros, 12.000 metros de un hipermercado Jumbo, 65 tiendas, 1.200 plazas de aparcamiento...

Continente, o sea, Carrefour, ha instalado 86 cajas 'self-chek-out' en 20 hipermercados. Se extenderán al resto de tiendas. Estas cajas a la última, donde el cliente llega, pasa las compras por un lector y paga con tarjeta, empezaron en 2004 en un Pâo de Açucar y un FNAC. Hoy las usan el 10% de los clientes de los híper.

Las grandes superficies comerciales outlet se extienden por Alcochete, Gaia, Vila do Conde y Carregado. Son tiendas de productos Burberry, Hugo Boss o Calvin Klein con un mínimo de un 30% de descuento y una media del 50%. En la frontera española se va a abrir el DG Center Atlántico en Tui (Pontevedra): 44.000 metros cuadrados y 74 tiendas. No se prevé abrir más por ahora, aunque el otro punto fronterizo con posibilidades es Badajoz.

Mientras llegan los macro-outlet y el centro Ikea a la Raya, la realidad es la que es: yogures, café, cerveza, Cocacola, patatas, compresas, leche, arroz, azúcar, bananas, tomates, melona y huevos, todo de la misma marca y en la misma cantidad: 15,28 euros en el Maxi Día de Cáceres, 15,72 euros en el Mini Preço Día de Elvas... 40 litros de gasolina 98 en Cáceres, 55,16, en Elvas, 66'68. Si se trata de gasóleo, 53'16 y 56'92.. Como para no deprimirse.
http://www.hoy.es/20080727/regional/por ... 80727.html (http://www.hoy.es/20080727/regional/portugal-vuelve-estar-deprimido-20080727.html)

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Fantástico,falo em produtos alimentares,o que se sublinha preço de automovel e gasolina.
Mais ,se os produtos do mini preço fossem mais baratos em Portugal do que em Espanha que só por acaso são importados(para Portugal) grande parte por Espanha então os Espanhóis estavam bem lixados.
Agora compara o Leite produzido em Portugal e o Produzido em Espanha da gama mais barata e diz-me qual é mais barato.


O leite, um dos produtos estrela da alimentação diária de crianças, adultos e idosos estará a perder seguidores e, Espanha, devido à astronómica subida de preços que experimentou em 2007. A patronal láctea FENIL reconhece que as vendas do sector se ressentiram nos últimos meses, em que preço médio do litro de leite subiu mais de trinta por cento e chegou a superar a barreira psicológico de um euro.

“Pela primeira vez em muitos anos, as embalagens de leite estão a empilhar-se nas fábricas, face à quebra da procura nos pontos de venda”; assegura o presidente de Leite Río, Jesús Lence, que sublinha que o retrocesso está a ser particularmente sensível nas marcas líderes, as marcas mais caras.

Segundo o proprietário daquela empresa galega, as marcas da empresa sofreram quebras de vendas de entre 15 e 20 por cento nos últimos meses. Mas sempre que há perdedores, há também ganhadores. Boa parte da quebra de vendas das marcas líderes está a ser absorvida pelas marcas brancas ou de distribuidor.

“O consumidor viu como o preço do leite não parava de subir e optou por comprar as marcas mais baratas que são sempre as das grandes cadeias de distribuição”, afirma um empresário do sector. Enquanto o preço médio das marcas líderes de mercado em Espanha ronda nesta altura os 97 cêntimos – algumas superam mesmo um euro – as marcas brancas oscilam entre 69 e 75 cêntimos, isto é, são cerca de 30 por cento mais baratas.

Baixa a procura, sobem os custos
Contudo, nas primeiras semanas de Janeiro a quebra da procura foi sentida em todo o mercado, inclusivé, no caso das marcas brancas, com descidas que podem chegar aos 10 por cento, de acordo com fontes do sector lácteo.

“Estamos a começar a padecer de um retrocesso realmente significativo dos níveis de consumo do leite, tanto das marcas de empresa como das marcas de distribuidor”, reconhece o responsável da Leite Río, que afirmou que as empresas do sector estão a atravessar uma situação particularmente difícil, já que com a chegada do novo ano se verificou o aumento de diversos custos, como são o caso dos transportes ou das embalagens.

Precisamente, a Leite Río ao perceber os primeiros sintomas de debilidade das vendas, optou por aumentar as suas produções de marca branca em 10 por cento, totalizando actualmente 60 por cento de uma produção que, em termos anuais, alcança os 400 milhões de litros.

Por seu lado, a Pascual, uma das marcas líderes do mercado espanhol, reaccionou ao retrocesso das vendas baixando em seis cêntimos (menos 5,7 por cento) o preço do seu leite ‘clássico’. Desta forma, o seu litro de leite abandona a quota psicológica do euro, ao descer de 1,05 para 0,99 euros.

O grupo presidido por Tomás Pascual já reaccionou em princípios de Novembro ao efeito negativo provocado pela subida dos preços do leite nos últimos meses, com um singular campanha promocional, em que oferece como prémios o equivalente a um ano de prestações de um empréstimo relativo a uma habitação.

“Eu não posso baixar os preços das minhas marcas, pois já estão demasiado ajustados”, afirma Jesús Lence, que confia em que os preços do leite ao produtor venham a descer nos próximos meses. Outras empresas do sector estudam também, nestes momentos, fórmulas para travar a quebra das vendas dos seus produtos, que passam por exemplo, em reduzir o preço por litro nos packs multi-embalagens.


Leite a 0.99.a o mais caro que vi foi 0.70 e já de marcas de alta qualidade.


PS:Eu raramente leio jornais Espanhóis,os únicos jornais que leio é o Publico e o JN.

Cumprimentos/Saludos
Título:
Enviado por: tgcastilho em Setembro 01, 2008, 08:27:40 pm
queria fazer aqui um correctivo ao meu post anterior,pois pela noticia que li o leote é mais caro em Portugal(rondado a volta dos 70 centimos) do que em Espanha(segundo o texto anteriormente o leite em Espanha e mais caro e segundo o texto que vou postar agora o leite é mais deixo a pergunta no ar)

Citar
O preço do leite, em Portugal, é superior à média europeia e comprar um pão é mais barato do que na maioria dos países europeus. A comparação de cabazes semelhantes de alimentos e bebidas permite concluir que comer e beber, em Portugal, custa o mesmo que na Holanda, 88% da média europeia. Em Espanha, o mesmo cabaz custa 92% da média da UE.

Apesar de existir um mercado único, o diferencial de preços na União Europeia continua a ser importante. Segundo o organismo estatístico da UE, Eurostat, as diferenças de custos na comida e bebida, para cabazes idênticos, podiam atingir valores expressivos, da ordem de duas vezes e meia, entre os mais baratos e os mais caros. O país europeu mais dispendioso - para a bolsa dos portugueses - é a Dinamarca, onde o mesmo cabaz custa quase uma vez e meia o valor médio, ou 142%. Comer continua a ser mais barato nos novos Estados membros, os antigos países de leste: na Polónia, o custo do cabaz de alimentos e bebidas não alcoólicas atinge apenas 67% da média europeia (ou três quartos do valor português). França e Alemanha, cada um com 105%, estão próximos da média, o mesmo acontecendo com a Grécia, com 98%.

Separados os cabazes em produtos, verifica-se que a carne é comparativamente mais barata em Portugal (82% da média europeia), mas os cereais e sobretudo os ovos e lacticínios são mais caros. Neste último grupo, o cabaz português custa mais 5% do que o mesmo cabaz europeu. Em Espanha, o grupo composto por leite, queijo e ovos é 4% mais barato do que o europeu.

Uma referência para o tabaco. Fumar, na Estónia, é muito barato, custando o respectivo cabaz apenas 41% da média europeia. Em Portugal, o valor atinge 76%. No Reino Unido, o custo é proibitivo, atingindo 205%. Todos estes valores surgem em paridades de poder de compra, o que permite comparações fidedignas. |
Título:
Enviado por: AMRAAM em Setembro 01, 2008, 09:35:50 pm
Gran texto el ultimo que has aportado Iris-t en donde tenemos una gran cantidad de datos y de informacion,sobre algunas comparaciones entre España y Portugal...:roll:  :twisted:
SALUDOS!!
Título:
Enviado por: Iris-t em Setembro 01, 2008, 09:49:05 pm
Yo es que me quedo sorprendidísimo porque hombre no es que esté todos los días en Portugal, pero si que lo visito 1 o 2 veces al año, y que me digan que el combustible es más caro en España es de risa, sólo tienes que ir a la frontera entre Elvas y Badajoz y te encuentras la primera gasolinera española todo el día llena de portugueses, tanto que prácticamente los vecinos españoles de la zona no la usan para no tener que esperar sobre todo los fines de semana.

Tambien he comprado en Elvas, Gaia, incluso en Lisboa y como mucho mucho los precios son parecidos, claro yo normalmente no compro productos alimenticios, pero si compras cosas de electrónica, informática, vestuario, etc., se te quitan las ganas ya que puedes ir a cualquier centro comercial de Madrid y sólo por el efecto IVA te saldrá más barato.

De todas maneras debo disculparme con TG, porque le he contestado sobre algo que el no ha escrito lo hizo Tiger, lo dicho te pido disculpas ya que el no es el que manipula los datos.
Título:
Enviado por: tgcastilho em Setembro 01, 2008, 11:14:40 pm
Citação de: "Iris-t"
Yo es que me quedo sorprendidísimo porque hombre no es que esté todos los días en Portugal, pero si que lo visito 1 o 2 veces al año, y que me digan que el combustible es más caro en España es de risa, sólo tienes que ir a la frontera entre Elvas y Badajoz y te encuentras la primera gasolinera española todo el día llena de portugueses, tanto que prácticamente los vecinos españoles de la zona no la usan para no tener que esperar sobre todo los fines de semana.

Tambien he comprado en Elvas, Gaia, incluso en Lisboa y como mucho mucho los precios son parecidos, claro yo normalmente no compro productos alimenticios, pero si compras cosas de electrónica, informática, vestuario, etc., se te quitan las ganas ya que puedes ir a cualquier centro comercial de Madrid y sólo por el efecto IVA te saldrá más barato.

De todas maneras debo disculparme con TG, porque le he contestado sobre algo que el no ha escrito lo hizo Tiger, lo dicho te pido disculpas ya que el no es el que manipula los datos.


Nisso tu tens toda a razão,bem que eu queria que a gasolina em Portugal fosse barata como em Espanha,bem que poupava uns trocos.Uma coisa engraçada na zona fronteiriça Elvas-Badajoz é que estão os portugueses todos na fila para a gasolina,e os Espanhóis todos nos restaurantes em Elvas a Almoçar :D
Título:
Enviado por: Tiger22 em Setembro 01, 2008, 11:18:26 pm
Citação de: "Iris-t"
Si si claro, pero bueno TG tú te crees que la gente es idiota, o que tú puedes leer los periodicos españoles y nosotros no los portugueses. Pero hombre que tú no te enteres, no quiere decir que puedas manipular los datos, bueno tú te lo has buscado, racioncita de economía portuguesa.

IVA Portugal: 21%
IVA España:  16%

La crisis de la industria hunde el norte de Portugal
La huida de empresas, el declive económico y un salario mínimo de poco más de 400 euros al mes obligan a miles de jóvenes de varias regiones portuguesas a buscar empleo en España

http://www.elpais.com/articulo/internac ... int_13/Tes (http://www.elpais.com/articulo/internacional/crisis/industria/hunde/norte/Portugal/elpepuint/20070330elpepiint_13/Tes)

Portugal vuelve a estar deprimido

Portugal vuelve a estar deprimido
EL 'PAGAPOUCO'. Un paisano se limpia la cara con su pañuelo antes de
Dónde comer: A pesar de la crisis, en Portugal se sigue comiendo bien. Tras recoger los datos para esta crónica, nos hemos acercado al restaurante Lusitania de Elvas, fundado por empleados del Cristo a quienes les tocó la lotería. A su vez, otros empleados del Lusitania han abierto, ya sin lotería, el Tip Tap. Nada más sentarnos, nos ponen ensalada de pulpo, aceitunas, pan y mantequillas y patés (entrantes: 1 euro). Hay que pedir el vino blanco seco especial, arroz de marisco con el marisco sin cáscaras (24,50 para dos), camarao tigre abierto a la plancha (65 el kilo) o queixo de porco grelhado (9,75), que es la careta del cerdo a la brasa. De postre, sericaia con ameixa (3,25) o tiramisú (2,80).
El redactor jefe de un periódico portugués gana cada mes de media 1.000 euros. Un colega suyo gana en España, también de media, 2.100 euros. En el supermercado Mini Preço de la cadena Día, situado a la entrada de Elvas, el pasado nueve de julio, esa melona que tanto gusta a los portugueses servir de postre rociada con un chorrito de oporto costaba 1,19 euros el kilo. La misma melona, la tarde anterior, en Cáceres, en el supermercado Maxi Día de la carretera de Miajadas, costaba diez céntimos menos: 1'09.

Portugal vuelve a estar triste. Se nota leyendo la prensa, viendo la tele, escuchando las conversaciones. «María, deja esos yogures, que son muy caros». María, que debe de tener unos 10 años, y su madre acaban de descender de unFord Mondeo (la misma gama, 36.000 euros en Portugal, 20.000 en España a precios de 2007). Pero no parecen estar para lujos: la niña quería llevarse unos yogures Activia (2,44 euros) y la madre, ahorradora, se lo prohíbe. Si en vez de en Elvas, comprara el mismo 'pack' de cuatro en Cáceres, le habrían salido por 1,99 euros.

La crisis parece cebarse con Portugal. La situación se torna paradójica al compararse con quien uno siempre se compara: el vecino español (¿no van a compararse con Lituania!). En Portugal ganan menos, pero es más caro llenar el depósito de combustible y, según nuestros datos, hacer la cesta de la compra. Solo algún pequeño placer cotidiano como tomar café leyendo el periódico sale más barato en Portugal: 0,60 el café y 0,80 el diario. En Cáceres, Mérida, Plasencia o Badajoz, lo normal es pagar un euro por cada uno de estos placeres.

A veces, la situación económica complicada se endulza con narcóticos colectivos, con opiáceos como el fútbol. Pero en Portugal, ni por esas. Clara Ferreira Alves, columnista semanal de cabecera para miles de portugueses, escribía hace un par de meses, mirando el éxito español en la Eurocopa: «Juntos no podemos».

Pero escribía más: «Portugal es un pueblo quebrado por años de sacrificios inútiles. De privaciones y pésimos gobiernos. (...) Estamos cansados. Cansados de dificultades. En vez de trabajo colectivo, veneramos el éxito individual y el dinero de los otros. Juntos no podemos. En un tiempo de miedo, recesión y duda, el país piensa en quién va a sustituir a Scolari (exseleccionador nacional de fútbol), el hombre providencial».

La saudade vuelve a extender su manto paralizador. Pero más allá del sentimiento, el dato: en 2007, el salario mínimo portugués era de 374,70 euros y el español de 570. La pensión mínima lusa estaba en 150 euros y la española en 312,43. El sueldo medio de un director de fábrica era allí de 2.168 euros y de 4.601, aquí.

En España, la sanidad es gratuita. En Portugal, en 2007, había que pagar 2'30 euros por cada consulta en el ambulatorio, 3 euros por las urgencias ambulatorias, 6 euros por visitar las urgencias hospitalarias y 2 euros por cada radiografía (exentos de pago: niños, jubilados, parados, enfermos crónicos y diabéticos).

La prensa lusa llega cada día cargada de comparaciones odiosas. Un crítico musical se lamenta de que el Teatro Nacional San Carlos aún no haya presentado su temporada de ópera mientras los teatros españoles anuncian hace tiempo las suyas. El analista de la sección de Economía avisa de que más del 9% de la riqueza portuguesa fue generada por empresas españolas instaladas en el país.

En la sección de Sociedad se recoge el dato de que ya han nacido en el hospital de Badajoz 495 niños portugueses y que en Portugal hay 11.600 ricos y en España 168.000 (rico: persona con más de un millón de dólares en activos financieros). En Mar y Campo se denuncia que los cunicultores de la región miñota (Bragança, Vila Verde, Guimaraes) se arruinan por culpa de los criadores españoles de conejos, que tiran los precios porque reciben subvenciones.

Pan y cine

Bajan un 10% las ventas de pan y un 43% la asistencia al cine en abril de 2008 con respecto a abril de 2007. Desciende un 25% el tráfico en la autopista lisboeta IC19 y sube un 7% el tráfico de viajeros en la línea ferroviaria de Sintra. Esos datos, más o menos, se repiten en España. Pero el pesimismo melancólico luso no permite consuelo. La crisis hispana se observa como otra puñalada a Portugal: España es el mayor cliente portugués comprando el 28,4% de las exportaciones portuguesas y si la crisis se ceba con España, ¿quién va a comprar ahora lo 'Made in Portugal'?

En el Alentejo, la región limítrofe con Extremadura, saltan las alarmas. Resulta que a finales de 2007, 11.000 alentejanos trabajaban en Extremadura, fundamentalmente en la construcción. Según la Unión de Sindicatos de Portalegre, cada domingo partían decenas de furgonetas cargadas de albañiles desde nueve pueblos del distrito. «¿Qué va a pasar ahora si en Extremadura ya no se construye tanto?», se preguntan, se agobian... se deprimen.

¿Tan grave es la situación? A simple vista no lo parece. Un psicólogo del alma colectiva podría diagnosticar que estamos ante un país con tendencias depresivas indomeñables y cíclicas. Sin embargo, ciñéndonos solo al Alentejo, los datos demuestran que la vida sigue y los nubarrones son menos negros de lo que se quiere creer. El próximo mes de septiembre, tras realizar una inversión de diez millones de euros, la cadena M'AR De AR inaugura dos hoteles de lujo en Évora: Hotel da Cartuxa, que ya existía, y Palácio dos Sepúlveda.

En turismo existen grandes proyectos de lujo en curso como L'And Vineyards en Montemor, de los grupos Lágrimas Hotels y Cunhal Sendim; el Parque Alqueva de José Roquette, que se levanta en Reguengos de Monsaraz, cerca de Villanueva del Fresno y Cheles, o la Herdade do Barrocal, del grupo Aquapura.

En agricultura, ya se cuenta con 6.000 hectáreas regadas por el embalse de Alqueva, 20.000 a punto de entrar en regadío y los proyectos auguran 110.000 hectáreas regadas en 2015. La producción de aceite también se desarrolla. Es el caso de la Quinta de São Vicente de la familia Passanha: 17 millones de euros, 700 hectáreas plantadas de olivar y 50 empleos.

En Portalegre se abre el uno de agosto la primera central de compostaje del Alentejo, que aprovechará el 40% de la basura doméstica del distrito y dará empleo a 55 personas. El mundo del vino también disfruta de buena salud en el Alentejo, con el 40% del vino embotellado en el país.

Más allá del Alentejo, los síntomas tampoco son tan críticos. El festival Allgarve llenará de arte y música la costa merdional portuguesa hasta que acabe el verano. El 14 de septiembre canta Madonna en Lisboa y las 75.000 entradas se vendieron hace un mes. Se suceden los conciertos de Lou Reed, Dylan, Caetano Veloso, Diana Krall, Leonard Cohen, Paolo Conte, Neil Young, Rage Against Rhe Machine... Y no solo en Oporto, Lisboa y Algarve, sino también en provincias: Suzanne Vega actuará en Guarda.

Portugal sigue siendo vanguardia en la gestión y desarrollo de los grandes centros comerciales. En el tercer trimestre de este año abrirá uno nuevo cerca de la frontera extremeña, en Castelo Branco: 40 millones de euros, 12.000 metros de un hipermercado Jumbo, 65 tiendas, 1.200 plazas de aparcamiento...

Continente, o sea, Carrefour, ha instalado 86 cajas 'self-chek-out' en 20 hipermercados. Se extenderán al resto de tiendas. Estas cajas a la última, donde el cliente llega, pasa las compras por un lector y paga con tarjeta, empezaron en 2004 en un Pâo de Açucar y un FNAC. Hoy las usan el 10% de los clientes de los híper.

Las grandes superficies comerciales outlet se extienden por Alcochete, Gaia, Vila do Conde y Carregado. Son tiendas de productos Burberry, Hugo Boss o Calvin Klein con un mínimo de un 30% de descuento y una media del 50%. En la frontera española se va a abrir el DG Center Atlántico en Tui (Pontevedra): 44.000 metros cuadrados y 74 tiendas. No se prevé abrir más por ahora, aunque el otro punto fronterizo con posibilidades es Badajoz.

Mientras llegan los macro-outlet y el centro Ikea a la Raya, la realidad es la que es: yogures, café, cerveza, Cocacola, patatas, compresas, leche, arroz, azúcar, bananas, tomates, melona y huevos, todo de la misma marca y en la misma cantidad: 15,28 euros en el Maxi Día de Cáceres, 15,72 euros en el Mini Preço Día de Elvas... 40 litros de gasolina 98 en Cáceres, 55,16, en Elvas, 66'68. Si se trata de gasóleo, 53'16 y 56'92.. Como para no deprimirse.
http://www.hoy.es/20080727/regional/por ... 80727.html (http://www.hoy.es/20080727/regional/portugal-vuelve-estar-deprimido-20080727.html)


Nunca vi uma reportagem tão manipulada e tão absurda como esta. Tinha que vir da máfia da PRISA e companhia!

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la niña quería llevarse unos yogures Activia (2,44 euros) y la madre, ahorradora, se lo prohíbe.


Patético. :roll:

Na hora negra espanhola, todos os meios de comunicação ligados ao PSOE e a maçonaria tentarão pintar um cenário negro em toda a Europa e em todo o mundo. A ideia é dizer que afinal aqui não estamos muito mal. O pior é que a realidade que se avizinha é desoladora, e nem a manipulação da imprensa corrupta espanhola poderá tapar essa realidade.

Da minha parte não me volto a desviar do tópico.
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Setembro 02, 2008, 12:12:02 am
q discussão pesada pessoal.

tb vivi em Espanha (Zaragoza) e parece-me q la esta melhor do q Pt. Excepto os preços das casas...q sao totalmente estupidos.
Mas, tal como em Pt depende da regiao. Ha 1s meses li 1 noticia, penso q no Jornal de Noticias (www.jn.pt (http://www.jn.pt) para los españuelos) e, q em Lisboa s ganhava cerca de 200 e tal euros mais do q outras partes do país.

A verdade é q la da para ser cabeleireiro. La vanidad españuelita... :D

A nível de industria, ja tenho mais conhecimento. Espanha tem + do q nos e em areas em q nos ainda somos pequenos (aeroespacial e defesa, por exemplo). Reparai q eu n disse "+ e melhor", so mais, pq em termos d qualidade acho q é ela por ela.

He... tios y tias, si mí manera de escribir no fuer clara, por favor decid.
Solo una pequeña curiosidad: iris eres 1 tio o tia?

olé!
Título:
Enviado por: Iris-t em Setembro 02, 2008, 01:12:55 am
Soy un titi, je je.

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Na hora negra espanhola, todos os meios de comunicação ligados ao PSOE


Uhhh, El País si seguro, pero Hoy de Extramadura ligado al PSOE??, creo que están un poquitín más a la dereita.

Date cuenta que el 28% de las exportaciones portuguesas se realizan a España, la hora negra de España, puede no ser de España sólo, has visto como no sabes.
Título:
Enviado por: Tiger22 em Setembro 02, 2008, 01:51:53 pm
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El paro subió en 103.085 personas y ya supera los 2,5 millones de desempleados
EFE 02.09.2008 - 09:03h

El número de parados sube por quinto mes consecutivo.

La cifra total de desempleados se sitúa en 2.530.001 personas.

Es la mayor tasa desde febrero de 1998.

Las mayores subidas se dieron en Andalucía y Cataluña.

El paro registrado en los Servicios Públicos de Empleo subió en 103.085 personas en agosto, por quinto mes consecutivo, y situó el número total de desempleados en 2.530.001, el 4,2% más que un mes antes y la mayor cifra de parados desde febrero de 1998, según datos del Ministerio de Trabajo hechos públicos esta mañana.

En toda la serie histórica comparable, que comienza en 1996, el paro ha subido en agosto en ocho ocasiones, aunque nunca tanto como este año. Desde agosto de 2007, el paro se ha incrementado en 501.705 personas, el 24,7%, de los que 362.406 son varones, con un incremento interanual del 45,3%; y 139.299 mujeres, con una subida respecto a agosto del año pasado del 11,3%.


Servicios, el peor sector

En agosto el paro aumentó en todos los sectores, y fue el de servicios el que más contribuyó al incremento de desempleo, con 46.344 parados (+3,28%), seguido de la construcción con 38.531 (+9,87%); industria con 15.881 (+5,18%); agricultura con 1.826 (+2,24%) y el colectivo sin empleo anterior con 503 (+0,22%).


El ministro de Trabajo e Inmigración, Celestino Corbacho, anunció ayer un aumento de la cifra del paro correspondiente al mes de agosto y declaró que la previsión del Gobierno para el próximo año es que esa cifra siga aumentando hasta llegar al 12,4%.

La Seguridad Social perdió 114.486 ocupados

La Seguridad Social perdió en agosto 114.486 afiliados, el 0,6% respecto al mes anterior, situándose el total de ocupados en 19.055.340 cotizantes.

Por su parte, la afiliación media se situó en agosto en 19.137.556 ocupados, lo que representa un descenso de 244.666 afiliados (-1,2%) respecto a julio.

Las mayores subidas en Andalucía y Cataluña

El paro subió en en todas las comunidades, especialmente en Andalucía, con 24.551 desempleados más, Cataluña, con 20.118, Comunidad Valenciana, con 18.888, y Madrid, con 11.099.

En el resto de comunidades las subidas fueron: Murcia (5.567), Castilla La Mancha (5.135), Baleares (3.613), Galicia (3.119), País Vasco (3.065), Extramadura (2.990), Aragón (2.398), Castilla y León (1.979), Cantabria (793), Navarra (516), La Rioja (360), Canarias (238) y Asturias (221).
Título:
Enviado por: PedroM em Setembro 02, 2008, 03:27:23 pm
A economia espanhola vai entrar em recessão até ao final do ano e a taxa de desemprego deve atingir um máximo de 14%, de acordo com as previsões dos economistas inquiridos pela agência Bloomberg.

A probabilidade da economia espanhola entrar em recessão técnica – evolução negativa do PIB durante dois trimestres consecutivos - aumentou para 67,5% no inquérito a 14 economistas hoje divulgado pela Bloomberg. No mês passado esta probabilidade era de 50%.

São agora 10 os economistas que prevêem uma recessão na economia espanhola, sendo que oito deles acreditam que a queda da economia vai ocorrer já no terceiro trimestre do ano.

No segundo trimestre a economia espanhola cresceu ao ritmo mais lento desde 1993, depois de durante 10 anos o país ter conseguido apresentar taxas de crescimento superiores à média europeia.

A crise no mercado de crédito e o forte queda no sector imobiliário explicam a performance da economia espanhola, sendo que um dos resultados mais visíveis deste cenário está na subida do desemprego.

Os economistas sondados pela Bloomberg acreditam que a taxa de desemprego subirá para 14%, o que compara com os 10,4% verificados no segundo trimestre do ano. A Espanha foi responsável pela criação de cerca de metade dos novos empregos entre 2001 e 2006 na Zona Euro.

As previsões do Governo espanhol também confirmam este cenário de forte abrandamento da economia. O Executivo de Zapatero antevê um crescimento do PIB de 1,6% este ano, 1% em 2009, mas está confiante que a economia espanhola vai regressar a taxas de crescimento de 3% em 2010. Ainda assim o ministro das Finanças diz que para já o Governo não antevê uma recessão na economia espanhola.

http://www.jornaldenegocios.pt/index.ph ... &id=329678 (http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=329678)
Título:
Enviado por: JLRC em Setembro 02, 2008, 06:21:40 pm
Citação de: "Chicken_Bone"
q discussão pesada pessoal.

tb vivi em Espanha (Zaragoza) e parece-me q la esta melhor do q Pt. Excepto os preços das casas...q sao totalmente estupidos.
Mas, tal como em Pt depende da regiao. Ha 1s meses li 1 noticia, penso q no Jornal de Noticias (www.jn.pt (http://www.jn.pt) para los españuelos) e, q em Lisboa s ganhava cerca de 200 e tal euros mais do q outras partes do país.

A verdade é q la da para ser cabeleireiro. La vanidad españuelita... :D

A nível de industria, ja tenho mais conhecimento. Espanha tem + do q nos e em areas em q nos ainda somos pequenos (aeroespacial e defesa, por exemplo). Reparai q eu n disse "+ e melhor", so mais, pq em termos d qualidade acho q é ela por ela.

He... tios y tias, si mí manera de escribir no fuer clara, por favor decid.
Solo una pequeña curiosidad: iris eres 1 tio o tia?

olé!


Ó Chicken e se você escrevesse em português em vez dessa lingua codificada que precisa de tradução?
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Setembro 02, 2008, 07:19:57 pm
Ó JLRC, pf trata-me por tu. A menos q sejas brasuca, pois assim "você" serve lindamente.

Ohhhh, Iris eres chico.... :D

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Na hora negra espanhola, todos os meios de comunicação ligados ao PSOE e a maçonaria tentarão pintar um cenário negro em toda a Europa e em todo o mundo. A ideia é dizer que afinal aqui não estamos muito mal. O pior é que a realidade que se avizinha é desoladora, e nem a manipulação da imprensa corrupta espanhola poderá tapar essa realidade.


Os jornais espanhóis não estão a esconder algo; a economia mundial está bastante mt má.
Penso que já foi dito por aí que tds as economias mundiais estão interdependentes, por isso nenhuma escapa. Nem a portuguesa. Não sei se costumas ir ao supermercado, pois os preços têm subido.
Com certeza, já viste notícias sobre os portugueses irem fazer grande parte das compras a Espanha. Algo q quase q n sucedia para aí há 15 ou mais anos.

E não dá jeito algum que a economia españuela enfraqueça, já q recebem um grande número das nossas exportações. Para já nem falar das várias empresas espanholas com filiais ou subsidiárias portuguesas. Ou do número crescente de españuelos turistas.

Eu compreendo q o pessoal n ache piada aos espanhóis: têm a 2º língua mais "gay" do mundo, a seguir ao francês e são vaidosos e um bocado arrogantes e são uns friorentos (siempre con frío) do caraças (expresión portuguesa). Mas, nós também temos disso...olha o Cristiano Ronaldo. :D No entanto, é menos mau tê-los como vizinhos quando comparado com muitos outros países.

olé!
Título:
Enviado por: manuel liste em Setembro 02, 2008, 10:35:41 pm
Citação de: "Chicken_Bone"
 Eu compreendo q o pessoal n ache piada aos espanhóis: têm a 2º língua mais "***" do mundo, a seguir ao francês


E o alemão não é máis "***"? E o ruso?

Eu atopo o português mais próximo ao castelhano que a qualquer outra língua exceto a galega, é fácil de perceber exceto algumas palavras como "piada" ou semelhantes. O difícil é escrevê-lo sem erros de ortografia (mas para esse problema inventaram os tradutores)  :wink:
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Setembro 02, 2008, 11:16:57 pm
Fogo, a palavra "gay" (g-a-y) é censurada?! E homossexual e paneleiro, também? Já parece a China ou país islâmico do Médio Oriente!

Não Manuel, essas línguas n são tão g-a-y-s como o Castelhano. :D

Bem, eu também n escrevo Castelhano mt bem. Como talvez já tenhas reparado, escrevo-o como um português. Não consigo, por exemplo interiorizar o reflexivo (p. ex. - p. ej. en Castellano -, "dale eso a él") em alguns casos.

Não sei já há algum tópico, mas eu estaria interessado em q se falasse da cooperação PT-ES nas zonas trans-fronteiriças. Como estou mais informado sobre a cooperação Galicia-Norte, gostaria que se versasse mais sobre as outras zonas.

Olé!
Título:
Enviado por: AMRAAM em Setembro 02, 2008, 11:49:11 pm
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Não Manuel, essas línguas n são tão g-a-y-s como o Castelhano. Very Happy

 :shock:.

Tengo cierta idea de a lo que puedes referirte(Digo yo que tendra que ver con la pronunciacion..  :wink: .De todas formas,no se,quizas porque mi lengua materna es el castellano y no me doy cuenta,pero no me parece ésta una lengua muy..a ver como lo digo, "g-a-y" o "refinada",como quizas si pueda ser mas el frances,al cual no me pregunteis por qué pero le encuentro un tono y un timbre muy sensual.. :lol: .
SALUDOS!!
Título:
Enviado por: P44 em Setembro 03, 2008, 08:06:06 am
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Postcard from Madrid

Spain's Children of the Boom Confront the Bust

Thursday, Aug. 07, 2008 By LISA ABEND

It's a Thursday evening and the outdoor tables at Madrid's Cervecería San Andrés are, as usual, packed with locals cheerfully gabbing away and downing cold glasses of beer. The convivial scene betrays no hint of the recession bearing down on the Spanish economy. Gathered around one table, five gregarious coworkers from a local information-technology firm seem impervious to the downturn. So far, they say, their industry hasn't felt the pinch. Press them a little, though, and their anxiety starts to surface. All have stories about a friend who has lost a job, a relative forced to sell a second home. But none is quite sure what to make of these signs, because they are all under 35, and this is the first time in their working lives that the Spanish economy has flagged.

Until recently, Spain's growing prosperity was something young Spaniards took for granted. In the last decade and a half, the country's gross national product more than doubled, and from 2000 to 2007 the average salary jumped from $35,500 to $42,400. That boom meant easy opportunities for university graduates. "You'd get out of school and have a job within three weeks, tops," says David Jiménez, 31. But that was before economists began predicting that Spain's economy, which grew by 3.8% in 2007, would be lucky to eke out 1.8% in 2008. Inflation now stands at 5.3%, almost a full point higher than the European Union average, and the unemployment rate hit 10.7% in June, the worst in the E.U. On Aug. 12, faced with a barrage of grim economic news, Prime Minister José Luis Rodríguez Zapatero cut short his vacation to convene an emergency session with his cabinet. The following day he announced a relief package that suspends the inheritance tax, boosts subsidies for low-income housing and provides more financing for small businesses.

Most job losses have come in the real-estate and building sector, which contributed 12.2% to GDP in 2006 but is now in crisis. Sure enough, Jiménez has a friend who has lost his construction job. But as the five talk about the people they know who are now unemployed, the list of affected sectors grows. "I know some teachers in private schools who have lost their jobs," says Jiménez's colleague, Vicki Marcos, 30. "The parents don't have money for their kids' education anymore." Juan Antonio Salguero, 27, says: "A friend of mine who worked for a hospital for years just didn't get his contract renewed." Adrian de la Horra, 25, joins in: "Don't forget the civil service. They're cutting back too."

And so the conversation goes: a general sense of well-being gives way to lurking uncertainty. Sergio Sánchez, 30, says he's been unable to get a mortgage. Jiménez has opted to live with his parents to save money. Salguero, who moved to Madrid from Seville a year ago, has cut back on trips home because of high gas prices. "And let's not even talk about bread," he adds. "Do you know that the cost of a loaf has doubled in the time I've been here?" Marcos nods. "They're small things, but they're starting to add up," she says. "By the end of the year, I think we're all going to notice it a lot more."

The group already notices the difference between their generation and earlier ones. Franco's dictatorship kept the economy closed almost into the 1960s, and even after that, Spain's development lagged behind that of other Western European countries. "People who lived through the war and the dictatorship were careful with their money," says Sánchez. "But now everyone thinks they have a right to buy a car and take vacations at the beach. So they take out loans to do it."

The coworkers at this table are no longer certain that they'll be better off than their parents. "My mother, all of our mothers, stayed at home while my dad worked," says Marcos. "But now, if you're going to have a family, you need two salaries: one to pay the mortgage, and one to live off." Jiménez has an even bleaker outlook: "To me, being middle class means owning a home and a car," says the university-educated engineer. "I don't know if I'll ever be able to do that." For a generation of Spaniards raised to expect progress, this is a rude awakening.


http://www.time.com/time/world/article/ ... 72,00.html (http://www.time.com/time/world/article/0,8599,1829472,00.html)
Título:
Enviado por: manuel liste em Setembro 03, 2008, 10:31:42 am
Para muitos espanhóis jovens viver uma crise econômica é una desagradável novidade. Como ninguém ainda inventou o crescimento perpétuo, tinha que chegar e uns estão mais preparados do que outros para defrontar-lhe.

O que eu vejo é que as empresas están a prescindir de muitos empregados, ainda empresas sem vínculos a construção.

Quando aqui há problemas sempre ocorre o mesmo: joga-se aos empregados para salvar as empresas, já o ví em 1993.

Agora estamos melhor do que em 1993, duvido que cheguemos a ter recessão. Embora como dizemos por aqui, não ponho a mão no fogo para prová-lo  :?:
Título:
Enviado por: nelson38899 em Setembro 03, 2008, 11:23:30 am
O problema deve-se muita das vezes à incompetência dos empresários, que em vez de procurar novos mercados, ou desenvolver novos produtos, preferem ir pela solução que lhes ensinam na universidade, ou seja, despedir os empregados.
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Enviado por: manuel liste em Setembro 03, 2008, 11:31:11 am
É mais singelo despedir empregados do que inovar, isso é verdade. Quando o empresário vê que o dinheiro não lhe chega, só procura a maneira de reduzir gastos. Mas não sempre se pode inovar durante uma crise, e menos numa crise financeira como a atual
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Enviado por: nelson38899 em Setembro 03, 2008, 11:38:17 am
O dinheiro não desaparece! Esta crise é só para os países desenvolvidos, basta dar uma vista de olhos pelo mundo e vê-se uma angola, Brasil, índia e china a crescer a 10% ao ano. A melhor forma de passar esta crise é apostar nesses novos mercados, e não ficar à espera que a crise acabe, ou que o governo dê um subsidio.
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Enviado por: P44 em Setembro 03, 2008, 11:49:51 am
Citação de: "nelson38899"
O problema deve-se muita das vezes à incompetência dos empresários, que em vez de procurar novos mercados, ou desenvolver novos produtos, preferem ir pela solução que lhes ensinam na universidade, ou seja, despedir os empregados.


cá acontece o mesmo...
Título:
Enviado por: Iris-t em Setembro 03, 2008, 06:57:03 pm
El problema de una crisis, como la que hay en España, es real, pero tambien es mucho de confianza y expectativas.

El paro aumenta, por lo que hay menos consumidores potenciales, como la gente ve que hay despidos, decide no realizar gastos que no sean esenciales bajan las ventas de casas, vehículos, vacaciones, ocio, y ventas en general.

La gente teme ser despedida, baja el consumo aun más el consumo, como las fábricas y comercios tienen menos ventas necesitan menos personal, más despidos.

Como realmente hay un movimiento inferior de la economía, se gasta más en desempleo y otras prestaciones asistenciales, el Estado tambien tiene menos dinero, sin embargo sus gastos corrientes son los mismos porque no despide a nadie, osea su capacidad de inversión se reduce, hay menos obras públicas, menos contrataciones con empresas, etc., lo que produce más despidos.

Al final aunque parezca una tontería la salida de la crisis depende en un 90% de las propias empresas y familias, por eso las crisis son cíclicas en el tiempo, sobre todo en las economías europeas que dependen mucho del sector servicios, y más ahora que al nivel actual del € no permite exportar competitivamente fuera de la UE.

Por eso me hace gracia el argumento de algunos, que hablan de exportar a la comunidad lusófona, permitidme que lo dude mucho, Angola o Brasil, por ahora y en un futuro cercano van a preferir comprar en $ que en €, osea antes a EE.UU., Japón u otros países no europeos.
Título:
Enviado por: garrulo em Setembro 04, 2008, 09:56:44 pm
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DÉFICIT DEL 2,4 POR CIENTO EL PRÓXIMO AÑO
FUNCAS prevé recesión a finales de 2008 y una tasa de paro del 15 por ciento en 2009

La Fundación de Cajas de Ahorros (Funcas) estima que España entrará en recesión en la segunda mitad de 2008, tras registrar tasas negativas en el tercer y cuarto trimestre del año. Además, rebaja su previsión de crecimiento para 2009 hasta una tasa negativa de 0,5% interanual, lo que supone una clara recesión, tal y como avanzó LD. Esta previsión es bastante inferior a la anunciada en el mes de julio por el Gobierno (1 por ciento) por no hablar de lo que afirmaba Pedro Solbes durante la campaña electoral. La tasa de paro subirá hasta el 14,8% en 2009, y prevé una caída del 17,6% de la construcción y un déficit del 2,4% para el próximo año y del 3% en 2010.
   

LD (Agencias) Funcas ha revisado a la baja su previsión de crecimiento del PIB español hasta el 1,1 por ciento este año (el 0,5 por ciento menos de lo publicado en mayo), mientras que en 2009 prevé una contracción del 0,5 por ciento (frente al crecimiento de 0,4 por ciento que preveía anteriormente).
 
Estas previsiones son bastante inferiores a las anunciadas el pasado julio por el Gobierno en su última revisión, que cifra en el 1,6 por ciento el crecimiento para 2008 y en el 1 por ciento para 2009. Hay que recordar que la previsión inicial del vicepresidente Solbes era del 3,3 por ciento para este año.
 
Según indicó Funcas en un comunicado, la nueva revisión de las previsiones se debe al fuerte deterioro de las condiciones económicas que comenzó a mediados del pasado año y que, a su parecer, seguirá actuando en los próximos meses.
 
Funcas asegura que el ajuste en el sector de la construcción aún se va a prolongar "durante bastantes trimestres" y que el consumo va a mantener su debilidad a causa de la caída del empleo, la pérdida de poder adquisitivo, el elevado endeudamiento, los altos tipos de interés, la restricción crediticia y el aumento de la propensión a ahorrar por motivo de precaución.
 
Además, a pesar de los descensos que ha registrado el precio del barril de crudo en las últimas semanas, Funcas considera que se mantiene en precios muy elevados y recuerda también que el contexto anterior ha empeorado, puesto que las grandes economías europeas han "entrado en números rojos" y aún no se vislumbra el final de la crisis financiera que ha generado el problema de la restricción de crédito.
 
El PIB crecerá un 1,5 por ciento en 2010
 
La institución estima además que la economía española entrará en recesión en el cuarto trimestre de este año después de registrar tasas intertrimestrales negativas en los dos últimos trimestres de 2008, y sitúa la recuperación en el segundo semestre de 2009, por lo que estima que la economía podrá recuperase en 2010 y crecer de nuevo al 1,5 por ciento.
 
Las nuevas previsiones de Funcas son las más pesimistas conocidas hasta ahora y se sitúan muy por debajo de las últimas estimaciones del Ejecutivo de José Luis Rodríguez Zapatero, que sitúa el crecimiento del PIB en el 1,6 en 2008 y en el 1 por ciento en 2009. De este modo, se constata que el PIB nacional terminará 2008 con un avance un 90 por ciento inferior a las previsiones oficiales del Ejecutivo, tal y como avanzó LD.
 
En concreto, el consumo de los hogares crecerá sólo un 1 por ciento en 2008, mientras que en 2009 registrará un retroceso del 0,4 por ciento, recuperándose hasta el 1,3 en 2010. Por su parte, la formación bruta de capital fijo que, según Funcas, está sufriendo las consecuencias de la restricción crediticia, será negativa durante los próximos tres años.
 
Desplome del sector de la construcción
 
La inversión en construcción residencial registrará una caída del 9,3 en 2008, que se acentuará hasta el -17,6 por ciento en 2009 y continuará en 2010, aunque a un ritmo más moderado, situando la tasa en el -11,1. En cambio, Funcas cree que la inversión en bienes de equipo logrará mantenerse en positivo durante el 2008, aunque retrocederá un 5,5 por ciento en 2009 y remontará un 2,6 en 2010.
 
Por otro lado, la institución cree que el fuerte debilitamiento de la demanda interna se traducirá en una notable moderación de las importaciones en 2008 y en una caída de las mismas en 2010. Las exportaciones, por su parte, también presentarán un tono menos dinámico en 2008 y en 2009, debido a un entorno exterior más desfavorable y a la débil posición competitiva de la economía española que, al contrario que en otros periodos recesivos, no puede ser mejorada mediante el recurso a la devaluación del tipo de cambio.
 
Aportación negativa de la demanda interna
 
A pesar de todo, Funcas considera que las exportaciones podrían recuperarse algo en el año 2010 y que, en todo caso, avanzarán a mayor ritmo que las importaciones durante todo el periodo. De esta forma, la aportación al crecimiento del sector exterior será positiva en los próximos tres años, mientras que la demanda interna podría volverse negativa en 2009.
 
El saldo de la balanza de pagos por cuenta corriente volverá a crecer moderadamente en 2008, debido al encarecimiento del crudo y de otras materias primas, así como al aumento de los pagos al exterior en concepto de rentas de inversión. En cambio, Funcas cree que en 2009 podría reducirse como resultado de la caída de la demanda interna, prolongando la tendencia a la moderación en 2010.
 
El paro subirá hasta el 16 por ciento en 2010
 
En cuanto a la evolución del mercado de trabajo, Funcas cree que el empleo retrocederá tanto este año como el siguiente, por lo que la tasa de paro media anual se elevará hasta el 11,3 por ciento en el presente ejercicio desde el 10,2 previsto anteriormente y repuntará hasta el 14,9 por ciento en 2009 (2,3 puntos más). En 2010, el número de puestos de trabajo crecerá, pero muy débilmente, con lo que la tasa de paro seguirá escalando hasta el 16 por ciento.
 
El notable repunte de las remuneraciones de los asalariados este año, debido al traslado de la inflación a los salarios, va a impulsar el crecimiento de los costes laborales unitarios hasta el 3,4 por ciento, mientras que en 2009 y 2010 el aumento de las remuneraciones será más moderado, reflejando el descenso en la tasa de inflación y la debilidad del mercado de trabajo, lo que permitirá suavizar el incremento de los costes laborales.
 
Finalmente, Funcas asegura que la tasa de ahorro nacional descenderá durante todo el periodo a causa de la caída del ahorro público, mientras que las cuentas públicas registrarán un déficit del 0,6 por ciento en 2008, que se incrementará hasta el 2,4 en 2009 y hasta el 3 por ciento (límite máximo que marca la UE) en 2010.
Título:
Enviado por: Doctor Z em Setembro 05, 2008, 03:09:17 pm
Boas,

Afinal de contas a recessão já começou em Espanha ou são apenas boatos?
Título:
Enviado por: manuel liste em Setembro 05, 2008, 06:11:13 pm
Citação de: "Doctor Z"
Boas,

Afinal de contas a recessão já começou em Espanha ou são apenas boatos?


Ainda não começou. Pode que a fim do ano.. ou nunca
Título:
Enviado por: Iris-t em Setembro 05, 2008, 06:37:06 pm
Citação de: "Doctor Z"
Boas,

Afinal de contas a recessão já começou em Espanha ou são apenas boatos?


No comenzó de hecho en teoría aun tenemos un crecimiento positivo del +0,1% trimestral y de un +1,8% anual.

Personalmente creo que entraremos en recesión técnica a partir de final de año (2 trimestres consecutivos en negativo), el problema que yo veo es que como nuestro consumo interno va a ser muy flojo durante el año 2008/09, dependemos mucho de la coyuntura internacional.

Aquí veo 2 puntos clave, el precio del petróleo, debido a nuestra dependencia energética, y la relación euro-dólar, que si fuese un poco más pareja podría facilitarnos la exportación fuera de la UE, estos dos componentes puede hacer que pasemos por una crisis o por una fuerte crisis.

Hay un tercer componente que está relacionado con el precio de la energía y es la inflación, una disminución en la tasa de IPC, a medio plazo puede venir acompañada de una bajada de tipos de interés y eso podría animar el consumo interno.
Título:
Enviado por: AMRAAM em Setembro 17, 2008, 02:13:37 pm
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España se sitúa en el puesto 23 por competitividad tecnológica
La infraestructura y la falta de I+D juegan en detrimento del desarrollo español .

ELPAÍS.com - Madrid - 17/09/2008

España ha alcanzado el puesto 23 del ranking mundial de Competitividad Tecnológica 2008 y gana un puesto con relación al ranking de 2007, en el que ocupaba el puesto 24. Además de adelantar a Italia en dicho ranking, España obtiene un leve incremento de dos décimas (46,3 sobre un máximo de 100) con respecto a 2007 en el conjunto de las distintas variables que determina el nivel de competitividad tecnológica de los países. Son datos revelados en un estudio publicado por The Economist Intelligence Unit (EIU) y patrocinado por Business Software Alliance (BSA).
En esta su segunda edición, el estudio evalúa y compara la situación de la industrias de la Tecnología de la Información en 66 países para determinar en qué medida están potenciando la competitividad tecnológica en el sector. Si bien los veinte primeros países se mantienen con respecto al año anterior, se producen variaciones entre ellos, de manera que nueve ganan posiciones y 11 las pierden. Estados Unidos vuelve a ocupar el primer lugar del ranking, pero Japón desciende de la segunda a la duodécima posición; tres se incorporan al top 5: Taiwan, Suecia y Dinamarca; y en cuanto a Europa, el top 5 lo conforman, por este orden, Reino Unido, Suecia, Dinamarca, Holanda y Suiza, mientras que España queda en la vigésimo tercera posición.

El estudio revela que España mantiene una buena posición en lo que se refiere a entorno global de negocio (81 puntos sobre 100), capital humano (61,2 sobre 100) y marco legal adecuado (74,5 sobre 100). En estos tres aspectos, nuestro país figura entre los 20 primeros de los 66 analizados; sin embargo, obtiene sus peores registros en los capítulos de infraestructura tecnológica (31,2 sobre 100) y, especialmente, como entorno favorable al I+D (3,9 sobre 100).

Según el estudio hay varios factores que contribuyen a la creación de un entorno para el sector de las Tecnologías de la Información: una amplia oferta de actitudes y conocimientos, innovación, una buena infraestructura tecnológica, un marco legal que proteja la propiedad intelectual, a través de patentes y copyrights o una eficiente economía. Este tipo de sectores tecnológicos contribuyen directamente en más de un 5% al PIB de las naciones más avanzadas. Y además, repercuten positivamente en el conjunto de la economía por el hecho de ayudar a las organizaciones a ser más eficientes y productivas.

SALUDOS!!
Título:
Enviado por: AMRAAM em Setembro 23, 2008, 12:56:41 pm
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La crisis dispara el déficit del Estado al 1,31% del PIB en tres meses
Los ingresos caen un 17,7% hasta los 83.838 millones de euros mientras que los gastos aumentan un 9,4%

EFE - Madrid - 23/09/2008


Apenas tres meses han sido suficientes para acabar con tres años de superávit. Según ha informado hoy el Ministerio de Economía y Hacienda, las cuentas del Estado han cerrado agosto con un déficit de 14.638 millones de euros por culpa de la desaceleración económica, principalmente en el sector inmobiliario. Este aumento eleva los números rojos de la caja central al 1,31% del PIB y triplica el porcentaje del 0,42% de junio, cuando la Administración central registró su primer saldo negativo desde el mismo mes de 2005.

La razón de este fuerte recorte de los excedentes del Estado reside en la caída de ingresos, que entre enero y agosto han caído un 17,7%, hasta los 83.838 millones de euros, porque el menor consumo y el descenso de ventas, sobre todo inmobiliarias, reduce el dinero que entra en las arcas de las administraciones vía impuestos. Frente a este descenso, los gastos han aumentado un 9,4% con respecto al mismo periodo de 2007, hasta 98.476 millones de euros.

Este apartado, de su lado, crece por culpa del alza del paro y el aumento de la partida destinada al pago de prestaciones que éste provoca y, según destaca el Departamento que dirige Pedro Solbes, por la inyección de liquidez a familias y empresas motivadas a raíz de los cambios normativos y rebajas fiscales. Una partida que asciende a 13.250 millones de euros hasta agosto.

La Seguridad Social aguanta el tipo

Al contrario que la Administración central, las cuentas de la Seguridad Social están sorteando mejor la crisis económica a pesar del alza del paro. Así, a cierre de agosto tenía un saldo positivo de 15.971,38 millones de euros, un 4,05% más que en el mismo periodo de 2007, según ha informado el Ministerio de Trabajo e Inmigración.

Precisamente su titular, Celestino Corbacho, ha defendido hoy que la Seguridad Social nunca ha tenido una situación "tan buena como ahora" y ha descartado la necesidad de hacer reformas laborales. Además, se ha mostrado partidario de utilizar los Expedintes de Regulación de Empleo (ERE) como instrumentos para superar una determinada coyuntura económica y resolver los problemas.

Al igual que ocurre con el Estado, los gastos que afronta la Seguridad Social han crecido casi dos puntos más de lo que lo hicieron los ingresos. El dato final es el resultado de una diferencia entre unos ingresos de 84.025,86 millones de euros, el 8,9% más, y unos gastos de 68.054,48 millones, el 10,11% más.

En términos de caja -que computa los ingresos y gastos cuando se efectúan y no cuando se comprometen, como hace la contabilidad nacional- el superávit fue de 14.765,97 millones de euros, resultado de unos ingresos de 82.150,88 millones, el 9,14% más, y unos gastos de 67.384,91 millones, el 9,66% más. Además, el ministerio ha explicado que los gastos previstos pendientes de imputación presupuestaria suponen 1.760 millones de euros, lo que implica la disminución del superávit alcanzado a 31 de agosto.
Título:
Enviado por: Ataru em Outubro 01, 2008, 11:18:28 am
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Desemprego na zona euro sobe para 7,5% em Agosto


A taxa de desemprego na zona euro atingiu os 7,5% em Agosto, uma subida de uma décima face ao mês anterior e em termos homólogos, indicou esta quarta-feira o Eurostat. No conjunto da União Europeia (UE27), a taxa situou-se nos 6,9%, inalterada face a Julho e menos duas décimas do que há um ano atrás.
Em Portugal, a taxa de desemprego manteve-se nos 7,5% face a Julho e recuou seis décimas em termos homólogos.

O desemprego era mais elevado em Espanha (11,3%) e Eslováquia (9,9%), enquanto a Holanda (2,6%) e a Dinamarca (2,9% em Julho) apresentavam os valores mais baixos.

Face a Agosto de 2007, a Polónia apresentou a maior redução do desemprego, tendo passado dos 9,2% para os 6,7%. A Espanha, com uma subida de 8,3% para 11,3%, registou o maior incremento.
Título:
Enviado por: Ataru em Outubro 02, 2008, 10:09:40 am
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Espanha: Desemprego volta a subir em Setembro com mais 95 mil desempregados


Madrid, 02 Out (Lusa) - O desemprego aumentou 3,77 por cento em Espanha entre Agosto e Setembro, com mais 95.367 pessoas a elevarem o total de desempregados para cerca de 2,63 milhões, o valor mais alto desde Maio de 1997.  
 
 
Madrid, 02 Out (Lusa) - O desemprego aumentou 3,77 por cento em Espanha entre Agosto e Setembro, com mais 95.367 pessoas a elevarem o total de desempregados para cerca de 2,63 milhões, o valor mais alto desde Maio de 1997.

Desde Setembro do ano passado (mês em que o desemprego tinha caído), a taxa de desemprego aumentou 30,14 por cento, ou mais 608 mil desempregados, segundo dados do Ministério do Trabalho e Imigração.

Todos os sectores de actividades foram afectados pelo aumento de desemprego que cresceu 3,89 por cento no sector de serviços, 3,32 por cento na construção, 2,17 por cento na indústria e 2,47 por cento na agricultura.

A taxa de crescimento do desemprego é particularmente elevada entre os homens (aumento de 54,79) por cento, representando mais de 70 por cento dos desempregados inscritos nos centros de emprego no último ano.

Com o impacto a sentir-se em todas as faixas etárias, foram os menores de 25 anos que registaram o maior aumento, especificamente de 10,4 por cento.

Entre os estrangeiros o desemprego aumentou 6,63 por cento, entre Agosto e Setembro.

Estes dados levaram a que o aumentou da despesa com o fundo de desemprego tenha aumentado 35,4 por cento no último ano, atingindo os 1.793 milhões de euros.

O gasto médio mensal em cada desempregado foi de 1.019,3 euros.

Dados da União Europeia tinham indicado que Espanha registou em Agosto o maior aumento de desemprego de todos os países da UE-27.

ASP

Lusa/Fim
Título:
Enviado por: old em Outubro 05, 2008, 08:15:09 pm
Hypo Real State, una de las principales entidades financieras alemanas esta al borde de la quiebra poniendo en peligro al la economia Alemana. La mismisima Angela Merkel ha tenido que ir a la sede del banco a tranquilizar a los ciudadanos Alemanes.

Ya sabeis abrir un hilo con " a verdade de la economia Alemana" (inglesa, americana Italia etc etc etc):lol:

Que sois un poco pateticos y envidiosos.Que un Suizo o un Aleman etc etc critique la economia Española tiene cierto sentido, pero que lo hagan unos Portugueses que casi estan en el tercer mundo tiene valor... :roll:

Y encima parece que se alegran de la subida del paro en su pais Vecino, sabiendo que hay muchos portugueses trabajando o viviendo en España.
NO lo entiendo


 Que se sepa en España ningun banco ha quebrado. Es mas la solidez del sector financiero Español es de las mas importantes de mundo.

Agarrense porque la crisis es para todos

La verdad de la economia Española es que ha conseguido el 105% de la renta de la Union Europea mientras que Portugal se queda con un 75%, casi como Rumania o Polonia.

Ale, a pasar buen dia.


http://www.swissinfo.ch/spa/noticias/in ... 3000&ty=ti (http://www.swissinfo.ch/spa/noticias/internacional/El_Gobierno_aleman_pide_un_nuevo_esfuerzo_para_salvar_Hypo_Real.html?siteSect=143&sid=9808484&cKey=1223205093000&ty=ti)
Título:
Enviado por: Mike23 em Outubro 05, 2008, 08:45:35 pm
Citação de: "old"
Que sois un poco pateticos y envidiosos.Que un Suizo o un Aleman etc etc critique la economia Española tiene cierto sentido, pero que lo hagan unos Portugueses que casi estan en el tercer mundo tiene valor... :roll:
Título:
Enviado por: triton em Outubro 05, 2008, 09:17:58 pm
Citação de: "old"
Hypo Real State, una de las principales entidades financieras alemanas esta al borde de la quiebra poniendo en peligro al la economia Alemana. La mismisima Angela Merkel ha tenido que ir a la sede del banco a tranquilizar a los ciudadanos Alemanes.

Ya sabeis abrir un hilo con " a verdade de la economia Alemana" (inglesa, americana Italia etc etc etc):lol:

Que sois un poco pateticos y envidiosos.Que un Suizo o un Aleman etc etc critique la economia Española tiene cierto sentido, pero que lo hagan unos Portugueses que casi estan en el tercer mundo tiene valor... :roll:

Y encima parece que se alegran de la subida del paro en su pais Vecino, sabiendo que hay muchos portugueses trabajando o viviendo en España.
NO lo entiendo


 Que se sepa en España ningun banco ha quebrado. Es mas la solidez del sector financiero Español es de las mas importantes de mundo.

Agarrense porque la crisis es para todos

La verdad de la economia Española es que ha conseguido el 105% de la renta de la Union Europea mientras que Portugal se queda con un 75%, casi como Rumania o Polonia.

Ale, a pasar buen dia.


http://www.swissinfo.ch/spa/noticias/in ... 3000&ty=ti (http://www.swissinfo.ch/spa/noticias/internacional/El_Gobierno_aleman_pide_un_nuevo_esfuerzo_para_salvar_Hypo_Real.html?siteSect=143&sid=9808484&cKey=1223205093000&ty=ti)


 Olhe lá, você tem de ter respeito para com o nosso país, ou então vai-se dar muito mal neste forum
Título:
Enviado por: old em Outubro 05, 2008, 09:41:19 pm
Citação de: "Mike23"
Citação de: "old"
Que sois un poco pateticos y envidiosos.Que un Suizo o un Aleman etc etc critique la economia Española tiene cierto sentido, pero que lo hagan unos Portugueses que casi estan en el tercer mundo tiene valor... :roll:


Hablan de respeto? pues si...mucho respeto veo.  :lol:

Solo me sorprende que con paises en recesion como Japon o Irlanda, con otros que quiebran su sistema financiero como EEEUU o Uk , otros en dificultades como Alemania y otros sumidos en crisis permanentes como Italia y ustedes solo se preocupan de España?

Lo veo un poco hipocrita la verdad.

Y lo de pedalear para llegar a la altura de Portugal... dudo que ningun pais quiera caminar hacia atras.

No se enfaden y un saludo
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Outubro 05, 2008, 09:53:56 pm
Old: este é 1 tópico sobre Espanha e não sobre outros países.

É verdade que Espanha está à nossa frente, mas actualmente o receio de recessão é superior em Espanha do q em Portugal.
Título:
Enviado por: Mike23 em Outubro 05, 2008, 10:03:57 pm
Citação de: "Chicken_Bone"
Old: este é 1 tópico sobre Espanha e não sobre outros países.

É verdade que Espanha está à nossa frente, mas actualmente o receio de recessão é superior em Espanha do q em Portugal.


À frente em que? Conhece a Espanha? E não me fale do PIB, já todos sabemos como cresceram! Agora é uma questão de saber onde vão ficar!
Título:
Enviado por: ShadIntel em Outubro 05, 2008, 10:46:52 pm
Essa do PIB é mesmo engraçada. Com os métodos de cálculo comumente utilizados, não é um indicador tão fiável como parece; ou então talvez devêssemos ter inveja do conforto financeiro ou da qualidade de vida na Guiné Equatorial ou na Arábia Saudita.  :roll:
Eu não tenho...

Se me quisesse mostrar tão desonesto e insolente como alguns castelhanos, também poderia falar do que já vi em certas partes de Espanha. Não o faço porque sei pertinamente que num qualquer país existem zonas mais ou menos desenvolvidas, e que os números não dizem tudo. Há sem dúvida muito para fazer em Portugal, não para alcançar Espanha - que não é de todo o melhor exemplo a seguir, seja na economia ou noutras áreas - mas para alcançar o nível de desenvolvimento a que nós próprios pretendemos.

Esse complexo de superioridade infantil e sem qualquer fundamento por parte de alguns vizinhos começa a irritar-me profundamente. E eu nunca tive antes qualquer preconceito em relação aos espanhóis; imagino portanto o estado de espírito de quem tem de aguentar há muito essas palermices pueris.

Cumprimentos.
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Outubro 05, 2008, 11:11:27 pm
Mike23: Trata-me por tu,pf.
Sim, conheço Espanha. Vivi lá, inclusive.

Suponho q o Old estivesse a contra-atacar algumas coisas que foram ditas neste tópico. Daí a animosidade dele talvez tenha vindo da animosidade de outros membros.
Sejamos amigos :D

Espanha está à nossa frente, pelo menos para já. Não quer dizer que por muito tempo.
Título:
Enviado por: AMRAAM em Outubro 06, 2008, 01:04:03 am
Por favor señores haya paz,no es necesario que nos pongamos a "tirarnos los trastos a la cabeza unos a otros",¿No creen? :evil:

Lo unico que pido a todos es que reflexionemos un poco antes de pasar al insulto y a la descalificacion personal,ya que como hemos visto cuando Old ha hecho referencia a Portugal en terminos despectivos, como cuando ha utilizado el descalificativo de "tercermundista",hemos podido observar como algunos foreros portugueses se han sentido ofendidos y han respondido de igual forma o peor que la de Old.Por ello para evitar este tipo de situaciones rogaria que algunos de vosotros se pusieran en nestro lugar,el de los españoles participantes en este foro, para saber como nos sentimos cuando nos toca leer ciertos tipos de noticias y sus posteriores comentarios despectivos con bastante frecuencia en ciertos topics de este foro como este hacia nuestro pais..NON CASTELA,MAS SIM ESPANHA!!(LEMBRAR ISTO) :wink:

SALUDOS!!
Título:
Enviado por: triton em Outubro 06, 2008, 06:44:42 pm
Senhores espanhóis, podem falar inglês, nem tenho paciência para ler post´s em castelhano, :dormir:
Título:
Enviado por: AMRAAM em Outubro 06, 2008, 10:27:35 pm
Citação de: "triton"
Senhores espanhóis, podem falar inglês, nem tenho paciência para ler post´s em castelhano, :roll:
Título:
Enviado por: Iris-t em Outubro 17, 2008, 12:21:04 pm
Citação de: "triton"
Senhores espanhóis, podem falar inglês, nem tenho paciência para ler post´s em castelhano, :dormir:


Pues va a ser que no, siempre puedes ir a un traductor automático, y así que sea más excitante la lectura, o simplemente si te parece tan aburrido pues no leas y ya está, menudo problema.
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Outubro 17, 2008, 06:38:58 pm
e aqui está uma ideia engraçada:

Espanha: Nasce em Madrid o Círculo de Empresários e Gestores espanhóis e portugueses

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Madrid, 17 Out (Lusa) --Dezenas de empresários portugueses e espanhóis participaram hoje na formalização da criação do Circulo de Empresários e Gestores Espanhóis e Portugueses (CEGEP), uma estrutura que nasce da sociedade civil para apoiar os que fazem negócios nos dois países.

Criado formalmente este mês - apesar de promover encontros mensais há praticamente dois anos - o CEGEP aproveitou o seu lançamento para se despedir do embaixador de Portugal em Madrid, José Filipe Moraes Cabral, que impulsionou a iniciativa e que deixa Espanha no final de Outubro.

"Temos que continuar a olhar juntos para o resto do mundo", disse Moraes Cabral, num discurso no encontro de hoje em Madrid.

"O nosso destino está na Península Ibérica e na Europa", sublinhou, saudando a iniciativa de criação do CEGEP, que apadrinhou e que considerou vital como espaço "de diálogo, de aproximação e de conhecimento mútuo".

Javier Olivares, vice-presidente do CEGEP, explicou hoje na apresentação da associação que a ideia nasceu da necessidade de promover um espaço de encontro, de contacto e de apoio a empresários portugueses que trabalham em Espanha e espanhóis que trabalham em Portugal.

Ainda que encontros deste tipo sejam habituais em Portugal, Olivares e os restantes fundadores do projecto sentiram que o mesmo não ocorria em Espanha, o que levou a impulsionar a ideia.

Desde 2007, quando os primeiros almoços mensais se promoveram, o círculo tem vindo a crescer devendo nascer, formalmente, com cerca de 150 sócios, um grupo que segundo Olivares ajudará a "impulsionar o tecido empresarial dos dois países".

Hoje a estrutura é gerida por uma Junta Directiva, formada "paritariamente" por espanhóis e portugueses, apoiada por um Conselho Consultivo que é presidido por Faria de Oliveira, o presidente da Caixa Geral de Depósitos.

Para Jorge Scharfhausen o CEGEP surge num momento de crescente interligação entre os dois mercados ibéricos, mas quando ainda se evidencia "um grande desconhecimento de parte a parte".

"Há um fluxo grande de empresas portuguesas para Espanha e queremos ajudar a evitar que cometam os mesmos erros que as empresas espanholas fizeram ao chegar a Portugal", disse.

Nesse sentido, explicou, o CEGEP servirá com espaço de informação, de apoio e de conselhos tanto ao nível pessoal, dos empresários, funcionários ou trabalhadores que cheguem, como em termos de "networking" para negócios e oportunidades empresariais.

Scharfhausen insiste que os objectivos são mais amplos do que um clube de empresários, apostando em contactos com todo o tipo de personalidades, de todos os sectores de actividade e representando empresas de qualquer dimensão".

"Mas também haverá espaço para a cultura e para que qualquer pessoa venha a nível individual", explicou.

Uma das primeiras iniciativas será já em Novembro quando o CEGEP promove uma "jornada de acolhimento" - que passará a repetir trimestralmente - e que pretende servir como ponto de informação para portugueses que tenham acabado de chegar a Espanha".

"Podemos ajudar com as coisas básicas como escolas para os miúdos, obrigações fiscais ou outras questões que normalmente são temas que preocupam quem chega. Ao mesmo tempo ajudar quem chegar a começar a criar uma rede social", sublinhou.

Em curso está a criação de uma página na Internet, que incluirá conteúdos de televisão, e preparam-se debates temáticos, tanto sobre sectores de actividade em particular como de "grandes temas".


http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interio ... id=1030646 (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1030646)
Título:
Enviado por: AMRAAM em Outubro 17, 2008, 07:19:52 pm
Muy buena iniciativa!! :wink: Esperemos que medidas como estas sean solo el principio de un largo camino de colaboracion entre españoles y portugueses en cuanto a iniciativas economicas y empresariales se refiere. ys7x9

SALUDOS!!
Título:
Enviado por: AMRAAM em Outubro 24, 2008, 02:22:44 pm
La crisis economica en España nos sigue aportando datos bastante malos y preocupantes. :(

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La crisis dispara el paro al 11,33% y provoca la primera destrucción de empleo en 14 años

La tasa de desempleo se sitúa en niveles de 2004 con un aumento del 45% de los desocupados en los últimos doce meses, según la EPA. -Economía admite que "es posible" superar las previsiones

AGENCIAS - Madrid - 24/10/2008
 
El paro ha aumentado en 217.200 personas en el tercer trimestre del año respecto a los tres meses anteriores, con lo que el número total de desempleados se ha situado en 2.598.800 y la tasa de desempleo ha subido a su nivel más alto desde principios de 2004 al llegar al 11,33%, desde el 10,44% del segundo trimestre, según la Encuesta de Población Activa (EPA), que muestra la primera destrucción de empleo en 14 años.

El Secretario de Estado de Economía, David Vegara, ha reconocido que el crecimiento de la tasa de paro ha sido provocado por el "todavía notable crecimiento de la población activa" (que han aumentado en 642.600 personas) y a que la creación de empleo en el sector servicios no ha podido compensar la caída de la ocupación en el resto, especialmente construcción.

Además, Vegara ha augurado que la tendencia en los próximos trimestres "no va a ser buena" y se prorrogará en 2009 aunque, a la velocidad que está aumentando por culpa de la crisis financiera y el ajuste de la construcción, la previsión del Ejecutivo de cerrar el próximo ejercicio con una tasa del 12,5% podría superarse antes de los esperado. "Es posible" que se quede "algo por encima" del 10,4% calculado para final de año, pero Vegara sigue "confiando" en que en 2009 la media será la prevista.

En la misma línea, la vicepresidenta primera del Gobierno, María Teresa Fernández de la Vega, ha querido destacar que el Gobierno está en condiciones para afrontar las dificultades a pesar del deterioro del mercado laboral. "Sabemos que tenemos todavía unos meses por delante que no van a ser buenos", ha dicho antes de confiar en que la situación comience a remontar el año que viene y se empiece a notar las medidas adoptadas en los distintos Consejos de Ministros, más otras que se adoptarán junto con los agentes sociales a través de la mesa del diálogo social.

Desde el PP, su portavoz de Economía, Cristóbal Montoro, ha urgido hoy al presidente Zapatero a pedir perdón a los españoles por negar la crisis y ser responsable de la gravedad de esta situación, "que se llama paro" y que requiere medidas de urgencia para evitar una "sangría social".

Niveles históricos

Según los datos hechos públicos hoy por el INE, el número total de desempleados, que ya roza los 2,6 millones tras aumentar en 806.900 en los últimos doce meses (un 45,03% más), es el más elevado de los últimos diez años, pues no se registraba una cifra tal alta desde el cuarto trimestre de 1998 (2.646.400 desempleados). En este sentido, la crisis económica se nota también en la ocupación. En el tercer trimestre de 2008 se ha destruido empleo en términos interanuales por primera vez en 14 años.

Concretamente, el número de ocupados ha bajado en 164.300 con respecto a igual trimestre de 2007, con un retroceso porcentual del 0,8%. La destrucción de puestos de trabajo se ha cebado en los hombres, que han perdido 330.700 empleos en el último año (un descenso del 2,7%), mientras que la ocupación femenina aún refleja tasas positivas en valores interanuales, con la creación de 166.500 empleos (un 1,9% más).

En este punto, el departamento que dirige Pedro Solbes destaca que, por segundo trimestre consecutivo, la tasa de actividad femenina supera el 50% (50,46%), lo que "muestra el elevado ritmo de incorporación de las mujeres al mercado laboral".

78.000 empleos menos en un solo trimestre

Sólo en el tercer trimestre se han destruido 78.800 empleos (un 0,39% menos), todos desempeñados por varones. De esta forma, el número total de ocupados ha alcanzado al finalizar el tercer trimestre los 20.346.300 de personas, descendiendo esta cifra a niveles del segundo trimestre de 2007.

Por sectores, sólo servicios muestra datos positivos. El más afectado vuelve a ser la construcción, que ha perdido 134.800 puestos de trabajo en este trimestre (un 5,4%) y 354.200 (un 13%) en el último año. En la industria se han destruido 45.600 empleos (un 1,4% menos) y en la agricultura 31.900 (una reducción del 3,6%) en relación con el trimestre anterior. En el lado contrario, se han creado 133.400 nuevos empleos en los servicios entre julio y septiembre (0,97%) y 257.600 en el últimos año (1,9%).

Por su parte, la tasa de temporalidad ha repuntado ligeramente este trimestre, hasta situarse en el 29,53% frente al 29,4% del trimestre anterior. Este ascenso ha sido el resultado de que 99.100 asalariados con contrato indefinido han perdido su empleo y de una caída de los trabajadores contratados temporalmente de 7.700.

El paro sube en trece comunidades

El paro subió en el tercer trimestre del año en trece comunidades autónomas, especialmente en Navarra (27,32%), Murcia (24,69%), y La Rioja (23,27%), y bajó especialmente en Cantabria (9,05%).

Según la Encuesta de Población Activa (EPA), además de los aumentos de Navarra, Murcia y La Rioja, el paro también creció especialmente en Cataluña (17,32%), Baleares (14,93%), Andalucía (14,01%), y País Vasco (13,54), además de en la ciudad autónoma de Melilla (26,84%).

En términos absolutos, el paro subió más en Andalucía (86.600 parados), Cataluña (50.700) y Murcia (20.100), mientras que bajó en Madrid (11.800 parados), Aragón (3.600), y Cantabria (1.800).

Respecto al mismo trimestre del año anterior, el paro subió en todas las comunidades autónomas, de manera especialmente signifiativa en Baleares (120,99), seguida de Murcia (78,85), Castilla-La Mancha (68,34), Canarias (66,99), Navarra (66,83) y La Rioja (65,10), mientras que sólo bajó en la ciudad autónoma de Ceuta (10,75).

http://www.elpais.com/articulo/economia/crisis/dispara/paro/1133/provoca/primera/destruccion/empleo/anos/elpepueco/20081024elpepueco_5/Tes
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Enviado por: comanche em Outubro 25, 2008, 12:26:05 am
Crédit Suisse coloca a Espanha no quinto posto mundial de risco


Logo a seguir a Islandia, Bulgaria, Estonia e Lituania





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Um relatório de Crédit Suisse situa a Espanha como o quinto do mundo com maior risco na situação atual, só superada por Islândia, Bulgária, Estônia e Lituânia, e seguida pelo Reino Unido, segundo informa o portal cotizalia.com. Outros postos da lista são Grécia (8), Dinamarca (11) e Estados Unidos (14). A análise da entidade suíça considera que Espanha precisa uma queda dos salários do 20% para recuperar a competitividade perdida e que a prima de risco sobre Espanha se disparará no futuro.
Para elaborar este ranking o Crédit Suisse, analisa vários elementos: um déficit por conta corrente insuficientemente financiado pelo investimento estrangeiro direta (do 13% do PIB no caso espanhol); um elevado peso da dívida (a dívida do setor privado supõe o 166% do PIB espanhol); uma excessiva dívida externa, sobretudo a curto prazo (75% do PIB ao todo e 44% a curto prazo), e um sistema bancário excessivamente dependente da dívida (a percentagem de empréstimos sobre depósitos é do 117%).
Crédit Suisse considera que Espanha e Irlanda são os países com o maior endividamento de famílias e empresas em relação a seu tamanho -junto a Reino Unido e Dinamarca-, onde a moradia estava mais supervalorizada e onde a economia é mais dependente do setor da construção. "Em ambas economias, como em EEUU, teve um claro excesso de edificação residencial", indica. Adiciona que "em ambos países teve uma perda significativa de competitividade".




http://economia.e-noticies.es/credit-suisse-ubica-a-espana-en-el-quinto-puesto-mundial-de-riesgo-22129.html
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Enviado por: Tiger22 em Outubro 31, 2008, 06:32:24 pm
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LA ECONOMÍA CAE POR PRIMERA VEZ EN 15 AÑOS

España, al borde de la recesión El PIB cae un 0,2% en el tercer trimestre, según el Banco de España

Desde el año 1993 no se producía un descenso del crecimiento económico

La moderación del consumo y la crisis financiera son las causas
El organismo espera que la destrucción de empleo se intensifique

(http://estaticos02.cache.el-mundo.net/mundodinero/imagenes/2008/10/31/1225451380_0.gif)

ELMUNDO.ES | AGENCIAS
MADRID.- La economía española ya está casi en recesión, un término que ha estado en desuso durante 15 años. El Producto Interior Bruto registró en el tercer trimestre un retroceso del 0,2% con respecto al trimestre anterior, el primero desde 1993, debido al debilitamiento de la demanda interna y también, en buena medida, al recrudecimiento de la crisis financiera.

Así lo pone de manifiesto el boletín trimestral del Banco de España sobre la economía. El ministro de Economía, Pedro Solbes, ya había afirmado a principios de septiembre que España podría vivir una contracción de su economía.

De confirmarse este dato y teniendo en cuenta que todos los pronósticos apuntan a una mayor desaceleración de la economía española en los próximos meses, España se encuentra al borde de una recesión -al menos dos trimestres consecutivos de descenso del PIB- que se podría prolongar más allá de 2008.

El organismo supervisor explica que la caída intertrimestral ha hecho que el crecimiento interanual del PIB -en los últimos 12 meses- fuera sólo del 0,9%, la mitad que el registrado en el segundo trimestre.

La fuerte moderación de la demanda interna -consumo e inversión- que sólo creció tres décimas (frente a los 1,5 puntos del segundo trimestre), explican este debilitamiento de la economía, aunque también ha sido clave la persistencia de la inestabilidad en los mercados financieros.

Así, el Banco de España señala que las implicaciones de la crisis financiera sobre las condiciones de financiación -cada vez resulta más difícil acceder a los créditos- y sobre la confianza ha contribuido a "frenar el avance de la actividad" y los episodios "más agudos" de dicha crisis de las últimas semanas "podrían haber inhibido el crecimiento económico adicionalmente".

Un panorama sombrío

El informe no pinta un panorama nada halagüeño. Los últimos acontecimientos de la crisis financiera "hacen que la economía mundial afronte los próximos trimestres en un entorno de máxima incertidumbre y que se agudicen los riesgos de que la fase bajista del ciclo sea más pronunciada y duradera", afirma.

De este modo, será difícil "en mayor medida que hasta ahora" la captación de recursos en el resto del mundo, riesgo que es "especialmente relevante" en economías como la española, que tiene un déficit exterior elevado.

Detrás del debilitamiento del consumo de las familias, dice, está no sólo la pérdida de confianza por la "delicada" situación financiera o por el empeoramiento de las perspectivas macroeconómicas, sino la evolución "más desfavorable" de los factores que determinan directamente ese consumo, como la destrucción de empleo y la menor renta disponible ante la elevada inflación.

También considera que las caídas de las Bolsas y la "acusada" desaceleración de los precios de la vivienda están teniendo un efecto "desfavorable" sobre la riqueza de las familias, que posponen sus decisiones de gasto en bienes de consumo duradero.

Además, el Banco de España afirma que continúa "la intensa corrección de la actividad en el sector de la construcción y la caída del valor añadido en las manufacturas", a lo que se une un proceso de destrucción de empleo que se ha extendido a las distintas ramas productivas, excepto a los servicios. El organismo advierte de que la destrucción de empleo "se intensificará" en los próximos meses.

Por contra, uno de los pocos datos positivos recogidos en el informe fue que la aportación de la demanda exterior al crecimiento volvió a aumentar en el periodo julio-septiembre, "como consecuencia de la sensible reducción de la tasa de crecimiento de las importaciones y del mantenimiento de un cierto dinamismo de las ventas al exterior".

Una vez más el Banco de España critica las cláusulas de revisión salarial -incrementar los sueldos con arreglo a la inflación- porque cree que "contribuyen negativamente" a la evolución de los costes laborales en momentos "transitorios" de subidas del IPC y "dificulta" así "el ajuste de la economía ante una situación de cambio de ciclo como la actual".


Quem disse que a prioridade económica de Portugal deveria ser Espanha, Espanha, Espanha? :conf:

Já não me lembro, mas acho que foi o Magalhães…
Título:
Enviado por: Kawa em Novembro 03, 2008, 12:40:24 pm
Bueno, según Bruselas no es la española es la EUROPEA la que está mal y la que ha entrado en recesión ¿por que no habla entonces de la "verdad" de la economía europea (Portugal incluido)?

¿Cuantos bancos hubo que nacionalizar en España por lo mal que está la cosa señor Tiger22? ¿Por que será que estando nosotros "tan mal" no tenemos que nacionalizar nada y ustedes tienen que nacionalizar el BPN para que el estado garantice los ahorros a los portugueses? :twisted:
Título:
Enviado por: Feinwerkbau em Novembro 03, 2008, 01:52:27 pm
Acho piada o porquê de tanta animosidade com os vizinhos....

Como disse alguém, estamos a falar de Espanha e não de Castela  :twisted:

E pôr em causa o desenvolvimento e avanço da qualidade de vida de um cidadão espanhol, face a um português, sinceramente é não querer reconhecer o problema...

Comparem o nivel de vida de um cidadão do Sul da Galiza, com um do Minho...

Conseguia-se mais coisas a tentar resolver os problemas em conjunto, do que a criar posts, felicitando as "desgraças" dos vizinhos...

Não se esqueçam que quando a economia espanhola for ao charco, a nossa vai atrás
Título:
Enviado por: Kawa em Novembro 03, 2008, 02:00:36 pm
Citação de: "Feinwerkbau"
Acho piada o porquê de tanta animosidade com os vizinhos....

Como disse alguém, estamos a falar de Espanha e não de Castela  :twisted:

E pôr em causa o desenvolvimento e avanço da qualidade de vida de um cidadão espanhol, face a um português, sinceramente é não querer reconhecer o problema...

Comparem o nivel de vida de um cidadão do Sul da Galiza, com um do Minho...

Conseguia-se mais coisas a tentar resolver os problemas em conjunto, do que a criar posts, felicitando as "desgraças" dos vizinhos...

Não se esqueçam que quando a economia espanhola for ao charco, a nossa vai atrás


Con una simple diferencia Feinwerkbau, si la suya se va al charco la nuestra NO va detras :twisted:
Título:
Enviado por: Feinwerkbau em Novembro 03, 2008, 02:05:51 pm
Citação de: "Kawa"
Con una simple diferencia Feinwerkbau, si la suya se va al charco la nuestra NO va detras :twisted:


mas sofre consequências graves....

se a economia espanhola for ao "charco", Portugal não vai à falência, não vamos fechar a tasca, também não acredite que somos assim tão dependentes de Espanha, pois não somos, mas sofreríamos consequências ( aumento de desemprego principalmente )...
Título:
Enviado por: old em Novembro 10, 2008, 12:03:24 pm
Citação de: "Kawa"
Citação de: "Feinwerkbau"
Acho piada o porquê de tanta animosidade com os vizinhos....

Como disse alguém, estamos a falar de Espanha e não de Castela  :twisted:

E pôr em causa o desenvolvimento e avanço da qualidade de vida de um cidadão espanhol, face a um português, sinceramente é não querer reconhecer o problema...

Comparem o nivel de vida de um cidadão do Sul da Galiza, com um do Minho...

Conseguia-se mais coisas a tentar resolver os problemas em conjunto, do que a criar posts, felicitando as "desgraças" dos vizinhos...

Não se esqueçam que quando a economia espanhola for ao charco, a nossa vai atrás

Con una simple diferencia Feinwerkbau, si la suya se va al charco la nuestra NO va detras
:twisted:


Bueno...ellos llevan en el charco desde los 80 y nosotros ahora en el 2000 y pico caemos con el resto. Que cada cual saque sus propias conclusiones.
Título:
Enviado por: Mike23 em Novembro 11, 2008, 09:28:05 am
Ignorante. Levamos 9 anos a divergir com a Europa. Devido as reformas que estamos a implementar, em breve começaremos novamente a convergir. Nos anos 90, enquanto vocês estavam numa das vossas piores crises, nós crescíamos mais de 4% ao ano. E vamos ver quanto tempo vão demorar a sair da lama. Já se fala em desemprego a 20% em breve…bonitas perspectivas. :roll:

Estuda antes de falar.
Título:
Enviado por: old em Novembro 11, 2008, 10:09:00 am
Citação de: "Mike23"
Ignorante. Levamos 9 anos a divergir com a Europa. Devido as reformas que estamos a implementar, em breve começaremos novamente a convergir. Nos anos 90, enquanto vocês estavam numa das vossas piores crises, nos crescíamos mais de 4% ao ano. E vamos ver quanto tempo vão demorar a sair da lama. Já se fala em desemprego a 20% em breve…bonitas perspectivas. :roll:

Por mi ojala que Portugal tuviera el 200% Pib da Europa, no me dedico a desearle el mal a nadie :)

Saludos
Título:
Enviado por: Jose M. em Novembro 20, 2008, 07:33:43 am
http://www.europapress.es/economia/noticia-solbes-tres-ministros-economia-peor-valorados-ue-financial-times-20081118174046.html
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Según 'Financial Times'
Solbes, uno de los tres ministros de economía peor valorados de la UE
foto
  MADRID, 18 Nov. (EUROPA PRESS) -

   El vicepresidente económico del Gobierno, Pedro Solbes, está entre los tres ministros de Economía peor valorados en un ránking de 19 países de la UE, al ocupar la décimo séptima posición, sólo por delante del irlandés Brian Lenihan y del portugués Fernando Texixeira dos Santos.

   Así lo asegura la última encuesta que elabora cada año el 'Financial Times', en la que diferentes economistas 'ponen nota' a las políticas económicas que se están poniendo en marcha en los diferentes países europeos para hacer frente a la crisis.

  En una tabla en la que la mejor posición recibiría un punto, Solbes obtiene una puntuación de 12,2 puntos, mientras que los ministros de Finanzas situados a la cola, los de Irlanda y Portugal, obtienen 15,7 y 16,3 puntos, respectivamente.

  Solbes queda lejos, por tanto, de los ministros mejor valorados, el finlandés Jyrki Katainen (3,8), el alemán Pee Steinbrück (4,7%) y el luxemburgués Jean-Claude Junker (6,4%).

   A continuación se sitúan los ministros de Finanzas de Suecia (6,6), Países Bajos (7,5), Eslovaquia (8,5), Francia (9,1), Dinamarca (9,4), Grecia (9,9), Austria (10,1), Polonia (10,6) y Bélgica (10,7). De ahí hasta el puesto de Solbes, completan la lista República Checa (10,8), Reino Unido (11,6), Italia (11,7) y Hungría (11,7).


Po'sí qu'estamos bien los unos y los otros.    :(
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Novembro 20, 2008, 01:24:24 pm
Na minha opiniao, um topico como este e pura estupidez, deviamos ter consciencia dos problemas e trabalhar, trabalhar, trabalhar e quando em duvida continuar a trabalhar!
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 20, 2008, 04:24:18 pm
Citação de: "oultimoespiao"
Na minha opiniao, um topico como este e pura estupidez, deviamos ter consciencia dos problemas e trabalhar, trabalhar, trabalhar e quando em duvida continuar a trabalhar!


Não, é mais divertido culpar terceiros dos problemas em Portugal. Se o nosso país tinha dificuldade quando a Espanha estava em franco desenvolvimento, imagina agora que estamos a ver a recessão a vir a uma escala global.

Mas o que importa é que Espanha está mal, certo?! :roll:
Título:
Enviado por: Feinwerkbau em Novembro 21, 2008, 01:22:21 pm
Citação de: "oultimoespiao"
Na minha opiniao, um topico como este e pura estupidez, deviamos ter consciencia dos problemas e trabalhar, trabalhar, trabalhar e quando em duvida continuar a trabalhar!



realmente com os nossos salários é extremamente motivador.....

o problema é que os que trabalham uma vida inteira honestamente, não
sabem se terão reformas sequer e os "mamões" são os que se orientam com os milhões...

e quando esses têm problemas, lá aparecem os milhões para resolver os problemas dos srs.....

isto tá muito mal distribuido  :twisted:
Título:
Enviado por: P44 em Novembro 21, 2008, 01:37:08 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "oultimoespiao"
Na minha opiniao, um topico como este e pura estupidez, deviamos ter consciencia dos problemas e trabalhar, trabalhar, trabalhar e quando em duvida continuar a trabalhar!

Não, é mais divertido culpar terceiros dos problemas em Portugal. Se o nosso país tinha dificuldade quando a Espanha estava em franco desenvolvimento, imagina agora que estamos a ver a recessão a vir a uma escala global.

Mas o que importa é que Espanha está mal, certo?! :Palmas:  :Bajular:
Título:
Enviado por: P44 em Novembro 21, 2008, 01:39:26 pm
Citação de: "Mike23"
Ignorante. Levamos 9 anos a divergir com a Europa. Devido as reformas que estamos a implementar, em breve começaremos novamente a convergir. Nos anos 90, enquanto vocês estavam numa das vossas piores crises, nós crescíamos mais de 4% ao ano. E vamos ver quanto tempo vão demorar a sair da lama. Já se fala em desemprego a 20% em breve…bonitas perspectivas. :roll:

Estuda antes de falar.


vc deve viver é na Twilight Zone...ou então é rico e vem para aqui gozar com quem trabalha!!!!

cresciamos 4% ao ano? porque isso é que cada vez estamos "melhor"...
Título:
Enviado por: Jose M. em Novembro 21, 2008, 03:46:54 pm
Citação de: "Feinwerkbau"
Citação de: "oultimoespiao"
Na minha opiniao, um topico como este e pura estupidez, deviamos ter consciencia dos problemas e trabalhar, trabalhar, trabalhar e quando em duvida continuar a trabalhar!


realmente com os nossos salários é extremamente motivador.....

o problema é que os que trabalham uma vida inteira honestamente, não
sabem se terão reformas sequer e os "mamões" são os que se orientam com os milhões...

e quando esses têm problemas, lá aparecem os milhões para resolver os problemas dos srs.....

isto tá muito mal distribuido  :twisted:


O yo soy portugués o usted es español, porque aquí pasa exactamente lo mismo. ¿O será que la globalización significa tener a las personas igual de jo**das en todas partes?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 21, 2008, 04:32:26 pm
Citação de: "P44"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "oultimoespiao"
Na minha opiniao, um topico como este e pura estupidez, deviamos ter consciencia dos problemas e trabalhar, trabalhar, trabalhar e quando em duvida continuar a trabalhar!

Não, é mais divertido culpar terceiros dos problemas em Portugal. Se o nosso país tinha dificuldade quando a Espanha estava em franco desenvolvimento, imagina agora que estamos a ver a recessão a vir a uma escala global.

Mas o que importa é que Espanha está mal, certo?! :Palmas:  :oops:
Título:
Enviado por: JLRC em Novembro 21, 2008, 06:50:05 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
 
Fogo assim não dá! Ó Pzito, já te esqueces-te que não podes estar de acordo comigo, ó quê?!

Daqui a nada já parece-mos...tu e o Luso... :shock:  :shock:  :shock:

(Discussão do jetset monárquico, não nos diz respeito  :lol: )
Título:
Enviado por: Mike23 em Novembro 21, 2008, 10:39:37 pm
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ECONOMÍA

España vivirá en 2009 la peor recesión de los últimos 50 años, según Funcas

España está a un paso de la peor recesión económica de su historia moderna, al menos desde 1959, cuando se aprobó el Plan de Estabilización que puso fin a la autarquía. Así lo revelan las previsiones de Funcas, la Fundación de las Cajas de Ahorro, que muestran un crecimiento negativo de la economía del -1,5% en 2009, peor incluso que el -1% registrado en 1993, cuando España vivió su última recesión.

Funcas, que ha revisado a la baja sus previsiones para 2009 y 2010 en un punto porcentual en ambos casos, ve la luz al final del túnel para dentro de dos años. En concreto, para 2010, prevé que España entre de nuevo en terreno positivo con un crecimiento del PIB del 0,5%.

Para Funcas, "el impacto de la crisis financiera internacional sobre la economía mundial está siendo más grave de lo previsto, especialmente tras el recrudecimiento de las tensiones en septiembre, a partir de la quiebra de Lehman Brothers", de ahí la revisión a la baja de sus previsiones debidas en gran medida al fuerte ajuste que está experimentando el sector de la construcción en España. De hecho, la Fundación de Cajas de Ahorro espera una contracción de la inversión residencial del 10% para este año y prolongará "su caída en picado en 2009 y 2010 con tasas del -20,5% y del -15%, respectivamente.

La economía española registró durante el tercer trimestre de 2008 un crecimiento negativo del 0,2% respecto al trimestre anterior, el primero en quince años como consecuencia de un fuerte debilitamento de la demanda interna y del recrudecimiento de la crisis financiera. Para hablar de recesión, es necesario que se produzcan dos trimestres consecutivos de contracción económica.

La tasa del paro alcanzará el 18% en 2010

El escenario económico español se presenta especialmente complicado desde el punto de vista laboral. Funcas prevé que este año la tasa de desempleo se sitúa en el 11,2%, pero espera que se eleve hasta el 15,9% en 2009 y hasta el 18% en 2010.

Funcas observa también un importante deterioro del consumo de los hogares, "que ya se encuentra en tasas intertrimestrales negativas". Éste arrojará un avance del 0,4% para el conjunto de este año, pero se contraerá un 2% el próximo. Para 2010, por el contrario, se observaría cierta mejoría con crecimientos del 0,6%.

Por otra parte, la Fundación de Cajas de Ahorros prevé que la formación bruta de capital fijo intensifique su ajuste desde un -1,8% previsto par 2008 hasta un -8,4% en 2009, para moderarse hasta un -2,8% en 2010. Las previsiones apuntan también hacia un significativo descenso en la tasa de ahorro nacional, como consecuencia de la caída del ahorro público. "Las cuentas públicas registrarán un déficit del 1,8% este año, que se incrementará hasta el 4,3% el próximo y hasta el 5,6% en 2010.

Por último, en sus previsiones, Funcas señala que las medidas tomadas por los Gobiernos de todo el planeta destinadas a evitar una recesión mundial y orientadas a devolver la confianza en los mercados financieras, "la situación aún está lejos de la normalidad".
Título:
Enviado por: P44 em Novembro 22, 2008, 10:44:24 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "P44"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "oultimoespiao"
Na minha opiniao, um topico como este e pura estupidez, deviamos ter consciencia dos problemas e trabalhar, trabalhar, trabalhar e quando em duvida continuar a trabalhar!

Não, é mais divertido culpar terceiros dos problemas em Portugal. Se o nosso país tinha dificuldade quando a Espanha estava em franco desenvolvimento, imagina agora que estamos a ver a recessão a vir a uma escala global.

Mas o que importa é que Espanha está mal, certo?! :Palmas:  :oops:


jesus! :shock: valha-me a santa! c34x
Título:
Enviado por: papatango em Novembro 23, 2008, 06:23:31 pm
Citação de: "P44"
Citação de: "Mike23"
Ignorante. Levamos 9 anos a divergir com a Europa. Devido as reformas que estamos a implementar, em breve começaremos novamente a convergir. Nos anos 90, enquanto vocês estavam numa das vossas piores crises, nós crescíamos mais de 4% ao ano. E vamos ver quanto tempo vão demorar a sair da lama. Já se fala em desemprego a 20% em breve…bonitas perspectivas. :roll:

Quando nos explicam que La España és que es bueno, temos todos que calar o bico, porque eles é que são bons.
Quando nos explicam que afinal era mentira, também temos que nos calar, não vão os espanhóis ficar chateados.

irra ...
Título:
Enviado por: P44 em Novembro 24, 2008, 08:50:02 am
Há gente que até gostava de viver na miséria absoluta, desde que os pérfidos castelhanos também...haja paciência, irra!
Título:
Enviado por: old em Novembro 24, 2008, 11:38:59 am
Citação de: "papatango"
Citação de: "P44"
Citação de: "Mike23"
Ignorante. Levamos 9 anos a divergir com a Europa. Devido as reformas que estamos a implementar, em breve começaremos novamente a convergir. Nos anos 90, enquanto vocês estavam numa das vossas piores crises, nós crescíamos mais de 4% ao ano. E vamos ver quanto tempo vão demorar a sair da lama. Já se fala em desemprego a 20% em breve…bonitas perspectivas. :roll:
[/b]
Quando nos explicam que La España és que es bueno, temos todos que calar o bico, porque eles é que são bons.
Quando nos explicam que afinal era mentira, também temos que nos calar, não vão os espanhóis ficar chateados.

irra ...


Dios santo, normal!! este topic lleva años abierto.

Eso si, aqui nadie dice que Alemania, Italia Irlanda, Uk , Japon etc etc etc esten en recesion...esa es la verdad de sus economias?

Noooo, la verdad es el nivel de vida de sus ciudadanos, crisis ciclicas al margen. Toca crisis mundial, me parece bastante triste que alguno se alegre de Espanha y sus dificultades y ni mencionen otros paises en igual o peor situacion. Envidia?

Para todo lo demas:

http://i35.tinypic.com/2aoyvd.jpg (http://i35.tinypic.com/2aoyvd.jpg)
Título:
Enviado por: Mike23 em Novembro 25, 2008, 12:20:40 am
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España en venta

La estrategia diseñada en su día desde la Oficina Económica del Presidente del Gobierno, para el definitivo ordenamiento del estratégico sector energético español va camino del éxtasis. La primera petrolera en manos rusas, y la primera eléctrica en manos italianas. Y GN, cuyo primer accionista es Repsol, tarde o temprano también en manos rusas. Con Iberdrola ya veremos, porque EDF está en lista de espera y tendremos que pagar al amigo Sarko el favor que nos ha hecho prestándonos una silla en Washington y ayudándonos a trincar al sanguinario Txeroki. El resto de eléctricas ya son extranjeras: E.On (Viesgo) y EDP (Cantábrico). Vamos camino de tener todos los grandes centros de decisión económicos en manos extranjeras. Un triunfo de ZP en toda regla, cuyo Gobierno se da por satisfecho con que “Repsol siga siendo una empresa dirigida por españoles”, y si es posible por el amigo Antonio, al que hay que agradecer tanto desvelo, mejor que mejor. Maestros en el difícil arte de afirmar una cosa y su contraria sin que les tiemble la voz, los miembros de este Gobierno han alcanzado la excelencia en el arte de engaño y el doble discurso.

Y es que España se vende. Es la pesadilla de un país que se despierta del sueño y de pronto se ve obligado a reconocer que es un 40% menos rico o más pobre de lo que se pensó, que nuestra riqueza fue una ficción, un artificio contable, cómprese usted un piso, no sea tonto y disfrute, ¡a endeudarse, malditos!, no importa si no tiene dinero, yo le financio el 100% y encima le doy 15.000 más para que se compre un coche, venga alegría, y ustedes, señores empresarios, pónganse el mundo por montera, cómprenlo todo, bancos, autopistas, aeropuertos, constructoras, alimentarias, y de repente los balances empezaron a inflarse con cifras astronómicas, éramos los Estados Unidos de Europa, los amos del universo, la admiración del mundo. A finales de los ochenta, Mario Conde y Juan Abelló se compraron Banesto con 11.000 millones de pesetas, una cantidad que dejaba al 99% de los españoles con la boca abierta. Hoy, esa cifra traducida a euros no pasaría de ser el pocket money de un Luis del Rivero cualquiera.

Y de repente hay que venderlo todo, hay que deshacer lo andado incluso a costa de perder dinero, hay que volver a poner los pies en la tierra, porque resulta que todo fue una gigantesca engañifa, una ensoñación, y estamos endeudados hasta las cejas, no podemos pagar la hipoteca, jamás podemos atender principal e intereses de la deuda contraída, estamos en quiebra, Tremón quiebra, Sacyr está en quiebra, y Acciona está mírame y no me toques, Ferrovial requiere oxígeno, Prisa está en quiebra, y la deuda de Unidad Editorial supera el valor de su matriz (bello panorama para la libertad de expresión), Leche Pascual no puede con los 400 millones que arrastra, SOS Cuétara tiene que deshacer algunas de sus compras recientes, Azucarera Ebro se vende, y así podríamos seguir hasta el amanecer, y ya veremos lo que pasa con nuestro sistema de cajas y bancos, y mientras tantos miles de trabajadores se van al paro todos los días, y todos juntos, perplejos y confundidos, nos encontramos frente a la más profunda crisis de nuestra historia reciente, que no es solo económica, que es también política, fundamentalmente política y de valores, la crisis de un país ayuno de todo referente moral, carente de liderazgo y víctima del sálvese quien pueda.

Víctima de una corrupción galopante, síntoma evidente de la cual es esa obsesión por el gasto suntuario que se ha apoderado de casi todas las Administraciones. El último en apuntarse ha sido el Rey, que se va a gastar 3,3 millones en “redecorar” La Zarzuela. Ahora más que nunca hay que estar cerca de quien maneja el BOE, bailarle el agua al Presidente del Gobierno. Patronato de la Fundación Comillas, 1 de julio pasado, bajo la presidencia de don Juan Carlos -presidente de honor- con almuerzo posterior en el Palacio de Sobrellano: Su Majestad tiene enfrente a don Emilio Botín-Sanz de Sautuola, y hay una veintena de ilustres sentados en derredor, y en un momento del ágape casi todos pueden oír con nitidez los elogios que el banquero está dedicando a Zapatero. Nada del diplomático “es un buen chico, inteligente y tal”, no, sino una contundente laudatio del tipo “No sabemos la suerte que hemos tenido con este hombre en la presidencia, Señor, está colocando España en lo mas alto de la escena internacional, un hombre providencial para todos….” Ni un átomo de exageración, hasta el punto de que un probo socialista, fundador de una notable universidad en el sur madrileño, susurra al oído del presidente de una Caja de Ahorros que tiene al lado: ¿Estás oyendo lo mismo que yo…? “Sí, y no me lo puedo de creer…”

Don Emilio habla alto, muy alto, porque el Rey está sordo como una tapia por culpa de los disparos, es lo que tiene cazar cuatro de los siete días de la semana. No oye un pimiento, nada de nada, pero se niega en redondo a ponerse un aparato auditivo. No le sale de sus reales bemoles. Y tal vez tenga razón, porque, para lo que hay que oír, mejor estar sordo. O sacudir con el bastón de mando a los agoreros portadores de malas noticias. Es lo que hizo su amigo Alberto Alcocer en una reciente montería, cuando, a la hora de cena, la conversación derivó hacia la crisis y lo mal que están las cosas, y fulano que va a quebrar y mengano que está con una depre de caballo, y de pronto que Alcocer dice alto ahí, no me toquéis más los cojones y vamos a cambiar de tema, porque, joder, sí, las cosas están muy mal, pero aquí parece que nos olvidados enseguida del dinero que hemos estado ganando a espuertas todos estos años…
Título:
Enviado por: old em Novembro 25, 2008, 08:34:42 am
Si claro y el fin del mundo para cuando? ;).
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Novembro 25, 2008, 11:50:07 am
Citação de: "old"
Si claro y el fin del mundo para cuando? ;).


Vejam como o polvo russo esta a querer dominar o petroleo na europa, isto e muito grave e algo a evitar ao maximo, faz parte da estrategia do kremlin dominar a europa ocidental passo a passo.
Título:
Enviado por: manuel liste em Novembro 25, 2008, 02:58:21 pm
O serviço de informação espanhol (CNI) deu alerta dos planos russos para por sob seu controle o suministro enerxético europeo. O governo espanhol não deve permitir a entrada da Lukoil em Espanha sem grandes contrapartidas pelo lado russo.

A Sonatrach algeriana também põe pressão para controlar o gas distribuido na Península. Ë importante que esses paises não consigam seu propósito. Se o conseguem Espanha e também Portugal estarão na mesma que Ucraina ou Polonia, dependentes da vontade de governos extranxeiros.
Título:
Enviado por: oultimoespiao em Novembro 25, 2008, 04:22:28 pm
Citação de: "manuel liste"
O serviço de informação espanhol (CNI) deu alerta dos planos russos para por sob seu controle o suministro enerxético europeo. O governo espanhol não deve permitir a entrada da Lukoil em Espanha sem grandes contrapartidas pelo lado russo.

A Sonatrach algeriana também põe pressão para controlar o gas distribuido na Península. Ë importante que esses paises não consigam seu propósito. Se o conseguem Espanha e também Portugal estarão na mesma que Ucraina ou Polonia, dependentes da vontade de governos extranxeiros.


Exacto, E que esta gente nao sao ceo's nem tem que responder a nenhum board, esta gente faz parte da estrategia geo-politica do kremlin.
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Novembro 25, 2008, 06:13:21 pm
Apoiado! Faz-me muita impressão ter os russos já a dominar grande parte da energia para a Europa!!!!! Prefiro a China à Rússia!

A próxima notícia não é um ataque a Espanha, por isso nada de mariquices de algum dos lados da fronteira.
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Spain seeks to aid its ailing auto sector
Spain, Europe's third-largest car maker, prepared measures Tuesday to aid its ailing auto manufacturers and save thousands of jobs as trade data indicated the downturn in the sector had worsened.

Prime Minister Jose Luis Rodriguez Zapatero said his socialist government "would do all that it can legally do" to preserve the sector, which accounts for just under 10 percent of Spain's GDP and 15 percent of exports.

He said the auto sector would receive "special treatment" in the Europe-wide economic stimulus package that the European Commission is due to unveil on Wednesday as part of efforts to combat the continent's recession.

"I am waiting for this plan to incoporate our own measures to support this sector," said Zapatero, who is scheduled to outline Thursday in parliament Spain's own economic stimulus plan, which will be modeled on the European initiative.

Industry Minister Miguel Sebastian said the government would unveil a plan in January to coordinate efforts by the local governments of regions where car makers are installed to aid the sector.

Spanish car plants will make 300,000 fewer vehicles this year when compared to 2007, a 10.3-percent drop to a level of production that is similar to that recorded in 1997, Spain's auto manufacturers' association ANFAC said Tuesday.

Spanish auto production plunged by just over a quarter in October to 206,919 vehicles when compared to the same time last year due to declining demand in the domestic market and falling demand from the rest of Europe, it said.

The president of the Spanish branch of French automaker Renault predicted that sales of new cars in Spain during the last quarter of 2008 will be about half of the figure for the same time last year.

"During the final three months of the year, we calculate that the market will experience a decline of between 45 and 55 percent over the same period in 2007," Jean-Pierre Laurent told AFP on the sidelines of an economic conference.

Spain is experiencing an abrupt economic slowdown as the global credit crunch puts the squeeze on an already weakened construction sector, causing the unemployment rate -- already the highest in the EU -- to rise and consumer demand to contract sharply.

The decline in auto sales has led car makers to reduce work hours, lay off staff or fire workers.

Last month Japanese automaker Nissan, in which Renault holds a controlling stake, announced plans to cut 1,680 jobs at two factories in Barcelona, prompting unions to stage a wave of noisy protests in the port city.

Ford, one of the "Big Three" US automakers, plans to lay off about 5,000 workers in Spain for a total of 21 days during the first half of 2009 due to falling demand, union officials said Tuesday.

The decline in car production in Spain threatens up to 50,000 jobs in the sector, top-selling daily newspaper El Pais reported earlier on Tuesday.

Already about 18,000 of the 70,000 workers directly involved in Spain in car manufacturing have seen their jobs affected either through reduced hours, early retirement or temporary contracts that were not renewed, it said.

Spain made 2.88 million vehicles last year, making it the third-biggest auto maker in Europe after Germany and France, according to the Brussels-based European Automobile Manufacturers Association (ACEA).

The country exports 80 percent of its auto production, mostly to other European nations.


http://news.yahoo.com/s/afp/20081125/bs ... employment (http://news.yahoo.com/s/afp/20081125/bs_afp/spainautooutputsectorunemployment)
Título:
Enviado por: comanche em Dezembro 08, 2008, 07:56:29 pm
Espanha fica entre os países com piores perspectivas empresariais da Zona euro

Espanha e Holanda figuram entre os países da zona euro com piores perspectivas empresariais para 2009, segundo um relatório elaborado pelas Câmaras de Comércio, baseado nas opiniões de 66.716 empresários em toda Europa.

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LD (Europa Press) A Votação Perspectivas Empresariais 2009, dada a conhecer esta segunda-feira pela instituição, situa a Espanha entre os países com piores perspectivas de negócio para suas empresas em 2009, especialmente no relativo à cifra de negócio, investimento, vendas e criação de emprego. Em todas as variáveis, a excepção das exportações, o número de empresas que espera descidas em Espanha é superior ao que prevê aumentos para 2009, sendo "especialmente negativas" as perspectivas de projetos de investimento e de criação de emprego. Fora da zona euro, as expectativas são ainda piores para Hungria e mais favoráveis para os países de recente incorporação à União Européia, como é o caso de Romênia, Polónia e Chipre. Em general, as perspectivas das empresas européias para 2009 pioram significativamente, ainda que apresentam um ligeiro saldo positivo como conseqüência da moderação de vendas nos mercados nacionais.
As perspectivas de investimento e criação de emprego para a média do continente são de estagnação. Pelo que se refere às previsões das comunidades autônomas espanholas, só Galiza e País Vasco apresentam perspectivas acima da média dos países europeus. De acordo com as entrevistas feitas a 8.865 empresários em Espanha, onze das regiões espanholas esperam uma cifra de negócio negativa (Castela-A Mancha, Aragão, Cantabria, A Rioja, Madrid, Canárias, Comunidade Valenciana, Baleares, Andaluzia, Murcia e Castela e Leão). Quatro delas (Baleares, Andaluzia, Murcia e Castela e Leão) figuram entre os últimos postos das quase cem regiões européias.

Título:
Enviado por: old em Dezembro 20, 2008, 09:08:00 am
Citação de: "comanche"
Espanha fica entre os países com piores perspectivas empresariais da Zona euro

Espanha e Holanda figuram entre os países da zona euro com piores perspectivas empresariais para 2009, segundo um relatório elaborado pelas Câmaras de Comércio, baseado nas opiniões de 66.716 empresários em toda Europa.

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LD (Europa Press) A Votação Perspectivas Empresariais 2009, dada a conhecer esta segunda-feira pela instituição, situa a Espanha entre os países com piores perspectivas de negócio para suas empresas em 2009, especialmente no relativo à cifra de negócio, investimento, vendas e criação de emprego. Em todas as variáveis, a excepção das exportações, o número de empresas que espera descidas em Espanha é superior ao que prevê aumentos para 2009, sendo "especialmente negativas" as perspectivas de projetos de investimento e de criação de emprego. Fora da zona euro, as expectativas são ainda piores para Hungria e mais favoráveis para os países de recente incorporação à União Européia, como é o caso de Romênia, Polónia e Chipre. Em general, as perspectivas das empresas européias para 2009 pioram significativamente, ainda que apresentam um ligeiro saldo positivo como conseqüência da moderação de vendas nos mercados nacionais.
As perspectivas de investimento e criação de emprego para a média do continente são de estagnação. Pelo que se refere às previsões das comunidades autônomas espanholas, só Galiza e País Vasco apresentam perspectivas acima da média dos países europeus. De acordo com as entrevistas feitas a 8.865 empresários em Espanha, onze das regiões espanholas esperam uma cifra de negócio negativa (Castela-A Mancha, Aragão, Cantabria, A Rioja, Madrid, Canárias, Comunidade Valenciana, Baleares, Andaluzia, Murcia e Castela e Leão). Quatro delas (Baleares, Andaluzia, Murcia e Castela e Leão) figuram entre os últimos postos das quase cem regiões européias.



Son previsiones compañero. Previsiones echas por empresarios en tiempos de crisis. ;)


Por cierto,  mas datos reales... . Se acaba de publicar el IDH (indice desarrollo ) del año 2008.

1 Iceland 0.968
2 Norway 0.968
3 Canada 0.967
4 Australia 0.965
5 Ireland 0.960
6 Netherlands 0.958
7 Sweden 0.958
8 Japan 0.956
9 Luxembourg 0.956
10 Switzerland 0.955
11 France 0.955
12 Finland 0.954
13 Denmark 0.952
14 Austria 0.951
15 United States 0.950
16 Spain 0.949
17 Belgium 0.948
18 Greece 0.947
19 Italy 0.945
20 New Zealand 0.944
21 United Kingdom 0.942
22 Hong Kong 0.942
23 Germany 0.940
24 Israel 0.930
25 Korea (Republic of) 0.928
26 Slovenia 0.923
27 Brunei Darussalam 0.919
28 Singapore 0.918
29 Kuwait 0.912
30 Cyprus 0.912
31 UAE 0.903
32 Bahrain 0.902
33 Portugal 0.900
34 Qatar 0.899
35 Czech Republic 0.897
36 Malta 0.894
37 Barbados 0.889
38 Hungary 0.877
39 Poland 0.875
40 Chile 0.874
41 Slovakia 0.872
42 Estonia 0.871
43 Lithuania 0.869
44 Latvia 0.863
45 Croatia 0.862
46 Argentina 0.860
47 Uruguay 0.859
48 Cuba 0.855
49 Bahamas 0.854
50 Costa Rica 0.847
51 Mexico 0.842
52 Libia 0.840
53 Oman 0.839
54 Seychelles 0.836
55 Saudi Arabia 0.835
56 Bulgaria 0.834
57 Trinidad and T 0.833
58 Panama 0.832
59 Antigua and B. 0.830
60 Saint Kitts 0.830
61 Venezuela 0.826
62 Romania 0.825
63 Malaysia 0.823
64 Montenegro 0.822
65 Serbia 0.821
66 Saint Lucia 0.821
67 Belarus 0.817
68 Macedonia (TFYR) 0.808
69 Albania 0.807
70 Brazil 0.807
71 Kazakhstan 0.807
72 Ecuador 0.807
73 Russian Federation 0.806
74 Mauritius 0.802
75 Bosnia and Herzeg 0.802
76 Turkey 0.798
77 Dominica 0.797
78 Lebanon 0.796
79 Peru 0.788
80 Colombia 0.787
81 Thailand 0.786
82 Ukraine 0.786
83 Armenia 0.777
84 Iran 0.777
85 Tonga 0.774
86 Grenada 0.774
87 Jamaica 0.771
88 Belize 0.771
89 Suriname 0.770
90 Jordan 0.769
91 Dominican Republic 0.768
92 Saint Vincent 0.766
93 Georgia 0.763
94 China 0.762
95 Tunisia 0.762
96 Samoa 0.760
97 Azerbaijan 0.758
98 Paraguay 0.752
99 Maldives 0.749
100 Algeria 0.748
101 El Salvador 0.747
102 Philippines 0.745
103 Fiji 0.743
104 Sri Lanka 0.742
105 Siria 0.736
106 Occupied Palestinian Territories 0.731
107 Gabon 0.729
108 Turkmenistan 0.728
109 Indonesia 0.726
110 Guyana 0.725
111 Bolivia 0.723
112 Mongolia 0.720
113 Moldova 0.719
114 Viet Nam 0.718
115 Equatorial Guinea 0.717
116 Egypt 0.716
117 Honduras 0.714
118 Cape Verde 0.705
119 Uzbekistan 0.701
120 Nicaragua 0.699
121 Guatemala 0.696
122 Kyrgyzstan 0.694
123 Vanuatu 0.686
124 Tajikistan 0.684
125 South Africa 0.670
126 Botswana 0.664
127 Morocco 0.646
128 Sao Tome and Principe 0.643
129 Namibia 0.634
130 Congo 0.619
131 Bhutan 0.613
132 India 0.609
133 Lao People's Democratic Republic 0.608
134 Solomon Islands 0.591
135 Myanmar 0.585
136 Cambodia 0.575
137 Comoros 0.572
138 Yemen 0.567
139 Pakistan 0.562
140 Mauritania 0.557
141 Swaziland 0.542
142 Ghana 0.533
143 Madagascar 0.533
144 Kenya 0.532
145 Nepal 0.530
146 Sudan 0.526
147 Bangladesh 0.524
148 Haiti 0.521
149 Papua New Guinea 0.516
150 Cameroon 0.514
151 Djibouti 0.513
152 Tanzania (United Republic of) 0.503
153 Senegal 0.502

 :roll:
Título:
Enviado por: legionario em Dezembro 20, 2008, 10:02:58 am
A Islandia em primeiro lugar ? :shock:  :o   Esses dados nao levam em conta os "ultimos acontecimentos "   :lol:  

Sao um pais desenvolvido graças ao dinheiro dos outros...para pagarem o que devem têm que desmontar o pais e vendê-lo às peças, e mesmo assim nao chega para pagar os calotes...
Título:
Enviado por: old em Dezembro 20, 2008, 11:16:51 am
Citação de: "legionario"
A Islandia em primeiro lugar ? :shock:  :o   Esses dados nao levam em conta os "ultimos acontecimentos "   :lol:  

Sao um pais desenvolvido graças ao dinheiro dos outros...para pagarem o que devem têm que desmontar o pais e vendê-lo às peças, e mesmo assim nao chega para pagar os calotes...


Es el estudio del año 2008. Quiza no este reflejada la quiebra en toda su dimension. No creo que se queden de un dia para otro sin hospitales, sin sus salarios, sin educacion, sin poder adquisitivo, sin infraestructuras etc etc etc

Habra que esperar al IDH del 2009 para ver cuantos puestos baja Islandia.

saludos
Título:
Enviado por: comanche em Dezembro 26, 2008, 08:52:45 pm
Citação de: "old"
Citação de: "comanche"
Espanha fica entre os países com piores perspectivas empresariais da Zona euro

Espanha e Holanda figuram entre os países da zona euro com piores perspectivas empresariais para 2009, segundo um relatório elaborado pelas Câmaras de Comércio, baseado nas opiniões de 66.716 empresários em toda Europa.

Citar
LD (Europa Press) A Votação Perspectivas Empresariais 2009, dada a conhecer esta segunda-feira pela instituição, situa a Espanha entre os países com piores perspectivas de negócio para suas empresas em 2009, especialmente no relativo à cifra de negócio, investimento, vendas e criação de emprego. Em todas as variáveis, a excepção das exportações, o número de empresas que espera descidas em Espanha é superior ao que prevê aumentos para 2009, sendo "especialmente negativas" as perspectivas de projetos de investimento e de criação de emprego. Fora da zona euro, as expectativas são ainda piores para Hungria e mais favoráveis para os países de recente incorporação à União Européia, como é o caso de Romênia, Polónia e Chipre. Em general, as perspectivas das empresas européias para 2009 pioram significativamente, ainda que apresentam um ligeiro saldo positivo como conseqüência da moderação de vendas nos mercados nacionais.
As perspectivas de investimento e criação de emprego para a média do continente são de estagnação. Pelo que se refere às previsões das comunidades autônomas espanholas, só Galiza e País Vasco apresentam perspectivas acima da média dos países europeus. De acordo com as entrevistas feitas a 8.865 empresários em Espanha, onze das regiões espanholas esperam uma cifra de negócio negativa (Castela-A Mancha, Aragão, Cantabria, A Rioja, Madrid, Canárias, Comunidade Valenciana, Baleares, Andaluzia, Murcia e Castela e Leão). Quatro delas (Baleares, Andaluzia, Murcia e Castela e Leão) figuram entre os últimos postos das quase cem regiões européias.


Son previsiones compañero. Previsiones echas por empresarios en tiempos de crisis. :roll:

Tu sabes que estás a mentir, porque esses dados, não correspondem a este ano, o IDH 2008, não são mais nem menos do que dados de 2006 publicados em 2008, em 2009 terás o IDH 2009 com dados de 2007 e provavelmente terás em 2010 o IDH 2010 com os dados de 2008, talvez seja por isso que este ano, IDH2008 aparece a Islândia em primeiro lugar, já que utiliza os dados de 2006, e nessa altura a Islândia ainda, não tinha entrado em crise.

http://pt.wikipedia.org/wiki/IDH (http://pt.wikipedia.org/wiki/IDH)



Vou colocar dados mais reais, publicados por um instituto espanhol, de 2008/2009 e não de 2006, como foram os que tu colocaste,

Economia espanhola deverá encolher 1,3% em 2009

Mais 500 mil empregos deverão ser levados pela crise
Défice orçamental pode ultrapassar 4% no ano que vem


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A economia espanhola deverá registar uma nova contracção no quarto trimestre deste ano e encerrar 2008 em recessão. Mas, de acordo com as previsões do Instituto de Estudos Económicos (IEE), o pior está reservado para 2009, quando a economia do país vizinho deverá encolher 1,3%.

O instituto prevê ainda que a crise apague até 500 mil postos de trabalho, elevando a taxa de desemprego aos 15,5%, face aos actuais 11,3%.

Para o IEE, a única forma de abordar a recuperação da economia espanhola é através das reformas estruturais, nomeadamente através de uma maior flexibilidade laboral e uma redução dos impostos sobre as empresas.

No que se refere ao défice ornamental, o instituto diz que o aumento das despesas levará a um aumento do desequilíbrio das contas públicas para mais de 4% já em 2009, ultrapassando-se assim o tecto do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC).

A única boa notícia nas previsões do IEE é que a taxa de inflação deverá continuar a baixar para valores em torno de 2%.



http://www.agenciafinanceira.iol.pt/not ... iv_id=1730 (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1026225&div_id=1730)


http://www.intereconomia.com/es/informa ... o-iee.html (http://www.intereconomia.com/es/informacion_financiera/claves/20081223506-previsiones-crecimiento-paro-iee.html)
Título:
Enviado por: comanche em Dezembro 26, 2008, 09:43:21 pm
O PIB espanhol cairá 1,5% em 2009 e o desemprego chegará a 18% em 2010, segundo previsão da organização Funcas


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As perspectivas para a economia espanhola são cada vez mais sombrias. À medida que analistas e organismos nacionais e internacionais vão fazendo públicas suas estimações para o próximo exercício estas alargam o número de desempregados previstos e elevam as cifras da contração.Ontem foi a vez da Fundação das Caixas de Poupanças, Funcas. A economia espanhola se contrairá um 1,5% o próximo ano e o desemprego atingirá o 15,9%, aponta a fundação que ademais crê que o número de desempregados escalará até o 18% em 2010, ainda que nesse exercício já terá um ligeiro crescimento do 0,5%. Mesmo assim, Funcas adverte que a recessão econômica espanhola e o ajuste do emprego «serão profundos» e que «a saída desta crise será muito lenta».
Frente às previsões do presidente do Governo, que augurou que se criaria emprego para a próxima primavera, as caixas de poupanças crêem que em 2009 se destruirão 680.000 postos de trabalho e em 2010 outros 250.000, pese ao regresso a taxas positivas de crescimento.No lado positivo há que situar a evolução da inflação, que se situará por por baixo de 2% no próximo ano, e inclusive poderia ser inferior se o petróleo se mantém nos preços atuais. Também é uma boa notícia a baixa da Euribor, que segundo as caixas se situará no meio do 2,5% em 2009.
Também os indicadores sintéticos do Ministério de Economia preveem más perspectivas e auguram a entrada em recessão neste último trimestre do exercício. Os dados do último índice trabalhista elaborado por Adecco e o IESE refletem, assim mesmo, as más perspectivas do mercado de trabalho. Espanha voltará a contar com mais de três milhões de desempregados no primeiro trimestre, quase a mesma cifra de Alemanha, pese que este país está habitado por praticamente o dobro de pessoas.



http://www.abc.es/20081223/economia-eco ... 81223.html (http://www.abc.es/20081223/economia-economia/espanol-caera-2009-paro-20081223.html)
Título:
Enviado por: Mike23 em Dezembro 28, 2008, 03:19:06 pm
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La economía española visita el museo de los horrores

Imagínense un país en el que el desempleo crece un 42,5% en términos anuales, y en el que en tan sólo doce meses el número de afiliados a la Seguridad Social cae en 672.00 personas. O lo que es lo mismo, en el que el sistema de protección social (que funciona por el sistema de reparto) pierde 1.841 cotizantes cada día incluyendo sábados, domingos y festivos. Y en el que el paro ha pasado del 8,3% sobre la población activa al acabar 2007 al 11,3% tres trimestres después, pero con perspectivas ciertas de que se sitúe muy cerca del 18% a la vuelta de seis trimestres. De largo, el mayor nivel de los países desarrollados.

Se trata de un país en el que el déficit del Estado -sin contar el resto de las administraciones públicas-  suponía al finalizar noviembre el 1,28% del Producto Interior Bruto, cuando un año antes  lucía un superávit equivalente al 2,41% del PIB. O dicho en otros términos. De un superávit equivalente a 25.383 millones de euros, se ha pasado a un desequilibrio que representa 14.060 millones de euros, lo que significa, en otros términos, que en apenas doce meses el Estado se ha gastado 39.423 millones de euros más que lo que ha sido capaz de ingresar. Nada menos que el 4% del PIB nacional. Y eso que, según su presidente, el superávit  era la mejor herramienta del Estado contra la crisis.

Habrá quien piense que detrás de tanta agitación macroeconómica se encuentra alguna tragedia: una guerra, desastres naturales o, incluso, insurrecciones populares que han desestabilizado el poder político. Habrá, incluso, quien  considere que el país vive un periodo de agitación social sin precedentes. De otra manera no se podría explicar que el índice de sentimiento económico haya descendido en 30 puntos (de 97 a 67 puntos) en sólo doce meses, lo que significa el mayor deterioro de la Europa continental.  O que la confianza sobre el futuro de la industria muestre 32 puntos negativos, cuando hace apenas un año el saldo era equilibrado.

No es para menos esa desconfianza económica si se tienen en cuenta otros indicadores que ponen de manifiesto la intensidad del ajuste.  La matriculación de turismo está cayendo a un ritmo del 48,7%, pero es que el consumo de cemento (un indicador clave para entender la evolución del sector inmobiliario y de la construcción) está retrocediendo un 41,5%; mientras que las ventas del comercio minorista se han desplomado un 8%, la tasa más negativa de las series históricas. El déficit comercial, al menos, está también cayendo, pero lo que podría parecer positivo en una lectura superficial no lo es si se tiene en cuenta que es consecuencia de un desplome de las importaciones (-10,4%) más que de una recuperación de las  exportaciones, toda vez que las ventas al exterior caen un 0,2%. Un país con el mayor déficit de la balanza de pagos del mundo, y que cada año necesita del exterior más de 100.000 millones de euros para financiar su actividad productiva.

Desplome inmobiliario

¿Y qué decir del sector inmobiliario, el principal yacimiento del empleo durante años? Pues ni más ni menos que las viviendas iniciadas están cayendo un 56%, lógico si se tiene en cuenta que, según los expertos, existen entre 800.000 y 1,4 millones de viviendas sin vender. Eso sí, desafiando a la literatura económica, los precios se mantienen a niveles desorbitados y muy por encima de la renta disponible de las familias, fuertemente endeudadas con operaciones a 30 y 40 años.

El país, para más inri, dispone de una compleja arquitectura política-institucional. Cuenta con 17 parlamentos autonómicos que legislan sin parar, y que gestionan las dos terceras partes del gasto público. Sin embargo, sólo ingresan directamente poco más del 20% del presupuesto, lo que explica que se trate de un sistema de financiación desequilibrado (e ineficiente) que reabre el melón cada cinco años. Unos recaudan (los funcionarios del Estado) y otros gastan (los de las regiones) lo que provoca tiranteces de todos los colores para el sonrojo de muchos ciudadanos, que observan importantes duplicidades en la gestión del gasto público.

Se trata de un país democrático, en el que las elecciones se celebraron hace apenas nueves meses y en las que revalidó su mayoría el partido gobernante, que prometió pleno empleo al final de la legislatura. No sólo eso, sino superar a Francia en términos de renta per cápita. :rir:

Ese país está a punto de asomarse a la mayor recesión del los últimos 50 años. En concreto, desde la aprobación del Plan de Estabilización  que supuso dejar atrás la autarquía, pero no la Dictadura. El país vive tranquilo y confiado, y es uno de los más felices de Europa, tal y como reflejan las encuestas. Ha salido de situaciones peores, lo cual no es ningún consuelo. Pero sirve para dar músculo argumental al discurso de la clase política  Ahora, sin embargo, se prepara para llegar a los cuatro millones de parados en el último trimestre de 2009 con un nivel de endeudamiento de empresas y familias verdaderamente importante. Cosas que pasan.
Título:
Enviado por: manuel liste em Fevereiro 13, 2009, 10:40:45 am
Dados Eurostat, 4º trim. do 2008:

Espanha: recessão do -1%
Zona Euro: recessão do -1.5%
Portugal: recessão do -2%


eurostat.ec.europa.eu (http://http)

Algum "doutor em economia" cria que se Espanha baixava Portugal teria melhor desempenho relativo. Agora pode ver-se com dados passados que não é tão assim

Depois desta pequena informação, sigam com seu tema
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 13, 2009, 12:28:03 pm
Sendo o mercado Espanhol o nosso maior cliente, estes dados não me surpreendem. :(
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Fevereiro 13, 2009, 03:26:06 pm
Manuel: Pelo que entendo dizes que a recessão é de menos 2 %. Se não estou em erro significa que não estamos em recessão, mas a crescer por 2 %. :D
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 13, 2009, 05:50:42 pm
Chicken_Bone:

 :arrow:
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Dados confirmam recessão técnica em Portugal

A economia portuguesa recuou 2% no quarto trimestre de 2008, face aos três meses anteriores, completando dois trimestres de quedas, segundo dados dos Instituto Nacional de Estatística, terminando o ano em recessão técnica.

A estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgada esta sexta-feira mostra que no conjunto do ano o Produto Interno Bruto (PIB) português fixou-se nos zero por cento - estagnação - depois de um aumento de 1,9 % em 2007. Este ritmo de crescimento anual foi o mais baixo em cinco anos, desde a recessão de 2003.

Face ao trimestre anterior, o PIB recuou dois por cento no quarto trimestre, depois de uma descida de 0,1 por cento no terceiro trimestre. A economia recuou assim durante dois trimestres consecutivos, encontrando-se por isso em recessão técnica.

Em termos homólogos (comparando o crescimento do quarto trimestre de 2008 com o de igual trimestre de 2007), o PIB baixou 2,1 por cento, valor que compara com uma subida de 0,5 por cento no terceiro trimestre.

Estes dados saíram piores que o esperado pelos analistas contactados pela Lusa, que antecipavam um recuo de um por cento do PIB em cadeia e em termos homólogos.

Com a surpresa negativa no quarto trimestre, a variação anual do PIB ficou aquém dos 0,3 por cento esperados pelos analistas, tendo antes sido nula.

A justificar esta contracção do PIB no quarto trimestre esteve a procura interna (consumo e investimento), refere o INE, que sublinha a "particular intensidade" do contributo negativo do investimento, bem como a procura externa líquida (exportações menos importações).

As vendas ao estrangeiro registaram uma "diminuição expressiva", nota o INE
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Fevereiro 13, 2009, 06:59:49 pm
Cabeça: Obrigado pela info.
Eu só estava a brincar (bromando) com o Manuel Liste por ter posto "recessão" seguido de números negativos. Como os números se referem a recessão deviam ser positivos.

Vamos a ver como segue este ano para os nossos países.
Título:
Enviado por: Mike23 em Fevereiro 14, 2009, 11:40:08 am
Citação de: "manuel liste"
Dados Eurostat, 4º trim. do 2008:

Espanha: recessão do -1%
Zona Euro: recessão do -1.5%
Portugal: recessão do -2%


eurostat.ec.europa.eu (http://http)

Algum "doutor em economia" cria que se Espanha baixava Portugal teria melhor desempenho relativo. Agora pode ver-se com dados passados que não é tão assim

Depois desta pequena informação, sigam com seu tema



A Espanha ainda tinha uma (pouca) inércia do crescimento do ano passado. Agora acabou. O panorama em Espanha é terrífico. Em quase seis meses passa de um superávit de 2% para um deficit que alguns já falam de 5%. O desemprego já atinge os 16% e caminha para os 20 em breve. Os BANCOS e principalmente as CAIXAS começam a tremer. O pior manuel liste está para vir. Em Portugal já se começou o ano passado a desviar exportações de Espanha para outros destinos. Cada vez estaremos menos expostos ao efeito espanhol. Já me esquecia: a situação das famílias é dramática em Espanha, porque para além da crise internacional a Espanha sofre de uma crise própria que é a do imobiliário, coisa que aqui não existe. Só alguém pouco informado diz que a situação na Espanha é melhor do que cá…


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¡Linces, que sois unos linces, señores de MS! No quiero recordar la experiencia española de esta banca de inversión... Pero bueno, lo que anuncian es de cajón; en cambio, me llama la atención que no anuncien lo malo, lo que de verdad va a provocar un estruendo económico, político y social en España y sus 17 taifas: las Cajas. Las taifas están endeudadas hasta límites que nadie conoce, no tienen ni un euro, no lo pueden pedir en el extranjero, y si lo piden no se lo dan, no quieren emitir deuda propia, porque no se la comprarían ni sus respectivas madres. Ahí entra Zapatero. Emite y emitirá deuda del Reino de España, con menos ráting, sí, pero al menos creíble por el momento. La deuda emitida y por emitir, a saber cuántos miles de millones, la "comprarán" las Cajas de Taifas, y a cambio de estos papeles centralistas ellas recibirán euros contantes, que a su vez se trasladarán a los gobiernos de las taifas y sus muchísimos enchufados. ¿Y qué hacer con la deuda? Pues lo que ya están haciendo las Cajas: repartirán papelitos, que ellos llaman activos, entre los clientes de las cajas. ¡Maldita confianza de los clientes en los directores de sucursal!´
Título:
Enviado por: P44 em Fevereiro 14, 2009, 03:29:06 pm
Citação de: "Chicken_Bone"
Manuel: Pelo que entendo dizes que a recessão é de menos 2 %. Se não estou em erro significa que não estamos em recessão, mas a crescer por 2 %. :D

só se fôr a crescer para baixo...

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Portugal vive pior crise desde 1993


RUDOLFO REBÊLO
Produção final. A economia estagnou e entrou em recessão nos últimos meses do ano passado. Pelo sétimo ano consecutivo, os portugueses perdem nível de vida frente aos europeus. Governo teme agravamento
Foi uma surpresa total. O produto interno bruto (PIB), a riqueza produzida pelo País, caiu 2% nos últimos três meses do ano passado, quando os analistas previam uma retracção de 1%. A recessão é, afinal, mais profunda do que se esperava. Portugal foi mesmo o segundo país da Zona Euro com o pior desempenho da economia - pior só a Alemanha, com as famílias a cortarem nos gastos com o consumo, os empresários a congelar investimentos e as exportações em queda. Pelo sétimo ano consecutivo, o nível de vida dos portugueses está mais longe dos concidadãos europeus. É necessário recuar 16 anos (1993) para se encontrar uma crise semelhante.

A degradação da economia, que no conjunto de 2008 estagnou, pode ainda agravar-se. É que o Governo admite um cenário mais negro para os primeiros meses de 2009. "Vamos enfrentar dificuldades no primeiro trimestre de 2009", respondeu ontem o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos.

O ministro chamou os jornalistas ao princípio da manhã de ontem - logo após o INE libertar a sua primeira estimativa do PIB para o último trimestre de 2008 - e, dando um ar de quem controla a situação, referiu que os números da actividade, relativos ao final do ano passado, "não são inteiramente surpreendentes". Confessou que o seu ministério, "nestas últimas semanas, foi, a pouco e pouco, constatando que a queda (da economia) era mais acentuada" do que inicialmente se previa. Os dados relativos à receita fiscal - em perda - e à inflação já tinham dado sinais de alarme.

Mas a verdade é que os números surpreenderam todos os analistas. Esperavam uma contracção de "apenas" 0,9% ou 1,1% da produção final entre Outubro e Dezembro, em relação ao trimestre anterior. O INE revelou que, afinal o PIB caiu 2,1% nos últimos três meses de 2008, em relação ao último trimestre de 2007 e 2% face ao período de Julho a Setembro, tradicional época de férias.

"A retracção está a ser mais profunda do que o esperado há ainda relativamente pouco tempo", afirma Rocha de Matos, presidente da Associação Industrial Portuguesa (AIP). "Ninguém só por si conseguirá dar resposta a esta situação", refere a associação patronal da indústria.

Para a saída da crise, a estrutura dos patrões procura mesmo "pontes" de entendimento com os sindicatos. É que, diz Rocha de Matos, a inversão desta tendência "só será possível com um programa de relançamento económico elaborado pelas estruturas empresariais em colaboração com as estruturas sindicais e com o apoio inequívoco do Governo". |


http://dn.sapo.pt/2009/02/14/nacional/p ... _1993.html (http://dn.sapo.pt/2009/02/14/nacional/portugal_vive_pior_crise_desde_1993.html)
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Fevereiro 14, 2009, 06:16:41 pm
Bem P44, ou não fui claro (outra vez) no que disse ou apressasses-te a escrever mal sobre Portugal (outra vez, outra vez, outra vez).

Brinquei com o nosso vizinho porque, pelo que entendi do post dele, colocou a palavra recessão seguida por valores negativos; isto em termos de lógica, implica que houve um crescimento.
De modo semelhante, se eu dissesse que houve um crescimento de -5 %, me diriam logo que se sucedeu uma recessão de 5 %.

Para não continuar a estar fora de tópico, ponho as ligações para os artigos em inglês:
Spain enters first recession for 15 years
http://www.ft.com/cms/s/7f05e876-f8fd-1 ... i_referer= (http://www.ft.com/cms/s/7f05e876-f8fd-11dd-ab7f-000077b07658,Authorised=false.html?_i_location=http%3A%2F%2Fwww.ft.com%2Fcms%2Fs%2F0%2F7f05e876-f8fd-11dd-ab7f-000077b07658.html&_i_referer=)

Spain unveils €4bn aid for motor industry
http://www.ft.com/cms/s/0/85447eb2-f9fe ... 07658.html (http://www.ft.com/cms/s/0/85447eb2-f9fe-11dd-9daa-000077b07658.html)
Título:
Enviado por: P44 em Fevereiro 16, 2009, 04:09:55 pm
dizer a verdade é dizer mal?

Enterrar a cabeça na areia é que é bom?

ou fazer como o sócrates e dizer "no pasa nada"????

Constatar FACTOS é dizer mal???????????
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Fevereiro 17, 2009, 12:41:02 am
Pareceu-me que te apressas-te a responder ao que eu disse sobre a brincadeira sobre a recessão.

Há uma coisa que reparo tanto nos tópicos dentro da área de Economia do fórum, a maioria do pessoal (vossa mercê incluído :D ) só diz mal do país e dos políticos. isso é como bater no ceguinho porque não consegue ver a cenoura que está a 500 m dele... é totalmente desnecessário, não ajuda em algo, é falar para encher o ego (como se só apontar o dedo aos erros sublevassem uma pessoa), etc. Mais vale dizer ao cego (que é Portugal) que cada vez que dá um passo na direcção da cenoura que está a ir na direcção correcta e que já esteve mais longe do que está.

Tds os dias, o comanche e o André, entre outros colocam notícias impressionantes sobre o que Portugal e os portugueses fazem e quase ninguém comenta sobre o assunto.

Estar sempre a lamentar-se e a ser pessimista não ajuda em algo.
Se tu, por exemplo, gastasses um quarto da tua retórica em comentários sobre o que se tem conseguido nos últimos 25-30 anos, de certeza que teríamos grandes e prolíficas trocas de ideias das quais o pessoal poderia mesmo beneficiar. E gostaria que tomasses isto como um elogio.

Afinal, qual é o benefício que um Medina Carreira (ou la como s chama o gajo) diga mal do sistema.....é sempre mais fácil criticar algo negativamente do que positivamente.
Nota-se que muito políticos são advogados: só mandam, mas quando chega a altura de fazerem alguma coisa.....não sabem e tentam argumentar e criticar algo para saírem da situação....
Título:
Enviado por: TOMSK em Fevereiro 17, 2009, 11:29:20 am
Na minha humilde opinião, é preciso fazer muito mais. Não há um verdadeiro projecto nacional, governa-se o país como um barquinho sem leme, passado 2 ou 3 anos vem outros para o poleiro, a podridão dos partidos é algo altamente prejudicial para Portugal, as reformas necessárias não sáo efectuadas porque essas, não dão votos.

A imoralidade assola Portugal. Uns vivem na pobreza, Outros como o bela bosta que é o Governador do Banco de Portugal, ganha mais que o seu homónino americano. Um salário que é uma afronta para quem vive sem dinheiro para alimentar os filhos.
Quem está na política deve ter em mente que deve servir Portugal. Não é servir-se de Portugal.

Endividamo-nos a uma ordem de 2 Milhões de Euros por hora, sobrevivemos com esmolas da U.E, mal aplicadas, pois o dinheiro que entra sai logo a seguir para o estrangeiro, já para não falar das obras públicas de milhões de euros, que irão agravar a dívida pública.

E enquanto o país vai definhando, milhares de portugueses estão no desemprego, outros em estado crítico de pobreza, o Governo decide discutir o casamento dos homosexuais. Que comentário isto merece?
Nojo, mete nojo.

Precisamos de ir ao fundo das coisas. Precisamos de um Estadista e não de um Primeiro-Ministro que acumula a pasta da Propaganda.


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Ora vejam lá...
O que nós fizemos foi olhar para o anúncio de página inteira - em que o governo gastou dinheiro público - a anunciar 50% de desconto na compra de painéis solares.

Acontece porém que o anúncio não passa de uma propagação de princípios ou teorias sobre as energias renováveis - é esse, aliás, o conceito no dicionário da palavra propaganda. Nada ao longo de toda a página esclarece qualquer cidadão, seja ele mais ou menos letrado, sobre "como", "quando" ou "onde" adquirir o desconto.

Por isso, o que deliberadamente fizemos não foi ligar para o ministério para falar com os assessores ou com o gabinete de imprensa. O que fez a jornalista Carla Castelo - como todos sabem, sempre particularmente empenhada por cá em questões ambientais - foi procurar esclarecimentos, como qualquer português, sobre o que vimos na imprensa. (ver vídeo)

Ora, o ministro da Economia considera "leviano" e "jocoso" termos tido esta iniciativa de pegar no telefone e perguntar. Ficou até muito zangado! Nós consideramos que pode ser falta de hábito...

Bem vistas as coisas, o ministro não contava que depois da publicação de um anúncio, basicamente imperceptível, houvesse um qualquer cidadão que se lembrasse de pedir explicações a quem o fez publicar.

”Imagine que alguém liga aqui para a SIC e faz uma pergunta do mesmo tempo, a telefonista não é obrigada a saber isso”, reagiu Manuel Pinho, acrescentado: ”mas passamos em cima do assunto”.

Não passamos, não! Porque a verdade é que nós não fomos informados pela telefonista do Ministério da Economia. Falámos com ela, naturalmente, mas nem sequer pusemos essa conversa no ar. A chamada foi encaminhada, dentro do Ministério, para uma funcionária que deveria saber do assunto - e até sabia alguma coisa.

Ficámos a saber o que faltava ao anúncio: “quer desconto nos painéis solares? Por favor dirija-se a um banco”.

Bem vistas as coisas, cumprimos a nossa função, que é informar. Ao contrário do Ministério, que afinal gastou dinheiro, sem fazer o que devia: informar os cidadãos, a quem se dirige o anúncio.

Ficamos por isso sem perceber por que é que o senhor ministro ficou assim tão zangado, ao ponto de considerar que somos "brincalhões", "levianos", "desonestos" até! Não temos nada contra os painéis solares, é bom de ver. A Carla Castelo dá até regularmente atenção ao ambiente, sublinhando as boas práticas.

Em relação a este caso, não é que tenhamos compreendido tudo, mas graças à irritação do ministro sabemos agora também que quem tiver dinheiro na mão, tem o desconto logo à cabeça, na compra dos painéis solares. Já quem não tiver dinheiro, a ideia do Governo é que fique a pagar... ao banco!

http://sic.aeiou.pt/online/noticias/pro ... olares.htm (http://sic.aeiou.pt/online/noticias/programas/nos+por+ca/Artigos/O+ministro+e+os+paineis+solares.htm)
Título:
Enviado por: P44 em Fevereiro 18, 2009, 04:22:36 pm
Citação de: "Chicken_Bone"
Pareceu-me que te apressas-te a responder ao que eu disse sobre a brincadeira sobre a recessão.

Há uma coisa que reparo tanto nos tópicos dentro da área de Economia do fórum, a maioria do pessoal (vossa mercê incluído :D ) só diz mal do país e dos políticos. isso é como bater no ceguinho porque não consegue ver a cenoura que está a 500 m dele... é totalmente desnecessário, não ajuda em algo, é falar para encher o ego (como se só apontar o dedo aos erros sublevassem uma pessoa), etc. Mais vale dizer ao cego (que é Portugal) que cada vez que dá um passo na direcção da cenoura que está a ir na direcção correcta e que já esteve mais longe do que está.

Tds os dias, o comanche e o André, entre outros colocam notícias impressionantes sobre o que Portugal e os portugueses fazem e quase ninguém comenta sobre o assunto.



se eu visse o país a andar para a frente com isso...
Título:
Enviado por: HSMW em Fevereiro 18, 2009, 04:35:48 pm
Acabando as patentes desses produtos ou tecnologias ser adquiridas por capitais estrangeiros e nunca mais se ouve falar nada...
Título:
Enviado por: André em Fevereiro 18, 2009, 04:44:38 pm
Enfim comer e dizer mal, deixa lá Chicken Bone o pessoal está contente é assim dizendo mal do Governo e rebaixando e minimizando as coisas positivas  :lol:  :wink:
Título:
Enviado por: TOMSK em Fevereiro 18, 2009, 08:49:41 pm
Citação de: "André"
Enfim comer e dizer mal, deixa lá Chicken Bone o pessoal está contente é assim dizendo mal do Governo e rebaixando e minimizando as coisas positivas  :lol:  :wink:


Não se trata de minimizar as coisas positivas. Trata-se de melhorar as coisas negativas. Porque é assim que se evolui.
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Fevereiro 18, 2009, 09:37:41 pm
Pessoal: Proponho que se continue a discussão no "Portugal irá Recuperar"
:arrow: http://www.forumdefesa.com/forum/viewto ... &start=375 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?t=3435&start=375) "
Título:
Enviado por: Tiger22 em Fevereiro 20, 2009, 10:35:32 pm
A maior empresa de electricidade espanhola, a ENDESA, passou para mãos italianas (ENEL).

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Enel y Acciona firma la salida definitiva de la segunda en Endesa. La eléctrica italiana compra el 25% que tenía Acciona en la eléctrica española por un total de 11.100 millones de euros, de manera que Enel se hace con el control del 92% de la española. Pocos minutos antes de hacerse público el fin de las negociaciones, las acciones de Endesa y Acciona era suspendidas de cotización por la Comisión Nacional del Mercado de Valores.

En concreto, Acciona recibirá 9.600 millones de euros en efectivo de manos de Enel y otros 1.500 millones en dividendos de Endesa como pago por su 25% en la eléctrica. Con este dinero, se cubrirá el pago del 'put' de venta del 25% de Acciona en Endesa, valorado en 11.100 millones. Tras ello, la constructora de la familia Entrecanales comprará por 2.900 millones los activos renovables de Endesa. Estos activos consisten en 2.105 megavatios (MW) en España y Portugal, de los que 688 MW corresponden a centrales hidráulicas, y quedarán integrados dentro de la sociedad Acciona Energía.

De esta manera, termina con éxito la enésima intentona por cerrar un acuerdo sobre el que viene trabajandose desde el pasado mes de septiembre. Los continuos desencuentros y diferencias sobre las condiciones de la operación han prolongando la resolución del acuerdo hasta hoy. Sin ir más lejos, el mismo martes de esta semana, no pudo celebrarse el consejo que tendría que haber ratificado la transacción por diferentes motivos (avales, poderes...) .

Con la ruptura de su relación con Acciona, la compañía italiana eleva del 67% al 92% su participación en Endesa y asume un control que, debido al acuerdo de accionistas de marzo de 2007, le estaba limitado. El acuerdo es fruto de varios meses de negociaciones, que se intensificaron el pasado fin de semana, y que fija con detalle los términos en los que Acciona podrá ejercer de forma anticipada su 'put' de venta por el 25% de Endesa, valorado en cerca de 11.000 millones, de los que se descontarán los dividendos que reciba la constructora.

Por su parte, Enel ha logrado del sindicato de bancos acreedores de Acciona en Endesa la financiación necesaria para hacer frente a la parte en efectivo. De la parte de los activos, los negociadores manejaron la transferencia de una cartera de 2.000 megavatios (MW) renovables de Endesa a la sociedad Acciona Energía. En el tramo final de la negociación, Acciona ha pugnado por hacerse con garantías adicionales sobre contratos de obras y de suministro de turbinas.

Las negociaciones han estado encabezadas por el vicepresidente de Endesa, Andrea Brentan, en nombre de Enel, y por el consejero director general de Acciona, Valentín Montoya, quien también forma parte del consejo de la eléctrica. Acciona está siendo asesorada por el despacho Uria Menéndez y Enel, por Cuatrecasas.
Título:
Enviado por: comanche em Fevereiro 23, 2009, 11:57:43 pm
O desemprego em Espanha atingirá o 16,2% em junho, segundo adecco


23 Fevereiro 2009

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A taxa de desemprego atingirá o 16,2% em junho, com o que a percentagem de desempregados se terá duplicado em só dois anos, segundo o Indicador Trabalhista de Comunidades Autônomas (ILCA) elaborado por Adecco e a escola de negócio IESE-IRCO.Este índice prevê que a taxa de desemprego atinja em junho seu nível mais elevado desde setembro de 1998, com um incremento de 5,7 pontos percentuais em comparação com o mesmo mês de 2008.
O ILCA espera que a metade de ano o emprego tenha caído já um 3,9%, o que suporia que se destruíram um total de 788.400 postos de trabalho num ano e que o número de ocupados desça até as 19.636.700 pessoas, um nível similar ao registrado na primeira metade de 2006.Assim mesmo, o relatório prevê que se registrem 3.786.000 parados nos serviços públicos de emprego, mais do dobro que em junho de 2007 e o valor mais alto de em a história em Espanha.Por outro lado, adverte de que a crise “já devorou todos os empregos juvenis que se tinham criado até mediados de 2006″, quando o número de ocupados deste grupo de idade atingiu seu máximo, com algo mais de 2,1 milhões.


http://www.minutodigital.com/actualidad ... un-adecco/ (http://www.minutodigital.com/actualidad2/2009/02/23/el-paro-alcanzara-el-162-en-junio-segun-adecco/)
Título:
Enviado por: comanche em Fevereiro 24, 2009, 12:11:34 am
O desemprego seguirá aumentando ao mesmo ritmo em Espanha e se disparará até o 18,7% em 2010

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A Comissão Européia publicou hoje seu primeiro relatório mensal sobre a situação do emprego na UE, que se começou a elaborar a raiz da crise econômica e financeira, no que se destaca que a atual tendência de aumento do desemprego em Espanha continuará ao menos até mediados de 2009. O Executivo comunitário prevê que a taxa de desemprego espanhola suba este ano até o 16,1% da população ativa e se dispare até o 18,7% em 2010.
Em seu relatório, Bruxelas constata que a economia espanhola " está  a abrandar rapidamente" e que todos os indicadores de confiança se deterioraram de forma marcada. "Espanha foi até agora um dos Estados membros mais duramente golpeados pela atual crise econômica, com quedas muito fortes da produção industrial e da construção e autênticas dificuldades no setor do automóvel", sublinha a Comissão.


A taxa de desemprego mais alta da UE

O desemprego aumentou com força e Espanha tem já a taxa de desemprego mais alta da UE. O número de desempregados aumentou em 1,3 milhões em 2008 até situar-se em 3,2 milhões, o que elevou a taxa de desemprego no 13,9%, o máximo em 9 anos, segundo os dados da Enquete de População Ativa dos que se faz eco o Executivo comunitário. "Se prevêem novos incrementos e se espera que a tendência atual continue ao menos até mediados de 2009", ressalta a Comissão, que recorda que o número de pessoas registradas como desempregados aumentou em 200.000 só em janeiro.
Pelo que se refere ao conjunto da UE, os últimos dados de finais de 2008 e janeiro de 2009 põem de relevo que a crise econômica começa a afetar ao mercado de trabalho de forma generalizada. Até dezembro, a taxa média de desemprego da UE se tinha visto menos afetada pela desaceleração do que a de Estados Unidos.   ......]





http://www.eleconomista.es/empleo/notic ... -2010.html (http://www.eleconomista.es/empleo/noticias/1041352/02/09/El-paro-seguira-aumentando-al-mismo-ritmo-en-Espana-y-se-disparara-hasta-el-187-en-2010.html)
Título:
Enviado por: comanche em Fevereiro 24, 2009, 09:18:21 pm
'Financial Times' alerta de uma depressão em Espanha



Diz que será uma situação "nunca vista desde os anos 30"



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A economia espanhola, vítima da crise econômica global e do estalido da borbulha imobiliária, poderia chegar a ter que se enfrentar com uma depressão nunca vista desde os anos 30, segundo adverte o diário britânico Financial Times. Numa reportagem titulada "A dor em Espanha" ("The pain in Spain"), o rotativo assinala que "como o resto de Europa, Espanha encara a perspectiva de algo pior do que uma recessão, uma depressão de um tipo nunca visto desde 1930", e adverte de que os primeiros sintomas de recuperação poderiam atrasar-se "ao menos até a primavera de 2010".
No caso de Espanha, recorda que a taxa de desemprego é a mais alta da União Européia e do que já há mais de três milhões de pessoas em desemprego, enquanto aponta que as principais companhias do setor imobiliário do país, agrupadas no denominado G-14, não iniciaram a construção de nenhuma moradia no passado mês de dezembro.Assim mesmo, o jornal aponta que os bancos espanhóis "podem ter esquivado o pior da crise subprime de EEUU, mas têm seus próprios problemas", já que contam com milhares de milhões em créditos que poderiam transformar-se em "maus" em seu próprio país.
Deste modo, FT afirma que, ainda que os analistas econômicos não se põem de acordo em prognosticar quanto se contrairá a economia espanhola em 2009, todos estão de acordo em augurar que a recessão será "profunda e dolorosa".Neste sentido, Fernando Ballabriga, professor da escola de negócios Esade, prognostica que a dinâmica potencial da atividade econômica espanhola nos trimestres vindouros terá "forma de L", o que implica uma pronunciada queda da atividade em 2009 e quiçá em 2010, para depois manter-se plana.Por sua vez, o presidente de Fibanc, Carlos Tusquets, admite que a dependência do sistema financeiro espanhol do mercado interbancario e da colocação de titulõs no exterior provoca que "devido à crise de crédito agora se sofra muito para obter financiamento exterior".
Assim mesmo, o líder de CIU, Artur Mas, sugere a necessidade de acometer algumas reformas como no caso do mercado trabalhista, a Administração pública, o sistema fiscal e o modelo produtivo, mas se mostra pouco otimista com respeito à vontade do governo espanhol para levarlas a cabo, pelo que vaticina que o país terá "um pouco mais difícil" sair da crise.


http://economia.e-noticies.es/financial ... 26285.html (http://economia.e-noticies.es/financial-times-alerta-de-una-depresion--en-espana-26285.html)
Título:
Enviado por: Hymy em Fevereiro 26, 2009, 07:49:36 pm
Los más agoreros hablan de siete millones de parados. Luctuosos tiempos están por venir.
Título:
Enviado por: teXou em Fevereiro 26, 2009, 07:58:12 pm
Citação de: "comanche"
'Financial Times' alerta de uma depressão em Espanha


Diz que será uma situação "nunca vista desde os anos 30"
.........

Infelizmente isto não diz nada de bom para Portugal.  :sil:
Título:
Enviado por: pedro em Fevereiro 26, 2009, 08:47:37 pm
Texou e vimos que eu tinha razão quando dizia que o socrates é um zero a esquerda em politica externa e economia.
Que otario é que vai centrar os seus esforços para que empresas nacionais vaiam investir em Espanha, A Espanha estava a viver numa bolha imobiliaria e fui uma pessima aposta ""infelizmente"". :roll:

Cumprimentos
Título:
Enviado por: comanche em Março 06, 2009, 11:43:32 pm
Espanha é o segundo país da UE com maior risco de pobreza

6 de Março 2009

Cerca de 20% dos espanhóis se encontram em risco de pobreza.
Assim o destaca o relatório anual sobre proteção e inclusão social publicado esta quinta-feira pela Comissão Europeia.


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Cerca de 20% dos espanhóis se encontram em risco de pobreza. Espanha é o segundo país da União Européia com uma maior percentagem de população nesta situação, uma cifra que só é superada por Letônia, com um 21%, e igualada por dois países, Itália e Grécia. A notícia chegava da mão do relatório anual sobre proteção e inclusão social fato público esta quinta-feira pela Comissão Européia, que assinala às pessoas de idade avançada (28 %) e aos meninos (24 %) como grupos de idade com maior risco.
No estudo, com dados correspondentes a 2007, o Executivo comunitário recomenda a Espanha reduzir o abandono escolar para romper a transmissão intergeneracional da pobreza, promover uma maior inclusão dos grupos mais vulneráveis e reformar as pensões. A melhora da aplicação da lei de Dependência, a redução das diferenças entre comunidades autônomas e das listas de espera na previdência pública também figuram entre as iniciativas propostas.


O desemprego, cerca do 19% em 2010.

A Comissão sublinha que o índice de população em risco de pobreza em Espanha não baixou pese à bonança econômica e a criação de emprego antes da crise. E avisa de que o aumento do desemprego provocado pela recessão "poderia incidir seriamente na proporção de pessoas desempregadas em situação de pobreza (que era o 37 % em 2007) e na percentagem de pessoas que vivem em lares nos que não trabalha nenhum de seus membros (o 6,2 % em 2007)". Bruxelas prevê que a taxa de desemprego em Espanha se situe cerca do 19% em 2010.
Mas também a percentagem de trabalhadores pobres em Espanha é superior ao da média da UE (o 11% frente ao 8% em 2007). Isso se explica, segundo Bruxelas, pela alta segmentação do mercado trabalhista espanhol, com uma taxa muito elevada de contratos temporários, especialmente entre as mulheres, os jovens, as pessoas de origem emigrante e as pessoas com incapacidade.Os gastos sociais como percentagem do PIB continuam estando "perceptivelmente" por embaixo da média da UE (o 20,9 % em 2006 frente ao 26,9 % da média comunitária). Isso provoca que Espanha se encontre, junto com Grécia e Itália, entre os países onde as transferências sociais reduzem menos o risco de pobreza, ao redor do 17%.



http://www.20minutos.es/noticia/454866/ ... obreza/ue/ (http://www.20minutos.es/noticia/454866/0/espana/pobreza/ue/)
Título:
Enviado por: old em Março 07, 2009, 09:12:04 am
El calculo sobre personas por debajo del indice de pobreza lo hace cada Pais.

Consiste en tener ingresos inferiores a la mitad del Salario Medio del cada Estado.

El salario medio en Espanha es de unos 1.700 euros al mes aprox. (al margen de recibir mas servicios sociales)

 Aunque el 100% de los Espanholes fueran pobres, tendrian mejor calidad de vida y  serian mucho mas ricos que los Portugueses. De echo lo somos.

Deberia de darle verguenza poner noticias asi, que dejan en evidencia su propio ego  :lol:
Título:
Enviado por: Silva Neto em Março 07, 2009, 06:45:10 pm
Citação de: "old"
El calculo sobre personas por debajo del indice de pobreza lo hace cada Pais.

Consiste en tener ingresos inferiores a la mitad del Salario Medio del cada Estado.

El salario medio en Espanha es de unos 1.700 euros al mes aprox. (al margen de recibir mas servicios sociales)

 Aunque el 100% de los Espanholes fueran pobres, tendrian mejor calidad de vida y  serian mucho mas ricos que los Portugueses. De echo lo somos.

Deberia de darle verguenza poner noticias asi, que dejan en evidencia su propio ego  :lol:


Tantos disparates.

O índice risco de pobreza é construído em função do que os institutos de estatística de cada país consideram ser o montante mínimo necessário para que cada cidadão desse mesmo país possa viver com um mínimo de dignidade.

A notícia esta correctíssima. Em Espanha e na Letônia há mais cidadãos que estão em risco de cair abaixo do valor estabelecido para viverem condignamente nesses países.

Extrapolar essas situações é um absurdo, dado que um espanhol ou um letão não ganham os seus ordenados nesses países e depois vivem e o gastam noutro com menor custo de vida. Gastam os seus rendimentos nos seus países, como é óbvio.

Portugal tem feito um grande esforço a esse nível, e esses resultados já se notam nas estatísticas.

Comparar Espanha com Portugal não faz sentido, as diferenças de ordenados são cada vez menores, com a diferença de que o custo de vida em Espanha é bem maior. Basta ver que as principais cidades espanholas estão entre as mais caras da Europa e do mundo.

Se a isto adicionarmos a carga creditícia que cada espanhol contraiu para comprar casa, numa altura de pura especulação imobiliária, o cenário é dramático.

Mais dramático fica quando se aproximam de taxas de desemprego na ordem dos 20%, uma autêntica calamidade e situação de emergência social. Isto para já não falar do défice que neste ano rondará os 7%.

Nestas circunstâncias dizer que em Espanha se vive melhor é pura ignorância. O nosso nível de vida não sendo dos mais elevados da Europa, permite mesmo assim, graças ao custo de vida ser em Portugal um dos mais baixos da Europa, termos uma qualidade de vida muito superior a de qualquer espanhol médio.
Título:
Enviado por: old em Março 07, 2009, 07:16:59 pm
Citação de: "Silva Neto"
Citação de: "old"
El calculo sobre personas por debajo del indice de pobreza lo hace cada Pais.

Consiste en tener ingresos inferiores a la mitad del Salario Medio del cada Estado.

El salario medio en Espanha es de unos 1.700 euros al mes aprox. (al margen de recibir mas servicios sociales)

 Aunque el 100% de los Espanholes fueran pobres, tendrian mejor calidad de vida y  serian mucho mas ricos que los Portugueses. De echo lo somos.

Deberia de darle verguenza poner noticias asi, que dejan en evidencia su propio ego  

Tantos disparates.

O índice risco de pobreza é construído em função do que os institutos de estatística de cada país consideram ser o montante mínimo necessário para que cada cidadão desse mesmo país possa viver com um mínimo de dignidade.

A notícia esta correctíssima. Em Espanha e na Letônia há mais cidadãos que estão em risco de cair abaixo do valor estabelecido para viverem condignamente nesses países.

Extrapolar essas situações é um absurdo, dado que um espanhol ou um letão não ganham os seus ordenados nesses países e depois vivem e o gastam noutro com menor custo de vida. Gastam os seus rendimentos nos seus países, como é óbvio.

Portugal tem feito um grande esforço a esse nível, e esses resultados já se notam nas estatísticas.

Comparar Espanha com Portugal não faz sentido, as diferenças de ordenados são cada vez menores, com a diferença de que o custo de vida em Espanha é bem maior. Basta ver que as principais cidades espanholas estão entre as mais caras da Europa e do mundo.

Se a isto adicionarmos a carga creditícia que cada espanhol contraiu para comprar casa, numa altura de pura especulação imobiliária, o cenário é dramático.

Mais dramático fica quando se aproximam de taxas de desemprego na ordem dos 20%, uma autêntica calamidade e situação de emergência social. Isto para já não falar do défice que neste ano rondará os 7%.

Nestas circunstâncias dizer que em Espanha se vive melhor é pura ignorância. O nosso nível de vida não sendo dos mais elevados da Europa, permite mesmo assim, graças ao custo de vida ser em Portugal um dos mais baixos da Europa, termos uma qualidade de vida muito superior a de qualquer espanhol médio.


Por favor!! Si Espanha esta llena de inmigrantes Portugueses. Curiosamente no hay Franceses o Alemanes o Suizos...

El Indice de Desarrollo Humano de Portugal (calidad de vida) siempre ha estado y continua estando muy por debajo de Español. La crisis no durara siempre y el enorme esfuerzo conseguido en los ultimos 10/15 años permite aguantar a Espanha mejor que a muchos paises. No es muy justo comparar a Italia o Espanha con Letonia o Portugal.

Su Pais es muy bonito y agradable, pero muy lejos del desarrollo alcanzado aqui.

Deseo que Portugal sea una potencia economia de primer orden y alcancen un nivel de vida altisimo. Nunca me alegraria de sus penurias, y mucho menos abriria un post para poner malas noticias  :lol:

Estos temas siempre terminan igual.
Título:
Enviado por: Silva Neto em Março 07, 2009, 10:02:06 pm
Citação de: "old"
Citação de: "Silva Neto"
Citação de: "old"
El calculo sobre personas por debajo del indice de pobreza lo hace cada Pais.

Consiste en tener ingresos inferiores a la mitad del Salario Medio del cada Estado.

El salario medio en Espanha es de unos 1.700 euros al mes aprox. (al margen de recibir mas servicios sociales)

 Aunque el 100% de los Espanholes fueran pobres, tendrian mejor calidad de vida y  serian mucho mas ricos que los Portugueses. De echo lo somos.

Deberia de darle verguenza poner noticias asi, que dejan en evidencia su propio ego  

Tantos disparates.

O índice risco de pobreza é construído em função do que os institutos de estatística de cada país consideram ser o montante mínimo necessário para que cada cidadão desse mesmo país possa viver com um mínimo de dignidade.

A notícia esta correctíssima. Em Espanha e na Letônia há mais cidadãos que estão em risco de cair abaixo do valor estabelecido para viverem condignamente nesses países.

Extrapolar essas situações é um absurdo, dado que um espanhol ou um letão não ganham os seus ordenados nesses países e depois vivem e o gastam noutro com menor custo de vida. Gastam os seus rendimentos nos seus países, como é óbvio.

Portugal tem feito um grande esforço a esse nível, e esses resultados já se notam nas estatísticas.

Comparar Espanha com Portugal não faz sentido, as diferenças de ordenados são cada vez menores, com a diferença de que o custo de vida em Espanha é bem maior. Basta ver que as principais cidades espanholas estão entre as mais caras da Europa e do mundo.

Se a isto adicionarmos a carga creditícia que cada espanhol contraiu para comprar casa, numa altura de pura especulação imobiliária, o cenário é dramático.

Mais dramático fica quando se aproximam de taxas de desemprego na ordem dos 20%, uma autêntica calamidade e situação de emergência social. Isto para já não falar do défice que neste ano rondará os 7%.

Nestas circunstâncias dizer que em Espanha se vive melhor é pura ignorância. O nosso nível de vida não sendo dos mais elevados da Europa, permite mesmo assim, graças ao custo de vida ser em Portugal um dos mais baixos da Europa, termos uma qualidade de vida muito superior a de qualquer espanhol médio.

Por favor!! Si Espanha esta llena de inmigrantes Portugueses. Curiosamente no hay Franceses o Alemanes o Suizos...

El Indice de Desarrollo Humano de Portugal (calidad de vida) siempre ha estado y continua estando muy por debajo de Español. La crisis no durara siempre y el enorme esfuerzo conseguido en los ultimos 10/15 años permite aguantar a Espanha mejor que a muchos paises. No es muy justo comparar a Italia o Espanha con Letonia o Portugal.

Su Pais es muy bonito y agradable, pero muy lejos del desarrollo alcanzado aqui.

Deseo que Portugal sea una potencia economia de primer orden y alcancen un nivel de vida altisimo. Nunca me alegraria de sus penurias, y mucho menos abriria un post para poner malas noticias  :lol:

Estos temas siempre terminan igual.

Em Portugal e Espanha também existem muitos imigrantes alemães. E?
Em Portugal também existem muitos imigrantes espanhóis. E?

Continua a não perceber do que fala.

O índice de desenvolvimento humano compara factores absolutos entre os distintos países. Não é como o índice do risco de pobreza.

Hong Kong por ter um alto PIB per capita estará sempre à frente de um país como Portugal, mesmo que em Portugal com menos rendimento se possa comprar mais “coisas” do que em Hong Kong. O IDH compara valores absolutos entre os diferentes países.


Frases como esta:

Citar
No es muy justo comparar a Italia o Espanha con Letonia o Portugal.

Citar
Su Pais es muy bonito y agradable, pero muy lejos del desarrollo alcanzado aqui.


Só demonstram a sua total ignorancia em relação a Portugal. Algo típico entre os espanhóis.

Passo a minha vida entre Espanha e Portugal (sou assessor de uma entidade bancária portuguesa em Espanha) e posso-lhe dizer a si com toda claridade que não existe nenhuma diferença significativa de desenvolvimento entre a Espanha e Portugal (estamos mesmo à frente em muitos aspectos como as novas tecnologias, e-goverment etc.) e tem-se mais qualidade de vida (em circunstancias normais) em Portugal do que em Espanha. Isto são factos, e só o pode aferir viajando e conhecendo Portugal. Tudo o resto são preconceitos e ignorância de quem desconhece a realidade.
Título:
Enviado por: old em Março 07, 2009, 10:14:21 pm
Citação de: "Silva Neto"
Citação de: "old"
Citação de: "Silva Neto"
Citação de: "old"
El calculo sobre personas por debajo del indice de pobreza lo hace cada Pais.

Consiste en tener ingresos inferiores a la mitad del Salario Medio del cada Estado.

El salario medio en Espanha es de unos 1.700 euros al mes aprox. (al margen de recibir mas servicios sociales)

 Aunque el 100% de los Espanholes fueran pobres, tendrian mejor calidad de vida y  serian mucho mas ricos que los Portugueses. De echo lo somos.

Deberia de darle verguenza poner noticias asi, que dejan en evidencia su propio ego  

Tantos disparates.

O índice risco de pobreza é construído em função do que os institutos de estatística de cada país consideram ser o montante mínimo necessário para que cada cidadão desse mesmo país possa viver com um mínimo de dignidade.

A notícia esta correctíssima. Em Espanha e na Letônia há mais cidadãos que estão em risco de cair abaixo do valor estabelecido para viverem condignamente nesses países.

Extrapolar essas situações é um absurdo, dado que um espanhol ou um letão não ganham os seus ordenados nesses países e depois vivem e o gastam noutro com menor custo de vida. Gastam os seus rendimentos nos seus países, como é óbvio.

Portugal tem feito um grande esforço a esse nível, e esses resultados já se notam nas estatísticas.

Comparar Espanha com Portugal não faz sentido, as diferenças de ordenados são cada vez menores, com a diferença de que o custo de vida em Espanha é bem maior. Basta ver que as principais cidades espanholas estão entre as mais caras da Europa e do mundo.

Se a isto adicionarmos a carga creditícia que cada espanhol contraiu para comprar casa, numa altura de pura especulação imobiliária, o cenário é dramático.

Mais dramático fica quando se aproximam de taxas de desemprego na ordem dos 20%, uma autêntica calamidade e situação de emergência social. Isto para já não falar do défice que neste ano rondará os 7%.

Nestas circunstâncias dizer que em Espanha se vive melhor é pura ignorância. O nosso nível de vida não sendo dos mais elevados da Europa, permite mesmo assim, graças ao custo de vida ser em Portugal um dos mais baixos da Europa, termos uma qualidade de vida muito superior a de qualquer espanhol médio.

Por favor!! Si Espanha esta llena de inmigrantes Portugueses. Curiosamente no hay Franceses o Alemanes o Suizos...

El Indice de Desarrollo Humano de Portugal (calidad de vida) siempre ha estado y continua estando muy por debajo de Español. La crisis no durara siempre y el enorme esfuerzo conseguido en los ultimos 10/15 años permite aguantar a Espanha mejor que a muchos paises. No es muy justo comparar a Italia o Espanha con Letonia o Portugal.

Su Pais es muy bonito y agradable, pero muy lejos del desarrollo alcanzado aqui.

Deseo que Portugal sea una potencia economia de primer orden y alcancen un nivel de vida altisimo. Nunca me alegraria de sus penurias, y mucho menos abriria un post para poner malas noticias  :roll: Por favor..no me haga buscar datos.

En realidad para viajar tanto parece que desconoce muchas cosas. Alguna vez estuve en Portugal (zona de Braganza y  Vila Real y otro viaje a Oporto, todos ellos en moto desde Barcelona) Era como retroceder 20 años en el tiempo. Son apreciaciones mias, claro esta. Le puedo decir que pasando la frontera de los Pirineos no se aprecian diferencias, pero viajar de Barcelona/Madrid/Galiza/ Leon a Portugal es como retroceder unos cuantos años.

Asi que el IDH no sirve para nada, claro, es mas fiable su opinión (o la mia).
Título:
Enviado por: Silva Neto em Março 07, 2009, 10:53:26 pm
Citação de: "old"
Citação de: "Silva Neto"
Citação de: "old"
Citação de: "Silva Neto"
Citação de: "old"
El calculo sobre personas por debajo del indice de pobreza lo hace cada Pais.

Consiste en tener ingresos inferiores a la mitad del Salario Medio del cada Estado.

El salario medio en Espanha es de unos 1.700 euros al mes aprox. (al margen de recibir mas servicios sociales)

 Aunque el 100% de los Espanholes fueran pobres, tendrian mejor calidad de vida y  serian mucho mas ricos que los Portugueses. De echo lo somos.

Deberia de darle verguenza poner noticias asi, que dejan en evidencia su propio ego  

Tantos disparates.

O índice risco de pobreza é construído em função do que os institutos de estatística de cada país consideram ser o montante mínimo necessário para que cada cidadão desse mesmo país possa viver com um mínimo de dignidade.

A notícia esta correctíssima. Em Espanha e na Letônia há mais cidadãos que estão em risco de cair abaixo do valor estabelecido para viverem condignamente nesses países.

Extrapolar essas situações é um absurdo, dado que um espanhol ou um letão não ganham os seus ordenados nesses países e depois vivem e o gastam noutro com menor custo de vida. Gastam os seus rendimentos nos seus países, como é óbvio.

Portugal tem feito um grande esforço a esse nível, e esses resultados já se notam nas estatísticas.

Comparar Espanha com Portugal não faz sentido, as diferenças de ordenados são cada vez menores, com a diferença de que o custo de vida em Espanha é bem maior. Basta ver que as principais cidades espanholas estão entre as mais caras da Europa e do mundo.

Se a isto adicionarmos a carga creditícia que cada espanhol contraiu para comprar casa, numa altura de pura especulação imobiliária, o cenário é dramático.

Mais dramático fica quando se aproximam de taxas de desemprego na ordem dos 20%, uma autêntica calamidade e situação de emergência social. Isto para já não falar do défice que neste ano rondará os 7%.

Nestas circunstâncias dizer que em Espanha se vive melhor é pura ignorância. O nosso nível de vida não sendo dos mais elevados da Europa, permite mesmo assim, graças ao custo de vida ser em Portugal um dos mais baixos da Europa, termos uma qualidade de vida muito superior a de qualquer espanhol médio.

Por favor!! Si Espanha esta llena de inmigrantes Portugueses. Curiosamente no hay Franceses o Alemanes o Suizos...

El Indice de Desarrollo Humano de Portugal (calidad de vida) siempre ha estado y continua estando muy por debajo de Español. La crisis no durara siempre y el enorme esfuerzo conseguido en los ultimos 10/15 años permite aguantar a Espanha mejor que a muchos paises. No es muy justo comparar a Italia o Espanha con Letonia o Portugal.

Su Pais es muy bonito y agradable, pero muy lejos del desarrollo alcanzado aqui.

Deseo que Portugal sea una potencia economia de primer orden y alcancen un nivel de vida altisimo. Nunca me alegraria de sus penurias, y mucho menos abriria un post para poner malas noticias  :roll: Por favor..no me haga buscar datos.

En realidad para viajar tanto parece que desconoce muchas cosas. Alguna vez estuve en Portugal (zona de Braganza y  Vila Real y otro viaje a Oporto, todos ellos en moto desde Barcelona) Era como retroceder 20 años en el tiempo. Son apreciaciones mias, claro esta. Le puedo decir que pasando la frontera de los Pirineos no se aprecian diferencias, pero viajar de Barcelona/Madrid/Galiza/ Leon a Portugal es como retroceder unos cuantos años.

Asi que el IDH no sirve para nada, claro, es mas fiable su opinión (o la mia).


Perante afirmações destas, recuso sequer perder tempo a comentar. Cure-se.
Título:
Enviado por: manuel liste em Março 07, 2009, 11:04:58 pm
Citação de: "old"
 
Sobre todo en eso..:roll: Por favor..no me haga buscar datos.

En realidad para viajar tanto parece que desconoce muchas cosas. Alguna vez estuve en Portugal (zona de Braganza y  Vila Real y otro viaje a Oporto, todos ellos en moto desde Barcelona) Era como retroceder 20 años en el tiempo. Son apreciaciones mias, claro esta. Le puedo decir que pasando la frontera de los Pirineos no se aprecian diferencias, pero viajar de Barcelona/Madrid/Galiza/ Leon a Portugal es como retroceder unos cuantos años.

Asi que el IDH no sirve para nada, claro, es mas fiable su opinión (o la mia).


La zona del norte es la más pobre del país, y da más aspecto de pobreza porque mucha gente vive de una agricultura poco competitiva. Las malas carreteras no contribuyen a mejorar el cuadro.

Pero no todo el país es así. Incluso en el norte, con un sueldo relativamente bueno se puede vivir con mejor calidad de vida que en una gran capital española. Los pisos son baratos, las calles son seguras y las ciudades son pequeñas y apacibles en general. Y el desempleo es menor que en España, que no se olvide.

Para muchos eso es vivir bien.
Título:
Enviado por: Silva Neto em Março 07, 2009, 11:18:10 pm
Citação de: "manuel liste"
Citação de: "old"
 
Sobre todo en eso..:roll: Por favor..no me haga buscar datos.

En realidad para viajar tanto parece que desconoce muchas cosas. Alguna vez estuve en Portugal (zona de Braganza y  Vila Real y otro viaje a Oporto, todos ellos en moto desde Barcelona) Era como retroceder 20 años en el tiempo. Son apreciaciones mias, claro esta. Le puedo decir que pasando la frontera de los Pirineos no se aprecian diferencias, pero viajar de Barcelona/Madrid/Galiza/ Leon a Portugal es como retroceder unos cuantos años.

Asi que el IDH no sirve para nada, claro, es mas fiable su opinión (o la mia).

La zona del norte es la más pobre del país, y da más aspecto de pobreza porque mucha gente vive de una agricultura poco competitiva. Las malas carreteras no contribuyen a mejorar el cuadro.

Para muchos eso es vivir bien.

A agricultura tem pouco peso no norte. O sector mais importante é o industrial.

Sobre as estradas também não está correcto:

Citar
Voltando à realidade, quando comparamos Portugal com os outros países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) ou da Europa a 25, como fez o economista Avelino de Jesus, a conclusão é similar. Os dados para 2006 mostram que na UE a 25 Portugal tem uma média de auto-estradas por rede viária de 2,3% muito acima dos 1,2% da média, e que é o terceiro valor mais elevado depois da Holanda e Luxemburgo. A União Europeia tem 13 km de auto-estradas por 100 mil habitantes, quando Portugal tem 17 km. Por cá existem 20 km de auto-estrada por 1000 km2 do país, enquanto que a média da UE são 15 km. Olhando para o universo da OCDE, Portugal foi o segundo país que desde 1990 e até 2006 registou a maior expansão na rede. Mais significativo para este professor do ISG (Instituto Superior de Gestão) são os indicadores que relacionam a extensão da rede com a capacidade económica. Portugal é o segundo país com mais quilómetros (8,3 km) por mil milhões de dólares de PIB, apenas ultrapassado pelo Canadá.
Título:
Enviado por: old em Março 08, 2009, 04:49:33 pm
las "autostradas" que yo pise parecían mas carreteras nacionales que otra cosa. Y no mencione mucho el sector industrial Portugues. Es de los menos productivos de Europa.

Ahora resulta que los informes de de la ONU de desarrollo no sirven para nada y es mejor creer en lo que diga un empleado de la banca portuguesa. Escriba una carta a la ONU y digan que estan equivocados y que Portugal deberia de estar en los primeros puestos, en vez de en los ultimos (del mundo desarrollado)

Los primeros 25 puestos en calidad y desarrolo los ocupan:

Islandia Canada Noruega Australia Japon Suiza Alemania España Francia Italia  EEUU Uk etc etcetc etc etc etc .

http://es.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADse ... llo_Humano (http://es.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADses_ordenados_por_%C3%8Dndice_de_Desarrollo_Humano)

Eso creo que es indiscutible, ahora viene usted y nos dice que en Portugal se vive mejor  :lol:

Claro hombre ¿algo mas?

Ahh si, eso de que las cosas son mas baratas en Portugal...

Los combustibles... son mas caros. Las colas que hay en las gasolineras del lado Espanhol son pequeñas..

Los automoviles...son mas baratos en España

El IVA, un 16 Vs un ¿21?

La vivienda en España si es mas cara, pero con el crash del sector todo volvera a su cauce en  ese sentido


Es logico que no aprecie diferencias abismales viajando un poco (que si las hay) . Afortunadamente ambos son paises del primer mundo, pero cada uno con lo suyo.
Si quiere encontrar grandisimas diferencias cruce la frontera en Ceuta o Melilla a Marruecos. Se puede caer del susto. Primer mundo y tercer mundo separados por unos pocos metros.

Ahora busquen (eso comanche jaja) alguna noticia economica negativa, seguro que la encuentran de cualquier pais. Desde Japon hasta Nigeria y como no, de Espanha

Ya hay que ser envidioso para abrir un  post asi.

Un saludo a todos
Título:
Enviado por: Daniel em Março 08, 2009, 08:46:55 pm
old
Citar
No es muy justo comparar a Italia o Espanha con Letonia o Portugal.


Não vou nem descutir, pois sei que isso por aqui não tem fim, mas não deixa de ser interessante, e por várias vezes que reparei, o espanhóis gostam muito de se comparar com os italianos, em vários sentidos, :roll:  c34x
Título:
Enviado por: old em Março 08, 2009, 09:04:09 pm
Citação de: "Daniel"
old
Citar
No es muy justo comparar a Italia o Espanha con Letonia o Portugal.

Não vou nem descutir, pois sei que isso por aqui não tem fim, mas não deixa de ser interessante, e por várias vezes que reparei, o espanhóis gostam muito de se comparar com os italianos, em vários sentidos, :roll:  c34x


Cierto, gusta de comparar a quien se supera:  :lol:

http://www.elpais.com/articulo/economia ... ieco_2/Tes (http://www.elpais.com/articulo/economia/Espana/supera/primera/vez/Italia/riqueza/habitante/elpepueco/20071218elpepieco_2/Tes)

http://www.elmundo.es/mundodinero/2007/ ... 31974.html (http://www.elmundo.es/mundodinero/2007/12/17/economia/1197931974.html)

http://economy.blogs.ie.edu/archives/20 ... pero_a.php (http://economy.blogs.ie.edu/archives/2007/12/espana_supero_a.php)

http://www.cadenaser.com/economia/artic ... reco_4/Tes (http://www.cadenaser.com/economia/articulo/espana-supera-italia-producto-interior/csrcsrpor/20071217csrcsreco_4/Tes)

http://www.spaniards.es/foros/2008/01/0 ... era-italia (http://www.spaniards.es/foros/2008/01/02/espana-supera-italia)
Título:
Enviado por: manuel liste em Março 08, 2009, 09:05:02 pm
Citação de: "Silva Neto"

A agricultura tem pouco peso no norte. O sector mais importante é o industrial.

O sei, mas tem uma agricultura pouco competitiva que incrementa seu índice de pobreza relativa com respeito a outras regiões. Daí que seja a região de máis migração. A Galiza e o Norte têm problemas comuns, eu vivo perto do Alto Minho e conheço o tema.

Citar
Sobre as estradas também não está correcto:


Têm uma boa rede de autoestradas, ainda que caras. Mas as estradas nacionáis poderiam estar bem melhor.

Mas segue a ser um bom pais para viver, ainda que melhor longe de Lisboa e Porto. As súas cidades pequenas são estupendas  :D
Título:
Enviado por: MARIA JOSE em Março 08, 2009, 09:06:41 pm
La cosa es facil de entender Daniel.
España según los últimos datos publicados tiene el 107% de la renta media de la Unión Europea.
Italia el 105%  y Portugal , el 75%. Es normal que si nos comparamos con alguen sea con los italianos.
Tambien sin anímo de polemizar o discutir.
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Março 08, 2009, 10:32:01 pm
tchhhhhh, una chica! finalmente! no se la razón, pero a las chicas no les gustan el foro!

Bem, feita a nota, voltando ao tema...

Concordo com o Old no que diz respeito a preços, Espanha é mais barata, à excepção de casas...

O sector industrial português já esteve mais forte nos anos 80 e principio dos 90.
Título:
Enviado por: P44 em Março 09, 2009, 10:06:40 am
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Nestas circunstâncias dizer que em Espanha se vive melhor é pura ignorância. O nosso nível de vida não sendo dos mais elevados da Europa, permite mesmo assim, graças ao custo de vida ser em Portugal um dos mais baixos da Europa, termos uma qualidade de vida muito superior a de qualquer espanhol médio.


ou vc é rico ou então não tem a minima ideia da realidade...desculpe que lhe diga.
Título:
Enviado por: Silva Neto em Março 09, 2009, 11:32:50 pm
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ESTUDIO DE 'THE ECONOMIST'

Madrid y Barcelona son más caras para vivir que Londres

    * El informe compara los ingresos con los costes de vivir en cada ciudad
    * La capital inglesa cae de la octava posición al puesto 27 del mundo
    * Barcelona (18) sube un puesto y Madrid (20) se mantiene
    * Es más caro vivir en Caracas que en Los Angeles o Nueva York
    * Reikiavik, ejemplo del hundimiento de la economía de Islandia

Efe

Madrid.- Londres tenía fama de ser una de las ciudades más caras del mundo, pero ya no es así según el índice del coste de la vida que realiza la Economist Intelligence Unit, del grupo editor de la revista 'The Economist'. Ocupa el puesto 27 en la clasificación, una posición que la sitúa por detrás de Barcelona (18) y Madrid (20).

La devaluación de la libra, producto de la recesión británica y la inyección masiva de liquidez, es uno de los principales motivos por los que la City ha caído de la octava posición al puesto 27 si se compara el coste de vivir allí con los ingresos de sus ciudadanos. Si en verano de 2008 una libra valía dos dólares, ahora el cambio ronda las 1,4 unidades.

Por el contrario, las ciudades de la zona euro han notado una devaluación menor de su divisa, que ha pasado de cambiarse a casi 1,6 dólares en verano del pasado año a un tipo de cambio de 1,25 unidades en la actualidad.

El abaratamiento del coste de la vida en algunas ciudades europeas occidentales se debe sobre todo a la depreciación de sus monedas. Pese a todo, sigue siendo la región más cara para vivir del mundo.

Tokio ha recuperado su posición como la ciudad más cara del mundo, por delante de Osaka, tras haber figurado en sexto lugar en el estudio de 2008.

En tercera posición figura París, seguida de Copenhague, Oslo, Zúrich, Francfort, Helsinki y Ginebra.

Oslo, que era antes la ciudad más cara del mundo, ha pasado al quinto lugar, mientras que Reikiavik, capital de Islandia, país que no despierta del infierno de la crisis, ha pasado de ser la quinta más cara a ser la 67.

Otras ciudades caras son Singapur, que ocupa el décimo puesto, Hong Kong, que sube del 28 al 11, Dublín, que figura en el decimotercer lugar, y Bruselas y Milán, que comparten el decimocuarto.

Entre las latinoamericanas, Caracas asciende del trigésimo quinto al vigésimo primer lugar y se sitúa por delante de Chicago, Los Ángeles y Nueva York (todas en el puesto 23 tras haber estado el pasado año en el 39).

Otras ciudades latinoamericanas que figuran entre las cien primeras son la capital de Guatemala (67), Rio de Janeiro y Sao Paulo (ambas en el puesto 83), Bogotá (86) y Santiago (97), que sigue inmediatamente a la capital camboyana.

Las ciudades más baratas siguen siendo predominantemente las asiáticas: entre ellas Nepal (128), las indias Nueva Delhi y Bombay (129 y 130 respectivamente) y Karachi (132).

La caída más acusada corresponde a la capital de Ucrania, Kiev, que ha bajado del puesto 65 al 124. Es un caso ejemplar del derrumbe de los países del Este.



http://www.elmundo.es/mundodinero/2009/ ... 13295.html (http://www.elmundo.es/mundodinero/2009/03/09/economia/1236613295.html)
Título:
Enviado por: comanche em Março 10, 2009, 01:10:47 am
Dados mais recentes que o IDH de 2008 (que na realidade apresenta dados de 2006)

Estudo aponta Portugal como um dos países mais estáveis e pósperos do mundo
26 março de 2008

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Ficou ontem a saber-se, pelo "Times", que Portugal é um dos 20 países mais "estáveis e prósperos" do Mundo. O jornal cita um estudo da Jane's Information Services realizado ao longo de um ano em 235 países e territórios, que põe Portugal, no que toca a "estabilidade e prosperidade", acima da Noruega, França, Canadá, EUA, Japão, Espanha e Itália, e até da famosa Finlândia. O estudo levou em conta as estruturas políticas, tendências sociais e económicas, riscos militares e de segurança e relações externas de cada país. Vaticano, Suécia, Luxemburgo, Mónaco, Gibraltar, S. Marino, Liechtenstein, Inglaterra, Holanda e Irlanda são o "top ten" da "estabilidade e da prosperidade"; Gaza/Cisjordânia, Somália e Sudão os lugares menos "estáveis e prósperos" do Mundo. Portugal está em 18.º lugar, logo após a Suíça.



ver lista,

http://www.timesonline.co.uk/tol/news/w ... 617160.ece (http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/article3617160.ece)
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/u ... 613926.ece (http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/article3613926.ece)


1 Vatican

2 Sweden

3 Luxembourg

4 Monaco

5 Gibraltar

6 San Marino

7 Liechtenstein

8 UK

9 Netherlands

10 Ireland

11 New Zealand

12 Denmark

13 Austria

14 Andorra

15 Germany

16 Iceland

17 Switzerland

18 Portugal

19 Australia

20 Norway

21 Malta

22 France

23 Canada

24 USA

25 Belgium

26 Spain

27 Italy

28 Japan

29 Finland

30 Czech Rep

31 Samoa

32 Falkland Islands

33 Singapore

34 Guam

35 Slovakia

36 Anguilla

37 Cyprus

38 Qatar

39 Montserrat

40 Costa Rica

41 Greece

42 St Pierre and Miq

43 UAE

44 Cayman Islands

45 American Samoa

46 Virgin Islands (UK)

47 Poland

48 St Lucia

49 Oman

50 Commonwealth of the Northern Mariana Islands

_______________
Título:
Enviado por: manuel liste em Março 10, 2009, 08:24:44 am
Silva: viver numa capital é caro, em Lisboa não?

Em Espanha os salários são maiores, e não só nas capitais
Título:
Enviado por: P44 em Março 10, 2009, 10:16:50 am
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The Travel & Tourism Competitiveness Index 2009
Relatório do Fórum Económico Mundial
mostra um Portugal com fortes contrastes

Presstur 05-03-2009 (02h59) Portugal é o nº 1 mundial em presença das principais companhias de rent-a-car e fica em 3º em máquinas ATM que aceitam cartões Visa, mas quando se trata das práticas de contratação e despedimento de pessoal cai para 124º e na comparação internacional de preços surge em 106º, entre 133 países analisados no The Travel & Tourism Competitiveness Index 2009 do Fórum Económico Mundial, divulgado ontem.
O Índice coloca Portugal na 17º posição mundial, pior dois lugares que na edição de 2008 (15º), mas ainda melhor cinco lugares que na primeira edição em 2007 (22º).
A queda de dois lugares da edição de 2008 para a de 2009 tem dois “culpados”: Singapura, que saltou da 16ª posição para a 10ª, e a Holanda, que passou da 18ª para a 13ª.
A edição de 2009 mostra, face a 2008, que no topo do ranking as posições mantiveram-se, com a Suíça em nº 1, a Áustria em nº 2 e a Alemanha em nº3.
Mas depois, ocorrem várias mudanças, nomeadamente pela França, que saltou da 10ª posição para a 4ª, e pelo Canadá, que passou da 9ª para a 5ª.
Outras subidas foram as da Suécia, da 8ª para a 7ª posição, Hong Kong, da 14ª para a 12ª, e Irlanda da 21ª para a 18ª.
Baixaram posições Espanha, da 5ª para a 6ª, Estados Unidos, da 7ª para a 8ª, Austrália, da 4ª para 9ª, Dinamarca, da 13ª para a 14ª, Finlândia, da 12ª para a 15ª, Islândia, da 11ª para a 16ª, Noruega, da 17ª para a 19ª, e Nova Zelândia, da 19ª para a 19ª.

"Perfil" de Portugal
Em relação a Portugal, o “perfil” traçado pelo Índice mostra que a melhor posição (15ª) é obtida no conjunto de factores relacionados com política e geralmente dependentes do Governo, seguindo-se uma 16ª posição no conjunto de itens relacionados com recursos humanos, culturais e naturais.
A pior posição (24ª) é no grupo de factores que os autores do estudo descrevem como elementos do ambiente de negócio e infra-estrutura económica.
Na edição de 2008, a melhor posição (11ª) era no grupo sobre recursos humanos, culturais e naturais, seguindo-se o ambiente regulador (14ª) e o ambiente de negócio e infra-estrutura (22ª).
A queda mais acentuada deu-se, assim, precisamente no conjunto de factores relacionados com recursos humanos, culturais e naturais, pelas descidas nos aspectos dos recursos naturais (da 81ª para a 86ª posição) e culturais (da 2ª para a 12ª posição), enquanto nos recursos humanos se verifica uma subida (da 37ª para a 34ª posição), por uma forte subida no aspecto de disponibilidade de mão de obra qualificada (da 39ª para a 36ª posição), já que no capítulo educação e formação até baixou (de 34ª para a 36ª posição).
Ainda assim, o “perfil” detalhado mostra que no “pilar” recursos culturais Portugal obtém a 14ª posição mundial em número de sítios culturais declarados Património da Humanidade (12ª em 2008) e estádios desportivos (13ª em 2008) e  16ª em número de feiras internacionais e exibições (17ª em 2008).
A classificação global baixa pelo factor exportações de indústrias criativas (33ª posição), item introduzido na edição de 2009 por ser considerado factor que evidencia a riqueza cultural dos países.
No capítulo dos recursos naturais a descida dá-se principalmente no factor áreas protegidas (da 88ª para a 97ª posição) e número total de espécies conhecidas (da 78ª para a 86ª).
No factor número de sítios Património Natural da Humanidade Portugal desce uma posição, da 39ª para a 40ª, e em qualidade do ambiente natural baixa três, da 31ª para a 34ª.
Para o “pilar” dos recursos humanos, Portugal melhorou a posição no ranking mundial no campo do impacto da SIDA na actividade empresarial (da 26ª para a 17ª posição), esperança de vida (da 28ª para a 22ª), facilidade de contratação de mão-de-obra estrangeira (da 11ª para a 10ª) e disponibilidade de serviços de investigação e formação (da 37ª para a 34ª).
A maior quebra foi em extensão da formação de pessoal (da 53ª para a 70ª posição), seguindo-se a prevalência da SIDA (da 72ª para a 78ª) e qualidade do sistema de educação (da 68ª para a 73ª).
O Fórum Económico Mundial agrupa neste capítulo aspectos relativos a saúde, educação e formação, avaliando a disponibilidade de mão de obra para o desenvolvimento económico.
Quanto ao pilar competitividade dos preços na indústria do turismo, que os autores descrevem como “elemento importante a ter em conta, com custos menores a aumentarem a atractividade de alguns países para muitos viajantes”, Portugal baixa 11 posições em paridade do poder de compra (definida como medida de quanto os bens e serviços são mais ou menos caros num País que nos outros), da 95ª para a 106ª, e extensão e impacto dos impostos (da 83ª para a 94ª) e baixa sete no índice de preços hoteleiros (custo relativo do alojamento hoteleiro), da 46ª para a 53ª posição.
Deste capítulo fazem ainda parte as taxas sobre bilhetes de avião e taxas de aeroportos, em que Portugal cai três posições, da 66ª para a 69ª, e nível de preço dos combustíveis, no qual cai da 90ª para a 91ª.
Mas no capítulo infra-estrutura do turismo, em que o Fórum agrupa a oferta hoteleira (número de quartos), presença das principais rent-a-car e a disponibilidade de máquinas ATM enquanto infra-estrutura financeira para os visitantes, Portugal conservou a liderança mundial quanto a rent-a-car e a 3ª posição quanto a ATM’s e baixou da 21ª para a 22ª posição em número de quartos de hotel.
Ainda quanto a infra-estruturas, mas no campo dos transportes aéreos e terrestres, Portugal obtém as melhores posições em qualidade das estradas (14ª, quando em 2008 estava na 19ª), número de companhias a operarem (25ª, quando em 2008 estava na 22ª), qualidade da rede de transporte terrestre (25ª, quando em 2008 estava na 31ª) e capacidade (medida em lugares x quilómetros) em ligações aéreas internacionais (27ª em 2009; em 2008 o Índice dava a oferta aérea global e em 2009 passou a dividir em internacional e doméstico, colocando Portugal neste caso na 31ª posição).
As piores posições foram nos factores qualidade da infra-estrutura de transporte aéreo (43ª, quando em 2008 estava na 33ª), qualidade da infra-estrutura portuária (42ª, quando em 2008 estava na 38ª), rede de transporte aéreo internacional (39ª, quando em 2008 estava na 37ª) e densidade da rede rodoviária (37ªm quando em 2008 estava na 32ª).
No capítulo em que avalia a abertura da sociedade ao turismo e à recepção de visitantes estrangeiros, Portugal sobe dez posições em atitude da população em relação aos turistas estrangeiros, da 25ª para a 15ª, sobe seis em “abertura ao turismo” (despesa e receita turística em percentagem do PIB), da 51ª para a 45ª, mas cai nove no item sobre a recomendação de visitas ao País da parte de líderes empresariais em relação a contactos importantes (da 40ª ara a 49ª).
Nos aspectos relacionados as políticas governamentais e o quadro económico e social do País, os melhores resultados são em tempo necessário para iniciar uma actividade empresarial (9ª posição, como em 2008) e ratificação de tratados internacionais sobre questões ambientais (10ª posição, quando em 2008 estava na 5ª).
As maiores descidas ocorreram em disponibilidade de água potável (da 1ª para a 38ª, disponibilidade de rede sanitária (da 1ª para a 33ª), transparência governamental (da 43ª para a 63ª), prevalência de propriedade estrangeira (da 54ª para a 71ª) e impacto da regulamentação no investimento directo estrangeiro (da 18ª para a 34ª).
Neste grupo de itens, apenas no que afere o impacto do terrorismo em custos para a actividade empresarial há uma subida, da 23ª para a 20ª posição.
Quanto aos aspectos em que avalia a prioridade dada ao sector das Viagens e Turismo, Portugal baixa três posições, da 13ª para a 16ª, na prioridade que o Governo atribui ao sector, duas em investimento governamental no sector (da 23ª para a 25ª) e seis em eficácia do marketing e branding, da 23ª para a 29ª.
A única subida, da 56ª para a 41ª posição, é em presença de Portugal em feiras internacionais.

 
http://www.presstur.com/site/news.asp?news=19129 (http://www.presstur.com/site/news.asp?news=19129)
Título:
Enviado por: old em Março 10, 2009, 10:56:53 am
Citação de: "comanche"
Dados mais recentes que o IDH de 2008 (que na realidade apresenta dados de 2006)

Estudo aponta Portugal como um dos países mais estáveis e pósperos do mundo
26 março de 2008

Citar
Ficou ontem a saber-se, pelo "Times", que Portugal é um dos 20 países mais "estáveis e prósperos" do Mundo. O jornal cita um estudo da Jane's Information Services realizado ao longo de um ano em 235 países e territórios, que põe Portugal, no que toca a "estabilidade e prosperidade", acima da Noruega, França, Canadá, EUA, Japão, Espanha e Itália, e até da famosa Finlândia. O estudo levou em conta as estruturas políticas, tendências sociais e económicas, riscos militares e de segurança e relações externas de cada país. Vaticano, Suécia, Luxemburgo, Mónaco, Gibraltar, S. Marino, Liechtenstein, Inglaterra, Holanda e Irlanda são o "top ten" da "estabilidade e da prosperidade"; Gaza/Cisjordânia, Somália e Sudão os lugares menos "estáveis e prósperos" do Mundo. Portugal está em 18.º lugar, logo após a Suíça.


ver lista,

http://www.timesonline.co.uk/tol/news/w ... 617160.ece (http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/article3617160.ece)
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/u ... 613926.ece (http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/article3613926.ece)


1 Vatican

2 Sweden

3 Luxembourg

4 Monaco

5 Gibraltar

6 San Marino

7 Liechtenstein

8 UK

9 Netherlands

10 Ireland

11 New Zealand

12 Denmark

13 Austria

14 Andorra

15 Germany

16 Iceland

17 Switzerland

18 Portugal

19 Australia

20 Norway

21 Malta

22 France

23 Canada

24 USA

25 Belgium

26 Spain

27 Italy

28 Japan

29 Finland

30 Czech Rep

31 Samoa

32 Falkland Islands

33 Singapore

34 Guam

35 Slovakia

36 Anguilla

37 Cyprus

38 Qatar

39 Montserrat

40 Costa Rica

41 Greece

42 St Pierre and Miq

43 UAE

44 Cayman Islands

45 American Samoa

46 Virgin Islands (UK)

47 Poland

48 St Lucia

49 Oman

50 Commonwealth of the Northern Mariana Islands

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Ese estudio mide datos como la estabilidad o prosperidad. No son significativos para elaborar el nivel de vida de un Pais. Con la crisis economica que sufrimos es normal que ciertos paises menos involucrados en el comercio mundial sufran menos sus consecuencias.

1 Vatican

2 Sweden

3 Luxembourg

4 Monaco

5 Gibraltar

6 San Marino

7 Liechtenstein

8 UK   :lol:

Por favor.....Vaya lista de paises jajaja


Como empezemos a sacar "estudios" no acabamos. ¿que datos tienen en cuenta? El IDH es un standar ONU bastante elaborado..

Dios santo!! Meu Dios!
Título:
Enviado por: P44 em Março 10, 2009, 11:09:40 am
Vamos mas é todos para o Vaticano :mrgreen:
Título:
Enviado por: manuel liste em Março 10, 2009, 12:22:02 pm
Os ingleses, humildes como sempre, colocam-se no alto de uma classificação feita por eles a sua medida. Junto a Suécia são o único país "para valer"

UK pode ser estável e próspero, discutível. Mas sua criminalidade duplica à portuguesa, por exemplo.

Para estatísticas as de Eurostat, as da ONU ou as dos INE's. Outras são suspeitosas
Título:
Enviado por: André em Março 15, 2009, 04:30:38 pm
Espanhóis criticam uso de carros de luxo por parte de governantes


Os espanhóis estão indignados com a contínua utilização de carros oficiais de luxo em plena crise. Os veículos dos governos autónomos (1.220) superam muito os do Governo de Zapatero, que dispõe de 1.100 viaturas.

Em plena recessão os vários órgãos de Estado espanhóis continuam a utilizar milhares de carros de luxo para todas as deslocações, em vez de reduzirem a frota.

Segundo o El Mundo, os 17 governos autónomos dispõem de 1.220 carros, todos eles de gama alta. Este número supera mesmo o do Governo de Zapatero, que tem 1.100 carros. O próprio primeiro-ministro tem quatro carros ao seu serviço: três Audi e um Mercedes, todos acima dos 100 mil euros.

O modelo A8 da marca alemã Audi é o mais requisitado. Quase todos os presidentes das comunidades têm um, e os que não têm optaram por carros equivalentes da BMW, Volvo ou Peugeot.

O caso mais extremo é o do alcaide de Madrid, que deu luz verde para que o seu carro fosse blindado. O A8 que agora o conduz foi têm um valor de 590 mil euros.

Rita Barberá, alcaide de Valencia, também tem um A8, que custa 2.000 euros por mês à câmara, mas o seu carro principal é outro (não especificado pelo El Mundo), e vale quase 270 mil euros.

SOL
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Março 21, 2009, 03:16:47 pm
The fiesta is over in recession-stricken Spain

Citar

ALMERIA, Spain – In the good old days of a very recent past, construction worker Antonio Montoya could afford two cars and a nice duplex for his family of six, with a sunny patio and pet canaries singing away.

Spanish real estate was booming, jobs were abundant, and as Montoya would drive past the unemployment office, he felt like he was gazing at another planet. "I would say to myself, I'd never be in that situation."

Now, once a month, Montoya goes to that same office, catching a bus to save on gasoline, and joins the sullen, ever-growing line. He sniffs out job offers, signs for his 750-euro ($970) monthly benefit and goes back home, often to meals of leftovers.

"Imagine now, here I am at age 54, without a job," Montoya says in disgust. "I don't know how long I will be able to hold on."

Almeria Province, a bone-dry patch of coastal southeast Spain, was once the setting for spaghetti westerns such as "The Good, the Bad and the Ugly." Later it became a place to make fortunes building sun-drenched vacation homes and golf courses. High-tech greenhouses sprang up, offering Europe a year-round source of fruit and vegetables.

Now, two years after the real estate bubble burst, the province is one of the gushing wounds in Spain's recession-plagued economy.

Almeria's unemployment rate of 25 percent is one of Spain's highest, and makes the nationwide figure of 13.9 percent — already the highest in the European Union — seem mild.

As the global meltdown worsens, it offers a glimpse of where Spain may be heading. The government says unemployment nationally will reach 16 percent this year, and some forecasters say it may approach 20 percent.

In many ways Almeria mirrored the nationwide model of construction serving a key engine of more than a decade of solid and sometimes robust economic growth, until mortgage rates rose and credit conditions tightened.

At first glance, as in much of Spain, not much seems to be wrong in Almeria, the provincial capital. At midday, bars fill with people sipping a pre-luncheon glass of vermouth or beer, restaurants are packed and movie theaters do a decent business.

But "for sale" signs hang from apartment balconies. Many storefronts are shut and their windows whitewashed. Construction sites stand half-finished and abandoned.

On the outskirts of the city lies one particularly grim example: idle cranes next to the skeletons of two high-rise apartment buildings that were to be part of a huge subdivision with the chirpy name Pueblo de Luz, or City of Light. Its developer ran out of money.

Antonio Rosal, an official of the Spanish labor federation Comisiones Obreras, says his office in Almeria simply cannot keep up with all the mass-layoff cases his office is negotiating with Spanish companies. Under Spanish law, talks with unions on severance terms are mandatory.

Hard times are nothing new to those old enough to remember the economic stagnation of General Francisco Franco's dictatorship, when Spain's economy was a backwater closed to modernizing influences. It would take a decade of hard work to whip Spain into shape for its 1986 admission to the European Union, the economic engine that would turn it into the world's eighth biggest economy.

Now, Rosal said, Almeria is realizing that many low-skill workers such as construction laborers overspent on houses and cars, believing the good times would last forever, but that its economy lacked a stable core of higher-level earners who could weather bad times.

"Here we have been living the high life for 10 years, and it turns out there was not as much of a middle class as we thought," Rosal said. "To be honest, I don't think we will ever get back to the way things were."

Even when he was doing well, Montoya earned just 1,200 euros ($1,550) a month. But back then his four sons, all living at home and working in construction, chipped in and life was good.

Now, all of them are jobless, and three of them, aged 17 to 32, are still in the nest.

In all, the family lives on 1,150 euros ($1,480) a month from the state. Montoya's mortgage payment eats up nearly half the sum and still has nine years to run.

The Spanish government has promised an 11 billion euro ($14.2 billion) economic stimulus package focused on infrastructure and wants to retrain redundant building workers like Montoya.

Under a program to help unemployed homeowners, Montoya can apply to cut his mortgage payment in half and start paying off the deferred part in two years. But he is wary, saying he doesn't want to saddle his children with debts.

The government says 800,000 families in this nation of 40 million are like Montoya's — everybody unemployed.

Many economists say Spain's economic growth lacked a solid foundation because it depended so heavily on construction and related industries. These accounted for up to 20 percent of GDP during real estate's heyday, and now Spain needs a new model based on innovation and technology rather than bricks and mortar.

"The construction industry was like a train that dragged everything with it as it crashed," said Sandalio Gomez, an economics professor at IESE Business School in Barcelona.

Now, Gomez said, one of Spain's biggest problems is what to do with "the brick generation" — hundreds of thousands of jobless, low-skill construction workers, both Spaniards and immigrants.

"These are people without resources and from a social point of view this creates tremendous pressure," he said.

The inland Almeria town of Macael is also hurting badly. Its 50 quarries export high-quality white marble worldwide, and now have fewer customers.

Manuel Lopez, 63, who has never worked in anything else, looks out over the gouged side of a mountain and wonders how construction companies and builders imagined the good times would last forever.

"People wanted luxury houses, with marble counters, but all that is over," Lopez said.

Even at Almeria's greenhouses, which from the air resemble a vast sea of plastic, demand is not what it used to be.

Francisco Navas, whose greenhouses grow cucumbers and zucchini on an area equivalent to seven football fields, says things are picking up now, but last year he needed a bank loan.

"Before, trucks would come and load right up. But now companies are much more cautious. They order only what they need, and if they need more, they come back," said Navas, who employs a staff of 12, all but one of them immigrants.

Back in his nicely appointed living room — a big step up from his previous small, subsidized apartment — Montoya bemoans his predicament.

His bank, facing its own credit crunch, has warned him not to miss a single mortgage payment lest he be judged in arrears and put on the path to foreclosure.

"This is a difficult situation, but we keep fighting," Montoya said. "We look for work every day."


http://news.yahoo.com/s/ap/20090321/ap_ ... times_over (http://news.yahoo.com/s/ap/20090321/ap_on_re_eu/eu_spain_good_times_over)
Título:
Enviado por: comanche em Março 22, 2009, 06:21:43 pm
Realidade da severidade da recessão

Espanha e Irlanda em risco de deflação
2009/03/19  

Citar
A severidade da recessão económica no Velho Continente provoca um crescente risco de deflação para os países europeus.

O boletim da agência Standard & Poors, divulgado esta quinta-feira, cita a Espanha e a Irlanda como dois dos membros da Zona Euro mais expostos a esta ameaça.

De acordo com o documento, a França e a Itália parecem «imunes», bem como a Alemanha, mas o mesmo «não se pode dizer da Irlanda e de Espanha, onde a recessão vai, provavelmente, permanecer por um maior período de tempo».



http://www.agenciafinanceira.iol.pt/not ... iv_id=1730 (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1050768&div_id=1730)
Título:
Enviado por: comanche em Abril 12, 2009, 06:37:32 pm
Espanha: crescimento negativo de 3% em 2009 e desemprego de 19,4% em 2010

2009/04/03

Citar
MADRID, Espanha (AFP) — A economia espanhola vai registrar uma retração de 3% em 2009 e de 1% em 2010, ano em que o desemprego vai superar 19% da população ativa, anunciou o Banco Central.

As previsões do BC representam quase o dobro da previsão de diminuição de 1,6% este ano, anunciada em janeiro pelo governo.

O Banco da Espanha prevê que este ano o desemprego alcançará 17,1% e em 2010 chegará a 19,4% da população ativa, contra quase 15% atualmente.

O déficit do Estado alcançaria 8,3% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano e 8,7% no próximo, superando amplamente o limite de 3% fixado pela União Europeia (UE).

A dívida pública por sua parte seria do 50% do PIB em 2009 e de 60% no próximo ano, segundo as previsões do BC espanhol.

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Enviado por: Chicken_Bone em Abril 13, 2009, 02:41:19 pm
Estudo prevê maior queda da história no consumo

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O consumo privado em Espanha deverá cair este ano 3,4 por cento, a maior descida na história da economia espanhola, segundo um estudo do banco Caixa Catalunya que considera a quebra como um indicador da mudança de ciclo económico, escreve a Lusa.

A Caixa Catalunya reviu drasticamente em baixa as expectativas de crescimento do consumo privado para 2009, de um aumento de 0,2 por cento previsto em Outubro do ano passado para a actual previsão de queda de 3,4 por cento.

Para esta caixa de aforro catalã a situação reflecte «o agravamento da confiança, do rendimento e de outras variáveis relevantes no gasto das famílias, especialmente desde Outubro do ano passado».

No período entre 2004 e 2007 o crescimento médio do consumo em Espanha foi de quatro por cento, mas no ano passado só cresceu 0,6 por cento.

Desemprego aumentou mais de 40% em 2008

Segundo o relatório da instituição financeira, os dois períodos anteriores de pior crescimento do consumo ocorreram em 1981 (até então o pior ano da economia mundial desde a segunda Guerra Mundial), quando o consumo privado caiu 1,2 por cento e em 1993, quando caiu 2,3 por cento.

A contribuir em parte para a queda do consumo, refere o estudo, está também o desemprego que aumentou 41,3 por cento em 2008, antecipando-se um aumento de 39,7 por cento para este ano.

Num contexto de forte redução de emprego, o nível reduzido de inflação deverá traduzir-se num aumento muito moderado nos salários, ainda que mais de dois milhões de trabalhadores tenham cláusulas de revisão salarial acima dos dois por cento.


http://diario.iol.pt/economia/consumo-e ... -4058.html (http://diario.iol.pt/economia/consumo-espanha-inflacao-economia-desemprego-crise/1056505-4058.html)
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Enviado por: André em Abril 21, 2009, 01:09:02 pm
Trabalhadores portugueses em Espanha são cada vez menos


O número de portugueses registados como trabalhadores na Segurança Social espanhola continua a cair, registando uma descida de 3,5 por cento entre Janeiro e Março, segundo dados oficiais hoje divulgados.

Continua assim a tendência do último ano, com a queda total no número de portugueses a ultrapassar os 22 por cento, desde o início de 2008.

Os dados do Ministério do Trabalho e Imigração espanhol, confirmam igualmente que a tendência de descida no número de contribuintes portugueses tem sido, nos últimos meses, sempre mais elevada do que a média da população imigrante.

Em Março, por exemplo, enquanto o número de portugueses caiu, o número total de estrangeiros registados como trabalhadores aumentou 0,05 por cento, ainda que continue bastante aquém do valor que se registava no mesmo mês em 2008 (menos 8,5 por cento).

A redução no número de portugueses entre Janeiro e Março surge depois de uma queda de 4,46 por cento que já se tinha registado desde Dezembro.

No final de Março, e segundo os dados hoje divulgados, estavam registados como trabalhadores em Espanha um total de 63.623 portugueses, dos quais a maior fatia no regime geral (49.482), seguindo-se o sector agrário (7.401) e o de mar (5.132).

No carvão, trabalhavam 49 portugueses e no trabalho doméstico estavam inscritos 1.026 trabalhadores portugueses.

A queda progressiva dos últimos meses tem empurrado o total de trabalhadores para níveis inferiores aos que se verificavam em Setembro de 2007, quando estavam registados cerca de 67 mil.

Esta tendência de redução no número de trabalhadores portugueses em Espanha já tinha começado a registar-se no último trimestre de 2007, coincidindo com o agravamento da situação económica em Espanha.

Consolidou-se porém desde o início de Março, com a maior redução a ser sempre no "regime geral" onde se incluem sectores como a construção, serviços e indústria, áreas que empregam o maior número de portugueses.

Parte da redução no número de trabalhadores deve-se à partida de portugueses de Espanha, dada a pressão económica e a queda de sectores como a construção e a industria.

Uma percentagem importante, porém, representa o aumento do desemprego, que no final de 2008 atingia 7.800 portugueses (15,3 por cento da população activa), a segunda maior taxa desde 2005 depois do recorde de 21,5 por cento de Setembro.

Bastante flutuante, a taxa de desemprego entre os portugueses residentes em Espanha chegou, no final de 2007, a registar a sua taxa mais baixa desde 2005 (5,07 por cento ou 2.700 trabalhadores num universo de 53 mil).

Os dados foram trabalhados pela Lusa com base em informação solicitada ao Instituto Nacional de Estatística (INE) espanhol, que reuniu os dados tendo em conta os quadros históricos do seu Inquérito sobre a População Activa (EPA).

Segundo estes dados, o desemprego entre a comunidade portuguesa cresceu progressivamente ao longo de 2008, atingindo os 21,5 por cento em finais de Setembro do ano passado (10.700 desempregados num universo de 49.800).

No final de 2008, tinha caído para 15,3 por cento com um total de 7.800 desempregados num universo de 51.100 portugueses activos.

De referir que a comunidade portuguesa a residir em Espanha duplicou entre 2005 e 2008, de acordo com dados dos registos municipais do país, segundo os quais mais de 136 mil portugueses estavam no país no início de 2008.

Lusa
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Enviado por: P44 em Abril 21, 2009, 05:31:46 pm
:shock:  :shock:


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Espanha
Crise leva pessoas a vender órgãos na Internet

Hoje

Rins, pulmões e medula à venda a partir de 15 mil euros, alerta associação de consumidores.

A crise económica em Espanha, país com a taxa de desemprego mais elevada da zona euro, está a levar dezenas de pessoas desesperadas a vender os seus órgãos na Internet. A denúncia é feita por uma associação de consumidores que lembra que esta prática é proibida.

A Facua alertou as autoridades espanholas, depois de ter descoberto 31 anúncios de venda de órgãos na Internet. “Trata-se de anúncios colocados em 13 sites da Internet”, por espanhóis e imigrantes da América Latina, indicou.

“São ofertas de rins, pulmões e medula, colocadas por pessoas que dizem estar em grandes dificuldades económicas e exigindo quantias que vão desde os 15 mil a um milhão de euros”, diz a associação.


http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior ... cao=Europa (http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1207955&seccao=Europa)
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Enviado por: Vicente de Lisboa em Abril 21, 2009, 06:12:08 pm
1 Milhão de...  :shock:

Olha o Rim Fresquinho! Olha a melhor medula do Mercado! Oh Freguesa vejam só este pulmão! Tirei-o hoje. Isto po seu homem que fuma tanto, não era uma maravilha? 1 Milhão é caro? Pois é, sabe, a vida está cara e o governo não faz nada pela gente... ainda manda a ASAE chatear a gente só porque isto está no gelo do peixe, veja lá!
Título:
Enviado por: old em Abril 22, 2009, 11:18:36 am
Sensacionalismo..Casos similares de anuncios por internet se han visto hace muchos años en Uk Irlanda Japon etc etc etc etc , en fin. Y que me dicen de Chicas que subastan su virginidad por internet? puffff


Por cierto, una buena noticia. De entre tanto pesimismo se empiezan a leer noticias positivas.

Según las previsiones , España refleja un patrón de comportamiento similar al de Estados Unidos, donde aún quedan varios meses de recesión, pero se aprecian señales positivas, mientras que en Europa el panorama se presenta "muy malo", sobre todo en Alemania, donde la recesión se manifiesta con retraso.

http://www.eleconomista.es/economia/not ... uropa.html (http://www.eleconomista.es/economia/noticias/1181847/04/09/Saldra-Espana-de-la-crisis-a-la-vez-que-EEUU-y-antes-que-el-resto-de-Europa.html)

Y como opinion personal, opino que uno de los males de España es la excesiva inmigracion que recibio durante muchos años. Ahora hay cientos de miles de inmigrantes sin trabajo que ya no son necesarios.

Al menos se han endurecido las leyes migratorias y es mucho mas dificil entrar en España
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Abril 22, 2009, 07:46:54 pm
Sí, pero si no fuese la inmigración España estaría a miles años de su desarrollo corriente.
Además, quien cuidaría de vuestros abuelos todos?
Título:
Enviado por: old em Abril 24, 2009, 11:05:03 am
Citação de: "Chicken_Bone"
Sí, pero si no fuese la inmigración España estaría a miles años de su desarrollo corriente.
Además, quien cuidaría de vuestros abuelos todos?


Los mismos que los han cuidado hasta la llegada de la inmigracion.

La inmigracion masiva que hemos sufrido hasta ahora solo a incrementado el gasto social, la delincuencia, el paro, los conflictos, la saturacion de servicios etc etc etc

Ni un solo beneficio, salvo mano de obra barata para empresarios sin escrupulos.

No hable usted mucho de inmigracion que en España esta la cosa muy caliente y la gente muy cansada de tanto inmigrante.

Supongo que algo parecido a lo que ocurre en UK
Título:
Enviado por: P44 em Abril 24, 2009, 12:02:35 pm
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Coreia do Sul e o Canadá ultrapassam o PIB espanhol em 2014
México supera a Espanha como maior economia no mundo hispânico
24.04.2009 - 10h47
Por : Marlene Carriço
A crise mundial pode alterar o ranking das maiores economias do mundo. Os últimos números do Fundo Monetário Internacional (FMI) mostram que o produto interno bruto (PIB) do México ultrapassou o espanhol, alcançando a posição de “primeira economia” entre os países hispânicos.

Na medição tradicional do PIB, a economia espanhola rondou os 1,6 mil milhões de dólares (1,2 mil milhões de euros) em 2008, o que a coloca no nono lugar, atrás da Rússia. Nessa mesma lista, o México situa-se em 13º lugar, com um PIB de 1,1 mil milhões de dólares. Mas fazendo a comparação com base nas paridades do poder de compra - o sistema aceite pelos organismos internacionais - a economia mexicana sobe para a 11ª posição da economia mundial. Já a Espanha cai para o 12º lugar.

A Coreia do Sul, por sua vez, também acumula um crescimento assinalável. Apesar de o arrefecimento do comércio mundial ter prejudicado as suas exportações, as projecções indicam que a Coreia do Sul irá superar a Espanha já em 2011. Diz-se também que o Canadá irá passar Espanha em 2013 e a confirmar-se, em 2014, a Espanha será a 14ª economia mundial.

Contudo, a constatação do avanço da economia mexicana chega num mau momento tanto para a Espanha como para o próprio México. O PIB espanhol diminuirá três por cento este ano e tudo indica que irá diminuir 0,7 por cento no próximo, com mais de quatro milhões de desempregados, de acordo com dados do FMI, e quebras acentuadas no comércio, na indústria, nas vendas de automóveis.

Mas, os dados também não são favoráveis para a economia mexicana, o país mais afectado pela crise na América Latina. O FMI estima que o PIB cairá 3,7 por cento este ano, prevendo uma grande capacidade de recuperação, com um crescimento de um por cento em 2010. A moeda desvalorizou mais de 40 por cento desde Setembro de 2008, o que obrigou o Executivo a pedir uma das novas linhas de crédito ao FMI, no valor de 47 mil milhões de dólares (36 mil milhões de euros), para enfrentar os ataques especulativos e estabilizar a moeda.

Porém, isso não impediu que a economia mexicana alcançasse "resultados notáveis ao longo de mais de uma década", disse ontem o ministro das Finanças, John Lipsky, conselheiro económico do FMI, citado pelo El País. O crescimento das exportações e a estabilidade das finanças públicas após a crise dos anos noventa colocou o México no grupo dos principais países emergentes. "Com uma população superior a 105 milhões de mexicanos e com este potencial não é estranho que a última onda de expansão lhe tenha permitido passar à frente de Espanha, em paridade de poder de compra", disse ontem Axel Van Trotsenburg, economista chefe do Banco Mundial para o México.


http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1376400 (http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1376400)
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Abril 24, 2009, 12:09:41 pm
Uns têm 100 milhões de habitantes, os outros 40...ao pé de nós o Luxemburgo também tem um PIB insignificante...
Título:
Enviado por: Vicente de Lisboa em Abril 24, 2009, 12:53:35 pm
Verdade, é mal comparado, mas há que notar que o México, de fininho, sem fazer grande alarido, se fartou de crescer nos ultimos anos.
Título:
Enviado por: manuel liste em Abril 24, 2009, 02:56:19 pm
Brasil, Argentina o Perú crecieron más que México, y la crisis está golpeando más a este último país.

A dólares corrientes España sigue siendo la primera "economía de habla española" del mundo por mucho
Título:
Enviado por: comanche em Abril 26, 2009, 12:44:30 am
O desemprego em Espanha supera o 17,3%

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MADRI (AP) - Mais de 800.000 pessoas perderam seu trabalho em Espanha durante o primeiro trimestre de 2009, rompendo a barreira dos 4 milhões de desempregados pela primeira vez na história, situação que um alto servidor público qualificou a sexta-feira como a "tormenta perfeita". Entre os estrangeiros, o número de desempregados também bateu um recorde, superando o milhão de pessoas. O 28,39% da população imigrante está sem emprego, mais do dobro que faz um ano.A taxa geral de desocupados chegou ao 17,36%, segundo dados revelados a sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística."A cifra é um mazazo", disse Octavio Granado, secretário de Estado de Segurança Social do Ministério de Trabalho. "Estamos no epicentro da crise. Isto é, estamos no núcleo da tormenta perfeita".
Ao todo, a taxa de desocupados subiu 3,45 pontos percentuais com respeito ao final de 2008 e os qualificativos para definir o impacto da crise internacional em Espanha começam a esgotar-se. Só num ano, o país destruiu quase 2 milhões de postos de trabalho.O governo reconheceu que o dado é pior do esperado. Dos 802.000 postos de trabalho que se evaporaram nos três primeiros meses do ano, 278.000 pertenciam a imigrantes.O número de desempregados chega às 4.010.000 pessoas, uma cifra que nunca se tinha atingido desde que se publicam séries estatísticas.A atual taxa do 17,3% supera em quase num 1,5% a previsão do governo para todo o 2009, pelo que os experientes duvidam à hora de fixar um teto para o que resta de ano.Espanha segue registrando o desemprego mais alto da União Européia. Alemanha, com o dobro de população, tem algo menos de 3.600.000 desocupados.
A nova ministra de Economia, Elena Salgado, explicou em roda de imprensa que o governo manterá o pagamento dos subsídios e as ajudas sociais, reconhecendo a difícil realidade das milhares de pessoas por trás da fria estatística.Salgado assinalou que esperam não chegar aos 5 milhões de desempregados.Espanha se encontra imersa em recessão depois de dois trimestres consecutivos de crescimento negativo.
O governo prevê que a economia se contrairá um 1,6% em 2009, ainda que o Fundo Monetário Internacional predisse uma queda superior, próxima ao 3%. Depois de uma década de crescimento, a crise internacional golpeou com especial virulência à economia espanhola. O colapso do setor imobiliário provocou no último ano uma reação em corrente que debilitou todo o tecido produtivo.O governo de José Luis Rodríguez Zapatero investiu nos últimos meses milhares de milhões de dólares em planos de empréstimo, com o objetivo de recuperar a economia, abrir a torneira do crédito e criar postos de trabalho.
Na passada quarta-feira, no Congresso, Zapatero afirmou que o pacote destinado a financiar obra pública para fomentar a contratação de desempregados começará a dar seus frutos este trimestre.Não obstante, o presidente espanhol reconheceu ante os deputados que Espanha está imersa no pior momento da crise.Por exemplo, segundo o Instituto Nacional de Estatística, o número de lares com todos seus membros desempregados chegou ao 1.100.000 no primeiro trimestre de 2009, 240.000 mais do que no final do ano passado.

http://espanol.news.yahoo.com/s/ap/0904 ... _desempleo (http://espanol.news.yahoo.com/s/ap/090424/internacional/eur_eco_espa__a_desempleo)



Canárias atinge a taxa de desemprego mais alta de Espanha com 26,3%, seguindo-se a Andaluzia com 24% e a Extremadura com 21,7%

A sondagem á População Activa das Canárias revela que há 280.600 desempregados, cerca de 85 por cento mais do que em 2008.

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ÉFE-A OPINIÃO | SANTA CRUZ DE TENERIFE A taxa de desemprego no primeiro trimestre do ano se situou no 26,12 por cento em Canárias, a maior de Espanha, segundo a Enquete de População Ativa (EPA) difundida ontem pelo Instituto Nacional de Estatística.Em Canárias há já 280.600 desempregados, o que supôs um incremento do 84,96 por cento do número de desempregados que tinha no primeiro trimestre do ano passado, que eram 128.900, segundo fontes do Ministério de Economia. No primeiro trimestre do ano, e com respeito ao trimestre anterior, a cifra de parados em Canárias subiu em mais 57.000 pessoas, isto é um 25,51 por cento.A taxa de desemprego canária aumenta 4,9 pontos e se situa no 26,1% da população ativa, a mais alta desde o terceiro trimestre de 1994 .  
O desemprego subiu no primeiro trimestre do ano em todas as comunidades autônomas, especialmente em Baleares (59,3%), Cantabria (40,6%) e Catalunha (36,6%) e a taxa de desemprego supera já o 20 por cento em Canárias (26,1%), Andaluzia (24%) e Extremadura (21,7%). No conjunto de Espanha a taxa de desemprego aumentou 3,45 pontos até situar-se no 17,36% da população ativa e o número de desempregados atingiu os 4.010.700, depois de incrementar-se em 802.800 pessoas nesse período.Ao mesmo tempo, Canárias, junto com Andaluzia, representa o maior aumento de ativos com 18.700 no primeiro trimestre de 2009 sendo o total de 1.074.200 a população com mais de 16 anos. O número de ocupados se situa nas Ilhas nos 793.000 pessoas e diminui em 38.400 pessoas, 36.100 homens e menos 2.200 mulheres ocupadas. O número de parados homens atinge os 156.300, com uma taxa de desemprego do 25,61.
O desemprego feminino afeta a 339.300 mulheres e a taxa de desemprego atinge já o 26,9 por cento. Por províncias, a Enquete de População Ativa de janeiro a março de 2009 revela que a taxa de desemprego é nas Palmas (27,60%), três pontos superior à de Santa Cruz de Tenerife (24,42%). Na província tenerifenha o desemprego atinge a 122.000 pessoas, enquanto nas Palmas afeta a 158.500 pessoas. Desta forma, por províncias, Las Palmas é a que registra uma maior taxa de desemprego no primeiro trimestre do ano. Por setores, um estudo da Câmara de Comércio assinala que a ocupação com respeito ao trimestre anterior caiu em todos os setores: -16,1% em construção, -12,3% em indústria, -5,8% em agricultura e -2,3% em serviços. Com respeito à variação anual também se registraram taxas negativas em todos os setores: -40,8% em construção, -27,1% em agricultura, -20,3% em indústria e -2,1% em serviços.
Quanto ao desemprego por setores, só a agricultura reduz seu desemprego sobre o trimestre anterior (-7,9%). O maior aumento percentual o registra indústria (45,2%), seguido de construção (26,4%) e serviços (16%). Os parados em procura de primeiro emprego ou que levam mais de um ano em desemprego aumentam um 37,7%.
Na variação anual, todos os setores incrementaram em percentagem consideravelmente seu desemprego, encabeçados por indústria (350%) e construção (117,2%). Greve geral. A Coordenadora Canária de Coletivos, que agrupa a comitês de empresa que somam a 40.000 trabalhadores, alentará a todos os sindicatos das Ilhas a convocar juntos uma greve geral ante o aumento do desemprego, anunciou ontem o porta-voz dos estibadores de Las Palmas, Miguel Rodríguez."Enviar uma mensagem séria, importante, a toda a classe política e empresarial, e também à trabalhadora, de que não podemos seguir assim, com o nível mais alto de desemprego do país e estando à fila de tudo" é o objetivo da iniciativa, que seus promotores pretendem concretar numa convocação antes de final de maio ou, como máximo, em junho, avançou Rodríguez.


http://www.laopinion.es/secciones/notic ... -paro-alta (http://www.laopinion.es/secciones/noticia.jsp?pRef=2009042500_4_215069__Canarias-canarios-sufren-tasa-paro-alta)
Título:
Enviado por: Tiger22 em Abril 26, 2009, 03:08:59 pm
Só as Canárias têm mais de metade de todos os desempregados que há em Portugal :shock:  :shock:
Título:
Enviado por: MARIA JOSE em Abril 26, 2009, 05:39:07 pm
¿Cual es su tasa de ocupacion? ¿Cuantos emigrantes tienen en Europa?
¿Que prevision de crecimiento tienen para el 2009?
Título:
Enviado por: papatango em Abril 26, 2009, 07:14:36 pm
Estas discussões são completamente estéreis

O importante a frisar, no que diz respeito a Portugal, é que a ideia de uma Espanha super desenvolvida que deveria servir como modelo a Portugal afundou-se completamente como um gigantesco Titanic.

Se fizessem outra vez a sondagem que dizia que 27% dos portugueses queriam ser espanhóis eu gostava de saber qual seria o resultado.

Provavelmente se perguntarem aos quase 20% de espanhóis desempregados se preferiam ser portugueses, a maioria deles até agita bandeirinhas verdes e vermelhas, grita viva Portugal e viva a Padeira de Aljubarrota.

Os problemas da economia espanhola, são evidentemente maiores que os portugueses, embora eles também tenham mais dinheiro para os resolver. Mas é evidente que muito do que aqui se disse nos últimos meses e muitos dos desmentidos por parte de alguns participantes espanhóis se demonstrou não ser verdade.

A crise em Espanha é mais grave que no resto da Europa, e o desenvolvimento espanhol foi resultado de uma bolha especulativa.

Para os portugueses deve ficar a lição.
A Espanha às vezes parece ser uma opção interessante.
Mas na maior parte dos casos, é apenas o bocado de terra que nos separa da Europa civilizada.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Edu em Abril 26, 2009, 08:23:32 pm
Há uma questão que gostaria de por a quem percebe mais de economia do que eu. Porque razão a espanha que contou com estes ultimos anos prosperos, onde pode ganhar muito dinheiro, tem agora uma crise aparentemente pior a Portugal, país que nestes ultimos anos ao contrario de espanha vem lidando com uma crise, crise essa que certamente não nos deixou ganhar o dinheiro que espanha ganhou. Tal terá se devido a uma boa actuação dos nossos governos?? Ou isto de parecer que não estamos tão mal é simplesmente aparencia e não realidade?? Gostaria que alguem me respondesse a estas questões.

Cumprimentos a todos  :wink:
Título:
Enviado por: Chicken_Bone em Abril 26, 2009, 09:15:51 pm
Edu: simples. Uma crise é relativa, isto é, é sempre comparada com o desempenho dos anos anteriores. Por isso, mesmo que a Espanha tivesse subido de 500 biliões para 1 trilião de Euros num ano, se no ano seguinte tivesse descido para 950 biliões, seria na mesma um problema, porque investiu o dinheiro e criou mais emprego que não será tão necessário já que não se consegue escoar o que se produz.
Nós já estávamos mal e não poderíamos ficar muito pior, mesmo com a crise.

é mais ou menos como aquela frase "és tão bom como o teu último desempenho".
 Imagina que o teu ordenado mensal é o dinheiro que Portugal "consegue" mensalmente. Imagina agora que ganhavas 5000 euros/mês durante 2 anos e construíste a tua vida (com investimentos, prazeres, etc) baseada nesse dinheiro. Se de repente, passares a ganhar 3500 euros/mês, provavelmente terás que cortar muitos custos e deixares de consumir tanta coisa.
 A consequência da tua redução de consumo é que levará eventualmente à redução de coisas produzidas. A redução de coisas produzidas, leva a que não haja necessidade para haver tantos empregados, etc etc.
Título:
Enviado por: Tiger22 em Abril 26, 2009, 10:26:18 pm
Citação de: "Edu"
Há uma questão que gostaria de por a quem percebe mais de economia do que eu. Porque razão a espanha que contou com estes ultimos anos prosperos, onde pode ganhar muito dinheiro, tem agora uma crise aparentemente pior a Portugal, país que nestes ultimos anos ao contrario de espanha vem lidando com uma crise, crise essa que certamente não nos deixou ganhar o dinheiro que espanha ganhou. Tal terá se devido a uma boa actuação dos nossos governos?? Ou isto de parecer que não estamos tão mal é simplesmente aparencia e não realidade?? Gostaria que alguem me respondesse a estas questões.

Cumprimentos a todos  :wink:



A resposta à sua pergunta está neste tópico. É uma questão de o ler.
Título:
Enviado por: manuel liste em Abril 27, 2009, 10:32:05 am
Última previsión del FMI:

(http://img24.imageshack.us/img24/2783/dibujoik.jpg)
Título:
Enviado por: MARIA JOSE em Abril 27, 2009, 06:42:00 pm
Esta gente no tiene arreglo.... :P
Título:
Enviado por: Edu em Abril 27, 2009, 11:15:48 pm
Muito obrigado pela explicação Chicken_Bone  :wink:
Título:
Enviado por: Tiger22 em Abril 28, 2009, 12:54:31 pm
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YA NO SE DESCARTA LA QUIEBRA DEL ESTADO

Polémica sobre quién rescatará a España: ¿El FMI o la UE?

Un número creciente de países han tenido que solicitar ayuda financiera a organismos como el Fondo Monetario Internacional (FMI), el Banco Mundial o el Banco Central Europeo (BCE). No se descarta el mismo destino para España. La única duda es quién saldrá al rescate: ¿el FMi o la UE?

LD (M. Llamas) ¿Quebrará España? El riesgo existe, hasta el punto de que el tema está ya circulando entre los analistas económicos. La recesión, el aumento del desempleo a un ritmo récord, la necesidad de financiación exterior (déficit del 10% anual en la balanza de pagos por cuenta corriente), la elevada exposición del sistema financiero a la crisis del ladrillo y, sobre todo, el gran desequilibrio presupuestario de las cuentas públicas son las principales amenazas que sobrevuelan sobre la economía nacional.

En la actualidad, España cuenta con más de 4 millones de parados, una tasa del 17,3%, y avanza de cabeza hacia tasas superiores al 20% en 2010. A ello, se suma que, como mínimo, la recesión se prolongará durante el próximo ejercicio. Además, desempleo y morosidad van de la mano. En este sentido, el Banco de España estima que la tasa de mora podría ascender hasta el 9% a finales de año, cifra que seguirá en aumento con el paso de los meses. Muchas entidades no podrán soportar tasas de mora superiores al 10%.

Asimismo, el organismo regulador estima que el déficit público superará el 8% del PIB en 2009. Un cálculo que se puede quedar muy corto, a la vista de la evolución que registran los ingresos fiscales y, sobre todo, el aumento exponencial del gasto público que está aplicando el Gobierno con tal de salvar la situación.

Ante tal perspectiva, y sin tener en cuenta los últimos planes de estímulo y rescate empresarial aprobados por el Ejecutivo, el FMI prevé que la deuda pública se dispare desde el 39% en 2007 hasta algo más del 50% en 2010. De hecho, si se incluyen los avales públicos a la emisión de deuda bancaria y el Plan Solbes de compra de activos tóxicos (50.000 millones), la deuda pública en realidad aumentará hasta el 80% del PIB, tal y como avanzó LD. En tal caso, la degradación crediticia de los bonos del Tesoro se puede dar por asegurada. A ello se suma, el riesgo de que la Seguridad Social entre en números rojos en 2009, según el Banco de España y los informes internos de la Comisión Europea.

Es decir, pintan bastos para las cuentas públicas españolas. La dureza de la crisis ha agitado el margen del Gobierno para hacer frente a la situación. La única duda es quién acudirá al rescate de la economía española. "El país está al borde de la incontrolable espiral descendente, ya que carece de capacidad financiera para estimular la economía", hasta tal punto que España se puede enfrentar a la ignominia de tener que solicitar la ayuda del FMI, según los analistas de Seeking Alpha, una de las webs financieras de referencia en EEUU.

Sin duda, sería un "duro golpe al orgullo" de la UE y además dejaría unas "cicatrices duraderas" en el seno de la Unión. Es decir, se pone en duda, incluso, que los miembros de la UE acuden al rescate de España, con lo que el país se vería obligado a solicitar ayuda de organismos supranacionales.

No es algo nuevo. El debate está encima de la mesa desde hace meses. Se trata del polémico Plan C, por el que determinados países serían expulsados de la Unión Monetaria, entre ellos España. De hecho, el meollo del asunto, el dilema, radica en cómo solventar la posible quiebra de países en el seno de la Unión, tal y como avanzó LD: rescates, expulsión de países o colapso del euro.

La UE acudirá al rescate

Otros analistas confían en la coordinación y el apoyo entre los países miembros de la UE. Es el caso de Josef Janning, director del Center for Applied Policy Researc. En la conferencia inaugural del ciclo La Europa de la crisis, organizado por la Fundación Jordi Pujol en Barcelona, celebrada el lunes, Janning afirma que "la UE impedirá la quiebra española", informa ABC. Alemania "hará todo lo posible para mantener unida a Europa", advierte.

"España estaría angustiadísima fuera del euro, no sólo por el paro, sino porque el gasto público sería mucho más difícil de financiar. Los españoles tendrán que vivir con las consecuencias de su burbuja inmobiliaria, porque sería pedir demasiado que el resto de los socios de la UE se lo compensaran. No obstante, aunque los tratados no dicen nada de ayudar a un país que forme parte del euro, porque sería una invitación a comportarse mal, los líderes han sido muy claros al decir que no dejarán que ningún miembro del euro vaya a la bancarrota. Impedir que un socio pida ayudas al FMI es una cuestión de autoestima europea", añade.

No es el único que deposita sus esperanzas en la ayuda de la UE. Francisco García Paramés (Bestinvert), para muchos el mejor gestor de fondos de España, ya señalaba hace algunos meses que Francia y Alemania no dejarían caer a España. Es decir, no se pone en cuestión la quiebra del Estado español. El dilema es cuándo y quién rescatará al país de la bancarrota. No es de extrañar si se tiene en cuenta que en Irlanda y Gran Bretaña, ambas con burbujas inmobiliarias similares aunque inferiores a la española, se plantea ya abiertamente la posibilidad del rescate internacional. España no es ajena a este proceso.


 :roll:
Título:
Enviado por: ZADOK em Maio 02, 2009, 12:19:07 am
caro tiger22, a qué se debe su interés por una imaginaria e improbable quiebra del Estado español?  :wink:
Título:
Enviado por: old em Maio 02, 2009, 11:25:48 am
Citação de: "ZADOK"
caro tiger22, a qué se debe su interés por una imaginaria e improbable quiebra del Estado español?  :wink:


Con eso sueñan algunos, mientras siguen viviendo casi casi en vias de desarrollo  :roll:

Poner en el google crisis+españa y copiar el enlace que mas pesimista lo ponga todo
Título:
Enviado por: Silva Neto em Maio 02, 2009, 12:14:54 pm
Citar
Con eso sueñan algunos, mientras siguen viviendo casi casi en vias de desarrollo

 :lol:

Eso es España. Casi el tercer mundo comparado con Portugal.
Título:
Enviado por: old em Maio 02, 2009, 12:28:31 pm
Citação de: "Silva Neto"
Citar
Con eso sueñan algunos, mientras siguen viviendo casi casi en vias de desarrollo

 :lol:

Eso es España. Casi el tercer mundo comparado con Portugal.

 :lol:

Sobre todo en sueldos de 400 euros jaja
Claro hombre Portugal esta mas preparado que Alemania Espanha o Uk.

que aburrimiento
Título:
Enviado por: Silva Neto em Maio 02, 2009, 12:58:13 pm
Prefiro ordenados de 450 euros e a subir, onde o custo de vida é mais baixo, do que de 600 ou 700 onde nem sequer o recebo porque estou no “paro” (desemprego).

Ou então receber 600, 700, ou 1000 e não poder comprar uma casa pela especulação que uma minoria de corruptos, (governantes autonómicos incluídos) impôs ao resto dos “españolitos”.

Por falar nisso old, não nos pode adiantar de que consta o plano de salvação bancário que o seu governo está a preparar em segredo. Não era o sistema bancário espanhol o mais seguro do mundo intergalactico?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 02, 2009, 01:39:54 pm
Ó pessoal não sei o porquê de alguém ficar contente com a desgraça alheia. A verdade é que durante anos Espanha estava a desenvolver-se e Portugal a marcar passo. Agora estão os dois a marcar passo, a diferença é que como Espanha estava em grande crescimento a crise mundial sentiu-se mais lá do que cá. No entanto à que dizer com frontalidade, Espanha deixou de ser um destino de emigração Portuguesa. Isso é clarissimo!

Portugal só começerá a crescer quando os EUA e toda a Europa começar a crescer. Por isso, vamos rezar que isto melhora. :evil:
Título:
Enviado por: old em Maio 02, 2009, 01:42:37 pm
Citação de: "Silva Neto"
Prefiro ordenados de 450 euros e a subir, onde o custo de vida é mais baixo, do que de 600 ou 700 onde nem sequer o recebo porque estou no “paro” (desemprego).

Ou então receber 600, 700, ou 1000 e não poder comprar uma casa pela especulação que uma minoria de corruptos, (governantes autonómicos incluídos) impôs ao resto dos “españolitos”.

Por falar nisso old, não nos pode adiantar de que consta o plano de salvação bancário que o seu governo está a preparar em segredo. Não era o sistema bancário espanhol o mais seguro do mundo intergalactico?


Coste de vida mas bajo?prefiero poder tener un coche "o carro" de tipo medio y que me cueste 15/20.000 euros y no 25.000 o 30.000 euros y ademas poder llenarle el deposito mais barato..etc etc etc

Ya se ha hablado que de no haber recibido tanta inmigracion no habria tanto paro ahora. Una lastima. Aun asi y todo se aprovecharon los buenos años para modernizar el pais. AVEs Aeropuertos, "autostradas" etc etc etc a un nivel bastante elevado.



Por cierto, es usted espia o algo asi? LO digo porque si elaboran un plan secreto y usted lo sabe

 :lol:

En fin. Bona tarda.

Adeu
Título:
Enviado por: dacosta1985 em Maio 02, 2009, 06:02:42 pm
Nao entendo o odio de alguns foristas em relacao a espanha e de que este em crise porque afinal tambem saimos mal desta situacao , calculo que a grande maioria sera bastante rica e que nao tem familiares proximos que tivessem que imigrar para falar assim tao mal, porque  muita gente se esta a esquecer que portugal sempre foi um pais em que a grande maioria das familias tiveram que emigrar para encontrar um futuro melhor.
Eu levo em espanha 7 anos a trabalhar numa pyme espanhola e até acabo de comprar casa aqui ao lado da praia em valencia (bonita cidade) e nestes 7 anos e ao dia de hoje nunca ninguem de aqui teve uma palavra racista contra mim nem nenhum conhecido e ha muita gente que até elogia portugal e a gente.
quanto ao OLD ele que nao se esqueca de que as obras do tgv  e de outras infraestructuras que vao comecar em portugal tambem vao ajudar a muita gente de espanha, afinal vamos todos no mesmo barco ou remamos todos na mesma direcao ou seguimos em circulos

p.d. desculpem a ortografia (teclado espanhol)
Título:
Enviado por: old em Maio 02, 2009, 10:57:48 pm
Citação de: "dacosta1985"
Nao entendo o odio de alguns foristas em relacao a espanha e de que este em crise porque afinal tambem saimos mal desta situacao , calculo que a grande maioria sera bastante rica e que nao tem familiares proximos que tivessem que imigrar para falar assim tao mal, porque  muita gente se esta a esquecer que portugal sempre foi um pais em que a grande maioria das familias tiveram que emigrar para encontrar um futuro melhor.
Eu levo em espanha 7 anos a trabalhar numa pyme espanhola e até acabo de comprar casa aqui ao lado da praia em valencia (bonita cidade) e nestes 7 anos e ao dia de hoje nunca ninguem de aqui teve uma palavra racista contra mim nem nenhum conhecido e ha muita gente que até elogia portugal e a gente.
quanto ao OLD ele que nao se esqueca de que as obras do tgv  e de outras infraestructuras que vao comecar em portugal tambem vao ajudar a muita gente de espanha, afinal vamos todos no mesmo barco ou remamos todos na mesma direcao ou seguimos em circulos

p.d. desculpem a ortografia (teclado espanhol)


+1. De acuerdo en todo. Asi da gusto.

Un saludo
Título:
Enviado por: P44 em Maio 05, 2009, 04:20:02 pm
Citar
 Crise
Desempregados romenos podem receber subsídio de Espanha

Económico  
05/05/09 13:32
A taxa de desemprego espanhola pode atingir 20% em 2010, segundo a Comissão Europeia.


 

O Governo de Zapatero anunciou hoje que vai permitir que os imigrantes romenos que estão desempregados e regressem ao seu país de origem continuem a receber o subsídio dado pelo Estado espanhol.

Em troca, os desempregados têm apenas que garantir, por escrito, que "vão procurar activamente emprego no país de origem".

A iniciativa não é nova. Até agora, a Lei espanhola permitia aos cidadãos comunitários residentes em Espanha receberem o subsídio de desemprego durante um período máximo de três meses, caso se comprometessem a procurar trabalho no seu país natal. A novidade hoje anunciada tem a ver com o alargamento do prazo até ao período a que tinham direito a receber o subsídio de desemprego.

Esta medida soma-se a uma outra anunciada ontem pelo ministro do Trabalho e Imigração espanhol, Celestino Corbacho. Em causa está a possibilidade de o Governo de Espanha ajudar a comprar a viagem de regresso aos desempregados romenos.

Celestino Corbacho esteve na Roménia para analisar com as autoridades deste país várias formas de facilitar o regresso dos membros da comunidade romena que não encontrem emprego em Espanha.

O governante considera que as medidas são positivas para o país, já que "uma pessoa que está à procura de emprego em Espanha é uma pressão no mercado de trabalho".

O Ministério do Trabalho espanhol revelou hoje que 40 mil trabalhadores perderam o emprego em Espanha no mês passado.

Já a Comissão Europeia anunciou ontem esperar que a taxa de desemprego espanhola atinja os 20% em 2010.


http://economico.sapo.pt/noticias/desem ... _9654.html (http://economico.sapo.pt/noticias/desempregados-romenos-podem-receber-subsidio-de-espanha_9654.html)
Título:
Enviado por: P44 em Maio 05, 2009, 04:22:42 pm
Citação de: "old"
Citação de: "dacosta1985"
Nao entendo o odio de alguns foristas em relacao a espanha e de que este em crise porque afinal tambem saimos mal desta situacao , calculo que a grande maioria sera bastante rica e que nao tem familiares proximos que tivessem que imigrar para falar assim tao mal, porque  muita gente se esta a esquecer que portugal sempre foi um pais em que a grande maioria das familias tiveram que emigrar para encontrar um futuro melhor.
Eu levo em espanha 7 anos a trabalhar numa pyme espanhola e até acabo de comprar casa aqui ao lado da praia em valencia (bonita cidade) e nestes 7 anos e ao dia de hoje nunca ninguem de aqui teve uma palavra racista contra mim nem nenhum conhecido e ha muita gente que até elogia portugal e a gente.
quanto ao OLD ele que nao se esqueca de que as obras do tgv  e de outras infraestructuras que vao comecar em portugal tambem vao ajudar a muita gente de espanha, afinal vamos todos no mesmo barco ou remamos todos na mesma direcao ou seguimos em circulos

p.d. desculpem a ortografia (teclado espanhol)

+1. De acuerdo en todo. Asi da gusto.

Un saludo



pois, mas é assim, é a inveja típica portuguesa "eu não me importo de estar mal desde que o vizinho ainda esteja pior"

ou como outra analogia
Um americano numa paragem de autocarro, ao ver passar um rolls royce, dirá "um dia hei-de ter um como aquele"
Um português dirá: "Um dia ainda andarás de autocarro como eu"

há muitos que se regem por essa cartilha :roll:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 05, 2009, 04:31:54 pm
Olha quem está a falar...o arauto da desgraça! :lol:

Olha que não é só deste lado da fronteira, quantas vezes já vi Espanhóis a mandarem bocas só porque têm mais dinheiro do que nós?! Inúmeras vezes!

Acho que se houver respeito dos dois lados o verdadeiro diálogo será possível, porque senão será uma conversa de surdos.
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 05, 2009, 06:57:01 pm
Em Espanha se diz que a inveja é o nosso pecado capital.

Ibéricos somos uns e outros  :twisted:
Título:
Enviado por: P44 em Maio 05, 2009, 07:20:40 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Olha quem está a falar...o arauto da desgraça! :mrgreen: tens falado muito com o unicórnio cor-de-rosa?
Título:
Enviado por: tgcastilho em Maio 05, 2009, 09:02:12 pm
Citação de: "old"
Citação de: "Silva Neto"
Prefiro ordenados de 450 euros e a subir, onde o custo de vida é mais baixo, do que de 600 ou 700 onde nem sequer o recebo porque estou no “paro” (desemprego).

Ou então receber 600, 700, ou 1000 e não poder comprar uma casa pela especulação que uma minoria de corruptos, (governantes autonómicos incluídos) impôs ao resto dos “españolitos”.

Por falar nisso old, não nos pode adiantar de que consta o plano de salvação bancário que o seu governo está a preparar em segredo. Não era o sistema bancário espanhol o mais seguro do mundo intergalactico?

Coste de vida mas bajo?prefiero poder tener un coche "o carro" de tipo medio y que me cueste 15/20.000 euros y no 25.000 o 30.000 euros y ademas poder llenarle el deposito mais barato..etc etc etc

Ya se ha hablado que de no haber recibido tanta inmigracion no habria tanto paro ahora. Una lastima. Aun asi y todo se aprovecharon los buenos años para modernizar el pais. AVEs Aeropuertos, "autostradas" etc etc etc a un nivel bastante elevado.



Por cierto, es usted espia o algo asi? LO digo porque si elaboran un plan secreto y usted lo sabe

 :roll:
Título:
Enviado por: dacosta1985 em Maio 06, 2009, 02:27:44 pm
acabo de dizer que comprei aqui um piso (120 metros de casa mais  120 metros de jardim em valencia uma das zonas mais caras de espanha)
e so pago eu a hipoteca porque a namorada esta a terminar a carreira e ainda vens dizer que vivem dentro do carro e´ mesmo para rir ja dizia o ditado popular (CHAMA-LHE P#*# MINHA FILHA ANTES QUE TE CHAME A TI)
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 06, 2009, 03:29:15 pm
Os preços das casas no Norte de Portugal nem são máis baratos que na Galiza. a diferença de preço se vê nos pisos, ainda que aqui se constroem muitos com subvenção oficial (meu irmão tem um T3 por 100.000 euros)
Título:
Enviado por: tgcastilho em Maio 06, 2009, 06:24:19 pm
Citação de: "dacosta1985"
acabo de dizer que comprei aqui um piso (120 metros de casa mais  120 metros de jardim em valencia uma das zonas mais caras de espanha)
e so pago eu a hipoteca porque a namorada esta a terminar a carreira e ainda vens dizer que vivem dentro do carro e´ mesmo para rir ja dizia o ditado popular (CHAMA-LHE P#*# MINHA FILHA ANTES QUE TE CHAME A TI)


Da sua ignorancia?
Ou de não perceber Português?

Enfim.

Antes de tentar corrigr os outros, tente perceber primeiro.

Caro Manuel Liste
Agora mesmo vou sair,so tive tempo de por aqui um pezinho,mas quando chegar eu respondo-lhe.

Cumprimentos.
Título:
Enviado por: papatango em Maio 12, 2009, 12:07:13 am
Considerando que o tema do tópico é "A verdade sobre a economia espanhola" e não "a inveja da economia espanhola" ou "a irritação dos espanhóis com a economa espanhola", há uma coisa que se pode concluir do incrivel aumento da taxa de desemprego em Espanha:

O que se dizia aqui sobre os problemas da economia espanhola acabou por se confirmar.
Todas as análises que se dizia serem apocalípticas estão a ser confirmadas.

As economias da Espanha e da Irlanda são as que mais sofrem com o aumento do desemprego.

Isto quer dizer que são aquelas economias onde havia mais gente a viver de uma economia baseada numa bolha especulativa que agora parece ter explodido.

Curiosamente, muitos trabalhadores portugueses que íam para Espanha encontraram um escape em Angola, no entanto inevitavelmente os problemas espanhóis acabam sempre por ser negativos para nós.

Com menos dinheiro no bolso os espanhóis viajam menos e gastam menos durante as suas viagens.

Creio que jhá está um bocado gasta a tecla do "nós estamos mal mas vocês estão pior". Isso não está em causa neste tópico.

O que o tópico fala, é da verdade sobre a economia espanhola.

E a verdade, como nós vínhamos a dizer - nós, baseados na imprensa mundial - é que a economia espanhola arriscava-se a ver explodir a bolha a qualquer momento.
Essa é a verdade sobre a economia espanhola. E essa verdade está a confirmar-se a cada dia que passa.

O importante é que entendamos que a Espanha não está assim tão melhor que nós e que a ideia da super-potência economica que estava aqui ao lado e que deveriamos seguir, hoje é absurda. A economia espanhola é maior e beneficia das economias de escala, mas quando tem problemas - esses problemas são de solução difícil.

E claro, ainda não sabemos como é que a crise afectará a coesão do país.
Em tese, os movimentos separatistas poderão ganhar espaço, ainda que não seja o que se viu recentemente no País Basco (embora também ali se tratasse de voto de protesto).


Cumprimentos
Título:
Enviado por: old em Maio 12, 2009, 11:14:16 am
Citação de: "papatango"
Considerando que o tema do tópico é "A verdade sobre a economia espanhola" e não "a inveja da economia espanhola" ou "a irritação dos espanhóis com a economa espanhola", há uma coisa que se pode concluir do incrivel aumento da taxa de desemprego em Espanha:

O que se dizia aqui sobre os problemas da economia espanhola acabou por se confirmar.
Todas as análises que se dizia serem apocalípticas estão a ser confirmadas.

As economias da Espanha e da Irlanda são as que mais sofrem com o aumento do desemprego.

Isto quer dizer que são aquelas economias onde havia mais gente a viver de uma economia baseada numa bolha especulativa que agora parece ter explodido.

Curiosamente, muitos trabalhadores portugueses que íam para Espanha encontraram um escape em Angola, no entanto inevitavelmente os problemas espanhóis acabam sempre por ser negativos para nós.

Com menos dinheiro no bolso os espanhóis viajam menos e gastam menos durante as suas viagens.

Creio que jhá está um bocado gasta a tecla do "nós estamos mal mas vocês estão pior". Isso não está em causa neste tópico.

O que o tópico fala, é da verdade sobre a economia espanhola.

E a verdade, como nós vínhamos a dizer - nós, baseados na imprensa mundial - é que a economia espanhola arriscava-se a ver explodir a bolha a qualquer momento.
Essa é a verdade sobre a economia espanhola. E essa verdade está a confirmar-se a cada dia que passa.

O importante é que entendamos que a Espanha não está assim tão melhor que nós e que a ideia da super-potência economica que estava aqui ao lado e que deveriamos seguir, hoje é absurda. A economia espanhola é maior e beneficia das economias de escala, mas quando tem problemas - esses problemas são de solução difícil.

E claro, ainda não sabemos como é que a crise afectará a coesão do país.
Em tese, os movimentos separatistas poderão ganhar espaço, ainda que não seja o que se viu recentemente no País Basco (embora também ali se tratasse de voto de protesto).


Cumprimentos


Pero si este hilo lleva abierto muchos años, que razon va a tener?

La economia se mueve por ciclos compañero.
Buenas epocas, malas epocas. Crecimiento, crisis. Algun dia tendria razon..

La diferencia esta en que algunos paises como España o Irlanda han sabido aprovechar muito bien las epocas de crecimiento modernizando el pais a niveles de los mejores paises Europeos o incluso superiores en algunos aspectos, mientras otros siguen estancados  en una crisis permanente...



España tiene un grave porblema de inmigracion masiva, y eso incide y bastante en la tasa de desemprego, aun asi y todo es muy alta. Se admite la critica -

  Los ultimos datos del paro reflejaron una bajada del desemprego en algunas provincias y poco a poco se aprecian signos de mejoria. Costara mucho trabajo, pero se saldra. Los demas paises tambien tienen porblemas y graves.

Sobre la cohexion . Permitame que me ria de usted.
España no tiene ningun problema de ese tipo.

 Es mas, Euskadi, por primera vez en 30 años tiene un Lehendakari NO nacionalista. Eso es un hito en la historia de España. Fantastico.

Sobre Cataluña, mas de lo mismo. Su presidente es del PSOE, partido NO nacionalista

¿que mas quiere?

Espanha no es ninguna superpotencia, pero puede dar muchos ejemplos de como hacer las cosas bien, aunque ahora esta sufriendo una crisis grande, (el resto de paises tambien). Pero el progreso del pais en los ultimos años ha sido ejemplar.



La inveja (envidia) es muito mala

saludos
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 12, 2009, 01:22:24 pm
La verdad tiene muchos aspectos, y los impulsores de este hilo prefieren fijarse en los aspectos malos. Los buenos no les interesan tanto, porque les hacen quedar mal a su país y a ellos, ay

Si se alega que pese a todo España sigue teniendo cierta ventaja económica sobre Portugal, entonces ya nos estamos separando del tema ¿ves?

Taaantos años profetizando la crisis y el desastre para España, y cuando por fin llega tienen la mala suerte de que crisis y desastre también afectan a su propio país, igual o peor. Bienvenidos al mundo real, chicos. Os está bien empleado
Título:
Enviado por: papatango em Maio 12, 2009, 02:45:49 pm
A crise em Portugal tem razões diferentes. São processos diferentes, porque se trata de países diferentes.

A importância educativa do tópico «A verdade sobre a economia espanhola» consiste em demonstrar com notícias variadas, que o que se dizia há dois anos sobre a Espanha e sobre Portugal, era mentira.

Este tópico destinou-se a mostrar aos descrentes que ao contrário do que diziam alguns políticos e alguns sectores da sociedade, não há vantagem nenhuma em estabelecer relações primordiais com a Espanha.

O desenvolvimento económico espanhol era resultado de uma bolha especulativa movida pela construção civil. Foi isso o que imensas vezes foi aqui referido, e normalmente contradito por alguns participantes espanhóis.

Que quando a crise chegasse aEspanha ela iria afectar Portugal, é algo que qualquer estudante do primeiro ano de economia poderia prever. É tão óbvio que nem merece comentário.

A questão que se coloca é a da dimensão do choque que a economia espanhola sofre.
E isso é especialmente visível no incrível aumento do desemprego em Espanha e na Irlanda.
Trata-se de países que sempre tiveram dificuldade em encontrar lugar para todos os seus cidadãos (e o problema também se estende a Portugal) e o seu passado recente parecia fazer crer que o problema era nosso e que os outros tinham encontrado formas de sair desse ciclo vicioso.

Os resultados dos números divulgados, mostram que não foi o que aconteceu. O «milagre» espanhol ou irlandês eram uma ilusão.

Nós não ficamos mais ricos com os problemas dos outros. O que afirmo é que a diferença entre nós e eles não é de facto tão significativa quanto muitos nos quiseram fazer crer.

Quem for a Espanha e conhecer o país nos últimos anos, sabe que os salários subiram, mas sabe também que os preços ao consumidor aumentaram muito.
Embora algumas pessoas nos tivessem feito crer o contrário, comparando os preços de uma pequena cidade como Elvas, com os de uma cidade média como Badajoz (média para Portugal, claro) as coisas não eram assim.

Eu não comparei nunca os preços da fronteira espanhola com os preços do pequeno comercio de Elvas, mas sim os preços dos supermercados espanhóis com os preços dos supermercados em Setúbal.
E em Portugal, nas regiões onde se encontra a maior parte da população  (Lisboa, Setúbal, Braga e Porto) os preços são mais baixos. Os preços em Setubal são mais baixos que em Elvas. A diferença nota-se muito mais na fronteira.

Os espanhóis que se aventuravam a passar da «raia» e a chegar ao Porto ou a Lisboa, entendiam que de facto os preços ficam mais baratos à medida que se chega aos maiores centros urbanos portugueses.

Isto quer na prática dizer que, os salários mais altos em Espanha, têm como contrapartida um custo de vida também mais elevado.

O resultado é simples: Para um trabalhador de classe média, e mesmo classe média baixa é preferível Portugal a Espanha.
E isto já era assim há alguns anos, mesmo sem a crise espanhola.
É claro que para os 20% de trabalhadores portugueses sem qualquer qualificação, a Espanha era melhor que Portugal porque lá ainda havia trabalho que os espanhóis não queriam fazer.

Esses 20% da população portuguesa continuam aí e nós continuamos sem saber o que lhe fazer. O problema é que com a Espanha, utilizámos o velho esquema de varrer o problema para debaixo do tapete (sendo o tapete a Espanha). Agora o tapete ardeu, e é por isso que a crise espanhola também nos afectará.
Título:
Enviado por: old em Maio 12, 2009, 04:41:32 pm
Citação de: "papatango"
A crise em Portugal tem razões diferentes. São processos diferentes, porque se trata de países diferentes.

A importância educativa do tópico «A verdade sobre a economia espanhola» consiste em demonstrar com notícias variadas, que o que se dizia há dois anos sobre a Espanha e sobre Portugal, era mentira.

Este tópico destinou-se a mostrar aos descrentes que ao contrário do que diziam alguns políticos e alguns sectores da sociedade, não há vantagem nenhuma em estabelecer relações primordiais com a Espanha.

O desenvolvimento económico espanhol era resultado de uma bolha especulativa movida pela construção civil. Foi isso o que imensas vezes foi aqui referido, e normalmente contradito por alguns participantes espanhóis.

Que quando a crise chegasse aEspanha ela iria afectar Portugal, é algo que qualquer estudante do primeiro ano de economia poderia prever. É tão óbvio que nem merece comentário.

A questão que se coloca é a da dimensão do choque que a economia espanhola sofre.
E isso é especialmente visível no incrível aumento do desemprego em Espanha e na Irlanda.
Trata-se de países que sempre tiveram dificuldade em encontrar lugar para todos os seus cidadãos (e o problema também se estende a Portugal) e o seu passado recente parecia fazer crer que o problema era nosso e que os outros tinham encontrado formas de sair desse ciclo vicioso.

Os resultados dos números divulgados, mostram que não foi o que aconteceu. O «milagre» espanhol ou irlandês eram uma ilusão.

Nós não ficamos mais ricos com os problemas dos outros. O que afirmo é que a diferença entre nós e eles não é de facto tão significativa quanto muitos nos quiseram fazer crer.

Quem for a Espanha e conhecer o país nos últimos anos, sabe que os salários subiram, mas sabe também que os preços ao consumidor aumentaram muito.
Embora algumas pessoas nos tivessem feito crer o contrário, comparando os preços de uma pequena cidade como Elvas, com os de uma cidade média como Badajoz (média para Portugal, claro) as coisas não eram assim.

Eu não comparei nunca os preços da fronteira espanhola com os preços do pequeno comercio de Elvas, mas sim os preços dos supermercados espanhóis com os preços dos supermercados em Setúbal.
E em Portugal, nas regiões onde se encontra a maior parte da população  (Lisboa, Setúbal, Braga e Porto) os preços são mais baixos. Os preços em Setubal são mais baixos que em Elvas. A diferença nota-se muito mais na fronteira.

Os espanhóis que se aventuravam a passar da «raia» e a chegar ao Porto ou a Lisboa, entendiam que de facto os preços ficam mais baratos à medida que se chega aos maiores centros urbanos portugueses.

Isto quer na prática dizer que, os salários mais altos em Espanha, têm como contrapartida um custo de vida também mais elevado.

O resultado é simples: Para um trabalhador de classe média, e mesmo classe média baixa é preferível Portugal a Espanha.
E isto já era assim há alguns anos, mesmo sem a crise espanhola.
É claro que para os 20% de trabalhadores portugueses sem qualquer qualificação, a Espanha era melhor que Portugal porque lá ainda havia trabalho que os espanhóis não queriam fazer.

Esses 20% da população portuguesa continuam aí e nós continuamos sem saber o que lhe fazer. O problema é que com a Espanha, utilizámos o velho esquema de varrer o problema para debaixo do tapete (sendo o tapete a Espanha). Agora o tapete ardeu, e é por isso que a crise espanhola também nos afectará.


No tiene razon. Un Aleman gana mas dinero que un Español pero el coste de vida en Alemania es mas alto que en España, aun asi y todo el Aleman tiene mas poder adquisitivo que el Español. Es mas rico

Algo asi sucede con Portugal. Con la diferencia que España esta mas cerca de Alemania, que Portugal de España. (Infraestructuras, servicios, educacion, sanidad etc etc etc, incluso España supera a Alemania en IDH)

 Lo unico que tienen mas barato es la vivienda (de momento) y la comida. Los automoviles, bienes de equipo, combustibles, ropa etc etc etc son mas caros en Portugal teniendo menos renta que en España, inlcuso pagan mas IVA

Eso se traduce en que el ciudadano Portugues tiene menos poder adquisitivo que el Español, en definitiva es mas pobre.

La verdad de la economia de España es que el pais ha progresado y avanzado mucho. Dejando muy atras a Portugal, que sigue como siempre. Incluso se supero a Italia.
A Portugal lo adelantan los paises del Este.

Y tranquilo, de esta crisis se saldrá. Como saldran otros paises. Se lo aseguro.

Claro que se puede criticar a España. La Burbuja inmobiliaria, la especulacion y la subida de precios de la vivienda son datos muy negativos. Nadie lo niega que eso cuesta muchos puestos de trabajo

Por cierto, hoy es dia de debate del estado de la nacion. Esta interesante.

Zp Vs Rajoy y el resto.

Esta muy interesante
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 12, 2009, 04:54:36 pm
Citar
Lo unico que tienen mas barato es la vivienda (de momento) y la comida


Muchos servicios también son más baratos.

Yo temo la próxima subida de impuestos. Ese va a ser el peor resultado de la crisis para aquellos que conservamos nuestro empleo

Gobierno incompetente..
Título:
Enviado por: Silva Neto em Maio 12, 2009, 05:38:09 pm
Há um estudo sobre de como vivem um agregado familiar português e um espanhol com 1000 euros por mês, de uma entidade bancária, que não posso aqui colocar, que é esclarecedor destas matérias.
O caso português consegue viver “bem” com um agregado familiar de três membros. No litoral a melhoria é bem assinalável. No interior a qualidade de vida em geral é superior, mas o poder aquisitivo com esses euros decresce um pouco, sendo compensado com outros factores.

Já um espanhol não consegue quase satisfazer necessidades básicas nessas mesmas circunstâncias. Pior ficam os que vivem nas grandes cidades. Quem melhor se “safa” são os galegos e asturianos.

O Manuel tocou num ponto chave. Os impostos vão aumentar em Espanha. Só falta saber quando. O IVA parece ser o eleito para a subida. Fala-se entre 3% a 4 % de forma faseada nos próximos 3/4 anos.

O pior é o estado dos bancos. As "cajas" estão…..  :censurado: desculpem mas não me posso estender.
Título:
Enviado por: old em Maio 12, 2009, 07:40:33 pm
Citação de: "Silva Neto"
Há um estudo sobre de como vivem um agregado familiar português e um espanhol com 1000 euros por mês, de uma entidade bancária, que não posso aqui colocar, que é esclarecedor destas matérias.
O caso português consegue viver “bem” com um agregado familiar de três membros. No litoral a melhoria é bem assinalável. No interior a qualidade de vida em geral é superior, mas o poder aquisitivo com esses euros decresce um pouco, sendo compensado com outros factores.

Já um espanhol não consegue quase satisfazer necessidades básicas nessas mesmas circunstâncias. Pior ficam os que vivem nas grandes cidades. Quem melhor se “safa” são os galegos e asturianos.

O Manuel tocou num ponto chave. Os impostos vão aumentar em Espanha. Só falta saber quando. O IVA parece ser o eleito para a subida. Fala-se entre 3% a 4 % de forma faseada nos próximos 3/4 anos.

O pior é o estado dos bancos. As "cajas" estão…..  :censurado: desculpem mas não me posso estender.


Claro y un Aleman o un Japones vivirian todavia peor que un Portugues con 1.000 euros. Vaya estudios..
Título:
Enviado por: papatango em Maio 12, 2009, 10:08:07 pm
Ninguém disse aqui que a Espanha não era mais rica e que não tinha um nível de vida superior ao português.

O que acontece é que a diferença não é tão significativa quanto quanto aquela que os numeros oficiais afirmavam. Não é tão significativa quanto aquela que é apontada por vários espanhóis neste fórum.

Assim como não é verdade que quando Portugal e a Espanha aderiram à então CEE os dois países tivessem o mesmo nível de vida. A Espanha estava muito à frente de Portugal.
Portugal só atingiu o nivel de televisões e telefones por 1000 habitantes da Espanha no final dos anos 60, quando chegámos a 1981.

O boom Espanhol dos anos 60 teve um equivalente em Portugal. O problema é que Portugal entrou em guerra, a Espanha não.

De qualquer forma a questão mantém-se:

Havia razões para a existência de um tópico sobre a "Verdade sobre a economia espanhola" porque de facto as coisas não eram como se dizia.

Outro factor interessante de analisar são os espanhóis propriamente ditos. Normalmente os de origem castelhana em Madrid eram os que mais facilmente negavam que o problema existia. Em Madrid cheguei a falar com pessoas sobre o assunto que me respondiam com um abanar de mãos afirmando que cada vez se vendia mais.

O resultado, é que têm mais dificuldade em resolver os problemas actuais, porque não consideraram que viviam uma situação de «boom económico».

É essa dificuldade de muitas empresas espanholas, que andaram a fazer negócios em cima do muro, que explica um enorme aumento do desemprego. O desemprego sobe quase em todos os países, mas na Espanha e na Irlanda ele dispara.

A explicação para isto é só uma: Os empregos criados eram absolutamente precários e não tinham como resistir a uma crise económica repentina, ainda mais quando a maioria dos agentes económicos se recusava a aceitar o que vinha aí.
Título:
Enviado por: YOMISMO em Maio 12, 2009, 11:19:22 pm
La crisis ha afectado más a España que a otros paises por un solo y único motivo y no es otro que la construcción de vivienda ha sido ENORME y ESPECULATIVA y han participado todos (bancos, constructoras, administraciones públicas, para recoger más impuestos y los compradores).

Por lo demás, si es verdad que el nivel de las empresas multinacionales de España ha crecido mucho y se encuentran a un nivel MUY SUPERIOR y con una mejor preparación para no volver a a niveles de 1993.

Por otro lado, el problema del empleo en España es estructural; el mercado laboral y los contratos no están bien hechos y los empresarios prefieren despedir a los contratos temporales al mínimo problema porque si no se dispara el coste de despido.

Después de años de un crecimiento ENORME del PIB viene bien esta crisis; más trabajar y menos mercedes, bmw, audi q7 y velero de 15 metros.

Y sin pretender polemizar, para aquellos que se alegren de que la crisis se cebe en España solo pensar el nivel de exportaciones portuguesas a España se va a resentir y mucho y provocará muchos despidos en Portugal.

El potencial económico de España en muchos campos es enorme y solo hay que ver las empresas que tenemos (Telefónica, Santander, Iberdrola, etc).

Saludos.
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 13, 2009, 08:12:36 am
Citação de: "Silva Neto"
Há um estudo sobre de como vivem um agregado familiar português e um espanhol com 1000 euros por mês, de uma entidade bancária, que não posso aqui colocar, que é esclarecedor destas matérias.
O caso português consegue viver “bem” com um agregado familiar de três membros. No litoral a melhoria é bem assinalável. No interior a qualidade de vida em geral é superior, mas o poder aquisitivo com esses euros decresce um pouco, sendo compensado com outros factores.

Já um espanhol não consegue quase satisfazer necessidades básicas nessas mesmas circunstâncias. Pior ficam os que vivem nas grandes cidades. Quem melhor se “safa” são os galegos e asturianos.

No hacen falta estudios, te lo digo yo: una familia española con tres miembros vive mal con 1000 euros mensuales. Dudo que una familia portuguesa equivalente viva mucho mejor.

Claro que si por un lado tomas a una familia residente en Madrid, y por otro a una familia residente en una zona rural de Tras os Montes la diferencia es importante. Es la diferencia propia entre una gran ciudad y el campo. Son estilos de vida completamente diferentes, y tengan en cuenta que España es un país más "urbano" que el suyo.

Pero si se trata de comparar calidad de vida, logicamente en Portugal se puede vivir tan bien o mejor que en España, especialmente con un sueldo bueno. Yo nunca voy a poner eso en discursión, porque conozco y aprecio Portugal

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O Manuel tocou num ponto chave. Os impostos vão aumentar em Espanha. Só falta saber quando. O IVA parece ser o eleito para a subida. Fala-se entre 3% a 4 % de forma faseada nos próximos 3/4 anos.

Sabes más que yo, no tengo esa información.

De lo que se habla de momento es de subidas de impuestos al alcohol, tabaco y posiblemente también a los combustibles. También de suprimir ciertas deducciones por compra de vivienda o de subir el tipo impositivo máximo del IRPF (impuesto anual a los salarios)

Seguro que habrá más, desgraciadamente. Tenemos un gobierno que sabe mucho de gastar, pero poco de ahorrar.

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O pior é o estado dos bancos. As "cajas" estão…..  :censurado: desculpem mas não me posso estender.


Eso no es lo peor, el sistema financiero español está bastante mejor que el de los EUA, que el de Alemania o Reino Unido. Como es normal, las empresas financieras también lo pasan mal durante una crisis económica (lo contrario sería escandaloso). Una caja ha sido intervenida por las autoridades, pero sigue funcionando.

En Portugal también tienen su BPP, que por cierto, tiene oficina y afectados en Vigo

¿Lo peor? lo de siempre: el paro.

La forma rápida que tienen las empresas españolas de hacer frente a la crisis es echando a personal. Sería largo explicar los motivos, pero en el sistema laboral español se puede despedir gratis a una parte de los obreros, y despedir al resto es casi imposible sin llevar la empresa a la ruina. Así que las empresas toman el camino más fácil para sanear sus números, haciendo subir el paro de modo exponencial.
Título:
Enviado por: P44 em Maio 14, 2009, 02:15:07 pm
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14 Maio 2009 - 11h07
Nos primeiro trimestre de 2009
Economia espanhola recua 2,9 por cento

Espanha enfrenta a sua pior recessão. De acordo com os dados divulgados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) espanhol, o Produto Interno Bruto (PIB) caiu 2,9 por cento no primeiro trimestre deste ano face a igual período do ano passado, sendo a contracção intertrimestral (comparativamente com o trimestre anterior) de 1,8 por cento.



Estes são os piores resultados registados desde 1970, ano em que o INE espanhol começou a realizar as estatísticas da Contabilidade Nacional. O INE assinala que a contracção do PIB é consequência de uma contribuição negativa do consumo nacional, compensada em parte pela contribuição positiva da procura externa.

 

Em termos de evolução trimestral, este é o terceiro trimestre consecutivo em queda do PIB espanhol, que registou recuos de 0,3 por cento no terceiro trimestre de 2008 e de 1,0 por cento nos últimos três meses do ano.  


http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx ... 9158EBA529 (http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=C72AECB7-172B-4993-BE8A-D49158EBA529)
Título:
Enviado por: old em Maio 15, 2009, 09:47:39 am
Citação de: "P44"
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14 Maio 2009 - 11h07
Nos primeiro trimestre de 2009
Economia espanhola recua 2,9 por cento

Espanha enfrenta a sua pior recessão. De acordo com os dados divulgados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) espanhol, o Produto Interno Bruto (PIB) caiu 2,9 por cento no primeiro trimestre deste ano face a igual período do ano passado, sendo a contracção intertrimestral (comparativamente com o trimestre anterior) de 1,8 por cento.



Estes são os piores resultados registados desde 1970, ano em que o INE espanhol começou a realizar as estatísticas da Contabilidade Nacional. O INE assinala que a contracção do PIB é consequência de uma contribuição negativa do consumo nacional, compensada em parte pela contribuição positiva da procura externa.

 

Em termos de evolução trimestral, este é o terceiro trimestre consecutivo em queda do PIB espanhol, que registou recuos de 0,3 por cento no terceiro trimestre de 2008 e de 1,0 por cento nos últimos três meses do ano.  

http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx ... 9158EBA529 (http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=C72AECB7-172B-4993-BE8A-D49158EBA529)


Si, aqui tenemos crisis doble. El crash inmobiliario y la crisis mundial.
Pero empiezan aparecer buenas noticias.

Gail Folser dice que España saldra antes de la crisis que otras economias Europeas

http://www.bolsamania.com/actualidad/no ... gupc64n0t1 (http://www.bolsamania.com/actualidad/noticia.php?origen=bolsamania_com.Pulsos&id=0720090514095343&isin=&Sesion_BolsamaniaES=lsbgc33fp4j0nbr3gupc64n0t1)


Me pregunto porque no pone los datos completos de Europa y solo ponen los de España.

Bélgica -3.0
Alemania -6.9
España -2.9
Francia -3.2
Italia -5.9
Letonia -18.6 !!
Países Bajos -4.5
Portugal -3.7
Reino Unido -4.1

Como dato curioso, el único país que mantiene crecimiento positivo es Chipre.

Estados Unidos -2.6

En Japón no se ha publicado aún, se estima que será de al menos -6%.


Por cierto, el gobierno va a incentivar la compra de autocarros nuevos con 2.000 euros  :lol:

Alguien quiere un Focus/Leon/Megane/Astra 100cv nuevo por 13.000 euros?

Y a Portugal como le van las cosas? ya supero a Letonia en renta?:roll:

Ya cansan con su demagogia de poner noticias solo de España.

¿tanto les preocupa?
Título:
Enviado por: YOMISMO em Maio 15, 2009, 12:26:58 pm
Curioso la caida de PIB en toda la UE, incluso Portugal está en crisis.

País Homólogo Cadeia
Bélgica -3,0% -1,6%
Dinamarca n.d n.d
Alemanha -6,9% -3,8%
Estónia -15,6% -6,5%
Irlanda n.d n.d.
Grécia n.d n.d
Espanha -2,9% -1,8% França -3,2% -1,2%
Itália -5,9% -2,4%
Chipre 1,6% 0,00%
Letónia -18,6% -11,2%
Lituânia -10,9% -9,5%
Hungria -4,7% -2,3%
Malta n.d n.d.
Holanda -4,5% -2,8%
Áustria -2,9% -2,8%
Polónia n.d. n.d
Portugal -3,7% -1,5
Título:
Enviado por: old em Maio 15, 2009, 12:50:08 pm
Citação de: "YOMISMO"
Curioso la caida de PIB en toda la UE, incluso Portugal está en crisis.

País Homólogo Cadeia
Bélgica -3,0% -1,6%
Dinamarca n.d n.d
Alemanha -6,9% -3,8%
Estónia -15,6% -6,5%
Irlanda n.d n.d.
Grécia n.d n.d
Espanha -2,9% -1,8% França -3,2% -1,2%
Itália -5,9% -2,4%
Chipre 1,6% 0,00%
Letónia -18,6% -11,2%
Lituânia -10,9% -9,5%
Hungria -4,7% -2,3%
Malta n.d n.d.
Holanda -4,5% -2,8%
Áustria -2,9% -2,8%
Polónia n.d. n.d
Portugal -3,7% -1,5


Y eso que no ha sufrido un crash inmobiliario, y eso que su renta per capita es de las mas bajas etc etc etc




Y ahora en serio:
Si la locomotora Europea, que es Alemania retrocede casi un  7 % los demas podemos empezar a temblar.
Título:
Enviado por: manuel liste em Maio 15, 2009, 02:14:35 pm
Entonces, España es el país europeo "grande" que menos baja. No es  consuelo, pero sí una pequeña alegría y una sorpresa para los agoreros  :D
Título:
Enviado por: Mike23 em Junho 12, 2009, 09:29:21 pm
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Y SUBE LOS IMPUESTOS ESPECIALES, TRAS LAS ELECCIONES

No hay dinero: El Gobierno pide un crédito de 17.000 millones para pagar el paro

El Gobierno ha aprobado un crédito extraordinario para afrontar el pago de las prestaciones por desempleo. La razón: no hay dinero en la caja porque España lidera el paro de la OCDE con un 18,1% y caen los ingresos fiscales. Además, sube impuestos días después de las elecciones.



LD (L. Ramírez / M. Llamas) Ni las cajas de ahorros, ni los organismos internacionales, ni la oposición, ni los institutos de estudios nacionales se creían los Presupuestos Generales del Estado de este año, que fueron aprobados por la mínima gracias al apoyo del PNV y del BNG, previo acuerdo de inyección de dinero para el País Vasco y Galicia. Y ahora se pagan las consecuencias: no hay dinero para pagar las prestaciones por desempleo.

De hecho, el pasado octubre las cifras ya mostraban que el presupuesto destinado a estas prestaciones se agotaría antes del verano, tal como avanzó LD.

Este viernes la vicepresidenta primera del Gobierno, María Teresa Fernández de la Vega, y la ministra de Economía y Hacienda, Elena Salgado, han confirmado la mala noticia: piden un crédito de casi 17.000 millones de euros porque no hay dinero en la caja.

"Es un compromiso que se expresa, una vez más, en el importante decreto ley que también hemos dado luz verde, por el que se conceden créditos extraordinarios por más de 19.600 millones de euros y se modifican distintos preceptos de la ley de impuestos especiales", señaló De la Vega.

Reiteró que la principal preocupación del Gobierno es combatir el desempleo, por lo que la mayor parte de esa suma, "casi 16.900 millones de euros" se destinan a los Servicios Públicos de Empleo para atender los gastos de las prestaciones. Añadió que también las comunidades autónomas de régimen común recibirán un anticipo a cuenta de 1.800 millones de euros en compensación por la supresión del Impuesto del Patrimonio.

La vicepresidenta segunda del Gobierno y ministra de Economía, Elena Salgado, dijo durante su intervención que el importe de las medidas aprobadas hoy, cuya mayor parte es para las prestaciones por desempleo suponen casi un 2% del PIB.

Y eso no es todo, para paliar el agujero presupuestario (que el año pasado se situó en los 42.000 millones de euros y que en lo que va de 2009 ya supera los 8.500 millones de euros) el Gobierno ha decidido subir los impuestos de los hidrocarburos y del tabaco.

Esta falta de recursos es normal, si se tiene en cuenta que las previsiones con las que el Gobierno elaboró los Presupuestos de este año estaban a años luz de la realidad, a pesar de que se aprobaron en octubre, cuando todos los indicadores reflejaban el desplome de la economía española.

Como muestra un botón: el Ejecutivo estimaba que el número de parados se situaría en 2,9 millones de personas en todo 2009. El error es muy grave, ya que en la actualidad hay casi 4,4 millones de desempleados en España, el 18,1% de la población activa, según las cifras de la oficina estadística de la Unión Europea, Eurostat.

Paro superior al 17% hasta 2012

La revisión del cuadro macroeconómico que ha realizado este viernes el Gobierno es aterradora. Según sus cálculos la tasa de paro será del 17,9% este año, del 18,9% en 2010, del 18,4% en 2011 y del 17,1% en 2012. Con estos porcentajes España superará los cinco millones de parados en menos de un año.

Los Presupuestos apuntaban que los ingresos fiscales aumentarían este año, cuando entre enero y abril de 2009 la recaudación por IVA ha caído en los primeros un 33%, fiel reflejo del hundimiento del consumo, que parece lejos de remitir si se considera el desplome de este impuesto en un 55% sólo en abril.

Por su parte, los ingresos por IRPF acumulan un descenso del 12% y los de Sociedades un 28%. Con estos datos, lógicamente al secretario de Estado de Hacienda, Carlos Ocaña, no le queda otro remedio que admitir que en la recaudación los "brotes verdes" no se ven por ningún lado.

Suben los impuestos

Y ante la crisis, más impuestos. El Gobierno aprobó este viernes una subida de 2,9 céntimos por litro de los hidrocarburos, que no afectará a los usos profesionales, así como de las labores de tabaco de dos euros por cada mil cigarrillos para hacer la economía "más sostenible".

Salgado explicó que, con dichas alzas, en el caso de los hidrocarburos los ingresos que se conseguirán serán de 1.097 millones de euros, mientras que en el caso del tabaco serán de 1.220 millones de euros.

Por lo tanto, el Gobierno disfraza las subidas de impuestos por la "sostenibilidad de la economía", como avanzó LD. Llega la fiscalidad "verde" a España. Los errores del Ejecutivo los pagan los ciudadanos y los profesionales.

Además, se establece un impuesto específico de seis euros por kilogramo para picadura de liar y un impuesto mínimo de cincuenta euros por kilogramo para esta labor del tabaco. El impuesto proporcional para la picadura de liar se mantiene en el 41,5% del precio de venta.

En cuanto al tipo proporcional de cigarros y cigarritos, pasa del 13,5% al 14,5% y, para el resto de las labores del tabaco, con el objetivo de evitar un incremento del diferencial de tributación y desplazamientos de consumo, se sitúa en el 26% del precio de venta, en lugar del 25%. Con este incremento del impuesto, si se produjera su traslado íntegro a precios, el precio de venta al público de la marca más vendida en España pasará de 3,10 euros a 3,29 euros la cajetilla

Créditos extraordinarios de casi 20.000 millones de euros

El Real Decreto Ley aprobado por el Consejo de Ministros establece la concesión de varios créditos extraordinarios y suplementos de crédito por un importe total de 19.751,11 millones de euros.

De éstos, el 86% (16.898,05 millones de euros) se dotan en el Ministerio de Trabajo e Inmigración y tiene como finalidad atender prestaciones por desempleo y fomento del empleo, financiar el Plan Extraordinario de orientación, formación profesional e inserción laboral y compensar la pérdida de ingresos por cotizaciones del Servicio Público de Empleo Estatal.

Por otra parte, se dotan créditos por importe de 1.800 millones de euros para el pago de un anticipo a cuenta a las comunidades autónomas de régimen común como compensación por la supresión del Impuesto sobre el Patrimonio.

Además, el Ministerio de Educación recibirá un crédito extraordinario de 155,32 millones de euros para la concesión de ayudas económicas durante el período de desempleo para licenciados españoles que deseen formarse, así como para la realización del Proyecto Escuela 2.0.

El Ministerio de Sanidad y Política Social también dispondrá de un crédito extraordinario de 400 millones de euros para financiar el nivel mínimo de protección garantizado por la Ley de Promoción de la Autonomía Personal y Atención a las Personas en Situación de Dependencia.

El Ministerio del Interior recibirá un crédito extraordinario de 297,74 millones de euros para los gastos adicionales ocasionados por la aceleración en la implementación del DNI electrónico y otros gastos, fundamentalmente en Instituciones Penitenciarias como consecuencia de la entrada en funcionamiento de nuevos centros.

También se destinan 200 millones de euros al Ministerio de Fomento para actuaciones urgentes en carreteras y estaciones de ferrocarril. Por otro lado, y además de estas cantidades, se dota igualmente con un crédito de 70,17 millones de euros al Ministerio de Fomento, que permitirá poner en marcha el Plan Vive Autobuses 2009-2010 para la renovación del parque de autobuses y autocares mediante mecanismos de ayuda a la financiación.


http://www.libertaddigital.com/economia ... 276362024/ (http://www.libertaddigital.com/economia/no-hay-dinero-el-gobierno-pide-un-credito-de-17000-millones-para-pagar-el-paro-1276362024/)
Título:
Enviado por: Mike23 em Junho 14, 2009, 06:28:49 pm
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EL SUELDO PARA EL BANCO

Hipotecados que ganan 1.800 euros mensuales acuden a Cáritas para comer

Según la diócesis de Cáritas de Barcelona, Sant Feliu de Llobregat y Terrasa, desde 2008 se ha disparado la demanda de cáridad en su organización. Además ha surgido un nuevo perfil de demandante: Españoles con ingresos mensuales de hasta 1.800 euros que no tienen para comer por la hipoteca.

(Libertad Digital) A medida que se recrudece la crisis económica, aumenta el número de personas que, en nuestro país, acuden a los servicios de caridad para comer o cobijarse. Según ha explicado la encargada de la gestión social de la diócesis de Cáritas de Barcelona, Sant Feliu de Llobregat y Terrasa, el número de personas que acuden a la organización no ha dejado de aumentar desde 2004, pero entre 2007 y 2008 esta demanda "se ha disparado", según recoge Europa Press Barcelona.

Nuevo perfil

Los datos indican que en esta delegación los españoles que acuden a pedir ayuda ya alcanzan el 31% (aunque la mayoría siguen siendo extranjeros). Además, se observa un fenómeno llamativo: surge un nuevo perfil de demandante de servicios de caridad. Se trata de personas con ingresos mensuales de entre 1.600 y 1.800 euros y que piden ayuda para comer, porque tienen que destinar sus ingresos íntegros a pagar la hipoteca del piso.

Se trata de personas que no sufren "una situación de pobreza pero sí de riesgo", señalan los responsables. La vivienda continúa concentrando la mayor parte de los 1,5 millones de ayudas económicas que invirtió la organización en 2008 (en 2007 fueron 900.000 euros). Así, el 56% se destinó a este ámbito, seguido del 16% a alimentación, el 12% a gastos escolares, el 2% a transporte y la misma cantidad a salud, entre otros.

Cáritas había construido hasta 2007 92 viviendas sociales, en convenio con el Ayuntamiento de Barcelona, y prevé alcanzar las 146 hasta 2011, con los que prevé atender a 700 personas. También están dando una pensión a entre 100 y 125 ancianos cuyas pensiones están por debajo del umbral de la pobreza y con el objetivo de que lleguen a ese mínimo.

Según Mercé Darnell, Cáritas ha atendió en 2008 a 45.058 sólo en Barcelona y su área metropolitana, un 66% más que en 2007. Únicamente en los cinco primeros meses de 2009, Cáritas Barcelona ya ha atendido a las mismas personas que en todo 2007: 31.000 usuarios.

Darnell explica que, debido a este fuerte incremento de la demanda de servicios de caridad, las listas de espera tienen entre 1.500 y 2.500 personas, según el mes, y la espera para acceder a las ayudas es de entre tres y cinco semanas.

Los niños, los más afectados

Los responsables de esta diócesis de Cáritas han explicado que una de las áreas donde se ha registrado un mayor aumento es en la de infancia, ya que el año pasado se atendieron a un 124% más de niños. La realidad es que uno de cada cinco menores catalanes vive por debajo del umbral de la pobreza.

También ha crecido el número de usuarios nacidos en España, que alcanza ya el 31% (más del doble que en 2007), a pesar de que los extranjeros continúan siendo mayoritarios, y dentro de este colectivo destacan los magrebíes (29%) y los suramericanos (26%). Las mujeres continúan siendo mayoritarias (53%) y las familias monoparentales ya son el 14% de los atendidos.

A Cáritas, por primera vez

Los principales perfiles son familias que realquilan habitaciones con precios "abusivos", inmigrantes sin trabajo, menores que pasan muchas horas sin sus padres, extranjeras que buscan trabajo porque sus maridos están en paro y que antes no lo habían necesitado, ancianos con dependencia, "sin techo" y enfermos mentales.

Entre ellos destacan familias, tanto españolas como extranjeras, que habían necesitado ayuda de Cáritas pero que ya estaban reinsertados y que ahora vuelven a pedir ayuda y surgen otras que nunca antes habían acudido a los servicios sociales (el 40% de los atendidos en 2009 no habían acudido nunca a Cáritas).
Ante esta situación, el director de Cáritas ha reclamado a la Generalidad que "tome la batuta" ante esta situación y lidere acciones, que no tienen por qué ser sólo económicas sino también reformas legales, por ejemplo para evitar la desregularización de inmigrantes y, conseguir así, una mayor coordinación entre todos los agentes.


http://www.libertaddigital.com/economia ... 276361968/ (http://www.libertaddigital.com/economia/hipotecados-que-ganan-1800-mensuales-acuden-a-caritas-para-comer-1276361968/)
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Enviado por: Silva Neto em Junho 23, 2009, 03:08:00 am
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CAEN LOS INGRESOS Y SE DISPARA EL GASTO

Crisis de liquidez en el Estado: el Gobierno aplaza gastos por falta de fondos

La recaudación se hunde y el Tesoro intensifica la emisión de deuda para pagar los compromisos del Gobierno. Según fuentes de Hacienda, muchos proyectos de gasto se aplazan (o directamente se eliminan) ante la falta de fondos. El Estado se enfrenta a una crisis de liquidez.

LD (L. Ramírez / M. Llamas) La caja está vacía, según confirman fuentes del Ministerio de Hacienda a Libertad Digital, en línea con las últimas decisiones del Gobierno, como la aprobación de un crédito extraordinario de 20.000 millones de euros para pagar las prestaciones por desempleo, la comida de los presos en las cárceles, las facturas del agua, gas y luz de la policía y la guardia civil, entre otros gastos corrientes.

Como consecuencia del desplome en la recaudación de impuestos, el Tesoro Público está inundando de papel el mercado de deuda para obtener recursos económicos. Se ha producido incluso la curiosa circunstancia de realizar emisiones extraordinarias (no estaban en la agenda) para lograr inyecciones puntuales de hasta 7.000 millones de euros.

A medida que va avanzando el año, las emisiones masivas de deuda soberana de casi todos los países ha creado una feroz competencia. Los estados con las finanzas más saneadas y menos necesidad de fondos abonan menos intereses, ya que la posibilidad de impagos es menor que en el caso de países que, como España, incrementen su deuda y déficit de forma sustancial.

El Tesoro conoce estos riesgos, por ello, se está dando prisa en apurar el calendario de emisiones. Fuentes del Fisco admiten que  “es muy probable que en los próximos meses se encarezca la financiación, por tanto, es el momento de coger buenos precios y por ello se adelanta el calendario”.

El incremento del gasto público anticipa una nueva rebaja de la calidad de la deuda soberana que -junto con las emisiones de las comunidades autónomas- se acercará al 60% del PIB en un año. Los costes por intereses se van a triplicar en 2009. El déficit no sale gratis.

La avalancha de papel del Estado es de tal magnitud que en los primeros meses de 2009 ha salido al mercado a financiarse por una cantidad mayor a la que utilizaba anteriormente para todo el año. En total, el Tesoro ha emitido casi 100.000 millones de euros en los últimos doce meses, y se prevén otros tantos para 2009.

La Agencia Tributaria aplaza pagos

Fuentes de la Administración Tributaria explicaron a LD que multitud de proyectos de gasto se están aplazando (o directamente eliminando) ante la falta de fondos. Las arcas de Hacienda están vacías no sólo debido a los errores del Gobierno en los Presupuestos Generales del Estado, sino que también está creciendo la deuda pendiente de cobro.

Más de 30.000 millones de euros le debían los contribuyentes a la AEAT (Agencia Tributaria) al cierre de 2008, según consta en una respuesta parlamentaria del Ministerio de Economía y Hacienda.

Cuanto más se hunden los ingresos del sector privado más caen los del público, ya que “la estructura fiscal española genera enormes aumentos de recaudación en etapas de bonanza, pero cuando el PIB cae los ingresos se derrumban”, según explica el economista y profesor Juan Velarde.

El último informe mensual de recaudación fiscal muestra que los ingresos tributarios totales acumulan hasta abril un descenso del 16% interanual (hasta los 58.409 millones de euros), con una leve mejoría respecto al ritmo de desplome del 16,5% del mes anterior. La evolución de los ingresos tributarios homogéneos (una vez eliminadas determinadas perturbaciones estadísticas) refleja una caída de las principales partidas impositivas.

El IRPF desciende dos puntos más hasta el 11,7% hasta abril. Los ingresos por el Impuesto de Sociedades aumentan un 59,3% hasta abril. Sin embargo, una vez corregidos ciertos impactos normativos y ajustando las devoluciones a la campaña tipo, la recaudación por dicho tributo cae un 28% ajustado.

Por su parte, el IVA acumula un descenso del 33,7% hasta abril en comparación con el mismo período del pasado año, aunque dicha caída está determinada por los nuevos mecanismos que facilitan y agilizan las devoluciones de IVA a las empresas, según Hacienda. Los impuestos especiales disminuyen un 3,9%. Es decir, la recaudación baja al tiempo que el gasto público del Gobierno crece a un ritmo próximo al 15%.
 
El secretario general de Gestha, José María Mollinedo, no quiere calificar de dramática la situación, pero admite que “es preocupante”. La espiral de gasto del Gobierno presiona sobre el coste de la deuda pública y eleva los intereses.

En 2008 el importe desembolsado para pagar estos intereses fue de 17.000 millones de euros. A su juicio, la mejor manera de elevar la recaudación sería reducir la bolsa de fraude fiscal, que en España se sitúa en los 240.000 millones de euros, según sus cálculos. Sólo el 3% de los declarantes de IRPF admiten ganar más de 60.000 euros al año.

Mollinedo descarta que el Gobierno esté pensando en retrasar las devoluciones de la campaña de la renta, y recordó que hasta el pasado 16 de junio Hacienda ha devuelto 6.011 millones de euros a 8,2 millones de contribuyentes.

No obstante, el Fisco ha decidido que muchas devoluciones no se realicen hasta diciembre, ya que la ley permite a Hacienda no pagar lo que debe hasta el último día del año.

Deuda autonómica

Y las comunidades autónomas también participan en este proceso. La deuda de las comunidades autónomas aumentó un 20,6% en el primer trimestre del año, hasta registrar 73.385 millones de euros (el 6,7% del PIB), la cifra más alta de toda la serie histórica, según datos del Banco de España.

Aunque las cifras serán mayores. La fiebre de la deuda se extiende a los ejecutivos regionales y multiplicarán casi por siete su déficit público en 2009, generando un agujero en la caja cercano a los 11.500 millones de euros. Se espera una oleada de emisiones para financiarlo en próximos meses.  A ello, se suma la delicada situación que atraviesan muchos municipios en España.

La Administración del Estado, en situación dramática

La situación de la Administración Central del Estado es dramática, según explicó en la Tertulia Económica de LDTV el economista Alberto Recarte. A ello responde la decisión del Gobierno de subir los impuestos sin hacer una reforma fiscal coordinada.

“Que desesperación tiene que tener el Gobierno para subir la gasolina y el tabaco, que les va a ingresar al cabo de un año 1.000 o 2.000 millones de euros, cuando necesitan alrededor de 100.000 (el déficit del PIB de este año). ¿Y por qué lo hacen sin coordinarlo con otras reformas fiscales que, por otra parte, le generarían mayores ingresos o compensan unas subidas de impuestos con otras? Pues lo hacen porque están desesperados”, explica Recarte.

“Estamos en una situación dramática. Igual que el año pasado quien estaba en una situación dramática era la banca, el problema de liquidez ahora mismo se centra en la Administración General del Estado (...) La Hacienda Pública tiene un grave problema de liquidez”, añade el economista.


http://www.libertaddigital.com/economia ... 276362706/ (http://www.libertaddigital.com/economia/crisis-de-liquidez-en-el-estado-el-gobierno-aplaza-gastos-por-falta-de-fondos-1276362706/)
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Enviado por: André em Julho 06, 2009, 06:19:44 pm
Há cada vez mais desempregados portugueses em Espanha


A comunidade portuguesa em Espanha está a ser directamente afectada pela crise com o desemprego a aumentar e os dados dos registos oficiais a apontarem uma descida no número de trabalhadores.

O número de portugueses a residir em Espanha (no primeiro trimestre deste ano) desceu 10% para 140 mil, e também o número de trabalhadores portugueses no país sofreu uma quebra.

Os dados mais recentes confirmam, por exemplo, que o número de portugueses registados como trabalhadores na Segurança Social espanhola continua a cair, registando uma descida de 3,5% desde o início do ano.

Continua assim a tendência do último ano, com a queda total no número de portugueses a ultrapassar os 22%, desde o início de 2008.

Em Março, por exemplo, enquanto o número de portugueses caiu, o número total de estrangeiros registados como trabalhadores aumentou 0,05%, ainda que continue bastante aquém do valor que se registava no mesmo mês em 2008 (menos 8,5%).

A redução no número de portugueses entre Janeiro e Março surge depois de uma queda de 4,46% que já se tinha registado desde Dezembro.

No final de Março e segundo os dados hoje revelados, estavam registados como trabalhadores em Espanha um total de 63.623 portugueses, dos quais a maior fatia no regime geral (49.482), seguindo-se o sector agrário (7.401) e o de mar (5.132).

Lusa
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Enviado por: Tiger22 em Agosto 21, 2009, 11:15:09 pm
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El 'Financial Times' cuestiona la España de las Autonomías por su coste ante la crisis


El rotativo británico 'Financial Times' cuestiona en un artículo publicado esta semana el modelo de estado autonómico, y alerta del coste de las 17 administraciones autonómicas ante la crisis económica. La noticia, publicada en la edición del miércoles, indica que "muchos españoles han comenzado a inquietarse sobre la fragmentación de la nación", y además, destaca que en las nacionalidades históricas -Cataluña, País Vasco y Galicia-, "el separatismo cultural se puede ver en la promoción de las lenguas en las escuelas y en otros ámbitos de la vida pública".

En Cataluña, "la lengua (catalana) es la muestra más visible de las fuerzas centrífugas de la España moderna", dice el artículo, que también dice que Cataluña "ha ido más allá del resto" de autonomías abriendo delegaciones en el exterior y con el Estatut.

El texto también se hace eco de la financiación autonómica, y dice que el presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, accedió a aportar 11 millones para todas las autonomías, "especialmente a Cataluña", durante los próximos cuatro años, porque "necesita el apoyo de los políticos regionales en el Parlamento".

"Para empeorar las cosas, tanto los números y los salarios de los funcionarios públicos han seguido aumentando inexorablemente a pesar de la crisis y la deflación de los precios", añade el artículo, que alerta del riesgo de que España pierda la unidad de mercado.

En este sentido, pone de manifiesto que la garantía de la unidad de mercado es uno de los ejes prioritarios del PP, y asegura que si gana las elecciones de 2012, puede darse un punto de inflexión en la evolución del Estado autonómico y empezar un proceso de retorno de competencias de las autonomías al Estado.

El artículo también detalla que el auge del nacionalismo no es un fenómeno exclusivamente español y dice que también se da en otros estados europeos, entre los que cita los casos de Groenlandia, Islas Faroe, Irlanda del Norte, Córcega, Bretaña, Flandes, Cerdeña y el Norte de Italia.


http://www.cotizalia.com/cache/2009/08/ ... s_64.html# (http://www.cotizalia.com/cache/2009/08/21/noticias_64.html#)
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Enviado por: Tiger22 em Agosto 22, 2009, 01:19:21 pm
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Demoledor: "España es el agujero de Europa"

La firma de análisis Variant Perception advierte de que "España es el agujero de Europa". Alemania y Francia tendrán que recapitalizar (rescatar) al país.


"España se dirige hacia una larga y dolorosa deflación que se va a manifestar con niveles de desempleo espectacularmente altos, colapso del mercado inmobiliario e insolvencia bancaria generalizada", según un informe de Variant Perception, equipo de análisis macroeconómico y financiero, avanzado por Libertad Digital el pasado mayo.

Esta misma firma de análisis analiza en mayor profundidad los graves problemas económicos y financieros que atravesará el país en un nuevo informe publicado el pasado miércoles.

Crisis inmobiliaria: "España = Japón 2.0"

Dichos analistas consideran que España está a punto de experimentar un "desastre" inmobiliario con graves y "profundas" implicaciones para el "sistema bancario europeo". Y es que, "España tuvo la madre de todas las burbujas inmobiliarias". Aún cuenta con más viviendas en stock (sin vender) que EEUU, y eso que el mercado estadounidense es seis veces mayor al español. Más de 1 millón, siendo "conservadores", advierten.

Un stock invendible a menos que bajen más los precios. Y es que, pese a todo, el precio medio de la vivienda apenas ha caído un 10% desde sus valores máximos, según datos oficiales del Ministerio de la Vivienda

El PIB español equivale al 10% del PIB comunitario, pero ha construido el 30% de todas las viviendas nuevas de la UE desde el año 2000. La mayoría de esta actividad ha sido financiada mediante capital exterior, de modo que la quiebra del sector inmobiliario se traducirá en una "crisis financiera".

El impacto sobre la banca será "severo", añade. No obstante, la deuda que acumula el ladrillo roza el 50% del PIB nacional (unos 470.000 millones de euros). Por ello, según estos mismos expertos, "España tendrá pronto bancos zombies al estilo de Japón", así como un prologado periodo de deflación sólo que "mucho peor" que el vivido por la economía nipona durante la crisis de los 90. Y es que, el déficit exterior español alcanzó el 10% del PIB frente al superávit del 3% que entonces presentaba la economía japonesa.

Todo ello se traducirá en insolvencias bancarias, de momento ocultas debido a los maquillajes contables que está aplicando el sector, según el informe. Una señal inequívoca de la gravedad de la situación reside en la refinanciación automática que las entidades están realizando con las principales promotoras del país, en una proceso que se conoce como roll-over. Una práctica que tan sólo "pospondrá la bancarrota" de las compañías inmobiliarias, que la firma considera "inevitable".

En este sentido, el Banco de España está actuando igual que el Banco de Japón durante la crisis de los 90. Desde entonces, la economía nipona ha permanecido estancada, tran convertir empresas y bancos en entidades zombies mediante inyecciones masivas de capital (refinanciación).

La principal novedad del informe de Variant Perception radica en las implicaciones que la crisis española tendrá para núcleo duro de la UE. Así, los países de la "periferia" de Europa, en referencia a los países del Este, España e Irlanda entre otros, son deudores netos, mientras que las grandes potencias de la UE son acreedores netos. "Cuando el deudor no puede pagar, el acreedor sufre. Alemania, Francia y otros países necesitarán recapitalizar a la periferia y a España", alertan.

"España y el resto de la periferia europea podría solventar sus problemas si aumenta la productividad" de una forma considerable, o bien, "reduce sueldos y precios de un orden de entre el 20% y el 30%", añaden. Algo que pasará "lenta y dolorosamente". Es decir, una "devaluación interna".

Este proceso implicará "grandes pérdidas a los bancos nacionales y a los acreedores extranjeros". En el caso de Europa del Este el daño "no será muy grande", debido a que tales economías acumulan deudas con el exterior más reducidas. Sin embargo, en el caso de España, la "amortización hipotecaria será masiva".

En concreto, dichos analistas estiman que el mercado inmobiliario se enfrenta a unas pérdidas superiores a los 250.000 millones de euros cuando esto suceda. Deuda incobrable para la banca. Es evidente que los bancos españoles y extranjeros no están dispuestos a a admitir la magnitud del problema y amortizar tal volumen de deuda. Por ello, las pérdidas de momento se mantienen ocultas", indica el informe.

Deflación del 6%

A ello se suma que España cuenta con uno de los mayores déficits exteriores del mundo, con lo que el pago de la deuda exterior se hace aún más difícil. Además, en una espiral deflacionista como la que sufre el país, el volumen de la deuda aumenta. En este sentido, el informe prevé que la caída de precios que registrará España en los próximos meses será similar a la que hoy experimenta Irlanda (un IPC anual del -5,9%).

Hay más. La prestigiosa firma de análisis prevé un paro del 25%. Ante esto se pregunta, "¿cómo exactamente piensan los bancos que podrán pagar su deuda? ¿Quién ganará entonces el suficiente dinero para afrontar el pago de las hipotecas? ¿Cómo de asequible será la vivienda cuando los sueldos bajen?"

"Creemos que los políticos españoles y los inversores internacionales han subestimado gravemente a España, pero los acontecimientos les obligarán a cambiar de opinión. En retrospectiva, España será vista como una subprime donde el resultado de la banca parecía ir bien, hasta que dejó de parecerlo". Es algo típico de las burbujas y, en este caso, "España no será diferente" (Spain will be no different).



http://www.libertaddigital.com/economia ... 276368355/ (http://www.libertaddigital.com/economia/un-informe-demoledor-alerta-espana-es-el-agujero-de-europa-1276368355/)
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Enviado por: old em Agosto 28, 2009, 08:42:15 am
lo que no pueden hacer es tomar a www.libertadigital.com (http://www.libertadigital.com) como referencia economia . Es un medio bastante sectario y afin a determinado partido politico.

Lo del FT suena a chiste tambien. Crisis hay, pero segun que medios lean sera mas o menos grave. Parecen cibervoluntarios del partido popular.

Noticias negativas economicas les encontraremos de cualquier pais. Este parece el hilo de las envidias.
Título:
Enviado por: Tiger22 em Setembro 13, 2009, 05:59:23 pm
Aquela velha história de que do outro lado da fronteira é tudo mais barato (combustíveis etc.) vai acabar.

Nova subida do IVA em 2% e aumento do preço da gasolina em 15 cêntimos por litro :shock:

Se tínhamos uns preços mais ou menos equiparados desde a última subida do IVA na Espanha, agora com mais 15 cêntimos por litro, mais os 2% de IVA, serão eles que vão começar a encher os postos de combustível deste lado da fronteira.

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PRETENDE ACTUAR EN PARALELO SOBRE INGRESOS Y GASTOS

Zapatero meterá la tijera al gasto y subirá 2 puntos el IVA
Recortes en Industria e Innovación y prevé aplazar proyectos de Fomento
Encarecerá la gasolina hasta en 15 céntimos
Pretende reducir el déficit público 30.000 millones sin rebajas sociales

Madrid.- El presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, se ha propuesto reducir el déficit público entre 25.000 y 30.000 millones de euros en 2010, según informa Casimiro García-Abadillo en EL MUNDO. Es decir, recortar en un tercio el desequilibrio que este año elevará nuestro déficit a una tasa histórica del 10% sobre el PIB.

Sobre el entendido de que no quiere tocar los gastos sociales, Zapatero ha preparado un paquete, que tendrá que negociar con sus socios en el Congreso, que consiste en actuar en paralelo sobre ingresos y gastos con dos partidas prácticamente idénticas. Se propone lograr un aumento de la recaudación de un máximo de 15.000 millones de euros. Por otro lado, ha puesto en marcha un recorte del gasto que supondría entre 12.000 y 15.000 millones de euros.

La supresión del descuento de los 400 euros supondrá un ahorro fiscal en 2010 de unos 5.000 millones de euros. Por otro lado, el Gobierno pretende subir en dos puntos el impuesto sobre plusvalías , que pasaría del 18% al 20%. De ahí, el Gobierno pretende arañar unos 1.000 millones de euros. Por otro lado, el paquete prevé una subida de los impuestos al alcohol, el tabaco y los hidrocarburos, de donde se pretende recaudar otros 3.000 millones de euros.

Por último, el Gobierno contempla una subida del IVA que se situaría en dos puntos (el tipo ordinario en España está en el 16%). Cada punto de IVA supone un aumento en la recaudación de 5.000 millones. El Gobierno no propondrá subir el IVA de inmediato, para no dañar a la actividad económica, sino que anunciará la medida para aplicarla en el plazo de unos meses. De esa forma, se acelerarían algunas decisiones empresariales y de consumo.

La parte del león del recorte va a recaer en los ministerios de Innovación y Tecnología, en el de Industria y en el de Fomento. Todos los ministerios van a tener que apretarse el cinturón, reducir gasto en la medida que puedan.


http://www.elmundo.es/mundodinero/2009/ ... 86565.html (http://www.elmundo.es/mundodinero/2009/09/12/economia/1252786565.html)
Título:
Enviado por: HSMW em Setembro 13, 2009, 06:26:04 pm
Então era tudo lindo e bonito do lado de lá da fronteira...  :twisted:
Título:
Enviado por: Tiger22 em Setembro 13, 2009, 06:56:13 pm
Citação de: "HSMW"
Então era tudo lindo e bonito do lado de lá da fronteira...  :twisted:


O "balão" rebentou meu amigo. Aquilo era tudo artificial.

Onde estarão os que neste tópico diziam que este cenário era impossível?
Título:
Enviado por: HSMW em Setembro 13, 2009, 07:51:41 pm
Que sirva de lição aos que preferem prostituir a Nação em troca de riqueza fácil.

Por alguma razão passados 900 anos Portugal continua livre e independente.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: echeoquehai em Setembro 23, 2009, 01:48:37 pm
Este é o meu primeiro post neste forum. Confeso que levo xa uns meses lendo, a uns e a outros, e gosto de ler especialmente a Papatango. Poden pensar o que queiran...un espanhol que gosta de Papatango.Incrible pero certo.
Non podo mais que ficar abraiado do profundo descoñecemento entre dous povos veciños, levamos tantos anos coas costas viradas que coñecemos millor o que pasa en Shangai ou no Afganistao (desculpen pola mistura de galego, espanhol e portugués...eu son asi  :D ).
Asi nos vai, temos a posibilidade de facer algo grande en lationoamérica, pero non, e mellor que os chineses cheguen a un acordo comercial con Arxentina e mais con Chile; temos a Cabo Verde ata arriba de empresas italianas controlando o turismo, hoteis, etc.
Non importa...o importante é que o veciño vaia mal, inda que eu este peor (dame igual mentras a historia ande entre espanhois ou portugueses).
Para rematar, decirlles que eu non son un espanhol anexionista, federalista, unionista, etc. Cada un na súa casa.
Decirlles que dame a mesma vergoña o espanholito (normalmente con baixo nivel cultural) que vai a Lisboa e critica tudo, até os marabillosos carrís, a estatua de Pessoa e quen se lle puña diante, Teixo incluido, e pide o café como si estivese na Espanha e tudos o entenderan; coma o portugués que ven traballar a Espanha e leva un par de berros (habitual na España para todos, sexan do pais ou non), baixa a cabeza anoxado e volta falando mal de tudo o
mundo.
Deixense de estereotipos, poucos españois pedirian unha bica ou un chá pero tamén poucos portugueses fan valer os seus dereitos como traballadores.
Un pais faise mais grande cando colabora cos seus veciños...magoa de xente os dous lados da raia.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 23, 2009, 04:52:42 pm
echeoquehai, o teu texto está impecável! :G-beer2:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: echeoquehai em Setembro 23, 2009, 07:42:28 pm
Obrigado pelos seus cumprimentos.
Desexo non ofender a ninguén, pero fico muito estranhado de ler nalguns post que é millor para Portugal manter unha gran independencia económica das empresas espanholas e do mesmo xeito parece mal a alguns espanhois que se reposte gasoil na Galp ou se merque Superbock (bastante millor que a "espanholisima" Mahou o meu xeito de ver).
Hoxe, por si non é coñecido, na cidade de Braga, atopase o xermolo da semente para o futuro de ambos paises; chamase Centro Ibérico de Nanotecnoloxia e é un proxecto CONXUNTO, si meus señores, CONXUNTO, de inversión en I+D para todos nós.
Ese é o futuro económico, a cooperación, e mais, entre ámbolos dous paises a ser posible. A riqueza trae mais riqueza, e que eu saiba a ningún nos sobra.
Se os meus veciños lusos ven as cifras macroeconomicas dos dous paises poderan ver o lonxe que estamos en inversión en I+D da media europea (sempre referida os 12 "millores"),o feble que é a economía,as tasas de ocupación, de renta per cápita tanto duns coma outros, etc
A explicación é sinxela:
1) Nos dous paises a clase empresarial non inviste nen investiu endexamais, salvo contadas excepcions, en investigación (Gamesa, Sonae, etc), prefiren "man de obra barata pero...eso si, cualificada" .Investimos todos a través do estado para que "eles non invistan".
2)A vocación, a situación, e mesmo a cultura é atlántica. Ata o ingreso na UE, o principal socio comercial de Portugal e da Espanha era EE.UU.É mais doado para un espanhol facer negocios en Colombia que para un francés, ou para un portugués chegar a acordos na Angola que un alemán ¿non si? E non só pela lingua.
Mais é millor ir de "europeus" pola vida.Que pregunten na planta de Amberes da Opel si se sinten europeos agora que Merkel logrou manter os postos de traballo na Alemaña (con "axudas de todos nós...europeos.Encheseme a alma de gozo cando o digo E-u-r-o-p-e-o-s!!!. :lol: )
3) A máxima "O millor para min tamén vai beneficiar o meu veciño" é certa. Que seria do porto de Rotterdam sen a industria da Alemania, ou o norte industrial de Italia sen Austria e Suiza.Aqui, en "Spain and Portugal" tudo é diferente.Imos a Bruselas a pelexar por uns fundos, que estan case que esgotados para nós. Que pensan, que os checos, os polacos, rumanos e demais non van pedir fondos comunitarios. ¿Por que pensan que entraron na UE? ¿Para mercar productos espanhois ou protugueses?  :mrgreen:  :lol:  :lol:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: manuel liste em Setembro 24, 2009, 09:52:45 am
Boas  :mrgreen:
Título: Re:
Enviado por: manuel liste em Setembro 24, 2009, 10:03:07 am
Citação de: "Tiger22"
Aquela velha história de que do outro lado da fronteira é tudo mais barato (combustíveis etc.) vai acabar.

Nova subida do IVA em 2% e aumento do preço da gasolina em 15 cêntimos por litro :lol:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 24, 2009, 01:50:20 pm
Por acaso vi na TV sobre os novos locais de emigração e Espanha era apontada como o passado, já que as obras estão todas paradas. A excepção eram algumas obras que o poder local estavam a lançar paraver se animavam a economia.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: manuel liste em Setembro 24, 2009, 02:43:55 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Por acaso vi na TV sobre os novos locais de emigração e Espanha era apontada como o passado, já que as obras estão todas paradas. A excepção eram algumas obras que o poder local estavam a lançar paraver se animavam a economia.

A obra residencial parou, a obra civil não. A minha cidade tem máis de 50 ruas em obra, e muitos compatriotas vosos estão a trabalhar cá. Nenhum problema pela minha parte por isso
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: echeoquehai em Setembro 24, 2009, 03:27:55 pm
Boas Sr. Liste  :lol: ).
Ver a un compatriota ledo e optimista sorprendeme. Certo é que as cousas non están tan mal como algúns din pero vexolle un exceso de confianza, eu diria, e permitame a licencia, desmesurado.
Sobre a renta per cápita (todos os datos que expoño son extraidos do eurostat, a oficiña estadistica europea onde acostuman a baixarnos os fumes a espanholitos, portugueses e demais cidadans de paises que fumos e xa non somos...que ninguén o tome a mal, pero é asi) decirlle que a evolución dende o ano 97 ata o 2007 (un decenio) fixonos pasar do 91% repecto da media a un enganoso 108%, e digo enganoso porque a media tomada é a dos 27 (inclúa Rumania, Letonia, etc) e non a dos 12 (os de sempre, UK, Francia, Holanda, Alemaña, etc).
O gasto en I+D; segundo a Estrategia de Lisboa do 11 de Marzo do 2003, e despois de moito bla bla e de que si a necesidade de clusters e hinterlands e demais historias habituais da UE(son un desencantado da UE, nótase ¿non si?  :lol:  :lol:
Unha aperta dende Inditexland.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: manuel liste em Setembro 24, 2009, 04:47:05 pm
Citação de: "echeoquehai"
Saudos (inda que eu poida ver o futebol exquisito de Kaká ou Messi na miña cidade e vostede teña que velos pola TV...enviolle unha aperta  :mrgreen:

Citar
Sobre a renta per cápita (todos os datos que expoño son extraidos do eurostat, a oficiña estadistica europea onde acostuman a baixarnos os fumes a espanholitos, portugueses e demais cidadans de paises que fumos e xa non somos...que ninguén o tome a mal, pero é asi) decirlle que a evolución dende o ano 97 ata o 2007 (un decenio) fixonos pasar do 91% repecto da media a un enganoso 108%, e digo enganoso porque a media tomada é a dos 27 (inclúa Rumania, Letonia, etc) e non a dos 12 (os de sempre, UK, Francia, Holanda, Alemaña, etc).

Desde 1997 ata agora España creceu por riba da media da UE-15. Non é optimismo, son feitos que tamén están no Eurostat

Citar
O gasto en I+D; segundo a Estrategia de Lisboa do 11 de Marzo do 2003, e despois de moito bla bla e de que si a necesidade de clusters e hinterlands e demais historias habituais da UE(son un desencantado da UE, nótase ¿non si?  :lol:  :lol:

Eu non chamaría "grandes" aos nosos portos e aeroportos, máis ben axustados ás nosas necesidades. Polo menos no porto de Vigo non temos peiraos de máis, que eu saiba.

E tamén xulgo que unha universidade pública para 1,3 millóns de habitantes non é unha tolemia.
 
Citar
Unha aperta dende Inditexland.

O mesmo, con permiso das autoridades sanitarias  :G-beer2:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 24, 2009, 05:05:00 pm
Citação de: "manuel liste"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Por acaso vi na TV sobre os novos locais de emigração e Espanha era apontada como o passado, já que as obras estão todas paradas. A excepção eram algumas obras que o poder local estavam a lançar paraver se animavam a economia.

A obra residencial parou, a obra civil não. A minha cidade tem máis de 50 ruas em obra, e muitos compatriotas vosos estão a trabalhar cá. Nenhum problema pela minha parte por isso

São exactamente essas que eu referi. :wink:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Chicken_Bone em Setembro 24, 2009, 06:46:27 pm
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Espanha pode criar milhares de empregos «verdes»
Ajudas públicas espanholas ascendem a mais de 20 mil milhões de euros

Espanha é o país melhor posicionado para criar emprego verde e impulsionar o mercado laboral devido à liderança em energias renováveis, revela «The Washington Post».

As ajudas públicas espanholas ascendem a 20.143 milhões de euros, o que levou já o presidente Barack Obama a considerar o caso como «um modelo der criação de uma economia sustentável».

Espanha gera cerca de 24,3% da sua electricidade através de energias renováveis e acredita que a curto prazo os projectos de remodelação de edifícios empresariais e casas particulares podem criar emprego para 80% do milhão de trabalhadores da construção que ficaram sem emprego em 2008.


http://diario.iol.pt/economia/espanha-e ... -4058.html (http://diario.iol.pt/economia/espanha-empregos-verdes-ecologia-renovaveis-lideranca/1091357-4058.html)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: echeoquehai em Setembro 28, 2009, 02:18:15 pm
Saudos a todos...saudos Sr. Liste :) ) e falamos un pouco off-topic das derradeiras eleccions en Portugal dende o ponto de vista económico e a súa incidencia en Espanha e Galicia.
1) Que o señor Cavaco ten mais tirón eleitoral que a señora Leite xa non o duvidaba ninguén, ata acertaron as pesquisas os votantes...estaba escrito.
A politica económica para Portugal da Señora Leite mais do seu partido eran mais receitas "neoliberales", tipo escuela de Chicago,é dicir:recortes, recortes, recortes...logo xa pensarei si fixen ben en recortar e en que partidas, o mercado, divina providencia fara o resto.
O señor Cavaco, mais moderado nos plantexamentos económicos... logo teremos que ver o que ficará do programa eleitoral de Cavaco...Unha cousa son os "trailers" e que a xente entre no cine e outra a pelicula...
2)Para Galicia unha boa noticia; o mantemento da conexión da alta velocidade con Porto...e con parada directa no Sá Carneiro  :(
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Jorge Pereira em Setembro 28, 2009, 06:36:30 pm
programa eleitoral de Cavaco :?:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: echeoquehai em Setembro 28, 2009, 09:59:09 pm
:oops:  :oops: Desculpen...queria decir Socrates ummm nom Cavaco upsssss vaia piada SORRY!!!
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: P44 em Dezembro 09, 2009, 02:42:04 pm
Citar
 Dívida
S&P corta perspectivas para a Espanha

Pedro Duarte  
09/12/09 14:30
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A situação orçamental espanhola está a preocupar os analistas da S&P.


A agência de notação Standard & Poor’s (S&P) anunciou hoje ter revisto em baixa para “negativo” a sua perspectiva para a dívida espanhola, devido à deterioração das finanças públicas do País.

A Espanha “vai registar uma deterioração mais pronunciada e persistente das suas finanças públicas, bem como um maior período de fraqueza económica do que os seus pares” em relação ao que a agência havia previsto em Janeiro, revelou hoje a S&P.

Em reacção a esta notícia, o custo da dívida espanhola aumentou, sendo que o custo de protecção contra o incumprimento por parte de Madrid das suas dívidas aumentou 20 pontos base para os 123,5 pontos base quando comparado com o custo para protecção contra o incumprimento da Alemanha, que serve como o padrão para a Europa.


http://economico.sapo.pt/noticias/sp-co ... 76326.html (http://economico.sapo.pt/noticias/sp-corta-perspectivas-para-a-espanha_76326.html)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 09, 2009, 11:36:24 pm
Crise força donas de casa e desempregados a procurar empregos na época de Natal


Os consumidores espanhóis estão a gastar menos, os saldos das lojas são maiores e os principais concorrentes aos empregos temporários da época natalícia são as donas de casa e os desempregados mais velhos, em vez dos jovens.

Estes são alguns dos sinais claros de que a crise continua a causar impactos em Espanha, onde no último ano já fecharam dezenas de milhares de lojas do pequeno comércio e onde a confiança dos consumidores permanece em níveis baixos.

Um estudo da empresa de trabalho temporal Start People evidencia a mudança no perfil de quem se apresenta aos empregos temporários jornadas parciais e por tempo limitado do período natalício.

Com o desemprego a roçar os 18 por cento (e previsões de que pode atingir os 20 por cento em 2010), as empresas de trabalho temporal notam que deixaram de ser os jovens dos 18 aos 28 a ser os únicos que querem estes empregos no Natal.

Donas de casa, desempregados mais velhos e pais de família que perderam o emprego oferecerem-se agora para fazer de Reis Magos, de Pai Natal ou de animadores em centros comerciais e lojas.

Em média os empregos temporários duram entre 15 dias e um mês, sendo que grande parte é em 'part-time', o que não impede que as listas de candidatos sejam longas.

Um outro indicador da crise é o gasto médio que cada espanhol fará no período natalício e que, segundo a Federação de Utilizadores e Consumidores Independentes (FUCI), deverá este ano ficar pelos 728 euros, o valor mais baixo da década.

Uma queda de gastos de mais de 10,5 por cento a que nem os esperados saldos que no ano passado foram dos maiores de sempre poderão vir a valer.

Fonte da Federação Nacional de Associações de Trabalhadores Autónomos (ATA) - classificação dada aos trabalhadores por conta própria ou independentes disse à Lusa que no último ano fecharam dezenas de milhares de lojas e pequenos comércios.

Nas grandes cidades, nos centros comerciais e nas ruas, são visíveis muitos cartazes de aluguer, com lojas fechadas e outras por ocupar.

Até mesmo nos tradicionais sectores onde os gastos são mais elevados nesta época (alimentação e brinquedos) a ATA espera cortes nas despesas, com o consumo a ser directamente afectado pelo elevado desemprego e pela maior contenção dos restantes consumidores.

Lusa
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: P44 em Janeiro 27, 2010, 09:21:26 am
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 Economista
Roubini: “Alguns países podem sair da zona euro”

Mafalda Aguilar  
27/01/10 07:29


Roubini nunca esteve tão pessimista sobre o futuro da zona euro como agora.




Nouriel Roubini, o economista e professor universitário que previu a crise financeira mundial, considera que a Espanha é a maior ameaça à coesão da zona euro, mais do que a Grécia.


"No longo prazo, não daqui a um ou dois anos, podemos ter a separação da zona euro. É um risco crescente,", afirmou Roubini, em entrevista à Bloomberg, em Davos, onde os líderes mundial vão começar a debater hoje os assuntos económicos mundiais.

"A zona euro pode derivar no sentido de uma bifurcação, com um núcleo mais forte e uma periferia mais fraca e, eventualmente, alguns países podem sair da zona euro"
, alertou Roubini.

As preocupações do economista contrastam com a visão do presidente do Banco Central Europeu (BCE). Jean-Claude Trichet disse em meados deste mês que é "absurdo" imaginar que as 16 economias do euro se possam separar, reagindo à especulação de que a Grécia poderia ser obrigada a abandonar a região.

Nos últimos tempos a especulação em torno do fim da zona euro tal como a conhecemos hoje cresceu devido às dificuldades da Grécia em cortar o défice do país, que terá atingido 12,7% em 2009, e aos aumentos das dívidas da Espanha e da Irlanda.

Roubini considera mesmo que a Espanha é a maior ameaça à coesão da zona euro, "porque é a quarta maior economia da região e tem uma elavada taxa de desemprego (superior a 19%, quase o dobro da média da União Europeia) e bancos mais fracos. "Se a Grécia socumbir é um problema para a zona euro, mas se a Espanha socumbir é um desastre", frisou.

http://economico.sapo.pt/noticias/roubi ... 79915.html (http://economico.sapo.pt/noticias/roubini-alguns-paises-podem-sair-da-zona-euro_79915.html)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Vicente de Lisboa em Janeiro 27, 2010, 04:36:10 pm
Ninguém vai sair do €uro minha gente. Primeiro porque os países grandes têm demasiado capital politico/prestigio investido no € para deixar o projecto falhar. Segundo porque um país fraco que saia do € só dá um trambolhão ainda maior. Nenhum governo da eurozona pondera sequer sair dela. A duvida é "que soluções para recuperar a competitividade dentro do Euro?".
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: P44 em Janeiro 28, 2010, 11:21:45 am
Estou mesmo a ver a França e a Alemanha a sacrificarem-se e á sua economia para auxiliar os deficitários que não sabem controlar as contas públicas e que só conseguiram entrar on Euro por manipular os resultados apresentados a Bruxelas
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Vicente de Lisboa em Janeiro 28, 2010, 09:38:03 pm
Mas acredite mesmo. É que a questão já nem é "se" mas "como". (http://http)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Tiger22 em Janeiro 31, 2010, 03:47:00 am
Onde andam todos aqueles que em Dezembro de 2006, quando abri este tópico, criticaram o que eu e muitos outros já aqui previam?

A Espanha afunda-se a um ritmo alucinante. Quase 12% de défice, 20% de desemprego, mais de 1 milhão de famílias onde todos os seus membros estão no desemprego, etc.

Hoje, constata-se sem sombra de dúvidas, que a estúpida prioridade económica, Espanha, Espanha, Espanha, de um engenheiro domingueiro, foi mais um desastre que muitos empresários que foram na ladainha começam a pagar caro. Felizmente, não foram muitos os que embarcaram em tão desgraçado pseudo desígnio económico!
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Março 11, 2010, 12:50:44 pm
A pesar de la crisis España mantiene el 15 puesto en el ranking de IDH realizado por la ONU, superando a paises como Alemania, Uk, Italia, o Belgica.

(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d2/UN_Human_Development_Report_2009.PNG/800px-UN_Human_Development_Report_2009.PNG)

   1.   Norway 0.971 ( ▲ 1) Noruega 0.971 (▲ 1)
   2. Australia 0.970 ( ▲ 2) Australia 0.970 (▲ 2)
   3. Iceland 0.969 ( ▼ 2) Islandia 0,969 (▼ 2)
   4. Canada 0.966 ( ▼ 1) Canadá 0.966 (▼ 1)
   5. Ireland 0.965 ( ▬ ) Irlanda 0.965 (▬)
   6. Netherlands 0.964 ( ▬ ) Países Bajos 0,964 (▬)
   7. Sweden 0.963 ( ▬ ) Suecia 0,963 (▬)
   8. France 0.961 ( ▲ 3) Francia, 0.961 (▲ 3)
   9. Switzerland 0.960 ( ▬ ) Suiza 0,960 (▬)
  10. Japan 0.960 ( ▬ ) Japón 0,960 (▬)
  11. Luxembourg 0.960 ( ▼ 3) Luxemburgo 0,960 (▼ 3)
  12. Finland 0.959 ( ▲ 1) Finlandia 0.959 (▲ 1)
  13. United States 0.956 ( ▼ 1) Estados Unidos 0.956 (▼ 1)

   

  14. Austria 0.955 ( ▲ 2) Austria 0.955 (▲ 2)
 15. Spain 0.955 ( ▬ ) España 0.955 (▬)
  16. Denmark 0.955 ( ▼ 2) Dinamarca 0.955 (▼ 2)
  17. Belgium 0.953 ( ▬ ) Bélgica 0.953 (▬)

  18. Italy 0.951 ( ▲ 1) Italia 0.951 (▲ 1)
  19. Liechtenstein 0.951 ( ▼ 1) Liechtenstein 0.951 (▼ 1)
  20. New Zealand 0.950 ( ▬ ) Nueva Zelanda 0,950 (▬)
  21. United Kingdom 0.947 ( ▬ ) Reino Unido 0.947 (▬)
  22. Germany 0.947 ( ▬ ) Alemania 0.947 (▬)

  23. Singapore 0.944 ( ▲ 1) Singapur 0.944 (▲ 1)
  24. Hong Kong 0.944 ( ▼ 1) Hong Kong, 0.944 (▼ 1)
  25. Greece 0.942 ( ▬ ) Grecia 0.942 (▬)
  26. South Korea 0.937 ( ▬ ) Corea del Sur 0,937 (▬)

   

  27. Israel 0.935 ( ▲ 1) Israel, 0.935 (▲ 1)
  28. Andorra 0.934 ( ▼ 1) Andorra 0.934 (▼ 1)
  29. Slovenia 0.929 ( ▬ ) Eslovenia 0,929 (▬)
  30. Brunei 0.920 ( ▬ ) Brunei 0,920 (▬)
  31. Kuwait 0.916 ( ▬ ) Kuwait 0,916 (▬)
  32. Cyprus 0.914 ( ▬ ) Chipre 0,914 (▬)
  33. Qatar 0.910 ( ▲ 1) Qatar 0.910 (▲ 1)
 34. Portugal 0.909 ( ▼ 1) Portugal 0.909 (▼ 1)
  35. United Arab Emirates 0.903 ( ▲ 2) Emiratos Árabes Unidos 0.903 (▲ 2)
  36. Czech Republic 0.903 ( ▬ ) República Checa 0.903 (▬)
  37. Barbados 0.903 ( ▲ 2) Barbados 0,903 (▲ 2)
  38. Malta 0.902 ( ▼ 3) Malta 0.90



¿donde esta Portugal?  :G-beer2:


http://en.wikipedia.org/wiki/Human_Development_Index (http://en.wikipedia.org/wiki/Human_Development_Index)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: ShadIntel em Março 11, 2010, 04:29:45 pm
Citação de: "old"
A pesar de la crisis España mantiene el 15 puesto en el ranking de IDH realizado por la ONU, superando a paises como Alemania, Uk, Italia, o Belgica.
Para além do facto de contemplar apenas três estatísticas - entre as quais uma só é económica - o que é que este índice, baseado em dados com mais de 3 anos, tem a ver com a actual crise ?
 
Não tira nada ao "mérito" de Espanha se encontrar bem classificada, mas estes índices valem o que valem. Eu preferia de longe ser brasileiro (75º) do que cubano (51º), ou sérvio (67º) do que qatari (33º).

Não vale a pena estarem a congratular-se perante este tipo de classificações, porque só se arriscam a demonstrar que estão desesperados por encontrar um qualquer dado positivo para contrapor à actual situação que Espanha também atravessa.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Março 11, 2010, 05:07:32 pm
claro claro  :roll:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: P44 em Março 11, 2010, 06:58:40 pm
Citar
BCE alerta: Espanha precisa de «medidas concretas»

Governo de José Luis Zapatero quer reduzir o défice orçamental 11,4% para 9,8% este ano

    * PorRedacção VC
    * 2010-03-11 17:58



Espanha traçou as linhas para reduzir o défice até 2013 no Programa de Estabilidade e Crescimento, mas o ajuste superior a 1,5% terá de ser suportado com «medidas concretas», avisa o relatório mensal do Banco Central Europeu (BCE), divulgado esta quinta-feira.

O BCE aplaude a tentativa de correcção do défice pelos espanhóis, por «seguirem as recomendações dos procedimentos para défices excessivos». A redução gradual do défice será de 1,8 pontos percentuais do Produto Interno Bruto (PIB).

Ainda assim, o BCE coloca-se à defesa quanto às medidas adoptadas pelo Governo espanhol para cumprir o programa, sobretudo no período 2011-2013: «Este objectivo não parece plenamente suportado por medidas concretas».

Já depois de ter entregue o documento ao BCE, o país vizinho recuou quanto à possibilidade de aumentar dos actuais 15 para 25 anos o período de referência no cálculo do valor das pensões. Esta era uma das medidas inicialmente pensadas para garantir maior sustentabilidade às finanças públicas do país.

Espanha não quis antecipar esse cenário, mas prevê já que a dívida pública possa atingir máximos de 74,3% do PIB, em 2012. Quanto ao défice orçamental, as previsões são de que caia de 11,4% para 9,8% este ano e gradualmente até 2012, altura em que deverá chegar aos 5,2%. O limite admitido pelo Pacto de Estabilidade da zona euro são os 3%, valor que Madrid prevê alcançar daqui a 3 anos.

O Governo de José Luis Zapatero conta cortar 50 mil milhões de euros nos gastos públicos, durante os próximos quatro anos, através de uma redução de 14% no valor do investimento público.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/eco ... -4058.html (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/espanha-bce-europa-ue--economia-financas/1146419-4058.html)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Abril 05, 2010, 04:34:35 pm
No es que me alegre, ni mucho menos, cosa que me distingui de muchos miembros de este foro buscando y rebuscando cualqueir noticia negativa.


Grecia Advierte a Portugal: Son los siguientes en caer. A esto le sumamos la bajada de las agencias de calificación y tenemos el siguiente pais en irse al garete. Lo siento.

Citar
Grecia advierte a Portugal: "Ustedes son las próximas víctimas"

El viceprimer ministro de Grecia critica que "algunos países, como Alemania, hayan hecho un abordaje moral y racial del problema"


05/04/2010 | Actualizada a las 16:18h | Economía
Lisboa. (EFE).- El viceprimer ministro de Grecia, Theodoros Pangalos, ha advertido a los portugueses que su país va a ser el próximo que sucumba ante la crisis. "No sean neutros, ustedes serán la próximas víctimas", declaró el segundo del Gobierno griego en una entrevista al diario luso Jornal de Negocios.


Pangalos explicó que Portugal será víctima tanto de los mercados como de la actual visión de la Unión Europea (UE) aunque aseguró que espera que "la solidaridad (comunitaria) prevalezca" y se encuentre una salida a esta situación porque "si eso no ocurre, la próxima víctima probable es Portugal".

El vicepresidente griego criticó, además, que "algunos países, como Alemania, hayan hecho un abordaje moral y racial del problema" griego. "El problema está en el sector público, ha demasiadas personas y una productividad muy baja, además de un sistema clientelar muy grande que estamos intentando abolir y que vamos a abolir", dijo Pangalos.

Pangalos tiene una gran relación con Portugal, ya que fue asistente del oficial militar Ernesto Augusto de Melo Antunes, que tuvo un papel importante en la Revolución de los claveles del 25 de abril de 1974.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Tiger22 em Abril 23, 2010, 09:50:42 am
(http://www.cotizalia.com/fotos/economia/2010042238tabladentro.jpg)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: canardS em Abril 29, 2010, 09:58:07 am
Ese cuadro se lo ACLARA TODO, si sabes leer TIGRE.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: canardS em Maio 03, 2010, 08:30:29 pm
De Expansión.

Las empresas españolas tienen miedo de que Portugal las arrastre

Publicado el 03-05-2010 , por Gonzalo Toca

A las empresas españolas no les tranquiliza que Portugal no sea Grecia y así se lo están comunicando en conversaciones privadas al presidente de la Cámara Hispano-Portuguesa en Madrid Aureliano Neves. Aunque el sector financiero vaya a ser el más afectado, la exposición de la banca española asciende a 65.089 millones de euros en activos, otras empresas como Sacyr Vallehermoso, Roca, Prosegur o Repsol también pueden verse afectadas.

Los Estados garantizan los depósitos de los bancos y, si los mercados dudan de la solvencia de la Administración, entonces se enfrentan a muchos más problemas a la hora de financiarse. Eso es precisamente lo que ocurrió cuando Standard & Poors y Fitch rebajaron el rating de la deuda pública a finales de abril. Eso, afirma Neves a Expansión.com, «hizo mucho daño a las entidades españolas».

La exposición del sector financiero de nuestro país en Portugal superó el año pasado los 65.000 millones de euros según el Banco de Pagos Internacionales. Las divisiones del Popular y el Santander en el país luso acumulan, respectivamente, casi 10.000 millones de euros en activos. La del BBVA aporta más de 300 millones de euros a sus beneficios. Según Javier Orellana, que también es directivo de la gestora de patrimonios Nordkapp, «los bancos son los que más tienen que perder, mientras que las aseguradoras y los fondos de inversión y de pensiones sólo pueden dejar de ganar la rentabilidad que esperaban».

Además, los inversores han empezado a creer en los últimos meses que el Gobierno de Lisboa tal vez necesite a corto plazo la ayuda del FMI y la UE para pagar a sus acreedores. Durante la segunda quincena de abril, se compraron más seguros contra el impago del país luso a corto que a largo plazo. En ese mismo período, la rentabilidad de sus bonos a cinco años se dispararó un 300%.

Más que bancos
Portugal es uno de los pilares fundamentales de Prosegur, porque su facturación en el país luso asciende a 155 millones de euros y representa un 7% del total. El gigante español de la seguridad es uno de los líderes del sector y lleva años invirtiendo en unos proyectos que ahora pueden estar en peligro.

Aunque no se cumplan las peores previsiones ni tengan que pedir ayuda al FMI, el recorte del déficit que ha prometido el Gobierno de Lisboa «reducirá la demanda aún más» según Orellana. Están en juego proyectos de obras públicas como los que desarrolla Somaque, que es la filial de Sacyr Vallehermoso. La facturación de la constructora española allí supera los 580 millones de euros y representa más del 8% del total.

El recorte de la obra civil afectará al resto del sector de la construcción en Portugal. La Inmobiliaria Chamartín y el Grupo San José, que han invertido decenas de millones de euros en el país durante los últimos años, podrían ser de los primeros en sufrir las consecuencias. Roca, el gigante español de los cuartos de baño, lleva más de dos décadas allí, es líder de su sector y una parte considerable de su facturación en Europa depende de los consumidores lusos.

El descenso de la actividad económica en general puede adelgazar también la rentabilidad de los casi 2.000 millones de euros del volumen de negocios de Repsol. El Fondo Monetario Internacional prevé que Portugal crezca menos de un 1% anual desde ahora hasta 2015.

El presidente de la Cámara Hispano-Portuguesa, Aureliano Neves, asegura que «hay esperanza para su país» y que muchos inversores podrán aprovechar la «privatización de empresas públicas» que tendrá que llevar a cabo el Gobierno para reducir el déficit. Es una prometedora apuesta de futuro desde un presente que golpea con fuerza a las corporaciones españolas.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 04, 2010, 10:55:20 am
Enquanto que nós no sul da europa andamos à pancada para ver quem fica com a fama de caloteiro, os do norte dão ar de superioridade.

Deixem-se de tretas (Portugueses e Espanhóis), vejam lá se percebem que enquanto nós estamos para aqui a discutir o Reino Unido está com um deficit público pior do que qualquer dos nossos dois paises e continua a ter um excelente resultado nas agências de Rating.

E porquê? Alguém sabe explicar como é possivel?
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Maio 04, 2010, 11:12:57 am
(http://img576.imageshack.us/img576/4523/6a00d8341ceea753ef01348.jpg)

Merece la pena leer este enlace:

http://www.marcvidal.cat/espanol/2010/0 ... rc+Vidal.+ (http://www.marcvidal.cat/espanol/2010/05/hasta-las-cejas.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+marcvidal%2FDYjp+%28Blog+de+Marc+Vidal.+)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: manuel liste em Maio 04, 2010, 11:41:47 am
Es decir, que si Portugal no puede pagar su deuda dejará a unos cuantos españoles con el culo al aire

Pues mejor que la pague, no??  :mrgreen:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: P44 em Maio 04, 2010, 02:54:04 pm
pode-se pagar em esperma?
viewtopic.php?f=10&t=9250 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=10&t=9250)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: P44 em Maio 04, 2010, 02:55:31 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Enquanto que nós no sul da europa andamos à pancada para ver quem fica com a fama de caloteiro, os do norte dão ar de superioridade.

Deixem-se de tretas (Portugueses e Espanhóis), vejam lá se percebem que enquanto nós estamos para aqui a discutir o Reino Unido está com um deficit público pior do que qualquer dos nossos dois paises e continua a ter um excelente resultado nas agências de Rating.

E porquê? Alguém sabe explicar como é possivel?


as agências de rating são todas anglo-saxónicas?  :roll:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Maio 04, 2010, 03:33:58 pm
Citação de: "manuel liste"
Es decir, que si Portugal no puede pagar su deuda dejará a unos cuantos españoles con el culo al aire

Pues mejor que la pague, no??  :mrgreen:

Peor lo tienen los Franceses. Italia les debe nada menos que el 20% de su PIB y no creo que acepten pizzas a cambio.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: manuel liste em Maio 04, 2010, 03:36:33 pm
Citação de: "P44"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Enquanto que nós no sul da europa andamos à pancada para ver quem fica com a fama de caloteiro, os do norte dão ar de superioridade.

Deixem-se de tretas (Portugueses e Espanhóis), vejam lá se percebem que enquanto nós estamos para aqui a discutir o Reino Unido está com um deficit público pior do que qualquer dos nossos dois paises e continua a ter um excelente resultado nas agências de Rating.

E porquê? Alguém sabe explicar como é possivel?


as agências de rating são todas anglo-saxónicas?  :roll:

Ni todas bajaron la calificación de la deuda española. Para Fitch y para Moody's la deuda española es tan buena como la alemana
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: manuel liste em Maio 04, 2010, 03:59:32 pm
http://www.abc.es/20100504/economia-eco ... 41648.html (http://www.abc.es/20100504/economia-economia/zapatero-bruselas-201005041648.html)

Citar
Zapatero niega que España vaya a necesitar 280.000 millones
Califica de «absoluta locura» el rumor que un periodista le ha hecho llegar, y que ya conocía

MARIBEL NÚÑEZ | CORRESPONSAL EN BRUSELAS
Publicado Martes , 04-05-10 a las 16 : 51
El Presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, acaba de negar públicamente los rumores existentes hoy en los mercados bursátiles que señalan que nuestro país podría estar barajando la posibilidad de pedir 280.000 millones de euros a la Unión Europea para evitar la quiebra. Rodríguez Zapatero calificó de “absoluta locura” y de “despropósito descomunal” el hecho.
El Presidente del Gobierno ha insistido en que hay que hacer caso a los hechos y no a los pronósticos, de lo que da cuenta la elevada solvencia de nuestro Deuda, “de la que sólo pagamos unos intereses equivalentes al 2% de nuestro PIB, frente al 3% que pagan Francia y Alemania, y además es un 20% inferior a la media de la Unión Europea”.
Rodríguez Zapatero, que ha visitado hoy la capital comunitaria para entrevistarse con el Presidente de la Comisión Europea, José Manuel Durao Barroso, y el Presidente de la Unión Europea, Herman Van Rompuy, añadió que las especulaciones contra la Deuda española son intolerables y que el Gobierno las va a combatir.

ZP tiene razón esta vez. Algunos se están forrando a costa nuestra
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: P44 em Maio 05, 2010, 10:01:57 am
Enquanto "instituições" (ou bandos de malfeitores) como a S&P não forem ilegalizados e os seus responsáveis postos atrás das grades, muito teremos TODOS de sofrer...
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Maio 08, 2010, 09:58:18 am
Por fin una buena noticia. España sale de la recesion.

http://www.elpais.com/articulo/economia ... eco_1/Tes# (http://www.elpais.com/articulo/economia/Espana/sale/recesion/grave/elpepieco/20100508elpepieco_1/Tes#)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: P44 em Maio 12, 2010, 10:11:45 am
El gobierno español anuncia un plan de ajuste para subir ingresos tributarios y reducir gasto público en 2010 y 2011

http://www.expansion.com/2010/05/12/eco ... 51007.html (http://www.expansion.com/2010/05/12/economia-politica/1273651007.html)

Citar
- Reducción de las retribuciones del personal del sector público en un 5% de media en 2010 y congelarlas en 2011. La rebaja será proporcional a los ingresos.

- Reducción en un 15% del sueldo de los miembros del Gobierno.

- Se suspende para 2011 la revalorización de las pensiones, excluyendo las no contributivas y las mínimas.

- Eliminación del régimen transitorio para la jubilación parcial previsto en la ley 40/2007.

- Eliminación del 'cheque-bebé' de 2.500 euros a partir del 1 de enero de 2011.

- Adecuación del número de unidades de los envases de medicamentos para ajustarlo a la duración estandarizada de los tratamientos. Se podrán dispensar unidosis mediante el fraccionamiento de los envases.

- La ayuda oficial al desarrollo se reducirá entre 2010 y 2011 en 600 millones de euros.

- Se prevé una reducción de 6.045 millones de euros entre 2010 y 2011 en la inversión pública estatal.

-Previsión de un ahorro adicional de 1.200 millones de euros por parte de las Comunidades Autónomas y entidades locales.

-Las solicitudes para dependencia tendrán que resolverse en seis meses y se eliminará la retroactividad.

Todas estas medidas serán aprobadas el próximo viernes por el Consejo de ministros para su entrada en vigor inmediata.

oh trocas-te, tu que amas tanto Espanha, vê lá se segues o exemplo  :roll:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: canardS em Maio 12, 2010, 11:29:02 am
Le faltan todavia muchas medidas de este tipo , para salir de la crisis, del empleo no ha dicho nada y es fundamental la reforma del mercado laboral que es nuestro cancer. Y este cabrón de presidente mio, lo está haciendo por que desde el extranjero se lo han impuesto.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 12, 2010, 11:58:35 am
Não é bom ver que os governos dos dois países estão a fazer básicamente a mesma coisa?!


Votaram neles...agora aguentem! :twisted:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: canardS em Maio 12, 2010, 12:43:40 pm
Yo no lo he votado en la vida , ni lo haré.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 12, 2010, 12:50:43 pm
Mas aí a culpa também é tua, se não fizeste a tua parte não podes agora reclamar. Uma pessoa só é cidadão de pleno direito quando participa no processo eleitoral.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: P44 em Maio 12, 2010, 01:39:20 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Mas aí a culpa também é tua, se não fizeste a tua parte não podes agora reclamar. Uma pessoa só é cidadão de pleno direito quando participa no processo eleitoral.


acho que ele quis dizer que Não votou no sapateiro...

se bem que cá estamos entre a frigideira e o fogo, o sócas encontrou a alma gémea...
http://www.jornaldenegocios.pt/index.ph ... &id=425089 (http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=425089)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 12, 2010, 02:31:37 pm
Que lindo...eles que casem e sejam muito felizes, de preferência longe de Portugal e Espanha.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: P44 em Maio 12, 2010, 02:32:22 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Que lindo...eles que casem e sejam muito felizes, de preferência longe de Portugal e Espanha.


PS=PSD=SHIT (by Tia Úrsula)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 12, 2010, 02:38:30 pm
Por acaso sinto a falta da presença da Tia Ursula cá no fórum... :oops:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: canardS em Maio 12, 2010, 05:29:49 pm
P 44 me ha entendido, yo voto pero no a ese indecente.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 12, 2010, 05:31:13 pm
Então somos dois, eu voto mas não nesse indecente (Sócrates).
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: canardS em Junho 21, 2010, 06:28:56 pm
España se mantiene por encima de Italia y de la media de la Unión Europea en riqueza por habitante


 

21.06.2010 0

El producto interior bruto (PIB) por habitante según el poder de paridad de compra de la economía española se situó en 2009, pese a la crisis económica y financiera, en el 103% de la media de la Unión Europea, al mismo nivel que el año anterior, y continuó por delante del de Italia, que se quedó en el 102% de la media, según los datos preliminares difundidos por la oficina estadística comunitaria, Eurostat.

España se mantuvo así en el duodécimo puesto de la UE en riqueza por habitante, por detrás, entre otros, de Alemania (116%), Bélgica (115%), Finlandia (110%) y Francia (107%). No obstante, el PIB per cápita español supera al de Chipre (98%), Grecia (95%), Eslovenia (86%), República Checa (80%), Malta o Portugal (78% cada uno).

Hay que aclarar que este ranking de riqueza sigue el criterio del indicador de paridad de poder de compra (PPC). La PPC intenta medir el poder adquisitivo real teniendo en cuenta el nivel de precios de cada país. En este caso, cuánto puede comprar con un euro un italiano, por ejemplo, y cuánto un español. Esto es importante porque sin tener en cuenta este matiz el orden de la lista cambia y los italianos salen mejor parados.

Desde el principio de la crisis económica y financiera, el PIB per cápita de España ha retrocedido desde el máximo del 105% registrado en 2007 hasta el 103% en 2008, cifra en la que de momento se ha estabilizado. Esta caída ha frenado la convergencia con Francia (que no obstante también ha caído del 109% al 107%) y con Alemania (que se ha mantenido estable en el 116%).

El país que más riqueza por habitante ha perdido durante la crisis es Irlanda, que ha pasado del 148% en 2007 al 131% en 2009. Pese a ello, sigue en segunda posición del ranking de la UE, sólo superada por Luxemburgo, cuyo PIB alcanza el 268% de la media. A continuación se sitúan Países Bajos (130%), Austria (124%), Suecia (120%) y Dinamarca y Reino Unido (117%).

Los países más pobres de la UE son Bulgaria (41% de la riqueza por habitante media de la UE), Rumanía (45%), Letonia (49%), Lituania (53%), Polonia (61%), Estonia (62%), Hungría (63%) y Eslovaquia (72%).
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Lusitano89 em Junho 21, 2010, 07:15:23 pm
Espanha anula 40 contratos de obras públicas


Zapatero está a trabalhar em contra-relógio para conseguir cortar o investimento público em 3,2 mil milhões de euros.

O Ministério do Fomento tem ordens claras: "todos os projectos que não estejam em fase avançada de execução devem ser travados e repensados", avança o CincoDías.

O título espanhol adianta ainda, citando fontes próximas da situação, que o Governo tem nas mãos uma lista de 40 contratos de obras públicas que vão ser rescindidos.

O Ministério já terá mesmo iniciado contactos com as empresas afectadas pelos cortes para estabelecer novas condições. Até porque as ordens são claras: "Só vão ser concluídos projectos com um grau de execução de 90%", segundo uma empresa contactada pelo jornal espanhol.

Para decidir que obra avança ou não, o Ministério "terá em conta o estado dos trabalhos,
mas também analisará se se trata de uma infra-estrutura prioritária ou não", assegura um porta-voz governamental.

Uma vez decidida a rescisão do contrato, a lei em vigor estabelece o pagamento de 6% do lucro cessante e em alguns contratos compensações adicionais se o projecto requereu investimentos avultosos em maquinaria, por exemplo.

Perante este cenário, os empresários da construção alertam: "existem empresas que não vão aguentar cortes desta envergadura".

O governo espanhol tem vindo a anunciar planos para cortar milhares de milhões de euros na despesa pública, para reduzir o défice até ao limite de 3% do produto interno bruto (PIB) em 2013, contra 11,2% do ano passado.

Diário Económico
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: sergio21699 em Junho 21, 2010, 08:09:05 pm
Eu tou a ver é que eles nos vão deixar na mão com o TGV!!!
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 22, 2010, 03:39:04 pm
Espero bem que não...também porque espero que o TGV não vá para a frente (mas possivelmente vai). :oops:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: canardS em Junho 22, 2010, 05:21:16 pm
Los compromisos internacionales , se atienden siempre. Si por España és, tendreis  TGV.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: zeNice em Julho 11, 2010, 01:59:46 pm
Citação de: "canardS"
Los compromisos internacionales , se atienden siempre.

Tal como o diploma do Congresso de Viena sobre Olivença   :N-icon-Gun:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: HSMW em Julho 11, 2010, 09:21:23 pm
Aqui fica uma ferramenta que considero cada vez mais util para quem quer conversar com os foristas castelhanos:

http://translate.google.pt/#es|pt|

 :n.idea:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Edu em Julho 11, 2010, 10:07:33 pm
Só uma pequena questão, isto não é suposto ser um forum Português escrito em Português? Eu acho que se fosse para um forum espanhol escrever em Português talvez não fosse de todo muito bem recebido... Estou enganado?
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Lusitano89 em Julho 25, 2010, 01:09:55 pm
Rei de Espanha pede ajuda divina para país vencer a crise


O rei de Espanha, Juan Carlos, pediu hoje ao Apóstolo Santiago ajuda divina para o país ultrapassar «quanto antes» a «grave crise económica» que atravessa.

Na cerimónia religiosa integradas nas comemorações do Jacobeu (Ano Santo) em Santiago de Compostela, na Galiza, Juan Carlos pediu ainda ao apóstolo para ajudar a erradicar o ódio, a violência e a barbárie terrorista.

Acompanhado da mulher, Juan Carlos realizou na catedral de Santiago de Compostela a Oferenda Nacional ao Apóstolo Santiago, uma tradição que já remonta a 1643 e que o rei de Espanha faz em nome do país em cada ano Jacobeu.

Na Galiza, celebra-se o Jacobeu, ou Ano Santo, sempre que o dia do Apóstolo Santiago (25 de julho) coincide com um domingo.

O monarca pediu ainda que se fomente tudo o que une e faz mais fortes os espanhóis, tudo o que assegura a solidariedade entre as autonomias e que faz de Espanha uma «grande família».

Uma família, acrescentou «diversa e plural», de que todos os espanhóis se sentem orgulhosos.

A presença do casal real em Santiago de Compostela foi acompanhada de fortes medidas de segurança, que incluíram a proibição de sacos e mochilas no recinto e a presença de um aparatoso contingente policial, que incluiu atiradores especiais nos telhados dos edifícios da Praça do Obradoiro.

O espaço aéreo também foi patrulhado em permanência.

O presidente da Junta da Galiza, Alberto Núñez Feijoo, o ministro do Fomento, José Blanco, a presidenta do Parlamento galego, Pilar Rojo, e o alcaide de Santiago, Xosé Bugallo, foram algumas das autoridades presentes na cerimónia.

Destaque ainda para a presença do antigo presidente da Junta, o histórico Fraga Iribarne, que se apresentou bastante debilitado, fazendo-se transportar numa cadeira de rodas.

Lusa
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Agosto 09, 2010, 04:12:55 pm
Bueno, aunque quiza sea precipitado, van saliendo datos positivos.

Sube la produccion industrial

http://www.elperiodico.com/es/noticias/ ... 2459.shtml (http://www.elperiodico.com/es/noticias/economia/20100806/produccion-industrial-inicia-camino-recuperacion/422459.shtml)

El PIB se recupera

http://www.lavozdegalicia.es/dinero/201 ... 654542.htm (http://www.lavozdegalicia.es/dinero/2010/08/07/0003_8654542.htm)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: typhonman em Setembro 07, 2010, 10:12:32 pm
Citação de: "old"
Bueno, aunque quiza sea precipitado, van saliendo datos positivos.

Sube la produccion industrial

http://www.elperiodico.com/es/noticias/ ... 2459.shtml (http://www.elperiodico.com/es/noticias/economia/20100806/produccion-industrial-inicia-camino-recuperacion/422459.shtml)

El PIB se recupera

http://www.lavozdegalicia.es/dinero/201 ... 654542.htm (http://www.lavozdegalicia.es/dinero/2010/08/07/0003_8654542.htm)


Como Diós manda...  :mrgreen:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: papatango em Setembro 09, 2010, 01:28:43 am
Bom, afinal havia para alguma coisa havia de servir ter um Rei Católico, não ?   :mrgreen:  :mrgreen:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Marauder em Setembro 13, 2010, 12:15:47 pm
Fazem bem..se sao católicos convém ter fé..e sentido de Relações Públicas..

Espero que Espanha recupere..afinal..uma Espanha e Alemanha pujante economicamente fazem mais pela nossa economia que qualquer medida do Socas..
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Setembro 20, 2010, 12:34:43 pm
Espanha sale del grupo de paises "debiles" de la Eurozona

http://www.expansion.com/2010/09/16/eco ... 47069.html (http://www.expansion.com/2010/09/16/economia/1284647069.html)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 26, 2010, 05:00:11 pm
Economia espanhola já bateu no fundo


Os economistas do BBVA projectam um crescimento do PIB espanhol de quase 0,2% no terceiro trimestre, acima da previsão anterior.

O Serviço de Estudos do BBVA defende que a economia espanhola "já bateu no fundo".

No relatório 'A situação e perspectivas da economia espanhola', o banco estima que o PIB do país cresça quase 0,2% no terceiro trimestre, acima da expansão de 0,1% estimada anteriormente.

Na base desta revisão em alta estão, explica o BBVA, os dados do emprego, juntamente com os números da confiança dos consumidores e das empresas, "melhores que o esperado".

Porém, os economistas do banco avisam que ainda existem factores que condicionam a recuperação, entre eles, os ajustes experimentados pelas empresas, pelas famílias e pelo sector financeiro.

No documento, o BBVA considera ainda que a probabilidade de o Governo de Zapatero cumprir a meta do défice fixada para este ano - de 9,3% , contra os 11,2% registados em 2009 - é "cada vez maior".

Quanto ao mercado de trabalho, a entidade bancária sublinha que as medidas de consolidação orçamental não pioraram a situação laboral em Espanha, que terminou o segundo trimestre com uma taxa de desemprego de 20,09%.

Diário Económico
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Jorge Pereira em Novembro 15, 2010, 11:22:28 pm
Citar
Niño Becerra augura que España también tendrá que pedir el rescate

El catedrático de Estructura Económica de la Universidad Ramón Llull, Santiago Niño Becerra, ha asegurado que, antes o después, España tendrá que pedir el rescate a la UE y que, de forma más inmediata, es necesario que Irlanda no espere más para hacerlo.


Como ejemplo de lo que le espera a la economía española, el catedrático ha asegurado que la tasa de paro podría alcanzar el 30% el próximo año.

En declaraciones a Gestiona Radio recogidas por Europa Press, el economista ha recordado que en su día ya vaticinó que el turno de rescates empezaría por Grecia, a la que seguirían Irlanda, Portugal y España. "De momento se cumple el guión: ya nos tocará a nosotros", ha aseverado.

Y es que, según sus cálculos, Irlanda, que ya se plantea pedir ese rescate, "está arruinada". "Es normal que no quiera ser ayudada, por su orgullo pero es necesario", ha apostillado.

Soluciones desesperadas

En este contexto, Niño Becerra aconseja que el conjunto de la UE acometa una política de gasto eficiente, vigilando desde Bruselas los presupuestos de sus miembros.

Además, hizo una llamada a evitar el "proteccionismo salvaje" que, a su juicio, está poniendo en evidencia la guerra de divisas. De lo contrario, ha advertido, saldrán perdiendo los países financieramente débiles, los denominados 'pigs'.

Para finalizar, Niño Becerra ha realizado un pesimista vaticinio: "Jamás volveremos al crédito fácil y barato. Los hijos tendrán que volver a vivir de los padres".

Fonte (http://http)

Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Novembro 16, 2010, 09:23:04 am
Dios meu  :roll: . Santiago Niño Becerra se dedica a vender libros y cuanto mas catastrofistas son sus predicciones, mas libros parece vender.

Eso si, la ultima noticia es que ha tenido que rectificar sus predicciones

Citar
El economista prevé que el PIB caiga entre el 7% y el 8% y el paro pueda llegar al 30%. -Para 2010 dijo que la economía caería el 4,3% y el descenso va a ser de solo el 0,3%

Este señor, no tiene credibilidad ninguna.

http://www.elpais.com/articulo/economia ... ueco_2/Tes (http://www.elpais.com/articulo/economia/Nino/Becerra/aplaza/cataclismo/economico/2011/errores/garrafales/2010/elpepueco/20101110elpepueco_2/Tes)

Y volviendo a temas serios, lo que concierce a España es que por suerte abandono el grupo de paises con mas posibilidades de caer en la bancarrota. Antes fue Grecia, Ahora mismo Irlanda esta en graves apuros y Portugal esta al borde del cataclismo. Estas noticias no son buenas para nadie, salvo para especuladores.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 16, 2010, 04:37:56 pm
Afirmativo, só mesmos esses e o PS é que fazem estes ataques cerrados às ecónomias mais fragilizadas na UE em busca de lucros fáceis.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Luso-Efe em Novembro 16, 2010, 09:00:27 pm
in  http://www.ionline.pt/conteudo/88504-es ... -zona-euro (http://www.ionline.pt/conteudo/88504-espanha-economia-em-declinio-pode-ditar-falencia-da-zona-euro)

Citar
Espanha. Economia em declínio.

Cenário negro em Espanha A principal preocupação dos analistas vem, no entanto, dos 0% de crescimento em Espanha - o fosso entre o rendimento das obrigações alemãs e o das espanholas aumentou para 2,3 pontos percentuais, depois de um período relativamente longo durante o qual Espanha negociou em linha com países como Itália e França - longe dos maus exemplos de Portugal e Irlanda.

A estagnação económica, a par de dados que mostram os preços imobiliários em queda, as dívidas bancárias a crescer e o desemprego a aumentar além dos 20,8%, constituem uma recordação amarga de quão importante é Espanha - quarto maior da zona euro - para o futuro europeu.

A Variant Perception, empresa de research sediada em Londres, que analisou a fundo o mercado espanhol, avisou num relatório recente que "embora seja ainda cedo para dizer que Espanha será a gota de água que fará entornar o copo e levar à desintegração da União Europeia, é já evidente que os seus problemas estão além das possibilidades de resolução". O relatório recorda que o malparado já constitui 5,6% do crédito concedido pelos bancos espanhóis, o valor mais alto desde 1996.

Ao contrário das irlandesas, as instituições financeiras em Espanha têm demorado muito a reconhecer as perdas no sector imobiliário, optando antes por accionar as penhoras de propriedades comerciais e residenciais, integrando as propriedades no seu balanço, na esperança de as conseguir vender. Mas o declínio continuado dos preços no mercado imobiliário tem dificultado essa tarefa e, devido à pressão exercida pelos reguladores locais, as perdas estão finalmente a ser assumidas - longe, porém, do nível da Irlanda.

É provável que Espanha consiga cumprir o objectivo do défice para este ano - baixando-o de 11% para 9,3% do PIB -, mas a meta de 6% para o próximo ano será muitíssimo mais difícil de atingir.

Espanha vai empobrecer a olhos vistos.

Não tenho pena nenhuma dos castelhanos.

Vai voltar a ser aquele pais onde se vivia mal, e onde os Portugueses iam às compras.

E é por isto na televisão para o povo ver que castela não é um mar de rosas, nem de longe nem de perto.

Já que a RTP 1 dá tempo de antena a sondagens encomendadas por castela em que se tenta passar a imagem que os Portugueses querem ser espanhóis, há então que mostrar a esses tipos que o reich castelhano não é o que lhes pintam.

Obviamente que a economia castelhana tinha que dar o berro.

Estava alicercada num crescimento económico artificial assente numa bolha imobiliária que estoirou.

E não venham ai os do costume, a dizer que é mau para portugal, não sei que, não sei que mais, porque exportamos muito para castela, o que é uma grande aldrabice.

Como eu os entendo, o objectivo deles é que portugal dependa cada vez mais de castela, de modo a ser mais facilmente anexado.

Faço ideia o que diriam e fariam os politicos portugueses da segunda metade do sec XIX que se insurgiam contra o facto de Portugal estar de certa forma dependente de Inglaterra a nivel economico, se chegassem aqui hoje e vissem que em 20 anos politicos acefalos e iberistas traidores entregaram a espanha grande parte do tecido e dos sectores estratégicos nacionais.

Depois é preciso chamar os bois pelos nomes, Portugal exporta é para a Catalunha, cerca de metade das transações comercias entre Portugal e esse pseudo pais a que chamam espanha, é com a nação catalã, a seguir vêm os Galegos.

Castela, nem pregos nos compra, ou compranos muito pouco, e apenas quando preço é muit convidativo, o protecionismo é mais que muito e atroz.

Pelo contario castela ao abrigo das leis desta UE feitas a pensar no directória parasita a nossa economia com as multinacionais a transferirem-se para madrid e a assumirem a designação ibérica, e manda-nos para aqui a murraça que não lhes interessa.

Para além disso, é também hora de expulsar o regime castelhano do G-20.

Um pais neste estado não tem condições de fazer parte do G-20.

 :snipersmile:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 17, 2010, 11:01:43 am
E que tal o RU? Achas que eles estão melhor que a Espanha?!

Por acaso até estão, é que é nesse país ónde estão as empresas de rating...e eles não querem fornicar a sua própria casa. :lol:

Enquanto tu estás preocupado em dizer mal de Espanha, tens meio mundo a dizer mal de Portugal. Vê lá se abres os olhos, porque neste caso quem nos está a lixar são países como a "tua" preciosa Grã-Bretanha. :roll:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: FoxTroop em Novembro 17, 2010, 11:38:48 am
Nossa Senhora das Rajadas de Artilharia
Protegei-nos dos nossos (pseudo) "patriotas"
Que do inimigo
Tratamos nós

Citar
10 Maiores economias (PIB em bilhões de dólares):

1. EUA…..14,217
2. China…..5,220
3. Japão…..5,118
4. Alemanha…..3,415
5. França…..2,666
6. Itália…..2,089
7. Reino Unido…..2,066
8. Brasil…..1,797
9. Espanha…..1,464
10. Canadá…..1,347


Pessoalmente também penso que o Butão ou a Somália é que deveriam estar no G20  :twisted:   :lol:

Ora adeus e um balde...
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Menacho em Novembro 17, 2010, 09:22:51 pm
Citar

Para além disso, é também hora de expulsar o regime castelhano do G-20.



¿Y quien lo va a hacer, tu?.......... :lol:

Tus post deberian de estar en un apartado de humor...... :roll:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Menacho em Novembro 17, 2010, 09:45:18 pm
Citar
El Tesoro español ha hecho caja después de las tensiones vividas en el mes de junio y, en estos momentos, cuenta con un sobrante de dinero de casi 40.000 millones (concretamente, 39.515 millones), según publicó en exclusiva Expansión recientemente. Esta cantidad de dinero supone un buen colchón para afrontar posibles riesgos, dado que es más del doble que los 19.232 millones de euros en vencimientos de deuda que tiene que afrontar el Tesoro en lo que queda del año.

Como ven la probabilidad de quiebra de Espanha se reduce y hoy por hoy es improbable. :G-beer2:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: papatango em Novembro 24, 2010, 12:24:25 am
Infelizmente, a afirmação não tem pés nem cabeça, por uma razão simples: A dimensão da economia espanhola é muito maior que a da economia de Portugal ou da Irlanda.

As reservas espanholas seriam boas para salvar a Irlanda da bancarrota, mas não são suficientes para salvar a Espanha.

Se a Espanha, por absurdo, precisasse de um resgate por parte da UE, considerando os valores da Grécia, da Irlanda, e aqueles que já se falam relativamente a Portugal, um apoio à economia espanhola ficaria por volta de €200.000 a €300.000 milhões no minimo.

É nesse cenário que muitos especuladores apostam, porque é o que poderia levar à ruina do Euro. Para a Alemanha era ou recusar ajudar a Espanha, ou voltar ao Marco.
O que é improvável hoje, poderá não ser amanhã.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 24, 2010, 05:13:31 pm
Na verdade no futuro é provavel a curto/médio prazo Portugal ter cá o FMI, só depois disso é que Espanha poderá ter problemas reais com os especuladores, é que eles primeiros tiveram a Grécia, depois a Irlanda, agora vai ser Portugal e depois disso logo se verá...
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: papatango em Novembro 24, 2010, 11:57:51 pm
Há quem ache que Portugal é demasiado pouco importante para se esperar por Portugal para poder atingir a Espanha.
No caso português, quando o FMI impôs as suas regras nos anos 70 e nos anos 80, o que eles fizeram foi aconselhar a desvalorização do Escudo e o aumento das taxas de juro.

Hoje, nada disso pode ser feito por causa do Euro.
Há apenas uma medida estrutural de relevância, que pode ter efeitos a médio e longo prazo na economia portuguesa. Mesmos os estrangeiros já perceberam que o problema português é o modelo económico e não uma bolha especulativa ou a falência generalizada dos bancos.

Gente do FMI já começou a sugerir essa medida, e eu acredito que se for preciso um empréstimo do FMI essa será uma das coisas que nos vão impor.
A questão é que sem um governo de maioria absoluta, nenhum governo aguenta fazer esse tipo de alterações.

Trata-se, naturalmente, das leis laborais, tornando muito mais fácil despedir pessoas. Isso vai contra leis básicas do país, mas acredito que é um dos problemas da economia. A produtividade das empresas portuguesas é afectada pelo facto de as pessoas não poderem ser despedidas, mesmo quando é evidente que há postos de trabalho a mais para a produção.

O problema que isso acarreta a curto e médio prazo, é um aumento astronómico do desemprego. Há muitas empresas que não despedem funcionários e vão tentando sobreviver. Muitas dessas empresas optariam por despedir funcionários para aumentar os lucros.
A somar a isto temos o problema da fraca mobilidade das pessoas, por causa da compra de casas.

Como não há mercado de arrendamento, as pessoas não podem com facilidade aceitar um emprego em Viseu quando moram em Beja e compraram casa em Beja. Os salários não permitem manter duas casas.
Parece que todos os problemas estruturais que se sabia que o país tinha, vieram ao de cima ao mesmo tempo.

É trágico, mas os portugueses precisam de um abanão !
Sem haver uma guerra civil, uma revolução ou um golpe de estado, acho que o abanão de poderem ser despedidos, é a melhor forma de espevitar as pessoas...
Um mercado de trabalho com mais facilidade de despedimento, também se torna mais dinâmico.
Em principio as pessoas também teriam mais facilidade em encontrar empregos.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: HSMW em Dezembro 10, 2010, 03:06:02 pm
Novo aeroporto espanhol...
http://tv2.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=1098&c_id=1&dif=tv&idpod=48675
Aos 39:30  :roll:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Jorge Pereira em Dezembro 19, 2010, 04:26:05 pm
Excelente crónica. Nela podemos constatar as tristes semelhanças deste socialismo ibérico que só nos tem destruído.

Citar
CON LUPA ,  Jesús Cacho

Aquel terrible invierno

“Hitler ha muerto. Este es el momento que había esperado tan ardientemente, por el que recé e imploré. ¿Y ahora? Me siento tensa como no lo había estado en años. ¿Es sentimentalismo? La muerte de Jürgen, la deportación de los judíos, nuestro país profanado…  Fritzi Schulenburg, Halem, Hassell, Leber, Haeften, Stauffenberg… Matius, Mandelsloh, Raschke, los tres hermanos Schweinitz, los tres hermanos Lehndorff, Veltheim… todos han perdido la vida aquí o fuera de aquí, pero ¿por Alemania? Sin embargo, lo conseguiremos. Trabajaremos, seremos felices con nuestra modesta suerte. Y confiaremos en Dios. Tal vez un día vuelva a haber una Alemania nueva y admirable. La muerte de tantos por las balas o la horca, ¿ha sido en vano, o había un propósito más profundo? (Ursula von Kardorff, descendiente de una familia de la nobleza prusiana y miembro del círculo de amigos de Claus von Stauffenberg, protagonista del fallido atentado contra Hitler de julio de 1944, citada por Giles Macdonogh en Después del Reich, Galaxia Gutenberg, 2010)

Tras la última pirueta de Rodríguez Zapatero apareciendo, tan campante, en las Cortes para prorrogar el estado de Alarma después de haber anunciado que no asistiría -encantado de haber podido sorprender otra vez al respetable con una nueva finta, otro golpe de efecto, experto en este tipo de piruetas, fugaces destellos de quien carece de argumentos de mayor cuantía-, el personaje despegó de Torrejón a las 2,15 de la tarde del jueves y a las cinco ocupaba ya su asiento entre los mandatarios europeos. Cada reunión del Consejo de Europa se ha convertido para nuestro carismático líder en un suplicio. Las imágenes ofrecidas por la Comisión Europea hablan del aislamiento de un hombre inseguro que acude raudo a sentarse mientras el resto de líderes conversa de pie. Sarkozy se acerca a saludarle y el de León, sin levantarse, charla brevemente con él con la ayuda de un intérprete. Desaparecido el galo, ZP vuelve a su sitio, aislado de todos. Parece estar ojeando con gran atención algún informe cuando Angela Merkel aparece por detrás y le roza el antebrazo con delicadeza, como quien pretendiera despertar a un niño dormido sin asustarle. ZP se incorpora de golpe, sorprendido por semejante acto de deferencia, y planta a la alemana dos besos agradecidos. Después comparte con ella un par de frases insustanciales, también con la ayuda de un intérprete. Es todo. Mínimo, desvalido, solo.

Merkel es una de las figuras que más atención ha acaparado en Bruselas este fin de semana y con razón. Ella es, en efecto, la reina de un baile de cuyo ritmo depende la suerte de España. Una mujer en la cima de su éxito, sometida, sin embargo, a graves tensiones dentro y fuera de su país. Porque, a pesar crecer a buen ritmo y soportar una tasa de paro insignificante para los baremos españoles, se enfrenta al creciente malestar de los ciudadanos alemanes con el euro y con los países que abusan del euro, España incluida. Cada día son más los que, al otro lado del Rin, piensan que Alemania hizo un mal negocio abrazando la moneda única y abandonando su querido deutsche mark. Es la Historia, siempre presente, como la guillotina, sobre cada cabeza alemana. “8 de mayo de 1945. Alemania se había rendido sin condiciones. Todos habían quedado libres de la tiranía nacionalsocialista. Aquellos cuyas vidas estaban amenazadas por el régimen se vieron, por fin, a salvo. Sin embargo, para muchos otros, la desgracia y el peligro de muerte no había cesado. Con el fin de la guerra, el sufrimiento no había hecho más que empezar para un número incontable de personas” (Richard Von Weizsäcker, Cuatro épocas. Galaxia Gutenberg, 1999).

Algo importante está ocurriendo en Alemania. Algo que está pasando desapercibido para una mayoría de europeos. Porque muchos de aquellos alemanes que vivieron de niños el horror de la guerra, la hambruna y también la violencia de la postguerra tienen hoy 70, 80 años y guardan fresco el recuerdo de tantas penalidades. “Íbamos a los cuarteles [de los americanos] con viejas monedas –que se suponía que ya no teníamos- de marcos del Reich, que solo tenían valor por su contenido en plata y con insignias del partido –de las Juventudes Hitlerianas- y conseguíamos cigarrillos que luego cambiábamos a los granjeros por comida” (Petra Goedde, GIs and Germans, citado por Macdonogh). Para esos alemanes la llegada del marco en 1948 significó el inicio de una época de trabajo, estabilidad y riqueza. Una nueva era de prosperidad tras la barbarie nazi y la miseria de la derrota. “A veces afanaba algo, por supuesto; carbón y ese tipo de cosas. También leña. Hace poco robé incluso una rebanada de pan de una panadería. Fue realmente rápido y sencillo. Agarré, sin más, el pan y me fui andando. Y no eché a correr hasta que llegué a la esquina” (Heinrich Böll, Geschäft ist Geschäft, Múnich, 1977).

De caciques empeñados en llevar el AVE a su pueblo

Esos alemanes piensan que el euro no ha traído nada bueno, salvo la obligación de pagar la fiesta de una serie de países del Sur poco o nada disciplinados, acostumbrados a vivir del cuento, cuyos despilfarros están financiando con sus impuestos. Y su número no deja de crecer. De modo que Merkel, a pesar de los buenos datos de la economía germana, no deja de perder apoyos por culpa de ese sentimiento. España es uno de tales “periféricos” que se ha beneficiado de la riada de fondos europeos a menudo mal aprovechados. Un ejemplo es el AVE que ayer mismo inauguraron los Reyes y que une Madrid con Valencia, tras dar un rodeo por Cuenca y Albacete. ¿Alguien ha reparado en el absurdo de llevar la alta velocidad a Albacete, seguramente la capital de provincia mejor comunicada con Madrid de toda España? En efecto, más de 20 trenes rápidos (Alaris a Valencia; Talgos diesel a Murcia y Talgos con tracción eléctrica a Alicante) al día convierten ese recorrido en uno de los más rápidos de Europa, con promedios de 140 km/hora y velocidades punta de 200 km/h. ¿Hacía falta inversión tan cuantiosa para ganar apenas 19 minutos -1,40 horas frente a 1,59- con un nuevo AVE que, además, alarga la distancia Madrid-Albacete hasta los 314 km frente a los 279 del trazado convencional?

Un disparate –que los viajeros pagarán caro- que nadie supo impedir, porque nadie hubo con criterio suficiente para frenar el capricho de un cacique local -José Bono- empeñado en llevar el AVE a su pueblo. Esta es la España de la que desconfía Centroeuropa. Muchos alemanes piensan que, prisioneros de atavismos históricos, la aventura europea española acabará mal: o abandonamos el euro para entregarnos a nuestro deporte favorito de las devaluaciones competitivas, o aceptamos manu militari una reestructuración de la deuda que vendrá acompañada de un descenso del nivel de vida, lo que acabará con el sueño fatuo de tantos españoles que se creyeron ricos sin serlo. Europeísta convencida, la señora Merkel trata de jugar sus últimas bazas a favor de una UE que incluya a los países del Sur. Para que ello sea posible, el Gobierno español tiene que abrazar una irreprochable ortodoxia fiscal y, además, acometer las reformas necesarias para hacer posible el crecimiento y la creación de empleo. Mientras esta política madura, vamos a ayudarle a salir adelante, Herr Zapatero, con el respaldo de un poderoso paraguas financiero capaz de desalentar los movimientos especulativos contra su país, en el bien entendido de que tendrá usted que hacer los deberes sin pretender jugar con nosotros al ratón y al gato.  

Pero Herr Zapatero vive en otra galaxia. Él solo sabe del regate político en corto y del uso y abuso de ese agit-prop que en España le permite ir capeando el temporal. Con un discurso opuesto al de Merkel, piensa en el fondo que bastan cuatro anuncios sorpresa para echarse a dormir. Y lo que ocurra con los mercados es culpa, malditos bastardos, de los especuladores. Lo cree él y lo comparte gente intelectualmente potente en las filas del PSOE. De modo que lo único que precisamos es que Frau Merkel se empeñe en nuestra defensa (“Puedo decir que estoy impresionada por las medidas tomadas por España”), que se establezca un mecanismo de rescate permanente, y que el BCE, además de dedicarse a comprar deuda pública, emita eurobonos. Un pensamiento torticero que envenena los mercados y hace que los inversores, que le tienen tomada la medida, escapen a la carrera y vendan España. Nadie quiere hoy bonos españoles, y cuando el Tesoro intenta colocarlos se ve obligado a pagar intereses abusivos.

Estamos viviendo de prestado    

Pero el margen de maniobra de la Frau es limitado, como ha quedado demostrado en Bruselas, porque los alemanes ya no están dispuestos a seguir pagando la fiesta española. “Encima de darles dinero, nos insultan” titulaba el Bild al día siguiente de que Elena Salgado acusara a Merkel (“ciertas declaraciones públicas en el ámbito europeo”) de ser responsable de que la prima de riesgo española se disparara hasta los 300 puntos básicos. “Otro olor que impregnó Berlín aquel terrible invierno (1946-47) fue el de las lámparas de carburo, que apestaban a ajo. La suciedad y el aseo constituían un enorme problema, así como la necesidad de limpiarse las uñas y lavarse los dientes. Conservar la dignidad humana se convirtió entonces en algo fundamental. A pesar de las bajas temperaturas, algunos alemanes estaban prácticamente desnudos y ocultaban sus vergüenzas bajo mantas echas jirones, cubriéndose los pies con tablas atadas con tiras de tela” (Macdonogh, Después del Reich). De aquel horror salieron los alemanes gracias al marco, algo que no podrán olvidar ni quienes lo vivieron ni sus herederos.  

En la conciencia de quienes dirigen la orquesta europea vive instalada la idea de que “España es un país sin solución, incapaz de hacer las reformas necesarias para propiciar un horizonte de crecimiento”. Prisionero de unas encuestas atroces, el Presidente no parece dispuesto a perder un voto más por culpa de unas reformas que, en el fondo, ni entiende ni acepta una sociedad acostumbrada a vivir por encima de sus posibilidades como es la española. “No creo que mañana ocurra nada en los mercados, entre otras cosas porque los traders han cerrado ya sus libros. Es posible incluso que Zapatero haya ganado unas semanas con el anuncio de ese fondo de rescate sin límite, pero lo cierto es que estamos viviendo de prestado”, aseguraba ayer mismo un experto. Con los vencimientos de deuda previstos más las nuevas emisiones, y a los precios que se está viendo obligado a pagar el Tesoro público -(¿y cuánto está pagando, por cierto, el sector privado?)- las finanzas españolas están abocadas al colapso. Esto parece visto para sentencia. ¿Cuándo? Más pronto que tarde. El corolario de lo dicho lleva la marca de un inevitable empobrecimiento colectivo. Todo vuelve.

Fonte (http://http)

 
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Dezembro 20, 2010, 09:35:17 am
Siempre encontrará críticas, y predicciones negativas. La cuestión es que a pesar de ellas, se avanza.

Si no se tiene trenes, porque no se tienen, si se tienen porque se tienen  :roll:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Dezembro 21, 2010, 04:21:48 pm
PIMCO, el responsable del mayor fondo de bonos del mundo propone expulsar a Grecia Irlanda y Portugal del Euro y que recuperen sus antiguas monedas, las devaluen y puedan asi exportar al exterior y enderezar su economia.

El informe excluye a España Italia y Belgica que considera que pueden superar sus dificultades.

http://english.capital.gr/News.asp?id=1105356 (http://english.capital.gr/News.asp?id=1105356)
http://www.telegraph.co.uk/finance/fina ... ak-up.html (http://www.telegraph.co.uk/finance/financetopics/financialcrisis/8215358/Pimco-says-untenable-policies-will-lead-to-eurozone-break-up.html)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 21, 2010, 05:09:04 pm
Pois, no entanto ainda na semana passada vi uma reportagem em que um economista Norte-Americano dizia que a Bélgica e a Itália andam a aldrabar a real situação económica à anos e que mais tarde ou mais cedo poderá haver uma segunda e terceira "Grécia". Em relação a Espanha ele disse que é perfeitamente possível que o teu país consiga superar esta crise sem pedir ajuda internacional. Irlanda...segundo ele, muito dificilmente eles vão conseguir passar esta crise sem ajudas extras.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Dezembro 21, 2010, 05:37:24 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Pois, no entanto ainda na semana passada vi uma reportagem em que um economista Norte-Americano dizia que a Bélgica e a Itália andam a aldrabar a real situação económica à anos e que mais tarde ou mais cedo poderá haver uma segunda e terceira "Grécia". Em relação a Espanha ele disse que é perfeitamente possível que o teu país consiga superar esta crise sem pedir ajuda internacional. Irlanda...segundo ele, muito dificilmente eles vão conseguir passar esta crise sem ajudas extras.


Un economista dijo eso? Hace tiempo que escuchar a un economista es como no escuchar nada. Cada uno dice una cosa, pueden decir cosas opuestas, rectificar, volver hacer predicciones y no acertar nunca.

La realidad es que los ciudadanos de a pie, los trabajadores y clase media cada vez estamos mas presionados, cada vez perdemos mas derechos y se tiene mas miedo,  mientras ellos hacen sus predicciones como si nada.

Saludos
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 21, 2010, 05:44:38 pm
Sem dúvida, Old, a classe média está a saque... :arrow: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=459571 (http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=459571)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: manuel liste em Dezembro 22, 2010, 02:41:06 pm
Societé Générale: "No esperamos un rescate de España ni de Portugal"

http://www.expansion.com/2010/12/22/eco ... 20878.html (http://www.expansion.com/2010/12/22/economia/1293020878.html)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Menacho em Janeiro 05, 2011, 02:46:01 pm
España y China firman 16 acuerdos comerciales por un total de 5.654 millones de euros, y se compromete a seguir comprando deuda española


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La visita a España del viceprimer ministro de China, Li Keqiang, ya está dando sus frutos. Los dos países han firmado este miércoles en La Moncloa 16 acuerdos comerciales por un total de 5.654 millones de euros, según cifras de la agencia Xinhua.


El vicepresidente primero de la CEOE, Arturo Fernández, dijo que la visita es "muy importante"Li ha expresado en una reunión previa con un centenar de empresarios españoles la confianza y el apoyo de su país a la economía española y su buena impresión ante la crisis económica, según ha revelado el ex ministro de Economía Pedro Solbes, uno de los asistentes a la cita. El ministro de Industria, Turismo y Comercio, Miguel Sebastián, que presidió el encuentro, también resaltó el interés de esta reunión empresarial para ambos países.

Por su parte, el vicepresidente primero de la CEOE, Arturo Fernández, calificó de "elocuentes" las palabras de Li Keqiang y dijo que la visita es "muy importante" para España, que "necesita confianza, y el Gobierno chino puede ayudar". Señaló que las relaciones bilaterales deben ser más fluidas, con mayor colaboración pública y privada con China, con especial mención al sector servicios y una mayor cooperación regulatoria.

También se mostraron satisfechos con el encuentro los presidentes de Repsol, Antonio Brufau, y de Telefónica, César Alierta. Asimismo, al encuentro asistieron el presidente y consejero delegado de FCC, Baldomero Falcones, así como representantes de importantes empresas españolas como el Banco Santander, el BBVA, Iberdrola y Gamesa.

"Momentos de dificultad"
El presidente de Repsol YPF, que acaba de dar entrada en el capital de su filial brasileña a la china Sinopec, señaló a la salida del desayuno, la fuerza del mercado chino y la importancia de estrechar relaciones en ámbitos como el tecnológico.

Por otra parte, el presidente del Consejo Superior de Cámaras de Comercio, Javier Gómez Navarro, señaló a los medios de comunicación la importancia de China como primer país del mundo en reservas y la ayuda que puede prestar a España "en estos momentos de dificultad económica".

Resaltó el "poderío económico" de este país y las inversiones previstas en sectores fuertes como las energías renovables, las infraestructuras, la gestión sanitaria, las tecnologías o los bienes de equipo. Para Gómez Navarro, China mantiene una relación política con España "muy activa y positiva" y -en su opinión- los acuerdos bilaterales son una muestra de "agradecimiento" tras la ayuda prestada por España a los Juegos Olímpicos de 2008.

Falta de seguridad jurídica
Por otra parte, el vicepresidente primero de la CEOE destacó el "buen feeling" de los empresarios chinos con España, aunque fue algo más crítico cuando se refirió a la falta de seguridad jurídica que tienen las compañías españolas en el país asiático.

En este sentido, pidió eliminar las barreras técnicas al comercio y llevar a cabo una defensa más efectiva de los derechos de propiedad intelectual, así como una mayor transparencia en la política de concesión de créditos a la exportación.

Arturo Fernández también valoró el futuro establecimiento del China Industrial and Commercial Bank en España, "una buena noticia económica", que impulsará las inversiones chinas en España y facilitará la presencia de pymes en el mercado chino.

En el encuentro, cerrado a los medios de comunicación españoles y de hora y media de duración, se sucedieron varios discursos institucionales, que siguieron empresarios chinos y españoles en mesas paritarias.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Jorge Pereira em Fevereiro 18, 2011, 03:13:45 pm
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Fundo soberano lança OPA a 28 euros por acção

Emirado de Abu Dhabi torna-se dono da petrolífera espanhola Cepsa

O IPIC, fundo soberano do emirado de Abu Dabi, assegurou o controlo de 100 por cento da empresa espanhola.

Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Março 09, 2011, 05:42:21 pm
Morgan Stanley saca a España del grupo PIGS. Estas son sus razones

1. A diferencia de Portugal y Grecia, España debería seguir creciendo, pero a un ritmo moderado.

2. La reforma laboral debería ir funcionando porque va en la dirección correcta.

3. Cree que la economía española es más competitiva de lo que se cree. «La productividad está aumentando y los costes laborales unitarios están moderando», dice el banco.

4. La burbuja del mercado inmobiliario se está empezando a corregir.

5. Se está produciendo el desapalancamiento del sector privado.

6. Hay una reducción progresiva del déficit público.

7. La reforma de las cajas va por buen camino, aunque Morgan Stanley reconoce que las necesidades de capital de bancos y cajas, sobre todo estas últimas, son inciertas.


http://www.finanzas.com/noticias/econom ... zones.html (http://www.finanzas.com/noticias/economia/2011-03-07/441859_morgan-stanley-argumenta-siete-razones.html)

Una buena noticia dentro de lo malo, por cierto el rescate de Portugal parece inminente
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Daniel em Março 10, 2011, 09:16:57 am
Moody's corta 'rating' de Espanha


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Depois da Grécia, hoje foi a vez da agência de notação financeira baixar em um nível a nota de Espanha, de Aa1 para Aa2.

Além disso, a Moody's informa que a perspectiva para o novo 'rating' é negativa, o que sinaliza a possibilidade de um novo corte no futuro.

A agência de notação financeira, uma das mais influentes do mundo, aponta essencialmente duas razões para o 'downgrade' da dívida de Espanha.

É que a Moody's teme que "os custos de reestruturação do sistema financeiro excedam as actuais previsões do Governo de Zapatero [de 20 mil milhões de euros], levando a um maior aumento no rácio de dívida pública". A agência acredita que estas despesas se situem entre 40 e 50 mil milhões de euros.

O Banco de Espanha vai divulgar hoje as necessidades de recapitalização do sector financeiro do país para cumprir as novas leis de 'core capital'.

Por outro lado, a Moody's manifesta preocupação sobre a capacidade de Espanha "conseguir levar a cabo a necessária melhoria sustentável e estrutural das contas públicas, dado o limitado controlo do Governo Central sobre as finanças dos executivos regionais e a perspectiva de um crescimento económico moderado no curto e médio prazo".

Explica ainda a Moody's que "a decisão de atribuir uma perspectiva negativa ao 'rating' reflecte o ponto de vista da agência de que os riscos em relação às finanças do Governo espanhol permanecem elevados".

Recorde-se que a Moody's cortou, no dia 7 de Março, o 'rating' da Grécia em três níveis, de Ba1 para B1, e reiterou a perspectiva negativa para a dívida helénica, devido ao risco do programa de consolidação orçamental e à possibilidade de reestruturação da dívida do país.


Portugal vai a seguir.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: ACabral em Março 24, 2011, 04:18:16 pm
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Una visión contraria: Bestinver asegura que España está peor que Portugal

Tras la caída de José Sócrates, primer ministro portugués, las miradas se dirigen ahora a España. Y, en contra del consenso, hay una gestora de fondo que piensa que la economía española está todavía en peor estado que la portuguesa: Bestinver.

Esa es la visión de Fernando Bernad, del equipo de gestión de Bestinver, que en declaraciones a Bloomberg justifica esto debido a las pérdidas relacionadas con el sector inmobiliario que sufrirá la banca española. "Creemos que la economía portuguesa tiene menos problemas que la española y que el mercado se ha equivocado en su evaluación de los problemas de ambos países", señala el gestor de fondos.


Esto opinión no es ni mucho menos la mayoritaria, como recoge la agencia estadounidense, que cita a Georg Grodzki, de Legal & General Investment Management. "Si hay que elegir entre ambos países, preferiría España por sus probados progresos fiscales". "Hay signos de vida en la economía española a pesar de la nefasta situación del sector bancario y del mercado inmobiliario", añade.
Más pérdidas de lo previsto en la banca

Además, Bernad mantiene que las necesidades de capital de la banca que calcula el Banco de España son demasiado optimistas, ya que el sector no ha reconocido todavía todas las pérdidas relacionadas con el pinchazo de la burbuja inmobiliaria. "No a cuánto ascenderán las verdaderas necesidades de capital", explica el gestor. "Son mucho más de lo que la gente está hablando ahora mismo".

También cree que las dudas sobre el tamaño de estas pérdidas continuarán afectando a la capacidad de financiarse del sector y a su capacidad para dar préstamos. "Hasta que no haya una limpieza de activos, un reconocimiento de cuál es el verdadero valor de los activos, no creo que haya un verdadero mercado mayorista que financie a los bancos españoles".

En cuanto a la posibilidad de que Bestinver entre en las cajas de ahorros, Bernad asegura que no lo harán. Por otro lado, respecto a las medidas tomadas por el Gobierno, Bernad se muestra crítico: "Las medidas adoptadas son las correctas, pero no van suficientemente lejos".
Portugal y España

Respecto al rescate de Portugal, el gestor de fondos asegura que sería percibido como buenas noticias por el mercado, ya mostraría que el país está afrontando sus problemas. "Portugal tiene un problema de productividad y competitividad. Además tiene un alto nivel de deuda, pero no proviene de una tremenda burbuja como la que ha tenido España".

Además, a pesar de que el rendimiento de los bonos portugueses es mucho mayor que el de los españoles, Bernand cree que no es una forma adecuada de evaluar el conjunto de la economía de los dos países.

Bestinver es una de las gestoras de fondos de mayor éxito en España. Liderada por Francisco García Paramés, gestiona 11 fondos, entre ellos 4 de los 7 mejores en los últimos 10 años en España, según los datos de Bloomberg. Cinco de las 10 mayores inversiones de Bestinver Bolsa, el fondo ibérico de la firma, son compañías portuguesas.

http://www.eleconomista.es/mercados-cot ... omentarios (http://www.eleconomista.es/mercados-cotizaciones/noticias/2932179/03/11/5/Una-vision-contraria-Bestinver-asegura-que-Espana-esta-peor-que-Portugal.html#Comentarios)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Março 24, 2011, 04:54:39 pm
Parece increible que sigan con este hilo cuando Portugal va a desaparecer como estado Soberano y a empobrerse aun mas.


Los economistas pueden tener las "visiones" que quieran. Predicciones de economistas las hay para todos los gustos. Que se cumplan o no, es otra cuestion.

Los echos son que España ha salido del grupo PIGSmientras que Portugal va a quebrar y necesitara ser rescatado. Y supongo que no necesitaran saber que significa que rescaten a un pais. Es su fin, economicamente hablando y de facto del resto de ambitos.


http://www.elmundo.es/elmundo/2011/03/2 ... 29&numero= (http://www.elmundo.es/elmundo/2011/03/24/economia/1300978626.html?a=e81506259cc0e3c03017225a455c26fc&t=1300985329&numero=)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: ACabral em Março 24, 2011, 05:24:15 pm
Não seja tonto. A Espanha está igual ou pior. Os países não desaparecem por causa disso. Quando muito, o país terá que fazer ajustamentos durante 2 a 3 anos.

Para a sua informação:

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Bancarrota: histórias incríveis dos países falidos

Espanha, França e Alemanha já faliram várias vezes

Ao contrário do que possa pensar, a bancarrota de um país não é uma coisa lá muito rara. Em média, a cada ano que passa, há um país que entra em falência, ou seja, fica sem dinheiro para pagar as dívidas. Em pouco mais de 200 anos registaram-se 290 crises bancárias e 70 bancarrotas. Dizemos-lhe o que aconteceu nos países por onde o Fundo Monetário Internacional (FMI) já passou.

A vizinha Espanha é uma habitué nestas andanças. Em 200 anos faliu 14 vezes, sete das quais no século XIX, mas estreou-se há muito mais tempo: a primeira vez que decretou falência foi em 1557.

Na altura, como agora, a dívida da Espanha era elevada, os juros demasiado elevados para suportar e D. Filipe II mandou confiscar todas as mercadorias valiosas que chegassem aos portos. A família real também teve de «apertar o cinto»: ficou sem o mestre limpador de dentes e o especialista em álgebra e o jantar foi reduzido de dez para seis pratos.

Reincidente é também a França, que em menos de cem anos foi quatro vezes à bancarrota.

A Alemanha também nem sempre foi a «menina bonita» da Europa. Faliu a seguir às duas guerras mundiais. Nos anos 20 um café chegou a custar quase 70 euros e o preço duplicava em poucos minutos.

Portugal já faliu várias vezes e conhece bem o FMI

Portugal também já faliu por sete vezes. Em 1891, a crise foi desencadeada com a falência de dois bancos importantes (o Banco do Povo e o Banco Lusitano). D. Carlos nomeou na altura José Dias Ferreira, bisavô de Manuela Ferreira Leite, para liderar o Governo. Também na altura a função pública sofreu na pele o aperto do cinto: os salários caíram 20%. Portugal ficou 10 anos sem conseguir financiamento externo e um dos primeiros cortes foi nas obras públicas (na altura na construção das vias férreas).

Em 1976 a falência voltou a estar iminente. Mário Soares, na altura à frente dos destinos do país, pediu dinheiro emprestado à Alemanha. Em vez de uma transferência bancária, recebeu um avião a meio da noite.

Na década de 80, viu-se forçado a negociar um empréstimo com o FMI. Mais uma vez liderado por Mário Soares e Mota Pinto, e com Ernâni Lopes como ministro das Finanças, os portugueses tiveram de enfrentar uma forte desvalorização do escudo, o disparo da inflação para quase 30%, o aumento dos impostos e o crescimento do desemprego.

O mau exemplo da Argentina

O caso da Argentina tem quase 10 anos e é dos mais negros. A intervenção do FMI foi um fracasso. O país seguiu as recomendações do Fundo (cortes orçamentais e aumentos de impostos) e com isso foi-se afundando. No final de 2001, as coisas pioraram exponencialmente quando o FMI negou um novo financiamento ao país. À revolta social juntou-se a queda do Governo e a bancarrota. Na altura os argentinos deixaram as suas casas com todo o seu dinheiro e foram depositá-lo nos bancos do Uruguai, o paraíso fiscal na América Latina. O governo congelou o acesso às contas bancárias, limitando os levantamentos a cerca de 200 euros por pessoa por semana. Sem dinheiro, começou a violência nas ruas, a pobreza duplicou, atingindo quase metade da população e a fome espalhou-se. O Governo parou de emitir passaportes porque não tinha dinheiro para os imprimir.

Espanha = 14 vezes em bancarrota nos últimos 200 anos.
Portugal = 07 vezes em bancarrota nos últimos 200 anos.

Prudência antes de carregar no teclado!
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Março 24, 2011, 05:47:56 pm
Citação de: "ACabral"
Não seja tonto. A Espanha está igual ou pior. Os países não desaparecem por causa disso. Quando muito, o país terá que fazer ajustamentos durante 2 a 3 anos.




Espanha = 14 vezes em bancarrota nos últimos 200 anos.
Portugal = 07 vezes em bancarrota nos últimos 200 anos.

Prudência antes de carregar no teclado!

¿carregar no teclado? Es lo que llevan haciendo muchos en este hilo desde hace años!! y ahora justamente quien quiebra es Portugal... Y que conste que no me alegro.

Espanha esta algo mejor. Lo suficiente para evitar su quiebra. Lo cual no quiere decir que Espanha este bien, ni mucho menos. De esta crisis costará salir.

Y dicho sea de paso. Lo bancos, la UE, el FMI, los politicos  y toda esa pandilla de ladrones de cualquier pais, podian desaparecer que todos viviriamos mejor.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Daniel em Março 25, 2011, 06:18:14 pm
old

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Parece increible que sigan con este hilo cuando Portugal va a desaparecer como estado Soberano y a empobrerse aun mas. Y supongo que no necesitaran saber que significa que rescaten a un pais. Es su fin, economicamente hablando y de facto del resto de ambitos.

Caro old, quer me parecer que vc em definitivo não sabe o que diz, devia pelo menos saber que a sua espanha já faliu financeiramente 14 vezes, e nem por isso se perdeu como estado soberano ou sim c34x
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Menacho em Março 25, 2011, 09:23:44 pm
Morgan Stanley confía en la economía española


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Este banco estadounidense entiende que no hay motivos para el pesimismo sobre la misma.

Creen en la senda de crecimiento iniciada y prevén incrementos del 1% en este año y del 1,5% en 2012 sobre bases sólidas.

Basan su confianza en las siguientes razones:

•El crecimiento del Producto Interior Bruto.
•La proximidad del fin del ajuste inmobiliario.
•La efectividad prevista de la reforma laboral.
•El ahorro privado.
•El incremento de la actividad exportadora y de la producción industrial.
•El progresivo ajuste del déficit público.
•Las soluciones en curso sobre las cajas de ahorro.



La producción industrial española empieza 2011 con fuerza


Citar
El índice de producción industrial rebota de forma positiva en enero de 2011, creciendo hasta el 6,0% anual desde el 0,5% de diciembre de 2010.

El índice en tasa desestacionalizada pasa de diciembre a enero del -0,1% al 3,8%.

Tanto los bienes intermedios como los de consumo no duradero y los de equipo registran crecimientos. Estos incrementos son respectivamente del 6,9%, 6,6% y 6,6%. Las actividades que más crecen son las de productos químicos básicos, fertilizantes, plásticos y caucho sintético, productos farmacéuticos, maquinaria y vehículos de motor.

Por autonomías las que más crecen son las de Castilla La Mancha con el 13,5%, la de Madrid con el 12,9%, Asturias con el 12,3% y Aragón con el 10,6%.

Fuente: INE.


Mapa del riesgo: la deuda española aguanta las tensiones de Portugal

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Los mercados están, de momento, dando un respiro a los bonos españoles en esta tercera etapa de tensión en el mercado de deuda, que tiene como telón de fondo el posible rescate de Portugal. Respecto a los momentos más críticos vividos con Irlanda y Grecia en 2010, España parece estar mejor preparada, aunque debe seguir vigilante.
Sin ir más lejos, ayer la Reserva Federal de EEUU aseguraba que España está haciendo "un trabajo muy bueno" para sacar adelante las reformas económicas. Una afirmación que fue refrendada por Bill Gross, responsable de la mayor gestora de renta fija. Piropos de este tipo eran impensables hace unos meses, es cierto. Pero el Gobierno tampoco debe relajarse porque la economía española sigue arrastrando importantes desequilibrios.

En cualquier caso, los ajustes y las reformas realizadas hasta ahora parecen haber convencido a los mercados y el fantasma de un eventual rescate se aleja de España. De hecho, el Ibex no se ha resentido de la resaca portuguesa y ha subido un 1,1%.

Para ver cómo se ha reducido esta amenaza se ha analizado el comportamiento que han registrado dos medidores de riesgo durante la pasada crisis de Irlanda en el mes de noviembre y la que se está gestando ahora en Portugal.

Por un lado, se ha valorado el estado de los Credit Default Swaps, más conocidos por sus siglas CDS. Este indicador mide la evolución del riesgo de impago de los emisores de deuda.

VIDEO SOBRE LA DEUDA ESPAÑOLA Por otro lado, también se ha tenido en cuenta la prima de riesgo, que es la diferencia entre el bono alemán, que se utiliza de referencia en Europa, y el de cada país. Ambos datos resultan un buen termómetro para conocer el sentir del mercado.

Estos indicadores siguen colocando a España como el cuarto país de la zona euro con más riesgo, detrás de Portugal, Irlanda y Grecia. Pero poco a poco la deuda española va marcando distancias respecto a ellos.

Si durante el rescate de Irlanda los CDS de España superaban los 300 puntos, en estos momentos se sitúan en los 221. Nada más y nada menos, que casi 80 puntos por debajo.

En el caso de la prima de riesgo, también se aprecia la mejoría. Así, mientras en noviembre superó los 150 puntos, ahora apenas sobrepasa los 190.

Sin embargo, los otros tres países periféricos (Grecia, Irlanda y Portugal) siguen marcando niveles de riesgo muy disparados como ya lo hicieron en la crisis de deuda de Irlanda. El más castigado por los mercados sigue siendo Grecia con los dos indicadores de riesgo escalando por encima de los 900 puntos.

Irlanda, por su parte, registra un CDS de 608 puntos y un riesgo país de 683, ligeramente por encima de la cifra de noviembre tomada como referencia.

El protagonista de esta tercera oleada de inestabilidad, Portugal, donde más evidencia la tensión actual es en los CDS, que ahora se sitúan los 533 puntos frente a los 481 de noviembre. Es cierto, que este indicador refleja más el impacto a corto plazo que la prima de riesgo (esta firma hoy los 445 puntos, aunque ha llegado a los 470 en algún momento del día).

España todavía tiene una dura tarea por delante
Estos datos muestran que España poco a poco va saliendo de las quinielas más pesimistas. Pero eso no quiere decir que ya esté todo hecho. El Gobierno debe seguir vigilante y afrontar los grandes problemas de la economía española.

Entre ellos, hay que destacar el anémico crecimiento que todavía sufre la economía española. El PIB mejoró un 0,2% en tasa intertrimestral en el cierre de 2010 y habría tenido un comportamiento parecido en los tres primeros de este año, según el Banco de España.

Para este año las previsiones tampoco son muy alentadoras. La Comisión prevé un crecimiento del 0,8% para 2010 y del 1,7% para 2011. Unas cifras todavía insuficientes para crear empleo. Los expertos calculan que la economía debe crecer en torno a un 2%-2,5% para poder generar puestos de trabajo y, dada la precaria situación del mercado laboral (20%), se trata de una cuestión clave.

Además, el Ejecutivo tiene que mantenerse alerta para poder cumplir con los requisitos de déficit público impuesto por Bruselas (del 6% para este año). En este sentido, sobre todo, tendrá que seguir muy de cerca lo que hacen las comunidades autónomas y los ayuntamientos.

Finalmente, y no por ello menos importante, España debe completar la reestructuración del sistema financiero todavía a medio camino. Un tema clave para los analistas tal y como ha demostrado la bajada de calificación de Moody’s a 30 entidades financieras.


Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Luso-Efe em Abril 06, 2011, 01:34:12 am
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Zapatero deja en herencia una deuda de 24.000 euros a cada contribuyente.

Cuando el presidente deje su cargo, los contribuyentes tendrán que pagar una deuda extra de 341.000 millones de euros.


M. Llamas

Después de que Zapatero anunciara el pasado fin de semana su renuncia a la reelección como candidato del PSOE a las elecciones generales de 2012 muchos han sido los análisis acerca de la gestión económica del presidente. Los casi 5 millones de parados que registra en la actualidad España así como las reformas emprendidas y las que aún quedan por hacer han centrado la atención de este tipo de análisis en los últimos días. Sin embargo, ha pasado desapercibido un punto clave: el manejo de las cuentas públicas.

El presidente del Gobierno es el principal responsable de los Presupuestos Generales del Estado (PGE), la ley más importante de cada ejercicio. La cuestión es que si el consejero delegado de cualquier gran empresa es valorado en función de los resultados que presenta su sociedad (balance de pérdidas y ganancias) y, por consiguiente, el reparto de ganancias (dividendos) entre sus accionistas, la gestión del presidente bien se podría considerar en base a la evolución presupuestaria (ingresos/gastos) del sector público y sus efectos directos sobre el contribuyente (accionistas forzosos).

Así, desde este particular enfoque, Zapatero habría sido sustituido hace tiempo por sus accionistas en caso de presidir cualquier cotizada, a la vista de los resultados que arroja su gestión presupuestaria durante la crisis. Los últimos datos oficiales indican que el conjunto del sector público -Zapatero también es responsable, aunque indirecto, del gasto de CCAA y ayuntamientos a través de la financiación interregional- ha endeudado a los españoles en 258.106 millones de euros desde 2007.

Sin embargo, dicha cifra tan sólo muestra parte del cuadro. Las cuentas públicas españolas acaban de cerrar su tercer año consecutivo en números rojos, y el Gobierno confía en reducir el déficit fiscal hasta el 6% del PIB en 2011 (algo más de 60.000 millones de euros), tal y como se ha comprometido con Bruselas. En caso de que cumpla su objetivo, Zapatero habrá cargado sobre los contribuyentes una losa total de 340.788 millones de euros entre 2007 (inicio real de la crisis) y 2011.

Y es que, con la excusa de combatir la crisis a base de "planes de estímulo", el Gobierno decidió echar mano a los 20.066 millones de euros de superávit registrados en 2007 para, posteriormente, incurrir en un déficit estructural de 45.189 millones en 2008, 117.306 millones en 2009, 98.227 millones en 2010 y algo más de 60.000 millones en 2011 (si cumple sus previsiones).

(http://s.libertaddigital.com/fotos/noticias/herenciazp01.jpg)


Es decir, el contribuyente neto ha perdido una media de 24.000 euros de forma directa desde 2007 gracias a la gestión presupuestaria de Zapatero.

El mayor deterioro internacional

Ahora bien, si estas cifras se comparan con la evolución del resto de países desarrollados, la gestión de Zapatero queda perfectamente reflejada. Entre 2007 y 2009, Irlanda, Grecia, España y Portugal registraron los déficits públicos más elevados de la zona euro, e incluso de toda Europa si se excluye a Reino Unido y a la ya quebrada Islandia.

(http://s.libertaddigital.com/fotos/noticias/herenciazp04.jpg)

Es decir, los contribuyentes tendrán que pagar una deuda extra de 34 puntos porcentuales del PIB, unos 340.000 millones de euros, 19.600 euros por trabajador, algo más de 24.000 por empleado del sector privado. Ésa es la herencia directa que habrá dejado Zapatero a los españoles.

(http://s.libertaddigital.com/fotos/noticias/herenciazp07.jpg)


A verdade. :N-icon-Axe:

http://elcomentario.tv/escandalera/pand ... 5/04/2011/ (http://elcomentario.tv/escandalera/pandora/zapatero-deja-en-herencia-una-deuda-de-24-000-euros-a-cada-contribuyente/05/04/2011/)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Abril 06, 2011, 10:04:38 am
El Financial Times descata que España se esta alejando del grupo de paises en Crisis formado por Irlanda Grecia y Portugal y aplaude las valientes reformas de Zapatero.

http://www.elpais.com/articulo/economia ... eco_11/Tes (http://www.elpais.com/articulo/economia/FT/destaca/Espana/aleja/resto/paises/crisis/elpepueco/20110405elpepueco_11/Tes)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Lusitano89 em Abril 06, 2011, 12:08:59 pm
Jovens espanhóis também estão "à rasca"


O exemplo dos milhares que aderiram à manifestação nacional da Geração à Rasca repercutiu-se em Espanha, onde os gritos de revolta vão ecoar nas mais de 2 mil vozes confirmadas no protesto da Juventude sem Futuro, em Madrid. A manifestação Juventude sem Futuro, marcada para 7 de Abril, adoptou os mesmos moldes da sua congénere portuguesa: o Facebook, Twitter e a sua página oficial de Internet são os instrumentos utilizados para apelar à união no protesto.

E porque protestam os nosso vizinhos espanhóis? As razões são claras na sua página de Facebook. «Queremos recuperar a nossa capacidade de ser actores num motor de mudança», esclarecem, tal como esclareciam os princípios defendidos pela Geração à Rasca portuguesa.

«Nós, a Juventude sem Futuro, dirigimo-nos à opinião pública para mostrar o nosso desacordo com a política de cortes sociais do Governo e com a principal consequência que daí advém: a juventude mais qualificada da nossa história viverá pior que os seus pais», pode ler-se na página do evento na rede social.

Os ditames que suportam o protesto são em tudo similares à manifestação de 13 de Março que povoou as ruas de Lisboa com cerca de 300 mil pessoas.

Expressões como «o direito a um trabalho digno» ou o «direito ao futuro» relembram os cartazes e gritos portugueses, mas os apelos não têm tido - pelo menos que seja visível nas suas páginas do Facebook -, números de adesão significativos.

Apenas 1260 pessoas confirmaram a sua presença na página oficial do evento no Facebook, e outras 2000 são fãs da organização na rede social. No site oficial do movimento são contabilizados os nomes de 2159 pessoas.

O protesto marcado para as 18 horas portuguesas na Praça Antón Martín poderá, contudo, reunir um número mais significativo de participantes se tivermos em conta o que sucedeu em Lisboa a 13 de Março.

O caminho que ligava a Avenida da Liberdade à Praça D. Pedro IV foi percorrido por cerca de 300 mil pessoas, número muito superior às cerca de 56 mil que tinha confirmado a sua presença pelo Facebook.

Assim, a manifestação da Juventude sem Futuro espera preencher o caminho com alguns milhares de pessoas entre a Praça Antón Martín e a Praça Rainha Sofia, em Madrid.

O protesto conseguiu o apoio de algumas personalidades espanholas, entre eles vários professores universitários, poetas, deputados e actores.

Em Itália, os jovens do movimento O Nosso Tempo é Agora também marcaram uma manifestação para 9 de Abril que já conta com mais de 6500 presenças confirmadas no Facebook.

Se em Portugal a Geração à Rasca parece ainda não ter produzido efeitos práticos, a sua repercussão externa incitou outros jovens europeus a seguir-lhe as pisadas. Os gritos de protesto serão agora entoados em Espanha e Itália.

SOL
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Luso-Efe em Abril 07, 2011, 07:05:53 pm
Paul Krugman tinha deixado o aviso no fim de Novembro. :idea:

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"Espanha é o prato principal, Grécia, Irlanda e Portugal são meras tapas" [/size]

Para o economista Paul Krugman, a crise da dívida pública em Espanha é a situação mais preocupante na zona euro, defendendo que o país deve fazer uma "desvalorização interna" dos salários para ganhar competitividade.

O Prémio Nobel da Economia, Paul Krugman, defendeu hoje uma "desvalorização interna" dos preços e dos salários para que a economia espanhola recupere a competitividade, realçando ainda que a Espanha teria menos problemas se não tivesse aderido ao euro.
Na sua coluna de opinião no "The New York Times", o Nobel da Economia explica que, em boa parte, os "graves problemas" com que a Espanha se confronta têm a sua explicação no euro, que levou o país à crise da dívida sem poder recorrer a uma desvalorização cambial da sua moeda.
"Deveria a Espanha abandonar o euro e regressar à sua própria moeda? Fá-lo-á? A resposta a ambas as questões é provavelmente não!", diz Krugman.
No entanto, o Nobel da Economia não deixa de alertar para o fato de, atualmente, a Espanha estar "prisioneira" do euro e não ter "nenhuma boa opção" em termos de política económica (desvalorização cambial da moeda) à sua disposição.  
Corte dos salários e dos preços

Deste modo, Krugman explica que não pode desvalorizar a sua moeda, como no caso dos Estados Unidos e o Reino Unido, a Espanha deve realizar uma "desvalorização interna", mediante o corte dos salários e dos preços.
 
No entanto, "uma desvalorização interna é uma matéria feia por uma razão:é lenta", adverte o economista, que explica tratar-se de um processo que requer normalmente vários anos de desemprego para baixar os salários, o que representa uma menor entrada de impostos nos cofres do Estado, enquanto que a dívida segue ao mesmo nível, piorando os problemas do setor privado.
Previsões de crescimento são "fracas"

Krugman refere também que as perspetivas de crescimento da economia espanhola são fracas nos próximos anos e diz que a ausência de cooperação económica se traduz "em incerteza" sobre o futuro das receitas fiscais no maior país da Península Ibérica.
 
O economista, referindo-se à crise da dívida pública na zona euro, diz que a Espanha é "o prato principal", enquanto que os outros países (Grécia, Irlanda e Portugal) são meras "tapas".

http://aeiou.expresso.pt/espanha-e-o-pr ... as=f618313 (http://aeiou.expresso.pt/espanha-e-o-prato-principal-grecia-irlanda-e-portugal-sao-meras-tapas=f618313)
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Luso-Efe em Abril 07, 2011, 07:09:08 pm
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'Frankfurter Allgemeine' teme que España sea el "vórtice" de la crisis de deuda.

Los periódicos económicos se debaten este jueves entre quienes tratan de apaciguar las dudas que el rescate de Portugal siembra sobre la situación de España, y quienes no evitan la embestida de las cifras. Y es que nuestro país tiene una fuerte exposición a Portugal, cerca de 100.000 millones si se tiene en cuenta inversiones, deuda pública, créditos, etc. Tal y como recuerda el editorial de Cinco Días, que sin embargo da por descontado que el miedo al contagio es algo del pasado.

Con todo, es también el editorialista de Cinco Días el encargado de señalar que Irlanda cayó por una "elefantiasis financiera", Grecia "víctima de su propio desastre presupuestario" y Portugal por su falta "de perspectiva de crecimiento". Vamos que, de ser certero el análisis, España, con las dudas crecientes sobre la transparencia en las cuentas públicas, amén de la profunda crisis inmobiliaria, los problemas con la deuda pública y la crisis del sistema financiero, sería firme candidata al rescate.

Expansión, por su parte, titula "Portugal se rinde" y hace un repaso de la situación que atraviesa la economía portuguesa así como de la exposición que la economía española tiene a las cuentas lusas. Ayuda Pedro Schwartz con un análisis sobre "el euro deformado por la política".

Sin duda esta fue la noticia del día para todos los portales de información económica. Ayer mismo, una hora antes de que Portugal comunicara que pediría el rescate, la propia Salgado puntualizaba que aún los lusos no habían solicitado rescate alguno.

Pero mientras Cinco Días dice que el riesgo de contagio está descargado para España, las cabeceras de medio mundo no dudan en colocar "Spain" en sus informaciones sobre Portugal. Así lo hacen Financial Times, Wall Street Journal o New York Times. También el Frankfurter Allgemeine Zeitung, que concluye su crónica señalando que existe el temor de que los problemas portugueses se trasladen a España, lo que se convertiría en el "verdadero vórtice" ("centro de un ciclón" según la definición de la RAE) de la crisis de deuda

Bankia y Rato es otro de los asuntos que ocupan y preocupan a la prensa. Rato señalaba que "la salida a bolsa es la mejor oportunidad para invertir en Bankia" como nos cuenta Expansión. En Cinco Días esta información está titulada: "Las cajas apuestan por crear bancos malos para acceder a capital privado".

Llama la atención en El Economista una entrevista a José Miguel Contreras, Consejero Delegado de La Sexta, quien declara que "no es la tele de Roures", sino de los accionistas. Según esta entrevista en la televisión amiga del Gobierno están preocupados por el concurso de acreedores en el que se ve inmerso Mediapró (uno de los accionistas mayoritarios) aunque, dice el Consejero Delegado de La Sexta, el proceso está en buenas manos.

Los titubeos y cabriolas de Salgado explicando por qué mantiene su previsión de crecimiento para 2011 en el 1,3% del PIB, pese a que no se creará empleo y el consumo seguirá bajando, es el otro asunto de portada para todos los periódicos nacionales.

http://www.libremercado.com/2011-04-07/ ... 276419700/ (http://www.libremercado.com/2011-04-07/frankfurter-allgemeine-teme-que-espana-sea-el-vortice-de-la-crisis-de-deuda-1276419700/)

Não vale a pena por a culpa nos Portugueses, o contágio não explica tudo, a culpa é da economia espanhola, que estava assente num boom imobiliário que estoirou.

Cumprimentos.
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: old em Abril 07, 2011, 10:35:46 pm
Citação de: "Luso-Efe"
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'Frankfurter Allgemeine' teme que España sea el "vórtice" de la crisis de deuda.



Não vale a pena por a culpa nos Portugueses, o contágio não explica tudo, a culpa é da economia espanhola, que estava assente num boom imobiliário que estoirou.

Cumprimentos.

 :roll:
Título: Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
Enviado por: Luso-Efe em Abril 09, 2011, 07:54:03 pm
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“No voy a cargarme Cataluña para salvar los deberes del Estado español”

El presidente de la Generalidad, Artur Mas, advierte al Gobierno: “No subiremos los impuestos” y “no iremos más allá del 10% [de ajuste en el gasto]. Pagadnos lo que nos debéis y entonces ya veremos”.

Martes, 5 de abril de 2011 | 21:29

El presidente de la Generalidad, Artur Mas, ha vuelto a advertir al Gobierno de que no piensa subir los impuestos, ni tampoco aplicará un ajuste del gasto autonómico mayor del 10% previsto, a pesar de los continuos avisos por parte del Ejecutivo nacional. “Hasta aquí llegaremos, y a partir de aquí, el problema no es solo nuestro, es de todos”, ha subrayado Mas, en tono desafiante.


El presidente de la Generalidad, Artur Mas, durante la rueda de prensa de este martes (foto: TV3).
“Le estamos diciendo al Gobierno que somos gente que haremos los deberes, que sabemos que la inercia anterior hay que corregirla, nuestro proceso de ahorro y austeridad es muy rotundo y muy serio, y nunca nadie lo ha hecho antes en Cataluña. Pero también le decimos que no iremos más allá del 10%. Nos pedís que vayamos mucho más allá, pero nos debéis dinero [en referencia a los 1.450 millones del Fondo de Competitividad de 2011], y cuando uno le debe dinero a alguien lo que no puede hacer es ponerle deberes. Pagadnos lo que nos debéis y entonces ya veremos“, ha señalado en la rueda de prensa posterior al Consejo Ejecutivo de este martes.

Ve coherente votar ‘sí’ en los referendos y ‘no’ en la Cámara autonómica

Mas también ha asegurado que “no dejaremos de reclamar al Gobierno todo lo que se nos debe y no ir más allá de una presión que se nos hace para quitarse ellos de encima una parte del déficit y colocárnosla a nosotros, y además debiéndonos dinero. [...] Si nos quieren hacer ir más allá y poner en cuestión la esencia de nuestro Estado del Bienestar de Cataluña y de la modernización de nuestro país, lo que no hará el gobierno [autonómico] de Cataluña ni haré yo como presidente [autonómico] del país [Cataluña] es cargarme Cataluña para salvar los deberes del Estado español“.

Respecto a su voto a favor de la independencia de Cataluña en el referendo de Barcelona, el líder de CiU ha explicado que ha preferido hacerlo “sin cámaras, ni parafernalia”, sino “como un ciudadano más”, y ha defendido la coherencia de s