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Economia => Portugal => Tópico iniciado por: Marauder em Julho 06, 2006, 08:47:45 pm

Título: EDP: Notícias
Enviado por: Marauder em Julho 06, 2006, 08:47:45 pm
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EDP investe 200 M€ em biomassa florestal

A EDP – Bioeléctrica, empresa detida em partes iguais pela EDP e Celulose do Caima (Grupo Altri), vai avançar com um plano de investimentos na ordem dos 200 milhões de euros (M€) para criar uma rede de sete centrais de produção de energia a partir de biomassa florestal, num total de 120 megawatts (MW).


Neste projecto, indica um artigo do Jornal de Negócios esta quinta-feira, «a EDP-Bioléctrica vai utilizar os PIP – Pedidos de Informação Prévios que foi angariando, junto da Direcção-Geral de Geologia e Energia (DGGE), ao longo dos últimos anos».

06-07-2006 7:59:37


de:
http://www.record.pt/noticia.asp?id=713722&idCanal=11 (http://www.record.pt/noticia.asp?id=713722&idCanal=11)
Título:
Enviado por: Marauder em Setembro 03, 2006, 09:39:53 pm
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EDP acredita liberalização vai desenvolver sector eléctrico

A EDP avançou esta sexta-feira com a primeira proposta comercial para os clientes do segmento doméstico, antecipando-se às empresas concorrentes, por acreditar que a liberalização do mercado e a concorrência vão ter como consequência o desenvolvimento do sector.


«Gostaríamos de realçar o nosso empenho em participar activamente neste mercado desde o primeiro momento, já que acreditamos no papel fundamental que a liberalização e a introdução de concorrência trarão para o desenvolvimento do sector», afirmou à Lusa o presidente-executivo António Mexia.

O responsável espera ainda que a liberalização e a introdução de concorrência no segmento da baixa tensão normal (BTN), que corresponde à generalidade dos clientes residenciais e das pequenas empresas, se traduza numa maior eficiência das empresas e na introdução de inovação.

A EDP sublinha que, como operador de referência em Portugal, assume especiais obrigações no desenvolvimento e na participação activa no processo de liberalização.

A EDP afirma que tem sido assim ao longo do tempo e desde a primeira fase de abertura do mercado há já quase sete anos.

Com a abertura do mercado aos clientes de baixa tensão normal, completa-se a liberalização do sector de electricidade, dando-se a todos os clientes, a partir de segunda-feira, a oportunidade de escolher o seu fornecedor eléctrico.

A EDP, enquanto operador de redes, foi a responsável pelo sistema informático que permitirá aos clientes mudarem de fornecedor, tendo investido 5,3 milhões de euros, valor que será recuperado através da tarifa.

«Este é um dos sistemas mais completos e eficientes já desenvolvidos a nível europeu, com o qual será possível assegurar, num curto espaço de tempo, a mudança de clientes entre operadores», refere a EDP.

Diário Digital / Lusa

01-09-2006 19:57:00


de:
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro%5 ... news=71140 (http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro%5Fdigital/news.asp?section_id=6&id_news=71140)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 03, 2006, 09:10:12 am
EDP investe 73 milhões em parques eólicos em Espanha

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A Neo Energía, participada da EDP e da HC Energía, iniciou esta segunda-feira a operação de quatro parques eólicos em Burgos, que abrangem seis municípios espanhóis.
Os quatro parques, denominados «Eólica La Brújula», totalizam uma potência instalada de 73,5 MW e representaram um investimento de 73 milhões de euros, comunicou a empresa.

Com este parque a Neo Energia, responsável pela gestão do negócio de energias renováveis do grupo EDP, superou os 1.230 MW de potência eólica instalada. A empresa ocupa já «um lugar muito destacado no panorama das energias renováveis na Península Ibérica, onde possuiu uma quota de mercado superior a 10%, e que consolida o Grupo EDP como o quinto operador mundial neste segmento».

A Neo Energía registou em 2005, ano em que foi constituída, uma forte expansão com a compra da filial espanhola da holandesa Nuon, incorporando assim 274 MW de potência instalada e mais de 1.100 MW em diferentes fases de desenvolvimento.

Iniciou igualmente, no passado mês de Maio, a construção dos parques eólicos de Le Gollot y Keranfouler, em França, a que se juntou depois o parque eólico de Plouvien. No total, somam 30 MW naquela que é a primeiro incursão da companhia fora da Península Ibérica. Os planos do Grupo passam por deter, em 2010, uma potência instalada 500 MW fora de Espanha e Portugal, altura em que prevê deter uma potência global de mais de 3.000 MW.

De acordo com a EDP, «o crescimento este ano continuou a um ritmo elevado. Além do parque inaugurado esta segunda-feira, acrescem ainda outros projectos importantes como o parque eólico de Belchite, em Aragão, que representou o MW número 1.000 da companhia».

Além da energia eólica, a Neo Energía produz também electricidade a través de outras fontes em regime especial como as mini-hídricas, cogeração, resíduos e Biomassa num total de 145 MW.


http://www.agenciafinanceira.iol.pt/not ... iv_id=1728 (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=729256&div_id=1728)
Título:
Enviado por: Doctor Z em Outubro 03, 2006, 09:33:28 am
Queria perguntar apenas uma coisa. Fora de Portugal, quais serão os
investimentos do Grupo EDP (participações em empresa, empresas
próprias, etc ...) ?
Título:
Enviado por: manuel liste em Outubro 03, 2006, 09:40:03 am
Citação de: "Doctor Z"
Queria perguntar apenas uma coisa. Fora de Portugal, quais serão os
investimentos do Grupo EDP (participações em empresa, empresas
próprias, etc ...) ?


En España tiene la gestión de la compañía eléctrica Hidrocantábrico, situada en Santander y que es una de las empresas de electricidad más importantes del país tras Endesa, Iberdrola, Fenosa y Viesgo.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 03, 2006, 11:11:56 am
Site da EDP, que complementa o que o sr. manuel liste, disse e muito bem.

http://www.edp.pt/EDPI/Internet/PT/Grou ... its/UN.htm (http://www.edp.pt/EDPI/Internet/PT/Group/AboutEDP/BusinessUnits/UN.htm)
Título:
Enviado por: Doctor Z em Outubro 03, 2006, 11:31:43 am
Obrigado pela informação !
Título:
Enviado por: André em Setembro 25, 2007, 09:11:18 pm
EDP inaugura 1º parque eólico nos EUA

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A EDP inaugurou segunda-feira o parque eólico de Prairie Star, nos Estados Unidos, o primeiro desde que a adquiriu a empresa Horizon Wind Energy, num investimento de 129 milhões de euros, anunciou hoje a Energias de Portugal.

Em comunicado, a energética refere que, «através da sua empresa de energia eólica para o mercado norte-americano, Horizon Wind Energy, inaugurou ontem [segunda-feira] o parque eólico de Prairie Star, no Estado do Minnesota, com uma potência instalada de 100,65 MW e que representou um investimento de 182 milhões de dólares (129 milhões de euros)».

Este empreendimento, «o primeiro a ser inaugurado desde que o grupo EDP adquiriu a Horizon em Julho deste ano, «abrange os municípios de Clayton, Bennington, Marshall e Grand Meadow e, quando estiver totalmente operacional, em Dezembro de 2007, irá gerar 362.000 MW/h de energia limpa, o suficiente para abastecer cerca de 36 mil casas da região e evitando a emissão anual de 290 mil toneladas de C02», refere a EDP.

A nota acrescenta que a electricidade produzida será adquirida pela Great River Energy of Elk River, segundo maior fornecedor de electricidade no estado do Minnesota.

Quando o parque de Pairie Star estiver totalmente operacional, acrescenta a EDP, a Horizon Wind Energy «passará a deter um total de 821 MW de capacidade líquida instalada em todo o mercado dos EUA, bem como mais de 500 MW em construção».

A Horizon Wind Energy é detida em 100 por cento pela energética portuguesa.

Diário Digital / Lusa
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Enviado por: André em Setembro 28, 2007, 04:54:51 pm
EDP inaugura fase II de parque eólico no Illinois

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A EDP, através da subsidiária Horizon Wind Energy, inaugura hoje no centro do Estado de Illinois, a fase II do parque eólico de Twin Groves, que, à semelhança da fase I, contará com uma potência instalada de 198 MW, perfazendo assim um valor total de 396 MW e um investimento global de 600 milhões de dólares.

Num comunicado, a eléctrica nacional refere que Twin Groves II é o segundo parque eólico que a EDP inaugura esta semana, tendo o primeiro – Prairie Star – sido lançado na passada segunda-feira, dia 24 de Setembro, no estado do Minnesota.
O parque, no seu conjunto, será composto por 240 turbinas Vestas V82 de 1,65 MW, cada. A primeira etapa do projecto - Twin Groves I, também com uma potência instalada de 198 MW - entrou em operação em Março deste ano, estando a fase II totalmente operacional em Janeiro de 2008.

Cobrindo os municípios de Arrowsmith, Cheney’s Grove e Dawson, o parque de Twin Groves irá produzir, na sua totalidade, 1, 3 mil milhões de KW/h de energia renovável, a electricidade necessária para abastecer 120.000 casas na região, o que evitará a emissão anual de cerca de 1 milhão e meio de toneladas de CO2.

Segundo acrescenta a nota da eléctrica portuguesa, a energia produzida em Twin Groves será vendida à rede eléctrica em mercado aberto, e as receitas geradas pelo imposto de propriedade decorrente da instalação do parque, «irão beneficiar directamente as escolas, hospitais, unidades de bombeiros e serviços administrativos locais».

Diário Digital
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Enviado por: André em Dezembro 19, 2007, 06:59:17 pm
EDP compra projecto de parques eólicos na Polónia

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A EDP comprou um conjunto de projectos para o desenvolvimento de parques eólicos na Polónia, num investimento que pode ir até 94,88 milhões de euros, anunciou a empresa de energia portuguesa em comunicado divulgado pela Comissão de Mercado de Valores Mobiliários.

A NEO - Nuevas Energías del Occidente, empresa do grupo EDP para o desenvolvimento de projectos no sector das energias renováveis, comprou hoje a Relax Wind Parks por 54 milhões de euros acrescidos de uma «comissão de sucesso» média de 40 mil euros por megawatt.
Os projectos eólicos objecto desta transacção têm uma capacidade total de 1.022 megawatts, pelo que o custo dessa comissão pode ir até aos 40,8 milhões de euros, fazendo com que o investimento total possa atingir os 94,88 milhões de euros.

Em conferência de imprensa, o presidente executivo da EDP, António Mexia, disse que essa comissão significa que que à medida que os megawatts forem sendo instalados, a EDP vai pagando mais 40 mil euros por cada unidade instalada.

Este é «um valor muito competitivo a nível do mercado europeu», afirmou Mexia, referindo-se a essa comissão adicional.

As acções da EDP fecharam hoje na bolsa de Lisboa a cair 1,53% para 4,51 euros.

Diário Digital / Lusa
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Enviado por: André em Dezembro 21, 2007, 06:25:32 pm
EDP lança concurso internacional para reforço de central do Alqueva

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A EDP - Energias de Portugal anunciou hoje que lançou o concurso público internacional para o reforço da potência da barragem do Alqueva, em 240 megawatts (MW), estando o inicio da construção previsto para Junho de 2008.

«A EDP enviou para publicação no Jornal Oficial da União Europeia o anúncio para o concurso público internacional da empreitada geral de construção do reforço de potência da central de Alqueva», afirmou fonte oficial da EDP à Lusa.

A EDP afirma ainda que, em Janeiro do próximo ano, será lançado o concurso público internacional para o fornecimento de equipamentos, com o que se completará contratualmente o requerido para a execução deste empreendimento.

A central hidroeléctrica de Alqueva será reforçada com uma potência de 240 MW, estando previsto o início da construção em Junho de 2008.

O acto público de assinatura entre a EDP e a EDIA do contrato de exploração das centrais hidroeléctricas de Alqueva e Pedrógão e da sub-concessão do domínio hídrico foi assinado a 24 de Outubro deste ano.

Diário Digital / Lusa
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Enviado por: comanche em Janeiro 31, 2008, 11:22:39 pm
Energia: EDP Renováveis será em 2010 segunda maior empresa mundial cotada a operar no sector

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Porto, 30 Jan (Lusa) - A EDP Renováveis, que deverá entrar em bolsa a partir de Maio, será em 2010 a segunda maior empresa mundial cotada a operar no sector, depois da espanhola Iberdrola, estimou hoje o presidente executivo da EDP.

Segundo António Mexia, a empresa - criada em Dezembro de 2007 - ocupa actualmente o quarto lugar em termos de capacidade instalada (depois da Iberdrola, Acciona/Endesa e FPL), mas até 2010 chegará ao número 3 da tabela.

"Estamos com a taxa de crescimento mais elevada entre os `players` de topo. Tivemos a visão certa. Estamos adaptados a um mundo verde e bem equipados para aquilo que se espera deste sector", frisou o responsável em conferência de imprensa no Porto.

Para Mexia, o `timing` escolhido para a Oferta Pública Inicial (IPO) da EDP Renováveis é assim "o certo", tendo em conta a posição de liderança, o crescimento dos resultados, o investimento intensivo e a manutenção do `rating`.

"É a companhia com menos risco relativamente à média do sector e, ao mesmo tempo, aquela que está a crescer e investir mais, ao ritmo do dobro da média do sector", sublinhou.

De acordo com o presidente executivo da empresa, a OPV - que deverá estar em condições para avançar a partir de Maio - irá financiar o esforço financeiro da empresa e aumentar a visibilidade e transparência do valor, facilitando o acesso ao mercado para aumentar o crescimento.

Com o IPO, a EDP vai proceder a um aumento de capital entre 20 a 25 por cento, conforme as condições do mercado.

A partir de 2010, a empresa estima crescer 1.200 MW por ano.

Entre os planos de crescimento da EDP no campo das renováveis, Mexia destacou a expansão eólica fora dos mercados actuais, nomeadamente na América do Norte e Central (México e Canadá), bem como América do Sul (Brasil).

Ao nível da União Europeia (UE), a estratégia da EDP passará pela prospecção em mercados adjacentes com potencial de crescimento atractivo, tal como Itália, Reino Unido e Irlanda.

"A prospecção de `pipeline` na Europa de Leste está em estado menos avançado", disse António Mexia, acrescentando que o objectivo nesta zona é aproveitar a plataforma na Polónia para expandir para os mercados vizinhos.

O objectivo, de acordo com a EDP, é focar em mercados atractivos em termos de estabilidade, retorno e crescimento potencial, alavancando as competências e escalas da EDP.

Título:
Enviado por: comanche em Fevereiro 01, 2008, 02:13:51 pm
Energia: EDP vai investir mais de 900 ME no sector hídrico nos próximos 3 anos


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Lisboa, 01 Fev (Lusa) - A EDP-Energias de Portugal tem um plano de investimentos para o próximo triénio de mais de 900 milhões de euros para o sector hidroeléctrico, afirma hoje a empresa em comunicado.

Nesse sentido, assinou um protocolo com a Faculdade de Engenharia do Porto de colaboração técnico-científica para apoio a trabalhos de investigação no domínio da tecnologia do betão, aplicado em grandes obras hídricas.

A Faculdade de Engenharia do Porto fica ainda responsável pró realizar ensaios solicitados pela EDP para o estudo de composições, para o controlo de qualidade do betão aplicado nas suas obras, e para ensaios de caracterização e diagnóstico de patologias do betão.

A EDP refere que este protocolo, de acordo com a sua nova linha de orientação, reforça a cooperação da empresa com o exterior e permite focar os meios internos nas competências críticas para a consecução dos objectivos consagrados no Plano de Negócios.

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Enviado por: comanche em Fevereiro 18, 2008, 09:10:44 pm
Energia: Produção eólica da EDP duplicou em 2007 e vendas de electricidade e gás subiram 3%


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Lisboa, 18 Fev (Lusa) - A produção de energia eólica da EDP duplicou em 2007, num ano em que a empresa de energia registou melhorias nas quantidades vendidas de electricidade e gás, segundo um comunicado hoje divulgado.

A nota publicada pela Comissão de Mercado de Valores Mobiliários mostra que a produção de energia eólica subiu 99,7 por cento, para 3,8 gigawatts, ao mesmo tempo que a distribuição de electricidade na Península Ibérica (único mercado europeu onde distribuem essa energia) cresceu 2,9 por cento, para 56,5 mil gigawatts.

Os dados mostram ainda que a distribuição de electricidade no Brasil aumentou 4,5 por cento.

No segmento do gás, o negócio também melhorou: o volume distribuído subiu 3,6 por cento para 22,7 mil gigawatts.

A subida dos volumes distribuídos foi acompanhada pelo aumento do número de clientes: na electricidade em Portugal e Espanha aumentou 1,2 por cento e no gás cerca de cinco por cento.

No mesmo ano, a capacidade eólica instalada da EDP mais do que duplicou, para 3.640 mega watt.

Para essa melhoria contribuiu a norte-americana Horizon, comprada pela EDP, cuja actividade começou a ser consolidada a partir de Julho.

Só na Europa, essa capacidade instalada cresceu 61 por cento, também a beneficiar do crescimento de 25 por cento no mercado espanhol.

Os resultados consolidados anuais da EDP, relativos a 2007, serão divulgados a 6 de Março, após o fecho do mercado.

Título:
Enviado por: comanche em Fevereiro 23, 2008, 11:07:18 pm
Energia: EDP diz que central de Lares vai estar pronta no prazo previsto


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Lisboa, 22 Out (Lusa) - A EDP - Energias de Portugal garante que a construção da central de ciclo combinado de Lares está dentro do prazo e começará a fornecer energia à rede em Agosto de 2009.

A primeira pedra da central de Lares, na Figueira da Foz, foi lançada a 15 de Junho do ano passado e, na altura, o presidente-executivo da eléctrica, António Mexia, afirmou que começaria a funcionar a 14 de Agosto de 2009.

Actualmente, estão a ser feitos os trabalhos de construção, devendo os equipamentos electromecânicos principais ser instalados no segundo semestre deste ano.

Depois do lançamento da primeira pedra em 15 de Junho de 2007, a construção da Central de Ciclo Combinado a gás natural de Lares avança em muito bom ritmo, com todos os objectivos previstos no seu exigente cronograma de realização cumpridos.

"De uma situação actual de 150 pessoas em obra, rapidamente se passará para um pico de 900 trabalhadores, de forma a que os ensaios de colocação em serviço se iniciem no primeiro trimestre de 2009", afirmou fonte da empresa à Lusa.

"O primeiro Grupo de Lares fornecerá energia à rede já em Agosto de 2009 e o segundo passado um mês, ou seja, cerca de um ano e meio antes de qualquer outra central de ciclo combinado que se venha a construir em Portugal", acrescentou a mesma fonte.

O investimento global na central de ciclo combinado da EDP em Lares ascende a 405 milhões de euros, representando uma potência total de 862 MW.

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Enviado por: comanche em Março 05, 2008, 03:28:15 pm
Energia: Horizon Wind, da EDP, estuda entrada no mercado da energia solar nos Estados Unidos

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Washington, 05 Mar (Lusa) - A Horizon Wind Energy, subsidiária da EDP para a energia eólica nos Estados Unidos, está a estudar a possibilidade de alargar a sua actividade à energia solar quando existirem condições de mercado, afirmou o presidente-executivo da empresa, António Martins da Costa.

"Estamos a analisar outras tecnologias, em particular a solar, embora não haja ainda condições para a energia solar nos Estados Unidos, pois não é uma tecnologia madura e os incentivos são iguais aos dados à energia eólica", afirmou numa entrevista com jornalistas portugueses à margem da Conferência Internacional de Energias Renováveis de Washington (WIREC 2008).

"Estamos a analisar oportunidades e quando as condições de mercado o justificarem, estaremos lá", acrescentou.

A Horizon Wind Energy, comprada pela EDP em Julho do ano passado, tem já 1.500 megawatts de capacidade instalada em operação, mas conta com uma carteira de projectos de mais de 10.000 MW.

Em 2007, a Horizon foi a segunda empresa que mais megawatts instalou nos Estados Unidos, ocupando o terceiro lugar do "ranking" das empresas com mais capacidade instalada no país.

O potencial dos Estados Unidos em termos de energias renováveis é enorme e os actuais candidatos à Casa Branca com maiores probabilidades de vencerem - Barak Obama, Hillary Clinton e John Mccain - têm tido um discurso de grande abertura e de grande apoio ao reforço das energias renováveis no país, explicou Martins da Costa.

"O mercado é muito concorrencial, mas há espaço para todos", afirmou o responsável.

"As energias renováveis são as que mais vão crescer nos próximos anos para fazer face a um crescimento do consumo anual de 4 por cento", referiu.

Os Estados Unidos têm uma capacidade eólica instalada de 16.000 MW, dos quais 1.500 MW são da Horizon, mas isso representa apenas 1 por cento da capacidade instalada total.

Até 2015, o potencial eólico vai passar para 60.000 MW, mas mesmo assim continuará a representar apenas 3 por cento da capacidade instalada total.

Actualmente, a Horizon tem 11 parques eólicos em seis Estados, mas está já a construir mais parques em outros 11 Estados norte-americanos.

Martins da Costa assegura que a Horizon tem aerogeradores garantidos para todos os projectos em carteira previstos para 2008, 2009 e metade de 2010.

Para o período após 2010, a Horizon está a negociar a compra de turbinas em conjunto com a NEO, a subsidiária da EDP para as energias renováveis na Europa.

O mercado de aerogeradores está actualmente sobre uma forte pressão devido à elevada procura, mas Martins da Costa refere que as previsões apontam para um normalização da situação dentro de 3 a 5 anos.

A Horizon tem como objectivo construir 600 MW de capacidade eólica por ano, mas esse valor foi largamente ultrapassado o ano passado.

Martins da Costa afirma que o novo plano de negócios será apresentado quando se realizar a entrada em bolsa (IPO) da EDP Renováveis, prevista para Maio deste ano.

De acordo com os últimos dados revelados no Investor Day da EDP, a Horizon Wind Energy espera ter em 2010 uma capacidade instalada de 3.400 MW, crescendo em média 57 por cento ao ano.

Após 2010, a Horizon espera instalar mais de 800 MW por ano.

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Enviado por: comanche em Março 26, 2008, 06:15:58 pm
Energia: A EDP Renováveis está atenta à evolução dos mercados chinês e indiano

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Lisboa, 26 Mar (Lusa) - A EDP Renováveis anunciou hoje que está atenta à evolução dos mercados chinês e indiano, deixando "a porta aberta" à possibilidade de poder vir a entrar nestes países, mas só se "as condições o justificarem".

"A subsidiária do grupo EDP para as energias renováveis está atenta à evolução dos mercados chinês e indiano", disse a presidente executiva da empresa, Ana Maria Fernandes, frisando que "a China e a Índia são sempre uma interrogação. Estaremos atentos à sua evolução para as renováveis e estaremos lá quando e se for o caso".

A responsável pela EDP Renováveis, que falava na III Conferência sobre Energias Renováveis, hoje organizada pelo Diário Económico, declarou que "a China e a Índia são sempre uma interrogação. Estaremos atentos à sua evolução para as renováveis e estaremos lá quando e se for o caso".

Além disso, referiu que os EUA vão ser o mercado com maior crescimento na próxima década.

"Se queremos estar à frente, não podemos deixar de estar bem implantados" nos Estados Unidos, adiantou Ana Maria Fernandes.

Segundo a gestora, a EDP pretende alcançar 65 porc ento da capacidade de produção a partir de renováevis em 2015.

"Em 2007, este valor era de 39 por cento", salientou.

Neste sentido, a subsidiária da EDP espera aumentar em cerca de 1200 mega wattsque a sua capacidade de produção de energia eólica.

Para Ana Maria Fernandes, hoje em dia, "é indubitável" que o mundo está a mudar"muito rapidamente".

"Este sector [das renováveis] é uma oportuniadde de negócio e não deve servisto como uma ameaça", disse, salientando que em 2050 "temos de ter uma economia e um mundo de baixo carbono (CO2)", sublinhou.

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Enviado por: André em Março 31, 2008, 09:05:58 pm
EDP investirá 7 M€ este ano em medidas eficiência energética

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A EDP vai investir este ano 7 milhões de euros em medidas de apoio à eficiência energética, com os quais espera conseguir poupanças de 47 milhões de euros na factura de electricidade a pagar pelos consumidores.

A eléctrica apresentou hoje as medidas do Programa Eco para 2008, um programa que é co-financiado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energético (ERSE), com o qual pretende gerar poupanças em custos energéticos de 47 milhões de euros e evitar a emissão de 182 milhões de toneladas de dióxido de carbono (C02) para a atmosfera.

O investimento deste ano será financiado em cerca de metade pela ERSE, afirmou o presidente-executivo da EDP, António Mexia.

O Programa Eco de 2007, que implicou um investimento de 10 milhões de euros, dos quais 8 milhões financiados pela ERSE, resultou numa poupança de 43 milhões de euros e evitou a emissão de 150 milhões de toneladas de C02.

O administrador da EDP, Jorge Cruz Morais, afirmou durante a apresentação que os 17 milhões de euros investidos em medidas de eficiência energética durante 2007 e 2008 vão «proporcionar ao longo dos anos uma rentabilidade de 90 milhões de euros».

Entre as medidas de eficiência energética escolhidas pela EDP para este ano está a distribuição de 700 mil lâmpadas eficientes, a entrega de 100 mil multi-tomadas, que permite com apenas um botão desligar todos os aparelhos em casa, e a atribuição de 40 euros na compra de 7.500 arcas frigorificas eficientes.

Além destas medidas destinadas aos consumidores domésticos, a EDP vai avançar com medidas para as empresas, nomeadamente, auditorias energéticas em sete sectores de actividade, instalação de 450 variadores electrónicos de velocidade e correcção do factor de potência em 160 empresas industriais.

A EDP vai ainda continuar com a realização de acções de formação em 1.200 escolas do país e mantém a ronda pelo país do «Energy Bus» que chama a atenção para a questão da eficiência energética.

Para António Mexia a «eficiência energética é absolutamente essencial», estando-se no inicio de «uma revolução cultural e tecnológica».

A propósito do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo (PPEC), a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) realiza na próxima sexta-feira uma audição pública sobre a revisão das regras, onde serão também divulgadas as várias medidas implementadas pelas empresas.

Diário Digital / Lusa
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Enviado por: comanche em Abril 04, 2008, 12:21:34 pm
EDP está optimista com IPO da sua subsidiária de renováveis

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A EDP está optimista quanto a IPO (Oferta Pública Inicial) da sua subsidiária EDP-Renováveis, a quarta eólica mundial, e mantém a perspectiva de dispersá-la em Bolsa no início de Junho, afirmou Nuno Alves, Chief Financial Officer (CFO) da energética.

Diario Económico Online

Em entrevista à Reuters, o Chief Financial Officer (CFO) da EDP, Nuno Alves, admitiu que, apesar das condições de mercado estarem muito voláteis, estão "melhores do que há duas semanas atrás" para fazer este IPO que foi lançado em Janeiro último e prevê a dispersão de 20% a 25%t através de um aumento de capital.

"Estamos optimistas desde o início da operação. A nossa perspectiva continua a ser ir para o mercado algures, em Junho, no princípio de Junho", disse Nuno Alves.

"O nosso objectivo número 1 é, em Junho, fazer o IPO das renováveis pois continuamos a pensar que tem razão de ser, tem o seu espaço e tem a sua procura. A decisão de avançar ou não, só a tomaremos lá para Maio", adiantou o mesmo responsável.

Nuno Alves realçou que a EDP-Renováveis oferece aos investidores "um investimento exclusivamente em eólica, não tem contaminação de mais nenhum outro negócio e tem uma dimensão grande pois, se fosse cotada hoje no PSI 20, seria uma das três a cinco maiores".

"Tem também um perfil de risco baixo pois os ‘cash-flows’ são previsíveis e esta sua elevada previsibilidade dá para ter uma perspectiva de garantia de retorno melhor que o normal", disse.

O CFO lembrou ainda que a maioria da dívida da EDP-Renováveis é relativa a empréstimos da casa-mãe EDP e a intenção é que parte do encaixe deste IPO "seja para pagar a dívida à EDP e o restante para financiar o crescimento da EDP-Renovaveis.

Esta subsidiária de renováveis da EDP inclui a europeia NEO Energia e a americana Horizon comprada em 2007, integrando também uma mini
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Enviado por: comanche em Abril 07, 2008, 07:10:12 pm
EDP negoceia com árabes para renováveis

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Na sexta-feira passada, num hotel de Lisboa, o presidente executivo da EDP, António Mexia, fez uma pré- -apresentação a analistas de mercado sobre a operação de dispersão inicial (IPO) da EDP Renováveis em bolsa. Um projecto que poderá realizar-se já no início de Junho, caso as condições de mercado o permitam. Mas se não for oportuno, a eléctrica portuguesa tem um plano B, que passa pela venda directa a um ou dois investidores de uma parcela da empresa. O DN apurou que um destes investidores pode ser um grupo do Médio Oriente, com quem a eléctrica tem mantido contactos e que poderá vir a ser parceiro da EDP Renováveis. A mesma fonte não quis, contudo, adiantar mais pormenores sobre as negociações, nem sobre o nome do grupo em questão, apenas assegurando que as conversações têm corrido bem. Contactada pelo DN, fonte oficial da EDP disse apenas que não comentava o assunto.

Para já, a primeira prioridade da eléctrica é realizar o IPO da empresa de renováveis. E sobre esta operação o administrador financeiro da eléctrica, Nuno Alves, em entrevista à Reuters, defendeu que, apesar das condições de mercado ainda não serem as ideais, "já são melhores do que há duas semanas". Por isso, manifesta-se optimista quanto à sua realização até ao Verão. Mas sublinhou que a decisão de avançar ou não com a operação de dispersão de 20% ou 25%, através de um aumento de capital da EDP Renováveis, só será decidida em Maio.

Caso o mercado, nessa altura, estivesse "numa situação péssima que levasse a cancelar o IPO, a EDP teria alternativas". Uma delas "era arranjar um ou dois investidores para colocar uma parte da EDP Renováveis, 5% a 10%, em cada", afirmou o gestor. Isto porque um investidor de longo prazo sabe avaliar os activos em questão e poderia dar sempre um preço mais justo, explicou.

O encaixe da operação em bolsa serviria para a EDP Renováveis pagar à EDP dívidas relativas a empréstimos e para financiar o crescimento da empresa, que tem pela frente um ambicioso plano de investimentos, nomeadamente na energia eólica, não só em Portugal mas nos restantes países da Europa, onde já entrou, e nos Estados Unidos (ver caixa ao lado) e onde tem uma carteira de projectos para desenvolver.

Só em 2007, a EDP adquiriu 100% da Horizon, empresa líder no desenvolvimento, gestão e operação de parques eólicos no mercado norte- -americano, com mais de 3800 MW (megawatts) brutos de capacidade de produção em operação no final do ano passado e com um pipeline de projectos em 15 estados, com uma capacidade de produção total de 9000 MW. Ainda durante o ano passado, a EDP adquiriu na Polónia 100% da Relax Wind Parks.

A EDP Renováveis vai investir seis mil milhões de euros até 2010 só no desenvolvimento de projectos que lhe permitem aumentar a potência instalada para 7000 MW. Mas a empresa espera também desenvolver outros projectos na área do solar e das ondas, como já anunciou António Mexia, e está também em projectos de biomassa e de mini-hídricas.
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Enviado por: André em Abril 08, 2008, 07:40:36 pm
EDP compra parques eólicos em França

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A EDP Renováveis comprou parques eólicos já operacionais e outros em construção, em França, à EOLE 76 e à Eurocape, num negócio cujo valor global supera os 94 milhões de euros, anunciou hoje a empresa portuguesa.

A transacção foi feita por um [valor patrimonial] «equity value de 51,3 milhões de euros, (incluindo 8,5 milhões de euros de empréstimos accionistas) e a EDP Renováveis irá assumir 43,3 milhões de dívida financeira em project finance», refere a EDP.

Com esta operação, segundo dados da própria empresa, a EDP torna-se no terceiro operador eólico em França em termos de capacidade instalada, com 122 MW eólicos instalados.

A compra foi feita pela EDP Renováveis, através da NEO, e inclui três parques eólicos em operação na região da Normandia e diversos projectos de desenvolvimento de parques eólicos, maioritariamente localizados nas regiões da Normandia e Rhônes-Alpes.

A capacidade instalada bruta dos parques já operacionais é de 35 megawatts (MW) e um factor médio de utilização de 27 por cento, enqaunto nos parques em desenvolvimento o factor médio de utilização esperado é de 28 por cento, representando uma capacidade total de 560 MW.

Dos projectos em desenvolvimento, 8 MW estão em construção, 12,5 MW têm já todas as autorizações necessárias para construção e têm entrada em operação prevista entre 2009 e 2010, enquanto 43 MW têm já licenças de construção submetidas.

A EDP adianta, num comunicado divulgado ao mercado, que além dos valores referidos, «a NEO compromete-se a pagar um success fee pelos parques eólicos que obtenham licenças de construção até final de 2013».

A equipa de promoção de parques eólicos das empresas adquiridas continuará responsável por estes projectos reforçando a equipa da EDP Renováveis no mercado francês.

Diário Digital / Lusa
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Enviado por: comanche em Maio 06, 2008, 06:32:19 pm
Energia: EDP Renováveis analisa potencialidades de crescimento na energia solar


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Lisboa, 06 Mai (Lusa) - A EDP Renováveis está a analisar outras fontes de energia renovável depois da eólica, nomeadamente a solar, onde tem já um projecto em estudo de cerca de 200 megawatts, revelou hoje a empresa.

"Estamos a monitorizar as novas tecnologias e a mais adiantada é a energia solar que pode vir a ser objecto de uma segunda vaga nas energias renováveis, por isso estamos atentos", afirmou hoje a presidente-executivo da EDP Renováveis, Ana Maria Fernandes, durante a apresentação oficial da empresa.

A EDP Renováveis refere que existe um potencial de crescimento atractivo na energia térmica solar centralizada, estimando-se que a capacidade instalada possa crescer 30 por cento em Espanha e 21 por cento nos Estados Unidos até 2020.

A EDP Renováveis refere que tem um "pipeline" em estudo de cerca de 200 megawatts (MW), não revelando onde, e que está a analisar o desenvolvimento da regulação para concluir a sua viabilidade comercial.

O presidente-executivo da EDP, António Mexia, questionado sobre onde poderá investir em termos de energia solar afirmou que "os Estados Unidos são um bom país".

Relativamente a outras energias, a EDP Renováveis afirma estar a analisar um projecto-piloto de 2,25 MW em Portugal na energia das ondas e ter participado em estudos preliminares em França e em Portugal relativamente ao eólico off-shore (no mar).

A EDP Renováveis vai manter a estratégia de crescer para os países vizinhos partir dos três pólos já estabelecidos: Brasil, Estados Unidos e Península Ibérica.

"Gostamos de mercados com características de vento e regulatórias que tragam rentabilidade", afirmou António Mexia.

"Agrada-nos o Brasil para olhar para o resto da América Latina, vamos usar os EUA para olhar para o Canadá e a Polónia para olhar para os países à sua volta", acrescentou.

Referiu ainda o Reino Unido como um mercado óbvio mas já maduro e também a Grécia como países onde a EDP poderá investir.

A empresa tem actualmente uma capacidade instalada de 3.706 MW, pretendendo instalar em média 1,4 gigawatts (GW) por ano até 2012.

O objectivo é atingir os 10.500 MW de capacidade instalada em 2012.

No primeiro trimestre deste ano, a empresa instalou mais 2.090 MW, tendo aumentado a capacidade instalada em 129 por cento face a igual período do ano passado.

A EDP Renováveis é actualmente o quarto operador mundial e o líder em termos de crescimento da capacidade instalada.

É ainda o terceiro operador a nível europeu e o terceiro na Europa.

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Enviado por: comanche em Junho 09, 2008, 10:27:58 pm
Energia: EDP e argelina Sonatrach celebram acordo para possível parceria em países da América Latina


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Lisboa, 09 Jun (Lusa) - A EDP e a Sonatrach celebraram hoje em Argel um acordo de princípio que torna possível estender à América Latina a parceria estratégica que assinaram para os sectores da produção eléctrica e do gás natural na Península Ibérica.

O acordo de princípio visa para já a "identificação e análise de oportunidades de desenvolvimento conjunto de negócios nas áreas da electricidade e do gás natural em países da América Latina", informou hoje a EDP num comunicado ao mercado.

A EDP e a Sonatrach, empresa argelina que é um dos principais produtores mundiais de gás natural, prevêem assim a possibilidade de estender a parceria "de natureza não exclusiva" estabelecida, em Abril de 2007.

As duas empresas realçam que vão para já identificar oportunidades, tendo em conta o "potencial alinhamento estratégico dos interesses económicos das duas empresas naquela região".

A parceria entre a EDP e a Sonatrach assinada em 2007 contempla o fornecimento de gás natural à EDP para a comercialização no mercado ibérico e o fornecimento de gás natural para novos ciclos combinados de gás natural em que a Sonatrach participe como accionista.

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Enviado por: comanche em Setembro 21, 2008, 12:50:07 am
A EDP Renováveis prevê investir 500 milhões de euros na Andaluzia e 3 mil milhões em Espanha, disse hoje o CFO da empresa portuguesa, Rui Teixeira, numa conferência sobre investimentos hispano-luso.

09 Setembro 2008  

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A EDP Renováveis prevê investir 500 milhões de euros na Andaluzia e 3 mil milhões em Espanha, disse hoje o CFO da empresa portuguesa, Rui Teixeira, numa conferência sobre investimentos hispano-luso.

Rui Teixeira avançou que o investimento da participada da Energias de Portugal na província da Andaluzia deverá ser de 500 milhões de euros, em projectos de energias renováveis até 2012. Em Espanha, o investimento da EDP Renováveis deverá atingir os 3 mil milhões de euros, disse o responsável citado pela agência EFE.

O CFO da EDP Renováveis frisou que estes investimentos estão sujeitos às autorizações que forem concedidas para a construção de parques eólicos e elogiou a fixação de regras para a adjudicação da exploração dos parques eólicos levada a cabo pela Junta da Andaluzia.

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Enviado por: comanche em Setembro 21, 2008, 12:57:43 am
EDP arranca com maior parque eólico do Leste Europeu
2008-09-05

Ana Maria Gonçalves, em Margonin, Polónia
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É o maior parque eólico da Polónia. Mas também de toda a Europa de Leste. O arranque deste novo projecto da EDP Renováveis, em Margonin, com um total de 120 MW e que representa um investimento de 160 milhões de euros, marca a estreia da eléctrica nacional nesta região da Europa.

Com mais de mil megawatts de capacidade instalada programados para a Polónia até 2012 – o que se traduzirá num esforço financeiro de mais de mil milhões de euros – esta promete ser a plataforma de lançamento para os países vizinhos. Uma lista que integra a Roménia e a Bulgária, não só devido às características do seu quadro regulatório, mas também pelo seu potencial eólico.

De acordo com o presidente da EDP, António Mexia, estes mercados já estão a ser estudados. “É preciso que tenham condições estruturais de vento, como acontece em Margonin, com mais de 2.200 horas de vento por ano, um vento estável, bom para as eólicas, e também regulação, necessidade de energia verde, redução das emissões. A Roménia e outros que enunciei  têm essas características, com potencial de crescimento muito forte”, disse.

O passo seguinte é simples: “Em todos os mercados queremos estar no top 3, sendo primeiro, segundo ou terceiro operador”, afirmou o presidente da EDP. Na Polónia, considerada um dos seis principais mercados estratégicos, o objectivo é consolidar, a médio/longo prazo, uma posição de liderança no mercado polaco das energias renováveis, que detém apenas 200 MW eólicos instalados. “A grande maioria da energia da Polónia é produzida através do carvão e [o país] tem de resolver o seu problema de emissões. Estamos a contribuir para esse desafio”, disse.

A primeira fase do parque eólico de Margonin, com 20 megawatts, estará concluída ainda em 2008 e a segunda, com 100 megawatts, encontra-se prevista até ao final de 2009. Será constituído por 60 turbinas, fornecidas pela Gamesa, e irá produzir anualmente cerca de 260 mil  MWh de electricidade, o  equivalente ao consumo médio de mais de 50 mil famílias.


Crescimento passa por plataformas regionais  
O actual plano de negócios da EDP, que deverá ser revisto no próximo mês, previa a construção de 10.500 MW. Um objectivo que representa um compromisso de 1.400 MW por ano até 2012. A empresa, tem actualmente em operação cerca de 4.000 MW. A sua estratégia de internacionalização passa pela criação de plataformas regionais, a partir das quais são abordados os países vizinhos. É o caso de Portugal e Espanha, a partir dos quais chegou à França e à Bélgica. Segue-se a Polónia que servirá de trampolim para os mercados de Leste, como a Bulgária, Roménia e eventualmente Eslováquia. E do outro lado do Atlântico, os Estados Unidos servirão de referência para o México e Canadá. Mais a sul, o Brasil, onde a EDP Renováveis fez uma parceria com a Energia do Brasil, os olhos estão postos na Argentina e no Chile. A América do Sul, e mias concretamente o Brasil, é onde a estratégia da empresa está mais atrasada devido às dificuldades sentidas a nível regulatório
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Enviado por: Chicken_Bone em Outubro 17, 2008, 07:43:53 pm
EDP Renováveis entra na Roménia com compra da Renovatio e Cernavoda

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País tem elevado potencial
A EDP Renováveis chegou a acordo para a aquisição de 85% das empresas Renovatio Power e Cernavoda Power, que detêm projectos para a produção de energia eólica na Roménia num total de 736MW, anunciou a empresa portuguesa em comunicado.

«Estes projectos encontram-se em diferentes estados de desenvolvimento e situam-se em localizações com bom recurso eólico», explica a EDP Renováveis, adiantando que o valor pago pelas acções e suprimentos accionistas das empresas acima referidas é de 8,4 milhões de euros, estando previstos pagamentos posteriores de «success fees», condicionados à obtenção das autorizações necessárias para o início de construção de cada um dos projectos.

Empresa entra no mercado a liderar

«Esta aquisição enquadra-se na estratégia da EDP Renováveis de analisar a potencial expansão para novas zonas geográficas através de um rigoroso processo de selecção, tendo como objectivo obter um elevado crescimento de longo prazo, equilibrando o retorno e o risco das suas operações. Esta operação permitirá à EDP Renováveis obter uma posição de liderança no mercado romeno de produção de energia a partir de fonte eólica e irá aumentar as opções de crescimento da EDPR, expandindo a plataforma existente da EDPR no mercado da Europa de Leste com um elevado conhecimento local», acrescenta.

«A Roménia é um mercado com um elevado potencial para a produção eólica, encontrando-se ainda numa fase inicial de desenvolvimento com apenas 9MW em operação. A quota obrigatória aprovada pelo governo romeno no que se refere à posição relativa da produção de energia a partir de fontes renováveis no total da energia adquirida pelos
comercializadores locais, foi de 3,7% em 2007, subindo para 8,3% no período 2010-2012. Em 2007, a quota atingida ficou-se pelos 0,4%, devido à pouca oferta de energia renovável», conclui.


http://www.agenciafinanceira.iol.pt/not ... iv_id=1728 (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1003347&div_id=1728)
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Enviado por: comanche em Novembro 06, 2008, 10:21:43 pm
Obama dará melhores condições à EDP Renováveis para crescer nos EUA


A vitória de Barack Obama nas eleições dos EUA para a presidência foi aplaudida pela EDP Renováveis. O CFO da empresa, Rui Teixeira, acredita mesmo que a nova administração norte-americana vai dar melhores condições para o desenvolvimento das energias renováveis.

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A vitória de Barack Obama nas eleições dos EUA para a presidência foi aplaudida pela EDP Renováveis. O CFO da empresa, Rui Teixeira, acredita mesmo que a nova administração norte-americana vai dar melhores condições para o desenvolvimento das energias renováveis.

“Com Obama, a EDP Renováveis vai ter melhores condições para crescer nos EUA do que teve até agora”, declarou Rui Teixeira, na conferência de imprensa de apresentação de resultados, realizada hoje em Madrid, Espanha.

O responsável explicou que “temos a expectativa que os objectivos ambiciosos para as eólicas nos vários Estados podem passar para o Estado Federal, levando ao desenvolvimento das renováveis”.

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Enviado por: comanche em Novembro 06, 2008, 10:26:12 pm
EDP lucra 940 milhões, apesar da subida dos custos com a dívida



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EDP lucra 940 milhões, apesar da subida dos custos com a dívida

A Energias de Portugal (EDP) lucrou 940 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano. O aumento de 41,3% face a Setembro de 2007 superou as estimativas dos analistas e tem como principal razão a mais-valia obtida na venda em bolsa da EDP Renováveis em Junho último, que teve uma contribuição de 400 milhões de euros para os lucros.

Sem contar os efeitos extraordinários, positivos e negativos, os lucros da EDP teriam crescido 7% para os 714 milhões de euros.

Apesar desta evolução, a empresa não deixou de ser afectada pela crise financeira que se agravou em Setembro. Por um lado, o grupo EDP gastou 516,1 milhões de euros no pagamento de juros nos primeiros nove meses do ano. O agravamento de 38,7% face ao período homólogo é explicado pelo aumento da dívida, que em termos líquidos ascendia a 12,9 mil milhões de euros em Setembro, mas também pelo maior custo do dinheiro.

O custo médio da dívida do grupo subiu em 12 pontos-base para 5,7%. Não obstante a degradação destas circunstâncias, verificada já depois de Setembro, a empresa garante ter fundos disponíveis em caixa de 2800 milhões de euros e na semana passada conseguiu colocar uma emissão de 500 milhões de euros e está "confortável em liquidez", adiantou o administrador financeiro, Nuno Alves. Isto apesar de a EDP Renováveis esperar pagar mais para financiar novos projectos (ver caixa). O negócio das renováveis é o principal motor de crescimento da EDP com uma expansão de 52% da capacidade e a mais que duplicação da produção, sendo ainda o principal alvo do investimento que ascendeu a 1341 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, um acréscimo de 62% face a Setembro do ano passado.

O outro factor da crise que penalizou os resultados foi a desvalorização em bolsa das participações que a EDP tem no BCP e na Sonaecom que obrigou ao reconhecimento nas contas de menos-valias potenciais de quase 200 milhões de euros. |- A.S.
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Enviado por: comanche em Fevereiro 01, 2009, 04:50:09 pm
EDP Renováveis desenha modelo com a equipa de Obama

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[/A EDP Renováveis (EDPR) está optimista quanto à Administração americana liderada por Barack Obama, que tem uma enorme vontade política de reforçar o potencial de crescimento e o valor de mercado das renováveis nos EUA, disse Ana Maria Fernandes, Chief Executive Officer (CEO), em entrevista à Reuters.


A CEO adiantou que a EDPR, quarta eólica mundial em capacidade e que tem a americana Horizon Wind Energy, tem estado em contacto com a equipa económica de Barack Obama e participado com sugestões para o desenho do novo modelo de incentivos ao investimento nas energias renováveis.

"A nova administração norte-americana tem demonstrado uma enorme vontade política para reforçar o potencial de crescimento e de valor do mercado das energias renováveis nos EUA, sendo este um sector considerado prioritário e um dos pilares do pacote de estímulo à economia", disse em entrevista à Reuters.

"Por outro lado, e não menos importante, já foram reconhecidas as limitações do actual sistema de incentivos no mercado americano", referiu a CEO.

"No pacote de medidas que estão a ser discutidas, estão previstas soluções para ultrapassar estas questões como, por exemplo, os Investment Tax Credits (ITC), em substituição dos Production Tax Credit (PTC) e o federal Renewables Productios Standards (RPS)", afirmou.

O pacote de estímulo, que ontem passou numa Comissão do Congresso, prevê que os projectos de renováveis em 2009 e 2010 tenham um crédito fiscal ao investimento de 30% em vez do crédito fiscal à produção que normalmente é recebido em dez anos.

"Esta realidade vem reforçar a nossa convicção sobre o interesse e potencial do mercado norte-americano, que se transformou já em 2008 no maior do mundo", adiantou.

Em 2007, a EDPR comprou a Horizon por 2.000 milhões de dólares e depois fez uma forte expansão de capacidade nos EUA e na Europa, tendo encaixado 1.568 milhões de euros com o seu Initial Public Offer (IPO) de 25% do capital em 2008.

A EDP-Energias de Portugal - maior grupo industrial de Portugal - tem 75% da EDPR.

"Os sinais são claros. Quer a Europa, quer agora os EUA demonstram um efectivo compromisso na definição e no cumprimento de metas ambiciosas (quanto a renováveis)", afirmou.

"A EDPR está hoje presente em oito países, com activos de qualidade e um vasto pipeline para alimentar o seu crescimento nos próximos anos", afirmou Ana Maria Fernandes.

Lembrou que a EDPR, depois de instalar 1.500 MW em 2007, o ano passado construiu 1.413 MW e já tem cerca de 800 MW em construção no início deste ano.  

"A nossa capacidade de execução é indiscutível, estando totalmente em linha com o nosso objectivo para 2012, sendo que temos a flexibilidade para poder ajustar o ritmo anual", disse.

A CEO lembrou que, em 2008, a produção da EDPR aumentou 78 pct para 7.804 GW, em linha com a sua expectativa, e iniciou o ano de 2009 a gerir um portfolio de mais de 5.000 MW.  

"Por outro lado, mais uma vez, registamos valores de load factors superiores à media dos diversos mercados", afirmou.

Explicou que, "desde o início foi comunicado que em 2008 o perfil de construção levaria a que a maior parte da nossa capacidade seria instalada muito próxima do final do ano".  

"Assim, a contribuição dos cerca de 900 MW que construímos no último trimestre seria sempre marginal para a produção anual de 2008", realçou.

"Não temos dificuldades de financiamento. Temos o conforto e compromisso do nosso accionista maioritário EDP em financiar o desenvolvimento do negócio", referiu.

"Sendo esta aliás o principal destino do programa de investimento da EDP, para além de poder recorrer ao mercado de dívida e ao Project finance", acrescentou.

Realçou que, "por outro lado, o IPO da EDPR, tendo sido o maior realizado na Europa Ocidental no ano 2008, permite que hoje a empresa tenha um balanço sólido, adequado à concretização do seu Plano de Negócio".

"Em Setembro de 2008, a dívida líquida da EDPR era de 513 milhões de euros, ou seja, menos de 10% do nosso Entreprise Value, valores que nos deixam confortáveis", afirmou.

"O custo médio dessa dívida era de 5,5%. Refiro igualmente que o actual aumento dos spreads deverá ser mitigado pela redução das taxas de juro", afirmou a CEO.

Realçou que, "a crise financeira e económica veio trazer novos desafios e colocar em causa os equilíbrios anteriores", adiantando: "o mercado das turbinas não está imune".  

"No contexto actual, há um maior equilíbrio do poder de mercado entre compradores e fornecedores. (Mas) conforme anteriormente comunicado, a EDPR tem coberto as necessidades para o ano de 2009 e 80% para 2010", afirmou.  

A EDPR está a recolher os frutos da estratégia dos últimos anos em relação aos fornecedores de turbinas - diversidade, flexibilidade, não envolvimento industrial - "estando-se a rever as condições de fornecimento para as ajustar à nova realidade.


http://www.oje.pt/noticia.aspx?channeli ... A861F2F312 (http://www.oje.pt/noticia.aspx?channelid=C32FD067-0BC2-4366-9A04-208E8B2DB854&contentid=4D582065-8B06-45F0-B23A-E8A861F2F312)
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Enviado por: comanche em Fevereiro 21, 2009, 11:42:00 pm
EDP e Stanley Ho criam empresa de energias limpas para a China


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A EDP e Stanley Ho criaram uma empresa de consultadoria no sector das energias limpas, especialmente vocacionada para a China. Este pode ser o primeiro passo para a entrada da eléctrica portuguesa no mercado da produção energética no Continente

Emanuel Graça

EDP – Energy Solutions Asia: assim se chama a empresa criada pelo grupo português EDP e o empresário Stanley Ho, vocacionada para o mercado das energias limpas na República Popular da China. O objectivo é proporcionar serviços de consultadoria neste campo. Sessenta por cento do capital pertence à EDP e 40 por cento a uma empresa integrada no universo da Shun Tak, controlada por Stanley Ho.
De acordo com o director executivo da nova empresa, Marques da Cruz, “há grandes oportunidades na Ásia, em geral, e na China, em particular”, no campo das energias limpas. Aqui, integram-se não só as energias renováveis – onde a EDP tem elevado “know how”, especialmente no campo da produção energética eólica, onde é a quarta maior empresa mundial em termos de dimensão –, mas também outras áreas como a eficiência das redes de transporte energético e a redução de emissões poluentes.
Com esta nova parceria, a EDP reforça a sua posição na Ásia, onde opera com uma participação na CEM – Companhia de Electricidade de Macau. No entanto, a eléctrica da RAEM não terá qualquer participação na EDP – Energy Solutions Asia, seja ao nível de capital ou de cedência de profissionais, confirmou Marques da Cruz.

Objectivos
A EDP Energy Solutions Asia está sedeada em Macau, embora tenha um gabinete operacional na capital chinesa. Em termos de equipa, terá uma geometria elástica, em função do número de projectos. “Apesar de haver pessoas de enquadramento” provenientes da EDP, o objectivo é “formar quadros da região”, assegura Marques da Cruz, o homem-forte da eléctrica portuguesa para a Ásia, que, nesse contexto, vai assumir no próximo mês o cargo de presidente não executivo do conselho de administração da CEM, substituindo Vaz Marcelino.
Marques da Cruz admite que a EDP – Energy Solutions Asia está já a negociar alguns projectos, mas ainda não há negócios fechados. Nos primeiros 12 meses de funcionamento, o objectivo é atingir uma facturação de dez milhões de patacas, contra gastos de nove milhões.
Além da prestação de serviços de assistência técnica, consultadoria e gestão operacional a companhias chinesas, a nova empresa vai ainda funcionar como um observatório de oportunidades de investimento no país para a EDP. A consultadoria “é uma forma de entrar no mercado”, reconhece Marques da Cruz. Apesar desta “aproximação mais prudente”, o dirigente reconhece que “a EDP admite investimento directo na China”, embora a empresa não tenha decidido, para já, “investir em produção energética” no Continente.
Sobre a parceria com Stanley Ho, Marques da Cruz salienta a importância de estar ligado a alguém que conhece bem a China. “Para entrar no mercado, era indispensável não irmos sozinhos, mas com um parceiro que domine o mercado”, justifica.



http://www.hojemacau.com/news.phtml?id= ... 20-02-2009 (http://www.hojemacau.com/news.phtml?id=32699&type=society&today=20-02-2009)
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Enviado por: comanche em Março 22, 2009, 12:18:53 am
EDP Renováveis compra empresa de energia eólica no Brasil


A EDP Renováveis Brasil comprou à alemã InnoVent a empresa Elebrás, detentora de uma carteira de projetos totalizando 532 megawatts.

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São Paulo - A EDP Renováveis Brasil, controlada a 55% pela EDP Renováveis e a 45% pela EDP Energias do Brasil, anunciou a compra da Elebrás Projetos, empresa que "possui diversos projetos eólicos em localizações privilegiadas no estado do Rio Grande do Sul, totalizando 532 megawatts (MW)", segundo informou a EDP Energias do Brasil em comunicado.

Pela aquisição da empresa, que era totalmente controlada pela empresa alemã de desenvolvimento de projetos eólicos InnoVent, a EDP Renováveis Brasil pagou R$ 6,2 milhões, mas o valor será acrescido por taxas de sucesso que serão pagas se os projetos atingirem determinados estágios pré-estabelecidos.

"Adicionalmente, a EDPR Brasil assinou um acordo de serviço para contar com a experiência da InnoVent para o desenvolvimento dos referidos projetos eólicos. A conclusão da aquisição de 100% do capital social Elebrás está sujeita a autorizações administrativas e regulatórias", informou ainda o grupo de energias renováveis de origem portuguesa.

O negócio agora anunciado permitirá à EDP Renováveis Brasil aumentar sua presença no mercado eólico brasileiro para uma carteira total de 832 MW em projetos eólicos. Da carteira de projetos comprada à Innovent 70 MW estão no Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica, desenvolvido pelo Governo brasileiro e estabelecendo a contratação de 1.100 MW de energia eólica) e 462 MW em diferentes estágios de desenvolvimento. Atualmente a EDP Renováveis já tem 14 MW em operação no Brasil.

"A EDP Energias do Brasil continua com sua estratégia de crescer no segmento de geração através de uma abordagem muito seletiva para entregar crescimento rentável de longo prazo e orientado para a criação valor", enfatiza o grupo em comunicado ao mercado.

O anúncio da EDP Renováveis Brasil foi feito no mesmo dia em que o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, indicou, na Câmara dos Deputados, que o primeiro leilão de energia eólica do país será realizado em novembro deste ano. O leilão deverá prever uma margem de 10% para mais ou para menos em relação à quantidade de energia oferecida pelo empreendedor.

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Enviado por: André em Abril 03, 2009, 04:07:21 pm
EDP quer entrar no negócio das energias limpas na China


A EDP quer até ao final do ano realizar contratos de prestação de serviços na China, baseados na partilha de conhecimentos em energias limpas, disse hoje à agência Lusa o representante da eléctrica portuguesa em Macau.

"Se me perguntar se a EDP quer investir hoje na China, a minha resposta directa é não, mas nós colocamos a China no mapa o que significa que estamos atentos ao mercado, a observar o mercado e a desejar neste momento fazer parcerias fundamentalmente para transferência de conhecimentos e gestão de projectos", disse João Marques da Cruz, administrador Executivo da EDP Energy Solutions Asia.

"Depois, numa segunda fase, correndo bem estas parcerias, elas poderão ter componente de investimento", acrescentou o mesmo responsável ao salientar que espera "fazer contratos de prestação de serviços ainda este ano".

"O tempo é rápido em termos de contratos de prestação de serviços, agora em termos de nós investirmos na China não é algo que no próximo triénio esteja nas nossas cogitações", especificou.

João Marques da Cruz disse também que a estratégia da empresa está assente em energias limpas porque a "China tem uma enorme oportunidade para empresas internacionais de gestão de projectos, consultadoria, transferência de conhecimentos para as ditas energias limpas".

"A China equipamentos tem, mas os sistemas, os conhecimentos, as pessoas treinadas para que esses equipamentos possam ter grande eficiência energética e níveis de emissões mais reduzidos, isso a China tem necessidade e é essa parceria, esse conhecimento, que nós queremos trazer", concluiu.

A EDP Energy Solutions foi criada pela eléctrica portuguesa e pelo empresário Stanley Ho, está vocacionada para o mercado das energias limpas na República Popular da China e 60 por cento do capital pertence à EDP e 40 por cento ao grupo liderado por Stanley Ho.

Além da prestação de serviços de "assistência técnica, consultadoria e gestão operacional a empresas chinesas", a nova empresa vai ainda "funcionar como um observatório de oportunidades de investimento no país", referia uma nota da embaixada chinesa aquando da revelação da constituição da companhia.

A EDP Energy Solutions Asia foi criada em Macau embora tenha a sua sede operacional na capital chinesa.

Lusa
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Enviado por: André em Abril 17, 2009, 06:56:19 pm
EDP participa com Gazprom no projecto venezuelano Blanquilla Este e Tortuga

A portuguesa EDP, juntamente com a Gazprom (Rússia), a Petroleos de Venezuela, a Eni (Itália) e a Petronas (Malásia), participará na exploração dos jazigos de hidrocarbonetos venezuelanos de Blanquilla Este e Tortuga, segundo um memorando que a Gazprom divulgou.

Segundo o jornal económico Vedomosti, o memorando de cooperação foi assinado pelas empresas Petroleos de Venezuela, Gazprom, ENI, Petronas e EDP em Setembro de 2008, ficando a empresa portuguesa com 05 por cento das acções.

A Gazprom anunciou que as reservas potenciais de ambos os jazigos ascendem a 260 mil milhões de metros cúbicos de gás e 640 milhões de toneladas de crude.

"Este será o mais importante dos projectos que a Gazprom desenvolve fora da Rússia", refere o memorando da empresa russa.

Em conformidade com o memorando publicado, a Gazprom irá participar na extracção e liquefacção do gás em Blanquilla Este e Tortuga, o que poderá gerar 4,7 milhões de toneladas de gás natural liquefeito.

Lusa
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Enviado por: André em Junho 22, 2009, 06:04:29 pm
EDP vai ser marca global nos EUA, Espanha e Brasil


A EDP vai ter a mesma marca em todos os mercados em que opera, uma «estratégia global» que já ditou o fim da designação Energias do Brasil e implica até ao fim do ano a mudança de nome nos Estados Unidos e Espanha.

Fonte oficial da eléctrica portuguesa disse à Lusa que a decisão foi tomada na sequência de um estudo sobre a marca da consultora My Brand, reforçada por um outro estudo da Interbrand sobre o valor da marca, concluído no início deste ano.

Entre outros pontos, disse a mesma fonte, a Interbrand concluiu que a marca EDP aumentou de valor 47 por cento desde o último estudo, mas que o reconhecimento era feito através do nome EDP e não das subsidiárias nas várias geografias.

O rebranding já foi concluído no Brasil, onde a Energias do Brasil vai cair, em detrimento da designação EDP. A mesma fonte adianta que um processo semelhante está praticamente concluído nos EUA, onde o nome Horizon Wind Energy vai dar lugar às iniciais EDP e o logótipo verde.

A mudança de nome em Espanha estará concluída até ao final do ano, afectando essencialmente a Hidrocantábrico (que já alterou a sua designação) e empresas subsidiárias como a Naturgás. A nível nacional a EDP seguiu a mesma estratégia, como foi o caso da alteração da imagem da Portgás, em que a empresa manteve o tradicional logótipo encarnado e o nome EDP Gás.

A mesma fonte da empresa afirma que esta estratégia de rebranding é "global". Nos mercados da Europa Central e de Leste, as empresas criadas países já arrancaram com a denominação global. A decisão de globalizar a marca tem também a ver, segundo a empresa, com a leitura em várias línguas.

No Brasil o grupo EDP lançou hoje uma campanha publicitária com o objectivo de abandonar a marca Energias do Brasil, utilizada há mais de dez anos em vários Estados brasileiros. Com o slogan "Uma boa energia", a campanha salienta o compromisso do grupo português com a produção de energias renováveis no Brasil. Na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) o grupo continuará a utilizar a designação EDP - Energias do Brasil, nome utilizado desde 2005, ano do IPO da companhia no mercado brasileiro. O enfoque em energias renováveis decorre no momento em que a EDP se prepara para participar em vários concursos públicos, no segundo semestre, para a produção de energia eólica, no Brasil. A Energias do Brasil controla actualmente empresas de distribuição (Bandeirante e Escelsa), de comercialização (Enertrade) e de produção de energia (Energest, Enerpeixe e EDP Lajeado).

Lusa
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Enviado por: André em Julho 30, 2009, 08:10:43 pm
Angola é «mercado de riscos e oportunidades», diz Mexia


O presidente da EDP, António Mexia, considera que Angola é um mercado de "riscos e oportunidades", e salienta que a parceria com a Sonangol não altera o plano de investimentos até 2012.

O presidente da EDP falava na apresentação dos resultados financeiros do primeiro semestre, um dia depois de a empresa ter anunciado que vai criar uma holding com a Sonangol Holdings, o Banco Privado Atlântico e a Finicapital, com vista a investir na produção de energia eléctrica convencional e renovável em Angola.

"São os primeiros passos de uma viagem longa e exigente para a qual há que ter uma estrutura de parcerias", garante Mexia.

O mesmo responsável diz que, depois de identificados os projectos, serão escolhidos apenas "aqueles que garantam o retorno que a EDP exige".

Mexia considera que o mercado angolano é bastante interessante, sendo uma geografia em que a EDP está presente há dez anos.

"Conhecemos como poucos o que Angola necessita", diz, acrescentando que, no âmbito desta parceria, a EDP entrará sempre nos projectos como parceiro minoritário.

Questionado sobre se é arriscado ir para Angola, António Mexia responde que "estamos conscientes dos riscos e das oportunidades, ambos têm de ser adequados à estratégia da EDP".

Especificamente em relação ao mercado angolano, a prioridade da EDP é a da geração de electricidade, "porque é a mais adequada à partilha de riscos", diz o presidente da eléctrica.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Março 03, 2010, 05:50:46 pm
Lucro da EDP no Brasil aumentou 61% em 2009


O lucro da EDP no Brasil aumentou 60,8 por cento para 625 milhões de reais (258,3 milhões de euros), em 2009, face a 2008, disse hoje o presidente do grupo português.
António Pita de Abreu disse que foi o "melhor resultado de sempre" da EDP no Brasil, registado apesar dos efeitos negativos da crise global no setor elétrico brasileiro.

"Convém não esquecer que 2009 foi um ano complicado, uma vez que as áreas de concessão (do grupo no Brasil) sofreram muito o impacto da crise", salientou o responsável, numa conferência de imprensa, em São Paulo.

O resultado do grupo, em 2009, foi consequência do aumento do consumo de energia elétrica, nomeadamente a partir do segundo semestre do ano, com a recuperação da economia brasileira diante da crise global.

Contribuiu igualmente para o resultado de 2009 o efeito extraordinário da venda da ESC90, uma empresa de telecomunicações, controlada pelo grupo, permitindo um encaixe de 121 milhões de reais (50 milhões de euros).

Em 2009, o EBITDA (resultados antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) foi de 1,42 mil milhões de reais (585,2 milhões de euros), um aumento de 4,1 por cento, na comparação anual.

Os custos em 2009 diminuíram 9,8 por cento em relação a 2008, desempenho em linha com a estratégia do grupo de controlo dos gastos, salientou Pita de Abreu.

No primeiro trimestre, a EDP registou desligamentos e diminuição do consumo industrial na sua área de atuação por causa da crise, antes da recuperação consolidada a partir do terceiro trimestre, disse o executivo.

"No quatro trimestre, não tivemos efeitos extraordinários, o que traduz bem a recuperação que o Brasil teve em termos de consumo de energia elétrica", disse Pita de Abreu.

No último trimestre de 2009, o lucro foi de 175 milhões de reais (72,31 milhões de euros), um aumento de 75 por cento em relação ao período homólogo de 2008.

Um dos destaques do ano foi a distribuição secundária de ações no total de 9,9 por cento do capital do grupo a investidores dos Estados Unidos, Canadá e do Brasil.

Pita de Abreu sublinhou que houve uma procura quatro vezes superior à oferta de ações na operação, num resultado que permitiu um encaixe de 441,8 milhões de reais (182,56 milhões de euros), recursos que serão investidos no plano de expansão do grupo.

"Os resultados em 2009 mostram que atingimos um patamar positivo de eficiência, mantendo as margens operacionais e garantimos o financiamento necessário para o plano de expansão", afirmou o responsável.

No Brasil, a EDP controla atualmente empresas de distribuição (Bandeirante e Escelsa), de comercialização (Enertrade) e de produção de energia (Energest, Enerpeixe e EDP Lajeado).

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Março 03, 2010, 08:04:17 pm
EDP investe 826 M€ na produção e distribuição no Brasil até 2011


A EDP planeia investir cerca de dois mil milhões de reais (826 milhões de euros), nos próximos dois anos no Brasil.

António Pita de Abreu, o presidente do grupo português, avançou, ao apresentar os resultados do grupo em 2009, que dois terços do total de investimentos vão para a produção e um terço para a distribuição de energia eléctrica.

Actualmente os investimentos do grupo português estão praticamente divididos entre produção e distribuição de energia, seguindo "um dos objectivos estratégicos da EDP", afirmou o responsável.

"Entre 2005 e 2012 devemos quadruplicar a capacidade instalada do grupo para cerca de 2.177 MW, o maior crescimento em termos percentuais do segmento eléctrico brasileiro".

Entre os investimentos para os próximos dois anos o destaque será a construção de um parque eólico de 70 MW, no estado do Rio Grande do Sul, na região Sul do Brasil.

As obras do parque eólico de Tramandaí devem arrancar ainda este mês, com conclusão prevista para o fim de 2010, num investimento de 100 milhões de euros.

O grupo português opera 14 MW em dois parques eólicos no estado de Santa Catarina, também na região Sul do país.

Com a conclusão do parque de Tramandaí a EDP estará posicionada no "topo dos operadores de energia eólica no Brasil", afirmou o vice-presidente do grupo, Miguel Setas.

Outro projecto do grupo ainda em "fase embrionária" é a construção de uma fábrica térmica, no estado do Rio de Janeiro, em parceria com a estatal Petrobras, com capacidade instalada de 500 MW.

"Estamos atentos às oportunidades de negócios, desde que façam lógica para os accionistas do ponto de vista da geração de valor e de criação de sinergias", afirmou Pita de Abreu.

Em 2009 o lucro da EDP no Brasil aumentou 60,8%, para 625 milhões de reais (258,3 milhões de euros), em relação a 2008, no "melhor resultado de sempre" do grupo português, afirmou o presidente.

A EDP controla no Brasil empresas de distribuição (Bandeirante e Escelsa), de comercialização (Enertrade) e de produção de energia (Energest, Enerpeixe e EDP Lajeado).

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Cabecinhas em Março 05, 2010, 03:23:16 pm
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EDP rejeita participação em Cahora Bassa
Hoje

O presidente da EDP, António Mexia, disse ontem não estar interessado na compra da participação de 15% que o Governo detém no capital da barragem de Cahora Bassa e da qual quer desfazer-se.
"Não é nosso objectivo estarmos envolvidos no dossier Cahora Bassa", disse António Mexia, acrescentando que "ter uma participação financeira numa barragem como Cahora Bassa não faz sentido".
O primeiro-ministro português confirmou ontem, em Moçambique (ver pág. 14), a intenção do Governo de vender a empresas portuguesas os 15% que detém na barragem de Cahora Bassa. Em declarações aos jornalistas, José Sócrates disse ter intenção "de fazer uma operação que permita que empresas moçambicanas e portuguesas fiquem agora ligadas ao projecto", sem, no entanto, adiantar quais as empresas portuguesas que podem entrar no negócio.
Sócrates acrescentou ainda que não fazia sentido "uma participação financeira do Estado português" em Cahora Bassa, mas "empresas portuguesas que tragam tecnologia e possam assumir um papel no desenvolvimento" da barragem.
No que diz respeito à parceria com a Sonangol para estudar um investimento conjunto em Angola, António Mexia referiu que o trabalho de análise está em curso. "Temos pessoas a trabalhar cá e lá. Estamos a trabalhar e estamos muito motivados", afirmou.

in Diário Notícias
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Março 23, 2010, 02:38:28 pm
EDP investirá 100 milhões de euros na construção de parque eólico no Brasil


A EDP investirá cerca de 100 milhões de euros na construção de um parque eólico na região Sul do Brasil, com conclusão prevista para o fim de 2010, informou o grupo português.

O lançamento da pedra fundamental do parque eólico decorrerá quarta-feira, em Tramandaí, cidade a 120 quilómetros de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul.

Com capacidade de produção de 70 MW, o novo parque posicionará o grupo português no “topo dos operadores de energia eólica no Brasil”, afirmou o vice-presidente da EDP, Miguel Setas.

Atualmente, o grupo português opera dois parques eólicos no estado de Santa Catarina, também na região Sul do país, com capacidade total de produção de 14 MW.

A construção do parque eólico insere-se no plano de investimentos de cerca de dois mil milhões de reais (820 milhões de euros), nos próximos dois anos, no Brasil, com destaque para produção e distribuição de energia.

Entre 2005 e 2012, a EDP deverá quadruplicar a capacidade de produção para cerca de 2.177 MW, o que representará “o maior crescimento em termos percentuais do segmento elétrico brasileiro”, afirmou o presidente António Pita de Abreu.

Em 2009, o lucro da EDP no Brasil aumentou 60,8 por cento para 625 milhões de reais (256 milhões de euros), em relação a 2008, no melhor resultado de sempre do grupo português.

No Brasil, a EDP controla atualmente empresas de distribuição (Bandeirante e Escelsa), de comercialização (Enertrade) e de produção de energia (Energest, Enerpeixe e EDP Lajeado).

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Março 25, 2010, 11:37:42 pm
Participada da EDP em Macau aumenta lucro anual 3%


A Companhia de Eletricidade de Macau, participada da EDP, fechou 2009 com um lucro de 47,3 milhões de euros (520 milhões de patacas), mais três por cento do que no ano anterior, foi hoje anunciado.

De acordo com João Marques da Cruz, presidente do Conselho de Administração da Companhia em representação do consórcio sino-português, onde entra a participação da elétrica portuguesa, os ganhos da companhia aumentaram “devido a uma grande melhoria de eficiência”.

O mesmo responsável salientou que a assembleia-geral de hoje decidiu manter em funções todos os órgãos sociais até ao final da concessão da elétrica de Macau que termina a 30 de novembro, iniciando-se um novo mandato a 01 de dezembro, caso cheguem a bom porto as negociações com o Governo de Macau.

“A negociação está a correr bem, os trabalhos estão em curso. Neste momento já houve mais de uma dezena de reuniões, quer plenárias quer técnicas e por isso queremos sublinhar a compreensão da parte do Governo em compreender os nossos pontos de vista e também pensamos que nós estamos com um espírito construtivo para os objetivos de Macau”, disse Marques da Cruz.

Dos lucros gerados em 2009, a Companhia de Eletricidade de Macau vai distribuir dividendos no valor de 24,5 patacas (2,22 euros) por ação num total de cerca de 100 milhões de patacas (9,09 milhões de euros) para o conjunto dos titulares de ações.

João Marques da Cruz salientou também os investimentos de 806 milhões de patacas (73,27 milhões de euros) realizados pela elétrica em 2009, um aumento de 14 por cento face a 2008, e uma previsão, ainda à espera de aprovação do Governo de Macau, de 950 milhões de patacas (86,36 milhões de euros) para 2010, ou seja, mais 17 por cento do que no ano passado.

Devido à necessidade de financiamento dos investimentos, a dívida total da Companhia de Eletricidade de Macau em empréstimos bancários era superior em 26 por cento no final de 2009 para um total de 1.007 milhões de patacas (91,5 milhões de euros).

A Companhia de Eletricidade de Macau tem como acionistas os consórcios sino-português e sino-francês, ambos com 42 por cento do capital, o Governo de Macau com oito por cento, a China Power International com seis por cento e outros pequenos accionistas com dois por cento.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Abril 06, 2010, 05:30:07 pm
EDP vai levar rede eléctrica inteligente para Espanha e Brasil


O presidente da EDP, António Mexia, revelou hoje que a experiência piloto de redes inteligentes que vai arrancar em Évora será replicada, através da EDP, em Espanha e no Brasil.

"Évora vai ser um exemplo a desenvolver depois pelo país e depois, através da EDP, em Espanha e no Brasil", disse António Mexia, acrescentando que o projecto da cidade portuguesa "é uma montra" de um consórcio liderado pela EDP e que inclui empresas europeias como a União Fenosa, a Scottish and Southern ou a holandesa Alliander.

António Mexia falava durante a cerimónia de lançamento da InovCity, um projecto piloto no qual serão instalados 31 mil contadores de electricidade inteligentes que permitem comunicações nos dois sentidos, e em tempo real, entre clientes e empresa, bem como mais de 300 centros de comunicação instalados nos postos de transformação pela cidade.

Mexia deu como exemplo uma cafetaria em Évora, onde o sistema já está instalado, e referiu que o proprietário pode gerir os seus gastos de energia e saber exactamente o que gasta cada aparelho em funcionamento.

"A revolução energética não é só a nível macro, tem a ver com os pequenos gestos de todos os dias, tem a ver com a forma como muda a vida das pessoas e das empresas", disse o presidente da EDP.

O projecto de rede eléctrica inteligente da EDP InovGrid arranca hoje, quase dois anos e meio depois do seu lançamento, em Évora, a cidade 'piloto' escolhida para a instalação dos contadores inteligentes, que garantem não só a telecontagem dos consumos de energia em tempo real, mas também a mudança de tarifa à distância por solicitação do cliente e uma gestão mais eficiente dos consumos individuais de electricidade.

O projeto InovGrid de Évora - feito através de parceria da EDP com o INESC Porto, a EFACEC e a JANZ, entre outras - permite a um cliente que tenha um aparelho de microgeração de energia saber quanta electricidade está a injectar na rede e cria também cria um novo sistema de monitorização e controlo de toda a rede de distribuição.

Esta característica, considera a EDP, também permitirá uma gestão mais eficiente dos 16 pontos de carregamento de veículos eléctricos que já estão montados na cidade alentejana.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: P44 em Abril 23, 2010, 08:37:24 am
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 Eléctrica
Bruxelas quer acabar com direitos do Estado na EDP

Ana Maria Gonçalves e Luís Rego  
23/04/10 00:05



Decisão do Tribunal de Justiça Europeu será tomada nos próximos meses.

O Tribunal de Justiça da União Europeia já está em condições de decidir sobre o futuro dos direitos especiais que o Estado português tem na EDP. Um desfecho que poderá ocorrer ainda este ano, a fazer fé no tempo médio, cerca de dois anos, que processos idênticos intentados contra outros Estados membros têm demorado.

Até hoje, Bruxelas só perdeu um processo deste tipo entre os numerosos que moveu contra países como Alemanha, Holanda, Espanha ou Itália: foi o da Distrigas, distribuidora de gás natural belga, em que o Estado apenas reservava o direito de intervir apenas quando estava em causa o risco de fornecimento ao país.

O caso EDP - onde o Estado, além destes direitos especiais, controla 20% do capital através da Parpública, mais 5% via CGD -, já se arrasta desde 2006, embora a acção judicial só tenha arrancado em Novembro de 2008. Agora aguarda apenas o parecer do advogado geral do Tribunal Europeu, depois da Comissão Europeia e de Portugal terem, esta semana, apresentado as suas respectivas alegações.

Bruxelas acusa Portugal de usar direitos especiais, como o direito de veto a determinadas deliberações da empresa e a nomeação de um administrador no caso de ter votado contra a proposta que fizer vencimento na eleição de administradores. Lista a que junta a isenção do Estado ao limite de direito de votos, ou seja nenhum dos restantes accionistas pode ultrapassar o tecto de 5%, mesmo que possuam uma participação superior.
http://economico.sapo.pt/noticias/bruxe ... 87625.html (http://economico.sapo.pt/noticias/bruxelas-quer-acabar-com-direitos-do-estado-na-edp_87625.html)
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Abril 29, 2010, 09:02:25 pm
EDP autorizada a construir barragem do Alvito


A EDP recebeu hoje 'luz verde' para construir a barragem do Alvito após o Ministério do Ambiente ter emitido favoravelmente a Declaração de Impacte Ambiental (DIA), anunciou a empresa.
Perante esta autorização, a energética vai avançar com o projeto cujo investimento "deverá rondar os 360 milhões de euros e criar mil empregos diretos e 3 mil indiretos", diz o comunicado.
Prevê-se que a barragem do Alvito entre em funcionamento em 2016, devendo a construção iniciar-se em 2011.

"A EDP vai proceder à elaboração do projeto e das propostas de concretização das medidas de minimização e compensação exigidas pela DIA", afirma a empresa, acrescentando que, "do conjunto de medidas, fazem parte, entre outras, o restabelecimento de vias de comunicação afetadas, a execução de programas de monitorização ambientais e sócio económicos. Destaque ainda para ações de preservação e valorização da paisagem cultural e patrimonial".

A barragem de Alvito, no rio Ocreza, situa-se próximo da povoação da Foz do Cobrão, a cerca de 400 metros a montante da confluência da ribeira do Alvito.

Com a autorização garantida pela DIA à cota 221 metros, a barragem terá cerca de 93 metros de altura e 430 metros de comprimento, criará uma albufeira com 27,5 quilómetros de extensão, com uma área de 1731 hectares nos concelhos de Castelo Branco e de Vila Velha de Ródão.

A EDP estima que a contribuição energética média anual "atinja cerca de 370 gigawatts, parte dela obtida à custa da utilização de bombagem".

A empresa liderada por António Mexia observa que, com a construção da barragem se evita "a emissão anual de 450 mil toneladas de CO2, reduzindo em simultâneo a dependência energética do país face à importação de combustíveis fósseis".

O Alvito é uma das cinco novas barragens que a EDP prevê construir no âmbito do plano de expansão de capacidade hidroeléctrica. O plano contempla ainda o reforço de potências de seis das barragens já em operação. Destes 11 projetos, seis estão já em construção.

Até ao final da década, a EDP investirá, neste âmbito, cerca de 3 mil milhões de euros, elevando em 60 por cento a capacidade de produção de energia renovável e limpa.

Segundo a EDP, no total, "estes projetos criarão um volume de emprego estimado em 30 mil postos de trabalho, diretos e indiretos.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Maio 19, 2010, 06:50:08 pm
EDP disputa nova barragem de 670 milhões de €€ no Brasil


A Energias do Brasil vai continuar a apostar na área da produção hidroeléctrica. A empresa, participada pela eléctrica liderada por António Mexia tem na forja uma nova central no Maranhão avaliada em 670 milhões de euros.

A Energias do Brasil quer continuar a apostar forte na área da produção de electricidade, em linha com a estratégia traçada nos últimos anos de redução da exposição ao negócio da distribuição, um segmento com menor rentabilidade.

O próximo alvo, identificado pela participada do grupo EDP para o mercado brasileiro, está localizado em Colíder, no Estado do Mato Grosso do Sul, e contempla a construção de uma central hidroeléctrica, cujo investimento previsto ronda 1.500 milhões de reais (671 milhões de euros). Este valor poderá ser ampliado para 2.500 milhões de reais (1.120 milhões de reais), de acordo com o secretário de Estado da Indústria e Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf.

Sem adiantar pormenores sobre o empreendimento, fonte oficial da Energias do Brasil afirmou ao Diário Económico que o projecto ainda se encontra em fase de estudo. "A sua concretização está dependente dos resultados desse trabalho, bem como da realização do leilão, cuja data ainda não está fixada." Operação que poderá ser condicionada pela realização das eleições presidenciais, marcadas para Outubro.

Com 1.750 megawatts (MW) de capacidade de produção instalada, a Energias do Brasil ambiciona chegar a 2012 com 2.150 MW, o equivalente a três centrais a gás natural de Lares, na Figueira da Foz, a mais recente jóia da coroa dos activos de geração do grupo EDP e que permite abastecer cerca de metade dos habitantes de Lisboa.

Diário Económico
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Julho 14, 2010, 05:20:01 pm
EDP negoceia exportação de redes inteligentes para Macau


A EDP está a negociar com a Companhia Eléctrica de Macau a exportação de redes inteligentes (smartgrids), projecto que está a ser testado em Évora e abrange cerca de 30 mil consumidores, revelou hoje um administrador da empresa portuguesa.

"Já estamos em contacto com a Companhia Eléctrica de Macau (CEM) no sentido de podermos utilizar também Macau, partindo do princípio que a concessão possa ser renovada, utilizar este know how de smartgrid também neste local", afirmou Martins da Costa, que detém os pelouros da EDP Internacional e EDP Distribuição.

A EDP está presente na China através da CEM, sendo líder de um grupo luso chinês que tem uma participação de 42% naquela empresa, uma concessão que termina no final do ano e cuja eventual renovação está a ser negociada para mais 15 anos.

Questionado se Macau tem mercado para ser uma cidade "smartgrid", Martins da Costa considerou que a Região Administrativa Especial "tem todo o potencial para ter integração de smartgrids", justificando que, "quanto maior a dimensão [das cidades], maior é o potencial".

O responsável, um dos oradores da terceira semana temática sobre energia que começou hoje no centro de negócios do pavilhão de Portugal na Expo 2010, em Xangai, na China, salientou, contudo, que esta não é uma "solução já pré-fabricada".

"São soluções que têm que ser formatadas para cada caso específico. Portanto, ainda não há um pronto-a-vestir de smartgrid que se possa pegar e colocar na cidade A ou na cidade B", observou.

Martins da Costa adiantou que esta "é uma tecnologia que ainda tem muito de experimental", acrescentando que "o produto está a fabricar-se e, assim que esteja numa fase de maior avanço, poderá estar disponível para ser testado noutras geografias, nomeadamente num piloto em Macau onde estamos em contacto com a Companhia Eléctrica de Macau para podermos vir a implementar, numa fase posterior, esta solução que estamos a desenvolver em Évora".

O administrador da EDP destacou ainda o significado deste projecto que envolve, além da empresa energética, a Efacec, a Janz e a Lógica, frisando que "está na linha da frente da tecnologia".

"É uma tecnologia de ponta que estamos a desenvolver em Portugal, em particular com o piloto Inovcity na cidade de Évora", realçando, também, a importância de o "divulgar internacionalmente, nomeadamente num país como a China, que é um país onde o tema tecnologia é por demais importante".

O projecto-piloto em Évora permite, através da instalação de contadores de electricidade inteligentes, comunicações nos dois sentidos, e em tempo real, entre clientes e empresa, e mais de 300 centros de comunicação, nos postos de transformação pela cidade.

Cada consumidor pode gerir os seus gastos de energia e saber exactamente o que gasta cada aparelho em funcionamento.

Os contadores inteligentes garantem não só a telecontagem dos consumos de energia em tempo real, mas também a mudança de tarifa à distância por solicitação do cliente e uma gestão mais eficiente dos consumos individuais de electricidade.

A terceira semana dedicada à energia, que termina sexta-feira, tem como tema "Edifícios sustentáveis e cidades inteligentes" e é uma iniciativa da Agência para a Energia e do Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 13, 2010, 11:18:35 pm
EDP eleita melhor empresa eléctrica em inovação no Brasil


A EDP foi eleita a melhor empresa do setor energético nas áreas de gestão em inovação e qualidade por uma sondagem anual realizada pela revista económica brasileira Isto é Dinheiro.

O grupo EDP também obteve destaque nos critérios de governança corporativa e sustentabilidade financeira, na sondagem “As Melhores da Dinheiro”, edição especial da revista Istoé Dinheiro.

“Hoje é importante buscar aperfeiçoamento do negócio em inovação e sustentabilidade”, disse o vice-presidente de Distribuição e Inovação da EDP no Brasil, Miguel Setas.

“São essas práticas que vão diferenciar a qualidade das ações corporativas do mundo atual”, salientou o executivo após o anúncio do galardão.

No Brasil, o grupo português lançou o Programa EDP 2020 – rumo à nova era energética, que visa desenvolver e estimular a criação de novos modelos de negócio.

Uma das ações desse programa é o EDP 2020 – Prémio de Inovação e Empreendedorismo, a maior distinção do setor no Brasil, que destaca soluções energéticas com tecnologias limpas.

No Brasil, a EDP é pioneira na implantação de uma rede de abastecimento de veículos elétricos, com a instalação de postos nos estados do Espírito Santo e de São Paulo, áreas de atuação do grupo.

No Brasil, a EDP controla actualmente empresas de distribuição (Bandeirante e Escelsa), de comercialização e de produção de energia.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 01, 2010, 12:40:35 pm
EDP quer investir 600 M€ em Espanha nos próximos anos


A EDP quer continuar a reforçar a sua presença em Espanha e tem previsto investir, em várias áreas, cerca de 600 milhões de euros "nos próximos dois a três anos", reconhecendo assim a importância "qualitativa e quantitativa" do mercado.

João Manso Neto, administrador da EDP, explicou à Lusa, em Madrid, que os investimentos se canalizarão para o sector das renováveis e para a expansão da rede de electricidade e gás.

"É um investimento em renováveis e em redes de gás e electricidade, de acordo com o plano de negócios", afirmou, referindo que o mercado ibérico continua a ser o mercado ‘core' da EDP.

"Espanha, do ponto de vista das renováveis, tem uma regulação relativamente estável e isso é importante. E somos já o segundo distribuidor de gás o que permite uma expansão rentável e segura dos activos de gás", disse.

Manso Neto recordou a compra das redes de gás na Cantábria e em Múrcia, realizada já "no sentido de potenciar esse crescimento".

João Manso Neto, administrador da EDP, falava à Lusa em Madrid depois de receber, em nome da empresa, o prémio de "Mérito Empresarial - Empresa Portuguesa em Espanha" atribuído pela Câmara Hispano Portuguesa.

Um prémio que, frisou, é "particularmente agradável" por reconhecer o trabalho da EDP em Espanha, um mercado importante "tanto quantitativamente como qualitativamente".

"Mais de metade das receitas líquidas da EDP são de fora de Portugal, mas Espanha e o nosso grande mercado depois de Portugal. Somos aqui o quarto produtor eléctrico, terceiro em renováveis e segundo distribuidor de gás. Mais de 20% do EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da EDP vem de Espanha", relembrou.

"Mas o aspecto qualitativo não é menor, porque Espanha é a continuação do mercado português, na electricidade ou no gás, onde se tem que pensar no mercado ibérico", afirmou.

Considerando que Espanha continua a ser um mercado difícil, Manso Neto referiu que a EDP "nunca foi discriminada por ser de capital português", apostando sempre na sua política de gestão em questões como a flexibilidade, na importação e exportação de práticas.

"É importante que as empresas não percam a sua identidade própria (no caso das empresas que adquirimos). Queremos manter, mais do que as marcas, a identidade das empresas que existam para que as pessoas no terreno mantenham a autonomia", disse.

Instado a comentar as recentes medidas de austeridade aprovadas em Portugal, Manso Neto sublinhou que para as empresas "é fundamental que os mercados acreditem na política económica do Governo".

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 05, 2010, 08:47:15 pm
EDP no Brasil eleita uma das «Melhores Empresas para Investir»


A EDP foi eleita a segunda melhor empresa do Brasil para se investir, segundo ranking divulgado esta semana pela revista especilizada Capital Aberto. O ranking da revista analisa criação de valor da empresa, rentabilidade, liquidez das ações e adoção de melhores práticas de governança corporativa, de responsabilidade social e ambiental.

Para o presidente da EDP no Brasil, António Pita de Abreu, o reconhecimento do desempenho do grupo é fruto do plano estratégico adotado e pela qualidade dos seus colaboradores.

“Trabalhamos de forma criteriosa e empenhada para entregar um retorno atrativo aos acionistas”, disse o presidente António Pita de Abreu, citado num comunicado.

Desde o IPO, há cinco anos, a EDP distribuiu cerca de 1,1 mil milhões de reais (478 milhões de euros, ao câmbio atual), em dividendos e o seu valor bolsista mais que duplicou.

No mesmo período, investiu 4,8 mil milhões de reais (2,09 mil milhões de euros) em projetos de expansão, especialmente no segmento de produção de energia.

“O contexto de escassez de recursos energéticos primários, a necessidade de responder às alterações climáticas e a tendência de concentração pessoas em cidades cada vez maiores estão colocando em marcha uma profunda alteração no setor elétrico”, salientou Pita de Abreu.

Segundo o executivo, a EDP “está atenta a essas mudanças”, dando prioridade a investimentos em inovação, em gestão do capital humano e em sustentabilidade.

No Brasil, a EDP controla atualmente empresas de distribuição (Bandeirante e Escelsa), de comercialização e de produção de energia.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Março 22, 2011, 06:52:29 pm
EDP é a marca portuguesa mais valiosa


A EDP é a marca portuguesa mais valiosa com um valor estimado de 2,755 milhões de euros, seguindo-se a Portugal Telecom (PT) e o Pingo Doce, revela um estudo da Brand Finance hoje divulgado.

A EDP lidera o ranking global, apresentando um valor de marca de 2,755 mil milhões de euros e um rating de AA-, seguida da PT que apresenta um valor de marca de cerca de 1,101 milhões de euros e um rating de AA.

A terceira e a quarta posição são ocupadas pelo Pingo Doce e Modelo Continente, com um valor de marca de 1,050 mil milhões de euros e 877 milhões de euros, e um rating de AA e AA-, respectivamente, seguidas da Galp Energia que ocupa a quinta posição, com um valor de marca estimado em 799 milhões e um rating AA-.

O estudo dividiu-se em diversas áreas de intervenção, como o sector bancário, telecomunicações, media, distribuição e bebidas, entre outros.

O estudo Marcas Portuguesas mais Valiosas, na sua segunda edição, foi realizado pela Brand Finance, empresa especialista em estratégia de marcas e avaliação de activos intangíveis.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Maio 07, 2011, 04:36:33 pm
EDP tem lucros de 342 milhões de €€€ no primeiro trimestre

 
Os resultados da EDP superaram as estimativas dos analistas. António Mexia fala em números "históricos".

A empresa obteve um lucro de 342 milhões de euros entre Janeiro e Março, mais 11% do que em igual período do ano anterior. Os analistas apontavam para um resultado de 307 milhões de euros, pelo que os lucros ficaram acima das estimativas.

A empresa divulgou que o EBITDA (lucros antes de juros, impostos e amortizações) subiu 7% para os 1.008 milhões de euros, um resultado igualmente acima das expectativas - os analistas esperavam que o EBITDA fosse de 961 milhões . O Brasil representou 20% do EBITDA do primeiro trimestre.

Para António Mexia trata-se "um resultado histórico para a companhia" por ser a primeira vez que o EBITDA supera os mil milhões de euros, graças às operações no exterior que pesam agora 60% nas actividades da empresa.

"Já estamos longe de uma empresa que tinha 100% da sua actividade em Portugal. Em 2012 teremos 66% fora de Portugal", disse ainda o presidente-executivo da EDP.

Os resultados mostram ainda uma redução de 8,5% dos custos operacionais entre Janeiro e Março e um emagrecimento de 2,2% na dívida líquida, que está actualmente nos 15,98 mil milhões de euros.

Ainda assim a EDP não antecipa problemas de financiamento. "Em Março de 2011, a EDP detinha uma posição total de caixa e de linhas de crédito disponíveis no valor de 4,8 mil milhões de euros. Esta posição de liquidez permite cobrir a nossa necessidade de fundos esperados nos próximos 24 meses", lê-se no relatório.

Diário Económico
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Julho 19, 2011, 09:20:35 pm
EDP distribui mais 1% de energia no 1.º semestre


A energia distribuída pela EDP subiu 1% no primeiro semestre deste ano, "suportada pela actividade de gás e operações no Brasil", indica o grupo nos dados operacionais previsionais.

De acordo com os dados enviados pela EDP à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a energia total vendida a clientes no mercado livre subiu 5%.

O grupo refere que, nos últimos 12 meses, "aumentou a capacidade instalada em oito por cento, para 22,5 gigawatts", uma subida suportada, essencialmente, "por adições de capacidade eólica".

No que respeita à distribuição de electricidade e gás na Península Ibérica, a electricidade distribuída em Portugal no primeiro semestre caiu 1,2% face ao mesmo período do ano passado, "reflectindo uma menor procura nos segmentos residencial e Pequenas e Médias Empresas (PME)".

Já o gás distribuído cresceu 5,5% em Portugal no primeiro semestre, "impulsionado pela subida de 10% na base de pontos de ligação", e 4% em Espanha.

Ainda em Espanha, a electricidade distribuída pela HC Distribuición na região das Astúrias aumentou 3% nos primeiros seis meses deste ano, "reflectindo uma maior base de clientes (mais 1%)".

No Brasil, a electricidade distribuída pela Bandeirante+Escelsa aumentou 3,4% no primeiro semestre, refere a EDP, acrescentando que no negócio de geração de electricidade a produção cresceu 12%.

A produção de energia eólica aumentou 27% entre Janeiro e Junho deste ano, sendo que nos EUA cresceu 39% e na Europa 13%.

A EDP divulga os resultados do primeiro semestre deste ano no dia 28 de Julho, depois do fecho do mercado.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Malagueta em Dezembro 14, 2011, 10:37:55 am
Privatização de 21.5 da EDP as propostas:

Eu tenho a minha opinião, acho mais interessante a proposta alema, já que vai ser vendido ( para mim o estado nesta empresa nunca devia sair totalmente )

Deixo aqui as propostas:


"Os alemães da E.ON entraram na corrida à EDP com os olhos postos no negócio de energias renováveis da empresa liderada por António Mexia.

Ao que o Diário Económico apurou, a proposta germânica é de 3,25 euros por acção (2,54 mil milhões de euros), mas inclui ainda a entrega de uma das suas participadas espanholas, a Viesgo. A E.ON entrega assim activos convencionais de geração e distribuição de energia (incluindo centrais termoeléctricas a carvão), em troca de uma participação accionista na EDP Renováveis, de posições minoritárias nos activos brasileiros da EDP e de 100 milhões de euros pagos pela EDP. Os activos que os alemães pretendem ceder à EDP estarão avaliados em 1,7 mil milhões de euros, mas o seu real valor só estará definitivamente aferido após um processo de ‘due dilligence'.

Além disso, os alemães acenam com outros benefícios para a economia nacional que não estão contabilizados na compra da posição do Estado na EDP. Nomeadamente, um centro de ‘research' e desenvolvimento avaliado em cerca de mil milhões de euros, para aposta nas energias renováveis e para criação de um ‘cluster' industrial equiparável ao do mais importante investimento germânico em solo português, a Autoeuropa.

No que toca à governação da empresa, os alemães aceitam a condição de três a quatro elementos no conselho geral e de supervisão da EDP, prometendo não interferir na gestão liderada por António Mexia. Além disso, a E.ON terá cedido numa sua pretensão inicial, que passava por alterações na gestão da EDP Renováveis"


A China Three Gorges tem contra si o facto de ser desconhecida em Portugal e de carregar o ‘estigma’ de uma empresa estatal chinesa.

Mas a proposta da energética do Império do Meio é, de longe, a mais elevada do ponto de vista financeiro, com uma oferta de 3,45 euros por acção (2,69 mil milhões de euros).

Os chineses comprometem-se a assegurar linhas de crédito no valor de quatro mil milhões de euros para a EDP, dos quais metade são garantidos pelo CDB (banco chinês que concedeu um financiamento ao BES). Os outros dois mil milhões são prometidos à eléctrica numa carta de outro banco chinês, o ICBC, mas esta parte do financiamento não é considerada ‘commited' (ou seja, falta definir a taxa de juro e os prazos, e outros pormenores). Estes financiamentos permitem à EDP inverter a política de contenção de custos e de retracção estratégica, já que assegura grande parte das necessidades de refinanciamento da dívida da empresa nos próximos anos. Até 2015, a EDP tem dívida a vencer no valor de 10,8 mil milhões de euros



"Os brasileiros da Eletrobras partiram para a privatização da EDP com a confiança dos conquistadores, tendo a imprensa de além Atlântico relatado que a operação eram “favas contadas” para o estado-maior liderado por José Carvalho Neto.

Mas os brasileiros, que oferecem cerca de 2,56 mil milhões de euros (3,28 euros por acção) terão cometido um erro estratégico ao menosprezar a importância dos accionistas privados da eléctrica, que não viram com bons olhos as exigências dos brasileiros em relação ao conselho geral e de supervisão da EDP.

Ao que o Diário Económico apurou, a proposta da Eletrobras passa por um reforço dos direitos de voto para 32%, de modo a acomodar a aliança que terá acordado com a Iberdrola, o maior accionista privado da EDP. Exige ainda mais lugares no Conselho Geral e de Supervisão do que aqueles que o Governo pretende conceder (quatro). A concretizar-se esta exigência, os outros accionistas da eléctrica portuguesa perderiam poder ou mesmo representatividade no conselho. Assim se explica, segundo as fontes ouvidas pelo Diário Económico, o facto de o conselho geral ter excluído os brasileiros do parecer que entregou ontem à Parpública.

Além disso, a Eletrobras pretende que a EDP compre as suas unidades de distribuição brasileiras, o que, a concretizar-se, seria uma viragem completa na estratégia do grupo liderado por António Mexia, que tem passado pela aposta na geração de energia e na venda das distribuidoras brasileiras. Para implementar essa viragem, a Eletrobras exige mudanças na administração da Energias do Brasil, com a entrada de elementos seus, o que poderia, no limite, implicar a saída do actual presidente-executivo (António Pita de Abreu ) "
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: HSMW em Dezembro 22, 2011, 04:41:18 pm
A Parpública e a Three Gorges acabam de assinar a minuta do contrato da venda de 21,35% da EDP

Citar
Depois da decisão do Governo em vender a posição estatal na EDP aos chineses da Three Gorges - em detrimento dos alemães da E.ON e dos brasileiros da Eletrobras e da Cemig -, a Parpública esteve reunida com os assessores do grupo chinês para discutir as condições da oferta, nomeadamente as garantias bancárias.

Depois disso passou-se à assinatura da minuta do contrato que concretiza a venda de 21,35% da EDP à Three Gorges por 2,7 mil milhões de euros, apurou o Económica junto de fonte próxima do grupo chinês.

http://economico.sapo.pt/noticias/parpu ... 34378.html (http://economico.sapo.pt/noticias/parpublica-e-three-gorges-ja-firmaram-venda-da-edp_134378.html)
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: P44 em Dezembro 22, 2011, 07:42:14 pm
(http://www.suapesquisa.com/paises/china/bandeira_china.gif)

Venda de 21,35% da EDP aos chineses: ministro Miguel Relvas explica o negócio em directo

O Governo entrega a EDP a privados, após 35 anos de ter sido nacionalizada .A empresa vai passar a ser iminentemente privada e controlada pelos chineses da Three Gorges Corporation, um dos passos fundamentais exigidos pela 'troika' para a abertura do mercado de energia e a uma maior concorrência.

Após a criação da EDP em 1976, que resultou da nacionalização de várias  empresas, a energética portuguesa fica agora quase integralmente nas mãos  dos privados passados 35 anos. Pelo meio ficaram oito fases de privatizações,  parcerias com empresas espanholas que nunca se chegaram a concretizar, como  é o caso da Iberdrola que é atualmente o segundo maior acionista (6,79 por  cento) e uma expansão internacional iniciada pelo ex-presidente João Talone,  com a compra da espanhola Hidrocantábrico, e continuada pelo atual presidente  executivo António Mexia, levando a empresa para mercados como o Brasil e  Estados Unidos.

A alteração da limitação de votos dos acionistas de 10 para 20 por cento,  realizada em julho, tornou ainda mais apetecível a venda dos 21,35 por cento  da EDP detida pelo Estado e uma peça fundamental de abertura da empresa  ao mercado.

Nos três últimos anos, a EDP tem apresentado resultados líquidos generosos,  sempre por volta dos mil milhões de euros em contraponto com um aumento  do endividamento da empresa, que ronda os 16 mil milhões de euros. Perante  a conjuntura de dificuldade de crédito e de um aumento desmesurado das taxas  de juro, foram os próprios interessados na privatização a alertarem para  um possível problema de gestão da dívida da EDP.

A abertura do capital privado na empresa começou praticamente quando  esta entrou em bolsa a 16 de junho de 1997, com a venda de 29,99 por cento  do capital social, numa altura em que o capitalismo popular ficou na moda.  Aliás, a operação foi destinada ao público em geral, trabalhadores e investidores  institucionais que ficariam obrigados a proceder à posterior dispersão das  ações.

A segunda fase de privatização aconteceu logo no ano seguinte, em 1998,  com a intenção de realizar um acordo de parceria com a espanhola Iberdrola,  um processo liderado por Joaquim Pina Moura, então ministro da Economia  e atual presidente em Portugal da empresa espanhola.

Na venda direta à Iberdrola, o acordo estratégico permitiu que ambas  ficassem com a opção de adquirir 2,25 por cento do capital social da outra,  sendo que a Iberdrola exerceu a sua opção durante a terceira fase de privatização,  onde o Estado vendeu 16,2 por cento da EDP.

A quarta fase de privatização aconteceu em outubro de 2000, tendo sido  alienada pelo Estado uma posição equivalente a 20 por cento. Após a operação,  o Estado reduziu a sua posição na EDP dos anteriores 50,8 por cento para  31,3 por cento.

A quinta fase de privatização da EDP, realizada em finais de 2004, foi  feita através de aumento de capital, realizado com o objetivo de financiar  a aquisição de uma participação adicional na Hidrocantábrico, e uma venda  direta de referência à espanhola Cajastur, que atualmente detém 5,01 por  cento da empresa. Com esta operação, o Estado viu reduzida a sua participação  para cerca de 25,3 por cento.

Na sexta e sétima fase de privatização da empresa, a Parpública, empresa  do Estado que detém a participação da EDP, lançou duas emissões de obrigações  suscetíveis de permuta por ações representativas do capital social. A primeira  foi em 2005 com a colocação de 4,4 por cento do capital e a segunda em 2007  com 4 por cento do capital, exatamente a mesma percentagem com que a Parpública  ficará na EDP após a última fase de privatização.

Lusa
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/201 ... em-directo (http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2011/12/22/venda-de-2135-da-edp-aos-chineses-ministro-miguel-relvas-explica-o-negocio-em-directo)

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EDP: as vantagens da parceria com a Three Gorges

Liderar nas energias renováveis e melhorar perfil de crédito

    * PorRedacção  PGM
    * 2011-12-22 18:38

A EDP já aprovou o estabelecimento de uma parceria estratégica com a China Three Gorges (CTG), depois de o Governo ter escolhido a chinesa na última fase de privatização da empresa. Em comunicado, a eléctrica lista as vantagens de estar aliada ao gigante chinês.

«A EDP e a CTG, o maior grupo chinês de energias limpas, vão combinar esforços no sentido de se tornarem líderes mundiais de produção de energia renovável, atravésde uma parceria estratégica em projectos de energia renovável, sendo que a EDP irá liderar na Europa (nos países onde está presente), EUA, Canadá, Brasil e outros mercados sul-americanos selecionados, enquanto a CTG irá liderar nos mercados asiáticos onde está presente e/ou onde possui vantagens tecnológicas ou industriais», diz.

«A parceria irá permitir à EDP diversificar as oportunidades de crescimento sendo expectável que aumente os resultados líquidos por acção da EDP a partir de 2012», escreve a eléctrica.

No âmbito desta parceria, a CTG irá investir 2 mil milhões de euros (incluindo cofinanciamento de investimento operacional) até 2015 em participações de 34 a 49% em projectos de energia renovável correspondentes a 1,5 GW (líquidos) em operação e prontos a construir, dos quais 800 milhões de euros serão investidos nos primeiros 12 meses após a assinatura da parceria.

Adicionalmente, «a parceria com a CTG inclui um compromisso firme de financiamento por parte de uma instituição financeira chinesa à EDP, ao nível corporativo, num montante até 2 mil milhões de euros com maturidade de até 20 anos».

A parceria «fortalece o perfil de crédito da EDP mediante o aumento da posição de liquidez financeira com uma extensão de dois anos da cobertura das necessidades de financiamento da EDP até meados de 2015».

O objectivo é que a dívida líquida atinja um valor equivalente a três vezes o EBITDA em 2015.

No que se refere à EDP Renováveis, o acordo entre a EDP e a CTG está sujeito à aprovação dos Órgãos Sociais.

O acordo final da parceria estratégica será assinado «na ou próximo da data de conclusão da aquisição da participação na EDP pela CTG a qual está dependente do cumprimento das habituais condições precedentes

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/emp ... -1728.html (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/empresas/edp-three-gorges-energia-privatizacao/1311173-1728.html)
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Jorge Pereira em Dezembro 22, 2011, 07:51:30 pm
Parece-me uma boa escolha:

Abrimos as portas a um dos maiores mercados de capitais do mundo na actualidade. Para além dos investimentos na área das energias (que poderão catapultar os nossos investimentos nas barragens nacionais e nas energias renováveis) propuseram trazer financiamento de bancos chineses à economia portuguesa.

Poderá significar (se pensarmos também na recepção dos grandes porta-contentores procedentes da zona do canal do Panamá em Sines, assim como as promessas de investimento conjunto nos países lusófonos) que Portugal será definitivamente uma espécie de entreposto ou intermediário da China na Europa e no mundo lusófono.

“Amarramos” de certa forma, os interesses económicos chineses ao bom desempenho económico de Portugal. Isto, numa altura de incerteza sobre o futuro da Europa e do Euro, parece-me uma escolha acertada do ponto de vista geoestratégico.


Citar
Presidente da China Three Gorges: "Mais companhias chinesas irão investir em Portugal" (act)

"Estou muito feliz. A decisão do governo português é boa para o futuro da EDP", disse Cao Guanggjing.
O presidente da China Three Gorges Corporation, Cao Guangjing, considerou hoje "muito sábia e justa" a decisão do governo português de vender à sua empresa 21,35 por cento da parcela que o Estado detém no capital da EDP.

"Estou muito feliz (...). A decisão do governo português é boa para o futuro da EDP e para o desenvolvimento das relações entre os nossos dois países", disse Cao Guanggjing à Agencia Lusa em Pequim.
"Mais companhias chinesas irão investir em Portugal", acrescentou.

Em declarações à agência Lusa, Cao Guangjing disse também estar "agradecido" ao governo português pela forma como conduziu a privatização da EDP e adiantou que irá pessoalmente a Portugal assinar o contrato para a compra das ações.

"Foi um processo justo, objectivo e transparente", afirmou.

Cao Guangjing agradeceu igualmente o "forte apoio" do governo e dos bancos da China à sua candidatura à compra de 21,35 por cento do capital da EDP.

A entrada da China Three Gorges Corporation na EDP "será benéfica para as duas empresas, e para os dois países, especialmente nos mercados internacionais", disse o presidente da companhia chinesa.

Cao Guangjing, 47 anos, formado em engenharia civil, está ligado ao projecto das Três Gargantas do rio Yangtze desde a década de 1980.

Trata-se do maior complexo hidroeléctrico do mundo, com uma capacidade de produção igual ao do consumo anual de electricidade em Portugal

Fonte (http://http)

Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Miguel em Dezembro 22, 2011, 08:45:15 pm
Citar
incerteza sobre o futuro da Europa e do Euro, parece-me uma escolha acertada do ponto de vista geoestratégico

Certissimo :!:

O atual governo, e o excelente PPC sao os melhores para salvar Portugal.

Ainda de lembrar que nunca tivemos problemas com a China, mesmo com a nossa antiga provincia Macau.
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Edu em Dezembro 22, 2011, 09:11:55 pm
Citação de: "Miguel"

Certissimo :!:

O atual governo, e o excelente PPC sao os melhores para salvar Portugal.

Claro que sim, acho que ninguém tem duvidas que mandar os jovens portugueses emigrar é uma excelente politica económica. Jovens estes que na sua maioria têm licenciaturas, mestrado ou mesmo doutoramento e custaram milhões de euros ao estado para se formarem.

Relativamente aos chineses, não sei, enquanto os EUA tiverem o domínio militar e forem nossos aliados acho que não há grande problema... espero eu.
Não nos podemos é esquecer que estamos a falar de uma empresa estatal de um país que não é uma democracia e que não tem quaisquer problemas em violar normas e regras internacionais...
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Miguel em Dezembro 22, 2011, 09:34:51 pm
Portugal precisa neste momento de pessoas a produzir.

Se os jovens "doutores" e "engenheiros" nao querem trabalhar nos campos, nao contam com o estado para os pagar para estar em casa a dormir, ou em gabinetes cursos fantasmas.

O tempo dos malandros acabou.

Todos ao trabalho.
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Edu em Dezembro 22, 2011, 09:52:10 pm
Citação de: "Miguel"
Portugal precisa neste momento de pessoas a produzir.

Se os jovens "doutores" e "engenheiros" nao querem trabalhar nos campos, nao contam com o estado para os pagar para estar em casa a dormir, ou em gabinetes cursos fantasmas.

O tempo dos malandros acabou.

Todos ao trabalho.

Sem duvida que Portugal precisa de pessoas a produzir, concordo totalmente.
Mas os jovens portugueses querem trabalhar nos campos, e querem trabalhar nas minas e nas fabricas. E até querem fazer mais, querem conduzir investigações que levem ao aumento da nossa produtividade.
Porque é que em vez de mandar os jovens portugueses irem ser produtivos para o estrangeiro (e acredite que no estrangeiro são muito produtivos) não se lhes dá condições para serem produtivos no país.
Porque é que se utilizaram os fundos da união europeia para destruir a maquina produtiva nacional, se não se tivesse destruído pode ter a certeza que os jovens estavam nos campos, e nas minas, e nas fabricas e nos navios pesqueiros.
A culpa de como as coisas estão não se pode atribuir aos jovens que até aqui a única coisa que fizeram, bem ou mal, foi estudar.

Mandar os jovens emigrar é passar um atestado de inutilidade ao país.
É dizer que aqui não há mais nada para se fazer, que o país está para fechar.
É basicamente o governo dizer que não há nada que possam fazer e mais vale irem-se embora.

Porque é que não se utilizam os fundos da troika para revitalizar a nossa maquina produtiva, eu propunha começar pela industria pesada (siderurgias e afins).

Peço desculpa peço off-topic
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 23, 2011, 09:10:47 am
Citação de: "Miguel"
Portugal precisa neste momento de pessoas a produzir.

Se os jovens "doutores" e "engenheiros" nao querem trabalhar nos campos, nao contam com o estado para os pagar para estar em casa a dormir, ou em gabinetes cursos fantasmas.

O tempo dos malandros acabou.

Todos ao trabalho.

Pois pois, é esse trabalho que dará a Portugal o valor acrescentado nos seus produtos, que tanto precisamos. Acho incrível, como após 37 anos depois do fim da ditadura, ainda haja pessoas com a mentalidade de pão e vinho sobre a mesa.

Não percebo o que fazes em França, quando em Portugal há tantos campos para lavrar a um custo de 3,3€ por hora.
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Camuflage em Dezembro 23, 2011, 12:35:42 pm
É preciso entender que o nosso ensino não existe para ensinar, existe acima de tudo para garantir emprego a professores. Quem está no terreno deve ser o primeiro a querer modificar o que está mal, toda a gente contesta o ensino, menos curiosamente o professor... É o único que está satisfeito menos com o seu umbigo no que toca a salários, desconhecem por completo o mercado de trabalho e estão-se a cagar literalmente para o futuro dos jovens.

Actualmente existe um fosso de conhecimentos entre os avós dos jovens actuais e os jovens. Actualmente a esmagadora maioria dos jovens não sabe nada sobre reparações, agricultura, carpintaria, canalização etc. Trabalhos intermédios extremamente necessários em qualquer sociedade, vemos muitos biscateiros, mas profissionais realmente bons nisto é muito dificil encontrar. Não há ensino profissional virado para isto, o que há é virado para "serviços", cursos teoricos que não servem para nada, a não ser sugar fundos comunitários e dar emprego a docentes.
O nosso ensino intermédo lamentavelmente não existe em prol da ideia que todos devem ter ensino superior, o politécnico supostamente em Portugal veio para substituir o ensino intermédio, e deu em nada, porque a esmagadora maioria dos seus cursos não tem saídas no mercado ou então criaram cursos de encher chouriços para angariar fundos e não ter que mandar os amigos docentes embora.
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 23, 2011, 04:03:38 pm
EDP: Amnistia Internacional preocupada com "negócio da China"

(http://4.bp.blogspot.com/_JoJOQYAu1oE/TNV94SILkeI/AAAAAAAAOfY/ognBDkSQchQ/s1600/amnistia.jpg)


A Amnistia Internacional Portugal alertou hoje para a possibilidade de graves problemas ambientais, de direito à habitação e ao trabalho decorrentes da venda da participação portuguesa da EDP à China Three Gorges Corporation. Em comunicado, a amnistia refere que na China a construção da barragem das Três Gargantas tem dado origem a sérios problemas de poluição do rio Yangtzé com secagem de pântanos, destruição do modo de vida de comunidades piscatórias, alternância de secas e de cheias com a consequente erosão dos terrenos e o aparecimento de doenças tropicais até então quase inexistentes.

Segundo a Amnistia Internacional Portugal a barragem das Três Gargantas foi construída numa grande falha tectónica com grande instabilidade dos terrenos adjacentes: verificam-se grandes deslizamentos de terras até vários quilómetros de distância da barragem por vezes com destruição de aldeias inteiras.

Para a construção da barragem, adianta, foram desalojados um milhão de cidadãos chineses, a maioria dos quais não recebeu uma indemnização justa ou teve direito a realojamento.

“Isto demonstra a falta de respeito pelos direitos humanos e ambientais da companhia em questão. Também é conhecido o desrespeito pelo direito ao trabalho por parte das grandes empresas chinesas”, frisa a organização.

A Amnistia Internacional de Portugal diz ainda temer que “acções futuras de construção ou ampliação de infraestruturas produtoras de energia eléctrica levadas a cabo pela China Three Gorges Corporation venham a reger-se pelos mesmos padrões de desrespeito dos direitos económicos, sociais e ambientais das populações”.

Os chineses da Three Gorges Corporation foram hoje os escolhidos pelo Governo para a aquisição da participação pública de 21,35 por cento na EDP.

A Parpública, detentora da posição do Estado, comunicou que a alienação será efectuada por 2,69 mil milhões de euros, num prémio de 53,6 por cento em relação ao preço de mercado no dia 21 de Dezembro da eléctrica liderada por António Mexia.

Pelo caminho ficaram o grupo alemão E.ON e as empresas brasileiras Eletrobras e Cemig.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Scarto em Dezembro 23, 2011, 04:11:08 pm
Se é bom ou mau para Portugal,só o tempo o dirá.

Mas primeiro que tudo,Portugal não é a China,para começarem com estas histórias.Se fossem os alemães a ganhar,será que a amnistia viria com a história do exterminio?Ou se fossem os brasileiros,com a história da ditadura militar???

Perdoem-me a franqueza,mas às vezes as pessoas faziam melhor em estar caladas.Pelo menos até agora,nenhum dos concorrentes se queixou de algo na venda,pareceu tudo correcto e era sem dúvida a melhor oferta.
Porra,se cumprirem o acordado,vão investir milhões,e criar postos de trabalho!Não é o que o país precisa desesperadamente neste momento??
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: P44 em Dezembro 23, 2011, 04:37:54 pm
Citação de: "Camuflage"
É preciso entender que o nosso ensino não existe para ensinar, existe acima de tudo para garantir emprego a professores. Quem está no terreno deve ser o primeiro a querer modificar o que está mal, toda a gente contesta o ensino, menos curiosamente o professor... É o único que está satisfeito menos com o seu umbigo no que toca a salários, desconhecem por completo o mercado de trabalho e estão-se a cagar literalmente para o futuro dos jovens.


Engraçado, não sabia que eram os professores que definiam os programas a dar. Pensava que eram os burocratas do Ministério. As coisas que se aprendem por aqui :roll:
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: P44 em Dezembro 23, 2011, 04:39:41 pm
Citação de: "nelson38899"
Citação de: "Miguel"
Portugal precisa neste momento de pessoas a produzir.

Se os jovens "doutores" e "engenheiros" nao querem trabalhar nos campos, nao contam com o estado para os pagar para estar em casa a dormir, ou em gabinetes cursos fantasmas.

O tempo dos malandros acabou.

Todos ao trabalho.

Pois pois, é esse trabalho que dará a Portugal o valor acrescentado nos seus produtos, que tanto precisamos. Acho incrível, como após 37 anos depois do fim da ditadura, ainda haja pessoas com a mentalidade de pão e vinho sobre a mesa.

Não percebo o que fazes em França, quando em Portugal há tantos campos para lavrar a um custo de 3,3€ por hora.

Embrulha  :!:
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: miguelbud em Dezembro 23, 2011, 06:29:33 pm
Eu nao gosto de ser velho do restelo mas esta movimentaçao dos bancos chineses cria-me muita, mas mesmo muita desconfiança. O BPN esteve á venda e nao mostraram interesse em entrar no mercado europeu através de Portugal. Agora passado 1 dia depois da Three Gorges ter comprado a EDP, os bancos chineses mostram interesse nos bancos nacionais. E nao num, mas em 2, que por acaso até sao os únicos que detem participaçoes relevantes na EDP (BES 2.12% e BCP 3.37%), pois a CGD apenas tem 0.61%.


Citar
BES e BCP disparam com interesse da China em Portugal

O BES valorizou 6,82% para 1,175 euros por acção e chegou a ganhar, durante a sessão, 7,18% para 1,179 euros.

Já o BCP apreciou 4,46% para 0,117 euros por acção, depois de ter chegado a disparar 8,04% para 0,121 euros por acção, durante a manhã de hoje.

A tendência das acções nacionais e europeias é positiva mas, ainda assim, os dois bancos destacam-se pela positiva.

O BCP foi o primeiro a sobressair e negociou 110 milhões de acções. Um volume de negociação que compara com a média diária dos últimos seis meses de 60 milhões de acções. Isto, num período em que muitos investidores e agentes do mercado já se encontram em período de férias, por ocasião do Natal.

A banco liderado por Santos Ferreira foi impulsionado pela notícia do "Público" que, na sequência da venda de uma posição de 21,35% na EDP, deu conta de que um dos temas mais abordados entre o Governo português e o chinês é a eventual entrada de um banco da China no capital do BCP.

Os bancos chineses já manifestaram interesse na compra de posições em bancos nacionais e esse pode ser recíproco, já que estes se têm debatido para cumprir os requisitos de capital exigidos pela troika internacional.

Os ganhos bolsistas do BES acompanharam o avanço do seu principal concorrente em Portugal. Isto num dia em que foi divulgado que o banco utilizou obrigações portuguesas no valor de mil milhões de euros para contrair um empréstimo junto do Banco Central Europeu (BCE).

O BES foi um dos assessores da China Three Gorges na oferta que acabou por vencer o concurso pela aquisição dos 21,35% que o Estado privatizou da EDP.

Na restante banca portuguesa, o BPI progrediu 2,07% para 0,443 euros e o Banif perdeu 3,24% para 0,328 euros. Os bancos representados no índice de referência para a Europa, o Stoxx 600, apreciaram 0,29%

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Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Maio 22, 2012, 08:42:11 pm
EDP vai investir 269 milhões de euros no Brasil até 2015


A EDP Brasil vai investir cerca de 700 milhões de reais (269 milhões de euros) no Brasil nos próximos três anos, um valor abaixo do registado nos últimos anos, anunciou hoje a empresa no Dia do Investidor, no Porto.

António Mexia, presidente da empresa, referiu que, para o Brasil, a estratégia é "um crescimento sustentável e com boa remuneração" e sublinhou que, ao longo de 15 anos de presença da EDP no país, "nunca estivemos muito excitados nem muito deprimidos".

"Uma das chaves para estar num mercado como o Brasil é a paciência", disse Mexia.

A maior fatia do investimento no Brasil será direcionada para projetos de produção de eletricidade, e menos para a distribuição.

A EDP espera que a Energias do Brasil, subsidiária do grupo deverá crescer em média até 2015 cerca de 2 mil milhões de reais (767,4 milhões de euros) por ano, beneficiando de "um portfolio integrado de ativos e de contratos de aquisição de energia".

O presidente da EDP recordou que, desde que a empresa está no Brasil, investiu 5,9 mil milhões de reais (2,3 mil milhões de euros) e pagou em dividendos aos acionistas 1,8 mil milhões de reais (691 milhões de euros), sendo que "mais de 60 por cento da Oferta Pública de Venda (IPO) foram devolvidos como dividendo".

Considerando os projetos ainda em desenvolvimento, António Mexia fez questão de frisar que a capacidade instalada de geração de energia da EDP no Brasil aumentou cinco vezes desde o IPO.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 20, 2012, 06:50:58 pm
China Three Gorges compra 49% da EDP Renováveis


A EDP Renováveis anunciou hoje um acordo com a China Three Gorges (CTG) para a venda de participação acionista de 49% da EDP Renováveis Portugal e de 25% dos suprimentos, por 359 milhões de euros. Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDP Renováveis, detida em 77,5% pela EDP, anunciou que chegou hoje a acordo com a Chine Three Gorges International (CTGI), subsidiária da China Three Gorges (CTG) "para a venda de uma participação acionista representativa de 49% do capital social da EDP Renováveis Portugal e de 25% dos suprimentos" realizados pela empresa.

O valor total da operação é de 359 milhões de euros.

"A transação está sujeita à prévia obtenção de autorizações regulatórias das entidades competentes, sendo esperada a sua conclusão durante o primeiro semestre de 2013".

De acordo com o comunicado, a operação inclui 615 megawatts de parques eólicos em operação em Portugal, com uma vida média de seis anos, assim como 29 megawatts em desenvolvimento, "que beneficiam de uma remuneração em regime de 'feed-intariff'".

Entre setembro de 2011 e setembro último, o resultado antes de impostos, juros, amortizações e depreciações (EBITDA) e o lucro da EDP Renováveis em Portugal alcançou 116 milhões de euros e 43 milhões de euros, respetivamente.

"O valor total de ativos fixos líquidos, por referência a setembro de 2012, é de 558 milhões de euros", refere a energética, adiantando que a EDP Renováveis "irá manter a consolidação integral dos ativos".

Tendo em conta o preço global da transação, o valor da empresa (entreprise value) implícito para a totalidade dos ativos da EDP Renováveis Portugal ascende a 1,011 milhões de euros.

Este montante é dividido entre 513 milhões de euros de capitais próprios, 478 milhões de euros relativos a empréstimos acionistas e dívida externa (incluindo o montante de investimento esperado para os 29 megawatts em desenvolvimento) e ainda os 20 milhões de euros relativos a interesses acionistas minoritários em quatro parques eólicos.

"O múltiplo EV/MW [entreprise value/megawatt] implícito da transação ascende a 1,57 milhões de euros por megawatt. Adicionalmente, o 'portfolio' de ativos acima mencionados, desde a sua entrada em operação até esta data gerou um cash-flow operacional de 528 milhões de euros".

Esta operação acontece no âmbito da parceria estratégica entre a EDP e a China Three Gorges acordada em dezembro do ano passado e que se iniciou em maio último.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 14, 2013, 01:48:50 pm
Moreira da Silva chama ainda este mês responsáveis da China Three Gorges


O ministro responsável pela Energia, Jorge Moreira da Silva, vai chamar ainda este mês os responsáveis da China Three Gorges, accionista maioritário da EDP, para pedir informações sobre investimentos, como a instalação de uma fábrica de eólicas em Portugal. «O ministro solicitou à China Three Gorges um ponto da situação sobre esses investimentos a apresentar numa reunião a realizar ainda em Setembro», disse fonte oficial do gabinete do ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva.

Isto porque, acrescentou, «por ocasião da privatização da EDP, foram criadas expectativas de investimento, nomeadamente, na instalação de uma unidade industrial de aerogeradores [fábrica de turbinas eólicas]» em Portugal.

O compromisso de instalação da fábrica de turbinas eólicas no país foi anunciado a 30 de Novembro de 2011, através da Goldwind, empresa participada pela China Three Gorges (CTG) que concorria na altura à privatização da EDP [aquisição de 21,35% da EDP], e segundo a qual a unidade contribuiria em 500 milhões de euros para as exportações portuguesas.

Em comunicado, a Goldwind, um dos maiores produtores mundiais de turbinas eólicas e a segunda maior empresa do sector da China, especificou na altura que a fábrica avançaria «até ao Verão de 2013" e que previa começar os trabalhos de instalação da nova unidade já no início de 2012, "com a contratação de uma equipa local».

Segundo a empresa chinesa, a nova unidade produziria «800 turbinas eólicas por ano ocupando uma área de cerca de oito hectares e terá um forte impacto na criação de postos de trabalho especializados em Portugal», sendo que a nova fábrica teria «ainda um impacto positivo no sector da construção civil, estando prevista a entrega da empreitada da nova fábrica a empresas locais».

Contudo, na passada quarta-feira o jornal de Negócios avançou que a fábrica de turbinas eólicas em causa «não vai sair do papel» e «fica na gaveta» e que os chineses «desistiram de investir na unidade de turbinas eólicas que foi incluída nas propostas com que a CTG ganhou a privatização da EDP».

O Expresso  na sua edição deste sábado, divulga ainda que a construção da fábrica «não fez parte das claúsulas vinculativas que constaram no processo de privatização da EDP».

«O que o novo acionista maioritário da EDP tinha dito em Novembro de 2011, numa adenda ao contrato (antes de saber quem seria o ganhador dos 21,35% da EDP então em venda pelo Estado português) era que se comprometia a estudar a hipótese de construção de uma fábrica de eólicas em território nacional», frisa o Expresso, citando uma fonte próxima do processo, que reforça ainda tratar-se «apenas de um processo de intenções, nada de vinculativo».

O semanário adianta ainda que as cláusulas do processo de privatização da EDP eram o acesso a financiamento no valor de dois milhões de euros, já efectuado a 50%, a compra de várias participações minoritárias em parques eólicos da EDP, o que está em curso, a criação de um centro de investigação na área das renováveis (ainda por cumprir) e a abertura de sucursais de dois bancos (no caso, chineses) em Portugal, sendo que o Bank of China já abriu uma representação em Lisboa.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 14, 2013, 01:06:27 pm
EDP ganha adjudicação de projectos de energia renovável no Brasil


A EDP informou hoje que ganhou a adjudicação de projectos de produção de energia renovável no Brasil, através de subsidiárias locais, em leilão realizado pela Agência Nacional de Energia Eléctrica (ANEEL).

Em comunicado divulgado no sítio da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários na internet, a empresa revelou que o consórcio Terra Nova, constituído pela EDP -- Energias do Brasil, S.A. ("EDP Brasil") com a Companhia Furnas Centrais Eléctricas S.A. ("Furnas"), obteve a concessão para a central hidroeléctrica de São Manoel.

Esta central, pormenorizou-se no texto, vai ter uma capacidade instalada de 700 MW e ser construída na fronteira entre os Estados do Mato Grosso e Pará, no rio Teles Pires.

O contrato de aquisição de energia (CAE) que foi adjudicado inclui a venda de 409,5 MW médios por um período de 30 anos, a partir de maio de 2018.

O investimento associado ascende a 2,7 mil milhões de reais (843 milhões de euros) - 10% em 2014, 30% em 2015, 32% em 2016, 19% em 2017 e 9% em 2018 -, que a empresa tenciona financiar em dois terços com dívida de longo prazo.

A eléctrica acrescentou que também a EDP Renováveis (EDPR), através da EDP Renováveis Brasil (EDPR Brasil), assegurou quatro CAE por um período de 20 anos para a venda de electricidade no mercado regulado.

Estes contratos, pormenorizou, estão associados à energia renovável equivalente a ser produzida por quatro parques eólicos num total de 116 MW a instalar no Estado do Rio Grande do Norte, no Brasil.

A EDP acrescentou ainda que estes projectos eólicos são adjacentes a outros parques eólicos em fase de desenvolvimento pela EDPR no Brasil.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 04, 2014, 08:12:15 pm
EDP e China Three Gorges fazem parceria para centro de investigação


A EDP e a China Three Gorges discutiram os termos do acordo para criar o CNET R&D Centre, um centro de investigação e desenvolvimento para as tecnologias das novas energias, anunciou hoje a empresa liderada por António Mexia.

Em comunicado, a elétrica refere que, "no âmbito do desenvolvimento da parceria estratégica em vigor", os presidentes da China Three Gorges, Cao Guangjing, e da EDP, António Mexia, reuniram-se hoje, em Lisboa, "para discutir os termos do documento que institui as bases para a criação de um centro de investigação e desenvolvimento para as tecnologias das novas energias (CNET R&D Centre)".

O acordo foi celebrado entre a subsidiária da EDP Labelec -- Estudos, Desenvolvimento e Atividades Laboratoriais e a SIDRI - Shanghai Investigation, Design & Research Institute, subsidiária da China Three Gorges.

O acordo visa a "exploração conjunta de oportunidades em três áreas": cooperação em atividades de investigação e desenvolvimento em tecnologias para as novas energias, participação conjunta em projetos internacionais desenvolvidos por outras entidades e assistência técnica mútua.

O CNET R&D Centre "permitirá aumentar a capacidade tecnológica de ambas as empresas e aprofundar o potencial de desenvolvimento conjunto de oportunidades de negócio", lê-se no comunicado, que acrescenta que a criação do centro coloca em evidência a execução e desenvolvimento da parceria estratégica entre as duas empresas, estabelecida no âmbito do processo de privatização da EDP, em dezembro de 2011.

A China Three Gorges tem 21,35% do capital da EDP.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 19, 2014, 07:32:05 pm
Barragem da EDP no Brasil inicia actividade, investimento de 360 milhões de €€€


A nova barragem da EDP no Brasil, a hidroelétrica de Santo António do Jari, acaba de receber autorização para iniciar a operação comercial da sua primeira unidade geradora, com uma potência de 373,4 MW, anunciou hoje a empresa.

Em comunicado, a EDP adianta que esta capacidade representa um investimento de 1,1 mil milhões de reais (cerca de 360 milhões de euros). Localizada no rio Jari, na fronteira entre os Estados do Pará e do Amapá, a hidroelétrica "acaba de receber autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) do Brasil para iniciar a operação comercial de sua primeira unidade geradora", acrescenta.

Com esta decisão, a EDP "antecipa em três meses a sua entrada em funcionamento", já que a central hidroelétrica de Jari "negociou parte de sua energia no Leilão A-5 de 2010, com início de atividade prevista a 1 de janeiro de 2015", acrescenta.

"Os restantes grupos geradores da central, dois deles também com capacidade instalada de 123,3 MW e um de 3,4 MW, estão em fase avançada de comissionamento para obtenção gradual da licença para operação em carácter de teste e comercial", conclui.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 28, 2014, 11:57:47 pm
EDP e China Three Gorges criam empresa para construir barragens em África e América Latina


A EDP e a China Three Gorges (CTG) vão criar uma nova participada para conceber, construir e operar barragens em África e na América Latina, disse à Lusa fonte oficial da empresa chinesa, maior acionista da elétrica. “Esta parceria permite criar uma nova empresa participada em 50% por cada uma das empresas, que será localizada em Macau, e deverá candidatar-se a oportunidades do mercado global de energia que possam ser satisfeitas com a conceção, construção e operação de pequenos e médios projetos hidrelétricos”, adiantou a mesma fonte à Lusa.

O acordo, assinado na segunda-feira durante a primeira visita a Portugal do novo presidente da CTG, Lu Chun, prevê o desenvolvimento de negócios de energia na área hídrica em países de África e da América Latina, conforme a Lusa avançou no domingo. Em nota de imprensa, a EDP informou na segunda-feira sobre a inauguração das instalações do New Energy World (NEW), que assinalam o arranque da cooperação tecnológica com a CTG anunciada no início do ano.

China Three Gorges, uma empresa estatal diretamente tutelada pelo governo central chinês, tornou-se o maior acionista da EDP em 2012, quando pagou 2,7 mil milhões de euros por 21,3% do capital da elétrica portuguesa.

O novo centro, instalado em Sacavém, vai “dedicar-se à investigação nas novas energias, assistência técnica mútua, apoiando ainda a participação conjunta em projetos internacionais desenvolvidos por outras entidades”. Lu Chun assumiu a presidência da CTG em março passado, depois de inspetores da Comissão Central de Disciplina do Partido Comunista Chinês terem detetado “irregularidades” na gestão da empresa, nomeadamente “abuso de poder em licitações e contratos de projetos”.

O anterior presidente da CTG, Cao Guangjing, foi nomeado vice-governador da província de Hubei, onde se situa a Barragem das Três Gargantas do rio Yangtze. Em Portugal, Li Chun vai encontrar-se com o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho. A China Three Gorges, uma empresa estatal diretamente tutelada pelo governo central chinês, tornou-se o maior acionista da EDP em 2012, quando pagou 2,7 mil milhões de euros por 21,3% do capital da elétrica portuguesa.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 26, 2015, 07:00:51 pm
EDP promete na ONU investimento de 200 milhões de €€€ em investigação de energias limpas


"O empenho em fornecer energia competitiva, baseada em soluções de baixos níveis de carbono capazes de assegurar crescimento económico sustentável é central na estratégia da EDP. Mas achamos que temos todos de fazer mais. Ao comprometer-se, com metas quantificadas, perante o mundo, a EDP está a dar o seu contributo e a mostrar que é possível ser mais ambicioso no combate às alterações climáticas", disse à Lusa o presidente executivo da EDP, António Mexia.

Durante o fórum, o responsável comprometeu-se ainda com outras quatro medidas: ultrapassagem de 75% de energias renováveis em capacidade instalada até 2020, a promoção de ganhos de eficiência energética junto da base de clientes equivalentes a 1TWh até 2020, o reforço da instalação de contadores inteligentes atingindo os 90% dos pontos de entrega baixa tensão na Península Ibérica até 2030 e, finalmente, uma redução de 75 por cento nas emissões de CO2 entre 2005 e 2030.

Mexia participava num fórum com empresas do setor privado que acontece no âmbito da Cimeira do Desenvolvimento Sustentável, que acontece entre sexta-feira e domingo.

"Digamos que estamos a assumir a responsabilidade inerente à posição de líder mundial nas renováveis e de comercializador consciente das necessidades dos seus clientes e, no limite, de todos os cidadãos do mundo hoje aqui representados pelas Nações Unidas", explicou Mexia.

Perante uma plateia de empresários, organizações não-governamentais e governantes de vários países, António Mexia apresentou ainda o caminho já percorrido pela EDP neste domínio.

Participaram nesta cimeira o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, a chanceler alemã, Angela Merkel, e o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg.

Durante a cimeira, na tarde de sexta-feira, foram aprovados os novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que incluem o combate as alterações climáticas como um dos 17 objetivos que substituem os 8 Objetivos do Milénio, concluídos este ano.

Lusa
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Viajante em Julho 03, 2017, 08:38:57 pm
Espanhola Gas Natural quer avançar para uma fusão com a EDP

A agência noticiosa avança que a companhia espanhola já abordou a eléctrica portuguesa para criar um campeão ibérico de produção de energia avaliado em 35 mil milhões de euros.

(http://cdn.jornaldenegocios.pt/images/2017-03/img_817x460$2017_03_28_13_25_11_306198.jpg)

A espanhola Gas Natural quer fundir-se com a EDP, numa operação avaliada em 35 mil milhões de euros. Este negócio daria origem à quarta maior companhia de gás e electricidade na Europa.

A notícia está a ser avançada pela Reuters esta segunda-feira, 3 de Julho. A agência adianta que o presidente da companhia espanhola, Isidre Fainé, já terá inclusivamente abordado o líder da EDP, António Mexia.

O objectivo seria criar um campeão ibérico da energia para competir com grandes empresas europeias como as francesas Engie e EDF, a espanhola Iberdrola e a italiana Enel.

O interesse de Gas Natural na EDP surge porque a portuguesa tem vindo a desenvolver o seu negócio na área das energias renováveis, um sector que falta no portefólio da empresa espanhola, mais focada na produção de electricidade a partir de gás natural e de carvão.

Contactada pelo Negócios, a EDP não faz comentários à notícia avançada pela Reuters.

A notícia da Reuters surge numa altura em que as acções da EDP têm apresentado uma tendência negativa na bolsa, devido sobretudo à investigação das autoridades às rendas excessivas que a eléctrica eventualmente beneficiou.

Além da forte presença na Península Ibérica, as duas empresas também estão focadas em desenvolver negócios nas Américas. A Gas Natural está presente no Chile e no México, enquanto a EDP está no mercado brasileiro e é uma das maiores empresas de produção de energia eólica nos Estados Unidos.
 

A EDP conclui hoje uma série de 10 sessões consecutivas de perdas, período em que desvalorizaram 6,5%, estando agora a negociar em mínimos de 20 de Março.

Esta queda atirou a capitalização bolsista da eléctrica liderada por António Mexia para 10,44 mil milhões de euros. Um valor que corresponde a quase metade do valor de mercado da Gas Natural, que ascende a 20,56 mil milhões de euros. As acções da cotada espanhola acumulam uma subida de 14,7% este ano na bolsa de Madrid. No mesmo período a EDP desce 1,31%  na praça portuguesa.

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/reuters-espanhola-gas-natural-quer-avancar-para-uma-fusao-com-a-edp?ref=DestaquesTopo

Já resta muito pouco das empresas estratégicas em mãos nacionais ou do estado!!!!
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Get_It em Julho 03, 2017, 08:55:04 pm
Já resta muito pouco das empresas estratégicas em mãos nacionais ou do estado!!!!
Gastamos milhares de milhões a criar e sustentar monopólios para agora os estar a dar de mão beijada. ::)

Cumprimentos,
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Viajante em Julho 03, 2017, 09:07:07 pm
Já resta muito pouco das empresas estratégicas em mãos nacionais ou do estado!!!!
Gastamos milhares de milhões a criar e sustentar monopólios para agora os estar a dar de mão beijada. ::)

Cumprimentos,

Nós somos muito caridosos. Sem nunca termos definido que empresas são estratégicas para o país e que nunca serão alienáveis, privatizamos tudo até chegarmos ao cúmulo do SIRESP que supostamente tem toda a informação estratégica de emergência, PSP, GNR, etc, geridas por privados!!!!!

Pagamos subsídios às energias renováveis para exportarem para Espanha subsidiadas pelo nosso próprio bolso! Somos tão caridosos!!!!

Entretanto a empresa espanhola desmente que esteja em conversações com a EDP!!!!!!!!
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Viajante em Setembro 25, 2017, 10:12:46 am
Instituto da Água alertou: alargamento da concessão de barragens à EDP não fazia “qualquer sentido”

Ministério do Ambiente ignorou parecer do Instituto da Água sobre contrato de subconcessão de exploração de centrais hidroelétricas sem concurso público. Caso está a ser analisado em Bruxelas.

(http://img.obsnocookie.com/s=w800,pd1/o=80/http://s3cdn.observador.pt/wp-content/uploads/2017/09/25074214/13390206_770x433_acf_cropped.jpg)

Em novembro de 2006, cerca de seis meses antes da entrada em vigor do novo decreto–lei sobre o regime de utilização dos recursos hídricos, o extinto Instituto da Água (INAG) enviou ao então ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, um parecer onde deixava claro que as propostas de alteração feitas pelo Ministério da Economia e Inovação (MEI) ao projeto de diploma eram “totalmente descabidas” e não faziam “qualquer sentido”, avança o Público. “Constata-se que as propostas de alteração remetidas pelo MEI violam frontal e grosseiramente o disposto numa Lei de Bases [a Lei da Água]”, referia o parecer, citado pelo jornal.

Uma das violações mais grosseiras era, de acordo com o INAG, a introdução de pontos que permitiam alargar o contrato com a EDP para explorar 27 centrais hidroelétricas, sem qualquer concurso público, através de uma subconcessão de direitos de utilização dos recursos por parte da REN. Além disso, do Instituto da Água alertou também para o facto de a subconcessão não estar legalmente prevista e contrariar a resolução de 2005 do Conselho de Ministros sobre a estratégia nacional de estímulo à concorrência na área da energia. Mas em vão.

O decreto-lei entrou em vigor a 31 de maio de 2007 sem ter em conta o parecer do INAG e com as alterações feitas pelo Ministério de Manuel Pinho. A assinatura do contrato aconteceu a 8 de março de 2008, um sábado, apenas dez meses depois de o diploma ter entrado em vigor e apesar de este prever um prazo de até dois anos, de acordo com o Público. Pelo prolongamento do prazo, a EDP, então presidida por António Mexia, pagou ao Estado um valor adicional de 759 milhões de euros (uma parte desse dinheiro acabou por serviu para travar o aumento do preço da eletricidade, mas também beneficiou o défice público).

Segundo o Público, o caso, que é um dos temas centrais na investigação por corrupção dos contratos da EDP, está também a ser analisado pela Comissão Europeia, que quer saber se o negócio cumpriu as regras europeias de contratação pública.

http://observador.pt/2017/09/25/instituto-da-agua-alertou-alargamento-da-concessao-de-barragens-a-edp-nao-fazia-qualquer-sentido/#comment-post-2278562-1679441
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Menacho em Novembro 24, 2017, 01:50:21 pm
El Gobierno portugués se niega a una fusión entre EDP y la espanhola Gas Natural Fenosa

https://okdiario.com/economia/empresas/2017/11/23/gobierno-portugal-cierra-puerta-fusion-gas-natural-fenosa-edp-1545204

Cumprimentos
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Viajante em Maio 12, 2018, 12:23:05 am
Chineses lançam OPA à EDP com prémio de 4,82% e avaliam eléctrica em 11,9 mil milhões

Os accionistas chineses, que controlam actualmente mais de 28% da EDP, lançaram uma OPA sobre a eléctrica oferecendo uma contrapartida de 3,26 euros. Um prémio de 4,82% face ao valor de fecho da empresa esta sexta-feira.

(https://cdn4.jornaldenegocios.pt/images/2018-05/img_770x433$2018_05_11_22_32_03_331321.jpg)

A China Three Gorges (CTG) lançou uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a EDP, oferecendo uma contrapartida de 3,26 euros por acção, o que representa um prémio de 4,82% face ao valor de fecho das acções da eléctrica esta sexta-feira, 11 de Maio.

O valor oferecido avalia a empresa liderada por António Mexia em 11,9 mil milhões de euros. Esta oferta é "geral e voluntária" pode-se ler no documento divulgado na CMVM. O Millennium Investment Banking, banco de investimento do BCP, é a instituição financeira responsável pela oferta.

A CTG destaca que a sua oferta representa um prémio de cerca de "10,8% em relação ao preço médio ponderado das acções" da EDP nos seis meses posteriores a esta sexta-feira: 2,94 euros por acção. Ao mesmo tempo, destaca que a sua oferta representa um prémio de cerca de "17,9% em relação ao preço médio ponderado ajustado das acções" nos seis meses anteriores a esta sexta-feira: 2,77 euros por acção.

A CTG destaca que a OPA será concluída com sucesso se passar a controlar 50% mais uma acção da EDP após a conclusão da operação."A eficácia da oferta estará sujeita, até ao termo do período da oferta, à aquisição por parte da oferente, no âmbito da oferta, de um número de acções que, acrescidas às ações detidas pela oferente ou por sociedades que estejam com esta em relação de domínio ou de grupo representem, pelo menos, 50% dos direitos de voto mais 1 direito de voto na sociedade visada".

A empresa chinesa destaca que o lançamento desta oferta está sujeito "à alteração dos estatutos da sociedade visada, ainda que condicionada ao sucesso da oferta, de forma a remover qualquer limite à contagem de votos emitidos por um só accionista, quer em nome próprio, quer actuando em nome de outro accionista". Recorde-se que a EDP tem limitados os direitos de votos a 25% do capital.

A companhia garante que, caso a oferta termine com a CTG a controlar mais de 90% da EDP, não pretende retirar a empresa de bolsa. "No caso de, em resultado da oferta, as acções detidas em conjunto pela oferente e por quaisquer pessoas ou entidades relacionadas com a oferente, (...) excederem 90% dos direitos de voto correspondentes ao capital social da sociedade visada, a oferente não pretende requererà CMVM a perda da qualidade de sociedade aberta".

Entretanto, a CTG também lançou uma OPA sobre a EDP Renováveis (controlada em 83% pelo grupo EDP), oferecendo 7,33 euros por cada acção, um valor abaixo da cotação de fecho desta sexta-feira (7,845 euros).

(http://cdn.jornaldenegocios.pt/images/2018-05/OriginalSize$2018_05_11_17_24_45_331290.png)

OPA sujeita a autorizações regulatórias e governamentais em Portugal e lá fora

Segundo a anúncio preliminar esta oferta está dependente de autorizações regulatórias nacionais e internacionais. Em Portugal, da Autoridade da Concorrência mas também do Executivo de António Costa: "Confirmação por parte do Governo de Portugal de que não irá opor-se à oferta tal como delineada no presente anúncio (e, por consequência, de que não irá opor-se ao lançamento da potencial oferta pública obrigatória de aquisição sobre as acções representativas do capital social da sociedade espanhola EDP Renováveis".

O Governo já declarou que não se vai opor à OPA com o primeiro-ministro a declarar: "Não temos nenhuma reserva a opor". Ainda antes da oferta ser oficial, António Costa lembrou que "as coisas têm corrido bem em Portugal" e os chineses "têm sido bons investidores", citando os exemplos da REN, EDP e "outros sectores".

Lá fora, a CTG pretende obter aprovações da Comissão Europeia. Também na Europa, a companhia espera obter autorização por parte do presidente do Departamento de Regulação Energética da Polónia. Em França, obter uma "decisão escrita" pelo ministro da Economia e das Finanças francês "confirmando que a oferta não está sujeita a aprovação de acordo com os regulamentos de investimento estrangeiro francês". Na Roménia, "autorizaçáo para o prosseguimento da oferta por parte do conselho supremo de Defesa Nacional da Roménia (CSDNR)".

Já nos Estados Unidos, o maior mercado da EDP Renováveis, a CTG espera obter a aprovação pela Comissão de Investimento Estrangeiro dos Estados Unidos (CFIUS), a "emissão de uma ordem final por parte da Comissão Federal Reguladora de Energia dos EUA (FERC)".

No Brasil, a não oposição à oferta tanto por parte do Conselho Administrativo da Defesa Econômica do Brasil (CADE), ou a não oposição à oferta por parte da Agência Nacional de Energia Eléctrica Brasileira (ANEEL).

No Canadá, a não rejeição ou não oposição do Departamento de Concorrência Federal do Canadá (FCB), da Divisão de Análise de Investimentos do Canadá, sob a tutela do Governo canadiano, do Operador do Sistema Eléctrico Independente Canadiano (IESO).

Em Espanha, autorizações por parte das autoridades portuárias de Avilés e de Gijón para proceder à "alteração indirecta da estrutura de controlo da Hidroelectrica del Cantabrico", isto é, a EDP ESpanha.

China tem vindo a reforçar posição na EDP

O Estado chinês tem vindo a reforçar a sua posição na EDP. A CNIC comprou quase 2% da eléctrica no final de 2017, passando a deter quase 5%. Com 28,25% do capital imputados à República Popular, Pequim ficou assim mais perto da meta de 33,33% em que é obrigada a lançar uma OPA.

A notícia do lançamento da OPA tinha sido avançada pelo Expresso minutos antes do fecho da bolsa nacional. As acções da EDP, que chegaram a cair mais de 3% ao longo da sessão, a reflectir os resultados do primeiro trimestre, que não apresentaram supresas, foram recuperando valor ao longo do dia e fecharam a subir 0,75% para 3,11 euros.

O jornal Expresso revelava que o Governo de António Costa não vai colocar entraves à operação. Mas existe a possibilidade do próprio conselho de administração da EDP vir a classificar esta OPA como hostil, de acordo com a mesma publicação.

A EDP tem sido namorada nos últimos meses por várias eléctricas europeias como a italiana Enel, a espanhola Gas Natural Fenosa ou a francesa Engie. A confirmar-se, o movimento de Pequim pode surgir como uma forma de antecipar, e travar, a investida de outras empresas na EDP.

O presidente da eléctrica, António Mexia, veio recentemente a público avisar que a empresa está bem sem um grande accionista a controlar a maioria do capital. "Estamos a controlar o nosso destino. Não preciso de mais ninguém para controlar o nosso destino, precisamos apenas da confiança dos nossos accionistas, parceiros, colaboradores e clientes", disse António Mexia em entrevista ao Negócios no início de Abril. O gestor tem vindo a negar ao longo dos últimos meses que existam conversações com outras empresas com visto a uma fusão.

EDP namorada por franceses, espanhóis e italianos

Um dos interesses mais recorrentes, a julgar pelas notícias que têm saído em Portugal e Espanha, é o da Gas Natural Fenosa. O presidente da Gas Natural Fenosa, Isidre Fainé esteve inclusivamente em Lisboa, pelo menos duas vezes, para discutir o interesse da eléctrica espanhola na EDP.

Já a imprensa espanhola deu conta do interesse da italiana Enel - dona da espanhola Endesa - na EDP. Sobre esta eventual operação, o presidente da Endesa Portugal, Nuno Ribeiro da Silva, destacou que a entrada da Enel na EDP iria levantar muitas questões regulatórias pois tanto a eléctrica portuguesa como a Endesa operam nos mercados de Portugal e Espanha.

A francesa Engie foi a última empresa a entrar na corrida à EDP. A imprensa francesa avançou em Abril que a eléctrica gaulesa analisou a entrada no capital da EDP, mas a EDP desmentiu qualquer operação.

(http://cdn.jornaldenegocios.pt/images/2018-05/OriginalSize$2018_05_11_17_27_04_331291.png)

http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/detalhe/chineses-lancam-opa-a-edp-com-premio-de-482-e-avaliam-electrica-em-119-mil-milhoes?ref=DestaquesTopo

Mais uma enorme borrada do actual e anteriores governos!
Vamos oferecer a maior empresa eléctrica nacional ao estado Chinês!!!!! Que para além de produzir energia eléctrica, via EDP, também a transporta até cada subestação do país, via REN e para cúmulo financiada pelo BCP que só por acaso também tem como maiores accionistas os chineses!!!!!!!
Eu não sei se no governo sabem fazer contas, já nem falo no plano estratégico, os Chineses se nos portarmos "mal".... cortam-nos a luz! Queremos electrificar um pólo industrial porque é fundamental..... espera, vamos pedir autorização ao governo chinês!!!!!!
Se fossem inteligentes e não gulosos, ao menos controlavam a totalidade da REN, assim pelo menos desligávamos as fichas da EDP e escolhíamos outro fornecedor!!!!!!
Também estou curioso para ver o que os americanos vão fazer, uma vez que metade de todos os activos da EDP Renováveis fica precisamente em solo americano!!!!!!
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Daniel em Janeiro 11, 2019, 04:17:53 pm
Auditoria a barragens da EDP revela desvios de centenas de milhões
https://eco.sapo.pt/2019/01/11/auditoria-a-barragens-da-edp-revela-desvios-de-centenas-de-milhoes/

Citar
EY descreve conjunto de situações de deficiente controlo na construção de várias barragens, como a de Baixo Sabor, Ribeiradio Ermida e Foz Tua que implicaram desvios de centenas de milhões de euros. Uma auditoria pedida pela própria EDP revelou falhas, desvios e incumprimentos na construção das suas barragens. A notícia é avançada pelo Expresso, nesta sexta-feira, que enumera a adjudicação direta de trabalhos a mais, a utilização de fatores não divulgados nos concursos, pagamento de prémios aos construtores mesmo depois de falharem prazo ou a não aplicação de multas contratualmente previstas, entre o conjunto de situações identificadas pela auditoria realizada pela consultora EY.O jornal dá conta que essa auditoria foi realizada no final de 2017 a pedido da elétrica liderada por António Mexia, mas foi mantida “dentro da gaveta” desde que foram divulgadas as suas conclusões.

De acordo com o documento a que o Expresso teve agora acesso, o trabalho da EY descreve um conjunto de situações de deficiente controlo, por parte da EDP, dos projetos de construção de várias barragens, como a de Baixo Sabor, Ribeiradio Ermida e Foz Tua. Que implicaram desvios de custos, face aos inicialmente projetados, de centenas de milhões de euros.

Contactada pelo jornal, a EDP assumiu já ter começado a corrigir as falhas identificadas naquela auditoria. “A generalidade das situações identificadas no relatório de auditoria da EY eram já do conhecimento da equipa de gestão, na sequência de auditorias internas, e reporta-se ao período em que decorreu a construção, tendo sido definidas ações de melhoria dos procedimentos nesse mesmo período”, especifica a elétrica.

A empresa disse ainda que, “em 2018, a EDP decidiu contratar a EY para prestar apoio na implementação de algumas oportunidades de melhoria identificadas no seu trabalho de 2017 e reforço dos controlos, estando os referidos trabalhos já concluídos”.
Título: Re: EDP: Notícias
Enviado por: Viajante em Setembro 08, 2019, 04:03:50 pm
Barragens do Douro podem ficar nas mãos de Espanha

(https://images.impresa.pt/expresso/2011-11-28-12.jpg-2/3x2/mw-2048)

A EDP já seleccionou o lote de empresas que vai convidar a apresentar ofertas vinculativas para a compra de um conjunto de seis barragens que o grupo português pôs à venda. Todas na bacia do Douro, numa região que é especialmente atractiva para a Iberdrola, que já detém várias barragens do lado espanhol do rio.

Entre as empresas finalistas neste processo de venda de activos da EDP está a Engie, a Statkraft, a Verbund e a Macquarie, avançou esta semana a agência Reuters. Mas também a espanhola Iberdrola, que, caso ganhe a corrida, poderá passar a controlar a maior parte da produção hidroelétrica no rio Douro. A Endesa, ao que o Expresso apurou, está ainda a ser equacionada pela EDP.

De acordo com o Semanário, o lote de activos para vender inclui as barragens da Bemposta, Picote, Miranda, Feiticeiro, Baixo Sabor e Foz-Tua, num total de 1706 megawatts (MW) de potência hidroelétrica.

O prazo para entrega dessas ofertas vinculativas terminará no final deste mês.

https://executivedigest.sapo.pt/barragens-do-douro-podem-ficar-nas-maos-de-espanha/

Enquanto a gestão da EDP desmantela a empresa (Payour ratio de 134%!!!!!!! Quer dizer que entregou este ano aos accionistas, 134% do lucro que teve em 2018, para se manterem mais uns anos nos lugares a ganharem 1 a 3 milhões de euros por ano), vai vendendo os anéis para manter uma política de entrega de dividendos suicida. Mas entregar mais 6 barragens a quem não respeita nada nem ninguém no controlo dos caudais mínimos dos principais rios internacionais, vai para além da ingenuidade ou sacanice!!!!!!