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Forças Armadas e Sistemas de Armas => Marinha Portuguesa => Tópico iniciado por: luis filipe silva em Novembro 22, 2005, 11:36:52 pm

Título: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 22, 2005, 11:36:52 pm
PRIMEIROS VAPORES

NAPIER ex - Jorge IV; ex - George IV

Antigo brigue mercante inglês, foi apresado em Lisboa quando se encontrava ao serviço de
D. Miguel em 24 - 7 - 1833. Este foi o primeiro vapor ao serviço da Armada. Em 1835
transportou para o Porto o coração de D. Pedro IV. O navio foi desarmado em 1839.

DESLOCAMENTO   126 tons.
DIMENSÕES   34,96 * 6,8 * 3,9 (P) metros
ARMAMENTO   6 peças
PROPULSÃO   1 máquina de baixa pressão de 100 h.p. 2 rodas laterais
DIMENSÕES   8 nós
GUARNIÇÃO   100 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/3807/001dsaldanha.th.jpg) (http://http)
DUQUE  DE  SALDANHA ex. Montroze


O vapor Duque de Saldanha foi construído em Inglaterra e serviu na Armada entre 1852 e
1854, ano em que se perdeu por encalhe na Torreira.

DESLOCAMENTO   606 tons.
PROPULSÃO   1 máquina de baixa pressão - 2 rodas de pás laterais
VELOCIDADE   10,5 nós
GUARNIÇÃO   75 homens





INFANTE D. LUIZ   ex. Royal Tar

Vapor adquirido em Inglaterra no ano de 1847, foi tomado pela Junta Revolucionária do
Porto, servindo como transporte até 1857.

DESLOCAMENTO   532 tons.
PROPULSÃO   1 máquina de baixa pressão - 2 rodas de pás laterais.
VELOCIDADE   10 nós
GUARNIÇÃO   108 homens
   


DUQUE  DO  PORTO

Vapor construído em Inglaterra, foi entregue em 1845 sendo utilizado na fiscalização aduaneira. Em 1846 naufragou na Barra do Douro. O seu armamento era composto por 5 peças.


TERCEIRA ex. Lord of the Isles; ex. Lorde das Ilhas

Foi capturado em S. Martinho do Porto pelos Liberais em 1833. Desarmado em 1860, foi
abatido em 1898.

DESLOCAMENTO   345 tons
DIMENSÕES   43,45 * 6,68 * 3,95 metros
ARMAMENTO   4 peças
PROPULSÃO   1 máquina de baixa pressão de 120 h. p. =11 nós
GUARNIÇÃO   100 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/2685/002mindello.th.jpg) (http://http)
MINDELLO

Primeiro vapor construído expressamente para a Armada, foi entregue em 1845 nos estaleiros Green
em Inglaterra.

DESLOCAMENTO   604 tons.
DIMENSÕES   48,44 * 8,47 * 5,0 metros
ARMAMENTO   4 peças de 32 "; 2 rodízios de 68 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de baixa pressão de 220 h. p. – 2 rodas laterais
VELOCIDADE   12 nós


(http://img208.imageshack.us/img208/4934/003mindello.th.jpg) (http://http)
MINDELLOem 1863

Em 1862 este navio sofreu profundas alterações em estaleiros ingleses, aparelhando em lugre barca,  com as seguintes alterações e a silhueta completamente renovada.

DIMENSÕES   58 * 10 * 5 metros
ARMAMENTO   6 peças e 2 rodízios
GUARNIÇÃO   120 homens

CRUZADORES

(http://img208.imageshack.us/img208/136/004adamastor.th.jpg) (http://http)
ADAMASTOR

Construído em Itália nos estaleiros Fratelli Orlando de Livorno, foi entregue em 18-6-1897 com a classificação de cruzador. Este navio foi pago com o produto da subscrição Nacional de 1890. Em 1932 foi reclassificado como aviso de segunda classe, sendo desarmado e abatido ao efectivo em 16-11-1933.

DESLOCAMENTO     1757 tons.
DIMENSÕES :   73,81 * 10,7 * 4,66 metros
ARMAMENTO   2 peças de 150 mm  ; 4 de 105mm ; 4 de 47mm ; 2 metralhadoras; 3 tubos lança - torpedos.   
PROPULSÃO             4 máquinas a vapor de expansão tripla de 4000 h. p.- 2 veios = 18 nós
AUTONOMIA:              5500 milhas a 10 nós
GUARNIÇÃO              206 homens
(http://img208.imageshack.us/img208/7637/005almreis.th.jpg) (http://http)

ALMIRANTE REIS  ex. D.CARLOS I

Foi construído em Inglaterra por Vickers de Newcastle em 1899, sendo abatido em 22-1-1925. Este cruzador foi o maior navio de combate português, e foi desarmado durante a primeira Guerra Mundial.
DESLOCAMENTO   4 253 tons.
DIMENSÕES             117 * 14,4 * 5,33 metros
ARMAMENTO :         4 peças de 150mm ; 8 de 120mm ; 14 de 47mm ; 2 de37mm ; 3 metr. de 6,5mm; 5  tubos lança - torpedos
PROPULSÃO             2 máquinas a vapor de T. E. de 12 500 h.p. - 2 veios = 22 nós
CALDEIRAS:           12 Yarrow
COMBUSTIVEL:        700 toneladas de carvão
GUARNIÇÃO            432 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/5035/006srafael.th.jpg) (http://http)

Classe S. RAFAEL
 
S. RAFAEL       1900 - 1911      S. GABRIEL    1900 - 1925

 Estes cruzadores foram  construídos em França, nos estaleiros Forges et Chantiers de L´Havre. Inicialmente possuíam três mastros. O S. Rafael perdeu-se por encalhe em Vila do Conde, tendo morrido dois tripulantes.

DESLOCAMENTO :   ( S.R. ) 1838 tons.        ( S.G. )  1850 tons.
DIMENSÕES :             75 * 10,8 * 4,35 metros
ARMAMENTO           2 peças de 150 mm ; 4 de 120 mm; 8 de 47 mm; 3 metr: de 6,5 mm. 1 tubo lança-torpedos
PROPULSÃO        2 máquinas de T.E. de 3 000 H.P. - 2 veios  = 15 nós
AUTONOMIA:           3 500 milhas
GUARNIÇÃO            249 homens
(http://img208.imageshack.us/img208/5213/007vgama.th.jpg) (http://http)
VASCO DA GAMA

    Antiga corveta couraçada com o mesmo nome , foi transformada em cruzador na Itália voltando a navegar em 1901. Havia sido construída na Inglaterra por Thames Iron Works e incorporada como corveta em  1 - 2 - 1887 , sendo abatida em  25 - 9 - 1936.

DESLOCAMENTO   3 030 tons.
DIMENSÕES :   71,3 * 12,28 * 5,56 metros.
ARMAMENTO   2 peças de 203 mm; 1 de 150 mm; 1 de 76 mm; 8 de 47 mm; 2 metr. de 6,5 mm
PROPULSÃO   2 máquinas de E.T. de 6 000 H.P. - 2 veios = 15,5 nós
COURAÇA MAXIMA:   254 mm  
GUARNIÇÃO   259 homens
(http://img208.imageshack.us/img208/840/008rdamlia.th.jpg) (http://http)
REPÚBLICA ex. RAINHA D. AMÉLIA

 Foi construído no Arsenal de Lisboa em 1901 sendo o primeiro navio em aço ali construído. O seu nome foi alterado em 1910, e em 1915 perdeu-se por encalhe nas Berlengas.  

DESLOCAMENTO    1 683 tons.
DIMENSÕES :   75 * 11,4 * 4,47 metros
ARMAMENTO :   4 peças de 150mm ; 2 de 100mm; 2 de 47mm; 2 de 37mm; 2 metr. de 6,5 mm.; 2 tubos lança - torpedos
PROPULSÃO   4 máquinas de T.E. de 5 000 H.P. - 2 veios = 18 nós
GUARNIÇÃO   263 homens
(http://img208.imageshack.us/img208/2908/009geannes.th.jpg) (http://http)
GIL EANNES  ex. LANHECK

Navio mercante alemão apresado em 1916, foi adaptado para cruzador auxiliar na Armada Portuguesa. Havia sido construído em 1914 por Seebeck Akt Geselschaft na Alemanha. Durante a primeira Guerra Mundial efectuou transportes de tropas para França, sendo abatido ao efectivo em 1-6-1918, e integrado na Marinha Mercante. Voltou a servir na Armada como transporte, e mais tarde como navio - hospital de apoio à frota bacalhoeira na Terra Nova. Em 1942 voltou à Marinha Mercante.

DESLOCAMENTO   3 712 toneladas
DIMENSÕES   85 * 12,5 * 5,3 metros
ARMAMENTO   2 peças de 76 mm; 1 de 65 mm; 4 de 47 mm:
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. de 1775 H.P. - 1 veio = 12,5 nós
GUARNIÇÃO   114 homens
(http://img208.imageshack.us/img208/8571/010pnunes.th.jpg) (http://http)
PEDRO NUNES ex. Malange

Paquete  construído em 1889 na Inglaterra para a  Mala Real Portuguesa, foi mais tarde vendido à E. N. N. sendo requisitado em 1916, para servir como cruzador auxiliar. Durante a guerra efectuou transportes de tropas para França. Foi abatido ao efectivo em 1923 e integrado na frota da Companhia Nacional de Navegação.

DESLOCAMENTO   3 544 tons.
DIMENSÕES      110,7 * 12,8 * 10,7 metros
ARMAMENTO   2 peças de 120 mm; 2  de 76 mm; 2 de 47mm
PROPULSÃO   2 máquinas de E. T. de 2 300 H.P. - 2 veios = 16 nós
TROPAS:            1016 homens
GUARNIÇÃO   207 homens
(http://img208.imageshack.us/img208/8597/011repblica.th.jpg) (http://http)
Classe REPÚBLICA

REPÚBLICA    ex. Gladioulus    1920 - 1943
CARVALHO ARAÚJO    ex. Jonquil    1920 - 1959

 Antigos sloops da Royal Navy, foram construídos em 1916. Adquiridos à Inglaterra e classificados na Armada como cruzadores, e em 1932 como avisos de segunda classe. O C. Araújo foi novamente reclassificado desta vez como navio hidrográfico. Em 1961 foi afundado ao largo de Luanda pela fragata Nuno Tristão.

DESLOCAMENTO   (R) 1258 tons.          (C.A.) 1200tons.
DIMENSÕES    (R) 77,7 * 10,2 * 3,1 metros     (C.A.) 76,2 * 10 * 3,6 metros
ARMAMENTO   2 peças de 100mm; 2 de 76mm; 4 de 47mm; 6,5mm(R) , 1 metr. (C.A.) 2 metr.
PROPULSÃO   2 máquinas de 2 362 H.P. (R)   -   2 246 H.P. ( C.A.)    1 veio = 16 nós  
GUARNIÇÃO   149 homens

CONTRATORPEDEIROS
(http://img208.imageshack.us/img208/280/012tejo.th.jpg) (http://http)
TEJO  em 1908

 A canhoneira torpedeira TEJO foi construída em Portugal no Arsenal de Lisboa, sendo incorporada em 1904. No entanto as suas experiências prolongaram-se até 1906. Em  25 - 8 - 1910  encalhou em Peniche, tendo perdido 11 metros de proa durante o seu salvamento. Cinco anos após o encalhe, entrou no dique do Arsenal a fim de ser transformado em contratorpedeiro. Em 1917 voltou ao serviço com nova silhueta tendo sido abatida em 14 - 3 - 1927.

DESLOCAMENTO   536 tons.
DIMENSÕES   70 * 7 * 3,1 metros
ARMAMENTO   1 peça de 100 mm; 1 de 65 mm; 4 de 47mm; (1904) 1 peça de 100 mm; 1 de 76mm; 2 de 47mm.  (1917) 2 tubos lança – torpedos
PROPULSÃO   2 máquinas de T.E. de 7 000 H.P. - 2 veios = 27 nós
GUARNIÇÃO      94 (1904)           99(1917) homens
(http://img208.imageshack.us/img208/6980/014tmega.th.jpg) (http://http)
Classe DOURO

Nome    letra     Comissão   Abate
DOURO    (D )   13 - 6 - 1913   23 - 6 - 1927
TAMEGA     (TA)   19 - 8 - 1924   02 - 9 - 1942
GUADIANA  (G )   10 - 5 - 1915   04 - 1 - 1936
VOUGA     (V)   31 -12- 1920   16 - 5  -1931

Estes navios foram construídos no Arsenal de Lisboa segundo planos ingleses. O VOUGA afundou-se  em resultado de uma colisão com o transporte PEDRO GOMES, durante a Revolta da Madeira em 1931.

DESLOCAMENTO     670 tons.
DIMENSÕES            73,15 * 7,16 * 4,20 metros
ARMAMENTO            1 peça de 100 mm; 2 de 76 mm; 2 tubos - lança torpedos de 450mm:
PROPULSÃO             3 turbinas a vapor de 17 000 h.p. - 3 veios = 27 nós
GUARNIÇÃO             73 homens      
(http://img208.imageshack.us/img208/1425/015liz.th.jpg) (http://http)
LIZ

Mandado construir na Itália por intermédio do Governo Português para a Inglaterra, o LIZ foi entregue à M.G.P. em 20 - 12 - 1914.  Em 31 - 5 - 1915 foi transferido para a Royal Navy em Sesimbra, tendo alterado o nome para ARNO. Afundou-se devido a uma colisão em 1915 .

DESLOCAMENTO   750 TONS.
DIMENSÕES   70,1 *6, 71 * 2,13 metros
ARMAMENTO     4 peças de 47 mm. ; 3 tubos lança torpedos de 456mm.
PROPULSÃO        Turbinas a vapor -8 000 h.p.- 2 veios = 30 nós
GUARNIÇÃO             70 homens
(http://img208.imageshack.us/img208/7861/016asado.th.jpg) (http://http)
Classe AVE

AVE  ex. 86F   (A)*   09 – 1921   *   30 – 07 -  1940
LIZ   ex. 90F   (L)*   09 – 1921   *   06 – 09 -  1940
SADO ex. 89F   (S)*   09 -  1921   *   30 – 07 -  1940
MONDÊGO ex. 91F   (M)*   09 -  1921   *   14 – 01 -  1938
CÁVADO ex. 88F   (C)*   perdeu – se em 29 – 12 -  1921
ZÊZERE  ex. 85F   (Z)*   perdeu – se em 29 – 12 -  1921      
 
Os navios desta Classe foram atribuídos a Portugal, como pagamento de indemnizações de guerra, e pertenciam anteriormente à Marinha de Guerra Austro - Húngara. Haviam sido construídos em Fiume entre 1913 e 1915. Rebocados para Portugal em  grupos de dois pelo navio PATRÃO LOPES, o ultimo grupo perdeu-se por encalhe na costa de Marrocos, devido a um violento temporal.

DESLOCAMENTO   250 tons.
DIMENSÕES :   57,48 * 5,94 * 3,3 metros
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm; 1 de 57 mm ; 2 tubos lança-torpedos
PROPULSÃO             2 turbinas a vapor de 5 000 h.p. - 2 veios = 30 nós
GUARNIÇÃO             45 homens
(http://img208.imageshack.us/img208/6459/017atejo.th.jpg) (http://http)
Classe VOUGA
nome        ident.       comissão       abate
VOUGA   (V)   D 334   *25 - 01 - 1933*   03 - 06 - 1967
LIMA   (L)   D 333      *25 - 05 - 1933*   16 - 10 - 1965
TEJO   (T)   D 335      *04 - 05 - 1932*   09 - 02 - 1965
DOURO   (DR)D 332      *16 - 08 - 1935*          12 - 1959
DÃO   (D)   D 331   *27 - 07 - 1934*   29 - 09 - 1960  

Foram construídos os dois primeiros em Inglaterra, nos estaleiros Yarrow, e os restantes na Soc. de Construções Navais em Lisboa. Dois outros construídos em Portugal, foram vendidos à Colômbia após serem completados. Os navios desta classe foram modernizados nos anos cinquenta.

DESLOCAMENTO   1588 tons.
DIMENSÕES   96 * 9,5 * 5,7 metros
ARMAMENTO   4 peças de 120 mm : 3 de 20 mm; 2 calhas lança bombas; 2 reparos quádruplos. de  tubos lança – torpedos;  MINAS :  40
PROPULSÃO   2 grupos de turbinas a vapor de 33 000 H.P. - 2 veios = 36 nós
GUARNIÇÃO               184 homens
(http://img208.imageshack.us/img208/7590/017vouga.th.jpg) (http://http)
Classe VOUGA

Alterações
ARMAMENTO            2 peças de 120 mm ; 1 dupla e três simples de 40 mm; 3 de 20 mm: 1 reparo quádruplo de tubos lança - torpedos ; 1 SQUID A/S; 2 calhas lança bombas
RADARES:                   1 de aviso aéreo MLA - 1 B , 1 de navegação, 1 de controle de tiro
SONARES:                     ASDIC

AVISOS

(http://img208.imageshack.us/img208/1175/018agzarc.th.jpg) (http://http)
Classe GONÇALO VELHO

GONÇALO VELHO      F 475       1933 - 1961
GONÇALVES ZARCO   F 476       1933 - 1964

Avisos de segunda classe, construídos em Inglaterra por Hawthorne Leslie para a M.G.P. foram alvo de grandes modificações durante os anos cinquenta. Estes navios serviram essencialmente nas nossas ex. colónias.
                
1933

DESLOCAMENTO   1174 tons.
DIMENSÕES   81,5 * 10,8 * 3,5 metros
ARMAMENTO   3 peças de 120 mm;  2 de 40 mm:
PROPULSÃO         2 turbinas a vapor de 2 000 s.h.p. - 2 veios = 16,5 nós.
GUARNIÇÃO       142 homens
(http://img208.imageshack.us/img208/982/018f476.th.jpg) (http://http)
1959
   
DESLOCAMENTO   1 500 tons
ARMAMENTO   3 peças de 120 mm; 5 de 20 mm; 4  morteiros lança bombas; 2 calhas lança- bombas de profundidade
SENSORES   Radar de navegação e ASDIC

(http://img208.imageshack.us/img208/281/019bart.th.jpg) (http://http)
  Classe BARTOLOMEU DIAS


BARTOLOMEU DIAS        F471       1935 - 1961                  
AFONSO DE ALBUQUERQUE   F470      1935 - 1969          


    Avisos de primeira classe, construídos em Inglaterra por Hawthorne Leslie de Newcastle. Foram modernizados entre 1949 e 1951. Estes navios possuíam inicialmente um hidroavião HAWKER OSPREY III, que foi retirado ao fim de poucos anos. O aviso A. de ALBUQUERQUE foi afundado em combate na antiga Índia Portuguesa, contra navios da União Indiana em Dezembro de 1961, enquanto o seu irmão passou a ser o navio depósito S. CRISTÓVÃO (A 5208) em 1967.    
                                          
             Características finais

DESLOCAMENTO   2 475 tons.
DIMENSÕES   103,2 * 13 * 3,8 metros
ARMAMENTO   4 peças de 120 mm; 2 de 76 mm; 8 de 20 mm; 4 morteiros lança bombas ; 2 calhas lança - bombas; 40 minas.
PROPULSÃO   2 turbinas a vapor de 8 000 h.p. - 2 veios = 21 nós .
AUTONOMIA:   8 000 milhas a 10 nós
SENSORES:   1 radar de navegação ; ASDIC
GUARNIÇÃO   215 homens
(http://img208.imageshack.us/img208/4595/020apedronunes.th.jpg) (http://http)
Classe PEDRO NUNES


PEDRO NUNES ex. Infante D. Henrique    -------   1935 – 1976
JOÃO DE LISBOA           F 477    1937 - 1966


Avisos de segunda classe  construídos no Arsenal de Lisboa, após alguns anos sofreram uma modernização, sendo no final da sua carreira transformados em navios hidrográficos ( P.N. ) em 1959 passando a ostentar o número A 528, e ( J.L.) em 1961, com a identificação A 5200 tendo-lhes sido retirado algum armamento (ver navios hidrográficos).


Características finais

DESLOCAMENTO   (P.N.) 1 017 tons.      (J.L.) 1 217 tons
DIMENSÕES           70,5 * 10 * 3,1 metros
ARMAMENTO   2 peças de 120 mm; 4 de 20 mm; 4 morteiros; 2 calhas.
PROPULSÃO   2 motores diesel MAN de 2400h.p.-2 veios =16,5 nós.
GUARNIÇÃO        112 a 139 homens

FRAGATAS

(http://img24.imageshack.us/img24/6484/021dgomes.th.jpg) (http://http)
Classe DIOGO GOMES

DIOGO GOMES ex. AWE    F 331 *  1948 - 1968
NUNO TRISTÃO ex. AVON    F 332 *  1948 - 1970

Primeiras fragatas da Armada, foram construídas em Inglaterra por Flemming & Ferguson e  Charles Hills & Sons. Entraram ao serviço da  Royal Navy em 1943 e 1945 respectivamente . A  F 331 alterou o nome para D. FERNANDO em 3 - 10 - 1968.

DESLOCAMENTO   2 450 tons.
DIMENSÕES   91,9 * 11,2 * 4,6 metros
ARMAMENTO     2 peças de 102 mm; 6 de 40 mm; 2 SQUIDS  A/S ; 2 calhas:
PROPULSÃO          2  máquinas de E.T. de 5 500 i.h.p. – 2 veios = 16,5 nós
SENSORES.   1 radar MLA - 1B ; 1radar K.H. 975; ASDIC.
GUARNIÇÃO   181 homens
 
(http://img24.imageshack.us/img24/5549/023diogoco.th.jpg) (http://http)
Classe  CORTE REAL

CORTE REAL   ex. Mc Coy Reynolds   F 334 ex. DE 440
DIOGO CÃO    ex. Formoe   F 333 ex. DE 509
 
Antigos destroyers de escolta americanos , foram construídos em 1944 e pertenciam à classe JOHN C. BUTTLER. Foram cedidos por empréstimo à M.G.P. em 1957, sendo abatidos em 1968.

DESLOCAMENTO   2 100 t
DIMENSÕES       93,3 * 11,2 * 3,4 metros
ARMAMENTO   2 peças de 127 mm; 3 peças duplas e 1 quádrupla de 40 mm; 2 OURIÇOS A/S ; 8 morteiros e 2 calhas lança bombas de profundidade.
PROPULSÃO       2 turbinas a vapor de 12 000 s.h.p. - 1 veio = 24 nós
SENSORES:   RADARES: aviso aéreo SPU; aviso de superfície SPS 12; controle de tiro AN/SPG 34 SONAR: QCU 2
GUARNIÇÃO   216 homens
(http://img24.imageshack.us/img24/9251/022pescobar.th.jpg) (http://http)
PERO ESCOBAR  F335


Fragata construída em Itália ao abrigo do MDAP, nos estaleiros Castellamare di Stabia. Entregue à Armada a 1 - 7 –1957. Entre 1967 e 1971 foi modernizada no Arsenal do Alfeite sendo abatida ao efectivo em 1975.      

      Características iniciais
DESLOCAMENTO :   1 600 tons.
DIMENSÕES :   93,3 * 10,8 * 3 metros
ARMAMENTO   2 peças simples de 76 mm; 1 dupla de 40 mm; 2 duplas de 20 mm: 1 reparo triplo lança torpedos de 21" ; 2 SQUIDS A/S ; 2 calhas lança bombas de profundidade
PROPULSÃO   2 turbinas a vapor de 24 000 s.h.p. - 2 veios = 32,6 nós
RADARES:            1 de aviso aéreo MLA 1B, 1 de aviso de superfície SPS 12, controle de tiro NSG ELSAG. SONAR ? :
GUARNIÇÃO      165 homens

      Características finais
   
ARMAMENTO   2 peças duplas de 76 mm; 2 reparos triplos lança – torpedos Mk. 32; 2 SQUIDS triplos A/S
RADARES:   1 de aviso aéreo MLA 1B,  1 de navegação, 1 de controle de tiro AN/SPG 34
SONAR :   AN/SQS 17 A
GUARNIÇÃO   165 homens
(http://img24.imageshack.us/img24/9884/024ppereira.th.jpg) (http://http)
Classe ÁLVARES CABRAL

ÁLVARES CABRAL             ex. Burghead Bay F 336   *1959 - 1971
PACHECO PEREIRA             ex. Bigbury   Bay  F 337   *1959 - 1970
VASCO DA GAMA             ex. Mounts    Bay  F 478   *1961 - 1971
D. FRANCISCO DE ALMEIDA  ex. Morecambe BayF 479   *1961 – 1970

Fragatas ex. inglesas da classe Bay construídas entre 1945 e 1949, serviram na Royal Navy até 1959 e 1961, anos em que foram vendidas à Armada.
DESLOCAMENTO   2 580 tons.
DIMENSÕES :   93,7 * 11,7 * 4,7 metros
ARMAMENTO   2 peças duplas de 102 mm; 6 de 40 mm; 1 OURIÇO; 4 morteiros e 2 calhas
PROPULSÃO   2 máquinas de T.E. de 5 500 h.p. - 2 veios = 19,5 nós
RADARES:   1 de aviso combinado tipo 293; 1 de navegação; 1 de controle de tiro 285
SONARES:   tipos 165 e 147 F
GUARNIÇÃO   168 homens  
(http://img24.imageshack.us/img24/1751/025apsilva.th.jpg) (http://http)
Classe ALMIRANTE PEREIRA DA SILVA

ALM. PEREIRA DA SILVA       F 472*   1966 -1989
ALM. GAGO COUTINHO         F 473*   1967 -1989
ALM. MAGALHÃES CORREIA  F 474*   1968 – 1989

Estas fragatas, foram construídas em Portugal, pela Lisnave as duas primeiras, e nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo a F474. Foram financiadas em 50% pelos Estados Unidos. Antes de serem abatidas ao efectivo, estiveram cerca de dez anos amarradas na Base Naval do Alfeite, devido a constantes problemas com a  propulsão, além do armamento desactualizado, os quais ditaram o seu abate prematuro.
DESLOCAMENTO   1 194 tons.
DIMENSÕES   93,7 * 11,7 * 4,7 metros
ARMAMENTO     2 peças duplas de 76 mm; 2 morteiros quádruplos BOFFORS A/S ; 2 reparos triplos lança - torpedos Mk  32;
   2 morteiros lança - bombas de profundidade
PROPULSÃO   2 turbinas a vapor De Laval - 1 veio = 27 nós
SENSORES:   RADARES: 1 de aviso  aéreo MLA 1B ; 1 táctico 978 ; 1 de navegação Decca RM 316 P; controle de tiro AN/SPG 34  instalado nas peças de 76 mm   SONARES: Pesquisa SQS 30 - 32 A; DUBA 3A ; DUBV 43  de profundidade variável.   
GUARNIÇÃO       166 a 176 homens  
(http://img24.imageshack.us/img24/8397/028cjbelo.th.jpg) (http://http)
Classe  COMANDANTE JOÃO BELO


COMANDANTE JOÃO BELO      *F 480*   01 - 07 – 1967
COMANDANTE HERMENEGILDO CAPÊLO*   F 481*   26 - 04 – 1968
COMANDANTE ROBERTO IVENS      *F 482*   23 – 09 – 1968
COMANDANTE SACADURA CABRAL   *F 483*   25 - 07 – 1969


 Fragatas da classe francesa Comandant Riviere, construídas para Portugal nos estaleiros Ateliers et Chantiers de Nantes. Em 1995 a F 482 colidiu com o reabastecedor canadiano Preserver sofrendo graves avarias a vante, e desde então nunca mais voltou a navegar até ser abatida ao efectivo em 1998. As restantes sofreram melhoramentos nas comunicações, guerra electrónica, radares, sonares e substituição dos torpedos por Mk 46. O morteiro A/S e uma das peças de ré foram retirados. A F 481 foi abatida em 01-5-2005. As duas restantes foram abatidas em 10-03-2008 e vendidas à marinha do Uruguai com os nomes Uruguay (ROU 1) e Pedro Campbell (ROU 2).

DESLOCAMENTO   2250 tons.
DIMENSÕES   102 * 11,5 * 4,42 metros
ARMAMENTO   (inicial) 3 peças simples de 100 mm; 2 simples de 40 mm; 1 morteiro quádruplo A/S de 305 mm; 2 reparos triplos lança - torpedos de 550 mm:              
PROPULSÃO   4 diesel Semt -  Pielstick de 18 760 b.h.p. - 2 veios = 26 nós
SENSORES:   RADARES: (inicial) 1 de aviso aéreo DRBV 22 ; 1 de aviso de superfície DRBV 50; 1 de navegação K.H.1007;  1 de controle de tiro DRBC 32:  SONARES: (inicial) DUBA 3A; SQS 17:
GUARNIÇÃO   (Inicial)  200; (Final) 164
(http://img24.imageshack.us/img24/3176/029vgama.th.jpg) (http://http)
Classe VASCO DA GAMA

VASCO DA GAMA      *F 330*   18 - 01 - 1991
ÁLVARES CABRAL      *F 331*   25 - 05 - 1991
CORTE REAL      *F 332*   21 - 11 – 1991


Fragatas da classe MEKO 200 P, construídas na Alemanha por Howaldtswerke - Deutsche Werft, a sua aquisição foi comparticipada em 60% pela NATO. Estes foram os primeiros navios portugueses a possuir mísseis, helicóptero e turbinas a gás.

DESLOCAMENTO         3 300 tons
DIMENSÕES               115,9 * 14,8 * 6,2 metros
ARMAMENTO   1 peça de 100 mm; 2 de 20 mm(retiradas); 1 CIWS Vulcan Phalanx de 20 mm; 8 mísseis SSM Harpoon;1 lançador óctuplo SAM Sea Sparrow;  2 reparos triplos lança- torpedos Mk 46; 2 helicópteros Super Navy Lynx Mk 95.
PROPULSÃO   CODOG: 2 turbinas a gás LM 2500 e dois dieseis MTU de 8 840 h.p. - 2 veios = 32 nós
RADARES:     1 de aviso aéreo Signaal MW 08 3D; 1 de av. combinado Signaal DA 08; IFF Mk. 12; 1 de navegação Kelvin Hughes 1007; 2 de controle de tiro Signaal STYR
SONARES:   SQS 510 (V)    
GUARNIÇÃO   182 + 16 do Estado Maior   
(http://img24.imageshack.us/img24/5083/030bdias.th.jpg) (http://http)
Classe BARTOLOMEU DIAS


Ex. Fragatas holandesas da classe M , entraram ao serviço da Armada em 2009 e 2010. Foram construídas na Holanda pelos estaleiros Koninklijke Maatschappij de Schelde, Flushing, e entregues à Marinha Real Holandesa em 1994.


BARTOLOMEU DIAS               F 333  ex. Van Nes ( F 833 ) * 16-01-2009
D. FRANCISCO DE ALMEIDA   F 334  ex. Van  Galen  (F 834 )

DESLOCAMENTO   3. 320 tons.
DIMENSÕES   122,3 * 14,4 * 6,2 metros
PROPULSÃO   CODOG – 2 turbinas a gás RR Spey SM 1C – 33 800 h.p. 2 diesel Stork Wartsila – 9 790 h.p. – 2 veios = 30 nós
ARMAMENTO   1 peça Oto melara de 76 mm; 2 metralhadoras de 12,7 mm; 1 CIWS Goalkeeper de 30 mm; 2x2  tubos,  lança torpedos Mk 46;
2x4 mísseis SSM Harpoon; SAM lançador vertical Mk 48 para 16 mísseis Seasparrow
HELICÓPTEROS   1 Super Navy Lynx Mk 95
RADARES   Aviso combinado Signaal Smart 3 D;  Signaal LW 08; Navegação Decca 1226; Controlo de tiro 2 Signaal Stir
SONARES   Signaal PHS-36 activo  e ataque; Thomson Sintra Anaconda DSBV 61 VDS passivo
G. ELECTRÓNICA   2 SRBOC, SLQ 25 Nixie engodo de torpedos; Argo Apecs
GUARNIÇÃO   164

CORVETAS

(http://img24.imageshack.us/img24/1331/031bdias.th.jpg) (http://http)

BARTOLOMEU  DIAS

 A corveta mista B. DIAS, foi construída em 1858 na Inglaterra pelos estaleiros Green . Em 5 - 8 - 1905 foi abatida ao efectivo dos navios da Armada.

DESLOCAMENTO   2 377 TONS.
DIMENSÕES   63,10 * 11,35 * 6,4 metros
ARMAMENTO   (inicial) 1 rodízio a vante ; 18 peças:
PROPULSÃO   1 máquina horizontal de baixa pressão de 1100 h.p.  - 1 veio = 10 nós
GUARNIÇÃO   (1859)  300 homens
                   
(http://img24.imageshack.us/img24/2696/032sagresi.th.jpg) (http://http)
 
SAGRES

A corveta SAGRES, foi construída pelos estaleiros ingleses Young de Londres. Foi entregue em 1858, serviu alguns anos como navio escola de alunos marinheiros e foi abatida em 1913.

DESLOCAMENTO   1381 tons.
DIMENSÕES   62,4 * 9,9 * 4,4 metros
ARMAMENTO   ( 1858) 10 peças:      (1892) 4 peças de 76 mm:
PROPULSÃO   1 máquina de baixa pressão de 300 h.p. - 1 veio =12,6 nós
GUARNIÇÃO   137 homens
         
(http://img24.imageshack.us/img24/6200/033duqterceira.th.jpg) (http://http)
 
DUQUE DA TERCEIRA

Encomendada ao Arsenal de Lisboa, foi entregue à Armada em 1864. Esta corveta serviu na Marinha de Guerra Portuguesa até 1911.

DESLOCAMENTO        1429 tons.
DIMENSÕES                  54,86 * 10,48 * 4,90 metros.
ARMAMENTO   14 peças de 32 calibres ; 1 rodízio Brackeley .
PROPULSÃO                  1 máquina horizontal de tirante invertido de 600 h.p. - 1 veio = 9,75 nós
GUARNIÇÃO                 224 homens .
(http://img24.imageshack.us/img24/7373/034duqpalmela.th.jpg) (http://http)
   
Classe INFANTE D. JOÃO

INFANTE D. JOÃO        *   1863 - 1878                    
DUQUE DE PALMELA    *   1864 - 1913

Foram construídas no Arsenal de Lisboa e eram corvetas mistas. A DUQUE DE PALMELA serviu como navio escola entre 1876 e 1913 em Lisboa e Faro.

DESLOCAMENTO   952 tons.
ARMAMENTO   D.P.) 12 Paixans de 32 calibres; 1 rodízio Brackeley de56 calibres(I.D.JOÃO) 6 peças de 32 cal. ; 2 rodízios de 56 cal.  
DIMENSÕES   50 * 9 * ,4,5  metros
PROPULSÃO   1 máquina a vapor de 150 h.p. 1 veio = 7 nós
GUARNIÇÃO   164 homens
            
(http://img24.imageshack.us/img24/3538/035sbandeira.th.jpg) (http://http)
SÁ DA BANDEIRA

 Foi construída em Lisboa no antigo Arsenal de Marinha,  segundo os planos do navio inglês Archer. Serviu na Armada entre 1862 e 1875.

DESLOCAMENTO   1429 tons.
ARMAMENTO   12  Paixans de 32 cal. ; 1 rodízio de 56 cal.
DIMENSÕES   56,61 * 10,61 * 3,14 metros
PROPULSÃO   1 máquina de 200 h.p. - 1 veio = 10 nós
GUARNIÇÃO   190 homens
(http://img24.imageshack.us/img24/2708/036estefanea.th.jpg) (http://http)
ESTEFÂNEA

A corveta mista ESTEFÂNEA ou Estephânea foi construída em 1859 na Inglaterra. Entre 1898 e 1909 serviu como navio escola no Porto, perdendo-se nesse ano por encalhe.

DESLOCAMENTO   2368 tons.
DIMENSÕES   61,72 * 12,6 * 4,88 metros
ARMAMENTO   18 peças de 32 calibres; 2 rodízios de 68 calibres:
PROPULSÃO   1 máquina de baixa pressão de 400 h.p. 1 veio = 10 nós
GUARNIÇÃO   180 homens
(http://img24.imageshack.us/img24/8351/037idhenrique.th.jpg) (http://http)
INFANTE D. HENRIQUE    ex. H.M.S. Hawk

Antiga corveta inglesa lançada à água em 1863, foi adquirida pela Armada em 1869. Foi abatida ao efectivo em 1880.

DESLOCAMENTO     1011 tons.
DIMENSÕES              52 * 10 * 4,86 metros
ARMAMENTO           11 peças
PROPULSÃO               1 máquina a vapor de 200h.p. - 1 veio = 11 nós
GUARNIÇÃO              ( inicial ) 73 ( final) 198 homens
(http://img24.imageshack.us/img24/7953/038mindello.th.jpg) (http://http)
Classe MINDELLO

MINDELLO                      *    1876 - 1898        
RAINHA DE PORTUGAL    *    1876  -  1900

 Foram construídas em Inglaterra, a primeira por Thames Iron Works e a segunda por R.H.GREEN.

DESLOCAMENTO   1124  tons.              
DIMENSÕES   51,8 * 10,8 * 4,53 metros
ARMAMENTO   2 peças de 177 mm; 6 de 127 mm ; 1 metralhadora
PROPULSÃO   1 máquina compound de 900 h.p. - 1 veio = 11,7 nós
GUARNIÇÃO   165 homens
         
(http://img24.imageshack.us/img24/5859/039aalbuquerque.th.jpg) (http://http)
      
AFONSO DE ALBUQUERQUE

A corveta  Afonso. de Albuquerque foi encomendada aos estaleiros de Blackwall , na Inglaterra, entrou ao serviço em 1884, e serviu na Armada até 1909.

DESLOCAMENTO   1100 tons.
DIMENSÕES   62,03 * 10 * 4,30 metros
ARMAMENTO   2 peças de 150 mm; 5 de 120 mm; 2 de 47 mm; 2 metralhadoras:
PROPULSÃO   1 máquina a vapor compound de 1300 h.p. - 1 veio =13,3 nós
GUARNIÇÃO   170 homens
(http://img24.imageshack.us/img24/3357/040vascodagama.th.jpg) (http://http)
VASCO DA GAMA

 A corveta couraçada Vasco da Gama(ver cruzadores),  foi construída em Inglaterra por Thames Iron Works, sendo entregue à Armada em 1 - 2 - 1887. Em 1900 seguiu para Itália a fim de ser  transformada em cruzador. ( ver cruzadores )

DESLOCAMENTO   2 422 tons.
DIMENSÕES   60,96 * 12,19 * 5,79 metros
ARMAMENTO   2 peças de 260 mm; 1 de 150 mm; 4 de 105 mm; 2 metralhadoras:
PROPULSÃO   2 máquinas a vapor de T. E. de 3 200 h.p. - 2 veios = 13,5 nós
GUARNIÇÃO   150 homens
(http://img24.imageshack.us/img24/3076/026jcoutinho.th.jpg) (http://http)

Classe JOÃO COUTINHO

nome                n.º      estaleiro      comissão      
JOÃO COUTINHO        * F 475  Blohm & Voss*   07 - 03 - 1970
GEN. PEREIRA D ´EÇA* F 477  Blohm & Voss*   10 - 10 - 1970
HONÓRIO BARRETO    * F 485  Bazan      *15 - 04 - 1971
AUGUSTO CASTILHO  * F 484  Bazan      *14 - 11 - 1970
JACINTO CÂNDIDO      *F 476  Blohm & Voss*   16 - 06 - 1970
ANTÓNIO ENES               *F 471  Bazan   *18 - 06 – 1971

 As corvetas desta classe são de desenho nacional, e foram construídas em Espanha e na Alemanha, destinadas a servir em África. A partir de 1974 têm sido usadas em missões de fiscalização, tendo-lhes sido retirado todo o armamento A/S. A partir de 1980 foram modernizadas nas áreas dos radares e comunicações. A partir de 2002 os navios desta classe começaram a ser desarmados.

DESLOCAMENTO   1 400 tons.
DIMENSÕES        84,6 * 10,3 - 3,3 metros
ARMAMENTO     1 peça dupla de 76 mm; 1 peça dupla de 40 mm; 1 OURIÇO A/S, 2 morteiros lança bombas; 2 calhas lança bombas de profundidade: Pista para um helicóptero ALLOUETTE III.
PROPULSÃO   2 motores diesel SEMT PIELSTICK de 5 280 h.p. cada. 2 veios = 24 nós
   RADARES: (inicial) 1 MLA 1B; 1 K.Hughes 975; controle de tiro 1 AN/SPG 34   SONAR: QCU 2 (retirados )
GUARNIÇÃO   100 homens + 34 fuzileiros (inicial) 72 (final)
(http://img24.imageshack.us/img24/4825/027jroby.th.jpg) (http://http)

Classe BAPTISTA DE ANDRADE

BAPTISTA DE ANDRADE * F 486  *  19 - 11 - 1974
JOÃO ROBY               *  F 487  *  18 - 03 - 1975
AFONSO CERQUEIRA    *  F 488  *  26 - 06 - 1975
OLIVEIRA E CARMO      *  F 489    *28 - 10 – 1975


Versão melhorada da classe João Coutinho, estas quatro corvetas foram construídas em Espanha pela Empreza Nacional Bazan. Ao contrário das anteriores, estas possuíam armamento e sensores actualizados. Esteve prevista a sua venda à Colômbia para obter verbas para a construção das fragatas MEKO, mas entretanto a venda foi cancelada. A partir de 2002 estas corvetas começaram a ser desarmadas.


DESLOCAMENTO   1 380 tons
DIMENSÕES   84,5 * 10,8 * 3,4 metros
ARMAMENTO :   1 peça simples de 100 mm; 2 peças duplas de 40 mm; 2 reparos triplos lança-torpedos A/S MK46: Plataforma para um helicóptero ALLOUETTE III.
PROPULSÃO :   2 motores diesel de 12 000 h.p. - 2 veios = 22 nós
SENSORES:   RADARES: de aviso aéreo AWS 2 ; 1 de navegação RM DECCA 316 P ;Controle de tiro VEGA POLLUX SONAR: DIODON (retirados em 2000)   
GUARNIÇÃO   122 + 34 fuzileiros (72 a partir de 2000)
SUBMARINOS

(http://img135.imageshack.us/img135/4373/041espadarte.th.jpg) (http://http)
ESPADARTE

 Primeiro submersível português, foi construído em Itália nos estaleiros Orlando de Livorno. serviu na Armada entre 15 - 04 - 1913 e 31 - 05 – 1928, data em que foi abatido ao efectivo dos navios da Armada.

DESLOCAMENTO :   245 tons à superfície, 301 tons em imersão.
DIMENSÕES   45,15 * 4,20 * 2,95 metros
ARMAMENTO   2 tubos lança torpedos a vante, 4 torpedos de 450 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel de 350 h.p. ; 2 eléctricos de 150 h.p. -2 veios = 13,5 nós à superfície, 7,65 nós em imersão.
PROFUNDIDADE:   40 metros
GUARNIÇÃO   21 homens
(http://img135.imageshack.us/img135/9070/042foca.th.jpg) (http://http)
Classe HIDRA

HIDRA-------H-----20 - 10 - 1917------31 - 03 - 1935
FOCA--------F------20 - 10 - 1917------30 - 11 - 1934
GOLFINHO--G------20 - 10 - 1917   ------30 - 11 – 1934

Submarinos da Classe italiana Laurenti, eram uma versão melhorada do ESPADARTE. As principais diferenças eram:
 
DESLOCAMENTO      260 tons. à superfície, 310 tons. em imersão.
DIMENSÕES                 45,6 * 4,20 * 3,04 metros
VELOCIDADE              13,25 nós à superfície,
AUTONOMIA:         780 milhas à superfície, 18 milhas em imersão. A velocidade máxima
(http://img135.imageshack.us/img135/9170/043delfim.th.jpg) (http://http)
Classe  DELFIM

DELFIM-------D-----01 - 12 - 1934---14 - 11 - 1950
ESPADARTE--E-----09 - 01 - 1935---14 - 11 - 1950
GOLFINHO---G-----20 - 02 - 1935---14 - 11 – 1950

Foram construídos em Inglaterra pelos estaleiros Vickers em Barrow in Furness. Um destes submarinos fez uma viagem a África durante 51 dias, sendo o único navio português deste tipo que a efectuou.

DESLOCAMENTO 854 tons. à superfície;  1105 tons. em imersão.
DIMENSÕES   69,3 * 6,5 * 3,87 metros              
ARMAMENTO 1 peça de 120 mm; 4 tubos lança torpedos a vante e 2 a ré
PROFUNDIDADE:  100 metros  
PROPULSÃO 2 motores de combustão de 2300 h.p. - 2 eléctricos -2 veios
VELOCIDADE 16,5 nós à superfície, 9,25 em imersão
GUARNIÇÃO  41 homens   

(http://img135.imageshack.us/img135/1018/044neptuno.th.jpg) (http://http)
Classe NEPTUNO

Nome    Ident.   Comissão   abate
NARVAL--  S 160 ex. Spur---1948--1969
NAUTILO---S 161 ex. Saga--1948--1969
NEPTUNO---S 162 ex. Spearhead   --1948--1967

Submarinos da classe S construídos em 1940 em Inglaterra, foram adquiridos à Royal Navy em 1948.

DESLOCAMENTO 827 tons. à superfície, 1005 tons. em imersão
DIMENSÕES  66 * 7,2 * 4,2 metros
ARMAMENTO 1 peça de 101 mm ; 6 tubos lança torpedos de 21" a vante -12 torpedos   
PROFUNDIDADE: 120 metros
PROPULSÃO 2 motores diesel de 950 b.h.p. - 2 eléctricos de 2450 b.h.p.
GUARNIÇÃO 45 homens
VELOCIDADE 14,9 nós à superfície, 9,5 nós em imersão durante 30 minutos.   SONAR: 1 tipo 129 AR; 1 tipo 138 BR
RADAR: 1 Marconi no Nautilo   
(http://img135.imageshack.us/img135/6632/045albacora.th.jpg) (http://http)
Classe ALBACORA

      
ALBACORA-----S 163---  10-1967/07 – 2000
BARRACUDA---S 164---  05 –1968/12-2010
CACHALOTE----S 165---10 -1967/12 – 1975
DELFIM----------S 166---10– 1969/12 - 2005

Navios encomendados na França pelo Governo Português,foram construídos nos estaleiros DUBIGEON-NORMANDIE . O submarino CACHALOTE  foi vendido ao Paquistão passando-se a chamar GHAZI. Em 2006 o Barracuda foi equipado com um novo sonar passivo Elac Nautik Lopas 8308

DESLOCAMENTO 869 tons. à superfície; 1.043 tons. em imersão   
DIMENSÕES 57.8 * 6,8 * 5,2 metros
ARMAMENTO 12 tubos lança-torpedos de 550 mm. 8 a vante, 4 a ré.
CONTRAMEDIDAS:   ESM; aviso radar ARUR.
PROPULSÃO diesel - eléctrica, 2 motores diesel SEMT-PIELSTICK de1 300 b.h.p. - 2 motores eléctricos de1 600 b.h.p.(450 Kw) 2 veios   
RADAR: (retirado) DRUA 31 A uma antena APV rotativa, uma APR no periscópio.(actual) K.H. 1007.
VELOCIDADE 13,5 nós à superfície, 16 em imersão.   
SONAR: Passivo, DSUV 2: Activo, DUUA 2.
PROFUNDIDADE: 310 metros   
GUARNIÇÃO 55 homens

(http://img135.imageshack.us/img135/3885/046tridente.th.jpg) (http://http)
Classe TRIDENTE

S 167  TRIDENTE   17-06-2010     *     S 168  ARPÃO    22-12-2010

Em 2005 foram encomendados aos estaleiros alemães Howaldtswercke, dois submarinos U 209 PN que serão entregues à Armada em 2010 e 2011.

DESLOCAMENTO   1842 Tons. à superfície, 2 020 em imersão
DIMENSÕES   67,9 * 6,3 * 6,6 metros
PROPULSÃO   2 motores diesel MTU  16V- células de AIP de 120 Kw por módulo. 1 eléctrico de íman permanente Siemens- 1 veio= 15 nós à superficie, 22 em imersão, 2 a 4 nós AIP.
ARMAMENTO   6 tubos lança-torpedos de 533 mm, (quatros deles aptos para o lançamento de mísseis) UGM 84 block II SubHarpoon, torpedos Black Shark, minas Murena MN 102. 14 torpedos/ misseis, ou 28 minas.
PROFUNDIDADE   Cerca de 400 metros
RADARES   1 Thales Sphynx
SONARES   STN- DBQS -40 passivo, de flanco L/F-M/F, detecção de minas MOA 3070
CONTRAMEDIDAS   Despistadores/bloqueadores CIRCE, ESM UME 200, Saab Timnex II de ELINT, MEDAV CRS 8 000 para COMINT, detector de emissóes LASER  , RadarWarning Receiver
COMANDO E CONTROLO   Atlas Elektronik ISUS 90-50
AUTONOMIA    45 dias
GUARNIÇÃO   33+ 11de forças especiais
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 22, 2005, 11:40:44 pm
Boa Luís, pelos visto lá conseguiu arranjar maneira de colocar essas suas informações preciosas também aqui no Fórum Defesa :G-Ok:

Por causa das dificuldades em colocar imagens veja http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?t=1948 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?t=1948) .

Mais uma vez obrigado
Cumprimentos
B. Pereira Marques
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 23, 2005, 02:18:53 am
CANHONEIRAS

(http://img208.imageshack.us/img208/8971/047condetojal.th.jpg) (http://http)
CONDE DE TOJAL

A canhoneira CONDE de TOJAL foi construída em Vila Nova de Gaia, para o Ministério da Fazenda. Esteve ao serviço da Armada entre 1848 e 1856, data em que foi abatida ao efectivo.

DESLOCAMENTO   300 tons.
ARMAMENTO   4 peças e um rodízio de 12 polegadas.
PROPULSÃO   1 máquina de baixa pressão de 110 H.P. - rodas laterais.
VELOCIDADE   7 nós
GUARNIÇÃO   33 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/2626/048blazarim.th.jpg) (http://http)
BARÃO DE LAZARIM
Foi construída em Portugal e serviu entre 1850 e 1873.

DESLOCAMENTO   290 tons.
COMPRIMENTO:   37 metros
ARMAMENTO   2 peças e um rodízio de360 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de baixa pressão de 60 H.P= 8 nós
GUARNIÇÃO   98 homens
   
D. JOÃO I

Prestou serviço em Timor entre 1883 e 1887, ano em que naufragou.

(http://img208.imageshack.us/img208/9205/049argus.th.jpg) (http://http)
Classe ARGUS

ARGUS 1852 - 1877      LYNCE 1852 - 1875

Estas canhoneiras foram construídas em Inglaterra, e serviram na fiscalização aduaneira.

DESLOCAMENTO   395 tons.
DIMENSÕES   ?  *  ?  *  3,04 metros (calado)
ARMAMENTO   2 peças
PROPULSÃO   1 máquina a vapor – 1 veio = 7 nós
GUARNIÇÃO   75 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/5166/050manna.th.jpg) (http://http)
D. MARIA ANNA  ex. Infanta D. Maria Anna

Construída em Inglaterra por  J. Scott  Russel, serviu entre 1859 e 1873, primeiro com a classificação de vapor, e mais tarde como canhoneira.

DESLOCAMENTO   528 tons.
CALADO:   3,63 metros
ARMAMENTO   2 peças de 20 libras; 4 de 32 libras; 1 rodízio de 20 libras.
PROPULSÃO   1 máquina de baixa pressão de 80 H.P. = 6 nós
GUARNIÇÃO   98 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/9551/051cames.th.jpg) (http://http)
CAMÕES

Foi construída na China por encomenda do Governo de Macau em 1865, e serviu como canhoneira até 1876 ano em que foi abatida ao efectivo.

DESLOCAMENTO   136 tons.
DIMENSÕES   1,81 metros (calado)
ARMAMENTO   3 peças
PROPULSÃO   1 máquina de 30 H.P. - 1 veio = 7 nós
GUARNIÇÃO   50 homens

BÚFALO

Vapor classificado como canhoneira, serviu em Moçambique entre 1891 e 1896.

ZAMBEZE

Construída em Inglaterra entrou ao serviço em 1865 tendo servido em Moçambique

(http://img208.imageshack.us/img208/7169/052riodouro.th.jpg) (http://http)
Classe ZARCO

ZARCO       1865 - 1876      
RIO DOURO   1875 - 1900
TEJO       1869 - 1900      
QUANZA       1877 – 1900

As canhoneiras desta classe foram construídas no Arsenal de Lisboa, à excepção da Zarco que foi construída em Inglaterra.

DESLOCAMENTO   587 tons.
DIMENSÕES   43,58 * 7,92 * 3,35 metros
ARMAMENTO   (Douro) 2 rodízios de 150mm; (Tejo e Zarco) 2 peças; (Quanza) 3 peças
PROPULSÃO   1 máquina horizontal de baixa pressão  de 100 H.P. - 1 veio =  10 nós
GUARNIÇÃO   (Douro) 100 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/3991/053faro.th.jpg) (http://http)
FARO

Adquirida em 1878 na Inglaterra, serviu na Armada até  27 - 2 - 1912  data em que se perdeu por afundamento.

DESLOCAMENTO   136 tons.
DIMENSÕES   27 * 4,7 * 2,28 metros
ARMAMENTO   1 peça de 47 mm:
PROPULSÃO   1 máquina de 200 H.P. - 1 veio = 10,4 nós
GUARNIÇÃO   27 homens.

(http://img208.imageshack.us/img208/8299/054bengo.th.jpg) (http://http)
Classe BENGO
         
BENGO      1879 – 1905       *      MANDOVY     1879 - 1909

Estas canhoneiras foram construídas em Inglaterra destinadas a prestar serviço nas colónias.

DESLOCAMENTO   462 tons.
DIMENSÕES   38,25 * 7,48 * 2,84
ARMAMENTO   1 peça de 150 mm; 2 de 90 mm:
PROPULSÃO   1 máquina compound horizontal de 400 H.p. - 1 veio = 10,5 nós
GUARNIÇÃO   89 homens
   
VISCONDE DA PRAIA GRANDE DE MACAU  

Antigo vapor dos Pilotos da barra de Lisboa, havia sido construído em Inglaterra. Após ser adquirido pela Armada serviu em Cabo Verde onde naufragou em 1887.

DESLOCAMENTO   92 tons.
DIMENSÕES   22 * 5 * 2 metros
ARMAMENTO   1 peça
PROPULSÃO   1 máquina de expansão tríplice de 35 H.P. -1 veio = 8 nós
GUARNIÇÃO   28 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/3237/055guadiana.th.jpg) (http://http)
GUADIANA
   
Foi construída em Liverpool, sendo aumentada ao efectivo em 1879. Naufragou ao largo do Estoril em 3-10-1892.

DESLOCAMENTO   245 tons.
DIMENSÕES   32,94 * 5,36 * 2,74 metros
ARMAMENTO   1 peça de 47 mm.
PROPULSÃO   1 máquina a vapor de 140 H.P. - 1 veio = 9 nós
GUARNIÇÃO   45 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/9994/056tavira.th.jpg) (http://http)
TAVIRA ex. Tejo

Foi adquirida em Inglaterra no ano de 1878, sendo abatida em 1911.

DESLOCAMENTO   204 tons.
DIMENSÕES   32 * 5,1 * 2,74 metros
ARMAMENTO   1 peça de 47 mm.
PROPULSÃO   1 máquina compound vertical de 390 H.P. - 1 veio = 11 nós
GUARNIÇÃO   33 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/9885/057rtmega.th.jpg) (http://http)
Classe RIO LIMA

RIO LIMA         1875 – 1910            
RIO SADO      1875 – 1921
RIO TÂMEGA  1875 – 1909            
RIO VOUGA    1882 - 1909

A canhoneira Rio Vouga foi construída no Arsenal de Marinha em Lisboa, e as restantes em Inglaterra.

DESLOCAMENTO   (Rio Tâmega e Rio Sado) 645 tons. (restantes) 721 tons.
DIMENSÕES   (Rio Tâmega e Rio Sado) 45,4 * 8,6 * 3 metros (restantes) 49 * 8,4 * 3,63 metros
ARMAMENTO   2 peças de 4"; 1 de 3 libras; 2 de 9 libras
PROPULSÃO   1 máquina de 500 H.P.( 1º grupo) 750 H.P. (2º grupo) 1 veio = 10 nós
GUARNIÇÃO   100 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/7972/058lagos.th.jpg) (http://http)
LAGOS ex. Guadiana

Foi construída em Inglaterra e adquirida pela Armada em 1897. Foi abatida em 1913.

DESLOCAMENTO   100 tons.
DIMENSÕES   24,7 * 4,4 * 1,98 metros
ARMAMENTO   2 peças de 47 mm; 1 metr. de 6,5 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de 150 H.P. - 1 veio = 7 nós
GUARNIÇÃO   30 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/2300/059zaire.th.jpg) (http://http)
Classe ZAIRE

ZAIRE     1884 – 1916                     
LIBERAL    1884 - 1910

Estas canhoneiras foram construídas em Inglaterra.

DESLOCAMENTO   558 tons.
DIMENSÕES   42,56 *  7,75 * 3,43 metros
ARMAMENTO   1 rodízio de 150 mm ; 2 peças de 100 mm; 2 metr. de11 mm:
PROPULSÃO   1 máquina compound de 500 I.H.P. - 1 veio = 13 nós
GUARNIÇÃO   111 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/8610/060aor.th.jpg) (http://http)
AÇOR ex. Balinar, ex.  Gomes I, ex. Algarve

Foi construída em 1874, servindo como navio mercante até ser adquirida pela Armada com a classificação de canhoneira, em 1886. Mais tarde foi reclassificada como caça-minas, e em 1923 foi transformada em navio- hidrográfico, sendo abatida ao efectivo em 1933.

DESLOCAMENTO   330 tons.
DIMENSÕES   41,3 * 5,7 * 2,7 metros
ARMAMENTO   1 peça de 3 libras
PROPULSÃO   1 máquina de 360 H.P. - 1 veio = 9 nós
GUARNIÇÃO   52 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/6058/061cacongo.th.jpg) (http://http)
Classe  CACONGO

CACONGO    1886 - 1908         
MASSABI   1884 - 1908

As canhoneiras desta classe foram construídas em Birkenhead, na Inglaterra, e eram similares ao navio - hidrográfico Salvador Correia de 1895.

DESLOCAMENTO   276 tons.
DIMENSÕES   36,57 * 5,94 * 2,31 metros
ARMAMENTO   3 peças de 76 mm; 1 de 3 pdr.
PROPULSÃO   1 máquina a vapor de 375 H.P. - 1 veio = 11 nós
GUARNIÇÃO   42 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/3692/062vilhena.th.jpg) (http://http)
VILHENA

A canhoneira Vilhena foi construída em Inglaterra em 1882 e foi abatida em 1916.

DESLOCAMENTO   160 tons.
DIMENSÕES   28,95 * 4,9 * 1,8 metros
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm
PROPULSÃO   1 máquina de 310 H.P. - 2 veios = 10 nós
GUARNIÇÃO   41 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/7254/063rioave.th.jpg) (http://http)
RIO AVE

Foi construída no Arsenal de Lisboa em 1880. Após o seu abate ao efectivo em 1899, serviu de navio - farol na Guiné.

DESLOCAMENTO   378 tons.
DIMENSÕES   36,57 * 6,65 * 3,20 mm.
ARMAMENTO   1 peça de 101 mm; 4 de 76 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de baixa pressão horizontal de 180 H.P. = 9 nós
GUARNIÇÃO   89 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/6773/064zambeze.th.jpg) (http://http)
ZAMBEZE

Esta canhoneira foi construída no Arsenal de Lisboa, sendo entregue em 23-6-1896. A Zambeze transportou para os Açores a caminho do exílio, o Régulo Gungunhana e o maioral Godide. Foi desarmada em 1926.

DESLOCAMENTO   641 tons.
DIMENSÕES   44,52 * 8 * 3,55 metros
ARMAMENTO   2 peças de 100 mm; 2 de 47 mm ; 2 de 37 mm; 1 metr. de 6,5 mm.
PROPULSÃO   1 máquina compound de 460  h. p. - 1 veio = 10 nós
GUARNIÇÃO   109 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/1268/065macmahon.th.jpg) (http://http)
MARECHAL MC MAHON
     
Construída em Inglaterra, esta canhoneira serviu na Armada entre 1889 e 1894, ano em que se perdeu na barra do Limpopo.

DESLOCAMENTO   304 tons.
DIMENSÕES   37,79 * 6,40 * 2,23 metros
ARMAMENTO   1 peça
PROPULSÃO   2 máquinas de T.E. de 350 H.P. - 2 veios = 11 nós
GUARNIÇÃO   25 homens

(http://img208.imageshack.us/img208/2230/066diu.th.jpg) (http://http)
DIU

A canhoneira Diu foi construída no Arsenal de Lisboa, e serviu na Armada entre 1889 e 1913.

DESLOCAMENTO   740 tons.
DIMENSÕES   45,6 * 8,4 * 3,38 metros
ARMAMENTO   2 peças de 105 mm; 2 de 65 mm; 2 de 47 mm; 1 de 35 mm; 1 metr. de 6,5 mm:
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. de 700 H.P. - 1 veio = 11,5 nós.
GUARNIÇÃO   110 homens.

(http://img208.imageshack.us/img208/1373/067dluiz.th.jpg) (http://http)
D. LUIZ

Esta canhoneira foi construída no Arsenal de Lisboa, tendo entrado ao serviço em 1895. Foi o primeiro navio de guerra português a dispor de energia eléctrica, e serviu na Armada até 1911.

DESLOCAMENTO   802 tons.
DIMENSÕES   45,9 * 8,36 * 4,51 metros.
ARMAMENTO   4 peças de 105 mm; 3de 47 mm; 1 metralhadora
PROPULSÃO   1 compound horizontal de 500 H.P. - 1 veio = 10 nós
GUARNIÇÃO   122 homens.
(http://img517.imageshack.us/img517/6591/068limpopo.th.jpg) (http://http)
LIMPOPO

Foi construída em Inglaterra nos estaleiros Poplar em 1890, e esteve ao efectivo até 1931 ano em que foi abatida.

DESLOCAMENTO   288 tons.
DIMENSÕES   37,6 * 6,3 * 1,97 metros
ARMAMENTO   2 peças de 3  pdr.
PROPULSÃO   1 máquina de 523 H.P. - 1 veio = 11,3 nós
GUARNIÇÃO   34 homens

(http://img517.imageshack.us/img517/261/069chaimite.th.jpg) (http://http)
CHAIMITE

Um dos navios do Ultimatum, foi construída pelos estaleiros Parry & Son em Cacilhas, sendo o primeiro navio em aço construído em Portugal. Serviu na Armada entre 1898 e 1921.

DESLOCAMENTO   430 tons.
DIMENSÕES   40,8 * 8 * 2 metros
ARMAMENTO   2 peças de 47 mm; 2 metr.
PROPULSÃO   2 máquinas a vapor de 480 h.p. - 2 veios = 11 nós
GUARNIÇÃO   26 homens   

(http://img517.imageshack.us/img517/6529/070tandrea.th.jpg) (http://http)
THOMAZ ANDREA

Foi construída em Hong Kong destinada a operar nas águas de Timor. Esteve ao serviço da Armada entre 1896 e 1900.

DESLOCAMENTO   260 tons.
DIMENSÕES   35,73 * 5,56 * 2,64 metros
ARMAMENTO   2 peças
PROPULSÃO   1 máquina de 180 H.P. - 1 veio =10,3 nós
GUARNIÇÃO   26 homens

(http://img517.imageshack.us/img517/1793/071ptria.th.jpg) (http://http)
PÁTRIA

Outro navio adquirido com dinheiro proveniente da subscrição nacional, após o ultimato da Inglaterra. Foi construída no Arsenal de Lisboa, e serviu em Macau entre 1903 e 1930, ano em que foi desarmada e abatida ao efectivo dos navios da Armada.

DESLOCAMENTO   636 tons.
DIMENSÕES   59,8 * 8,3 * 2,5 metros
ARMAMENTO   4 peças de 100 mm; 6 de 47 mm; 1 metr.
PROPULSÃO   2 máquinas de T.E. de 1890 H.P. - 2 veios = 17,7 nós
GUARNIÇÃO   88 homens

(http://img517.imageshack.us/img517/3996/072save.th.jpg) (http://http)
Classe SAVE

SAVE  1908-1929         
LÚRIO  1907-1926

Foram construídas pelos estaleiros H. Parry & Son de Cacilhas tendo prestado serviço nas colónias.

DESLOCAMENTO   305 tons.
DIMENSÕES   42,5 * 7,1 * 1,7 metros
ARMAMENTO   2 peças de 47 mm. ; 1 metralhadora
PROPULSÃO   2 máquinas de 500 H.P. - 2 veios = 12,5 nós
GUARNIÇÃO   51 homens

(http://img517.imageshack.us/img517/4081/073beira.th.jpg) (http://http)
Classe BEIRA

IBO-------(I)----1910-1953      
BEIRA----(B)----1910-1941
BENGO---(BE)--1917-1933      
MANDOVY(M)---1917-1956
DIO-------(D)---1929-1969
DAMÃO---(DA)-1925-1937
QUANZA- (Q)---1918-1933      
ZAIRE ex. Goa(Z)-1925-1958

Todas as canhoneiras desta classe, foram construídas pelo Arsenal de Lisboa. As (M), (I)  e (B) foram mais tarde transformadas em navios hidrográficos. Por seu lado a DIU funcionou durante alguns anos como navio - escola da Legião Portuguesa, com o n.º A 5214.

DESLOCAMENTO   500 tons.
DIMENSÕES   44,8 * 8,3 * 2,12 metros
ARMAMENTO   2 peças de 75 mm; 2 de 47 mm: (B) e (M) 4 peças de 47 mm:
PROPULSÃO   2 máquinas  de T.E. de 700 H.P. - 2 veios = 13 nós
GUARNIÇÃO   67 homens

(http://img517.imageshack.us/img517/1372/074raulcascais.th.jpg) (http://http)
RAÚL CASCAIS ex. Tonnig, ex. FN 16

Antigo rebocador alemão construído em 1919, foi incorporado na Armada em 1924 e que serviu até 1936.

DESLOCAMENTO   188 tons.
DIMENSÕES   40 * 6 * 1,6 metros
ARMAMENTO   1 peça de 47 mm; 1 metralhadora
PROPULSÃO   1 máquina de 600 H.P. - 1 veio = 13 nós
GUARNIÇÃO   40 homens

(http://img517.imageshack.us/img517/1664/075faro.th.jpg) (http://http)
Classe FARO

FARO   1927 – 1955          
LAGOS     1930 – 1955

Estas canhoneiras foram construídas no Arsenal de Lisboa segundo planos de um rebocador.

DESLOCAMENTO   295 TONS.
DIMENSÕES   39,5 * 6,6 * 3,19 metros
ARMAMENTO   2 peças de 47 mm, uma a cada bordo a vante.
PROPULSÃO   1 máquina de 650 h.p. - 1 veio = 13 nós
GUARNIÇÃO   55 homens

(http://img517.imageshack.us/img517/6491/076faial.th.jpg) (http://http)
Classe FAIAL
                  
S. MIGUEL   --------M 403, ex. (M)    ex. P 1, ex. Bruray ( T 236)
FAIAL--------------M 391,ex. M 401,ex. (F). ex. P 2, ex. Mangrove ( T 112)
TERCEIRA---------M 393, ex. M 402, ex. (T),ex. P 3, ex. Hayling (T 271)SANTA  MARIA----M 392, ex. M 404,ex. (MR),ex. P 4,ex. Whalsay (T 293)
P 7-----------------ex. Gruinard (T 239)
P 8-----------------ex. Eriskay ( T 217)   

Navios das classe Isles, Tree e Dance, foram  construídos em Inglaterra pelos estaleiros Cook Welton & Gemmel em 1942 o P 1, Ferguson Bros. em 1940 o P 2, Cok Welton & Gemmel em 1942 os P3 e P 4, John Crown & Son em 1943 o P 7, e Flemming & Ferguson em 1942 o P 8. Os quatro primeiros foram emprestados a Portugal em 8-10-1943, para servirem nos Açores. No fim da guerra, foram adquiridos pela Armada,.O P 7 e o P 8 foram aumentados ao efectivo em 7-10-1943 e efectuaram patrulhas na costa continental, sendo devolvidos em 1944. Os navios tiveram inicialmente a classificação de navios-patrulha, e depois draga-minas e a seguir caça-minas. Foram abatidos:
P 1 em 13-3-1953, P 2 em 27-3-1967, o P 3 em 26-4-1951, e o P 4  perdeu-se por encalhe em Peniche, sendo abatido em 15-4-1971.

DESLOCAMENTO   780 tons
DIMENSÕES   50,0 * 8,40 * 4,10 metros
ARMAMENTO   (P 1 e P 3) 1 peça de 76 mm; 1 de 20 mm; 2 metr. de 7,7 mm; 2 foguetes antiaéreos; 2 morteiros anti-submarinos; 2 calhas lança - bombas A/S ; minas.
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. - 1 veio =13 nós  
GUARNIÇÃO   52 homens

(http://img517.imageshack.us/img517/1190/077p6.th.jpg) (http://http)
P 5  ex.  Cape Portland      P 6 ex. Vascama

Arastões requisitados pela armada inglesa, foram construídos nos estaleiros Cochrane & Son, em 1936 e 1935. Cedidos por empréstimo pelo Governo Inglês a Portugal, entre 7- 10-1943 e 8-8-1944, destinaram-se a patrulhar as águas dos Açores.

DESLOCAMENTO   570 tons. standard
DIMENSÕES   51,72 * 8,41 * 5,34 metros
ARMAMENTO   1 peça de 101 mm; 2 peças de 20mm.; 4 metralhadoras; 4 morteiros lança - bombas de profundidade; 2 calhas lança – bombas.
PROPULSÃO.   1 máquina a vapor de 850 i.h.p. - 1 veio = 12 nós
(http://img517.imageshack.us/img517/8443/078prncipe.th.jpg) (http://http)
Classe PRINCIPE

PRINCIPE ex. Flores,P 581, ex. PC 812      
MADEIRA P 582, ex. PC 811,
SANTIAGO   P 583, ex. PC 125      
SAL   P 584, ex. PC 818      
SÃO TOMÉ P585, ex. PC1256       
S.VICENTE    P 586, ex. PC 1259

Patrulhas construídos nos Estados Unidos entre 1942 e 1944, foram cedidos à Armada ao abrigo do MDAP ( Mutual Defense and Assistence Program ) em 1948. Os navios desta classe foram abatidos entre 1967 e 1970.

DESLOCAMENTO   357 tons.
DIMENSÕES   52,9 * 7,04 * 3,1 metros
ARMAMENTO   (após modernização) 1 peça de 40 mm; 3 de 20 mm; 1 Ouriço A/S ; 2 calhas; 4 morteiros.
PROPULSÃO   2 motores diesel de 3500 H.P. - 2 veios = 19 nós
GUARNIÇÃO   62 homens

(http://img517.imageshack.us/img517/1063/079boavista.th.jpg) (http://http)
Classe MAIO

MAIO      P 587   1955 - 1975   
FOGO      P 591     1957 - 1975
PORTO SANTO   P 588   1955 - 1974   
BOAVISTA                   P 592   1957 - 1975
S. NICOLAU   P 589   1955 - 1975      
S. ANTÃO                   P 593   1957 - 1971
BRAVA      P 590   1956 - 1975      
S. LUZIA                   P 594   1958 – 1975

Os patrulhas desta classe, baseada num desenho norte americano, foram encomendados ao abrigo do MDAP. Quatro foram construídos em França,  nos estaleiros Dubigeon de Nantes, e quatro em Portugal, distribuídos pelo Arsenal do Alfeite, Est. Navais do Mondêgo e Est. Navais de V. do Castelo. O P 587 chamou-se inicialmente Funchal.

DESLOCAMENTO   400 tons.
DIMENSÕES   53,4 * 7,24 * 3,0 metros
ARMAMENTO   2 peças de 40 mm; 2 de 20 mm; 1 Ouriço; 4 morteiros    lança - bombas de profundidade; 2 calhas lança-bombas de profundidade.
PROPULSÃO   4 motores diesel de 3240 b.h.p. - 2 veios =17,5 e 19 nós
GUARNIÇÃO   62 homens

(http://img517.imageshack.us/img517/2488/080cacine.th.jpg) (http://http)
Classe CACINE

CACINE   P 1140      
CUNENE    P 1141      
MANDOVI    P 1142
ROVUMA   P 1143      
CUANZA   P 1144      
GEBA   P 1145
ZAIRE   P 1146      
ZAMBEZE   P 1147      
LIMPOPO   P 1160
SAVE   P  1161
Estes navios - patrulha foram construídos em Portugal no Arsenal do Alfeite e nos Estaleiros Navais do Mondêgo, na Figueira da Foz. Entraram ao serviço entre 1969 e 1973. A partir de 1997 começaram a ser desarmados e abatidos ao efectivo. Dois deles foram afundados em exercícios.

DESLOCAMENTO   310 tons.
DIMENSÕES   44 * 7,6 * 2,1 metros
ARMAMENTO   (inicial) 2 peças de 40 mm; 1 lança - foguetes de 32 foguetes. (final)  1 peça de 40 mm; 1 peça de 20 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel de 4000 b.h.p. - 2 veios = 20 nós
GUARNIÇÃO   32 homens
(http://img517.imageshack.us/img517/1799/081vcastelo.th.jpg) (http://http)

classe VIANA DO CASTELO

VIANA DO CASTELO      P 360   30-12-2010
FIGUEIRA DA FOZ      P 361   2011-
FUNCHAL         P
RIA DE AVEIRO      P
PORTIMÃO         P
SETÚBAL         P
      
Navios de patrulha oceânica, foram  encomendados aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo em 2003. A sua construção tem sofrido sucessivos atrazos.

DESLOCAMENTO   1850 tons.
DIMENSÕES   83,10  * 12,95 * 3,69 metros
ARMAMENTO   1 peça simples de 40mm Bofors L 60, que será substituida por uma Marlin de 30mm, 2 MG de 12,7mm, 30 minas. Pode operar  um helicóptero médio Super Lynx, mas sem hangar.
PROPULSÃO   2 motores diesel de 3900 Kw cada – 2 veios; 2 motores eléctricos de 300 Kw cada = 20 nós
GUARNIÇÃO   35 + 32 alojamentos extra.


(http://img517.imageshack.us/img517/319/083sines.th.jpg) (http://http)
classe SINES

SINES  
PONTA DELGADA       

Variante da classe Viana do Castelo, dedicada ao combate à poluição por hidrocarbonetos, e à balizagem da costa. Funcionam também como patrulhas oceânicos. As suas características são idênticas à classe Viana do Castelo, não dispõem porém da pista para o helicóptero que é substituída pelo equipamento de recolha do material poluente. Estes navios são construídos pelos ENVC.
DRAGA-MINAS

(http://img264.imageshack.us/img264/7309/084vulcano.th.jpg) (http://http)
VULCANO

O lança-minas Vulcano foi construído em Inglaterra nos estaleiros Vosper Thornycroft, tendo sido entregue em 1910. Foi abatido ao efectivo em 1952.

DESLOCAMENTO   151 TONS.
DIMENSÕES   33,52 * 5,94 * 1,37 metros
ARMAMENTO   2 tubos lança - torpedos de exercício a vante
PROPULSÃO   1 máquina de 500 H.P. - 2 veios = 13 nós
GUARNIÇÃO   27 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/9065/085sjorge.th.jpg) (http://http)
Classe S. JORGE

S. JORGE------M 415  ex. MSO 478-----01-06-1955 / 20-04-1974
PICO-----------M 416  ex. MSO 479-----01-06-1955 / 17-10-1973
GRACIOSA----M 417  ex. MSO 486-----15-08-1955 / 20-02-1974
CORVO--------M 418  ex. MSO 487-----23-11-1955 / 20-02-1974

Draga - minas oceânicos, construídos e cedidos a Portugal pelos Estados Unidos, ao abrigo do MDAP. O navio S. JORGE funcionou mais tarde como navio - hidrográfico.

DESLOCAMENTO   780 tons.
DIMENSÕES   52 * 10,64 * 3,16 metros
ARMAMENTO   1 peça de 40 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel de 1600 b.h.p. - 2 veios = 13,5 nós
GUARNIÇÃO   71 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/6262/086lagoa.th.jpg) (http://http)
Classe S. ROQUE

S. ROQUE------------M 401-----10-05-1956 /    14-01-1992
RIBEIRA GRANDE---M 402-----07-02-1957 /           1997
LAGOA---------------M 403------10-08-1956 / 19-10-1992
ROSÁRIO------------M 404------08-02-1957 / 19-10-1992

Draga - minas costeiros construídos em Portugal, nos estaleiros da CUF, segundo planos da classe inglesa TON.  Dois deles foram adquiridos ao abrigo do MDAP. A partir de 1975 operaram como navios de fiscalização da pesca e apoio de mergulhadores. O M 402 alterou o número para A 5207 em 30-11-1992.

DESLOCAMENTO   451,9 tons.
DIMENSÕES   46 * 8,7 * 2,12 metros
ARMAMENTO   (final) 1 peça dupla de 20 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel de 2500 b.h.p. - 2 veios = 15 nós
GUARNIÇÃO   47 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/689/087horta.th.jpg) (http://http)
Classe PONTA DELGADA

PONTA DELGADA--------M 405 ex. AMS   60, ex.Adjutant -1953/1974
HORTA-------------------M 406 ex. AMS   61------------------1953/1976
ANGRA DO HEROISMO--M 407 ex. AMS   62------------------1955/1974
VILA DO PORTO---------M 408 ex. AMS   91------------------1953/1976
SANTA CRUZ-------------M 409 ex. AMS   92------------------1954/1976
VELAS---------------------M 410 ex. AMS 145------------------1954/1976
LAJES---------------------M 411 ex. AMS 146------------------1954/1976
S. PEDRO-----------------M 412 ex. AMS 147------------------1955/1975

Draga - minas costeiros cedidos, à Marinha de Guerra Portuguesa pelos EUA ao abrigo do MDAP.

DESLOCAMENTO   370 tons.
DIMENSÕES   44 * 8,2 * 2,43 metros
ARMAMENTO   1 peça dupla de 20 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel de 900b.h.p. - 2 veios = 14 nós
GUARNIÇÃO   40 homens

LANCHAS-CANHONEIRAS

(http://img264.imageshack.us/img264/1552/088rminho.th.jpg) (http://http)
Classe RIO MINHO

RIO MINHO   1864 – 1877  
GUADIANA   1865 – 1875

Lanchas - canhoneiras construídas em Lisboa, prestaram serviço nos rios a que deram o nome.

DESLOCAMENTO   35 tons.
DIMENSÕES   13,5 * 3,55 * 1,5 metros
ARMAMENTO   2 peças de bronze de carregar pela boca
PROPULSÃO   1 máquina de 60 h.p. - 1 veio = 8 nós
GUARNIÇÃO   15 homens  

(http://img264.imageshack.us/img264/6371/089senna.th.jpg) (http://http)
Classe SENNA

SENNA  1871 / 1879    
TETTE  1871 / 1879

Construídas em Inglaterra, estas lanchas canhoneiras efectuaram a viagem de Lisboa para Moçambique pelos seus próprios meios, o que não era nem continua a ser vulgar, pois costumam ser transportados em navios mercantes até ao seu destino. Estes pequenos navios possuíam um leme a vante e outro a ré.

DESLOCAMENTO   50 tons.
DIMENSÕES   32,69 * 6,35 * 1,06 metros
ARMAMENTO   2 peças
PROPULSÃO   1 máquina de baixa pressão de 35 H.P. - rodas de pás laterais = 10 nós
GUARNIÇÃO   21 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/9001/090loge.th.jpg) (http://http)
Classe LOGE

LOGE   1887 / 1896
NOQUI 1887 / 1896

Estas duas lanchas canhoneiras foram construídas em Inglaterra, e serviram no Rio Zaire.

DESLOCAMENTO   40 tons.
ARMAMENTO   1 peça de 70 mm; 1 de 37 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de 60 H.P. - rodas de pás laterais = 10 nós.
GUARNIÇÃO   22 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/1699/091cherim.th.jpg) (http://http)
Classe CHERIM

CHERIM  1889 / 1903
CUAMA   1889 / 1903

Foram construídas em Inglaterra e prestaram serviço em Moçambique.

DESLOCAMENTO   34 tons.
DIMENSÕES   19,8 * 3,72 * 0,70 metros
ARMAMENTO   1 canhão - revólver de 37 mm; 2 metralhadoras de 11 mm:
PROPULSÃO   1 máquina de alta pressão de 40 H.P.  - 1 roda de pás a ré = 9,5 nós
GUARNIÇÃO   24 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/600/092maravi.th.jpg) (http://http)
MARAVI

Foi adquirida em 1889 para prestar serviço no Rio Zambeze, sendo abatida ao efectivo em 1895.

DESLOCAMENTO   12 tons.
DIMENSÕES   15,24 * 2,43 * 0,45 metros
ARMAMENTO   1 metralhadora de 11 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de alta pressão - 2 rodas laterais = 8 nós
GUARNIÇÃO   16 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/1353/093flexa.th.jpg) (http://http)
classe FLEXA

FLEXA     1890 – 1900
ZAGAIA  1890 – 1900

Estas lanchas canhoneiras foram construídas em Inglaterra, tendo prestado serviço na Guiné.

DESLOCAMENTO   44 tons.
DIMENSÕES   21,33 * 3,96 * 0,68 metros
ARMAMENTO   1 canhão revólver de 37 mm; 1 metr. de 8 mm:
PROPULSÃO   2 máquinas de alta pressão de 45 i.h.p. - 2 rodas de pás laterais = 10 nós
GUARNIÇÃO   19 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/904/094cassine.th.jpg) (http://http)
CASSINE

Foi adquirida em 1890 e operava com a Maravi na flotilha do Zambeze.

DESLOCAMENTO   30 tons.
DIMENSÕES   ? *?*?
ARMAMENTO   1 metralhadora
PROPULSÃO   1 máquina de alta pressão de 18 H.P. - 1 roda a ré = 7 nós
   
(http://img264.imageshack.us/img264/3404/095spinto.th.jpg) (http://http)
Classe LACERDA

LACERDA  1895 - 1906
SERPA PINTO  1895 – 1907
 

Construídas em Inglaterra, estas lanchas prestaram serviço nas Colónias.

DESLOCAMENTO   40 tons.
DIMENSÕES   17,37 * 4,03 * 0,30 metros
ARMAMENTO   2 peças de 37 mm; 2 metr. de 11 mm:
PROPULSÃO   1 máquina de alta pressão de 70 H.P. - 1 roda de pás = 10 nós
GUARNIÇÃO   27 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/4421/096hbarreto.th.jpg) (http://http)
HONÓRIO BARRETO

Construída em 1895 nos estaleiros Parry & Son de Cacilhas, prestou serviço até 1907.

DESLOCAMENTO   80 tons.
DIMENSÕES   30,25 * 6 * 1,9 metros
ARMAMENTO   2 peças de 47 mm; 1 metr. de 8 mm:
PROPULSÃO   2 máquinas de alta pressão - 2 veios = 8,98 nós
GUARNIÇÃO   38 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/7052/097incomati.th.jpg) (http://http)
INCOMATI

Antigo rebocador adquirido em Durban, serviu na Armada entre 1895 e 1897, durante as campanhas contra Gungunhana

DESLOCAMENTO   70 tons.
ARMAMENTO   1 peça de 47 mm; 1 canhão-revólver de  37 mm..
PROPULSÃO   1 máquina de 70 H.P. - 1 veio = 9 nós
GUARNIÇÃO   25 homens
(http://img264.imageshack.us/img264/5813/098marracuene.th.jpg) (http://http)
MARRACUENE

A lancha canhoneira Marracuene foi construída em Portugal em 1897. Operou em Moçambique, sendo desarmada em 1908.

DESLOCAMENTO   20 tons.
DIMENSÕES   19 * 3,60 * 0,75 metros
ARMAMENTO   2 canhões - revólver de 37 mm.
PROPULSÃO   1 máquina compound de 50 h.p. - 1 veio = 9 nós
GUARNIÇÃO   16 homens ( 7 em 1903 )

(http://img264.imageshack.us/img264/9018/099chuabo.th.jpg) (http://http)
CHUABO

Adquirida em 1898, serviu em Moçambique até 1903.

DESLOCAMENTO   10 tons.
DIMENSÕES   15,6  * 2,3  * 0,6 metros
ARMAMENTO   1 metralhadora de 11 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de alta pressão = 9 nós.
GUARNIÇÃO   17 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/49/100cacheu.th.jpg) (http://http)
Classe CACHEU

CACHEU    1901 – 1915
FARIM   1901 – 1907

Estas lanchas foram construídas em Hamburgo, na Alemanha, e combateram na Guiné.

DESLOCAMENTO   40 tons.
DIMENSÕES   23 * 3,87 * 0,53 metros
ARMAMENTO   1 peça de 37 mm; 2 metr. de 11 mm.
PROPULSÃO   2 máquinas de T.E. de 100 h.p. - 2 veios = 10 nós
GUARNIÇÃO   27 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/9912/101caplo.th.jpg) (http://http)
Classe IVENS

IVENS  1894 – 1906
CAPÊLO  1895 - 1908

Estas lanchas foram concebidas para operar nos rios africanos, e para isso possuíam pouco calado.
Haviam sido construídas em Inglaterra nos estaleiros Yarrow.

DESLOCAMENTO   21 tons.
DIMENSÕES   26,5 * 5,48 *0,30 metros
ARMAMENTO   2 peças de 47 mm; 2 metralhadoras de 5 canos de 11 mm.
PROPULSÃO   2 máquinas horizontais de alta pressão de 36 h.p. - 8 nós
GUARNIÇÃO   21 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/9671/102bacamarte.th.jpg) (http://http)
BACAMARTE

Foi adquirida em 1884 à África do Sul, e perdeu – se  por afundamento no Canal de
Moçambique, quando ia a reboque.

DESLOCAMENTO   70 tons.
ARMAMENTO   1 peça de 47 mm; 1 canhão-revólver de 37 mm.
PROPULSÃO   1 máquina a vapor de 70 h.p.- 1 veio = 9 nós
GUARNIÇÃO   25 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/8628/103pannayac.th.jpg) (http://http)
Classe DIOGO CÃO

DIOGO CÃO--------1895 – 1910
PERO DE ANAYA---1895 – 1908

Estas lanchas foram construídas em Portugal nos estaleiros Parry & Son.

DESLOCAMENTO   44 tons.
DIMENSÕES   21,53 * 3,96 * 0,70 metros
ARMAMENTO   1 canhão - revólver de 37 mm; 2 metralhadoras
PROPULSÂO:   1 máquina de alta pressão de 90 h. p. = 10 nós
GUARNIÇÃO   19 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/7082/104xefine.th.jpg) (http://http)
XEFINE

Esta lancha foi adquirida para operar em Moçambique, tendo sido abatida ao efectivo em 1896.A Xefine possuía uma máquina de 20 h.p.

CATEMBE

Serviu em Moçambique, era propulsada por uma roda de pás a ré, e perdeu-se por afundamento em 1896.

VEDETA

Foi adquirida em 1889 a fim de ser utilizada pela Marinha Colonial de Moçambique, e foi abatida
em 1893.
DESLOCAMENTO   16 tons.
DIMENSÕES   13,7 * 2,4 * 0,76 metros
PROPULSÃO   1 máquina de alta - pressão de 20 h.p.

(http://img264.imageshack.us/img264/8823/105granada.th.jpg) (http://http)
Classe GRANADA

GRANADA  1891 - 1907
OBUZ   1892 – 1908

Foram construídas em Inglaterra, tendo sido usadas em Moçambique.

DESLOCAMENTO   24 tons.
DIMENSÕES   18,28 * 4,26 * 0,38 metros
ARMAMENTO   1 canhão - revólver de 37 mm; 1 metr. de 8 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de alta - pressão de 40 h.p. = 8 nós   
GUARNIÇÃO   21 homens

QUA  QUA  ex – Silveira     1889 – 1896

Foi adquirida à Missão dos Jesuítas da Zambézia, sendo a primeira lancha da Esquadrilha do Zambeze.    

ARMAMENTO   1 metralhadora

(http://img264.imageshack.us/img264/3338/106sabre.th.jpg) (http://http)
Classe SABRE

SABRE  1891 – 1898
CARABINA  1891 – 1898

Foram construídas nos estaleiros Yarrow, e serviram em Moçambique na Esq. do Zambeze.

DESLOCAMENTO   53 tons
DIMENSÕES   22,8 * 3,65 * 1,21 metros
ARMAMENTO   2 canhões - revolver de 37 mm; 1 metralhadora de8 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de alta - pressão de 50 h.p.  - 1 veio = 10 nós
GUARNIÇÃO   20 homens  

(http://img264.imageshack.us/img264/6167/107flecha.th.jpg) (http://http)
Classe FLECHA
   
FLECHA  1909 - 1928
ZAGAIA  1909 - 1925

Estas lanchas foram construídas em Inglaterra tendo prestado serviço na Guiné.

DESLOCAMENTO   40 tons.
DIMENSÕES   21 * 3,60 * 0,68 metros
ARMAMENTO   3 metralhadoras de 6,5 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de 100 h.p. - 2 rodas laterais = 10 nós
GUARNIÇÃO   27 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/5205/108cunene.th.jpg) (http://http)
CUNENE

A lancha - canhoneira Cunene foi aumentada ao efectivo da Armada em 1909.

DESLOCAMENTO   10 tons.
DIMENSÕES   13 * 3,2 * 0,60 metros
ARMAMENTO   2 metralhadoras
PROPULSÃO   1 máquina de alta pressão = 5 nós
GUARNIÇÃO   10 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/904/109magaya.th.jpg) (http://http)
MAGAYA

Antigo rebocador adquirido em Zanzibar, serviu em Moçambique entre 1875 e 1899 na flotilha do Incomati.

DESLOCAMENTO   40 tons.
PROPULSÃO   1 máquina de alta pressão de60 h.p. - 1 veio
VELOCIDADE   8 nós
GUARNIÇÃO   16 homens

(http://img264.imageshack.us/img264/1990/110zanha.th.jpg) (http://http)
ZANHA
Este pequeno vapor pertencia à Marinha Mercante, tendo sido adquirido em 1916 pela Armada, e tendo servido mais tarde na Marinha Colonial de Moçambique

(http://img264.imageshack.us/img264/3468/111salvador.th.jpg) (http://http)
SALVADOR
Esta lancha, foi apreendida aos missionários Jesuítas austríacos em 26 - 6 - 1916. Prestou serviço em Moçambique, tendo combatido no Barué. Serviu na Marinha Colonial até 1924, tendo sofrido juntamente com a TETE enormes danos, resultantes de um violento temporal. A SALVADOR não mais voltou a navegar sendo abatida em 1928.

ARMAMENTO   1 canhão - revólver de 37 mm ; 1 metralhadora de 6.5 mm.      
 

(http://img264.imageshack.us/img264/134/112tete.th.jpg) (http://http)
Classe TETE

TETE  1903 – 1917
SENA  1904 – 1917

Estas lanchas foram construídas em Cacilhas, nos estaleiros Parry & Son. A TETE  perdeu – se devido à explosão da caldeira.

DESLOCAMENTO   70 tons.
DIMENSÕES   30,48 * 3,20 *0,55 metros.
ARMAMENTO   2 peças de 37 mm; 1 metr. de6,5 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de 100 h.p. - 1 roda de pás a ré = 10 nós
GUARNIÇÃO   28 homens
(http://img65.imageshack.us/img65/788/113idmanuel.th.jpg) (http://http)
RIO MINHO  ex - Infante D. Manuel

Foi construída no Arsenal de Marinha em Lisboa, sendo aumentada ao efectivo em 1904. Prestou serviço no Rio Minho até 1948, ano em que foi abatida ao efectivo dos navios da Armada.

DESLOCAMENTO   38 tons.
DIMENSÕES   24,4 * 3,9 * 0,60 metros
ARMAMENTO   1 peça de 37 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de 60 h.p. - 2 rodas laterais = 7,5 nós
GUARNIÇÃO   19 homens

(http://img65.imageshack.us/img65/8736/114macau.th.jpg) (http://http)
MACAU
Foi construída nos estaleiros Yarrow tendo sido aumentada ao efectivo em 1909, sendo abatida em 9 - 3 – 1943, trocada com os japoneses por 10 000 sacos de arroz, com o nome Maiko. Em 1949 passou para a posse do governo chinês, com o nome Wu Chang.

DESLOCAMENTO   135 tons.
DIMENSÕES   36,5 * 6 * 0,64 metros
ARMAMENTO   2 peças de 57 mm; 3 metr. de 6,5 mm.
PROPULSÃO   2 máquinas de125 h.p. cada - 2 veios = 12 nós
GUARNIÇÃO   35 homens

(http://img65.imageshack.us/img65/9131/115torpn1.th.jpg) (http://http)
TORPEDEIRO Nº 1 ex.Espadarte
Foi entregue em  9 - 7 - 1882  nos estaleiros ingleses Yarrow sendo abatida em 28 - 3 - 1915.

DESLOCAMENTO   54 tons.
DIMENSÕES   26,2 * 3,3, * 1,5 metros
ARMAMENTO   1 canhão - revólver de 37 mm;
2 tubos lança - torpedos de 350 mm.
PROPULSÃO   1 máquina compound de 450 h . p.  - 2 veios = 19,7 nós
GUARNIÇÃO   15 homens
         
Nº 2   1886 - 1920   *   Nº  3  1886 – 1924  *  Nº 4  1886 – 1934
Todos estes navios foram, à semelhança do Nº 1, construídos nos estaleiros Yarrow.

DESLOCAMENTO   92 tons.
DIMENSÕES   22,37 * 6,10 * 0,70 metros
ARMAMENTO   2 peças de 37 mm ; 2 tubos lança - torpedos de 350 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de 730 h.p. - 1 veio = 19 nós
GUARNIÇÃO   22 homens

(http://img65.imageshack.us/img65/7083/116tete.th.jpg) (http://http)
TETE  P 371

Construída por Yarrow & Co. em 1918, foi novamente lançada à água no Chinde em 1920. Serviu no Rio Zambeze até 1971.

DESLOCAMENTO   100 tons.
DIMENSÕES   22,37 * 6,10 * 0,70 metros
ARMAMENTO   2 peças de 47 mm; 2 metralhadoras
PROPULSÃO   1 máquina de 70 h.p. 1 roda de pás a ré = 8 nós
GUARNIÇÃO   ( 1960 ) 6 homens
Título: Re: navio de guerra portugueses
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 23, 2005, 02:53:02 am
Citação de: "luis filipe silva"
Caro Pereira Marques

Já agora se faz favor esclareça-me uma coisa.

Não sei qual é o espaço de que o site dispõe, porque as imagens que eu tenho são cerca de 200, e claro que a minha intenção não é a de monopolizar o Fórum.

Aguardo a sua resposta.

Luis Silva


Boa pergunta, sinceramente não sei...veja na parte dedicada às dúvidas técnicas e/ou mande uma mensagem privada ao Administrador do fórum, Jorge Pereira...

Cumprimentos
B. Pereira Marques
Título: navios de guerra portugueses
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 23, 2005, 04:26:51 am
LANCHAS DE FISCALIZAÇÃO
(http://img111.imageshack.us/img111/2505/117azevia.th.jpg) (http://http)
Classe AZEVIA

AZEVIA----------P 595------1941 – 1975
BICUDA---------P 596-------1941 - 1976
CORVINA--------P 597------1943 – 1975
DOURADA-------P 598------1943 - 1975
ESPADILHA------P 599------1945 – 1969
FATAÇA---   ------S/Nº-------1945 – 1949

As lanchas de fiscalização desta classe, foram construídas em Portugal no Arsenal do Alfeite. A Fataça perdeu-se por encalhe em 1949.

DESLOCAMENTO   275  tons.
DIMENSÕES   42 * 6,5 * 2,12 metros
ARMAMENTO   2 peças simples de 20 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel de 2 400 b.h.p - 2 veios  = 17 nós
GUARNIÇÃO   30 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/3567/118riominho.th.jpg) (http://http)
RIO MINHO   P 370

Foi construída no Arsenal do Alfeite em 1957, e esteve ao serviço da Armada até 1983. Esta lancha prestou serviço no Rio Minho.

DESLOCAMENTO   14 toneladas
DIMENSÕES   13,7 * 3,23 * 0,80 metros
ARMAMENTO   2 metralhadoras de 7.62 mm
PROPULSÃO   2 motores diesel de 130 b.h.p. 2 veios = 9 nós
GUARNIÇÃO   8 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/732/119antares.th.jpg) (http://http)
Classe ANTARES

ANTARES-------P 360----1959 – 1975
VEGA-----------S / Nº----1959 – 1961
SIRIUS---------S / Nº----1959 – 1961
RÉGULUS-------P 369----1959 – 1970

Foram construídas em fibra de vidro, nos estaleiros ingleses James Taylor Ltd. Sussex. Em 1961, a VEGA e a SIRIUS foram afundadas pela aviação da União Indiana, durante a invasão da Índia Portuguesa. A lancha Régulus foi transferida para o Malawi em 1970 com o nome Chibisa e a Antares para a Republica Popular de Moçambique.

DESLOCAMENTO   18 tons.
DIMENSÕES   17 * 4,60 * 1,21 metros
ARMAMENTO   1 peça de 20 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel de 500 b.h.p. - 2 veios = 18 nós
GUARNIÇÃO   6 homens
(http://img111.imageshack.us/img111/135/120tria.th.jpg) (http://http)


ÁTRIA  P 360 ex. Corsário

Lancha do tipo PBR Norte Americano, serviu entre 1972/73 com o nome Corsário. A partir de 1983 passou-se a chamar Átria tendo sido utilizada entre 1983 e 1991 na fiscalização do Rio Minho. Mais tarde mudou de nome para Taínha ( UAM 831) passando a servir na Esquadrilha de Submarinos.
DESLOCAMENTO   8 tons.
DIMENSÕES   9,8 * 3,5 * 0,7 metros
ARMAMENTO   2 metralhadoras de 12,7 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel Detroit = 2 jactos de água Jacuzzi = 32 nós
GUARNIÇÃO   4 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/7289/121bellatrix.th.jpg) (http://http)
Classe BELLATRIX

BELLATRIX---------P 363---1961 – 1975
CANOPUS----------P 364---1961 - 1971
DENEB--------------P 365---1961 – 1971
ESPIGA-------------P 366---1961 - 1976
FOMALHAUT--------P 367---1961 - 1975
POLLUX-------------P 368---1961 - 1975
ALTAIR-------------P 377---1962 – 1975
RIGEL--------------P  378---1968 – 1976

As lanchas desta classe foram construídas na Alemanha, por Bayerische Schiffbaugeselschaft.

DESLOCAMENTO   27,6  tons
DIMENSÕES   20,72 * 5,05 * 1,24  metros
ARMAMENTO   1 peça de 20 mm; 1 lança - foguetes múltiplo.
PROPULSÃO   2 motores diesel Cummins de 225 h.p. cada  - 2 veios = 15,1 nós
GUARNIÇÃO   7 homens
(http://img111.imageshack.us/img111/1561/122arcturus.th.jpg) (http://http)
Classe BELLATRIX ( 2ª série)

ARCTURUS-------P 1151---1968 – 1974
ALDEBARAN------P 1152---1962 - 1975
PROCION---------P 1153---1968 - 1975
SÍRIUS------------P 1154---1970 - 1976
VEGA--------------P 1155---1970 – 1975

Estas lanchas foram construídas no Arsenal do Alfeite, e pertenciam à classe Bellatrix. Tinham no entanto algumas diferenças dos navios construídos na Alemanha, deslocando 40 Tons, devido à maior espessura da chapa, e alterações na capacidade dos tanques de aguada e combustível. Onze dos navios da 1ª e 2ª séries foram transferidos para Angola e Moçambique.

DESLOCAMENTO   40 tons.
DIMENSÕES   20,72 * 5,05 * 1,81 metros
ARMAMENTO   1 Oerlikon de 20 mm. 1 lança-foguetes múltiplo
PROPULSÃO   2 motores diesel Cummins de 225 h.p. cada – 2 veios = 11,9 nós
GUARNIÇÃO   7 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/4558/123argos.th.jpg) (http://http)
Classe ARGOS

ARGOS-----------P 372
ESCORPIÃO-----P 375
LIRA--------------P 361  
CASSIOPEIA-----P 373
HIDRA------------P 376
ORION------------P 362    
DRAGÃO---------P 374
PEGASO----------P 379
CENTAURO-------P 1130        
SAGITÁRIO------P 1131

Foram construídas entre 1963 e 1965 no Arsenal do Alfeite, e nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. A maioria delas foi transferida em 1975 para a República Popular de Angola, e as restantes afundadas ao largo da Guiné Bissau no mesmo ano.

DESLOCAMENTO   210 tons.
DIMENSÕES   41,7 * 6,7 * 2,1 metros
ARMAMENTO   2 peças simples de 40 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel de 1200 b.h.p. - 2 veios = 17 nós
GUARNIÇÃO   24 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/9531/124castor.th.jpg) (http://http)
CASTOR   P 580

Foi construída nos Estaleiros Navais do Mondêgo na Figueira da Foz destinada a servir no Lago Niassa, tendo estado ao efectivo da Armada entre 1964 e 1968, ano em que foi transferida para o Malawi.

DESLOCAMENTO   22 tons.
DIMENSÕES   17,63 * 3,98 * 1 metros
ARMAMENTO   1 peça simples Oerlikon de 20 mm.
PROPULSÃO   2 diesel Cumins de 400 b.h.p. - 2 veios = 15 nós
GUARNIÇÃO   8 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/5831/125algolr.th.jpg) (http://http)
ALGOL     P 1138

Esta lancha de fiscalização foi construída nos estaleiros da Argibay em Alverca, servindo na Armada entre 19 – 10 - 1964 e 1-1972.

DESLOCAMENTO   24 tons.
DIMENSÕES   15,2 * 4 * 0,7 metros
ARMAMENTO   2 metralhadoras de 12 , 7 mm.
PROPULSÃO   2 diesel Cummins de 244 h.p. - 2 veios = 12 , 5 nós
GUARNIÇÃO   7 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/9472/126albufeiraz.th.jpg) (http://http)
Classe ALVOR

ALVOR----------P 1156------1967 – 1975
ALJEZUR--------P 1157------1968 – 1975
ALBUFEIRA-----P 1158------1968 - 1975

As lanchas desta classe foram construídas pelo Arsenal do Alfeite.

DESLOCAMENTO   35,7 tons.
DIMENSÕES   20,6 * 5,4 * 1,6 metros
ARMAMENTO   1 peça de 20 mm. 1 lança-foguetes múltiplo
PROPULSÃO   2 motores diesel Cummins de 1270 b.h.p. - 2 veios = 12,3 nós
GUARNIÇÃO   10 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/2550/128vnusm.th.jpg) (http://http)
Classe JÚPITER

JÚPITER----------P 1132-----1965 – 1975
MERCÚRIO   -------P 1135-----1965 – 1975
VÉNUS------------P 1133-----1965 – 1975
SATURNO--------P  1136-----1965 – 1975
MARTE------------P 1134-----1965 – 1975
URANO------------P 1137-----1965 – 1975

Todas estas lanchas foram construídas nos Estaleiros Navais do Mondêgo, tendo sido cedidas às antigas colónias portuguesas a partir de 1974.

DESLOCAMENTO   43,5 tons.
DIMENSÕES   20,9 * 5 * 1,3 metros
ARMAMENTO   1 peça de 20 mm; 1 lança - foguetes múltiplo
PROPULSÃO   2 motores diesel de 1270 b.h.p. - 2 veios = 20 nós
GUARNIÇÃO   8 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/2071/129daleixob.th.jpg) (http://http)
Classe D. ALEIXO

DOM ALEIXO--------P 1148
D. JEREMIAS--------P 1149 ex - A 5202, ex - P 1149

Construídas nos Estaleiros Navais de S. Jacinto em Aveiro, foram entregues à Armada em 1967.Serviram em Cabo Verde e Algarve. A lancha P 1149 esteve entre  1977 e 1989, ao serviço do Instituto Hidrográfico (A 5202 ). Ambas foram desarmadas em 1998

.DESLOCAMENTO   67,7 tons.
DIMENSÕES   24,9 * 5,1 * 1,5 metros
ARMAMENTO   1 peça de 20 mm.
PROPULSÃO   2 diesel Cummins de 1270 b.h.p. - 2 veios = 16 nós
GUARNIÇÃO   10 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/857/130aor.th.jpg) (http://http)
Classe ALBATROZ

ALBATROZ-------P 1162---09 - 12 – 1974
ÀGUIA------------P 1165---28 - 02 – 1975
AÇOR-------------P 1163---09 - 12 – 1974
CISNE------------P 1167---31 -  03 - 1975
ANDORINHA-----P 1164---20 - 12 – 1974
CONDOR---------ex. P 1166----------1975

Foram construídas pelo Arsenal do Alfeite. A lancha Condor foi integrada na Polícia Marítima com a identificação UAM 630. Em 2002, duas destas lanchas  Albatroz e Açor foram transferidas para a marinha de Timor com os nomes Oé-Cusse e Ataúro. Em 2005 restavam duas a Águia e a Cisne, que viram a sua peça de 20 mm.  substituída  por  um alador para redes ilegais de pesca.

DESLOCAMENTO   45 tons.
DIMENSÕES   23,68 * 5,20 * 1,48 metros
ARMAMENTO   1 peça Oerlikon de 20 mm; 1 metr. de 12,7 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel Cummins de 1100 h. p. - 1 veio = 20 nós
GUARNIÇÃO   8 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/8316/131sabre.th.jpg) (http://http)
SABRE  ex - Chire  P 1138

 Esta lancha, um antigo navio movido por rodas de pás, foi adquirida à Empresa  Sena  Sugar, de Moçambique. Voltou a navegar incorporada na Armada em 1974. Após a independência foi  transferida para a República Popular de Moçambique

DESLOCAMENTO   140 tons.
DIMENSÕES   27,7 * 6,6, * 0,8 metros
ARMAMENTO   2 peças simples de 20 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel com 2 colunas de hélices rotativas de 244 h.p.= 10 nós
GUARNIÇÃO   7  homens
(http://img111.imageshack.us/img111/7245/132riominho.th.jpg) (http://http)
RIO MINHO P 370

Foi construída no Arsenal do Alfeite, tendo sido aumentada ao efectivo em 1 - 8 - 1991. Está ao serviço na fiscalização fronteiriça do Rio Minho.

DESLOCAMENTO   72 tons.
DIMENSÕES   22,4 * 6 * 0,8 metros
ARMAMENTO   2 metralhadoras de 7,62 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel KHD - Deutz de 664 h.p. servindo dois hidrojactos Schottel = 9,5 nós
GUARNIÇÃO   8 homens
(http://img111.imageshack.us/img111/340/133hidra.th.jpg) (http://http)
Classe ARGOS

ARGOS-----------P 1150---02 - 07 – 1991
DRAGÃO---------P 1151---18 - 10 – 1991
ESCORPIÃO-----P 1152---26 - 11 – 1991
CASSIOPEIA----P 1153---11 - 11 - 1991
HIDRA-----------P 1154---18 - 12 – 1991

Lanchas de fiscalização da pesca financiadas em 50 % pela Comunidade Europeia, foram construídas pelo Arsenal do Alfeite e pela Conafi. Operam um bote semi - rígido alojado num poço a ré e são construídas em fibra.

DESLOCAMENTO   94 tons.
DIMENSÕES   27,2 * 5,9 * 1,4 metros
ARMAMENTO   2 metralhadoras de 12,7 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel MTU 12 V 396 TE 84 de 3 700 h. p. 2 veios = 28 nós
GUARNIÇÃO   9 homens
(http://img111.imageshack.us/img111/9870/134centauro.th.jpg) (http://http)
Classe CENTAURO

CENTAURO---------(P 1155)
ORÍON--------------(P 1156)      
PÉGASO------------(P 1157)
SAGITÁRIO-------  (P 1158)

Estas lanchas foram construídas no Arsenal do Alfeite, e nos Estaleiros Navais do Mondêgo em 2000 e 2001. Sendo similares à classe Argos, existem algumas diferenças, sendo as principais no armamento e no casco em alumínio destas últimas.

DESLOCAMENTO   98  tons.
DIMENSÕES   28,4 * 5,95 * 1,4 metros
ARMAMENTO   1 peça de 20 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel Cummins de 1 800 s.h.p. cada = 26 nós
GUARNIÇÃO   8 homens


LANCHAS DE SALVAMENTO

N º1
A lancha de socorro Nº 1 foi construída nos estaleiros Elco Works.

DESLOCAMENTO   30 tons.
DIMENSÕES   22,4 * 3,95 * 1,42 metros
PROPULSÃO   2 grupos de motores a gasolina de 220 h.p. 2 veios = 17,5 nós
GUARNIÇÃO   9 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/406/135sar3.th.jpg) (http://http)
N º 2   ex - ML 557
N º 3   ex - ML 574

Estas lanchas foram construídas em 1915, sendo incorporadas na Armada em 1920.

DESLOCAMENTO   37 tons.
PROPULSÃO   2 grupos de motores a gasolina de 440 h.p. = 17,2 nós
GUARNIÇÃO   9 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/8502/136espiga.th.jpg) (http://http)
Classe CANOPUS

CANOPUS--------L 3---1948 – 1959
DENEB------------L 4---1948 – 1957          
ESPIGA-----------L 5---1948 – 1957
FOMALHAUT------L 6--- 1948 – 1959

Foram construídas em Inglaterra durante a 2ª Guerra Mundial, entre 1942 e 1943, sendo mais tarde cedidas à Armada.

DESLOCAMENTO   52 tons.
DIMENSÕES   21,6 * 4,65 *1,8 ( P ) metros
PROPULSÃO   3 motores diesel  - 3 veios = 12 nós
GUARNIÇÃO   6 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/8661/137altair.th.jpg) (http://http)
Classe ALTAIR

ALTAIR--------AL  ex - L 1
BELLATRIX----BE  ex - L 2

Foram construídas durante a Segunda Guerra Mundial  em Inglaterra, e pertenciam ao tipo FAIRMILE B. Adquiridas por Portugal em 1946, foram abatidas em 1951 ( BE ) e 1955 (AL).

DESLOCAMENTO   82 tons.
DIMENSÕES   34 * 5,3 * 1,2 metros
PROPULSÃO   2 motores diesel de 1120 h.p. 2 veios = 21 nós
GUARNIÇÃO   15 homens

LANCHAS DE DESEMBARQUE

Classe 300

LDP 301---   ex - LD 1--1961 – 1975--Estaleiros Navais do Mondêgo
LDP 302---   ex - LD 2--1961 – 1975--Estaleiros Navais do Mondêgo
LDP 303---   ex - LD 3--1963 – 1975--Estaleiros Navais do Mondêgo
LDP 304---ex - LD 6--1963 – 1971---Estados Unidos da América

Estas lanchas de desembarque foram as primeiras de uma longa série a ser construídas para a Armada, e foram utilizadas em Angola, Moçambique e Guiné durante as Guerras Coloniais

(http://img111.imageshack.us/img111/3241/138ldp103.th.jpg) (http://http)
Classe 100

As lanchas de desembarque desta classe foram construídas nos U.S.A.

LDP 103 ex - LD 4
LDP 105 ex - LD 5
LDP 107 ex - LD 7
LDP 108 ex - LD 8
LDP 109 ex - LD 9   

DESLOCAMENTO   12 tons.
DIMENSÕES   14 * 3,4 * 0,7 metros
ARMAMENTO   1 peça de 20 mm. em algumas
PROPULSÃO   2 motores diesel de 180 h.p. - 2 veios = 10 nós
GUARNIÇÃO     6 homens


Classe 200

LDP 201 a  LDP 217   ( 17 unidades )

Estas lanchas foram construídas nos Estaleiros Navais do Mondêgo. As primeiras 13 entre 1965 e 1967, e as restantes em 1969. A LDP 202 foi abatida em 1970, e as restantes a partir de 1974.

DESLOCAMENTO   18 tons.
DIMENSÕES   13,5 * 3,4 * 0,7 metros
ARMAMENTO   1 peça de 20 mm em algumas
PROPULSÃO   2 motores diesel de 180 H.P. - 2 veios = 8,5 nós  
GUARNIÇÃO     4 homens

(http://img111.imageshack.us/img111/5062/139ldm304.th.jpg) (http://http)
Classe LDM 300 ex. 500  
LANCHAS DE DESEMBARQUE  MÉDIAS (LDM)

Classe LDM 100

número   Entrega              Desarmada-abate                    notas
LDM  101   15-05-1968   09-09-1974   18-10-65  LDM 204
LDM  102   17-05-1968   07-09-1974   18-10-65  LDM 205
LDM  103   20-05-1968   23-07-1972   
LDM  104   24-07-1968   25-10-1971   
LDM  105   08-08-1968   07-09-1974   
LDM  106   02-09-1971   07-09-1974   
LDM  107   05-11-1971   07-09-1974   
LDM  108   05-11-1971   07-09-1974   
LDM  109   07-01-1972   07-09-1974   
LDM  110   07-01-1972   07-09-1974   
LDM  111   29-03-1972   07-09-1974   
LDM  112   29-03-1972   07-09-1974   
LDM  113   17-05-1972   07-09-1974   
LDM  114   17-05-1972   07-09-1974   
LDM  115   23-07-1972   07-09-1974   
LDM  116   23-07-1972   07-09-1974   
LDM  117   12-06-1973   07-09-1974   
LDM  118   10-07-1973   07-09-1974   
LDM  119   08-08-1974   ????   exposição estática no Alfeite
LDM  120   11-07-1975   ????   
LDM  121   11-07-1975   ????   

 
DESLOCAMENTO   50  toneladasde deslocamento máximo
DIMENSÕES   15,25  * 4,4 * 1,1 metros
PROPULSÃO   2 motores diesel G.M. de 450 bhp. 2 veios = 9 nós
ARMAMENTO   1 peça Oerlikon de 20 mm.





Classe LDM 200
número        entrega         abate   
LDM 201   13-01-1964   26-05-1972   
LDM 202   18-01-1964   30-11-1972   
LDM 203   13-01-1964   22-06-1971   
LDM 204 ex. LDM 101-   13-01-1964/09-09-1974   
Número alterado em 16-10-1965
LDM 205 ex. LDM 102   -13-01-1965/22-06-1971   
Número alterado em 16-10-1965

DESLOCAMENTO   50 tons.
DIMENSÕES   15,3 * 4,4 * 1,1 metros
ARMAMENTO   1 peça de 20 mm. (retirada)
PROPULSÃO   2 motores diesel de 450 h.p. 2 veios = 9 nós  
GUARNIÇÃO      4 homens



Classe LDM 300
 
número   entrega                       abate               notas
LDM 301   31-01-1964   26-05-1972   
LDM 302   18-01-1964   30-11-1972   
LDM 303   18-01-1964   23-07-1972   
LDM 304   18-01-1964   09-09-1974   
LDM 305   31-01-1964   25-10-1971   
LDM 306   18-01-1964   23-07-1972   
LDM 307   18-01-1964   22-06-1971   
LDM 308   Ex. LDM 501   09-10-1964/30-11-1972   
Classe 300 em 15-10-1965
LDM 309   Ex. LDM 502   09-10-1964/07-09-1974
Classe 300 em 15-10-1965
LDM 310   Ex. LDM 503   25-11-1964/04-09-1972
Classe 300 em 15-10-1965
LDM 311   Ex. LDM 504   25-11-1964/04-09-1972   
Classe 300 em 15-10-1965
LDM 312   Ex. LDM 505   25-11-1964/30-11-1972   
Classe 300 em 15-10-1965
LDM 313   Ex. LDM 506   25-11-1964/27-11-1971   
Classe 300 em 15-10-1965

DESLOCAMENTO   56 tons.
DIMENSÕES   17,1 * 4,27 * 1,2 metros
ARMAMENTO   1 peça Oerlikon de 20 mm.; 2 metr. De 12,7 mm
PROPULSÃO   2 motores diesel Cummins de 450 h.p. – 2 veios = 8,5 nós
CAPACIDADE:   35 tons. De carga ou 80 fuzileiros
GUARNIÇÃO   6 homens



(http://img441.imageshack.us/img441/8039/140ldm421.th.jpg) (http://http)
Classe LDM 400    
classe LDM 400
número   entrega             Desarmada ou abate   
LDM 401   18-08-1964   30-09-1975   
LDM 402   18-08-1964   30-09-1975   
LDM 403   10-09-1964   30-09-1975   
LDM 404   10-09-1964   31-03-1975   
LDM 405   09-10-1964   31-03-1975   
LDM 406   05-12-1964   14-02-1994   
LDM 407   17-03-1965   31-03-1975   
LDM 408   29-03-1965   31-03-1975   
LDM 409   24-08-1968   30-09-1975   
LDM 410   18-12-1970   07-09-1974   
LDM 411   18-12-1970   07-09-1974   
LDM 412    25-02-1971   07-09-1974    
LDM 413   01-05-1971   07-09-1974   
LDM 414   08-06-1971   08-06-1971   
LDM 415   08-06-1971   07-09-1974   
LDM 416   02-09-1971   07-09-1974   
LDM 417   17-08-1973   07-09-1974   
LDM 418   08-03-1974      
LDM 419   13-03-1975   10-04-1975   
LDM 420   13-03-1975   10-04-1975   
LDM 421   07-01-1976   29-01-1976   
LDM 422   07-01-1976   29-01-1976   
LDM 423   07-01-1976   29-01-1976    
LDM 424   07-01-1976   15-10-1982 desarmada   
LDM 425   19-10-1977   1995   
LDM 426   ???????                   1995   

 
DESLOCAMENTO   48 tons.
DIMENSÕES   17,3 * 4,8 * 1,0 metros
PROPULSÃO   2 motores diesel Cummins de 400 h.p. 2 veios = 9,5 nós
ARMAMENTO   1 peça Oerlikon de 20 mm.
GUARNIÇÃO   4 homens

Quatro lanchas de desembarque médias foram reclassificadas em 30-10-1997(3), e 25-11-1997  como Unidades Auxiliares de Marinha, passando a exibir os números de costado: UAM 119, UAM 120,UAM 121 e UAM 122.


(http://img441.imageshack.us/img441/8666/141ariete.th.jpg) (http://http)
Classe ALFANGE

ARIETE---------LDG 102---1965 - 1975---ANGOLA
ALFANGE-------LDG 101---1965 - 1974---ANGOLA
MONTANTE-----LDG 104---1965 - 1974---GUINÉ
CIMITARRA----LDG 103---1965 - 1975---ANGOLA

As lanchas de desembarque grandes da classe Ariete, foram construídas nos Estaleiros Navais do Mondêgo, baseadas na classe inglesa LCT 4. Finda a guerra colonial foram transferidas para os países acima mencionados.

DESLOCAMENTO   480 tons.
DIMENSÕES   57 * 11,8 * 1,2 metros
ARMAMENTO   2 peças de 20 mm; (1973) mais tarde 2 de 40 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel de 1000 h.p. - 2 veios
VELOCIDADE   10,3 nós
CARGA:                   270 tons.
RADAR:                   1 radar de navegação DECCA
GUARNIÇÃO   20 homens

(http://img441.imageshack.us/img441/6746/142bacamarte.th.jpg) (http://http)
Classe BOMBARDA

BOMBARDA-------LDG 201, ex - LDG 105----   1969 - 1997
ALABARDA--------LDG 202, ex - LDG 106----1971 - 1997
BACAMARTE------LDG 203---------------------1985 –

Foram construídas as duas primeiras nos Estaleiros Navais do Mondêgo e a última no Arsenal do Alfeite. As LDG 201 e 202 foram vendidas a uma empresa de Angola com os nomes Alabarda e Chiloango.

DESLOCAMENTO   652 tons.
DIMENSÕES   56 * 11,8 * 1,9 metros
ARMAMENTO   2 peças de 40 (LDG 201 e 203 )
                                2 peças de 20 mm ( LDG 202 )
PROPULSÃO   2 motores diesel de 910 h.p. - 2 veios = 10 nós
CARGA:                   1 batalhão de fuzileiros, ou 9 tanques ou 10 camiões de 6 tons.
GUARNIÇÃO   20 a 23 homens

NAVIOS HIDROGRÁFICOS


(http://img441.imageshack.us/img441/7007/143scorreia.th.jpg) (http://http)
SALVADOR CORREIA

Foi construído nos estaleiros de Laird Brothers em Birkenhead, Inglaterra, e incorporado na Armada  em 1895, com a classificação de transporte. Reclassificado como navio – hidrográfico e integrado na Missão Hidrográfica do Zaire em 1930, foi desarmado e abatido ao efectivo em 1934.

DESLOCAMENTO   300 tons.
DIMENSÕES   36,57 * 5,94 * 2,31 metros
ARMAMENTO   1 peça de 75 mm; 2 de 37 mm.
PROPULSÃO   1 máquina Compound de 480 i.h.p. - 1 veio = 11 nós
GUARNIÇÃO   35 homens

(http://img441.imageshack.us/img441/7774/146amlia4.th.jpg) (http://http)
AMÉLIA (2º)
Iate adquirido em Inglaterra pelo Rei D. Carlos, havia sido construído em 1878, e foi pertença da Armada entre 1888 e 1897. Havia  substituído um navio à vela com o mesmo nome que tinha sido comprado em 1887.

DESLOCAMENTO   148 tons.
PROPULSÃO   1 máquina Compound - 1 veio
COMPRIMENTO          33,84 metros
VELOCIDADE   10 nós
(http://img441.imageshack.us/img441/7453/144amlia2.th.jpg) (http://http)


AMÉLIA (3º ) ex – Giralda; ex. Fair Geraldine

Construído em 1880, foi adquirido em Inglaterra no ano de 1897 pelo Rei D. Carlos, para efectuar missões oceanográficas. Foi abatido ao efectivo em 1899 por não preencher os requisitos a  que o Rei se propunha.

DESLOCAMENTO   301 tons.
DIMENSÕES   44,9 * 6,38 * 3,1 metros
PROPULSÃO   1 máquina Compound de 320 h.p. - 1 veio
VELOCIDADE   11 nós

(http://img441.imageshack.us/img441/1659/145amlia3.th.jpg) (http://http)
AMÉLIA ( 4º ) ex - Yacona

Antigo navio de recreio construído em Kingshorn por J. Scott & Co. na Inglaterra em 1898, foi adquirido pelo Governo Português em 1899. Nele se efectuaram levantamentos hidrográficos e oceanográficos da  costa portuguesa. Foi abatido ao efectivo em 1901.

DESLOCAMENTO   650 tons.
DIMENSÕES   54,86 * 8,22 * 4,08 metros
ARMAMENTO   2 peças de 47 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de 950 h.p. - 1 veio = 13,6 nós
GUARNIÇÃO   45 homens

(http://img441.imageshack.us/img441/6712/146aamlia5.th.jpg) (http://http)
CINCO DE OUTUBRO ex. Amélia  (5º), ex. Banshee

Último iate adquirido pelo Rei D. Carlos I, foi construído em Inglaterra e incorporado na Armada em 1901. Em 1910, com o advento da República, mudou de nome para Cinco de Outubro. Nele seguiu a Família Real para Gibraltar, aquando da implantação da República. Até 1913 foi classificado como aviso, e mais tarde como navio hidrográfico. Foi abatido ao efectivo em 1937

DESLOCAMENTO   1 365 tons.
DIMENSÕES   68,97 * 8,78 * 4,2 metros
ARMAMENTO   2 peças de 47 mm; 4 peças de 37 mm.
PROPULSÃO   2 máquinas de 1 800 h.p. - 2 veios = 15 nós
GUARNIÇÃO   112 a 125 homens

(http://img441.imageshack.us/img441/2033/147gensilvrio.th.jpg) (http://http)
GENERAL SILVÉRIO

Rebocador em serviço na Colónia de Moçambique, foi adquirido pela Armada em 1904, a fim de funcionar como navio- hidrográfico. Foi abatido em 1908, devido ao seu mau estado

(http://img441.imageshack.us/img441/2047/148brrio.th.jpg) (http://http)
BÉRRIO

Construído em França como rebocador de esquadra, foi aumentado ao efectivo dos navios da Armada
em 1897. Esteve ao serviço da Missão Hidrográfica de Moçambique entre 1930 e 1947, ano em que foi abatido ao efectivo.

DESLOCAMENTO   498 tons.
DIMENSÕES   40,50 * 6,85 * 2,92 metros
PROPULSÃO   1 máquina a vapor de 1070 h.p. =  10 nós
GUARNIÇÃO   68 homens

(http://img441.imageshack.us/img441/2586/149albacora.th.jpg) (http://http)
ALBACORA

O navio oceanográfico Albacora foi construído na Noruega nos estaleiros Lindstl & Son. Serviu  na Armada entre 1924 e 1942.

DESLOCAMENTO   135 tons
DIMENSÕES   22,5 * 6,8 * 3 metros
PROPULSÃO   1 conjunto de semi - dieseis de 60 h.p. - 1 veio
VELOCIDADE   5 nós
GUARNIÇÃO   15 homens

(http://img441.imageshack.us/img441/4927/150djcastro.th.jpg) (http://http)
D. JOÃO DE CASTRO

Foi o primeiro navio construído no Arsenal do Alfeite, e ao invés de ser uma modificação, foi um dos poucos navios portugueses construídos de raiz para a hidrografia. Serviu entre 1940  e 1944, ano em que se perdeu por encalhe em Cabo Verde.

DESLOCAMENTO   1309 tons.
DIMENSÕES   66,5 * 9,88 * 2,80 metros
PROPULSÃO   2 conjuntos de T.E. de 1400 h.p. - 2 veios = 13,5 nós
AVIAÇÃO:                   1 hidroavião previsto no desenho (não foi embarcado )
GUARNIÇÃO   66 homens

(http://img441.imageshack.us/img441/9717/151bsilva.th.jpg) (http://http)
Classe SALVADOR CORREIA

SALVADOR CORREIA----A 522  ex. Saltarelo---1948  -  1961
BALDAQUE DA SILVA----A 523  ex. Ruskholm--1948  -  1967

Navios da classe Isles construídos em 1940 e 1942, foram adquiridos à Inglaterra em 1948, tendo sido adaptados para navios hidrográficos após a aquisição. Em 1961 o B. da Silva  mudou o nome para Salvador Correia, após o abate do seu gémeo.   

DESLOCAMENTO   780 tons.
DIMENSÕES   45,57 * 8,5 * 4,57 metros
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. de 850 i.h.p. – 1 veio
VELOCIDADE   9,5 nós
GUARNIÇÃO   38 homens ( A 523 ) ; 36 homens ( A 522 ).

(http://img441.imageshack.us/img441/213/152almlacerd.th.jpg) (http://http)
Classe ALMIRANTE  LACERDA

ALMIRANTE LACERDA------------A 525 ex - Caraquet--1946-1975
COM. ALMEIDA CARVALHO------A 527 ex - Fort York--1950- 1971

Antigos draga - minas da classe Bangor, foram incorporados em 1941 na Real Marinha Canadiana.Com estes navios foi introduzido na Marinha de Guerra Portuguesa o RADAR. Em 1965  o A 527 foi transformado em corveta tendo o seu nome sido alterado para CACHEU (F 470). O navio A 525 foi transferido para a marinha da República Popular de Moçambique.

DESLOCAMENTO   900 tons.
DIMENSÕES   54,9 * 8,7 * 2,9 metros
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm; 2 peças de 20 mm.
PROPULSÃO   2 máquinas de tríplice expansão de 2 400 i.h.p. - 2 veios
VELOCIDADE   16 nós

(http://img441.imageshack.us/img441/8546/154carajo.th.jpg) (http://http)
CARVALHO  ARAÚJO  A 524  ex. Crysanthemum; ex - Com. Drogou; ex – TerjeTen

Foi construído por Harland & Wolf de Belfast em 1942, e era uma corveta da classe Flower. Serviu durante a guerra na Marinha da França Livre. Em 1959 foi comprado à Hector Whalling Co. de Cape Town, sendo transformado em navio – hidrográfico. Serviu sempre em Angola, sem nunca ter  visitado o Continente Europeu. Em 1975 foi transferido para a República Popular de Angola.

DESLOCAMENTO   1350 tons.
DIMENSÕES   62,33 * 10,11 * 5,02 metros
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm ; 4 peças Oerlikon de 20 mm.
PROPULSÃO   2 máquinas de T.E. de 2750 i.h.p. - 2 veios = 16 nós
GUARNIÇÃO   48 homens

(http://img441.imageshack.us/img441/8569/155mira.th.jpg) (http://http)
MIRA    A 5200  ex. Fomalhaut, ex. Arrábida

Esta lancha foi construída em Portugal, tendo sido aumentada ao efectivo dos navios da Armada em 1961. Em 1984 foi desarmada e abatida ao efectivo

DESLOCAMENTO   30 tons.
DIMENSÕES   19,82 * 4,62 * 1,21 metros
PROPULSÃO   3 motores diesel de 300 b.h.p. - 2 veios = 15 nós
GUARNIÇÃO   6  homens

(http://img441.imageshack.us/img441/6569/156aalbuquerque.th.jpg) (http://http)
AFONSO DE ALBUQUERQUE   A 526 ex. Dalrimple, ex. Luce Bay

Transformado a partir de uma fragata da classe Bay, este navio foi adquirido por subscrição Nacional a fim de substituir o aviso com o mesmo nome perdido na Índia. Havia sido construído por William Pikergill & Sons na Inglaterra. Tinha servido na Royal Navy  entre 1949 e 1966. Foi abatido ao efectivo da Armada em 1983, sendo mais tarde afundado em exercícios ao largo da costa.

DESLOCAMENTO   2 265 tons.
DIMENSÕES   93,6 * 11,7 * 4,3 metros
ARMAMENTO   (retirado) 2 peças de 20 mm.
PROPULSÃO   2 máquinas de T.E. de 5 500 i.h.p. - 2 veios = 15,5 nós
RADARES:                   1 DECCA 978; 1 Kelvin Hughes 975.
SONDAS:                   PDR, K. Hughes M S 26 K.  ; ELAC DENEB ; K.H. 771; ATLAS DESO 10
GUARNIÇÃO   109 homens   

(http://img441.imageshack.us/img441/1830/157cdosul.th.jpg) (http://http)
CRUZEIRO DO SUL   A 5201 ex. Girofleé

Antigo iate construído em Inglaterra em 1935. Foi apresado pela Armada numa operação de Contrabando, sendo incorporado na M. Guerra Portuguesa em 1968. Serviu como lancha hidrográfica até 1975, ano em que foi abatida.

DESLOCAMENTO   120 tons.
DIMENSÕES   28,33 *5,49 * 2,43 metros
PROPULSÃO   2 motores diesel de 320 h.p. - 2 veios = 12 nós
GUARNIÇÃO   8 homens

(http://img441.imageshack.us/img441/5095/158almeidacarvalho.th.jpg) (http://http)
ALMEIDA CARVALHO  A 527 ex. Kellar  T - AGOS 25

Construído por Marietta Shipbuilding Co. nos Estados Unidos da América em 1969, foi recuperado após se ter afundado devido a um temporal, quando se encontrava em construção. Em 1972 foi  transferido para Portugal. O navio foi desarmado em 2006.

DESLOCAMENTO   1 400 tons.
DIMENSÕES   63,5 * 11,8 * 4,56 metros
PROPULSÃO   2 motores diesel eléctricos de 1 200 h.p. - 1 veio = 15 nós
EQUIPAMENTO:   4 sondas RAYTHEON 723,  2 PRF 193,  1 ATLAS DESO 10; 1    RAYDIST DSR, 2 batitermógrafos, 1 lançador de XBT,1 batisonda, 1 termógrafo,1 sondador ATLAS FISHFINDER.
GUARNIÇÃO   36 e alojamentos para 36 cientistas  

(http://img441.imageshack.us/img441/3360/159andrmeda.th.jpg) (http://http)
Classe ANDRÓMEDA

ANDRÓMEDA---A 5203
AURIGA-------- A 5205

Foram construídas no Arsenal do Alfeite, e entraram ao serviço em 1987 e 1988 respectivamente, com a classificação de lanchas hidrográficas. Estão equipadas para sondagem sísmica, pesquisas com sonar lateral e operações com bóias e equipamentos oceanográficos.

DESLOCAMENTO   245 tons.
DIMENSÕES   31,5 * 7,74 * 2,5 metros
PROPULSÃO   1 motor diesel de 760 KW - 1 veio = 12,5 nós
GUARNIÇÃO   13 elementos mais 4 cientistas

(http://img441.imageshack.us/img441/8874/160dcarlosi.th.jpg) (http://http)
Classe D. CARLOS I

D. CARLOS I---------------A 522 ex - T- AGOS 11 Audacious, ex - Dauntless
ALM. GAGO COUTINHO---A 523 ex - T - AGOS 5 Assurance

Navio da classe americana Stalwart, foi construído por Tacoma Boat Building Co. Serviu na U.S. Navy entre 1989  e 1997 como navio de vigilância submarina. Em 1997 foi adquirido pela Armada para ser convertido em navio hidrográfico, conversão essa completada em 2004. Em 1998 foi adquirido o segundo navio desta classe que entrou ao serviço em 2006 após conversão.

DESLOCAMENTO   2262 tons.
DIMENSÕES   68,3 * 13,1 * 4,5 metros
PROPULSÃO   Diesel eléctrica. 4 geradores de 3 200 h.p. 2 motores de 1 600 h.p. - 2 veios = 11 nós
FUNÇÕES:   levantamentos hidrográficos, oceanografia física , química e geológica, acústica submarina, levantamentos gravimétricos e    magnetométricos
GUARNIÇÃO   34+cientistas
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 23, 2005, 02:52:36 pm
AUXILIARES

(http://img26.imageshack.us/img26/5517/161quelimane.th.jpg) (http://http)
QUELIMANE ex. Namacua

Antigo vapor holandês construído em Hamburgo, Alemanha, foi adquirido pela Armada em 1868 servindo em Moçambique até 1880.

DESLOCAMENTO   190 tons.
CALADO:   2,73 metros
PROPULSÃO   1 máquina de 40 h.p. - 1 veio
GUARNIÇÃO   35 homens



NORTE ex - Rebocador

Pequeno vapor que em 1868 servia na Marinha de Guerra, e que foi abatido ao efectivo em 1880.

PROPULSÃO   1 máquina de 75 h.p. - 2 rodas de pás.
VELOCIDADE   8 nós

(http://img26.imageshack.us/img26/4408/162india.th.jpg) (http://http)
ÍNDIA ex - Mandalay

Este transporte foi construído na Inglaterra em 1871 por Dennis & Brothers, e esteve ao serviço entre 1874 e 1909.

DESLOCAMENTO   2 578 tons.
DIMENSÕES   82,3 * 9,14 * 5,79 metros
ARMAMENTO   2 peças
PROPULSÃO   2 máquinas compound verticais de700 h.p. - 1 veio = 12 nós

(http://img26.imageshack.us/img26/207/163frica.th.jpg) (http://http)
ÁFRICA  1875 - 1908
Construído em Inglaterra a fim de servir como transporte, este navio após ter sido desarmado,  passou a funcionar como navio – hospital  na  Missão Naval de Angola.

DESLOCAMENTO   2 993 tons.
DIMENSÕES   79,24 * 10,05 * 6,09 metros
ARMAMENTO   2 peças de 80 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. de 1 000 h.p. - 1 veio = 13 nós
GUARNIÇÃO   124 homens + 404 tropas

(http://img26.imageshack.us/img26/9977/164pdcarlos.th.jpg) (http://http)
PRINCIPE D. CARLOS

Transporte adquirido em Inglaterra em 1878, perdeu-se por encalhe na Ilha do Bazaruto em Moçambique no ano de 1880.

DESLOCAMENTO   250 tons.
ARMAMENTO   1 peça
PROPULSÃO   1 máquina de 90 h.p. - 1 veio
VELOCIDADE   11 nós
GUARNIÇÃO   41 homens   

(http://img26.imageshack.us/img26/7948/165auxiliar.th.jpg) (http://http)
AUXILIAR

Este vapor foi adquirido em 1878 para a pilotagem do Rio Quelimane. Havia sido construído em Inglaterra,  e prestou serviço  na Armada entre 1884 e 1896.

ARMAMENTO   1 canhão revólver de 37 mm; 2 metralhadoras
PROPULSÃO   1 máquina a vapor de 50 h.p. 2 veios
VELOCIDADE   10 nós
GUARNIÇÃO   35 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/7647/166guin.th.jpg) (http://http)
GUINÉ ex. Hugh Parry

Este pequeno vapor, foi adquirido em Lisboa  em 1879. Efectuava anteriormente carreiras no Rio Sado, entre Setúbal e Alcácer do Sal. Havia sido construído em 1876, e prestou serviço na Guiné até 1883, ano em que foi abatido ao efectivo.

DESLOCAMENTO   139 tons.
DIMENSÕES   34,14 * 4,76 * 1,68 metros
ARMAMENTO   2 peças de bronze de 86 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de baixa pressão de 200h.p. - 2 rodas laterais

(http://img26.imageshack.us/img26/4607/167mineiro.th.jpg) (http://http)
Classe MINEIRO

MINEIRO---------1892 – 1902
FULMINANTE-----1880 - 1913

Navios que serviram na Escola de Torpedos de Paço de Arcos, foram construídos o primeiro em Portugal nos estaleiros Parry & Son, e o segundo em Inglaterra.

DESLOCAMENTO   78 tons.
DIMENSÕES   18 * 4 * 2 metros
PROPULSÃO   1 máquina de 150 h.p. - 1 veio
VELOCIDADE   8 nós
GUARNIÇÃO   18 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/2766/168lidador.th.jpg) (http://http)
Lidador antes de ser modificado
(http://img26.imageshack.us/img26/6196/169lidador.th.jpg) (http://http)

LIDADOR

Foi construído na Inglaterra em 1883 como rebocador. Mais tarde, após ter sido adquirido pela Armada, foi  classificado como canhoneira. Terminou os seus dias na M.G.P. como navio de instrução da Mocidade Portuguesa em 1951.

-1951 –

DESLOCAMENTO   252 tons.
DIMENSÕES   35,8 *6,1 * 2,8 (pontal) metros
ARMAMENTO   1 peça de 47 mm.
PROPULSÃO   2 máquinas de 800 h.p. - 2 veios = 9 nós
GUARNIÇÃO   34 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/3520/170dillyi.th.jpg) (http://http)
DILLY (1º)

Este vapor foi construído em 1884. Adquirido em 1891 para operar em Timor. Foi abatido
ao efectivo em 1905.

DESLOCAMENTO   100 tons.
DIMENSÕES   36,9 *     ?     * 2,97 metros
ARMAMENTO   1 peça
PROPULSÃO   1 máquina de 40 h.p. - 1 veio
VELOCIDADE   7 nós
GUARNIÇÃO   28 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/7660/171acaminha.th.jpg) (http://http)
ÁLVARO  DE  CAMINHA

Construído em 1901 na  Alemanha, foi adquirido a fim de servir como transporte. Serviu entre 1902 e 1910.

DESLOCAMENTO   534 tons.
DIMENSÕES   45,12 * 6,80 * 2,94 metros
ARMAMENTO   2 peças de 37 mm; 2 metr. de 6,5 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de E.T. - 1 veio
VELOCIDADE   11 nós
GUARNIÇÃO   59 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/4061/172dilyii.th.jpg) (http://http)
DILY (2º)

Este transporte foi comprado em Hong Kong em 1909. Entregue à Marinha Colonial em  
1912, foi abatido em 17 - 10 - 1913.

DIMENSÕES   34 *  9 *  5,5 metros
PROPULSÃO   1 máquina de 300h.p. - 1 veio
VELOCIDADE   10 nós
GUANIÇÃO:   38 homens   

(http://img26.imageshack.us/img26/4652/173nferreira.th.jpg) (http://http)
NEVES FERREIRA ex. Lady Wood

Vapor construído em Londres por A.D. Lewis & Co. em 1882. Prestou serviço na Marinha de Guerra  Portuguesa entre 1893 e 1901.

DESLOCAMENTO   301 tons.
DIMENSÕES   29,1 * 6,1 * 2,57 metros
ARMAMENTO   1 peça de 37 mm; 2 metr. de 11mm.
PROPULSÃO   2 máquinas compound de220 h.p. - 2 veios
VELOCIDADE   11 nós
GUARNIÇÃO   37 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/616/174bandrade.th.jpg)
 (http://http)
BAPTISTA DE ANDRADE

Construído em França em 1897, serviu como navio balizador e rebocador até 1909, ano em que foi abatido ao efectivo.

DESLOCAMENTO   150 tons.
DIMENSÕES   28,5 * 5,25 * 2,32 metros
ARMAMENTO   2 peças de 37 mm; 2 metr. de 11 mm.
PROPULSÃO   1 máquina compound  - 1 veio
VELOCIDADE   10,5 nós
GUARNIÇÃO   28 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/2367/175lince.th.jpg) (http://http)
LINCE

Este vapor foi construído em Itália nos estaleiros Orlando de Livorno. Foi incorporado na Armada em 1911, tendo pertencido à Escola de Torpedos de Paço de Arcos, até ser abatido em 1948.

DESLOCAMENTO   77 tons.
DIMENSÕES   26,9 * 4,2 * 1,8 metros
ARMAMENTO   2 peças
PROPULSÃO   2 semi - dieseis de 300 b.h.p. - 2 veios
VELOCIDADE   12 nós
GUARNIÇÃO   20 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/8430/176diliiii.th.jpg) (http://http)
DILI  ex. Panay

Este vapor foi construído em Shangai em 1903. Em 1913 foi adquirido pela Marinha  de Guerra às Filipinas, sendo abatido ao efectivo em 1942

.DESLOCAMENTO   500 tons.
DIMENSÕES   42,56 * 7,6 *3,1 metros
PROPULSÃO   1 máquina de 500 h.p. - 1 veio
VELOCIDADE   11 nós
GUARNIÇÃO    72 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/3499/177bissau.th.jpg) (http://http)
BISSAU

Foi incorporado em 1913 para ser utilizado na Guiné.

DESLOCAMENTO   76 tons.
ARMAMENTO   2 peças
PROPULSÃO   1 máquina de 300 h.p.
GUARNIÇÃO   4 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/1117/178pebane.th.jpg) (http://http)
PEBANE ex. Kadett

Ex - navio mercante alemão internado em Moçambique durante a 1ª Guerra Mundial, foi requisitado pelo governo português em 1916 como transporte.Serviu como navio-hidrográfico entre 1923-1925 na Marinha  Colonial de Moçambique. Foi abatido em 1930. Havia sido construído na Alemanha em 1902, nos estaleiros Schiffswerft J & S.

DESLOCAMENTO   226 TAB.
PROPULSÃO   1 máquina de E:T. de 148 h.p. - 1 veio = 9 nós
GUARNIÇÃO   37 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/3567/179plopes.th.jpg) (http://http)
PATRÃO  LOPES ex – Newa

Ex - navio alemão internado em Portugal, e apresado em 1916. Foi classificado como navio de salvamento, e durante a sua intensa vida na Armada, as suas guarnições salvaram imensas vidas e navios em perigo. Perdeu - se por encalhe no Bugio em 28 – 2 - 1936.

DESLOCAMENTO   1 100 tons.
DIMENSÕES   49 * 7,8 *4,2 metros
ARMAMENTO   (inicial) 1 peça de 76 mm; e mais tarde 2 peças de 90 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de 500 h.p. – 2 veios
VELOCIDADE   10 nós
GUARNIÇÃO   63 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/6052/181sado.th.jpg) (http://http)
SADO ex – Pluto

Foi construído nos estaleiros J.C. Tecklemburg de  Geestmunde, Alemanha. Foi apresado em 1916, passando a ser utilizado como lança minas. Vendido à  Sociedade Geral, passou-se  a chamar Alferrarede.

DESLOCAMENTO   2 118 tons.
DIMENSÕES   73.91 * 11,02 * 5,65 metros
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. de 700 h.p. 1 veio
VELOCIDADE   10 nós

(http://img26.imageshack.us/img26/8837/183peroalenquer.th.jpg) (http://http)
PERO DE ALENQUER ex - Coimbra, ex - Antares

Navio alemão apresado em 1916, serviu nos Transportes Marítimos do Estado, uma  empresa estatal criada para gerir a frota de navios alemães e austríacos apresados em 1916. Foi vendido à Armada em 1925, e novamente à marinha mercante em 1929. Este navio havia sido construído em 1913.

DESLOCAMENTO   4 450 tons.
DIMENSÕES   104,64 * 14,04 * 6,08 metros
PROPULSÃO   1 máquina de E.T. de 1870 h.p. - 1 veio
VELOCIDADE   11 nós
GUARNIÇÃO   90 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/6023/184almscultz.th.jpg) (http://http)
ALMIRANTE  SCHULTZ   A 521
 
Construído nos estaleiros Penhoet em França como navio balizador, foi incorporado em 1929 e abatido ao efectivo dos navios da Armada em 1969.

DESLOCAMENTO   520 tons.
DIMENSÕES   40 * 9,5 * 3,1 metros
PROPULSÃO   2 motores diesel de 350 h.p. 2 veios
VELOCIDADE   11 nós
GUARNIÇÃO   52 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/3149/186sagres2.th.jpg) (http://http)
SANTO  ANDRÉ  A 5207  ex - Sagres, ex - Max, ex - Flores, ex - Rickmer Rickmers

Navio alemão construído em Bremmerhaven em 1896, foi apresado em 1916 integrado nos T.M.E. Em 1924, foi adquirido pela Armada e transformado em navio escola. Em 1931 foram - lhe montados motores auxiliares. Em 1958 ganhou a regata Brest - Las Palmas. Substituído em 1961 pela actual Sagres. Nessa altura foi reclassificado como navio depósito com o nome Santo André. Abatido ao efectivo em 1973, foi adquirido por windjamers fur Hamburg por troca com o veleiro Polar. Este navio serve actualmente como navio museu no porto de Hamburgo.

DESLOCAMENTO   3 176 tons.
DIMENSÕES   80,1* 12,2  * 5,7 metros
ARMAMENTO   4 peças de salva de 47 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel Krupp de 70 b.h.p. 1 veio
VELOCIDADE   8 nós (apenas a motor)
GUARNIÇÃO   181 + 196 cadetes

(http://img26.imageshack.us/img26/1821/187sambrs.th.jpg) (http://http)

(http://img26.imageshack.us/img26/2038/188sambras.th.jpg) (http://http)
SAM BRÁS  A 523

O navio tanque S. Brás, foi construído em Portugal pelo Arsenal do Alfeite, tendo sido aumentado ao serviço da Armada em 1942. Durante a guerra, foi durante muito tempo o único navio ,a assegurar o fornecimento de combustíveis ao País. Em 1967 foi modernizado e transformado em navio de apoio logístico, sendo destacado para Moçambique. Essa transformação consistiu em equipar o navio com oficinas, hospital, pista para um helicóptero médio, alojamentos extra e duas lanchas de desembarque pequenas. O navio foi  abatido em 1976.

1942
DESLOCAMENTO   7 375 tons.
DIMENSÕES   107,75 * 15,15 * 5,01 metros
PROPULSÃO   1 motor diesel de 2 820 b.h.p. 1 veio
VELOCIDADE   13 nós
CARGA:   3 000 tons de fuel, 40 tons de gasolina para aviação, 50 tons. de lubrificantes e 100 tons. de água potável.
GUARNIÇÃO   41 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/3330/185srafael.th.jpg) (http://http)
S. RAFAEL  A 5214 ex. Medusa; ex. U.S.S. Portunus ARC 1; ex. LSM 275

Antigo navio de desembarque americano construído em 1944, foi adaptado para  navio de lançamento e reparação de cabos submarinos. Foi transferido para Portugal ao abrigo do Mutual Defense and Assistence Plan (MDAP) em 18 - 11 – 1959, como navio apoio de mergulhadores. Em 1968 /1970 foi transformado em navio de apoio a desembarques, não tendo no entanto chegado a navegar nessas funções. Foi abatido em 1974 servindo como navio depósito.

DESLOCAMENTO   1 220 tons.
DIMENSÕES   66,87 * 9,50 * 3,19 metros
ARMAMENTO   2 peças de 40 mm; 2 peças de 20 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel de 2 800 h.p. - 2 veios
VELOCIDADE   12 nós
GUARNIÇÃO   56 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/3701/189sagres3.th.jpg) (http://http)
SAGRES  ( A 520 ) ex - Guanabara; ex - Albert Leo Schlagetter

Este navio escola foi entregue à marinha alemã em 1938, nos estaleiros Blohm & Voss. Finda a segunda guerra mundial foi entregue aos Estados Unidos da América como pagamento de guerra. Em 1948 foi vendido ao Brasil onde serviu com o nome Guanabara, sendo adquirido pela Marinha de Guerra Portuguesa em 1962. É o navio que mais tem representado Portugal por todo o Mundo, tendo em 1977 - 78 e 1983 – 84 efectuado viagens de circum-navegação. Em 1982 ganhou a Regata do Novo Mundo na Classe A.

DESLOCAMENTO   1 869 tons.
DIMENSÕES   70 * 12 * 5,2 metros
ARMAMENTO   2 peças de salva de 47 mm.
ÁREA VÉLICA:   1935 metros quadrados
PROPULSÃO      2 motores diesel MTU 12V 183 TE92 - 1 veio
VELOCIDADE   10,5 nós ( a motor )
GUARNIÇÃO   162 + 200 cadetes

(http://img26.imageshack.us/img26/447/200sgabriel.th.jpg) (http://http)
S. GABRIEL  A 5206

O navio reabastecedor de esquadra S. Gabriel foi entregue em 1963 nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Durante os anos "70" sofreu algumas alterações, tais como alojamentos para uma companhia de fuzileiros e pista para helicópteros. Foi abatido em 14 - 7 - 1995.

DESLOCAMENTO   14 200 tons.
DIMENSÕES   146 * 18,2 * 8 metros
PROPULSÃO   um grupo de turbinas a vapor de alta e baixa pressão de 9 500 s.h.p. - 1 veio
VELOCIDADE   17 nós
CARGA:                   líquida - 9 400 metros cúbicos em 12 tanques sólida  - 780 metros cúbicos num porão
GUARNIÇÃO   99 + 100 extra

(http://img26.imageshack.us/img26/8559/201sxavier.th.jpg) (http://http)
SCHULTZ  XAVIER   A 521

O navio balizador S. Xavier foi construído pelo Arsenal do Alfeite, tendo sido entregue em 1972. Está equipado com uma grua de 12 tons. canhões de água e equipamento para efectuar reboques. Nos anos noventa, passou a exercer a função de navio de apoio a mergulhadores.

DESLOCAMENTO   900 tons.
DIMENSÕES   56,2 * 10,2 * 3,6 metros
PROPULSÃO   2 motores diesel de 2 400 h.p. - 2 veios
VELOCIDADE   14,5 nós
AUTONOMIA:   3 000 a 12,5 nós
GUARNIÇÃO   54 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/7430/202vega.th.jpg) (http://http)
VEGA ( A 5201) ex - Arreda

Foi construído por Henry R. Hinkley em 1957, por encomenda do industrial José Manuel de Mello. Este ofereceu - o ao CNOCA (Clube Naval dos Oficiais e Cadetes da Armada). Em 1976 representou Portugal no bicentenário dos Estados Unidos.Foi abatido em 2008.

DESLOCAMENTO   60 tons.
DIMENSÕES   19,81 * 4,3 * 2,5 metros
PROPULSÃO   1 motor diesel de 85 h.p.  
GUARNIÇÃO   10 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/5056/203polar.th.jpg) (http://http)
POLAR  ( A 5204 ) ex. Anne Linde

O palhabote Polar foi construído na Holanda em 1977 nos estaleiros Phoenix B.V. ,sendo incorporado na Armada
em 21 - 10 – 1983 por troca com o ex. navio escola Sagres, ex. Rickmer Rickmers à sociedade Windjamers fur Hamburg.

DESLOCAMENTO   70 tons.
DIMENSÕES   22.9 * 4,9 * 2,3 metros
ÁREA VÉLICA:   243 metros quadrados
PROPULSÃO   1 motor diesel - 1 veio
VELOCIDADE   8 nós a motor apenas
GUARNIÇÃO   7 + 13 cadetes

(http://img26.imageshack.us/img26/8467/204smiguel.th.jpg) (http://http)
SÃO MIGUEL  A 5208 ex - Cabo Verde, ex - Sirefjell

Este cargueiro foi construído em 1962 na Alemanha. Adquirido a um armador  holandês pela Companhia Nacional de Navegação, foi vendido à Armada em 14 - 2 – 1986 com a classificação de transporte. Após três missões às Ilhas da Madeira e dos Açores, uma a Moçambique e duas ao Golfo Pérsico, o navio foi carregado com munições antigas e afundado no Atlântico, tendo-se registado uma violenta explosão ainda à superfície.

DESLOCAMENTO   2 800 T.D.W ; 4 171 T.A.B.
DIMENSÕES   108 * 15,6 * 7,5 metros
PROPULSÃO   1 motor diesel MAN- K 6S de 4 050 bhp - 1 veio
VELOCIDADE   14,7 nós
GUARNIÇÃO   variável entre 37 e 48 homens

(http://img26.imageshack.us/img26/4412/205creoula.th.jpg) (http://http)
CREOULA   ( UAM 201 )

O lugre Creoula foi construído em 1937 nos estaleiros da C.U.F. em apenas 32 dias. efectuava a pesca do bacalhau na Terra Nova e Gronelândia. Após muitos anos parado, foi recuperado nos estaleiros Parry & Son e na Lisnave. Foi aumentado ao efectivo em 1-6-1987 como unidade auxiliar de marinha. Efectua cruzeiros com jovens dos 14 aos 25 anos e de ambos os sexos.

DESLOCAMENTO   818 tons. standard, 1 055 t. a. b.
DIMENSÕES   67,3 * 9,9 * 4,15 metros
PROPULSÃO   1 motor diesel de 480 h.p. 1 veio = 5 nós
ÁREA DE VELA:   1364 metros quadrados
GUARNIÇÃO   35 + 60 alunos

(http://img26.imageshack.us/img26/1457/206brrio.th.jpg) (http://http)
BÉRRIO   A 5210  ex - Blue Rover

O reabastecedor de esquadra Bérrio foi construído em Inglaterra em 1970, por Swan Hunter. Remotorizado em 1973, foi adquirido pela Armada em 1993.

DESLOCAMENTO   4 700 standard, 11 522 t.a. b.
DIMENSÕES   140,6 * 19,2 * 7,3 metros
ARMAMENTO   2 peças de 20 mm.
PROPULSÃO   2 motores diesel  Semt Pielstick de 5 344 h.p. - 1 veio
VELOCIDADE   19 nós
CARGA:                   4 500 tons. de gasóleo, 460 de combustível de aviação, 325 tons. de água, 10 tons de lubrificantes, 120 de sólidos e 25 tons. de munições.
HELICÓPTEROS:   possui pista para um médio.
GUARNIÇÃO   54 elementos M/F

NAVIOS PROGRAMADOS


NAVIO  DE ASSALTO DOCA (LPD)

Está prevista a encomenda de um navio de assalto doca LPD também designado como NavPol de desenho holandês cujo projecto faz parte das contrapartidas pela encomenda dos novos submarinos à Alemanha. A ser construído, a encomenda  deverá ser entregue aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.
 
LPD

DESLOCAMENTO   10 215 tons.
DIMENSÕES   166,4  *  25  *  5,2 metros
PROPULSÃO   2 motores diesel-eléctricos de 14 Mw – 2 pods = 19 nós
ARMAMENTO   2 CIWS
CARGA                   76viaturas diversas
HELICÓPTEROS   4 EH 101 CSAR
GUARNIÇÃO   150 + 654 tropas

(http://img217.imageshack.us/img217/2961/207navpol.th.jpg) (http://http)
LANCHAS DE PATRULHA COSTEIRA

Navios patrulha a ser construídos nos ENVC. Esta classe de cinco navios com opção de outros três, será entregue até 2012. Estes navios possuirão estabilizadores activos.

DESLOCAMENTO   660 tons.
DIMENSÕES   59,9 * 9,9  * 2,7 metros
PROPULSÃO   4 motores diesel de  9 000 Kw - 2 veios = 25 nós * 1 propulsor lateral a vante
ARMAMENTO   não está definido
GUARNIÇÃO   20
(http://img217.imageshack.us/img217/4374/208lfc.th.jpg) (http://http)

NAVIOS FRETADOS EM 1833 e 1847


Navios fretados na Inglaterra pelas duas forças antagonistas durante as lutas liberais e a revolta da Maria da Fonte, serviram como transportes de tropas.


 
RESTAURADOR  LUSITANO ex. St. Patrick

A galera a vapor  Restaurador Luzitano foi construída em  Inglaterra em 1822. Chegou a Lisboa procedente de Inglaterra a 12 - 4 – 1824, adquirida por J. Baptista Ângelo da Costa e Cª.  Fretada pelo governo de D. Miguel,  
naufragou a 11 - 9 - 1832 ao largo de Aveiro, quando seguia integrada numa esquadra.


SUBTIL

Vapor de rodas laterais, foi utilizado em Janeiro e Fevereiro de 1833, integrado na Esquadrilha do Ribatejo
      

DUKE  OF  CORNWALL

Vapor inglês fretado para efectuar o bloqueio da Cidade do Porto em 1847.

(http://img217.imageshack.us/img217/5170/209rlusitano.th.jpg) (http://http)
RESTAURADOR  LUSITANO ex. St. Patrick

A galera a vapor  Restaurador Luzitano foi construída em  Inglaterra em 1822. Chegou a Lisboa procedente de Inglaterra a 12 - 4 – 1824, adquirida por J. Baptista Ângelo da Costa e Cª.  Fretada pelo governo de D. Miguel,  
naufragou a 11 - 9 - 1832 ao largo de Aveiro, quando seguia integrada numa esquadra.


SUBTIL

Vapor de rodas laterais, foi utilizado em Janeiro e Fevereiro de 1833, integrado na Esquadrilha do Ribatejo
      

DUKE  OF  CORNWALL

Vapor inglês fretado para efectuar o bloqueio da Cidade do Porto em 1847.

(http://img217.imageshack.us/img217/3605/210porto.th.jpg) (http://http)
PORTO

 Vapor utilizado em 1847 durante o bloqueio do Porto, foi ainda nesse ano entregue ao armador.

RAMONA
JAMES WATT
LEEDS

(http://img217.imageshack.us/img217/7124/211soho.th.jpg) (http://http)
SOHO


CITY OF WATERFORD;
Construído em 1829 nos estaleiros General S.P.Co de Bristol. Deslocava 272 Tab.

MONARCH;
Construído na Inglaterra em 1836, deslocava 300 tab e era propulsado por rodas Laterais

MANCHESTER;
Foi construído na Inglaterra em 1832, deslocava 385 Tab, e era propulsado por rodas Laterais

ROYAL WILLIAM;

Foi construído na Escócia em 1831 pelos estaleiros Duffus. Deslocava 307 tons. E era propulsado por rodas laterais
   
COUNTRY OF PEMBROKE

WILLIAM IV

BIRMINGHAM

BORODINE

DARTMOUTH

BRITANIA

CITY OF EDIMBURG

(http://img217.imageshack.us/img217/3610/212peninsula.th.jpg) (http://http)
PENINSULA
 Foi construído em 1836 em Aberdeen na Escócia pelos estaleiros Duffus, e vendido para
sucata em 1837.

DESLOCAMENTO   113 tons.
DIMENSÕES   28,3 * 5,2 * ? metros
PROPULSÃO   Duas rodas laterais = 9 nós
         
         

PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

Durante a Primeira Guerra Mundial, entre 1916 e 1918, foram requisitados diversos navios, que depois foram devolvidos aos armadores.
Outros continuaram ao serviço da Armada, e são descritos nas secções respectivas.


(http://img217.imageshack.us/img217/2461/213loanda.th.jpg) (http://http)
GONÇALVES  ZARCO  ex. Loanda

Paquetes construídos em 1889 na Inglaterra, para a Mala Real Portuguesa. Após a falência desta, foram vendidos à ENN em 1893, os navios Loanda e Malange.  Durante a Primeira Grande Guerra Mundial, foram requisitados pela Armada, e o Malange foi convertido em cruzador auxiliar com o nome Pedro Nunes, enquanto o seu gémeo, renomeado Gonçalves Zarco, foi entregue ao armador ainda em 1916, e  vendido para sucata, o Malange foi entregue ao armador em 1923 seguindo o mesmo destino em 1924.

DESLOCAMENTO   3 199 TAB.
DIMENSÕES   110 * 12,9 * 7,6 (PONTAL) metros  
PROPULSÃO   2 máquinas de T.E. de 2 300 h.p –  2 veios = 16 nós
PASSAGEIROS   226 (civis)

(http://img217.imageshack.us/img217/144/214lima.th.jpg) (http://http)
LIMA (I) ex. Westerwald  

Este paquete alemão foi construído na Inglaterra, pelos estaleiros Furness Withy & Co. tendo sido entregue em 1907. Em 1916 encontrava-se internado em Portugal, quando foi requisitado e integrado primeiro na Armada durante alguns dias como cruzador auxiliar, função que não chegou a desempenhar e depois nos TME. Vendido em 1923 à Insulana, foi desmantelado em 1968.

DESLOCAMENTO   (final) 4 065 TAB;    2 375 TAL.
DIMENSÕES   107,31 * 13,74 * 7,46 metros
PROPULSÃO   1 máquina a vapor de T.E. de 497 n.h.p. – 1 veio = 12 nós
PASSAGEIROS   314

(http://img217.imageshack.us/img217/3597/215amrica.th.jpg) (http://http)
AMÉRICA- P2

Rebocador,  que foi requisitado em 1916 como patrulha fluvial. Deslocava 116 toneladas

(http://img217.imageshack.us/img217/9969/216galgo.th.jpg) (http://http)
GALGO
Rebocador requisitado em 1916, deslocava 83 tons. Efectuou patrulhas entre o Cabo de S. Vicente e Lagos. voltou à Marinha Mercante em 1918.

(http://img217.imageshack.us/img217/9268/217chinde.th.jpg) (http://http)
CHINDE-----1916 – 1918    
LUABO------1917 – 1918


Estes navios foram construídos em Inglaterra em 1911 e 1909 respectivamente, para a Empreza Nacional de Navegação. Foram requisitados durante parte da 1ª Guerra Mundial, após a qual foram entregues ao armador. Embora idênticos, as suas características eram diferentes.

DESLOCAMENTO   1 470 tons.
DIMENSÕES   73,2 * 10,2 * 5,8 metros
PROPULSÃO   1 máquina de 950 h.p. - 1 veio
VELOCIDADE   11,5 nós
TRIPULAÇÃO:   (mercante) 22 homens

(http://img217.imageshack.us/img217/1191/218quelimane.th.jpg) (http://http)
QUELIMANE  ex - Kronprinz

Paquete alemão construído por Blohm & Voss de Hamburgo em 1900, foi apresado em Moçambique em 1916. Serviu na Armada como navio hospital entre 7 - 10 – 1916 e 1917, ano em que foi integrado nos T.M. do Estado. Foi vendido para sucata em 1930.

DESLOCAMENTO   5 689 T.A.B.
DIMENSÔES:   125,3 * 16,6 * 8,4 metros
PROPULSÃO   2 máquinas de E.T. de 550 h.p. - 2 veios
VELOCIDADE   13,5 nós
PASSAGEIROS:   304 em 4 classes

(http://img217.imageshack.us/img217/9370/219minho.th.jpg) (http://http)
MINHO

Rebocador requisitado em 1916, deslocava 125 tons. e foi mais tarde devolvido ao seu armador.         

(http://img217.imageshack.us/img217/8669/220almpdarcos.th.jpg) (http://http)
ALM. PAÇO D´ARCOS  ex. Albatroz

Arrastão requisitado em 1916, e armado em caça-minas. Havia sido construído em Selby, e pouco tempo após o fim da guerra, foi entregue ao armador.

DESLOCAMENTO   332 tons.
DIMENSÕES   44 * 6,98 * 3,75 metros
ARMAMENTO   2 peças
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. de 500 H.P. - 1 veio  
VELOCIDADE   10 nós

(http://img217.imageshack.us/img217/8706/221mecouto.th.jpg) (http://http)
MACEDO E COUTO ex. Príncipe

Foi construído em 1898 na Inglaterra, para a Empreza Nacional de Navegação, e utilizado na cabotagem em S. Tomé e Príncipe. Adquirido pelos pilotos da barra de Lisboa, foi requisitado pela Armada entre 1916 e 1918.

DESLOCAMENTO   214 tons. de arqueação bruta (TAB)
DIMENSÕES   33,5 metros de comprimento
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm:
PROPULSÃO   1 máquina a vapor de 210 H.P. = 9 nós
VELOCIDADE   8,5 nós
GUARNIÇÃO   ( inicial ) 23 homens

(http://img217.imageshack.us/img217/3326/222gmjaneiro.th.jpg) (http://http)
Guarda Marinha Janeiro
GUARDA MARINHA JANEIRO
TENENTE ROBY ex. Condestável


estes arrastões foram requisitados como navios - patrulha entre 1916 e 1924, e estavam armados com uma peça de 76 mm.

(http://img217.imageshack.us/img217/5445/223brigbarreiros.th.jpg) (http://http)
BRIGADEIRO BARREIROS

Pequeno vapor classificado de navio - patrulha, e que operava em Cabo Verde. Havia sido construído em Inglaterra, sendo requisitado em 1916. Armava uma peça de 47 mm.

(http://img217.imageshack.us/img217/2425/224tandrea.th.jpg) (http://http)
THOMAZ ANDREA  ex. Douro

Foi construído na Escócia em 1907, sendo mais um dos muitos arrastões requisitados, durante o período entre 1916 e 1918.

DESLOCAMENTO   357 tons.
DIMENSÕES   44 * 6,9 * 3,7 (P) metros
ARMAMENTO   2 peças de artilharia.
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. vertical de 480 H.P. - 1 veio = 9,5 nós

(http://img217.imageshack.us/img217/6452/225aor.th.jpg) (http://http)
AÇOR ex. Loch Torrid

Arrastão construído na Escócia em 1906, foi requisitado em ambas as Guerras Mundiais como caça - minas.

DESLOCAMENTO   244 tons.
DIMENSÕES   37,48 * 6,71 * 3,47 metros
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm; 1 metralhadora
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. a vapor saturado de 450 H.P. - 1 veio =10 nós

(http://img217.imageshack.us/img217/716/226bandrade.th.jpg) (http://http)
BAPTISTA DE ANDRADE ex. Alda Benvinda

Foi construído em Inglaterra em 1907, tendo sido requisitado em 1961 como caça - minas. Mais tarde foi devolvido ao armador.

DESLOCAMENTO   273,48 tons
DIMENSÕES   40,5 * 6,74 * 3,71 (P) metros
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm; 1 metr.de 6,5 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. de 450 H.P. - 1 veio = 9,5 nós

(http://img217.imageshack.us/img217/2391/227rivens.th.jpg) (http://http)
ROBERTO IVENS ex. Lordello

Arrastão requisitado como caça - minas em 1916, afundou-se ao chocar com uma mina, quando se encontrava na rocega ao largo de Cascais em 26 -7 - 1917. Morreram 15 elementos da sua guarnição.

DESLOCAMENTO   281 tons
COMPRIMENTO   39 metros
ARMAMENTO   1 peça de 47 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. = 9,5 nós

(http://img217.imageshack.us/img217/2845/228azevgomes.th.jpg) (http://http)
AZEVEDO GOMES

Foi construído em 1903 na Alemanha em Bremerhaven, sendo requisitado em 1916 como caça - minas.

DESLOCAMENTO   286 tons.
DIMENSÕES   41,63 * 6,80 * 3,49 metros
ARMAMENTO   1 peça de 47 mm; 1 metr. de 6,5 mm.
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. alternada a vapor saturado de 312 H.P. -1veio = 10 nós

(http://img217.imageshack.us/img217/434/229csoares.th.jpg) (http://http)
CELESTINO SOARES ex. Serra D `Agrella

Arrastão requisitado em 1917 serviu na Madeira, e havia sido construído na Inglaterra em 1910.

DESLOCAMENTO   250 tons.
DIMENSÕES   39,5 * 6,67 * 3,73 metros
ARMAMENTO   1 peça de 47 mm; 1 metralhadora de 6,5 mm:
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. a vapor saturado de 430 H.P. -1 veio =10 nós

(http://img217.imageshack.us/img217/1613/230acastilho.th.jpg) (http://http)
AUGUSTO CASTILHO ex. Elite

Requisitado em 1916, foi afundado em combate com o submarino alemão U 139, quando escoltava para  os Açores o paquete S. Miguel. Nesta acção morreram 14 tripulantes.

DESLOCAMENTO   315 tons.
ARMAMENTO   1 peça de 65 mm; 1 peça de 47 mm:
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. - 1 veio = 10 nós
GUARNIÇÃO   40 homens

(http://img217.imageshack.us/img217/5911/231hcaplo.th.jpg) (http://http)
HERMENEGILDO CAPELO ex. Maria Luiza 1º

Construído em 1907, este arrastão foi requisitado pelo governo entre 1916 e 1918, tendo sido classificado como caça - minas.

DESLOCAMENTO   217,92 tons.
DIMENSÕES   36,98 * ? * ? metros
ARMAMENTO   1 peça
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. - 1 veio = 9,5 nós



MATO GROSSO

Vapor requisitado em 1916 classificado de patrulha

(http://img217.imageshack.us/img217/3755/232santoanto.th.jpg) (http://http)
S. THOMÉ ex. Santo Antão, ex. Heimburg

Navio alemão internado em Cabo Verde, foi requisitado e integrado nos TME. Serviu na Armada como transporte com o nome S. Thomé ,sendo vendido à CNN em 1924. Este cargueiro tinha sido construído na Alemanha em 1905 nos estaleiros Bremer Vulkan A.G..

DESLOCAMENTO   4 384 TAB;    2 750 TAL.
DIMENSÕES   118,30 * 15,80 * 7,52 (P) metros
PROPULSÃO   1 máquina a vapor de Quádrupla Expansão de 2 100 i.h.p. – 1 veio = 12 nós

KIONGA ex. Laura
Vapor mercante de 197 TAB, foi requisitado durante a 1ª Guerra Mundial.


CAPITANIA
Rebocador que operava em Moçambique,  foi requisitado em 1915. Serviu na Marinha Colonial de Moçambique armado em patrulha.


FERNDALE      1 peça de 47 mm; cargas de profundidade

MINDELO      1 peça de 47 mm; cargas de profundidade

CARREGADO      rebocador que operava em Lisboa e deslocava 107 tons.


REPÚBLICA
Requisitado em 1916, deslocava 340 toneladas estava armado com duas peças e continuou ao serviço após a guerra.

   
MARGARIDA VICTÓRIA
Requisitado em 1916. Deslocava 206 tons, e armava 2 peças

REVOLTA DA MADEIRA 1931

Durante a revolta na Ilha da Madeira, foram requisitados alguns navios mercantes e de pesca, que alguns meses depois voltaram à posse dos proprietários.

(http://img217.imageshack.us/img217/31/233pedrogomes.th.jpg) (http://http)
PEDRO GOMES ex. Sindoro

Paquete construído em 1899 na Holanda, foi comprado pela ENN em 1922. Em 1931 foi requisitado pela Armada durante a “Revolta da Madeira” como transporte de tropas. O navio foi vendido em 1932

DESLOCAMENTO   5 471 TAB
DIMENSÕES   129, * 15,2 metros
PROPULSÃO   2 máquinas a vapor – 2 veios = 13 nós
PASSAGEIROS   440

(http://img217.imageshack.us/img217/1295/234cubango.th.jpg) (http://http)
CUBANGO ex. Goa,  ex. Lichtenfels

Cargueiro construído em 1903 na Alemanha nos estaleiros Flensburger Schiffsbau, foi apresado por Portugal em 1916, e integrado nos TME. Foi vendido à CNN com o nome Cubango, e  em 1931 foi requisitado pelo Estado e armado em transporte de hidroaviões, com três CAMS 37, durante a “Revolta da Madeira”.

DESLOCAMENTO   5 520 TTAB;     3 668 TAL.
DIMENSÕES   137,13 * 17,69 * 8,19 (P) metros
PROPULSÃO   1 máquina de quádrupla expansão de 2 600 i.h.p. – 1 veio = 12 n
PASSAGEIROS   12
TRIPULANTES   44


(http://img217.imageshack.us/img217/3200/235trsosmontes.th.jpg) (http://http)
NYASSA ex. Tràs-os-Montes; ex. Bulow

Navio alemão apresado e integrado nos TME em 1916, havia sido construído em 1906 nos estaleiros Alemães J.C. Teclenborg . Em 1924 foi comprado pela CNN, passando-se a chamar Nyassa, sendo vendido para sucata em 1951. Em 1931 foi requisitado durante a Revolta da Madeira com a classificação de cruzador auxiliar e a letra F.

DESLOCAMENTO   8 965 TAB;  5 033 TAL
DIMENSÕES   140,98 * 17,56 * 10,97 (P) metros
PROPULSÃO   2 máquinas a vapor de Q.E. de 6000 ihp –2 veios = 14 nós
PASSAGEIROS   800

(http://img217.imageshack.us/img217/5006/236carajo.th.jpg) (http://http)
CARVALHO ARAÚJO

O paquete Carvalho Araújo foi completado em 1930 pelos estaleiros Cantiere Navale Triestino, de Itália, e entregue à Insulana. Foi requisitado em 1931 durante a Revolta da Madeira como cruzador auxiliar ostentand a letra E, voltando depois à posse do armador. Em 1973 mudou o nome para Marceu e foi vendido para sucata em Espanha.

DESLOCAMENTO   4 560 TAB;    2 694 TAL
DIMENSÕES   106,34 * 15,90 * 7,24 metros
PROPULSÃO   2 máquinas a vapor de T.E. de 735 n.h.p. – 2 veios = 13 nós
PASSAGEIROS   254

(http://img217.imageshack.us/img217/245/237mariachristina.th.jpg) (http://http)
MARIA CHRISTINA (I)  ex. Urd

Cargueiro construído na Inglaterra em 1920, foi adquirido pela Sociedade Geral em 1922. Foi requisitado durante a “Revolta da Madeira” como transporte de carvão.

DESLOCAMENTO   5 500 TPB;   3 300 TAB;    2 611 TAL.
DIMENSÕES   101,47 * 14,63 * 7,60 (P) metros
PROPULSÃO   1 máquina a vapor de T.E. de 1 378 i.h.p. – 1 veio = 11 nós

PORTUGAL-----------A
JOÃO GUALDINO------- B
AZEVEDO GOMES------ C
MARIA CRISTINA I----- D


Designações dadas a quatro arrastões do alto que foram requisitados durante cerca de dois meses em 1931 quando da Revolta da Madeira. Tinham como armamento 2 peças Hotchkiss de 47 mm.

SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

(http://img217.imageshack.us/img217/3863/238mleonor.th.jpg) (http://http)
MARIA LEONOR ex. Ben Rosal

Construído em Aberdeen na Escócia em 1907. Foi requisitado pela Armada entre 1942 e 1945.

DESLOCAMENTO   373 tons.
DIMENSÕES   39,80 * 6,87 * 3,79 (pontal) metros
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm; 2 metralhadoras
PROPULSÃO   1máquinaT.E.a vapor sobreaquecido de 480 H.P. 1 veio = 9 nós

(http://img217.imageshack.us/img217/3889/239albertos.th.jpg) (http://http)
ALBERTOS ex. Sirius, ex. Allenta, ex.Indian Empire

Construído na Escócia em 1905, pertencia à Companhia de Pesca Invencível, e foi requisitado durante a Segunda Guerra Mundial.

DESLOCAMENTO   226 tons.
DIMENSÕES   41,32 * 7,30 * 3,91 (pontal) metros
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm; 2 metralhadoras
PROPULSÃO   máquina de T.E. vertical de 600 H.P. - 1 veio = 9,5 nós

(http://img217.imageshack.us/img217/3797/240alverca.th.jpg) (http://http)
Classe ALVERCA

ALVERCA   ex. Cape Tarifa
ALGOL ex.Penina
ALMANCIL  ex. Loch Torrid
ALCÁCER  ex. Alalite

Estes arrastões do alto foram construídos em Inglaterra entre 1924 e 1930. Foram requisitados pela Armada entre 1942 e 1945.

DESLOCAMENTO   350 tons.
DIMENSÕES   42,9 * 7,32 * 4,02 metros
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm; 1 metralhadora
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. vertical de 600H.P. - 1 veio = 10,5 nós

(http://img217.imageshack.us/img217/2284/241alcoa.th.jpg) (http://http)
ALCÔA      
ALMERIA


Arrastões requisitados durante a Segunda Guerra Mundial. As suas características eram semelhantes às dos outros arrastões, mencionados neste catálogo.

(http://img217.imageshack.us/img217/1043/242fafe.th.jpg) (http://http)
FAFE ex. Base Naval, ex. Andrew Marvel

Construído na Inglaterra em 1929, serviu como na Armada entre 1942 e 1945.

DESLOCAMENTO   298 tons.
DIMENSÕES   40,86 * 6,94 * 3,66 (pontal) metros
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm; 2 metr.
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. vertical de 480 H.P. - 1 veio = 9 nós

(http://img217.imageshack.us/img217/2966/243alfeite.th.jpg) (http://http)
ALFEITE ex. Ramon , ex. Earl Beatty, ex. Thomas Matheus

Este arrastão foi construído em 1907 na Inglaterra tendo sido requisitado entre 1942 e 1945.

DESLOCAMENTO   338 tons.
DIMENSÕES   43,5 * 7,2 * 4,1 (P) metros
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm; 2 metralhadoras
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. vertical de 600 H.P. - 1 veio = 10 nós

(http://img217.imageshack.us/img217/8223/244almourol.th.jpg) (http://http)
ALMOUROL

Arrastão armado em navio - patrulha entre 1942 e 1945, havia sido construído em Inglaterra. Armava  uma peça de 47 mm. e 2 metralhadoras.

(http://img217.imageshack.us/img217/8633/245albria.th.jpg) (http://http)
ALBÉRIA ex. Rio Tejo, ex. Albéria

Foi construído na Escócia em 1910, e serviu na Armada entre 1942 e 1945 com a classificação de patrulha.

DESLOCAMENTO   320 tons.
DIMENSÕES   41,3 * 7,3 * 3,9 (P) metros
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm; 2 metralhadoras
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. de 600 H.P. - 1 veio = 9,5 nós

(http://img217.imageshack.us/img217/42/albufeira.th.jpg) (http://http)
ALBUFEIRA ex. Lisboa, ex. Aspasia

Construído na Inglaterra em 1916 por Smith’s Dock, foi requisitado como caça - minas entre 1942 e 1945.

DESLOCAMENTO   341 tons.
DIMENSÕES   43,04 * 7,3 * 4,04 (P) metros
ARMAMENTO   1 peça de 76 mm; 2 metr.
PROPULSÃO   1 máquina de T.E vertical de 580 H.P. - 1 veio = 9,5 nós

ALTAIR ex. Ternoise, ex. William Courtney

Arrastão construído na Inglaterra em 1920, e requisitado durante a 2ª G. Mundial.

DESLOCAMENTO   341 tons.
DIMENSÕES   42,21 * 7,21 * 3,91 metros
ARMAMENTO   1 peça de 76; 2 metr.
PROPULSÃO   1 máquina de T.E. = 10 nós
         
ALGARVE
Construído em 1901, deslocava 757 TAB.

DEKADE 1º
Serviu na Madeira e estava armado com 1 peça de 76 mm.

DORY
Iate armado com 1 peça de 76 mm, efectuava serviço de patrulha no Arquipélago da Madeira

AERONAUTICA NAVAL

A  Aeronáutica Naval Portuguesa foi criada em 1917, com a designação de Serviço de Aviação da Armada, e aviadores treinados na Escola de Aeronáutica Militar , em Vila Nova da Rainha, e em França. Os seus primeiros aviões foram dois hidros FBA, um dos quais está exposto no Museu de Marinha. A Armada possuiu centros de aviação em Belém, Aveiro, Macau, Ponta Delgada, e na Portela, onde foi formada provisoriamente a esquadrilha B das Forças Aéreas da Armada. Em 1952 foi inaugurado o Centro de Aeronáutica Naval Sacadura Cabral, no Montijo. Em 1954, com a extinção da Aeronáutica Naval, o seu material e bases foram integrados na recém formada, Força Aérea Portuguesa.
     Em 1993 a Aviação Naval foi novamente formada, agora com os helicópteros Lynx das fragatas da classe V. da Gama, e com instalações de manutenção na B.A. 6 do Montijo.  


(http://img228.imageshack.us/img228/8738/0001fba.th.jpg) (http://http)

FBA - FRANCO BRITISH AVIATION
Dois aviões deste tipo foram adquiridos em França em 1917, e um outro foi construído em Portugal no ano seguinte.

MOTOR                   1 Gnôme-Monosoupape de 100 h.p.
VELOCIDADE   109 km/h.
DIMENSÕES   Envergadura: 13,71 metros
                                Comprimento: 8,78 metros
                                Altura: 3,4 metros


DONNET – DENAULT DD 8

Em 1917 foram comprados quatro,  mais seis em 1918 e outros oito transferidos pela França, dos quais só voaram cinco. O último foi abatido ao efectivo em 1923.

MOTOR                   1 Lorraine - Dietrich de 160 h.p. (4 primeiros) 1 Hispano – Suiza 8 AC de 200 h.p. (restantes)
VELOCIDADE   140 km/h.
AUTONOMIA   320 Km.
DIMENSÕES   16,28 * 10,7 * 3,75 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/3205/0002tellier.th.jpg) (http://http)
TELLIER T. 3

Foram adquiridos cinco aviões deste tipo à França em 1918, tendo servido até 1928.

MOTOR                   1 Hispano-Suiza 8-AC de 200 h.p.
VELOCIDADE   145 Km/h.
AUTONOMIA   700 Km
DIMENSÕES   15,6 * 11,8 * 3,4 metros

GEORGES LEVY G.1 H.B. – 2

Estes dois hidros foram adquiridos à França, e estiveram baseados no C.A.N, do bom sucesso, em Belém.

MOTOR                   1 Renault de 280 h.p.
VELOCIDADE   150 K.H.
AUTONOMIA   845 Km.
DIMENSÕES   18,5 * 12,4 * 4,0 metros


(http://img228.imageshack.us/img228/7975/0003fellixtowe.th.jpg) (http://http)
FELLIXTOWE   F.3

Dois aviões deste tipo foram adquiridos à Inglaterra, tendo servido na Armada entre 1920 e 1922.

MOTORES                   2 Rolls Royce Eagle VIII de 345 h.p.
VELOCIDADE   145 Km/h.
DIMENSÕES   29,15 * 14,1 * 5,3 metros
ARMAMENTO   3 metralhadoras

(http://img228.imageshack.us/img228/2050/0004curtisshs2l.th.jpg) (http://http)
CURTISS H.S. – 2 L

Aviões norte – americanos, que durante a Primeira Guerra Mundial estavam baseados em Ponta Delgada,  em 1921 quatro destes aviões foram transferidos para a Armada, onde serviram até 1930.

MOTOR                   1 Liberty de 400 h.p.
VELOCIDADE   146 Km/h.
AUTONOMIA   600 Km
DIMENSÕES   22 * 11,5 * 4,5 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/2606/0005fairey.th.jpg) (http://http)
FAIREY 16 III D e FAIREY 17 III D Mk 2

A Armada adquiriu quatro aviões modelo III D, e um III D Mk 2, em 1922. Foram destinados a efectuar a travessia aérea do Atlântico Sul. Dois dos aviões perderam-se devido a acidentes, tendo Gago Coutinho
e Sacadura Cabral concluído a última etapa da viagem, com um terceiro aparelho enviado a bordo do cruzador Carvalho Araújo.
 
MOTOR                   1 Rolls Royce Eagle VIII de 350 h.p.
VELOCIDADE   176 Km/h.
AUTONOMIA   (III D) 980 Km. (III D Mk 2) 2027 Km.
DIMENSÕES   (III D)  14,50 * 10,97 * 3,7 metros (Mk 2) 19,17 * 11,25 * 3,9 metros
      

(http://img228.imageshack.us/img228/8666/0006fokkertiiiw.th.jpg) (http://http)
Dos cinco aviões Fokker adquiridos em 1924 na Holanda, quatro foram aumentados ao efectivo, e serviram até 1933. Um quinto perdeu-se na viagem para Portugal.

MOTOR                   1 Rolls Royce Eagle de 360 h.p. (4) 1 Napier Lion de 450 h.p. (1 avião)
VELOCIDADE   160 Km/h.
DIMENSÕES   22,4 * 13,4 * 3,28 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/4678/0007avro504.th.jpg) (http://http)
AVRO 504 K

Três destes aviões de treino foram incorporados em 1924, e prestaram serviço até 1933.

MOTOR                   1 Rhône R-9-J de 110 h.p.
VELOCIDADE   140 Km/h.
DIMENSÕES   10,97 * 8,91 * 3,15 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/7060/0008hanriot.th.jpg) (http://http)
HANRIOT H-41

Entre 1927e 1933, seis aviões deste tipo estiveram ao serviço da Aviação Naval.

MOTOR                   1 Salmson 9-AC de 120 h.p.
VELOCIDADE   175 Km/h.
AUTONOMIA   400 Km.
DIMENSÕES   10,26 * 8,0 * 3,28 metros   

(http://img228.imageshack.us/img228/1612/0009cams37a.th.jpg) (http://http)
CAMS 37-A

Oito hidros deste tipo serviram entre 1927 e 1935.

MOTOR                   1 Hispano-Suiza 50 de 450 h.p.
VELOCIDADE   175 Km/h.
AUTONOMIA   1 100 Km
DIMENSÕES   Envergadura 14,5; Comprimento 10,7; Altura 4,5 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/5106/0010machi.th.jpg) (http://http)
MACCHI    M – 18

Foram adquiridos seis hidros deste tipo, que serviram entre 1928 e 1934.

MOTOR   1 Isotta – Fraschini Asso 200 de 200 h.p.
VELOCIDADE   170 Km/h.
AUTONOMIA   1 000 Km
DIMENSÕES   15,8 * 9,75 * 4,5 metros


DE HAVILLAND  D.H. 60 Gipsy Moth

Em 1929 quatro aviões deste modelo, foram reconstruídos no CENTRO de AERONÁUTICA NAVAL de Aveiro. Estavam equipados com flutuadores, que mais tarde foram substituídos por rodas. O último foi retirado em 1933.

MOTOR   1 De Havilland Gipsy II de 120 h.p.
VELOCIDADE   136 Km/h.
AUTONOMIA   450 Km.
DIMENSÕES   9,14 * 7,44 * 2,82 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/7525/0011junkers.th.jpg) (http://http)
JUNKERS  K-43 W

Adquiridos na Suécia, estes cinco aviões destinaram-se a missões de bombardeamento, E serviram entre 1933 e 1945.

MOTOR   Armstrong-Siddeley  Panther de 510 h.p.
VELOCIDADE   200 Km/h.
DIMENSÕES   17,76 * 11,14 * 3,85 metros
ARMAMENTO   bombas; 1 torpedo; 2 metralhadoras

(http://img228.imageshack.us/img228/5720/0012fleet.th.jpg) (http://http)
FLEET 10 B,  10 G, 10 D

Estes aviões fizeram parte de dois lotes de oito aviões cada, nas versões B e G e prestaram serviço na Armada
entre 1933 e 1952 . Em 1941 foram adquiridos mais quinze do modelo D, que serviram até 1952. Podiam ser
 equipados com rodas ou flutuadores.

MOTOR                   10 B -  1 Kinner B 5 de 125 h.p
                                10 G – 1 De Havilland Gipsy Major – 1 de 130 h.p.
                                10 D - 1 Kinner R 5 de 160 h.p.
VELOCIDADE   185 Km/h.
AUTONOMIA   460 Km.
DIMENSÕES   8,53 * 7,29 * 2,5 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/3990/0013osprey.th.jpg) (http://http)
HAWKER OSPREY III

Foram integrados na A. Naval em 1935, e durante algum tempo serviram a bordo dos avisos Afonso de Albuquerque e Bartolomeu Dias, sendo os únicos aviões embarcados da Armada. Após serem substituídos
a bordo por canhões anti – aéreos, estes dois aviões foram destacados para o C. A. N. de Macau, onde serviram até 1941. Outros seis foram adquiridos pelo Ministério das Colónias para o C.A.N. de Macau.

MOTOR                   1 Rolls Royce Kestrel II – M 5 de 630 h.p.
VELOCIDADE   282 Km/h.
AUTONOMIA   600 Km.
DIMENSÕES   11,27 * 8,94 * 3,17 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/5987/0014monospar.th.jpg) (http://http)
GENERAL AIRCRAFT S.T. 12 MONOSPAR

Este exemplar foi adquirido a fim de ser usado na cartografia, e serviu entre 1936/44.

MOTORES   2 De Havilland G. Major de 130 h.p. cada

(http://img228.imageshack.us/img228/1268/0015blackburnshark.th.jpg) (http://http)
BLACKBURN SHARK

Em 1936 foram adquiridos seis, que devido às suas fracas qualidades, só serviram dois anos.

MOTOR                   1 Armstrong-Siddeley Tiger VI - C de 700 h.p.
VELOCIDADE   230 Km/h.
AUTONOMIA   1 100 Km.
DIMENSÕES   14,02 * 11,71 * 4,72 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/4020/0016avro626.th.jpg) (http://http)
AVRO 626

Adquiridos em número de doze, serviram entre 1939 e 1950.

MOTOR   1 Armstrong – Siddeley Cheetah V de 260 h.p.
VELOCIDADE   180 Km/h.
AUTONOMIA   360 Km.
DIMENSÕES   10,36 * 8,91 * 2,92 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/8300/0017goose.th.jpg) (http://http)
GRUMMAN G. 21 – B  GOOSE

Para as funções de observação, busca e salvamento, foram adquiridos doze GOOSE que serviram entre 1940 e 1952.

MOTORES   2 Pratt & Whtney R – 985 – SB 2 de 450 h.p.
VELOCIDADE   323 Km/h.
AUTONOMIA   1 110 Km.
DIMENSÕES   14,9 *11,16 * 4,5 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/2273/0018widgeon.th.jpg) (http://http)
GRUMMAN  G. 44 WIDGEON

Doze hidroaviões Widgeon serviram na Armada, entre 1942 e 1952, data em que foram incorporados na F.A.P.

MOTORES                   2 Ranger L-440 – 5 de 200h.p.
VELOCIDADE   245 km/h.
AUTONOMIA   1 480 Km
DIMENSÕES   12,19 * 9,4 * 3,48 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/4228/0019tmoth.th.jpg) (http://http)
DE HAVILLAND D.H. 82-A TIGER MOTH

Trinta aviões de treino deste modelo foram incorporados na Armada, tendo sido usados entre 1943 e 1952,
 ano em que passaram para a posse da F.A.P.

MOTOR                   1 De Havilland Gipsy Major 1, de 130 h.p.
VELOCIDADE   182 km/h.
AUTONOMIA   485 Km.
DIMENSÕES   Envergadura 8,92; Comp. 7,27; Altura 2,68 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/2278/0020mmartinet.th.jpg) (http://http)
MILLES MARTINET TT 1

Quatro aviões rebocadores de alvos deste tipo, foram transferidos da Aeronáutica Militar para a Armada, em 1943. Em 1952 foram entregues à FAP.

MOTOR                   1 Bristol Mercury XX de 820 h.p.
VELOCIDADE   370 km/h.
AUTONOMIA   724 Km.
DIMENSÕES   11,89 * 9,45 * 3,57 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/1480/0021oxford.th.jpg) (http://http)
AIRSPEED OXFORD I

A partir de 1943, foram adquiridos doze aviões de treino e ligação deste tipo, tendo em 1952 sido transferidos para a FAP.

MOTORES                   2 Armstrong – Siddeley Cheetah X de 375 h.p.
VELOCIDADE   300 km/h.
AUTONOMIA   1 100 Km.
DIMENSÕES   16,22 * 10,49 * 3,37 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/7764/0022blenheim.th.jpg) (http://http)
BRISTOL BLENHEIM IV F
      
Foram adquiridos 12 aviões deste tipo, e dois de treino, que foram baseados na Portela entre 1943 e 1948,
tempo em que estiveram ao serviço.

MOTORES   2 Bristol Mercury XV de 905 h.p.
VELOCIDADE   427 Km/h.
AUTONOMIA   2 350 Km.
DIMENSÕES   17,1 * 13 * 3,9 metros
ARMAMENTO   2 metralhadoras; bombas.

(http://img228.imageshack.us/img228/4329/0023sunderland.th.jpg) (http://http)
SHORT SUNDERLAND III

Este avião amarou de emergência em Tróia, durante a Segunda Guerra Mundial. Adquirido em 1943 à Inglaterra, efectuou alguns voos ao serviço da Armada. Após Uma grave avaria, foi retirado do serviço.

MOTORES   4 Bristol Pegasus de 1050 h.p.
VELOCIDADE   330 Km/h.
AUTONOMIA   3 850 Km.
DIMENSÕES   34,38 * 26,10 * 10,00 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/542/0024beaufighter.th.jpg) (http://http)
BRISTOL BEAUFIGHTER X

Recebidos em 1945, a Armada possuiu dezassete aviões Beaufighter, que ficaram baseados Na Portela de
Sacavém.O último deixou de voar em 1950.

MOTORES   2 Bristol Hercules VII de 1 770 h.p.
VELOCIDADE   515 Km/h.
AUTONOMIA   2 250 Km.
DIMENSÕES   17,62 * 12,7 * 4,8 metros
ARMAMENTO   4 canhões de 20 mm; 6 metralhadoras; bombas ou torpedos.

(http://img228.imageshack.us/img228/9339/0025snb5.th.jpg) (http://http)
(http://img228.imageshack.us/img228/4148/0026kansan.th.jpg) (http://http)
BEECH T 11 KANSAN e BEECH SNB 5 (D 18 S)

Sete e seis aviões de cada um destes modelos, respectivamente, estiveram ao serviço entre 1948 e 1952, Ano em que foram integrados na F.A.P. Existiam algumas diferenças nas suas silhuetas, para além do modelo dos motores.

MOTORES   (D 18 S) 2 Pratt & Whitney R – 985 B 5 de 450 h.p.
(T 11)     2 Pratt & Whitney R – 985 AN 3 de 450 h.p.
VELOCIDADE   370 Km/h.
AUTONOMIA   1 600 Km.
DIMENSÕES   14,5 * 10,42 * 2,80 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/3593/0027snj4.th.jpg) (http://http)
NORTH AMERICAN  SNJ – 4

A Armada comprou oito aviões de treino deste tipo em 1950. Dois anos depois, 1952 foram integrados na Força Aérea Portuguesa.

MOTOR   1 Pratt & Whitney R- 1340 – AN 1 de 550 h.p.
VELOCIDADE   330 Km/h.
AUTONOMIA   1 200 Km.
DIMENSÕES   12,8 * 8,8 * 3,5 metros

(http://img228.imageshack.us/img228/195/0028helldiver.th.jpg) (http://http)
CURTISS SB2C HELLDIVER

Em 1950 a Armada recebeu dos Estados Unidos, vinte e quatro aviões de luta anti-submarina Helldiver. Estes aparelhos possuíam um radar num dos cabides das asas. Com a criação da FAP, estes aviões passaram
a servir na nova Arma, baseados na B.A. 6 no Montijo.

MOTOR   1 Wright GR - 2 600 - 20, de 1 900 h.p.
VELOCIDADE   450 km/h.
AUTONOMIA   1 700 Km.
DIMENSÕES   14,8 * 11,2 * 4,5 metros
ARMAMENTO   Bombas, torpedos e Foguetes.

(http://img228.imageshack.us/img228/9007/0029lynx.th.jpg) (http://http)
WESTLAND SUPER NAVY LYNX Mk 95

Primeiros helicópteros da Armada, foram entregues cinco em 1993, destinados a ser embarcados nas fragatas
das classes Vasco da Gama e Bartolomeu Dias.

MOTORES                   2 Rolls Royce GEM 42 de 1200 h.p.
VELOCIDADE   231 km/h. (cruzeiro) 400 km/h.(máxima)
AUTONOMIA   593 Km.
SENSORES                   radar Bendix 1500; sonar de profundidade variável                     Bendix AQS 18 Racal RNS 252 datalink.
DIMENSÕES   diâmetro do rotor, 12,8 – fuselagem 12,1 –                                altura 3,5 metros
ARMAMENTO   2 torpedos Mk 46



BIBLIOGRAFIA


LISTAS DA ARMADA      Ministério da Marinha

FLOTTES DE COMBAT      Henry le Masson

A HISTÓRIA DE UM NAVIO
(GIL EANNES)      Com. Carlos Gomes de Amorim

REVISTA DA ARMADA      Estado Maior da Armada

REVISTA DE MARINHA      Editira Náutica Nacional

OS CRUZADORES NA
MARINHA PORTUGUESA      Maurício de Oliveira

OS TORPEDEIROS NA
MARINHA PORTUGUESA      Maurício de Oliveira

OS SUBMARINOS NA
MARINHA PORTUGUESA      Maurício de Oliveira

CATÁLOGO DE NAVIOS
BRIGANTINOS      Com. António Marques Esparteiro

CORVETAS MISTAS
 PORTUGUESAS       Com. António Marques Esparteiro

JANES FIGHTING SHIPS      Jane´s Yearbooks

FROTA DA PESCA
DE ARRASTO      Grémio dos Armadores da Pesca de Arrasto

COLECÇÕES FOTOGRÁFICAS DO MUSEU DE MARINHA

COLECÇÕES FOTOGRÁFICAS DO ARQUIVO GERAL DE MARINHA

REVISTA MAIS ALTO      Estado Maior da força Aérea

OS AVIÕES DA
CRUZ DE CRISTO      Mário Canongia Lopes e José Manuel Rodrigues Costa
Título:
Enviado por: emarques em Novembro 23, 2005, 04:06:59 pm
Citar
REPÚBLICA ex. RAINHA D. AMÉLIA

Foi construído no Arsenal de Lisboa em 1901 sendo o primeiro navio em aço ali construído. O seu nome foi alterado em 1910,
e em 1915 perdeu-se por encalhe nas Berlengas.


DESLOCAMENTO : 1 683 tons.
DIMENSÕES : 75 * 11,4 * 4,47 metros
ARMAMENTO : 4 peças de 150mm ; 2 de 100mm; 2 de 47mm; 2 de 37mm; 2 metr. de 6,5 mm.; 2 tubos lança - torpedos
PROPULSÃO 4 máquinas de T.E. de 5 000 H.P. - 2 veios = 18 nós
GUARNIÇÃO 263 homens


Já agora, onde é que o D. Amélia foi projectado?
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 23, 2005, 09:21:18 pm
Caro E. Marques

Com Império ou sem Império nada se faz cá .

Desde o tempo das naus e caravelas (adaptadas de um desenho Mouro),
em que o aço para os nossos navios vinham do pinhal de Leiria, e as máquinas eram tecidas cá, prácticamente nada é português.
Na altura, o Administrador do Arsenal era um francês de seu nome Croneau. e todos os projectos tinham a "manita" dele.

A Conafi no Algarve, que desenhou (ou só construiu) as lanchas da classe
Argos, ao ganhar o concurso para a construção das lanchas para a Brigada Fiscal em deterimento de estaleiros espanhóis, foi adquirida pelos mesmos.


Saudações

Luis Filipe Silva
Título:
Enviado por: emarques em Novembro 23, 2005, 10:18:58 pm
Mas então foi desenhado por um francês ao soldo do Arsenal? Se sim, já não é mau ter havido a vontade de optar por um projecto português. E quanto ao senhor ter nascido em França, um português nasce onde lhe der na gana! ;)
Título:
Enviado por: E-migas em Novembro 23, 2005, 10:45:04 pm
Citação de: "luis filipe silva"
Caro E. Marques

Com Império ou sem Império nada se faz cá .

Desde o tempo das naus e caravelas (adaptadas de um desenho Mouro),
em que o aço para os nossos navios vinham do pinhal de Leiria, e as máquinas eram tecidas cá, prácticamente nada é português.
Na altura, o Administrador do Arsenal era um francês de seu nome Croneau. e todos os projectos tinham a "manita" dele.

A Conafi no Algarve, que desenhou (ou só construiu) as lanchas da classe
Argos, ao ganhar o concurso para a construção das lanchas para a Brigada Fiscal em deterimento de estaleiros espanhóis, foi adquirida pelos mesmos.


Saudações

Luis Filipe Silva


Caro Luis Filipe Silva,

Quanto à História contemporânea da nossa construção naval nada vou dizer...

Mas em relação à nossa história posso dizer o seguinte:

Não houve revoluções, apenas continuações!

Reconheçamos o mérito de ir buscar aos adversários o melhor que tinham e melhora-lo.

Isso fez de Portugal Grande!

O que fez Portugal pequeno foi a atitude de "Não se é capaz de fazer!", "Quando se faz é mau , ou então "foi feito por outros".

Se os próprios americanos, expoentes máximos do narcisismo tecnológico, foram buscar sistemas de outros países para fazer as OHP, porque raio nós, que temos uma cabeça entre as orelhas, não podemos ir buscar o melhor que os outros têm?

Sobretudo se o fizemos 400 ou 500 anos antes...

"E muito se fez cá, ou julgais que o Arsenal do Alfeite, ou a bendita Ribeira das Naus, eram centros comerciais em 1500?"


Cumprimentos
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 24, 2005, 02:27:58 am
apagar
Título:
Enviado por: Normando em Novembro 25, 2005, 03:43:00 am
Bom Trabalho.
Vejam algumas pics.
Cumprimentos.

 :G-Ok:
Título:
Enviado por: Normando em Novembro 25, 2005, 03:47:37 am
Epá, que é aquilo debaixo do meu nome?  :shock: Perito...Eu? Mas eu não pesco nada disto, só tou aqui para aprender... Já agora quanto vai ser o meu vencimento? Fui promovido sem saber ler nem escrever... Já sei o que sente um funcionário das finanças!!!   8)
Título:
Enviado por: alfsapt em Novembro 25, 2005, 10:18:20 am
Citação de: "Normando"
Fui promovido sem saber ler nem escrever... Já sei o que sente um funcionário das finanças!!!   8)


 :lol:  :lol:

Hoje em dia um funcionário que reconheça isso já é um perito! :)
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 26, 2005, 11:08:12 pm
Palavras para quê é um artista português... :G-Ok:  :Palmas:

Cumprimentos
B. Pereira Marques
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 26, 2005, 11:30:10 pm
O Pereira Marques tem razão (para variar). :G-beer2:
Título:
Enviado por: papatango em Novembro 27, 2005, 12:44:41 am
:shock:  :shock:  :shock:  :shock:  :shock:  :shock:  :shock:  :shock:  :shock:  :shock:  :shock:  :shock:

Estou speachless

As imagens merecem um site só para elas.

= = =

Nota de curiosidade.
Sobre o couraçado Vasco da Gama. (se se trata do mesmo navio)
As peças laterais, eram inicialmente de 280mm, e depois da modernização passaram a peças de 203mm.

Eu fiquei com a impressão de que as peças de 203mm estavam numa casamata e não numa torre.

(http://img.photobucket.com/albums/v39/papatango/couracado.jpg)

É um trabalho de facto notável.

Os meus parabéns.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 27, 2005, 12:56:20 am
Seria interessante pedir autorização ao Luís Filipe Silva para colocar as imagens e as especificações técnicas no áreamilitar e/ou no Forúm História...Fica a ideia no ar...

Cumprimentos
B. Pereira Marques
Título:
Enviado por: papatango em Novembro 27, 2005, 04:01:19 pm
Efectivamente, são canhões de 260mm e não 280mm como erradamente referi.

Outra questão: Tanto quanto julgo saber, o navio era classificado como couraçado, desde 1875, quando foi lançado à água. Entre 1901 e 1903, foi então modificado, e passou a ser designado como corveta couraçada.

= = =

Relativamente ao areamilitar, na actual fase, a verdade é que o espaço disponível  é muito reduzido. É por isso que não há no site imagens grandes, e sim (salvo algumas excepções) pequenos quase "icons" com 150x150 pixel para poupar espaço e largura de banda.

Há uma versão III do áreamilitar, que está já há bastante tempo a ser construida, mas os progressos têm sido lentos. Nessa versão, será eventualmente possível enquadrar uma ficha por cada um destes navios.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 27, 2005, 04:11:57 pm
Luís,

Sei que o Papatango - esse patriota consagrado (dizem alguns que receberá futuramente uma comenda) - está a fazer todos os esforços, e mais alguns, para poder albergar o seu meritório trabalho).

No entanto pergunto-me se, à semelhança de outros fórums, não se poderá criar um "sticky" para contributos excepcionais como este?
Um post inamovível...
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 27, 2005, 05:25:39 pm
Não sei porquê, hoje à tarde, alguns dos desenhos que tinha colocado desapareceram. Se não voltarem a aparecer, mais tarde recoloco-os.

O Vasco da Gama quando foi aumentado ao efectivo,estava classificado como corveta couraçada. Depois da remodelação foi reclassificado como cruzador.

A ideia de colocar isto no Áreamilitar creio que foi do Papatango. Quanto à possibilidade ou não, já me ultrapassa. No entanto quando houver condições, podem ir em frente.

Luis Filipe Silva
Título:
Enviado por: Miguel em Novembro 27, 2005, 05:28:12 pm
Obrigado Luis Filipe

Excelente trabalhos. Muito Bem.
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 27, 2005, 07:52:43 pm
o "Restaurador Lusitano" é que ficava bem com uns Harpoon...
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 27, 2005, 10:40:23 pm
Citação de: "luis filipe silva"
e porque não tirar um dos mastros e montar uma pista e um hangar para 1 Lynx.

 :mrgreen:

Claro. Se não como é que se faria a actualização de meio-curso?

Agora fora de brincadeiras: já desenhou a Sagres, aposto?
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 27, 2005, 10:59:10 pm
Citação de: "luis filipe silva"
Para não os massacrar mais, coloco só estes navios e não incluo a Aviação Naval.


Ponha!!, Ponha!!, Ponha!! :banana:  :toto:

Cumprimentos
B. Pereira Marques
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 27, 2005, 11:02:53 pm
Idem, Idem, Idem!  :banana:  :domador:
Título:
Enviado por: pedro em Novembro 27, 2005, 11:57:18 pm
Também digo, queremos mais, muito mais :Bajular:  :Palmas:  :banana:
Título:
Enviado por: Leonidas em Novembro 28, 2005, 01:31:38 am
Apagado
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 28, 2005, 02:28:53 am
Caro Leonidas

Se ler as caracteristicas dos navios em questão, vêm lá as datas de abate

e as funções que tinham na Armada.

O S. Gabriel era um abastecedor de esquadra, que substituiu o Sam Brás,
e que por sua vez foi substituido pelo Bérrio.

O Almirante Schultz era um navio balizador dos anos 20, e foi substituido pelo actual Schultz Xavier.

o draga minas que aparece nesse desenho, foi abatido em 1974.


saudações

Luis Filipe SILVA
Título:
Enviado por: TOMKAT em Novembro 28, 2005, 02:47:23 am
:Palmas:
Excelente e exaustivo trabalho Luís Filipe.
A nossa Marinha de Guerra, os apaixonados por navios ...
...e este fórum ficam a dever-lhe muito.

Uma pergunta um pouco off-tópic se me souber ou poder responder.

Sabe onde se podem conseguir desenhos/esquemas de contrução de réplicas à escala de navios (veleiros essencialmente) para auto-construção em madeira?
Sou um apaixonado pelo modelismo mas os modelos de plástico não têm o mesmo prazer na construção.
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 28, 2005, 03:57:12 am
Caro Tomkat

Existem de facto bastantes modelos à venda em madeira. Sei que o Museu de Marinha vendia alguns. De resto talvez pesquizando na Net, porque algumas lojas têm sites.
Mas olhe que a maioria dos kits são espanhois (era a brincar).

Saudações
Título:
Enviado por: TOMKAT em Novembro 28, 2005, 04:56:04 am
Citação de: "luis filipe silva"
Caro Tomkat

Existem de facto bastantes modelos à venda em madeira. Sei que o Museu de Marinha vendia alguns. De resto talvez pesquizando na Net, porque algumas lojas têm sites.
Mas olhe que a maioria dos kits são espanhois (era a brincar).

Saudações


Luís..

Não me referia à compra de modelos já construidos, referia-me à compra de esquemas, projectos,...não sei bem o nome correcto, em papel.

O pazer para mim está na construção, patir das 2 dimensões para as 3 dimensões... :wink:
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 28, 2005, 01:29:08 pm
Caro Tomkat

Desculpe mas julgava que se referia a Kits em madeira.

Antigamente na biblioteca do Museu, tinham planos de navios portugueses
para venda ao público. Cheguei a ver uma lista, e ainda eram uns quantos, por sinal bem caros. No entanto pergunte na loja do Museu.

Veja também o site Modelismo naval.com.

Saudações

Luis F. Silva
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 28, 2005, 09:43:59 pm
Não posso deixar de ficar impressonado com a extensão do seu trabalho. É mesmo um privilégio para este fórum contar com contributos destes.
Temos agora que o organizar para constituir documentação facilmente consultável.
Título:
Enviado por: Miguel em Novembro 28, 2005, 09:52:27 pm
o Luso

 :anjo:

velhos tempos que eu gostava de ter vivido.......

aventuras naqueles rios africanos etc... a procura do gungunhanha
Título:
Enviado por: komet em Novembro 28, 2005, 10:00:07 pm
Ou de lança em punho participar na batalha de aljubarrota, também era giro, e ópois no rescaldo pegar nas pás dos pães  :lol:
Título: Re: Desenhos
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 28, 2005, 11:20:58 pm
Citação de: "Jorge Sottomayor"
Já agora junto-me as colegas e peço-lhe que coloque as suas imagens da Aviação Naval! :lol:  :toto:

Cumprimentos
B. Pereira Marques
Título:
Enviado por: TOMKAT em Novembro 28, 2005, 11:29:00 pm
Citação de: "luis filipe silva"
Caro Tomkat

Desculpe mas julgava que se referia a Kits em madeira.

Antigamente na biblioteca do Museu, tinham planos de navios portugueses
para venda ao público. Cheguei a ver uma lista, e ainda eram uns quantos, por sinal bem caros. No entanto pergunte na loja do Museu.

Veja também o site Modelismo naval.com.

Saudações

Luis F. Silva

Obrigado pela informação Luís F. silva.
Era a isso que me referia.
Lembro-me de ver planos desses em visitas ao Museu da Marinha, mas não sabia que o museu vendia réplicas desses planos.
Também já encontrei sites, espanhóis, que fornecem planos mas de embarcações espanholas.
Já possuo cópias impressas retiradas desses sites, mas preferia embarcções portuguesas.
Título:
Enviado por: papatango em Novembro 29, 2005, 12:14:30 am
Citar
imagine nos 2 dentro duma patrulha cunene no velhos tempos coloniais ao serviço do Rei de Portugal


Realmente velhos tempos :mrgreen: que por acaso até matava.
Desinteria
Aguas podres
Animais selvagens sempre prontos a nos chamarem um figo :roll:  :twisted:  :twisted:
Título:
Enviado por: papatango em Novembro 29, 2005, 12:15:59 am
Luis Filipe Silva, você não publicou nenhum livro?

Cumprimentos
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 29, 2005, 07:38:41 pm
Caro Jorge


Nos meus 52 anos de vida já vi muita coisa, e para onde vão parar certas dádivas.Portanto não sou a favor da "caridadezinha". Os governos que criem condições para haver trabalho para todos, e que torne o País competitivo, para incrementar os investimentos.

De resto, o que eu queria mesmo era ter ganho algum com este meu trabalho (e garanto que deu muito trabalho).
Portanto divulgo-o a vocês colegas (e colegos) do Fórum.

Saudações

Luis Filipe Silva
O
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 29, 2005, 07:49:06 pm
Ah tinha-me esquecido destes:

(http://img432.imageshack.us/img432/8601/23hy.th.jpg) (http://http)
NRP  ALMIRANTE JOSÉ SÓCRATES
NRP ALMIRANTE LUIS AMADO

(http://img432.imageshack.us/img432/3831/36pv.th.jpg) (http://http)
LPD
Título:
Enviado por: komet em Novembro 29, 2005, 07:55:53 pm
Caro Luís , espero sinceramente que caso ainda não o tenha feito, registe imediatamente os seus direitos de autor sobre o seu trabalho!   :wink:
Título:
Enviado por: papatango em Novembro 29, 2005, 08:07:28 pm
Eu também acho.
Não seria possível colocar uma "marca de água" nas imagens?

Para colocar este tipo de imagens no Areamilitar, elas terão que ser reduzidas, e se alguém estiver ou estivesse interessado nos originais poderia sempre pedi-los.

Estou só a pensar alto, claro

Cumprimentos

PS: Neste momento, não me é possivel faze-lo, por causa de uns prazoa que tenho que cumprir, mas seria uma ideia. Ou seja, colocar na Internet apenas versões reduzidas das imagens. Vê-se na mesma, mas têm pouca utilidade se alguém se quiser aproveitar do trabalho.
(eu e a mania das teorias da conspiração)
Título:
Enviado por: pedro em Novembro 29, 2005, 08:10:25 pm
caro luis silva os meus sinceros parabens esses desenhos estao muito bons. :lol:
Título:
Enviado por: Miguel em Novembro 29, 2005, 08:19:07 pm
Citação de: "luis filipe silva"
Ah tinha-me esquecido destes:

(http://img432.imageshack.us/img432/8601/23hy.th.jpg) (http://http)
NRP  ALMIRANTE JOSÉ SÓCRATES
NRP ALMIRANTE LUIS AMADO



 :rir:  :rir:

NRPs socrates e amado  :lol:
Título:
Enviado por: komet em Novembro 29, 2005, 08:21:13 pm
ROFL só agora é q reparei  :lol:  :lol:
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 29, 2005, 09:17:34 pm
Caros Papatango e Jorge

A ideia é precisamente essa. Não dar condições para uma óptima reprodução.

Oh Jorge claro que não fico ofendido, nem tenho razão alguma para isso.
Mas não tendo editado, fica mesmo só para "nós" aqui do fórum.

um abraço
 Luis F. Silva
Título:
Enviado por: Leonidas em Novembro 29, 2005, 10:19:48 pm
Saudações guerreiras.

Citação de: "Luis F.Silva"
Andei por diversas editoras, mas como o público para este tipo de livro é pouco, comercialmente não era viável (ainda se fosse a história do Sócrates ou do Liedson). Fiz também material para um hipotético catálogo da nossa Marinha Mercante.
Como não vendo, estou a dar!... Que ao menos aproveite a alguém.

Caro Luis F. Silva, fiquei surpreendido pela resposta que obteve das mais diversas editoras. Se eles diseram que o mercado era pequeno em Portugal o mesmo não o é lá fora. Emfim é sempre a mesma coisa. Não conseguimos ver mais para além do que o nosso próprio umbigo. Será que não havia a possibilidade de uma versão bilingue, português/inglês?  Creio que se a sua ideia fosse trabalhada o seu livro poderia servir de referência, conhecimentos não lhe faltam!! Tudo isto custa-me a crer, mas também não tou dentro do assunto.

o conselho de Komet é bom. Proteja aquilo que é seu, nem que lhe custe uns cobres. Pode ver sempre isso como um investimento até que possa surgir uma oportunidade de exporcomercialmente os seus trabalhos. tudo o cuiadde é pouco e o que não falta por aí são oportunistas.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 29, 2005, 10:42:38 pm
O conselho do Leonidas é muito bom. Proteja o seu trabalho. Qualquer dia ainda vê alguém a tirar-lhe a ideia e a publicar um trabalho menor.
Eu cometi o erro de enviar o projecto de uma obra para o museu militar e aposto que daí saiu aquela linda "obra" que foi tema de uma posta num tópico abaixo.

Uma sugestão: procure melhorar o traço e a pintura. Não lhe vai ser preciso muito mais esforço. Mas tente. Acredite em mim - pelo menos nisto - uma vez que sou arquitecto e tive "alguma" formação em desenho.
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 29, 2005, 11:13:47 pm
Caros colegas do Fórum.

Eu sempre gostei de navios. Nasci perto de S. Apolónia em Lisboa, e como uma das janelas dava para o rio, a minha paixão consolidou-se.

Com o propósito de conhecer antigos navios potugueses tanto de guerra como mercantes, tentei encontrar uma publcação na qual figurassem os navios portugueses.Como não encontrei nada além dos anos 60, em que houve diversas publicações referentes a essa época e aos anos 50.
Antes disso não havia nada, e a partir daí resolvi tentar fazê-lo eu (faça você mesmo), só pelo gozo. Picado por alguns amigos, lá fui tentar a edição, e nada. E o resto já vocês sabem. Entretanto sempre que posso faço actualizações e novos desenhos, sempre em papel A 4 e à mesa do café. Como não sou desenhador é o que se vê. E como uma ajuda é sempre bem vinda, se me arranjarem os anos de abate dos navios a partir de 1998, agradeço.

Saudações

Luis F. Silva
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 29, 2005, 11:17:29 pm
Nasceu numa zona muito bonita...
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 29, 2005, 11:21:32 pm
Citar
Um craveiro numa água furtada,
Cheira bem, cheira a Lisboa!
Uma rosa a florir na tapada,
Cheira bem, cheira a Lisboa!
A fragata que se ergue na proa,
A varina que teima em passar,
Cheiram bem porque são de Lisboa,
Lisboa tem cheiro de flores e de mar!


"Cheira a Lisboa" de Carlos Dias e César de Oliveira
Cumprimentos
B. Pereira Marques
Título:
Enviado por: Get_It em Novembro 30, 2005, 12:01:25 am
Citação de: "luis filipe silva"
Caros colegas do Fórum.

Eu sempre gostei de navios. Nasci perto de S. Apolónia em Lisboa, e como uma das janelas dava para o rio, a minha paixão consolidou-se.

Com o propósito de conhecer antigos navios potugueses tanto de guerra como mercantes, tentei encontrar uma publcação na qual figurassem os navios portugueses.Como não encontrei nada além dos anos 60, em que houve diversas publicações referentes a essa época e aos anos 50.
Antes disso não havia nada, e a partir daí resolvi tentar fazê-lo eu (faça você mesmo), só pelo gozo. Picado por alguns amigos, lá fui tentar a edição, e nada. E o resto já vocês sabem. Entretanto sempre que posso faço actualizações e novos desenhos, sempre em papel A 4 e à mesa do café. Como não sou desenhador é o que se vê. E como uma ajuda é sempre bem vinda, se me arranjarem os anos de abate dos navios a partir de 1998, agradeço.

Saudações

Luis F. Silva


Tenta esta fonte (http://http). Pode não ter todos, mas já ajuda.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Novembro 30, 2005, 01:02:15 am
Obrigado
Título:
Enviado por: Benny em Dezembro 01, 2005, 12:22:20 am
Os meus parabéns ao prezado Luís Filipe Silva pelo interessante trabalho!

Benny
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Dezembro 01, 2005, 11:51:16 am
Obrigado Benny

Caro Jorge

Não, não tenho. Só me dedico mesmo aos navios, de guerra e mercantes.

saudações

Luis F. Silva
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Dezembro 01, 2005, 09:59:59 pm
Caro Jorge

O do desenho chamava-se NYASSA, e o outro a que se refere chamou-se
NIASSA

(http://img202.imageshack.us/img202/4840/niassa3fa.th.jpg) (http://http)
NIASSA

Saudações

Luis F. Silva
Título:
Enviado por: p_shadow em Dezembro 01, 2005, 10:03:49 pm
Obrigado caro Luis pelo magnifico trabalho que nos presenteou.

Um grande bem haja!!


O meu pai regressou da comissão que fez em Angola neste navio. Para lá foi no Veracruz.

Também já o desenhou?


Cumptos
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Dezembro 01, 2005, 10:18:57 pm
Claro que sim. Desenhei quase todos os navios de guerra e mercantes do Séc. XX.

(http://img219.imageshack.us/img219/633/smaria4ju.th.jpg) (http://http)
SANTA MARIA


saudações
Luis F. Silva
Título:
Enviado por: p_shadow em Dezembro 01, 2005, 11:35:07 pm
Luis, não se importava de colocar também o desenho do Veracruz? :oops:

Obrigado
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Dezembro 02, 2005, 02:39:06 am
Só fiz do S. Maria porque os dois eram quase gémeos.

SANTA MARIA   1952 – 1973   *       VERA CRUZ   1951 - 1973

Paquetes construídos na Bélgica ao abrigo do despacho n.º 100, estes navios foram entregues pelos estaleiros S. A .J. de Hoboken. Em 1961 o S. MARIA  foi  tomado em alto mar,  por um comando terrorista português, acção da qual resultou um morto.

DESLOCAMENTO   (S.M.) 21 765 TAB;  7 832 TPB.    *     (V.C.) 20  906 TAB; 7 716 TPB.
DIMENSÕES   185 * 23 * 8,4 metros
PROPULSÃO   2 grupos de turbinas a vapor de 25 500 h.p. – 2 veios = 22 nós
PASSAGEIROS   (V.C.) 1242   *    (S.M.) 1182
TRIPULANTES   (V.C.) 300     *   (S.M.) 293


Saudações

Luis F. Silva
Título:
Enviado por: p_shadow em Dezembro 02, 2005, 04:32:14 am
Muito obrigado, caro Luis  :wink:

Abraço
Título:
Enviado por: Nuno Bento em Dezembro 02, 2005, 07:12:05 am
Caro Luis Filipe

Eu penso que o seu trabalho é de grande qualidade. Eu tenho o Livro Aeronaves Militares Portuguesas do Sec XX e ao ver o seu trabalho pensei que com a ficha tecnica de cada navio e a sua história teriamos um livro sobre a marinha de guerra Portuguesa muito bom e com valor histórico, já estou a ver uma encadernação de de capa dura para por junto aos livro de leitura obrigatória.
Penso que até a marinha e o próprio Museu deviam estar interessados num Livro dessa natureza. Era tentar junto das pessoas certas.
Muito obrigado pela qualidade dos desenhos e continue.
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Dezembro 05, 2005, 01:07:37 am
Caro Luis Filipe Silva:

Trabalho admirável. Digno de destaque. Muito obrigado por partilha-lo connosco no ForumDefesa.com. Passará a ser uma referencia de consulta no nosso fórum.

Concordo com que o seu trabalho merecia ser publicado. Da minha parte farei o que puder, mas penso que com número de visitas que recebe o nosso fórum e com as pessoas que o frequentam (a maior parte delas não está registada) o convite para a dita publicação não tardará em surgir.

Mais uma vez obrigado.
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Dezembro 05, 2005, 06:25:29 am
Caros Foristas

Eu é que estou imensamente agradecido por terem reconhecido o meu trabalho, e darem-me a honra desta página.

Saudações

Luis Filipe Silva
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Dezembro 07, 2005, 04:53:33 am
apagar
Título:
Enviado por: pedro em Dezembro 09, 2005, 09:31:30 pm
ola caro luis silva eu gostaria de fazer um pedido  se possivel?
o senhor poderia desenhar uma versao do NPO mais armada?
cumprimentos e desculpe pelo atrevimento. :lol:
Título:
Enviado por: dremanu em Dezembro 10, 2005, 05:34:14 pm
Excelente trabalho. Obrigado Luis Filipe Silva por o ter compartilhado conosco.
Título:
Enviado por: Rui Elias em Dezembro 27, 2005, 02:37:33 pm
Luis Filipe:

em 1º Lugar, um grande parabéns ao seu trabalho que partilhou com esta comunidade.

Em 2ª lugar seria possível colocar aqui o NRP S. Miguel da Marinha portuguesa, navio logístico afundado com munições fora de prazo a bordo nos anos 90, e que antes tinha sido o navio carregueiro Cabo Verde?

E que história sabe sobre esse navio?

Tem fotos dele que pudesdse colocar aqui? ?
Título:
Enviado por: Miguel em Dezembro 27, 2005, 02:50:40 pm
Foto do NRP S.Miguel(http://photos1.blogger.com/blogger/5272/1937/1600/docu0034.jpg)
Título:
Enviado por: Rui Elias em Dezembro 27, 2005, 03:10:23 pm
Miguel:

Não se vê nada :cry:
Título:
Enviado por: Miguel em Dezembro 27, 2005, 03:25:32 pm
(http://img506.imageshack.us/img506/8828/docu00340xp.th.jpg) (http://http)
Título:
Enviado por: Rui Elias em Dezembro 27, 2005, 04:08:50 pm
Agora já deu para ver, Miguel.
Título:
Enviado por: Rui Elias em Dezembro 28, 2005, 10:15:06 am
Já fui ver, Luís.

Mais uma vez um excelente trabalho sobre os navios portugueses do século XX.

Parabéns.
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Janeiro 22, 2006, 12:53:52 am
A quem possa interessar, reformulei o aspecto da apresentação deste tópico, que se encontra agora só na pág. 1.

cumprimentos

Luis F. Beato da Silva
Título:
Enviado por: mpina41 em Fevereiro 05, 2006, 07:53:25 pm
No meu tempo tinhamos isto:

(http://img309.imageshack.us/img309/9850/stluzia1ff.th.jpg) (http://http)
Título:
Enviado por: mpina41 em Fevereiro 10, 2006, 10:44:23 pm
Aí está o S. Gabriel

(http://img280.imageshack.us/img280/9572/nrpsgabrieljpeg28is.th.jpg) (http://http)

(http://img289.imageshack.us/img289/937/nrpsgabriel7rb.th.jpg) (http://http)

São Gabriel
Sucedeu ao “Sam Brás” o “São Gabriel”, tendo este iniciado em Maio de 1963 o tradicional reabastecimento a Curaçau, que a partir de Outubro passou a ser efectuado em Luanda e mais tarde, em 1971, em Cabinda.

Na medida em que o esforço de guerra aumentava em Angola e emergia a guerrilha na Guiné, o “São Gabriel” passou nas suas viagens a transportar unidades de fuzileiros, material diverso, inclusivé lanchas de desembarque, com destino à Guiné e a Angola.

Foi destacada a histórica data de Agosto de 1968, quando o navio efectuou, pela primeira vez, o reabastecimento no mar de um navio da esquadra, a fragata “Corte Real” ao largo de Sesimbra.

Com a descolonização o ano de 1975 foi muito árduo para o “São Gabriel”. Em várias viagens transportou cerca de 5.500 refugiados e mais de um milhar de militares de Moçamedes para Luanda, tendo integrado a Força Operacional 25 que largou deste porto, logo após Angola se ter tornado um país independente, e reabastecido os navios da Força durante o trânsito para Lisboa.

A partir de 1976, no ano transacto tinha sido classificado como navio-reabastecedor e até 1985, tomou parte em vários exercícios nacionais e internacionais tendo cumprido com eficácia a sua missão.
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Março 30, 2006, 12:26:40 am
Euuuu não fui!... Juro.

Caro Papatango por mim está bem bom. Claro que haverá sempre alguem que não concorda com o formato.Mas criticar não dá trabalho.

Cumprimentos

Luis Filipe Silva
Título:
Enviado por: RAP1 em Maio 19, 2007, 08:48:57 am
Bom Dia

Gostava de de dizer 2 coisas

1º Gostava que me dissessem como e que coloco fotos no forum
2º Tenho uma foto de Torpedeiro Portuguesa tirada por volta dos anos 30 ou 40

Obrigado
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 19, 2007, 11:04:13 am
Citação de: "RAP1"
1º Gostava que me dissessem como e que coloco fotos no forum


Antes de mais tem que alojar a imagem (http://imagehack.us (http://imagehack.us), por exemplo).

Depois de alojada, coloca o url da imagem entre as tags img

Há-de ficar assim: (http://url%20da%20imagem%20([url=http://imagehack%20blablablablabla]http://imagehack%20blablablablabla[/url])

Espero ter ajudado.
Título:
Enviado por: RAP1 em Maio 19, 2007, 11:21:28 am
A IMAGEM NÃO ESTA EM nenhum site
Citação de: "Lancero"
Citação de: "RAP1"
1º Gostava que me dissem que como e que coloco fotos no forum

Antes de mais tem que alojar a imagem (http://imagehack.us (http://imagehack.us), por exemplo).

Depois de alojada, coloca o url da imagem entre as tags img

Há-de ficar assim: (http://url%20da%20imagem%20([url=http://imagehack%20blablablablabla]http://imagehack%20blablablablabla[/url])

Espero ter ajudado.
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 19, 2007, 11:38:00 am
Tem que ser você a colocá-la. O imagehack.us é um site de alojamento de imagens. Você aloja lá a imagem que tem no seu PC.
Título:
Enviado por: RAP1 em Maio 19, 2007, 12:02:57 pm
Não consigo , não me podes dar  os passos para fazer
obrigado
Citação de: "Lancero"
Tem que ser você a colocá-la. O imagehack.us é um site de alojamento de imagens. Você aloja lá a imagem que tem no seu PC.
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Maio 19, 2007, 02:17:03 pm
Ir ao site http://imageshack.us/ (http://imageshack.us/)

Clicar em "Procurar"

(http://img301.imageshack.us/img301/4325/22lz3.gif)


Escolher a imagem e posteriormente carregar em "Host it"

(http://img242.imageshack.us/img242/3032/33xb7.gif)


Copiar o último link aparecido

(http://img301.imageshack.us/img301/5069/44wd1.gif)


Colocar o link da mensagem entre: [/img]link(http://

[img]http://img376.imageshack.us/img376/1814/55ph3.gif)


Em vez de se escrever à mão  , pode usar-se a tecla

(http://img242.imageshack.us/img242/5936/441at4.gif)
Título:
Enviado por: RAP1 em Maio 19, 2007, 02:37:09 pm
(http://img184.imageshack.us/img184/2255/daoua6.jpg)

eis a foto do Navio
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 19, 2007, 05:35:00 pm
O contra-torpedeiro Dão. Boa foto
Título:
Enviado por: RAP1 em Maio 19, 2007, 09:03:10 pm
Foi um dos navios em que o meu avô serviu, como soubr que era o Contra Torpedeiro DÃO ?
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Maio 19, 2007, 09:24:09 pm
RAP 1 escreveu:
Citar
Foi um dos navios em que o meu avô serviu, como soubr que era o Contra Torpedeiro DÃO ?

Pela letra D no costado. Por exemplo o Douro tinha as letras DR.
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 19, 2007, 09:33:31 pm
Citação de: "RAP1"
Foi um dos navios em que o meu avô serviu, como soubr que era o Contra Torpedeiro DÃO ?


Pela razão que o luis filipe silva descreveu  :wink:
Título:
Enviado por: Duarte em Maio 19, 2007, 10:08:57 pm
Citação de: "RAP1"
eis a foto do Navio


Excelente foto RAP1. Não há mais ?  :D
Título:
Enviado por: pn84 em Maio 20, 2007, 12:08:53 am
Excelente foto RAP1, já agora se tiver mais :D


Entretanto, aqui vão duas fotos do ano de 1975 da fragata Almirante Magalhães Correa, que encontrei no site Shipsspotting.

(http://img522.imageshack.us/img522/7306/obanharbour1975vi3.jpg) (http://http)

(http://img341.imageshack.us/img341/2746/1975mu2.jpg) (http://http)
Título:
Enviado por: SSK em Maio 20, 2007, 12:19:28 am
Fotos lindas, o meu pai vai adorar... esteve embarcado nela de 1970 a 1972...
Título:
Enviado por: RAP1 em Maio 20, 2007, 08:02:10 am
eSSA FOTO E UNICA E NÃO TENHO MAIS NENHUMA, MEU AVÔ DEIXOU DE SER MARINHEIRO DEPOIS DE LEVAR COM UM CARREGADOR DE E MUNIÇÕES NOS DEDOS .
Título:
Enviado por: RAP1 em Maio 20, 2007, 09:21:19 am
Era possivel alguém mandar me a lista fos navios da nossa armada completa e actualizada?
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Maio 20, 2007, 10:00:22 am
RAP 1 escreveu:
Citar
Era possivel alguém mandar me a lista fos navios da nossa armada completa e actualizada?

Ver a partir da primeira página deste tópico. Só não está actualizada.
Título:
Enviado por: SSK em Maio 20, 2007, 11:12:39 am
ESTA É A LISTA ACTUALIZADA:

Classe JOÃO COUTINHO
JOÃO COUTINHO F 475 Blohm & Voss 07 - 03 - 1970
GEN. PEREIRA D ´EÇA F 477 Blohm & Voss 10 - 10 - 1970
JACINTO CÂNDIDO F 476 Blohm & Voss 16 - 06 - 1970
ANTÓNIO ENES F 471 Bazan 18 - 06 - 1971

Classe BAPTISTA DE ANDRADE
BAPTISTA DE ANDRADE F 486 19 - 11 - 1974
JOÃO ROBY F 487 18 - 03 - 1975
AFONSO CERQUEIRA F 488 26 - 06 - 1975

Classe COMANDANTE JOÃO BELO
COMANDANTE JOÃO BELO F 480 01 - 07 – 1967
COM. SACADURA CABRAL F 483 25 - 07 – 1969

Classe VASCO DA GAMA
VASCO DA GAMA F 330 18 - 01 - 1991
ÁLVARES CABRAL F 331 25 - 05 - 1991
CORTE REAL F 332 21 - 11 – 1991

Classe ALBACORA
BARRACUDA S 164 05 - 1968/

Classe CACINE
CACINE P 1140
CUANZA P 1144
ZAIRE P 1146
SAVE P 1161

RIO MINHO P 370

Classe ARGOS
ARGOS P 1150 02 - 07 – 1991
DRAGÃO P 1151 18 - 10 – 1991
ESCORPIÃO P 1152 26 - 11 – 1991
CASSIOPEIA P 1153 11 - 11 - 1991
HIDRA P 1154 18 - 12 - 1991

Classe CENTAURO
CENTAURO (P 1155)
ORÍON (P 1156)
PÉGASO (P 1157)
SAGITÁRIO (P 11558)

Classe ALBATROZ
ÁGUIA (P1165)
CISNE (P1167)

Classe BOMBARDA
BACAMARTE LDG 203 1985 –

Classe ANDRÓMEDA
ANDRÓMEDA A 5203
AURIGA A 5205

Classe D. CARLOS I
D. CARLOS I- A 522 ex - T- AGOS 11 Audacious, ex - Dauntless
ALM. GAGO COUTINHO -A 523 ex - T - AGOS 5 Assurance

SAGRES ( A 520 ) ex - Guanabara; ex - Albert Leo Schlagetter

SCHULTZ XAVIER A 521

VEGA ( A 5201) ex - Arreda

POLAR ( A 5204 ) ex. Anne Linde

CREOULA ( UAM 201 )

BÉRRIO A 5210 ex - Blue Rover

NÃO TENHO A CERTEZA SE O SITE DA MARINHA ESTÁ ACTUALIZADO :G-Ok: http://www.marinha.pt/Marinha/PT/Menu/DescobrirMarinha/MeiosOperacionais/
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Maio 20, 2007, 06:46:37 pm
SSK!

O Bérrio é de origem Americana?
Não sabes mais sobre ele?

Está muito mal decumentado a historia das embarcações de guerra da Marinha Portuguesa.

Abraço
Título:
Enviado por: P44 em Maio 20, 2007, 06:55:38 pm
Citação de: "Nuno Calhau"
SSK!

O Bérrio é de origem Americana?
Não sabes mais sobre ele?

Está muito mal decumentado a historia das embarcações de guerra da Marinha Portuguesa.

Abraço

CaRO Nuno

o Bérrio é inglês, é o ex-HMS BLUE ROVER

http://www.btinternet.com/~warship/Today/rover.htm (http://www.btinternet.com/~warship/Today/rover.htm)

Citar
Ship History
Blue Rover When the Falklands crisis erupted in 1982, Blue Rover returned to Portsmouth and supplied other warships heading south, before leaving herself on April 16th. Sold to Portugal in 1993 and renamed 'Berrio'.
Título:
Enviado por: SSK em Maio 20, 2007, 06:57:44 pm
É de origem inglesa
http://www.btinternet.com/~warship/Today/rover.htm


Até esteve na Falkland
http://www.raf.mod.uk/falklands/rnau.html

É irmão do Black Rover
http://iancoombe.tripod.com/id8.html

Antes (http://www.cyber-heritage.co.uk/badge/blue.jpg) Agora (http://www.marinha.pt/NR/rdonlyres/0D23448D-EA3C-40F7-A209-6A35D09C94D8/695/BrasaoTANBERRIOCores.gif)

http://www.marinha.pt/Marinha/PT/Menu/DescobrirMarinha/MeiosOperacionais/Superficie/Navios+Auxiliares/berrio.htm
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Maio 20, 2007, 06:58:57 pm
Caro Nuno Calhau.
Na página um(1) deste tópico estão mencionados todos os navios movidos a motor que a Armada teve até 2010. Com um pouco de tempo perdido a pesquisar verá lá o Bérrio.

BÉRRIO A 5210 ex - Blue Rover

O reabastecedor de esquadra Bérrio foi construído em Inglaterra em 1970, por Swan Hunter. Remotorizado em 1973, foi adquirido pela Armada em 1993.

DESLOCAMENTO 4 700 standard, 11 522 t.a. b.
DIMENSÕES 140,6 * 19,2 * 7,3 metros
ARMAMENTO 2 peças de 20 mm.
PROPULSÃO 2 motores diesel Semt Pielstick de 5 344 h.p. - 1 veio
VELOCIDADE 19 nós
CARGA: 4 500 tons. de gasóleo, 460 de combustível de aviação, 325 tons. de água, 10 tons de lubrificantes, 120 de sólidos e 25 tons. de munições.
HELICÓPTEROS: possui pista para um médio.
GUARNIÇÃO 54 elementos M/F
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Maio 20, 2007, 07:20:44 pm
Muito Obrigado meus Senhores!

Perdoem a minha ignorancia, mas escapava-me o historial do reabastecedor.

Mais uma vez obrigado!
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Maio 20, 2007, 07:34:34 pm
Já agora, e depois de ler toda a materia por vos disponibilizada. Gostaria de dixar aqui mais uma duvida.
Em tempos li que a Marinha equacionava a subestituição do Bérrio, tendo tambem intenção de obter mais do que uma unidade.
Será no plano tecnico assim tão complicado a construção de embarcações desta natureza por parte ENVC?
Fica o mote!

Um Abraço
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Maio 20, 2007, 09:43:31 pm
citação:
Citar
Gostaria de dixar aqui mais uma duvida.
Em tempos li que a Marinha equacionava a subestituição do Bérrio, tendo tambem intenção de obter mais do que uma unidade.
Será no plano tecnico assim tão complicado a construção de embarcações desta natureza por parte ENVC?

É intenção da Armada substituir o Bérrio por outro reabastecedor, mas só um.
Desde que se comprem os planos no estrangeiro, os ENVC têm capacidade para o construir. Se não manda-se construir no estrangeiro que fica muitissimo mais barato. Nem quero saber o preçoa que já vão os NPO após tantas peripécias. Os dois primeiros já devem estar pelo preço de uma fragata em 2º mão.
Título:
Enviado por: SSK em Maio 21, 2007, 12:05:20 am
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Se não manda-se construir no estrangeiro que fica muitissimo mais barato. Nem quero saber o preçoa que já vão os NPO após tantas peripécias. Os dois primeiros já devem estar pelo preço de uma fragata em 2º mão.

Estava a ver que não encontrava ninguém como a mesma opinião da minha :G-Ok:
Título:
Enviado por: P44 em Maio 21, 2007, 09:31:32 am
Citação de: "SSK"
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Se não manda-se construir no estrangeiro que fica muitissimo mais barato. Nem quero saber o preçoa que já vão os NPO após tantas peripécias. Os dois primeiros já devem estar pelo preço de uma fragata em 2º mão.
Estava a ver que não encontrava ninguém como a mesma opinião da minha :G-Ok:


x2
Título:
Enviado por: Raul Neto em Maio 23, 2007, 12:21:01 am
x3 :cry:
Título:
Enviado por: nelson38899 em Maio 23, 2007, 09:29:02 am
Eu sou da mesma opinião que o preço dos NPO ja devem estar perto de uma fragata em segunda mão. Mas eu por um lado preferia que se tenta-se construir maior numero de navios, podem até ser um pouco mais caros os primeiros navios prontos, mas mesmo tendo essa desvantagem Portugal fica a ganhar pois é bom para a economia e ficamos com o conhecimento de como se constroi este tipo de equipamento, o que nos pode muito ajudar no futuro, e assim poderem diminuir os custos, e tambem começamos a ficar autonomos em relação aos outros.

Cump.
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Maio 23, 2007, 02:13:12 pm
Nelson 38899
escreveu:
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Mas eu por um lado preferia que se tenta-se construir maior numero de navios, podem até ser um pouco mais caros os primeiros navios prontos, mas mesmo tendo essa desvantagem Portugal fica a ganhar pois é bom para a economia e ficamos com o conhecimento de como se constroi este tipo de equipamento, o que nos pode muito ajudar no futuro, e assim poderem diminuir os custos, e tambem começamos a ficar autonomos em relação aos outros.


Siceramente não sei como um bem que fica 3 ou 4 vezes mais caro pode ser bom para a economia. Para já é o descrédito, depois o desbaratar do dinheiro dos contribuintes.
Ajudar no futuro? Quando daqui a 40 anos forem substituidos, já toda a gente envolvida no processo morreu ou está reformada. Não havendo continuidade perde-se o conhecimento adquirido.
Título:
Enviado por: P44 em Maio 23, 2007, 02:14:14 pm
:( Infelizmente acho que o Luis tem toda a razão
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Maio 23, 2007, 08:02:58 pm
Pois continuidade!

Não temos tradição de "fazer", já desde os seculos passados que preferimos comprar a construir.
Sempre fomos comerciantes inatos, vender com lucro sem ter que investir na compra da mercadoria.
Fazer bem nunca, salvo certas excessões evidentemente, mas depois sem continuidade.
Penso que no caso dos NPO, já se deveria ter pensado numa versão de exportação, visto existirem interessados no projeto.
Como tal, rentabelizavam o esforço inicial, aumentando a carteira de encomendas.
Título:
Enviado por: SSK em Maio 24, 2007, 01:17:39 am
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Penso que no caso dos NPO, já se deveria ter pensado numa versão de exportação, visto existirem interessados no projeto.


Quem lhe disse a si que isso não foi pensado, se até já se pensou em vender estes. O que é certo é que não me parece que alguém queira comprar estes depois de tudo que se passou. Julgo que qualquer país pensara duas vezes até existir um NPO a navegar e com provas dadas. Não acha???
Se até o Papanikolis está no goto dos gregos imagine um NPO que já deu mais problemas e a tecnlogia não é um décimo... :?
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Maio 24, 2007, 01:25:24 am
SSK escreveu:
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Quem lhe disse a si que isso não foi pensado, se até já se pensou em vender estes. O que é certo é que não me parece que alguém queira comprar estes depois de tudo que se passou


Tenho a impressão de que com a publicidade negativa e as limitações do projecto, só Angola poderá estar interessada e mesmo assim só se fôr oferta do governo português.
Título:
Enviado por: SSK em Maio 24, 2007, 01:29:17 am
Citação de: "luis filipe silva"
SSK escreveu:
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Quem lhe disse a si que isso não foi pensado, se até já se pensou em vender estes. O que é certo é que não me parece que alguém queira comprar estes depois de tudo que se passou

Tenho a impressão de que com a publicidade negativa e as limitações do projecto, só Angola poderá estar interessada e mesmo assim só se fôr oferta do governo português.
:toto:  :Palmas:
Título:
Enviado por: Von Einsamkeit em Maio 24, 2007, 07:11:30 pm
Alguem poderia me informar qual foi o maior e o mais poderoso navio tuga no tempo da vela?
Título:
Enviado por: Upham em Maio 24, 2007, 07:26:27 pm
Boa tarde!

Não tenho a certeza, mas penso ter sido a Nau do século XVI "Santa Catarina do Monte Sinai"

Cumprimentos!
Título:
Enviado por: Spectral em Maio 24, 2007, 07:55:33 pm
Nem por sombras.

Provavelmente a Vasco da Gama na transição do séc XVIII para o séc XIX, um navio de linha de 80 peças  ( havia pelo menos 1 de 80 nessa altura, juntamente com vários 74s, penso que a Vasco da Gama era a de 80, mas agora não tenho aqui os livros).

A "Santa Catarina do Sinai" ( que sim, era talvez a nau mais poderosa  da altura  :mrgreen: )  ou semelhante seria espancada por uma mera fragata típica da altura das Guerras Napoleónicas, um vaso com um deslocamento apenas ligeiramente inferior...
Título:
Enviado por: Von Einsamkeit em Maio 24, 2007, 07:57:33 pm
Pensei que tinha algo na linha do Santissima Trinidad

Mas tens fotos deste navio spectral?
Título:
Enviado por: Spectral em Maio 24, 2007, 08:36:34 pm
O Santíssima Trindade era um monstro de 4 conveses de tiro, com 140 peças. O seu valor militar era um bocado "questionável"...

Que eu saiba a Armada Real nunca operou navios com mais de 2 conveses de tiro ( dos quais os maiores são os 80s referidos acima).

Imagens só num par de livros, mas de momento estão uns bons milhares quilómetros de mim  :(
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Maio 24, 2007, 09:12:57 pm
Von Eins escreveu:
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Mas tens fotos deste navio spectral?
Acho que por essa época a Kodak ainda não vendia para Portugal.
 :lol:  :?
Título:
Enviado por: papatango em Maio 24, 2007, 09:22:12 pm
Na primeira metade do século XVI, enquanto o dinheiro da Índia transformava Portugal no país mais rico do mundo, o dinheiro permitia fazer tudo.

Portugal não tinha um grande exército, mas tinha uma marinha superior à de qualquer outro país.
Como a exploração marítima em Portugal era propriedade do Estado, o Estado Português tinha uma esquadra, que segundo Oliveira Martins, atingia normalmente um total de 400 grandes navios de alto bordo.
Na altura, o rei de Inglaterra, tinha 20 desses navios.

O expoente da construção naval portuguesa, foi construido em 1535.

O navio era de tal forma poderoso que o imperador Carlos V, mandou pedir ao rei de Portugal que lhe enviasse o navio para ajuda-lo na conquista de Tunis e na captura do Barbaroxa.

O navio, ou Nau chamava-se S. João, e os seus 366 (trezentos e sessenta e seis) bocas de fogo e canhões de bronze, deram-lhe o epiteto de S. João, o Botafogo. Ele foi o comandante da esquadra de 23 navios enviada pelo rei de Portugal para tomar a cidade.

Era de longe, o mais poderoso navio europeu. Ele ultrapassava de muito a Henri Grace a Dieu que Henrique VIII mandou construir e que só tinha rival noutro navio português, o Santa Catarina do Monte Sinai. Esses navios não ultrapassavam os 200 canhões, entre canhões pesados, pedreiros, leões (etc) e colubrinas leves.

No entanto a tendência portuguesa para construir navios cada vez maiores era considerada negativa.
Nos finais do século XVI, já no periodo Filipino, um galeão português foi capturado pelos ingleses e levado para inglaterra perante os engenheiros navais ingleses que afirmaram que não sabiam como era possivel fazer um navio tão grande.

O rei teve que mandar publicar leis para proibir a construção de navios demasiado grandes.

O engraçado, é que quando se fala nos grandes galeões espanhois, do século XVI, eles eram na realidade portugueses.

Outro dos navios importantes, foi por exemplo o galeão São Marinho, que foi navio almirante da armada invencivel em 1588.

NOTA IMPORTANTE

Há um navio chamado S. João Baptista, que aparece em vários sites na internet, mas tanto quanto sei, trata-se de um S.João Baptista construido no final do século XVI e que se perdeu em 1622.
Este navio, é um galeão e não um Nau ou carraca, como seria a S.João conhecida como Botafogo.

Tanto quanto sei, nem restaram planos do navio. Apenas se conhecem as descrições sobre as dimensões do navio e o seu extraordinario poder de fogo.
Título:
Enviado por: Luso em Maio 24, 2007, 10:35:56 pm
PT, há alguma publicação em Inglês sobre esses navios?
Se nada existir nessa lingua franca nunca existiram para o Mundo.
Há que divulgar isso mesmo aos portugueses. Há que revelar a mediocridade actual para nos pormos em sentido, darmo-nos ao respeito e estar à altura dos nossos antepassados.
Título:
Enviado por: papatango em Maio 24, 2007, 11:32:52 pm
Pessoalmente não conheço nenhuma publicação em língua inglesa sobre as naus ou galeões portugueses.
Só livros sobre temas militares onde os ingleses se queixam de que há muito material em Portugal, mas que os documentos estão em português.

Além do mais, creio que não é correcto chamar os navios de galeões, porque o galeão, pela definição que tenho é um navio mais estreito e resultado da tentativa de construir um navio mais pequeno e mais rápido.

Para a tecnologia do século XVI em Portugal chegou-se ao exagero. Há informações sobre navios de mais de 2.000 toneladas, quando uma Urca grande do norte da europa deslocava 400 toneladas.

Os navios na altura eram todos prototipos e não havia classes de navios. Eles também eram construidos por mestres em construção naval que passavam a informação por via oral, pelo que não deveriam utilizar muitos planos de pormenor.

Muita informação foi perdida com o terremoto de 1755 e com os incendios que se lhe seguiram. Ocorreram também incendios posteriores que são responsáveis por se ter perdido parte da informação.

Hoje em dia há mais informação sobre os navios que se construiram na Índia que sobre os que se construiram em Lisboa por causa disso.
Temos registos quase que da compra de cada tábua na India, mas pouco sobre Lisboa.

Creio que... aliás, não creio tenho a certeza, de que hoje não temos capacidade para construir um navio como o São João "Botafogo".
Provavelmente para voltar a construir qualquer coisa como aquilo, seria necessário recorrer a computadores especializados em navios, e os programas que há, não foram feitos para navios à vela com as dimensões das carracas.

Logo, creio que mesmo o software precisará de ser reescrito e configurado para poder construir um modelo de carraca que se pudesse manter à tona de água.

De resto, devo dizer que os navios que construíamos eram enormes, porque dominámos na perfeição a arte da construção de grandes navios, mas eles eram lentos e de navegação dificil.

Seria muito mais interessante estudar os planos para os grandes navios de vela redonda, que eram economicamente inviáveis, mas seriam a resposta aos navios ingleses e holandeses.

É aí que o periodo filipino foi uma desgraça.

Os espanhóis, eram essencialmente um povo mediterrãnico por causa da Coiroa de Aragão e dos reinos mediterrânicos e os castelhanos eram um povo com mentalidade continental e não marítima.

A meu ver, uma das razões da nossa adesão à Hespanha foi exctamente para conseguir os recursos necessários para defender a Índia, e para construir uma marinha que fosse eficiente.

Essa marinha não passava nem pelas carracas nem pelas naus, mas a coroa em Madrid, com uma visão continental-mediterrânica e controlada pela inquisição, não era suficientemente aberta a ideias novas.

Chegaram a dizer a Filipe II, que se quisesse garantir o dominio dos seus reinos no mundo, deveria mudar a capital para Lisboa, mas a mudança da capital, implicava a ascenção do poder da burguesia e da nobreza portuguesa dentro da coroa. A visão centralista dos castelhanos, não foi capaz de abrir mão de alguma coisa preferindo ficar com tudo.

O resultado, todos o conhecemos.
Título:
Enviado por: ferrol em Maio 25, 2007, 12:51:30 pm
Citação de: "papatango"
Os espanhóis, eram essencialmente um povo mediterrãnico por causa da Coiroa de Aragão e dos reinos mediterrânicos e os castelhanos eram um povo com mentalidade continental e não marítima.
Dacordo deica 1.492. Os castellanos estiveron ocupados na Reconquista do sur deica ese ano, xa que os aragoneses remataran a súa parte bastante antes e non chegaran tan abaixo. Pero despois de 1.492 a cousa cambiou moito. Cando Isabel pagou a viaxe de Colón ó novo mundo, quería compensa-la influencia do séu esposo Fernando de Aragón no Mediterráneo con novas rutas comerciais deica Cipango polo Atlántico. Así, Castela quedou co Atlántico pelexando cos piratas ingleses e holandeses e Aragón co Mediterráneo loitando co Turco...
Xa naquela época, Elcano tiña rematada a súa primeira volta ó mundo, Juan de la Cosa tiña feito o primeiro mapamundi, Legazpi tiña chegado ás Filipinas, Villalobos ás Palau, Hernando Grijalva, Orellana...a vocación naval de Castela queda fóra de toda dúbida...

A España daquela época era unha superpotencia mundial, que tiña intereses por terra e por mar. Indubidablemente, a adhesión portuguesa melloróu a experiencia naval española, como a holandesa melloraba a comercial e a alemana a industrial, pero xa antes Castela tivera grandes navegantes, e despois que Portugal abandoase o Imperio, España permanecéu aínda por 100 anos máis dominando o Atlántico contra ingleses ou franceses...

En 1.580, case 100 anos despois de Colón, cando se reunificou a Península, Castela levaba no Atlántico 3 xeracións, e xa tiña organizado o comercio Atlántico desde había polo menos 3 décadas, unha vez tiña rematada en grande parte a tarefa de descubremento e escomenzou a tarefa de colonización. Así que, desde o méu ver, naquela época Castela non tiña, en modo algún, unha mentalidade continental, xa que tiña grandes capitáns e destinaba grandes esforzos á tarefa naval.
Citação de: "papatango"
A meu ver, uma das razões da nossa adesão à Hespanha foi exctamente para conseguir os recursos necessários para defender a Índia, e para construir uma marinha que fosse eficiente.
As razóns de que Portugal entrase no Imperio foron os dereitos dinásticos que fixo valer Felipe sobre as terras de Portugal.
Citação de: "papatango"
Essa marinha não passava nem pelas carracas nem pelas naus, mas a coroa em Madrid, com uma visão continental-mediterrânica e controlada pela inquisição, não era suficientemente aberta a ideias novas.
Por exemplo a de chegar a Oriente por Occidente, unha tolemia dun tal Colón que en Portugal non tivo moito éxito e tivo que ir á Madrid a convencer a esas mentes "non suficientemente abertas"... :wink:
Título:
Enviado por: papatango em Maio 25, 2007, 09:47:54 pm
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...Indubidablemente, a adhesión portuguesa melloróu a experiencia naval española, como a holandesa melloraba a comercial e a alemana a industrial, pero xa antes Castela tivera grandes navegantes, e despois que Portugal abandoase o Imperio, España permanecéu aínda por 100 anos máis dominando o Atlántico contra ingleses ou franceses...
A "adesão" portuguesa não alterou nada, aliás apenas piorou as coisas, porque a ideia dos portugueses era conseguir dinheiro para reactivar o imperio da Índia que estava decadente.

Bastava para isso ver o que foi feito na modificação feita a mando do marquês de Santa Cruz, ao mandar modificar os navios construidos pelos portugueses, para que se parecessem com os castelhanos, adicionando-lhes "pontes de abordagem".
Os galeões portugueses, que eram mais rápidos e ágeis que os castelhanos, ficaram muito mais lentos e dificeis de controlar.

= = = =

A questão da mentalidade continental, e a ideia de que os governantes espanhois, foram quase sempre dominados por uma mentalidade continental, nem sequer é minha, mas sim do Almirante da Armada Espanhola, Eliseo Arias-Arenas, que escreveu o seguinte:
La politica española no se ha preocupado de atender a la condición eminentemente marítima de España aunque sin tierras en ultramar se quedara, tal vez por incomprensión del político, nasciente esta de su ignorância […] El español sigue en su plena «continentalidad» pese a la permanente insistência de la condición eminentemente marítima de España”
Segundo a revista de Marinha, esta alocução foi escrita num artigo intitulado "Lo naval : en el 98… y hoy" El País, 1 de Junho de 1998, p. 4.

Citação de: "Ferrol"
En 1.580, case 100 anos despois de Colón, cando se reunificou a Península,
INCORRECÇÃO HISTÓRICA. A península nunca foi unificada, pelo que não poderia ser reunificada. (mas isto é off toopic).

Citação de: "Ferrol"
As razóns de que Portugal entrase no Imperio foron os dereitos dinásticos que fixo valer Felipe sobre as terras de Portugal.
Essas são as razões apontadas nos livros do ensino básico nas escolas. Quem estudar um pouco mais, saberá que grande parte da nobreza estava a favor da união dinástica porque esperava conseguir subsidios e dinheiro dado pelos Filipes, dinheiro que Portugal já não lhes podia dar, por causa da decadência do império da Índia.
O país tinha perdido praticamente todo o seu exército em Alcacer Quibir e naturalmente estava praticamente indefeso.
A adesão à "Hespanha" pareceu na altura ser a solução mais prática e simples. Quando se tornou óbvio que tinhamos aderido a uma entidade que poucos anos mais tarde abria falência, começou a notar-se que não tinha sido boa ideia.

Há que juntar que, a nobreza portuguesa acalentava a possibilidade da transferência da capital para Lisboa. Isso não aconteceu, por causa da nobreza castelhana, que boicotou a transferência da capital para Lisboa, como boicotou a transferênca da Capital para Valência (e neste caso a coroa chegou mesmo a mudar-se para Valência).

É essa pressão castelhana, que força e vinca a mentalidade continental das elites governantes espanholas.

Vendo que não podiamos fazer nada para mudar o estado de coisas, fizemos a única coisa que fazia sentido, depois da a Catalunha ter mostrado o caminho... Não queremos mais...

Citação de: "Ferrol"
Por exemplo a de chegar a Oriente por Occidente, unha tolemia dun tal Colón que en Portugal non tivo moito éxito e tivo que ir á Madrid a convencer a esas mentes "non suficientemente abertas

? ? ? ?
Em 1580 Ferrol, já Cristofom Colona, tinha morrido há muito tempo.
As ideias novas de que falo, eram a de construir navios de vela latina as chamadas caravelas redondas, ou caravelas de grande tonelagem, que eram capazes de atacar os navios ingleses e Holandeses.

Creio que chegaram a ser construidas algumas destas caravelas. Eram menos armadas que os galeões ingleses e holandeses mas eram muito mais manobraveis e podiam navegar contra o vento o que lhes permitia atacar de vários ângulos.

É um navio que se começou a estudar em meados do século XVI, quando se começou a notar que os nossos navios não eram suficientemente rápidos para lutar contra os galeões mais pequenos mas mais manobráveis de holandeses e ingleses.

Com o inicio do periodo de 1580-1640, a mentalidade continental da coroa, tornou este tipo de necessidade inutil, porque a coroa dos Austrias estava noutro comprimento de onda.

Mais uma vez, a mentalidade continental, e a incapacidade de utilizar o mar em sua vantagem, como fizeram os portugueses durante quase um século no oceano Índico.

A Espanha dos Habsburgos mesmo no seu apogeu, não tinha uma marinha capaz de evitar que os ingleses atacassem o seu próprio território e o ocupassem temporáriamente várias vezes.
Título:
Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 10:37:44 pm
post duplicado
Título:
Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 10:38:15 pm
Para não se perder noutro tópico vou colocar algumas biografias de quem cedeu o seu nome aos navios de guerra da nossa marinha.

Citar
Afonso Cerqueira

Oficial da Marinha de guerra, nasceu em Viseu em 1-II-1872.
Cursou o liceu de Viseu e depois fez os preparatórios na Escola Politécnica de Lisboa, entrando em seguida na Escola Naval, concluindo o curso com 19 anos.
Especializou-se depois em meteorologia, metralhadoras pesadas e ligeiras, gases de combate, torpedeiro-electricista, em Vale do Zebro, observador de Aeronáutica, em Sintra e Alverca, radiotelegrafia, sinais e comunicações, torpedos e minas e tem o Curso Naval de Guerra e o 4º grau do curso de oficiais, em Caxias.
Fez serviço no corpo de Marinheiros, Arsenal de Marinha, Estado Maior da Armada, Estado Maior Naval, conselhos de guerra, Campo entrincheirado de Lisboa, comissão de Aviação Comercial do Ministério do Comércio e Conselho da Ordem da Torre e Espada; foi capitão do porto da Nazaré, instrutor das escolas de Alunos Marinheiros de Faro, Prática de Artilharia Naval e Prática de Torpedos e Electricidade; presidente das comissões Central de pescarias, Permanente de Estudo de todas as questões relativas à pesca do bacalhau, do conselho de Administração da Caixa de previdência e Crédito Marítimo da Junta de Aptidão Física dos Oficiais; director da Aeronáutica Naval desde 1917 a 1922 e de 1929 a 1932, tendo sido, em 1917, durante a guerra, de 1914-18, quem organizou em Portugal este serviço técnico.
Colaborou na organização dos « raids » aéreos à Madeira e ao Brasil e fez parte da comissão de assistência ao « raid » Lisboa - Macau; também pertenceu à Comissão Mista de Aeronáutica e desempenhou os cargos de superintendente do Serviço Naval de Defesa Submarina, chefe da Estação de Barreiras e Minas, Microfones e Navios Lança-Minas.
Fez parte de numerosíssimas comissões. Embarcou em vários navios de guerra, em viagens no continente, ilhas adjacentes, colónias e estrangeiro, fez quatro estações em África ; em 1893-94 serviu na corveta «Mindelo» no Brasil e Uruguai, por ocasião da revolta dos almirantes Custódio de Melo e Saldanha da Gama contra o presidente da república Floriano Peixoto.
Em 1899 fez uma viagem à vela no transporte «Pêro de Alenquer», à Índia pelo Cabo da Boa Esperança, a qual durou 339 dias. Comandou: as canhoneiras «Faro», «Vouga» e «lagos», a lancha-canhoeira «Cherim», vapor «Baptista de Andrade» e transporte «Álvaro de Caminha», estes três navios em Moçambique; rebocador «Bérrio»,vapores «Funchal» e «Cabo Verde», cruzador «S.Gabriel»,contra-torpedeiro «Guadiana», caça-minas «Azevedo Gomes» e transporte«Pedro Nunes»,e foi presidente do júri dos exames para segundos-tenentes, no navio-escola «Sagres».
Título:
Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 10:43:08 pm
Citar
ALMEIDA CARVALHO

Advogado, historiógrafo, jornalista e primeiro oficial taquígrafo da secretaria da Câmara dos pares, nasceu em Setúbal a 05/03/1817, morreu na mesma cidade a 29/03/1897.
Foi redactor principal do Setubalense, primeiro periódico (semanal) que teve Setúbal, e que durou de Julho de 1855 até Dezembro de 1857. Dedicou-se ao estudo dos problemas relativos às salinas das margens do Sado e coligiu sobre a história de Setúbal diversos apontamentos que ficaram inéditos.
Foi sócio e secretário da direcção da Sociedade Arqueológica Lusitana, fundada em Setúbal e cuja história, escrita por ele, se pode ver no Boletim da Real Associação dos Arqueólogos, volume de 1896.
Foi vogal e secretário da comissão encarregada de propor o governo os projectos de regulamentos que foram aprovados por decretos de 20/11/1851, os quais deram nova organização à Junta da Repartição do Sal das Salinas das margens do Sado, outorgaram diferentes providências acerca do comércio daquele género e instituíram nova inspecção dos lastros no porto de Setúbal.
Foi ele que, na qualidade de secretário da Comissão, redigiu o relatório que precede os regulamentos, no qual se contém a história abreviada da antiga instituição da Roda para a venda de sal das referidas salinas (esse relatório foi impresso em Lisboa, em 1851). Por esse tempo escreveu também uma memória intitulada A roda do sal e a liberdade do comércio (considerações acerca da industria do comércio do sal em Setúbal, em resposta aos antagonistas da Roda, e mais particularmente a Latino Coelho), a qual foi publicada nos números 140, 141 e 142 do jornal a Justiça e no número 1.419 de A Nação (1852).
Aposentado, retirou-se para Setúbal. Colaborou em diversos jornais, tendo publicado na Revolução de Setembro, entre outros os seguintes artigos: Setúbal e suas muralhas (número 3.792, ano de 1854); considerações sobre o terremoto de 11/11/1858; considerações acerca da necessidade de extinguir o tributo que pesa sobre os pescadores (número 4.995, de 1858); Arqueologia (sobre antiguidades romanas de Lisboa, número 5.086, de 1859). No Arquivo Pitoresco publicou um artigo Sobre a verdadeira inteligência de uma inscrição goda  encontrada em Alcácer do Sal (tomo 6, página 182-4).
Em 1863 publicou em Lisboa um folheto intitulado Duas palavras ao autor do «Esboço Histórico de José Estêvão», ou refutação da parte respectiva aos acontecimentos de Setúbal de 1846-47 e a outros que com aqueles tiveram relação.  
Título:
Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 10:49:00 pm
Código: [Seleccione]
ANTÓNIO ENES

Politico, escritor e colonialista, nasceu em Lisboa, a 15 de agosto de 1848, e morreu em Queluz a 6 de agosto de 1901.
Fez os seus primeiros estudos no colégio dos padres lazaristas, matriculando-se depois no liceu, donde passou ao curso superior de letras. Aqui defendeu tese, depois dum curso brilhantissimo.
Durante alguns anos dedicou-se à vida comercial, depois de ter sido preterido um concurso para uma cadeira do Instituto Industrial. Estava filiado no partido histórico, chefiado pelo duque de Loulé, e, como tal, entrou para a redação da Gazeta do Povo. Tomou depois a direcção de O País, onde revelou dotes exepcionais de jornalista e polemista. Depois do pacto da Granja, de que resultou a fusão dos partidos reformista e histórico, O País passou a denominar-se Progresso, e António Enes ficou como seu redactor principal. Fundou tambem O Dia, de que foi director político e redactor principal.
Em 1880 foi eleito deputado, mas as câmaras foram dissolvidas. Só tornou ao parlamento na legislatura em 1884-1887, tendo sido reeleitoem 1887-1889 e 1890-1891. Em 1886 foi nomeado bibliotecário-mor da Biblioteca Nacional de Lisboa, lugar que estava vago pelo falecimento de Mendes Leal. Depois do ultimato Inglês de 1890, António Enes foi encarregado da pasta da Marinha e Ultramar, no governo presidido pelo general João Crisóstomo de Abreu e Sousa. Nas circunstancias do momento, de grande excitação nacional e grande perigo para a integridade das colónias portuguesas, a gerencia daquela pasta exigia qualidades dificeis de preencher. António Enes venceu todas as dificuldades que podiam obstar à sua acção e em poco tempo organizou a expedição militar em Moçambique, e providenciou com a maior energia sobre os acontecimentos de S. Tomé, Guiné e Bié.
Em 19 de junho de1891 foi nomeado comissário régio em Moçambique, onde deu provas de grande saber e competencia, deixando o seu nome ligado a notávies obras e feitos naquela colónia. Bastaria para por o seu nome em evidência o facto de ter sido o organizador da expedição de Mousinho de Abulquerque, que levou ao heroico feito de Chaimite.
Em 1896 foi nomeado ministro de Portugal no Brasil. Presidiu, tambem, ao comité que dirigiu os trabalhos do quinto Congresso de Imprensa, reunido em Lisboa em 1898.
Publicou:
•A Filosofia religiosa do Egito, tese apresentada no Curso Superior de Letras, Lisboa, 1868;
•A guerra e a Democracia;
•Considerações sobre a situação politica da Europa;
•Deve estabelecer-se a pena de Morte?
•A Irmã de Caridade;
•Caminho Errado

Da sua obra em Africa deixou: A Guerra de Africa de 1895, trabalho que foi muito discutido. Tambem nos Serões publicou: De Lisboa a Moçambique.
Para o teatro escreveu: Os Lazaristas, peça em três actos representada no ginàsio ( 17 de abril de 1875 ) e em muitos teatros da provincia e do Brasil, com assinalado exito e impressa em Lisboa, 1875. Esta peça deu origem a polémicas e graves conflitos, tendo sido publicado a seu respeito, pelo Padre Sena Freitas o folheto: Os Lazaristas pelo Lazarista sr. Enes. A peça foi tambem publicada em folhetins pela Gazeta de Noticias, e deu lugar a um opúsculo de Augusto Ribeiro: Os Lazaristas nos Açores, Lisboa, 1876. Como fosse proibida a sua representação no Brasil, António Enes publicou:  O Conservatório Dramático do Rio de Janeiro e o drama « Os Lazaristas ».
António Enes era casado com a actriz Emilia dos Anjos.
Título:
Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 10:50:11 pm
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AUGUSTO DE CASTILHO


Nome por que ficou conhecido Augusto Vidal de Castilho Barreto e Noronha , oficial de Marinha ,n. em Lisboa a 10-X-1841 m. a 30-III-1912 ,filho do 1º visconde de Castilho e de sua mulher , D. Ana Carlota Xavier Vidal. Estudou na Escola Politécnica e na Escola Naval .
Em 1859 assentou praça como aspirante , e antes mesmo concluído o tirocínio escolar ,recebeu ordem de embarcar nos navios de guerra enviados a Angola em Agôsto de 1860 , a conduzirem algumas companhias do regimento de Infantaria 2 ,a-fim-de punirem graves distúrbios do gentio do Ambriz . Foi nessa viagem que travou conhecimento com D. Luiz, então infante e simples oficial de Marinha , que comandava a corveta «Bartolomeu Dias», na qual fazia serviço Augusto de Castilho .O infante ,sabendo a que familia pertencia Castilho, Quis conhece-lo mais de perto .Afeiçoo-se-lhe chamava-o à sua camara nas horas de folga , onde ambos se embebiam na leitura das paginas do autor Jocelyn , ou do cantor das Folhas de Outono  e das Odes e Baladas .
Em Maio de 1861 partia na fragata « D. Fernando »para a estação naval da Índia , onde em Março de 1862 recebia a patente de guarda-marinha e onde o seu merecimento deu lugar a que o governador geral , conde de Torres Novas , o nomeasse adido à missão Portuguesa para a demarcação dos limites do padroado Português no Oriente, que trabalhava juntamente com outra , instituída pelo vice-rei da Índia Inglêsa .
Em Outubro de 1862 é graduado em 2.º tenente .Regressa a Portugal em 1864. Depois de várias viagens ,uma delas ao Brasil, o almirantado entrega-lhe , ainda 2.º tenente , o comando da escuna «Barão de Lazarim». Nela largou para Moçambique , onde estacionou . Levantou o plano hidrográfico de alguns pontos da costa e de várias barras .
Em Outubro de 1874 , novamente em Lisboa é nomeado governador do distrito de Inhambane .Segue imediatamente para a província de  e em Maio d 1875 o governador geral transfere-o para o cargo de governador de Lourenço Marques . É então promovido a 1.º tenente , e logo em Setembro desse ano de 75 capitão-tenente ,demorando-se no governo de Lourenço Marques até 1879, ano em que , cansado , pede a sua exoneração , regressando a Lisboa.
É eleito deputado por Salcete em 1882 dirigindo nas Cameras toda a sua atenção para os assuntos ultramarinos . Em 1884 é lhe confiado o comando da canhoneira «Rio Lima», que se dirigia à estação naval de Moçambique , visitando com ela primeiramente os portos do Brasil .
No Rio de Janeiro recebe a noticia de ter sido agraciado com a carta de conselho e com a nomeação de governador geral de Moçambique ,cargo que ocupa de 1885 a 1889.Inauguro-se sob seu governo o caminho de ferro de Lourenço Marques a Incomati .
 Em 1886 faz a ocupação da parte sul da baía da Tungue , depois de largar com os seus navios de Zanzibar e de ter enviado um ultimato ao sultão , que se recusava a tratar lealmente connosco .
Em 1888 rebentava a nova revolta dos bongas , os déspotas da Zambézia , capitaneados pelo temido Montontaura , que conseguiu reunir à sua volta os melhores elementos para uma resistência séria .O governador partiu logo para a Zambézia , subiu rapidamente o rio , deu em Sena as suas ordens ao governador de Manica e estabeleceu quartel-general numa aringa na foz do Miura . Dela dirigiu as operações , quer se prolongaram até ao final do ano em que tomou a aringa de Masangano, nela icando a bandeira portuguesa e mandando construir o forte D. Amélia. Para comemorar este sucesso , a cidade de Moçambique ofereceu-lhe uma espada de honra.
Em 1889 pede a exoneração do seu cargo e volta a Portugal , sendo em 1881 nomeado comandante da corveta «Mindelo».
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Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 10:52:03 pm
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BAPTISTA DE ANDRADE



Oficial da Marinha e colonial que se distinguiu muitíssimo em campanhas ultramarinas, nasceu a 27 de março de 1819 e morreu a 26 de fevereiro de 1902. Assentou praça em 1833, sendo promovido a guarda-marinha graduado em 1839, e a efectivo em 1840.
A sua primeira viagem foi a Moçambique e Goa, com uma passagem do Cabo tormentosíssima.
Regressou da Índia em 1838, e foi acabar o curso da escola Politécnica. Promovido a segundo tenente em setembro de 1844, voltou ao mar como imediato do chutar «Andorinha».
Em setembro de 1845, promovido a primeiro tenente por distinção. Após cinco anos de imediato do «Andorinha», passou a comandar este navio que foi finalmente desarmado. Depois, sucessivamente, imediato e a seguir comandante do brigue «Serra do Pilar», e comandante do brigue «Corimba » e da polaca «Esperança».
O governo da província de Angola nomeou-o governador do distrito de Ambriz, em maio de 1855, nomeação que foi confirmada por decreto de 27 de setembro do mesmo ano. Empreendeu então ma série de brilhantes campanhas para subjugar revoltas de vários sobas indígenas. Em recompensa desses serviços, era nomeado oficial da Ordem da Torre e Espada em outubro de 1857, e promovido a capitão-tenente em 1858, por distinção, em campo de batalha, contando a antiguidade desde 8 de setembro do ano anterior, data em que realizara o ataque mais importante aos régulos revoltados. Teve depois de partir para Engunde, no Bembe, onde subjugou outra revolta.
Apesar de a junta de saúde o mandar recolher à metrópole, com seis meses de licença foi reconduzido no governo de Ambriz por mais três anos, pela necessidade que havia dos seus serviços.
Em 1859 deixou o distrito e foi autorizado a aceitar a superintendência das minas de Bembe, por um ano, com a obrigação de determinar as coordenadas para o traçado cartográfico das minas e dos caminhos desde Mossâmedes até elas. Precisando sair da província o governador Coelho do Amaral, e não convindo entregar a administração ao Conselho Governativo, foi designado Baptista de Andrade para o substituir.
Nomeado comandante das forças expedicionárias ao norte do rio Dande (1860), cedeu a quantia com que o glorificaram, sob condição de ser distribuída por todos os oficiais que o acompanhassem. Regressou finalmente à metrópole , sendo já capitão-de-fragata, a que fora promovido por decreto de 21 de setembro de 1860.
Em setembro de 1861 tomou o comando da corveta «Estefânia» , e em agosto de 1862 era nomeado governador geral de Angola. Percorreu então o norte da província, consolidando o nosso domínio. Cercado no Bembe, defendeu-se heroicamente, até que foi socorrido por uma missão comandada pelo major Teotónio Maria Coelho Borges.
Em 1865, tendo completado três anos de governo, pediu a demissão e regressou à metrópole. Havia sido promovido a capitão-de-mar-e-guerra por decreto de 11 de agosto de 1863, sem prejuízo dos oficiais mais antigos; em maio de 1868 entro para o quadro. Depois dum curto comando da fragata «D. Fernando», voltou ao da corveta «Estearina». Era comandante desta quando o navio foi mandado a inauguração do canal de Suez e desarvorou com um grande temporal no Mediterrâneo. Mais tarde foi a «Estefânia» mandada à índia, quando a revolta da colónia tomou incremento. Regressando a Portugal, deixou pela Segunda vez o comando da corveta, e foi promovido por distinção a contra almirante supranumerário em 1872 (do quadro em 1877).
Em 1873 tornou-se critica a situação em Angola, por causa da revolta dos Dembos. Nomeado governador pacificou a província; e, no fim de três anos regressou a Lisboa.
Em 1889, promovido a vice-almirante ; em 1890, comandante geral da Armada; em 1892, vice presidente do conselho do Almirantado; em 1895, por distinção especial foi promovido a Almirante.
Em 1896 abandonou o serviço activo. Foi ele, quem conduziu de Bordéus a Lisboa, em 1886, a princesa Amélia, que vinha casar com rei D. Carlos.
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Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 10:58:04 pm
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CORTE REAL


Fidalgo e navegador, o mais novo dos três filhos de João Vaz Corte-Real, deve ter nascido em 1450 no continente. Segundo Damião de Gois, esteve ao serviço do futuro D. Manuel I, por então ainda duque de Beja.
Em 1497 estava estabelecido em Angra, administrando a capitania, primeiro na qualidade de lugar-tenente do pai, e depois, em seguida a morte deste, na de substituto do irmão mais velho, Vasco Anes.
Pelos fins do sec. XV, por própria iniciativa e à sua custa, empreendeu uma viagem de descobrimento, pois que a carta de doação que lhe concedeu D. Manuel, a 12-V-1500, diz assim:«porquanto Gaspar Corte-Real, fidalgo da nossa casa, os dias passados se trabalhou, por si e à sua custa, com navios e homens, de buscar e descobrir e achar, com muito trabalho seu, e despesa de sua fazenda, e perigo de sua pessoa, algumas ilhas e terra firme», etc.. Não se sabe em que direcções se realizaram essas viagens, ou essa viagem de Gaspar, mas tudo leva a crer que se dirigissem para Ocidente. Naquela carta, o Rei concedia-lhe o governo, para ele e seus descendentes, de todas as terras que «novamente achar ou descobrir ».
Segundo Damião de Gois, para esta nova viagem « partiu do porto de Lisboa no começo do verão do ano de 1500», com « uma nau bem equipada de gente e de todo o mais necessário» , e segundo António Galvão, no Tratado dos diversos caminhos, etc., «partiu da ilha Terceira com dois navios, armados à sua custa». Quanto a este ultimo pormenor, sabemos que não é exacto o testemunho de Galvão, e que Miguel, o segundogénito, concorreu com metade das despesas da viagem. Gois afirma que nesta segunda viagem «descobriu para aquela banda do norte uma terra que, por ser muito fresca e de grandes arvoredos, como o são todas as que jazem para aquela banda, lhe pôs o nome de Terra Verde». Logo depois do regresso preparou a sua terceira expedição, que partiu de Lisboa em três navios, em Janeiro de 1501.
A 8 de Outubro do  mesmo ano, um desses três navios estava de regresso a Lisboa. Pietro Pasquaglio, embaixador  da República Veneziana em Lisboa, escreveu a seus irmãos, residentes em Veneza, a 19-X-1501, uma carta em que dá a primeira relação conhecida da viagem.
Diz que se descobriu, a 2000 milhas, entre o NO e o O., uma terra incógnita, e que se percorreram 600 a 700 milhas da costa sem se lhe achar fim, sendo que tal terra prolongava outra descoberta no ano anterior ao setentrião, e que não puderam atingir por causa dos gelos. Três dias depois da chegada do primeiro navio surgia no Tejo um segundo, que não era aquele em que viajava Gaspar.
Habitava então em Lisboa um italiano chamado Alberto Cantino, que mantinha correspondência com Hércules d’Este, duque de Ferrara. Em carta de 19 de Outubro faz ele ao duque uma narrativa da viagem, segundo o que ouvira dizer ao comandante do navio, numa narrativa deste ao Rei, a que Cantino estivera presente.
No fim de cinco meses desta viagem de Gaspar, haviam os navegantes encontrado enormes massas de gelo; depois, impedidos de prosseguir pelo mar gelado, rumaram a NO e O, e no fim e três meses de viagem nessa direcção descobrirão uma grande terra, com importantes rios.
Propõe a hipótese de que Gaspar teria, nesta terceira viagem, percorrido a costa meridional da Terra-Nova, virado para o norte do cabo Ray, seguido ao longo da margem ocidental da ilha até o estreito de Belle-Isle , acompanhando depois o litoral meridional do Lavrador, entrando no golfo de S. Lourenço, depois retrocedido para o atlântico, continuando as suas explorações, e vindo a naufragar, enfim, no estreito de Davis ou na baia de Hudson.
Com a esperança de encontrar terras que, de acordo com aquele tratado, competissem a Portugal, teria ido navegando até o Cabo Bretón, e possivelmente até a ponta SE da Terra-Nova.
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Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 10:59:48 pm
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PEREIRA  DE  EÇA

 António Júlio Pereira da Costa Pereira de Eça , oficial general e ministro da guerra , n. em 31-III-1852 e m. em 6-XI-1917. Assentou praça em 22-VII-1869, cursando os preparatórios para de artilharia . Sendo 1.º sargento graduado aspirante a oficial do batalhão n.º 2 de Caçadores da Rainha, foi promovido a alferes aluno de Artilharia da Escola do Exercito , em 15-IV-1875 .
Promovido a alferes em 27-XII-1876 , era capitão em 31-X-1884 . Nesse posto serviu Moçambique , fazendo parte do corpo expedicionário a essa província , como comandante da 1.ª Companhia do Regimento de Artilharia 4, de guarnição .Em 1884 e1885 , ainda em Moçambique , o capitão Pereira de Eça desempenhou uma comissão de serviço no Ibo.
Em 1886 foi nomeado por indicação de Mouzinho de Albuquerque , governador do distrito de Lourenço Marques .
Exonerado em 1897 , passou a servir no distrito militar de Gaza ,que se achava em estado de sitio , e na coluna de operações , recusando regressar à metrópole apesar do precário estado de saúde e tomando destacada parte no combate de Mapulenguene , em 10-VIII-1897, pelo que teve louvor .
Major desde 8-VI-1898, voltará em 1903 a servir na província de Cabo Verde como chefe do Estado Maior e secretário geral . Nesse cargo e em 1905 , fez parte de uma importante comissão encarregada de estudar e regularizar vários serviços relativos ao saneamento das populações , ás alfandegas , a concessões de terrenos, ensino publico profissional, código administrativo da província , fiscalização e defesa das águas territoriais ,etc. Louvam-no, ao abandonar o arquipélago em 1908 , pela muita actividade , zelo e inteligencia com que desempenhou todos os serviços .
Técnico da primeira categoria , já em 1893 fizera parte de uma comissão de estudos relativa ao serviço das bocas de fogo .É coronel em 6-VI-1908. A sua competencia e a sua austera capacidade de mando destacam-no entre os  mais brilhantes da artilharia portuguesa . Comanda o  regimento de Artilharia 5 ,e é consecutivamente louvado pela  forma do seu comando , pela sua cooperação na elaboração de directivas para a instrução dos seus soldados .
Soldado fiel à lei louvam-lhe em 1912 a forma como procedeu rapidamente , impedindo o alastramento dos actos de rebelião contra a República , iniciados em Viana do Castelo ,por sua imediata iniciativa suspendendo garantias e assumindo o governo militar do distrito . General por escolha desde 8-III-1913, em 1914 é ministro da guerra  altura em que deflagra a Primeira Grande Guerra Mundial .
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Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 11:03:15 pm
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HERMENEGILDO CAPELO

Oficial de marinha que se notabilizou pelas suas explorações em África, nasceu em 1841 no castelo de Palmela, morreu em Lisboa, no posto de contra-almirante, a 4-V-1917. Era filho do major Félix António Gomes Capelo e de D. Guilhermina Amália de Brito Capêlo. Assentou praça na Marinha em 1855, terminando o curso em 1859. Em 1860 embarcou como guarda-marinha na corveta «Estefânia» , que partiu para Angola com a «Bartolomeu Dias», comandada pelo príncipe D. Luís, mais tarde rei pelo falecimento de seu irmão D. Pedro V. os navios levavam tropas para a campanha do D Dembe. Capêlo conservou-se três anos na estação naval da África Ocidental, embarcando na «Pedro Nunes» e na escuna «Cabo-Verde».
Em 1863 regressou a Lisboa na fragata «D. Fernando»,sendo promovido a segundo tenente em 1864. Voltou então a África na corveta «Sá da Bandeira», na qual tornou a Lisboa em 1866; depois de curta demora partiu para Angola na «D. João I», conservando-se em cruzeiro na costa ocidental até 1869. Seguiu para Moçambique na «Martinho de Melo», que foi levar mantimentos ás forças de Serpa Pinto, que combatiam o Bonga.
Chegando a Lisboa em 1870, partiu logo para Cabo Verde na canhoneira «Tejo». No ano de 1871 os papéis da Guiné atacavam as feitorias portuguesas, e enviou-se a uma expedição de que fazia parte Hermenegildo Capelo, o qual comandou o forte «D. Luís», onde uma explosão de pólvora por pouco não o matou. Em 1872 achava-se de novo em Lisboa; porem, um mês depois da sua chegada seguia para a China, como imediato do «Tejo», Via Suez.
Em 1876 voltou para a Europa no transporte «África». Quando chegou o couraçado «Vasco da Gama» foi mandado fazer parte da sua guarnição, e nesse navio visitou a Inglaterra.
Em 1877 designavam-no para a expedição ao interior de África que o celebrizou, indo logo a Paris e Londres, com Serpa Pinto, a fim de adquirir o material necessário. Fora o governo autorizado, por carta de lei de 12-IV-1877, a promover e subsidiar uma expedição cientifica destinada a explorar os territórios compreendidos entre Angola e Moçambique, e principalmente a estudar as relações entre as bacias hidrográficas do Zaire e do Zambeze.
Capelo foi ministro plenipotenciário junto do sultão de Zanzibar, organizador de uma carta geográfica da província de Angola, delegado do governo num congresso de Bruxelas, presidente da comissão de cartografia, vice-presidente do Instituto Ultramarino, ajudante de campo dos Reis D. Luís e D. Carlos.
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Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 11:04:06 pm
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HONÓRIO BARRETO

Governador de Bissau, de Cacheu e da província da Guine, por nomeação de 24 de Janeiro de 1859, na Guine, data que ignora e em 1859, sendo tenente-coronel de artilharia de Segunda linha e condecorado com a comenda de Cristo.
Foi dos mais valentes governadores coloniais, naquela época em que tudo era um caos por aquelas paragens, organização militar, administração, comércio, colonização e ate as missões religiosas.
Os territórios da Guine tinham vindo sob a jurisdição económica de companhias particulares que, na época, se chamavam, pitorescamente, «companhias de Olho Vivo».
Os ingleses ocupavam, a bem ou a mal, pedaços da nossa costa africana perante a indiferença quase absoluta da metrópole, desmoralizada com a baixa política. Só Honório Barreto resistia quando era possível, batendo-se e reconstruindo Bolama, meio destruída pêlos incêndios deitados pêlos ingleses (1839) do tenente Kellet.
Resolvida a contenda pela arbitragem do presidente Grant, Barreto empreendeu a obra de reorganização. Em 1843 novo conflito entre Bissau e o Grumetes, e Barreto, logo a seguir, firma diversos contratos com os chefes indígenas Banhuns para a ocupação de grandes áreas nas duas margens do Casamansa.
 Em 1853 grande sublevação dos papeis de Bissau com sangrentas representações e em 1856 a campanha contra os Nagos, que, havia 50 anos, hostilizavam Cacheu, foram empresas em que Barreto se cobriu de glória.
Em 1857, Barreto cede à coroa Portuguesa um território na região dos felpudos de Varela que era sua propriedade particular. Em muitas ocasiões este nativo dava lições de patriotismo aos que iam da metrópole.
 Escreveu, em defesa própria, por causa das acusações que lhe fizeram sobre os terrenos que obtivera dos régulos indígenas, um opúsculo que tem o seguinte título: Respostas ás calunias que o EXmº Sr. Fortunato José Barreiros e o Sr. António Pedro Dantas Pereira dirigiram contra Honório Barreto, governador interino da Guine Portuguesa, Lisboa, 1856. Como governador de Bissau e Cacheu, a sua gerência também suscitou algumas censuras, escrevendo em sua defesa uma carta escrita ao ILmº e EXmº Sr. Domingos Correia Arouca, Lisboa, 1843. Escreveu mais : Memória sobre o estado actual da Senegâmbia Portuguesa, causa da sua decadência e meios de a fazer prosperar, Lisboa, 1843.
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Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 11:05:15 pm
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JACINTO CÂNDIDO   

Advogado e político, nascido em Angra do Heroísmo a 30/11/1857 e morreu a 26/02/1926. Tendo cursado o liceu na sua cidade natal, veio para Coimbra, onde se matriculou na Universidade em Outubro de 1876. Depois de um curso brilhante, concluiu a formatura em Direito em Junho de 1881, com honras de distinto e accessit nos últimos anos.
Foi convidado pelo corpo docente para fazer o doutoramento, convite que não aceitou, estabelecendo-se em Lisboa, onde durante algum tempo esteve praticando como advogado.
Em 1882 voltou à ilha Terceira onde advogou até 1886, tendo durante esse período sido nomeado professor do liceu. Nos seus tempos de Coimbra, logo dera provas do seu talento, salientando-se entre os primeiros estudantes, fazendo parte da grande comissão para o tricentenário de Camões em 1880 e nas lutas académicas da época.
Em 1880, foi pela primeira vez eleito deputado pela oposição regeneradora pelo círculo de Angra e desde então, nunca mais deixou de ter assento nas Câmaras em sucessivas legislaturas, sempre eleito pela terra da sua naturalidade e Velas de São Jorge.
A forma conscienciosa como estudava os assuntos e a clareza da sua exposição, depressa o evidenciaram e quando Oliveira Martins foi ministro, foi escolhido para relator das suas propostas de Fazenda e de Salvação Pública. Foi chefe da Segunda repartição do Ultramar e depois ajudante do Procurador Geral da Coroa.
Em 26/11/1895 tomou a seu cargo a pasta da Marinha e do Ultramar. A situação política colonial era então dedicada e melindrosa por se achar ainda sob os efeitos do Ultimatum de 1891, mas o novo ministro houve-se brilhantemente. Levou ao parlamento uma lei criando colónias militares e agrícolas que logo foi posta em execução com resultado lisonjeiro.
Os interesses do comércio ultramarino foram atendidos, tratou dos melhoramentos do porto e aumento de material do caminho de ferro de LOURENÇO Marques e uma das suas preocupações foi também dotar a marinha de guerra com material naval de que tanto carecia, reorganizando para isso os serviços do Arsenal.



Conseguiu assim fazer os necessários contratos para a construção dos cruzadores «D. Carlos», «S. Rafael» e «S. Gabriel», o rebocador «Bérrio» e
ainda os vapores de serviço para as províncias de Moçambique e de Timor, «Baptista D’Andrade» e «Thomaz Andréa» e também os navios de vela «Pêro de Alenquer» e «Pedro Nunes».
Conseguiu organizar e fazer partir para o ultramar uma divisão naval sob o comando de Augusto de Castilho, facto este que já há muitos anos se não realizava. A reorganização do Arsenal da Marinha permitiu que em 1899 se construísse o cruzador «D. Amélia», cujo lançamento às águas do Tejo se realizou em 10 de Abril desse ano com toda a solenidade. Foi um facto que constituiu uma vitória para a indústria nacional dessa época.
Em 1901, o conselheiro Jacinto Cândido foi elevado ao pariato. Separando-se do partido regenerador em que sempre militara, organizou um grupo político, Partido Nacionalista, tendo, como chefe desse grupo, tomado parte em diversos actos e congressos católicos realizados em diversas terras do País. Colaborou em diversos jornais que defendiam o catolicismo e a política nacionalista. Publicou: A Doutrina Nacionalista, Porto, 1909.
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Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 11:06:38 pm
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COMDT. JOÃO BELO

João Belo, oficial da armada, nasceu em Leiria em 27 de Setembro de 1876, cujo liceu frequentou, fazendo mais tarde, na faculdade de ciências do Porto, os preparativos para a sua entrada na Escola Naval.
Alistou-se na Armada, como aspirante de segunda classe, no dia 3 de outubro de 1893. Concluindo o curso, foi promovido a Guarda marinha em 30 de outubro de 1895.
É ainda neste posto que segue para Moçambique em 1897, a fim de tomar parte nas operações de guerra. Começou portanto  neste ano a acção do Comandante João Belo na província e que se iria prolongar pôr quase 30 anos ,com poucos e curtos intervalos
É de saber também que a sua folha de assentos é extraordinariamente honrosa e excepcional, pelas muitas missões de serviço que lhe foram atribuídos , e pela forma brilhante como as desempenhou, a despeito de ter sido surpreendido a meio da sua carreira pela implantação da Republica, que serviu com lealdade.
Participou nas campanhas de pacificação de Gaza, dos Namarrais e do Bauré, tendo-se assinalado nas operações do rio Naburi em 1902 e durante a I Guerra Mundial. Desempenhou o cargo de Ministro das Colónias desde 9 de julho de1926 e foi o responsável pela remodelação da administração financeira e civil do Ultramar. Foi também o introdutor das reformas administrativas, criando o Banco Emissor
e a Junta da Moeda de Angola e Moçambique e o Estatuto Orgânico das Missões Religiosas.
Atingiu o posto de capitão-de-fragata. A titulo póstumo recebeu as grã-cruzes da Torre e Espada e da Ordem do Império.
Manteve-se sempre fiel ás ideias de seu rei, julgou assim cumprir o seu dever, pondo acima de tudo e de todos o sentido superior de servir a nação.
Morreu em Lisboa no dia 3 de Janeiro de 1928, com 53 anos.
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Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 11:07:57 pm
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JOÃO COUTINHO
      
Oficial de Marinha e herói das campanhas ultramarinas (Alter do chão, 3.2.1944). Assentou praça aos 15 anos em Cavalaria nº 4. Mas a sua vocação natural determinou a transferencia para o serviço da Armada, em 10.11.1882.
Em 1886-1887, tomou parte nas expedições ás terras de Infusse e Mongiquale.
Em 1888, comandou a lancha canhoneira Cherim e deve-se-lhe a ocupação de Chilomo. Nomeado em 1889 governador militar do Chire, dirigiu a campanha que pôs fim à rebeldia dos Macrololos. No ano seguinte, a tal ponto se ilustrou na campanha de M’lolo que foi declarado pelas cortes Benemérito da Pátria e o próprio rei D. Carlos I lhe fez a oferta pessoal das insígnias da Torre e Espada. Tinha então 25 anos.
Em 1891, depois de malograda a primeira expedição para debelar a revolta dos povos do Barué, chefiou a Segunda expedição. Promoveu com êxito um ataque à aringa de M’tondo. Mas, a 19 de novembro, no ataque à aringa de Mafunda, após dez horas de intensa luta, caiu gravemente ferido por uma explosão de pólvora que matou, ao seu lado, dois companheiros--Carlos Paiva Raposo e Barba de Meneses. Distinguiu-se de novo na memorável campanha dos Namarrais (1896-1897), contra o Cambuemba (1897) e na Maganja da Costa (1898).
Em 1902, já governador da Zambézia, dirigiu nova campanha no Barué, ao longo de dois meses, em que as tropas percorreram três mil quilómetros, conseguindo a pacificação completa da região.
Nos anos 1905-1906, desempenhou o cargo de governador geral de Moçambique. Entre 22-12-1909 e 26-6-1910 sobraçou a pasta da Marinha e Ultramar.
A 25-11-1910, reformou-se com a graduação de capitão-de-fragata.
A 22-1-1919, chefiou com Aires de Ornelas, a tentativa em Lisboa de restauração da monarquia--efectuada a19, no Porto, por Henriques de Paiva Couceiro.
Em março de 1942, foi promovido a vice-almirante honorário, a presidente honorário do Instituto Ultramarino, a presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa e a comandante honorário da Brigada Naval da Legião Portuguesa.
Antes escolhera-o para seu lugar-tenente D. Duarte, duque de Bragança. Pela sua extraordinária coragem como pela sua alta consciência patriótica, tornou-se João Coutinho figura lendária .nas nossas províncias de África.
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Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 11:09:41 pm
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JOÃO ROBY


Oficial da armada, nascido em 30 de Dezembro de 1875 falecido em  Umpungo , Angola, em 25 de Setembro de 1904.
O seu nome completo era João de Faria Machado Pinto Roby de Miranda Pereira. Assentou praça  em 7 de Novembro de 1890 e foi promovido a Aspirante de 1ª Classe em 3 de Novembro de 1894, a Guarda-marinha em 7 de Outubro de 1895 e a segundo-tenente em 2 de junho de 1897.
Na sua curta existência prestou relevantes serviços no Ultramar. Tomou parte nas campanhas de Lourenço Marques, em 1894-1895, e de Gaza, em 1897, e durante esta assistiu ao combate de Macontene, em 21 de julho. Comandou  o destacamento de marinheiros encorporado na coluna de operações em Mangaja da Costa , durante a campanha dos Namarrais, em 1898. Em 20 de julho do mesmo ano foi nomeado chefe do Estado Maior da esquadrilha fluvial que da apoio ás operações. No mesmo ano exerceu o cargo de intendente e agente consular do Niassa. Em 1901 foi nomeado Capitão dos Portos de S. Tomé e Príncipe , que exerceu interinamente, durante alguns meses. Em 1903 foi nomeado comandante militar do Zumbo e depois comandante da lancha-Canhoneira “Obuz”. Fez parte das guarnições da Canhoneira   “Liberal” e dos transportes “India” e “Bartolomeu Dias”.
Prestou serviço na antiga divisão naval do Atlântico Sul. Entretanto, tomou parte nas operações do Barué, em 1902, e acompanhou como voluntário a força de desembarque em Sarja, no ano de 1903. Quando regressava   á metropole no vapor “Zaire”, soube em Moçâmedes que se preparava a expedição contra os Cuanhamas, sob o comando do capitão Roque de Aguiar. Ofereceu-se para seguir na expedição e o oferecimento só foi aceite depois de se trocarem vários telegramas entre o ministro da Marinha e Governador geral de Angola. Sucumbiu em combate heróico com gentio revoltado, em Umpungo, em que tentou, com seu heroismo, sobreviver e desafrontar a derrota sofrida pelas forças portuguesas.  
Título:
Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 11:11:49 pm
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PEDRO ÁLVARES CABRAL


É o navegador português que geralmente tem os créditos de ter descoberto o Brasil, Cabral aclamou o território para Portugal.
Esta vasta terra tornou-se um porto entre a longa viagem da Europa para a Índia, e foi a maior adição ao vasto império de Portugal.
Pedro Álvares Cabral nasceu em Belmonte em Portugal em 1467 ou 1468.Filho de uma nobre família com uma longa tradição de serviços á coroa, ele foi educado na corte real. Em 1497 o rei Manuel I escolheu-o para o concelho.
Três anos mais tarde o rei nomeou-o comandante da segunda maior expedição á Índia. Ele devia seguir a rota seguida antes por Vasco da Gama.
Trinta navios partiram a 9 de março de 1500. Navegando para LESTE eles desviaram-se tanto da rota que se encontraram na costa brasileira no dia 22 de abril.
 Cabral atracou e aclamou o território. Um navio perdeu-se e outro regressou a Portugal para informar o rei da nova posse.
Após apenas dez dias Cabral navegou para a Índia. Contornando o Cabo da Boa Esperança, 4 navios perderam-se com toda a tripulação. Os navios restantes chegaram a Calicut, Índia, a 13 de setembro. Muitos portugueses morreram nas disputas com os comerciantes locais. Em retaliação, Cabral bombardeou a cidade, capturou navios Muslim, e executou as suas tripulações.
Ele depois partiu para sul para outros portos Indianos onde completou o comercio de especiarias. Cabral retornou a Portugal no dia 23 de junho de 1501 com apenas 4 dos seus originais 30 navios.
Apesar do rei ter ficado satisfeito e considerando fazer de Cabral o capitão da próxima expedição, nomeou Vasco da Gama em vez dele.
Cabral retirou-se para a sua propriedade, morrendo em 1520 em Santarém.
Título:
Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 11:14:17 pm
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ROBERTO IVENS


Explorador português do continente Africano, nasceu na ilha de S. Miguel  Açores a 1261850. Era filho do pai inglês e mãe portuguesa.
Veio para o continente muito novo , e em 1867 , contando 17 anos, assentou praça na Armada, concluindo o curso em 1870. Embarcou em seguida para a Índia, como aspirante, a bordo da corveta «Estefânia», quando se tratava de sufocar as tentativas de revolta das tropas de Goa. Voltou dessa viagem já promovido a guarda-marinha, e , e logo depois de chegado a Lisboa, partiu para Angola na corveta «Duque da Terceira». Naquela costa percorreu os postos principais , embarcando na canhoneira «Rio Minho» e na escuna «Napier».
Estava em S. Tomé quando, em 1874, o transporte «Martinho de Melo» o trouxe para Portugal. Nesse mesmo ano embarcou na corveta «Duque da Terceira», onde foi a S. Tomé e depois ao Pará , Pernambuco, Bahia , Rio de Janeiro e Montevideu.    Regressado a Lisboa em Março de 1876, logo em Abril tornou a embarcar , partindo a bordo do transporte «Índia» que ia levar aos Estados Unidos a comissão portuguesa e os produtos de Portugal destinados à exposição de Filadélfia .
Em junho de 1876 voltou a Lisboa, e, dois meses depois, seguiu no transporte «Índia» para a estação naval de Angola , onde passou à corveta «Sá da Bandeira» . Realizou então um pequeno reconhecimento na Baia dos Tigres , a que se seguiu outro, mais importante, no rio Zaire. Num escaler a vapor da canhoneira «Tâmega» , acompanhado de dois segundos-tenentes , subiu o rio até Noqui , perto do sítio onde a expedição chefiada por Stanley estabelecera a primeira estação permanente. Neste reconhecimento levantou uma planta do rio entre Borud e Noqui.
 Em 1877 regressou a Luanda , e ali recebeu a participação de que fora nomeado, juntamente com Hermenegildo Capelo e Serpa Pinto , por decreto de 11 de Maio, para participar numa expedição de exploração , estudo e descobrimento no interior de África , nos territórios compreendidos entre as províncias de Angola e de Moçambique , estudando as relações entre as bacias hidrográficas do Zaire e do Zambeze , segundo as instruções que recebesse.
Veio para Lisboa no «Índia» , a tratar dos preparativos indispensáveis , e 27 dias depois, em junho, partia a expedição.
 A 2771877 chegavam a Benguela.
Título:
Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 11:15:14 pm
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Sacadura Cabral


Artur Freire Sacadura Cabral, capitão de fragata e aviador, nasceu em Celourico da Beira, freguesia de S.Pedro, a 23-IV-1881 e morreu no mar do Norte, a 15-XI-1924.
Aluno distinto da Escola Politécnica e da Escola Naval, foi na aviação que se celebrizou mundialmente.
Com Gago Coutinho realizou a primeira viagem aérea entre a Europa e a América do Sul, feito que ficará na Historia da Aviação. O seu companheiro Gago Coutinho considerava-o « um prodígio da inteligência, audácia e tenacidade », qualidades estas que revelou na preparação e realização do seu feito, ao mesmo tempo, ponderado e temerário.
Apaixonado pela aviação, conhecendo todos os seus problemas, era, do ponto de vista técnico, um aviador distintíssimo. Fez, antes da proeza que o iria glorificar, viagens aéreas, para a época, importantes: uma delas de Calsport a Lisboa, em 1920 com o seu camarada Azevedo e Silva, e a outra de Lisboa à Madeira para experiência do sextante de Gago Coutinho.
No dia 7-XII-1923, a de 1924, seguiu para a Holanda, a fim de trazer para Lisboa um dos três Junta de Saúde Naval proibiu-o de voar, devido à sua falta de vista. Baixou ao Hospital de Marinha, mas, cinco dias depois, aquele organismo dava como definitiva a sua determinação. Apesar disso, não desistiu de voar. E, em Novembro aviões « Fokker » que haviam sido adquiridos por subscrições nacionais.
Partiu de Amsterdão a 15 de Novembro e, segundo referiram os que tripulavam os outros aeroplanos, havia, sobre o mar, denso nevoeiro. Sacadura Cabral desapareceu no Mar do Norte, com o cabo-mecânico José Correia, que o acompanhava. Quatro dias depois, o aparecimento, ao sul de Dungeness (Inglaterra), da fuselagem e de um flutuador quebrados, vieram dar o golpe derradeiro na esperança que ele tivesse escapado com vida. A sua morte, provocada principalmente pelo seu grande amor à aviação, causou grande emoção em todo o País. O governo de então decretou luto nacional.
Pelo seu feito conquistou as mais altas honrarias e altas condecorações , entre elas a Torre e Espada e a Legião de Honra francesa. Foi, com Gago Coutinho, consagrado na Sorbonne, em Paris.
Título:
Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 11:16:31 pm
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SCHULTZ  XAVIER

Oficial da Marinha, nasceu em Alhandra em 04/10/1850 e morreu em Lisboa, em 24/11/1939. Possuía o curso de engenheiro hidrográfico e foi incorporado na Armada em 1890, chegando a contra-almirante em 1911.
Ocupou vários cargos na Marinha, tendo comandado a corveta «Rainha de Portugal» e a canhoneira «D. Luís», a divisão naval do Índico, em 1907 e, em 1913, a divisão naval de instrução e manobra. Exerceu, em 1898, o cargo de subchefe do Estado-Maior Naval.
Em 1904 representou Portugal no congresso de Marinha Internacional; presidiu à comissão que estudou e elaborou as bases do Arsenal do Alfeite e à comissão de delimitação de fronteiras.
Em 1914 foi director-geral de Marinha. A bordo do «Lidador» procedeu a trabalhos hidrográficos de grande envergadura e foi ele quem elaborou o plano de farolagem e balizagem da costa de Portugal. Devido à sua competência e actividade, a costa portuguesa deixou de ser designada por «Costa Negra». Elaborou também o plano de farolagem da costa de Moçambique.
Dirigiu o Serviço de Faróis durante muitos anos, tendo presidido, nessa qualidade, a importantes missões. Ainda em sua vida, o Governo, como homenagem a seu valor e prestígio, deu nome de «Almirante Schultz» ao navio-balizador da marinha de guerra.
Era condecorado com o grande oficialato da Ordem de Avis e medalhas de ouro de Comportamento Exemplar e de prata de Filantropia e Caridade, sendo louvado inúmeras vezes.  
Título:
Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 11:17:17 pm
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VASCO DA GAMA

Durante o séc. 15 os navegadores portugueses foram cada vez mais longe pela não marcada costa de África.
 Eles procuravam a rota marítima para a Índia, cujo alto valor de especiarias prometia riquezas para os comerciantes europeus.
 Em 1488 uma expedição portuguesa comandada por Bartolomeu Dias chegou ao Cabo da Boa Esperança. Depois em 1492 a Espanha mandou Cristóvão Colombo navegar para leste para encontrar a Índia. Pouco depois o rei de Portugal D.Manuel I escolheu Vasco da Gama para liderar uma nova expedição, encarregada de navegar à volta do Cabo da Boa Esperança em direcção à Índia.
 O nobre da corte do rei, Vasco da Gama nasceu em Sines, Portugal, por volta de 1460. Na hora do seu compromisso, ele era um soldado veterano e um marinheiro experiente. Foi-lhe confiado uma frota de 4 navios, ele colocou o seu irmão Paulo no comando de um desses navios. No dia 8 de julho de 1497 eles partiram de Lisboa.
 Após meses de navegação, a tripulação avistou a costa de África e no dia 22 desse mês, contornaram o Cabo da Boa Esperança. Em Maio de 1498 Vasco da Gama atracou em Calicut (agora Kozhikode ), na costa sudeste da Índia.
 Influenciado por comerciantes Muslim, que temiam a competição, o regente da cidade ficou com suspeitas dos europeus. Gama assegurou amostras de especiarias e pedras preciosas, contudo, começaram a jornada de regresso a casa.
Quando a expedição retornou a Lisboa no verão de 1499, acabando a viagem que durou mais de 2 anos, só 55 membros da tripulação original de 170 regressou. O escorbuto matou maior parte da tripulação.
Gama chegou a Lisboa um pouco tarde tendo parado nas Açores para enterrar o seu irmão Paulo. Por esta descoberta o rei concedeu ao explorador um titulo de nobreza, uma pensão generosa e permissão para comercializar.
Em Fevereiro de 1502 Vasco da Gama viajou pela segunda vez para a Índia, regressando em outubro de 1503 com o primeiro carregamento de ouro proveniente do Oriente, e mais uma vez recebeu dinheiro e títulos honoríficos, tendo sido nomeado consultor do rei e posteriormente feito Conde da Vidigueira em 1519.
Cinco anos depois foi mandado para a Índia como vice-rei, incumbido da tarefa de banir os abusos das colónias governamentais. Morreu após alguns meses na cidade de Cochin na Índia, no dia 24 de Dezembro de 1524 .
As viagens de Vasco da Gama trouxeram ao seu país imensas riquezas ao pais. Como resultado da sua exploração Portugal tornou-se numa das maiores potências da Europa, por controlar a rota da Índia.
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Setembro 29, 2007, 08:07:38 pm
apagar
Título:
Enviado por: Lancero em Setembro 29, 2007, 08:24:16 pm
Da minha parte, Boa Sorte e que seja um sucesso. Pelo menos um vai vender ;)
Título:
Enviado por: Charlie Jaguar em Setembro 29, 2007, 09:36:00 pm
Boa sorte, Luís.  c34x
Título:
Enviado por: Leonidas em Setembro 29, 2007, 10:51:41 pm
Saudações guerreiras

Caro Luis, boa sorte também e vá dando notícias sobre o livro.
Avise quando estiver já á venda.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: pedro em Setembro 30, 2007, 10:57:23 am
Pois faco votos que o livro seija um sucesso.
Boa sorte caro Luis.
Cumprimentos
Título:
Enviado por: P44 em Setembro 30, 2007, 11:11:43 am
estarei na lista de compradores também c34x
Título:
Enviado por: pn84 em Setembro 30, 2007, 01:00:24 pm
Eu também quero :D
Título:
Enviado por: Nautilus em Setembro 30, 2007, 01:15:13 pm
Bem só pelas "encomendas" aqui do forum preve-se um sucesso.
E para não fugir a regra, caro Luis pode contar aqui com mais um comprador. :wink:
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Setembro 30, 2007, 02:09:27 pm
Obrigado a todos.

Se tudo $$$$ correr bem com o editor, lá para meados de 2008 darei notícias.
Título:
Enviado por: SSK em Outubro 01, 2007, 12:30:07 am
Decerto que haverá um exemplar a navegar em imersão.

Boa sorte
Título:
Enviado por: Duarte em Outubro 01, 2007, 12:52:17 am
Também estou interessado. Boas sorte!
Título:
Enviado por: André em Outubro 01, 2007, 12:56:35 am
Eu não quero, vou comprar o livro Torre do Desassossego de Lawrence Wright.

Mas Boa Sorte na mesma.  :G-Ok:
Título: Livro
Enviado por: zocuni em Outubro 01, 2007, 01:30:45 am
Tudo bem,

Essa edição será internacional?Seria possivel a quem vive fora e tem vários foristas, terem acesso a tal obra?

Abraços,
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Outubro 02, 2007, 12:15:53 am
Quando tiver novidades coloque-as na secção dos livros. Como é óbvio, também vou comprar um.

Parabéns e felicidades para o seu projecto.  :G-Ok:
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Março 30, 2008, 06:33:31 am
Devido ao facto do editor não ter disponibilidade imediata para a edição do livro Marinha de Guerra Portuguesa, decidi voltar a colocar os meus "bonecos".
Título: Blaus VII
Enviado por: dionisio em Março 30, 2008, 10:47:50 am
Tive conhecimento nesta semana que a marinha portuguesa possui um novo navio escola, esse navio é um veleiro que a marinha apreendeu à uns tempos atrás com cocaina a bordo, o Blaus VII. Alguém sabe de mais alguma coisa.

http://img249.imageshack.us/my.php?imag ... 141bq1.jpg (http://img249.imageshack.us/my.php?image=p21400141bq1.jpg)
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 18, 2008, 06:03:05 pm
(http://i279.photobucket.com/albums/kk144/HSMW/Cavalaria/Imagem044-1.jpg)
Deixo aqui esta
Título:
Enviado por: nelson38899 em Março 17, 2009, 10:09:46 am
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N.R.P. ”Cachalote”

 história dos primeiros Submarinos Portugueses dignos desse nome começa no dia 24 de Setembro de 1964, data em que foi assinado o contrato de aquisição de 4 submarinos e 4 fragatas a França. “Albacora”, “Barracuda”, “Cachalote” e “Delfim” que iriam constituir a 4ª Esquadrilha de Submarinos.

O N.R.P.”Cachalote” (S165) foi o terceiro submarino da Classe Albacora, construído no Estaleiro Francês “Ateliers Dubigeon – Normandie, em Nantes.

Em 27 de Outubro de 1966 foi assente a quilha, sendo lançado à água em 16 de Fevereiro de 1968.

Foi aumentado ao efectivo dos navios da Armada no dia 25 de Janeiro de 1969, e entrou o Tejo pela primeira vez em 25 de Maio de 1969

Participou em vários exercícios nacionais e internacionais dos quais se destaca a colaboração no exercício “Convex 71” com a Marinha Espanhola. No final deste exercício permaneceu em Cartagena onde deu instrução à guarnição do SPS “Delfin” (S61), Submarino que deu nome á classe dos Submarinos tipo “Daphné” da Marinha Espanhola. (existe placa comemorativa deste evento na esquadrilha de Submarinos).

 O “Cachalote” passou ao estado de desarmamento a 17 de Outubro de 1974 e voltou ao estado de armamento e lotações normais a 16 de Abril de 1975, para ser entregue ao Estaleiro.

O N.R.P. “Cachalote” foi abatido ao efectivo dos navios da Armada no dia 29 de Outubro de 1975.

No mesmo ano, foi aumentado ao efectivo da Marinha do Paquistão e baptizado com o nome “Ghazi” (S134). Foi equipado com mísseis Sub-Harpoon e serviu a Marinha do Paquistão durante 31 anos, sendo desarmado e abatido ao efectivo no dia 2 de Janeiro de 2006.
http://www.marinha.pt/revista/index.asp ... fault.html (http://www.marinha.pt/revista/index.asp?revista=ra_mar2009/default.html)


Nâo sabia que os nossos submarinos podiam levar misseis :!:
Título:
Enviado por: ShadIntel em Março 17, 2009, 10:37:29 am
Citação de: "nelson38899"
Nâo sabia que os nossos submarinos podiam levar misseis :!:

Os nossos não podiam. O Ghazi, tal como os outros 'Daphne' paquistaneses, foi modificado e equipado de SSM já nos finais dos anos 80.
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Março 31, 2009, 09:19:37 pm
Caros foristas.
Como a publicação deste meu trabalho não passou da intenção, vou a partir de agora começar a repor na primeira página deste tópico, todos os desenhos e dados que tinha retirado.
Título:
Enviado por: Duarte em Março 31, 2009, 09:43:03 pm
Porque não auto-publicá-lo em formato .pdf (ebook)?
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Abril 01, 2009, 12:52:26 am
Citação de: "luis filipe silva"
Caros foristas.
Como a publicação deste meu trabalho não passou da intenção, vou a partir de agora começar a repor na primeira página deste tópico, todos os desenhos e dados que tinha retirado.


Caro luís.

E uma edição de autor?

Um Abraço.
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Abril 01, 2009, 10:57:02 am
Caros Duarte e Nuno Calhau.
A partir de agora, deixa definitivamente de ser minha intenção, publicar a minha obra, seja em PDF,edição de autor, ou por intermédio de qualquer editora. Talvez um dia publique a história de um futebolista famoso, ou os amores da Elsa Raposo, que isso sim vende e tem patrocínios. :twisted:
Título: NRP Vasco da Gama
Enviado por: rpedrot em Junho 19, 2009, 11:36:17 pm
boa noite

gostava que alguém postasse umas fotos da NRP Vasco da Gama em doca seca, nas reparações que está a sofrer. será possível?

saudações
Título: algumas fotos dia da Marinha
Enviado por: rpedrot em Junho 25, 2009, 02:02:37 pm
boas,

envio duas fotos da NRP Baptista Andrade tiradas no último dia da Marinha

http://olhares.aeiou.pt/beevor (http://olhares.aeiou.pt/beevor)
saudações
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: P44 em Janeiro 13, 2010, 05:53:35 pm
interessante scanning

(http://img59.imageshack.us/img59/61/31935.th.jpg) (http://http)

de
http://alvarescabral69-71.blogspot.com/ (http://alvarescabral69-71.blogspot.com/)
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: papatango em Janeiro 18, 2010, 09:38:42 pm
Propaganda fascista  :twisted:  :twisted:
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: luis filipe silva em Dezembro 15, 2010, 11:23:53 pm
Vou trazer este tópico ao de cimo, para que os foristas mais modernos possam conhecer os navios de propulsão mecânica da Armada (Ver a partir da página 1 do tópico).
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: zawevo em Dezembro 15, 2010, 11:55:55 pm
Óptima ideia.

Muitos bons desenhos

z
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: HSMW em Abril 02, 2011, 12:08:12 am
Encontrei isto:
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: nelson38899 em Abril 14, 2011, 10:40:36 am
(http://4.bp.blogspot.com/-vcWDrw28xUM/TY9-5dOJQHI/AAAAAAAAC2w/HAf3cjo_QCg/s1600/SUBMARINOS+-+Douro+06.1946.jpg)

Citar
Da esquerda para a direita, NRP ESPADARTE, NRP GOLFINHO e NRP DELFIM, amarrados no lugar da Ribeira, Porto, vendo-se o NRP DOURO amarrado ao cais do Terreiro /foto de autor desconhecido - colecção F. Cabral - Porto /.
http://naviosavista.blogspot.com/
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: PereiraMarques em Abril 23, 2011, 06:07:08 pm
(http://img855.imageshack.us/img855/6431/berrio.jpg)
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: HSMW em Abril 29, 2011, 10:39:44 pm
(http://defesaglobal.files.wordpress.com/2011/04/sam_3789b.jpg)

http://defesaglobal.wordpress.com/ (http://defesaglobal.wordpress.com/)
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: Desertas em Maio 04, 2011, 03:39:47 pm
Algum dos foristas consegue identificar estas fotos ?

(http://2.bp.blogspot.com/_4XfefrRMbMg/ShhSkj_RYhI/AAAAAAAAC2Y/Z_I6HAZ4vps/s400/DSC02858.JPG)

(http://4.bp.blogspot.com/_4XfefrRMbMg/ShhSCppX0OI/AAAAAAAAC2Q/CrTGKvc-s2U/s400/DSC02845.JPG)

Um Abraço
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: nelson38899 em Maio 04, 2011, 03:44:19 pm
Patrulha da classe cacine!
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: Vicente de Lisboa em Maio 04, 2011, 04:24:15 pm
O Desertas foi às Desertas sem autorização e foi canado pelo Cacine?  :wink:
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: Desertas em Maio 04, 2011, 08:19:43 pm
Citação de: "Vicente de Lisboa"
O Desertas foi às Desertas sem autorização e foi canado pelo Cacine?  :wink:

Negativo ! A foto é na Baía das Cagarras na Selvagem Grande .  :G-beer2:
Título: Re:
Enviado por: miguelbud em Junho 22, 2011, 12:34:57 am
Citação de: "luis filipe silva"
Caros foristas.
Como a publicação deste meu trabalho não passou da intenção, vou a partir de agora começar a repor na primeira página deste tópico, todos os desenhos e dados que tinha retirado.

Caro Luís Filipe Silva,

em primeiro lugar gostaria de o felicitar pelo seu trabalho artístico, mas essencialmente de pesquisa. Este seu tópico é de facto fantástico, devorei-o de início ao fim e foi com grande desagrado que li que a publicaçao do seu trabalho nao foi concluida  :) )

Creio que isto já deve saber se esteve em contacto com um editor. Agora o que talvez nao saiba. Estive a ver os subsidios a que eu recorria quando geria projectos nesse meio e nao me parece que este seu potencial livro se enquadre nos requisitos. No entanto descobri algo que lhe poderá interessar:

PRÉMIO ALMIRANTE SARMENTO RODRIGUES - pelo que li parece que a "obra tem de estar publicada", mas nao fala nada sobre estar publicada em PDF na internet com os direitos de autor devidamente registados (no entanto nao li os regulamentos).
http://www.marinha.pt/PT/amarinha/activ ... an0003.pdf (http://www.marinha.pt/PT/amarinha/actividade/areacultural/academiademarinha/Documents/scan0003.pdf)

Outra coisa seria contactar o Grupo de amigos do Museu da Marinha http://museu.marinha.pt/Museu/Site/PT/S ... upoAmigos/ (http://museu.marinha.pt/Museu/Site/PT/SobreMuseu/GrupoAmigos/)  Digo isto porque li nesse link que eles querem divulgar o Museu de Marinha de Portugal e contribuir para o seu enriquecimento e actualização. Como? Entre várias coisas "Editando publicações"  :D  E agora diga-me que melhor ano poderia arranjar para editar o seu trabalho que 2012. o ano em que se comemora os 700 anos da

"Criação de uma Força Naval
Para repelir quaisquer tentativas dos piratas mouros passou a existir, em 1312, uma força naval permanente capaz de defender o território e a navegação nacionais" in http://www.marinha.pt/pt/amarinha/histo ... guesa.aspx (http://www.marinha.pt/pt/amarinha/historia/historiadamarinha/pages/criacaodamarinhaportuguesa.aspx)

Sei que para um autor é muito frustrante e desmotivante ver um projecto cancelado, no entanto nao acho que deva desistir, até porque de certeza que ainda  lhe falta muitos "bonecos" para desenhar.

PS - Quem sabe com a ajuda dos Amigos do Museu da Marinha o Luís consegue descobrir contactos que o possam ajudar atraves da Lei do Mecenato http://www.portaldacultura.gov.pt/progr ... enato.aspx (http://www.portaldacultura.gov.pt/programasapoios/Pages/mecenato.aspx)
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: chaimites em Junho 22, 2011, 02:08:47 am
Caro Luis Filipe Silva

So depois de um ano registado como utilizador deste forum li este seu tópico  :oops:

Optimo trabalho!
Os tempos são de crise e de mudança, mas, o grupo Desportivo e Cultural dos trabalhadores dos ENVC Edita Publicações  de ambito cultural  e histórico
Os ENVC na cidade e na região representam muito mais do que uma mera empresa que corta e solda chapas e faz delas um navio!

visite o nosso site   http://www.grupoestaleirosviana.com/

Na area das Publicações veja  as publicações editadas  e entre em contacto comnosco  
Nao lhe posso dar garantias, nesta altura de remodelações.....
Se tenho entrado no forum mais cedo podia ter a ceteza que teria o seu livro publicado!!!!


Em 2007 editamos um livro sobre o mesmo tema:
O mar como destino
Visões sobre um acervo comum de  Miguel Real e Telmo Gomes  editor GDENVC  2500 exemplares

Este livro pode ser adquirido online:
http://www.livapolo.pt/livro/detalhe/mar-como-destino-o/66650


PS: O chaimites não existe nem pode ser revelado, ( muito menos agora!)
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: PILAO251 em Junho 24, 2011, 04:25:01 pm
Caro Luis Filipe Silva

Parabéns, pelo trabalho.

Nada me liga particularmente á Marinha, mas há algo que nos é comum, tenho compilados e ordenados cerca de 2500 Distintivos e/ou Mini –Guiões  de Unidades mobilizadas para o antigo Ultramar Português incluindo, obviamente as flâmulas/brasões das  Unidades Navais, é claro que me faltam muitas.
Há à venda naquele Serviço da Armada na Rua do Arsenal 1 painel com os Distintivos das Unidades Navais actuais, mas não há nada compilado do tempo do Ultramar, que eu conheça
Concretamente o que gostaria de saber, é, se compila os Distintivos, posso oferecer-lhe o que tenho, se não tiver particular interesse e tiver algo que eu não tenha, envie-me os que eu não tiver em digital que juntarei ao meu processo, citando sempre o nome do proprietário.
Atenção que não tenho nenhuma intenção comercial, limito-me a compilar e a ordenar os Distintivos das Unidades em folhas A4 e em suporte próprio.
Se precisar de entrar em contacto comigo, eis ccbitton-arroba-gmail.

Saúde e desporto
Att
PS : Se precisar de referencias diga que as indicarei
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: P44 em Dezembro 06, 2012, 06:00:00 pm
reportagem feita na BNL no Dia da Marinha 2012

Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: P44 em Janeiro 08, 2013, 12:33:31 pm
(http://4.bp.blogspot.com/-uVI4rTsbPws/UJjpGlm107I/AAAAAAAASPE/gwMf4e-LBws/s1600/F477.JPG)

em
http://avozdaabita.blogspot.pt/ (http://avozdaabita.blogspot.pt/)
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: FoxTroop em Março 10, 2013, 09:24:42 pm
Algumas fotos tiradas durante exercicios  :)

(http://i1112.photobucket.com/albums/k483/Zehfiro/481ras.jpg)

(http://i1112.photobucket.com/albums/k483/Zehfiro/475aores.jpg)

(http://i1112.photobucket.com/albums/k483/Zehfiro/471tyu.jpg)

(http://i1112.photobucket.com/albums/k483/Zehfiro/Submarino.jpg)
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: jurista em Março 10, 2013, 09:29:42 pm
Excelentes fotos! Obrigado
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: P44 em Março 11, 2013, 12:13:36 pm
quero mais  :cry:
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: jurista em Março 11, 2013, 01:36:43 pm
A F471 e a F475 são da classe João Coutinho mas e a F481?
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: HSMW em Março 11, 2013, 01:41:26 pm
João Belo
http://areamilitar.net/DIRECTORIO/NAV.aspx?NN=2 (http://areamilitar.net/DIRECTORIO/NAV.aspx?NN=2)
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: jurista em Março 11, 2013, 01:47:29 pm
Citação de: "HSMW"
João Belo
http://areamilitar.net/DIRECTORIO/NAV.aspx?NN=2 (http://areamilitar.net/DIRECTORIO/NAV.aspx?NN=2)

Obrigado. Mas então as fotos não são muito recentes, porque esta fragata em concreto foi retirada em 2004. Pensei que fossem de agora.
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: P44 em Março 11, 2013, 03:11:50 pm
se tudo correr como previsto, a ex-F481 NRP Cte. Hermenegildo Capelo irá ser afundada no Algarve para servir de recife artificial

foto de 2011:
(http://cdn2.shipspotting.com/photos/middle/7/3/4/1340437.jpg)
http://www.shipspotting.com/gallery/pho ... id=1340437 (http://www.shipspotting.com/gallery/photo.php?lid=1340437)
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: FoxTroop em Março 11, 2013, 08:47:29 pm
Citação de: "P44"
quero mais  :mrgreen: . Creio que essas são mesmo de 2004 durante um exercício em Porto Santo.
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: jurista em Março 11, 2013, 09:14:58 pm
Citação de: "FoxTroop"
Citação de: "P44"
quero mais  :mrgreen: . Creio que essas são mesmo de 2004 durante um exercício em Porto Santo.

Tudo o que puder publicar é sempre bem-vindo. Ah, e não havia qualquer tipo de censura quando disse que as fotos já eram antigas :P
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: P44 em Março 14, 2013, 04:38:40 pm
Oh Foxtroop tens de fazer scanning a esses quilos todos  :P  É uma ordem!!!!  :wink:

entretanto aqui ficam 2 fotos de navios abatidos, que encontrei através do google:

(http://imageshack.pt/images/2012/08/25/o0jeg.jpg)

(http://imageshack.pt/images/2012/08/25/VpGYc.jpg)

http://www.lugaresesquecidos.com/forum/ ... =13&t=1372 (http://www.lugaresesquecidos.com/forum/viewtopic.php?f=13&t=1372)
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: P44 em Março 14, 2013, 04:43:40 pm
e encontrei também uma foto do Almeida Carvalho e da Hermenegildo Capelo em Alhos Vedros, a serem preparados para afundamento:

(http://api.ning.com/files/M0UEwNn9gAw4DKPL06xTuC4p*7-3I-oueBcbwtuNUUYNP99Zo3h6uBiYBaPFQ7ygceTGR6qG6o4DD9LBRPz3Mt4UX4TzjSCU/Aindatinhammuitoparadar.jpg)
http://marinheiroslouzan.ning.com/xn/de ... e=activity (http://marinheiroslouzan.ning.com/xn/detail/4898593:Photo:84571?xg_source=activity)
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: miguelbud em Março 16, 2013, 09:56:32 pm
Aqui fica um vídeo da limpeza da fragata, parece que será afundada em Junho.

Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: FoxTroop em Abril 14, 2013, 03:22:34 pm
Aqui vão mais algumas. Desde já as minhas desculpas pela qualidade das mesmas.

(http://i1112.photobucket.com/albums/k483/Zehfiro/fotosdacamara057.jpg)

O Bérrio.


(http://i1112.photobucket.com/albums/k483/Zehfiro/fotosdacamara049.jpg)

O Bérrio.


(http://i1112.photobucket.com/albums/k483/Zehfiro/fotosdacamara028.jpg)

Fragata classe Vasco da Gama.


(http://i1112.photobucket.com/albums/k483/Zehfiro/fotosdacamara119.jpg)

A General Pereira D'Eça


(http://i1112.photobucket.com/albums/k483/Zehfiro/abcd001.jpg)

A Sagres no Pireu em Atenas.


(http://i1112.photobucket.com/albums/k483/Zehfiro/MEIRELES123.jpg)

Uma outra foto da Sagres no Pireu, tirada por um outro camarada.
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: miguelbud em Julho 02, 2013, 09:47:23 am
Estes submarinos chegaram a entrar em acçao durante a primeira guerra mundial?

Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: mafets em Julho 02, 2013, 06:59:31 pm
Citação de: "miguelbud"
Estes submarinos chegaram a entrar em acçao durante a primeira guerra mundial?


Salvo erro, foram usados em missões de patrulhamento ao longo da costa nacional. Os 2 unicos combates da Marinha Portuguesa contra os alemães foram com navios de superficie, nomeadamente o caça-minas Augusto de Castilho e o cruzador Adamastor.

http://restosdecoleccao.blogspot.pt/2010/06/submarinos-portugueses.html
http://naval.blogs.sapo.pt/21798.html

P.S. Exelente Video  :wink:
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: Almada em Fevereiro 13, 2014, 01:26:18 pm
Caro Luís Filipe Silva; antes de mais permita-me cumprimentá-lo pela qualidade do trabalho gráfico e pelo que deve ter sido um labor exaustivo de pesquisa. Vou aborrece-lo com mais uma questão, 9 anos depois (!) do artigo ter sido posto em linha:


DILI ex. Panay

Este vapor foi construído em Shangai em 1903. Em 1913 foi adquirido pela Marinha de Guerra às Filipinas, sendo abatido ao efectivo em 1942

.DESLOCAMENTO   500 tons.
DIMENSÕES   42,56 * 7,6 *3,1 metros
PROPULSÃO   1 máquina de 500 h.p. - 1 veio
VELOCIDADE   11 nós
GUARNIÇÃO 72 homens

Gostaria de saber mais sobre este "vapor" com o qual me deparo há duas décadas nas áreas dos meus amadores estudos (neste caso, da ocupação Japonesa de Timor). "Consta", por exemplo, em documentação da RAAF (australiana) que foi afundado por um Hudson em 1943 (se a memória não me atraiçoa). Que me pode dizer (alguém) sobre o seu armamento (nem uma metralhadora para amostra? e quanto a armamento ligeiro para desembarque?). E, no caso da guarnição, 72 tripulantes parece-me demasiada marujaria para uma embarcação com essas características (a não ser que incluísse um destacamento de desembarque) e além disso não tenho notícia do destino de tanta gente durante a invasão nipónica... Aguardo ansiosamente respostas.

Abraços

Almada
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: luis filipe silva em Fevereiro 24, 2014, 03:23:57 pm
Caro Almada

Desculpe-me por só agora responder, mas questões de saúde têm-me limitado bastante.
Com respeito ao Dili, o navio era apenas um pequeno transporte e não possuía armamento, já que na zona não tínhamos inimigos.
Em relação à guarnição, a informação foi tirada do Janes fighting Ships de 1938, e claro que pode estar errada. Destacamentos armados só da tripulação do navio, ou do exército, já que não existiam os Fuzileiros.
E é só que sei.
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: jonhfx em Agosto 22, 2014, 04:32:02 pm
NRP Cuanza, Funchal 22/08/2014

(https://lh4.googleusercontent.com/-qOEOrkwTFv0/U_df-KGTHTI/AAAAAAAABls/a2wCMVkxSwU/w830-h553-no/_MG_9671.jpg)

(https://lh3.googleusercontent.com/-EG4RtxWfy_U/U_diNJZ-xfI/AAAAAAAABmY/Sz1ZgKcG4gw/w830-h553-no/_MG_9666.JPG)
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: Lightning em Agosto 22, 2014, 10:48:14 pm
Citação de: "Almada"
E, no caso da guarnição, 72 tripulantes parece-me demasiada marujaria para uma embarcação com essas características.

Talvez uma razão para ter tantos marujos seja que os navios a vapor precisavam de muitos homens com pás para enfiar carvão nas fornalhas das caldeiras :mrgreen: .
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: nelson38899 em Abril 25, 2015, 09:39:53 pm
submarinos da classe Delfim

http://osrikinhus.blogspot.pt/2010/09/submarinos-classe-delfim-1934-1950.html
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: mafets em Junho 03, 2015, 02:10:32 pm
https://www.facebook.com/groups/171295294376/
(https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xat1/v/t1.0-9/11390221_10200659574047596_4849401187268693540_n.jpg?oh=52204b486b99e16a0f846fd26962c78e&oe=560ADF3E)
(https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xat1/v/t1.0-9/11393093_10200659574007595_8777358225917027249_n.jpg?oh=960dae1625b82f4bedd94fd7d43fc79d&oe=55F93154)
A Marinha tem desconto no MEO...  :mrgreen:
Citar
NRP Cisne na Marina de Cascais
02-06-2015

Saudações
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: PereiraMarques em Junho 03, 2015, 02:28:12 pm
Citação de: "mafets"
A Marinha tem desconto no MEO...  :mrgreen:

(http://s28.postimg.org/6fg54k3al/Sem_t_tulo.jpg)  :roll:   :N-icon-Axe:   :N-icon-Axe:
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: Edu em Junho 03, 2015, 02:47:42 pm
A meo agora faz uns radares directores de tiro muito bons  :mrgreen: . Apanham tudo, até os jogos do glorioso.
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: Alvalade em Dezembro 10, 2016, 10:45:45 am

Um bocadinho de nostalgia, até aparecem as VdG novinhas em exercício com os A-7. 
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: tenente em Julho 21, 2018, 10:37:12 pm
O NRP Pero Escobar F335:

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/922/yEMrDb.jpg) (https://imageshack.com/i/pmyEMrDbj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/2SO4LL.jpg) (https://imageshack.com/i/po2SO4LLj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/923/5dPKYd.jpg) (https://imageshack.com/i/pn5dPKYdj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/923/hMHpB6.jpg) (https://imageshack.com/i/pnhMHpB6j)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/gBNKy5.jpg) (https://imageshack.com/i/pogBNKy5j)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/922/8hPD3T.jpg) (https://imageshack.com/i/pm8hPD3Tj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/KNV1To.jpg) (https://imageshack.com/i/poKNV1Toj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/ZuRqKM.jpg) (https://imageshack.com/i/poZuRqKMj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/922/s6c0dl.jpg) (https://imageshack.com/i/pms6c0dlj)

Abraços
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: mafets em Agosto 27, 2018, 04:56:21 pm
Cruzador D. Carlos

(https://2.bp.blogspot.com/_AI3DQOMlSPw/SuuHvh4a_xI/AAAAAAAAAF4/WBRCmRjYh3o/s320/CRUZADOR+D+CARLOS+I+-+ALMIRANTE+REIS-1.jpg)

(http://lh5.ggpht.com/-Lt9sKMZ9mCU/UK9V_uinydI/AAAAAAAAoz8/5Wju8KE3Dpc/1899-Cruzador-D.-Carlos-I_thumb4.jpg?imgmax=800)

(https://2.bp.blogspot.com/--Wm8qtJoBYs/VtQ7Cb7ZWUI/AAAAAAAAGq0/6uB0CGUhRaU/s1600/1200%2BDom%2BCarlos%2BI%252C%2Bcruzador%2Bda%2BArmada%2BReal%2BPortuguesa.jpg)

(http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/b590501f1/7749071_IVpYN.jpeg)

(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/51/Le_Almirante_Reis_%28Portugal%29.jpg/320px-Le_Almirante_Reis_%28Portugal%29.jpg)

(https://www.postais-antigos.com/_media/img/large/marinha-portugal-cruzador-carlos.jpg)

Saudações
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: tenente em Agosto 28, 2018, 12:10:09 pm
o NRP Guadiana.

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/921/sfmmPk.png) (https://imageshack.com/i/plsfmmPkp)

Abraços
Título: Re: NAVIOS DE GUERRA PORTUGUESES
Enviado por: mafets em Abril 07, 2019, 04:04:41 pm
Citar
No dia 4 de novembro de 1944, a barca ALBERT LEO SCHLAGETER, colidiu com uma mina soviética, resultando em 18 mortos e um enorme rombo na zona da proa. Algumas chapas utilizadas na reparação, então realizada na doca de Swinemunde, hoje Świnoujście, na Polónia, são ainda visíveis no costado a bombordo.
A nossa SAGRES está em reparação na doca seca do estaleiro NavalRocha, em Lisboa. Imagem Wilhelm Gustlof Museum.

(https://scontent.flis3-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/56365814_2189845414385391_6216347080806367232_n.jpg?_nc_cat=109&_nc_eui2=AeG0PUP0Ec2AQrtWNIJlbDjOvrAFGpxS860f-zKWg0HviXCJmnkZqEPsfKGXIOLM8E4i29-gXGBmIxKBbOivvTyXpwAXQif1pB63ws6ofrFQaA&_nc_ht=scontent.flis3-1.fna&oh=2e76ecc91325923149b7ed0f64f5c5c4&oe=5D4A4D10)

Fonte: Revista da Marinha

Cumprimentos