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Forças Armadas e Sistemas de Armas => Força Aérea Portuguesa => Tópico iniciado por: Nuno em Novembro 06, 2005, 04:16:26 pm

Título: EH-101
Enviado por: Nuno em Novembro 06, 2005, 04:16:26 pm
Alguem sabe se os EH-101 que chegaram já realizam missões?

E quanto aos restantes encomendados, já chegou mais algum ou para quando são esperados?
Título:
Enviado por: emarques em Novembro 06, 2005, 06:32:00 pm
Tendo em conta que o FAP só vai poder dispensar dois Puma (aqueles para a protecção civil) para o ano porque os EH-101 ainda não os vão poder substituir, acho que ainda não devem estar totalmente operacionais.

Acho que a última vez que ouvi falar disso, já tinham sido entregues 6.
Título:
Enviado por: p_shadow em Novembro 06, 2005, 06:36:47 pm
Citar
Acho que a última vez que ouvi falar disso, já tinham sido entregues 6.


Penso que só faltam as 4 aeronaves da versão CSAR.


Cumptos
Título:
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 07, 2005, 12:30:12 am
Citação de: "p_shadow"
Penso que só faltam as 4 aeronaves da versão CSAR.


Cumptos

Olá "lord of the orbats".  :wink:

Quanto a missões operacionais, nenhuma foi ainda executada. Os EH-101 voam quase todos os dias mas em missões de treino. Sempre que o assunto é sério, ainda sai o "velhinho" SA-330S1 Puma para acudir ao que for necessário.
Título:
Enviado por: papatango em Novembro 07, 2005, 12:55:51 am
Nem a propósito, tenho a impressão de que hoje ouvi dizer que  Jorge Sampaio ía voar de Faro para o Porto Santo de Helicoptero.
Título:
Enviado por: p_shadow em Novembro 07, 2005, 02:41:23 am
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Olá "lord of the orbats".


Olha olha quem aqui está também!! :wink:
Título:
Enviado por: Nuno em Novembro 07, 2005, 08:25:51 pm
E quanto aos NH 90 ,nada  ????
Título:
Enviado por: pedro em Novembro 07, 2005, 10:20:09 pm
e ja agora quanto e que custa um nh-90?
Título:
Enviado por: NotePad em Novembro 07, 2005, 10:23:59 pm
queres comprar 1 pedro?  :D
Título:
Enviado por: pedro em Novembro 07, 2005, 10:37:51 pm
nao mas gostaria de saber o preco.
 :D
Título:
Enviado por: Spectral em Novembro 07, 2005, 11:39:21 pm
Qualquer coisa como 30-40 milhões de dólares.
Título:
Enviado por: pedro em Novembro 08, 2005, 12:39:49 am
obrigado pela informacao :D
Título:
Enviado por: TOMKAT em Novembro 08, 2005, 02:28:44 am
Citação de: "Spectral"
Qualquer coisa como 30-40 milhões de dólares.


Procurei aqui no fórum fotos do NH90 e como não encontrei...
(se calhar não procurei bem...)
mas aqui vai...
(http://img354.imageshack.us/img354/4475/nh903ez.jpg)

30 a 40 milhões de dólares por um bicho destes?
 :amazing:
Título:
Enviado por: p_shadow em Novembro 08, 2005, 03:58:26 am
Citar
30 a 40 milhões de dólares por um bicho destes?


De facto as aeronaves militares são de um modo geral caríssimas.

Mas em relação ao NH-90, tendo em conta as suas excelentes capacidades e comparando com outros modelos no mercado até que não é nada de "anormal".

E se alguma vês virem uma demonstração do NH-90 ao vivo, acreditem que começarão a chamá-lo de Bicho com "B" grande! :wink:


Cumptos
Título:
Enviado por: TOMKAT em Novembro 08, 2005, 04:43:08 am
Citação de: "p_shadow"
Citar
30 a 40 milhões de dólares por um bicho destes?

De facto as aeronaves militares são de um modo geral caríssimas.

Mas em relação ao NH-90, tendo em conta as suas excelentes capacidades e comparando com outros modelos no mercado até que não é nada de "anormal".

E se alguma vês virem uma demonstração do NH-90 ao vivo, acreditem que começarão a chamá-lo de Bicho com "B" grande! :wink:


Cumptos


Á "vista desarmada" perece do tamanho dum Puma. :)
Título:
Enviado por: Spectral em Novembro 08, 2005, 07:20:14 pm
Para terem uma noção de comparação, o Blackhawk custa entre 15-25mn ( é natural a diferença de preços, o NH-90 é muito mais capaz além ir apenas agora entrar em produção, enquanto o UH-6 tem milhares de exemplares produzidos ao longo de mais de 20 anos),  um Cougar ( última evolução do Super Puma, o mesmo comentário que para o UH-60) cerca de 15-20mn, um EH-101 em configuração de transporte de tropas 40mn (preço para a RAF, para um país estrangeiro deve ser maior), um Chinook cerca de 40mn e um S-92 uns incríveis 114mn por aparelho ( para o Canadá...).

Atenção que estes valores são sempre muito relativos, porque muitas vezes têm já incluídos contratos de peças sobresselentes, manutenção, etc.
Título:
Enviado por: pedro em Novembro 08, 2005, 07:56:50 pm
ola a todos.
e ja agora o que que faz o nh-90? :D
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 08, 2005, 08:03:54 pm
Há duas versões: transporte (TTH- Tatical Transport Helicopter) e Naval (NFH - NATO Frigate Helicopter). Portugal tem encomendado 10 da versão TTH, que serão, em princípio os primeiros helicópteros do GALE.

Ver o site oficial: http://www.nhindustries.com/site/FO/scr ... 0e37023f29 (http://www.nhindustries.com/site/FO/scripts/siteFO_contenu.php?arbo=3&noeu_id=104&lang=EN&PHPSESSID=f8889a728f4ebc8f2faf060e37023f29)

Cumprimentos
B. Pereira Marques
Título:
Enviado por: pedro em Novembro 08, 2005, 08:10:10 pm
e ja agora quando e que eles chegam por o andar do barco nunca? :D
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 08, 2005, 10:25:33 pm
Já não sei bem se é em 2008 ou 2009. Não fala inglês?, mas a Holanda não é um país desenvolvido? 8) , que raio de línguas estrangeiras apreendem na escola? :? ), teoricamente seria possível instalar mísseis anti-carro, mas como a própria Eurocopter tem um helicóptero dedicado a essa missão, o Tiger, não deverá haver interesse em desenvolver o NH-90 nesse sentido...

Cumprimentos
B. Pereira Marques
Título:
Enviado por: pedro em Novembro 08, 2005, 10:30:38 pm
eu ainda so estou na holanda a um ano e meio por isso eu ainda estou a aprender o holandes mas ja estou na fase final.
e quanto ao ingles ja o tenho mas ainda sou tive um mes por isso nao sei muito. :D
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 08, 2005, 10:48:49 pm
Os 10 helicópteros que temos encomendados são da versão de transporte (TTH) e não da versão naval (NFH). Um dos principais objectivos subjacentes a utilização destes 10 NH-90 TTH é permitir o transporte, numa só vaga, de uma companhia de infantaria, por isso faz mais sentido que estejam no exército...

Cumprimentos
B. Pereira Marques
Título:
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 08, 2005, 11:30:39 pm
Peço desculpa mas este tópico não é dedicado ao AgustaWestland EH-101 Merlin?  :wink:
Título:
Enviado por: pedro em Novembro 09, 2005, 08:08:38 pm
caro amigo pereira marques obrigado pela informacao e ja agora se abrir um topico sobre os nh-90 diga-me? :oops:
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 09, 2005, 09:56:46 pm
Ó Pedro, és benvindo mas tens que te esforçar um pouco mais para colocares os teus contributos no tópico correspondente, senão isto fica uma pessegada que ninguém se entende. É só isso.
Está bem? :wink:
Título:
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 09, 2005, 09:57:09 pm
Citação de: "pedro"
caro amigo pereira marques obrigado pela informacao e ja agora se abrir um topico sobre os nh-90 diga-me? :oops:

Caro amigo pedro, se me fiz entender mal eu peço-lhe desculpa. A minha intenção não era hostilizar ninguém.

O problema é que quando nos começamos a desviar do assunto, rapidamente se perde de vista o que é fundamental. E por muito que os NH90 sejam importantes (ou não fossem ser adquiridas dez unidades para o GALE), a verdade é que este tópico diz respeito ao EH-101. E o que estava a acontecer era o nascimento de um tópico dentro de outro. Daí a minha sugestão em criar uma entrada só destinada ao tema NH90 (caso este não exista já).  :wink:
Título:
Enviado por: pedro em Novembro 09, 2005, 10:34:37 pm
entao ok peco desculpa pelo mal intendido.
e ja agora aonde e que vao estar os eh-101 merlin na versao maritima para patrulhar?
obrigado pela vossa atencao. :D
Título:
Enviado por: Nuno em Novembro 10, 2005, 01:32:37 am
Quando comecei este tópico era para me informar sobre um helicóptero NOVO (EH 101) nas FAP , daí ter perguntado se alguém sabia como estávamos em relação ao NH 90 também um possível (novo) helicóptero nas FAP.
 Achei que não era necessário começar um tópico com uma questão idêntica (embora sejam destinados a ramos diferentes).
Título:
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 10, 2005, 03:54:16 pm
O 2º EH-101 Merlin SIFICAP (s/n 19608) já se encontra em Portugal. Chegou no princípio do mês de Outubro juntamente com o SAR 05 (s/n 19605). O primeiro exemplar SIFICAP (s/n 19607) já tinha chegado à Base Aérea nº 6 em meados de Agosto.  :wink:



EH-101 Merlin em paragem para reabastecimento.
 Foto tirada em Girona (Catalunha) a 6/10/05. O SIFICAP s/n 19608 (SIF 02) veio na companhia do SAR s/n 19605 (SAR 05).

 :arrow: http://www.airliners.net/open.file/940385/L/ (http://www.airliners.net/open.file/940385/L/)
Título: Helis
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 10, 2005, 04:12:14 pm
Obrigado pela informação!
Título:
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 10, 2005, 04:25:43 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Obrigado pela informação!

 :arrow: http://www.airliners.net/search/photo.s ... entry=true (http://www.airliners.net/search/photo.search?aircraft_genericsearch=Agusta%2FWestland%20EH101%20Merlin&distinct_entry=true)
e
 :arrow: http://www.airliners.net/search/photo.s ... entry=true (http://www.airliners.net/search/photo.search?aircraft_genericsearch=Agusta%2FWestland%20EH-101%20Merlin&distinct_entry=true)
Título:
Enviado por: TaGOs em Dezembro 18, 2005, 05:35:58 pm
Boas. Os nossos EH-101 podem levar torpedos?


Mais algumas fotos do EH-101 :D

(http://images.airliners.net/photos/middle/1/0/7/939701.jpg)

(http://images.airliners.net/photos/middle/7/7/5/967577.jpg)

(http://images.airliners.net/photos/middle/0/9/8/915890.jpg)

(http://images.airliners.net/photos/middle/2/5/5/951552.jpg)

(http://images.airliners.net/photos/middle/9/5/0/944059.jpg)

(http://images.airliners.net/photos/middle/7/0/3/913307.jpg)

Cumprimentos
Título:
Enviado por: typhonman em Dezembro 18, 2005, 04:35:16 pm
Acho que não podem levar torpedos.
Título:
Enviado por: Falcão em Fevereiro 03, 2006, 02:53:52 pm
Bem-vindos :wink:
Título:
Enviado por: Rui Elias em Fevereiro 03, 2006, 03:46:58 pm
Segundo corre, serão apenas 8 EH-101 a voar para já, permanecendo os Puma da FAP nos Açores por enquanto.

Espera-se que leve mais uns meses até que a Agusta-Westland entregue os restantes 4 aparelhos.
Título: DN Online: Estado desperdiça meios com helicópteros das FA
Enviado por: Get_It em Fevereiro 04, 2006, 08:31:41 pm
Citação de: "DN Online, Manuel Carlos Freire"
Estado desperdiça meios com helicópteros das FA
Manuel Carlos Freire

Amodernização da frota de helicópteros das Forças Armadas, que hoje cumpre uma etapa com o início da actividade operacional dos Merlin, constitui uma oportunidade perdida de racionalizar o aparelho militar de um país que há anos vive com grandes dificuldades.

No fim dos anos 1990, em que retirou as suas tropas estacionadas no Kosovo por motivos financeiros, Portugal estava confrontado com a necessidade de substituir os velhos Puma ao serviço da FAP e dotar o Exército com a chamada "terceira dimensão" do campo de batalha. Porém, o Estado optou por adquirir dois tipos diferentes de helis - os EH-101 e os NH-90, o que implica duas cadeias logísticas e de manutenção, dois grupos de pilotos, mecânicos, operadores, com os correspondentes custos financeiros.

Fontes bem colocadas garantiram ao DN que se chegou a ponderar, depois de decidida a compra dos Merlin para a FAP (cuja hora de voo é bem superior aos 5000 euros), a desistência do programa dos NH-90 (também desenvolvido de raiz e com capacidades que têm feito dele um sucesso comercial).

Porém, e ao contrário do programa do EH-101, o do NH-90 "tem uma forte componente política" associada ao desenvolvimento da indústria de defesa europeia, lembrou uma das fontes. Sendo cooperativo, o projecto não dá contrapartidas ao país comprador - antes permite a partilha dos trabalhos de construção/montagem dos aparelhos (em que a empresa aeronáutica portuguesa ganha 1,2% do total, estando o restante dividido pelos quatro países fundadores França, Alemanha, Itália e Holanda).

Exército

Tendo de operar dois helicópteros médios (o EH na casa das 13 às 17 toneladas, o NH entre as 9 e as 12), com o primeiro a ser "muito caro" de manter e operar, o Governo tem outras decisões para tomar a breve prazo no mesmo domínio.

Na medida em que os primeiros dois helicópteros NH-90 deverão chegar a Portugal em 2008 (estando o início da sua construção agendado para este ano), o Exército precisa urgentemente de ter helis ligeiros que preparem as suas tripulações para operar os NH-90 (para além das missões específicas que lhes cabem).

Daí que o ministro Luís Amado, que segunda-feira dá posse ao major-general Amaral Vieira (Exército) como subdirector-geral de Armamento e Equipamentos de Defesa, tenha de tomar a breve prazo uma decisão nesse domínio. Esse novo meio irá equipar também a FAP, já que os velhos Alouette III precisam igualmente de ser substituídos.

No âmbito da Lei de Programação Militar (LPM) está assente que haverá um só modelo para os dois ramos, sendo dez aparelhos para a FAP (cerca de 60 milhões de euros) e nove para o Exército (80 milhões, mais caros por causa dos equipamentos a bordo).

Como a GNR e o Serviço Nacional de Bombeiros também pretendem ter helicópteros, está por saber se estas corporações irão adquirir modelos diferentes ou iguais aos que vão equipar as Forças Armadas.

Hoje, segundo a porta-voz do ministro da Defesa, irá saber-se qual o futuro a dar aos Puma que a Força Aérea deixa de usar no continente. Admite-se que venham a ser entregues ao MAI para combater fogos.

fonte: http://dn.sapo.pt/2006/02/03/nacional/e ... teros.html (http://dn.sapo.pt/2006/02/03/nacional/estado_desperdica_meios_helicopteros.html)

O EH-101 tem boas capacidades para no futuro se tornar no helicóptero utilizado pela armada, mas pelos motivos apresentados acima (no artigo Estado desperdiça meios com helicópteros das FA) acho que o melhor seria se adoptar o NH-90. Ficariamos assim com NH-90 no exército e na marinha. Ficariamos apenas a «perder» dinheiro na FAP, devido ao EH-101 «ser muito caro de manter e operar».

Isto por acaso, é algo também para discutir no tópico sobre o presumível futuro LPD da marinha - visto que terá como opção, ou a utilização de 4 EH-101 a bordo do LPD, ou de 6 NH-90.
Citação de: "Área Militar: EH-101"
Os planos actuais, consideram que estes quatro helicópteros serão os utilizados em conjunto com a marinha, a bordo do futuro navio de apoio logístico NAVPOL. O NAVPOL, tem capacidade para exactamente quatro destas aeronaves, tornando portanto possível, não só o desembarque de tropas a partir de lanchas, mas também o desembarque ou evacuação de tropas ou civis, recorrendo apenas aos helicópteros.
Título: Re: Torpedos
Enviado por: Get_It em Fevereiro 05, 2006, 03:44:00 am
Citação de: "TaGOs"
Boas. Os nossos EH-101 podem levar torpedos?


Mais algumas fotos do EH-101 :D

[...]

Cumprimentos


Penso que não, pelo menos nas fotos que vi dos nossos não vi os suportes, ora vejam este EH-101 da Royal Navy [Inglesa], da versão Merlin HM Mk.1 (ASW).
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1c/Westland.eh101.merlin.fairford.arp.jpg/300px-Westland.eh101.merlin.fairford.arp.jpg) (http://http)[/list]
Título:
Enviado por: Luso em Fevereiro 05, 2006, 09:38:24 pm
Perdoem-me a ignorância: seria sensato reforçar a frota de EH101 em detrimento de uma de NH90s?

O artigo parece-me muito desigual. Se pr um lado diz coisas com sentido, por outro esquece outros factos...
Título:
Enviado por: NVF em Fevereiro 05, 2006, 11:45:59 pm
Eu, pessoalmente, acho que sim, nao faz sentido ter duas frotas de helis praticamente da mesma categoria.

Tal como o Rui Elias, acho que fazia sentido a FAP adquirir mais uns 4 ou 6 Merlins. Quanto ao Exercito, ficava com helis ligeiros e de ataque — como os Exercito Britanico. Mas como os helis de ataque parecem estar fora dos planos, vamos ficar com duas frotas de helis medios, uma por necessidade (Merlin) e outra por opcao politica (NH-90).

A ser assim, ao menos que se comprem NH-90 para a Armada, para substituir os Lynx — que ainda se devem vender a um bom preco em 2a mao — e ficavamos com menos uma frota e uma cadeia logistica, diminuindo custos de aquisicao de sobresselentes e de manutencao.
Título:
Enviado por: TOMKAT em Fevereiro 05, 2006, 11:59:06 pm
As diversas utilizacões que os EUA dão ou irão dar ao EH 101...


(http://img153.imageshack.us/img153/1304/eh1018wg.jpg)
Título:
Enviado por: Get_It em Fevereiro 06, 2006, 12:50:59 am
Citação de: "NVF"
Eu, pessoalmente, acho que sim, nao faz sentido ter duas frotas de helis praticamente da mesma categoria.

Tal como o Rui Elias, acho que fazia sentido a FAP adquirir mais uns 4 ou 6 Merlins. Quanto ao Exercito, ficava com helis ligeiros e de ataque — como os Exercito Britanico. Mas como os helis de ataque parecem estar fora dos planos, vamos ficar com duas frotas de helis medios, uma por necessidade (Merlin) e outra por opcao politica (NH-90).

A ser assim, ao menos que se comprem NH-90 para a Armada, para substituir os Lynx — que ainda se devem vender a um bom preco em 2a mao — e ficavamos com menos uma frota e uma cadeia logistica, diminuindo custos de aquisicao de sobresselentes; e de manutencao.


Não percebo para quê que iria-se comprar mais 4 ou 6 Merlins para a FAP - talvez para instrução?, ou até mesmo transporte VIP? - visto que os 12 Merlins comprados já aguentam com as missões destinadas a eles. O Merlin é uma excelente opção tanto para o exército, como para a marinha, se Portugal fosse um país rico. Visto que muitas fontes se queixam que o EH-101 é mais caro, tanto na compra de novas unidades, tanto como na manutenção e operação.

Já os NH-90 é como o NVF disse. Já que foram uns quantos comprados para o exército, podia-se comprar mais alguns também substituir os Lynx na armada. Inclusive maioria das fragatas modernas utilizam como helicóptero o NH-90 - a não ser que fossemos comprar uns quantos contratorpedeiros Tipo 45 (http://http) :D .

Facto interessante. A Força Aérea da Nova Zelândia (http://http), que pelos vistos está pior que nós [1], escolheu o NH-90 para substituir a sua frota de 14 UH-1H Iroquois e de 5 Bell 47 Sioux - ou seja o NH-90 vai ficar com as missões de patrulha marítima, busca e salvamento, transporte, e instrução.

[1]
Em 2001 o Governo da NZ (http://http) cancelou a compra de 28 caças F-16 Fighting Falcon (http://http), e abateu ao serviço os seus esquadrões existentes de A-4 Skyhawk (http://http) e de Aermacchi MB-339 (http://http).
Actualmente a RNZAF tem ao seu serviço 6 P-3K Orions (http://http); 5 SH-2G(NZ) Seasprites (http://http); 3 Beech Kingair B200 (http://http); 2 Boeing 757-200 (http://http); 5 C-130H Hercules (http://http); 14 UH-1H Iroquois (http://http); 13 Pacific Aerospace CT-4E Airtrainers (http://http); 5 Bell 47 Sioux (http://http).[/list]
Título:
Enviado por: Rui Elias em Fevereiro 06, 2006, 04:01:55 pm
Bem, eu defendi a necessidade para a FAP de mais 4 EH-101 porque se irão 3 ou 4 para as ilhas, e embarcarem 4 no NavPol, ficaremos com poucos no continente, sempre que o NavPol zarpe para uma missão.

Eu encararia como boa a hipótese de recebermos NH-90 para os Exército(os 10 previstos) e 7 para a Marinha.

Se teremos, previsivelmente 5 fragatas, acho que 7 seria um número razoável.

Neste caso, despachavam-se os Linx.

Ou em opção, adquirir 5 EH-101 para a Marinha para operar como heli orgânico no NavPol, e para SAR e CSAR, libertando a FAP dessa missão.

Acharia mais útil que o GALE fosse constituido por helis pesados (do tipo Chinook ou CH53) para transporte não só de tropas mas de equipamentos como viaturas tácticas, pequenas peças como morteiros, etc, para além de uma companhia, e os helis de ataque de raiz.

Um GALE só com helis para transporte e pouco mais (como serão os NH-90), será caro e pouco operacional no plano militar puro.
Título:
Enviado por: Luso em Fevereiro 06, 2006, 05:51:56 pm
Citar
A ser assim, ao menos que se comprem NH-90 para a Armada, para substituir os Lynx — que ainda se devem vender a um bom preco em 2a mao — e ficavamos com menos uma frota e uma cadeia logistica, diminuindo custos de aquisicao de sobresselentes e de manutencao.


Também faz sentido. É uma das maneiras de se reduzir o número de tipos de helis.

De:

EH101 + NH90 + Lynx + A109 (suspostamente)

Para:

EH 101 - Pesado
NH90 - Médio, uso geral
A109 - Ligeiro Instrução
Título:
Enviado por: Get_It em Fevereiro 06, 2006, 06:34:35 pm
Citação de: "Rui Elias"
Acharia mais útil que o GALE fosse constituido por helis pesados (do tipo Chinook ou CH53) para transporte não só de tropas mas de equipamentos como viaturas tácticas, pequenas peças como morteiros, etc, para além de uma companhia, e os helis de ataque de raiz.

Um GALE só com helis para transporte e pouco mais (como serão os NH-90), será caro e pouco operacional no plano militar puro.

Nem é preciso «tanto», ora vejamos as capacidades de transporte dos helicópteros Aérospatiale Puma (http://http), NHI NH90 (http://http), AgustaWestland EH101 (http://http). Respectivamente, o primeiro tem uma capacidade para    7.400 kg, o segundo para 10.600 kg, e o terceiro para 14.600 kg.
Se o Puma (7.400 kg) sozinho é capaz de levantar um canhão leve L-118 / L-119 (http://http), e se um UH-60 Black Hawk (http://http) (com uma capacidade máxima de 9.185 kg) consegue transportar um Humvee (http://http). Não vejo qual seria o problema de remediar por enquanto (ou melhor dizendo, por uns tantos séculos) com os NH-90 ou com os EH-101. Mas que seria excelente ter Chinook's no exército, lá isso seria. Daria uma grande capacidade ao exército, mas que teria na mesma que possuir helicópteros mais ligeiros, que é o caso do NH-90.

Citação de: "Luso"
Também faz sentido. É uma das maneiras de se reduzir o número de tipos de helis.

De:

EH101 + NH90 + Lynx + A109 (suspostamente)

Para:

EH 101 - Pesado
NH90 - Médio, uso geral
A109 - Ligeiro Instrução


Seria-se capaz de reduzir ainda mais os modelos de helis utilizados:
EH-101 - Na FAP (Pesado, SAR, CSAR, etc)
NH-90 - No Exército e Marinha (Médio, ASW, uso geral e ligeiro de instrução)
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Fevereiro 06, 2006, 08:42:52 pm
Eu de aviação percebo pouquissimo.

Será que alguns dos especialistas neste campo, (que os há) me pode elucidar se o NH 90 poderia ser substituto para o Lynx? Refiro-me ao tamanho do hângar e do convés de pouso, das Vasco da Gama e hipotéticamente das O.H. Perry?

Saudações

Luis F. Silva
Título:
Enviado por: emarques em Fevereiro 06, 2006, 10:08:57 pm
É uma pergunta que importaria responder. As VdG e as Perry "short hull" poderiam ser certificadas para operar NH90?

Dando uma vista de olhos às características das aeronaves:

O NH90 parece ser quase tão comprido "dobrado" como o Lynx pronto a voar, e o diâmetro do rotor do NH90 é uns 3 metros maior.

Além disso, o NH90 tem um peso máximo de 9100kg, contra os 5300 do Lynx.

Os Seasprite que se usavam nas Perry "short hull" também são mais pequenos que os NH90.
Título:
Enviado por: Luso em Fevereiro 06, 2006, 10:37:35 pm
Boas e elementares perguntas, emarques...
Quem se habilita a responder?
Título:
Enviado por: NVF em Fevereiro 07, 2006, 12:28:30 am
Citação de: "Get_It"

Não percebo para quê que iria-se comprar mais 4 ou 6 Merlins para a FAP - talvez para instrução?, ou até mesmo transporte VIP? - visto que os 12 Merlins comprados já aguentam com as missões destinadas a eles. O Merlin é uma excelente opção tanto para o exército, como para a marinha, se Portugal fosse um país rico. Visto que muitas fontes se queixam que o EH-101 é mais caro, tanto na compra de novas unidades, tanto como na manutenção e operação.


Tem razao quanto 'a sua duvida Get_it, mea culpa, deveria ter explicado melhor o porque da minha sugestao. A minha ideia era que umas 4 ou 6 unidades extra na FAP colmatavam a ausencia de NH-90 nos GALE que, por sua vez ficavam so' com helis ligeiros e de ataque. Em suma, o modelo ingles.

Quanto aos NH-90 nas VdG e nas Perry, ha' navios identicos que utilizam helis da mesma categoria (10 ton), designadamente os S70/SH-60 Seahawk. Por exemplo, as MEKO gregas transportam um unico Seahawk (ou Aegean Hawk como eles lhe chamam) e as Perry longas podem transportar 2 Seahawks. Penso que as Perry tiveram que ser alongadas exactamente para poderem transportar os Seahawks e o sistema RAST (que permite aos helis operarem com mar mais agitado).

Ou seja, com alteracoes nao muito significativas (digo eu, claro), as nossas MEKO poderiam ser adaptadas para operar um heli da classe de 10 toneladas, mas quanto 'as OHP, devido 'a sua idade, se calhar nao valia a pena. De qualquer modo, se a Armada algum dia vier a ter NH90, ja' nem as OHP nem as MEKO deveram existir, penso eu de que.
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Fevereiro 07, 2006, 12:41:08 am
Na altura em que entrou um novo Min.da Defesa, creio que o Veiga Simão, o que estava planeado para as VG era o Seasprite, em consequência da mudança feita pelo dito ministro optando pelo Lynx, a parte de ré dos navios foi alterada. Por isso é que eu perguntei.
Mas de qualquer maneira o NVF é capaz de ter razão, quando vierem novas fragatas já o NH 90 não existe.
Título:
Enviado por: Get_It em Fevereiro 07, 2006, 12:43:34 am
Citação de: "NVF"
Citação de: "Get_It"

Não percebo para quê que iria-se comprar mais 4 ou 6 Merlins para a FAP - talvez para instrução?, ou até mesmo transporte VIP? - visto que os 12 Merlins comprados já aguentam com as missões destinadas a eles. O Merlin é uma excelente opção tanto para o exército, como para a marinha, se Portugal fosse um país rico. Visto que muitas fontes se queixam que o EH-101 é mais caro, tanto na compra de novas unidades, tanto como na manutenção e operação.

Tem razao quanto 'a sua duvida Get_it, mea culpa, deveria ter explicado melhor o porque da minha sugestao. A minha ideia era que umas 4 ou 6 unidades extra na FAP colmatavam a ausencia de NH-90 nos GALE que, por sua vez ficavam so' com helis ligeiros e de ataque. Em suma, o modelo ingles.
<nods (http://http)> Entendido.
Ou seja:
* GALE
** Eurocopter Tiger (só mesmo para dar um exemplo de helicóptero de ataque)
** Eurocopter EC-635 (não conheço mais nenhum ligeiro :S)
* FAP
** EH-101
** Chinook
* Armada
** Lynx

Face a isto quem iria ficar com os meios (helicópteros ligeiros) para instrução em helicóptero seria o exército.

Citação de: "NVF"
Quanto aos NH-90 nas VdG e nas Perry, ha' navios identicos que utilizam helis da mesma categoria (10 ton), designadamente os S70/SH-60 Seahawk. Por exemplo, as MEKO gregas transportam um unico Seahawk (ou Aegean Hawk como eles lhe chamam) e as Perry longas podem transportar 2 Seahawks. Penso que as Perry tiveram que ser alongadas exactamente para poderem transportar os Seahawks e o sistema RAST (que permite aos helis operarem com mar mais agitado).

Ou seja, com alteracoes nao muito significativas (digo eu, claro), as nossas MEKO poderiam ser adaptadas para operar um heli da classe de 10 toneladas, mas quanto 'as OHP, devido 'a sua idade, se calhar nao valia a pena. De qualquer modo, se a Armada algum dia vier a ter NH90, ja' nem as OHP nem as MEKO deveram existir, penso eu de que.


Em relação às VdG. O Lynx foi um modelo escolhido pelo governo, ou as VdG MEKO 200 já vinham com esse modelo pré-seleccionado :?:
Título:
Enviado por: NVF em Fevereiro 07, 2006, 02:53:50 am
E' isso mesmo Get_It, so' que, pessoalmente, penso que nao temos estrutura para suportar os Chinook — leia-se nao temos forcas terrestres que os justifiquem — e, sinceramente, nao sei onde ficariam melhor os helis de instrucao. A FAP tem uma escola de instrucao montada e com tradicao e sempre deu todo o apoio aos Lynx da Armada. Por outro lado, os requisitos de instrucao para aviadores do Exercito nao sao tao complexos — o treino noutros exercitos e' muito mais ligeiro do que o oferecido pela FAP. Sinceramente nao sei.

O conceito MEKO e' flexivel e permite uma vasta escolha de opcoes, nomeadamente de helis. Alias, o mesmo se passa com os restantes navios (fragatas e destroyers) modernos: quase todos permitem a operacao de helis de 10 ton, mas ha' marinhas que perferem os de 5 ton.

Quanto 'a escolha dos Lynx da Armada, o Luis Silva ja' respondeu — foi opcao do governo da altura. A linha de montagem dos Seasprite ja' estava encerrada, pelo que os exemplares que nos iam calhar eram ex-USN e necessitavam de ser completamente remodelados. O governo preferiu adquirir helis novos o que, dadas as condicoes de entao, me parece ter sido uma escolha acertada.
Título:
Enviado por: p_shadow em Fevereiro 07, 2006, 06:47:04 am
Citação de: "Luso"
Boas e elementares perguntas, emarques...


Exacto!!
Aproveitando as palavras do Luso, acho estranho que muitos colegas do forum digam que deviamos ter X ou Y sem sequer pensar nesses "pequenos pormenores"...! :lol:

Sinceramente, isto tá tudo na internet, nesta mesma internet que todos usamos para "arrotar" as nossas postas de pescada de quando em vez!! Difícil é não saber!


Cumptos
Título:
Enviado por: Luso em Fevereiro 07, 2006, 12:39:51 pm
Então tomemos o Lynx como referência para um heli de uso geral.
E ficar-se-ia com o EH 101 e o Lynx, na versão Naval e terrestre. Mas creio que este último é carote, não?
E os britâncos pretendem construir uma nova versão.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 07, 2006, 12:44:02 pm
Comprava-se uns Lynx em segunda mão para a GALE e FAP.
Título:
Enviado por: Luso em Fevereiro 07, 2006, 05:31:30 pm
http://navy-matters.beedall.com/msa.htm (http://navy-matters.beedall.com/msa.htm)

Citar
Notes:

Project designation:  ?
Integrated Project Team: Lynx
Status: Assessment Phase, Main Gate due late 2005
In Service Date:  2010

Background
The Surface Combatant Maritime Rotorcraft (SCMR) is required to maintain and  extend the Royal Navy's above-water surveillance and attack capability in environments ranging from open ocean to littoral, in support of maritime, joint or combined operations.  39 Lynx Mk 3 and 36 Lynx Mk 8 currently provide this maritime capability.  A proposal from  Westland Helicopters Ltd Future Lynx (FLynx) is currently being assessed for both SCMR and the associated Battlefield Light Utility Helicopter (BLUH) requirement to support Air Manoeuvre, Littoral (sea to shore) Manoeuvre, and Special Forces operations within the Joint Task Force.

The Westland Lynx has been in service with the Royal Navy since the 1970's operating primarily from frigates and destroyers, acting as an ‘eye in the sky’, a weapons platform and a means of rapid transport for small small numbers of personnel and equipment.  The latest variant is called the Lynx Helicopter Medium Attack Mark 8 (or Lynx HMA.8), of which the RN procured 44.  The SCMR) project seeks a replacement for the capability provided by the RN's Lynx's.  The equivalent programme for the Army, which also operates :Lynx's,  is the Battlefield Light Utility Helicopter (BLUH).  An earlier study by the Ministry of Defence has already shown that Future Lynx has the potential to meet the needs of both Services, and additional studies will further evaluate its potential and also examine alternatives.

Initial Gate (IG) approval for BLUH was given in December 2001, although the Assessment Phase (AP) contract with Westland Helicopters Ltd (WHL) did not become effective until May 2002. In July 2002 a contract worth £10 million was awarded by the Lynx Integrated Project Team, based at MoD Abbey Wood and Yeovilton, to assess the suitability of Future Lynx for use by the Royal Navy.   According to Defence Minister Lord Bach in a statement at the time: "Lynx has served the Royal Navy with distinction since the 1970s all over the world and has demonstrated its first class military capabilities in the Falklands conflict and the Gulf War.  These aircraft will need replacement in the next six years and we believe that Future Lynx offers great potential to fill this. [This] announcement gives AgustaWestland the opportunity to prove it can successfully deliver on this key capability."  The SCMR study was to run in parallel with a study for BLUH approved in 2001 into use of the aircraft by the Army.

Although subject to separate Initial Gate approvals, the BLUH and SCMR Assessment Phase programmes are running jointly with a single tender solution for WHL to develop and de-risk its FLynx proposal. Analysis undertaken for the BLUH IG business case showed that there was little to discriminate between single tender and competitive strategies for this requirement, but that single tender offered a faster route to provide the capability within the required timescale.

The forecast date for submission of the joint BLUH and SCMR Main Gate business case was December 2003, but this slipped to Spring 2004.  This was also missed, and the July 2004 command paper: "Delivering Security in a Changing World; Future Capabilities" included no news of progress and the project seemed to be in danger of out-right cancellation.

Workstrands were set up by the MOD in 2003 to find cheaper ways of "doing defence".  The relevant Workstrand 13 investigating Future Rotorcraft Equipment SCMR made some radical recommendations in its report to the UK’s Defence Management Board (DMB).  The question emerged as to whether a direct replacement for Lynx  was actually required, or whether the capability currently provided by the Lynx HMA.8 could be replaced by a lower cost combination of other systems: - Unmanned Aerial Vehicles (UAV); upgraded RN Merlin HM.1's, RAF Merlin HM.3's, Army WAH-64 Apache's, leased civilian helicopters, etc.  In particular, it was suggested that for the transport and utility role, SCMR and BLUH could be merged with the SABR-light requirement.  

The AgustaWestland Merlin HM.3+ (previously a favourite for SABR) was considered to be larger and more expensive than ideal for a combined SCMR/BLUH/SABR-light requirement, while the Future Lynx was too small.  The NHIndustries NH90, or possibly the Sikorsky MH-60S/R, was seen as representing a much better compromise choice from most military points of view, and  Alain Gauthier, commercial director of NH Industries, said in September 2004 that Britain was considering buying 100 NH90 helicopters.  Scrapping Lynx without a direct replacement will result in substantial savings - the separate SCMR, BLUH and SABR projects were budgeted at nearly £4.2 billion, while the new combined approach was estimated at £3 billion.

The industrial (and political) requirement that SCMR and SABR aircraft must be manufactured in the UK made an interesting turn in May 2004 when was announced that GKN was negotiating the sale of its stake in AgustaWestland to Finmeccanica for £1 billion, making the company entirely Italian owned.  Completion of the deal is expected by the end of 2004.  The sale price includes £35 million to be held in escrow and repaid by GKN to Finmeccanica if the helicopter business is not awarded by the MOD the anticipated Future Lynx contract for SCMR/BLUH by May 2008.  Without FLynx work the old Westland Yeovil plant is expected to be quickly closed, Finmeccanica consolidating any outstanding EH.101 Merlin work at the Vergiate plant in Italy.   While any EADS offer in relation to NH90 might involve the Yeovil plant building the NH90's, EADS is far from keen about this approach because it already has three NH-90 assembly lines in Europe and plenty of spare capacity for a large (perhaps as many as 100 helicopters) UK order.  EADS believes that it will be able to offer a high enough UK content or offsets in its NH90 proposal for the industrial aspects to be acceptable to the UK government.  


(Above) A UK variant of the NHIndustries NH90 became a contender for a combined SCMR/BLUH/SABR requirement.  (Source: Eurocopter)
 
The NH90 is currently available in two models - a dedicated Naval Frigate Helicopter (NFH) for the maritime mission, and a Tactical Transport Helicopter (TTH) for the army aviation role.  However for meeting the UK's combined SCMR/BLUH/SABR requirement EADS (effectively the 62.5% controlling shareholder of NHIndustries) is believed to be proposing some kind of hybrid solution, a senior source at NHIndustries said: "We can play with features taken from the TTH and NFH variants to put together a customer-optimised configuration."  The approach may be similar to Australia which selected the NH90 in August 2004, its MRH90 variant will be modelled on the German Army's version, with slight variations such as electrically-folding main rotor blades and extensive navalisation features, including emergency flotation kits.

After the command paper, the work started by the workstrand 13 was taken over by the Future Rotorcraft Coherency Study.  The study focused on three role requirements; delivered in both maritime and land environments: Find (effectively ISTAR); Attack (“Strike” in traditional RN terminology); and Lift.

On 24 March 2005 the MoD indicated that AgustaWestland's Future Lynx (FLynx) was its preferred option for meeting the Land Find and the Maritime (Surface) Attack elements of the Future Rotorcraft Capability requirement.  This decision was subject to negotiations with the company and agreeing acceptable contract conditions and prices.  It was stated that exact aircraft numbers for the Future Lynx, delivery schedule and In-Service Date would all be set at the time of the final "Main Gate" procurement decision expected later in 2005.  AgustaWestland welcomed the announcement and said that the estimated value of the programme was in the region of £1 billion.  EADS is not disputing the preferred status of the FLynx, despite having pressed the MoD to consider a rival bid based on its EC635.

The MOD's Investment Approvals Board (IAB) apparently approved the FLynx business case at its meeting on 6 August 2005, an industry source said “Future Lynx development for the Army and Navy was approved, subject to various conditions, particularly whether AgustaWestland can demonstrate value for money.”

The capability offered by FLynx is being rigorously assessed against the requirement for both BLUH and SCMR with an emphasis on maintaining commonality between the two aircraft where this offers best value. Independent product benchmarking is assessing the value for money of the FLynx compared with the AB139, NH90, UH-60M and EC655 helicopters, in particular  EADS has for a long time been strongly requesting that the UK MoD look to its NH90.  Demonstrating Value for Money may mean that competitors will be invited to submit indicative quotations against the same "Land Find and Maritime (Surface) Attack" user requirements. and capability provision.  If any of these quotations are significantly less than AgustaWestland has indicated with its FLynx proposal, then a reversion to a competitive tender situation is possible.

Future Lynx is a development of the AgustaWestland Super Lynx 300, the latest export version of the Lynx.  Super Lynx 300 has an improved airframe which should allow a service life of at least 25 years, a new engine which will operate more effectively in hot and high conditions, and a modern avionics suite.  Future Lynx has a greater load carrying ability and further avionics improvements. A full order for the required Royal Navy aircraft fleet could be worth up to £400M for AgustaWestland and help protect jobs in the company's Yeovil plant.
Título:
Enviado por: Rui Elias em Fevereiro 08, 2006, 10:00:28 am
Os actuais Linx da marinha estão com praticamente 15 anos de idade.

Porque não adoptar como modelo de referencia para uns anos uma linha de helis médios do tipo SH-60, que serão sempre mais baratos que os NH-90, até que daqui a uns anos os pudessemos comprar para uma nova linha de plataformas navais que tivessemos lá para 2020?

As OHP espanholas usam bem os SH-60.

São helis versáteis para SAR e ASW, utilizados em muitas marinhas de primeira liha (EU Navy, Espanha, Austrália, etc.)

E eu gostaria que 4 EH-101 fossem comprados e atribuidos à Marinha, tanto para poderem operar a partir do futuro NavPol, dispensando para isso os da FAP, e podendo realizar missões SAR.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 08, 2006, 10:09:50 am
Rui qd os EH-101 da versão CSAR foram comprados, já o foram a pensar na marinha, porque senão o número de helicopteros dessa versão seria menor.
Título:
Enviado por: Rui Elias em Fevereiro 08, 2006, 10:15:21 am
Get It:

O que eu penso relativamente ao 10 NH-90 para o GALE é o seguinte:

São excelentes helis para operacionalizar o deslocamento de uma companhia, se se utilizar a totalidade da frota de um campo para outro.

O que acontecerá que se todos forem utilizados para esse transporte, o que sobra para restante equipamento?

Em tempos passados eu já tinha defendido que um verdadeiro GALE ( e não um simulacro) deveria ser constituido por helis pesados, e daí a minha sugestão do Chinoock que daria maior elastricidade e operacionalidade a uma vedadeira capacidade de movimentação de tropas e respectivos equipamentos no terreno, sem que o Exérccito estivesse tão dependente da FAP para essa tarefas.

A FAP asseguraria a protecção aérea para essa transferência, se para isso tivesse o nº de caças necessários, (e os colegas já sabem que eu penso que não tem essa capacidade).

Julgo ainda que um verdadeiro GALE para o ser, terá que ter necessáriamente helis de ataque, do estilo Apache, Tiger, ou outro.

Ou não passará de uma frota de transporte independente da FAP.

Para ter apenas helis de transporte, mais valia continuar a contar com a FAP, podendo os NH-90 ficar para a FAP, ou esta aumentar o nº de EH-101.
Título:
Enviado por: emarques em Fevereiro 08, 2006, 12:27:36 pm
Citação de: "Rui Elias"
Porque não adoptar como modelo de referencia para uns anos uma linha de helis médios do tipo SH-60, que serão sempre mais baratos que os NH-90, até que daqui a uns anos os pudessemos comprar para uma nova linha de plataformas navais que tivessemos lá para 2020?

Tem alguns dados que digam que o SH-60 é mais barato que o NH90? E se o for realmente (embora as minhas pesquisas pouco eficazes na internet pareçam indicar preços não muito diferentes), não se deveria isso exactamente a que o NH90 é uma nova plataforma enquanto que os SH-60 já vão ficando velhos? Os Blackhawk são sensivelmente da mesma idade do Lynx, e a variante Seahawk é pouco mais recente.
Título:
Enviado por: Spectral em Fevereiro 08, 2006, 02:25:23 pm
O NH-90 NFH anda pelos 30mn$, o SH-60 será sempre mais caro que um UH-60 devido a toda a electrónica extra, e os últimos UH-60 têm saído por cerca de 20mn $ ou mais (Tailândia, Brasil, etc).

E quem é que acredita que os SH-60 viriam apenas como medida provisória? Além que não estou a ver dinheiro para luxos desses. Os Lynxs ainda aguentam bastante tempo, há muitas outras prioridades.
Título:
Enviado por: Lancero em Fevereiro 08, 2006, 04:11:22 pm
Parece que a versão civil do EH101 já está a dar problemas...



Posted 02/06/06 10:48
Canada Strives To Fix Cormorant’s Tail Cracks

By DAVID PUGLIESE, VICTORIA, British Columbia



AgustaWestland hopes in coming months to solve the tail rotor and logistics problems that have reduced the availability of the Canadian Air Force’s search-and-rescue helicopters and resulted in restrictions on some operations.
Cracks of varying severity have occurred in all 15 of Canada’s Cormorant helicopters, a variant of the EH101. At the same time, higher-than-predicted failure rates of several components on the aircraft, combined with the long lead time to procure new parts, has helped reduce the number of helicopters available for training and missions.
Air Force officials announced last September that the service would deal with the tail-rotor cracks by limiting training flights to two hours and restricting top speed and rate of climb. AgustaWestland and Air Force officials said the restrictions do not hinder search-and-rescue operations.
The Air Force also suspended Cormorant operations at Canadian Forces Base Trenton, near Toronto, substituting its Griffon helicopter in the search-and-rescue role. It has sent the Cormorants from Trenton to bolster the flight line at other bases along the country’s coasts, where search-and-rescue operations are more demanding.
Jeremy Tracy, chief test pilot and director of operations for Team Cormorant, the Canadian arm of AgustaWestland, said the company is close to a solution. It is recommending that particular parts in the tail-rotor section be inspected or replaced at a more regular basis. At the same time, it is working on different coatings that can be applied to some of the parts to reduce wear.
“We’re hoping to have the fix later in the year,” Tracy said. “The company has carried out hundreds of flight hours and literally thousands of hours of tests and computer analysis to understand it as much as we have.”
Other militaries operating the EH101 have been experiencing similar cracks, he said. Eight customers fly the EH101, including the air forces of the United Kingdom, Portugal and Denmark, the navies of Italy and the United Kingdom, as well as Japan’s Self Defense Force. A new variant has been ordered by the United States for use by the president.
Manufacturing changes are intended to prevent such cracks in future EH101s, so the presidential aircraft should not be afflicted, AgustaWestland officials said.
Damaging Vibrations
Canadian Air Force Maj. Alain Robichaud, weapon systems manager for the Cormorant CH-149, said that while the cause of the cracks hasn’t been determined, “everything leads to a vibration phenomena.”
The cracks, in the tail-rotor half hubs, started appearing shortly after the CH-149 fleet was declared fully operational by Canada in September 2004. The tail-rotor half hubs connect the tail-rotor blades to the tail-rotor driveshaft. Last July, newly manufactured half hubs — developed by AgustaWestland to improve overall quality — were installed on six CH-149s, but by the next month cracking was discovered once again on three of those aircraft.
According to a Sept. 28 Canadian Forces report, “the number of CH-149 Cormorant aircraft available for [search-and-rescue] proficiency and occupational training has decreased below an acceptable level.”
The six-page report, “Suspension of CH-149 Cormorant Operations at (Canadian Forces Base) Trenton,” was obtained by Defense News.
Robichaud said the Air Force will be doing more inspections of the affected tail rotor area.
“We’re working towards introducing vibration monitoring equipment that would be able to alert the air crew of any abnormal vibration they might encounter during flight,” he said.
Canada is the only EH101 user that has put restrictions on the aircraft.
The problems with the tail rotors, and a higher-than-expected failure rate in other components, have also contributed to a lack of spare parts for the Cormorants, Robichaud said. There also have been problems with supply of those parts, he added.
Tracy said AgustaWestland has made several changes to deal with the spare parts issue.
“We’ve already moved some 300-plus items into a depot in Halifax just to speed up the times,” he said. It has also identified the priority spares and put into place a guaranteed turnaround time on parts. Tracy said it will take some time for the parts issue to work itself out, but similar changes have also been made for other EH101 customers.
“I think everybody has faced similar difficulties and they’ve all had to be addressed in similar ways,” Tracy said. “Most customers now have guaranteed repair and overhaul turnaround times.”
Robichaud said it is not uncommon for new aircraft entering service to have problems, but he acknowledged the ongoing issues affecting the Cormorant have been frustrating.
“We are making progressive effort forward to get over this situation,” he added.
Título:
Enviado por: Lancero em Fevereiro 08, 2006, 05:48:56 pm
http://www.airliners.net/open.file/0622370/M/ (http://www.airliners.net/open.file/0622370/M/)

O NH-90 num esquema de pintura parecido ao da FAP...
Título:
Enviado por: JLRC em Fevereiro 08, 2006, 07:38:38 pm
www.airliners.net/open.file/0622370/M/ (http://www.airliners.net/open.file/0622370/M/)
Título:
Enviado por: Leonidas em Fevereiro 08, 2006, 10:26:31 pm
Saudações guerreiras

Quanto á noticia publicada pelo DN é mais desinformação do que outra coisa qualquer. O titulo deveria ser “Estado desperdiça dinheiro com má gestão de recursos humanos”. Em relação ao conteúdo não tem qualquer valor informativo, antes pelo contrário. Para mim acho que se quer desviar atenções ou mandar uma boca qualquer, numa de manipulação. Acho melhor ignorá-la, porque o que há é o habitual, ou seja, toda a gente fala, mas não dizem nada de jeito (espero estar enganado) porque têm medo em assustar alguém, se calhar. Se se fosse dizer a verdade então é que, se estivessem em período de eleições, as sondagens cairiam. O que não deve haver são interesses muito poderosos, uns do Bota-Abaixo e os comerciais do costume.  

A decisão da comprar dos EH-101 acho que foi uma das melhores que se poderia ter feito. Tal compra não impedia de maneira nenhuma a vinda dos NH-90, estes sempre com um propósito diferente daquele que para o qual o EH-101 foi comprado ou pensado. Acho que em Portugal os dois tipos de helis não se sobrepõem, mas podem complementarem-se. Embora se tratem de hélis diferentes convém realçar que o grau de comunabilidade é aumentado numa questão essencial, a sua manutenção. Neste ponto é uma jogada de mestre, por Portugal ter optado pelo mesmo motor para dois hélis difertentes, os RTM-322 (*) (RollsroyceTurboMeca, parceria entre a RR e Turbomeca). Esta questão é muito importante, reduzindo substancialmente os custos de manutenção (espero) e assim não haver ruído de fundo desnecessário entre o dito desperdício e o gasto necessário na sua operacionalidade. O EH-101 é só um, senão o melhor héli do mundo (provavelmente) em todas as versões que venha a ser convertido. Tem 3 motores que, segundo os peritos lhe dá uma segurança muito mais elevada o que é importante voando sobre o mar.

(*) (http://img329.imageshack.us/img329/7782/eh101rtm3227cv.jpg)

O NH-90 é também um excelente héli, mas certamente estará muito mais limitado, caso Portugal fosse empregá-lo nas funções que agora o EH-101 vai iniciar que é a busca e salvamento e a mesma função só que destinada ao combate militar. Se Portugal empregasse o NH-90 nessas funções primárias ficariam a trás do que era proprocionado pelo PUMA em termos de raio de ação.

O PUMA tem capacidade para cerca de 2200 litos de combustível, enquanto o NH-90 (só por ele) cegará somente aos 1500 litros (pelas minhas contas). Não sei se para estas funções descritas, mesmo o NH-90 sendo um héli novo, não seria necessário a duplicação de meios com o acompanhamento dos aviocar, caso tivessem que ir para muito longe da costa. Assim  não é poupar nem racionalizar meios. O EH-101 fará isso sozinho. Só aí poupasse imensíssimo.

Ainda, o EH-101 bate a concorrência á vontadinha. Sem depósitos auxiliares pode transportar pouco mais de 3200 litros de combustível e se necessário pode ainda elevar esse valor até ao 5300 litros (que é tanto como um F-16 leva internamente ou lá perto). Imaginem só o raio de ação deste héli … Mais … É mais fácil transportar um pelotão inteiro (imaginando que cada um tem 30 elementos) no EH-101 do que no NH-90.  

Já agora, não acredito que um EH-101 custe 5000 Euros por hora de voo, a não ser que mo demonstrem, embora vá custar mais em relação ao NH-90 por ter um motor a mais. Já referi que o custo estimado por hora de voo anda á volta de 1500 euros, mas atenção que isto é o que se diz na imprensa especializada, embora eu também não seja especialista nisto, porém admito que possa ser mesmo mais caro, mas acho que ninguém irá dize-lo ao certo, mesmo em Portugal. Deve haver muitos medos!!  :(

Não sei também se o valor referência de 1500 Euros está tudo incluído. Acredito que o valor publicado possa estar a referir-se ao custo do F-16 e nunca ao EH-101, por muito dispendioso que seja e o é. O que não deixa de ser um facto é que o EH-101 é perfeitamente válido e aceitável a sua compra para Portugal. Pena é que ainda não tenhamos barcos para poder operara com ele e potenciá-lo ainda mais. Será que o EH-101 pode aterrar no navio reabastecedor?

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Get_It em Fevereiro 08, 2006, 10:56:44 pm
Obrigado pelas suas explicações Leonidas. Ajudou-me a ver a verdadeira situação, e de a ver de uma outra maneira.

Como pode ver nos meus posts anteriores, tal como de outras pessoas aqui. Vemos o NH-90 como um [possível] substituto para o Lynx. Lendo agora o seu post , vi que refere algumas capacidades do EH-101 a operar no oceano face à «concorrência».
Citação de: "Leonidas"
O EH-101 é só um, senão o melhor héli do mundo (provavelmente) em todas as versões que venha a ser convertido. Tem 3 motores que, segundo os peritos lhe dá uma segurança muito mais elevada o que é importante voando sobre o mar.

Devo assumir que acha que o EH-101 seria o mais ideal para ser o helicóptero da marinha a operar nos meios como fragatas, corvetas, etc. - onde actualmente o Lynx é utilizado.

Note por favor que não estava a ser a favor do NH-90 substituir o PUMA / EH-101 nas missões de busca & salvamento. Mas sim utilizador o NH-90 a bordo das fragatas e patrulhas oceânicos para transporte e ASW.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Fevereiro 08, 2006, 11:12:36 pm
Caro Get_it

O unico navio português onde o EH 101 pode aterrar é o reabastecedor Bérrio.
Título:
Enviado por: Rui Elias em Fevereiro 09, 2006, 09:59:08 am
Segundo a foto do Airliners, finalmente a bandeira portuguesa aparece, ao contrário dos primeiros NH-90.

E isso é bom.

Mas voltando ao tema, concordo com o Leonidas.

Não me parece que haja sobreposição entre o NH-90 e o EH-101, mas antes complementaridade.

Precisamos sempre, quanto a mim de mais que uma tipologia de helis para transporte, tal como o que se refere a aviões de transporte.

Os NH-90, com dimensões semelhantes ao extintos Puma parecem ser os seus substitutos naturais (embora venham a ser operados pelo Exército) e ficando a FAP com 12 excelentes helis de grande autonomia de voo e capacidade de transporte acrescida relativamente aos Puma.

O mistério mantém-se é relativamente ao heli mais ligeiro que servirá em princípio os 2 ramos.

E se o GALE virá a ter mesmo um heli de ataque, coisa que é necessária para um verdadeiro GALE.

Quanto à Marinha, já percebi que é mais difícil pensar no futuro dos helis orgânicos.

Para já aposta-se nos Linx para as fragatas, está na calha a aquisição de mais 2 ou 3 Linx, para operarem nas OHP, e quanto ao NavPol, pensa-se utilizar em missões os helis EH-101 da FAP (e porque não os NH-90 do Exército?)

Mas parece-me que para mim o ideal seria que a Marinha, quando o NavPol estivesse incorporado, comprasse pelo menos 4 EH-101 para serem orgânicos e participar em missões SAR, libertando a FAP dessa tarefa.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 09, 2006, 10:11:34 am
Pelo que eu li o exército não está a pensar em comprar helis de ataque. Pelo menos no artigo que eu li no CM só falava dos helis ligeiros e dos NH-90. Era bom...mas não sei se o governo vai na conversa. Também à a questão da FAP que já veio a público a dizer que queria substituir os Alfa-Jet por helis de ataque.
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Fevereiro 09, 2006, 12:16:07 pm
Caro Rui Elias

Não me parece boa opção a Marinha possuir EH 101 no Navpol, muito menos para missões SAR. A FAP não abdica do seu papel nas missões SAR, e nem os Lynx participam nelas a partir de terra.
Além disso quatro dos EH 101, são para isso mesmo: Embarcar no ex. futuro Navpol, e para isso vêm com a cauda dobrável.
Por outro lado, creio que o NH 90 do exército não terá essa opçaõ, já que se tornaria mais oneroso.

Saudações
Luis F. Silva
Título:
Enviado por: Nuno Bento em Fevereiro 10, 2006, 06:35:04 am
em relação ao custos de operação do EH-101 numa conversa que tive a algum tempo atras na BA do Montijo foi me dito que os aparelhos portugueses estão certificados para operar só com dois motores para por um lado ser possivel reduzir os custos de operação e por outro aumentar o raio de acção. Tambem me disseram que para a sua função é o melhor helicoptero do mundo. Só isso por uma vez portugal comprou bem  mt bem.
Título:
Enviado por: Pedro Monteiro em Fevereiro 10, 2006, 10:38:21 am
Citação de: "nuno bento"
em relação ao custos de operação do EH-101 numa conversa que tive a algum tempo atras na BA do Montijo foi me dito que os aparelhos portugueses estão certificados para operar só com dois motores (...)


Os nossos e os outros. O EH-101 apenas usa o seu terceiro motor em aterragens e descolagens e em caso de avaria de um dos outros dois. Há uns anos as informações davam conta de um custo operacional na ordem dos 2.000 euros por hora de voo.
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
Título:
Enviado por: Leonidas em Fevereiro 12, 2006, 05:32:07 pm
Saudações guerreiras.

Citação de: "Leonidas"
O PUMA tem capacidade para cerca de 2200 litos de combustível, enquanto o NH-90 (só por ele) cegará somente aos 1500 litros (pelas minhas contas).

Ainda, o EH-101 bate a concorrência á vontadinha. Sem depósitos auxiliares pode transportar pouco mais de 3200 litros de combustível e se necessário pode ainda elevar esse valor até ao 5300 litros (que é tanto como um F-16 leva internamente ou lá perto).


Ora bem, depois de olhar para aquilo que escrevi, reparei que me tinha enganado nos valores. As minhas desculpas.

O NH-90 leva mais combustível que o Puma. Pelas minha contas, o NH-90 levará, sem tanques auxiliares, cerca de 2450 litros, ou seja, já tem uma autonomia maior que o Puma. Os valores para o EH-101 estão corretos porque estavam todas convertidas em litros. No entanto, convém também corrigir os valores para o F-16. O avião, internamente, conseguirá levar cerca de 4100 litros. Com depósitos auxiliares, de acordo com o que está na Página oficial da FAP, esses valor sobe para 7500. Nos tanques auxiliares (2?) albergam  cerca de 3400 litros.

Estará alguma vez prevista a utilização de depósitos auxiliares sobre o dorso no avião (CFT - Conformal Fuel Tanks), nos F-16 da FAP?

Aqui está um exemplo dos CFT, como se pode ver neste F-16 grego (novinho em folha e acabadinho de sair da linha de produção nos States):  8)
(http://img125.imageshack.us/img125/650/f16grego6hx.jpg)

Para chegar ao valor em litros no NH-90 e F-16 tive que utilizar um número de conversão (de kilograma para litros) que não sei se está correto – 0.78g/cm3 (grama por centímetro cúbico). É uma média.  

O meu erro foi ter multiplicado 0.78 pelo valor do combustível em Kg, quando o que deveria ter feito, estando correto, era dividi-lo. Por ex: o NH-90 tem um valor para o combustível interno de 1900 kg. . Admitindo que 0.78 está certo para o combustível especifico fica então 1900Kg/0.78g/cm3= 2435.897 litros

A Marinha na Página Oficial sobre os dados técnicos do Lince, disponibiliza tudo ou quase tudo, até os vários (possíveis) combustíveis utilizados no héli. Em relação a este pormenor põe de lado a da FAP que não é uniforme e tão completa.

O Lince levará pouco mais de 1000 litros de combustível sem Reservatórios Auxiliares. Com R. Auxiliares chegará quase aos 2000 litros, ou seja, duplica o seu raio de ação.

Por hora consome, em média, 384 litros.

Para chegar a estes valores utilizei também o mesmo número “mágico” de 0.78.      

Cumprimentos

PS: Sei que há aqui malta que podia ajudar um bocadinho mais nestas coisas, para todos aprendermos mais um pouco. Não custa nada :D
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Fevereiro 17, 2006, 05:34:59 pm
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A primeira missão SAR do Merlin

16-02-2006

No passado dia 10 de Fevereiro de 2006 foi efectuada a primeira missão operacional de Busca e Salvamento pelo meio aéreo EH-101, Merlin.

O alerta foi dado às 10H10, tendo a tripulação avançado para a aeronave onde receberia mais tarde informações adicionais. A missão compreendia uma busca a dois tripulantes de uma pequena embarcação, não havendo certezas quanto à sua exacta posição, presumindo-se que se encontrariam a cerca de cinco milhas a oeste do porto da Ericeira.

A tripulação recebeu ordem efectiva para cumprimento da missão às 10H40, dirigindo-se imediatamente para a zona da ocorrência, onde chegou decorridos 20 minutos de voo.

Às 11H30 e por indicação da Policia Marítima de Cascais foi alterada a zona de busca, passando esta para 14 milhas a oeste do porto da Ericeira.

Nova zona de busca é dada pela mesma autoridade às 12H30, desta vez por indicação de amigos das vítimas, sendo referida a zona onde habitualmente estes iam pescar, cerca de 10 milhas a norte da Ericeira, sensivelmente a oeste da praia de Santa Cruz.

Às 12H50 foram avistados destroços à superfície e quase de imediato identificados os dois corpos, tendo o recuperador salvador constatado que as vitimas já não apresentavam quaisquer sinais de vida.

Foi comunicado à tripulação que o helicóptero deveria esperar no local pela chegada de meios da Armada ou Policia Marítima, o que aconteceu pelas 13H35 tendo o helicóptero regressado à Base Aérea do Montijo onde aterrou pelas 14H00 após ter efectuado 03H20 de voo.
 

Fonte: http://www.emfa.pt/www/noticias/noticia ... 16022006X1 (http://www.emfa.pt/www/noticias/noticiasdetalhe.php?lang=pt&key=16022006X1)
Título:
Enviado por: Lightning em Fevereiro 23, 2006, 10:56:40 pm
Pessoalmente acho k esta historia toda d aeronaves na Marinha e no Exército outra tentativa d nod armarmos em ricos, nesse aspecto gosto da organização do Canadá, Belgica, pronto umas forças armadas conjuntas, aeronaves na componente aerea, navios na componente naval e tropas na componente terrestre.
Pk é a FAP n pode ter uma esquadra d helicopteros navais Super Lynx d apoio às Fragatas? Uma esquadra d helicopteros tacticos d apoio às forças terrestres? O NH90 s vier vai ter capacidade d embarcar no NAVPOL como o EH101 CSAR?
Ou caso isso fosse considerado desperdicio até propunha a compra d mais uns EH101 CSAR com akeles brinkedos todos (contra-medidas electronicas, flares, armamento, capacidade d dobrar a cauda e as pás, sonda d reabastecimento em voo, etc) como tem a capacidade d transportar 30 soldados até é um bocado desperdicio d os usar apenas no transporte d uma equipa d Resgate, pode muito bem ser usado no transporte tactico d tropas terrestres e assaltos helitransportados por fuzileiros a partir do Navpol, o nº d EH101 CSAR a comprar deveria ser o suficiente para fazer essas duas funções, 12 axo o numero ideal, comprava-se mais uns 8 EH101 CSAR, como nestas coisas da aviação temos sempre k contar k cerca d 13 tão avariados ou em manutenção, 4 no Navpol, o exercito ker ter capacidade d transportar uma companhia (120 militares) outros 4, mais os tás 4 parados avariados ou em inspecção.
Título:
Enviado por: luis filipe silva em Fevereiro 24, 2006, 02:57:40 am
Caro Helder.

Antes de mais, bemvindo ao Fórum.

Na marinha canadiana, os Sea King fazem parte dos navios,e são operados pelo ramo naval.

Os Lynx não são helicópteros de apoio às Vasco da Gama, são parte do seu armamento anti-submarino. Então nesse caso punha-se também um tanque M 60 do exército em lugar da peça de 100.

Os EH 101 não serão helicópteros orgânicos do Navpol. Serão embarcados conforme a missão, e claro nem sempre serão 4, ou os mesmos aparelhos encomendados para nele operarem, devido às manutenções.

Saudações

Luis F. Silva
Título:
Enviado por: Lightning em Fevereiro 24, 2006, 09:35:12 am
Citação de: "luis filipe silva"
Caro Helder.

Antes de mais, bemvindo ao Fórum.

Na marinha canadiana, os Sea King fazem parte dos navios,e são operados pelo ramo naval.

Os Lynx não são helicópteros de apoio às Vasco da Gama, são parte do seu armamento anti-submarino. Então nesse caso punha-se também um tanque M 60 do exército em lugar da peça de 100.

Os EH 101 não serão helicópteros orgânicos do Navpol. Serão embarcados conforme a missão, e claro nem sempre serão 4, ou os mesmos aparelhos encomendados para nele operarem, devido às manutenções.

Saudações

Luis F. Silva


Obrigado pela correcção, eu tinha a ideia k tinha visto os Sea King no site da Força Aérea Canadiana mas posso tar a confundir-me.
Mas essa to tanque tá boa :lol:
Título:
Enviado por: Leonidas em Março 06, 2006, 02:36:52 am
Saudações guerreiras

Há uma pergunta que ando para fazer há séculos, mas que só agora me lembrei. Não sei se a malta se lembra, mas, das reportagens que passaram na TV acerca do dia oficial da entrada do EH-101 na FAP, houve uma reportagem, creio que a da RTP, onde deu uma pequena amostra e entrevista na cabina do héli. Aí deu para ver que alguns (não sei se todos) ecrãns estavam em funcionamento sem que os motores estivessem a trabalhar.
Será que a energia era fornecida de fonte externa ou era somente fornecida pelos recursos próprios?

Para os EH-101 CSAR estará previsto algum tipo de armamento defensivo como minigun, por ex.? (*)

(*) (http://img212.imageshack.us/img212/2969/minigun8dr.jpg)

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 06, 2006, 12:46:21 pm
Na versão CSAR deve estar previsto algum armamento, em relação aos outros, dúvido muito.
Mas é claro, que é apenas especulação!
Título:
Enviado por: Lightning em Março 06, 2006, 10:48:14 pm
Sim o EH101 CSAR terá armamento forçosamente apesar de não saber qual será.
Os EH101 SAR e SIFICAP não tem lógica em tar armados porque a sua missão principal é pacifica.
Já agora deviam ter contra-medidas, flares, cauda e pás dobraveis pa serem embarcados em navios, e todas as modificações que os CSAR tem.
Informo já todos os presentes que a versão CSAR é a mais cara das 3 existentes.
Título:
Enviado por: Rui Elias em Março 07, 2006, 09:48:11 am
Mas em princípio, os CSAR não serão os únicos que estarão apontados para poderem embarccar no futuro NavPol?
Título:
Enviado por: Lightning em Março 07, 2006, 06:55:28 pm
Citação de: "Rui Elias"
Mas em princípio, os CSAR não serão os únicos que estarão apontados para poderem embarccar no futuro NavPol?


Sim os 4 EH101 CSAR serão os unicos com essa capacidade.
Título:
Enviado por: Spectral em Março 07, 2006, 11:19:29 pm
Não é que nada impeça físicamente um EH-101 de aterrar no convés do LPD, apenas a falta de certas características como cauda e rotores dobráveis tornam a sua operação muito mais dificil a partir dele.
Título:
Enviado por: Nuno Bento em Março 10, 2006, 01:19:36 am
Primeira Evacuação de EH-101 em Porto Santo:

02-03-2006

Foi efectuada a primeira evacuação de EH-101 MERLIN no passado dia 2 de Março de 06, no destacamento da Força Aérea em Porto Santo.

Tendo sido efectuada a substituição dos meios destacados em Porto Santo, inicialmente a troca de Puma por EH-101 a 22 de Fevereiro e posteriormente o fim do destacamento de CASA C-212 a 1 de Março, ficou a cargo do EH-101 todas as missões de SSAR e TEVS na Região da Madeira e Porto Santo.

No dia 2 de Março às 15:30, um dia apenas após a cerimónia de entrega do meio ao destacamento por sua excelência o Ministro da Defesa Luís Amado, foi activado o alerta pelo Centro Médico de Porto Santo. A missão consistia em evacuar um doente com problemas cardíacos para a ilha da Madeira.

A tripulação dirigiu-se imediatamente para a aeronave tendo descolado às 16:00 em direcção ao aeroporto do Funchal, onde deixou o doente aos cuidados do INEM e regressou a Porto Santo.

Estava assim consumada a primeira evacuação efectuada pela frota EH-101 um mês após a entrada em serviço operacional.

A tripulação era constituída por:
- MAJ. Jorge Pina
-CAP. César Anastácio
-SAJU. Luís Neves
-SAJU. Carlos Traguedo
-1SAR. Paulo Heitor
-1CAB. César Silva
Título:
Enviado por: Rui Elias em Março 10, 2006, 03:33:02 pm
Então, deixámos de ter um Aviocar no Porto Santo?

Se sim, será que foi integrado no acervo da esquadra que está na BA nº1?
Título:
Enviado por: Lightning em Março 10, 2006, 07:58:13 pm
Citação de: "Rui Elias"
Então, deixámos de ter um Aviocar no Porto Santo?

Se sim, será que foi integrado no acervo da esquadra que está na BA nº1?


Esse Aviocar que estava colocado em Porto Santo mais a respectiva tripulação sempre pertenceu à esquadra 502 que eram rendidos periodicamente por outro Aviocar e tripulações da BA1.
Agora esse destacamento da esq.502 acabou ficando apenas com o destacamento de São Tomé e Principe.
Como é lógico o aviocar e tripulação regressaram à base de origem em Sintra.
Título:
Enviado por: fish em Março 18, 2006, 09:23:44 am
Citação de: "Leonidas"
Será que a energia era fornecida de fonte externa ou era somente fornecida pelos recursos próprios?

Nessa entrevista a energia era fornecida por uma unidada externa de energia, claro que ele podia funcionar como vimos com meios proprios usando o APU.
Cumprimentos
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 18, 2006, 12:19:49 pm
O armamento do EH-101 na versão CSAR será de duas metrelhadoras FN de 7.62mm (segundo um artigo da revista da FAB).
Título: Vídeo dos EH101
Enviado por: NBSVieiraPT em Abril 09, 2006, 06:45:39 am
Peço desculpa se já foi mostrado aqui antes...  :?

Aqui está o vídeo da Cerimónia de Entrega dos EH101 (http://http)
Título:
Enviado por: Marauder em Julho 20, 2006, 10:06:48 pm
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Portuguese Air Force Receives 12th and Final EH101

AgustaWestland is pleased to announce that the 12th and final EH101 Merlin helicopter for the Portuguese Air Force was delivered to Portugal this week, flying from Vergiate in Italy to Montijo, near Lisbon in Portugal. The aircraft, a Combat SAR variant, will now join the other 11 aircraft which are operated by 751 Squadron at Montijo Air Base and at Porto Santo (Madeira island) detachment. This event marks the conclusion of a successful delivery programme with all the aircraft delivered in 18 months.

In February 2006 the SAR EH101 Merlins became fully operational, replacing Puma helicopters in the SAR role. With the largest SAR area of responsibility of any European country the long range capabilities of the EH101 provides new levels of SAR capability covering a large area of the Atlantic ocean operating from bases on the mainland, Lajes in the Azores and Madeira. The 12 aircraft have now flown over 2,000 hours and have demonstrated there long range capabilities, while self deploying to the Azores. Based on a common airframe and powered by RTM322 engines, all three variants are equipped with a range of equipment including search and rescue hoist, belly mounted 360 degree Galileo Avionica, searchlight and FLIR system, multi-mission direction finding system, fully integrated communications and navigation system and a range of cabin role equipment. The SAR variant can rescue over 30 survivors and is capable of performing rescues at 450 nm (833 km) from its base and returning when fitted with long range fuel tanks. The SIFICAP (Sistema de Fiscalizaçao e Controlo das Actividades da Pesca) or fishery protection variant is equipped with a cabin mission console for the operation of the 360 degree scan radar and other sensors. Other equipment includes an external loudspeaker, a searchlight for night operations and bubble windows. The final four aircraft are configured for Combat SAR operations and feature additional equipment for this demanding role including electronic protective measures, air-to-air refueling system, personnel locator system interrogator and a fully automatic folding system for the main rotor blades and the tail unit.

The Portuguese Government selected the EH101 in 2001 and placed a contract for 12 aircraft comprising six for Search and Rescue, two for Fishery Protection (SIFICAP – Sistema de Fiscalizaçao e Controlo das Actividades da Pesca) and four for Combat SAR. The first EH101 Merlin was delivered in December 2004.The selection of the EH101 for the Portuguese Air Force came at the end of a thorough and extensive evaluation and as a result of flight evaluation of the EH101 against the Sikorsky S-92 and the Eurocopter Cougar Mk2+. The comprehensive range of tests carried out by the Portuguese Evaluation Committee demonstrated the unrivalled capability of the EH101, and its ability to carry out the most demanding of SAR requirements. This achievement underlines the superior ability of the EH101 to satisfy the extremely demanding requirements of Combat SAR missions as well as its already well-proven performance in the maritime, transport/Utility and SAR role. Orders for 146 EH101 have been placed to date by customers around the world including the Portuguese Air Force, the Royal Air Force, Royal Navy, Italian Navy, Canadian Forces, Tokyo Metropolitan Police, Royal Danish Air Force and Japanese Maritime Self Defense Force.



de:
http://www.shephard.co.uk/Rotorhub/Defa ... f3f2d76b2d (http://www.shephard.co.uk/Rotorhub/Default.aspx?Action=745115149&ID=a4590378-8df0-4f56-b96e-13f3f2d76b2d)

Como o tempo voa...já os temos os 12..
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 20, 2006, 11:07:26 pm
É certo que o pessoal já viu fotos do EH101 mas o que eu gostava mesmo era de ver fotos das versões SIFICAP e CSAR, mas fotos decentes :wink: .
Título:
Enviado por: Ricardo em Setembro 25, 2006, 11:03:49 pm
Qual é a versão do EH101 que se encontra colocado em Porto Santo?

Alguém sabe que instalações são, as que se situam nas proximidades do hangar do EH101?
Título:
Enviado por: Rui Elias em Setembro 26, 2006, 10:16:46 am
Ricardo:

Julgo que serão helis do tipo SAR, e não será sempre o mesmo aparelho.

Tratando-se de um destacamento, os helis serão de tempos a tempos rendidos por outros, bem como as respectivas tripulações.

O mesmo vale para o Açores, quando em Outubro próximo os SA330 Puma que ainda lá se encontram forem definiivamete substituidos pelos EH-101 Merlin.

Neste caso açoreano deixará de haver uma esquadra nos Açores para os helis, baseado na BA nº 4, a esquadra "Albatrozes" passando os helis ali estacionados a ser um destacamento da esquadra baseada no Montijo.

Mas acho que o P_Shadow ou outro colegas poderão ter melhores informações a este respeito.    :?
Título:
Enviado por: Ricardo em Setembro 26, 2006, 11:15:47 pm
Grato pelo esclarecimento, caro Rui Elias.

E quanto as instalações, alguém sabe algo?
Estive em Porto Santo em Agosto, daí a minha curiosidade em saber de que instalações se tratam...
Título:
Enviado por: Charlie Jaguar em Setembro 27, 2006, 05:58:19 pm
Está muito bem informado Rui, parabéns.

Ricardo, o destacamento da Esq. 751 em Porto Santo opera dois EH-101 em rotação; quer isto dizer que vai rodando os aparelhos com os que se encontram no Continente, na BA6. Quanto à versão, ou versões, que operam na Madeira, ainda em Agosto era possível observar em Porto Santo os Merlin "19601" e "19610", respectivamente da versão SAR e CSAR. É preciso não esquecer que os SIFICAP e CSAR têm a mesma missão primária dos SAR embora estejam equipados para poderem cumprir outro leque de missões (fiscalização e controlo de pescas, resgate em combate).  :wink:
Título:
Enviado por: Rui Elias em Setembro 28, 2006, 12:07:45 pm
Isso significa que no Porto Santo estão 2 EH-1010 em permanência?

Pensava que era apenas 1.   :oops:
Título:
Enviado por: Charlie Jaguar em Setembro 28, 2006, 12:22:07 pm
Citação de: "Rui Elias"
Isso significa que no Porto Santo estão 2 EH-1010 em permanência?

Pensava que era apenas 1.   :wink:
Título:
Enviado por: Lancero em Outubro 24, 2006, 03:55:53 pm
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Açores: Novos Helicópteros EH-101 chegam às ilhas em Novembro

Lajes, 24 Out (Lusa) - O chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general  Taveira Martins, anunciou hoje que os novos helicópteros EH-101 "Merlin", que vã o substituir os "Puma", deverão começar a operar em Novembro na Base das Lajes,  ilha Terceira, Açores.

        "O atraso que se verifica na colocação dos novos helicópteros na Base d as Lajes deve-se à finalização do contrato de manutenção, cuja proposta já foi e ndereçada ao ministro da Defesa", acrescentou o CEMFA.

        Taveira Martins falava nos Açores, depois da cerimónia de transferência de comando da Base Aérea nº. 4 das Lajes, que passa a ser chefiada pelo coronel Sílvio Sampaio, em substituição do coronel Lopes da Silva.

        O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea escusou-se a comentar a possibil idade do Governo Regional dos Açores deixar de utilizar os serviços da Força Aér ea nas evacuações de doentes entre as ilhas devido à duplicação do preço.

        Em causa estão os custos da operação para as evacuações de emergência d e doentes entre as ilhas que deverão passar de 2.300 para 4.230 euros por hora,  devido à entrada em funcionamento dos novos helicópteros.

        Perante estes valores comunicados às autoridades regionais, o president e do executivo açoriano anunciou ter dado instruções à transportadora aérea SATA para estudar a possibilidade de vir a adquirir um aparelho com capacidade para  este serviço.

        Segundo Taveira Martins, a sua posição de chefe militar "não lhe permit e efectuar comentários sobre política", acrescentando que "os custos aplicados n as evacuações são apenas preços de custo, porque a Força Aérea também é do Estad o".

        A Força Aérea "tem de estar disponível 24 horas por dia durante todo o  ano para cumprir a sua missão prioritária que é a de busca e salvamento no Atlân tico", assegurou o general.

        Taveira Martins salientou ainda que sente "o reconhecimento das populaç ões pela acção da Força Aérea, quer na evacuação de doentes, quer no transporte  de mulheres grávidas, que já originaram inúmeros nascimentos a bordo das aeronav es militares".

        O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea revelou ainda que os aviões C-29 5, de origem espanhola e que vão substituir os "Aviocar", deverão começar a oper ar nas Lajes em 2008.

        "O processo destes aviões, que já têm tripulações formadas, que pesam 6 toneladas e têm lugar para 60 passageiros, passou no Tribunal de Contas", adian tou Taveira Martins.

        O novo comandante da BA 4 comprometeu-se a manter elevados "os níveis d e prontidão, um bom relacionamento com o comando do destacamento norte-americano estacionado na base e em orientar a sua gestão para evitar desperdícios e optim izando os métodos e sistemas operacionais".

        A Base Aérea das Lajes tem actualmente no seu efectivo 381 militares e  136 civis e uma unidade aérea, a Esquadrilha 711, equipada com aviões C-212 (Avi ocar) e helicópteros SA-330-s (Puma).
Título:
Enviado por: TOMKAT em Novembro 24, 2006, 03:36:11 am
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Considerado o “Ferrari” dos helicópteros, o EH-101 chegou ao Porto Santo a 1 de Março e já transportou 110 doentes

Merlin conquistou a Força Aérea  

…E mesmo que qualquer um deles, chame-se Margarido ou Ramos, ou qualquer outro nome, nunca mais veja os rostos das vidas que salvam, sabem sempre que dão o melhor para que o mundo, cá em baixo, continue de olhos postos nas pás que rodam contra o tempo, porque o tempo passa depressa quando o coração não pode parar de bater. Quando se trata de entregar uma vítima aos profissionais de saúde que, como eles, vivem no fio da navalha.  

Não é por acaso que é considerado o “Ferrari” dos helicópteros e, talvez por isso, toda a gente queira ter um. De fabrico europeu (EH-European Helicopter), a nova coqueluche da Força Aérea Portuguesa cruza os céus da Madeira desde 1 de Março e por mais difícil que seja para os homens do destacamento esquecer o PUMA e o Aviocar, a verdade é que trabalhar numa máquina destas, o que presentemente acontece a 9 tripulações em todo o país, é quase como conduzir um topo de gama de uma daquelas marcas que a esmagadora de nós só vai ver nas montras ou nas revistas.
Mas se por um lado ficamos com a sensação de que aquela é uma missão que obriga os tripulantes a verdadeiros sacrifícios por causa das ausências de casa durante quinze dias a cada três semanas, a verdade é que, como diz o 1.º Sargento Fernando Ramos, o sorriso de agradecimento de quem é salvo vale a distância a que têm de estar dos abraços dos familiares que se assustam de cada vez que vão em missão.

Aprender a gostar
de comida fria


Há, por isso, lá em casa, na casa de cada um deles, quem fique com o coração nas mãos, enquanto os corações dos tripulantes batem pela adrenalina de salvar uma vida.
O dia no Porto Santo é passado no fio da navalha, porque as evacuações de doentes são parte das funções para as quais estão destacados e a prontidão obriga-os a estar sempre alerta, de telemóveis em locais onde haja cobertura de rede e, sobretudo, com muita capacidade de gostar de comida pouco mastigada ou fria, porque às vezes, só dá mesmo tempo para pedir uns recipientes para levar e comer mais tarde.
Não é para todos, esta vida. Sabemos disso. E eles também, porque ficar suspenso num cabo, lançar um cesto para o mar ou para um navio e içar um ferido ou uma pessoa que corra perigo de vida, só é possível a quem tem, muitas vezes, de cumprir o lema “para que outros vivam”.
A permanência do Merlin no Destacamento Aéreo da Madeira acontece, desde há uns meses, na vida daqueles homens, rotativamente com a Base Aérea do Montijo, onde vários dias em cada comissão ficam de alerta durante 24 horas.
De qualquer forma, do lado de lá, é mais fácil desempenhar o papel de salva-vidas, porque todas as pessoas a bordo são importantes a partir do momento em que há uma missão de busca e salvamento.
A sigla “SAR” (Search & Rescue), é das mais temidas entre as tripulações que estão envolvidas em meios como o Merlin EH-101. Porque, conforme confessa o Major Hilário Margarido, comandante da equipa que actualmente está na “ilha dourada”, salvar uma vida é estar em contra-relógio e a sua função ali é ainda mais cuidada por ter de ter atenção aos tripulantes do “heli” e a tudo o que se passa debaixo da barriga do meio aéreo.

Tudo o que há de bom
está a bordo do Merlin


O “Merlin” está equipado com tudo o que há de mais sofisticado, sendo considerado, por isso, um exemplo a seguir por outros fabricantes fora da Europa.
A nova “coqueluche” da Força Aérea Portuguesa tem um raio de acção de 720 quilómetros, pode ser reabastecido em pleno voo, tem três motores Rolls Royce que deslocam 2.270 cavalos de potência e uma série de outras características que nos fazem sentir orgulhosos de poder contar com esse meio na frota lusitana.
Tem a particularidade de poder fazer missões SAR durante a noite, uma limitação do Puma, até porque, além de dispor de um farol de alta intensidade, está equipado com sensores electro-ópticos capazes de captar imagens no espectro visível e no infravermelho, ou seja, visão noturna.

16 macas
ou 3 militares


As capacidades deste aparelho vão além disso, claro. E passam por um radar com funções de localização e monitorização de alvos de superfície, de mapeamento do terreno e da meteorologia, essenciais para as missões de busca e salvamento, podendo transportar, em casos de evacuação sanitária, até 16 macas.
Em outro tipo de operações, as militares, pode transportar até 35 pessoas totalmente equipadas ou uma carga, no interior ou em suspensão, que pode atingir os 4.535 quilos.
Mas o EH-101 pode também ser utilizado no transporte aéreo geral, comportando até 30 passageiros.

Merlin mais baratos
a 23 milhões de euros


A Força Aérea portuguesa tem, neste momento, 12 helicópteros daquela tipologia. Seis deles, os mais “baratinhos”, estão apenas preparados para fazer acções de busca e salvamento, aumentando o raio de acção anteriormente coberto pelo Puma. Cada um destes seis custou 23 milhões de euros.
Há dois outros “Merlin”, preparados para a fiscalização e controlo de actividades de pesca, podendo o aparelho sobrevoar embarcações de pesca a baixa altitude, monitorizar as suas actividades e, no caso de haver alguma suspeita de actividades ilícitas, pode mesmo colocar inspectores e bordo desses mesmos navios. Estes tiveram comparticipação da União Europeia, devido à natureza da sua missão, mas o custo total é ligeiramente superior ao dos seis anteriores.

Cauda dobrável
e pás recolhidas


Há também outro tipo de EH 101, com quatro aparelhos. Custaram cada um 26 milhões de euros, estando preparados para Busca e Salvamento em Combate, sendo usada a sigla CSAR.
Além das outras capacidades de um “SAR” normal, estes “helis” têm capacidade para reabastecer em voo, naturalmente equipado com armamento, mas a sua particularidade mais interessante é o facto de a sua cauda dobrar e as pás do rotor principal recolherem como um guarda-chuva, para que possa ficar mais pequeno e ser transportado num meio naval. Tem também diverso equipamento de protecão electrónica, para operar em ambientes hostis, dos quais se destacam os engodos para iludir radares e mísseis.
Está, assim, feita a apresentação mais pormenorizada do aparelho que vai participar, pela primeira vez, num exercício militar na Madeira. O Zarco, que este ano vai simular um acidente de avião na ilha do Porto Santo, vai envolver vários meios das Forças Armadas num exercício que servirá para as forças civis, como as afectas ao Serviço Regional de Protecção Civil, testarem também as suas capacidadades de reacção.

Os rostos mudam,
o ideal permanece


E tenham eles o nome de Margarido, Ramos ou qualquer outro, sabemos que o empenho e a dedicação daquelas tripulações é o mesmo, seja aqui, no continente, nos Açores, na China ou no Pólo Norte.
Qualquer um deles voltaria a fazer a mesma vida, o mesmo percurso, a mesma carreira, porque sabem que é necessário correr contra o tempo, fazer com que os corações não parem de bater, com que as mãos não deixem de apertar as suas em sinal de agradecimento. E mesmo que qualquer um deles, chame-se Margarido ou Ramos, ou qualquer outro nome, nunca mais veja os rostos da vida que salvam, sabem sempre que dão o melhor para que o mundo, cá em baixo, continue de olhos postos nas pás que rodam contra o tempo, nas mãos que afagam os feridos, nos olhos que muitas vezes nem vêem o que se passa nas macas, mas nunca deixam de olhar a linha do horizonte, onde uma ambulância espera pelo coração que bate pela vida. Porque estes homens trabalham “para que outros vivam”.  

Cristina Costa e Silva

fonte: http://www.jornaldamadeira.pt/not2005.php?Seccao=14&id=53689&sup=0&sdata=
Título: a bandeira não está incorrecta
Enviado por: 1bimec2000 em Novembro 30, 2006, 09:08:10 pm
o verde deve ficar do lado esquerdo e não o vermelho!!!

estou errado?
Título:
Enviado por: antoninho em Novembro 30, 2006, 09:36:22 pm
no verso, ou lado contrario, a bandeira está correcta imagine uma bandeira hasteada num mastro....é isso que ali está feito, estou certo ou errado....se estivesse do outro lado, a vê-la, esta estava correcta....os únicos que não seguem esta regra foram alguns ALL III que eu vi....

pergunta em duplicado, resposta na sua proporção.... :D  :D
Título:
Enviado por: psychocandy em Dezembro 02, 2006, 02:11:42 am
Se for tal e qual como nos uniformes dos americanos...
Eles usam a bandeira assim, como se estivesse num estandarte, significando (no caso deles) que a nação esta' em guerra.
Título:
Enviado por: Maginot em Janeiro 18, 2007, 04:54:18 pm
Alguem sabe como funciona o equipamento de SIFICAP?

É algum radar ground, imagem IR ou algo do tipo?
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Janeiro 18, 2007, 06:22:35 pm
O coração dos SIFICAP é o sistema sueco MSS (http://http) (Maritime Surveillance System), o mesmo que equipa os Aviocar portugueses.

Este sistema desenvolvido pela empresa sueca Swedish Space Corporation (http://http)aglutina a informação de vários sensores tais como o radar, FLIR/TV, câmaras fotográficas e de vídeo, que logo após a sua analise pelo operador, permite registar e guardar os detalhes relevantes das detecções efectuadas e partilhá-las com outras plataformas, seja em terra ou no mar.

(http://www.ssc.se/data/content/IMAGES/20041081121849500-px-airborne_systems_kol.jpg)

(http://www.ssc.se/data/content/IMAGES/20041012152427461500-px-Block-ny-1.jpg)

(http://www.ssc.se/data/content/IMAGES/20041118181333405500-px-LN-SFT-Interior-Norg.jpg)

(http://www.ssc.se/data/content/IMAGES/20041081394787500-px-SLAR-bild-med-zoom.jpg)

O sistema permite detectar poluição por hidrocarbonetos, a monitorização de actividades de pesca e a detecção e seguimento de actividades ilegais no mar.
Título:
Enviado por: Maginot em Janeiro 18, 2007, 11:39:28 pm
obrigado pela exp

e nos C295 vai ser esse sistema ou o FITS dá conta do recado?
Título:
Enviado por: ricardo_m em Fevereiro 06, 2007, 12:24:29 pm
Ainda sobre o EH101...
Ao ver este artigo da MAIS ALTO (http://http) reparei num pormenor: Nas fotos dos cockpits do Puma e do Merlin pode ser ver que nos novos aparelhos os pilotos não usam capacete, ao contrário do que aparentemente seria o habitual nos Puma...

Alguém sabe os motivos disso?
Título:
Enviado por: MERLIN em Fevereiro 06, 2007, 01:51:26 pm
Não há fotos da versão CSAR da FAP?
Cumptos
Título:
Enviado por: Lancero em Fevereiro 06, 2007, 02:22:33 pm
:arrow: http://www.airliners.net/open.file/1151546/M/ (http://www.airliners.net/open.file/1151546/M/)

 :arrow: http://www.airliners.net/open.file/1102968/L/ (http://www.airliners.net/open.file/1102968/L/)

 :arrow: http://www.airliners.net/open.file/1076018/L/ (http://www.airliners.net/open.file/1076018/L/)

Créditos assinalados nas fotos
Título:
Enviado por: MERLIN em Fevereiro 06, 2007, 04:52:30 pm
Obrigado Lancero :G-Ok:
Título:
Enviado por: Pedro Monteiro em Fevereiro 06, 2007, 08:49:45 pm
Citação de: "ricardo_m"
Ainda sobre o EH101...
Ao ver este artigo da MAIS ALTO (http://http) reparei num pormenor: Nas fotos dos cockpits do Puma e do Merlin pode ser ver que nos novos aparelhos os pilotos não usam capacete, ao contrário do que aparentemente seria o habitual nos Puma...

Alguém sabe os motivos disso?


Olhe que usam. Pelo menos, quando voei em EH101 eles usavam.

Cumprimentos,
Pedro Monteiro
Título:
Enviado por: Ricardo Nunes em Fevereiro 06, 2007, 10:31:14 pm
Citação de: "Pedro Monteiro"
Citação de: "ricardo_m"
Ainda sobre o EH101...
Ao ver este artigo da MAIS ALTO (http://http) reparei num pormenor: Nas fotos dos cockpits do Puma e do Merlin pode ser ver que nos novos aparelhos os pilotos não usam capacete, ao contrário do que aparentemente seria o habitual nos Puma...

Alguém sabe os motivos disso?

Olhe que usam. Pelo menos, quando voei em EH101 eles usavam.

Cumprimentos,
Pedro Monteiro


O uso de capacete não é de facto norma. Existem pilotos que voam de capacete e outros de simples auriculares.
Título:
Enviado por: MaisAlto em Fevereiro 09, 2007, 11:23:07 pm
http://www.emfa.pt/www/po/maisalto/ (http://www.emfa.pt/www/po/maisalto/)

http://www.emfa.pt/www/po/maisalto/capas/365-06a12.pdf (http://www.emfa.pt/www/po/maisalto/capas/365-06a12.pdf)
Título: NATIONAL GEOGRAPHIC na (RTP) :2
Enviado por: LM em Fevereiro 19, 2007, 08:59:49 pm
http://tv.rtp.pt/EPG/tv/epg-janela.php?p_id=21852&e_id=&c_id=8

NATIONAL GEOGRAPHIC na (RTP) :2 sobre EH101 às 20.55 de 19 de Fevereiro.

LM
Título: Reportagem SIC operação SAR Açores
Enviado por: LM em Fevereiro 21, 2007, 12:40:11 am
Reportagem da RTP sobre operação SAR a 500 km dos Açores:

http://www.youtube.com/watch?v=7lu3_I_SRgo
Título:
Enviado por: Lancero em Fevereiro 27, 2007, 07:04:33 pm
Penso que esta notícia relativa à manutenção da frota de EH-101 passou despercebida na altura. Recorde-se que este contrato militar é o que mais contrapartidas em atraso tem.

Citar
2007-01-15 - 00:00:00

Defesa - Contrapartida económica
Merlin geram mais 125 milhões de euros

A manutenção dos 12 helicópteros EH-101 ‘Merlin’ em Portugal deverá gerar um montante de contrapartidas económicas superiores a 125 milhões de euros. A concretizar-se este contrato, o valor total de contrapartidas resultante da aquisição destes ‘helis’ ascenderá a 528 milhões de euros.

Depois de meses de negociações entre o Ministério da Defesa e a Comissão Permanente de Contrapartidas (CPC), presidida por Rui Neves, com a AWIL – AgustaWestland International, a empresa italiana a quem Portugal comprou os ‘helis’ em 2001, os responsáveis italianos daquela indústria militar manifestaram “a intenção de criar em Portugal uma capacidade de manutenção de helicópteros competitiva”.

Para isso, segundo apurou o CM, a AWIL “propôs que as transferências de tecnologias associadas [à manutenção dos ‘helis’] integrassem o plano de contrapartidas” ligado à aquisição dos 12 helicópteros. Com a aquisição destes ‘helis’ por 446 milhões de euros, Portugal obteve contrapartidas económicas de 403 milhões de euros. A este montante, serão acrescidos mais 125 milhões de euros resultantes do contrato de manutenção que a CPC está a negociar com a AWIL.

A aquisição dos Helicópteros EH-101 ‘Merlin’ envolve 13 empresas beneficiárias, entre as quais OGMA – Oficinas Gerais de Material Aeronáutico, EFACEC e Iberomoldes.

INVESTIMENTOS EM RISCO

O Governo parece disposto a transformar as contrapartidas económicas da compra de equipamento militar para as Forças Armadas numa “oportunidade e benefício em termos de inovação e progresso tecnológico”, nas palavras do próprio ministro da Defesa, Severiano Teixeira. Como o CM já noticiou, o atraso na execução do investimento estrangeiro obtido através do reequipamento militar coloca em risco cerca de dois mil milhões de euros, 66 por cento de um total de três mil milhões de euros. Por isso, Severiano Teixeira, ministro da Defesa e Manuel Pinho, ministro da Economia, e o próprio novo presidente da Comissão Permanente de Contrapartidas (CPC), embaixador Pedro Catarino, deixaram claro, na tomada de posse do embaixador, que “precisamos de uma gestão das contrapartidas sólida, profissional e transparente”.

UM ROOLS-ROYCE NO CÉU

O Helicóptero EH-101 ‘Merlin’ é considerado pelos especialistas militares como o Rolls-Royce dos helicópteros modernos. Adquiridos em 2002, após um concurso internacional concluído em 2001, estes ‘helis’ começaram a operar na Força Aérea Portuguesa (FAP) no início de 2006, substituindo os velhos ‘Puma’, cuja idade de serviço era superior a 30 anos. A FAP utiliza estes helicópteros em missões de transporte, busca e salvamento e vigilância e reconhecimento do território, e ainda em operações de fiscalização e controlo das actividades de pesca nas águas de jurisdição portuguesa.

NÚMEROS

- 528 milhões de euros é o total de contrapartidas obtidas com a compra e manutenção dos 12 ‘Merlin’.

- 125 milhões de euros é o valor das contrapartidas geradas pela manutenção dos 12 ‘Merlin’ em Portugal.

- 446 milhões de euros é o montante que o Estado irá pagar pela aquisição de 12 helicópteros ‘Merlin’.

- 8 anos, contados desde 15 de Fevereiro de 2002, é o prazo para implementar o plano de contrapartidas.
António Sérgio Azenha

 


Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: Lancero em Março 08, 2007, 02:12:26 pm
Citar
Defesa: Autorizado contrato de manutenção de helicópteros EH-101

Lisboa, 08 Mar (Lusa) - O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira,  autorizou o contrato para a manutenção dos novos 12 helicópteros EH-101 à Agusta Westland, disse hoje fonte governamental à Agência Lusa.

        O contrato, que será de seis meses, prorrogáveis por mais seis, vai ser assinado pela Defloc, Locação de Equipamentos de Defesa, empresa da "holding" d a Defesa, EMPORDEF, com a Agusta Westland.

        Esse prazo de um ano, segundo a mesma fonte, deverá ser aproveitado par a negociar um contrato de manutenção de longo prazo, em que a Agusta Westland ad mite uma parceria com empresas portuguesas. A Lei de Programação Militar (LPM) p revê um máximo de 12 milhões de euros para a manutenção dos novos helicópteros,  encomendados em 2001 pelo então ministro da Defesa, Paulo Portas.

        Os novos aparelhos começaram a ser entregues à Força Aérea Portuguesa e m 2005 e o último entrou ao serviço em Julho de 2006.

        A Força Aérea começou em Fevereiro de 2006 a operar os novos helicópter os EH-101, que substituíram os 10 helicópteros Puma, ao serviço das Forças Armad as desde o tempo da guerra colonial.
Título:
Enviado por: Rui Elias em Março 09, 2007, 02:20:20 pm
Esse acordo de que ontem houve eco nos jornais pode ser extendido, e rentabilizado, para quando tivermos os 9 ou 10 NH-90, certo?
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Abril 07, 2007, 12:25:03 pm
Citar
Fim dos intermediários reduzirá custos de operação de hélis 'Merlin' para metade


Manuel Carlos Freire
Leonardo Negrão (imagem)    

(http://dn.sapo.pt/2007/04/07/650011.jpg)
 
Os elevados custos de operação e manutenção dos helicópteros EH101 Merlin, estimados em cerca de nove mil euros por hora de voo, serão reduzidos a cerca de metade quando for eliminada a rede de intermediários ligados a esse programa de reequipamento militar, afirmaram ao DN altas patentes da Força Aérea Portuguesa (FAP).

O valor real daqueles custos associados ao EH101 continua a ser um segredo, explicável em parte por a FAP ainda não ter experiência acumulada na sua utilização. Mas um alto responsável militar revelou ao DN que o custo da hora de voo daqueles hélis rondava os nove mil euros. Esse valor exorbitante - embora normal num aparelho que é considerado o Rolls Royce dos helicópteros e cujo modelo foi escolhido para transportar o Presidente dos EUA - apanhou de surpresa os responsáveis políticos e militares porque o fabricante, Agusta-Westland (AW), garantiu (na fase final do concurso e quando havia outro concorrente em cima da mesa, o Sikorsky norte-americano), que custaria cerca de 2000 euros à hora.

"Era menos do que os [velhinhos] Puma" que iam substituir, disse uma das várias fontes ouvidas pelo DN. O problema, segundo as altas patentes da FAP atrás citadas, é que "não é possível, em termos jurídicos", responsabilizar a AW pela enorme diferença de custos (propostos e reais).

O que se sabe é que os custos reais de operação dos Merlin, a par do atraso na elaboração dos contratos de manutenção com a empresa Defloc (ligada à celebração dos contratos de compra do EH101 em regime de leasing operacional), obrigou o Governo a reservar verbas da Lei de Programação Militar - exclusivamente destinadas aos programas de modernização das Forças Armadas - para pagar a utilização daqueles helicópteros. E que só num exercício militar realizado já no fim de 2006 foi empregue, pela primeira vez, como meio de transporte de tropas.

Sobre os custos dos EH101 operados por outros países, nomeadamente o Canadá, as fontes da FAP disseram não ser possível traçar paralelismos, tendo em conta as diferentes condições de utilização. O que acreditam é que, a prazo, "é possível reduzir os actuais custos para valores da ordem dos 1600 a 1800 euros por hora de voo" - embora só dentro de meses possam ter um valor real dos custos de operação dos aparelhos portugueses.

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general Luís Araújo, ao abordar há dias o assunto em conversa com alguns jornalistas no seu gabinete, disse existir com a AW um contrato de manutenção por seis meses e prorrogável por mais seis, findo o qual deverá iniciar-se um contrato de longa duração. A prazo, "gostava que a manutenção ficasse na [empresa portu- guesa] OGMA. Mas quem sabe dos hélis é a AW, pelo que nos próximos dois a três anos" deveria ter a seu cargo a responsabilidade pelos EH101, explicou. Nesse período, acrescentou, deveria "subcontratar a OGMA" para que pudesse ser esta empresa a ficar depois com aquela tarefa.  

Fonte: http://dn.sapo.pt/2007/04/07/nacional/f ... tos_o.html (http://dn.sapo.pt/2007/04/07/nacional/fim_intermediarios_reduzira_custos_o.html)
Título:
Enviado por: Ricardo Pinheiro em Abril 16, 2007, 09:09:16 pm
http://dn.sapo.pt/2007/04/16/economia/o ... ros_f.html (http://dn.sapo.pt/2007/04/16/economia/ogma_continua_corrida_helicopteros_f.html)
 
   
 
 

OGMA continua na corrida aos helicópteros da Força Aérea



Leonor Matias
D. R. (imagem)    
 
A OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal está em concurso para a manutenção dos helicópteros EH101, fabricados pelos italianos da Agusta e já entregues à Força Aérea e Marinha. As Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA) enfrentam a concorrência da própria Agusta, que está em concurso numa associação com os britânicos da Westland.

O Ministério da Defesa deverá anunciar em breve o vencedor, disse ao DN fonte próxima do processo. Contudo, o Expresso citava na sua última edição que o ministro da Defesa, Severiano Teixeira, pretende negociar um contrato de manutenção para os helicópteros EH101 com o fabricante dos aparelhos, em detrimento da OGMA. "Gostaríamos muito que a manutenção ficasse na OGMA, mas quem sabe dos helicópteros é o fabricante. Nos próximos dois a três anos, ficará com a Agusta", revelou o general Luís Araújo, chefe do Estado-Maior da Força Aérea, citado pelo semanário.

A empresa diz estar tranquila e aguarda a decisão do Governo. Refira-se que a OGMA é detida em 65% pela Airholding (Embraer e EADS), estando os restantes 35% na posse do Estado português, através da Empordef.

A OGMA fabricou partes da estrutura dos helicópteros, estando ainda a decorrer a montagem dos aparelhos que irão equipar o Exército. Os EH101 adquiridos pela Defloc - empresa da Empordef - em regime de leasing vão substituir os Puma, que estão a esgotar o seu tempo de vida útil. Existem ainda intenções de lançar um concurso para a substituição dos helicópteros Alouette III.

Para concorrer à manutenção dos helicópteros EH101, que já foram entregues à Força Aérea no final do ano passado, a empresa liderada por António Monteiro passou por várias fases para obter a certificação dos escalões um e dois. O primeiro nível é a chamada manutenção de linha, enquanto o segundo nível é mais complexo, com a verificação dos sistemas de bordo. O terceiro nível é o topo da escala e será sempre realizado pelo fabricante, visto tratar-se da chamada "grande revisão". Para atingir as duas certificações, oito quadros da empresa portuguesa já concluíram a formação necessária, passando-se agora à segunda fase, dirigida essencialmente aos mecânicos.

O grande objectivo das OGMA é actuar em três níveis: fabricação, manutenção e reparação. Para vencer o concurso, a empresa teve de adquirir a informação técnica ao fabricante, teve de se sujeitar a uma série de auditorias permanentes e tem de adquirir ferramentas específicas para aquele tipo de aeronaves. Um responsável das OGMA disse ao DN que a empresa trabalha na área dos helicópteros há cerca de 30 anos - com os Puma e os Alouette -, sendo considerada um centro de serviço autorizado.

 :?:...
Título:
Enviado por: Ricardo Pinheiro em Abril 16, 2007, 09:09:38 pm
http://dn.sapo.pt/2007/04/16/economia/o ... ros_f.html (http://dn.sapo.pt/2007/04/16/economia/ogma_continua_corrida_helicopteros_f.html)
 
   
 
 

OGMA continua na corrida aos helicópteros da Força Aérea



Leonor Matias
D. R. (imagem)    
 
A OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal está em concurso para a manutenção dos helicópteros EH101, fabricados pelos italianos da Agusta e já entregues à Força Aérea e Marinha. As Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA) enfrentam a concorrência da própria Agusta, que está em concurso numa associação com os britânicos da Westland.

O Ministério da Defesa deverá anunciar em breve o vencedor, disse ao DN fonte próxima do processo. Contudo, o Expresso citava na sua última edição que o ministro da Defesa, Severiano Teixeira, pretende negociar um contrato de manutenção para os helicópteros EH101 com o fabricante dos aparelhos, em detrimento da OGMA. "Gostaríamos muito que a manutenção ficasse na OGMA, mas quem sabe dos helicópteros é o fabricante. Nos próximos dois a três anos, ficará com a Agusta", revelou o general Luís Araújo, chefe do Estado-Maior da Força Aérea, citado pelo semanário.

A empresa diz estar tranquila e aguarda a decisão do Governo. Refira-se que a OGMA é detida em 65% pela Airholding (Embraer e EADS), estando os restantes 35% na posse do Estado português, através da Empordef.

A OGMA fabricou partes da estrutura dos helicópteros, estando ainda a decorrer a montagem dos aparelhos que irão equipar o Exército. Os EH101 adquiridos pela Defloc - empresa da Empordef - em regime de leasing vão substituir os Puma, que estão a esgotar o seu tempo de vida útil. Existem ainda intenções de lançar um concurso para a substituição dos helicópteros Alouette III.

Para concorrer à manutenção dos helicópteros EH101, que já foram entregues à Força Aérea no final do ano passado, a empresa liderada por António Monteiro passou por várias fases para obter a certificação dos escalões um e dois. O primeiro nível é a chamada manutenção de linha, enquanto o segundo nível é mais complexo, com a verificação dos sistemas de bordo. O terceiro nível é o topo da escala e será sempre realizado pelo fabricante, visto tratar-se da chamada "grande revisão". Para atingir as duas certificações, oito quadros da empresa portuguesa já concluíram a formação necessária, passando-se agora à segunda fase, dirigida essencialmente aos mecânicos.

O grande objectivo das OGMA é actuar em três níveis: fabricação, manutenção e reparação. Para vencer o concurso, a empresa teve de adquirir a informação técnica ao fabricante, teve de se sujeitar a uma série de auditorias permanentes e tem de adquirir ferramentas específicas para aquele tipo de aeronaves. Um responsável das OGMA disse ao DN que a empresa trabalha na área dos helicópteros há cerca de 30 anos - com os Puma e os Alouette -, sendo considerada um centro de serviço autorizado.

 :?:...
Título:
Enviado por: Get_It em Abril 16, 2007, 09:44:01 pm
Citação de: "Leonor Matias, Diário de Notícias"
A OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal está em concurso para a manutenção dos helicópteros EH101, fabricados pelos italianos da Agusta e já entregues à Força Aérea e Marinha. As Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA) enfrentam a concorrência da própria Agusta, que está em concurso numa associação com os britânicos da Westland.
Da última vez que verifiquei as duas empresas são agora só uma.

Citação de: "Leonor Matias, Diário de Notícias"
A OGMA fabricou partes da estrutura dos helicópteros, estando ainda a decorrer a montagem dos aparelhos que irão equipar o Exército.

Estou a ver que isto vai originar confusões do tipo: «Então o exército vai receber também EH-101?»
Mas por acaso não sabia que a montagem que os nossos helicópteros seria realizada cá, mas também acho que continuo a não saber, pois pode ser gralha.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Lightning em Abril 16, 2007, 10:18:05 pm
Citação de: "Get_It"
A OGMA fabricou partes da estrutura dos helicópteros, estando ainda a decorrer a montagem dos aparelhos que irão equipar o Exército.
Estou a ver que isto vai originar confusões do tipo: «Então o exército vai receber também EH-101?»
Mas por acaso não sabia que a montagem que os nossos helicópteros seria realizada cá, mas também acho que continuo a não saber, pois pode ser gralha.

Cumprimentos,


Esta parte por acaso é confusa, nenhum componente dos EH101 foi construida em Portugal, do conhecimento que eu tenho, por isso só se pode referir aos NH90 que estes sim irão para o exército.

Num site não oficial do NH90 refere que os nossos NH90 TTH seriam montados na Alemanha, nas OGMA são construidos uma componente de todos os NH90 e não apenas dos que veem para Portugal, mas depois essa parte é enviada para as linhas de montagem na Alemanha, França, Itália, etc, mas cá não há nenhuma linha de montagem de NH90.

Acho um bocado irrisório uma linha de montagem só para 10 helicópteros.
Por isso é que para todos os NH90 encomendados há 3 linhas de montagem proncipais, Alemanha, França e Itália e há duas linhas de montagem para contractos independentes que é uma linha de montagem na Austrália e outra na Finlandia para os NH90 dos 3 paises nórdicos que escolheram o NH90.
Título: EH 101.
Enviado por: tsahal em Abril 16, 2007, 10:48:07 pm
Alguma coisa está errada com esse artigo do DN. A AgustaWestland deu como certo o contrato Portugues. Esse contrato que ainda está sujeito a negociacoes finais com o MDN (antes de ser oficialmente anunciado) para os trabalhos serem feitos em Portugal e com parceiros Portugueses nao inclui em nenhum caso a abertura de um centro de manutencao como salientou o Expresso, segundo a empresa, um centro n seria financeiramente viavel para apenas 12 aeronaves mas sim um centro de suporte para apenas essas aeronaves e com participacao industrial Portuguesa. Ja agora, o programa tem o nome de EH 101 LTSS ou Long Term Support Solution com inicio em 2007.
Título:
Enviado por: João Oliveira Silva em Abril 17, 2007, 11:09:07 am
Citar
TAP na mira dos brasileiros
Embraer promete investir 250 milhões com helicópteros
O presidente da Embraer, Maurício Botelho, encontrou-se ontem com o primeiro-ministro português, José Sócrates, a quem manifestou a disponibilidade para investir 250 milhões de euros a criar mil postos de trabalho em sectores de intensidade tecnológica e ligados ao sector aeronáutico nos próximos anos.

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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt

 
O presidente da Embraer, Maurício Botelho, encontrou-se ontem com o primeiro-ministro português, José Sócrates, a quem manifestou a disponibilidade para investir 250 milhões de euros a criar mil postos de trabalho em sectores de intensidade tecnológica e ligados ao sector aeronáutico nos próximos anos.

A visita do responsável do quarto maior construtor aeronáutico do mundo surge num momento em que pretende assegurar que a Ogma, da qual é accionista dominante, não ficará de fora da estrutura accionista da futura empresa liderada pela Agusta Westland, que fará a manutenção dos helicópteros EH101 e que, no futuro, poderá vir toda a frota de helis das Forças Armadas, noticia hoje o "Público".

O grupo brasileiro assinou, para o efeito, um acordo com a API – Agência Portuguesa para o Investimento. O objectivo é que a agência governamental identifique nos próximos cinco anos as empresas e as oportunidades de desenvolvimento da fileira da aeronáutica no país.

O jornal diário diz que o interesse dos brasileiros está condicionado pela entrada na estrutura accionista, estando ainda na mira da empresa a cobiçada privatização da área de manutenção da TAP
 

Fonte: Jornal de Negócios, 17 de Abril, 9h40m
Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 02, 2007, 06:59:05 pm
O Merlin fez hoje mais uma evacuação aeromédica - um tripulante indonésio de um cargueiro alemão - 150 km ao largo de Esposende.
Sobe assim, segundo o EMFA, para 2065 o número de vidas salvas pela FAP no mar.
Título:
Enviado por: Lightning em Maio 04, 2007, 09:03:25 pm
No dia 3 houveram mais duas evacuações.

Merlin da Força Aérea resgata marinheiro Egípcio
http://www.emfa.pt/www/noticias/noticia ... 03052007X2 (http://www.emfa.pt/www/noticias/noticiasdetalhe.php?lang=pt&key=03052007X2)

Merlin da Força Aérea salva cidadã britânica em alto mar
http://www.emfa.pt/www/noticias/noticia ... 03052007X1 (http://www.emfa.pt/www/noticias/noticiasdetalhe.php?lang=pt&key=03052007X1)
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 08, 2007, 08:03:26 pm
(http://img163.imageshack.us/img163/4639/20070508191305ptluslis1cg2.jpg)

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Um helicoptero da Forca Aerea Portuguesa resgatou hoje um passageiro norte-americano com problemas cardiacos que estava a bordo de um navio de cruzeiro a 260 milhas nauticas da ilha acoriana das Flores, 08 de Maio de 2007. FOTO FORCA AEREA PORTUGUESA/LUSA


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Açores: Força Aérea resgata passageiro de cruzeiro com problemas cardíacos

Ponta Delgada, 08 Mai (Lusa) - Um helicóptero da Força Aérea resgatou  hoje um passageiro norte-americano com problemas cardíacos que estava a  bordo de um navio de cruzeiro a 260 milhas náuticas da ilha açoriana das  Flores.  

   Segundo o Centro Coordenador de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta  Delgada, o passageiro, 82 anos, apresentava uma "insuficiência cardíaca  descompensada" e foi transportado para o hospital de Angra do Heroísmo,  onde deu entrada cerca das 10:30 locais (11:30 de Lisboa).  

   O homem seguia a bordo do cruzeiro "Royal Clipper", de 132 metros de  comprimento e bandeira do Luxemburgo, que se encontrava dentro da área de  responsabilidade do Comando da Zona Marítima dos Açores, adiantou.  

   Depois do aconselhamento médico do INEM, a Força Aérea enviou para o  local um helicóptero EH-101 Merlin, que iniciou a evacuação às 08:15 locais  (09:15 de Lisboa), tendo em conta que o passageiro apresentava "necessidade  de ser urgentemente transferido para uma unidade hospitalar", disse a mesma  fonte.  

     
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 10, 2007, 06:49:12 pm
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Açores: Helicóptero da Força Aérea resgata tripulante ferido de navio mercante

Ponta Delgada, 10 Mai (Lusa) - Um helicóptero da Força Aérea resgatou  hoje um tripulante ferido de um navio mercante sueco, que foi transportado  para o hospital da ilha Terceira, anunciou o Comando da Zona Marítima dos  Açores.  

   O tripulante, 63 anos, sofreu a deslocação do ombro direito, depois  de ter caído no convés do "Stena Primorsk", um navio mercante com 183 de  comprimentos, adiantou a mesma fonte.  

   Devido à necessidade de transferir urgentemente o tripulante para uma  unidade hospitalar, a Força Aérea enviou para o local um helicóptero EH-101  Merlin, que procedeu à evacuação do homem a cerca de 275 milhas náuticas  da ilha Terceira.  

   O tripulante sueco foi transferido para o hospital do Santo Espírito,  em Angra do Heroísmo, onde deu entrada às 05:50 locais (06:50 de Lisboa),  disse.  
Título: N: «Missão salvar vidas - Militares»
Enviado por: Get_It em Outubro 20, 2007, 02:32:08 am
Artigo do Correio da Manhã sobre a Esquadra 751 da FAP:
Citação de: "José Carlos Marques, Correio da Manhã"
Missão salvar vidas
Tive pesadelos durante anos. Não conseguia dormir. Acordava sobressaltado a meio da noite a pensar naquela missão.” O major José Diniz lembra uma operação de resgate na Madeira que o marcou para sempre. Na altura – ano 2000 – comandava um helicóptero Puma, que foi chamado a resgatar um homem que tinha caído numa falésia profunda. Os bombeiros demorariam 24 horas a chegar ao local – a diferença entre trazer um ferido ou um morto. O piloto levou a máquina até ao vale escarpado – “não tínhamos mais de dois metros de intervalo entre as pás da hélice e as paredes da falésia” – e decidiu avançar, apesar do perigo. Conseguiram resgatar a vítima com vida, mas foi só quando aterrou em solo seguro que a dúvida se instalou na cabeça de José Diniz: “Pus em risco a vida de cinco pessoas para salvar uma. Ainda hoje não sei se tomei a decisão correcta.”

Parte da resposta a esta dúvida pode ser resolvida com um olhar para a placa que está à entrada do edifício da Esquadra 751, na base aérea do Montijo. Aí se lê “2134 vidas salvas”. Uma contagem desactualizada. “O balanço de salvamentos da esquadra do Montijo é de 2161 desde a criação da unidade. Somando os salvamentos nas ilhas, já deve ultrapassar as 2600 pessoas”, diz o tenente João Silva, um dos pilotos da unidade.

A esquadra 751 conta actualmente com sete comandantes e o dobro de co-pilotos, que operam com os helicópteros EH101 Merlim. Têm por missão assegurar o salvamento marítimo no Continente e nas ilhas da Madeira e dos Açores. Dos 12 aparelhos disponíveis, oito estão na base aérea do Montijo, três na Ilha Terceira e outro em Porto Santo.

A todo o momento, quatro destes gigantes dos céus estão prontos a partir para responder a situações de emergência. As tripulações estão treinadas para levantar voo no intervalo máximo de meia hora desde que lhes chega o pedido de socorro. Voam de dia e de noite, em quase todas as situações meteorológicas. Só ventos com rajadas superiores a 100 km/hora obrigam a ficar em terra.

Os helicópteros EH101 começaram a substituir os Puma, máquinas do tempo da guerra colonial, no início de 2006. Os 12 novos aparelhos, que custaram 446 milhões de ao Estado português, não estão todos operacionais. As razões são duas: falta de verbas e falta de meios humanos. Tal como acontece com os pilotos de aviões, também neste caso a Força Aérea Portuguesa sente os efeitos da ‘fuga’ dos melhores para a aviação comercial. Sete pilotos têm de assegurar a manutenção de quatro máquinas operacionais a todo o instante, obrigando os homens a horários prolongados e poucos dias de folga: “Mal temos tempo para estar com as nossas famílias”, confirma o major José Diniz, chefe da formação e avaliação da esquadra.

A formação de um piloto começa com um ano e meio do curso básico de pilotagem de helicópteros. Isto no caso dos oficiais milicianos, contratados por um período de seis anos. Os que iniciam carreira na Academia cumprem quatro anos de curso e mais um de pilotagem. Para voar com o EH101, tanto os oficiais milicianos como os militares de carreira fazem um curso de sete semanas em Inglaterra, entre aulas teóricas e voos em simulador. Após esta fase, um piloto tem de cumprir pelo menos 60 horas de voo até estar habilitado a comandar uma aeronave em missões reais.

Nos próximos meses, mais três pilotos vão completar a formação, mas, dadas as saídas já previstas, a capacidade operacional vai ficar praticamente na mesma.

A falta de verbas faz com que só esteja disponível em permanência metade da frota. Os quatro helicópteros destinados ao resgate em situação de combate (CSAR) e os dois à fiscalização de pescas e tráfego marítimo (SIFICAP) ainda não operam nessas funções devido à falta de treino específico dos militares e à escassez de verbas. Todas as energias são canalizadas para a missão de busca e salvamento.

A entrada ao serviço dos EH101 obrigou a mudanças nos métodos de trabalho. Em vez de cinco elementos, as equipas dos helicópteros passaram a voar com apenas quatro – piloto, co-piloto, operador de grua e recuperador salvador. Cada saída obriga a calcular todos os pormenores. A distância e o número de vítimas a resgatar condicionam as contas do combustível e a própria configuração do aparelho, que, em condições ideais, pode transportar um máximo de 30 passageiros. Opera até às 400 milhas náuticas (730 km) da costa – mais 200 do que o Puma – mas a instalação de um depósito extra de combustível limita a capacidade de transporte. Nada pode ser deixado ao acaso.

Uma característica fundamental das equipas de resgate é o treino permanente. Os recuperadores salvadores – os homens que têm a arriscada missão de descer pelo guincho do helicóptero e trazer as vítimas para bordo – têm de cumprir um programa rigoroso. “Para estarmos habilitados a fazer salvamentos não podemos estar mais de um mês sem fazer um exercício no mar ou uma operação real”, explica o sargento adjunto António Barreiros, de 45 anos. No caso de operações em zonas escarpadas, é obrigatório treinar os procedimentos de 90 em 90 dias.

Os militares repartem o tempo entre o Continente e as Ilhas, num esquema de turnos rotativos que os afasta de casa por longos períodos. “Há um grande sacrifício pessoal de toda a gente que trabalha nesta esquadra”, reconhece António Barreiros. Um sacrifício justificado pelo cumprimento do objectivo mais nobre: salvar vidas.

Cinco aviões para vigilância e salvamento
A Força Aérea Portuguesa vai ter, dentro de dois anos, cinco aparelhos para as missões de luta anti-submarina, vigilância costeira e busca e salvamento. Os aviões P3C, que já estão em Portugal, não são novos – foram comprados à Holanda, que os abateu ao serviço – mas vão ser equipados com tecnologias de última geração que os põem em igualdade de circunstâncias com os que são usados pelos parceiros da NATO. O contrato com o fabricante Lockheed foi assinado este Verão e os primeiros aparelhos chegam em Agosto e Dezembro de 2009.

O tenente-coronel Paulo Ropio, comandante da esquadra 601, explica a importância desta renovação “Os aviões que usamos actualmente – os P3P – estão a chegar ao limite da idade de utilização. As novas aeronaves vão permitem-nos manter a operacionalidade, não só em território português mas nas missões internacionais”.

Os dois aviões P3P ainda ao serviço têm como missão primordial a vigilância costeira, mas são também uma preciosa ajuda em operações de busca e salvamento. “Actuamos a longa distância, em zonas fora do raio de alcance dos helicópteros. Em caso de necessidade, podemos atirar balsas de sobrevivência para náufragos que estejam no mar”, explica o comandante.

Os P3 são preciosos na localização de vítimas. Com uma autonomia de voo de 11 horas, conseguem percorrer distâncias maiores e sinalizar com precisão o local do acidente. A informação permite aos helicópteros poupar tempo e combustível. O P3 funciona ainda como retransmissor das comunicações dos helis que, devido às baixas altitudes em que operam ficam, frequentemente, incontactáveis durante os salvamentos.

Tecnologia a bordo
Apelidado de ‘Rolls Royce’ dos céus, o EH101 oferece aos pilotos uma série de dispositivos que facilitam a pilotagem e as operações de busca. A destacar a câmara de infravermelhos, que permite visualizar fontes de calor em ambiente de escuridão mostrando aos pilotos onde estão as vítimas quando os olhos nada vêem. Outra novidade em relação aos Puma é a função de piloto automático, que liberta os pilotos das funções mais básicas, permitindo-lhes concentrarem-se no objectivo de encontrar as vítimas.

Resgatados do mar no último momento
Manda a praxe da esquadra que o primeiro salvamento de um recuperador salvador obriga a pagar uma rodada aos colegas. A 20 de Fevereiro de 2004, Paulo Santos estreou-se com a evacuação de uma doente de Porto Santo para o Funchal. Não quis pagar: “Foi mais um serviço de enfermeiro”, explica. Horas depois, o telemóvel toca. A chamada é curta: “Querias um salvamento, então vem depressa.” O pesqueiro ‘Rainha do Mundo’ estava à deriva e dez tripulantes em risco de vida. Paulo Santos retirou-os da água, um por um. Ao jantar, pagou a rodada.

Os 12 nadadores recuperadores da esquadra 751 têm outro hábito – guardar os coletes dos náufragos. Vítor Casimiro só trouxe uma t-shirt do resgate feito ao tripulante do navio ‘Hannes’, que caiu ao mar ao largo de Sines, a 27 de Junho deste ano. O homem passou quatro horas dentro de água, sem colete, apenas com uma t-shirt a protegê-lo do frio. Desmaiou mal foi agarrado pelo recuperador, mas salvou-se e ficou-lhe agradecido para a vida.

Só metades dos helicópteros está pronta a voar
A manutenção dos EH101 é dispendiosa e as reparações das avarias custam milhares de euros. Todas as operações no hangar têm de ser planeadas tendo em conta as limitações financeiras da Força Aérea.

Dos 12 helicópteros comprados pelo Estado português, só metade está permanentemente disponível para voar. As tripulações vão rodando pelas máquinas conforme o grau de operacionalidade de cada uma. Por outro lado, a esquadra 751 só dispõe de sete comandantes, o que torna impossível pôr os 12 helicópteros a voar em simultâneo. Ainda assim, os militares garantem que há meios suficientes para cumprir as missões de busca e salvamento.

Missões de fiscalização e combate adiadas
A Força Aérea tem à sua disposição quatro helis EH101 na versão de salvamento em ambiente de guerra (CSAR) e dois vocacionados para a fiscalização da costa, nomeadamente das actividades de pesca e tráfego de navios suspeitos (SIFICAP). No entanto, nenhuma destas valências está ainda a funcionar em Portugal.

Já há militares com formação para operar em acções de fiscalização, mas o mesmo não acontece em relação ao salvamento em ambiente de guerra. Estas missões obrigam a um investimento em equipamento específico e não há prazos definidos. Os helicópteros têm sido usados em missões de busca e salvamento normais.

Salvamento em números
400 milhas náuticas, cerca de 730 quilómetros, é a distância máxima a que o EH101 faz operações de salvamento. É o dobro da distância do Puma.

4 helicópteros preparados para partir a qualquer momento para salvamentos. Dois estão no Montijo, um nos Açores e um em Porto Santo.

2161 pessoas foram salvas pelos militares da esquadra 751 desde o início do serviço de buscas e salvamento na década de 1970.

30 minutos é o tempo máximo entre a chegada do pedido de ajuda e a descolagem do helicóptero. Tecnicamente, é impossível sair mais cedo.

12 nadadores recuperadores cumprem missão no Montijo, Porto Santo e Ilha Terceira. São eles que descem pelo guincho até à água para retirar os náufragos do mar.

711 é o número da esquadra baseada nos Açores, recentemente desactivada. O serviço foi unificado numa só unidade, a esquadra 751.

Lema
Apesar de já não estar ao serviço, o helicóptero Puma continua a figurar no emblema e a emprestar o nome à esquadra 751. O lema da unidade revela a vocação dos militares que resgatam vítimas do mar.

2007-10-20 - 00:00:00
fonte: http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=262408&idselect=228&idCanal=228&p=200


Cumprimentos,
Título:
Enviado por: european em Outubro 20, 2007, 10:06:48 am
The correct name is no longer EH-101 ( or former European Helicopter Industries-01), but is AW-101.

http://www.agustawestland.com/products0 ... _product=7 (http://www.agustawestland.com/products01_01.asp?id_product=7)
Título:
Enviado por: pmdavila em Dezembro 02, 2007, 03:47:13 pm
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Helicópteros novos parados

Merlin da Força Aérea pode ter falha de construção

A frota de helicópteros de última geração da Força Aérea está  parada. Os 12 aparelhos do modelo Merlin só voam em casos muito excepcionais e com autorização expressa do Chefe de Estado Maior. São medidas de precaução depois do acidente que, há cerca de três semanas, provocou ferimentos numa equipa médica nos Açores.

_________________________


A cautela explica-se com o incidente de 15 de Novembro, nos Açores, durante o transporte de uma grávida entre S.Jorge a Terceira. O estranho comportamento de um helicóptero Merlin provocou ferimentos no equipa médica que estava a bordo, constituída por cinco pessoas. Uma médica sofreu lesões graves na coluna.

O inquérito aberto ao acidente está ainda em curso, mas a Força Aérea diz estar desde já em condições de garantir que não houve qualquer erro humano. Ou seja, o problema só pode ter sido do helicóptero.

A Força Aérea está em contacto com o fabricante para esclarecer o mistério o mais depressa possível. Por enquanto, os Merlin só são usados quando não há outra opção e, mesmo assim, apenas em circunstâncias excepcionais. Foi o caso do salvamento, há cerca de uma semana, dos tripulantes de um veleiro que estava em dificuldades a 250 milhas da costa.

Os Merlin entraram ao serviço há pouco mais de um ano e são autênticos autocarros dos ares, com mais de 19 metros de comprimento e quase sete de altura. Podem transportar 30 passageiros ou 16 macas com paramédicos.

Só nos Açores, foram usados em 68 evacuações médicas, até ao incidente de há três semanas.


Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: Ricardo Pinheiro em Dezembro 02, 2007, 11:53:29 pm
www.correiodamanha.pt (http://www.correiodamanha.pt) > Portugal  
 

 
2007-12-02 - 00:00:00

Açores: Acompanhava grávida quando heli ‘saltou’ 2 metros
Médica processa Estado por acidente em helicóptero

Deitada numa cama do hospital de Santo Espírito, em Angra do Heroísmo, a médica Helena Lima não cala a revolta. “Só oiço promessas de todos os lados, mas ainda ninguém assumiu responsabilidades pelo acidente de que fui vítima”. A falta de respostas levam-na a equacionar processar o Estado, uma vez que ainda não é claro qual a indemnização a que terá direito.

d.r.

Helena Lima está confinada à cama do hospital. Só em Fevereiro saberá quando se poderá sentar
No dia 15 de Novembro, a médica ginecologista e obstetra fazia parte da equipa que se deslocou da Ilha Terceira para São Jorge para evacuar uma grávida que entrou em trabalho de parto. Quando a senhora estava a ser transferida da maca do centro de saúde das Velas para a do helicóptero EH101, da Força Aérea Portuguesa, o aparelho subiu repentinamente a uma altura de dois metros e caiu logo de seguida, estatelando-se na pista.

Os ocupantes foram projectados contra o tecto e as paredes. Cinco pessoas ficaram feridas – dois bombeiros, duas enfermeiras e a médica Helena Lima. O diagnóstico da médica é grave – a fractura com esmagamento da vértebra L1 vai obrigá-la a estar de baixa pelo menos um ano e pode ficar com os movimentos comprometidos para o resto da vida.

Aos 52 anos, a médica – que faz evacuações aéreas desde os anos 80 – pode ter de deixar de o serviço de obstetrícia: “Durante os partos tenho de adoptar posições e movimentos que ainda não sei se conseguirei voltar a desempenhar”, contou ao CM. Até Fevereiro, vai ter de usar um colete que só lhe permite estar de pé ou deitada. Só nessa altura fará um exame para saber se pode começar a tentar sentar-se.

A segunda vítima grave é a enfermeira de Velas, que também sofreu lesões na coluna. A sua lesão será menos complicada – “fracturou a vértebra L2. Não corre tantos riscos como eu, mas vai ter de ficar de baixa pelo menos seis meses”, diz Helena Lima. A enfermeira foi transferida para São Jorge, onde inicia a recuperação.

Os profissionais do hospital de Angra do Heroísmo que fazem evacuações aéreas têm um seguro, acordado com uma companhia privada, que prevê indemnizações em caso de morte ou invalidez permanente. No entanto, o seguro não é claro em relação a casos como o da médica e o da enfermeira feridas, que terão de enfrentar longos períodos de baixa.

A situação foi confirmada ao CM por fonte do gabinete do Secretário dos Assuntos Sociais do Governo Regional dos Açores, Domingos Cunha, que está a acompanhar o caso – e aguarda o resu ltado do inquérito da Força Aérea para apurar as causas do acidente antes de tomar qualquer iniciativa.

AFASTADA FALHA HUMANA

A Força Aérea ainda não concluiu o inquérito aberto ao acidente com o EH101 Merlin que fez a evacuação entre as Ilhas Terceira e São Jorge. De acordo com as Relações Públicas da FAP “já se chegou à conclusão de que não houve falha humana”. Helena Lima contou ao CM que o piloto lhe disse, durante a viagem de regresso entre São Jorge e a Terceira, que o acidente tinha sido motivado “pela entrada intempestiva em funcionamento do piloto automático”, que fez o helicóptero subir contra a vontade dos pilotos.

A médica já foi ouvida “por um tenente-coronel da Força Aérea”, mas desconfia do método utilizado: “Pediu para ficar a sós comigo e passou a conversa a tomar notas. Mas não me mostrou as declarações que fiz nem mas deu para assinar”.

ORDENADOS GARANTIDOS

Olga Freitas, presidente do Conselho de Administração do Hospital de Santo Espírito, garantiu ao CM que Helena Lima “vai receber o ordenado por inteiro enquanto estiver internada e terá direito a todos os tratamentos necessários à sua recuperação”. Diz ainda que o hospital já entregou o caso a um advogado, que está a “esclarecer as cláusulas do contrato do seguro, para sabermos se a médica tem direito a ser compensada pelas horas extraordinárias e serviços especiais – como é o caso das evacuações aéreas – que vai deixar de fazer por estar de baixa”. O processo será, no entanto, demorado, uma vez que a sua conclusão está dependente do inquérito aberto pela Força Aérea.

PORMENORES

PRONTA A VOLTAR

Helena Lima faz evacuações desde os anos 80 e estava habituada às missões. A médica diz que, se estiver fisicamente apta, vai voltar às evacuações: “Só sei trabalhar a 200%. Não seria capaz de recusar assistência a uma doente”.

ALTERAÇÃO

O acidente aconteceu numa altura em que o hospital estava a negociar a alteração do seguro que cobre as evacuações. Um dos objectivos é clarificar as situações em que haja ferimentos graves, mas sem incapacidade total ou morte – como no acordo actual.
José Carlos Marques
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Dezembro 03, 2007, 11:31:01 am
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Entrevista ao general Luís Araújo (chefe do Estado-Maior da Força Aérea): "Vou condecorar o piloto pela forma como reagiu"


MANUEL CARLOS FREIRE
LEONARDO NEGRÃO (imagem)
Já se sabe o que causou o acidente com o helicóptero nos Açores, no passado dia 15?

O EH101 Merlin é uma aeronave nova, que tem componentes de electrónica e de software extremamente avançados. É uma aeronave muito complexa, o state of the art dos helicópteros. O que aconteceu nas Velas, em São Jorge, foi que o héli, de uma forma que estamos a estudar e a investigar com a participação da [empresa construtora] Agusta, saiu do chão sem que os pilotos dessem qualquer ordem. Mas o piloto [major João Carita] fez muito bem, se não está atento e não tem a habilidade que lhe é inerente para o colocar no chão, embora com alguma rudeza.

Já têm a certeza de que não foi erro humano?

Na nossa cultura de segurança de voo e de investigação de acidentes - onde não há procedimentos criminais - nunca excluímos nada. Não descartamos nada. Falha humana? Começámos por aí. Ninguém tocou em nada, houve um sinal que disse aos comandos de voo: vai para o ar. Tem a ver, claramente, com software e electrónica. Podia ser por uma interferência electromagnética...

Qual é a opinião da Agusta?

A FAP já determinou que [o acidente] não tem a ver com falha humana. Um piloto de testes da Agusta, que veio cá, escreveu que era altamente louvável a acção do piloto. E eu vou condecorar, fazer uma referência elogiosa ao comandante de bordo, porque, de uma forma absolutamente louvável, conseguiu colocar o helicóptero no chão.|


Fonte: http://dn.sapo.pt/2007/12/03/nacional/e ... chefe.html (http://dn.sapo.pt/2007/12/03/nacional/entrevista_general_luis_araujo_chefe.html)
Título:
Enviado por: Johnnie em Dezembro 03, 2007, 01:49:02 pm
Bem serão problemas de juventude, nada que não se resolva...

Curiosamente neste momento os EUA têm a sua frota de F-15 no chão, mas neste caso já são os muitos anos de uso que estão a pesar  :roll:
Título:
Enviado por: P44 em Janeiro 24, 2008, 12:36:19 pm
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Inquérito a incidentes com helicópteros EH101 sem conclusões

O inquérito a incidentes com helicópteros da Força Aérea Portuguesa (FAP) nos Açores e Montijo continua sem conclusões porque as aeronaves não dispõem de caixas negras para registar parâmetros de voo, confirmou à Lusa fonte aeronáutica.
Assim, existe apenas a versão dos pilotos sobre o que efectivamente correu tecnicamente mal nos dois incidentes já que o fabricante diz «não ter detectado» qualquer anomalia técnica.

No incidente em São Jorge, Açores, com um EH101 Merlin, cinco pessoas de uma equipa médica ficaram feridas com alguma gravidade, nomeadamente dois bombeiros, duas enfermeiras e uma médica que habitualmente acompanham o transporte de feridos inter-ilhas.

Os aparelhos da FAP não foram equipados com caixas negras, alegadamente devido ao seu elevado custo. Apenas nas zonas de combate as caixas negras não são utilizadas, por razões óbvias de não deixar cair informação classificada nas mãos do inimigo.

«Mas teriam toda a lógica em operações de busca e salvamento, como as efectuadas no arquipélago dos Açores ou no continente», disse à Lusa um especialista aeronáutico.

O porta-voz da AgustaWestland, fabricante daqueles helicópteros, Geoff Russell, confirmou que a sua empresa abriu um inquérito aos incidentes e que os aparelhos da FAP não possuem as caixas negras.

«Os helicópteros da FAP não têm caixas negras, mas um Sistema de Monitorização de Segurança e Uso [HUMS na sigla inglesa], como todos os EH101, que controla e regista informação de todos os voos que depois é analisada», disse.

A diferença é que «esta informação não está armazenada numa caixa negra», ou seja, numa caixa à prova de fogo e de choque.

Assim, no caso de um acidente grave, como o ocorrido nos Açores, esta informação pode ser perdida. «Depende da gravidade do acidente, pois não está numa caixa à prova de choque e incêndio», confirmou a fonte.

O HUMS «monitoriza constantemente temperaturas, pressões, níveis de vibração, a potência dos motores e diverso tipo de informação de voo», esclareceu.

O HUMS e a caixa negra «são dois sistemas diferentes», explicou, acrescentando que a informação registada pelo HUMS é recolhida no final de cada voo e é um procedimento de manutenção. O computador analisa a informação e monitoriza quaisquer alterações e, através dessa análise, é possível identificar problemas possíveis, por exemplo, na transmissão ou no rotor, muito antes de eles se tornarem numa ameaça para a segurança».

«Há sistemas de caixa negra disponíveis para helicópteros, mas a sua instalação não é muito comum», disse.

O porta-voz da AgustaWestland confirmou à Agência Lusa que «está a decorrer uma investigação em relação a dois incidentes» com os EH101 da FAP.

«Estamos a assistir a FAP nesta investigação e a levar a cabo uma série de inspecções e testes a alguns dos componentes do aparelho que esteve envolvido», afirmou, sublinhando que «até esta altura não foi encontrado nenhum problema».

«A FAP irá concluir o seu [inquérito] e nós transmitiremos à FAP o resultado dos nossos testes e a FAP irá concluir o seu relatório final sobre os incidentes», sublinhou o porta-voz doa fabricante.

Geoff Russell disse que a AugustaWestland está a «colaborar com a FAP para investigar estes incidentes» e que a companhia quer «ter a certeza de que se existir um problema de desenho ele será identificado para assegurar que não só os aparelhos da FAP são seguros, mas também os de outros clientes».

A empresa confirmou ainda que não dispõe de nenhuma data e que será a FAP a decidir se divulga ou não as conclusões do inquérito.


Diário Digital / Lusa

24-01-2008 6:24:00


http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=315257 (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=315257)
Título:
Enviado por: MaisAlto em Janeiro 24, 2008, 09:48:03 pm
Uma caixa negra topo de gama para os EH custa cerca de 30 mil euros cada....realmente, uma soma fabulosa !!
Título:
Enviado por: typhonman em Janeiro 25, 2008, 09:16:17 pm
Em helicopeteros militares é uma "menos-valia"..
Título:
Enviado por: MaisAlto em Janeiro 25, 2008, 10:34:59 pm
"menos valia" em que sentido..? Confesso que não percebi...
Título:
Enviado por: typhonman em Janeiro 26, 2008, 07:45:29 pm
A gravação de comunicações "audio" que possam cair em mãos não aliadas..
Título:
Enviado por: MaisAlto em Janeiro 26, 2008, 10:50:15 pm
Isso são episódios de excepção!

No caso dos incidentes com os EH, um equipamento deste género teria permitido conhecer, à posteriori, o que (excepcionalmente) correu mal. No segundo incidente, caso tivesse ocorrido o pior (queda em alto mar), a perda e desaparecimento da aeronave impediria qualquer investigação técnica sobre as causas do acidente. Por alguma razão os operadores estão a apostar nestes equipamentos.

Nem sempre o que é eficaz é caro...

These systems separate from the aircraft at the time of an incident, escaping the devastating effects of a crash. They also float indefinitely in water. Widespread use of these unique systems for commercial aircraft could save millions of dollars in recovery efforts and expedite search and rescue missions

http://phx.corporate-ir.net/phoenix.zht ... highlight= (http://phx.corporate-ir.net/phoenix.zhtml?c=119620&p=irol-newsArticle&ID=280825&highlight=)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 28, 2008, 09:32:38 am
FAP levantou restrições de voo aos 'EH101 Merlin'

A Força Aérea Portuguesa (FAP) levantou todas as restrições de voo aos helicópteros EH101, impostas devido a dois incidentes registados em Novembro e que continuam por explicar, disse ontem o porta-voz do ramo, tenente-coronel António Seabra, ao DN.

Os casos ocorreram com uma dezena de dias de diferença e, até agora, só foram registados na frota operada por Portugal. Os inquéritos feitos pela FAP e pela construtora Agusta-Westland afastaram qualquer erro ou intervenção humana na origem dos incidentes, mas não descobriram quais as falhas técnicas que lhes deram origem, sublinhou António Seabra.

O primeiro incidente deu-se na noite de 15 de Novembro do ano passado, em São Jorge, durante a fase de embarque de uma grávida a evacuar para o Hospital de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira. A dado momento, e num movimento súbito, o heli subiu cerca de dois metros, provocando ferimentos em cinco técnicos (uma médica, duas enfermeiras e dois bombeiros). Este caso levou à paralisação quase total da frota.

O segundo incidente com um dos 12 helicópteros EH101 da FAP ocorreu dias depois, em pleno voo, "mas não teve qualquer impacto na missão", lembrou o tenente-coronel. O caso deu-se ao largo da costa de Lisboa, na fase de aproximação a um cargueiro onde se iria resgatar um marinheiro. A falha repetiu-se na altura em que o EH101 se afastava.

A actividade operacional dos Merlin portugueses começou em Fevereiro de 2006, inicialmente para operações de busca e salvamento e, depois, alargada ao transporte táctico. Dois estão configurados para missões de fiscalização das pescas e vigilância marítima e quatro para missões de resgate de combate. A Agusta-Westland já vendeu quase centena e meia de helicópteros EH101 a países como o Reino Unido (versões para a Força Aérea e para a Marinha), o Canadá, a Dinamarca, a Itália, o Japão e Portugal.

As exigências de manutenção sentidas pelos ingleses - associadas a "dificuldades da Agusta-Westland em produzir componentes suficiente para as necessidades dos operadores", segundo altas patentes da FAP - levaram Londres a comprar, há quase um ano, seis dos aparelhos encomendados pela Dinamarca e que entram este ano em serviço.

DN (http://http)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Março 11, 2008, 10:02:46 am
Metade dos novos hélis parada por falta de peças

FAP equaciona colocar os 'Puma' a voar outra vez

A Força Aérea Portuguesa (FAP) tem "cerca de 50%" dos seus helicópteros EH101 parados por falta de peças, alguns dos quais "já foram canibalizados" para manter os restantes a voar.

Diferentes fontes da FAP adiantaram ontem ao DN que o ramo está a viver "uma situação crítica e muito melindrosa": por um lado, a empresa Agusta-Westland não consegue fornecer sobressalentes em número suficiente para manter a frota de 12 helicópteros a voar; por outro, o Ministério da Defesa continua sem celebrar o contrato de manutenção e operação dos aparelhos, que não foi assinado aquando da sua compra pelo então ministro Paulo Portas.

O actual ministro, Nuno Severiano Teixeira, autorizou há um ano que fosse feito um contrato com a Agusta-Westland - através da Defloc, uma empresa da holding estatal para as Indústrias de Defesa, EMPORDEF - por um prazo de seis meses, prorrogável por mais seis. Esse período serviria para negociar um contrato de longo prazo para as áreas de manutenção e operação dos EH101 Merlin da FAP, em cujo programa foram investidos cerca de 450 milhões de euros.

Fonte oficial do Ministério da Defesa assegurou ontem ao DN que "as negociações do contrato para os próximos 5 anos estão finalizadas". Quanto à data de assinatura do documento, ela "será autorizada brevemente". Ficou também por saber se a OGMA (empresa aeronáutica de Alverca onde o Estado tem uma participação de 35%) vai assumir parte das operações de manutenção dos helicópteros.

Entretanto, enquanto não é assinado esse contrato de longa duração, "o fabricante continuará a prestar o apoio necessário à frota" dos EH101, adiantou a porta-voz de Nuno Severiano Teixeira. Quanto ao contrato de contrapartidas, que também não foi concluído, "a Comissão de Contrapartidas está a trabalhar intensamente com a Agusta na renegociação do mesmo", adiantou a fonte.

Recuperar os velhos 'Puma'

A situação operacional dos helicópteros atingiu um nível tal que a FAP decidiu estudar a recuperação dos Puma, helis que começaram a operar nas guerras coloniais africanas e retirados do serviço em finais de 2006.

Assim, a FAP enviou, há algumas semanas, vários técnicos para Beja, onde os Puma foram armazenados para eventual venda, confirmaram diferentes fontes ao DN.

O porta-voz da FAP, tenente-coronel António Seabra, disse ao DN que o ramo "não tem comentários a fazer" sobre o assunto.

A decisão de reactivar os Puma, a confirmar-se a sua viabilidade, "é muito arriscada", desde logo porque terá "custos muito elevados", referiram as fontes, ouvidas sob anonimato por não estarem autorizadas a falar sobre a matéria. Mas os custos não serão apenas financeiros (recuperação dos aparelhos, substituição de equipamentos já obsoletos): "É preciso ir buscar mecânicos que já estavam noutras áreas, transferi-los de unidade, é necessário requalificar as tripulações" - resumindo, "vai exigir um esforço suplementar enorme" aos quadros do ramo, frisou uma das fontes.

Essa situação já se verifica em parte, uma vez que militares estacionados nos Açores - alguns transferidos para outras áreas funcionais da base depois de os Puma serem abatidos - já estão a trabalhar em Beja.

Esta chamada de pessoal estacionado nos Açores pode significar que os Puma regressarão ao arquipélago se forem reactivados, substituindo assim os EH-101 ali estacionados. Segundo uma das fontes, pelo menos um destes aparelhos continuaria estacionado nas Lajes para garantir as operações de busca e salvamento a longas distâncias - um dos principais critérios que levaram o Estado a adquirir o Rolls Royce dos helicópteros.

Para já, o certo é que a FAP tem "pouca capacidade para fazer mais do que o alerta" para missões de busca e salvamento no mar, constatou uma alta patente do ramo.

DN (http://http)
Título:
Enviado por: Lancero em Março 14, 2008, 11:15:19 am
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Açores: Força Aérea admite que os "Puma" possam voltar a ser utilizados no arquipélago    

   Ponta Delgada, 13 Mar (Lusa) - A Força Aérea Portuguesa admitiu hoje  reforçar a sua capacidade logística em permanência nos Açores com o regresso  dos helicópteros "Puma", desactivados em Novembro de 2006, devido a dificuldades  logísticas com os novos EH 101 Merlin.  

 

   O segundo comandante operacional da Força Aérea, José Tareco, adiantou  hoje aos jornalistas que está a ser equacionado um reforço da capacidade  em falta por parte da Força Aérea nos Açores, uma decisão que depende "da  evolução da sustentação logística" dos Merlin.  

 

   "Tenho conhecimento de algumas dificuldades logísticas de sustentação  ocorridas com os EH 101 Merlin e estamos a ponderar repor alguma capacidade,  através de outros meios", afirmou José Tareco, à saída de uma audiência  com o presidente do Governo açoriano, em Ponta Delgada.  

 

   Segundo disse, os dez "Pumas" da Força Aérea, agora sedeados na Base  Militar de Beja, estão ainda em boas condições e poderão voltar ser utilizados.  

 

   O segundo comandante operacional da Força Aérea referiu que está a ser  feito trabalho neste sentido para evitar serem "apanhados desprevenidos  e sem capacidade de resposta".  

 

   José Tareco explicou que em causa está o facto do contrato de manutenção  dos aparelhos ainda não ter sido formalizado e existirem dificuldades de  obtenção de alguns componentes essenciais na reposição do potencial do EH  101 Merlim.  

 

   "Até agora, esta dificuldade não pôs em causa os serviços primários  levados a cabo pelos Merlin", sobretudo em operações de busca, salvamento  e patrulhamento, assegurou.  

 

   Para o presidente do Governo açoriano, a gestão da Força Aérea revela  um "enorme sentido de responsabilidade" nas missões que realizadas nos Açores  ao nível de busca e salvamento e de colaboração com o Serviço Regional de  Saúde.  

 

   A audiência, que decorreu no Palácio de Santana, serviu, ainda, para  anunciar que a comemoração oficial do Dia da Força Aérea, a 01 de Julho,  vai decorrer, este ano, no arquipélago dos Açores.  

 
Título:
Enviado por: comanche em Março 28, 2008, 10:29:28 pm
Defesa: Apenas cinco de 12 helicópteros HE101 Merlin voam - FAP

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Lisboa, 28 Mar (Lusa) -- A Força Aérea Portuguesa (FAP) desmentiu hoje que a AugustaWestland lhe tenha entregue algum relatório sobre os incidentes registados com os seus helicópteros HE101, mantendo-se também a actual situação de "prontidão baixa" porque só tem operacionais cinco aeronaves.

Uma fonte da empresa, no Reino Unido, disse à agência Lusa que o relatório com a sua investigação sobre um incidente com um HE101 em São Jorge, nos Açores, já tinha sido concluído e entregue à Força Aérea Portuguesa e que "nada de anormal" tinha sido detectado na aeronave acidentada.

Por outro lado, a empresa afirmou que, ainda na semana passada, oito dos 12 helicópteros HE101 Merlin da FAP estavam operacionais, o que a Força Aérea hoje desmentiu categoricamente.

"No último semestre, nunca tivemos mais de cinco (de um total de 12) unidades operacionais" por falta de sobressalentes, confirmou à Lusa uma fonte da Força Aérea Portuguesa.

A fonte acrescentou ainda que o fabricante tem ultrapassado o tempo considerado razoável para entregar as peças e equipamentos enviados para reparação pela Força Aérea.

O relatório preliminar da FAP ao incidente com um HE101 nos Açores sustenta, ao contrário do que diz o fabricante, que "não houve erro humano" e que o problema se ficou a dever a falha de instrumentos da aeronave.

A Esquadra 751 da FAP dispõe em estado de alerta de dois helicópteros na Base das Lajes (Ilha Terceira), um no Porto Santo (Madeira) e outro no Montijo (Continente), restando apenas um de reserva, o que "realmente torna difícil cumprir a missão", nomeadamente de busca e salvamento, treino, voos de teste e qualificações.

A Força Aérea Portuguesa continua a aguardar a investigação do fabricante para depois concluir a sua própria investigação, disse à Lusa um porta-voz da FAP.

Em Janeiro, a Lusa informou, citando fontes da aeronáutica, que os helicópteros da Força Aérea Portuguesa que tinham tido incidentes nos Açores e no Montijo não dispunham de caixas negras para registar parâmetros de voo, pelo que apenas existia a versão dos pilotos sobre o que efectivamente correu tecnicamente mal nos dois incidentes, já que o fabricante diz «não ter detectado» qualquer anomalia.

No incidente em São Jorge, Açores, com um EH101 Merlin, cinco pessoas de uma equipa médica ficaram feridas com alguma gravidade, nomeadamente dois bombeiros, duas enfermeiras e uma médica que habitualmente acompanham o transporte de feridos inter-ilhas.

O porta-voz da AgustaWestland, fabricante daqueles helicópteros, Geoff Russell, confirmou em Janeiro à Lusa que a sua empresa tinha aberto um inquérito aos incidentes e que os aparelhos da FAP não possuiam as caixas negras.

"Os helicópteros da FAP não têm caixas negras mas um Sistema de Monitorização de Segurança e Uso [HUMS na sigla inglesa], como todos os EH101, que controla e regista informação de todos os voos que depois é analisada", disse, na ocasião, o porta-voz da AugustaWestland.

A diferença é que "esta informação não está armazenada numa caixa negra", ou seja, numa caixa à prova de fogo e de choque.

Assim, no caso de um acidente grave, como o ocorrido nos Açores, esta informação pode ser perdida. "Depende da gravidade do acidente, pois não está numa caixa à prova de choque e incêndio", confirmou a fonte.

O HUMS "monitoriza constantemente temperaturas, pressões, níveis de vibração, a potência dos motores e diverso tipo de informação de voo", esclareceu.

O HUMS e a caixa negra "são dois sistemas diferentes", explicou, acrescentando que a informação registada pelo HUMS é recolhida no final de cada voo e é um procedimento de manutenção. O computador analisa a informação e monitoriza quaisquer alterações e, através dessa análise, é possível identificar problemas possíveis, por exemplo, na transmissão ou no rotor, muito antes de eles se tornarem numa ameaça para a segurança".

"Há sistemas de caixa negra disponíveis para helicópteros mas a sua instalação não é muito comum", disse.

O chefe do Estado-Maior General da Força Aérea admitiu esta semana, numa entrevista à RDP, a possibilidade de reactivação da antiga frota de helicópteros PUMA, se isso se tornar necessário para que a FAP cumpra as missões que lhe estão atribuídas e as que são aleatoriamente solicitadas.

Título:
Enviado por: ricardonunes em Abril 08, 2008, 08:03:25 am
Força Aérea "ressuscita" Puma para garantir operacionalidade

A Força Aérea está a recuperar os helicópteros Puma, cuja frota havia sido desactivada em Novembro de 2006, devido a problemas com a assistência técnica aos novos H101-Merlin. Um primeiro helicóptero do conjunto que se encontra armazenado nos hangares da Base Aérea N.º 11 (BA11), em Beja, fez testes de voo no final da semana passada. De acordo com informações a que o JN teve acesso, são quatro os Puma que estão a ser preparados para voltar ao serviço operacional.

Uma equipa de especialistas, composta por cerca de vinte sargentos e seis oficiais, está, desde meados de Fevereiro, a trabalhar nos hangares da BA 11 em inspecções técnicas e revisão dos aparelhos, por forma a que os mesmos sejam colocados em condições operacionais.

Depois de o primeiro aparelho ter efectuado testes de voo, durante a passada semana, e ainda que oficialmente tal facto não seja confirmado, "as outras três aeronaves deverão estar operacionais até ao final do presente mês de Abril", disse fonte da FAP. Os quatro aparelhos deverão ser enviados para a Base Aérea N.º4, nos Açores, a fim de substituírem os EH101 Merlin cuja operacionalidade se encontra muito limitada.

Recorde-se que os Puma estavam armazenados em Beja para eventual venda desde Dezembro quando tinham terminado o serviço na BA4, sediada na base das Lajes, nos Açores, e sido substituídos precisamente pelos novos Merlin.

Contactado pelo JN, o porta-voz da Força Área Portuguesa, tenente-coronel António Seabra, justificou que "se está a estudar a capacidade técnica e operacional dos aparelhos", acrescentando que "não há ainda uma decisão" sobre a possível deslocação para a Base das Lajes.

Recorde-se que a frota de helicópteros EH101 Merlin, que começou a equipar a FAP em Fevereiro de 2005, tem apresentado alguns problemas nos rotores que, inclusive, terão estado na origem de um incidente, em 15 de Novembro do ano passado, no aeródromo de São Jorge, nos Açores, durante uma evacuação médica. Um outro incidente semelhante, mas durante o voo numa operação de resgate ao largo da costa, acabou por levar à suspensão da actividade operacional dos Merlin durante as investigações.

Na altura, a Força Aérea emitiu um comunicado onde revelava que "durante as operações de embarque, o helicóptero afastou-se do solo, de uma forma inesperada, cerca de um metro, tendo do incidente resultado cinco feridos dois bombeiros, duas enfermeiras e uma médica". Esta última, apurou o JN, terá ficado com lesões graves irreversíveis. As restrições foram levantadas no final de Janeiro, mas a reduzida operacionalidade da frota mantém-se devido a problemas no fornecimento de sobressalentes pelo fabricante, a Agusta-Westland.

Neste momento, dos 12 aparelhos Merlin que compõem a frota, apenas três estão operacionais, tendo já sido assumido pelo próprio chefe do Estado Maior da Força Aérea que a actividade se mantém devido à "canibalização". Isto é, os aparelhos estão a voar com peças retiradas dos restantes.

Através do programa de reequipamento militar, o Estado investiu 450 milhões de euros na aquisição de 12 aeronaves EH-101 Merlin. Porém, ficou por celebrar o contrato de longo prazo para a manutenção e operação.

Apesar do "ressuscitar" dos Puma ser encarado como "uma operação com custos muito elevados", a sua fiabilidade nas operações de busca e salvamento nos Açores "é maior do que com o Merlin", aeronave conhecida como o "Rolls Royce" dos helicópteros.

JN
Título:
Enviado por: nonameboy em Abril 10, 2008, 04:13:44 pm
é uma situaçao que me entristece muitissimo  :cry:

E afinal sao helis muito bons, utilizados pela Inglaterra, Italia e Dinamarca e estao todos eles operacionais nao estao?
Título:
Enviado por: pmdavila em Abril 10, 2008, 04:41:04 pm
Citação de: "nonameboy"
é uma situaçao que me entristece muitissimo  :cry:

E afinal sao helis muito bons, utilizados pela Inglaterra, Italia e Dinamarca e estao todos eles operacionais nao estao?


Tanto quanto sei, estão todos na mesma situação de Portugal...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 10, 2008, 04:46:30 pm
Oa aparelhos do Canadá, metade tb está no chão. Começo a pensar que foi um péssimo negócio para Portugal. :(
Título:
Enviado por: pmdavila em Abril 10, 2008, 05:24:17 pm
As máquinas são boas, acho que isso ninguém pode negar. Agora, quem as faz é que não está preparada para as arranjar. Ou melhor, fazem as máquinas, esquecem-se de fazer as peças (?!). Faz-me lembrar um pouco a história das aeronaves russas, não sei bem porquê...
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 10, 2008, 05:54:34 pm
Eu já estive três meses à espera de uma peça da Volkswagen...
Título:
Enviado por: Portucale em Abril 10, 2008, 10:32:26 pm
A escolha do EH-101 Merlin foi a mais adequada.
Para a sua missão principal, busca e salvamento, é superior aos outros helis.
Quanto aos problemas que existem, estes são reflexo da economia real.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam os fabricantes de equipamentos tecnologicamente evoluidos e fabricados em pequenas quantidades, que é o caso, não têm linhas de produção contínuas.
Fabricam mediante encomendas e muitas das vezes com minimos de peças.
A raíz do problema está na pequena quantidade de aeronaves no mercado, agravado pelo contrato que foi feito.
Título:
Enviado por: lurker em Abril 11, 2008, 12:25:25 am
Portucale, ou melhor, a ausência do contrato. :)

O problema é simples: o envolvimento do Reino Unido na guerra do Iraque fez disparar a necessidade de EH-101 e respectivas peças para niveis acima dos "normais".

Contudo, uma vez que isso é uma situação de duração limitada a AW não quer investir em aumentar a capacidade de produção para depois não se ver a mãos com excesso de capacidade e investimentos não amortizados.

E como nenhum contrato de manutenção que obrigue a AW a cumprir prazos, nem sequer vamos ser ressarcidos disso.

Realmente, comprar uma máquina destas sem um contrato de manutenção não passa pela cabeça a ninguém...
Título:
Enviado por: P44 em Abril 11, 2008, 09:01:55 am
O sr.paulo portas "esqueceu-se" de assinar um contrato de manutenção dos EH-101, tal como se "esqueceu" de assinar um para os U-209PN.

Agora querem peças, PAGUEM-NAS bem pagas...

Portanto vão-se preparando para daqui a uns anos ver a novela EH-101 repetida com os Submarinos!

Mas foi o melhor MDN que tivémos...

(não se esqueçam que teriamos , por ele, 2 MARAVILHOSAS O.H.Perry na marinha, ao invés de irmos receber as Karel Doorman)

Disclaimer: não sou ps, detesto o ps, não votei ps
Título:
Enviado por: Daniel em Abril 11, 2008, 10:52:43 am
P44
Citar
não se esqueçam que teriamos , por ele, 2 MARAVILHOSAS O.H.Perry na marinha, ao invés de irmos receber as Karel Doorman)


Pois, pois só pode estar a brincar, pois O.H. Perry maravilhosas c34x
Título:
Enviado por: P44 em Abril 11, 2008, 01:43:13 pm
Citação de: "Daniel"
P44
Citar
não se esqueçam que teriamos , por ele, 2 MARAVILHOSAS O.H.Perry na marinha, ao invés de irmos receber as Karel Doorman)

Pois, pois só pode estar a brincar, pois O.H. Perry maravilhosas c34x


não me diga que pensou que estava a falar a sério???? c34x
Título:
Enviado por: Adamastor em Abril 20, 2008, 02:28:41 pm
Helicóptero avaria durante operação de resgate

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Um helicóptero da Força Aérea avariou, sexta-feira, a 400 milhas da Ilha das Flores, quando se preparava para resgatar um passageiro de um navio com sintomas de AVC. Entre os 12 helicópteros comprados em 2005, apenas cinco estão operacionais.


Um helicóptero Merlin da Força Aérea Portuguesa avariou, sexta-feira, a 400 milhas da Ilha das Flores, dos Açores, quando se preparava para resgatar um passageiro de um navio com sintomas de Acidente Vascular Cerebral (AVC).

A missão de resgate acabou por ser realizada por um outro aparelho da Força Aérea, enquanto o helicóptero avariado conseguiu chegar à base na Ilha das Flores, apesar de estar inoperacional.

Contactado pela TSF este domingo, o porta-voz da Força Aérea Portuguesa confirmou que o helicóptero avariado faz parte de uma frota de 12 HE101 Merlin, comprados em 2005 e que têm apresentado alguns problemas técnicos.

As falhas noutros aparelhos da frota estiveram na origem de dois incidentes ocorridos no ano passado, um deles envolvendo cinco feridos.

O tenente-coronel António Seabra admitiu que entre os 12 aparelhos, apenas cinco estão actualmente operacionais, apesar de estarem a voar com peças retiradas dos restantes.

Na origem desta situação, explicou o porta-voz da Força Aérea Portuguesa, está o facto de o Estado ter gasto 450 milhões de euros na compra dos doze aparelhos, mas não ter celebrado um contracto para a manutenção dos mesmos.

Entretanto, o gabinete do ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, disse à TSF que os contratos de manutenção a longo prazo dos helicópteros Merlin estão em fase final de negociação.


http://tsf.sapo.pt/online/vida/interior ... =TSF191032 (http://tsf.sapo.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF191032)
Título:
Enviado por: Lightning em Abril 20, 2008, 03:44:29 pm
Espero que não seja necessário uma tragédia para por os EH101 a voar como deve ser... :evil:
Título:
Enviado por: lurker em Abril 20, 2008, 03:54:29 pm
Todas as máquinas avariam ocasionalmente. A meu ver, não há razão para pensar que esta avaria está relacionada com os problemas de peças para manutenção.
Título:
Enviado por: Akagi em Abril 20, 2008, 05:38:05 pm
E ninguem é responsavel por isto?

Gastam-se milhões para modernizar a frota de helicopteros, e depois estes estão inoperacionais por falta de contrato de manutenção, e não se apuram responsabilidades, e ninguem vai assentar o "tutu" no banco dos tribunais?

Assim não dá. Podemos ser patriotas, até ter jurado defender o País dando a própria vida se fornecessario para tal (como eu fiz), mas com politicos destes a comandar o destino de Portugal........realmente, não sei o que diga mais!
Título:
Enviado por: lurker em Abril 21, 2008, 12:35:50 am
[edit]

Eu tinha aqui escrito Paulo Portas mas também merece um bocado de desconto: o Sócrates foi eleito PM em Março de 2005, a FAP começou a operar os EH-101 em Fevereiro de 2006 e estamos em Abril de 2008 ainda com um acordo provisório de manutenção.

A modo que há muitas culpas para distribuir...
Título:
Enviado por: nonameboy em Abril 26, 2008, 03:58:54 pm
A situaçao mantem-se?  :cry:

Nenhum progresso?

Cumps
Título:
Enviado por: FS em Abril 28, 2008, 03:44:22 pm
Esta estoria de que e o Paulo Portas que tem culpa de tudo serve de desculpa a muita gente... e confortável especialmente para o governo...


Para que servem as OGMA????? Nao faz mais sentido pagar a manutenção as OGMA que dar o dinheiro aos estrangeiros??? Para mim faz! Pagar por pagar mais vale o dinheiro ficar por cá!

Se me disserem que devia de haver um contracto para pecas eu concordo...

Mas também ja foi aqui discutido que o problema das pecas não e so a falta de contracto, e a falta de sobressalentes que se faz sentir em todos os países que compraram este helicóptero!!! Também e culpa do Portas???

Ps. Nao tenho afiliação a nenhum partido politico... para mim sao todos iguais... mas acho que devemos de ser justos...
Título:
Enviado por: comanche em Abril 29, 2008, 11:36:22 pm
Defesa: Governo vai assinar contrato de manutenção de longa duração para helicópteros EH-101 - MDN

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Lisboa, 29 Abr (Lusa) -- O ministro da Defesa, anunciou hoje "estar em condições de assinar, desde agora", um novo contrato de manutenção por cinco anos para os Helicópteros EH-101 da Força Aérea Portuguesa (FAP), com o fabricante AugustaWestland.

Nuno Severiano Teixeira, que falava à Lusa à saída da Comissão Parlamentar de Defesa, esclareceu que a manutenção dos helicópteros da FAP era feita até este momnto com base num "contrato de curta duração e que era preciso fazer um de longa duração".

O governante sublinhou ter havido "um longo processo" de negociações entre o fabricante, o Estado e o utilizador, a Força Aérea, e que essas negociações tinham "levado a bom termo".

"Temos neste momento concluído um contrato para cinco anos, renovável se o Estado assim o entender, e que estabelece os mínimos do ponto de vista da operacionalidade (da frota) que a FAP tem necessidade e que o fabricante se obriga a cumprir", explicou .

"Estou em condições de poder autorizar, desde agora, a assinatura desse contrato para os próximos cinco anos", declarou. o ministro.

Anteriormente, existia um contrato para a manutenção desses helicópteros por um período de seis meses, prorrogáveis por mais seis, e que foi assinado pela Defloc, Locação de Equipamentos de Defesa, empresa da "holding" da Defesa, EMPORDEF, com a Agusta Westland.

O fabricante revelou anteriormente que, no caso de existir um contrato de longa duração, admitiria fazer parcerias com empresas ligadas à indústria de defesa portuguesa.

A Lei de Programação Militar (LPM) previa um máximo de 12 milhões de euros para a manutenção dos novos helicópteros, encomendados em 2001 pelo então ministro da Defesa, Paulo Portas.

A Força Aérea começou a operar no início de 2006 os helicópteros EH-101, que substituíram os 10 helicópteros Puma, ao serviço desde a guerra colonial, e que entretanto, foram parcialmente reintroduzidos nos Açores, devido à baixa operacionalidade da frota dos EH101.

Ao todo, Portugal encomendou 12 aparelhos com três configurações diferentes ao consórcio anglo-italiano Agusta Westland.

Dos oito aparelhos, seis estão apetrechados para busca e salvamento e dois para efectuar missões de fiscalização de pescas e vigilância marítima.

Os restantes quatro helicópteros dispõem de uma blindagem ligeira e estão preparados para transporte táctico, salvamento e combate.

Actualmente, dadas as dificuldades de manutenção e reposição de sobressalentes apenas cinco do novos helicópteros EH 101 estão efectivamente operacionais, par além dos quatro velhos PUMA reintegrados ao serviços

O ministro disse ter feito aos membros da Comissão Parlamentar "um ponto de situação" sobre as forças nacionais destacadas nos diferentes teatros onde Portugal tem militares e falado sobre questões internacionais da NATO e da União europeia e sobre outras questões de natureza interna das Forças Armadas.

Título:
Enviado por: lurker em Abril 29, 2008, 11:55:20 pm
Caro FS,
será de ver em que pé isto fica quando se assinar o contrato mas creio que as OGMA eram uma das hipóteses a ser equacionadas.

Espero que a conclusão das negociações e a assinatura do contrato sejam um ponto de viragem no problema da operacionalidade. E já agora, que os custos de manutenção se comecem finalmente a aproximar do esperado pela F.A.P.
Título:
Enviado por: P44 em Abril 30, 2008, 09:08:53 am
Citação de: "FS"
Esta estoria de que e o Paulo Portas que tem culpa de tudo serve de desculpa a muita gente... e confortável especialmente para o governo...


Para que servem as OGMA????? Nao faz mais sentido pagar a manutenção as OGMA que dar o dinheiro aos estrangeiros??? Para mim faz! Pagar por pagar mais vale o dinheiro ficar por cá!

Se me disserem que devia de haver um contracto para pecas eu concordo...

Mas também ja foi aqui discutido que o problema das pecas não e so a falta de contracto, e a falta de sobressalentes que se faz sentir em todos os países que compraram este helicóptero!!! Também e culpa do Portas???

Ps. Nao tenho afiliação a nenhum partido politico... para mim sao todos iguais... mas acho que devemos de ser justos...


Quando (se?) chegarem os submarinos, também sem contrato de manutenção, a gente conversa...

E quanto ás OGMA, alguém lhe disse se as Agusta-Westland estava interessada em atribuir o contrato de manutenção ás OGMA?

Ps-também não sou afiliado a nenhum partido politico , muito menos ao PS

Cumprimentos
Título:
Enviado por: FS em Abril 30, 2008, 01:00:04 pm
Politica a parte...

Quem faz a manutenção dos  alouette, da classe de submarinos Albacora e fez a manutenção dos Puma?

Porque e que as OGMA e o Alfeite não apreendem a fazer a manutenção das novas aquisições?

Para que e que se enviaram 200 "técnicos" para acompanhar o desenvolvimento dos novos submarinos, não e para aprenderem a fazer a manutenção?

Digam-me que a tecnologia e mais complicada... acredito... mas os nossos quadros não tem capacidade de apreenderem? Nao temos pessoal qualificado a sair da engenharias???? (E ate a nível de desenvolvimento do pais o que e que este pessoal vai fazer, procurar emprego no estrangeiro?!)...

A mim pareceu que a ideia original de quando se fizeram os quadros era dar a manutenção a entidades portuguesas... E dai a falta de contractos de manutenção... Posso estar enganado... Agora se na pratica as coisas não sairam como previsto...

Citar
E quanto ás OGMA, alguém lhe disse se as Agusta-Westland estava interessada em atribuir o contrato de manutenção ás OGMA?


Caro P44, não percebo a sua pergunta... Nao e o estado português que tem que estar interessado em dar o contracto as OGMA? Ou somos obrigados a ter a manutenção da Agusta-Westland com ou sem contracto?
Título:
Enviado por: FS em Abril 30, 2008, 01:01:26 pm
Politica a parte...

Quem faz a manutenção dos  alouette, da classe de submarinos Albacora e fez a manutenção dos Puma?

Porque e que as OGMA e o Alfeite não adquirem o conhecimento necessário para fazer a manutenção das novas aquisições?

Para que e que se enviaram 200 "técnicos" para acompanhar o desenvolvimento dos novos submarinos, não e para aprenderem a fazer a manutenção?

Digam-me que a tecnologia e mais complicada... acredito... mas os nossos quadros não tem capacidade de apreenderem? Nao temos pessoal qualificado a sair da engenharias???? (E ate a nível de desenvolvimento do pais o que e que este pessoal vai fazer, procurar emprego no estrangeiro?!)...

A mim pareceu que a ideia original de quando se fizeram os contractos era dar a manutenção a entidades portuguesas... E dai a falta de contractos de manutenção... Posso estar enganado... Agora se na pratica as coisas não sairam como previsto...

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E quanto ás OGMA, alguém lhe disse se as Agusta-Westland estava interessada em atribuir o contrato de manutenção ás OGMA?


Caro P44, não percebo a sua pergunta... Nao e o estado português que tem que estar interessado em dar o contracto as OGMA? Ou somos obrigados a ter a manutenção da Agusta-Westland com ou sem contracto?
Título:
Enviado por: JLRC em Abril 30, 2008, 01:38:31 pm
Citação de: "P44"
 
Ps-também não sou afiliado a nenhum partido politico , muito menos ao PS

Cumprimentos


Ó pzinho, isto chama-se afiliação pela negação :lol:
Título:
Enviado por: P44 em Maio 01, 2008, 10:50:21 am
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Caro P44, não percebo a sua pergunta... Nao e o estado português que tem que estar interessado em dar o contracto as OGMA? Ou somos obrigados a ter a manutenção da Agusta-Westland com ou sem contracto?


 :wink: vai na volta...
Título:
Enviado por: lurker em Maio 01, 2008, 05:17:45 pm
Não faço a menor ideia de como funciona a manutenção dos submarinos.

Voltando aos helicópteros, para as OGMA poderem fazer a manutenção do EH-101 é necessário um investimento em formação que pode não se justificar para as dimensões da nossa frota e continua a ser necessário assegurar o fornecimento de atempado sobresselentes.
Como fabricante e principal empresa de manutenção dos EH-101, a AW tem vantagens significativas nestes aspectos.

Se até a Força Aérea Francesa contrata as OGMA para fazer manutenção dos Puma deles, parece-me perfeitamente possível que a opção mais racional para a FAP seja mesmo contratar a AW.
Título:
Enviado por: FS em Maio 01, 2008, 05:43:46 pm
Por outro lado parece-me que o numero de EH-101 e igual ao numero de Puma's...

De qualquer dos modos parece que vamos ter contracto coma a Augusta...

Após esta novela toda, o que eu vou quer saber e qual sera a taxa de operacionalidade dos nossos helicópteros nos próximos 5 anos com contracto da Augusta...
Título:
Enviado por: lurker em Maio 01, 2008, 05:49:02 pm
Por acaso, até são mais EH-101 que Puma.

Mas a questão é  que com os Puma as OGMA rentabilizaram-se fazendo manutenção a Puma de outros países. Com os EH-101 pode não haver essa oportunidade no mercado e sem ela pode não fazer sentido investir na capacidade de manter EH-101.

Mas deixe-me sublinhar que isto é apenas uma das hipóteses.
Pode perfeitamente fazer sentido serem as OGMA a fazer manutenção dos EH-101 mesmo para a quantidade de helicópteros que temos.
Título:
Enviado por: jmg em Maio 02, 2008, 07:53:37 am
é tudo uma questão de custos/rentabilidade não é?
Mas no entanto penso que pode estar aí uma oportunidade de negócio.
Tendo as OGMA já um nome reconhecido internacionalmente de qualidade (senão os franceses não nos entregariam os seus pumas), porque não tentar fazer manutenção aos outros países utilizadores?
Título:
Enviado por: lurker em Maio 02, 2008, 02:26:29 pm
É uma hipótese a explorar mas neste momento parece-me difícil.
Há poucos operadores de EH-101 e poucos EH-101. Ainda por cima alguns usam motores GE em vez dos RR/TM.

- Reino Unido (fabricante), 22 + 44 + 6, RR/TM
- Itália (fabricante), 20, GE
- Dinamarca, 14, RR/TM
- Portugal, 12, RR/TM
- Canadá, 15, GE
- Japão, 1, GE
- Argélia, 6, ?

Há ainda os VH-71 nos EUA mas é óbvio que a manutenção dos helicópteros presidenciais nunca será feita no exterior.
Título:
Enviado por: jmg em Maio 02, 2008, 10:28:03 pm
Um contrato com o Reino Unido é que era.
22+44+6= 72. Nada mau.
E a França não gosta do 101?
Título:
Enviado por: lurker em Maio 02, 2008, 11:01:18 pm
Eu creio que para a maioria das forças armadas, o EH-101 é uma aeronave desnecessariamente grande e cara para as funções de transporte táctico e helicóptero de fragata. Ao mesmo tempo, é demasiado pequeno para helicóptero pesado.

É sim, um excelente helicóptero para as funções de SAR, CSAR e qualquer outra coisa que inclua voar distâncias extremas sobre territórios hostis.

Isto acaba por lhe limitar um bocado o mercado potencial a países que queiram um meio termo entre heli médio e pesado ou, até agora, países que tenham necessidades de (C)SAR além das capacidades dos helicópteros médios.

Não sei a França tem algumas compras em perspectiva onde o EH-101 possa ser um concorrente.

Se bem me lembro, Alemanha decidiu que os NH-90 não lhe satisfazem as necessidades de CSAR mas ainda está a estudar alternativas.
Título:
Enviado por: jmg em Maio 02, 2008, 11:20:18 pm
Existem então filosofias de emprego diferentes entre NH90 e EH101?
Eu pensava que era só birra dos ramos para não adoptarem o mesmo modelo.
(peço desculpa pela incúria mas isso dos helicópteros para mim é complicado)
Título:
Enviado por: lurker em Maio 03, 2008, 12:03:25 am
Mais ou menos.

O Reino Unido usa os EH-101 tanto para transporte táctico como como helicóptero orgânico da marinha.
Contudo, são complementados pelos mais antigos Puma, Chinook e Lynx e no futuro, pelos Future Lynx.

A Itália tem 20 EH-101 mas também vai ter uns 115 NH-90 para as funções de transporte tático e helicóptero orgânico da marinha.

No caso do Exército Português, o EH-101 tem de facto uma limitação relativa ao NH-90 que é o facto de não caber num C-130 nem num A-400M.
Contudo, a importância desta limitação é sempre discutível.

A questão principal é mesmo é económica.
O EH-101 tem mais alcance e capacidade de transportar mais tropas e/ou carga que o NH-90 mas é CARO.
Os nossos 4 EH-101 equipados para CSAR custaram uns 25M EUR cada se não estou em erro. O preço de um NH-90 TTH é cerca de 16M EUR.
O EH-101 também é mais caro de manter. Por exemplo, o EH-101 tem 3 motores enquanto o NH-90 tem 2 (usam os mesmos motores).

E Portugal, através das OGMA, tem uma participação de 1,2% no fabrico dos NH-90. 1,2% pode não parecer grande coisa mas uma vez que já há quase 500 NH-90 com encomendas firmes ainda vamos recuperar um bom bocado do investimento.
Título:
Enviado por: jmg em Maio 03, 2008, 08:43:23 am
115?
É enorme. Eu não via a Itália com tanta capacidade.
Se o NH90 e EH101 usam o mesmo motor acho que é mais uma razão para se apostar num empenho das OGMA para fazer manutenção.
Penso que com as mesmas ferramentas, equipamentos de diagnóstico e conhecimento, podiam as OGMA oferecer os seus serviços tanto para os utilizadores de NH90 como de 101.
Título:
Enviado por: lurker em Maio 03, 2008, 02:33:59 pm
O contrato de manutenção dos EH-101 vai funcionar por períodos de 5 anos, renováveis se o Estado assim o entender, pelo que essa questão pode (e deve) ser re-equacionada então.
Título:
Enviado por: Lightning em Maio 03, 2008, 04:41:29 pm
Citação de: "lurker"
Não sei a França tem algumas compras em perspectiva onde o EH-101 possa ser um concorrente.

Se bem me lembro, Alemanha decidiu que os NH-90 não lhe satisfazem as necessidades de CSAR mas ainda está a estudar alternativas.


Para a Alemanha é possivel pois também acho o NH-90 pequeno para CSAR, mas a França já tem aparelho para isso, é o EC725 Cougar que está na mesma classe do EH101.

(http://www.aviationnews.eu/blog/wp-content/uploads/2007/05/ec725-vol.jpg)
(http://www.deagel.com/library1/medium/m02006120900124.jpg)
Título: reportagem sobre o EH101
Enviado por: Lightning em Maio 13, 2008, 11:46:31 pm
http://www.emfa.pt/www/includes/mostraV ... m_alto_mar (http://www.emfa.pt/www/includes/mostraVideo.php?lang=pt&file=missoes_em_alto_mar)
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 20, 2008, 03:20:06 pm
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Aviação: AgustaWestland interessada em instalar centro de manutenção de helicópteros em Beja    

   Beja, 20 Mai (Lusa) - A multinacional aeronáutica AgustaWestland, fabricante  dos helicópteros EH-101 Merlin da Força Aérea Portuguesa, está interessada  em instalar um centro de manutenção no aeroporto de Beja, disseram hoje  fontes do município e da empresa responsável pela infra-estrutura alentejana.  

 

   O consórcio anglo-italiano "está interessado em instalar um centro de  manutenção de helicópteros no aeroporto de Beja e já reuniu várias vezes  connosco para sondar as condições", disse à agência Lusa o presidente da  Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB), José Queirós.  

 

   O responsável frisou que "a EDAB está disponível para acolher o projecto"  e escusou-se a avançar mais pormenores sobre as intenções da AgustaWestland,  limitando-se a referir que "está em aberto a continuação dos contactos".  

 

   Além da EDAB, consultores da AgustaWestland também reuniram com o presidente  da Câmara Municipal de Beja, Francisco Santos.  

 

   Segundo o autarca, a AgustaWestland "anda à procura de um sítio em Portugal  para instalar um centro de manutenção de helicópteros", que poderá criar  "entre 50 a 60 postos de trabalho especializados".  

 

   "A empresa está interessada em instalar o centro no aeroporto de Beja,  mas há pressões para que o projecto vá para Alverca", disse Francisco Santos,  apelando ao Governo para "criar as condições necessárias" para a AgustaWestland  instalar o centro de manutenção de helicópteros em Beja.  

 

   "A viabilidade do aeroporto de Beja, em grande parte, depende de projectos  aeronáuticos deste género", frisou o autarca, garantindo que "a câmara vai  fazer tudo o que estiver ao seu alcance" para que o centro de manutenção  da AgustaWestland seja instalado na cidade.  

 

   Na reunião com o município, precisou Francisco Santos, os consultores  da AgustaWestland abordaram ainda "a hipótese de uma eventual cedência de  terrenos para a construção de casas para os técnicos da empresa que poderão  vir para Beja" e "pediram informações sobre a cidade", como as relacionadas  com a prestação de cuidados de saúde e ofertas de educação.  

 

   As obras da primeira empreitada de construção do aeroporto de Beja,  previstas durar até ao último mês de Abril, "deverão terminar durante a  primeira quinzena de Junho", devido a "um problema operacional" que provocou  um "ligeiro atraso" nas obras, justificou José Queirós.  

 

   Orçada em 10 milhões de euros, a primeira empreitada inclui a construção  da placa de estacionamento, das áreas operacionais e das estradas de ligação  às pistas da Base Aérea n/o 11 (BA11).  

 

   A segunda empreitada, orçada em 10,1 milhões de euros e que inclui a  construção dos terminais (um de passageiros e outro de carga) e dos edifícios  (serviços, bombeiros, material de placa e portaria), poderá arrancar "no  início do segundo semestre", estimou o responsável.  

 

   A entrada em funcionamento do aeroporto estava prevista para o final  do ano, mas José Queirós prefere não indicar prazos, referindo que "depende  do prazo apresentado pela empresa a quem for adjudicada a segunda empreitada".  

 

   Além dos passageiros, o transporte de carga e a distribuição aérea de  produtos destinados à Europa são outros dos objectivos da plataforma aeroportuária  alentejana, assim como a aposta na indústria aeronáutica "como motor de  desenvolvimento da região".  
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 21, 2008, 02:56:20 pm
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CEMFA alerta para risco de problemas na Força Aérea por causa do preço dos combustíveis  



 

    Lisboa, 21 Mai (Lusa) - O Chefe de Estado-Maior da Força Aérea disse hoje que o ramo que dirige "só tem dois problemas" que estão ligados à retenção dos pilotos e à necessidade de mais dinheiro para pagar os custos adicionais com combustíveis.  

 

     "A Força Aérea está bem, saudável, continua a cumprir as suas missões, e só tem dois problemas: necessita de criar mecanismos de retenção para manter os seus melhores quadros, onde incluo os pilotos, e precisa de mais dinheiro para pôr mais aviões no ar", declarou o General Luís Araújo.  

 

    "Eu começo a ter graves problemas com o custo dos combustíveis", disse.

 

    Luís Araújo acrescentou que ao gastar mais dinheiro em combustível, a Força Aérea fica com menos dinheiro para a sustentação logística.  

 

    "Estas duas questões são exteriores à FAP e ultrapassam-nos", disse, considerando que tudo o resto está bem.  

 

    O General Luís Araújo fez estas afirmações à Lusa à saída da reunião com a Comissão Parlamentar de Defesa onde falou sobre a "problemática" do novo helicóptero EH101.  

 

    "Vim falar sobre a problemática do helicóptero EH101 no seu todo e não apenas sobre a sua manutenção", disse.  

 

    "A prontidão dos EH 101 continua a ser baixa", confirmou, acrescentando que a FAP no total só dispõe de 5 helicópteros operacionais, dos quais dois estão no Montijo, um no Porto Santo e dois nos Açores.  

 

    "Este número é suficiente para assegurar a missão de busca e salvamento, mas eu gostava de ter uma prontidão superior", declarou.  

 

    Interrogado sobre o ponto de situação do contrato de manutenção destes aparelhos, Luís Araújo revelou que o problema continua a ser a falta de sobressalentes.  

 

    "Esse problema ainda não está resolvido", afirmou, salientando "não saber" quando vai ser assinado o referido contrato de manutenção.  

 

    "De qualquer forma não é no dia seguinte que chegam as peças sobressalentes", acrescentou.  

 

    "Determinei a regeneração de alguns helicópteros "Puma" e vou propor ao senhor ministro da Defesa a possibilidade os colocar em operação, face ao problema da falta de peças dos EH 101, mas para já ainda não há nenhuma decisão", acrescentou.  

 

    "A situação da chamada "fuga" dos pilotos mantém-se com estes a saírem para as companhias civis, por entenderem que tem condições mais apelativas e são melhor remunerados", afirmou, sublinhando que é um problema com que a Força Aérea se defronta.  

 

    O CEMFA revelou que há "várias propostas" para estancar a saída de pilotos, mas que  ainda não existe uma solução definitiva.  
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 21, 2008, 06:47:10 pm
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Defesa: CEMFA diz que Força Aérea podia assumir responsabilidade pela manutenção dos helicópteros "EH101"  



    Lisboa, 21 Mai (Lusa) -- O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Luís Araújo, disse hoje à Lusa que "não sabe" por que motivo não foi atribuída à Força Aérea a responsabilidade pela manutenção dos novos helicópteros "EH101 Merlin".  

 

    "Essa é uma boa pergunta, mas não lhe sei responder", afirmou o General Luís Araújo, à saída da Comissão Parlamentar de Defesa, ao ser questionado pela Lusa sobre os problemas de manutenção e de sobressalentes do Helicóptero "EH101".  

 

    "Vim falar sobre a problemática do helicóptero EH101, no seu todo e não apenas sobre a sua manutenção", disse.  

 

    "Sabe quem é que está a fazer a manutenção da frota dos "EH 101" que já tem 6 mil horas de voo?", perguntou e respondeu: "Como não há contrato, é a Força Aérea que tem feito essa manutenção e tem-na feito bem e com certificação de fábrica".  

 

    Para o General Luís Araújo o problema não é de mão-de-obra especializada, mas de fornecimento de sobressalentes por parte da AugustaWestland e de dinheiro.  

 

    "Portanto quem tem feito a manutenção da frota que já tem 6 mil horas de voo tem sido a Força Aérea", afirmou.  

 

    "Eu também questiono porque é que o "EH101" é o único aparelho cuja manutenção não está atribuída à Força Aérea", disse.  

 

    O General Luís Araújo faz questão de sublinhar que apesar de "não estar atribuída à Força Aérea, essa manutenção tem sido efectivamente realizada pela FAP".  

 

    "Porquê? Não sei. Mas foi assim que ficou determinado no contrato assinado em 2001 entre o Estado, a Defloc e a AugustaWestland", declarou.  

 

    "O que a Força Aérea tem feito, desde 2001 até agora, foi pedir, várias vezes, a quem de direito, que isso seja alterado, mas a nossa pretensão nunca foi acomodada", explicou.  

 

    "Eu e o meu antecessor escrevemos por diversas vezes que a responsabilidade pela manutenção especializada devia passar para a Força Aérea, mas isso nunca foi aceite e nunca fomos contemplados com essa decisão, declarou.

 

    "Mas o que é certo é que estamos a fazer essa manutenção na prática", disse.  

 

    "Ou somos nós que a fazemos e transferem essa responsabilidade para nós (e o dinheiro) ou não somos (alguém que a faça), mas não continuamos com essa responsabilidade connosco. A meio caminho é que não", sublinhou.

 

    O Governo vai assinar em breve um novo acordo de manutenção e fornecimento de peças com a AugustaWestland, cujos contornos financeiros não foram divulgados.

 

    "A prontidão dos ®EH 101¯ continua a ser muito baixa", confirmou, acrescentando que a FAP só dispõe de um total de 12 aparelhos de 5 helicópteros operacionais, dos quais dois estão no Montijo, um no Porto Santo e dois nos Açores.  

 

    "Este número é suficiente para assegurar a missão de busca e salvamento, mas eu gostava de ter uma prontidão superior", declarou.  

 

    Interrogado sobre o ponto de situação do contrato de manutenção destes aparelhos, Luís Araújo revelou que o problema continua a ser a falta de sobressalentes.  

 

    "Esse problema ainda não está resolvido", afirmou, salientando "não saber" quando vai ser assinado o referido contrato de manutenção.  

 

    "De qualquer forma não é no dia seguinte que chegam as peças sobressalentes", acrescentou.  

 

    "Determinei a regeneração de alguns helicópteros "Puma" e vou propor ao senhor ministro da Defesa a possibilidade os colocar em operação, face ao problema da falta de peças dos EH 101, mas para já ainda não há nenhuma decisão", acrescentou.  

 
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 21, 2008, 06:48:45 pm
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Defesa: CDS-PP "muito preocupado" com situação dos helicópteros "EH101"

Lisboa, 21 Mai (Lusa) -- O CDS-PP manifestou-se hoje "muito preocupado"  com a situação da manutenção e fornecimento de peças sobressalentes para  os helicópteros "EH 101" da Força Aérea Portuguesa.  

 

   O deputado centrista e membro da Comissão Parlamentar de Defesa João  Rebelo, disse à Lusa ter ficado "muito perturbado" com as declarações do  Chefe de Estado-Maior da Força Aérea, General Luís Araújo, porque a situação  da manutenção dos "EH101" é "muito mais complicada do que aquela que se  poderia supor".  

 

   "Segundo as informações que recolhemos hoje, o grau de operacionalidade  dos "EH101", a não ser feito nada, poderá descer a níveis tão baixos que  podem pôr em causa uma eficaz busca e salvamento da responsabilidade de  Portugal na sua Zona Económica Exclusiva (ZEE), afirmou.  

 

   João Rebelo diz "não conseguir perceber" como é que negociações que  se arrastam há anos entre a DEFLOC (locação de equipamentos militares) e  a AugustaWestland só pelos vistos agora tiveram uma conclusão.  

 

   "O adiamento de qualquer solução torna mais dispendiosa (cerca de 30  milhões de euros) a colocação em operação dos três "EH101" que já foram  canibalizados", afirmou.  

 

   Para o deputado centrista essa situação é "intolerável".  
Título:
Enviado por: P44 em Maio 30, 2008, 12:43:54 pm
indirectamente relacionado

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UBI pode integrar projecto de investigação para AgustaWestland
Sexta-Feira, 30 de Maio de 2008
Consórcio anglo-italiano interessado em engenheiros portugueses

O processo está a ser analisado e envolve a Universidade da Beira Interior, Governo português, Instituto Superior Técnico e a empresa multinacional fornecedora de helicópteros militares para Portugal
 
Liliana Machadinha

Depois de criada a parceria entre a Universidade da Beira Interior (UBI) e a empresa Aleia, a instituição pode vir integrar um outro projecto de investigação ligado ao sector da aeronáutica. Segundo o representante do Centro para a Excelência, Inovação e Indústria Automóvel (CEIA), presente na sessão de abertura das Jornadas Aeronáuticas da Covilhã (JAC) - que se iniciaram ontem - está a ser estudada uma parceria entre a UBI, Instituto Superior Técnico (IST), Governo português e o consórcio anglo-italiano AgustaWestland, fornecedor de helicópteros para o Estado português – nomeadamente, aeronaves militares.

Explicando que o CEIA pretende apoiar a indústria nacional, Nuno Silva argumenta que "a tecnologia é fácil de comprar hoje em dia, já o conhecimento é algo que não se compra". Daí que as parcerias com instituições de ensino superior sejam fundamentais para "potenciar projectos internacionais em Portugal, demonstrando capacidade tecnológica e de conhecimento" que irá "acrescentar valor aos produtos". Sem adiantar muitos pormenores, Nuno Silva garante que “está em análise a possibilidade de 75 engenheiros aeronáuticos portugueses trabalharem num projecto para a empresa multinacional”. "Será um grande investimento ao nível de recursos humanos, mas também de formação desses recursos", explica.

AGUSTAWESTLAND É A "GRANDE APOSTA" DA UBI
Segundo Jorge Barata, presidente do Conselho Pedagógico da UBI, o que se pretende é que as universidades se liguem a empresas, "ajudando-as a ganhar mais clientes e mais produtos para fabricar". Conforme adianta, é aí que entram as universidades, porque "podemos mostrar às empresas que podem mudar os métodos de fabrico e criar novos mercados". A "grande aposta" da UBI é na AgustaWestland, uma vez que "podemos contribuir para melhorar os produtos e ajudá-los a gastar menos dinheiro. Podemos mostrar-lhe como poupar ao colaborarem connosco, através de projectos de investigação ligados ao fabrico das aeronaves", acrescenta.




CEIA intermediário no projecto
O CEIA é o intermediário entre as duas instituições de ensino superior, UBI e IST, e o consórcio anglo-italiano, para estreitar a comunicação, explica Jorge Barata. "Nós temos dificuldade em lhes mostrar que poderão ganhar dinheiro inovando e as empresas têm dificuldade em perceber que não têm nenhum risco em entrar connosco em projectos de investigação", justifica.

Jornadas
Para além de Jorge Silva, presidente do departamento de Ciências Aeronáuticas da UBI, e do presidente do Núcleo de Estudantes de Engenharia Aeronáutica, na sessão de abertura das Jornadas de Aeronáutica estiveram ainda presentes o presidente da delegação do Centro da Ordem dos Engenheiros e o reitor da Universidade. Todos foram unânimes ao salientar que as JAC complementam a formação dos alunos daquele curso, assim como os preparam para a entrada no mercado de trabalho. "São muito importantes para a formação dos jovens e dão visibilidade à região, até porque são abertas à comunidade", sublinha Manuel dos Santos Silva.
As jornadas começaram ontem e terminam dia 1 de Junho.

Empresa inicia obras em Outubro
Aleia em laboração em Abril de 2009
Jean Quiquempoix, presidente da Aleia, esteve presente nas JAC para dar uma palestra sobre "Indústria e Serviços do Sector Aeronáutico". Antes de subir ao palanque, falou com o Diário XXI sobre o processo de instalação da empresa construtora de aeronaves, referindo que irá entrar em laboração em Abril de 2009, "mesmo a tempo de cumprir com o prazo das primeiras encomendas prometidas, antes do Verão do próximo ano". De momento, a empresa está a tratar do projecto de construção das infra-estruturas e, adianta, as obras começarão em Outubro. Devem terminar em seis ou sete meses.
A Aleia vai instalar-se em terrenos junto ao aeródromo da Covilhã, prevê criar 100 postos de emprego num período de cinco anos e produzir aproximadamente 250 aviões por ano de três tipologias diferentes, a partir do ano de 2014.

 
http://www.diarioxxi.com/?lop=artigo&op ... 2b054191fc (http://www.diarioxxi.com/?lop=artigo&op=d645920e395fedad7bbbed0eca3fe2e0&id=b1d0c019a07666a812ebc12b054191fc)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Junho 16, 2008, 08:12:56 am
General fala em incompetência da empresa e inacção das autoridades

Defesa. Falta de peças da Agusta-Westland para os helis EH101 vai manter-se por 12 a 18 meses

Posição do comandante da Força Aérea expressa à Comissão de Defesa

Os problemas de falta de peças que afectam os helicópteros EH101 da Força Aérea devem-se a "alguma incompetência e intransigência" do fabricante, bem como à "dispersão e ausência de unidade de comando e acção da parte dos responsáveis portugueses".

Esta explicação foi dada à Comissão Parlamentar de Defesa pelo chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general Luís Araújo, no passado dia 21, de acordo com fontes parlamentares.

O CEMFA relacionou ainda a falta de peças sobressalentes - que o levou a determinar "a regeneração de quatro helicópteros Puma, até se garantir a sustentabilidade consolidada dos EH101" - com o contrato de contrapartidas celebrado pelo Estado com a Agusta-Westland, empresa que "criou uma excelente aeronave mas vendeu demasiadas unidades para a capacidade que tem de repor peças", disse o militar.

Segundo as mesmas fontes, o CEMFA sublinhou que "não está prevista qualquer penalização pelo não fornecimento de peças no contrato com a Agusta-Westland" - e declarou mesmo que "não consegue ser imparcial quanto à Agusta-Westland, pois está muito desiludido com esta empresa; a Agusta deve mais de 400 milhões de euros em contrapartidas a Portugal e tem estado a protelar".

Mais, o general previu que a espera pela conclusão de negociações entre o fabricante italo-britânico e a empresa lusa de manutenção aeronáutica OGMA - a quem a Agusta "deveria [...] passar a certificação", no âmbito do contrato de contrapartidas - "atrasará ainda mais a data da entrada em vigor do contrato de longa duração", que tem a duração de cinco anos.

Entre os vários esclarecimentos dados a questões formuladas pelos deputados, Luís Araújo - que foi o responsável da Força Aérea pelo acompanhamento do processo de fabrico e entrega dos helicópteros, na primeira metade desta década - assegurou que "a Força Aérea vai continuar a cumprir a sua missão, seja a que custo for".

O general "espera que haja peças para os EH101 daqui a 12-18 meses, não mais de 24". E adiantou que "os Puma não poderão ficar em actividade mais do que esse tempo (até pela questão de formação dos pilotos)"; que a Força Aérea "volta a usar os Puma [dois deles prontos a avançar para os Açores, segundo fontes do ramo] numa situação limite, de emergência, que não se punha quando foram retirados" de serviço e armazenados na base aérea de Beja; que o custo da reposição das peças retiradas de uns helis para outros (a chamada "canibalização") vai custar "cerca de 30 milhões de euros".

O CEMFA disse ainda recear que "o valor da Agusta-Westland Internacional Portugal [empresa a constituir para fazer a manutenção dos helis] seja exactamente o das contrapartidas em dívida" (mais de 400 milhões de euros); "desaconselha que as regiões Autónomas recorram aos helicópteros privados, pois só a Força Aérea tem equipamento e [conhecimentos] para operar em condições atmosféricas por vezes muito difíceis"; que o ramo "tem mão-de-obra para fazer a manutenção dos EH101, mas precisa das peças, ou então que a Agusta-Westland a assegure".

Este problema da manutenção dos EH101 - programa onde Portugal investiu quase 450 milhões de euros - dominou parte da audiência do CEMFA. O general "manifestou estranheza" por, nos termos do contrato de compra (em leasing) dos aparelhos pela DEFLOC (da holding pública Empordef), caber a esta empresa - e não à FAP, pela primeira evz na sua história - garantir as revisões de último escalão (ou grande manutenção) dos helis.

"A DEFLOC não tem valências nem vocação para qualquer tipo de operação de manutenção", enfatizou Luís Araújo, também perplexo com o facto de as verbas para ter os helis prontos a voar serem geridas pela Secretaria-Geral do Ministério.

DN
Título:
Enviado por: Johnny em Junho 25, 2008, 02:46:12 pm
http://www.youtube.com/watch?v=F4WOwTct ... re=related (http://www.youtube.com/watch?v=F4WOwTcturM&feature=related)
Título:
Enviado por: Rommel em Julho 05, 2008, 07:45:27 pm
Citação de: "ricardonunes"
General fala em incompetência da empresa e inacção das autoridades

Defesa. Falta de peças da Agusta-Westland para os helis EH101 vai manter-se por 12 a 18 meses

Posição do comandante da Força Aérea expressa à Comissão de Defesa

Os problemas de falta de peças que afectam os helicópteros EH101 da Força Aérea devem-se a "alguma incompetência e intransigência" do fabricante, bem como à "dispersão e ausência de unidade de comando e acção da parte dos responsáveis portugueses".

Esta explicação foi dada à Comissão Parlamentar de Defesa pelo chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general Luís Araújo, no passado dia 21, de acordo com fontes parlamentares.

O CEMFA relacionou ainda a falta de peças sobressalentes - que o levou a determinar "a regeneração de quatro helicópteros Puma, até se garantir a sustentabilidade consolidada dos EH101" - com o contrato de contrapartidas celebrado pelo Estado com a Agusta-Westland, empresa que "criou uma excelente aeronave mas vendeu demasiadas unidades para a capacidade que tem de repor peças", disse o militar.

Segundo as mesmas fontes, o CEMFA sublinhou que "não está prevista qualquer penalização pelo não fornecimento de peças no contrato com a Agusta-Westland" - e declarou mesmo que "não consegue ser imparcial quanto à Agusta-Westland, pois está muito desiludido com esta empresa; a Agusta deve mais de 400 milhões de euros em contrapartidas a Portugal e tem estado a protelar".

Mais, o general previu que a espera pela conclusão de negociações entre o fabricante italo-britânico e a empresa lusa de manutenção aeronáutica OGMA - a quem a Agusta "deveria [...] passar a certificação", no âmbito do contrato de contrapartidas - "atrasará ainda mais a data da entrada em vigor do contrato de longa duração", que tem a duração de cinco anos.

Entre os vários esclarecimentos dados a questões formuladas pelos deputados, Luís Araújo - que foi o responsável da Força Aérea pelo acompanhamento do processo de fabrico e entrega dos helicópteros, na primeira metade desta década - assegurou que "a Força Aérea vai continuar a cumprir a sua missão, seja a que custo for".

O general "espera que haja peças para os EH101 daqui a 12-18 meses, não mais de 24". E adiantou que "os Puma não poderão ficar em actividade mais do que esse tempo (até pela questão de formação dos pilotos)"; que a Força Aérea "volta a usar os Puma [dois deles prontos a avançar para os Açores, segundo fontes do ramo] numa situação limite, de emergência, que não se punha quando foram retirados" de serviço e armazenados na base aérea de Beja; que o custo da reposição das peças retiradas de uns helis para outros (a chamada "canibalização") vai custar "cerca de 30 milhões de euros".

O CEMFA disse ainda recear que "o valor da Agusta-Westland Internacional Portugal [empresa a constituir para fazer a manutenção dos helis] seja exactamente o das contrapartidas em dívida" (mais de 400 milhões de euros); "desaconselha que as regiões Autónomas recorram aos helicópteros privados, pois só a Força Aérea tem equipamento e [conhecimentos] para operar em condições atmosféricas por vezes muito difíceis"; que o ramo "tem mão-de-obra para fazer a manutenção dos EH101, mas precisa das peças, ou então que a Agusta-Westland a assegure".

Este problema da manutenção dos EH101 - programa onde Portugal investiu quase 450 milhões de euros - dominou parte da audiência do CEMFA. O general "manifestou estranheza" por, nos termos do contrato de compra (em leasing) dos aparelhos pela DEFLOC (da holding pública Empordef), caber a esta empresa - e não à FAP, pela primeira evz na sua história - garantir as revisões de último escalão (ou grande manutenção) dos helis.

"A DEFLOC não tem valências nem vocação para qualquer tipo de operação de manutenção", enfatizou Luís Araújo, também perplexo com o facto de as verbas para ter os helis prontos a voar serem geridas pela Secretaria-Geral do Ministério.

DN


Ninguém quer saber. Vão continuar a empurrar o problema com a barriga.
Se não fosse pela enorme (e bem enorme) capacidade de sacrificio do pessoal ke trabalha e opera os eh-101, akilo ja tinha parado há muito tempo. A situação não está como é descrita, é pior.
 Quanto dar o contrato de manutenção ás OGMA para mim é pura palhaçada politica.Fica muito bem dar trabalho as empresas nacionais, quando estas estão certificadas na aeronave, ke não é o caso.
 Veja-se o ke acontece com o f-16 mlu.
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 12, 2008, 04:06:29 pm
(http://i279.photobucket.com/albums/kk144/HSMW/Avioes/b030920h.jpg)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 12, 2008, 04:07:26 pm
(http://i279.photobucket.com/albums/kk144/HSMW/Avioes/b030920e.jpg)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 12, 2008, 04:09:24 pm
(http://i279.photobucket.com/albums/kk144/HSMW/Avioes/b030920g.jpg)
Título:
Enviado por: komet em Julho 12, 2008, 05:29:31 pm
Excelentes imagens.  :wink:
Título:
Enviado por: SSK em Julho 21, 2008, 09:56:29 pm
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Força Aérea não se responsabiliza por danos das aterragens junto ao hospital      

Heliporto do Hospital preterido

'Merlin' só aterra no hospital a pedido médico e não assume responsabilidades.

O EH-101 'Merlin' só vai voltar a utilizar o heliporto do Hospital Central do Funchal quando a aterragem nesta pista for "expressamente requerida pelas autoridades competentes (leia-se médicas)". Mas, sempre que tal pedido se verifique, a Força Aérea declina "qualquer responsabilidade nos eventuais danos que venham a ser causados com as operações aéreas".
E sempre que seja solicitado o serviço de busca e salvamento daquela aeronave, esta utilizará a pista do Aeroporto da Madeira. A decisão, ao que o DIÁRIO apurou, foi tomada após as entidades regionais terem imputado à Força Aérea a responsabilidade pelos danos que vinham sendo registados em propriedades situadas junto ao heliporto.
Recentemente, a Força Aérea informou o Gabinete do Representante da República, na sequência de diligências promovidas por este órgão em resposta às queixas dos proprietários das residências situadas junto ao heliporto instalado na cobertura do Núcleo de Apoio da referida unidade hospitalar.
Queda de bananeiras, jardins com terra revolvida e atirada para os quintais, cântaros partidos, mobiliário de exterior danificado e roupa que secava em estendais espalhada por vários cantos foram alguns dos transtornos que estiveram na base das reclamações dos moradores nas vezes em que o 'Merlin' foi obrigado a abordar a pista através de um ângulo que implicava o sobrevoo desta zona habitacional.
Tendo em conta a orientação do vento, a aterragem no heliporto do HCF nem sempre pode ser efectuada a partir de ângulos que não impliquem o sobrevoo da zona em questão.
Por outro lado, a mudança de tripulações implica que os novos pilotos tenham de efectuar reconhecimentos para ficar a conhecer as condições de operacionalidade que poderão encontrar quando tenham de transportar um paciente. Após consultar várias entidades, entre elas a administração do HCF e o Serviço Regional de Protecção Civil, os queixosos dirigiram-se ao Representante da República no sentido de ver esclarecida a questão sobre qual era a entidade competente para pedir responsabilidades pelos danos que vinham sofrendo nas suas propriedades sempre que era necessário o helicóptero efectuar o resgate de um paciente.
O director do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros, Luís Neri, que chefia o serviço encarregue de accionar o pessoal médico para receber os pacientes em terra, confirmou ao DIÁRIO que o 'Merlin' está a utilizar o aeroporto por "decisão da tripulação", mas mostrou-se indisponível para comentar depois a questão das responsabilidades por mais eventuais danos.
As duas últimas operações de resgate do 'Merlin' tiveram como destino a pista do Aeroporto da Madeira. Foram elas a evacuação de um tripulante filipino do cargueiro de bandeira do Panamá, "Daio Andes", que se encontrava a 95 milhas a nordeste do Porto Santo, devido a um acidente que resultou na amputação de dois dedos de uma mão, em 8 de Junho último; e, cerca de um mês antes, a de outro tripulante, de nacionalidade búlgara, que sofreu uma fractura num membro inferior, e teve de ser evacuado desde o cargueiro "Eurocargo Africa", que se encontrava a cerca de 220 milhas a nordeste da ilha da Madeira.

Raul Caires, no Porto Santo
 
in  Diário de Notícias da Madeira
18 de Julho de 2008
 
Título: Só para ter uma ideia...
Enviado por: bokaido em Julho 28, 2008, 04:09:15 pm
Alguém é capaz de prever para qd a frota de EH101 estará 100% operacional?

   Isto é, partindo do princípio q vamos mesmo receber os 12 encomendados.

   Sou um leigo nestes assuntos mas já percebi q os programas de equipamento/modernização por cá atrasam uns 5 anos em média..
Título: Re: Só para ter uma ideia...
Enviado por: Lancero em Julho 28, 2008, 04:20:01 pm
Citação de: "bokaido"
Alguém é capaz de prever para qd a frota de EH101 estará 100% operacional?

   Isto é, partindo do princípio q vamos mesmo receber os 12 encomendados.

   Sou um leigo nestes assuntos mas já percebi q os programas de equipamento/modernização por cá atrasam uns 5 anos em média..


Já os recebemos a todos, e mesmo com a manutenção 100% a funcionar, só por obra do acaso verá os 12 operacionais ao mesmo tempo.
Título:
Enviado por: bokaido em Julho 28, 2008, 04:42:05 pm
Claro, digo 100% operacional , não com os 12 helis a voar em simultâneo.. Mas presumo q serão 8 ou 9 e não apenas 5.

Então se já temos os 12, a manutenção está mesmo uma desgraça. Pensei que ainda faltassem chegar alguns..

Já agora, helis para o exército só para daqui a 15 anos não é?
Título:
Enviado por: Lancero em Julho 28, 2008, 04:51:45 pm
Citação de: "bokaido"
Claro, digo 100% operacional , não com os 12 helis a voar em simultâneo.. Mas presumo q serão 8 ou 9 e não apenas 5.

Então se já temos os 12, a manutenção está mesmo uma desgraça. Pensei que ainda faltassem chegar alguns..

Problema comum a todos os operadores do EH101. A fábrica não consegue dar andamento aos pedidos de sobressalentes.

Citação de: "bokaido"
Já agora, helis para o exército só para daqui a 15 anos não é?


Sem prognósticos. :wink:
Título:
Enviado por: Charlie Jaguar em Julho 28, 2008, 09:41:34 pm
Citação de: "bokaido"
Já agora, helis para o exército só para daqui a 15 anos não é?

Eu ia pelo que o meu caro colega Lancero respondeu (acho que será mais condizente com a realidade :wink:
Título:
Enviado por: triton em Julho 28, 2008, 10:09:04 pm
pode ser que sim.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Julho 31, 2008, 10:41:47 am
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Agusta responsabiliza-se pela manutenção dos helis da Força Aérea e aceita pagar as novas contrapartidas
31.07.2008 - 08h57
Por Lurdes Ferreira
Os ministros da Defesa Nacional e da Economia deverão encerrar amanhã um dos processos mais críticos de sempre das compras militares.

Ao fim de dois anos de negociações, os 12 helicópteros EH-101 vendidos à Força Aérea passam a ter manutenção assegurada pelos italianos da Agusta Westland (AW), com subcontratação da Ogma, e o programa de contrapartidas em incumprimento volta a ser retomado com medidas de maior impacto do que o inicialmente previsto para a economia portuguesa, apurou o PÚBLICO.

A assinatura dos respectivos contratos está prevista para amanhã, estando envolvidos 400 milhões de euros de contrapartidas, que dão mais um impulso à construção do novo cluster aeronáutico no país. A manutenção dos 12 aparelhos, pela qual o fabricante (AW) fica como principal responsável, vale 16 milhões de euros anuais, no programa de contrapartidas para a economia nacional.

Das novas responsabilidades da Agusta para garantir as contrapartidas económicas devidas pela venda dos helis, fazem parte o lançamento de um programa de engenharia de desenvolvimento em que o CEIIA-Centro para a Excelência e Inovação da Indústria Automóvel liderará projectos envolvendo a indústria nacional, nomeadamente de moldes.

Duas encomendas estão já nas mãos do CEIIA para o desenvolvimento da nova geração dos helis Lynx, também da Agusta Westland. Este contrato é o mais valorizado pelo seu impacto na economia portuguesa por envolver elevada transferência de tecnologia, formação e investimento.

Os italianos comprometem-se também a investir na instalação de uma nova empresa em Beja, a AWPortugal, para subcontratar fornecedores nacionais para encomendas relativas a outros seus helicópteros que não os portugueses e a fazer encomendas anuais de 35 milhões de euros à Ogma, durante cinco anos, que já fabrica a cauda do EH-101 e poderá continuar a fazê-lo.

O novo programa de contrapartidas, cujas negociações foram coordenadas pela Comissão Permanente de Contrapartidas, tutelada pela Economia e Defesa, e que contaram com o apoio do centro de inovação Inteli, que ajudou a construir o novo pacote de medidas, visa resolver o impasse criado com o incumprimento que se arrastava desde 2002, por parte dos italianos.

O acordo com o Governo português, fechado em 2001, mas só assinado no ano seguinte, previa que a AW garantisse contrapartidas de 440 milhões de euros junto das empresas portuguesas, mas só uma pequena parte deste montante (cerca de 60 milhões de euros) está realizado. O restante respeita a projectos que a Comissão Permanente de Contrapartidas, CPC, considerou mais tarde não terem interesse para a economia nacional. Entre a resistência dos italianos a reformularem as suas obrigações e a falta de mecanismos que dessem maior poder à CPC para impor a vontade do Governo português, o processo arrastou-se vários anos, com muitos empresários portugueses a queixarem-se de lhes terem sido criadas falsas expectativas. www.publicio.clix.pt (http://www.publicio.clix.pt)
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 02, 2008, 12:57:09 pm
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02 Agosto 2008 - 00h30

Defesa: Sete EH101 Merlin continuam em terra até ao final do ano
Só há cinco helis para salvamentos

Dos doze helicópteros EH101 comprados em 2001 pelo Ministério da Defesa para as missões de socorro da Força Aérea apenas cinco vão continuar a funcionar durante os próximos seis meses. Isto apesar dos dois contratos de manutenção entre o fabricante Agusta Westland International Ltd (AWIL) e a Comissão Permanente de Contrapartidas, a Defloc SA, e as Oficinas Gerais de Manutenção Aeronáutica (OGMA), que custarão entre 43 e 58 milhões de euros por ano.




O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, explicou ontem que os contratos assinados prevêem que "nos próximos seis meses estejam um mínimo de cinco EH101 simultaneamente operacionais. Depois, numa segunda fase passarão a ser seis". O objectivo é ter nove destes helicópteros a operar em 2013, altura em que termina o contrato de manutenção, diz o ministro.

Recorde-se que a actual frota de EH101 da Força Aérea foi adquirida em 2001, era então ministro da Defesa Rui Pena, mas nunca chegou a estar totalmente operacional devido à falta de um contrato de manutenção.

Nos contratos assinados ontem ficou previsto também que a Agusta Westland assuma contrapartidas no valor de 481 milhões de euros através da realização de três projectos que pretendem dinamizar a indústria aeronáutica em Portugal.


http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx ... 0000000010 (http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=F573E572-A5C6-4ED0-AD72-F4A9422A048B&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010)
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 02, 2008, 01:00:13 pm
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Contratos militares "são investimento rentável"


Defesa. Ministro assina contratos que representam 481 milhões de euros

Manutenção dos 'helis', através da OGMA, deve ficar garantida nos próximos cinco anos

O ministro da Defesa declarou que os contratos ontem assinados em Oeiras, ao abrigo do programa dos helicópteros EH101, "são a prova provada" de que os projectos de modernização das Forças Armadas constituem "um investimento altamente rentável".

"[Esses] contratos são muito mais que uma despesa, são um investimento altamente rentável" que, neste caso, envolvem "três projectos que representam um ganho na ordem dos 481 milhões de euros para a economia nacional", frisou Nuno Severiano Teixeira - no que pareceu ser uma resposta implícita às recentes afirmações do ministro da Economia, Manuel Pinho, sobre a inutilidade do programa de mil milhões de euros para compra de dois submarinos novos.

O governante presidiu à assinatura de três contratos com o fabricante italo-britânico dos "helis", Agusta-Westland, que garantem a manutenção da frota dos EH101 - fortemente penalizada por incapacidade do construtor em fornecer peças, entre outros aspectos - e "a dinamização da indústria de defesa nacional", ao abrigo do até agora incumprido contrato de contrapartidas (cerca de 347 milhões de euros).

Um dos contratos define os termos em que a empresa aeronáutica portuguesa OGMA e a Agusta deverão colaborar na manutenção dos "helis", enquanto o mais importante - por renegociar os termos do contrato inicial de 2001 - envolve a injecção de 481 milhões de euros referida pelo ministro. Além de criar uma "subsidiária estrangeira" da Agusta em Portugal, consagra a transferência de tecnologia para a OGMA. Por fim, o Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel (CEIIA) "deverá receber cerca de 250 milhões de euros [da Agusta] em encomendas, projectos e formação", de acordo com o Ministério da Defesa.

http://dn.sapo.pt/2008/08/02/nacional/c ... mento.html (http://dn.sapo.pt/2008/08/02/nacional/contratos_militares_sao_investimento.html)

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Retorno de 480 milhões para a economia nacional
Governo assina contratos de manutenção e contrapartidas dos EH-101 da Força Aérea  
01.08.2008 - 16h15
Por Ana Rita Faria
O ministro da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira, assinou hoje os contratos de manutenção e contrapartidas dos helicópteros da Força Aérea EH-101.

Segundo explicou aos jornalistas Nuno Severiano Teixeira, os contratos assinados entre o fabricante Agusta Westland International (AWIL), a Comissão Permanente de Contrapartidas, a Defloc e as Oficinas Gerais de Manutenção Aeronáutica (OGMA) vão permitir atingir “dois objectivos fundamentais para o interesse nacional”.

Por um lado, “a garantia e o reforço da capacidade operacional da Força Aérea portuguesa, nomeadamente da frota dos helicópteros Merlim EH-101”. Por outro, salientou o ministro da Defesa, significam um “passo importante na criação do cluster aeronáutico nacional”.

Durante a cerimónia que decorreu hoje de manhã no Forte de São Julião da Barra em Oeiras, foram assinados três contratos. O primeiro, entre a Defloc e a fabricante AWIL, vai assegurar a manutenção dos helicópteros EH-101, por um prazo de cinco anos. Caso o Estado português, esse contrato pode vir a ser renovado por igual período.

O segundo contrato, realizado entre as OGMA e a AWIL, define os termos em que estas duas entidades vão colaborar nas actividades de manutenção.

Segundo Nuno Severiano Teixeira, os contratos de manutenção vão custar ao Estado cerca de 28 milhões de euros, para além de uma componente não fixa, que varia em função do número de horas realizado e que poderá oscilar entre 15 milhões e 30 milhões de euros. Contudo, “está garantido que se o Estado entender renovar o contrato para novo período de cinco anos, os preços serão revistos”, afirmou o ministro da Defesa.

Para além disso, foi assinado um terceiro contrato, de renegociação das contrapartidas de 2001, devidas pela aquisição dos helicópteros, que prevê a realização de três projectos, que são “um investimento para a economia portuguesa com um retorno de 480 milhões de euros”, afirmou Nuno Severiano Teixeira.

Um desses projectos passa pela criação da AWIL Portugal, uma subsidiária estrangeira da fabricante ítalo-britânica, que vai ser “responsável pela manutenção da frota nacional, mas também concorrer no mercado internacional” para contratos de manutenção aeronáutica, vendas e exportações.

Um segundo projecto previsto pelo contrato de contrapartidas hoje assinado é a transferência de tecnologia para as OGMA, sobretudo no que diz respeito à formação de pessoal para a manutenção dos helicópteros e até para o fabrico de componentes do EH-101. Segundo o ministro da Defesa, prevêem-se encomendas de 35 milhões de euros.

Finalmente, o contrato assinado envolve ainda o projecto do Centro para a Excelência e Inovação da Indústria Automóvel (CEIIA), que pretende desenvolver um pólo de design industrial para a indústria aeronáutica. A CEIIA, consórcio entre universidades e empresas de tecnologia nacionais sedeado na Maia, vai receber da AWIL cerca de 250 milhões de euros em encomendas, projectos e formação. Actualmente, tem já duas encomendas para o desenvolvimento da nova geração dos helicópteros Lynx, da Agusta Westland.

http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1337348 (http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1337348)

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Defesa
Ministro da Defesa não tem inquérito de acidente com helicóptero em 2008
O ministro da Defesa, Severiano Teixeira, revelou hoje que «ainda» não tem as conclusões do inquérito ao acidente ocorrido em Novembro de 2008, nos Açores, com um helicóptero EH-101 Merlin, não sabendo quando estas lhe serão entregues
 
«Não tenho ainda as conclusões do inquérito entre a Força Aérea Portuguesa (FAP) e a Agusta Westland International Ltd (AWIL)», afirmou o governante.

Questionado pelos jornalistas sobre uma possível data de entrega do relatório do acidente, Nuno Severiano Teixeira revelou não ser «capaz de responder».

O ministro adiantou ainda que este é um assunto «sério» e que qualquer questão relacionada com o relatório terá de ser tratada «com a AWIL e a FAP».

O acidente aconteceu numa operação de evacuação em Novembro de 2008, na ilha de São Jorge, nos Açores, e envolveu um helicóptero EH-101 Merlin da FAP, provocando cinco feridos.

Estes helicópteros, utilizados principalmente para operações de busca e salvamento, entraram ao serviço nas ilhas açorianas em Novembro de 2006, substituindo os anteriores Puma


http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Socied ... _id=103862 (http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=103862)
Título:
Enviado por: Rommel em Agosto 03, 2008, 04:30:26 pm
[

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Defesa
Ministro da Defesa não tem inquérito de acidente com helicóptero em 2008
O ministro da Defesa, Severiano Teixeira, revelou hoje que «ainda» não tem as conclusões do inquérito ao acidente ocorrido em Novembro de 2008, nos Açores, com um helicóptero EH-101 Merlin, não sabendo quando estas lhe serão entregues
 
«Não tenho ainda as conclusões do inquérito entre a Força Aérea Portuguesa (FAP) e a Agusta Westland International Ltd (AWIL)», afirmou o governante.

Questionado pelos jornalistas sobre uma possível data de entrega do relatório do acidente, Nuno Severiano Teixeira revelou não ser «capaz de responder».

O ministro adiantou ainda que este é um assunto «sério» e que qualquer questão relacionada com o relatório terá de ser tratada «com a AWIL e a FAP».

O acidente aconteceu numa operação de evacuação em Novembro de 2008, na ilha de São Jorge, nos Açores, e envolveu um helicóptero EH-101 Merlin da FAP, provocando cinco feridos.

Estes helicópteros, utilizados principalmente para operações de busca e salvamento, entraram ao serviço nas ilhas açorianas em Novembro de 2006, substituindo os anteriores Puma

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Socied ... _id=103862 (http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=103862)[/quote]

Vou avisar o pessoal por aqui para ter cuidado, como ainda estamos em agosto, ainda temos cerca de 3 meses para prevenir o acidente... :lol:
Título:
Enviado por: Charlie Jaguar em Agosto 03, 2008, 09:00:07 pm
Citação de: "Rommel"
Vou avisar o pessoal por aqui para ter cuidado, como ainda estamos em agosto, ainda temos cerca de 3 meses para prevenir o acidente... :roll:
Título:
Enviado por: Rommel em Agosto 03, 2008, 10:55:28 pm
Já estou tão fartinho dessa história do acidente e dessas tretas de contratos de manutenção e o camandro... :roll:
Título:
Enviado por: Carlos Barbosa em Abril 10, 2009, 10:48:39 pm
Estive a ler o longo tópico acerca do Merlin e as coisas ficaram paradas em 2008 e não sei mais nada sobre o mesmo. (Sede de saber mais)  :D
Tive a oportunidade estar na apresentação dos Merlin no Porto Santo e se há uma coisa que me espantou foi o tamanho do helicóptero, parece um “autocarro”. Não fazia a ideia que fosse tão grande.
Não fugindo há questão que gostaria de saber, era em relação á operacionalidade dos mesmos, como estão as coisas? Quantos temos e se está tudo a voar. Quantos SeaMerlin´s (versão marinha, se não estou errado) existem e em que Navios estão?
Estive a pesquisar e a informação não foi satisfatória nem sei se está actualizada.
Em relação ao Merlin pousar no Centro Hospitalar do Funchal, é impressionante a vibração e deslocação de ar ou vento que provoca mesmo a uma distância considerável.
 

Gosto sempre terminar com uma imagem, vai uma da apresentação do “autocarro” no Porto Santo.
 http://picasaweb.google.pt/lh/photo/GRZ2wGAn1ftDUu5-EDAJxQ?feat=directlink
Título:
Enviado por: Lightning em Abril 10, 2009, 11:03:47 pm
Citação de: "Carlos Barbosa"
Quantos temos e se está tudo a voar.

No total a Força Aérea tem 12 EH101 Merlin, se está tudo a voar desconheço, mas mesmo sem problemas é raro estarem todos a voar, há sempre as inspecções periódicas.

Citar
Quantos SeaMerlin´s (versão marinha, se não estou errado) existem e em que Navios estão?


Sim está errado, não existe tal coisa chamada SeaMerlin c34x .
Em Portugal não há EH101 em navio nenhum, mas sim na Base Aérea nº6 Montijo, Base Aérea nº4 Lages e no Destacamento Aéreo da Madeira no Porto Santo.
Título:
Enviado por: Mercurio em Abril 10, 2009, 11:32:58 pm
A confusão dos "Sea Merlin" deve-se ao facto de 4 dos nossos EH 101 estarem preparados para embarcar no futuro navio polivalnte logistico que a Marinha há-de vir a ter um dia (sabe-se lá quando?!?!).

Esses helicópteros dobram a cauda e o rotor principal, a fim de poderem caber dentro do (pequeno) hangar que esse navio terá (porque se sabe como é que o navio será!).

Esses são os EH 101 que serão equipados (até 2012) para combat SAR, ou seja preparados para reabastecimento aéreo, protecção anti-missil, e armas.

Actualmente  só há EH 101 a voar no continente, em número reduzido, uma vez que a FAP está (ainda) há espera das peças sobressalentes para a manutenção da frota.
Título:
Enviado por: raphael em Abril 11, 2009, 03:22:42 pm
Citação de: "Mercurio"
Esses são os EH 101 que serão equipados (até 2012) para combat SAR, ou seja preparados para reabastecimento aéreo, protecção anti-missil, e armas.


Combat SAR é o quê concretamente????
Título:
Enviado por: HSMW em Abril 11, 2009, 04:32:51 pm
Citação de: "raphael"
Citação de: "Mercurio"
Esses são os EH 101 que serão equipados (até 2012) para combat SAR, ou seja preparados para reabastecimento aéreo, protecção anti-missil, e armas.

Combat SAR é o quê concretamente????


Versão de transporte e Busca e Salvamento (SAR)
http://areamilitar.net/Analise/analise. ... Materia=19 (http://areamilitar.net/Analise/analise.aspx?NrMateria=19)
Título:
Enviado por: Mercurio em Abril 11, 2009, 09:35:12 pm
Busca e Salvamento em COMBATE . o que é diferente de Busca e Salvamento normal.
Título:
Enviado por: Mercurio em Abril 11, 2009, 10:18:05 pm
COMBAT SAR requer não só o helicóptero de salvamento, mas toda uma tripulação preparada para resgatar alguém às mãos de um potencial inimigo. Normalmete forças de operações especiais com treino específico.

Estas são as operações mais complexas das actuais forças aéreas mundiais. Requerem aeronaves de vigilancia RADAR para ajudar os caças de ataque ao solo que vão abrir caminho ao helicóptero de resgate. Depois requerem caças interceptores que asseguram que os caças de ataque ao solo não são "incomodados" pela aviação opositora. A seguir são necessários aviões reabastecedores para providenciar combustivel às aeronaves quando regressam ao país de origem, etc. etc.
Título:
Enviado por: raphael em Abril 12, 2009, 09:30:05 pm
Muito bem Mercúrio...só que com a frase que citei tua assustei-me quando a li... porque quando escrevemos "ou seja" significa que vamos explicar melhor o que dissemos anteriormente... e como tu a seguir sais-te com o reabastecimento aéreo e afins... fiquei assim a modos que preocupado!! Só por isso, mas obrigado pelos reesclarecimentos sobre o assunto.
Título:
Enviado por: Moisés Magalhães em Junho 28, 2009, 11:00:25 pm
Gostaria de saber qual a razão dos nossos EH 101 estarem com pintura dissolutiva, porque supostamente estes, estão vocacionados essencialmente para missões SAR no mar, onde esta não fará muito sentido, independentemente da sua utilização no transporte táctico, temos o exemplo do exército britânico que não utiliza pintura dissolutiva.

Aguardo os vossos comentários,

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: AC em Junho 29, 2009, 04:49:16 am
Felizmente, não era um dos nossos e ninguém se magoou, pelo que :)

http://www.youtube.com/watch?v=vWjs8z4wC1I (http://www.youtube.com/watch?v=vWjs8z4wC1I)
Título:
Enviado por: migbar2 em Junho 29, 2009, 09:32:13 pm
Citação de: "AC"
Felizmente, não era um dos nossos e ninguém se magoou, pelo que c34x , agora disto é que não convem nada acontecer neste cantinho, pelo menos enquanto a nossa TV e imprensa tiver tanta qualidade!!!....
Título:
Enviado por: Lightning em Junho 29, 2009, 10:25:52 pm
Citação de: "migbar2"
Citação de: "AC"
Felizmente, não era um dos nossos e ninguém se magoou, pelo que c34x , agora disto é que não convem nada acontecer neste cantinho, pelo menos enquanto a nossa TV e imprensa tiver tanta qualidade!!!....


Podia era cair a porta a um Alouette :wink: .
Título:
Enviado por: Lightning em Junho 29, 2009, 10:28:24 pm
Citação de: "Moisés Magalhães"
Gostaria de saber qual a razão dos nossos EH 101 estarem com pintura dissolutiva, porque supostamente estes, estão vocacionados essencialmente para missões SAR no mar, onde esta não fará muito sentido, independentemente da sua utilização no transporte táctico, temos o exemplo do exército britânico que não utiliza pintura dissolutiva.

Aguardo os vossos comentários,

Cumprimentos,


E por os outros não usarem, nós não podemos usar? Mal não faz...
Título:
Enviado por: migbar2 em Junho 30, 2009, 01:09:23 am
Citação de: "Lightning"
Citação de: "migbar2"
Citação de: "AC"
Felizmente, não era um dos nossos e ninguém se magoou, pelo que c34x , agora disto é que não convem nada acontecer neste cantinho, pelo menos enquanto a nossa TV e imprensa tiver tanta qualidade!!!....

Podia era cair a porta a um Alouette :wink: .




Pois isso é que importa, sem nunca aleijar ninguém. Para o ano já cá tinhamos os helis novos !!!!!! :lol:
Título:
Enviado por: nelson38899 em Junho 30, 2009, 09:26:05 am
Citação de: "migbar2"
Citação de: "Lightning"
Citação de: "migbar2"
Citação de: "AC"
Felizmente, não era um dos nossos e ninguém se magoou, pelo que c34x , agora disto é que não convem nada acontecer neste cantinho, pelo menos enquanto a nossa TV e imprensa tiver tanta qualidade!!!....

Podia era cair a porta a um Alouette :wink: .



Pois isso é que importa, sem nunca aleijar ninguém. Para o ano já cá tinhamos os helis novos !!!!!! :lol:


Um pouco de offtopic.
Não foi por causa da avaria do M60 que se foi a correr comprar os Leos. Mas sim porque já estava previsto, pois lembro-me de ler no expresso numa pequena noticia a ida de oficiais à Holanda verificar o estado dos Leos para poderem adquiri-los.
Título:
Enviado por: migbar2 em Junho 30, 2009, 08:58:43 pm
Citação de: "nelson38899"
Citação de: "migbar2"
Citação de: "Lightning"
Citação de: "migbar2"
Citação de: "AC"
Felizmente, não era um dos nossos e ninguém se magoou, pelo que c34x , agora disto é que não convem nada acontecer neste cantinho, pelo menos enquanto a nossa TV e imprensa tiver tanta qualidade!!!....

Podia era cair a porta a um Alouette :wink: .



Pois isso é que importa, sem nunca aleijar ninguém. Para o ano já cá tinhamos os helis novos !!!!!! :lol:

Um pouco de offtopic.
Não foi por causa da avaria do M60 que se foi a correr comprar os Leos. Mas sim porque já estava previsto, pois lembro-me de ler no expresso numa pequena noticia a ida de oficiais à Holanda verificar o estado dos Leos para poderem adquiri-los.




Pois colega, isto é para a barracada  :wink: .
Título:
Enviado por: Instrutor em Julho 01, 2009, 03:35:12 pm
Esta política do avaria / cai / troca não é a mais correcta nem sensata, em timor caiu um Allouette III,  e nao foram trocados, ja cairam 2 F-16 e nao foram trocados...... vamos aguardar pelos novos equipamentos sem magoar ninguem.
Título:
Enviado por: Menacho em Julho 08, 2009, 09:11:30 pm
(http://www.aviationcorner.net/public/photos/2/5/avc_00127625.jpg)
Título:
Enviado por: LuisC em Julho 09, 2009, 01:53:38 am
(http://img16.imageshack.us/img16/9541/img6631y.jpg) (http://http)

(http://img27.imageshack.us/img27/3341/img6632l.jpg) (http://http)

(http://img27.imageshack.us/img27/6509/img6633u.jpg) (http://http)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 09, 2009, 11:35:55 am
Eu estive dentro desse...golias, é simplesmente impressionante!

Estão a ver o Puma? Pois...é que não tem nada a haver, é um aparelho de tal forma superior que estão em universos diferentes.
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Julho 13, 2009, 10:26:59 pm
(http://img150.imageshack.us/img150/6910/eh01.jpg)

(http://img171.imageshack.us/img171/7310/eh02.jpg)

(http://img171.imageshack.us/img171/4218/eh03.jpg)

(http://img509.imageshack.us/img509/996/eh04.jpg)

(http://img339.imageshack.us/img339/1451/eh05.jpg)

(http://img171.imageshack.us/img171/2027/eh06.jpg)

(http://img339.imageshack.us/img339/8504/eh07.jpg)

(http://img193.imageshack.us/img193/5456/eh08.jpg)

(http://img193.imageshack.us/img193/5057/eh09.jpg)

(http://img193.imageshack.us/img193/7418/eh010.jpg)

(http://img509.imageshack.us/img509/965/eh011.jpg)

(http://img213.imageshack.us/img213/5629/eh012.jpg)

(http://img213.imageshack.us/img213/6696/eh013.jpg)

(http://img213.imageshack.us/img213/2750/eh014.jpg)

(http://img213.imageshack.us/img213/5484/eh015.jpg)

(http://img193.imageshack.us/img193/972/eh016.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: P44 em Novembro 04, 2009, 11:27:07 am
Defesa
Força Aérea terá nove dos 12 novos 'helis' prontos em 2010

por MANUEL CARLOS FREIRE Hoje


Presidente da República visitou base aérea do Montijo, onde elogiou o profissionalismo do destacamento que regressou há dias do Afeganistão

O Presidente da República disse ontem que a resolução gradual dos problemas de manutenção dos helicópteros EH101 permitirá ter "nove [aparelhos] completamente operacionais" em 2010.

Cavaco Silva falava aos jornalistas durante a sua visita à base aérea do Montijo (BA6), onde se escusou a fazer comentários sobre o programa do Governo e, muito menos, reagir à comparação feita por Marcelo Rebelo de Sousa - Cavaco também apresentou um programa do Governo igual ao programa do PSD quando era primeiro-ministro. "Seria a última pessoa a fazer comentários sobre analistas políticos", enfatizou.

Na visita à BA6, Cavaco Silva ficou a conhecer os novos aviões C295 e os helicópteros Merlin (recebidos em 2006), cujas dificuldades de manutenção - e problemas de fabrico - chegaram a colocar os 12 aparelhos no chão. Actualmente há três - dois na Madeira e um no continente - a seis EH101 em prontidão operacional. Ultrapassados os problemas crónicos, disse Cavaco, a taxa de prontidão dos helis passará a ser de três quartos da frota em 2010.

Cavaco Silva foi acompanhado pela primeira vez pelo novo ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, a dois dias de o Governo poder iniciar (segundo a lei) o processo de escolha do novo chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA).

Cabe ao Presidente - sob proposta do Governo - nomear o CEMGFA, havendo duas soluções se se mantiver a tradição: ou é reconduzido o titular, general Valença Pinto (Exército), ou é promovido o chefe da Força Aérea (CEMFA), general Luís Araújo.

Recorde-se que Valença Pinto, se for reconduzido, só poderá cumprir 14 dos 24 meses do novo mandato por atingir o limite de idade (65 anos) que o obriga a passar à reforma. Em aberto está o saber-se qual a disponibilidade do general Valença Pinto para continuar, pois opôs-se recentemente à nomeação de um oficial para o estrangeiro por não poder cumprir o mandato até ao fim no activo.

Quanto a Luís Araújo, que ouviu ontem Cavaco deixar palavras de grande apreço pela forma como os militares do ramo cumprem a sua missão, acaba o mandato duas semanas após a cerimónia de posse do CEMGFA. A sua recondução como CEMFA será pacífica, caso Valença Pinto continue. Mas isso depende da disponibilidade de Luís Araújo, pois este general é favorável ao cumprimento de um só mandato - só que mais longo. Garantida, segundo fontes ouvidas pelo DN, é a sua oposição a reconduções parciais das chefias.

Cavaco Silva aproveitou a estada na BA6 para transmitir o seu "profundo apreço pela competência e profissionalismo" demonstrados pelos militares da Força Aérea que concluíram, há dias, a missão de apoio ao processo eleitoral no Afeganistão.

"Foram missões cumpridas de uma forma que prestigia o nosso País e, por isso, uma palavra especial de agradecimento vos é devida. A todos vós, muito obrigado", enfatizou o Comandante Supremo das Forças Armadas.

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/inter ... id=1410018 (http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1410018)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Ricardo Nunes em Janeiro 16, 2010, 11:57:34 am
:arrow: http://www.youtube.com/watch?v=-J9USH-HsdQ (http://www.youtube.com/watch?v=-J9USH-HsdQ)

Cumprimentos,
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lusitano89 em Maio 11, 2010, 05:18:13 pm
Os EH-101 e a visita do Papa a Portugal

Depois de o Ministério dos Negócios Estrangeiros ter encomendado a missão de transporte do Papa à Força Aérea (FA), em Janeiro deste ano, foram apresentadas ao Vaticano várias propostas de decoração da cabine do helicóptero. E a Santa Sé não esteve com meias-medidas - escolheu a VVIP (very very importante person). Já a partir de amanhã, cinco helicópteros Merlin EH 101 vão estar mobilizados exclusivamente para transportar o Papa, primeiro de Lisboa para Fátima, depois de Fátima para o Porto. A tarefa foi entregue à esquadra 751, instalada no Montijo e normalmente vocacionada para resgates e salvamentos.

Antes de embarcarem, o Papa e o seu séquito vão subir por uma rampa colocada a 25 centímetros do solo, apoiada por dois degraus vermelhos - uma exigência do Vaticano (que recusou, no entanto, que fosse instalado um corrimão para Bento XVI se apoiar). No exterior dos helicópteros foram colados, na quinta-feira, autocolantes com o brasão do Papa, mas a maior preocupação centrou-se nos interiores.

A cabine - um espaço de 14 metros quadrados por 1,82 metros de altura - tem ar condicionado e 16 cadeirões de pele branco-pérola, emprestados à FA pela empresa construtora dos helicópteros. No entanto, a cabine só irá transportar 12 passageiros. Quatro das poltronas têm braços de descanso e o chão foi forrado com alcatifa cinzenta. Na cabine, o Papa vai ficar sentado a 2,5 metros de distância do cockpit e terá ao lado um cadeirão vazio, só para apoiar um par de auscultadores que usará para comunicar com a tripulação - o tenente-coronel António Moldão, o major João Carita e o sargento-ajudante Manuel Parreira. De resto, até os auscultadores serão diferentes do habitual. Normalmente são construídos com esponja, mas os de Bento XVI serão de silicone, para aumentar o conforto. Perto do Papa estará sentado Manuel Parreira, que assumirá a função de operador de sistemas, e Georg Gaenswein, secretário pessoal de Bento XVI. Para o caso de alguma coisa falhar, a Força Aérea preparou uma réplica do helicóptero - com interiores exactamente iguais.

Amanhã os helicópteros vão descolar da Portela e farão um desvio para sobrevoar o Cristo Rei, em Almada. Só depois seguirão para Fátima. Primeiro descola, por razões de protocolo, o aparelho de Bento XVI, que, no entanto, será sempre o último a aterrar. Cinco minutos depois descolam os helicópteros que transportam o resto da comitiva (e uma réplica). Na sexta-feira vão sobrevoar as vinhas do Douro, depois do que devem aterrarem na serra do Pilar. Antes de regressarem ao Montijo, os helicópteros da FA reabastecem em Ovar.

Ionline
Título: Re: EH-101
Enviado por: LuisC em Maio 12, 2010, 12:06:34 am
:arrow: http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Forca-Aer ... 3259&tm=72 (http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Forca-Aerea-transporta-o-Papa-em-Portugal.rtp&headline=20&visual=9&article=343259&tm=72)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Miguel Silva Machado em Junho 06, 2010, 11:17:38 pm
Um dos Agusta-Westland EH-101 “Merlin” da Esquadra 751 da Força Aérea deslocou-se no passado dia 27 de Maio de 2010 ao Aeródromo Militar de Tancos do Exército, onde se deu mais um passo em Portugal no desenvolvimento das capacidades deste tipo de aeronave e tripulações.

http://www.operacional.pt/eh-101-merlin ... %E2%80%9D/ (http://www.operacional.pt/eh-101-merlin-testa-helitransporte-do-%E2%80%9Clight-gun%E2%80%9D/)

(http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/06/1-eh101-light-gun-133a-copy.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: sivispacem em Junho 08, 2010, 04:32:59 pm
Citação de: "Miguel Silva Machado"
Um dos Agusta-Westland EH-101 “Merlin” da Esquadra 751 da Força Aérea deslocou-se no passado dia 27 de Maio de 2010 ao Aeródromo Militar de Tancos do Exército, onde se deu mais um passo em Portugal no desenvolvimento das capacidades deste tipo de aeronave e tripulações.

Obrigado por mais um excelente artigo.

E agora uma pergunta simples: alguém me sabe explicar porque motivo nunca foram publicadas fotos de descidas 'fast rope' de EH 101 nacionais? ou isso deixou de fazer parte da instrução individual de combate?

Cpmts,
Carlos Ferreira
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 08, 2010, 05:47:46 pm
Eu acho que nunca vi uma única foto com militares Portugueses a fazerem fast rope seja de helicoptero que fosse. De rappel sim, agora fast rope, nunca.
Título: Re: EH-101
Enviado por: sergio21699 em Junho 08, 2010, 06:13:00 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Eu acho que nunca vi uma única foto com militares Portugueses a fazerem fast rope seja de helicoptero que fosse. De rappel sim, agora fast rope, nunca.

Realmente há poucas, eu acho que só me lembro de ver 2 ou 3 e todas elas dos fuzos:

(http://helicopteros.marinha.pt/NR/rdonlyres/F9CAB98C-01F1-4382-BBD6-2C0F2D557AB8/8321/interdicaomaritima2.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: sergio21699 em Junho 08, 2010, 06:17:53 pm
mais uma:

(http://4.bp.blogspot.com/_r6_H1xFE92I/SMZf2nrFw-I/AAAAAAAAAKY/bG5hsGHDQ4o/s320/_C7W9680.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: sivispacem em Junho 08, 2010, 06:34:31 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Eu acho que nunca vi uma única foto com militares Portugueses a fazerem fast rope seja de helicoptero que fosse. De rappel sim, agora fast rope, nunca.

Whatever!

Mas nem de rappel (a partir do EH101) se conhecem fotos... recordo-me que há uns anos atrás os Comandos treinavam com os Puma... e a PA ou os Páras (creio...) faziam extracção pendurados no cabo (de certeza que há um nome técnico para isso que se me escapa)
Com os EH até agora só estas fotos de carga suspensa, que eu saiba....

Cpmts
Carlos Ferreira
Título: Re: EH-101
Enviado por: pchunter em Junho 23, 2010, 04:13:19 pm
Reportagem da RTP sobre os Recuperadores.

http://ww1.rtp.pt/multimedia/progVideo. ... 840&idpod= (http://ww1.rtp.pt/multimedia/progVideo.php?tvprog=23840&idpod=)

 :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 10, 2010, 05:07:06 pm
FAP evolui nos salvamentos à noite
por MANUEL CARLOS FREIRE

Helicópteros 'EH-101 Merlin' já atingiram as 10 000 horas de voo em cinco anos.

As tripulações dos helicópteros EH-101 Merlin da Força Aérea estão a treinar o uso de óculos de visão nocturna nas suas missões, o que permitirá ao ramo dar novo salto qualitativo nas operações de busca e salvamento no alto mar.

"Essa valência trará por certo, a curto prazo, uma evolução profunda nos resultados reais em missões de busca e salvamento nocturnas (...) e poderá revolucionar a maneira como futuras operações se irão desenrolar", afirmou o comandante da base aérea do Montijo, coronel João Alves.

O militar intervinha na cerimónia comemorativa das 10 000 horas de voo já cumpridas pelos helicópteros Merlin - assinaladas também pelo agradecimento, de viva voz, feito por quatro pescadores do continente que foram salvos, em 2006, por um EH-101 a 200 quilómetros de Porto Santo.

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea, considerado "o pai" dos EH-101 (liderou o grupo de trabalho que acompanhou a evolução do programa na primeira metade dos anos 2000), disse aos jornalistas que espera ter "sete a oito" helicópteros operacionais até ao final do ano, permitindo recolocar dois aparelhos nos Açores.

Segundo o general Luís Araújo, só nessa altura será feita uma avaliação final sobre a capacidade de garantir a manutenção dos Merlin naquele arquipélago, podendo assim abater em definitivo os velhos helicópteros Puma que ainda ali operam. Recorde-se que estes helis foram reactivados em Março de 2009, face à incapacidade do fabricante em fornecer peças e sobressalentes em número suficiente para manter a operacionalidade daquela frota.

 :arrow: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/inter ... id=1614863 (http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1614863)
Título: Re: EH-101
Enviado por: P44 em Julho 13, 2010, 12:54:47 pm
em destaque hoje no defense-aerospace  :!:

Citar
(http://www.defense-aerospace.com/base/util/116349_1.jpg)
The Portuguese Air Force’s fleet of 12 AW101 helicopters has logged over 10,000 flight hours since the first was delivered in 2004. (AgustaWestland photo)

Portuguese Air Force’s AW101 Fleet Achieves 10,000 Flying Hours
   
   
(Source: Agusta Westland; issued July 12, 2010)

AgustaWestland, a Finmeccanica company, congratulates the Portuguese Air Force (PoAF) on achieving the milestone of 10,000 flying hours with its AW101 medium/heavy three engine helicopter fleet whilst performing search and rescue and fishery protection duties.

This achievement was celebrated last Friday at Montijo Air Base, where the Portuguese AW101 fleet is based. General Araújo, the Portuguese Air Force’s Chief of Staff, presided over the ceremony in which AgustaWestland, Senior Vice President of International Government Business, Giacomo Saponaro, awarded certificates of achievement to the most experienced pilots and technicians.

Since the delivery of the first of twelve AW101s to the Portuguese Air Force in late 2004, these aircraft dedicated to SAR, Combat SAR and fishery protection roles have performed hundreds of SAR missions saving more than 630 lives. With the largest SAR area of responsibility of any European country, the long range and endurance of the AW101 has provided new levels of SAR capability over a large area of the Atlantic Ocean operating from bases on the mainland, Lajes in the Azores and Madeira. The fishery protection variant is equipped with a cabin mission console allowing the operator to control the 360 degree scan radar, Forward Looking Infra-Red (FLIR) camera and the communications suite.

In 2008 AgustaWestland signed a 15-year contract with Locação de Equipamentos de Defesa SA (DEFLOC) for the long term provision of support for the 12 AW101 helicopters operated by the Portuguese Air Force. Under the Full In Service Support (FISS) contract AgustaWestland has taken full responsibility for the second level maintenance of the aircraft as well as the provision of spares, repairs and technical support services.

The implementation of FISS has seen flying rates increase and the support services improved to meet the customer’s requirements.

The Portuguese Air Force has performed several long range rescues that could only be performed by the AW101 due to its range and endurance capabilities. Additionally Portuguese Air Force AW101s have worked in co-operation with Spanish authorities to conduct several demanding rescues.

Over 180 AW101 helicopters have been ordered by customers around the world to perform a wide range of government, public service and military missions. The AW101 has logged well over 200,000 flight hours in service in Portugal, Italy, UK, Denmark, Japan and Canada whilst delivering exceptional performance and high levels of safety.

-ends-

http://www.defense-aerospace.com/articl ... hours.html (http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/116349/portuguese-aw101-fleet-logs-10%2C000-hours.html)
Título: Re: EH-101
Enviado por: pn84 em Julho 17, 2010, 09:12:59 pm
Pergunto eu.
O que é que isto tem haver com a Força Aérea Portuguesa  :!:
É um EH 101 da FAP? Não me parece

Obrigado
Título: Re: EH-101
Enviado por: JLRC em Julho 17, 2010, 11:25:10 pm
Citação de: "pn84"
Pergunto eu.
O que é que isto tem haver com a Força Aérea Portuguesa  :wink:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Julho 18, 2010, 12:49:53 am
Penso que seja para todos ficarmos a saber que o EH101 pode ser transportado em carga suspensa por um CH-53, o que é uma curiosidade que não se vê todos os dias :G-beer2: .

Mas também é verdade que aqui o correcto será só se postar informação sobre os EH101 Portugueses visto que este tópico se encontra dentro da área "Força Aérea Portuguesa no Forum Defesa" e não no "Forças Aéreas/Sistemas de Armas" (que é mais relacionado com a aviação internacional).
Título: Re: EH-101
Enviado por: pn84 em Julho 18, 2010, 12:37:30 pm
Citação de: "JLRC"
Citação de: "pn84"
Pergunto eu.
O que é que isto tem haver com a Força Aérea Portuguesa :wink:

Não, de facto tem razão, neste tópico pode-se falar de todos os assuntos relacionados com a Força Aérea Portuguesa, que eu saiba isto nada tem haver com a FAP. Existem espaços indicados no forúm para colocar este tipo de mensagens, neste caso seria no Tópico Forças Aéreas/Sistemas de Armas,e nunca aqui.
O que que os moderadores deviam fazer era colocar as mensagens nos seus lugares devidos.
Quanto ao pedido de desculpas, não vejo o porquê, disse que a minha observação foi fora do contexto, é a sua opinião, vale o que vale.

Cumprimentos
Título: Re: EH-101
Enviado por: JLRC em Julho 18, 2010, 01:32:49 pm
Citação de: "pn84"
Citação de: "JLRC"
Citação de: "pn84"
Pergunto eu.
O que é que isto tem haver com a Força Aérea Portuguesa :wink:

Não, de facto tem razão, neste tópico pode-se falar de todos os assuntos relacionados com a Força Aérea Portuguesa, que eu saiba isto nada tem haver com a FAP. Existem espaços indicados no forúm para colocar este tipo de mensagens, neste caso seria no Tópico Forças Aéreas/Sistemas de Armas,e nunca aqui.
O que que os moderadores deviam fazer era colocar as mensagens nos seus lugares devidos.
Quanto ao pedido de desculpas, não vejo o porquê, disse que a minha observação foi fora do contexto, é a sua opinião, vale o que vale.

Cumprimentos

Permita-me discordar novamente de si. Este tópico chama-se EH-101 (deveria mudar para AW101 mas isso já é preciosismo) e portanto tudo o que diga respeito a este helicóptero deverá ser colocado aqui. Existe um tópico específico para a FAP e é nele que as notícias da FAP devem ser colocadas. Não vejo onde está a dúvida.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Ricardo Nunes em Julho 18, 2010, 02:46:59 pm
A Esquadra 751 já tem canal no Youtube: http://www.youtube.com/esquadra751 (http://www.youtube.com/esquadra751)

E para quem segue as redes sociais: http://www.facebook.com/profile.php?id= ... 639?ref=ts (http://www.facebook.com/profile.php?id=727832233#!/pages/Esquadra-751/130357383664639?ref=ts)

Cumprimentos,
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Julho 19, 2010, 03:55:29 pm
Citação de: "JLRC"
Permita-me discordar novamente de si. Este tópico chama-se EH-101 (deveria mudar para AW101 mas isso já é preciosismo)

Permita-me a mim também discordar de si, a Força Aérea Portuguesa chama a essas aeronaves EH101 Merlin como se pode ver aqui.
http://www.emfa.pt/www/aeronavesdetalhe ... &cod=eh101 (http://www.emfa.pt/www/aeronavesdetalhe.php?lang=pt&cod=eh101)

Não é por a empresa construtora se lembrar de mudar o nome que vai obrigar a FAP a mudar o nome também, alias o que não falta ai são Forças militares que usam designações proprias nas suas aeronaves que pouco ou nada tem a ver com as do construtor como por exemplo o Canadá.
http://www.airforce.forces.gc.ca/v2/equ ... ex-eng.asp (http://www.airforce.forces.gc.ca/v2/equip/ch149/index-eng.asp)

Citar
e portanto tudo o que diga respeito a este helicóptero deverá ser colocado aqui. Existe um tópico específico para a FAP e é nele que as notícias da FAP devem ser colocadas. Não vejo onde está a dúvida.

Mas este tópico está dentro do fórum relativo à Força Aérea Portuguesa e não a de outros paises, eu até ia fechar os olhos a estas imagens da RAF pois são uma curiosidade interessante e não existia :mrgreen: um tópico referente a esta aeronave fora da Força Aérea Portuguesa, agora já existe, as informações futuras que não digam respeito a Portugal é para se colocar lá a partir de agora.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Ricardo Nunes em Agosto 26, 2010, 06:16:39 pm
Novo vídeo da Esquadra 751, com algumas imagens inéditas. ;)

http://www.youtube.com/watch?v=1bliXGHq ... r_embedded (http://www.youtube.com/watch?v=1bliXGHqDLE&feature=player_embedded)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cláudio C. em Setembro 05, 2010, 10:35:15 pm
Ja recebemos a totalidade dos 12 Merlin, caso contrario quantos foram entregues? Ou ainda faltam os quatro para operarem no futuros NavPol?

Saudaçoes
Título: Re: EH-101
Enviado por: typhonman em Setembro 05, 2010, 11:16:41 pm
Citação de: "Cláudio C."
Ja recebemos a totalidade dos 12 Merlin, caso contrario quantos foram entregues? Ou ainda faltam os quatro para operarem no futuros NavPol?

Saudaçoes

Já tá cá tudo.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cláudio C. em Setembro 05, 2010, 11:18:04 pm
Citação de: "typhonman"
Citação de: "Cláudio C."
Ja recebemos a totalidade dos 12 Merlin, caso contrario quantos foram entregues? Ou ainda faltam os quatro para operarem no futuros NavPol?

Saudaçoes

Já tá cá tudo.

Obrigado caro typhonman!
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Setembro 05, 2010, 11:31:58 pm
Citação de: "Cláudio C."
Ja recebemos a totalidade dos 12 Merlin, caso contrario quantos foram entregues? Ou ainda faltam os quatro para operarem no futuros NavPol?

Saudaçoes

Dito assim até parece que há quatro que estão quietos à espera do Navpol, esses quatro podem fazer SAR como qualquer um dos outros, alias, essa é a função primária de todos os 12 EH101, a missão de Busca e Salvamento, o que há depoís é alguns que tem capacidade de fazer mais algumas coisas além de Busca e Salvamento como seja a Vigilância Maritima e a Busca e Salvamento em Combate, quanto a missões embarcadas no Navpol, não há Navpol, não há missões embarcadas.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cláudio C. em Setembro 05, 2010, 11:41:10 pm
Sim eu sei, foi só uma forma de me expressar melhor! Ja agora, também não haviam uns especializados no controlo das actividades pesqueiras?
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Setembro 05, 2010, 11:44:45 pm
Citação de: "Cláudio C."
Sim eu sei, foi só uma forma de me expressar melhor! Ja agora, também não haviam uns especializados no controlo das actividades pesqueiras?

É verdade, são dois, e a missão chama-se vigilância maritima (VIMAR).
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cláudio C. em Setembro 05, 2010, 11:46:23 pm
Bem me parecia, obrigado Lightning
Título: Re: EH-101
Enviado por: PereiraMarques em Setembro 18, 2010, 07:27:41 pm
Citar
Até ao final do ano, os helicópteros Puma, ao serviço da Força Aérea nos Açores, deverão deixar o arquipélago e ser, definitivamente, substituídos pelos Merlin.

A garantia foi deixada esta Sexta-feira pelo novo Comandante da Zona Aérea dos Açores, Major-General Teixeira Rolo.

No final da audiência com o Presidente do Governo, Teixeira Rolo explicou que, "por razões de segurança, nunca ficará, apenas, um único aparelho na Região".

Por sua vez, o Presidente do Governo Regional elogiou o "papel desempenhado pelas Forças Armadas no arquipélago e, no caso concreto da FAP, nas missões de busca e salvamento e na evacuação de doentes".

Carlos César salientou também o papel que a Força Aérea desempenha, nomeadamente,em relação ao Acordo da Base das Lajes - "uma função muito importante de interlocução com os Estados Unidos da América, mercê da sua presença na Base das Lajes e no âmbito do Acordo de Cooperação e de Defesa entre Portugal e os EUA, em que também é parte representada na Comissão Bilateral".

Carmen Ventura/Carlos Tavares

http://ww1.rtp.pt/acores/index.php?arti ... ut=10&tm=7 (http://ww1.rtp.pt/acores/index.php?article=17255&visual=3&layout=10&tm=7)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Ricardo Nunes em Setembro 20, 2010, 07:02:42 pm
Novo vídeo, com ênfase em operações de busca e salvamento:
 :arrow:  http://www.youtube.com/watch?v=8zj1QRVme4o (http://www.youtube.com/watch?v=8zj1QRVme4o)

Cumprimentos,
Título: Fast Rope - Puma
Enviado por: carlospires em Setembro 26, 2010, 10:48:01 pm
Boas,
Só agora vi este tópico, e como á umas paginas atrás alguns foristas comentaram que poucas imagens aparecem por aqui de fast Rope em helis portugueses, aqui mostro algumas feitas por nós Comandos nos Pumas, nos anos de 89/90.
Eis o link  :  http://www.facebook.com/photo.php?pid=2 ... 338d70&id= (http://www.facebook.com/photo.php?pid=225570&l=ed59338d70&id=)
Cumprimentos
Título: Re: Fast Rope - Puma
Enviado por: ACADO em Setembro 28, 2010, 11:44:06 am
Citação de: "carlospires"
Boas,
Só agora vi este tópico, e como á umas paginas atrás alguns foristas comentaram que poucas imagens aparecem por aqui de fast Rope em helis portugueses, aqui mostro algumas feitas por nós Comandos nos Pumas, nos anos de 89/90.
Eis o link  :  http://www.facebook.com/photo.php?pid=2 ... 338d70&id= (http://www.facebook.com/photo.php?pid=225570&l=ed59338d70&id=)
Cumprimentos

Nao se consegue ver o video. Diz que esta indesponivel. Veja se consegue por no Youtube ou assim
Obrigado
Título: Fast Rope do Puma
Enviado por: carlospires em Setembro 29, 2010, 08:43:45 am
Sr. Acado,
Vamos lá a ver se através deste link se consegue ver entao a foto, tenho outras mas foram retiradas do facebook dos albuns de outros camaradas, e como tal nao sei se as posso aqui colocar...
Cumprimentos
http://i809.photobucket.com/albums/zz16 ... 5242_n.jpg (http://i809.photobucket.com/albums/zz16/carlospira/62411_144888678888434_100001019075127_225570_4855242_n.jpg)
Título: Re: Fast Rope do Puma
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 29, 2010, 10:05:57 am
Citação de: "carlospires"
Sr. Acado,
Vamos lá a ver se através deste link se consegue ver entao a foto, tenho outras mas foram retiradas do facebook dos albuns de outros camaradas, e como tal nao sei se as posso aqui colocar...
Cumprimentos
(http://i809.photobucket.com/albums/zz16/carlospira/62411_144888678888434_100001019075127_225570_4855242_n.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: ShadIntel em Outubro 06, 2010, 10:32:49 pm
Citar
Helitech Portugal: Questions linger over Portuguese SAR helicopters

October 06, 2010

Members of the Portuguese Air Force (Força Aérea Portuguesa or FAP) have expressed frustration with the availability of the service’s EH101 Merlin SAR helicopters.

At the Helitech exhibition in Portugal on 5-7 October, the FAP prominently displayed one of the 12 EH101 Merlins it has ordered from AgustaWestland in December 2001.

Since the first aircraft arrived, the Merlins have carried out more than 10,000 flight hours and saved the lives of more than 650 people, playing a key role in the country's ability to provide SAR across a vast region of the Atlantic Ocean.

Portugal is second only to Canada in terms of the area it has to provide SAR coverage for, with helicopters based on the mainland at Montijo near the capital, Lisbon, as well as at Porto Santo, 45km north-east of Madeira, and in the Azores.

However, the availability of these aircraft has been a sore subject for FAP commanders. While this has improved with extra support from AgustaWestland's newly-established Portuguese subsidiary and a full in service support (FISS) contract, availability levels are understood to remain below what has been expected.

One pilot told Rotorhub.com: 'This is a new aircraft – we were told when they were purchased they would need four times less maintenance than the Puma, but sometimes they need four times more.'

At the beginning of the week of Helitech, six out of the 12 aircraft were available for flying.

The issues have forced the retention of some of the FAP's SAR Pumas, which marked 40 years of service last October – although it has been suggested these may finally exit service with 752 Squadron by the end of the year.

Meanwhile, both AgustaWestland and Eurocopter are waiting on a Portuguese government decision to replace the increasingly elderly Alouette III helicopters, in service with the FAP for basic training, liaison and other duties, but it could be a waiting game given the reported state of the country's economy and finances.

AgustaWestland believes its AW109 LUH offers the best solution, especially as Portugal has also ordered the NH90. Several other nations, such as New Zealand and Sweden, have ordered the two types together with the LUH configuration of modern avionics and wheeled landing gear proving to be a good training machine for the NH90.

Eurocopter feels its EC635, the military variant of the EC135, could also be the aircraft for the role.

The Portuguese Army had actually ordered nine of the latter for the fire support and medevac role, but cancelled them in 2002 and the aircraft were later delivered to Jordan.

Currently the army does not have any aircraft but has 10 NH90 TTHs on order. The fuselage of the first Portuguese aircraft was unveiled in Italy by AgustaWestland in September with the first aircraft due to arrive in 2012.

As it currently stands, the Portuguese Army has only a handful of pilots trained by the FAP and faces a huge challenge not only in preparing crews in a short space of time, but preparing them to fly an extremely advanced fly-by-wire machine without a modern type with which to train them.

If moving from the Alouette to the Merlin is 'having to learn to fly all over again' then a similar experience is likely with the NH90 as well.
http://www.shephard.co.uk/news/rotorhub ... ters/7323/ (http://www.shephard.co.uk/news/rotorhub/helitech-portugal-questions-linger-over-portuguese-sar-helicopters/7323/)
Título: Re: EH-101
Enviado por: armando30 em Outubro 08, 2010, 06:42:12 pm
tem-se falado na compra do NH-90 e isso fez-me lembrar de uma notícia, do tempo em que o Paulo Portas era o Ministro da Defesa e dos Assuntos do Mar, sobre a compra de helicópteros para substituir os Alouettte III.
falou-se na altura que seriam comprados a uma empresa alemã e que seriam helicópteros ligeiros, além disso seriam instalados em alguns lança-rockets e outro armamento ligeiro (para servir como helicópteros de apoio).

o que me pergunto é se chegou a ser assinado algum acordo sobre isso ou se foi descartada a compra desses helicópteros?


NOTA: este assunto foi falado na mesma altura das negociações para a compra dos submarinos alemães e desde então não se ouviu falar mais nisso
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Outubro 08, 2010, 07:05:39 pm
Citação de: "armando30"
tem-se falado na compra do NH-90 e isso fez-me lembrar de uma notícia, do tempo em que o Paulo Portas era o Ministro da Defesa e dos Assuntos do Mar, sobre a compra de helicópteros para substituir os Alouettte III.
falou-se na altura que seriam comprados a uma empresa alemã e que seriam helicópteros ligeiros, além disso seriam instalados em alguns lança-rockets e outro armamento ligeiro (para servir como helicópteros de apoio).

o que me pergunto é se chegou a ser assinado algum acordo sobre isso ou se foi descartada a compra desses helicópteros?


NOTA: este assunto foi falado na mesma altura das negociações para a compra dos submarinos alemães e desde então não se ouviu falar mais nisso

A discussão sobre a substituição dos Alouette III e sobre os helicopteros do Exército não são para ser discutidos neste tópico, este tópico é apenas para assuntos relacionais com a aeronave EH101 Merlin.

tópico sobre os helicopteros do Exército
viewtopic.php?f=39&t=1615&p=191510#p191510 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=39&t=1615&p=191510#p191510)

A moderação
Título: Re: EH-101
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 15, 2010, 01:00:48 am
Citar
A Esquadra 751, no passado dia 21 de Junho, assinalou mais um marco
da sua história ao completar, com a aeronave Agusta-Westland EH-101
Merlin, 10.000 horas de voo ao serviço da Força Aérea Portuguesa.

http://www.emfa.pt/www/po/maisalto/cont ... staque.pdf (http://www.emfa.pt/www/po/maisalto/conteudos/387_destaque.pdf)
Título: Re: Fast Rope do Puma
Enviado por: ACADO em Outubro 28, 2010, 04:56:33 pm
Citação de: "carlospires"
Sr. Acado,
Vamos lá a ver se através deste link se consegue ver entao a foto, tenho outras mas foram retiradas do facebook dos albuns de outros camaradas, e como tal nao sei se as posso aqui colocar...
Cumprimentos
http://i809.photobucket.com/albums/zz16 ... 5242_n.jpg (http://i809.photobucket.com/albums/zz16/carlospira/62411_144888678888434_100001019075127_225570_4855242_n.jpg)

Companheiro,

Continua a não dar!!! obrigado
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Outubro 31, 2010, 06:45:48 pm
Grande foto, EH101 juntinho ao chão :D

(http://www.milaviapress.com/sneakpeek/2010/esquadra751.jpg)

http://www.milaviapress.com/sneakpeek/2 ... dra751.php (http://www.milaviapress.com/sneakpeek/2010/esquadra751.php)
Título: Re: EH-101
Enviado por: LuisC em Novembro 01, 2010, 01:43:33 am
De facto…espectacular.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Hammerhead em Novembro 01, 2010, 09:42:07 pm
Boas,

 foto esta espetacular, LINDA maquina :shock: Os nossos pilotos nao usam luvas de pilotagem? Sabem aquelas luvas finas cinzentas... é que em muitas fotos que vejo de pilotos US o Franceses ou aqui na Suiça quer de fighterjet quer de helicptero eles sempre pilotam com luvas :wink:

O que acham?

Cumptos
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabecinhas em Novembro 02, 2010, 03:37:50 pm
Paneleirices  :mrgreen:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Novembro 02, 2010, 03:41:30 pm
Citação de: "Hammerhead"
:wink:

Cá também há luvas, mas se calhar só as calçam quando tem frio às mãos :lol: .
Título: Re: EH-101
Enviado por: sergio21699 em Novembro 02, 2010, 06:40:14 pm
Espectáculo!!  :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Hammerhead em Novembro 02, 2010, 08:37:01 pm
Citação de: "Cabecinhas"
Paneleirices :mrgreen:  mas nao gosto disso IoI, sou muito, mas mesmo muito ETEROOOOO :twisted:  

(http://www.objet-publicitaire-ecologique.com/wp-content/uploads/2009/12/gants-laine.jpeg)

Cumptos
Título: Re: EH-101
Enviado por: Ricardo Nunes em Novembro 12, 2010, 08:49:56 pm
Notícia sobre o prémio "Ancla de Plata" no Público

Citar
Força Aérea
Tripulação de helicóptero agraciada em Espanha por salvamento de cinco tripulantes de uma embarcação
12.11.2010 - 19:37 Por Lusa
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 A tripulação de um helicóptero da Força Aérea Portuguesa que em Março resgatou, em circunstâncias meteorológicas adversas, cinco tripulantes de uma embarcação quando se afundava ao largo de Santiago de Compostela foi agraciada em Espanha.

De acordo com informação da Força Aérea, uma tripulação do helicóptero EH-101 MERLIN, pertencente à Esquadra 751, sediada na Base Aérea do Montijo, foi agraciada na quinta-feira com o prémio “Ancla de Plata 2010”, em Barcelona.

O prémio atribuído pela Rádio Nacional de Espanha e pela Direcção-Geral da Marinha Mercante e Sociedade de Salvamento e Segurança Marítima espanhola, homenageia organizações, associações ou indivíduos que mais se destacaram, durante o ano, no salvamento de vidas no mar e na luta contra a poluição marítima.

“A tripulação do helicóptero da Força Aérea Portuguesa recebeu este prémio como reconhecimento do valor e experiência profissional demonstrada no dia 30 de Março, quando resgataram cinco tripulantes, em condições meteorológicas adversas, da embarcação “KEA” que se afundava nas águas do Oceano Atlântico, a cerca de 350 quilómetros de Santiago de Compostela”, refere em comunicado.

Para receber a “Ancla de Plata 2010” estiveram presentes, na cerimónia, que decorreu no “Salão Náutico Internacional de Barcelona”, o piloto comandante, capitão João Correia, o co-piloto, tenente Ricardo Nunes, o operador de cabine, primeiro-sargento José Beça e o técnico de saúde, Capitão José Dias.

(http://img.photobucket.com/albums/v248/EskiloKanibal/Ancladeplata.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: pchunter em Novembro 12, 2010, 10:53:51 pm
Bem haja esta nobre GENTE. :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: nelson38899 em Novembro 12, 2010, 11:41:49 pm
Apoiado
Título: Re: EH-101
Enviado por: Crypter em Dezembro 16, 2010, 11:06:30 am
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 16, 2010, 04:27:10 pm
O video está excelente, agora que alguém explique-me porque é que uns têm tanto e outros tão pouco...desgraçados a divertirem-se e eu nada... :oops:  :lol:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Dezembro 16, 2010, 06:29:17 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
O video está excelente, agora que alguém explique-me porque é que uns têm tanto e outros tão pouco...desgraçados a divertirem-se e eu nada... :oops:  :lol:

Esse video já foi de vela.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Get_It em Dezembro 17, 2010, 03:29:36 am
Oi? Alguém lá de cima não gostou ou achou demasiado sensível para estar publicado?
Acho que este já não é o primeiro vídeo a ser removido.

Cumprimentos,
Título: Re: EH-101
Enviado por: Ricardo Nunes em Janeiro 03, 2011, 11:52:57 am
Evolução em voo de formação EH-101 Merlin.

 :arrow: http://www.youtube.com/watch?v=OGjk6GYm3Tc (http://www.youtube.com/watch?v=OGjk6GYm3Tc)

Cumprimentos,
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 04, 2011, 12:20:33 pm
Citação de: "Ricardo Nunes"
Evolução em voo de formação EH-101 Merlin.

 :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Crypter em Janeiro 04, 2011, 07:37:19 pm
Citação de: "Get_It"
Oi? Alguém lá de cima não gostou ou achou demasiado sensível para estar publicado?
Acho que este já não é o primeiro vídeo a ser removido.

Cumprimentos,

Perguntei o pq da remoção do video no canal deles no youtube e a resposta que tive foi a remoção do meu comentário!  :lol:

Ou então esconderam-no que eu não o encontro!!! :lol.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Get_It em Janeiro 05, 2011, 12:50:51 am
Enfim, coisas internas lá da FAP e que olhando a ser sobre o treino da UPF ainda se percebe o motivo. Já perdemos um excelente blog que também era sobre as operações SAR e o EH-101; esperemos que não nos tirem também todos estes vídeos.

Cumprimentos,
Título: Re: EH-101
Enviado por: Ricardo Nunes em Janeiro 05, 2011, 07:19:40 am
A Esquadra 751 salvou ontem, dia 04 de Janeiro, a sua 2500ª vida. Um marco importantíssimo na história da esquadra 751 que desde 1978 voa "Para que outros vivam"!

A missão consistiu no resgate de um praticante de bodyboard que se encontrava desaparecido junto à praia da fonte da telha. Assim que foi dado o alerta, um EH-101 Merlin, que se encontrava em missão de treino junto à Lagoa de Albufeira, seguiu para o local tendo recolhido a vítima.
Título: Re: EH-101
Enviado por: nelson38899 em Janeiro 05, 2011, 08:02:29 pm
Citação de: "Ricardo Nunes"
A Esquadra 751 salvou ontem, dia 04 de Janeiro, a sua 2500ª vida. Um marco importantíssimo na história da esquadra 751 que desde 1978 voa "Para que outros vivam"!

A missão consistiu no resgate de um praticante de bodyboard que se encontrava desaparecido junto à praia da fonte da telha. Assim que foi dado o alerta, um EH-101 Merlin, que se encontrava em missão de treino junto à Lagoa de Albufeira, seguiu para o local tendo recolhido a vítima.

Parabéns pelo excelente trabalho
Título: Re: EH-101
Enviado por: Desertas em Janeiro 05, 2011, 08:19:24 pm
Parabéns !
Que o futuro da esquadra 751 seja com tantos sucessos como o seu passado.

Um Abraço
Título: Re: EH-101
Enviado por: Ricardo Nunes em Março 22, 2011, 12:40:03 pm
A esquadra 751 já tem página oficial online: www.emfa.pt/esquadra751 (http://www.emfa.pt/esquadra751)

É igualmente possível visitar também um infográfico com as missões de 2010 em http://www.emfa.pt/www/conteudos/destaq ... sq751.html (http://www.emfa.pt/www/conteudos/destaques/InfograficoEsq751.html)

Para que outros vivam!
Título: Re: EH-101
Enviado por: Desertas em Abril 09, 2011, 11:44:47 pm
Vi num blogue a informação que os Puma da esq. 752 efectuaram a sua última missão no dia 5 deste mês , sendo substituídos pelos EH-101.
Alguem podia confirmar este facto ?

Citar
Good bye Pumas...
Today, at 10am, the Pumas from Sqn.752 terminated their last mission that it's now fully delivered to the hand of the EH-101 and its crews....

It's been many years of duty with the Portugal Air Force.
Since 1969 it has seen both war and peace, both death and rescue of lifes and a big part of the more than 2500 lifes saved by PoAF were done by the Puma and its crews...

Stored, after the arrival of the EH-101, the events gave a second oportunity to the Pumas to keep on the job for a few more years....

It looks like now it's the end but....you never know...
A big thumbs up for the crews (both land and air) that kept this one flying over the years, sometimes with a big sacrifice and love to the mission...

The best moment for me, regarding this helicopter?
One day was getting back home, the saw it "jumping" over the hill after a take-off from local Army base, and it came (very) low level down the hill, passing right over me, on the road into the sea ....AMAZING!!!

The other one was the oportunity I had to go inside the Army base for some pics, while it was there loadin

(http://i691.photobucket.com/albums/vv279/mad20001/Puma_19505_RG3_4Jan2005aBlog.jpg)

Um Abraço
Título: Re: EH-101
Enviado por: Desertas em Maio 07, 2011, 05:52:33 pm
Algumas fotos do interior do cockpit dum EH-101 da FAP em trânsito entre a Madeira e Porto Santo.

(http://2.bp.blogspot.com/_YzXtx_GM6pI/TLck1lVxfUI/AAAAAAAABAk/SqcUfi2ET2Q/s1600/19605_LPMA_30Jun2010bBlog.jpg)

(http://3.bp.blogspot.com/_YzXtx_GM6pI/TLck38uG1JI/AAAAAAAABAo/63HXTqpyYkc/s1600/19605_LPMA_30Jun2010dBlog.jpg)

(http://1.bp.blogspot.com/_YzXtx_GM6pI/TLck5TSaVgI/AAAAAAAABAs/2uob1RG9A90/s1600/19605_LPMA_30Jun2010eBlog.jpg)

Reparem no horizonte artificial na última foto


Um Abraço
Título: Re: EH-101
Enviado por: nelson38899 em Julho 14, 2011, 11:36:06 am
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 14, 2011, 12:32:01 pm
Excelente. :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: JoãoPedroSilva em Julho 14, 2011, 01:04:47 pm
Uma dúvida, os Casa Aviocar não seriam supostamente todos retirados após a entrada em serviço do C-295 ?
Cumprimentos
Título: Re: EH-101
Enviado por: nelson38899 em Julho 14, 2011, 01:33:06 pm
Citação de: "JoãoPedroSilva"
Uma dúvida, os Casa Aviocar não seriam supostamente todos retirados após a entrada em serviço do C-295 ?
Cumprimentos

Pelo que se fala sim.
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Julho 14, 2011, 01:46:31 pm
Já o tinha colocado aqui: viewtopic.php?f=27&t=8146&start=15#p213891 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=27&t=8146&start=15#p213891)

Ó Martelo põe esse vídeo lá nos fóruns zucas onde costumas andar para eles verem o que é bom!!  :twisted:
Título: Re: EH-101
Enviado por: militar03 em Julho 14, 2011, 01:54:40 pm
e agora com os vimar c-295 pensam que os ainda voam sejam os 300 que são os mais novinhos, salvo erro de 95
Título: Re: EH-101
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 03, 2011, 03:04:38 pm
Citar
Esquadra 751, a unidade que Caxinas nunca irá esquecer Por Miguel Mendes

Dia como todos os outros na Base Aérea N.º 6, no Montijo. Localizada na margem esquerda do Rio Tejo, as origens desta unidade datam de 1953, com a criação do Centro de Aviação Naval ‘Sacadura Cabral’. Do comando de operações, esta sexta-feira, saiu uma nova missão para os militares. Uma operação normal, de rotina até, com a saída de mais um helicóptero EH-101 Merlin, aeronave que tem como objectivo o transporte, busca e salvamento, vigilância e reconhecimento do espaço nacional.

Na nave viajavam quatro militares: o piloto comandante, tenente Amaral, um co-piloto, um operador de guincho e um recuperador de salvamento. A missão da Esquadra 751 era clara: uma acção de fiscalização de pescas na costa portuguesa. Partiram bem cedo do Montijo em direcção a Norte, sempre pela costa portuguesa. Durante o voo receberam uma comunicação adicional: o alerta para a possível detecção da embarcação de pesca ‘Virgem do Sameiro’, composta por seis pescadores, que estavam desaparecidos desde a passada terça-feira.

A comunicação foi recebida, mas o tempo, esse, era curto. As esperanças de encontrar com vida os seis tripulantes oriundo das Caxinas eram poucas. Mas nada é dado como perdido na vida militar. A Esquadra 751 é a fiel depositária das tradições de busca e salvamento na Força Aérea Portuguesa, contando já com mais de 2500 vidas salvas na sua história. Mas os números aumentaram na manhã de ontem. Eram 11.03 horas quando foi avistado uma balsa salva-vidas, a cerca de 30 km a Noroeste da Figueira da Foz. Reacendeu-se a luz de esperança e ali estava o que todos procuravam.

Procedeu-se de imediato à operação de resgate, dez minutos depois, vindo a confirmar-se no decorrer da mesma que no interior da balsa se encontravam os seis pescadores, com vida. Um a um foram retirados para o interior do helicóptero onde receberam os primeiros cuidados devido a sinais de hipotermia.

Viveram-se momentos de ansiedade. Ao longo de mais de 30 anos de história, a Esquadra 751 já executou mais de 40 mil horas de voo (10 mil das quais com a aeronave EH-101 Merlin), mas estas foram horas de felicidade que ficarão para sempre gravadas na memória dos militares que intervieram na operação.

Assim que foram avistados e resgatados os tripulantes, o piloto comandante comunicou com a Base Aérea mais próxima: a unidade n.º 5, de Monte Real, onde, à chegada, já estavam preparadas equipas médicas do INEM para transportar os seis pescadores até ao Hospital de Leiria. Refira-se que a acompanhar toda a missão esteve a aeronave C-295M, operada pela Esquadra 502, que desde o dia 1 de Dezembro foi empenhada na missão de busca e salvamento à embarcação Virgem do Sameiro e que perfez no total 09.25 horas de voo.

Sentimento de dever cumprido, não só para os quatro militares da operação, como para os 100 que compõe a Esquadra 751 e que trabalham para que a mesma tenha, 24 horas por dia, tripulações de alerta permanente na Base Aérea do Montijo, nº6, uma tripulação e respectiva aeronave na Base do Porto Santo e, pelo menos, uma tripulação e um helicóptero na Base Aérea das Lajes, Ilha Terceira, Açores.

Acima de todo o trabalho, da dedicação das forças empenhadas no sucesso de mais uma missão, a Esquadra 751 cumpriu com o seu lema ‘Para que os outros vivam’. A história, com final feliz, deixa todos orgulhosos, em especial as famílias dos pescadores, as quais, depois dos dias de angústia por que passaram, certamente nunca irão esquecer o milagre dos sobreviventes de Caxinas. 22:38 - 02-12-2011
http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=301968
Título: Re: EH-101
Enviado por: Instrutor em Dezembro 07, 2011, 04:24:02 pm
À Esq. 751 :Soldado2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Janeiro 16, 2012, 01:18:38 am
Um video que ainda não tinha visto do EH101, na prática é uma montagem de várias filmagens do Real Thaw do ano passado.

http://www.emfa.pt/www/po/esq751/mostra ... ideo24.flv (http://www.emfa.pt/www/po/esq751/mostraVideo.php?codigo=011.002.024&lang=PT&file=video24.flv)
Título: Re: EH-101
Enviado por: miguelbud em Janeiro 16, 2012, 12:36:27 pm
O primeiro programa da TVI24 sobre a aviacao, teve uma parte dedicada á esquadra 751 e ao Merlin.

Podem ver a no link abaixo a partir do minuto 13:33.

http://www.tvi24.iol.pt/videos/pesquisa ... 13556204/1 (http://www.tvi24.iol.pt/videos/pesquisa/take-off/video/13556204/1)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Ricardo Nunes em Janeiro 23, 2012, 06:11:28 pm
Reportagem alargada TVI sobre a Esquadra 751:

 :arrow:
Para quem deseja seguir no facebook: http://www.facebook.com/esquadra751 (http://www.facebook.com/esquadra751)
E no youtube: http://www.youtube.com/esquadra751 (http://www.youtube.com/esquadra751)

Cumprimentos,
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Março 23, 2012, 06:55:23 pm
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Julho 20, 2012, 10:51:14 am
(http://i546.photobucket.com/albums/hh435/acado/Hot%20Blades%202012/IMG_1218-2.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: nelson38899 em Agosto 09, 2012, 10:26:25 am
Citar
Tribunal de Contas detecta facturação duplicada nas contas de novos helicópteros

Auditoria analisou aquisição, gestão e manutenção dos 12 helicópteros EH 101 que sucederam aos Puma. Mecanismo de locação criticado pelo tribunal por ter resultado no aumento de custos para o Estado.

Foi criada uma "complexa arquitectura institucional e contratual" que, além de ter resultado em problemas de operacionalidade nos helicópteros, implicou o aumento de custos que o Estado teve de pagar por 10 dos 12 helicópteros adquiridos para substituir os Puma. Estas são algumas das conclusões que o Tribunal de Contas (TC) retira na auditoria feita ao processo de aquisição e manutenção da frota dos EH 101.

mais aqui:

http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/tribunal-de-contas-detecta-facturacao-duplicada-na-manutencao-dos-eh-101-1558350?p=1
Título: Re: EH-101
Enviado por: P44 em Agosto 10, 2012, 06:51:52 pm
com que então se tivessem comprado os helis a pronto tinham poupado 100 M€?????

grandes negociatas!!!!!!  :N-icon-Axe:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Agosto 10, 2012, 07:42:15 pm
Citação de: "P44"
com que então se tivessem comprado os helis a pronto tinham poupado 100 M€?????

grandes negociatas!!!!!!  :N-icon-Axe:

Já parece a história dos submarinos, acho triste é depois serem os militares que usam estes aparelhos a ficarem com má fama por causa de quem faz estes negócios, é empresas de leasing, é empresas de manutenção, gestores para aqui, administradores para ali, é moderno, fica bem...
Título: Re: EH-101
Enviado por: nelson38899 em Agosto 24, 2012, 01:18:18 pm
Citar
A Antena 1 entrevistou o Tenente Ricardo Nunes, piloto da esquadra 751, do Montijo.

 Pode ouvir a entrevista em http://www.emfa.pt/www/galeria (http://www.emfa.pt/www/galeria)

(http://www.facebook.com/photo.php?fbid=4399324912140&set=a.1748331198954.2099596.1559065736&type=1&relevant_count=1&ref=nf)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 24, 2012, 02:40:06 pm
Andamos muito mal acompanhados... c34x  :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: mad20001 em Setembro 29, 2012, 01:20:05 pm
19602 na Madeira, na passada quinta-feira...

Mais fotos em:
http://planesandstuff.blogspot.pt/2012/09/merlin.html (http://planesandstuff.blogspot.pt/2012/09/merlin.html)

(http://2.bp.blogspot.com/-3q8H4Q1wZ9I/UGV0izLmX3I/AAAAAAAADV0/iJ0qFEgrxUM/s1600/Merlin1.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: cmc em Setembro 30, 2012, 04:52:27 am
Citação de: "P44"
com que então se tivessem comprado os helis a pronto tinham poupado 100 M€?????

grandes negociatas!!!!!!  :N-icon-Axe:

Não estou a ver como pode ser difícil entender porquê... a não ser por quem não tenha nunca comprado absolutamente nada (a prestações ou a pronto)...
Título: Re: EH-101
Enviado por: nelson38899 em Outubro 19, 2012, 09:09:37 am
Citar
O filho do actual director-geral de Armamento e Infra-estruturas de Defesa tem participado na montagem da proposta que a Agusta Westland (AWIL) deverá apresentar ao Governo nos próximos meses, no âmbito do contrato de manutenção dos helicópteros EH-101, ao serviço da Força Aérea. A decisão deste contrato depende da Direcção-Geral liderada pelo pai.

Hugo Chambel, engenheiro industrial e consultor na área da aviação, é filho de Manuel Chambel, o major-general do Exército com funções na Direcção-Geral de Armamento (DGAIED) desde o tempo do Governo de Sócrates, na altura como subdirector-geral.

Desde o ano passado que o militar lidera o departamento do Governo cuja função fundamental é a análise e decisão final das compras de equipamento e serviços de defesa.

Segundo o ministério da Defesa, a revisão do contrato de manutenção dos EH-101 é a única operação que a DGAIED tem mandato para decidir no próximo ano.

Manuel Chambel participou na negociação do anterior contrato de manutenção com a AWIL. E agora, o seu filho Hugo Chambel, está a colaborar com a empresa na preparação do novo contrato a apresentar ao Estado português. Que terá depois de ser decidido pelo pai enquanto director-geral de Armamento e Infra-estruturas de Defesa.

De acordo com uma auditoria feita pelo Tribunal de Contas, o anterior contrato, ainda em vigor, totaliza o pagamento à AWIL um valor próximo dos 45 milhões de euros ao longo dos cinco anos de vigência.

publico.pt
Título: Re: EH-101
Enviado por: mad20001 em Novembro 26, 2012, 10:06:47 am
A Esquadra 751 efectuou ontem o milésimo salvamento com o EH-101:

http://planesandstuff.blogspot.pt/2012/ ... alvas.html (http://planesandstuff.blogspot.pt/2012/11/eh-101-1000-vidas-salvas.html)

(http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/0/3/4/1022430.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Novembro 26, 2012, 12:10:03 pm
(http://sphotos-a.xx.fbcdn.net/hphotos-ash3/s480x480/76395_492745740759133_2049335193_n.jpg)

Parabens,  :G-beer2: .
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Janeiro 03, 2013, 07:37:10 pm
(https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/13577_509463035754070_474003454_n.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Março 31, 2013, 12:53:00 am
Filme do 35º Aniversário da Esquadra 751, teve a particularidade de ter sido transmitido no Estádio da Luz antes do jogo Benfica - Rio Ave.

Título: Re: EH-101
Enviado por: Ricardo Nunes em Abril 11, 2013, 09:55:19 am
Citar
A Portuguese AW101 helicopter has set a new record. It saved a man at a distance of 360 nautical mil, which is 670 km.

In February this year capsized the Portuguese sailor Javier Sanso when he participated in the Vendee Globe solo race. This happened about the middle of the Atlantic Ocean and at night. A Portuguese rescue helicopter was sent to search for the sailor. It had to fly 360 nautical mil before it arrived and when it did Sanso in the sea, it was last minute. He had fired his latest distress rockets and waved a hand held torch, which was his last chance to be discovered by the rescue helicopter. The helicopter was also close by had to turn around due to a falling stock of fuel.

However, he was rescued. When he was hoisted out of the water, he had early symptoms of hyperthermia, but no critical injuries.He was then flown to a hospital in the Azores.

This is the longest cruise to the Portuguese rescue squadron had ever flown to rescue someone in the water. It once had earlier flown 380 nautical mil, but then to save someone on board a vessel. The commander of the rescue squadron praised for this mission AW101 helicopter, which portugisernne adopted a few years ago. He said that this rescue operation had only been possible with such a helicopter, with their long range and its search capability in the dark.

Then started on his mission, had helicopter with 5000 kg of fuel and all unnecessary equipment was removed to reduce aircraft weight. And it turned out to hold. With this lifeline, the Portuguese squadron saved 1039 lives since it began using AW101.

http://helihub.com/2013/04/10/portugues ... ce-record/ (http://helihub.com/2013/04/10/portuguese-aw101-sets-new-sar-distance-record/)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 11, 2013, 12:44:21 pm
Citando um instrutor de uma outra tropa:

Ah pois, isto não é para todos!  :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabecinhas em Abril 12, 2013, 03:24:09 am
"Se fosse fácil, estariam cá outros!"  c34x
Título: Re: EH-101
Enviado por: Menacho em Abril 12, 2013, 09:46:05 pm
Citação de: "Ricardo Nunes"
Citar
A Portuguese AW101 helicopter has set a new record. It saved a man at a distance of 360 nautical mil, which is 670 km.

In February this year capsized the Portuguese sailor Javier Sanso when he participated in the Vendee Globe solo race. This happened about the middle of the Atlantic Ocean and at night. A Portuguese rescue helicopter was sent to search for the sailor. It had to fly 360 nautical mil before it arrived and when it did Sanso in the sea, it was last minute. He had fired his latest distress rockets and waved a hand held torch, which was his last chance to be discovered by the rescue helicopter. The helicopter was also close by had to turn around due to a falling stock of fuel.

However, he was rescued. When he was hoisted out of the water, he had early symptoms of hyperthermia, but no critical injuries.He was then flown to a hospital in the Azores.

This is the longest cruise to the Portuguese rescue squadron had ever flown to rescue someone in the water. It once had earlier flown 380 nautical mil, but then to save someone on board a vessel. The commander of the rescue squadron praised for this mission AW101 helicopter, which portugisernne adopted a few years ago. He said that this rescue operation had only been possible with such a helicopter, with their long range and its search capability in the dark.

Then started on his mission, had helicopter with 5000 kg of fuel and all unnecessary equipment was removed to reduce aircraft weight. And it turned out to hold. With this lifeline, the Portuguese squadron saved 1039 lives since it began using AW101.

http://helihub.com/2013/04/10/portugues ... ce-record/ (http://helihub.com/2013/04/10/portuguese-aw101-sets-new-sar-distance-record/)

¿Record portugues o del EH-101?....... :conf:

http://www.diariodeavisos.com/sar-reali ... te-hierro/ (http://www.diariodeavisos.com/sar-realiza-record-mundial-con-rescate-del-bote-hierro/)

Son 730 millas..
Título: Re: EH-101
Enviado por: Bravo Two Zero em Abril 12, 2013, 10:44:11 pm
Citação de: "Menacho"
Citação de: "Ricardo Nunes"
Citar
A Portuguese AW101 helicopter has set a new record. It saved a man at a distance of 360 nautical mil, which is 670 km.

In February this year capsized the Portuguese sailor Javier Sanso when he participated in the Vendee Globe solo race. This happened about the middle of the Atlantic Ocean and at night. A Portuguese rescue helicopter was sent to search for the sailor. It had to fly 360 nautical mil before it arrived and when it did Sanso in the sea, it was last minute. He had fired his latest distress rockets and waved a hand held torch, which was his last chance to be discovered by the rescue helicopter. The helicopter was also close by had to turn around due to a falling stock of fuel.

However, he was rescued. When he was hoisted out of the water, he had early symptoms of hyperthermia, but no critical injuries.He was then flown to a hospital in the Azores.

This is the longest cruise to the Portuguese rescue squadron had ever flown to rescue someone in the water. It once had earlier flown 380 nautical mil, but then to save someone on board a vessel. The commander of the rescue squadron praised for this mission AW101 helicopter, which portugisernne adopted a few years ago. He said that this rescue operation had only been possible with such a helicopter, with their long range and its search capability in the dark.

Then started on his mission, had helicopter with 5000 kg of fuel and all unnecessary equipment was removed to reduce aircraft weight. And it turned out to hold. With this lifeline, the Portuguese squadron saved 1039 lives since it began using AW101.

http://helihub.com/2013/04/10/portugues ... ce-record/ (http://helihub.com/2013/04/10/portuguese-aw101-sets-new-sar-distance-record/)

¿Record portugues o del EH-101?....... :conf:

http://www.diariodeavisos.com/sar-reali ... te-hierro/ (http://www.diariodeavisos.com/sar-realiza-record-mundial-con-rescate-del-bote-hierro/)

Son 730 millas..

Menacho, atente nesta frase :
"This is the longest cruise to the Portuguese rescue squadron had ever flown to rescue someone in the water."

É um recorde de distância para a Esquadra 751
Título: Re: EH-101
Enviado por: Menacho em Abril 13, 2013, 08:09:40 am
OK..... :G-beer2:

Obrigado
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Abril 15, 2013, 06:28:44 pm
Revista Mais Alto com um artigo sobre a Esquadra 751.
http://www.emfa.pt/www/po/maisalto/cont ... /a_483.pdf (http://www.emfa.pt/www/po/maisalto/conteudos/galeria/revista402/a_483.pdf)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Ricardo Nunes em Abril 16, 2013, 10:02:08 am
E que tal um Merlin "especial"? ;)

(https://fbcdn-sphotos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/551284_558310927535947_813094694_n.jpg)

Citar
De modo a comemorar os 35 anos de existência da Esquadra 751, fundada em 1978, foi efectuada na aeronave 19604 uma pintura comemorativa relativa a esse marco e às 15.000 horas de voo realizadas com a aeronave EH-101 "Merlin". De realçar que a pintura, da autoria do civil Miguel Garrana Amaral, não representou qualquer custo adicional para a Força Aérea Portuguesa.

35 anos "Para que outros vivam"!
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Abril 16, 2013, 01:29:58 pm
Citação de: "Ricardo Nunes"
E que tal um Merlin "especial"? ;)

(https://fbcdn-sphotos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/551284_558310927535947_813094694_n.jpg)

Citar
De modo a comemorar os 35 anos de existência da Esquadra 751, fundada em 1978, foi efectuada na aeronave 19604 uma pintura comemorativa relativa a esse marco e às 15.000 horas de voo realizadas com a aeronave EH-101 "Merlin". De realçar que a pintura, da autoria do civil Miguel Garrana Amaral, não representou qualquer custo adicional para a Força Aérea Portuguesa.

35 anos "Para que outros vivam"!

Por momentos ainda pensei que a forca aerea tivesse dado um presente de jeito à esquadra e q tivessem equipado um eh101 especial com duas BMG50 e uma Mg3 mas afinal é só uma pintura catita.
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Abril 16, 2013, 01:36:13 pm
(https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSfgv5uVzNcrAJAN2ANHRm7T1QhBXHRSlC30vIH2Q2Bytfg6cZb)
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Abril 16, 2013, 06:04:08 pm
Citação de: "HSMW"
(https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSfgv5uVzNcrAJAN2ANHRm7T1QhBXHRSlC30vIH2Q2Bytfg6cZb)

Nao sei onde é q o sr vai buscar essas coisas mas tambem nao precisa de ser mau. O sr que fez a pintura ate tem bastante jeito.
Nao precisa estar a dizer que esta uma porcaria...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Abril 29, 2013, 11:57:38 pm
Reportagem da SIC sobre o 35º aniversário da esquadra 751.

Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 27, 2013, 01:22:20 am
Citar
O realizador austríaco Paul Wegschaider passou uma semana com a Esquadra 751 durante o final do mês de Abril, pelos seus 35 anos.
O resultado final é esta excelente produção.  "RAYS OF HOPE"

http://vimeo.com/67010576#at=12 (http://vimeo.com/67010576#at=12)
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 27, 2013, 09:51:44 am
Citação de: "Lightning"
Citar
O realizador austríaco Paul Wegschaider passou uma semana com a Esquadra 751 durante o final do mês de Abril, pelos seus 35 anos.
O resultado final é esta excelente produção.  "RAYS OF HOPE"

http://vimeo.com/67010576#at=12 (http://vimeo.com/67010576#at=12)

Pensava era uma filmagem sobre uma unidade militar mas se calhar afinal é só uma unidade da protecção civil...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 27, 2013, 04:24:10 pm
Citação de: "ACADO"
Pensava era uma filmagem sobre uma unidade militar mas se calhar afinal é só uma unidade da protecção civil...

Não é da Protecção Civil, é da Força Aérea Portuguesa e o trabalho deles é Busca e Salvamento, tudo o resto que eles fazem é ocupação de tempo livres :mrgreen: .
Título: Re: EH-101
Enviado por: Bravo Two Zero em Maio 27, 2013, 04:41:32 pm
Citação de: "ACADO"
Citação de: "Lightning"
Citar
O realizador austríaco Paul Wegschaider passou uma semana com a Esquadra 751 durante o final do mês de Abril, pelos seus 35 anos.
O resultado final é esta excelente produção.  "RAYS OF HOPE"

http://vimeo.com/67010576#at=12 (http://vimeo.com/67010576#at=12)

Pensava era uma filmagem sobre uma unidade militar mas se calhar afinal é só uma unidade da protecção civil...

Olá Byan Ferreira

Não resistiu a "meter a foice em seara alheia" e vem brindar-nos com mais uma pérola ?

Ou estava à espera de algo mais no género "Apocalypse Now" ou "Black Hawk Down" ? Com tiros e explosões à mistura e talvez um coronel surfista ?

Se a missão da Esquadra 751 é "executar operações de apoio tático e de busca e salvamento", sendo esta valência do SAR que apresenta maior visibilidade, acho que a produção não defraudou ninguém.
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 27, 2013, 08:18:54 pm
Citação de: "Bravo Two Zero"
Citação de: "ACADO"
Citação de: "Lightning"
Citar
O realizador austríaco Paul Wegschaider passou uma semana com a Esquadra 751 durante o final do mês de Abril, pelos seus 35 anos.
O resultado final é esta excelente produção.  "RAYS OF HOPE"

http://vimeo.com/67010576#at=12 (http://vimeo.com/67010576#at=12)

Pensava era uma filmagem sobre uma unidade militar mas se calhar afinal é só uma unidade da protecção civil...

Olá Byan Ferreira

Não resistiu a "meter a foice em seara alheia" e vem brindar-nos com mais uma pérola ?

Ou estava à espera de algo mais no género "Apocalypse Now" ou "Black Hawk Down" ? Com tiros e explosões à mistura e talvez um coronel surfista ?

Se a missão da Esquadra 751 é "executar operações de apoio tático e de busca e salvamento", sendo esta valência do SAR que apresenta maior visibilidade, acho que a produção não defraudou ninguém.

Meu caro, o Sr. Bryan Ferreira é realmente o presidente eleito da Associação de Colecionadores e Atiradores do Oeste, no entanto eu não falo em nome dele, falo em nome desta Associação.
E que eu saiba ainda pagamos o ordenado à rapaziada da Força Aérea portanto temos o direito de dar a nossa opinião.
Mas parece que toquei na ferida certa para se sentir tão afectado.

E sim estava à espera de algo militar e não do que foi retratado. Os meios militares são para ser usados para a guerra ou para treinar para ela.
Para mim search and rescue não é salvar pescadores no oceano. Isso é um salvamento que pode ser feito por um helicoptero dos bombeiros, do inem ou da protecção civil.  

Este País esqueceu-se que os militares têm é de treinar para a Guerra! Este País esqueceu-se que a guerra é feia e morre gente! Este País esqueceu-se que para se ir para a guerra é preciso treinar muito e bem para o combate!!
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 27, 2013, 08:53:33 pm
Citação de: "ACADO"
Os meios militares são para ser usados para a guerra ou para treinar para ela.

Os meios militares são para serem usados ao serviço do pais.

Citar
Para mim search and rescue não é salvar pescadores no oceano. Isso é um salvamento que pode ser feito por um helicoptero dos bombeiros, do inem ou da protecção civil.

Antes de dizer uma baboseira dessas devia primeiro ver os helicópteros e as capacidade de poderem operar no nossa zona de busca e salvamento, dos bombeiros, inem e protecção civil.

Citar
Este País esqueceu-se que os militares têm é de treinar para a Guerra! Este País esqueceu-se que a guerra é feia e morre gente! Este País esqueceu-se que para se ir para a guerra é preciso treinar muito e bem para o combate!!

O caro ACADO se quer ver o EH101 a fazer "treinos" de transporte aéreo táctico, assalto áereo, infiltração/exfiltração de Operações Especiais, etc, etc, etc, todas essas coisas que adora, dou-lhe a boa noticia que já não falta muito para o exercício Hot Blade, onde vai ter os seus 15 dias de êxtase, mas depois devemos voltar a muitos meses seguidos de aborrecidas missões reais de busca e salvamento no atlântico, até ao próximo exercício do tipo se repetir.

Mas digo só mais uma coisa, devemo-nos dar por felizes por ter o EH101 (que tem a missão primária de Busca e Salvamento) poder participar nestes exercícios tipo Hot Blade, Real Thaw, etc, com as Forças do Exército e Marinha, porque se o EH101 (ou o helicóptero que fosse para SAR) fosse da Protecção Civil, o governo de certeza que não comprava EH101 (ou outro assim grande) para a Força Aérea treinar guerras, andava tudo só de Alouette.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Ricardo Nunes em Maio 27, 2013, 09:14:33 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "ACADO"
Os meios militares são para ser usados para a guerra ou para treinar para ela.

Os meios militares são para serem usados ao serviço do pais.


Lightning, com esta frase conseguiu resumir tudo. Well done old chap.  :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 27, 2013, 09:40:43 pm
Citação de: "Ricardo Nunes"
Lightning, com esta frase conseguiu resumir tudo. Well done old chap.  :G-beer2: , e aproveito para elogiar o muito bom vídeo que foi produzido.

E se o realizador austríaco esteve cá um espaço de tempo relativamente curto, não pode apanhar todo o tipo de treinos que a esquadra faz, percebo que no dia-a-dia de treinos da esquadra, não devem praticar transporte aéreo táctico, e aquelas coisas mais "militares" que o ACADO gostava de ver, treinam mais é busca e salvamento, eu além disso acho que está demasiado bom :mrgreen: , isto é, está sempre bom tempo, bom mar, não se vê turbulência, ou missões nocturnas, isto é, desafios, parece que estamos no mediterrâneo ou nas ilhas paradisíacas do Pacifico, está muito bonito visualmente sim senhor, mas penso que não vos faz justiça ao esforço e condições difíceis que devem enfrentar no duro atlântico.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Get_It em Maio 27, 2013, 10:10:06 pm
Citação de: "ACADO"
Pensava era uma filmagem sobre uma unidade militar mas se calhar afinal é só uma unidade da protecção civil...
Infelizmente neste país senão fosse também estas missões de interesse público provavelmente não haveria helicópteros EH-101 para ninguém. Vamos a ver se no futuro os ventos que vêem do Reino Unido não vão inspirar os nossos corru--- políticos a vender os EH-101 e a privatizar a busca e salvamento ao estilo do que já é feito lá. Afinal de contas, seria muito mais fácil roubar dinheiro através de contratos de privatização do que ao orçamento das forças armadas.

Cumprimentos,
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 27, 2013, 11:25:42 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "ACADO"
Os meios militares são para ser usados para a guerra ou para treinar para ela.

Os meios militares são para serem usados ao serviço do pais.

Temos visões muito diferentes das funções militares.
Os meios militares e os militares nao sao para estar ao serviço do Pais, sao para defender um pais dos seus inimigos...

Nunca um homem que a sua função é matar ou arranjar maneira de matar um inimigo devera ser pensado como um bem que pode ser usado ao serviço de um país!! É por essas e por outras q as pessoas acham q os militares deviam limpar matas e outras parvoíces dessas...

Quanto aos outros exercícios realmente de funcoes militates que são efectuados pelos nossos helis tenho vindo a saber q este ultimo ano tem havido uma grande evolução, especialmente os eh101. E estão de parabens por isso. Esperemos q continuem e que abram um pouco mais ainda os horizontes para novos conhecimentos, tecnicas e tácticas...
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Maio 27, 2013, 11:29:39 pm
Citação de: "Get_It"
Citação de: "ACADO"
Pensava era uma filmagem sobre uma unidade militar mas se calhar afinal é só uma unidade da protecção civil...
Infelizmente neste país senão fosse também estas missões de interesse público provavelmente não haveria helicópteros EH-101 para ninguém. Vamos a ver se no futuro os ventos que vêem do Reino Unido não vão inspirar os nossos corru--- políticos a vender os EH-101 e a privatizar a busca e salvamento ao estilo do que já é feito lá. Afinal de contas, seria muito mais fácil roubar dinheiro através de contratos de privatização do que ao orçamento das forças armadas.

Cumprimentos,

Ora ai está uma grande verdade.

Era bom que Portugal fosse como a Itália, em que o Ministério do Interior financia totalmente um LPD da classe San Giorgio, que apesar de ser operado pela Marinha Italiana, é da Protecção Civil Italiana (a qual concluiu que é o pessoal militar que está melhor qualificado para realizar um conjunto de missões de utilidade publica e humanitárias).

http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/NAV.aspx?nn=230

http://www.military-today.com/navy/san_giorgio_class.htm

Citar
San Marco was funded by the Italian Ministry of Civil Protection and, although run by the Italian navy, is specially fitted for disaster relief operations.

(http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/IM_mar/SanGiorgio_001.jpg)

Por cá é de Kamov (e porque vieram num negócio de ocasião), isto enquanto não são vendidos... :G-beer2:

P.S. Bom Video. Grande e Heróica Unidade da Fap. EH-101, belíssimo helicóptero de Sar e não só...  :wink:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Bravo Two Zero em Maio 27, 2013, 11:37:39 pm
Citação de: "ACADO"
Citação de: "Lightning"
Citação de: "ACADO"
Os meios militares são para ser usados para a guerra ou para treinar para ela.

Os meios militares são para serem usados ao serviço do pais.

Temos visões muito diferentes das funções militares.
Os meios militares e os militares nao sao para estar ao serviço do Pais, sao para defender um pais dos seus inimigos...

Nunca um homem que a sua função é matar ou arranjar maneira de matar um inimigo devera ser pensado como um bem que pode ser usado ao serviço de um país!! É por essas e por outras q as pessoas acham q os militares deviam limpar matas e outras parvoíces dessas...

Quanto aos outros exercícios realmente de funcoes militates que são efectuados pelos nossos helis tenho vindo a saber q este ultimo ano tem havido uma grande evolução, especialmente os eh101. E estão de parabens por isso. Esperemos q continuem e que abram um pouco mais ainda os horizontes para novos conhecimentos, tecnicas e tácticas...

Então, por si acabavam-se os destacamentos de militares a apoiar os bombeiros no combate a fogos florestais, o excelente trabalho do pessoal de engenharia na recuperação de infraestruturas civis danificadas por catástrofes, as próprias missões no estrangeiro no âmbito das Nações Unidas.

Ou seja, no entender do ACADO estas missões de interesse público  são um sorvedouro de pessoal, orçamentos e recursos.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 27, 2013, 11:56:32 pm
Citação de: "ACADO"
Temos visões muito diferentes das funções militares.
Os meios militares e os militares nao sao para estar ao serviço do Pais, sao para defender um pais dos seus inimigos...

Nunca um homem que a sua função é matar ou arranjar maneira de matar um inimigo devera ser pensado como um bem que pode ser usado ao serviço de um país!! É por essas e por outras q as pessoas acham q os militares deviam limpar matas e outras parvoíces dessas...

Se os meios militares só fossem utilizados em guerra, já não tínhamos nada, o governo não se ia dar ao luxo de comprar aviões de transporte, aviões de vigilância, helicópteros, navios, etc, e depois no dia-a-dia das necessidades do pais ia precisar de uma outra força tipo protecção civil/guarda costeira com também aviões de transporte, vigilância, navios, helicópteros, como já se está a ver, um ia ter que ficar sem "brinquedos", e ia ser a tropa.

Em muitos países são as Forças Armadas que fazem estas operações de busca e salvamento e vigilância da ZEE, a visão que você tem das funções militares é "americanizada".
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 28, 2013, 12:06:41 am
Citação de: "ACADO"
Quanto aos outros exercícios realmente de funcoes militates que são efectuados pelos nossos helis tenho vindo a saber q este ultimo ano tem havido uma grande evolução, especialmente os eh101. E estão de parabens por isso. Esperemos q continuem e que abram um pouco mais ainda os horizontes para novos conhecimentos, tecnicas e tácticas...

Ainda bem, não é o ideal como o ACADO gostaria mas, mais depressa ou mais devagar, outras capacidades também se vão adquirindo.
Mas perceba que, se os EH101 fossem da protecção civil, esse treino militar com eles não existiria, e não haveria uma unidade EH101 para a Força Aérea treinar operações militares.

É que as Forças Armadas podem fazer muitas missões de protecção civil, mas o oposto já não acontece.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 28, 2013, 12:21:59 am
Os Americanos também usam as Forças Armadas no apoio as populações quando precisam, não andam só a matar.

http://www.army.mil/katrina/imagery.html (http://www.army.mil/katrina/imagery.html)
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 28, 2013, 09:21:01 am
Citação de: "Lightning"
Os Americanos também usam as Forças Armadas no apoio as populações quando precisam, não andam só a matar.

http://www.army.mil/katrina/imagery.html (http://www.army.mil/katrina/imagery.html)

Num caso de catástrofe recorre-se ao q se tem! Mas nao concordo muito.
Claro q se nao se tem outros meios nao se vai deixar as pessoas sem ajuda...
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 28, 2013, 09:29:53 am
Citação de: "Bravo Two Zero"
Citação de: "ACADO"
Citação de: "Lightning"
Citação de: "ACADO"
Os meios militares são para ser usados para a guerra ou para treinar para ela.

Os meios militares são para serem usados ao serviço do pais.

Temos visões muito diferentes das funções militares.
Os meios militares e os militares nao sao para estar ao serviço do Pais, sao para defender um pais dos seus inimigos...

Nunca um homem que a sua função é matar ou arranjar maneira de matar um inimigo devera ser pensado como um bem que pode ser usado ao serviço de um país!! É por essas e por outras q as pessoas acham q os militares deviam limpar matas e outras parvoíces dessas...

Quanto aos outros exercícios realmente de funcoes militates que são efectuados pelos nossos helis tenho vindo a saber q este ultimo ano tem havido uma grande evolução, especialmente os eh101. E estão de parabens por isso. Esperemos q continuem e que abram um pouco mais ainda os horizontes para novos conhecimentos, tecnicas e tácticas...

Então, por si acabavam-se os destacamentos de militares a apoiar os bombeiros no combate a fogos florestais, o excelente trabalho do pessoal de engenharia na recuperação de infraestruturas civis danificadas por catástrofes, as próprias missões no estrangeiro no âmbito das Nações Unidas.

Ou seja, no entender do ACADO estas missões de interesse público  são um sorvedouro de pessoal, orçamentos e recursos.

Sim acabava isso tudo! Isso nao são funções dos militares. Isto é culpa de um governo mal organizado que poupa dinheiro em tudo e depois nao tem nada de jeito.
Nem temos bombeiros profissionais e temos umas forcas armadas profissionais mas mal preparadas e equipadas...

Quanto à engenharia, qual é a lógica de se estar a roubar trabalho a empresas civis?!! Entao mas ja nao chega o estado dever dinheiro a estas empresas e ainda lhes rouba trabalho!! Há aí muita empresa a precisar de trabalho q rapidamente pode ser recrutada para tal função. Os engenheiros militares tem de treinar é engenharia militar. E podem começar por arranjar umas carreiras de tiro mais realistas, montar pontos fixos dissimulados para pontes militares para atravessar rios em caso de destruição das nossas pontes, fazer um plano de defesa das nossas cidades, etc etc

As missões das nações unidas!! É um pau de dois bicos porque todos sabemos a palhaçada que são! Muitas vezes nao se podem defender, nao tem meios suficientes e acabamos por enviar para lá soldados que nao tem experiência de combate o que tudo em conjunto os coloca mais em perigo. Se nao se envia militares para ajudar os nossos aliados em combate para que é q enviamos para manutenção da paz?! Para ficar bonito nos jornais?!

Claro q isto é um bocado abrangente e cada caso é um caso. Mas é uma ideia geral.
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 28, 2013, 09:39:01 am
Citação de: "Lightning"
Citação de: "ACADO"
Temos visões muito diferentes das funções militares.
Os meios militares e os militares nao sao para estar ao serviço do Pais, sao para defender um pais dos seus inimigos...

Nunca um homem que a sua função é matar ou arranjar maneira de matar um inimigo devera ser pensado como um bem que pode ser usado ao serviço de um país!! É por essas e por outras q as pessoas acham q os militares deviam limpar matas e outras parvoíces dessas...

Se os meios militares só fossem utilizados em guerra, já não tínhamos nada, o governo não se ia dar ao luxo de comprar aviões de transporte, aviões de vigilância, helicópteros, navios, etc, e depois no dia-a-dia das necessidades do pais ia precisar de uma outra força tipo protecção civil/guarda costeira com também aviões de transporte, vigilância, navios, helicópteros, como já se está a ver, um ia ter que ficar sem "brinquedos", e ia ser a tropa.

Em muitos países são as Forças Armadas que fazem estas operações de busca e salvamento e vigilância da ZEE, a visão que você tem das funções militares é "americanizada".

Entao tem mais lógica equipar as entidades civis e de seguranca e em caso de guerra recorrer a elas! Ao menos nao se gastava os milhões em equipamentos militares de topo q nao são sequer usados para treinar para ela!!

Se precisavam de helicópteros para salvar gente no mar tinham comprado menos eh101 e com o dinheiro disso tinham comprado o dobro de helicópteros para os bombeiros e assim tinhamos mais meios espalhados e tinhamos a mesma capacidade!! Um eh101 com toda a suas capacidades militares nao é preciso nos bombeiros! So os sistemas de guerra electrónica poupávamos para helis de salvamento dos bombeiros ou ate para um avião de reabastecimento aéreo ou o que quer q seja!

E atenção q todos sabem q eu defendo mais e melhor para as forcas armadas!! Mas se nao temos dinheiro temos de pensar!
E ser profissionais nas varias áreas...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Bravo Two Zero em Maio 28, 2013, 12:05:07 pm
Estou confuso

Citação de: "ACADO"

Entao tem mais lógica equipar as entidades civis e de seguranca e em caso de guerra recorrer a elas! Ao menos nao se gastava os milhões em equipamentos militares de topo q nao são sequer usados para treinar para ela!!


Então a solução será modelos como o GIPS da GNR  ou a UME espanhola. Militares com formação específica em salvamento e combate a fogos, equipamento e viaturas que fazem a inveja de muitos corpos de bombeiros, mas que não dispensam a Glock ou G36 para os dias de chuva. Em tom irónico, sugiro que entre em contacto com a EMA para pedir uma pintura camuflada nos KAMOV, já que o Magrebe está aí tão próximo.

Citar
Quanto à engenharia, qual é a lógica de se estar a roubar trabalho a empresas civis?!! Entao mas ja nao chega o estado dever dinheiro a estas empresas e ainda lhes rouba trabalho!! Há aí muita empresa a precisar de trabalho q rapidamente pode ser recrutada para tal função. Os engenheiros militares tem de treinar é engenharia militar. E podem começar por arranjar umas carreiras de tiro mais realistas, montar pontos fixos dissimulados para pontes militares para atravessar rios em caso de destruição das nossas pontes, fazer um plano de defesa das nossas cidades, etc etc

Respondo-lhe a esta, perdoe-me o termo, asneira com um acontecimento de muito significado para mim. Em 20 de Fevereiro de 2010, no seguimento das enxurradas que se abateram na Ilha da Madeira, algumas localidades perto de cursos de água ficaram completamente isoladas pela destruição das vias terrestres. Em algumas, o único meio de transporte de bens de 1ª necessidade consistia numa simples tirolesa que unia as duas margens. A rápida mobilização e transporte  de unidades de engenharia  permitiu que, em apenas uma semana, pontes militares ajudassem a mitigar o sofrimento dessa populações. Quer melhor treino que este ?

Falou em empresas de construção. Tem a noção que quanto levaria o planeamento e construção de uma ponte ou estrada, mesmo com uma adjudicação por ajuste directo ? Bem me parecia. Eventualmente, as pontes foram reconstruidas e o material militar devolvido com muitos agradecimentos, mas são essas missões de interesse público, as tais que o ACADO repudia, as que "enchem o olho à população" e um dos motivos de orgulho das nossas Forças Armadas.

Termino, utilizado um raciocínio de V. Exa: profissionais há muitos, assim como opinadores.
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 28, 2013, 01:48:34 pm
Nao tinha conhecimento do caso das pontes. Nesse caso com certeza nao existe outra solução. E sem duvida q é um bom treino.
Agora para limpar entulhos e outros facilmente se mobiliza uma empresa privada.

Quanto ao modelo do gips, nada disso! Se são policias não são bombeiros! Isso cai-se exactamente no erro que estou a criticar: soldados a limpar matas, helicópteros de guerra a fazer salvamentos normais, etc

Acho q nao percebeu bem o q eu disse...
Título: Re: EH-101
Enviado por: chaimites em Maio 28, 2013, 02:55:40 pm
Estou a gostar da conversa mas não metam o Kamov ao barulho!!

 talvez das poucas vezes em que Portugal foi pioneiro....
 ainda o kamov-32 não tinha licença de voo em parte nenhuma da Europa e nos ja tinha comprado  6

  Hoje em dia ja tem essas licenças e é reconhecido em todo lado  como o melhor meio aereo de combate a incendios florestais.
 Quem o experimenta não quer outro.
  capacidade de carga, fiabilidade, manobrabilidade e capacidade de aguentar as mais severas condições de voo .....nenhum o bate na frente de um incendio
 
  Ha!  claro!!!! quando os outros paises começaram a equipar-se todos de KaMOV,  nós como somos especiais, resolvemos que ele não prestava e quisemos substitui-lo...     :N-icon-Axe:
 
  Caro Acado
  As forças militares empregues em operações de busca e salvamento vão onde os meios civis ja não conseguem ir e por esse mesmo motivo são chamados a intervir.
 Os kamov sdda EMA apagam fogos de verão, fazem SAR e tambem serviço de INEM
 simplesmente porque não nos podemos dar o luxo de ter uma esquadra dedicada a cada tipo de serviço  

 Neste momento no pais inteiro ha 4 kamov´s em alerta 24 horas por dia!  2 equipados para resgate e salvamento outros 2 equipados  como "ambulancia" INEM e ainda participam em ações; policiais,  de vigilancia,  de  transporte de orgãos
 
 Quando começar a epoca de incendios .......
 não ha kamov para este serviço.
 
 desculpem so mais este Off-topic  mas parece que este assunto passa ao lado de muitos
 
  Quando não ha kamov´s ou onde os kamov´s não chegam temos e muito bem os EH 101  a esquadra 751!!!
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 28, 2013, 03:33:23 pm
Citação de: "chaimites"
Estou a gostar da conversa mas não metam o Kamov ao barulho!!

 talvez das poucas vezes em que Portugal foi pioneiro....
 ainda o kamov-32 não tinha licença de voo em parte nenhuma da Europa e nos ja tinha comprado  6

  Hoje em dia ja tem essas licenças e é reconhecido em todo lado  como o melhor meio aereo de combate a incendios florestais.
 Quem o experimenta não quer outro.
  capacidade de carga, fiabilidade, manobrabilidade e capacidade de aguentar as mais severas condições de voo .....nenhum o bate na frente de um incendio
 
  Ha!  claro!!!! quando os outros paises começaram a equipar-se todos de KaMOV,  nós como somos especiais, resolvemos que ele não prestava e quisemos substitui-lo...     :N-icon-Axe:
 
  Caro Acado
  As forças militares empregues em operações de busca e salvamento vão onde os meios civis ja não conseguem ir e por esse mesmo motivo são chamados a intervir.
 Os kamov sdda EMA apagam fogos de verão, fazem SAR e tambem serviço de INEM
 simplesmente porque não nos podemos dar o luxo de ter uma esquadra dedicada a cada tipo de serviço  

 Neste momento no pais inteiro ha 4 kamov´s em alerta 24 horas por dia!  2 equipados para resgate e salvamento outros 2 equipados  como "ambulancia" INEM e ainda participam em ações; policiais,  de vigilancia,  de  transporte de orgãos
 
 Quando começar a epoca de incendios .......
 não ha kamov para este serviço.
 
 desculpem so mais este Off-topic  mas parece que este assunto passa ao lado de muitos
 
  Quando não ha kamov´s ou onde os kamov´s não chegam temos e muito bem os EH 101  a esquadra 751!!!

Quantas vezes os eh101 são usados em trabalho em que qualquer outro heli o faria? 90%?
Claro q se é uma coisa que nao é possível com outro não vamos deixar as pessoas morrer!!

O problema é q o governo quer ter tudo e não tem nada... Nem tem uns bombeiros/INEM bem equipados para ajudar as pessoas, nem anda a treinar e equipar convenientemente os militares.

Espeta-me o coração os eh101 não terem armas a bordo e andarem a propagandear que salvam muita gente!! É o mesmo q dizer-mos, o pais desistiu de ter militares para a guerra agora so fazemos salvamentos com brinquedos caríssimos...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 28, 2013, 05:55:38 pm
Citação de: "ACADO"
Quantas vezes os eh101 são usados em trabalho em que qualquer outro heli o faria? 90%?

Qual qualquer outro heli? O único pais que talvez no possa dar alguma lição em missões SAR no oceano, é o Canadá, mas eles fazem o mesmo que nós, tem a Força Aérea com os EH101 (eu sei que o deles tem outro nome), todos os restantes países do mundo não são exemplo pois tem uma área inferior de responsabilidade, outras dificuldades são a grande distância de muitas operações das bases de apoio (centenas de km), as condições atmosféricas, grande quantidade de navios que transitam na nossa área SAR, etc.

Citar
Espeta-me o coração os eh101 não terem armas a bordo e andarem a propagandear que salvam muita gente!!

Mas os militares tem muito orgulho de salvar pessoas. Eu também gostava de ver o EH101 armado, talvez um dia.

Citar
É o mesmo q dizer-mos, o pais desistiu de ter militares para a guerra agora so fazemos salvamentos com brinquedos caríssimos...

O EH101 não é um brinquedo caro para salvamentos, eles foi escolhido exactamente por causa dessa função, é capaz de ser um brinquedo caro é para fazer treinos de operações militares, para isso bastavam os Pumas.
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 28, 2013, 08:03:11 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "ACADO"
Quantas vezes os eh101 são usados em trabalho em que qualquer outro heli o faria? 90%?

Qual qualquer outro heli? O único pais que talvez no possa dar alguma lição em missões SAR no oceano, é o Canadá, mas eles fazem o mesmo que nós, tem a Força Aérea com os EH101 (eu sei que o deles tem outro nome), todos os restantes países do mundo não são exemplo pois tem uma área inferior de responsabilidade, outras dificuldades são a grande distância de muitas operações das bases de apoio (centenas de km), as condições atmosféricas, grande quantidade de navios que transitam na nossa área SAR, etc.

Citar
Espeta-me o coração os eh101 não terem armas a bordo e andarem a propagandear que salvam muita gente!!

Mas os militares tem muito orgulho de salvar pessoas. Eu também gostava de ver o EH101 armado, talvez um dia.

Citar
É o mesmo q dizer-mos, o pais desistiu de ter militares para a guerra agora so fazemos salvamentos com brinquedos caríssimos...

O EH101 não é um brinquedo caro para salvamentos, eles foi escolhido exactamente por causa dessa função, é capaz de ser um brinquedo caro é para fazer treinos de operações militares, para isso bastavam os Pumas.

Estados unidos usam simples seahawk na guarda costeira!! E so a zona do Havaí e Alasca põe-nos em sentido!!

Um heli de salvamentos nao precisa das medidas electrónicas e radares de terreno e visão nocturna q um heli militar usa!! Os puma nao tem nada disso!

Eu digo ao contrario, os puma com tanques internos é q podiam equipar os bombeiros/INEM nestas funções e os eh serem so usados militarmente.

Temos visões diferentes do uso de meios militares...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 28, 2013, 08:30:03 pm
Citação de: "ACADO"
Estados unidos usam simples seahawk na guarda costeira!! E so a zona do Havaí e Alasca põe-nos em sentido!!

O seahawk é o helicóptero ASW embarcado da US Navy.
http://en.wikipedia.org/wiki/Sikorsky_SH-60_Seahawk (http://en.wikipedia.org/wiki/Sikorsky_SH-60_Seahawk)

O helicóptero que a Guarda Costeira usa para SAR é o Jayhawk,
http://en.wikipedia.org/wiki/Sikorsky_HH-60_Jayhawk (http://en.wikipedia.org/wiki/Sikorsky_HH-60_Jayhawk)

E nenhum deles é "simples", mesmo o da Guarda Costeira já tem sistemas electrónicos, navegação, FLIR, radar, etc, bem complexos.

Citar
Um heli de salvamentos nao precisa das medidas electrónicas e radares de terreno e visão nocturna q um heli militar usa!! Os puma nao tem nada disso!

Um heli de salvamento não precisa de visão noturna? Está errado o amigo, basta pensar que com o Puma os salvamentos no mar só podiam acontecer enquanto houvesse sol, e com o EH101 já é possível efectuar salvamentos a qualquer hora do dia ou noite, lua cheia, lua nova, nevoeiro, qualquer que seja a luminosidade. Em relação à Guerra Electrónica é verdade, mas também só 4 dos 12 EH101 é que tem esses equipamentos, os Pumas não tem nada disso porque quando foram construídos essa tecnologia ainda não existia.

Citar
Eu digo ao contrario, os puma com tanques internos é q podiam equipar os bombeiros/INEM nestas funções e os eh serem so usados militarmente.

O ACADO pode ter a opinião que quiser, mas isso não muda a realidade.
O Puma com o depósito interior que lhe permite ter maior autonomia, não deixa espaço para ninguém na cabine, esse depósito só era usado quando os Pumas tinham que fazer viagens longas Açores/Madeira/Continente por exemplo quando os Pumas que estavam nos Açores tinham eu ir a OGMA fazer uma grande manutenção.

O EH101 foi escolhido para substituir o Puma devido à necessidade de grande alcance para as operações SAR, não foi devido a nenhuma operação militar, eu já me estou é a repetir, se não fosse essa característica de grande alcance para operações SAR, e fosse um heli só para treinos militares ainda tínhamos era o Puma.
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 28, 2013, 09:41:52 pm
Cada um fica com a sua!
O sr prefere eh101 para ir buscar alguém aos Açores eu prefiro eh para ir buscar alguém dentro da guine!!
Título: Re: EH-101
Enviado por: Bravo Two Zero em Maio 28, 2013, 10:04:18 pm
Ó ACADO, reactivar células com 40 e tal anos, limitadas tecnologicamente e estruturalmente, com são os saudosos PUMAS, para combate a fogos e SAR, é coisa que não lembra a ninguém.


Citação de: "ACADO"
Cada um fica com a sua!
O sr prefere eh101 para ir buscar alguém aos Açores eu prefiro eh para ir buscar alguém dentro da guine!!

Isso é fácil, a TAP tem um voo semanal para Bissau  :mrgreen:

Se houvesse borrasca como em 1998, o EH-101 não serviria de muito, já que era necessário uma plataforma LPD- Navio polivalente logístico (na maquete) ou um reabastecedor em voo dedicado MC-130/KC-390 (não temos).
Título: Re: EH-101
Enviado por: OPCOM em Maio 28, 2013, 10:43:18 pm
Ora viva,
Aqui vai o meu bitaite.
Os Puma que nos tinhamos para a missão que executavam não eram bons nem maus eram o que tinhamos, um heli medio na versão de transporte adaptado para SAR.
Tinha muitas limitações: só voava de dia e não tinha autonomia suficiente para a area á nossa responsabilidade.
Estive na FAP e prestei serviço no TCAT (onde se cordenava a nivel rde comunicações as missões de voo todas).
Mesmo com os depositos internos não tinha capacidade para voar do continente aos Açores direto, muito menos manobrar numa operação de SAR.
O EH101 como aqui foi escolhido precisamente pelas caracteristicas que tem: autonomia, capacidade de voar com qualquer condição metereologica, capacidade de carga e polivalencia.
Se a opção fosse puramente militar, então esperavamos pelos NH90 ou os blackhawk como se chegou a falar.
Penso que ter aeronaves destas para uso puramente miltar era um desperdicio de dinheiro, operações militares duvido que alguma vez vejam alguma, falou-se na Guiné, ok como os levamos para lá?
Onde está o porta helicopteros? para o NPL, estão os 4 CSAR que alias sera a capacidade máxima que o navio que Portugal poderá ter terá.
Nos não temos muitos recursos economicos, ou os que temos são e sempre foram muito mal geridos, mas termos equipamente militares apenas com essas função nos dias que correm.
Temos 37 Leo 2 A6, que como sabemos vieram usados e já com muito uso em cima (eram versoes A4 modernizadas), e agora estão grande parte deles enconstados. E mesmo 37 com os vizinhos que temos em caso de necessidade serviram para quê?
Os antigos P3 uma aeronave de deteção submarina e de superficie, no entanto grande parte do uso que tiveram foi SAR, tanto foi que os harpoon para eles so chegaram muitos anos depois de os ter-mos.
A maior parte dos meios da FAP e Armada tem esta dupla função militar mas principalmente policiamento e SAR, e orgulho-me bastante disso, temos poucos mas da-mos bastante uso e justificam o seu custo: salvam vidas.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 29, 2013, 12:03:28 am
Citação de: "ACADO"
Cada um fica com a sua!

Era o que eu ia dizer, andamos aqui em círculos, uma opinião é uma opinião e ninguém é obrigado a mudar, para finalizar eu continuo com a minha opinião que não vale a pena repetir mas admito que o que diz do EH101 é possível, no Reino Unido a Força Aérea (RAF) usa o EH101 praticamente só para missões militares, admito que o aparelho tem essa capacidade.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 29, 2013, 12:17:02 am
Citação de: "Bravo Two Zero"
Se houvesse borrasca como em 1998, o EH-101 não serviria de muito, já que era necessário uma plataforma LPD- Navio polivalente logístico (na maquete) ou um reabastecedor em voo dedicado MC-130/KC-390 (não temos).

Se calhar vou dizer uma grande asneira :mrgreen:
http://www.emfa.pt/www/aeronave-17-agus ... 101-merlin (http://www.emfa.pt/www/aeronave-17-agusta-westland-eh-101-merlin)

O EH101 tem uma velocidade cruzeiro de 240km/h e uma autonomia de 08H30m, o que dá um total de 2.040km à velocidade cruzeiro.
Também diz que o seu raio de acção é 740km, mas se não estou em erro isso é voar 740km da base para a zona de operação, fazer a operação e voar os mesmos 740km de volta à base, tudo com um depósito :(

PS: Para a próxima faço as contas todas antes de postar :oops:  :mrgreen:
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 29, 2013, 04:34:02 am
Citação de: "Bravo Two Zero"
Ó ACADO, reactivar células com 40 e tal anos, limitadas tecnologicamente e estruturalmente, com são os saudosos PUMAS, para combate a fogos e SAR, é coisa que não lembra a ninguém.


Citação de: "ACADO"
Cada um fica com a sua!
O sr prefere eh101 para ir buscar alguém aos Açores eu prefiro eh para ir buscar alguém dentro da guine!!

Isso é fácil, a TAP tem um voo semanal para Bissau  :mrgreen:

Se houvesse borrasca como em 1998, o EH-101 não serviria de muito, já que era necessário uma plataforma LPD- Navio polivalente logístico (na maquete) ou um reabastecedor em voo dedicado MC-130/KC-390 (não temos).

Bastava o berrio ter 1!!  Mas parece q o pessoal da forca aérea se esqueceu de treinar isso!!

Quanto aos reabastecedores, os americanos abastecem os franceses no Mali, porque nao fariam o mesmo por nos??
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 29, 2013, 04:44:45 am
Citação de: "Lightning"
Citação de: "ACADO"
Cada um fica com a sua!

Era o que eu ia dizer, andamos aqui em círculos, uma opinião é uma opinião e ninguém é obrigado a mudar, para finalizar eu continuo com a minha opinião que não vale a pena repetir mas admito que o que diz do EH101 é possível, no Reino Unido a Força Aérea (RAF) usa o EH101 praticamente só para missões militares, admito que o aparelho tem essa capacidade.

O helicóptero é brutal para operacoes militares! Aguenta bastante blindagem! Ate os sistemas de acompanhamento do terreno e tudo, Ou lá como se chama! Aguenta uns atv ou utv! Etc
Em Portugal ta é muito sub-aproveitado...
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Maio 29, 2013, 10:23:49 am
Citação de: "ACADO"
O helicóptero é brutal para operacoes militares! Aguenta bastante blindagem! Ate os sistemas de acompanhamento do terreno e tudo, Ou lá como se chama! Aguenta uns atv ou utv! Etc
Em Portugal ta é muito sub-aproveitado...

O problema é o tamanho...  :mrgreen:

(http://images.comunidades.net/nel/neloolen-modelismo/Aerospatiale_SA_316B_Alouette_III_Sud_Aviation_SE.3160_.jpg)

(http://1.bp.blogspot.com/-ist4BnOc2rw/TYttt3eA8XI/AAAAAAAAPQU/Vr8fjtZ9Vkg/s400/Voo%2B2214%2BBA%2B12.jpg)

(http://3.bp.blogspot.com/_aSBK_rzGTlc/SNf4JndPE9I/AAAAAAAAAGw/8SQJiMXX_jw/s400/ALIII_LPMR95.jpg)

(http://www.aeropaixao.com/AvioesMilitares/AL3-FAP25_small.jpg)

E como vai ficar mais uns bons anos ao serviço da Fap... :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: chaimites em Maio 29, 2013, 06:46:59 pm
Mas isto não vai la so com querer. ou gostos
  Quem disse que o comves de voo do bérrio suporta um EH101?
  acho que nenhum navio da marinha portuguesa esta preparado para revceber a bordo aquele "autocarro" com pas!
 
  mas  por falar nisso o NRP Viana do castelo pode reabastecer qualquer Helicoptero em voo!
  não sei se algum vez  ja foi treinado ou se os Helis da Força aerea estao preparados para tal manobra
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 29, 2013, 07:32:57 pm
Citação de: "chaimites"
não sei se algum vez  ja foi treinado ou se os Helis da Força aerea estao preparados para tal manobra

Também não sei se alguma vez foi treinado mas o EH101 tem essa capacidade.

http://www.emfa.pt/www/aeronave-17-agus ... 101-merlin (http://www.emfa.pt/www/aeronave-17-agusta-westland-eh-101-merlin)

Citar
Tem a capacidade para reabastecimento “Hovering In Flight Refueling” (HIRF) e “Air to Air Refueling” (AAR).
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 29, 2013, 07:43:11 pm
Citação de: "chaimites"
acho que nenhum navio da marinha portuguesa esta preparado para revceber a bordo aquele "autocarro" com pas!

Talvez estas informações ajudem... :D

Comprimento: 19,30 m
Altura: 6,61 m
Diâmetro: 18,60 m
Envergadura: 18,60 m
Peso vazio: 9.600 kg
Peso Máx. Take-off: 15.600 Kg
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Maio 29, 2013, 09:08:50 pm
Citação de: "Lightning"
Talvez estas informações ajudem... :mrgreen:

http://www.operacional.pt/o-%E2%80%9Cberrio%E2%80%9D-um-navio-singular-i/

http://www.operacional.pt/o-%E2%80%9Cberrio%E2%80%9D-um-navio-singular-ii-conclusao/

http://barcoavista.blogspot.pt/2009/07/navio-reabastecedor-berrio.html

(http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/16-dsc_4977-copy.jpg)

(http://1-ps.googleusercontent.com/h/www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/614x408x14-dsc_4948-copy.jpg.pagespeed.ic.926oog4AAS.webp)

(http://1-ps.googleusercontent.com/h/www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/614x410x15-dsc_4957-copy.jpg.pagespeed.ic.xyEsweycIZ.webp)

(http://2.bp.blogspot.com/_8vV4aVw1DhI/SlFbvmmM81I/AAAAAAAAASQ/dIvS3G307RE/s1600/popaberrio.jpg)

 :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 30, 2013, 12:51:39 am
Citação de: "chaimites"
Mas isto não vai la so com querer. ou gostos
  Quem disse que o comves de voo do bérrio suporta um EH101?
  acho que nenhum navio da marinha portuguesa esta preparado para revceber a bordo aquele "autocarro" com pas!
 
  mas  por falar nisso o NRP Viana do castelo pode reabastecer qualquer Helicoptero em voo!
  não sei se algum vez  ja foi treinado ou se os Helis da Força aerea estao preparados para tal manobra

O convés do berrio aguenta, o das fragatas é q não.
A forca aérea simplesmente nunca "certificou" o heli para isso...
Título: Re: EH-101
Enviado por: P44 em Maio 30, 2013, 11:00:05 am
agora é que eu reparei...

(http://2.bp.blogspot.com/_8vV4aVw1DhI/SlFbvmmM81I/AAAAAAAAASQ/dIvS3G307RE/s1600/popaberrio.jpg)

é quase um porta-aviões  :twisted:
Título: Re: EH-101
Enviado por: chaimites em Maio 30, 2013, 02:40:29 pm
As fragatas ou o berrio  usam o HIFR?
   
 
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 30, 2013, 06:20:48 pm
Citação de: "chaimites"
As fragatas ou o berrio  usam o HIFR?

Devem usar, eles são capazes de abastecer helicópteros estacionados no convés de voo, existe alguma diferença importante entre isso e um helicóptero em voo por cima desse convés, além de mais uns metros de mangueira?
Título: Re: EH-101
Enviado por: chaimites em Maio 30, 2013, 08:20:21 pm
A unica diferença é o perigo do diferencial das cargas eletroestaticas entre navio e helicoptero
  As pas do helicoptero são uma autentica turbina geradora de eletricidade estatica  
   
  repara no video o "marujo" pega no cabo que desce do heli  com uma lança e liga o mesmo ao navio
  se o diferencial das cargas entre nvio e helicoptero não for anulado
   PUMMMMM
  O marujo se tocar no cabo  ou se se aproximar a poucos centimetros dele sem ele ter tocado primeiro no navio fica instantaneamente esturricado com a descarga eletrica  
 

  exige treino para a equipa de bordo, uns metros de mangueira  e  uma bomba para bombear o combustivel na pessão certa só isso :wink:  

  uma vez que é manobra que repesenta um risco acrescido so é praticada  e treinada para situações de emergencia  em que o heli não possa aterrar no conves!
   
   Uma  descargas dessas ficou imortalizada no filme caça ao Outubro vermelho,  não num reabastecimento mas na abordagem do "artista" ao submarino

  a partir do minuto 3:00

 
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 31, 2013, 12:06:52 am
Sim estou a perceber, com as aeronaves quando aterram tem-se o mesmo procedimento em relação às descargas de eletricidade estática, e quando abastecem ainda mais cuidado tem que se ter, além do avião também o camião de combustível tem que estar ligado "à terra", e convém não usarmos o próprio corpo como ligação :mrgreen: , liga-se sempre do solo para o avião e nunca ao contrário.

(http://www.166aw.ang.af.mil/shared/media/photodb/web/080605-F-6334M-021.jpg)
(http://www.mildenhall.af.mil/shared/media/photodb/web/100805-F-6286F-264.jpg)
(http://www.ipmsstockholm.org/magazine/2005/06/images/herc_flares_1.jpg)
(http://avstop.com/ac/apgeneral/imagerh0.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Bravo Two Zero em Maio 31, 2013, 12:57:34 am
Citação de: "ACADO"
Citação de: "chaimites"
Mas isto não vai la so com querer. ou gostos
  Quem disse que o comves de voo do bérrio suporta um EH101?
  acho que nenhum navio da marinha portuguesa esta preparado para revceber a bordo aquele "autocarro" com pas!
 
  mas  por falar nisso o NRP Viana do castelo pode reabastecer qualquer Helicoptero em voo!
  não sei se algum vez  ja foi treinado ou se os Helis da Força aerea estao preparados para tal manobra

O convés do berrio aguenta, o das fragatas é q não.
A forca aérea simplesmente nunca "certificou" o heli para isso...

E siga as fotos:

(http://www.battleships-cruisers.co.uk/images/rfagreyroverhc8.jpg)

Citar
Sea King VF (846 Sqdn) on deck.  RFA Grey Rover, June 1984.

(http://www.battleships-cruisers.co.uk/images/rfagreyroverhc2.jpg)

Citar
RAF Puma over RFA Grey Rover, off Belize, September 1984

O Sea King  e Puma não aparentam exceder os limites do convés de voo

(http://www.battleships-cruisers.co.uk/images/rfagreyroverhc10.jpg)

Citar
USN Sea Stallion Vertrep with RFA Grey Rover, February 1984

Nesta foto do UH-46 Sea Knight, aqui mal legendado (dimensões e peso máximo descolagem MTOW inferiores às do EH-10) nada podemos concluir.

ó diabo:

(http://www.rfanostalgia.org/gallery3/var/resizes/RFA%20AVIATION/greenharrier800.jpg?m=1342337248)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 31, 2013, 01:05:44 am
Boas fotos, mas o Sea Knight também não aterrou, na legenda diz que está a fazer VERTREP.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Bravo Two Zero em Maio 31, 2013, 01:18:43 am
Citação de: "Lightning"
Boas fotos, mas o Sea Knight também não aterrou, na legenda diz que está a fazer VERTREP.

Daí a minha afirmação que nada podia concluir, sei que no conflito das Falklands, pelo menos um Chinook da RAF (maior que o Sea Knight) levantou de um porta contentor (MV Atlantic Conveyor) requisitado para o transporte de helis e Harriers do Reino Unido para aquelas ilhas, mas não encontro outras fotos referentes a reabastecedores da classe Rover
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Maio 31, 2013, 01:25:53 am
Já está no youtube

Citar
Por ocasião do 35º aniversário da Esquadra 751 o realizador Austríaco Paul Wex realizou este filme sobre algumas das missões mais conhecidas da Força Aérea e que se enquadram numa tipologia de missão denominada "Salvaguarda da Vida Humana".
Título: Re: EH-101
Enviado por: chaimites em Maio 31, 2013, 01:29:23 am
O harrier esta brutal!!!
 siga.......... eles ja devem estar em preço de saldo!!!

 Pelo que consultei na wikipedia o sea knight  e os outros helis apresentados pesam bem menos que o EH101
 o unico com pesos maximos á descolagem semelhante é o harrier mas  livre de carga pesa cerca de metade de um EH101
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 31, 2013, 01:50:23 am
Outra possível razão para o EH101 não operar a partir do Bérrio é a segurança, uma coisa é aterrar e descolar, outra coisa é passar ali dias/semanas, é que o Bérrio não tem hangar para abrigar um helicóptero, nem o EH101 tem aquela garra tipo Lynx para se fixar ao convés.
Título: Re: EH-101
Enviado por: chaimites em Maio 31, 2013, 02:09:32 pm
Caro acado
deixei escapar esta.. :wink:  
Citar
Um heli de salvamentos nao precisa das medidas electrónicas e radares de terreno e visão nocturna q um heli militar usa!! Os puma nao tem nada disso!


  Pois não tem não! e as buscas terminavam ao por do sol..............
  desgraçados dos que se perderam, tiveram um acidente ou naufragaram e não foram encontrados ate ao por do sol....
  ja eram...
 
OFF_TOPIC
   Por aqui ha uma corporação de esta a tentar adquir uma camara FLIR para  socorrer os pescadores que naufragam e morrem todos os anos, durante a noite uma camara dessas faria  toda a diferença
 Não sabes de nenhuma boa e baratinha.....?
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Maio 31, 2013, 06:29:41 pm
http://indaltech.cwfc.com/products/spokes/01a_RAST.htm


(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Wildcat_02-600x400.jpg)

A utilização do sistema RAST permite o uso do conves de voo com menor indice de limitações perante as condições do tempo. Sem este sistema (ou outro similar) o uso de helicópteros fica limitado a boas condições meteorologicas.

(http://1.bp.blogspot.com/_8vV4aVw1DhI/TL8rQIOHlII/AAAAAAAAA9Y/XJPDJaz2Ek4/s1600/helicor.PNG)

 :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 31, 2013, 08:03:19 pm
Citação de: "chaimites"
Caro acado
deixei escapar esta.. :wink:  
Citar
Um heli de salvamentos nao precisa das medidas electrónicas e radares de terreno e visão nocturna q um heli militar usa!! Os puma nao tem nada disso!


  Pois não tem não! e as buscas terminavam ao por do sol..............
  desgraçados dos que se perderam, tiveram um acidente ou naufragaram e não foram encontrados ate ao por do sol....
  ja eram...
 
OFF_TOPIC
   Por aqui ha uma corporação de esta a tentar adquir uma camara FLIR para  socorrer os pescadores que naufragam e morrem todos os anos, durante a noite uma camara dessas faria  toda a diferença
 Não sabes de nenhuma boa e baratinha.....?

Se não quer entender o q eu digo o sr é q sabe!!

Quanta a ás Câmeras, quantas quer??
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Maio 31, 2013, 08:04:51 pm
Citação de: "Lightning"
Outra possível razão para o EH101 não operar a partir do Bérrio é a segurança, uma coisa é aterrar e descolar, outra coisa é passar ali dias/semanas, é que o Bérrio não tem hangar para abrigar um helicóptero, nem o EH101 tem aquela garra tipo Lynx para se fixar ao convés.

Isso nao impede que estejam certificados.
Para uma missão tipo Guiné é um bocado burrice nao os levar...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Bravo Two Zero em Maio 31, 2013, 11:22:16 pm
Estamos aqui a discutir acerca do limite de peso do convés de voo do Bérrio e a possível utilização deste pelo  EH-101. Se alguém encontrar os valores que se chegue à frente.
Um facto é certo, nunca os Reabastecedores da classe Rover tiveram um heli orgânico, devido à ausência do hangar de voo.
Não sou marinheiro mas um factor é certo: uma hipotética expedição marítima ou uma ponte aérea com os meios da FAP terá forçosamente de passar por Cabo Verde, seja por logística num país "aliado" ou mesmo por geografia.
Agora suponhamos que o pessoal de Bissau resolve iniciar mais um golpe de estado na mesma altura das famosas e perigosas tempestade tropicais na zona de Cabo Verde (os mais mortíferos furações tem origem nessa área).
Ok, os navios de guerra estão concebidos para operar mesmo no mar mais alternoso.
Não acredito que o Estado Maior da Força Aérea aceite que um dos seus preciosos Merlins seja amarado ao convés de voo do Bérrio e exposto aos elementos durante semanas de navegação, correndo o risco de ir borda fora por uma vaga mais violenta.

Se disse alguma asneira, corrijam-me
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 01, 2013, 01:03:09 pm
Citação de: "Bravo Two Zero"
Estamos aqui a discutir acerca do limite de peso do convés de voo do Bérrio e a possível utilização deste pelo  EH-101. Se alguém encontrar os valores que se chegue à frente.
Um facto é certo, nunca os Reabastecedores da classe Rover tiveram um heli orgânico, devido à ausência do hangar de voo.
Não sou marinheiro mas um factor é certo: uma hipotética expedição marítima ou uma ponte aérea com os meios da FAP terá forçosamente de passar por Cabo Verde, seja por logística num país "aliado" ou mesmo por geografia.
Agora suponhamos que o pessoal de Bissau resolve iniciar mais um golpe de estado na mesma altura das famosas e perigosas tempestade tropicais na zona de Cabo Verde (os mais mortíferos furações tem origem nessa área).
Ok, os navios de guerra estão concebidos para operar mesmo no mar mais alternoso.
Não acredito que o Estado Maior da Força Aérea aceite que um dos seus preciosos Merlins seja amarado ao convés de voo do Bérrio e exposto aos elementos durante semanas de navegação, correndo o risco de ir borda fora por uma vaga mais violenta.

Se disse alguma asneira, corrijam-me


A guine Bissau é um estado q patrocina o trafico de droga e o terrorismo!! Se queremos manter alguma influencia Mais tarde ou mais cedo vamos ter de lá ir...

A forca aérea tem de comer e calar! A segurança dos Portugueses e dos seus soldados esta em primeiro lugar.

E por certo os helis podem ser enviados num barco civil para cabo verde e dai operar em conjunto com o berrio!!
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Junho 01, 2013, 02:56:45 pm
Citação de: "ACADO"
A forca aérea tem de comer e calar! A segurança dos Portugueses e dos seus soldados esta em primeiro lugar.

Se os helicópteros não operarem em segurança não está a por os soldados em segurança mas sim em perigo, era bonito num momento de mar mais agitado um EH101 escorregar do Bérrio e cair ao mar carregado de soldados.
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Junho 01, 2013, 03:46:45 pm
Citar
Model 514
    Portuguese Air Force search and rescue variant, six built.
Model 515
    Portuguese Air Force fisheries protection variant, two built.
Model 516
    Portuguese Air Force combat search and rescue variant, four built.


Existe alguma versão naval dedicada para missões CSAR? Só conheço a versão ASW da RN.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Get_It em Junho 01, 2013, 04:13:55 pm
Citação de: "HSMW"
Existe alguma versão naval dedicada para missões CSAR? Só conheço a versão ASW da RN.
Não sei se percebi bem a pergunta. O modelo 516 já pode ser considerado uma versão naval. As hélices e a cauda podem ser dobradas para poder ser colocado num hangar. Só não tenho a certeza se a fuselagem foi tratada para resistir aos elementos do mar e assim durar mais tempo.

Ou estará a referir-se a uma versão com um "gancho" como os Lynx têm?

Cumprimentos,
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 01, 2013, 04:20:44 pm
Citação de: "Lightning"
Se os helicópteros não operarem em segurança não está a por os soldados em segurança mas sim em perigo, era bonito num momento de mar mais agitado um EH101 escorregar do Bérrio e cair ao mar carregado de soldados.

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/05/ka-27-5.jpg)
Se o problema é o "escorregar" usa-se o sistema russo (a rede evita que o heli escorregue para o mar no momento da aterragem)...  :mrgreen:

(http://theaviationist.com/wp-content/uploads/2013/04/Harrier-Falklands.jpg)

(http://xbradtc.files.wordpress.com/2011/09/mv_atlantic_conveyor_harrier.jpg)

(http://www.naval-history.net/FpRFASirPercivale.JPG)

(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/Broadsword_1982.jpg)

 :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Bravo Two Zero em Junho 01, 2013, 05:06:33 pm
Touche caro Mafers  :mrgreen:
Em 1982, os ingleses até construiram convés de voo no Queen Elisabeth 2 antes de o enviar para as Falklands

Mas devo relembrar-lhe que a 1ª foto ( convés do HMS Hermes ou do Invincible ?), pode levar a equívocos. Um porta aviões convencional tem um convés de voo preparado para a fixação de aeronaves e helis, além de elevador para hangar no seu interior.

Já agora na foto do tristemente célebre MV Atlantic Conveyor reparará na disposição dos contentores de 40 pés a bombordo e estibordo. Tenho a ideia que, para além da função de estabilização da embarcação, estão também a proteger a sua carga aérea das vagas do Atlantico Sul.
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 01, 2013, 05:19:34 pm
Citação de: "mafets"
Citação de: "Lightning"
Se os helicópteros não operarem em segurança não está a por os soldados em segurança mas sim em perigo, era bonito num momento de mar mais agitado um EH101 escorregar do Bérrio e cair ao mar carregado de soldados.


Se o problema é o "escorregar" usa-se o sistema russo (a rede evita que o heli escorregue para o mar no momento da aterragem)...  :mrgreen:

 :G-beer2:

Ora aqui está um dos meus...
Bem visto.
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 01, 2013, 05:24:43 pm
Citação de: "Bravo Two Zero"
Touche caro Mafers  :mrgreen:
Em 1982, os ingleses até construiram convés de voo no Queen Elisabeth 2 antes de o enviar para as Falklands

Mas devo relembrar-lhe que a foto, acho que é do convés do HMS Hermes, pode levar a equívocos. Um porta aviões convencional tem um convés de voo preparado para a fixação de aeronaves e helis, além de elevador para hangar no seu interior.

Já agora na foto do tristemente célebre MV Atlantic Conveyor reparará na disposição dos contentores de 40 pés a bombordo e estibordo. Tenho a ideia que, para além da função de estabilização da embarcação, estão também a proteger a sua carga aérea das vagas do Atlantico Sul.

Contentores nao são muito conhecidos por protegerem nada!! Costumam andar varias a flutuar por esses oceanos por saírem do sitio!! Estou so a adivinhar, mas diria mais que servem de camuflagem contra outros navios...

Quantos as vagas, o convés do berrio é bem alto. E se o eh101 com o seu peso se move assim tanto, estou certo q o construtor tem uma maneira de o fixar aos convés de voo.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Bravo Two Zero em Junho 01, 2013, 05:35:00 pm
Citação de: "HSMW"
Citar
Model 514
    Portuguese Air Force search and rescue variant, six built.
Model 515
    Portuguese Air Force fisheries protection variant, two built.
Model 516
    Portuguese Air Force combat search and rescue variant, four built.


Existe alguma versão naval dedicada para missões CSAR? Só conheço a versão ASW da RN.

A Marinha Italiana usa AW101 mk 413 armados no Afeganistão.

Citar
EH101 Mk.413 - ASH Amphibious Support Helicopter for Italian Navy

(http://farm6.static.flickr.com/5110/5588570199_39fc8fd1c3_b.jpg)

(http://www.marina.difesa.it/sites/AMC1/SiteCollectionImages/eb7fb638-5ccd-4d55-ac4c-2ebcba1d0206/8a4cbb45-5e4a-46c3-ba15-e0db9ce864d79C3B1720.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Junho 01, 2013, 06:51:42 pm
Citação de: "ACADO"
estou certo q o construtor tem uma maneira de o fixar aos convés de voo.

A única coisa que sei que tem é isto.

(http://img212.imageshack.us/img212/3820/eh101mk51519610ba6020706gn6.jpg)

Talvez fique algo deste tipo...

(http://www.nato.int/pictures/2003/030920/b030920e.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 01, 2013, 08:14:02 pm
Citação de: "Bravo Two Zero"
Touche caro Mafers  :mrgreen:

Certo. Mas isso também o Berrio tem. Todos os "pontos" visiveis são de fixação para aeronaves. Elevador também há mas é pequeno e da só acesso ao porão dos sólidos... :G-beer2:
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Da_Nang_Air_Base_during_the_Vietnam_War.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Junho 01, 2013, 09:40:10 pm
Citação de: "mafets"
Sempre me deu a ideia que os contentores do A. C. eram mais para uma proteção deste tipo... :mrgreen: .

A versão do ACADO parece-me com mais lógica, que os contentores sejam uma "camuflagem", quem vir esse navio de terra ou de outro navio, passa por um vulgar porta-contentores.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Junho 01, 2013, 10:15:55 pm
Citar
Citação de: "Bravo Two Zero"
Existe alguma versão naval dedicada para missões CSAR? Só conheço a versão ASW da RN.

A Marinha Italiana usa AW101 mk 413 armados no Afeganistão.

Em relação a isso encontrei uns vídeos interessantes dos helicópteros italianos.

Exercício anfíbio com a participação dos EH101 Italianos

Este também é interessante por ser relativo à descolagem e aterragem de um EH101 num convés.

Este ultimo vídeo foi por sorte, quase que podia ser o exemplo que precisávamos de um EH101 a operar de um reabastecedor, é que o Etna é um navio-reabastecedor, mas tem hangar... :mrgreen:
http://en.wikipedia.org/wiki/Italian_ship_Etna_(A5326 (http://en.wikipedia.org/wiki/Italian_ship_Etna_(A5326))
Título: Re: EH-101
Enviado por: Bravo Two Zero em Junho 01, 2013, 10:21:13 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "mafets"
Sempre me deu a ideia que os contentores do A. C. eram mais para uma proteção deste tipo... :mrgreen: .

A versão do ACADO parece-me com mais lógica, que os contentores sejam uma "camuflagem", quem vir esse navio de terra ou de outro navio, passa por um vulgar porta-contentores.

Desde já faço mea culpa por ter ajudado a descarrilar este tópico  :mrgreen:

Sobre o Atlantic Conveyor :

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Modifications included covering the container hold with steel plates and creating a system of shelters and equipment stores using ISO containers (I knew I would be able to squeeze containers into this post) both on deck and in the hold. Existing accommodation, showers, kitchens and other facilities ion the ship would support the extra embarked personnel and the on deck containers were used to store fresh water to wash the seawater residue off the aircraft, oxygen and other essentials.
The decision to use the Atlantic Conveyor for other stores was taken on the 17th and 20th of April, after the initial concept had been approved. Thus, no additional magazine capacity was installed with the 600 cluster bombs, rocket motors, anti-tank missiles, grenades and small arms ammunition stored in normal containers, this would have a significant bearing on the aftermath of the attack.

(http://farm8.staticflickr.com/7223/7042911061_839ac8bae8.jpg)
(http://farm8.staticflickr.com/7063/6896815818_a045b426c6.jpg)

http://www.thinkdefence.co.uk/2012/04/t ... lklands30/ (http://www.thinkdefence.co.uk/2012/04/the-atlantic-conveyor-falklands30/)
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 01, 2013, 11:48:33 pm
Citação de: "Lightning"
Mas isso também não são contentores :mrgreen:   Eu não disse que eram mas sim que podiam ter um objectivo similar... :mrgreen:

Citação de: "Lightning"
A versão do ACADO parece-me com mais lógica, que os contentores sejam uma "camuflagem", quem vir esse navio de terra ou de outro navio, passa por um vulgar porta-contentores.

Sem duvida. Mas a tal logica da protecção vinham do exemplo "destes meninos" que descarregavam os canhões antes de largar as bombas.
(http://www.hmscoventry.co.uk/images/skyhawks.jpg)

Com estas modificações  todas descritas pelo caro bravo two zero afinal os Argentinos afundáram mesmo um porta-aviões. Só que se chamava Atlantic Conveyor... :shock:
(http://farm6.staticflickr.com/5199/7042910471_9f0b61c0a9.jpg)
(http://www.milavicorner.0catch.com/fas_arquivos/image003.gif)
(http://farm8.staticflickr.com/7060/6896816292_559d42d360.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Junho 02, 2013, 12:01:41 am
Citação de: "mafets"
Com estas modificações todas afinal os Argentinos afundáram mesmo um porta-aviões. Só que se chamava Atlantic Conveyor... :shock:

Lá aviões tinha ele...
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 02, 2013, 12:56:01 am
Citação de: "Lightning"
Citação de: "mafets"
Com estas modificações todas afinal os Argentinos afundáram mesmo um porta-aviões. Só que se chamava Atlantic Conveyor... :mrgreen:
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 02, 2013, 04:14:00 am
Citação de: "Bravo Two Zero"
Citação de: "HSMW"
Citar
Model 514
    Portuguese Air Force search and rescue variant, six built.
Model 515
    Portuguese Air Force fisheries protection variant, two built.
Model 516
    Portuguese Air Force combat search and rescue variant, four built.


Existe alguma versão naval dedicada para missões CSAR? Só conheço a versão ASW da RN.

A Marinha Italiana usa AW101 mk 413 armados no Afeganistão.

Citar
EH101 Mk.413 - ASH Amphibious Support Helicopter for Italian Navy

(http://farm6.static.flickr.com/5110/5588570199_39fc8fd1c3_b.jpg)

(http://www.marina.difesa.it/sites/AMC1/SiteCollectionImages/eb7fb638-5ccd-4d55-ac4c-2ebcba1d0206/8a4cbb45-5e4a-46c3-ba15-e0db9ce864d79C3B1720.jpg)

Ate os mariconcos dos italianos arrajaram maneira de defender os eh!! So nos é q estamos cegos??
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Junho 02, 2013, 01:01:07 pm
Citação de: "ACADO"
Ate os mariconcos dos italianos arrajaram maneira de defender os eh!! So nos é q estamos cegos??

Julgo que o Merlin tem 3 locais pré-destinados às armas. Se os nosso fossem enviados para um cenário semelhante iriam com uma configuração semelhante.
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 02, 2013, 03:25:09 pm
Citação de: "HSMW"
Citação de: "ACADO"
Ate os mariconcos dos italianos arrajaram maneira de defender os eh!! So nos é q estamos cegos??

Julgo que o Merlin tem 3 locais pré-destinados às armas. Se os nosso fossem enviados para um cenário semelhante iriam com uma configuração semelhante.

Não estão certificados para tal coisa, ninguem nunca treinou isso e nem sabem q armas lá iriam por!! ja para nao falar que teriam que mandar vir as montagens e quem sabe ate armas novas!!
Se aparecer uma urgência, nao temos!! Quem se lixa?? os do costume...

Temos um dos melhores helicópteros do mundo nesta classe que em caso de necessidade nao servem para nada para além de taxi aéreo!!!
Ou entao arriscamos e nem defesas tem. E se acontece o q acontece a helis armados, a desarmados chamam-lhe um Figo...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Bravo Two Zero em Junho 02, 2013, 04:57:25 pm
Citação de: "ACADO"
Citação de: "HSMW"
Citação de: "ACADO"
Ate os mariconcos dos italianos arrajaram maneira de defender os eh!! So nos é q estamos cegos??

Julgo que o Merlin tem 3 locais pré-destinados às armas. Se os nosso fossem enviados para um cenário semelhante iriam com uma configuração semelhante.

Não estão certificados para tal coisa, ninguem nunca treinou isso e nem sabem q armas lá iriam por!! ja para nao falar que teriam que mandar vir as montagens e quem sabe ate armas novas!!
Se aparecer uma urgência, nao temos!! Quem se lixa?? os do costume...

Temos um dos melhores helicópteros do mundo nesta classe que em caso de necessidade nao servem para nada para além de taxi aéreo!!!
Ou entao arriscamos e nem defesas tem. E se acontece o q acontece a helis armados, a desarmados chamam-lhe um Figo...

Mas o ACADO tem a confirmação da própria Força Aérea que não estão certificados para a colocação de armamento ? E os suportes para as armas e estas, tem a certeza que não estão em algum hangar no Montijo ?
Ou é o "diz que disse" ?
Lembro-lhe que em Março de 2009, conclui-se o processo de certificação da metralhadora-pesada FN M3M Mk3 de 12,7mm montada transversalmente a bombordo no heli  orgânico da fragata "Corte-Real" integrada na SNMG1, sem dramas.

(http://3.bp.blogspot.com/_8vV4aVw1DhI/Skt9sfpYClI/AAAAAAAAAMw/jshDguw3T_Q/s1600-h/lynxgun.jpg)

Se eventualmente o EH-101 fosse chamado a participar numa operação como a ISAF, ocorreria o mesmo processo que o Lynx.
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 02, 2013, 05:20:32 pm
Citação de: "Bravo Two Zero"
Mas o ACADO tem a confirmação da própria Força Aérea que não estão certificados para a colocação de armamento ? E os suportes para as armas e estas, tem a certeza que não estão em algum hangar no Montijo ?
Ou é o "diz que disse" ?
Lembro-lhe que em Março de 2009, conclui-se o processo de certificação da metralhadora-pesada FN M3M Mk3 de 12,7mm montada transversalmente a bombordo no heli  orgânico da fragata "Corte-Real" integrada na SNMG1, sem dramas.

(http://i222.photobucket.com/albums/dd218/Helinauta/P1080762.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 02, 2013, 06:06:00 pm
Citação de: "Bravo Two Zero"
Citação de: "ACADO"
Citação de: "HSMW"
Citação de: "ACADO"
Ate os mariconcos dos italianos arrajaram maneira de defender os eh!! So nos é q estamos cegos??

Julgo que o Merlin tem 3 locais pré-destinados às armas. Se os nosso fossem enviados para um cenário semelhante iriam com uma configuração semelhante.

Não estão certificados para tal coisa, ninguem nunca treinou isso e nem sabem q armas lá iriam por!! ja para nao falar que teriam que mandar vir as montagens e quem sabe ate armas novas!!
Se aparecer uma urgência, nao temos!! Quem se lixa?? os do costume...

Temos um dos melhores helicópteros do mundo nesta classe que em caso de necessidade nao servem para nada para além de taxi aéreo!!!
Ou entao arriscamos e nem defesas tem. E se acontece o q acontece a helis armados, a desarmados chamam-lhe um Figo...

Mas o ACADO tem a confirmação da própria Força Aérea que não estão certificados para a colocação de armamento ? E os suportes para as armas e estas, tem a certeza que não estão em algum hangar no Montijo ?
Ou é o "diz que disse" ?
Lembro-lhe que em Março de 2009, conclui-se o processo de certificação da metralhadora-pesada FN M3M Mk3 de 12,7mm montada transversalmente a bombordo no heli  orgânico da fragata "Corte-Real" integrada na SNMG1, sem dramas.

(http://3.bp.blogspot.com/_8vV4aVw1DhI/Skt9sfpYClI/AAAAAAAAAMw/jshDguw3T_Q/s1600-h/lynxgun.jpg)

Se eventualmente o EH-101 fosse chamado a participar numa operação como a ISAF, ocorreria o mesmo processo que o Lynx.

Nao foi o ministro da defesa q me confirmou mas foram pessoas fidedignas o suficiente para mim.

E esse processo de certificação levou quanto tempo? Lembra-se?? Será q da próxima vez temos esse tempo?
E outra, será que foi a decisão acertada escolher uma arma tao pesada para um heli tao pequeno? E se fizeram da .50 porque nao aproveitaram e nao fizeram das mg3 ao mesmo tempo?
Mas isso ja é tema para a Marinha...
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 02, 2013, 07:49:59 pm
parece que 0.50 agora é moda... :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 02, 2013, 08:43:37 pm
Citação de: "mafets"
parece que 0.50 agora é moda... :G-beer2:

O alcance que tem permite manter as PKM à distancia!!
E deixaram de usar muito as armas eléctricas porque os helicópteros eram atingidos e se o sistema eléctrico era afectado as armas deixavam de trabalhar.
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 18, 2013, 06:14:52 pm
[video=youtube;tGRv7Rs1nY0]http://www.youtube.com/watch?v=tGRv7Rs1nY0[/video]

Not a valid youtube URL
Not a valid youtube URL frameborder="0" allowfullscreen></iframe>[/youtube]


http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=tGRv7Rs1nY0

Ora aqui esta uma alternativa para os nossos EH...


Ps- desculpem la mas nao consigo por esta porra dos videos como deve ser !!!
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 19, 2013, 07:03:22 pm
http://www.aviationweek.com/blogs.aspx?plckblogid=blog:27ec4a53-dcc8-42d0-bd3a-01329aef79a7&plckpostid=blog:27ec4a53-dcc8-42d0-bd3a-01329aef79a7post:4cba5fcf-2569-4a41-8bd5-f3c05908f9e1

(http://sitelife.aviationweek.com/ver1.0/Content/images/store/11/14/cb500020-4307-4f41-aee2-90b6e65dd8e2.Full.jpg)

(http://sitelife.aviationweek.com/ver1.0/Content/images/store/4/6/8439eef5-04e3-436c-a6a4-34a3002acbc9.Full.jpg)

Merlin Hc-3 no Afeganistão

 :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 20, 2013, 11:56:32 am
Citação de: "ACADO"


Ora aqui esta uma alternativa para os nossos EH...


Ps- desculpem la mas nao consigo por esta porra dos videos como deve ser !!!
Título: Re: EH-101
Enviado por: nelson38899 em Junho 20, 2013, 01:18:10 pm
Faria mais sentido aplicar num heli do tamanho do AL3 do que num bicho desse tamanho. Mandar um brinquedo desse tamanho para a frente de batalha é em primeiro lugar uma burrice e depois com esse tamanho todo facilmente levaria com balas das AK47 e das dragunov facilmente.

Sendo assim o melhor será usar os EH101 para transporte de tropas, mas longe da frente de batalha.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 20, 2013, 02:23:48 pm
Então explica-me o V-22, o MI-17, o... todos usados operacionalmente em todas as frentes.

O EH-101 é um aparelho espectacular e desde que devidamente equipado para o efeito, é uma excelente plantaforma para heli-assaltos, etc.

(http://www.key.aero/central/images/articles/2767.jpg)

(http://images2.fanpop.com/image/photos/12800000/V-22-Osprey-In-Afghanistan-marine-corps-12881277-610-406.jpg)

(http://usarmy.vo.llnwd.net/e2/-images/2010/03/25/67871/size0-army.mil-67871-2010-03-25-100311.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 20, 2013, 02:29:31 pm
Citação de: "nelson38899"
Faria mais sentido aplicar num heli do tamanho do AL3 do que num bicho desse tamanho. Mandar um brinquedo desse tamanho para a frente de batalha é em primeiro lugar uma burrice e depois com esse tamanho todo facilmente levaria com balas das AK47 e das dragunov facilmente.

Sendo assim o melhor será usar os EH101 para transporte de tropas, mas longe da frente de batalha.

Com certeza que tem de ser usado só nalguns contextos mas como deve saber acertar num heli em movimento não é propriamente fácil! E as armas a temer seriam sempre mais as pkm ou as dshk. No entanto com o alcance deste canhão ou dos rockets mantém-se bem ao longe!
Sim, não é o heli indicado, mas é o único q temos de jeito e nem todos os desembarques são feitos sem qualquer inimigo à volta!! Mais vale ter algum poder de fogo para amansar os bichos...

E duvido q um allouette aguente este tipo de armamento!!
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 20, 2013, 02:56:25 pm
O Alouette 3 na função de helicanhão usa uma beleza de 20mm!

(http://2.bp.blogspot.com/-3VOPvLHCoF0/TXtjsjeqAAI/AAAAAAAAPLc/WN6sfaPFDuk/s400/Lobo_Mau.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 20, 2013, 03:24:14 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
O Alouette 3 na função de helicanhão usa uma beleza de 20mm!

(http://2.bp.blogspot.com/-3VOPvLHCoF0/TXtjsjeqAAI/AAAAAAAAPLc/WN6sfaPFDuk/s400/Lobo_Mau.jpg)

Sim, mas isto não tem nada a ver com o tipo de armamento q estamos a falar...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Junho 20, 2013, 06:07:44 pm
Isto não é só por um canhão e já está. O Alouette não estão preparado para operações noturnas, para operar em zona de ameaça de misseis SAM guiados por radar ou por calor, não possui muito do equipamentos de comunicação que hoje se usa como o link 16, não possui radar nem sistemas próprios de navegação como o inércia ou o GPS (no tempo da guerra colonial o piloto usava um mapa em papel).
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 20, 2013, 06:42:15 pm
Para quem gosta de "helis" grandes armados até aos dentes... :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 20, 2013, 07:08:18 pm
Citação de: "mafets"
Para quem gosta de "helis" grandes armados até aos dentes... :G-beer2:

Eheh! Brutal
Quando ainda não havia Cobras suficientes foi o que eles arranjaram para dar apoio!! Tal como quem não tem Hélis de ataque devia ponderar...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Junho 20, 2013, 09:29:28 pm
Citação de: "ACADO"
Quando ainda não havia Cobras suficientes foi o que eles arranjaram para dar apoio!! Tal como quem não tem Hélis de ataque devia ponderar...

Antes dos Cobra também usavam muito o Huey armado.

E agora um clássico :mrgreen:
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 20, 2013, 09:37:05 pm
Também se "artilha" coisas pequenas... :wink:

(http://www.army-technology.com/projects/littlebirdhelicopter/images/1-ulb.jpg)
(http://4.bp.blogspot.com/-x26fk-Lr1xU/UIvhZVheC0I/AAAAAAAADlU/BOZRiT1fhg0/s1600/AH-6i_Boeing_helic%C3%B3ptero_helicopter_Asa+Rotativa_02.jpg)
(http://www.vhpamuseum.org/4thcav/1stsquad/images/LOACH4.jpg)
(http://semanticommunity.info/@api/deki/files/16716/Figure_2_Kiowa_Warrior.png)
(http://farm4.staticflickr.com/3324/4562026728_8d5940093d_z.jpg)
(http://2.bp.blogspot.com/-EDDbZF9uPfM/T1tGNM7h2sI/AAAAAAAAHqw/bE4r66zoKLw/s1600/OH-13H+Sioux+1.jpg)
(http://img7.imageshack.us/img7/2123/h13sioux5.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 20, 2013, 09:46:13 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "ACADO"
Quando ainda não havia Cobras suficientes foi o que eles arranjaram para dar apoio!! Tal como quem não tem Hélis de ataque devia ponderar...

Antes dos Cobra também usavam muito o Huey armado.

E agora um clássico :mrgreen:

(http://pronto.au104.org/103Sigs/103Sigs_images/103Sigs_15-19_1966_BL_Vietnam0247.jpg)
(http://www.au104.org/Veteran_Stories/Vet_Images/vetstory36_4.jpg)
(http://www.warchapter.com/images/Huey%20gunship%202.jpg)
(http://www.dontgivvafuq.com/misc/pics/nam/uh1/uh-1_ara_gunship_01.jpg)
 :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 20, 2013, 10:38:13 pm
Citação de: "mafets"
Também se "artilha" coisas pequenas... :wink:

(http://www.army-technology.com/projects/littlebirdhelicopter/images/1-ulb.jpg)
(http://4.bp.blogspot.com/-x26fk-Lr1xU/UIvhZVheC0I/AAAAAAAADlU/BOZRiT1fhg0/s1600/AH-6i_Boeing_helic%C3%B3ptero_helicopter_Asa+Rotativa_02.jpg)
(http://www.vhpamuseum.org/4thcav/1stsquad/images/LOACH4.jpg)
(http://semanticommunity.info/@api/deki/files/16716/Figure_2_Kiowa_Warrior.png)
(http://farm4.staticflickr.com/3324/4562026728_8d5940093d_z.jpg)
(http://2.bp.blogspot.com/-EDDbZF9uPfM/T1tGNM7h2sI/AAAAAAAAHqw/bE4r66zoKLw/s1600/OH-13H+Sioux+1.jpg)
(http://img7.imageshack.us/img7/2123/h13sioux5.jpg)

É impressão minha ou estou a ver um little BIRD com 6 pás ??!!
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 21, 2013, 12:02:15 am
Com 6 pás...
(http://www.flightglobal.com/airspace/media/galleries/images/53023/500x400/boeing-ah-6i.jpg)
(http://z.enha.kr/pds/2/21/AH-6-6.jpg)

Com 5...
(http://semperfimac.net/auctionpics3/OH6%20CAYUSE%202.jpg)

Com 4...
(http://www.airshowphotography.com/OH-6/o09oh6-6716435-N41776-4.jpg)

E até sem rotor de cauda... :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 21, 2013, 10:39:50 am
O que o Acado quer são os MI-35! c34x

(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/07/AH-2-Sabre.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 21, 2013, 11:46:50 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
O que o Acado quer são os MI-35! c34x

Também não me importava... :wink:

(http://images.military.com/Data/EQG/mh53j_10.jpg)
(http://www.transport-central.info/image22)

Como é bom sonhar... :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 21, 2013, 01:50:15 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
O que o Acado quer são os MI-35! c34x

(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/07/AH-2-Sabre.jpg)

O que eu quero é alguma coisa porque de momento não temos nada!!
As coisas estão cada vez mais instáveis em África, é o trafico de droga e o terrorismo e nos quase sem capacidades nenhumas ofensivas!! Aviões não chegam e os nossos Helis estão como estão...

Gosto pouco de arriscar vidas devido à incompetência, egocentrismo e falta de inteligência de alguns responsáveis pela nossa defesa.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 21, 2013, 02:21:04 pm
Citação de: "mafets"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
O que o Acado quer são os MI-35! c34x

(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/07/AH-2-Sabre.jpg)

Também não me importava... :wink:

(http://images.military.com/Data/EQG/mh53j_10.jpg)

Como é bom sonhar... :G-beer2:

Mas para isso temos os Merlin. O que o governo podia fazer era comprar armamento para os EH-101, tal como se fez para os Lynx da Armada, nem que fosse só para os que foram devidamente equipados para fazer as missões CSAR (4).
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 21, 2013, 02:31:31 pm
Citação de: "ACADO"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
O que o Acado quer são os MI-35! c34x

(http://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2012/07/AH-2-Sabre.jpg)

O que eu quero é alguma coisa porque de momento não temos nada!!
As coisas estão cada vez mais instáveis em África, é o trafico de droga e o terrorismo e nos quase sem capacidades nenhumas ofensivas!! Aviões não chegam e os nossos Helis estão como estão...

Gosto pouco de arriscar vidas devido à incompetência, egocentrismo e falta de inteligência de alguns responsáveis pela nossa defesa.

ACADO se leres qualquer texto em sites como o Operacional, artigos no JE, etc; verás que há uma critica que aparece muito ao poder político, que é o facto de só se comprar quando algo acontece, é desde os HMMWV para o Exército e FAP, foi assim com inúmeras coisas. A Armada só conseguiu adquirir "filtros de areia para os motores, blindagens e as metralhadoras para aplicar lateralmente nos helicópteros" graças às missões anti-pirataria, senão ainda estavam a chuchar no dedo.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Johnnie em Junho 21, 2013, 02:54:29 pm
Citação de: "ACADO"
As coisas estão cada vez mais instáveis em África, é o trafico de droga e o terrorismo e nos quase sem capacidades nenhumas ofensivas!! Aviões não chegam e os nossos Helis estão como estão...Gosto pouco de arriscar vidas devido à incompetência, egocentrismo e falta de inteligência de alguns responsáveis pela nossa defesa.

E nós com isso? Por acaso ainda tens colónias em Africa é? Para resgatar os nossos cidadãos numa emergencia seria sempre em coordenação com os poderes locais e para isso tens os Merlin CSAR...

Os Hind não sei porquê nunca me convenceram, basta um soldado com um Stinger ao ombro e já foste...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 21, 2013, 03:04:30 pm
Mas nesse aspecto o que difere um MI-35 de um Merlim ou de o BW?
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 21, 2013, 04:25:36 pm
Citação de: "Johnnie"
Citação de: "ACADO"
As coisas estão cada vez mais instáveis em África, é o trafico de droga e o terrorismo e nos quase sem capacidades nenhumas ofensivas!! Aviões não chegam e os nossos Helis estão como estão...Gosto pouco de arriscar vidas devido à incompetência, egocentrismo e falta de inteligência de alguns responsáveis pela nossa defesa.

E nós com isso? Por acaso ainda tens colónias em Africa é? Para resgatar os nossos cidadãos numa emergencia seria sempre em coordenação com os poderes locais e para isso tens os Merlin CSAR...

Os Hind não sei porquê nunca me convenceram, basta um soldado com um Stinger ao ombro e já foste...

Num pais como a Guiné contar com os poderes locais... :wink:

Citação de: "Cabeça de Martelo"
Mas para isso temos os Merlin. O que o governo podia fazer era comprar armamento para os EH-101, tal como se fez para os Lynx da Armada, nem que fosse só para os que foram devidamente equipados para fazer as missões CSAR (4).

Eu sei. Estava só a reinar com o Acado que gosta muito de material americano e a potenciar o offtopic... :mrgreen:
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Junho 21, 2013, 05:39:44 pm
Importam-se de parar de citar todas as imagens?!?! Conseguiram encher uma página com apenas 10 mensagens.
Já para não falar no off-topic.
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Junho 21, 2013, 08:17:12 pm
Citação de: "Johnnie"
Citação de: "ACADO"
As coisas estão cada vez mais instáveis em África, é o trafico de droga e o terrorismo e nos quase sem capacidades nenhumas ofensivas!! Aviões não chegam e os nossos Helis estão como estão...Gosto pouco de arriscar vidas devido à incompetência, egocentrismo e falta de inteligência de alguns responsáveis pela nossa defesa.

E nós com isso? Por acaso ainda tens colónias em Africa é? Para resgatar os nossos cidadãos numa emergencia seria sempre em coordenação com os poderes locais e para isso tens os Merlin CSAR...

Os Hind não sei porquê nunca me convenceram, basta um soldado com um Stinger ao ombro e já foste...

Nos com isso?!! Então ta bem...

E nem sempre se consegue apoio dos poderes locais!! Nem tão menos a nossa força aérea esta preparada para isso como se tem constatado.

Quantos aos stinger! O mesmo se aplica aos nossos com mísseis sa7 e assim!! Sem contramedidas e bons pilotos não há heli q sobreviva...

Se só temos eh101 eles têm de estar preparados para o que der e vier!! Inclusive entrar em espaço aéreo hostil...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Bravo Two Zero em Junho 21, 2013, 11:32:07 pm
Citar
Com 600 "hind" empregues no Afeganistão, 27 foram derrubados pelo Stinger e 2 pelo Redeeye (e mesmo acrescentando mais alguns abatidos pelo Sa-7), ou o missil era mau (ou mal utilizado) ou o helicoptero era muito bom.

Segundo reza a história, os Stingers só começaram a ser introduzidos em 1986 (Operação Ciclone, a tal que já fizeram um filme com o Tom Hanks). Desde a sua introdução neste conflito (1979) os  Mi-24 operavam com altas taxas de sucesso, dado que os Mujahideen só tinham metralhadoras pesadas, o famoso canhão ZU-23 de 23 MM (que encontrámos na Guiné) , alguns mísseis Strelas  e Redeye e o pouco fiável Blowpipe (que também andou por cá).

Mas o Mi-24/24/35 é aquela máquina. Um confronto interessante foi os Mi-25 iraquianos vs AH-1J SeaCobras iranianos

PS: lá fiz mais um off-topic
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Junho 22, 2013, 01:13:30 pm
Para voltar a colocar este tópico nos eixos  :roll:


(http://img197.imageshack.us/img197/3727/n8v9.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 22, 2013, 03:37:41 pm
Citação de: "Bravo Two Zero"
Citar
Com 600 "hind" empregues no Afeganistão, 27 foram derrubados pelo Stinger e 2 pelo Redeeye (e mesmo acrescentando mais alguns abatidos pelo Sa-7), ou o missil era mau (ou mal utilizado) ou o helicoptero era muito bom.

Segundo reza a história, os Stingers só começaram a ser introduzidos em 1986 (Operação Ciclone, a tal que já fizeram um filme com o Tom Hanks). Desde a sua introdução neste conflito (1979) os  Mi-24 operavam com altas taxas de sucesso, dado que os Mujahideen só tinham metralhadoras pesadas, o famoso canhão ZU-23 de 23 MM (que encontrámos na Guiné) , alguns mísseis Strelas  e Redeye e o pouco fiável Blowpipe (que também andou por cá).

Mas o Mi-24/24/35 é aquela máquina. Um confronto interessante foi os Mi-25 iraquianos vs AH-1J SeaCobras iranianos

PS: lá fiz mais um off-topic

A introdução do Stinger esteve sobretudo ligada ao Mi-24 Hind (embora também se devesse a outros meios aéreos como o Mi-8 e o Su-25) no Afeganistão. Ao ser um Heli com diversos sensores, pesadamente blindado e armado, estava praticamente imune às 14 e 23mm usadas. Começou a existir alguns problemas sobretudo com os Hn-5 (copias chinesa do SA-7, fornecidas através da fronteira com o Paquistão em numero consideravel ou não fosse o maior trunfo dos Mujahideen um An-22 derrubado quando aterrava em Cabul por um Hn-5). Mas a introdução de tácticas antimissil e mas tarde dos supressores de calor e dos flares colocou ainda mais a nu as já varias deficiências do Hn-5/SA-7 (problemas de produção, reduzida capacidade do sistema de busca, incapacidade de atacar alvos em qualquer ângulo ou condições, etc) pelo foi introduzido o Stinger, claramente superior.
(http://www.worldaffairsboard.com/attachments/military-aviation/11844d1221769688-random-thoughts-mighty-hog-part-2-su-25-damage-3.jpg)
(http://4.bp.blogspot.com/-hq5zAoejNBc/UU8GeAH2esI/AAAAAAAAAGE/AqB0XBtRn2U/s1600/Mi-24_hind-F_Russia_03.jpg)

Citar
Afghanistan[edit]

Strela-2M was used also in Afghanistan during the Soviet war in Afghanistan by the Mujahiddeen. The missiles were obtained from various sources, some from Egypt and China (locally manufactured Sakr Eye and HN-5 versions of the SAM), and the CIA also assisted the guerrillas in finding missiles from other sources.
Results from combat use were not dissimilar from experiences with the Strela-2/2M from Vietnam: while 42 helicopters were shot down by various Strela-2 variants (including a few Mi-24s until exhaust shrouds made them next to invisible to the short-wavelength Strela-2 seeker) only 5 fixed-wing aircraft were destroyed with the weapon. Due to its poor kinematic performance and vulnerability to even the most primitive infra-red countermeasures, the guerrillas considered the Strela-2 suitable for use against helicopters and prop-driven transports, but not combat jets.
However the recent studies and interviews after the Cold war, say that most of Strela sold to the Mujahiddeen on the black market, were broken/damaged or faulty. This is possibly another reason why the Soviet army in Afghanistan didn't expect working anti-aircraft missiles like Stinger to be used.


http://en.wikipedia.org/wiki/Strela_2

Mas esta questão introduz outro ponto relativamente ao Merlin. Tem-se falado de armamento para o Eh-101 mas a protecção anti-míssil e os supressores de calor são outro ponto importante para a sobrevivência de um helicóptero no campo de batalha.
(http://ts4.mm.bing.net/th?id=H.4537943242705515&pid=15.1&H=96&W=160)      
(http://www.defencetalk.com/wp-content/themes/dStyle165/scripts/timthumb.php?src=/wp-content/uploads/2009/09/dircm-apache-AAQ-24..jpg&w=365&h=245&zc=1)
(http://www.defence.org.cn/aspnet/usa-mil/News/UploadFiles/2005-1/200512818175580.jpg)
(http://photocommission.com/harveyg/wp-content/uploads/2012/06/D90-DSC_6539-c-HGP-2012-2-800x500px300dpi-sig-odp.jpg)
(http://www.defencejournal.com/dec98/images/ka50-4.jpg)


 :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 22, 2013, 05:47:52 pm
Para além de todas estas modificações ao helicoptero, teriamos de arranjar um navio certificado para operar estes aparelhos. É o famoso "Adamastor" (NPL), o navio que nunca irá passar do papel e que iria servir a Armada e o Exército e que utilizaria o Merlin. :evil:
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Junho 22, 2013, 09:30:05 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Para além de todas estas modificações ao helicoptero, teriamos de arranjar um navio certificado para operar estes aparelhos. É o famoso "Adamastor" (NPL), o navio que nunca irá passar do papel e que iria servir a Armada e o Exército e que utilizaria o Merlin. :evil:

(http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/im_mar/Foudre_002.jpg)
Só a titulo de exemplo (porque tem sido várias as vendas deste tipo de navios por valores semelhantes) os "francius" venderam este "Foundre" (de uma classe de 2, portanto falta vender o Siroco) por 80 milhões de dólares aos Chilenos. Ah, mas para nós não serve, não é novinho em folha, todo xpto, com aquelas cenas das "contrapartidas", das luvas a entrar nas contas bancarias de certos partidos, cônsules e por aí fora. Alem disso e a juntar ao rol de defeitos típicos, (inadequação do hangar e do convés aos eh101, preferências pelos nh-90, etc) como iríamos sobreviver num navio sem os paióis de vinho feitos à nossa medida... :G-beer2:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Johnnie em Junho 23, 2013, 08:15:12 pm
80 milhoes era de valor...

Desde que não esteja no estado em que estava o Foch era bem comprado.

Parabens á marinha Chilena
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Agosto 02, 2013, 08:20:07 pm
Scans gentilmente cedidos por um colega do artigo sobre os EH-101 Merlin da FAP e os 35 anos da Esq. 751 "Pumas" na edição de Agosto da revista Air Forces Monthly.  c34x


(Pág. 68/69)
(http://imageshack.us/a/img202/8599/i2c0.th.jpg) (http://http)

(Pág. 70/71)
(http://imageshack.us/a/img713/3891/jqen.th.jpg) (http://http)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Agosto 06, 2013, 05:01:59 pm
De um post de hoje do blog de David Cenciotti. E não é que parece mesmo? :arrow: http://theaviationist.com/2013/08/06/eh ... lypse-now/ (http://theaviationist.com/2013/08/06/eh-101-apocalypse-now/)
[/quote]
Título: Re: EH-101
Enviado por: P44 em Agosto 06, 2013, 05:05:01 pm
tchhhiii ainda há pessoal a delirar com NPLs

bebam uma fresquinha que isso passa  :lol:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Setembro 17, 2013, 12:05:00 pm
Citação de: "mafets"
Vira o disco e toca o mesmo... :roll:

E, já agora, a notícia original:

Citar
Engine shortage dogs Portuguese AW101 fleet
By: Dominic Perry, in Lisbon - 18 hours ago

16-09-2013

Portugal’s fleet of AgustaWestland AW101 Merlin helicopters, used for search and rescue (SAR) operations across a huge expanse of the Atlantic Ocean, is being prevented from reaching higher levels of readiness due to problems with the support of the type’s Rolls-Royce Turbomeca RTM322 engines. At present, five of the 12-aircraft fleet operated by the Portuguese air force’s 751 Sqn are out of service, either due to the unavailability of engines or spare parts for them, says AgustaWestland’s Nick Green, who runs sustainment activities for the nation’s Merlin fleet from Montijo air base near Lisbon.“It has been pretty consistent for the past 12 months,” he says. “We have finished our maintenance [on the helicopters], but we can’t conduct flight tests due to a lack of engines.”Availability of the five aircraft at Montijo in 2012 was at 70%, with a similar figure achieved so far this year, says the manufacturer.

The issue stems partly from Portugal’s tardiness in contracting out the maintenance provision for the helicopters. Although it received the 12 aircraft over a two-year period beginning in 2004, it took until 2008 for Lisbon to partner with AgustaWestland and a number of local companies to provide sustainment capability, excluding powerplants, for the fleet. That delay also affected engine overhaul, and meant a backlog of powerplants requiring attention had built up by the time the R-R/Turbomeca joint venture was brought in. Although aircraft availability has yet to impact the squadron operationally, there are concerns that unless the problem is solved quickly things may worsen.“It needs to be solved really fast, because I don’t think we can cope for many years like this,” says Lt Rodolfo Gouveia, one of 751 Sqn’s pilots. “If something is not done in the next two years there will be a problem.”Turbomeca was not immediately available to comment.

The squadron has already had to cope with a reduced budget thanks to Portugal’s straitened economic circumstances. This has seen annual flight hours cut from 2,250h to 1,750h, of which training accounts for around half.“We are not flying as regularly training-wise, we are just being more efficient with our training to get the maximum out of it,” says Gouveia. “But it has not stopped us doing SAR missions.”Next year’s budget, however, is likely to remain stable, he adds, as Portugal looks to ring-fence what it considers a vital public service.

751 Sqn provides SAR and medical evacuation cover across more than 6 million km² of ocean – the largest area in Europe – from bases in Montijo, Lajes in the Azores and Porto Santo on Madiera. Since its inception in 1978 it has saved more than 2,916 lives, it says. The AgustaWestland-led sustainment operation, meanwhile, has undertaken a number of modifications to the aircraft in order to reduce downtime. These include a change to part of the tail rotor assembly, which has increased service intervals from 100h to 200h, and the installation of additional drains in the rear of the fuselage to prevent corrosion caused by salt water ingress


 :arrow: http://www.flightglobal.com/news/articl ... et-390590/ (http://www.flightglobal.com/news/articles/engine-shortage-dogs-portuguese-aw101-fleet-390590/)
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Setembro 17, 2013, 02:45:48 pm
Tinha-me enganado no Sitio. Obg... :?

http://www.passarodeferro.com/2013/09/frota-portuguesa-eh101-de-novo-com.html

(http://2.bp.blogspot.com/_XKvLAmR1MkA/TDNhvHaImvI/AAAAAAAAPAY/cJw8s-YrPyg/s400/IMG_1907.JPG)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Menacho em Março 03, 2014, 05:43:46 pm
(http://1.bp.blogspot.com/-22WIDcnM5vw/UxRfs_KXheI/AAAAAAAAMy8/dZS2fRtMv7c/s1600/z.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Março 13, 2014, 09:03:56 pm
Título: Re: EH-101
Enviado por: Menacho em Março 30, 2014, 08:46:44 am
(http://3.bp.blogspot.com/-NvLuu8-YNow/UzaE7tLOOUI/AAAAAAAAPn4/4SKodUcRoF4/s1600/z.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Crypter em Março 30, 2014, 11:38:25 pm
Máquina fantástica! Só não gosto particularmente da pintura...
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Março 31, 2014, 09:09:46 am
Citação de: "Crypter"
Máquina fantástica! Só não gosto particularmente da pintura...

Se olharmos para o plano de fundo da fotografia até vemos que a pintura esta bastante bem adaptada.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Crypter em Março 31, 2014, 01:24:45 pm
Citação de: "ACADO"
Citação de: "Crypter"
Máquina fantástica! Só não gosto particularmente da pintura...

Se olharmos para o plano de fundo da fotografia até vemos que a pintura esta bastante bem adaptada.

Depende da perspectiva de onde olhamos! Se olharmos do chão, o camuflado é de todo o menos indicado para uma aeronave passar despercebida..
Título: Re: EH-101
Enviado por: raphael em Março 31, 2014, 04:36:09 pm
Despercebida? Um "comboio" daqueles que tem mais espaço que um aviocar e um ruído tremedo...achas que a ideia é passar despercebido?
A ideia não é ser tipo "Raio Azul"!
Se pertencesse à Armada é que teria uma cor mais marítima.
Mas tens sempre bom remédio...quando comprares um pinta-lo da côr que quiseres...assim fica mais ao teu gosto.
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Março 31, 2014, 07:12:01 pm
Citação de: "Crypter"
Citação de: "ACADO"
Citação de: "Crypter"
Máquina fantástica! Só não gosto particularmente da pintura...

Se olharmos para o plano de fundo da fotografia até vemos que a pintura esta bastante bem adaptada.

Depende da perspectiva de onde olhamos! Se olharmos do chão, o camuflado é de todo o menos indicado para uma aeronave passar despercebida..

No nosso caso os Hélis são para ser mantidos camuflados de cima para baixo! Ou seja quando estão parados estarem camuflados e quando no ar voarem baixo e nao serem detectados!
Penso que a Forca Aérea fez uma escolha táctica adequada uma vez que a nossa capacidade de supremacia aérea é difícil de obter e estamos a apostar na clandestinidade.

Penso que poderíamos ter 2 ou 3 todos pretos para operações nocturnas, mas uma vez que a capacidade Portuguesa de combater à noite é muito diminuta é compreensível esta opção.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 01, 2014, 11:04:11 am
Atenção, tantos os Merlim como os F-16 podem operar durante a noite, de resto concordo em absoluto.


Citar
A extração do tripulante foi efetuada com sucesso nas coordenadas estabelecidas pelo RCC Lajes, a cerca de 650 quilómetros a norte das Lajes, pelas 23H40 da noite de 23 de janeiro, tendo as aeronaves EH-101 MERLIN da Esquadra 751 e C-295M da Esquadra 502, aterrado nas Lajes, já na madrugada do dia seguinte, pelas 03H15 e 02H55 respetivamente, onde uma ambulância da BA4 já os aguardava para transportar o paciente e a equipa médica para o Hospital do Santo Espírito, em Angra do Heroísmo.

As condições meteorológicas na zona de operações eram de vento forte e ondulação de 3,5 metros do quadrante sudoeste.

(http://www.emfa.pt/www/conteudos/galeria/fas/f16/2012-luis-andre-diogo/dsc-2005_2147.jpg)

Citar
As capacidades operacionais obtidas com a configuração MLU são significativas permitindo:

- Interoperabilidade com parceiros NATO

- Deteção de alvos aéreos e terrestres a longa distância;

- Operação em quaisquer condições meteorológicas de dia ou de noite;

- Identificação eletrónica de outras aeronaves;

- Integração em redes de gestão do campo de batalha;

 :arrow: https://www.emfa.pt/www/aeronave-18 (https://www.emfa.pt/www/aeronave-18)
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Abril 01, 2014, 02:21:28 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Atenção, tantos os Merlim como os F-16 podem operar durante a noite, de resto concordo em absoluto.


Citar
A extração do tripulante foi efetuada com sucesso nas coordenadas estabelecidas pelo RCC Lajes, a cerca de 650 quilómetros a norte das Lajes, pelas 23H40 da noite de 23 de janeiro, tendo as aeronaves EH-101 MERLIN da Esquadra 751 e C-295M da Esquadra 502, aterrado nas Lajes, já na madrugada do dia seguinte, pelas 03H15 e 02H55 respetivamente, onde uma ambulância da BA4 já os aguardava para transportar o paciente e a equipa médica para o Hospital do Santo Espírito, em Angra do Heroísmo.

As condições meteorológicas na zona de operações eram de vento forte e ondulação de 3,5 metros do quadrante sudoeste.

(http://www.emfa.pt/www/conteudos/galeria/fas/f16/2012-luis-andre-diogo/dsc-2005_2147.jpg)

Citar
As capacidades operacionais obtidas com a configuração MLU são significativas permitindo:

- Interoperabilidade com parceiros NATO

- Deteção de alvos aéreos e terrestres a longa distância;

- Operação em quaisquer condições meteorológicas de dia ou de noite;

- Identificação eletrónica de outras aeronaves;

- Integração em redes de gestão do campo de batalha;

 :arrow: https://www.emfa.pt/www/aeronave-18 (https://www.emfa.pt/www/aeronave-18)

Eu nap disse que esses meios nao podiam operar de noite! Disse que a capacidade Portuguesa de combate à noite é quase nula!
Basicamente nao existem meios para a Infantaria usar visão nocturna em combate! Execto alguns poucos meios em pequenas unidades de operações especiais em que existem NPaQ e visores nocturnos para todos, só existem pequenos meios de vigilância!
Nao serviria de nada fazer um heli assalto nocturno se depois a capacidade de combate ia ser diminuta!
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 01, 2014, 02:33:47 pm
Ah, agora percebi. Sim, é uma verdade indesmentivel.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Abril 02, 2014, 08:14:42 pm
Esta imagem também mostra bem o terreno português.

(http://2.bp.blogspot.com/-FR74XteDmD0/UBO78zuJKWI/AAAAAAAAH-4/3SB9o7QUC3c/s1600/50c7619-7_603.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Abril 02, 2014, 08:17:05 pm
Se olharmos de baixo também não vamos ver camuflado...

(http://farm9.static.flickr.com/8398/8693318375_5e084e71cb.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Abril 02, 2014, 09:33:44 pm
Citação de: "Lightning"
Esta imagem também mostra bem o terreno português.

(http://2.bp.blogspot.com/-FR74XteDmD0/UBO78zuJKWI/AAAAAAAAH-4/3SB9o7QUC3c/s1600/50c7619-7_603.jpg)

Ja agora alguém me explique porque o fast rope é feito lado em que é preciso passar por baixo daquela barra??
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Abril 02, 2014, 09:39:11 pm
Citação de: "Lightning"
Se olharmos de baixo também não vamos ver camuflado...

(http://farm9.static.flickr.com/8398/8693318375_5e084e71cb.jpg)

Sim, por baixo nao se percebe porque nao foi pintado de cinzento??
Título: Re: EH-101
Enviado por: raphael em Abril 03, 2014, 12:00:53 pm
Citação de: "ACADO"
Citação de: "Lightning"
Esta imagem também mostra bem o terreno português.

(http://2.bp.blogspot.com/-FR74XteDmD0/UBO78zuJKWI/AAAAAAAAH-4/3SB9o7QUC3c/s1600/50c7619-7_603.jpg)

Ja agora alguém me explique porque o fast rope é feito lado em que é preciso passar por baixo daquela barra??

Não sei precisar mas pode ter a ver com o facto de no final de todos os elementos descerem ser mais fácil soltar a corda para a aeronave abandonar o local.
Mas isto é só o meu palpite. :twisted:
Título: Re: EH-101
Enviado por: ACADO em Abril 03, 2014, 10:10:14 pm
Citação de: "raphael"
Citação de: "ACADO"
Citação de: "Lightning"
Esta imagem também mostra bem o terreno português.

(http://2.bp.blogspot.com/-FR74XteDmD0/UBO78zuJKWI/AAAAAAAAH-4/3SB9o7QUC3c/s1600/50c7619-7_603.jpg)

Ja agora alguém me explique porque o fast rope é feito lado em que é preciso passar por baixo daquela barra??

Não sei precisar mas pode ter a ver com o facto de no final de todos os elementos descerem ser mais fácil soltar a corda para a aeronave abandonar o local.
Mas isto é só o meu palpite. :twisted:

Pois, mas assim é bem mais difícil fazer um fast rope rápido!! Um gajo ter q se baixar para entrar logo de seguida do outro condiciona um bocado por mais que um na corda.

E nunca vi fast ropes de múltiplos pontos! Costumam treinar?
Título: Re: EH-101
Enviado por: Menacho em Maio 07, 2014, 08:21:00 pm
(http://1.bp.blogspot.com/-Ab91DvJjL-c/U2oHoKm7ITI/AAAAAAAAUD8/9QHmDDXrTgI/s1600/z.jpg)

(http://3.bp.blogspot.com/-r070gHhEQxE/U2TTVg7RbdI/AAAAAAAAT9c/2C_ForCoOcw/s1600/z.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 21, 2014, 04:34:06 pm
Título: Re: EH-101
Enviado por: Menacho em Junho 02, 2014, 07:41:46 pm
(http://2.bp.blogspot.com/-AiTfeuoVDzE/U4xNkXz38HI/AAAAAAAAUuQ/YcvSMrrzpUE/s1600/z.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Julho 07, 2014, 05:37:43 pm
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Julho 12, 2014, 11:28:51 pm
Título: Re: EH-101
Enviado por: Menacho em Julho 15, 2014, 06:55:00 pm
(https://pbs.twimg.com/media/Bsk_JeTIMAADVGF.jpg:large)

Gracias a Aby del foro Ejércitos
Título: Re: EH-101
Enviado por: Menacho em Julho 18, 2014, 04:34:40 pm
(http://2.bp.blogspot.com/-Ql8lI5kS6J0/U8jTTlC9rYI/AAAAAAAAYf0/IRGQs98Pr48/s1600/z.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 20, 2014, 06:21:47 pm
:arrow: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.as ... did=159435 (http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=159435)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Alvalade em Agosto 20, 2014, 07:29:59 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
:arrow: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.as ... did=159435 (http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=159435)

É sempre um encanto ler os comentários nestas noticias
Título: Re: EH-101
Enviado por: nelson38899 em Agosto 24, 2014, 12:13:47 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
:arrow: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.as ... did=159435 (http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=159435)

Citar
A Agusta Westland vai fazer a manutenção dos 12 helicópteros EH101 da Força Aérea Portuguesa (FAP), no âmbito de um novo contrato num valor a rondar 56 milhões de euros, confirmou à Renascença fonte do Ministério da Defesa.

O contrato, assinado a 3 de Junho, foi feito por ajuste directo e é válido por quatro anos e meio.

A mesma fonte explica que a empresa anglo-italiana que construiu os helicópteros continua responsável pela manutenção dos aparelhos, porque se trata de uma exigência de certificação aeronáutic, que só pode ser garantida pela empresa construtora. Daí, a explicação para o facto de o contrato ter sido feito por ajuste directo.

À luz deste novo contrato, a manutenção da frota vai custar um pouco mais de 56,2 milhões de euros, durante os próximos quatro anos e seis meses.

No anterior contrato, a construtora subcontratou uma outra empresa certificada, a OGMA, a indústria aeronáutica de Portugal, mas a fonte do Ministério da Defesa contactada pela Renascença não adiantou se o mesmo irá ser feito na sequência deste novo contrato.

A empresa Agusta Westland construiu as aeronaves que, em 2001, substituíram os PUMA. Actualmente, dos 12 helicópteros EH101, seis efectuam busca e salvamento, dois estão no sistema de fiscalização das pescas e quatro realizam buscas e salvamento em combate.

Os aparelhos estão ao serviço da Esquadra 751 da Força Aérea Portuguesa.
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Setembro 17, 2014, 09:36:09 pm
Título: Re: EH-101
Enviado por: Menacho em Setembro 23, 2014, 10:08:43 pm
(http://1.bp.blogspot.com/-GSGLN4smaQI/VCF4sBSat8I/AAAAAAAAcOU/pB0m2Bx1ra8/s1600/z.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Janeiro 01, 2015, 01:03:27 am
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Fevereiro 01, 2015, 07:21:45 pm
Título: Re: EH-101
Enviado por: Menacho em Fevereiro 09, 2015, 10:05:08 pm
(http://www.aviationcorner.net/public/photos/4/1/avc_00383941.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Crypter em Fevereiro 16, 2015, 04:25:42 pm
Meu Deus, já passaram 10 anos...

Citar
Da semana passada retivemos a passagem dos 10 anos da chegada a Portugal da plataforma Agusta-Westland EH-101 Merlin.
Com ela um enorme salto qualitativo na salvaguarda da vida no mar - na nossa imensa área de jurisdição e responsabilidade, equivalente a praticamente toda a área ocupada pela Europa. O EH exponenciou a tradição do seu antecessor, SA-330 Puma, absorvendo o seu legado mas projetando-o bem mais além.
Ao fim desta década é mais do que legítimo fazer um balanço muito positivo relativamente à introdução deste Helicóptero, muito provavelmente o melhor aparelho para esta panóplia de funções e que proporcionou a Portugal assegurar, com mais proficiência, as missões de SAR, CSAR e SIFICAP.
Ao longo destes anos já se contam por milheres as vidas salvas pelo EH-101, algumas delas no fino limite do tolerável no que toca a esforço e capacidade de Homens e máquina, mas sempre na senda do lema da Esquadra 751 - Pumas que o opera: "Para que outros vivam".
As aeronaves estão estacionadas em Portugal continental, na Base Aérea nº6, no Montijo e em destacamentos na Base Aérea nº4, nas Lajes - Açores e Aeródromo de Manobra nº3, no Porto Santo/Madeira.
Mas o Merlin também se tem notabilizado pela sua capacidade em ações CSAR (Combat Search and Rescue) e nas missões SFICAP (Fiscalização e Controle de Atividade Pesqueira), contribuindo para a projeção de forças de forma rápida e eficaz em cenários de conflito e complexidade estrutural, e na fiscalização da atividade pesqueira, fulcral para a manutenção das reservas de pescado e no combate a atividades ilegais nesse âmbito, respetivamente.
E bom rigor, o EH-101 tornou-se num importante instrumento de afirmação das Forças Armadas Portuguesas e de Portugal, por conseguinte, no âmbito Europeu e até mundial, uma vez que a nossa capacidade para operar o EH-101 já tem sido referenciada como sendo extremamente eficaz e um exemplo a seguir pelas diversas nações que o operam.
(http://4.bp.blogspot.com/-cUxGFBV-1I0/VN6ApwZBoPI/AAAAAAAANcM/eutrxxet0u0/s1600/IMG_8959.jpg)

http://www.passarodeferro.com/2015/02/a ... l2015.html (http://www.passarodeferro.com/2015/02/a-semana-passada-m1795-08al2015.html)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Março 06, 2015, 06:58:20 pm
(http://www.emfa.pt/www/conteudos/galeria/noticias/destaques-2015/marco/destaque-sikorsky-2_960_tb_960x400.tb)

http://www.emfa.pt/www/noticia-786-esqu ... galardoada (http://www.emfa.pt/www/noticia-786-esquadra-751-quot-pumas-quot-galardoada)

A esquadra 751 – “Pumas” da Força Aérea Portuguesa recebeu dia 04 de março de 2015 – nos Estados Unidos da América - o prémio internacional de serviço humanitário pela Helicopter Aviation International (HAI).

A associação refere a missão de busca e salvamento dos “Pumas” numa área que corresponde a cerca de dois terços do tamanho dos Estados Unidos - incluindo os Estados do Alaska e Hawaii – ou cerca de um terço do Atlântico Norte. Enaltece ainda a maior operação sem reabastecimento executada pela Esquadra 751, que durou mais de sete horas, num trajeto superior a 1340 quilómetros.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Menacho em Março 06, 2015, 09:11:09 pm
Citação de: "Lightning"
(http://www.emfa.pt/www/conteudos/galeria/noticias/destaques-2015/marco/destaque-sikorsky-2_960_tb_960x400.tb)

http://www.emfa.pt/www/noticia-786-esqu ... galardoada (http://www.emfa.pt/www/noticia-786-esquadra-751-quot-pumas-quot-galardoada)

A esquadra 751 – “Pumas” da Força Aérea Portuguesa recebeu dia 04 de março de 2015 – nos Estados Unidos da América - o prémio internacional de serviço humanitário pela Helicopter Aviation International (HAI).

A associação refere a missão de busca e salvamento dos “Pumas” numa área que corresponde a cerca de dois terços do tamanho dos Estados Unidos - incluindo os Estados do Alaska e Hawaii – ou cerca de um terço do Atlântico Norte. Enaltece ainda a maior operação sem reabastecimento executada pela Esquadra 751, que durou mais de sete horas, num trajeto superior a 1340 quilómetros.


 :Soldado2:  :Palmas:  :Palmas:

Bom trabalho....
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Abril 03, 2015, 08:24:48 pm
Título: Re: EH-101
Enviado por: Crypter em Abril 03, 2015, 09:24:25 pm
Citação de: "Lightning"

Digam lá que não vos veio uma lagrimazita ao olho

 ys7x9
Título: Re: EH-101
Enviado por: Get_It em Abril 05, 2015, 07:22:22 pm
Sessão de Encerramento do Projecto SHERLOC
Citação de: "EMFA"
O consórcio do projecto de Investigação e desenvolvimento SHERLOC (advanced tools and systems for Structural HEalth diagnostics of Rotorcraft critical cOmposite Components) apresentou à ANI-Agência Nacional de Inovação, no dia 1 de Abril de 2015, na Base Aérea N.º 6, os resultados finais deste projecto.

O projecto teve como resultado final a criação e validação de ferramentas avançadas de diagnóstico de aero-estruturas/componentes compósitos considerando todo o seu ciclo de vida, incluindo testes de protótipos em laboratório e instrumentação de componentes em compósito a bordo da aeronave EH-101 Merlin.
 
Neste projecto foram desenvolvidas as seguintes ferramentas:

1)    Técnica expedita de NDT (Non Destructive Testing) baseada na medição de impedância electromecânica para detecção de defeitos e danos em compósitos;
2)    Técnica avançada de NDT para diagnóstico de dano (detecção, localização e severidade) em componentes compósitos baseados na tecnologia VS2™ para operações de inspeção e manutenção;
3)    Sistema avançado de SHM baseada na tecnologia VS2™, testado com dados de voo, de avaliação da condição estrutural de aero-estruturas;
4)    Sistema avançado de integração de ferramentas de NDT e SHM (Structural Health Monitoring) (com actualização da informação do sistema SHM).

O contributo mais relevante da Força Aérea neste projecto foi possibilitar a utilização de uma ferramenta de SHM a bordo de uma aeronave, garantindo que a mesma tem potencialidade para uma utilização operacional. A implementação da ferramenta de SHM compreendeu a instalação do sistema de aquisição de dados, a instalação de sensores nos painéis e a instalação e fixação das cablagens dos sensores entre o sistema de aquisição de dados e os sensores.

Para tal, foi necessário garantir que esta ferramenta cumprisse com os necessários requisitos de certificação de aero-navegabilidade, que se traduzem numa instalação da ferramenta SHM segura, não causando riscos adicionais à segurança da aeronave, tripulantes e seus ocupantes. Para a realização de testes em voo com a ferramenta SHM a bordo da aeronave EH-101 foi emitida uma Licença Especial de Aeronavegabilidade pela Autoridade Aeronáutica Nacional.
Fonte: http://www.emfa.pt/www/noticia-805-sessao-de-encerramento-do-projecto-sherloc

Citação de: "AFA"
O projecto SHERLOC é um projecto financiado pelo QREN 2011-2014, tendo-se iniciado em Setembro de 2012. As entidades envolvidas neste projecto como co-promotores são a Critical Materials S.A. (CMT), Centro de Excelência para a Industria Automóvel (CEIIA) e a Força Aérea Portuguesa (FAP) e contam com a OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal S.A. como parceiro. A co-promoção é fundamental para a concretização dos objectivos do projecto, reunindo competências que são complementares entre entidades do SCTN (CEIIA e FAP) e a indústria, e integrando no consórcio todos os actores da cadeia de valor de aeronaves de asa rotativa, desde os serviços de inspecção e manutenção (OGMA), fornecedores de tecnologia (CMT), e utilizadores (FAP).

O projecto consiste na investigação, desenvolvimento e teste funcional de ferramentas avançadas para o diagnóstico da integridade estrutural de componentes em materiais compósitos de aeronaves de asa rotativa. Considera todo o seu ciclo de vida, avaliando potenciais defeitos de manufactura, os carregamentos aplicados às aeronaves em missão, a sua condição estrutural ao longo da sua utilização em serviço e a sua condição estrutural em operações de inspecção e manutenção.

O projecto SHERLOC tem como principal objectivo o desenvolvimento de ferramentas inovadoras para o diagnóstico da integridade estrutural de componentes em compósito, com impacto directo nas operações de inspecção e manutenção e na sua utilização em serviço. Mais concretamente, a inovação reside a vários níveis, principalmente:

i) no desenvolvimento de novas ferramentas e métodos de inspecção não destrutiva que permitam avaliar, mais eficientemente, a integridade estrutural dos componentes compósitos;
ii) no aperfeiçoamento de ferramentas de avaliação da condição estrutural de componentes compósitos para aeronaves de asa rotativa, integrando informação da manutenção nos métodos de diagnóstico; e
iii) na integração destas ferramentas (inspecção não-destrutiva e diagnóstico da condição estrutural) no ciclo de vida dos componentes, desde o fabrico, à operação até às várias operações de inspecção e manutenção.

O projecto tem como resultado final a criação e validação de ferramentas avançadas de diagnóstico de aero-estruturas/componentes compósitos, de complexidade crescente, nomeadamente:
a) Técnica expedita de inspecção não destrutiva (NDT) baseada na avaliação do espectro de impedância electromecânica para detecção de defeitos e danos em compósitos para: i) controlo de qualidade do processo de manufactura de compósitos; ii) detecção de dano estrutural durante operações de inspecção e manutenção;
b) Técnica avançada de NDT para diagnóstico de dano (detecção, localização e estimação de severidade) em componentes compósitos, baseado na tecnologia VS2™ (proprietária da CMT-Critical Materials S.A.), para operações de inspecção e manutenção;
c) Sistema avançado de monitorização de integridade estrutural (SHM) baseada na tecnologia VS2™, testado com base em dados de voo, para avaliação da condição estrutural de aero-estruturas;
d) Sistema avançado de integração de ferramentas NDT e SHM, com actualização da informação do sistema SHM através de dados obtidos por técnicas NDT.
Fonte: http://www.emfa.pt/www/po/unidades/subPagina-10D00-019.005.003.012-sherloc

Cumprimentos,
Título: Re: EH-101
Enviado por: nelson38899 em Junho 18, 2015, 10:43:26 pm
Citar
A Força Aérea Portuguesa (FAP) assinou nesta quarta-feira, dia 17 de Junho, um memorando de entendimento com a fábrica francesa Turbomeca (Grupo Safran) para apoio técnico, manutenção e reparação dos rotores RTM322 que motorizam os 12 helicópteros EH101 que equipam a aviação militar portuguesa.

A partir de agora esses motores ficam cobertos pelo programa ‘Global Support Package’ (GSP), um contrato a longo termo entre fornecedor e cliente, que optimizará a operacionalidade dos helicópteros portugueses, permitindo que os militares da Força Aérea se dediquem com mais tempo à sua actividade principal, sem preocupações na solução das avarias que sofram os novos hélis da FAP, o que tem acontecido com mais frequência do que o desejado nos últimos meses, segundo notícias da imprensa portuguesa.

Na assinatura do memorando de entendimento, que ocorreu na quarta-feira no Paris Air Show, na capital francesa, estiveram presentes a secretária de Estado da Defesa, Berta Cabral, e representantes da DEFLOC Locação de Equipamentos de Defesa, S. A., além de oficiais superiores da Força Aérea Portuguesa.

http://newsavia.com/fap-fecha-negocio-com-a-turbomeca-para-reparacao-dos-rotores-dos-eh101/
Título: Re: EH-101
Enviado por: Menacho em Junho 29, 2015, 11:06:19 am
(http://2.bp.blogspot.com/-5Y2nKa6dBcE/VZEQ6AHbIAI/AAAAAAAAvBg/u3HiimpAHvs/s640/y.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Julho 14, 2015, 02:21:52 am
Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Setembro 17, 2016, 04:23:44 am
(http://www.airrecognition.com/images/stories/news/2016/september/Leonardo_and_Algerian_MoD_sign_partnership_for_helicopters_local_production_640_001.jpg)

Um esquema de pintura "civilizada" e exemplar de um EH-101 argelino, idêntico ao dinamarquês, só que este último é em verde escuro com a lista vertical em verde fluorescente.
Isto para dizer e perguntar para quando a mudança nos nossos EH-101 daquela pintura/camuflagem horrível, tipo força aérea dos Camarões ou Nicarágua, que já quase ninguém usa aquilo.
Será que os responsáveis da FAP não vêem que aquilo é ridículo dá uma imagem 3º mundista. Ainda por mais helicópteros SAR que é um absurdo.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Setembro 17, 2016, 03:15:17 pm
Eu acho que é porque a Força Aérea não é o INEM ou bombeiros para andar com coisas florescentes, é uma força militar e os seus meios tem que ter uma pintura tactica mesmo o EH101 que se dedica tanto ao SAR não é exclusivo a isso, pode teoricamente executar operações militares se tal for necessário.

Acho que a Dinamarca já não usa a faixa florescente, mas concordo que podíamos ter uma mais sóbria sem ser camuflado e que não fosse florescente, os aviões de carga também mudaram do camuflado para o cinzento, a USAF tem os helis cinzentos, podíamos ter esse cinzento, podíamos ter o verde como o RU ou o preto como a FA Italiana, mas o preto já não gosto tanto.
Título: Re: EH-101
Enviado por: raphael em Setembro 17, 2016, 03:23:31 pm
(http://www.airrecognition.com/images/stories/news/2016/september/Leonardo_and_Algerian_MoD_sign_partnership_for_helicopters_local_production_640_001.jpg)

Um esquema de pintura "civilizada" e exemplar de um EH-101 argelino, idêntico ao dinamarquês, só que este último é em verde escuro com a lista vertical em verde fluorescente.
Isto para dizer e perguntar para quando a mudança nos nossos EH-101 daquela pintura/camuflagem horrível, tipo força aérea dos Camarões ou Nicarágua, que já quase ninguém usa aquilo.
Será que os responsáveis da FAP não vêem que aquilo é ridículo dá uma imagem 3º mundista. Ainda por mais helicópteros SAR que é um absurdo.

Penso que a alteração do esquema de pintura não será uma preocupação de primeira linha para a frota...
Se lhe fere o olhar não olhe...porque quem tem sido resgatado pela Esq.751 não se tem preocupado muito com a cor das aeronaves.
O que não dá concerteza a imagem 3º mundista é a qualidade e quantidade dos resgates que tem sido feitos, muitas vezes em condições climatéricas adversas em que importa é que a máquina esteja bem mantida e as tripulações bem treinadas.
Os responsáveis da FAP em vez da pintura deviam era atribuir mais horas de vôo às esquadras que fazem SAR, para qualificar mais pilotos comandantes e aliviar a taxa de esforço dos atuais...isso sim devia ser uma preocupação de primeira linha.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Setembro 17, 2016, 04:28:45 pm
Eu acho que é porque a Força Aérea não é o INEM ou bombeiros para andar com coisas florescentes, é uma força militar e os seus meios tem que ter uma pintura tactica mesmo o EH101 que se dedica tanto ao SAR não é exclusivo a isso, pode teoricamente executar operações militares se tal for necessário.

Acho que a Dinamarca já não usa a faixa florescente, mas concordo que podíamos ter uma mais sóbria sem ser camuflado e que não fosse florescente, os aviões de carga também mudaram do camuflado para o cinzento, a USAF tem os helis cinzentos, podíamos ter esse cinzento, podíamos ter o verde como o RU ou o preto como a FA Italiana, mas o preto já não gosto tanto.

 Estive a ver alguma imagens já de 2016 e a impressão que fiquei foi que os SAR têm a faixa vertical fluorescente de alta visiblidade e os outros para transporte de tropas (por exemplo) são todos com a pintura uniforme em verde.
 Aliás se constatarmos os helis SAR dos países NATO (inclusive EUA, Canada)  tem todos esquemas de pintura com cores de alta visibilidade. Para outras missões, são cinzentos ou verde escuro, como muito bem exemplificou. A RAF já não tem serviço SAR, porque foi delegado a privados. Sim de facto houve essa opção pelo preto, mas desde a década de 80 eram todos amarelos.

Agora se o camuflado tivesse assim uma grande virtude, a FAP não teria mudado para o cinzento nos C-130 e optado igualmente pelo mesmo cinzento no C-295M.
Factualmente, o camuflado num Heli SAR é mais uma singularidade portuguesa. Numa época tão conturbada na inteligência de alguns em terem optado por este esquema de pintura e ao mesmo tempo adquirido os EH-101 sem acautelar o seu programa de manutenção para poderem estar operacionais. Está tudo dito!
Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Setembro 17, 2016, 04:40:10 pm
(http://www.airrecognition.com/images/stories/news/2016/september/Leonardo_and_Algerian_MoD_sign_partnership_for_helicopters_local_production_640_001.jpg)

Um esquema de pintura "civilizada" e exemplar de um EH-101 argelino, idêntico ao dinamarquês, só que este último é em verde escuro com a lista vertical em verde fluorescente.
Isto para dizer e perguntar para quando a mudança nos nossos EH-101 daquela pintura/camuflagem horrível, tipo força aérea dos Camarões ou Nicarágua, que já quase ninguém usa aquilo.
Será que os responsáveis da FAP não vêem que aquilo é ridículo dá uma imagem 3º mundista. Ainda por mais helicópteros SAR que é um absurdo.

Penso que a alteração do esquema de pintura não será uma preocupação de primeira linha para a frota...
Se lhe fere o olhar não olhe...porque quem tem sido resgatado pela Esq.751 não se tem preocupado muito com a cor das aeronaves.
O que não dá concerteza a imagem 3º mundista é a qualidade e quantidade dos resgates que tem sido feitos, muitas vezes em condições climatéricas adversas em que importa é que a máquina esteja bem mantida e as tripulações bem treinadas.
Os responsáveis da FAP em vez da pintura deviam era atribuir mais horas de vôo às esquadras que fazem SAR, para qualificar mais pilotos comandantes e aliviar a taxa de esforço dos atuais...isso sim devia ser uma preocupação de primeira linha.

Não deixa de ter objectivamente razão no que diz. Mas estou seguro que aquilo que escrevi atrás também corresponde à realidade. Tanto, que não conheço nenhum país civilizado ou da NATO que use aquilo nas suas aeronaves.
A opção de olhar ou não olhar ou criticar (porque sou contribuinte e preocupo-me com imagem péssima que o país tem lá fora) cabe sempre em última análise a mim.

Mas se formos por aí, se vocâ andar com um casaco de xadrez, com uma camisa verde alface com uma gravata lilás. Pode-me dizer que isso não é uma prioridade e o que interessa é andarmos na rua e não apanhar frio. Ou se pintar a sua mota de côr de rosa com umas lista verdes e castanhas, também me vai dizer que o importante é que a mota funcione todos os dias e que conduza muitas horas nela para ganhar práctica a conduzir.

O objectivo aqui foi só única e exclusivamente lançar um tema de discussão que contínuo achar na minha modestíssima opinião ser pertinente mas não de vida ou morte.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Alvalade em Setembro 17, 2016, 08:23:35 pm
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/1a/French_army_AS_330B_puma_at_riat_2010_arp.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Setembro 17, 2016, 11:46:46 pm
Caro Alvalade, mas isso é um heli do exército e não é SAR.

Mas se formos por aí...

(http://www.irelandaviation.com/wp-content/uploads/2011/06/087-2552.jpg)



Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Setembro 18, 2016, 12:32:12 am
Eu quando falei em preto estava a falar no Eh101 da FA Italiana

(http://www.helis.com/database/pics/news/2016/hh-101a_service.jpg)

Para SAR eles usam este

(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/ca/Agusta-Westland_HH-139A,_Italy_-_Air_Force_JP7681850.jpg)

Que também faz combate a fogos.

(https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/564x/c4/32/dd/c432ddd349f51a1b1a16a2aeb1c8bb9b.jpg)

Mas tenho a opinião de outros foristas, aqui o importante é fazer SAR, não é a cor do aparelho. Acho é que países que tem aparelhos exclusivamente para SAR como o Canadá, a Argelia, ou a Noruega vai ter em breve, pode por essas cores, agora quem quer aparelhos também para missões militares não usa essas cores florescentes.
Título: Re: EH-101
Enviado por: night_runner em Setembro 18, 2016, 01:08:47 am
MISSÃO:

Executar operações de apoio tático e de busca e salvamento

Elementos de Missão:

Operações de busca e salvamento e de evacuação sanitária;
Mobilidade e assalto;
Transporte tático e geral;
Reconhecimento e apoio;

Operações de vigilância e fiscalização marítima;
Extração de combatente em âmbito CSAR (busca e salvamento em combate)
http://www.emfa.pt/www/po/esquadra/link-751-013.001.001-missao

Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Setembro 18, 2016, 03:40:10 pm
MISSÃO:

Executar operações de apoio tático e de busca e salvamento

Elementos de Missão:

Operações de busca e salvamento e de evacuação sanitária;
Mobilidade e assalto;
Transporte tático e geral;
Reconhecimento e apoio;

Operações de vigilância e fiscalização marítima;
Extração de combatente em âmbito CSAR (busca e salvamento em combate)
http://www.emfa.pt/www/po/esquadra/link-751-013.001.001-missao



Exactamente.

Isso do "amarelo canário" SAR/Day-Glo, etc, é só para helicópteros exclusivamente dedicados à busca e salvamento, casos por exemplo dos antigos Sea King da RAF e dos actuais Cormorant canadianos. Além disso o que não faltam por aí são exemplos de helicópteros com camuflagem que efectuam missões SAR porque a outra missão principal é precisamente o transporte aéreo táctico. Já os Puma o eram e nunca levantou qualquer celeuma.

Sea King - Força Aérea Belga
(http://cdn.airplane-pictures.net/images/uploaded-images/2011/5/20/136576.jpg)

Além disso parece ser quase um dado adquirido que, mais tarde ou mais cedo, os EH-101 passarão a envergar um esquema de camuflagem de baixa visibilidade, seguindo as restantes frotas da FAP - à excepção dos Alpha-Jet e Alouette III, todos eles em fim de vida - e as recomendações da NATO.

Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Setembro 18, 2016, 07:16:04 pm
 Que se saiba os 12 EH101 da FAP não desempenham todas essas missões em simultâneo:
 6 são dedicados ao SAR, 4 ao CSAR (estes sim transportam tropas) e 2 oficialmente são para fiscalização das pescas, mas fazem de forma oficiosa também SAR (isto porque foram subsidiados pela UE para o único propósito das "pescas").

 Quanto ao Sea King belga que é apresentado já foi abatido.
O substituto que é o NH90 já abandonou o esquema "camuflado": Os de transporte de tropas são verde escuro e os "embarcados" e os SAR são cinza de baixa visibilidade.
(http://aviationweek.com/site-files/aviationweek.com/files/uploads/2014/11/NH90.jpg)
(https://www.shephardmedia.com/media/images/article/NFH_NH90CROP.jpg)

Pronto! Mas se os meus caros amigos quiserem continuar com a ideia que esquema camuflado é que é! Têm todo esse direito.
Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Setembro 18, 2016, 09:33:07 pm
Padrões de camuflagem da era da Guerra do Vietname nos helis da FAP, camuflagem DPM dos anos 60 nos três ramos, enfim, modernices.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Setembro 18, 2016, 10:42:05 pm
Eu até não ficava muito chocado se mudassem para o cinzento, só não quero é florescentes lool.

Até porque em Portugal todos os EH101 azem SAR, depois tem é alguns que também fazem outras coisas.
Título: Re: EH-101
Enviado por: night_runner em Setembro 18, 2016, 11:17:44 pm
Que se saiba os 12 EH101 da FAP não desempenham todas essas missões em simultâneo:
 6 são dedicados ao SAR, 4 ao CSAR (estes sim transportam tropas) e 2 oficialmente são para fiscalização das pescas, mas fazem de forma oficiosa também SAR (isto porque foram subsidiados pela UE para o único propósito das "pescas").
Completamente errado. Duas estão especialmente adaptadas para realizar missões de vigilância maritima e quatro estão especialmente adaptadas para CSAR ou operações embarcadas. Porém, qualquer das 12 aeronaves fazem SAR e todas fazem missões de apoio ao exército. Isto não tem nada de oficioso, foi assim que foi idealizado e é assim que se tenta mantêr até ordens superiores. Acho que não é dificil chegar à conclusão que a opção com camuflagem é a melhor (ou a "menos má") para o conjunto de capacidades que se exige manter*.

* Se o interesse é criticar e falar mal, então que se questione porque é que se exige muito e se dá tão pouco para a concretização...

Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Setembro 19, 2016, 12:26:04 am
Que se saiba os 12 EH101 da FAP não desempenham todas essas missões em simultâneo:
 6 são dedicados ao SAR, 4 ao CSAR (estes sim transportam tropas) e 2 oficialmente são para fiscalização das pescas, mas fazem de forma oficiosa também SAR (isto porque foram subsidiados pela UE para o único propósito das "pescas").
Completamente errado. Duas estão especialmente adaptadas para realizar missões de vigilância maritima e quatro estão especialmente adaptadas para CSAR ou operações embarcadas. Porém, qualquer das 12 aeronaves fazem SAR e todas fazem missões de apoio ao exército. Isto não tem nada de oficioso, foi assim que foi idealizado e é assim que se tenta mantêr até ordens superiores. Acho que não é dificil chegar à conclusão que a opção com camuflagem é a melhor (ou a "menos má") para o conjunto de capacidades que se exige manter*.

* Se o interesse é criticar e falar mal, então que se questione porque é que se exige muito e se dá tão pouco para a concretização...

Meu caro criticar não é falar mal. Embora em Portugal a verdade por muitas vezes ofende.
Quanto ao assunto em análise, vai-me perdoar e sem querer parecer indelicado, mas sou obrigado a dizer-lhe que você não tem absolutamente a mínima ideia do que é que está para aí a falar.
Título: Re: EH-101
Enviado por: night_runner em Setembro 19, 2016, 10:54:15 pm
Quanto ao assunto em análise, vai-me perdoar e sem querer parecer indelicado, mas sou obrigado a dizer-lhe que você não tem absolutamente a mínima ideia do que é que está para aí a falar.
Não creio, camarada. Ainda assim, não nos quer elucidar porquê?
Título: Re: EH-101
Enviado por: typhonman em Setembro 19, 2016, 11:40:40 pm
faz mais sentido pintar os alpha jet restantes de camuflado, e não andarem com aquela pintura "que não vale um chavo"... e ao menos andavam com um ar mais militar nos exercicios como o Real Thaw...

Da me o riso, quando em 1999 se escrevia numa "Mais Alto"

"substituir a esquadra de Alpha Jet, por helicópeteros de ataque e observação"

"integrar Portugal no programa JSF" .... ;D
Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Setembro 20, 2016, 04:00:28 am
Quanto ao assunto em análise, vai-me perdoar e sem querer parecer indelicado, mas sou obrigado a dizer-lhe que você não tem absolutamente a mínima ideia do que é que está para aí a falar.
Não creio, camarada. Ainda assim, não nos quer elucidar porquê?

Elucide-se à vontade:
http://www.emfa.pt/www/aeronave-17-agusta-westland-eh-101-merlin (http://www.emfa.pt/www/aeronave-17-agusta-westland-eh-101-merlin)
Título: Re: EH-101
Enviado por: night_runner em Setembro 20, 2016, 02:44:01 pm
Elucide-se à vontade:
http://www.emfa.pt/www/aeronave-17-agusta-westland-eh-101-merlin (http://www.emfa.pt/www/aeronave-17-agusta-westland-eh-101-merlin)
É normal que quando se tem contacto com as coisas através de sites e revistas possa haver mais que uma interpretação da realidade. E verdade seja dita o texto que colocou de certa forma até pode ajudar a induzir no erro que o camarada está a cometer.
Tal como eu escrevi antes, e o camarada tão bem reforçou, existem três versões de EH101 na FAP, é um facto. Mas também é um facto, e facilmente comprovável (mesmo para um outsider), que todas as aeronaves independentemente da versão desempenham todo o leque de missões da Esquadra. Se não quiser ter muito trabalho procure por fotos dos destacamentos nas ilhas e por exercicios em Santa Margarida.

Todas as aeronaves da FAP que desempenham missões operacionais que exijam maioritariamente voos a baixa altitude sobre território nacional usam o esquema de camuflagem português. É assim com o EH101 como também é assim com o Alouette III. Por isso mesmo os Rotores nunca tiveram autoriação para ter aeronaves com o tipo de pintura especial como os Asas de Portugal tiveram. Os Alpha Jet, com a transição da 301 para o F-16, também deixaram de ter necessidade da camuflagem, daí a frota ter sido quase toda pintada nas cores dos Asas (apesar de ser uma formação de dois aparelhos apenas!). Os C-130 perderam a camuflagem porque a maioria das missões tacticas operacionais são executadas fora de Portugal pelo que deixou de fazer muito sentido usar um padrão de camuflagem tão especifico como o nosso. Com base nessa experiência os C-295 já vieram com o esquema cinza (apesar das primeiras ilustrações apresentarem uma versão camuflada!)

Se, por exemplo, faz sentido considerar um Alouette III com valor militar suficiente para se manterem estas regras? Se calhar não. E se calhar há mais coisas que já não fazem muito sentido. Mas enquanto estiver escrito que é assim a FAP só tem de cumprir.

Título: Re: EH-101
Enviado por: OPCOM em Setembro 20, 2016, 05:32:38 pm
Que se saiba os 12 EH101 da FAP não desempenham todas essas missões em simultâneo:
 6 são dedicados ao SAR, 4 ao CSAR (estes sim transportam tropas) e 2 oficialmente são para fiscalização das pescas, mas fazem de forma oficiosa também SAR (isto porque foram subsidiados pela UE para o único propósito das "pescas").
Completamente errado. Duas estão especialmente adaptadas para realizar missões de vigilância marítima e quatro estão especialmente adaptadas para CSAR ou operações embarcadas. Porém, qualquer das 12 aeronaves fazem SAR e todas fazem missões de apoio ao exército. Isto não tem nada de oficioso, foi assim que foi idealizado e é assim que se tenta manter até ordens superiores. Acho que não é dificil chegar à conclusão que a opção com camuflagem é a melhor (ou a "menos má") para o conjunto de capacidades que se exige manter*.

* Se o interesse é criticar e falar mal, então que se questione porque é que se exige muito e se dá tão pouco para a concretização...
totalmente de acordo, ha pessoas que têm como hobbie apenas dizer mal de tudo.
Se é camuflado, diz-se mal, se fosse cinzento (que ideia essa para um Heli de apoio ao exercito e operações tácticas).
Apenas uma correcção: embarcados todos podem ser, e todos podem ter as configurações para todas as missões: excepto as 4 CSAR que têm blindagem adicional, anti-medidas electrónicas e aviso radar e missil.
Todos recolhem a cauda e as pás, e todos podem levar a sonda de reabastecimento.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Setembro 20, 2016, 11:00:58 pm
Elucide-se à vontade:
http://www.emfa.pt/www/aeronave-17-agusta-westland-eh-101-merlin (http://www.emfa.pt/www/aeronave-17-agusta-westland-eh-101-merlin)
É normal que quando se tem contacto com as coisas através de sites e revistas possa haver mais que uma interpretação da realidade. E verdade seja dita o texto que colocou de certa forma até pode ajudar a induzir no erro que o camarada está a cometer.
Tal como eu escrevi antes, e o camarada tão bem reforçou, existem três versões de EH101 na FAP, é um facto. Mas também é um facto, e facilmente comprovável (mesmo para um outsider), que todas as aeronaves independentemente da versão desempenham todo o leque de missões da Esquadra. Se não quiser ter muito trabalho procure por fotos dos destacamentos nas ilhas e por exercicios em Santa Margarida.

Todas as aeronaves da FAP que desempenham missões operacionais que exijam maioritariamente voos a baixa altitude sobre território nacional usam o esquema de camuflagem português. É assim com o EH101 como também é assim com o Alouette III. Por isso mesmo os Rotores nunca tiveram autoriação para ter aeronaves com o tipo de pintura especial como os Asas de Portugal tiveram. Os Alpha Jet, com a transição da 301 para o F-16, também deixaram de ter necessidade da camuflagem, daí a frota ter sido quase toda pintada nas cores dos Asas (apesar de ser uma formação de dois aparelhos apenas!). Os C-130 perderam a camuflagem porque a maioria das missões tacticas operacionais são executadas fora de Portugal pelo que deixou de fazer muito sentido usar um padrão de camuflagem tão especifico como o nosso. Com base nessa experiência os C-295 já vieram com o esquema cinza (apesar das primeiras ilustrações apresentarem uma versão camuflada!)

Se, por exemplo, faz sentido considerar um Alouette III com valor militar suficiente para se manterem estas regras? Se calhar não. E se calhar há mais coisas que já não fazem muito sentido. Mas enquanto estiver escrito que é assim a FAP só tem de cumprir.

Já vi que gosta falar de cor. O meu contacto é através todas as formas possíveis entre as quais as que enumerou mas essencialmente directas com a realidade. Mas vi que você é um bocadinho fanfarrão de mais e pouco humilde para o meu gosto e tem a mania que sabe. Mas agora acabou de me provar que não sabe nada de nada e o contacto que você tem com a realidade é vir para os forums armar-se em bom.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Setembro 20, 2016, 11:06:24 pm
Que se saiba os 12 EH101 da FAP não desempenham todas essas missões em simultâneo:
 6 são dedicados ao SAR, 4 ao CSAR (estes sim transportam tropas) e 2 oficialmente são para fiscalização das pescas, mas fazem de forma oficiosa também SAR (isto porque foram subsidiados pela UE para o único propósito das "pescas").
Completamente errado. Duas estão especialmente adaptadas para realizar missões de vigilância marítima e quatro estão especialmente adaptadas para CSAR ou operações embarcadas. Porém, qualquer das 12 aeronaves fazem SAR e todas fazem missões de apoio ao exército. Isto não tem nada de oficioso, foi assim que foi idealizado e é assim que se tenta manter até ordens superiores. Acho que não é dificil chegar à conclusão que a opção com camuflagem é a melhor (ou a "menos má") para o conjunto de capacidades que se exige manter*.

* Se o interesse é criticar e falar mal, então que se questione porque é que se exige muito e se dá tão pouco para a concretização...
totalmente de acordo, ha pessoas que têm como hobbie apenas dizer mal de tudo.
Se é camuflado, diz-se mal, se fosse cinzento (que ideia essa para um Heli de apoio ao exercito e operações tácticas).
Apenas uma correcção: embarcados todos podem ser, e todos podem ter as configurações para todas as missões: excepto as 4 CSAR que têm blindagem adicional, anti-medidas electrónicas e aviso radar e missil.
Todos recolhem a cauda e as pás, e todos podem levar a sonda de reabastecimento.

Olha este! Não quer reconsiderar o chorrilho de disparates que acabou de escrever. Não vale a pena reeditar o texto porque eu já fiz print screen, caso você apague e venha desconversar, que pelo o que estou a constatar deve ser a sua especialidade. Você perdeu uma excelente oportunidade de estar calado. E olhe eu não critico por criticar e muito menos falo por falar.

Mas já agora quem é que diz mal de tudo? Houve aqui alguma coisa que eu tivesse dito que não correspondesse à verdade? Mas já agora não quer apresentar nenhuma contra argumentação em relação aquilo que falei. Já viu que interveio, mas não disse nada de concreto? Apenas disparates, dizendo que todas aeronaves recolhem as pás e cauda e que podem levar a sonda reabastecimento. Fiquemos por aqui!
Título: Re: EH-101
Enviado por: night_runner em Setembro 20, 2016, 11:23:13 pm
Além da falta de argumentos sobre o tema, baixar o nível é uma boa maneira de acabar a conversa.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Setembro 21, 2016, 12:36:22 pm
Apenas disparates, dizendo que todas aeronaves recolhem as pás e cauda e que podem levar a sonda reabastecimento. Fiquemos por aqui!

Embora tenha razão neste aspecto - de facto apenas os 4 EH-101 Mk. 516 CSAR possuem a capacidade de dobrar a cauda e pás para uso embarcado, para além de provisões para a instalação de contramedidas electrónicas e sonda de reabastecimento -, a maneira como o fez, através de linguagem agressiva e desrespeituosa, retira-lhe qualquer razão, por maior que ela fosse. Há outras formas de afirmar um determinado ponto do que aquela que adoptou.

Em jeito de remate final, posso dizer-lhe por experiência pessoal que aquilo que foi afirmado (isto é, que todos os 12 aparelhos de 3 versões diferentes que operam na FAP, fazem tanto busca e salvamento como transporte aéreo táctico), é a mais pura verdade. Os próprios modelos Mk. 515 SIFICAP actualmente operam muito mais vezes sem consola do sistema e operador do que com as mesmas, fazendo SAR e Transporte na BOP Montijo e no AM3 e BA4 ao lado dos restantes aparelhos.
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Setembro 21, 2016, 02:10:42 pm
Por falar em CSAR e Transporte aéreo táctico, quando é que aparecem umas armazitas nos referidos aparelhos? A não ser que a camuflagem, actual ou quiçá futura dos EH101 portugueses seja Steath...  :o
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/1d/PJs_rescued_downed_pilot_during_OIF.jpg)
(http://www.aero-news.net/images/content/military/2002/usafmackaytrophywinners0502a.jpg)
(http://www.resboiu.ro/wp-content/uploads/2013/03/Caracal.jpg)
(http://airheadsfly.com/wp-content/uploads/2015/11/cougarrnlafcommandocuracaod150211sh1242_mindef.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Setembro 21, 2016, 03:01:58 pm
O CSAR na FAP foi descontinuado há já bastante tempo. O RESCOM até foi transformado na UPF. Agora que voltaram a mudar o nome a essa força tudo é possível. Mas como os governos evitam sempre ao máximo o empenhamento de meios aéreos ofensivo, o CSAR não me parece muito prioritário.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Setembro 21, 2016, 03:48:48 pm
Apenas disparates, dizendo que todas aeronaves recolhem as pás e cauda e que podem levar a sonda reabastecimento. Fiquemos por aqui!

Embora tenha razão neste aspecto - de facto apenas os 4 EH-101 Mk. 516 CSAR possuem a capacidade de dobrar a cauda e pás para uso embarcado, para além de provisões para a instalação de contramedidas electrónicas e sonda de reabastecimento -, a maneira como o fez, através de linguagem agressiva e desrespeituosa, retira-lhe qualquer razão, por maior que ela fosse. Há outras formas de afirmar um determinado ponto do que aquela que adoptou.

Em jeito de remate final, posso dizer-lhe por experiência pessoal que aquilo que foi afirmado (isto é, que todos os 12 aparelhos de 3 versões diferentes que operam na FAP, fazem tanto busca e salvamento como transporte aéreo táctico), é a mais pura verdade. Os próprios modelos Mk. 515 SIFICAP actualmente operam muito mais vezes sem consola do sistema e operador do que com as mesmas, fazendo SAR e Transporte na BOP Montijo e no AM3 e BA4 ao lado dos restantes aparelhos.

OK! Agradeço e registo a sua observação.
Mas não creio que fosse assim tão pouco moderado na linguagem. Muitas vezes quase que somos obrigados a mudar o tom quando do outro lado para tentar diminuir o alcance da opinião do outro se recorre à dita "fanfarronice", para se tentar por por cima, insinuando que "o contacto com a realidade é através de revistas e sites" (também o é!) sem saber nada a meu respeito.
E o outro que foi em auxilio do companheiro por quem quis tomar partido e começou a nadar para fora de pé, mas afogou-se logo! Que também acusou-me de forma ridicula de só criticar e falar mal.
Mas também a sua isenção nesta conversa deixa um pouco a desejar, quando faz a observação em relação a uma putativa "linguagem agressiva e desrespeitosa" da minha parte e nada diz em relação ás atitudes (que já apontei atrás) dos outros. Mas isso se quer que lhe diga passa-me completamente ao lado. Sinceramente!

Quanto à matéria de facto:
Inicialmente quando foi iniciado o programa de substituição dos Puma pelos EH101, era essa a distribuição 6/4/2, este últimos a sua compra foi subsidiada pela UE na condição de serem utilizados exclusivamente nas tarefas do SIFICAP (aliás isso é público).
Agora se aquilo agora é tudo ao monte e fé em Deus, isso já é outra estória. Agora também relembro que o ponto da discussão inicial era o padrão das camuflagem, depois através da especialidade de um ou dois para desconversar é que a conversa resvalou para esta coisa da função dos helicópteros.

Mas olhe um helicóptero executar simultaneamente missões SAR e Transporte de tropas e pau para toda a obra é mais uma singularidade portuguesa, para não chamar outra coisa. Bom! Alguns agora não venham postar fotos de um helicóptero de uma força aérea qualquer em que fazem isto também, que isso não será a regra, mas a excepção. Porque relembro que ainda somos um país da NATO e não da Mercosul ou da União Africana (por enquanto).
Desde que vi um Kamov fazer evacuações do INEM já acredito em tudo. Que é a mesma coisa de pegar num furgão das obras e transportar feridos ou doentes lá dentro.
Um heli SAR fazer transporte de tropas ou vice-versa (como se sabe) é uma coisa naturalissima como se vê por essa NATO fora...

Se o padrão camuflado antigo "3º mundista" que ainda estão em alguma aeronaves tem assim tantas virtudes para alguns. Porque é que a FAP não o manteve nos C-130H e vieram logo nos C-295M? Ou será que a verdadeira razão, é a Força Aérea não dispôr de verba para os pintar para cinzento?
Porque pelo que se sabe é que o padrão cinzento de baixa visibilidade faz parte do regulamento e doutrina da FAP nesta matéria que foi alterado há poucos anos, pouco tempo depois dos EH101 terem chegado da Fábrica que já não foram a tempo de o padrão ser alterado.
E não porque alguns julgam que aquilo é assim tipo camuflado, porque é mais giro e mais práctico e dá para efectuar tudo ao mesmo tempo e ir fazer umas missões de busca e salvamento, ir às Selvagens e transportar umas tropas nos Hot Blades. Tipo assim canivete suiço.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Setembro 21, 2016, 04:19:21 pm
Há pessoal que não tem noção que a percentagem de EH101 prontos ronda os 50%, isto é, 6 aeronaves, e com necessidades de 3 alertas SAR em simultâneo, Montijo, Açores e Madeira, mais reservas, é claro que qualquer aparelho em condições de voo, independente da versão, pode ser utilizada em SAR pois todos são necessários, tal como muitas vezes o aparelho SAR no Montijo ou o reserva já andou a transportar Tropas num qualquer exercício real thaw, hotblade, etc, pois também não há mais nenhum disponível, para os pilotos fazerem voo táctico e para as tropas transportadas de um lado para o outro, a versão não significa nada.

O último vídeo que colocaram neste tópico, de uma demonstração CSAR, o helicóptero é o 03, um SAR.

Se me falarem em exercícios que meta guerra electrónica e uso de contra-medidas, aí já concordo que tenha que ser um da versão CSAR, mas para voar baixo e depressa qualquer um serve.

Resumindo, para fazer SAR tem que ter guincho, para participar num exercício táctico tem que ter os bancos para os soldados se sentarem.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Setembro 21, 2016, 05:01:53 pm
Há pessoal que não tem noção que a percentagem de EH101 prontos ronda os 50%, isto é, 6 aeronaves, e com necessidades de 3 alertas SAR em simultâneo, Montijo, Açores e Madeira, mais reservas, é claro que qualquer aparelho em condições de voo, independente da versão, pode ser utilizada em SAR pois todos são necessários, tal como muitas vezes o aparelho SAR no Montijo ou o reserva já andou a transportar Tropas num qualquer exercício real thaw, hotblade, etc, pois também não há mais nenhum disponível, para os pilotos fazerem voo táctico e para as tropas transportadas de um lado para o outro, a versão não significa nada.

O último vídeo que colocaram neste tópico, de uma demonstração CSAR, o helicóptero é o 03, um SAR.

Se me falarem em exercícios que meta guerra electrónica e uso de contra-medidas, aí já concordo que tenha que ser um da versão CSAR, mas para voar baixo e depressa qualquer um serve.

Resumindo, para fazer SAR tem que ter guincho, para participar num exercício táctico tem que ter os bancos para os soldados se sentarem.

Concordo consigo porque é o que se passa na realidade. Mas isso é devido a uma situação disfuncional e irracional (para não variar) que existe na FAP. É que o EH101 é o único heli ao serviço. A meia dúzia de Alouettes III com 50 anos não contam para nada.
Pois se a FAP tivesse um dúzia de helis (que não seria nada de transcendente) de tonelagem média tipo UH-60M, AW139M ou mesmo H145M iriam aliviar a carga brutal que os Merlin estão a sofrer. E aí sim poderiam efectuar missões em simultâneo de transporte de tropas, SAR costeiro e no verão apagarem incêndios com os baldes bambi. E com custos operacionais muito mais baixos.

O que implicaria um investimento equivalente a um quinquagésimo (ou menos) do valor da intervenção no Banif.
Mas isso no regime politico actual e com estes protagonistas, esqueça! Isto vai ser até ao "descambanço" final.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Setembro 21, 2016, 05:37:33 pm
Concordo consigo porque é o que se passa na realidade. Mas isso é devido a uma situação disfuncional e irracional (para não variar) que existe na FAP. É que o EH101 é o único heli ao serviço. A meia dúzia de Alouettes III com 50 anos não contam para nada.
Pois se a FAP tivesse um dúzia de helis (que não seria nada de transcendente) de tonelagem média tipo UH-60M, AW139M ou mesmo H145M iriam aliviar a carga brutal que os Merlin estão a sofrer. E aí sim poderiam efectuar missões em simultâneo de transporte de tropas, SAR costeiro e no verão apagarem incêndios com os baldes bambi. E com custos operacionais muito mais baixos.

Correcto, esse seria sem dúvida o cenário ideal. Porém, como temos vindo a ver, existe uma unidade de aviação no Exército que desde a sua criação até hoje não possui(u) qualquer meio aéreo orgânico, e por isso o Merlin tem de ser, de facto, pau para toda a obra como o Major Alvega escreveu.

Num outro tópico escrevi há umas poucas semanas atrás que com a iminente desactivação da frota Alouette III (e que, além de instrução, não nos esqueçamos que ainda executa SAR a partir do AM1), ficaremos com os 12 EH-101 e 5 Super Lynx (nenhuma das frotas operacionais a 100%, como é óbvio), sendo que estes últimos estão mais ligados a missões militares de cariz naval. E caso em 2018 o Alouette saia de serviço sem estar escolhido ou mesmo encomendado o seu sucessor, o número de helicópteros disponíveis será ainda mais ridicula e inadequadamente baixo, tal como é a verba adjudicada para a compra do novo aparelho ligeiro.

Para umas Forças Armadas que se podem querer mais ligeiras, porém modernas e bem equipadas, capazes de cumprir convenientemente as missões incumbidas em território nacional e as obrigações a que estão sujeitas no estrangeiro por força das organizações de que Portugal faz parte, ainda nos falta um longo caminho a percorrer, se é que algum dia lá chegaremos. Mas isso levaria a conversa para politiquices, quintas, corrupção que grassa um pouco por todo o lado na nossa sociedade, e isso é mais do que off-topic.  ;)


OK! Agradeço e registo a sua observação.
Mas não creio que fosse assim tão pouco moderado na linguagem. Muitas vezes quase que somos obrigados a mudar o tom quando do outro lado para tentar diminuir o alcance da opinião do outro se recorre à dita "fanfarronice", para se tentar por por cima, insinuando que "o contacto com a realidade é através de revistas e sites" (também o é!) sem saber nada a meu respeito.
E o outro que foi em auxilio do companheiro por quem quis tomar partido e começou a nadar para fora de pé, mas afogou-se logo! Que também acusou-me de forma ridicula de só criticar e falar mal.
Mas também a sua isenção nesta conversa deixa um pouco a desejar, quando faz a observação em relação a uma putativa "linguagem agressiva e desrespeitosa" da minha parte e nada diz em relação ás atitudes (que já apontei atrás) dos outros. Mas isso se quer que lhe diga passa-me completamente ao lado. Sinceramente!

Foi apenas e somente uma observação pessoal da minha parte, sem tomar partido de quem quer que fosse nesta matéria. Sou só mais um membro como o é também o Major Alvega. E essa observação foi mais formulada em tom de desilusão do que reprovação, pois sempre acompanhei com interesse o que o Major Alvega escreve, mas começam sinceramente a desmotivar-me, em fóruns e não só, estas quezílias sem sentido e trocas de palavras amargas que por vezes surgem e depois tomam proporções absolutamente ridículas.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Setembro 21, 2016, 09:44:26 pm
Mas dito isto, eu gostaria que fosse diferente, que os CSAR fossem mais dedicados a exercícios tácticos, que recebessem armamento, etc, mas para isso tem que se aumentar o nr de helicópteros prontos a voar para que estes não sejam, ou sejam menos, necessários para as funções SAR.
Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Setembro 22, 2016, 04:31:54 am
Essa disponibilidade de 50 % da frota é devida a falhas no processo de manutenção (falta de sobresselentes/dinheiro), à crónica falta de pessoal de voo na FAP, ou ambas?
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Setembro 22, 2016, 06:30:16 pm
De pilotos houve muita falta de certeza, mas aos poucos essa situação tem melhorado, o período mais baixo foi quando só existia um piloto-comandante em destacamento nos Açores e na Madeira não havia nenhum, a tripulação lá estava incompleta, mas lá se conseguiu ter um piloto-comandante na Madeira e recentemente consegui-se ter uma segunda tripulação nos Açores, de um mínimo de 1 tripulação em destacamento já estamos em 3, parece-me uma boa evolução, se isso é suficiente, não sei.
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Outubro 04, 2016, 10:19:29 am

Eu compreendo o que o Major Alvega quer dizer apesar deste não se explicar da melhor forma.
Faria sentido ter máquinas empenhadas  a 100% ao SAR e pintadas num esquema de alta visibilidade e outras com missões exclusivamente militares com pintura e equipamento táctico dedicado .

Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Outubro 04, 2016, 11:13:40 am
Faria sentido ter máquinas empenhadas  a 100% ao SAR e pintadas num esquema de alta visibilidade e outras com missões exclusivamente militares com pintura e equipamento táctico dedicado .

A questão é a tal falta de helicopteros crónica em Portugal, se fossemos a FA Canadiana ou (antigamente) a Britânica que podem ter meios exclusivos para SAR pois possuem muitos outros helicopteros Chinook, etc, para missões militares. Nós não temos mais helicopteros nenhuns, se houver uma necessidade real de enviar helicopteros para uma operação militar, tem que ser o EH101.

Eu não quer estar a dizer nenhuma baboseira, mas tenho ideia de todos os EH101, estão "fit for but not with" poderem ser equipados e ficarem helis tácticos, quero dizer simplesmente, tem toda a instalação eléctrica e os espaços preparados para instalar equipamentos, RWR, chafts, flares, etc, podem não ficar iguaisinhos aos CSAR, mas ficam capazes de ir para uma operação militar.

Por exemplo os sensores laser de misseis no nariz do EH101 que os CSAR tem, as outras versões não tem instalados, mas tem lá o local para os instalar, os Helis Canadianos por exemplo já não tem esse local, não estão preparados para levar esse equipamento.

(http://1.bp.blogspot.com/-GlFjLSOwhRI/Vg_bAZV_zcI/AAAAAAAAO9c/FKGyF3HRXxM/s1600/2005%2B-%2BAgusta-Westland%2BEH-101%2BMerlin.jpg)

(http://www.helicopassion.com/images/WBL/WBL255/SGMO25h.jpg)

(http://www.forces.gc.ca/assets/FORCES_Internet/images/home/gallery/orig/2015/gd2015-0334-24.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Outubro 04, 2016, 03:07:45 pm

Eu compreendo o que o Major Alvega quer dizer apesar deste não se explicar da melhor forma.
Faria sentido ter máquinas empenhadas  a 100% ao SAR e pintadas num esquema de alta visibilidade e outras com missões exclusivamente militares com pintura e equipamento táctico dedicado .

Não me leve a mal e sem falta de modéstia. Eu expliquei muito bem. Houve é quem não percebesse de facto aquilo que eu referi. Mas isso já não é um problema meu.
Título: Re: EH-101
Enviado por: OPCOM em Outubro 04, 2016, 05:03:23 pm
Que se saiba os 12 EH101 da FAP não desempenham todas essas missões em simultâneo:
 6 são dedicados ao SAR, 4 ao CSAR (estes sim transportam tropas) e 2 oficialmente são para fiscalização das pescas, mas fazem de forma oficiosa também SAR (isto porque foram subsidiados pela UE para o único propósito das "pescas").
Completamente errado. Duas estão especialmente adaptadas para realizar missões de vigilância marítima e quatro estão especialmente adaptadas para CSAR ou operações embarcadas. Porém, qualquer das 12 aeronaves fazem SAR e todas fazem missões de apoio ao exército. Isto não tem nada de oficioso, foi assim que foi idealizado e é assim que se tenta manter até ordens superiores. Acho que não é dificil chegar à conclusão que a opção com camuflagem é a melhor (ou a "menos má") para o conjunto de capacidades que se exige manter*.

* Se o interesse é criticar e falar mal, então que se questione porque é que se exige muito e se dá tão pouco para a concretização...
totalmente de acordo, ha pessoas que têm como hobbie apenas dizer mal de tudo.
Se é camuflado, diz-se mal, se fosse cinzento (que ideia essa para um Heli de apoio ao exercito e operações tácticas).
Apenas uma correcção: embarcados todos podem ser, e todos podem ter as configurações para todas as missões: excepto as 4 CSAR que têm blindagem adicional, anti-medidas electrónicas e aviso radar e missil.
Todos recolhem a cauda e as pás, e todos podem levar a sonda de reabastecimento.

Olha este! Não quer reconsiderar o chorrilho de disparates que acabou de escrever. Não vale a pena reeditar o texto porque eu já fiz print screen, caso você apague e venha desconversar, que pelo o que estou a constatar deve ser a sua especialidade. Você perdeu uma excelente oportunidade de estar calado. E olhe eu não critico por criticar e muito menos falo por falar.

Mas já agora quem é que diz mal de tudo? Houve aqui alguma coisa que eu tivesse dito que não correspondesse à verdade? Mas já agora não quer apresentar nenhuma contra argumentação em relação aquilo que falei. Já viu que interveio, mas não disse nada de concreto? Apenas disparates, dizendo que todas aeronaves recolhem as pás e cauda e que podem levar a sonda reabastecimento. Fiquemos por aqui!

Olha este..... ja vi que a sua educação é bastante limitada.
"Fiquemos por aqui..." que é para não contestar as suas ideias, opiniões e poderia ser mal educado como voce e dizer disparates
Aprenda que a "sua" verdade não é necessariamente a verdade dos restantes.
Oportunidade de não dizer disparates perdeu você agora.
E sim, você fala por falar, critica por criticar, e acha-se o maior la do bairro e o dono da razão..
E sim, recolhem a cauda e pode ser instalado sonda de reabastecimento em todos.




Título: Re: EH-101
Enviado por: Crypter em Outubro 12, 2016, 07:56:35 pm
Novidades...

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Ministério da Defesa contrata novo programa de manutenção dos helicópteros EH-101

O ministério da Defesa vai alterar o modelo do programa de manutenção dos helicópteros EH-101 da Força Aérea para garantir maior operacionalidade da frota, num investimento até 81 milhões de euros entre 2017 e 2026.

 
Em comunicado, o ministério da Defesa Nacional anunciou que foi autorizado o início da negociação para o programa de manutenção dos 38 motores da frota dos 12 EH-101, que realizam missões de busca e salvamento, evacuações aeromédicas, operações de fiscalização de pescas e outras.

Atualmente, a manutenção dos motores da frota EH-101 é assegurada através de um contrato celebrado entre a DEFLOC – Locação de Equipamentos de Defesa, SA e a Safran Helicopter Engines (antiga Turbomeca) em outubro de 2010, com renovação anual.

Contudo, acrescenta o comunicado, o atual processo de manutenção “tem-se revelado desajustado face às necessidades da Força Aérea Portuguesa, constituindo por vezes um constrangimento à execução das missões que se encontram atribuídas a estas aeronaves”.

O programa de manutenção vai ser entregue à mesma empresa por ser a “única empresa titular de direitos intelectuais de componentes dos motores que equipam os EH-101″, segundo o ministério da Defesa.

“Face a esta situação, o procedimento de contratação pública que se adequa é o procedimento de negociação sem publicação prévia de anúncio, com consulta à Safran Helicopter Engines”, lê-se, no comunicado.

Com a alteração do modelo do programa de manutenção, o ministério da Defesa pretende “colmatar a ocorrência de limitações na operacionalidade dos EH-101 no futuro”, através da “contratualização de um pacote global de sustentação e manutenção dos motores (Global Support Package)”.

Este modelo deve garantir “o fornecimento de determinadas peças e a prestação de serviços concretos, como sucede presentemente” e também “a disponibilidade integral e efetiva dos motores sob responsabilidade do prestador dos serviços de manutenção”.

Os encargos com a manutenção dos EH-101 não poderão exceder nos próximos dez anos os 81 milhões de euros, como previsto na Lei de Programação Militar, segundo o ministério da Defesa.

Fonte: http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ministerio-da-defesa-contrata-novo-programa-de-manutencao-dos-helicopteros-eh-101
Título: Re: EH-101
Enviado por: paraquedista em Outubro 13, 2016, 04:26:55 pm
O Despacho do Ministro:

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Despacho 12261/2016

No âmbito das missões atribuídas à Força Aérea, consideram-se de especial importância as que utilizam a frota de helicópteros EH-101, designadamente as missões de busca e salvamento no âmbito do Sistema Nacional de Busca e Salvamento, no continente e arquipélagos da Madeira e dos Açores, aquelas desenvolvidas no âmbito do Sistema Integrado de Vigilância, Fiscalização e Controlo das Atividades da Pesca, bem como as conexas ao transporte aéreo, onde se incluem as evacuações aeromédicas e as missões de garante da unidade territorial do Estado português. A indisponibilidade dos helicópteros EH-101 pode, como tal, ter um impacto direto na salvaguarda da vida humana, assim como no prestígio nacional, nomeadamente na capacidade de Portugal em assumir na sua plenitude as obrigações internacionais na sua área de responsabilidade.

A frota de helicópteros EH-101 foi adquirida pela sociedade DEFLOC - Locação de Equipamentos de Defesa, S. A. - empresa que foi criada com o objetivo único e específico de corporizar o veículo financeiro (special purpose vehicle) que assumiria a propriedade dos helicópteros EH-101 - tendo sido celebrado um contrato de locação operacional dos helicópteros EH-101, entre a sociedade DEFLOC - Locação de Equipamentos de Defesa, SA, na qualidade de locadora e o Estado português na qualidade de locatário, para uso da Força Aérea Portuguesa.

A fim de assegurar a operacionalidade das aeronaves e respetivos sistemas, designadamente dos seus motores, com um grau de prontidão e disponibilidade adequados à especificidade das missões a desempenhar, o Estado português, celebrou em simultâneo dois contratos, um de locação financeira e outro de prestação de serviços de manutenção com a DEFLOC - Locação de Equipamentos de Defesa, SA, que, por sua vez, subcontratou a sociedade atualmente denominada Safran Helicopter Engines para a prestação de serviços de manutenção dos 38 motores RTM 322-MK 250 que equipam a frota EH-101 (3 para cada aeronave e 2 de reserva).

O contrato em vigor prevê essencialmente a prestação de serviços de reparação de motores e componentes, o fornecimento de material de consumo, os termos e condições aplicáveis às encomendas e os métodos para a determinação de preços e entrega de encomendas, não tendo contudo mecanismos de fixação de custos de reparação, que permitam o planeamento dos mesmos e evitem uma escalada nos preços. Atualmente o contrato de manutenção em vigor considera-se desajustado face às necessidades da Força Aérea e é apontado como uma das causas primárias para o baixo nível de disponibilidade operacional da frota EH-101, assim como para alguma volatilidade verificada nos custos de manutenção dos motores. Em sequência, considera-se imprescindível a celebração de um contrato de sustentação dos motores da frota EH-101 que garanta a disponibilidade operacional das aeronaves, e a longo prazo possibilite uma opção financeira mais vantajosa.

De acordo com os diferentes pareceres jurídicos, o regime jurídico aplicável à formação do contrato é o constante no Decreto Lei 104/2011, de 6 de outubro, justificando-se o recurso ao procedimento de negociação sem publicação prévia de anúncio, para os efeitos dispostos na alínea e) do artigo 16.º do referido diploma, uma vez que o contrato não pode ser executado por outra entidade que não a Safran Helicopter Engines. Com efeito, o contrato de Global Support Package a celebrar não se limita a contratualizar o fornecimento de determinadas peças ou a prestação de serviços concretos, mas sim a “garantir a disponibilidade dos motores”, passando dessa forma para o contraente privado a assunção integral do risco dos motores não funcionarem. Acresce que devido à incindibilidade das várias intervenções que, ao longo da execução do contrato, serão efetuadas nos motores, e uma vez que parte dessas intervenções apenas pode ser realizada pela Safran Helicopter Engines, por força de direitos intelectuais de que é a única titular, a manutenção dos motores em causa não pode por isso ser assegurada por qualquer outra entidade que não a Safran Helicopter Engines, o que justifica o recurso ao procedimento de negociação sem publicação prévia de anúncio.

Este contrato de manutenção tem já acolhimento na Lei de Programação Militar, aprovada pela Lei Orgânica 7/2015, de 18 de maio, a qual prevê o seu financiamento nas Capacidades Conjuntas, dos Serviços Centrais (2017 e 2018) e na Capacidade Busca e Salvamento da Força Aérea (2019 a 2026).

Face ao exposto e atendendo em particular ao teor do ofício da Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional n.º 6754 de 26 de julho 2016, determino o seguinte:

1 - Nos termos e ao abrigo da alínea c) do n.º 3 do artigo 17.º do Decreto Lei 197/99, de 8 de junho, mantido em vigor pela alínea f) do n.º 1 do artigo 14.º do Decreto Lei 18/2008, de 29 de janeiro, que aprovou o Código dos Contratos Públicos (CCP), e em conjugação com os artigos 36.º, 38.º e 113.º, n.º 1, do CCP, aplicáveis por força do artigo 73.º do Decreto Lei 104/2011, de 6 de outubro, e tendo ainda presente o disposto nas Cláusulas 6.ª a 8.ª do Contrato de Manutenção celebrado entre o Estado português e a DEFLOC - Locação de Equipamentos de Defesa, SA em 20 de dezembro de 2001, autorizo a realização de um procedimento de negociação sem publicação de anúncio de concurso, com consulta à Safran Helicopter Engines, a realizar nos termos e ao abrigo da alínea e) do artigo 16.º e do artigo 32.º do Decreto Lei 104/2011, de 6 de outubro, conforme fundamentação constante do anexo III ao ofício n.º 53/PRCA/DEFLOC/8-7-2016, tendo em vista a formação e celebração de um contrato de Global Support Package (GSP) relativos à manutenção dos motores RTM322-02/8-MK 250, instalados nos helicópteros EH-101, operados pela Força Aérea, até ao montante máximo de 81 020 000,00€ (oitenta e um milhões e vinte mil euros), acrescido de IVA à taxa legal em vigor, a financiar através das verbas inscritas na Lei de Programação Militar, aprovada pela Lei Orgânica 7/2015, de 18 de maio, nas Capacidades Conjuntas, dos Serviços Centrais (2017 e 2018) e através das dotações previstas na Capacidade Busca e Salvamento, da Força Aérea (2019 a 2026).

2 - Os encargos resultantes do contrato referido no número anterior, não podem exceder, em cada ano económico, os seguintes montantes:

a) No ano de 2017, 7 600 000,00€;

b) No ano de 2018, 7 000 000,00€;

c) No ano de 2019, 10 730 000,00€;

d) No ano de 2020, 9 920 000,00€;

e) No ano de 2021, 9 510 000,00€;

f) No ano de 2022, 7 100 000,00€;

g) No ano de 2023, 7 100 000,00€;

h) No ano de 2024, 7 100 000,00€;

i) No ano de 2025, 7 480 000,00€;

j) No ano de 2026, 7 480 000,00€.

3 - Nos termos e ao abrigo do n.º 4 do artigo 7.º da Lei de Programação Militar, o montante fixado no número anterior para cada ano económico é acrescido do saldo apurado na execução orçamental do ano anterior, para reforço das dotações do projeto até à sua completa execução.

4 - A condução do procedimento e a celebração do contrato são da competência da DEFLOC - Locação de Equipamentos de Defesa, SA, nos termos dos respetivos Estatutos e da legislação aplicável, devendo ser constituída uma equipa de avaliação e negociação da proposta composta por elementos a indicar pela DEFLOC - Locação de Equipamentos de Defesa, SA, pela DireçãoGeral de Recursos da Defesa Nacional e pela Força Aérea.

29 de setembro de 2016. - O Ministro da Defesa Nacional, José

Alberto de Azeredo Ferreira Lopes.

209914622 DireçãoGeral de Política de Defesa Nacional
Título: Re: EH-101
Enviado por: typhonman em Outubro 13, 2016, 11:52:45 pm
Pelo que li num artigo do exército, sobre o UALE, já estão bem arrependidos de no ano 2002, não terem adquirido 10 UH-60L...Agora tinhamos 10 helis capazes, passados 14 anos o Exército não tem nada. Poderia ser uma forma de uniformizar a frota de helis médios, Protecção Civil,Marinha, FAP e Exército.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Fevereiro 02, 2017, 03:31:48 pm
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Força Aérea. Helicópteros de resgate passaram cinco dias em terra
1/2/2017, 20:21 - Pedro Rainho

Reparação de um problema detetado nos motores do EH-101 usados na busca e salvamento de vítimas em alto-mar levou à suspensão das missões. Força Aérea garante que não estiveram vidas em risco.

Os 12 helicópteros EH-101 da Força Aérea, usados em missões de busca e salvamento de pessoas ao largo da costa portuguesa, estiveram todos parados durante cinco dias, na última semana. Ao Observador, a Força Aérea (FA) sublinha que a decisão foi toma “por prudência” e que nunca esteve em causa o socorro a vítimas em risco de vida. Na quarta-feira, num teste de rotina a um dos helicópteros, “foi detetado um problema num dos motores”, explica o gabinete de relações públicas daquele ramo das Forças Armadas. Como não foi possível identificar a origem do “problema”, a Força Aérea contactou o fabricante — um procedimento normal para estas situações e que permite manter o registo das intervenções feitas nas máquinas. Nesse momento, “por prudência”, foi dada ordem para que todas as aeronaves permanecessem em terra.

“O componente causador do problema foi identificado pelo fabricante e, mais uma vez, em nome da segurança, foi decidida a sua substituição em todas as aeronaves, operação já concluída”, esclarece a Força Aérea. Essa operação decorreu entre quarta-feira e domingo da semana passada. Durante esse período, nenhum dos helicópteros EH-101 operacionais levantou voo. Ainda assim, garante o gabinete de relações públicas, “durante este período, todas as missões foram realizadas”. A Força Aérea não explicou como.

Na última quinta-feira, logo no dia seguinte à decisão de manter os helicópteros em terra, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera colocou quatro distritos em alerta amarelo devido à intensa chuva que se previa para os dias seguintes. Já no início dessa semana, a chuva e vento forte tinham levado ao acionar do mesmo nível de alerta. Mas as respostas da Força Aérea às questões enviadas pelo Observador afastam qualquer possibilidade de perigo. “Se a utilização do EH-101 fosse imperiosa, pela existência de vidas em risco, esta seria sempre considerada”. Essa opção acabou por não ser necessária porque, segundo o coronel Rui Roque, responsável do gabinete de Relações Públicas, durante aqueles cinco dias não foi reportado qualquer pedido de resgate. Os EH-101, ou Merlin, são regularmente acionados para resgatar pessoas envolvidas em acidentes com embarcações ao largo da costa portuguesa.

A Força Aérea tem ao seu dispor 12 aeronaves, das quais seis estão vocacionadas para este tipo de missão e apenas quatro estão prontas a voar em qualquer momento: dos oito helicópteros estacionados no Montijo há um operacional, dos três nos Açores podem voar dois e há ainda outro na Madeira. Além das missões de salvamento, fazem também fiscalização das águas nacionais. Os equipamentos começaram a chegar a Portugal em 2005 para substituir os míticos Puma e custaram entre 23 e 27 milhões de euros cada um.

http://observador.pt/2017/02/01/forca-aerea-helicopteros-de-resgate-passaram-cinco-dias-em-terra/

Dos oitos helicópteros estacionados no Montijo há um operacional?  :o O raio dos motores continuam a dar problemas a mais...

É questão para se pensar se os motores General Electric CT7/T700 que equipam o Cormorant e o defunto US101, além de mais potentes que os Rolls-Royce Turbomeca, não seriam também mais seguros pois andam cá há bastante mais tempo que os RTM-322.
Título: Re: EH-101
Enviado por: raphael em Fevereiro 03, 2017, 11:09:17 am
Devem andar a fazer mal as contas da distribuição das aeronaves.
De qualquer modo não andam a utilizar o EH-101 para mais nada a não ser SAR, por isso, no Montijo uma aeronave pronta chega perfeitamente.
Terão mais que uma tripulação completa, mas uma aeronave chega para os gastos atuais.
Nas ilhas, a distribuição também é a correta, sendo que no mínimo haverá sempre uma aeronave pronta.
Refira-se que para as evacuações aeromédicas o EH-101 é sempre complementado pelo C-295.
Por isso, não vislumbro gravidade nesta atual disponibilidade da frota, tendo em conta também o número de tripulações disponíveis/empenhadas.
Título: Re: EH-101
Enviado por: paraquedista em Maio 25, 2017, 11:50:26 pm
http://observador.pt/2017/05/25/eh-101-defesa-refem-do-fabricante-para-renegociar-manutencao-dos-helicopteros-de-salvamento/

Artigo muito interessante e esclarecedor da situacao do leasing dos EH101
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Maio 26, 2017, 12:25:31 pm
http://observador.pt/2017/05/25/eh-101-defesa-refem-do-fabricante-para-renegociar-manutencao-dos-helicopteros-de-salvamento/

Artigo muito interessante e esclarecedor da situacao do leasing dos EH101

É um artigo algo esclarecedor, se bem que a maior parte das coisas avançadas no mesmo sejam já infelizmente bem conhecidas.

Comentários para quê? Só uma questão relativa a outro assunto de helicópteros: pese embora uma certa lógica ditasse que porventura a escolha mais natural para substituto do Alouette III fosse o H125M, continuo com a sensação - e mais ainda depois de ler esta peça - que o novo heli ligeiro virá da Leonardo. Até porque operando as frotas EH-101 e Super Lynx penso que fizesse pouco sentido optar por um aparelho de outro fabricante quando o construtor que detêm praticamente o monopólio das aeronaves de asa rotativa nas Forças Armadas Portuguesas possui neste momento um helicóptero que se encaixa perfeitamente nos requisitos que a FAP enumerou.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Stalker79 em Maio 26, 2017, 02:15:12 pm
É pena o facto da força aerea não estar certificada para isso, mas isso tambem se deve ou ao fraco poder de negociação ou devido ao fabricante nos estar a comer de lorpas, pois de certeza que temos pessoal mais que competente para efectuar a manutenção dos mesmos.
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Maio 26, 2017, 02:29:09 pm
Da última vez o problema era falta de motores por parte da empresa que os fabrica. E com contrato assinado desde 2010, portanto... :P https://zap.aeiou.pt/defesa-contrata-manutencao-dos-eh-101-com-empresa-que-ja-deveria-estar-extinta-133804 (https://zap.aeiou.pt/defesa-contrata-manutencao-dos-eh-101-com-empresa-que-ja-deveria-estar-extinta-133804)
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Em comunicado, o ministério da Defesa Nacional anunciou que foi autorizado o início da negociação para o programa de manutenção dos 38 motores da frota dos 12 EH-101, que realizam missões de busca e salvamento, evacuações aeromédicas, operações de fiscalização de pescas e outras.

Atualmente, a manutenção dos motores da frota EH-101 é assegurada através de um contrato celebrado entre a Defloc – Locação de Equipamentos de Defesa, SA e a Safran Helicopter Engines (antiga Turbomeca) em outubro de 2010, com renovação anual.

A Defloc foi criada com o objetivo único e específico de corporizar o veículo financeiro que assumiria a propriedade da frota de 12 helicópteros EH-101 adquirida em 2001, e, consequentemente, a posição de locadora operacional dos mesmos em favor do Estado.
(https://zap.aeiou.pt/wp-content/uploads/2015/08/cf6e5d783123000c3fc76776d5dd33b9-783x450.jpg)

Saudações
Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Maio 26, 2017, 03:09:11 pm
 Talvez uma singularidade à portuguesa. A Força Aérea realizar missões SAR.

 Efectuando uma rápida pesquisa a nível NATO e outros países civilizados e desenvolvidos economicamente, esta missão está na sua esmagadora maioria está entregue à responsabilidade de guarda costeiras e agências de salvamento marítimo, nunca à força aérea. Até a privados como é o caso no Reino Unido e Australia.

 No entanto existem alguma excepções como a Dinamarca, Noruega, Canadá, Lituânia por exemplo que não obedecem a esta regra.

 Isto acontecerá sobretudo para não esvaziar por completo o papel da FAP?
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 26, 2017, 03:22:40 pm
Que outra instituição teria essa capacidade? Nós não temos Guarda Costeira e entregar a privados é convidar a todo o tipo de abusos aos dinheiros públicos. prefiro que continue na FAP.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 26, 2017, 03:43:52 pm
Talvez uma singularidade à portuguesa. A Força Aérea realizar missões SAR.

No entanto existem alguma excepções como a Dinamarca, Noruega, Canadá, Lituânia por exemplo que não obedecem a esta regra.


Afinal não é uma singularidade ;D.
E existem mais.
https://en.wikipedia.org/wiki/Search_and_rescue#SAR_by_nation
Título: Re: EH-101
Enviado por: Stalker79 em Maio 26, 2017, 03:58:10 pm
Que outra instituição teria essa capacidade? Nós não temos Guarda Costeira e entregar a privados é convidar a todo o tipo de abusos aos dinheiros públicos. prefiro que continue na FAP.

É possivelmente para ser mais uma descomunal vigarice como tem sido com os privados a efectuar os combates a incendios.
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Maio 26, 2017, 04:25:44 pm
Que outra instituição teria essa capacidade? Nós não temos Guarda Costeira e entregar a privados é convidar a todo o tipo de abusos aos dinheiros públicos. prefiro que continue na FAP.

É possivelmente para ser mais uma descomunal vigarice como tem sido com os privados a efectuar os combates a incendios.
Por acaso a extinta EMA até era pública.  ;D ;)

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/empresa_de_meios_aereos_foi_extinta (http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/empresa_de_meios_aereos_foi_extinta)
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Numa conferência de imprensa realizada na Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), Miguel Macedo (na foto) adiantou que o processo de liquidação e extinção da EMA foi "complexo", sublinhando que vai trazer "efectivas poupanças para o Estado".
 
"Foi extinta a única empresa da esfera do Ministério da Administração Interna, o que proporcionará uma poupança anual estimada de 37% da despesa, correspondente a 11.77.354 euros", disse o secretário de Estado da Administração Interna, João Almeida, também presente na conferência de imprensa.
 
João Almeida explicou que, durante o processo de liquidação da EMA, foram pagas todas as dívidas, nomeadamente à empresa que faz a manutenção e operação dos helicópteros público de combate a incêndios florestais e que chegou a penhorar dois Kamov. "Está saldada a dívida com a Heliportugal, o que permitiu o levantamento dos dois helicópteros penhorados", adiantou.
 
A secretária de Estado do Tesouro, Isabel Castelo Branco, disse que "o resultado final da EMA é negativo", existindo um passivo, estimado em seis milhões de euros, que "o Estado vai ter de absorver".
 
Durante a apresentação do processo de extinção e liquidação da EMA, João Almeida referiu que, num primeiro concurso público, foram adjudicados a um operador privado os três helicópteros ligeiros da EMA e seis dos seus trabalhadores.
 
Um segundo concurso, que deverá estar concluído em Fevereiro de 2015, destina-se à manutenção e operação dos seis helicópteros Kamov e dos restantes 25 trabalhadores.
 
Até à conclusão deste concurso, os trabalhadores transitaram para a ANPC, que fica agora responsável pela gestão dos contratos de operação e manutenção dos meios aéreos próprios do Estado.
 
O ministro da Administração Interna assegurou que a empresa vencedora do concurso público internacional para manutenção e operação do Kamov vai ficar com a responsabilidade dos trabalhadores da EMA.
 
Miguel Macedo referiu ainda que foi criado na ANPC um gabinete de apoio à gestão dos meios aéreos, que não terá custos.
 
A EMA tinha um custo total de 31,5 milhões de euros com a gestão de seis Kamov e três helicópteros ligeiros, passando a ter, no futuro, um custo de 19,8 milhões de euros, que será suportado por privados, explicou João Almeida. "Temos extinta e liquidada a EMA dois dias antes do prazo", disse ainda Miguel Macedo, referindo o prazo de 31 de Outubro para o fim da empresa.
 
A empresa foi criada em 2007 e integra um dispositivo permanente de meios aéreos para o combate de incêndios florestais, vigilância de fronteiras, recuperação de sinistrados, segurança rodoviária e apoio às forças e serviços de segurança, protecção e socorro.
 
Segundo o Ministério da Administração Interna, a EMA apresentou "resultados líquidos negativos sucessivos" entre 2007 e 2013, com um acumulado de cerca de 24,7 milhões de euros.
 
O Governo anunciou a extinção da EMA há três anos.
(https://www.bombeiros.pt/wp-content/uploads/2013/04/Apresenta%C3%A7%C3%A3o-Frotas-EMA.jpg)(https://www.bombeiros.pt/wp-content/uploads/2013/11/ema.jpg)

Cumprimentos


Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 26, 2017, 06:44:34 pm
Se pegássemos na Autoridade Marítima Nacional (com a Policia Marítima, capitanias, Instituto de Socorro a Náufragos, etc) e lhe mudássemos o nome para Guarda Costeira, comprava-se umas fardas novas, já está. ;D
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Maio 26, 2017, 10:52:16 pm
Se pegássemos na Autoridade Marítima Nacional (com a Policia Marítima, capitanias, Instituto de Socorro a Náufragos, etc) e lhe mudássemos o nome para Guarda Costeira, comprava-se umas fardas novas, já está. ;D
Nem de propósito (Um exercício em que participaram 11 entidades nacionais, com responsabilidade nesta áreas. Portanto, mesmo sem guarda costeira, temos 11 entidades a fazer o que supostamente a guarda costeira dos outros países faz, participamos e organizamos o evento. Aposto que os gastos de 11 entidades, se calhar dava para em vez dos tais dois aviocar c212-300 que podiam ter ido para as pescas, ter dois C295...  :P ;) ). Isto é um festival de país  ;D :jok: :rir: :jaja2:
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Primeiro exercício europeu de Guardas Costeiras reúne 25 países em Tróia

Cerca de  750 operacionais de 32 organizações, representantes de 25 países, participaram esta semana, em Tróia, Grândola, no primeiro exercício europeu de atividades de Guardas Costeiras, sendo esta cooperação fundamental para enfrentar crises como a do Mar Mediterrâneo.

O exercício, denominado COASTEX 17, começou na terça-feira e decorreu até hoje em Tróia, tendo terminado com uma simulação de operações que frequentemente acontecem nos mares europeus, como o controlo de derrame de petróleo, busca e salvamento, evacuações marítimas, combate ao narcotráfico ou salvamento de imigração irregular.

A bordo da fragata Bartolomeu Dias -- a partir da qual foi possível assistir a grande parte das simulações -- o subchefe do Estado-Maior da Armada, o almirante Simões Marques, explicou aos jornalistas que "não é comum ter tantas agências envolvidas num evento único, o primeiro ao nível da União Europeia".

"Normalmente, a nível nacional, cada país tem as suas entidades competentes e trabalha autonomamente, mas para enfrentar situações de crise como temos vindo a viver atualmente no Mediterrâneo é muito importante haver colaboração, coordenação e todas as agências estarem habituadas a trabalhar em rede e colaborarem entre si e aquilo que hoje estamos a demonstrar é que isso é possível", considerou.

Para o subchefe do Estado-Maior da Armada, responsável pelo desenho do exercício, "este exercício é importante tanto para ver as capacidades existentes, como para identificar ainda as lacunas em termos de cooperação e de colaboração".

"Temos tido bons indicadores de que temos já forças prontas, sistemas que são capazes, mas para termos uma resposta que seja eficiente também precisamos de ter estas ligações", justificou.

Se este foi o primeiro exercício europeu de atividades de Guardas Costeiras, também foi a primeira vez em que 11 entidades nacionais, com responsabilidades em diferentes domínios desta área, estiveram reunidas num único ponto e a trabalhar em conjunto.

O secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, acompanhou toda a demonstração de hoje e, aos jornalistas, quis "assinalar a importância deste exercício, o primeiro que junta as três agências europeias com responsabilidades sobre o mar: a agência europeia das pescas, da segurança marítima e de fronteiras", destacando ainda que a iniciativa envolve 32 agências, 25 países e 750 pessoas.

"É um exercício que recria situações que todos os dias acontecem nos mares europeus, com que todos os dias, as agências europeias e nacionais, que operam para garantir a segurança dos nossos mares, são confrontadas", explicou o governante, realçando a satisfação ao ver "a Marinha Portuguesa a liderar este exercício no âmbito da sua missão de presidência do Fórum Europeu de Guardas Costeiras".

O primeiro simulacro aconteceu logo a bordo do ferryboat que levou a comitiva de Setúbal até Tróia, tendo elementos do grupo de ações táticas da Polícia Marítima intercetado a embarcação para neutralizar um homem que estava armado e a provocar distúrbios.

Já a partir da fragata Bartolomeu Dias, foi possível assistir à atuação de um helicóptero da Marinha, que fez chegar fuzileiros do Destacamento de Ações Especiais a uma lancha suspeita de tráfico de estupefacientes.

Depois da simulação de uma operação sobre migração irregular e de um controlo de derrame de petróleo, o último simulacro foi de uma evacuação médica de um militar da fragata através do uso de um helicóptero.

http://www.dn.pt/lusa/interior/primeiro-exercicio-europeu-de-guardas-costeiras-reune-25-paises-em-troia-8510616.html (http://www.dn.pt/lusa/interior/primeiro-exercicio-europeu-de-guardas-costeiras-reune-25-paises-em-troia-8510616.html)

(http://www.rostos.pt/paginas/imagens/semanal/9/logos%20ecgff%20e%20coastex_alterada_333797527.jpg)(http://images-cdn.impresa.pt/sicnot/2017-05-26-MA.L_57.JPG/original/mw-1240)(http://images-cdn.impresa.pt/sicnot/2017-05-26-MA.L_59.JPG/original/mw-1240)(http://images-cdn.impresa.pt/sicnot/2017-05-26-05991723.jpg/original/mw-1240)
(http://images-cdn.impresa.pt/sicnot/2017-05-26-05991718.jpg/original/mw-1240)


Cumprimentos

P.S. Presumo como temos o GRUPO de INTERVENÇÃO, PROTEÇÃO e SOCORRO / SUBAGRUPAMENTO de MONTANHA da GNR, proximamente segue-se a organização do evento "Alpine troops ski competition"  ( http://www.nato.int/nrdc-it/magazine/2009/0906/0906m.pdf (http://www.nato.int/nrdc-it/magazine/2009/0906/0906m.pdf) ). Rezemos é que seja num ano com inverno frio e muita neve na serra da Estrela.  :toto: :nice:(https://www.diariodigitalcastelobranco.pt/ficheiros/noticias/1456767605_0.jpg)





Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Maio 27, 2017, 04:22:42 am
Se pegássemos na Autoridade Marítima Nacional (com a Policia Marítima, capitanias, Instituto de Socorro a Náufragos, etc) e lhe mudássemos o nome para Guarda Costeira, comprava-se umas fardas novas, já está. ;D

Não te esqueças de juntar aí a UCC da GNR.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 27, 2017, 08:28:48 am
Não te esqueças de juntar aí a UCC da GNR.

Não juntei porque essa unidade teria que sair da GNR, seria uma alteração ao que existe agora na AMN, mas é uma possibilidade claro.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Maio 27, 2017, 08:33:07 am
Um exercício em que participaram 11 entidades nacionais, com responsabilidade nesta áreas. Portanto, mesmo sem guarda costeira, temos 11 entidades a fazer o que supostamente a guarda costeira dos outros países faz, participamos e organizamos o evento.

Podemos não ter uma "Guarda Costeira", mas alguém tem que fazer o trabalho.
Essas entidades todas devem ser coisas como, as pescas, a imigração (SEF), terrorismo (PJ), etc

Tens 11 a ver, e 1 a trabalhar que é o GAT/Policia Marítima  ;D
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Maio 27, 2017, 10:43:13 am
Um exercício em que participaram 11 entidades nacionais, com responsabilidade nesta áreas. Portanto, mesmo sem guarda costeira, temos 11 entidades a fazer o que supostamente a guarda costeira dos outros países faz, participamos e organizamos o evento.

Podemos não ter uma "Guarda Costeira", mas alguém tem que fazer o trabalho.
Essas entidades todas devem ser coisas como, as pescas, a imigração (SEF), terrorismo (PJ), etc

Tens 11 a ver, e 1 a trabalhar que é o GAT/Policia Marítima  ;D
Bingo. E está tudo dito (ou ainda criam a guarda costeira tuga para ficarem com 12 entidades). ;D :jok: :nice: :guitar:

Cumprimentos
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lusitano89 em Julho 26, 2017, 04:11:25 pm
Título: Re: EH-101
Enviado por: Turlu em Setembro 24, 2017, 12:47:50 pm

http://spottingaocidente.blogspot.pt/2017/09/eh-101-merlin-forca-aerea-portuguesa.html



Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Outubro 05, 2017, 12:03:47 pm
Esta noticia deixa me preocupado!

Uma vez que o dinheiro no proximo ano vai inteiramente para o EH101 será que os outros programas ficaram em banho maria?

E aproveitando a deixa do Nélson noutro tópico quanto ao EH-101, para além de solucionar esta novela toda da manutenção dos aparelhos e dos seus motores, não será também altura de começar a pensar na modernização das aeronaves? É que, afinal, os primeiros Merlin chegaram à FAP no início de 2005, já lá vão portanto 12 anos, e certos sistemas e componentes podem estar a ficar desactualizados.
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Outubro 05, 2017, 12:19:16 pm
Esta noticia deixa me preocupado!

Uma vez que o dinheiro no proximo ano vai inteiramente para o EH101 será que os outros programas ficaram em banho maria?

E aproveitando a deixa do Nélson noutro tópico quanto ao EH-101, para além de solucionar esta novela toda da manutenção dos aparelhos e dos seus motores, não será também altura de começar a pensar na modernização das aeronaves? É que, afinal, os primeiros Merlin chegaram à FAP no início de 2005, já lá vão portanto 12 anos, e certos sistemas e componentes podem estar a ficar desactualizados.

Ora bem ainda bem que há mais alguém que pensa como eu mas..........lá para as calendas, quer dizer se vão durar uns quarenta anos temos tempo, temos tempo, quando tiverem trinta e dois ou três começamos a pensar nisso até lá Nossa Srª de Fátima estará sempre de olho nas nossas tripulações !!!!!!!

Abraços

PS temos de ir guardando uns milhões para os bancos ou pensões de alguns que não tarda metem o estado Português em Tribunal.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 06, 2017, 05:27:56 pm
Ora bem ainda bem que há mais alguém que pensa como eu mas..........lá para as calendas, quer dizer se vão durar uns quarenta anos temos tempo, temos tempo, quando tiverem trinta e dois ou três começamos a pensar nisso até lá Nossa Srª de Fátima estará sempre de olho nas nossas tripulações !!!!!!!

Abraços

É que pelo menos a nível de SAR, o Merlin Mk.612 norueguês, ou NAWSARH (Norwegian All Weather Search and Rescue Helicopter), já está um patamar acima dos nossos Mk.514/515/516, sem que a FIR norueguesa se compare às nossas.

Citar
The aircraft is equipped with an advanced SAR equipment package including Leonardo-Finmeccanica's newly-launched Osprey AESA radar. Based around a flat-panel antenna design, Osprey is the world’s first lightweight airborne surveillance radar to be built with no moving parts and will provide a 360 degree field of view for crews. Other equipment includes a four-axis digital Automatic Flight Control System (AFCS), two rescue hoists, searchlight, electro optical device, mobile telephone detection system and a fully integrated avionics and mission system.
 
The aircraft is equipped with advanced systems that enhance flight safety including a Laser Obstacle Avoidance System (LOAM) and Obstacle Proximity LIDAR System (OPLS) which provide warnings of wires and other obstacles. The large cabin doors and rear ramp provide easy access for personnel, survivors and equipment into the 27 m3 cabin which has stand-up head room throughout.
 
The AW101 benefits from three-engine safety, a full ice protection system for flight in known icing conditions, long range and endurance, a proven 30 minute “run dry” gearbox as well as multiple redundancy features in the avionic and mission systems.


(https://farm5.staticflickr.com/4446/37619994926_930d40e8e0_b.jpg)

(https://farm5.staticflickr.com/4488/37619990786_c71188414b_b.jpg)

(https://farm5.staticflickr.com/4457/37669271401_4730e63c68_b.jpg)

(https://farm5.staticflickr.com/4451/23816128368_061817216e_b.jpg)

(https://farm5.staticflickr.com/4469/23816126338_753692f0f5_b.jpg)

http://www.leonardocompany.com/en/-/presentazione-aw101-norway-unveilling



Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Novembro 06, 2017, 06:02:16 pm
Ora bem ainda bem que há mais alguém que pensa como eu mas..........lá para as calendas, quer dizer se vão durar uns quarenta anos temos tempo, temos tempo, quando tiverem trinta e dois ou três começamos a pensar nisso até lá Nossa Srª de Fátima estará sempre de olho nas nossas tripulações !!!!!!!

Abraços

É que pelo menos a nível de SAR, o Merlin Mk.612 norueguês, ou NAWSARH (Norwegian All Weather Search and Rescue Helicopter), já está um patamar acima dos nossos Mk.514/515/516, sem que a FIR norueguesa se compare às nossas.

Citar
The aircraft is equipped with an advanced SAR equipment package including Leonardo-Finmeccanica's newly-launched Osprey AESA radar. Based around a flat-panel antenna design, Osprey is the world’s first lightweight airborne surveillance radar to be built with no moving parts and will provide a 360 degree field of view for crews. Other equipment includes a four-axis digital Automatic Flight Control System (AFCS), two rescue hoists, searchlight, electro optical device, mobile telephone detection system and a fully integrated avionics and mission system.
 
The aircraft is equipped with advanced systems that enhance flight safety including a Laser Obstacle Avoidance System (LOAM) and Obstacle Proximity LIDAR System (OPLS) which provide warnings of wires and other obstacles. The large cabin doors and rear ramp provide easy access for personnel, survivors and equipment into the 27 m3 cabin which has stand-up head room throughout.
 
The AW101 benefits from three-engine safety, a full ice protection system for flight in known icing conditions, long range and endurance, a proven 30 minute “run dry” gearbox as well as multiple redundancy features in the avionic and mission systems.


(https://farm5.staticflickr.com/4469/23816126338_753692f0f5_b.jpg)

http://www.leonardocompany.com/en/-/presentazione-aw101-norway-unveilling

Pois é, ainda bem que existem Nações que efectuam em devido tempo os upgrades aos equipamentos e aeronaves, quaisquer que sejam, conferindo assim maiores capacidades na execução das missões, neste caso o SAR !

Congratulo-me com tais decisões que minimizam o risco das tripulações envolvidas nas ditas missões, que é tal e qual cá, pois vem a público alardoar os milhares de vidas salvas pela esquadra 751, mas o melhor e devido reconhecimento que se pode e deve dar/fazer pelo empenho, profissionalismo, coragem e esforço, dos nossos pilotos, recuperadores, loadmasters, restantes tripulantes e pessoal de MNT não seria efectuar melhorias nas aeronaves envolvidas nessas missões de modo a não se irem perdendo capacidades e se poderem salvar ainda mais vidas ???

Seria mas não deve haver dinheiro o que vai havendo ou é cativado ou é para servir de compensações e ser dado aos crápulas que vão depenando as nossas finanças com as suas trafulhices e roubos....... " não é assim pá "????

Mas os nossos (Ir)responsáveis políticos devem ter razão, os helis ainda só tem doze anos, nem sequer são adolescentes, nem penas no peito tem, portanto temos muito tempo, quando lhes cair a penujem..........daqui a quinze anitos, assim........ quando tiverem a idade das Fragatas VdG, alguém vai pensar nisso !!


Abraços     
Título: Re: EH-101
Enviado por: asalves em Novembro 22, 2017, 02:19:39 pm
http://observador.pt/2017/11/22/tribunal-de-contas-critica-gestao-e-controlo-da-programacao-militar-em-2015/
Tribunal de Contas aponta falta de transparência nas contas militares
Citar
[...]
A informação prestada contém “deficiências” considera o TdC, exemplificando com o caso do projeto de modernização das aeronaves c-130H, cuja dotação não foi aplicada” na regeneração nem na modernização dos aviões mas sim “na manutenção dos helicópteros EH-101”.
[...]
Título: Re: EH-101
Enviado por: perdadetempo em Novembro 22, 2017, 09:35:23 pm
http://observador.pt/2017/11/22/tribunal-de-contas-critica-gestao-e-controlo-da-programacao-militar-em-2015/
Tribunal de Contas aponta falta de transparência nas contas militares
Citar
[...]
A informação prestada contém “deficiências” considera o TdC, exemplificando com o caso do projeto de modernização das aeronaves c-130H, cuja dotação não foi aplicada” na regeneração nem na modernização dos aviões mas sim “na manutenção dos helicópteros EH-101”.
[...]

Mania do Tribunal de Contas de se queixar do secretismo e falta de transparência  das contas do Ministério da Defesa e das nossas Forças Armadas e atrever-se a fazer comparações com países de terceira ordem como a França. Portugal é uma Super-potência e as regras e normas de países do terceiro mundo não nos são aplicáveis. :P
Título: Re: EH-101
Enviado por: asalves em Novembro 23, 2017, 09:52:11 am
http://observador.pt/2017/11/22/tribunal-de-contas-ordena-nova-auditoria-as-contas-militares/
Tribunal de Contas ordena nova auditoria às contas militares
Citar
(...)
O Tribunal de Contas (TdC) ordenou uma nova auditoria à Lei de Programação Militar (LPM) de 2015, atualmente e execução. No relatório da auditoria feita àquela lei, divulgado esta quarta-feira, os juízes determinam que seja conduzida uma nova auditoria às contas militares, desta vez ao anexo II — referente a investimentos a fazer por conta das receitas conseguidas com o material militar alienado pelos ramos –, uma vez que há desfasamentos entre aquilo que era a legislação original e a sua execução.

(...)
De acordo com os juízes do TdC, “a execução apresentada pelo relatório de execução da LPM-2015, além de distorcida, é pouco rigorosa, porquanto evidencia valores superiores aos efetivamente executados, em virtude da execução do Anexo – II se encontrar, na totalidade (54,5 M€), atribuída aos Serviços Centrais do MDN e, simultaneamente, se encontrar a afetar a execução do Anexo -I das demais entidades do MDN”.

Por outras palavras: há valores contabilizados a dobrar, investimentos cuja foi obtida em áreas dos ramos que não eram as inicialmente previstas, entre outras incongruências. E dá o exemplo: “O Ministério da Defesa Nacional determinou que as verbas provenientes da alienação das aeronaves C-212 se destinassem a suprir, prioritariamente, necessidades implícitas no Anexo -II 86”, mas aquilo que os juízes verificaram foi que “a Capacidade Transporte Aéreo, uma das três capacidades pelas quais foram distribuídas as receitas provenientes das alienações 87, não estava prevista no Anexo-II, como antes referido.”
(..)

As questões,
quem é que manda fazer as trafulhas?
as trafulhas são do conhecimento do Ministro?
A LPM não é cumprida a risca porque?

Se tudo isto é necessário ser feito porque não há dinheiro suficiente não deviam trazer isso a publico e protestarem? (não precisa de um golpe de estado mas basta as chefias darem a cara, ou as associações)
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Novembro 23, 2017, 10:54:51 am
Apeteceu-me comparar...  ::) :-X

(https://i.ytimg.com/vi/QufR5GR8zs0/maxresdefault.jpg)

(https://theaviationist.com/wp-content/uploads/2017/03/HH-101A-close-up.jpg)

(http://www.airpower.gv.at/uploads/pics/AgustaWestland_EH101_Merlin_RoyalNavy_c_LA-Phot-Dave-Jenkins---MOD_02.jpg)

(https://3.bp.blogspot.com/-xlcNHJvttnw/UDGvMnrsmDI/AAAAAAAAADE/rpuNglgSkk8/s1600/AIR_EH101_HC3_Over_Afghanistan_lg.jpg)

(https://barrieaircraft.com/images/eh-industries-eh-101-07.jpg)

(http://livedoor.blogimg.jp/milipics/imgs/e/2/e213635c.jpg)

(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f6/Agusta-Westland_EH-101_Merlin_Mk.512_Denmark_-_Air_Force_M-506%2C_GRQ_Groningen_%28Eelde%29%2C_Netherlands_PP1146323936.jpg)

(https://cdn.jetphotos.com/full/5/67273_1480776856.jpg)

(https://i.pinimg.com/564x/d9/0e/18/d90e18c246623315fd763b8cc2c23d72.jpg)

(http://i.imgur.com/CKFKBei.jpg)

(https://pbs.twimg.com/media/CsP6kNNUMAAanpT.jpg)

Saudações


Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 24, 2017, 11:59:55 am
http://observador.pt/2017/11/22/tribunal-de-contas-critica-gestao-e-controlo-da-programacao-militar-em-2015/
Tribunal de Contas aponta falta de transparência nas contas militares
Citar
[...]
A informação prestada contém “deficiências” considera o TdC, exemplificando com o caso do projeto de modernização das aeronaves c-130H, cuja dotação não foi aplicada” na regeneração nem na modernização dos aviões mas sim “na manutenção dos helicópteros EH-101”.
[...]

Mania do Tribunal de Contas de se queixar do secretismo e falta de transparência  das contas do Ministério da Defesa e das nossas Forças Armadas e atrever-se a fazer comparações com países de terceira ordem como a França. Portugal é uma Super-potência e as regras e normas de países do terceiro mundo não nos são aplicáveis. :P

Por isso é que a frota C-130 chegou ao estado em que se encontra. A perda trágica do C-130H "16804" deveu-se a erro humano, é certo, no entanto e sabendo que o KC-390 só chegará daqui a vários anos e outros passaram até estar completamente integrado, a indefinição quanto à frota Hércules e ao que fazer com os seus aparelhos é gritante. Vamos ver se sempre ganharão uma segunda vida novamente como meios de combate a incêndios, mas é impressionante como é tudo parece estar a ser feito em cima do joelho.



P.S. Sem querer servir de advogado da Força Aérea, acho engraçado o Tribunal de Contas referir-se à "flexível engenharia financeira" deste ramo. Decerto que se as verbas foram para a manutenção dos Merlin é porque existia absoluta necessidade e não havia outra hipótese. Mas criticar a anterior tutela por não ter alocado mais dinheiro que pudesse compensar esse deslocamento de verbas e poder manter a modernização, se bem que modesta, dos C-130, é que não.  ::)
Título: Re: EH-101
Enviado por: asalves em Novembro 24, 2017, 02:04:30 pm
http://observador.pt/2017/11/22/tribunal-de-contas-critica-gestao-e-controlo-da-programacao-militar-em-2015/
Tribunal de Contas aponta falta de transparência nas contas militares
Citar
[...]
A informação prestada contém “deficiências” considera o TdC, exemplificando com o caso do projeto de modernização das aeronaves c-130H, cuja dotação não foi aplicada” na regeneração nem na modernização dos aviões mas sim “na manutenção dos helicópteros EH-101”.
[...]

Mania do Tribunal de Contas de se queixar do secretismo e falta de transparência  das contas do Ministério da Defesa e das nossas Forças Armadas e atrever-se a fazer comparações com países de terceira ordem como a França. Portugal é uma Super-potência e as regras e normas de países do terceiro mundo não nos são aplicáveis. :P

Por isso é que a frota C-130 chegou ao estado em que se encontra. A perda trágica do C-130H "16804" deveu-se a erro humano, é certo, no entanto e sabendo que o KC-390 só chegará daqui a vários anos e outros passaram até estar completamente integrado, a indefinição quanto à frota Hércules e ao que fazer com os seus aparelhos é gritante. Vamos ver se sempre ganharão uma segunda vida novamente como meios de combate a incêndios, mas é gritante como é tudo feito em cima do joelho.



P.S. Sem querer servir de advogado da Força Aérea, acho engraçado o Tribunal de Contas referir-se à "flexível engenharia financeira" deste ramo. Decerto que se as verbas foram para a manutenção dos Merlin é porque existia absoluta necessidade e não havia outra hipótese. Mas criticar a anterior tutela por não ter alocado mais dinheiro que pudesse compensar esse deslocamento de verbas e poder manter a modernização, se bem que modesta, dos C-130, é que não.  ::)

Desculpe a questão e tb não quero defender ninguém, mas será que não era expectável que os C-130 precisassem de manutenção, e que esses valores estivessem já contemplados na LPM? ou caso não estivessem não devia o governo transferir as verbas para tal? É que acho que tudo isto acontece porque ninguém quer fazer as coisas bem. acredito que o problema tenha inicio no governo que não disponibilize o orçamento adequando, mas esse problema passa depois para as chefias de topo das FA quando estas aceitam as condições e fazem estas trocas com o consentimento (ou até sugestão) do governo.

Porque que se não havia dinheiro para a manutenção dos C-130 ninguém se chegou a frente (meios comunicação) e disse não há dinheiro para a manutenção dos aviões pk o governo não disponibiliza e como tal vão ficar em terra pk não tem condições.

É que é normal que uma plano que não seja respeitado partir de um momento tudo o resto no futuro vai dar barraca. Pergunto agora de onde virá o dinheiro para a modernização dos EH-101? virá de outro lado que vai ficar pendurado?
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 24, 2017, 03:45:18 pm
Citar
Contas da Força Aérea atacadas por tribunal
Por Sérgio A. Vitorino|23.11.17

Gastou quase três vezes mais que o previsto (22,9 para 66,6 milhões de euros) e demonstrou descontrolo nas despesas e seus comprovativos, acusa o Tribunal de Contas (TdC) sobre os gastos da Força Aérea na Lei de Programação Militar (LPM) de 2015. Em relatório divulgado ontem, é referido que as Forças Armadas falharam "à luz de indicadores de economia, eficiência e eficácia". Apesar de 2015 ter sido um ano de "grandes medidas de estabilidade orçamental", as Forças Armadas "dispuseram de 376,7 milhões de euros, muito além dos 210" previstos e aprovados.

"As despesas com a recuperação para o estado de voo das aeronaves C-212 alcançaram 308,7 mil € e apresentaram deficiências relacionadas com a dispensa de contrato escrito com fundamentação inapropriada e com despesas não elegíveis", afirma o TdC. Os C-212 foram vendidos ao Uruguai por 1,6 milhões. Há irregularidades nas "despesas com a regeneração de aeronaves C-130H", suportadas por verbas da LPM e venda dos C-212 e feitas "ao abrigo de um contrato com a OGMA, em desrespeito pela decisão judicial de concessão de visto do Tribunal" e com "pagamentos sem correspondência a serviços, embora compensados no final". O "recurso à gestão flexível da LPM" é ainda apontado no uso de "9,3 milhões no projeto Helicópteros EH-101 que se destinavam ao projeto Modernização C-130H [tido por prioritário] que, consequentemente, foi adiado". 

PORMENORES 

Pagos serviços não feitos
 O TdC apontou "insuficiências" no controlo da gestão financeira da Força Aérea, detetando faturas pagas à OGMA por serviços não prestados, compensadas depois pela prestação de outros serviços, numa "base flexível".

Compensações sem fatura
A Força Aérea "pagou reparações e peritagens sem correspondência aos serviços inscritos na faturação e aos serviços de facto prestados". Depois, foram "efetuadas compensações, também sem apropriada correspondência na faturação, com recurso a prestação de outros serviços ou a deduções".

Contraditório
No contraditório, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, em funções em 2015, general Araújo Pinheiro, respondeu que os intervenientes "sempre exerceram as competências com o maior rigor e correção dentro do quadro legal vigente", sem prejuízo de "alguns lapsos" com "reduzida expressão".

Distorções e omissões
O TdC refere que não foram feitos os relatórios trimestrais à LPM 2015 e os reportes tinham "insuficiências, deficiências, distorções e omissões". Os sistemas informáticos para gestão e controlo são "obsoletos".

http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/contas-da-forca-aerea-atacadas-por-tribunal?ref=Bloco_CMAoMinuto
Título: Re: EH-101
Enviado por: Ramos em Novembro 24, 2017, 04:20:48 pm
Pergunto humildemente: e qual é a surpresa de ver verbas alocadas a um determinado programa serem transferidas para outro? Mas afinal de contas, em que País é que estamos? Até parece que, de repente, deixámos de ser o Pais mais ocidental da Europa e emigrámos para a Escandinávia…. :moca:
Vamos lá fazer um rápido “teatrinho”, e colocarmo-nos na pele do CEMFA… (ou, já agora, de qualquer um dos 3 chefes de cada um dos ramos das FA’s)….
No caso da FAP, o homem tem no inventário:
28 F-16, que já necessitam de mais uma modernização, para se poderem manter com “estamina” suficiente para aguentar a sua missão durante por mais 12 ou 15 anos (não esquecer que os primeiros chegaram cá em 1994, ou seja, há já 23 anos)…
5 C-130, que chegaram ao “rectângulo” a partir de 1977, e que estão a “cair da tripeça” (e que, além do mais, têm sido uma importante parte do sustentáculo de todas as missões externas das Forças Armadas Portuguesas desde meados doa anos 90. Ou seja, passaram metade da sua vida operacional a voar sistemática e continuamente para vários locais (às vezes não tão próximos como isso) do planeta.
5 P-3 em 2ª. mão, (bem) modernizados, que vão aguentar até não haver mais sobresselentes no mercado (e que seja por mais 20 anos, porque no dia em que já não puderem voar, duvido que haja pasta para o P8).
12 C-295, que são as “coisinhas fofas” da FAP, novitas e com muitas horas de vôo para dar, e que, ainda por cima, só oferecem vantagens: são pau para toda a obra (transporte táctico, patrulha marítima, instrução, ISR, SAR, SIFICAP)…. E, acima de tudo, têm um custo por hora de vôo que é uma verdadeira pechincha!
6 Alpha Jet que vão baixar ao hangar em Janeiro de 2018.
14 EPSILON que já têm às costas 28 anos
6 CHIPMUNK remotorizados que são perfeitos para a sua função de instrução básica de pilotagem, mas que têm que entrar na equação da substituição do EPSILON.
2 DO’s que rebocam planadores (que também deverão entrar na equação da substituição do EPSILON, sobretudo por razões logísticas).
4 planadores
3 FALCON (que em 3 ou 4 anos também terão de ser substituídos).
12 EH-101, que, conjuntamente com os C-295, são as verdadeiras aeronaves multimissão da FAP (SAR, Transporte Aéreo Táctico, CSAR, Instrução, SIFICAP). E ainda por cima, “novas” para os padrões cá do burgo…
6 ALOUETTE III, que também deixam de voar para o ano, e que, até ao momento, ainda não se sabe ao certo quando, como, e em que proporção vão ser substituídos.
Ah, e mais meia dúzia de DRONES de brincar que andam às voltas ali pelas bandas da Ota…. (esses nem os contabilizo)…
Ou seja… apenas 23 % da frota da FAP é relativamente recente (C-295, EH-101), 27 % é passível de se aguentar por mais 12 a 15 anos com mais uns upgrades (F-16), 5 % vai ter forçosamente de se aguentar por mais 15 ou mais anos (P-3), 12 % desaparece até 2018 (Alouette III, Alpha JET), 3 % até 2020 / 21 (FALCON), e o resto (30%), até 2030 (e claro, nestas contas não está incluída a frota de PREDACTORS da FAP)  :nice:
Junte-se à falta de meios, entre outros, a falta de efectivos, a manutenção de todo o espectro de missões que se faziam há 20 anos atrás (mas, proporcionalmente, com menos recursos), orçamentos cada vez mais apertados, e a feroz procura de especialistas pelo mercado civil, e temos uma enorme caldeirada. E agora que o Dr. António Costa veio dizer que, afinal, não há rectroactivos para ninguém…..  :sil:
Alguém se surpreende que, neste cenário, quem manda ponha uma coisa no papel e depois “desloque” verbas de umas rúbricas para outras em função daquilo que entende serem as necessidades do momento?
Não estou com isto a dizer que tal está correcto e muito menos que tal é uma prática correcta de gestão. Mas parece ser o lugar comum, quer nas empresas públicas, quer nas empresas privadas, desde há cerca de uma década a esta parte…..



Título: Re: EH-101
Enviado por: raphael em Novembro 24, 2017, 05:53:21 pm
Camarada Ramos

A DO não rebocam nada, estão ambas inop...os rebocadores dos planadores são os chipmunk.
Os tais chipmunk que não deverão ser reequacionados na possivel substituição do epsilon porque no futuro uns continuarão por sintra e outros regressarão a beja.
Atenção que as frotas mais recentes EH101 e C-295 também já têm a sua dose de problemas e lacunas, até porque apesar de recentes os contratos de assistência estão a entrar na fase de renegociação.
Se foram tão atenciosos com a FAP também poderiam ser com os outros Ramos e com as suas dispendiosas frotas e a engenharia de custos como têm gerido as suas parcelas da LPM.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 24, 2017, 08:30:13 pm
Atenção que as frotas mais recentes EH101 e C-295 também já têm a sua dose de problemas e lacunas, até porque apesar de recentes os contratos de assistência estão a entrar na fase de renegociação.

Exactamente. Isto já para não falar também na (re)negociação dos contratos de leasing quer dos Merlin, quer dos C-295.


Se foram tão atenciosos com a FAP também poderiam ser com os outros Ramos e com as suas dispendiosas frotas e a engenharia de custos como têm gerido as suas parcelas da LPM.

De facto agora parece que a FAP é o "bode (r)expiatório" de todas as Forças Armadas: não há gestão flexível nos outros ramos, é só na Força Aérea; não há "máfia militar das messes" no Exército e na Marinha, é só na FAP querem ver? Enfim, cala-te boca.  ::)

Peço desculpa pelo off-topic.
Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Novembro 24, 2017, 10:14:07 pm
A FAP tornou-se o alvo favorito de todos os ataques, porque um dos seus oficiais teve tomates para se chegar à frente e colaborar com a Justiça, expondo um esquema maciço de corrupção. Oxalá existissem por aí mais oficiais e sargentos com a mesma estatura moral desse major.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Novembro 25, 2017, 12:15:15 am
A FAP tornou-se o alvo favorito de todos os ataques, porque um dos seus oficiais teve tomates para se chegar à frente e colaborar com a Justiça, expondo um esquema maciço de corrupção. Oxalá existissem por aí mais oficiais e sargentos com a mesma estatura moral desse major.

Também tiveste este sargento da Base de Beja que já tinha denunciado o esquema em 2009, mas só internamente, o processo quando chegou às chefias foi arquivado.
https://www.publico.pt/2017/11/13/sociedade/noticia/forca-aerea-sabia-ha-anos-que-era-roubada-pelos-militares-mas-nada-fez-1792289
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lusitan em Novembro 25, 2017, 01:17:42 am
Eu posso-vos dizer que um familiar meu teve problemas em 1982 na base de Paços de Ferreira enquanto era Tenente por ter denunciado uma situação idêntica e ainda se lixou porque não passou a Capitão quando devia ter sido promovido por causa disso.
Quem nunca ouviu falar de levantamentos de rancho por causa da qualidade da comida que forneciam nas messes? Isto é endémico e já vem desde há muitas décadas.
Até no Ultramar tenho conhecimento de situações parecidas...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 25, 2017, 10:43:57 am
Eu posso-vos dizer que um familiar meu teve problemas em 1982 na base de Paços de Ferreira enquanto era Tenente por ter denunciado uma situação idêntica e ainda se lixou porque não passou a Capitão quando devia ter sido promovido por causa disso.
Quem nunca ouviu falar de levantamentos de rancho por causa da qualidade da comida que forneciam nas messes? Isto é endémico e já vem desde há muitas décadas.
Até no Ultramar tenho conhecimento de situações parecidas...

O meu pai nos anos 70 participou num levantamento de rancho dado à repetitividade da comida. Ou seja, a qualidade era excelente, o problema passava por ser sempre a mesma coisa.
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Novembro 25, 2017, 10:56:23 am
Eu posso-vos dizer que um familiar meu teve problemas em 1982 na base de Paços de Ferreira enquanto era Tenente por ter denunciado uma situação idêntica e ainda se lixou porque não passou a Capitão quando devia ter sido promovido por causa disso.
Quem nunca ouviu falar de levantamentos de rancho por causa da qualidade da comida que forneciam nas messes? Isto é endémico e já vem desde há muitas décadas.
Até no Ultramar tenho conhecimento de situações parecidas...

Por essas e por outras quando estava de oficial de dia, na década de 80, tanto em Vendas Novas, Lamego, ou no RALis nunca sobrava comida, para ser vendida e ir para o saco Azul, Os Praças que queriam repetir, depois de todo o efectivo ter comido, repetiam e ainda se sobrava, podiam levar o que restava.

Os cozinheiros de dia e o Vagomestre nem me podiam ver, mas meu amigo, Militares do serviço obrigatório, mal pagos e ainda por cima com fome estando eu de serviço, isso é que não !!!

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 25, 2017, 11:15:07 am
Eu posso-vos dizer que um familiar meu teve problemas em 1982 na base de Paços de Ferreira enquanto era Tenente por ter denunciado uma situação idêntica e ainda se lixou porque não passou a Capitão quando devia ter sido promovido por causa disso.
Quem nunca ouviu falar de levantamentos de rancho por causa da qualidade da comida que forneciam nas messes? Isto é endémico e já vem desde há muitas décadas.
Até no Ultramar tenho conhecimento de situações parecidas...

Por essas e por outras quando estava de oficial de dia, na década de 80, tanto em Vendas Novas, Lamego, ou no RALis nunca sobrava comida, para ser vendida e ir para o saco Azul, Os Praças que queriam repetir, depois de todo o efectivo ter comido, repetiam e ainda se sobrava, podiam levar o que restava.

Os cozinheiros de dia e o Vagomestre nem me podiam ver, mas meu amigo, Militares do serviço obrigatório, mal pagos e ainda por cima com fome estando eu de serviço, isso é que não !!!

Abraços

Em Tancos vi um Ranger a comer de pé dois pães, porque o homem tirou o pão e depois não comeu e nem sequer tentou levar para comer mais tarde. Tanta e tanta vez levei eu para o cacifo pão, doce/marmelada/manteiga para comer mais tarde. Nessa altura comia e passado cinco minutos já estava com fome! Os cozinheiros e Sargentos levavam muita comida para casa, porque já nessa altura havia muito "pronto" a torcer o nariz à comida e que depois iam ao Clube de Praças comer hambúrgueres.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 26, 2017, 12:48:40 am
Citar
Tanta e tanta vez levei eu para o cacifo pão, doce/marmelada/manteiga para comer mais tarde.

Marmelada... Uma iguaria que eu pensava que era servida apenas nas FFAAs Brasileiras.  :-\
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Novembro 26, 2017, 06:58:26 am
Eu posso-vos dizer que um familiar meu teve problemas em 1982 na base de Paços de Ferreira enquanto era Tenente por ter denunciado uma situação idêntica e ainda se lixou porque não passou a Capitão quando devia ter sido promovido por causa disso.
Quem nunca ouviu falar de levantamentos de rancho por causa da qualidade da comida que forneciam nas messes? Isto é endémico e já vem desde há muitas décadas.
Até no Ultramar tenho conhecimento de situações parecidas...

Por essas e por outras quando estava de oficial de dia, na década de 80, tanto em Vendas Novas, Lamego, ou no RALis nunca sobrava comida, para ser vendida e ir para o saco Azul, Os Praças que queriam repetir, depois de todo o efectivo ter comido, repetiam e ainda se sobrava, podiam levar o que restava.

Os cozinheiros de dia e o Vagomestre nem me podiam ver, mas meu amigo, Militares do serviço obrigatório, mal pagos e ainda por cima com fome estando eu de serviço, isso é que não !!!

Abraços

Em Tancos vi um Ranger a comer de pé dois pães, porque o homem tirou o pão e depois não comeu e nem sequer tentou levar para comer mais tarde. Tanta e tanta vez levei eu para o cacifo pão, doce/marmelada/manteiga para comer mais tarde. Nessa altura comia e passado cinco minutos já estava com fome! Os cozinheiros e Sargentos levavam muita comida para casa, porque já nessa altura havia muito "pronto" a torcer o nariz à comida e que depois iam ao Clube de Praças comer hambúrgueres.



E nunca viste quando eram bifes, alguém da mesa cuspir para o maior para que mais ninguém o escolhesse ???
Só me aconteceu duas vezes eu de serviço, o gajo que fazia isso pura e simplesmente saia do refeitório e ia ouvir um sermão meu, com umas flexões e agachamentos á mistura !!

Esse teu procedimento era normalissimo, vi acontecer N vezes e se estivesse no lugar deles faria o mesmo !!

O que me deixava lixado era os outros oficias de serviço nem sequer ligarem a essa falha na qualidade do shop-shop.

Um belo dia de fim de semana, na EPA em 1983, depois de fazer a pesagem dos alimentos para o dia seguinte dirigi-me para o gab do O/D mas na parada Bernardo Faria, notei que me faltava a esferografica, voltei atrás e qual o meu espanto a comida, fardos de bacalhau e acompanhamento, estava a sair da cozinha e, a entrar no deposito de generos novamente.
saltou-me a tampa com pessoal da cozinha quando me responderam que tinha sido o Vago mestre a ordenar, peguei no telefone e mandei avançar o furriel do piquete com dois homens e disse-lhes " se sair daqui um kilo que seja da comida do pessoal, á minha responsabilidade um tiro no pé do gajo que estiver a desviar os artigos ". :N-icon-Gun:

A partir desse dia quando o Ten M........... estava de serviço o cozinheiro de dia telefonava-me sempre a perguntar se o pessoal de serviço comia o rancho ou........ e eu, macaco, dizia olha fazes uns bifes para o pessoal de serviço e toda a gente, oficias, sargentos e preças, come no refeitório das Praças, só te digo que trocas de serviço era mato, vá se lá saber porquê !! ;)

desculpa o desabafo e o offtopic, que já vai longo.............. :conf:.

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Novembro 26, 2017, 07:01:50 am
Citar
Tanta e tanta vez levei eu para o cacifo pão, doce/marmelada/manteiga para comer mais tarde.

Marmelada... Uma iguaria que eu pensava que era servida apenas nas FFAAs Brasileiras.  :-\

e se lhe juntares manteiga é um repasto de primeira !!!

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: Menacho em Novembro 27, 2017, 02:08:53 pm
Apeteceu-me comparar...  ::) :-X


(https://pbs.twimg.com/media/CsP6kNNUMAAanpT.jpg)

Saudações

Apenas unos dias después de su entrega:

(https://scontent.fmad3-6.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/23561352_1519462228101587_2195064401088879013_n.jpg?oh=c5166636190a141cad1c5b905b95cbd8&oe=5A9FA87C)

(https://scontent.fmad3-6.fna.fbcdn.net/v/t31.0-8/23592316_1518328761548267_4605800183133900991_o.jpg?oh=6ae3d3eb5398d0b6c428292c85cb40f7&oe=5A8F4EFC)

(https://scontent.fmad3-6.fna.fbcdn.net/v/t31.0-8/23592054_1518810898166720_4450513629990517604_o.jpg?oh=9fdb48a737a8d667a433e63ef26f313f&oe=5A91300A)

(http://www.helipress.it/documenti/files/images/aw101%20rolled.jpg)

El 0268 cayó de lado mientras era arrancado fuera de su hangar recibiendo daños graves.
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Novembro 27, 2017, 02:39:01 pm
Apeteceu-me comparar...  ::) :-X


(https://pbs.twimg.com/media/CsP6kNNUMAAanpT.jpg)

Saudações

Apenas unos dias después de su entrega:

(https://scontent.fmad3-6.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/23561352_1519462228101587_2195064401088879013_n.jpg?oh=c5166636190a141cad1c5b905b95cbd8&oe=5A9FA87C)

(https://scontent.fmad3-6.fna.fbcdn.net/v/t31.0-8/23592316_1518328761548267_4605800183133900991_o.jpg?oh=6ae3d3eb5398d0b6c428292c85cb40f7&oe=5A8F4EFC)

(https://scontent.fmad3-6.fna.fbcdn.net/v/t31.0-8/23592054_1518810898166720_4450513629990517604_o.jpg?oh=9fdb48a737a8d667a433e63ef26f313f&oe=5A91300A)

(http://www.helipress.it/documenti/files/images/aw101%20rolled.jpg)

El 0268 cayó de lado mientras era arrancado fuera de su hangar recibiendo daños graves.

O nosso ficou um bocadinho melhor, mas em compensação e infelizmente fez feridos.

http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/acidente-com-heli-faz-5-feridos (http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/acidente-com-heli-faz-5-feridos)
Citar
O acidente aconteceu na noite de quinta-feira, quando se fazia a transferência da grávida – que apresentava sintomas de início do trabalho de parto – de uma maca dos Bombeiros de Velas para a maca do helicóptero EH101, já no interior da aeronave, que tinha a rampa de acesso aberta. “O aparelho subiu bruscamente a uma altura de um metro e desceu outra vez repentinamente. As vítimas foram projectadas contra o tecto e as partes laterais”, explicou ao CM o comandante da corporação, António Rodrigues. Ficaram feridas uma médica e uma enfermeira do Hospital de Angra de Heroísmo, uma enfermeira do Centro de Saúde de Velas e dois bombeiros dos Voluntários daquela vila. Os quatro elementos da tripulação não ficaram feridos. Os casos mais graves são o da médica de Angra do Heroísmo e da enfermeira de Velas. Ambas estão internadas na unidade da Ilha Terceira, para onde foram transferidas pelo mesmo helicóptero, que tinha saído da Base das Lajes para ir buscar a parturiante a São Jorge. Segundo Leonor Bettencourt, directora clínica do Hospital do Espírito Santo, as vítimas estão “em situação clínica estável e fora de perigo de vida. As lesões estão a ser avaliadas, não se sabendo ainda se será necessário realizar alguma intervenção cirúrgica”.

http://www.rtp.pt/noticias/pais/inquerito-aos-incidentes-com-helicopteros-eh-101-merlin-sem-conclusoes-por-falta-de-dados-fiaveis_n55855 (http://www.rtp.pt/noticias/pais/inquerito-aos-incidentes-com-helicopteros-eh-101-merlin-sem-conclusoes-por-falta-de-dados-fiaveis_n55855)

O inquérito a incidentes com helicópteros da Força Aérea Portuguesa (FAP) nos Açores e Montijo continua sem conclusões porque as aeronaves não dispõem de caixas negras para registar parâmetros de voo, confirmou à Lusa fonte aeronáutica.

Saudações
Título: Re: EH-101
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 27, 2018, 09:35:25 am
Citar
Força Aérea tem helicóptero parado há ano e meio por falta de dinheiro
Falha em pagar reparação do EH-101, orçamentada em seis milhões de euros, levou a empresa EH Industries a suspender os trabalhos.
dn.pt
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Dezembro 27, 2018, 11:26:01 am
As benditas cativações são a causa destas situações e a ver vamos se não terá havido falhas na respostas SAR devido a esta situação !

https://observador.pt/2018/12/27/forca-aerea-helicoptero-de-busca-e-salvamento-parado-ha-ano-e-meio-por-falta-de-verba/

Neste fórum alguns ainda mencionam as LPM's como os meios disponíveis para o reequipamento das FFAA, no entanto, essas pseudo LPM's, não são mais que embustes armados pelos nossos incompetentes e corruptos, politicozecos de pacotilha, reparem  quantas aquisições de meios, referidas nessas LPM's se concretizaram.
Bastava que se cumprissem os orçamentos anuais alocados á defesa e teríamos umas FFAA excelentes !!

o PIB em 2018 foi um pouco superior a 200.000 milhões, se o orçamento das FFAA fosse 1,2% do PIB teríamos um valor de 2.400 milhões, para os três ramos.
No entanto não só esse valor nunca foi alocado ás FFAA como desgraçadamente, os nossos DesGovernantes ainda vem alardoar um aumento expressivo de gastos com a defesa, em virtude dos custos relacionados com compra dos C390, dos NPO's, do NPL, e demais equipamentos !

Esses custos de aquisição dos C390, dos NPO's do AOR, do NPL e afins conseguem ser suportados pelos orçamentos anuais das FFAA, que se forem no MÁXIMO, rpt MÁXIMO de 1,5% do PIB, 2.800 a 3.000 milhões de euros, e usados integralmente nas FFAA, não em cativações, ou números de circo, previamente planeados ! 

Esses mesmos políticos não nos conseguem é explicar porque os helis estão AOG por falta de MNT/reparação, porque os Classe Tejo não estão operacionais ao fim de quatro anos, daí eu dizer que as reparações serão das mais dispendiosas e morosas da nossa MdG,  porque os NPO's não tem armamento nem os semirrígidos adequados, porque os F16 não são melhorados, porque não há dinheiro para os MLU's das VdG, porque não se substitui o NRP Bérrio, já quase com cinquenta anos, porque se reduz o numero de Vamtacs, porque se compraram só cinco helis ligeiros e ainda por cima monomotores, porque a infantaria mecanizada ainda continua a operar os M113, porque não temos porta morteiros nas unidades da BriInt, porque os batalhões de infantaria não estão completos, porque é que a artilharia só possui 21 M119 quando no mínimo deveria ter 36 BF desse calibre, porque se continua com o filme muito longo e triste da aquisição da substituta da G3 que já passa de orçamento em orçamento gastando sempre os mesmos valores, porque o efectivo do exército ainda tem tantos oficiais e sargentos, cerca de 6000, como praças, porque será ????

Porque a incompetência, e, o desprezo dos políticos pela Instituição Militar, tem um enorme aliado, as Altas chefias militares que colaboram com as decisões tomadas a favor de manterem os seus lugares de chefia !!!

https://www.tsf.pt/economia/interior/oe2018-defesa-com-21513-me-mais-75-face-a-estimativa-de-2017-8842435.html

https://www.pordata.pt/Europa/Produto+Interno+Bruto+(Euro)-1786

As FFAA não necessitam de esmolas dos políticos, antes destes existirem já Portugal possuía FFAA!
As FFAA Nacionais necessitam de Chefias competentes e que RESPEITEM os Homens e Mulheres que as Integram.  :N-icon-Axe:




Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: typhonman em Dezembro 27, 2018, 12:48:39 pm
As benditas cativações são a causa destas situações e a ver vamos se não terá havido falhas na respostas SAR devido a esta situação !

https://observador.pt/2018/12/27/forca-aerea-helicoptero-de-busca-e-salvamento-parado-ha-ano-e-meio-por-falta-de-verba/

Neste fórum alguns ainda mencionam as LPM's como os meios disponíveis para o reequipamento das FFAA, no entanto, essas pseudo LPM's, não são mais que embustes armados pelos nossos incompetentes e corruptos, politicozecos de pacotilha, reparem  quantas aquisições de meios, referidas nessas LPM's se concretizaram.
Bastava que se cumprissem os orçamentos anuais alocados á defesa e teríamos umas FFAA excelentes !!

o PIB em 2018 foi um pouco superior a 200.000 milhões, se o orçamento das FFAA fosse 1,2% do PIB teríamos um valor de 2.400 milhões, para os três ramos.
No entanto não só esse valor nunca foi alocado ás FFAA como desgraçadamente, os nossos DesGovernantes ainda vem alardoar um aumento expressivo de gastos com a defesa, em virtude dos custos relacionados com compra dos C390, dos NPO's, do NPL, e demais equipamentos !

Esses custos de aquisição dos C390, dos NPO's do AOR, do NPL e afins conseguem ser suportados pelos orçamentos anuais das FFAA, que se forem no MÁXIMO, rpt MÁXIMO de 1,5% do PIB, 2.800 a 3.000 milhões de euros, e usados integralmente nas FFAA, não em cativações, ou números de circo, previamente planeados ! 

Esses mesmos políticos não nos conseguem é explicar porque os helis estão AOG por falta de MNT/reparação, porque os Classe Tejo não estão operacionais ao fim de quatro anos, daí eu dizer que as reparações serão das mais dispendiosas e morosas da nossa MdG,  porque os NPO's não tem armamento nem os semirrígidos adequados, porque os F16 não são melhorados, porque não há dinheiro para os MLU's das VdG, porque não se substitui o NRP Bérrio, já quase com cinquenta anos, porque se reduz o numero de Vamtacs, porque se compraram só cinco helis ligeiros e ainda por cima monomotores, porque a infantaria mecanizada ainda continua a operar os M113, porque não temos porta morteiros nas unidades da BriInt, porque os batalhões de infantaria não estão completos, porque é que a artilharia só possui 21 M119 quando no mínimo deveria ter 36 BF desse calibre, porque se continua com o filme muito longo e triste da aquisição da substituta da G3 que já passa de orçamento em orçamento gastando sempre os mesmos valores, porque o efectivo do exército ainda tem tantos oficiais e sargentos, cerca de 6000, como praças, porque será ????

Porque a incompetência, e, o desprezo dos políticos pela Instituição Militar, tem um enorme aliado, as Altas chefias militares que colaboram com as decisões tomadas a favor de manterem os seus lugares de chefia !!!

https://www.tsf.pt/economia/interior/oe2018-defesa-com-21513-me-mais-75-face-a-estimativa-de-2017-8842435.html

https://www.pordata.pt/Europa/Produto+Interno+Bruto+(Euro)-1786

As FFAA não necessitam de esmolas dos políticos, antes destes existirem já Portugal possuía FFAA!
As FFAA Nacionais necessitam de Chefias competentes e que RESPEITEM os Homens e Mulheres que as Integram.  :N-icon-Axe:




Abraços

Façam como eu, começem a mandar e mails com essas questões para as Relações Públicas dos ramos e MDN.
Título: Re: EH-101
Enviado por: typhonman em Dezembro 27, 2018, 03:24:52 pm
EHEHE, ainda andamos nos a pensar em F-35  8) 8)


https://www.dn.pt/edicao-do-dia/27-dez-2018/interior/forca-aerea-tem-helicoptero-parado-ha-ano-e-meio-por-falta-de-dinheiro-10352413.html
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lusitaniae em Dezembro 27, 2018, 05:13:04 pm
Segundo esta notícia do DN, está parada a manutenção de um EH101 por falta de verba, mas agora pergunto eu, 6 milhões não acham um valor muito alto para reparar este heli?
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/27-dez-2018/interior/forca-aerea-tem-helicoptero-parado-ha-ano-e-meio-por-falta-de-dinheiro-10352413.html
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Dezembro 27, 2018, 07:02:42 pm
Segundo esta notícia do DN, está parada a manutenção de um EH101 por falta de verba, mas agora pergunto eu, 6 milhões não acham um valor muito alto para reparar este heli?
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/27-dez-2018/interior/forca-aerea-tem-helicoptero-parado-ha-ano-e-meio-por-falta-de-dinheiro-10352413.html

Afirmativo 6 milhões para MNT de um Heli que está AOG ????
A noticia só pode estar errada ou então, houve argolada da grossa na operação e o heli sofreu danos, mas nada transpareceu cá para fora !

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Dezembro 27, 2018, 08:46:50 pm
A notícia refere um ’mini crash’.
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Dezembro 27, 2018, 10:33:50 pm
A notícia refere um ’mini crash’.’

......então está explicada a quantia dos 6 milhões, porque para MNT de um heli, 6 milhões era demais !

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: Crypter em Dezembro 28, 2018, 11:04:31 am
Não era os EH que no inicio surgiram noticias que o Heli "tinha vontade própria" sendo que reportaram mudanças de altitude sem instrução dada pelos pilotos?
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Dezembro 28, 2018, 11:13:20 am
EHEHE, ainda andamos nos a pensar em F-35  8) 8)

Andas tu, melhor dizendo.  ;D ;)


A notícia refere um ’mini crash’.

Foi uma "hard landing", que saiba causada por condições atmosféricas adversas e não problema da aeronave como aconteceu há uns anos nos Açores e, de facto, o "12" há algum tempo que se encontra no Hangar dos Hidros, actual hangar da 751, à espera de melhores dias.


Reproduziu-se aqui a notícia do Observador, porém não a originalmente publicada no DN e que se segue um excerto. E se é verdade que se o processo já nasceu torto, também será verdade segundo o artigo que o fabricante (e neste caso também é citada a Airbus em relação aos C-295) estará a pedir ao Estado preços exorbitantes. Agora é que se vê a bela me*** que foi a privatização das OGMA...  ::)

Citar
(...) "Atualmente, as verbas são suportadas pelas receitas das entidades [públicas] detentoras das aeronaves" - a Defloc para os EH e a Defaerloc para os C-295 - e resultam "da faturação que [ambas] realizam, consoante o caso", junto da Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional e da Força Aérea, indicou o ministério. "Para garantir a continuidade da operação" dos EH-101 "está atualmente a decorrer um processo para a extensão do atual contrato até que o novo entre em vigor. O novo contrato será negociado durante o ano de 2019, sendo, à semelhança do anterior, um contrato plurianual. O contrato dos C-295 também está a ser negociado, devendo entrar em vigor em 2019", acrescentou o gabinete do ministro João Gomes Cravinho.

A verdade é que estas respostas parecem omissas quanto à forma de garantir a manutenção das duas frotas se "a extensão" dos contratos vigentes não for concretizada até ao dia 31 - o que ajudará a explicar a referida "grande preocupação" manifestada ao DN por fontes ligadas aos processos. A principal dificuldade, segundo as fontes, reside nos preços alegadamente excessivos que tanto a Leonardo como a Airbus estarão a exigir aos representantes portugueses - cuja margem de manobra é dificultada pelo facto de a manutenção daquelas aeronaves estar nas mãos daquelas duas empresas. "Os preços têm de ser razoáveis e justificados" face aos montantes pagos pelo Estado nos últimos anos, sintetizou uma das fontes, rejeitando o que qualificou como "valores exorbitantes" que tanto a Leonardo como a Airbus estarão a exigir.

O chumbo do Tribunal de Contas ao contrato de manutenção dos motores dos EH-101 também não parece ajudar, uma vez que ele iria substituir o que está a vigorar e cujos termos têm tido duas consequências negativas para Portugal: custos excessivos e um nível aceitável de helicópteros disponíveis em permanência. Como se lê no despacho do ministro da Defesa que há dois anos autorizou o início das negociações do contrato agora chumbado, o contrato em vigor "não [tem] mecanismos de fixação de custos de reparação que permitam o planeamento dos mesmos e evitem uma escalada nos preços"."O contrato de manutenção em vigor considera-se desajustado face às necessidades da Força Aérea e é apontado como uma das causas primárias para o baixo nível de disponibilidade operacional da frota EH-101, assim como para alguma volatilidade verificada nos custos de manutenção dos motores", segundo o mesmo despacho.

https://www.dn.pt/edicao-do-dia/27-dez-2018/interior/forca-aerea-tem-helicoptero-parado-ha-ano-e-meio-por-falta-de-dinheiro-10352413.html

Título: Re: EH-101
Enviado por: typhonman em Dezembro 28, 2018, 12:02:59 pm
EHEHE, ainda andamos nos a pensar em F-35  8) 8)

Andas tu, melhor dizendo.  ;D ;)


A notícia refere um ’mini crash’.

Foi uma "hard landing", que saiba causada por condições atmosféricas adversas e não problema da aeronave como aconteceu há uns anos nos Açores e, de facto, o "12" há algum tempo que se encontra no Hangar dos Hidros, actual hangar da 751, à espera de melhores dias.


Reproduziu-se aqui a notícia do Observador, porém não a originalmente publicada no DN e que se segue um excerto. E se é verdade que se o processo já nasceu torto, também será verdade segundo o artigo que o fabricante (e neste caso também é citada a Airbus em relação aos C-295) estará a pedir ao Estado preços exorbitantes. Agora é que se vê a bela me*** que foi a privatização das OGMA...  ::)

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(...) "Atualmente, as verbas são suportadas pelas receitas das entidades [públicas] detentoras das aeronaves" - a Defloc para os EH e a Defaerloc para os C-295 - e resultam "da faturação que [ambas] realizam, consoante o caso", junto da Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional e da Força Aérea, indicou o ministério. "Para garantir a continuidade da operação" dos EH-101 "está atualmente a decorrer um processo para a extensão do atual contrato até que o novo entre em vigor. O novo contrato será negociado durante o ano de 2019, sendo, à semelhança do anterior, um contrato plurianual. O contrato dos C-295 também está a ser negociado, devendo entrar em vigor em 2019", acrescentou o gabinete do ministro João Gomes Cravinho.

A verdade é que estas respostas parecem omissas quanto à forma de garantir a manutenção das duas frotas se "a extensão" dos contratos vigentes não for concretizada até ao dia 31 - o que ajudará a explicar a referida "grande preocupação" manifestada ao DN por fontes ligadas aos processos. A principal dificuldade, segundo as fontes, reside nos preços alegadamente excessivos que tanto a Leonardo como a Airbus estarão a exigir aos representantes portugueses - cuja margem de manobra é dificultada pelo facto de a manutenção daquelas aeronaves estar nas mãos daquelas duas empresas. "Os preços têm de ser razoáveis e justificados" face aos montantes pagos pelo Estado nos últimos anos, sintetizou uma das fontes, rejeitando o que qualificou como "valores exorbitantes" que tanto a Leonardo como a Airbus estarão a exigir.

O chumbo do Tribunal de Contas ao contrato de manutenção dos motores dos EH-101 também não parece ajudar, uma vez que ele iria substituir o que está a vigorar e cujos termos têm tido duas consequências negativas para Portugal: custos excessivos e um nível aceitável de helicópteros disponíveis em permanência. Como se lê no despacho do ministro da Defesa que há dois anos autorizou o início das negociações do contrato agora chumbado, o contrato em vigor "não [tem] mecanismos de fixação de custos de reparação que permitam o planeamento dos mesmos e evitem uma escalada nos preços"."O contrato de manutenção em vigor considera-se desajustado face às necessidades da Força Aérea e é apontado como uma das causas primárias para o baixo nível de disponibilidade operacional da frota EH-101, assim como para alguma volatilidade verificada nos custos de manutenção dos motores", segundo o mesmo despacho.

https://www.dn.pt/edicao-do-dia/27-dez-2018/interior/forca-aerea-tem-helicoptero-parado-ha-ano-e-meio-por-falta-de-dinheiro-10352413.html



Faço o mea culpa ! Mas pelo que vejo, nem F-35 nem V !

Como já aqui disse o futuro será: https://www.portugal.gov.pt/pt/gc21/comunicacao/noticia?i=governo-aprova-lei-de-programacao-militar

Duplo uso

Estes equipamentos, conjugados com os já existentes, permitirão a Portugal assumir a responsabilidade pela busca e salvamento em «boa parte do Atlântico Norte», aumentar «substancialmente a nossa capacidade de resgate em situações de crises dos nossos cidadãos em outras partes do mundo».

O Ministro referiu ainda que dará resposta à extensão da plataforma continental, que representa «uma oportunidade tremenda para o País».

O duplo uso militar a civil foi também um dos fatores tidos em conta nas opções feitas na Lei de Programação Militar, tal como o Primeiro-Ministro António Costa tinha anunciado na inauguração da delegação portuguesa na nova sede da Aliança Atlântica.

O Ministro referiu que «todos os equipamentos mencionados tem essa faceta, que nos permite reforçar a capacidade de apoio das nossas Forças Armadas a missões de natureza civil», como o combate a incêndios e o transporte de órgãos, reforçando assim a capacidade de respostas às necessidades sentidas pela população.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Dezembro 30, 2018, 06:25:33 pm
Ainda há ano e meio se abordava a urgência destes problemas com a frota EH-101. Soluções apontadas foram algumas, decisões tomadas nenhumas.

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EH-101. Defesa refém do fabricante para renegociar manutenção dos helicópteros de salvamento
25/5/2017, 19:04

Contrato dos EH-101 Merlin termina em 2018, dois anos antes do final do leasing operacional dos aparelhos. Só a empresa que vendeu os helicópteros pode assegurar a manutenção. Custos por definir.

O contrato em regime leasing dos helicópteros EH-101 Merlin — que fazem as operações de busca e salvamento na costa portuguesa — termina em outubro de 2020. Mas, antes disso, em outubro de 2018, caduca o contrato de manutenção dos 12 aparelhos atualmente ao serviço da Força Aérea. Esse vazio de dois anos entre o fim dos contratos tem de começar a ser acautelado pelo Ministério da Defesa dentro de alguns meses, porque os aparelhos não podem continuar a voar sem as devidas inspeções. Mas o fabricante é a única entidade capaz de assegurar a manutenção (e tem havido alguns problemas com a operacionalidade e a manutenção dos Merlin). Se quiser ter os aparelhos a voar, o Estado está dependente das condições que a italiana Leonardo Helicopters — antiga Agusta Westland — levar para a mesa das negociações. O fabricante diz ao Observador que vai tentar encontrar uma “solução financeiramente sustentável” com o Estado.

Comprados em 2001, os primeiros helicópteros EH-101 começaram a chegar a Portugal em junho de 2004. Pouco tempo depois, o Ministério da Defesa viu-se de mãos atadas porque o contrato inicial não garantia todas as necessidades de manutenção. Sem meios próprios para assegurar a manutenção das aeronaves a longo prazo, a Defloc — Locação de Equipamentos de Defesa, SA, “uma sociedade instrumental para a concretização de um único contrato”, o dos EH-101 — voltou-se para o fabricante, a Leonardo Helicopters, para negociar um contrato que garantisse a operacionalidade dos 12 aparelhos. A Força Aérea já tinha manifestado interesse em assumir essa responsabilidade, mas, sem estar credenciada para o efeito, seria uma carta fora do baralho.

Agora, a meses de o Ministério da Defesa — através da Defloc, Locação de Equipamentos de Defesa, SA, empresa participada pelo Estado — arrancar com um novo processo negocial para a manutenção dos helicópteros, dada a aproximação do fim do contrato, há semelhanças com o passado. Tal como em 2004, a Força Aérea Portuguesa (FAP) não afasta o interesse em ver-lhe atribuída a manutenção dos aparelhos usados em missões de busca e salvamento em combate e fora de combate (dez aparelhos) e de fiscalização e controlo das atividades de pesca (outros dois). Todas as hipóteses para a manutenção da frota são válidas e serão consideradas e, atempadamente, optar-se-á pela que melhor salvaguarde os interesses da Força Aérea e do país”, refere o gabinete de relações públicas do ramo, em resposta ao Observador.

Há, no entanto, diferenças em relação ao contexto em que essa intenção foi manifestada. Ainda que oficialmente esse ponto não seja assumido, a atual falta de meios humanos que se faz sentir no ramo (mas que não é exclusiva da Força Aérea) traz dificuldades acrescidas para que a FAP possa assumir tal responsabilidade. Além disso, as oficinas do ramo nunca foram credenciadas pelo fabricante para realizar a manutenção dos helicópteros. E o ministério não mostra interesse em avançar com esse processo — pelo menos antes de outubro de 2018, quando se esgota o prazo de validade do contrato em vigor. Os “trabalhos [de renegociação do contrato de manutenção] terão em conta o planeamento de emprego operacional dos meios, por parte da Força Aérea, não se encontrando, por ora, prevista qualquer alteração de fundo no contrato Full In Service Support, no sentido de alocar àquele ramo outras responsabilidades que as atuais, no que respeita à sustentação logística das aeronaves e que se cinge à manutenção quotidiana“, responde ao Observador o ministério liderado por José Alberto Azeredo Lopes. Por outras palavras, a Força Aérea continua a não ser opção.

Conclusão: a Leonardo é a única interlocutora disponível para assegurar a manutenção dos aparelhos. O Ministério da Defesa pode negociar, mas só e apenas com a empresa italiana. Da parte do fabricante, o interesse é “continuar a garantir este serviço” além da data de conclusão do contrato, no final de 2018. Vamos trabalhar arduamente em conjunto com o nosso cliente e operador para encontrar uma solução financeiramente sustentável que vá ao encontro dos requisitos operacionais” da Força Aérea, refere o fabricante, em resposta às questões colocadas pelo Observador, remetendo mais informações sobre o fim do contrato de locação para o cliente, o ministério. Anualmente, Portugal senta-se à mesa com representantes dos EUA, Canadá, Reino Unido e Itália. O chamado users group (ou grupo dos utilizadores) foi a solução encontrada para exercer pressão junto do fabricante por parte dos grandes clientes da Leonardo com EH-101 nas respetivas frotas. Todos têm a consciência da posição dominante que a construtora assume neste tabuleiro. “Juntos, somos mais fortes” podia ser o lema de um grupo que se reúne regularmente para manter alguma força na negociação de melhores condições para a compra de peças dos helicópteros e, eventualmente — muito eventualmente –, para a renegociação de contratos de manutenção.


Defesa quer “comprar” os helicópteros?

Depois, há o outro contrato, chamado contrato de locação, celebrado entre a Defloc e o Estado português, que termina em outubro de 2020. Como os EH-101 foram comprados em leasing, a propriedade dos helicópteros é da Defloc, a entidade locadora. Ao Observador, uma fonte oficial da Defesa refere que nesse momento, “ou no momento em que a locadora seja extinta” — algo que o ministério já tentou fazer por duas vezes, ambas no mandato de José Pedro Aguiar-Branco e ambas sem sucesso — “a universalidade dos direitos e responsabilidades da mesma devem ingressar na esfera jurídica do Estado e as aeronaves por si detidas deverão passar a estar afetas ao Ministério da Defesa Nacional”. A resposta do ministério abre a porta à compra dos equipamentos dentro de três anos. Mas, para tal, seria necessário que, nesse momento, o Governo tivesse disponíveis 40,4 milhões de euros para pagar o valor do crédito em falta ao BPI e à Caixa Geral de Depósitos.

Foi com recurso a empréstimos contraídos nestas duas instituições que a Defesa pôde avançar com a compra dos 12 EH-101 colocados ao serviço da Força Aérea. Para dar o contrato por resolvido, a regra é “não haver dívidas por saldar“. É, por isso, forçoso ter o dinheiro disponível — foi, aliás, essa a resposta que Aguiar-Branco recebeu quando tentou concretizar a extinção da Defloc, sendo certo que o valor a liquidar era, em 2013 e em 2015, consideravelmente superior ao atual. Para resolver o contrato hoje seriam necessários cerca de 100 milhões de euros naquela época. Uma solução alternativa passa — tal como em breve se fará com a manutenção — pela renegociação do contrato de leasing com a CGD e o BPI, prolongando o prazo de validade. O ministério não abre o jogo sobre o que pretende fazer. Por um lado, está a arrancar agora a preparação da revisão da Lei de Programação Militar e ainda serão precisos longos meses até que haja uma decisão final neste capítulo determinante para que fique definido em que áreas vão ser investidas verbas nos próximos anos. Por outro lado, a tutela argumenta que, a quatro anos de essa decisão ser tomada, “é prematuro” fechar o dossier.

Até outubro de 2020, o Estado vai pagar mais 80 milhões de euros à Defloc pelos EH-101, referentes às prestações semestrais de 11,4 milhões de euros que vencem a cada mês de abril e outubro. Chegado esse momento, ou a Defesa paga os cerca de 40 milhões de euros em falta ou renegoceia um novo prazo para o fim do contrato. “Quando o contrato [de locação] caducar, os helicópteros locados serão devolvidos à Defloc, podendo esta aliená-los ou locá-los ao Estado ou a uma terceira entidade”, de acordo com o contrato de locação.


Segredo militar blinda informação do contrato

No mesmo momento em que comprou os 12 helicópteros à Leonardo, a Defloc e o fabricante estabeleceram as condições em que os aparelhos deviam operar. Pelo menos sete dos 12 deviam estar operacionaissso a todo o momento. Menos que isso e o fabricante teria de pagar uma indemnização a Portugal; mais do que isso e seria o Estado a compensar a empresa pelo bom desempenho dos equipamentos. No relatório de uma auditoria à Empordef/Defloc, feita em 2012 e focada exclusivamente nos contratos de locação e manutenção dos EH-101, o Tribunal de Contas (TC) refere que, “em agosto de 2007, decorridos cinco meses após a entrada em vigor do referido contrato [de manutenção] de curto prazo, a Defloc, alegando não ter até então recebido qualquer verba do Ministério da Defesa Nacional, transmitiu ao ministério, à secretaria-geral do ministério e ao chefe do Estado-Maior da Força Aérea preocupação quanto à operacionalidade da frota EH-101, face à informação da FAP de que se encontravam indisponíveis quatro helicópteros”.

Menos de um ano depois, já havia cinco helicópteros em terra, sendo que um se encontrava nessas condições “há mais de um ano”. Aliás, um dos EH-101, entregue em abril de 2005, tinha estado, segundo a própria Defloc, 56 meses parado (durante quase 70% do tempo em que esteve em Portugal não pôde ser utilizado). E, numa avaliação global, o TC referia que, “entre maio de 2007 e dezembro de 2011, o período médio de inoperacionalidade por aeronave foi de 39%”, o que se traduzia numa “média de 32 meses de inoperacionalidade em 83 meses de possível utilização”.

A Defloc argumentou, nessa fase, que a “inoperacionalidade” dos helicópteros decorria da “insuficiência do modelo de assistência” em vigor. O contrato de manutenção de longo prazo assinado com o fabricante surge para colmatar essa situação. Mas o problema continua a arrastar-se, a partir daí, por “atrasos, por vezes significativos, na disponibilização por parte da secretaria-geral do Ministério da Defesa das verbas necessárias ao pagamento das faturas do fornecedor”. Perante este cenário, o Observador tentou obter junto da Força Aérea, que é obrigada a transmitir trimestralmente essa informação à Defloc — e da própria Defloc — que reporta a informação ao ministério — dados sobre a operacionalidade dos helicópteros e sobre as consequências financeiras desses resultados, a partir de 2012.

Sobre este dado em concreto, a Força Aérea justifica a ausência de resposta com a necessidade de acautelar informações sensíveis. Ao tornar públicos os dados sobre o tempo em que os helicópteros estiveram em condições de voar, o “inimigo” fica também na posse dessa informação. Do lado do ministério, a posição não foi diferente. Torna-se, por isso, impossível apurar quanto é que o Estado recebeu ou quanto teve de pagar.

https://observador.pt/2017/05/25/eh-101-defesa-refem-do-fabricante-para-renegociar-manutencao-dos-helicopteros-de-salvamento/?fbclid=IwAR1XiD27mzDsVrHd_uwuetK77ofYCDhKSDlLax3JFfd_2Zti1d6AxS5tlrY
Título: Re: EH-101
Enviado por: typhonman em Dezembro 30, 2018, 06:53:13 pm
Ainda há ano e meio se abordava a urgência destes problemas com a frota EH-101. Soluções apontadas foram algumas, decisões tomadas nenhumas.

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EH-101. Defesa refém do fabricante para renegociar manutenção dos helicópteros de salvamento
25/5/2017, 19:04

Contrato dos EH-101 Merlin termina em 2018, dois anos antes do final do leasing operacional dos aparelhos. Só a empresa que vendeu os helicópteros pode assegurar a manutenção. Custos por definir.

O contrato em regime leasing dos helicópteros EH-101 Merlin — que fazem as operações de busca e salvamento na costa portuguesa — termina em outubro de 2020. Mas, antes disso, em outubro de 2018, caduca o contrato de manutenção dos 12 aparelhos atualmente ao serviço da Força Aérea. Esse vazio de dois anos entre o fim dos contratos tem de começar a ser acautelado pelo Ministério da Defesa dentro de alguns meses, porque os aparelhos não podem continuar a voar sem as devidas inspeções. Mas o fabricante é a única entidade capaz de assegurar a manutenção (e tem havido alguns problemas com a operacionalidade e a manutenção dos Merlin). Se quiser ter os aparelhos a voar, o Estado está dependente das condições que a italiana Leonardo Helicopters — antiga Agusta Westland — levar para a mesa das negociações. O fabricante diz ao Observador que vai tentar encontrar uma “solução financeiramente sustentável” com o Estado.

Comprados em 2001, os primeiros helicópteros EH-101 começaram a chegar a Portugal em junho de 2004. Pouco tempo depois, o Ministério da Defesa viu-se de mãos atadas porque o contrato inicial não garantia todas as necessidades de manutenção. Sem meios próprios para assegurar a manutenção das aeronaves a longo prazo, a Defloc — Locação de Equipamentos de Defesa, SA, “uma sociedade instrumental para a concretização de um único contrato”, o dos EH-101 — voltou-se para o fabricante, a Leonardo Helicopters, para negociar um contrato que garantisse a operacionalidade dos 12 aparelhos. A Força Aérea já tinha manifestado interesse em assumir essa responsabilidade, mas, sem estar credenciada para o efeito, seria uma carta fora do baralho.

Agora, a meses de o Ministério da Defesa — através da Defloc, Locação de Equipamentos de Defesa, SA, empresa participada pelo Estado — arrancar com um novo processo negocial para a manutenção dos helicópteros, dada a aproximação do fim do contrato, há semelhanças com o passado. Tal como em 2004, a Força Aérea Portuguesa (FAP) não afasta o interesse em ver-lhe atribuída a manutenção dos aparelhos usados em missões de busca e salvamento em combate e fora de combate (dez aparelhos) e de fiscalização e controlo das atividades de pesca (outros dois). Todas as hipóteses para a manutenção da frota são válidas e serão consideradas e, atempadamente, optar-se-á pela que melhor salvaguarde os interesses da Força Aérea e do país”, refere o gabinete de relações públicas do ramo, em resposta ao Observador.

Há, no entanto, diferenças em relação ao contexto em que essa intenção foi manifestada. Ainda que oficialmente esse ponto não seja assumido, a atual falta de meios humanos que se faz sentir no ramo (mas que não é exclusiva da Força Aérea) traz dificuldades acrescidas para que a FAP possa assumir tal responsabilidade. Além disso, as oficinas do ramo nunca foram credenciadas pelo fabricante para realizar a manutenção dos helicópteros. E o ministério não mostra interesse em avançar com esse processo — pelo menos antes de outubro de 2018, quando se esgota o prazo de validade do contrato em vigor. Os “trabalhos [de renegociação do contrato de manutenção] terão em conta o planeamento de emprego operacional dos meios, por parte da Força Aérea, não se encontrando, por ora, prevista qualquer alteração de fundo no contrato Full In Service Support, no sentido de alocar àquele ramo outras responsabilidades que as atuais, no que respeita à sustentação logística das aeronaves e que se cinge à manutenção quotidiana“, responde ao Observador o ministério liderado por José Alberto Azeredo Lopes. Por outras palavras, a Força Aérea continua a não ser opção.

Conclusão: a Leonardo é a única interlocutora disponível para assegurar a manutenção dos aparelhos. O Ministério da Defesa pode negociar, mas só e apenas com a empresa italiana. Da parte do fabricante, o interesse é “continuar a garantir este serviço” além da data de conclusão do contrato, no final de 2018. Vamos trabalhar arduamente em conjunto com o nosso cliente e operador para encontrar uma solução financeiramente sustentável que vá ao encontro dos requisitos operacionais” da Força Aérea, refere o fabricante, em resposta às questões colocadas pelo Observador, remetendo mais informações sobre o fim do contrato de locação para o cliente, o ministério. Anualmente, Portugal senta-se à mesa com representantes dos EUA, Canadá, Reino Unido e Itália. O chamado users group (ou grupo dos utilizadores) foi a solução encontrada para exercer pressão junto do fabricante por parte dos grandes clientes da Leonardo com EH-101 nas respetivas frotas. Todos têm a consciência da posição dominante que a construtora assume neste tabuleiro. “Juntos, somos mais fortes” podia ser o lema de um grupo que se reúne regularmente para manter alguma força na negociação de melhores condições para a compra de peças dos helicópteros e, eventualmente — muito eventualmente –, para a renegociação de contratos de manutenção.


Defesa quer “comprar” os helicópteros?

Depois, há o outro contrato, chamado contrato de locação, celebrado entre a Defloc e o Estado português, que termina em outubro de 2020. Como os EH-101 foram comprados em leasing, a propriedade dos helicópteros é da Defloc, a entidade locadora. Ao Observador, uma fonte oficial da Defesa refere que nesse momento, “ou no momento em que a locadora seja extinta” — algo que o ministério já tentou fazer por duas vezes, ambas no mandato de José Pedro Aguiar-Branco e ambas sem sucesso — “a universalidade dos direitos e responsabilidades da mesma devem ingressar na esfera jurídica do Estado e as aeronaves por si detidas deverão passar a estar afetas ao Ministério da Defesa Nacional”. A resposta do ministério abre a porta à compra dos equipamentos dentro de três anos. Mas, para tal, seria necessário que, nesse momento, o Governo tivesse disponíveis 40,4 milhões de euros para pagar o valor do crédito em falta ao BPI e à Caixa Geral de Depósitos.

Foi com recurso a empréstimos contraídos nestas duas instituições que a Defesa pôde avançar com a compra dos 12 EH-101 colocados ao serviço da Força Aérea. Para dar o contrato por resolvido, a regra é “não haver dívidas por saldar“. É, por isso, forçoso ter o dinheiro disponível — foi, aliás, essa a resposta que Aguiar-Branco recebeu quando tentou concretizar a extinção da Defloc, sendo certo que o valor a liquidar era, em 2013 e em 2015, consideravelmente superior ao atual. Para resolver o contrato hoje seriam necessários cerca de 100 milhões de euros naquela época. Uma solução alternativa passa — tal como em breve se fará com a manutenção — pela renegociação do contrato de leasing com a CGD e o BPI, prolongando o prazo de validade. O ministério não abre o jogo sobre o que pretende fazer. Por um lado, está a arrancar agora a preparação da revisão da Lei de Programação Militar e ainda serão precisos longos meses até que haja uma decisão final neste capítulo determinante para que fique definido em que áreas vão ser investidas verbas nos próximos anos. Por outro lado, a tutela argumenta que, a quatro anos de essa decisão ser tomada, “é prematuro” fechar o dossier.

Até outubro de 2020, o Estado vai pagar mais 80 milhões de euros à Defloc pelos EH-101, referentes às prestações semestrais de 11,4 milhões de euros que vencem a cada mês de abril e outubro. Chegado esse momento, ou a Defesa paga os cerca de 40 milhões de euros em falta ou renegoceia um novo prazo para o fim do contrato. “Quando o contrato [de locação] caducar, os helicópteros locados serão devolvidos à Defloc, podendo esta aliená-los ou locá-los ao Estado ou a uma terceira entidade”, de acordo com o contrato de locação.


Segredo militar blinda informação do contrato

No mesmo momento em que comprou os 12 helicópteros à Leonardo, a Defloc e o fabricante estabeleceram as condições em que os aparelhos deviam operar. Pelo menos sete dos 12 deviam estar operacionaissso a todo o momento. Menos que isso e o fabricante teria de pagar uma indemnização a Portugal; mais do que isso e seria o Estado a compensar a empresa pelo bom desempenho dos equipamentos. No relatório de uma auditoria à Empordef/Defloc, feita em 2012 e focada exclusivamente nos contratos de locação e manutenção dos EH-101, o Tribunal de Contas (TC) refere que, “em agosto de 2007, decorridos cinco meses após a entrada em vigor do referido contrato [de manutenção] de curto prazo, a Defloc, alegando não ter até então recebido qualquer verba do Ministério da Defesa Nacional, transmitiu ao ministério, à secretaria-geral do ministério e ao chefe do Estado-Maior da Força Aérea preocupação quanto à operacionalidade da frota EH-101, face à informação da FAP de que se encontravam indisponíveis quatro helicópteros”.

Menos de um ano depois, já havia cinco helicópteros em terra, sendo que um se encontrava nessas condições “há mais de um ano”. Aliás, um dos EH-101, entregue em abril de 2005, tinha estado, segundo a própria Defloc, 56 meses parado (durante quase 70% do tempo em que esteve em Portugal não pôde ser utilizado). E, numa avaliação global, o TC referia que, “entre maio de 2007 e dezembro de 2011, o período médio de inoperacionalidade por aeronave foi de 39%”, o que se traduzia numa “média de 32 meses de inoperacionalidade em 83 meses de possível utilização”.

A Defloc argumentou, nessa fase, que a “inoperacionalidade” dos helicópteros decorria da “insuficiência do modelo de assistência” em vigor. O contrato de manutenção de longo prazo assinado com o fabricante surge para colmatar essa situação. Mas o problema continua a arrastar-se, a partir daí, por “atrasos, por vezes significativos, na disponibilização por parte da secretaria-geral do Ministério da Defesa das verbas necessárias ao pagamento das faturas do fornecedor”. Perante este cenário, o Observador tentou obter junto da Força Aérea, que é obrigada a transmitir trimestralmente essa informação à Defloc — e da própria Defloc — que reporta a informação ao ministério — dados sobre a operacionalidade dos helicópteros e sobre as consequências financeiras desses resultados, a partir de 2012.

Sobre este dado em concreto, a Força Aérea justifica a ausência de resposta com a necessidade de acautelar informações sensíveis. Ao tornar públicos os dados sobre o tempo em que os helicópteros estiveram em condições de voar, o “inimigo” fica também na posse dessa informação. Do lado do ministério, a posição não foi diferente. Torna-se, por isso, impossível apurar quanto é que o Estado recebeu ou quanto teve de pagar.

https://observador.pt/2017/05/25/eh-101-defesa-refem-do-fabricante-para-renegociar-manutencao-dos-helicopteros-de-salvamento/?fbclid=IwAR1XiD27mzDsVrHd_uwuetK77ofYCDhKSDlLax3JFfd_2Zti1d6AxS5tlrY


Agora ri-me um pouco, com esta frase :

"Sobre este dado em concreto, a Força Aérea justifica a ausência de resposta com a necessidade de acautelar informações sensíveis. Ao tornar públicos os dados sobre o tempo em que os helicópteros estiveram em condições de voar, o “inimigo” fica também na posse dessa informação. Do lado do ministério, a posição não foi diferente. Torna-se, por isso, impossível apurar quanto é que o Estado recebeu ou quanto teve de pagar."
Título: Re: EH-101
Enviado por: typhonman em Dezembro 30, 2018, 06:54:43 pm
Ainda há ano e meio se abordava a urgência destes problemas com a frota EH-101. Soluções apontadas foram algumas, decisões tomadas nenhumas.

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EH-101. Defesa refém do fabricante para renegociar manutenção dos helicópteros de salvamento
25/5/2017, 19:04

Contrato dos EH-101 Merlin termina em 2018, dois anos antes do final do leasing operacional dos aparelhos. Só a empresa que vendeu os helicópteros pode assegurar a manutenção. Custos por definir.

O contrato em regime leasing dos helicópteros EH-101 Merlin — que fazem as operações de busca e salvamento na costa portuguesa — termina em outubro de 2020. Mas, antes disso, em outubro de 2018, caduca o contrato de manutenção dos 12 aparelhos atualmente ao serviço da Força Aérea. Esse vazio de dois anos entre o fim dos contratos tem de começar a ser acautelado pelo Ministério da Defesa dentro de alguns meses, porque os aparelhos não podem continuar a voar sem as devidas inspeções. Mas o fabricante é a única entidade capaz de assegurar a manutenção (e tem havido alguns problemas com a operacionalidade e a manutenção dos Merlin). Se quiser ter os aparelhos a voar, o Estado está dependente das condições que a italiana Leonardo Helicopters — antiga Agusta Westland — levar para a mesa das negociações. O fabricante diz ao Observador que vai tentar encontrar uma “solução financeiramente sustentável” com o Estado.

Comprados em 2001, os primeiros helicópteros EH-101 começaram a chegar a Portugal em junho de 2004. Pouco tempo depois, o Ministério da Defesa viu-se de mãos atadas porque o contrato inicial não garantia todas as necessidades de manutenção. Sem meios próprios para assegurar a manutenção das aeronaves a longo prazo, a Defloc — Locação de Equipamentos de Defesa, SA, “uma sociedade instrumental para a concretização de um único contrato”, o dos EH-101 — voltou-se para o fabricante, a Leonardo Helicopters, para negociar um contrato que garantisse a operacionalidade dos 12 aparelhos. A Força Aérea já tinha manifestado interesse em assumir essa responsabilidade, mas, sem estar credenciada para o efeito, seria uma carta fora do baralho.

Agora, a meses de o Ministério da Defesa — através da Defloc, Locação de Equipamentos de Defesa, SA, empresa participada pelo Estado — arrancar com um novo processo negocial para a manutenção dos helicópteros, dada a aproximação do fim do contrato, há semelhanças com o passado. Tal como em 2004, a Força Aérea Portuguesa (FAP) não afasta o interesse em ver-lhe atribuída a manutenção dos aparelhos usados em missões de busca e salvamento em combate e fora de combate (dez aparelhos) e de fiscalização e controlo das atividades de pesca (outros dois). Todas as hipóteses para a manutenção da frota são válidas e serão consideradas e, atempadamente, optar-se-á pela que melhor salvaguarde os interesses da Força Aérea e do país”, refere o gabinete de relações públicas do ramo, em resposta ao Observador.

Há, no entanto, diferenças em relação ao contexto em que essa intenção foi manifestada. Ainda que oficialmente esse ponto não seja assumido, a atual falta de meios humanos que se faz sentir no ramo (mas que não é exclusiva da Força Aérea) traz dificuldades acrescidas para que a FAP possa assumir tal responsabilidade. Além disso, as oficinas do ramo nunca foram credenciadas pelo fabricante para realizar a manutenção dos helicópteros. E o ministério não mostra interesse em avançar com esse processo — pelo menos antes de outubro de 2018, quando se esgota o prazo de validade do contrato em vigor. Os “trabalhos [de renegociação do contrato de manutenção] terão em conta o planeamento de emprego operacional dos meios, por parte da Força Aérea, não se encontrando, por ora, prevista qualquer alteração de fundo no contrato Full In Service Support, no sentido de alocar àquele ramo outras responsabilidades que as atuais, no que respeita à sustentação logística das aeronaves e que se cinge à manutenção quotidiana“, responde ao Observador o ministério liderado por José Alberto Azeredo Lopes. Por outras palavras, a Força Aérea continua a não ser opção.

Conclusão: a Leonardo é a única interlocutora disponível para assegurar a manutenção dos aparelhos. O Ministério da Defesa pode negociar, mas só e apenas com a empresa italiana. Da parte do fabricante, o interesse é “continuar a garantir este serviço” além da data de conclusão do contrato, no final de 2018. Vamos trabalhar arduamente em conjunto com o nosso cliente e operador para encontrar uma solução financeiramente sustentável que vá ao encontro dos requisitos operacionais” da Força Aérea, refere o fabricante, em resposta às questões colocadas pelo Observador, remetendo mais informações sobre o fim do contrato de locação para o cliente, o ministério. Anualmente, Portugal senta-se à mesa com representantes dos EUA, Canadá, Reino Unido e Itália. O chamado users group (ou grupo dos utilizadores) foi a solução encontrada para exercer pressão junto do fabricante por parte dos grandes clientes da Leonardo com EH-101 nas respetivas frotas. Todos têm a consciência da posição dominante que a construtora assume neste tabuleiro. “Juntos, somos mais fortes” podia ser o lema de um grupo que se reúne regularmente para manter alguma força na negociação de melhores condições para a compra de peças dos helicópteros e, eventualmente — muito eventualmente –, para a renegociação de contratos de manutenção.


Defesa quer “comprar” os helicópteros?

Depois, há o outro contrato, chamado contrato de locação, celebrado entre a Defloc e o Estado português, que termina em outubro de 2020. Como os EH-101 foram comprados em leasing, a propriedade dos helicópteros é da Defloc, a entidade locadora. Ao Observador, uma fonte oficial da Defesa refere que nesse momento, “ou no momento em que a locadora seja extinta” — algo que o ministério já tentou fazer por duas vezes, ambas no mandato de José Pedro Aguiar-Branco e ambas sem sucesso — “a universalidade dos direitos e responsabilidades da mesma devem ingressar na esfera jurídica do Estado e as aeronaves por si detidas deverão passar a estar afetas ao Ministério da Defesa Nacional”. A resposta do ministério abre a porta à compra dos equipamentos dentro de três anos. Mas, para tal, seria necessário que, nesse momento, o Governo tivesse disponíveis 40,4 milhões de euros para pagar o valor do crédito em falta ao BPI e à Caixa Geral de Depósitos.

Foi com recurso a empréstimos contraídos nestas duas instituições que a Defesa pôde avançar com a compra dos 12 EH-101 colocados ao serviço da Força Aérea. Para dar o contrato por resolvido, a regra é “não haver dívidas por saldar“. É, por isso, forçoso ter o dinheiro disponível — foi, aliás, essa a resposta que Aguiar-Branco recebeu quando tentou concretizar a extinção da Defloc, sendo certo que o valor a liquidar era, em 2013 e em 2015, consideravelmente superior ao atual. Para resolver o contrato hoje seriam necessários cerca de 100 milhões de euros naquela época. Uma solução alternativa passa — tal como em breve se fará com a manutenção — pela renegociação do contrato de leasing com a CGD e o BPI, prolongando o prazo de validade. O ministério não abre o jogo sobre o que pretende fazer. Por um lado, está a arrancar agora a preparação da revisão da Lei de Programação Militar e ainda serão precisos longos meses até que haja uma decisão final neste capítulo determinante para que fique definido em que áreas vão ser investidas verbas nos próximos anos. Por outro lado, a tutela argumenta que, a quatro anos de essa decisão ser tomada, “é prematuro” fechar o dossier.

Até outubro de 2020, o Estado vai pagar mais 80 milhões de euros à Defloc pelos EH-101, referentes às prestações semestrais de 11,4 milhões de euros que vencem a cada mês de abril e outubro. Chegado esse momento, ou a Defesa paga os cerca de 40 milhões de euros em falta ou renegoceia um novo prazo para o fim do contrato. “Quando o contrato [de locação] caducar, os helicópteros locados serão devolvidos à Defloc, podendo esta aliená-los ou locá-los ao Estado ou a uma terceira entidade”, de acordo com o contrato de locação.


Segredo militar blinda informação do contrato

No mesmo momento em que comprou os 12 helicópteros à Leonardo, a Defloc e o fabricante estabeleceram as condições em que os aparelhos deviam operar. Pelo menos sete dos 12 deviam estar operacionaissso a todo o momento. Menos que isso e o fabricante teria de pagar uma indemnização a Portugal; mais do que isso e seria o Estado a compensar a empresa pelo bom desempenho dos equipamentos. No relatório de uma auditoria à Empordef/Defloc, feita em 2012 e focada exclusivamente nos contratos de locação e manutenção dos EH-101, o Tribunal de Contas (TC) refere que, “em agosto de 2007, decorridos cinco meses após a entrada em vigor do referido contrato [de manutenção] de curto prazo, a Defloc, alegando não ter até então recebido qualquer verba do Ministério da Defesa Nacional, transmitiu ao ministério, à secretaria-geral do ministério e ao chefe do Estado-Maior da Força Aérea preocupação quanto à operacionalidade da frota EH-101, face à informação da FAP de que se encontravam indisponíveis quatro helicópteros”.

Menos de um ano depois, já havia cinco helicópteros em terra, sendo que um se encontrava nessas condições “há mais de um ano”. Aliás, um dos EH-101, entregue em abril de 2005, tinha estado, segundo a própria Defloc, 56 meses parado (durante quase 70% do tempo em que esteve em Portugal não pôde ser utilizado). E, numa avaliação global, o TC referia que, “entre maio de 2007 e dezembro de 2011, o período médio de inoperacionalidade por aeronave foi de 39%”, o que se traduzia numa “média de 32 meses de inoperacionalidade em 83 meses de possível utilização”.

A Defloc argumentou, nessa fase, que a “inoperacionalidade” dos helicópteros decorria da “insuficiência do modelo de assistência” em vigor. O contrato de manutenção de longo prazo assinado com o fabricante surge para colmatar essa situação. Mas o problema continua a arrastar-se, a partir daí, por “atrasos, por vezes significativos, na disponibilização por parte da secretaria-geral do Ministério da Defesa das verbas necessárias ao pagamento das faturas do fornecedor”. Perante este cenário, o Observador tentou obter junto da Força Aérea, que é obrigada a transmitir trimestralmente essa informação à Defloc — e da própria Defloc — que reporta a informação ao ministério — dados sobre a operacionalidade dos helicópteros e sobre as consequências financeiras desses resultados, a partir de 2012.

Sobre este dado em concreto, a Força Aérea justifica a ausência de resposta com a necessidade de acautelar informações sensíveis. Ao tornar públicos os dados sobre o tempo em que os helicópteros estiveram em condições de voar, o “inimigo” fica também na posse dessa informação. Do lado do ministério, a posição não foi diferente. Torna-se, por isso, impossível apurar quanto é que o Estado recebeu ou quanto teve de pagar.

https://observador.pt/2017/05/25/eh-101-defesa-refem-do-fabricante-para-renegociar-manutencao-dos-helicopteros-de-salvamento/?fbclid=IwAR1XiD27mzDsVrHd_uwuetK77ofYCDhKSDlLax3JFfd_2Zti1d6AxS5tlrY


Agora ri-me um pouco, com esta frase :

"Sobre este dado em concreto, a Força Aérea justifica a ausência de resposta com a necessidade de acautelar informações sensíveis. Ao tornar públicos os dados sobre o tempo em que os helicópteros estiveram em condições de voar, o “inimigo” fica também na posse dessa informação. Do lado do ministério, a posição não foi diferente. Torna-se, por isso, impossível apurar quanto é que o Estado recebeu ou quanto teve de pagar."


Mas esperem, supostamente nos não temos inimigos, pelo que nos tentam vender os nossos políticos, tanto é que as FA estão a tomar o rumo do "duplo uso", qual o inimigo que quer saber o tempo de voo e parados dos AW-101 ? Se ainda fossem uns AH-64...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Dezembro 30, 2018, 08:12:14 pm
Mas esperem, supostamente nos não temos inimigos, pelo que nos tentam vender os nossos políticos, tanto é que as FA estão a tomar o rumo do "duplo uso", qual o inimigo que quer saber o tempo de voo e parados dos AW-101 ? Se ainda fossem uns AH-64...

Deixa lá estar os Black Hawk e Apache sossegados no AMARG ou lá em terras trumpianas. Se tens 3 frotas de helicópteros militares ao serviço das Forças Armadas e todas elas a operar com problemas (por razões distintas, é certo), ainda querias juntar mais helis sem tripulações ou pessoal de terra para os voar e manter?  ;)

E ainda não se sabe bem como serão "absorvidos" os helis da ANPC, vamos lá ver se não será outro "abacaxi" para a FAP descascar como é costume.
Título: Re: EH-101
Enviado por: typhonman em Dezembro 30, 2018, 09:00:28 pm
Mas esperem, supostamente nos não temos inimigos, pelo que nos tentam vender os nossos políticos, tanto é que as FA estão a tomar o rumo do "duplo uso", qual o inimigo que quer saber o tempo de voo e parados dos AW-101 ? Se ainda fossem uns AH-64...

Deixa lá estar os Black Hawk e Apache sossegados no AMARG ou lá em terras trumpianas. Se tens 3 frotas de helicópteros militares ao serviço das Forças Armadas e todas elas a operar com problemas (por razões distintas, é certo), ainda querias juntar mais helis sem tripulações ou pessoal de terra para os voar e manter?  ;)

E ainda não se sabe bem como serão "absorvidos" os helis da ANPC, vamos lá ver se não será outro "abacaxi" para a FAP descascar como é costume.

Meu amigo, o AMARG já não tem Blackhawks por lá nem Apaches creio.

Aqui no nosso burgo vai um circo tão grande, que é impossível não nos rirmos.

O governo "indica-nos" que as FAs devem ser mais uma força de proteção civil musculada, mas ao mesmo tempo vem falar em "inimigos" que não podem saber as horas do AW-101. Mas isto só pode ser brincadeira...

Temos os AW-101, Lynx e AW-119, no total umas 22 aeronaves, o que é isso em termos quantitativos?

No caso dos 101, parece-me que os contratos realizados na altura não foram devidamente negociados...

Neste país se os nossos políticos e chefes militares, fossem inteligentes, coisa que não são, tinha-se constituído uma força conjunta de helis, com base em Tancos, que pudesse fazer as missões gerais que todos os helis utilitários militares fazem, assim como o combate a IF. E o candidato ideal, mais uma vez seria o UH-60M ou o AW-149.

Mas cá preferiu-se ir a Rússia... Além disso, adquiriu-se o AW-119 para instrução, quando já se antevia que a FAP iria absorver os 3 AS-350B3 ex-EMA.. Qual é o sentido disto ?

Mas quando leio artigos de oficiais do EP, a defender uma mistura de Chinooks, AW-101, NH-90 e UH-60 para o Exército já se pode esperar tudo...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Dezembro 30, 2018, 10:20:53 pm
Mas quando leio artigos de oficiais do EP, a defender uma mistura de Chinooks, AW-101, NH-90 e UH-60 para o Exército já se pode esperar tudo...

Eles querem o que vem nos TO o que os outros países têm, principalmente EUA, Espanha... Mas não quer dizer que façam ideia de quanto isso custa lolol.
Título: Re: EH-101
Enviado por: typhonman em Dezembro 30, 2018, 10:41:45 pm
Mas quando leio artigos de oficiais do EP, a defender uma mistura de Chinooks, AW-101, NH-90 e UH-60 para o Exército já se pode esperar tudo...

Eles querem o que vem nos TO o que os outros países têm, principalmente EUA, Espanha... Mas não quer dizer que façam ideia de quanto isso custa lolol.

ehehe, concordo, mas se fosse cumprido o que estava planeado, os EC-635, UH-90T e AW-101, já era suficiente ! Mas como sempre, roeu-se a corda.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Dezembro 31, 2018, 01:00:08 am
Mas quando leio artigos de oficiais do EP, a defender uma mistura de Chinooks, AW-101, NH-90 e UH-60 para o Exército já se pode esperar tudo...

Eles querem o que vem nos TO o que os outros países têm, principalmente EUA, Espanha... Mas não quer dizer que façam ideia de quanto isso custa lolol.

ehehe, concordo, mas se fosse cumprido o que estava planeado, os EC-635, UH-90T e AW-101, já era suficiente ! Mas como sempre, roeu-se a corda.

Eles não estão forçosamente errados, até os estudos da AAA falam em sistemas HIMADS, é o que aprendem nas academias, na NATO, etc, e acredito que academicamente e em exercícios de QG os nossos oficiais até podem não ficar atrás dos da Holanda (por exemplo) ou quaisquer outros da NATO, só que a Holanda tem dinheiro para comprar todos esses equipamentos (Chinooks, LPD, Patriots, etc) e pagar dignamente aos seus militares (o que leva a ter bons efectivos) e pôr tudo isso na prática, enquanto que nós...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Janeiro 13, 2019, 12:46:50 pm
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Defesa atenta a vazio contratual para manutenção de helicópteros de busca e salvamento
Paulo Alexandre Amaral - RTP11 Jan, 2019, 15:11 / atualizado em 11 Jan, 2019, 15:53

Os helicópteros de busca e salvamento EH-101 encontram-se sem contrato de manutenção desde o início do ano, com o Ministério da Defesa "a acompanhar com atenção" este dossier, de acordo com o gabinete do ministro João Gomes Cravinho. Com as negociações em curso entre a DEFLOC, responsável pela operação destas aeronaves, e a Leonardo, empresa ítalo-britânica que desde 2009 faz a sua manutenção, fonte do processo alerta para a paralisação da frota e vazio de serviços de busca e salvamento. Mas a DEFLOC desdramatiza e aponta um acordo para os próximos dias.

A inoperacionalidade do país em questões de busca e salvamento e de vigilância é um cenário que há várias semanas ganhou visibilidade em artigos do Diário de Notícias e a forte possibilidade de os helicópteros EH-101 estarem num prazo de semanas incapacitados de voar foi agora reafirmada à RTP por fonte do processo, que alertou para a gravidade que constituiria em termos de soberania nacional a incapacidade de patrulhar a costa, as águas territoriais e o próprio território nacional. Uma das funções que vem sendo exercida pelos EH-101 é o transporte de feridos e grávidas entre ilhas no arquipélago dos Açores, onde dois helicópteros devem operar em permanência, e esse é um dos serviços que fica em risco com a inexistência do contrato de manutenção.

De acordo com a fonte da RTP, os EH-101 são helicópteros muito suscetíveis a pequenas avarias, exigindo manutenção intensiva, pelo que o vazio de um contrato que assegure essa assistência e o fornecimento de peças torna credível o cenário da incapacidade, nas próximas semanas, de ter número suficiente de aeronaves no ar para cumprir os serviços com normalidade. Paulo Santana, representante da DEFLOC, desdramatiza a situação, afastando qualquer cenário de incapacidade de voar dos EH-101: “Não há o risco de os EH-101 ficarem em terra no imediato”, garantiu, escusando-se a uma análise para o prazo de semanas.

"Com atenção"

Menos seguro parece estar o Ministério da Defesa Nacional, com o gabinete do ministro João Gomes Cravinho a admitir que o assunto está a ser acompanhado “com atenção”. O Ministério remete, contudo, o andamento das negociações para a DEFLOC, mantendo o que diz ser o primado da responsabilização das entidades a quem são entregues os processos e respectivas incumbências: “O ministro da Defesa está a acompanhar o trabalho da DEFLOC, mas é a DEFLOC que está a negociar o contrato”. Em resposta escrita à RTP, o Ministério da Defesa Nacional refere: "A Defloc está a conduzir as negociações, sendo a entidade legalmente competente para o fazer. Como tal, toda e qualquer questão deverá ser colocada a esta entidade".

"O Ministério da Defesa Nacional continuará atento ao desenrolar do processo negocial no qual também participam os Serviços Centrais (a Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional) e a Força Aérea", prossegue o texto."A Força Aérea continua a cumprir as suas missões dentro da normalidade e com assinalável competência. O Ministério da Defesa Nacional continuará a trabalhar, como sempre o tem feito, para que a Força Aérea tenha todas as condições para continua a assegurar o cabal desempenho das suas missões", remata.

O obstáculo

De acordo com a fonte do processo, a negociação está a ser dificultada pela Leonardo, que exige uma verba substancialmente superior ao que vinha sendo praticado para a prorrogação do contrato de manutenção dos helicópteros EH-101. Essa verba que está neste momento em cima da mesa das negociações [entre a DEFLOC e a Leonardo] visa a assinatura de uma prorrogação do contrato que terminou no final de 2018, que deverá preencher o vazio de assistência antes de ser assinado novo contrato plurianual, nos moldes daquele que vigorou desde 2009. “A DEFLOC fez uma oferta, mas a Leonardo acabou por exigir uma verba muito superior àquela que foi proposta, o que está a dificultar as negociações”, referiu a fonte da RTP. Os valores do contrato plurianual que estabeleciam o serviço de manutenção andavam à volta dos 11 milhões de euros por ano. Uma garantia foi deixada à RTP pelo gabinete do ministro da Defesa quando, num primeiro contacto telefónico, colocámos a questão no plano da soberania nacional: “Não deixaremos a situação chegar a esse ponto” de colocar em risco a soberania do país.

https://www.rtp.pt/noticias/pais/defesa-atenta-a-vazio-contratual-para-manutencao-de-helicopteros-de-busca-e-salvamento_n1122186

Enfim...
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Janeiro 13, 2019, 01:02:52 pm
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Defesa atenta a vazio contratual para manutenção de helicópteros de busca e salvamento
Paulo Alexandre Amaral - RTP11 Jan, 2019, 15:11 / atualizado em 11 Jan, 2019, 15:53

Os helicópteros de busca e salvamento EH-101 encontram-se sem contrato de manutenção desde o início do ano, com o Ministério da Defesa "a acompanhar com atenção" este dossier, de acordo com o gabinete do ministro João Gomes Cravinho. Com as negociações em curso entre a DEFLOC, responsável pela operação destas aeronaves, e a Leonardo, empresa ítalo-britânica que desde 2009 faz a sua manutenção, fonte do processo alerta para a paralisação da frota e vazio de serviços de busca e salvamento. Mas a DEFLOC desdramatiza e aponta um acordo para os próximos dias.

A inoperacionalidade do país em questões de busca e salvamento e de vigilância é um cenário que há várias semanas ganhou visibilidade em artigos do Diário de Notícias e a forte possibilidade de os helicópteros EH-101 estarem num prazo de semanas incapacitados de voar foi agora reafirmada à RTP por fonte do processo, que alertou para a gravidade que constituiria em termos de soberania nacional a incapacidade de patrulhar a costa, as águas territoriais e o próprio território nacional. Uma das funções que vem sendo exercida pelos EH-101 é o transporte de feridos e grávidas entre ilhas no arquipélago dos Açores, onde dois helicópteros devem operar em permanência, e esse é um dos serviços que fica em risco com a inexistência do contrato de manutenção.

De acordo com a fonte da RTP, os EH-101 são helicópteros muito suscetíveis a pequenas avarias, exigindo manutenção intensiva, pelo que o vazio de um contrato que assegure essa assistência e o fornecimento de peças torna credível o cenário da incapacidade, nas próximas semanas, de ter número suficiente de aeronaves no ar para cumprir os serviços com normalidade. Paulo Santana, representante da DEFLOC, desdramatiza a situação, afastando qualquer cenário de incapacidade de voar dos EH-101: “Não há o risco de os EH-101 ficarem em terra no imediato”, garantiu, escusando-se a uma análise para o prazo de semanas.

"Com atenção"

Menos seguro parece estar o Ministério da Defesa Nacional, com o gabinete do ministro João Gomes Cravinho a admitir que o assunto está a ser acompanhado “com atenção”. O Ministério remete, contudo, o andamento das negociações para a DEFLOC, mantendo o que diz ser o primado da responsabilização das entidades a quem são entregues os processos e respectivas incumbências: “O ministro da Defesa está a acompanhar o trabalho da DEFLOC, mas é a DEFLOC que está a negociar o contrato”. Em resposta escrita à RTP, o Ministério da Defesa Nacional refere: "A Defloc está a conduzir as negociações, sendo a entidade legalmente competente para o fazer. Como tal, toda e qualquer questão deverá ser colocada a esta entidade".

"O Ministério da Defesa Nacional continuará atento ao desenrolar do processo negocial no qual também participam os Serviços Centrais (a Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional) e a Força Aérea", prossegue o texto."A Força Aérea continua a cumprir as suas missões dentro da normalidade e com assinalável competência. O Ministério da Defesa Nacional continuará a trabalhar, como sempre o tem feito, para que a Força Aérea tenha todas as condições para continua a assegurar o cabal desempenho das suas missões", remata.

O obstáculo

De acordo com a fonte do processo, a negociação está a ser dificultada pela Leonardo, que exige uma verba substancialmente superior ao que vinha sendo praticado para a prorrogação do contrato de manutenção dos helicópteros EH-101. Essa verba que está neste momento em cima da mesa das negociações [entre a DEFLOC e a Leonardo] visa a assinatura de uma prorrogação do contrato que terminou no final de 2018, que deverá preencher o vazio de assistência antes de ser assinado novo contrato plurianual, nos moldes daquele que vigorou desde 2009. “A DEFLOC fez uma oferta, mas a Leonardo acabou por exigir uma verba muito superior àquela que foi proposta, o que está a dificultar as negociações”, referiu a fonte da RTP. Os valores do contrato plurianual que estabeleciam o serviço de manutenção andavam à volta dos 11 milhões de euros por ano. Uma garantia foi deixada à RTP pelo gabinete do ministro da Defesa quando, num primeiro contacto telefónico, colocámos a questão no plano da soberania nacional: “Não deixaremos a situação chegar a esse ponto” de colocar em risco a soberania do país.

https://www.rtp.pt/noticias/pais/defesa-atenta-a-vazio-contratual-para-manutencao-de-helicopteros-de-busca-e-salvamento_n1122186

Enfim...

mais do mesmo, mais do mesmo !!!!
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Janeiro 26, 2019, 02:06:23 pm
=68.ARDMKhQ5fgPx-OW5zBKSS8iRYHTX7wCf-R7YaPKgz16A7yA5-sfNFMEqwWjL48INeY1KrHLJn5Ct_E1ClxazpLFjExuwG8juFDeDQIQdH0RExGxMtZwi3TP2vQxzx2XDtHY69kRUfYY1wwNlISxKriUZRni74TjW_C8Gjwq72zOP5Hio_8-2dwQv-CL7Ex1Ka0Wygi5SFC8hfNl64123yYOIAhzeZMOOcjVJnJzNu3edLQoP50uo0O0HHMo2ZjfV7TQzKp1OGii4m2dtlOGICUrTXMWiv8FdDxbenT0hPlmxKE6lk5OcQaUefEDpAMTrQ_0hSMbD-jBfffRmOji-wUYNmw&__tn__=k*F&tn-str=k*F]https://www.facebook.com/Esquadra751/?__xts__[0]=68.ARDMKhQ5fgPx-OW5zBKSS8iRYHTX7wCf-R7YaPKgz16A7yA5-sfNFMEqwWjL48INeY1KrHLJn5Ct_E1ClxazpLFjExuwG8juFDeDQIQdH0RExGxMtZwi3TP2vQxzx2XDtHY69kRUfYY1wwNlISxKriUZRni74TjW_C8Gjwq72zOP5Hio_8-2dwQv-CL7Ex1Ka0Wygi5SFC8hfNl64123yYOIAhzeZMOOcjVJnJzNu3edLQoP50uo0O0HHMo2ZjfV7TQzKp1OGii4m2dtlOGICUrTXMWiv8FdDxbenT0hPlmxKE6lk5OcQaUefEDpAMTrQ_0hSMbD-jBfffRmOji-wUYNmw&__tn__=k*F&tn-str=k*F (https://www.facebook.com/Esquadra751/?__xts__[0)

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A #esquadra751 alcançou as 4000 vidas salvas, um marco relevante na sua história e que muito nos orgulha!

Com mais de 40 anos de história, a Esquadra 751 protagonizou diversas missões de relevo. Para atingir este marco significativo foi necessária a dedicação, ao longo de todos estes anos, de todos os militares que serviram e servem nesta unidade.

Todos os dias, os portugueses podem contar com a nossa inteira entrega na salvaguarda da vida humana, quer seja em Portugal continental, quer seja nos arquipélagos da Madeira e dos Açores.

Na última noite, a Esquadra 751 realizou uma evacuação aeromédica da ilha Terceira para a ilha de São Miguel, de um doente vítima de enfarte do miocárdio. A missão teve a duração de 01:45h de tempo de voo. Esta foi a 4000 vida salva pela Esquadra 751.

“Para que outros vivam”

(https://scontent.flis3-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/49722641_2399108640122824_6972214720212238336_n.jpg?_nc_cat=110&_nc_eui2=AeFm4-Iz92xUQsQcc9xi5Ho6-qt3dO11YsyGKWHb2v0TUIlZg0OJawdrVK59SFLGqC0uqNiJb2eaYQBWAdpv1to8CQayYS1FmCnt5B-bcj4T6A&_nc_ht=scontent.flis3-1.fna&oh=5feb292b3f1b52a81821cf25d3d57d9f&oe=5D006094)

Saudações
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Janeiro 26, 2019, 07:55:22 pm
O acordão do Tribunal de Contas que chumbou recentemente o contrato de manutenção dos motores dos EH-101 é muito esclarecedor e merece uma leitura atenta.

https://www.tcontas.pt/pt/actos/acordaos/2018/1sss/ac041-2018-1sss.pdf
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Janeiro 27, 2019, 05:30:50 pm


Pelo que me parece estes três Projectos, pensados em 2008, não foram concretizados, por nenhum governo, ou foram ???


https://www.publico.pt/2008/08/01/economia/noticia/governo-assina-contratos-de-manutencao-e-contrapartidas-dos-eh101-da-forca-aerea-1337348

Segundo Nuno Severiano Teixeira, os contratos de manutenção vão custar ao Estado cerca de 28 milhões de euros, para além de uma componente não fixa, que varia em função do número de horas realizado e que poderá oscilar entre 15 milhões e 30 milhões de euros. Contudo, “está garantido que se o Estado entender renovar o contrato para novo período de cinco anos, os preços serão revistos”, afirmou o ministro da Defesa.

Para além disso, foi assinado um terceiro contrato, de renegociação das contrapartidas de 2001, devidas pela aquisição dos helicópteros, que prevê a realização de três projectos, que são “um investimento para a economia portuguesa com um retorno de 480 milhões de euros”, afirmou Nuno Severiano Teixeira. O melhor do Público no email

Um desses projectos passa pela criação da AWIL Portugal, uma subsidiária estrangeira da fabricante ítalo-britânica, que vai ser “responsável pela manutenção da frota nacional, mas também concorrer no mercado internacional” para contratos de manutenção aeronáutica, vendas e exportações.

Um segundo projecto previsto pelo contrato de contrapartidas hoje assinado é a transferência de tecnologia para as OGMA, sobretudo no que diz respeito à formação de pessoal para a manutenção dos helicópteros e até para o fabrico de componentes do EH-101. Segundo o ministro da Defesa, prevêem-se encomendas de 35 milhões de euros.

Finalmente, o contrato assinado envolve ainda o projecto do Centro para a Excelência e Inovação da Indústria Automóvel (CEIIA), que pretende desenvolver um pólo de design industrial para a indústria aeronáutica. A CEIIA, consórcio entre universidades e empresas de tecnologia nacionais sedeado na Maia, vai receber da AWIL cerca de 250 milhões de euros em encomendas, projectos e formação. Actualmente, tem já duas encomendas para o desenvolvimento da nova geração dos helicópteros Lynx, da Agusta Westland.


https://www.dn.pt/poder/interior/estado-recorre-da-decisao-judicial-sobre-helicopteros-da-forca-aerea-10456944.html

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ministerio-da-defesa-contrata-novo-programa-de-manutencao-dos-helicopteros-eh-101

https://www.rtp.pt/noticias/pais/defesa-atenta-a-vazio-contratual-para-manutencao-de-helicopteros-de-busca-e-salvamento_n1122186

Continuo a afirmar que a culpa não é só da Leonardo o Estado Português tem culpas neste estado de coisas !!

Abraços

   
 

 
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Janeiro 31, 2019, 03:30:32 pm
No DN de ontem.

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Prorrogado contrato de manutenção dos helicópteros da Força Aérea
Documento vigora até março e foi assinado quando continua por aprovar o dos motores, em apreciação no Tribunal de Contas.

Manuel Carlos Freire
30 Janeiro 2019 — 18:46

O Ministério da Defesa e a empresa pública DEFLOC assinaram sexta-feira a prorrogação, até ao final de março, do contrato de manutenção dos 12 helicópteros EH-101 operados pela Força Aérea, soube o DN. O documento foi assinado no Ministério da Defesa com o fabricante italiano Leonardo, confirmou ao DN o Ministério da Defesa. Com esta prorrogação ganha-se tempo para renegociar um novo contrato plurianual por outros valores e que, segundo algumas fontes, pode duplicar o montante pago nos últimos anos - até 13,6 milhões de euros anuais, como consta do acórdão de 2012 do Tribunal de Contas (TdC).

Esse contrato de manutenção de longo prazo (FISS, sigla em inglês) é paralelo ao da manutenção dos motores dos EH-101, chumbado no final de 2018 pelo TdC e cujos juízes estão a apreciar o recurso apresentado pela DEFLOC (empresa pública criada para adquirir 10 dos 12 helicópteros em regime de leasing operacional). O presidente da DEFLOC, Paulo Santana, escusou-se a precisar ao DN quais os montantes a pagar até março, admitindo apenas que estão "dentro dos valores" vigentes em 2018 - o que, feitas as contas, significa uma verba situada na casa dos três a quatro milhões de euros. O mesmo responsável, administrador liquidatário da Empordef (holding pública das indústrias de Defesa) em representação da Parpública, adiantou não haver necessidade de enviar esse contrato ao TdC por corresponder à prorrogação do de manutenção assinado em 2014.

Estado fragilizado

O chamado FISS 2 dos EH-101, datado de 2014, terminou a 31 de dezembro de 2018 sem que as partes chegassem a acordo sobre a sua renovação. Para esse impasse contribuíram as exigências do fabricante, que alega ter "perdido dinheiro" no contrato anterior, segundo contou ao DN uma das fontes com conhecimento do processo. O facto de a Leonardo ser a única empresa capaz de fazer a manutenção dos EH-101 deixou a parte portuguesa numa posição de fragilidade. Contudo, segundo fontes políticas e militares, as exigências do fabricante têm sido recusadas devido à alegada exorbitância desses números. Essa situação aparenta ser igual à que se verifica com a brasileira Embraer, no caso das aeronaves de transporte KC-390, e que já levou responsáveis portugueses a admitir a desistência dessa aquisição.

A negociação desse contrato (com uma componente fixa e outra ligada ao custo da hora de voo) entra em linha de conta com diferentes variáveis, segundo algumas das fontes: número de helicópteros disponíveis para operação, horas de voo anuais, compensações pela paragem dos aparelhos acima dos limites estabelecidos por falta de peças sobressalentes ou de manutenção, preço das horas de voo, entre outros pontos.

Segundo soube o DN, o Ministério da Defesa definiu um teto teto financeiro para este ano no quadro da renegociação do FISS dos helicópteros e que será da ordem dos montantes que até agora eram pagos (cerca de 14 milhões de euros), segundo fontes ouvidas pelo DN. Contudo, outras fontes indicam existir já um princípio de acordo entre as partes - DEFLOC, Ministério, Leonardo - que ultrapassa aquele montante e se aproxima mesmo do dobro pago anualmente até 2018. Outra questão tem a ver com os mais de 20 dias que mediaram entre o fim do contrato anterior e a assinatura do documento que o prorroga por três meses, uma vez que o texto produz efeitos retroativos a 1 de janeiro de 2019, conforme explicou Paulo Santana.

De acordo com o número 4 do artigo 45º da Lei de Organização e Processo do TdC, "os atos, contratos e demais instrumentos sujeitos à fiscalização prévia do Tribunal de Contas cujo valor seja superior a (euro) 950 000 não produzem quaisquer efeitos antes do visto ou declaração de conformidade" - o que será o caso, pois a prorrogação do FISS custará entre três a quatro milhões de euros. Note-se, porém, o mesmo artigo prevê exceções: "O disposto no número anterior não é aplicável aos contratos celebrados na sequência de procedimento de ajuste direto por motivos de urgência imperiosa resultante de acontecimentos imprevisíveis pela entidade adjudicante, que não lhe sejam em caso algum imputáveis, e não possam ser cumpridos os prazos inerentes aos demais procedimentos previstos na lei." Como disse Paulo Santana ao DN, o facto de este contrato prorrogar o FISS assinado em 2014 dispensa o seu envio para o TdC.

Contrato dos motores no limbo

Seja como for, a celebração de um novo FISS plurianual para a frota dos 12 EH-101 operados pela Força Aérea acaba por ficar dependente da aprovação do contrato de manutenção dos motores, que foi chumbado pelo TdC no final de 2018. O caso está em fase de recurso da sentença, pois o TdC entendeu que esse contrato violava regras orçamentais e as normas que regem as parcerias público-privadas (PPP). Ora, enquanto não surgir esta decisão ou se ela voltar a ser negativa, de pouco servirá haver um contrato de manutenção sem existir o dos motores e que permitem aos helicópteros voar, constatou uma das fontes. Em causa está a manutenção dos 38 motores dos helicópteros por parte da empresa Safran, cujas negociações para celebrar o contrato até ao montante de 81 milhões de euros foram autorizadas em 2016 pelo então ministro da Defesa Azeredo Lopes.

https://www.dn.pt/poder/interior/prorrogado-contrato-de-manutencao-dos-helicopteros-da-forca-aerea-10493415.html


Agora só por curiosidade, e por comparação, retrocedamos 12 anos até 2007...

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Fim dos intermediários reduzirá custos de operação de hélis 'Merlin' para metade
Manuel Carlos Freire - 07 de Abril de 2007

Os elevados custos de operação e manutenção dos helicópteros EH101 Merlin, estimados em cerca de nove mil euros por hora de voo, serão reduzidos a cerca de metade quando for eliminada a rede de intermediários ligados a esse programa de reequipamento militar, afirmaram ao DN altas patentes da Força Aérea Portuguesa (FAP). O valor real daqueles custos associados ao EH101 continua a ser um segredo, explicável em parte por a FAP ainda não ter experiência acumulada na sua utilização. Mas um alto responsável militar revelou ao DN que o custo da hora de voo daqueles hélis rondava os nove mil euros. Esse valor exorbitante - embora normal num aparelho que é considerado o Rolls Royce dos helicópteros e cujo modelo foi escolhido para transportar o Presidente dos EUA - apanhou de surpresa os responsáveis políticos e militares porque o fabricante, Agusta-Westland (AW), garantiu (na fase final do concurso e quando havia outro concorrente em cima da mesa, o Sikorsky norte-americano), que custaria cerca de 2000 euros à hora."Era menos do que os [velhinhos] Puma" que iam substituir, disse uma das várias fontes ouvidas pelo DN. O problema, segundo as altas patentes da FAP atrás citadas, é que "não é possível, em termos jurídicos", responsabilizar a AW pela enorme diferença de custos (propostos e reais).

O que se sabe é que os custos reais de operação dos Merlin, a par do atraso na elaboração dos contratos de manutenção com a empresa Defloc (ligada à celebração dos contratos de compra do EH101 em regime de leasing operacional), obrigou o Governo a reservar verbas da Lei de Programação Militar - exclusivamente destinadas aos programas de modernização das Forças Armadas - para pagar a utilização daqueles helicópteros. E que só num exercício militar realizado já no fim de 2006 foi empregue, pela primeira vez, como meio de transporte de tropas. Sobre os custos dos EH101 operados por outros países, nomeadamente o Canadá, as fontes da FAP disseram não ser possível traçar paralelismos, tendo em conta as diferentes condições de utilização. O que acreditam é que, a prazo, "é possível reduzir os actuais custos para valores da ordem dos 1600 a 1800 euros por hora de voo" - embora só dentro de meses possam ter um valor real dos custos de operação dos aparelhos portugueses.

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general Luís Araújo, ao abordar há dias o assunto em conversa com alguns jornalistas no seu gabinete, disse existir com a AW um contrato de manutenção por seis meses e prorrogável por mais seis, findo o qual deverá iniciar-se um contrato de longa duração. A prazo, "gostava que a manutenção ficasse na [empresa portu- guesa] OGMA. Mas quem sabe dos hélis é a AW, pelo que nos próximos dois a três anos" deveria ter a seu cargo a responsabilidade pelos EH101, explicou. Nesse período, acrescentou, deveria "subcontratar a OGMA" para que pudesse ser esta empresa a ficar depois com aquela tarefa.

https://www.dn.pt/arquivo/2007/interior/fim-dos-intermediarios-reduzira-custos-de-operacao-de-helis-merlin-para-metade-655621.html


Para além de todos os outros assuntos subjacentes, salta à vista e é gritante o enorme e colossal erro que constituiu a privatização das OGMA.
Título: Re: EH-101
Enviado por: MATRA em Janeiro 31, 2019, 03:45:01 pm
Por acaso os americanos desistiram do AW para o Marine One e vão para o  VH-92A
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Janeiro 31, 2019, 03:55:07 pm
Bora para o HH 47 e tramamos os gajos...  :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

https://www.wearethemighty.com/gear-tech/the-chinook-could-have-been-a-search-and-rescue-legend (https://www.wearethemighty.com/gear-tech/the-chinook-could-have-been-a-search-and-rescue-legend)

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Performance
Velocidade máxima: 315 km/h (196 mph)
Velocidade total em Nó: 170 kn (315 km/h)
Alcance: 2 252 km (1 400 mi)
Alcance bélico: 370,4 km (230 mi)
Razão de subida: 7,73 m/s
Tecto de serviço: 5 640 m (18 500 ft)

(https://assets.rbl.ms/17317940/980x.jpg)

Cumprimentos  c56x1 :-P
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Fevereiro 09, 2019, 09:04:56 am
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Governo garante operacionalidade dos helicópteros da Força Aérea
Ministério da Defesa respondeu ao CDS sobre o chumbo, pelo Tribunal de Contas, do contrato de manutenção dos motores dos helicópteros EH-101.

Manuel Carlos Freire
08 Fevereiro 2019 — 19:47

A frota de helicópteros EH-101 da Força Aérea não é afetada pelo chumbo do Tribunal de Contas (TdC) ao contrato de manutenção dos motores, garantiu o Ministério da Defesa ao Parlamento. A informação chegou quinta-feira à Assembleia da República e teve por base um requerimento do CDS para saber quais os efeitos daquela decisão do TdC e cujo recurso está em apreciação.

Segundo o Ministério, a decisão "não implica o risco de a frota ficar operacional" porque o contrato assinado em 2010 com a empresa Safran está "ainda em vigor" e "não foi objeto da recusa de visto". O contrato em causa terminou a 31 de dezembro de 2018, sem que um novo acordo tivesse sido alcançado entre as partes devido aos valores pedidos pela Safran serem considerados excessivos pela tutela.

Mas a lógica dos contratos envolvem a sua continuidade temporária (poucos meses) a fim de dar tempo às partes para chegarem a um acordo, explicaram ao DN fontes conhecedoras desses processos. Assim, "mantê-se em vigor os atuais processos individuais de orçamentação prévia das reparações e subsequente encomenda, bem como os processos de orçamentação prévia, encomenda e aquisição de consumíveis para os motores" dos EH-101, precisou o gabinete de João Gomes Cravinho.

https://www.dn.pt/poder/interior/governo-garante-operacionalidade-dos-helicopteros-da-forca-aerea-10558284.html
Título: Re: EH-101
Enviado por: Clausewitz em Fevereiro 09, 2019, 07:29:40 pm
Segundo o Ministério, a decisão "não implica o risco de a frota ficar operacional"

Ah bom, assim tá bem, riscos desses não podemos correr...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Fevereiro 09, 2019, 09:41:25 pm
Segundo o Ministério, a decisão "não implica o risco de a frota ficar operacional"

Ah bom, assim tá bem, riscos desses não podemos correr...
:toto:

É obviamente uma gralha jornalística, no entanto como as coisas andam todo o cuidado é pouco.  :mrgreen: ::)
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Fevereiro 10, 2019, 03:09:39 pm
Bela foto ;)  :-P

(https://scontent.flis3-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/51293385_2035190093195462_4608914016469778432_n.jpg?_nc_cat=105&_nc_ht=scontent.flis3-1.fna&oh=0bb7754e236c9cc0685f818770f2c57e&oe=5CF06B4C)
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A close look at the folding tail system on the Merlin helicopter.

Saudações
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Fevereiro 12, 2019, 08:31:09 am
Afinal parece que o 19612 está parado há mais tempo do que aquele que foi adiantado pela Força Aérea, e que a demora/paralisação da sua reparação por parte da Leonardo se ficou a dever a falta de pagamento devido às infames cativações do Ministério das Finanças. Além disso, é pouco provável que fique de novo operacional ainda este ano.  ::)

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Estado já pagou 30 milhões por helicóptero militar avariado há mais de três anos
Fatura deverá continuar a subir porque a reparação do aparelho, acidentado em agosto de 2015, dificilmente ficará concluída neste ano.

Manuel Carlos Freire
11 Fevereiro 2019 — 17:31

A empresa pública dona dos helicópteros EH-101 usados pela Força Aérea reteve quase quatro milhões de euros, pagos em setembro pelo Ministério da Defesa, para reparar um aparelho acidentado em agosto de 2015 e para o qual o Estado pagou, desde então, cerca de 30 milhões de euros. As contas são fáceis de fazer: continuaram a pagar-se as rendas pela compra do helicóptero em leasing operacional, na casa dos seis milhões de euros anuais. Multiplicados pelos quatro anos de paragem (2015-2019), dá um bolo de 24 milhões - a que se somam agora os mais de 6,5 milhões, autorizados e contabilizados em 2018, para pagar a reparação. Mais de metade da reparação já estava feita quando, em 2017, o fabricante - a Leonardo (Itália) - suspendeu os trabalhos por falta de pagamento.

A autorização dada no ano passado pelas Finanças, através de uma portaria de extensão de encargos que permitiu à Defesa pagar à Defloc quase quatro dos 6,5 milhões de euros da reparação, tornaria possível reatar os trabalhos. Só que, já com o dinheiro em caixa, a empresa entendeu pedir o visto prévio do Tribunal de Contas (TdC) - e agora não pode usar as verbas sem nova autorização, que algumas fontes garantiram ao DN ser improvável em 2019 devido às cativações. Paulo Santana, presidente da Defloc, explicou há dias a decisão ao DN: "O conselho de administração entendeu que o TdC devia analisar" o processo, face a dúvidas jurídicas entretanto surgidas e que não especificou.

TdC requereu contrato original

O problema é que deixou de haver prazo à vista para concluir a reparação do helicóptero com o número de cauda 19612: o TdC analisou o pedido da Defloc e requereu o contrato original, celebrado em 2001 com base num quadro jurídico e legal que entretanto mudou, revelaram algumas das fontes. A par da demora na análise do processo, um eventual chumbo do processo por parte do TdC - como aconteceu há semanas com o contrato de manutenção dos motores dos EH-101 (agora em fase de recurso) - fará o caso arrastar-se. Mas continuará a pagar-se por um helicóptero que não se usa.

Paulo Santana confirmou ainda que o helicóptero em causa ficou inutilizado em "agosto de 2015", o que faz que esteja parado há três anos e meio - pelo menos mais dois do que o admitido em dezembro passado pela Força Aérea e por outras fontes. O helicóptero EH-101, n.º 19612, operado pela Força Aérea é um dos dez adquiridos em 2001 pela Defloc em regime de leasing operacional, para missões de busca e salvamento. A reparação dos estragos causados pelo acidente em agosto de 2015 foi iniciada "à confiança" pela Leonardo, segundo uma das fontes ouvidas pelo DN.

Cativação bloqueou pagamento

Mas uma falha no pagamento por parte do Estado levou o fabricante a suspender essa reparação. Esse incumprimento resultou da cativação de verbas do orçamento da Defesa por parte das Finanças, em 2017, explicaram várias fontes do setor. A reparação tem de ser paga pelo orçamento do Ministério da Defesa e não com verbas da Lei de Programação Militar (LPM) por se tratar de uma despesa extraordinária, não abrangida pelos contratos de manutenção dos helicópteros - o chamado FISS - e dos motores, explicou uma das fontes. Segundo várias fontes do meio, a decisão da Defloc recorrer ao TdC para visar aquela despesa extraordinária terá sido uma medida de cautela face às alterações legais entretanto ocorridas. Um exemplo é o facto de a Defloc ter passado a ser uma entidade pública reclassificada (EPR) desde 2014. Essa reclassificação resultou da exigência europeia de contabilizar as despesas feitas pelo setor público empresarial para efeitos de défice, ficando abrangidas pela Lei de Enquadramento Orçamental.

Acresce, lembrou uma das fontes, que a lei do Orçamento do Estado para 2019 (artigo 255.º) alterou o valor dos contratos sujeitos a fiscalização prévia do TdC e que têm implicações neste caso da reparação do helicóptero parado desde 2015. Essa lei estabelece que os "atos e contratos que estejam ou aparentem estar relacionados entre si" sejam apreciados pelo TdC quando a soma dos valores ultrapassar os 750 mil euros, como é o caso. Ora isso impõe aos juízes que apreciem o contrato original, de 2001, que nessa altura estava dispensado de passar pelo crivo desse tribunal.

O próprio TdC, numa sentença de 2002 transitada em julgado, considerou que o contrato de manutenção dos EH-101 estava isento de visto prévio por ser "um verdadeiro contrato de assistência técnica". Mas a legislação mudou entretanto e a opinião do tribunal também parece ter mudado. Se em 2002 equiparou o contrato de manutenção dos EH-101 a um de assistência técnica, pelo menos numa sentença de 2015 - relacionada com a área informática -, concluiu que aqueles conceitos "não se confundem, mantendo individualidade e autonomia". Para algumas fontes, este novo entendimento também se aplicará ao caso dos helicópteros. O risco, segundo as fontes, resulta de o TdC poder questionar os moldes em que esse contrato de 2001 foi feito - a exemplo do que decidiu há semanas com o dos motores dos EH-101, considerando-o abrangido pela legislação que rege as parcerias público-privadas (PPP). E aí...

Defloc tinha alternativa?

O DN não conseguiu obter esclarecimentos adicionais junto de Paulo Santana, que deixou de responder após o DN o questionar sobre a carta em que a eurodeputada Ana Gomes punha em causa a sua idoneidade enquanto antigo quadro do Banco de Negócios Internacional Europa (BNIE). A par da estranheza com o facto de a Defloc recorrer ao TdC depois de já ter recebido os quase quatro milhões de euros para regularizar as contas com a Leonardo, algumas fontes interrogaram-se sobre o porquê de o acerto de contas não ser feito no âmbito do contrato FISS. Esta possibilidade decorre de o contrato FISS ter mecanismos de compensação entre as partes - prémios e penalizações - e que poderiam permitir a regularização das contas. Redução do número de horas de voo abrangidas, formação ou multas são alguns desses instrumentos típicos.

https://www.dn.pt/poder/interior/estado-ja-pagou-30-milhoes-por-helicoptero-militar-avariado-ha-mais-de-tres-anos-10562432.html
Título: Re: EH-101
Enviado por: PereiraMarques em Fevereiro 19, 2019, 11:05:16 am
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5 - As negociações devem ser concluídas até 15 de fevereiro de 2019.

Despacho n.º 1744/2019 - Diário da República n.º 35/2019, Série II de 2019-02-19 119826730
Defesa Nacional - Gabinete do Ministro
Equipa Negocial - Contrato de Manutenção das Aeronaves EH-101

https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/119826730/details/maximized?serie=II&parte_filter=31&dreId=119826709
Título: Re: EH-101
Enviado por: PereiraMarques em Fevereiro 27, 2019, 10:25:58 am
Despacho n.º 1945/2019 - Diário da República n.º 41/2019, Série II de 2019-02-27 120272972
Defesa Nacional - Gabinete do Ministro
Autorização de despesa respeitante à extensão da vigência do contrato FISS2 - Helicópteros EH-101

https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/120272972/details/maximized?serie=II&parte_filter=31&dreId=120272958
Título: Re: EH-101
Enviado por: LM em Março 21, 2019, 02:12:08 pm

Quanto á frota 101, é a desgraça total, sem meios humanos para operar o máximo de aeronaves possivel, com pelo menos um heli encostado por falta de verbas para a sua MNT, os quatro CSAR continuam sem ter os equipamentos/armamentos que deveriam ter para desempenhar a sua missão primária, e isto sem referir o que foi e é mais grave o plano de MNT destas 12 aeronaves para os próximos anos, que me parece ainda não ter sido aprovado/autorizado.

Os nossos CSAR têm diferenças de "estrutura" (para além da cauda "dobrável") das restantes versões? E possuímos 4 "Defensive Aids Suite (DAS)" para eles ou apenas estão prontos para o receber?   
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Março 21, 2019, 02:42:13 pm

Quanto á frota 101, é a desgraça total, sem meios humanos para operar o máximo de aeronaves possivel, com pelo menos um heli encostado por falta de verbas para a sua MNT, os quatro CSAR continuam sem ter os equipamentos/armamentos que deveriam ter para desempenhar a sua missão primária, e isto sem referir o que foi e é mais grave o plano de MNT destas 12 aeronaves para os próximos anos, que me parece ainda não ter sido aprovado/autorizado.

Os nossos CSAR têm diferenças de "estrutura" (para além da cauda "dobrável") das restantes versões? E possuímos 4 "Defensive Aids Suite (DAS)" para eles ou apenas estão prontos para o receber?   

Os CSAR Mk.516 possuem a cauda dobrável, as pás do rotor principal igualmente dobráveis (de modo a caber no hangar do LPD), pontos de fixação ao convés de voo na fuselagem e capacidade - ou provisões, como por cá se diz - para a instalação de armamento defensivo (3 MG ou Miniguns), lança de reabastecimento em voo e suite completa de autoproteção, ou DAS, com RWR, LWR, MAWS e CMDS.

Embora o DAS esteja instalado penso que muito raramente ou mesmo nunca terá sido utilizado até hoje, mesmo aquando dos Hot Blade; até me arriscaria a dizer que possa mesmo estar desligado. O armamento e o sistema AAR ainda não foram adquiridos, se algum dia vierem a ser. E pobrezinhos que somos nunca sequer cogitamos adquirir também um sistema DIRCM de modo a garantir uma maior capacidade de sobrevivência em ambiente hostil. ::)
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Março 21, 2019, 04:56:20 pm

Quanto á frota 101, é a desgraça total, sem meios humanos para operar o máximo de aeronaves possivel, com pelo menos um heli encostado por falta de verbas para a sua MNT, os quatro CSAR continuam sem ter os equipamentos/armamentos que deveriam ter para desempenhar a sua missão primária, e isto sem referir o que foi e é mais grave o plano de MNT destas 12 aeronaves para os próximos anos, que me parece ainda não ter sido aprovado/autorizado.

Os nossos CSAR têm diferenças de "estrutura" (para além da cauda "dobrável") das restantes versões? E possuímos 4 "Defensive Aids Suite (DAS)" para eles ou apenas estão prontos para o receber?   

Os CSAR Mk.516 possuem a cauda dobrável, as pás do rotor principal igualmente dobráveis (de modo a caber no hangar do LPD), pontos de fixação ao convés de voo na fuselagem e capacidade - ou provisões, como por cá se diz - para a instalação de armamento defensivo (3 MG ou Miniguns), lança de reabastecimento em voo e suite completa de autoproteção, ou DAS, com RWR, LWR, MAWS e CMDS.

Embora o DAS esteja instalado penso que muito raramente ou mesmo nunca terá sido utilizado até hoje, mesmo aquando dos Hot Blade; até me arriscaria a dizer que possa mesmo estar desligado. O armamento e o sistema AAR ainda não foram adquiridos, se algum dia vierem a ser. E pobrezinhos que somos nunca sequer cogitamos adquirir também um sistema DIRCM de modo a garantir uma maior capacidade de sobrevivência em ambiente hostil. ::)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/921/qXIt3z.jpg) (https://imageshack.com/i/plqXIt3zj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/KsbnyC.jpg) (https://imageshack.com/i/poKsbnyCj)

Olha agora, sobreviver em ambiente hostil, para quê e porquê ? E não é que a Leonardo também possui esse sistema, mas que coincidência,  ::) porque será ??

https://www.leonardocompany.com/en/-/miysis-dircm-3

http://www.northropgrumman.com/capabilities/dircm/Pages/default.aspx

Nem eu responderia melhor....... :nice: :cool:

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: Stalker79 em Março 21, 2019, 05:58:08 pm
Os Israelitas tem sistemas DIRCM ao chuto e pra todo o tipo de aeronaves, ate comerciais.
Não faço idea é do preço, mas de certeza que fica mais barato que um helicoptero novo....

 :-P
Título: Re: EH-101
Enviado por: oi661114 em Março 21, 2019, 09:10:02 pm

Quanto á frota 101, é a desgraça total, sem meios humanos para operar o máximo de aeronaves possivel, com pelo menos um heli encostado por falta de verbas para a sua MNT, os quatro CSAR continuam sem ter os equipamentos/armamentos que deveriam ter para desempenhar a sua missão primária, e isto sem referir o que foi e é mais grave o plano de MNT destas 12 aeronaves para os próximos anos, que me parece ainda não ter sido aprovado/autorizado.

Os nossos CSAR têm diferenças de "estrutura" (para além da cauda "dobrável") das restantes versões? E possuímos 4 "Defensive Aids Suite (DAS)" para eles ou apenas estão prontos para o receber?   

Os CSAR Mk.516 possuem a cauda dobrável, as pás do rotor principal igualmente dobráveis (de modo a caber no hangar do LPD), pontos de fixação ao convés de voo na fuselagem e capacidade - ou provisões, como por cá se diz - para a instalação de armamento defensivo (3 MG ou Miniguns), lança de reabastecimento em voo e suite completa de autoproteção, ou DAS, com RWR, LWR, MAWS e CMDS.

Embora o DAS esteja instalado penso que muito raramente ou mesmo nunca terá sido utilizado até hoje, mesmo aquando dos Hot Blade; até me arriscaria a dizer que possa mesmo estar desligado. O armamento e o sistema AAR ainda não foram adquiridos, se algum dia vierem a ser. E pobrezinhos que somos nunca sequer cogitamos adquirir também um sistema DIRCM de modo a garantir uma maior capacidade de sobrevivência em ambiente hostil. ::)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/921/qXIt3z.jpg) (https://imageshack.com/i/plqXIt3zj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/KsbnyC.jpg) (https://imageshack.com/i/poKsbnyCj)

Olha agora, sobreviver em ambiente hostil, para quê e porquê ? E não é que a Leonardo também possui esse sistema, mas que coincidência,  ::) porque será ??

https://www.leonardocompany.com/en/-/miysis-dircm-3

http://www.northropgrumman.com/capabilities/dircm/Pages/default.aspx

Nem eu responderia melhor....... :nice: :cool:

Abraços

O que mais gosto é da legenda da 2ª imagem:

Portuguese_Navy_Rescue_Chopper_Over_the_Atlantic_(15613)



 :mrgreen:
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Março 21, 2019, 09:38:42 pm

Quanto á frota 101, é a desgraça total, sem meios humanos para operar o máximo de aeronaves possivel, com pelo menos um heli encostado por falta de verbas para a sua MNT, os quatro CSAR continuam sem ter os equipamentos/armamentos que deveriam ter para desempenhar a sua missão primária, e isto sem referir o que foi e é mais grave o plano de MNT destas 12 aeronaves para os próximos anos, que me parece ainda não ter sido aprovado/autorizado.

Os nossos CSAR têm diferenças de "estrutura" (para além da cauda "dobrável") das restantes versões? E possuímos 4 "Defensive Aids Suite (DAS)" para eles ou apenas estão prontos para o receber?   

Os CSAR Mk.516 possuem a cauda dobrável, as pás do rotor principal igualmente dobráveis (de modo a caber no hangar do LPD), pontos de fixação ao convés de voo na fuselagem e capacidade - ou provisões, como por cá se diz - para a instalação de armamento defensivo (3 MG ou Miniguns), lança de reabastecimento em voo e suite completa de autoproteção, ou DAS, com RWR, LWR, MAWS e CMDS.

Embora o DAS esteja instalado penso que muito raramente ou mesmo nunca terá sido utilizado até hoje, mesmo aquando dos Hot Blade; até me arriscaria a dizer que possa mesmo estar desligado. O armamento e o sistema AAR ainda não foram adquiridos, se algum dia vierem a ser. E pobrezinhos que somos nunca sequer cogitamos adquirir também um sistema DIRCM de modo a garantir uma maior capacidade de sobrevivência em ambiente hostil. ::)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/921/qXIt3z.jpg) (https://imageshack.com/i/plqXIt3zj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/KsbnyC.jpg) (https://imageshack.com/i/poKsbnyCj)

Olha agora, sobreviver em ambiente hostil, para quê e porquê ? E não é que a Leonardo também possui esse sistema, mas que coincidência,  ::) porque será ??

https://www.leonardocompany.com/en/-/miysis-dircm-3

http://www.northropgrumman.com/capabilities/dircm/Pages/default.aspx

Nem eu responderia melhor....... :nice: :cool:

Abraços

O que mais gosto é da legenda da 2ª imagem:

Portuguese_Navy_Rescue_Chopper_Over_the_Atlantic_(15613)



 :mrgreen:

A legenda completa é : Portuguese_Navy_Rescue_Chopper_Over_the_Atlantic_(15613348118)_(3).jpg

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Março 22, 2019, 09:49:49 am
Outra opção muito interessante é o sistema LASE/MASE, da Terma, testado com sucesso no Afeganistão nos AW101 dinamarqueses. É inclusivamente considerada a melhor suite de autoprotecção actual para helicópteros e aeronaves ligeiras.

(https://farm5.static.flickr.com/4894/45105974944_90f5678ef2_b.jpg)

(https://farm4.static.flickr.com/3864/15020597019_8a5f01c164_b.jpg)

Citar
Terma provides MASE pods for a wide range of light attack fixed-wing and rotary-wing aircraft. The pods house sensors and a countermeasures suite including Directed Infrared Countermeasures (DIRCM) or chaff/flare dispensers (CMDS), electronics and Missile Warning System (MWS) sensors in a compact lightweight and rigid structure.

Installation comprises two pods, one on each side of the aircraft carried on external stores mounts or existing aircraft hard points. Pods are mounted with stand-off from the main body of the fuselage and therefore produce good locations to minimise sensor blind spots and ease safe separation of expendables. The pods are easily transferrable between platforms to allow them to be maximised across assets as required for specific operations and multiple platform types. The modularity of the MASE pod has enabled tailoring for a number of helicopter platforms, including AH-64D, AW-101, Mi-17, Mi-24, and AS 550 Fennec.
https://www.terma.com/aeronautics/self-protection-systems/self-protection-solutions/solutions-for-helicopters/
https://www.terma.com/media/324728/mase_pod.pdf
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Março 23, 2019, 10:14:30 pm
A estrela do festival aéreo de Merville no ano passado, vale a pena ver em HD. ;)


Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Abril 06, 2019, 05:36:31 pm
EH-101 CSAR em treino táctico com a UPF (hoje NOTP) e a razão porque é uma aeronave que também executa a missão de transporte táctico e enverga camuflagem táctica.

(https://i.postimg.cc/HsRkHZT2/50c8418-174.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Vitor Santos em Abril 06, 2019, 10:54:42 pm
A estrela do festival aéreo de Merville no ano passado, vale a pena ver em HD. ;)


Essa máquina, na minha opinião, é um dos helicópteros militares de transporte mais brutal em atividade. Queria vê-lo na aviação de asas rotativas da FAB e no EB.
Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Abril 09, 2019, 06:46:57 pm
Os cambalachos da Leonardo devem ter ter atingindo tais níveis que os polacos não foram em conversas e obrigaram-nos a assinar as contra-partidas (ou parte delas) antes da assinatura do contrato de encomenda. Curiosamente, estas contra-partidas focam-se na criação de capacidade de manutenção na Polónia. Felizmente, alguém aprendeu com os erros dos outros.

Leonardo and Poland enter into offset agreement for AW101 sale

https://www.janes.com/article/87736/leonardo-and-poland-enter-into-offset-agreement-for-aw101-sale (https://www.janes.com/article/87736/leonardo-and-poland-enter-into-offset-agreement-for-aw101-sale)

Citar
The Polish Ministry of National Defence has entered into a PLN400 million (USD104.5 million) offset agreement with Leonardo MW in the UK to prepare for the expected sale of the AW101 helicopters.

Under the terms of this agreement, Leonardo is committing to establishing a maintenance capability for the helicopter and its mission systems within Polish Armaments Group’s (PGZ) Military Aviation Works No.1 in Łódź, while Gdańsk Technical University will also benefit from the offset deal.

“The scope of the offset programme fully meets the stringent requirements of the Polish Ministry of National Defence, confirming Leonardo’s commitment to a solid and long-term co-operation with the Polish armed forces and Polish industry for the delivery of relevant capabilities required for the maintenance of modern military equipment, as well as development and sustainment of the necessary skills and experience in the country,” Leonardo said.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Abril 12, 2019, 07:49:03 am
E por falar em cambalachos...

Citar
Tribunal volta a chumbar contrato para reparar helicópteros de busca e salvamento
Manuel Carlos Freire
12 Abril 2019 — 06:30

Decisão fala em ilegalidades e põe em causa continuação dos pagamentos à empresa que faz a manutenção dos motores dos EH-101 da Força Aérea. Juízes invocam mesmo posições do agora ministro Pedro Siza Vieira contrárias aos argumentos da empresa estatal DEFLOC sobre o que são parcerias público-privadas.

O Tribunal de Contas (TdC) recusou novamente dar visto prévio ao contrato de manutenção dos motores dos helicópteros EH-101, com os quais Portugal garante as missões de busca e salvamento aéreo numa área do oceano Atlântico superior a cinco milhões de quilómetros quadrados.

O Ministério da Defesa disse ao DN que "qualquer esclarecimento relativamente aos contratos de manutenção" dos EH-101 "deverá ser obtido junto da administração da DEFLOC, uma vez que esta é a entidade responsável pela gestão da manutenção dos motores das aeronaves". O gabinete do ministro João Gomes Cravinho adiantou, no entanto, que "continuará a acompanhar de perto o trabalho" da empresa "no sentido de encontrar a solução que melhor corresponda ao interesse público".

https://www.dn.pt/edicao-do-dia/12-abr-2019/interior/tribunal-volta-a-chumbar-contrato-para-reparar-helicopteros-de-busca-e-salvamento-10782077.html?target=conteudo_fechado
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Abril 12, 2019, 07:58:19 am
E por falar em cambalachos...

Citar
Tribunal volta a chumbar contrato para reparar helicópteros de busca e salvamento
Manuel Carlos Freire
12 Abril 2019 — 06:30

Decisão fala em ilegalidades e põe em causa continuação dos pagamentos à empresa que faz a manutenção dos motores dos EH-101 da Força Aérea. Juízes invocam mesmo posições do agora ministro Pedro Siza Vieira contrárias aos argumentos da empresa estatal DEFLOC sobre o que são parcerias público-privadas.

O Tribunal de Contas (TdC) recusou novamente dar visto prévio ao contrato de manutenção dos motores dos helicópteros EH-101, com os quais Portugal garante as missões de busca e salvamento aéreo numa área do oceano Atlântico superior a cinco milhões de quilómetros quadrados.

O Ministério da Defesa disse ao DN que "qualquer esclarecimento relativamente aos contratos de manutenção" dos EH-101 "deverá ser obtido junto da administração da DEFLOC, uma vez que esta é a entidade responsável pela gestão da manutenção dos motores das aeronaves". O gabinete do ministro João Gomes Cravinho adiantou, no entanto, que "continuará a acompanhar de perto o trabalho" da empresa "no sentido de encontrar a solução que melhor corresponda ao interesse público".

https://www.dn.pt/edicao-do-dia/12-abr-2019/interior/tribunal-volta-a-chumbar-contrato-para-reparar-helicopteros-de-busca-e-salvamento-10782077.html?target=conteudo_fechado

Será que daqui a uns anos ainda vamos ter os 101 a operar na FAP ??? É que por este andar ……

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: dc em Abril 12, 2019, 12:44:22 pm
O que é a Defloc, e porque está esta associada aos EH-101? E porque é que a manutenção dos EH-101 é tão complicada ao ponto de ter problemas que não se vêem com outras unidades da FAP?
Título: Re: EH-101
Enviado por: asalves em Abril 12, 2019, 01:17:49 pm
O que é a Defloc, e porque está esta associada aos EH-101? E porque é que a manutenção dos EH-101 é tão complicada ao ponto de ter problemas que não se vêem com outras unidades da FAP?

O problema é que está na tugalandia.

Basicamente existe uma enorme quantidade de burocracia (para evitar abusos), depois as pessoas responsáveis por negociar os programas e fazer os contratos são uns incompetentes que tentam ser mais esperto que os outros para tentarem fugir a burocracia (muitas vezes criadas por eles) e acabam com os contratos rejeitados pelo tribunal constitucional que apenas segue a burocracia.

Exemplo: Existe uma verba descrita para comprar peças amarelas, depois no contrato diz que vai-se usar essa verba para também comprar peças azuis. Conclusão: Rejeitado pelo Tribunal.

Exemplo2: No contrato refere que o valor a pagar deverá cobrir todos e quaisquer custos para que os Helis funcionem, mas depois tem uma aliena onde diz que a fap é responsável pela inspecção e pequenas manutenções. Conclusão, rejeitado pelo  Tribunal.

Isto foram exemplos irreais mais é mais ou menos que isso acontece, para além de não haver garantias de prazos e afins.

A Defloc é um intermediário entre o estado e o fabricante de motores, que acho que maioritária mente é publica. (Por algum motivo em armamento nunca é o estado a comprar diretamente ao fabricante há sempre um intermediário privado/publico para a compra, não sei se tem a ver com questões fiscais ou não)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Abril 12, 2019, 01:19:48 pm
Defloc
http://www.empordef.pt/empresas/menu_direita_defloc.htm

Na prática é uma empresa criada pelo estado para comprar os EH101, esta empresa pagou os EH101 com empréstimos bancários, esta empresa depois "cede" os EH101 à Força Aérea Portuguesa para os usar, deste modo o governo vai pagando a dívida aos bancos usando esta empresa, deve ter sido alguma engenharia financeira para a dívida não aparecer no défice no estado.

Mas como os EH101 não são da Força Aérea, esta não tem autonomia para grandes decisões com o construtor e na mauntenção dos aparelhos, eles são da defloc, a FAP apenas os utiliza.

exemplo da confusão
https://observador.pt/2017/05/25/eh-101-defesa-refem-do-fabricante-para-renegociar-manutencao-dos-helicopteros-de-salvamento/

Os C-295 também foram adquiridos num modelo semelhante, a defaerloc.

Todas estas empresas pertencem ao grupo empordef, que está em liquidação, pode ser que entretanto isso mude.
http://www.empordef.pt/
Título: Re: EH-101
Enviado por: dc em Abril 12, 2019, 03:07:59 pm
Isto parece-me uma grande complicação, e algo desnecessária. Se a dita empresa quisesse, podia na prática negar o uso dos EH-101 à FAP? Isto também se sucede com outros meios cruciais à nossa soberania, como as fragatas, F-16, submarinos?
Título: Re: EH-101
Enviado por: Stalker79 em Abril 12, 2019, 03:48:54 pm
Isto parece-me uma grande complicação, e algo desnecessária. Se a dita empresa quisesse, podia na prática negar o uso dos EH-101 à FAP? Isto também se sucede com outros meios cruciais à nossa soberania, como as fragatas, F-16, submarinos?


Obviamente não pode negar o uso visto tratar-se de uma empresa do estado.
Teriam imediatamente o governo á perna e iam todos para o olho da rua por tal burrice.
 :-P
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Abril 12, 2019, 04:04:07 pm
Além dos que eu indiquei não conheço mais nenhum com esse sistema.
Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Abril 12, 2019, 04:08:04 pm
Salvo erro, os equipamentos 'adquiridos' por contrato de locação foram os submarinos, os C-295 e 10 dos EH-101. Os outros dois EH-10 (SIFICAP) foram adquiridos directamente pelo Estado, com ajuda de fundos comunitários.

Para mim, o mais grave de todos estes programas foi o dos submarinos. Optou-se pela locação de dois navios, que custou mais que a aquisição directa de três navios, com o único propósito de ludibriar as contas do deficit. No fim, porque Bruxelas mudou as regras, acabámos por pagar os navios antecipadamente sem qualquer benefício para as contas do deficit.

Mas ainda não acabou. Devido aos problemas levantados pelo incumprimento das contrapartidas, os alemães ofereceram um terceiro navio de borla (que podia ser o quarto, se tivéssemos optado pela aquisição inicial de três submarinos, como foi sempre o objectivo da Marinha); esta oferta foi recusada pelo governo português da altura. Por isso, quando o Arpão e o Tridente estiverem encostados simultaneamente para reparos/manutenção, lembrem-se que é graças aos senhores Durão Barroso, Portas e Sócrates que não temos mais submarinos operacionais.
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Abril 12, 2019, 06:55:17 pm
lembrem-se que é graças aos senhores Durão Barroso, Portas e Sócrates que não temos mais submarinos operacionais.

No entanto também é devido a eles que temos dois em vez de nenhum...
Título: Re: EH-101
Enviado por: Get_It em Abril 13, 2019, 12:52:59 am
Mas ainda não acabou. Devido aos problemas levantados pelo incumprimento das contrapartidas, os alemães ofereceram um terceiro navio de borla (que podia ser o quarto, se tivéssemos optado pela aquisição inicial de três submarinos, como foi sempre o objectivo da Marinha); esta oferta foi recusada pelo governo português da altura.
Na altura os alemães queriam-nos impingir com o Papanikolis que os gregos tinham acabado de rejeitar a entrega. Acho que fizemos bem em dizer não visto que provavelmente seria um "presente" envenenado e que era um submarino ligeiramente diferente que os nossos U-209PN.

Cumprimentos,
Título: Re: EH-101
Enviado por: Major Alvega em Abril 13, 2019, 02:13:23 am
O que é a Defloc, e porque está esta associada aos EH-101? E porque é que a manutenção dos EH-101 é tão complicada ao ponto de ter problemas que não se vêem com outras unidades da FAP?

A Defloc foi um esquema organizado pelos políticos da altura e os escritórios de advogados (que lhes chamam um veículo financeiro) com argumento de não levar o valor dos EH101 ao déficit e de o poder agravar ainda mais.
Mas foi com outro propósito. E uma maneira de os contribuintes e o Estado pagar 2 ou 3x mais o valor do equipamento. A corrupção já não se faz da forma clássica que é o fabricante paga umas luvas por debaixo da mesa ao tipo ou tipos que decidem a compra. Leva-se a operação para os bancos e eles pagam uma comissão dos juros que cobram a mais ao erário público.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Stalker79 em Abril 13, 2019, 12:58:47 pm
Mas ainda não acabou. Devido aos problemas levantados pelo incumprimento das contrapartidas, os alemães ofereceram um terceiro navio de borla (que podia ser o quarto, se tivéssemos optado pela aquisição inicial de três submarinos, como foi sempre o objectivo da Marinha); esta oferta foi recusada pelo governo português da altura.
Na altura os alemães queriam-nos impingir com o Papanikolis que os gregos tinham acabado de rejeitar a entrega. Acho que fizemos bem em dizer não visto que provavelmente seria um "presente" envenenado e que era um submarino ligeiramente diferente que os nossos U-209PN.

Cumprimentos,


O ligeiramente diferente dásse a volta, agora mesmo com todos os problemas que foram relatados, o submarino só seria aceite se os alemães corrigissem os defeitos.
A espera valia a pena ter uma terceira unidade á disposição para mim.
 :-P
Título: Re: EH-101
Enviado por: Fraz em Abril 14, 2019, 03:01:17 pm
Quanto ao terceiro submarino, lembro-me de ler sobre almirantes da Armada reforçarem a não-opção por ter elementos diferentes, na altura referia o tal sujeito que, por exemplo, a evacuação nesse navio teria que ser efectuada e treinada de forma diferente aos dois originais..

Parece-me uma desculpa fraquinha, acho que passaram a oportunidade por na altura haver uma certa histeria nas esquerdas mais à esquerda sobre o valor financeiro ou a necessidade de submarinos.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Abril 18, 2019, 02:19:59 pm
Parece-me que a Leonardo está a precisar de competição no nosso país...

Citar
Contrato mensal de manutenção dos helicópteros da Força Aérea aumenta 60%

Defesa faz contratos bimestrais por ajuste direto com o fabricante dos EH-101, que é de 3,2 milhões de euros no primeiro trimestre e subiu para 3,8 milhões bimestrais.

Manuel Carlos Freire
18 Abril 2019

O valor do novo contrato de manutenção dos helicópteros EH-101 da Força Aérea teve um aumento mensal da ordem dos 60%, conforme resulta do contrato em vigor nos meses de abril e maio face ao pago no primeiro trimestre.

O ministro da Defesa assinou em março o despacho - publicado nesta semana - que estabelece em 3,8 milhões de euros o custo do contrato bimestral de manutenção completa (FISS, sigla em inglês) dos EH-101 celebrado com o fabricante italiano Leonardo. Contudo, o valor pago pelos mesmos serviços no primeiro trimestre foi de 3,2 milhões.

https://www.dn.pt/edicao-do-dia/18-abr-2019/interior/contrato-mensal-de-manutencao-dos-helicopteros-da-forca-aerea-aumenta-60--10808851.html?target=conteudo_fechado
Título: Re: EH-101
Enviado por: Stalker79 em Abril 18, 2019, 02:35:40 pm
Parece-me que a Leonardo está a precisar de competição no nosso país...

Citar
Contrato mensal de manutenção dos helicópteros da Força Aérea aumenta 60%

Defesa faz contratos bimestrais por ajuste direto com o fabricante dos EH-101, que é de 3,2 milhões de euros no primeiro trimestre e subiu para 3,8 milhões bimestrais.

Manuel Carlos Freire
18 Abril 2019

O valor do novo contrato de manutenção dos helicópteros EH-101 da Força Aérea teve um aumento mensal da ordem dos 60%, conforme resulta do contrato em vigor nos meses de abril e maio face ao pago no primeiro trimestre.

O ministro da Defesa assinou em março o despacho - publicado nesta semana - que estabelece em 3,8 milhões de euros o custo do contrato bimestral de manutenção completa (FISS, sigla em inglês) dos EH-101 celebrado com o fabricante italiano Leonardo. Contudo, o valor pago pelos mesmos serviços no primeiro trimestre foi de 3,2 milhões.

https://www.dn.pt/edicao-do-dia/18-abr-2019/interior/contrato-mensal-de-manutencao-dos-helicopteros-da-forca-aerea-aumenta-60--10808851.html?target=conteudo_fechado


Eu já a olhar pro H145 ou até para o H215M ! (sim, o super puma moderno)
 c56x1
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Abril 18, 2019, 02:59:13 pm
Por este andar tinha saído mais barato comprar o Super Stallion e ainda fazia a época de incêndios... :mrgreen: :mrgreen:

(https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRvynAO81WirekAzEaxrYK-oiYgwpXy8U2lTTkvbm5eC4rsHZMmUw)

(https://assets.verticalmag.com/images/news/article_files/633684400236234.jpg)

(https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR0JivUK_35Y3MRCdG6JbYDjvuQubOnx73wwmV0qjZFrHVWKzURUg)

Saudações



Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Abril 18, 2019, 05:54:44 pm
Oh mafets, esses ainda caiem mais que os Kamov.  :mrgreen:
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Abril 18, 2019, 09:01:59 pm
Oh mafets, esses ainda caiem mais que os Kamov.  :mrgreen:

Ias dizendo (imagina os Koalhões)...  ::)  ;)

(http://4.bp.blogspot.com/-bbO0Y3jTwpo/U2LKX1Te_2I/AAAAAAAA27M/HmgIuVgxxt8/s1600/5362bfaf5ef9a.image.jpg)

(http://news.bbc.co.uk/olmedia/1730000/images/_1730738_dyfpowhelic300.jpg)

(https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTKQgxDFW8mfi5p79ovwA6skDfHx_vH5Z0rfmrWoyBwedcIvau0mA)

(https://static01.diariodenavarra.es/uploads/imagenes/bajacalidad/2014/09/14/_helicoptero_abebec1f.jpg)

https://aviation-safety.net/wikibase/dblist.php?AcType=A119 (https://aviation-safety.net/wikibase/dblist.php?AcType=A119)

Saudações



 
Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Abril 18, 2019, 09:39:19 pm
Come again?  :mrgreen:

Citar
Since 2013 the CH-53E accident rate has been 79 per million flying hours, four times higher than the historic fleet average.

http://aerossurance.com/helicopters/ch53e-readiness-crisis-mac/ (http://aerossurance.com/helicopters/ch53e-readiness-crisis-mac/)
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Abril 19, 2019, 10:32:44 am
O K vai arranjar isso tudo...  :mrgreen: ;)

(https://www.lockheedmartin.com/content/dam/lockheed-martin/rms/photo/ch53k/Sikorsky-CH-53K-1800x894.jpg.pc-adaptive.full.medium.jpeg)

Cumprimentos
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Abril 19, 2019, 12:42:40 pm
O K vai arranjar isso tudo...  :mrgreen: ;)

(https://www.lockheedmartin.com/content/dam/lockheed-martin/rms/photo/ch53k/Sikorsky-CH-53K-1800x894.jpg.pc-adaptive.full.medium.jpeg)

Com um price tag a variar entre os 120 e os 135M€ por unidade só mesmo em kit à escala é que poderá no futuro aparecer algum por cá.  :mrgreen:

É mais um programa que continuará a dar muito que falar.
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Abril 19, 2019, 01:37:58 pm
O K vai arranjar isso tudo...  :mrgreen: ;)

(https://www.lockheedmartin.com/content/dam/lockheed-martin/rms/photo/ch53k/Sikorsky-CH-53K-1800x894.jpg.pc-adaptive.full.medium.jpeg)

Com um price tag a variar entre os 120 e os 135M€ por unidade só mesmo em kit à escala é que poderá no futuro aparecer algum por cá.  :mrgreen:

É mais um programa que continuará a dar muito que falar.

Então mas o F35 não começou com esses preços e além das vendas chovem interessados?  :mrgreen: Temos que ter fé que o K também vai baixar para os 80 milhões.  :mrgreen: ;)

Cumprimentos  :-P c56x1
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Abril 19, 2019, 01:41:01 pm
O K vai arranjar isso tudo...  :mrgreen: ;)

(https://www.lockheedmartin.com/content/dam/lockheed-martin/rms/photo/ch53k/Sikorsky-CH-53K-1800x894.jpg.pc-adaptive.full.medium.jpeg)

Com um price tag a variar entre os 120 e os 135M€ por unidade só mesmo em kit à escala é que poderá no futuro aparecer algum por cá.  :mrgreen:

É mais um programa que continuará a dar muito que falar.

Então mas o F35 não começou com esses preços e além das vendas chovem interessados?  :mrgreen: Temos que ter fé que o K também vai baixar para os 80 milhões.  :mrgreen: ;)

Cumprimentos  :-P c56x1

Ora bem assim é que é falar se acontecer o mesmo ao 390 ainda vamos conseguir comprar 1/2 avião, por vinte milhões, ou se calhar vamos alugar em leasing uns seis á Skytech !!??
eu tenho muita fé nos negócios/contratos de aquisições militares que Portugal fará num futuro próximo, a começar pelos Koalhões e continuando pelos NPL, AOR, futuras Fragatas, 390 e substitutos dos F16, vão ser um MUST !!!!i ::)
daqui a cinco seis anos ainda vamos estar a discutir quais as Fragatas e NPL a comprar e á espera dos substitutos dos F16 !!

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Junho 06, 2019, 10:29:37 am
Para os que acham que o nosso Merlin ficaria bem envergando um esquema cinzento de baixa visibilidade, com as indicações SAR em day-glo (que não é o meu caso), aqui ficam imagens dos Mk.610 da Marinha Argelina.

(https://farm8.static.flickr.com/7378/9043772883_bd016c55a4_b.jpg)

(http://www.vlnphotography.co.uk/media/images/user-images/7665/8thapril10.jpg)

(https://s3.eu-west-2.amazonaws.com/abpic-media-eu-production/pictures/full_size_0181/1272235-large.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: raphael em Junho 06, 2019, 11:15:01 am
E os EH já pararam a frota ou está quase?
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Junho 06, 2019, 01:01:58 pm
E os EH já pararam a frota ou está quase?

Não deve faltar muito, não. Na semana passada no Montijo, que é só a BOP dos helis, estava 1 e meio operacional. O que seria se precisássemos da metade do outro que está somente metade operacional...  :mrgreen: ::)


P.S. Há tempos alguém argumentava comigo que era suficiente estar um único heli [EH-101] operacional para todo o território continental, o que me deu imediatamente vontade de rir. Seja por falta de tripulações, dos contratos de manutenção das aeronaves e motores, etc, a situação teima em se perpetuar. Anda-se a brincar com o fogo...
Título: Re: EH-101
Enviado por: dc em Junho 06, 2019, 02:06:28 pm
Se o problema é a falta de pilotos, que se vá buscar os dos Lynx, que pelos vistos eles existem mas o helis não.  ::)
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Junho 06, 2019, 02:33:29 pm
Se o problema é a falta de pilotos, que se vá buscar os dos Lynx, que pelos vistos eles existem mas o helis não.  ::)

Como é ?????
Título: Re: EH-101
Enviado por: dc em Junho 06, 2019, 02:41:57 pm
Se o problema é a falta de pilotos, que se vá buscar os dos Lynx, que pelos vistos eles existem mas o helis não.  ::)

Como é ?????

Os Lynx andam desaparecidos. Vão para MLU e não voltam, enquanto isso os pilotos devem ficar a ver navios (literalmente).
Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Junho 06, 2019, 02:46:57 pm
A falta de pilotos na frota EH-101 tem sido, historicamente, de pilotos-comandante. Para se qualificar nessa categoria, um piloto necessita de um determinado número de horas na aeronave como piloto 'regular'. Ora não se pode pegar em pilotos de outras aeronaves e torná-los pilotos-comandante por decreto. Não é assim que as coisas funcionam na aeronáutica.
Título: Re: EH-101
Enviado por: dc em Junho 06, 2019, 03:11:52 pm
E eu estava a ser sarcástico.  ::)
Porque é de facto irónico de um lado haver helicópteros e falta de pilotos, e do outro haver pilotos e falta de helicópteros...

Ainda assim, parte do problema da falta de pilotos, resido nos critérios de entrada. Desde logo começando por uma nota específica a Matemática que não tem nada a ver com a qualidade ou não de um futuro piloto. Quando se tem um critério tão abstracto a ser imposto antes de alguém ser piloto, está-se a cortar no número de candidatos elegíveis. As notas dependem das escolas, dos professores, dos exames, das matérias dadas... Seria muito mais ajustada esta nota se fosse numa matemática aplicada directamente à função de piloto.

Depois existe claro o incentivo e regalias para se ser piloto e para não sair da FAP para uma empresa privada/civil. Se um piloto da FAP sai demasiado cedo para a aviação civil, sendo ainda fisicamente e psicologicamente capaz de desempenhar as funções militares que cumpria, então torna-se um desperdício das suas capacidades e torna-se impossível a renovação consistente de pilotos.
Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Junho 06, 2019, 03:27:39 pm
E qual é a "matemática aplicada directamente à função de piloto"? Geometria, trigonometria, cálculo vectorial, análise funcional? Todas e ainda mais! A capacidade de um piloto efectuar cálculos mentalmente de forma rápida pode ser a diferença entre a vida e a morte de centenas (ou milhares) de pessoas.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Junho 06, 2019, 03:46:32 pm
Na semana passada no Montijo, que é só a BOP dos helis, estava 1 e meio operacional.

CJ explicas essa do meio operacional? É que para mim ou está capaz de executar missões ou não está. Queres dizer que existe um aparelho que rapidamente pode ser colocado em condições de voo, é isso.

PS: Se o Papa cá viesse agora estavamos lixados, não há 3 EH101 para colocar em Monte Real, alguém ia ter de ir de carro.
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Junho 06, 2019, 04:27:04 pm
 
A falta de pilotos na frota EH-101 tem sido, historicamente, de pilotos-comandante. Para se qualificar nessa categoria, um piloto necessita de um determinado número de horas na aeronave como piloto 'regular'. Ora não se pode pegar em pilotos de outras aeronaves e torná-los pilotos-comandante por decreto. Não é assim que as coisas funcionam na aeronáutica.

yu23x1
A nossa Aeronáutica Militar a tal que os helis não tem de respeitar as normas de voo/segurança aplicadas á aeronáutica civil ???
NVF, Estas a falar da mesma correcto ? ::)

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Junho 06, 2019, 04:28:41 pm
CJ explicas essa do meio operacional? É que para mim ou está capaz de executar missões ou não está. Queres dizer que existe um aparelho que rapidamente pode ser colocado em condições de voo, é isso.

PS: Se o Papa cá viesse agora estavamos lixados, não há 3 EH101 para colocar em Monte Real, alguém ia ter de ir de carro.

Então: segundo aparelho em vias de ficar operacional por ter pedido peças emprestadas a outro que está neste momento parado à espera de manutenção. Pronto, soa-te melhor assim?  :mrgreen:
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Junho 06, 2019, 04:29:09 pm
NVF, não respondas que eu estava-me a meter contigo, vá-se lá saber porquê.   :mrgreen:

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Junho 06, 2019, 04:31:10 pm
CJ explicas essa do meio operacional? É que para mim ou está capaz de executar missões ou não está. Queres dizer que existe um aparelho que rapidamente pode ser colocado em condições de voo, é isso.

PS: Se o Papa cá viesse agora estavamos lixados, não há 3 EH101 para colocar em Monte Real, alguém ia ter de ir de carro.

Então: segundo aparelho em vias de ficar operacional por ter pedido peças emprestadas a outro que está neste momento parado à espera de manutenção. Pronto, soa-te melhor assim?  :mrgreen:

Essa gostei, uma canibalização Provisório/Selectiva !!!!
Ou seja, já que estás AOG, foste uma vez mais, o Foxtrot Óscar Delta Índia Delta Óscar.

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Junho 06, 2019, 04:45:54 pm
CJ explicas essa do meio operacional? É que para mim ou está capaz de executar missões ou não está. Queres dizer que existe um aparelho que rapidamente pode ser colocado em condições de voo, é isso.

PS: Se o Papa cá viesse agora estavamos lixados, não há 3 EH101 para colocar em Monte Real, alguém ia ter de ir de carro.

Então: segundo aparelho em vias de ficar operacional por ter pedido peças emprestadas a outro que está neste momento parado à espera de manutenção. Pronto, soa-te melhor assim?  :mrgreen:

Essa gostei, uma canibalização Provisório/Selectiva !!!!
Ou seja, já que estás AOG, foste uma vez mais, o Foxtrot Óscar Delta Índia Delta Óscar.

Abraços

A respeito disto, ainda no dia da base aberta em Beja, entre militares e civis, alguns foram aqueles que afirmavam em tom de brincadeira que o ideal daqui para a frente seria ter um Koala em Ovar, outro em Monte Real, em Sintra e outro em Beja para a busca e salvamento. Isto é como diz o povinho: é melhor rir do que chorar. :mrgreen: ::)
Título: Re: EH-101
Enviado por: dc em Junho 06, 2019, 05:06:43 pm
E qual é a "matemática aplicada directamente à função de piloto"? Geometria, trigonometria, cálculo vectorial, análise funcional? Todas e ainda mais! A capacidade de um piloto efectuar cálculos mentalmente de forma rápida pode ser a diferença entre a vida e a morte de centenas (ou milhares) de pessoas.

E dessas vertentes, quais é que são dadas na matemática do secundário? E cálculos mentalmente? 90% do que se faz em matemática na escola requer calculadora nos dias de hoje, onde é que isto beneficia o calculo mental? E o ensino dessa matemática toda, ao ponto de um aluno se tornar apto para a praticar sem ajudas, calculadoras e com variáveis que não estudou na escola? E tempo para ensinar isso tudo a um padrão que permita que o aluno ter a agilidade mental para mais tarde pôr em prática esses ensinamentos? E que tal essa matemática não ser dada à pressa para os exames? E que tal todas as variáveis que há na atribuição das notas? E que tal as variáveis de professores ausentes, com métodos de ensino desadequados para certos tipos de alunos, turma problemáticas, alunos batoteiros/copiadores, exames mais fáceis e outros mais difíceis... É possível uma nota ao fim de 3 anos responder com certeza a todas estas variáveis? Penso que não.

Lá está, números arbitrários que não representam a qualidade para melhor ou para pior de um futuro piloto, visto que há tantas variáveis metidas ao barulho.
E ser a diferença entre salvar centenas ou milhares de vidas? Até um mau sotaque ou pronunciação de inglês de qualquer uma das partes envolvidas é o suficiente para causar um desastre, não é preciso ir muito longe a cálculos mentais.  :-P
Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Junho 06, 2019, 05:36:47 pm
E dessas vertentes, quais é que são dadas na matemática do secundário?

No meu tempo todas (se bem que em análise não se dava cálculo integral, isso era só na universidade). Presumo que não tenha mudado muito, terá porventura uma carga mais ligeira mas as bases têm que ser dadas.

Mas com essa 'aversão' toda à matemática que tens demonstrado, fiquei com curiosidade e foi ver os requisitos para a AFA. O que é pedido é que os candidatos tenham uma nota mínima a matemática de 95 pontos, ou seja, 9,5 que é arredondado para 10. Basicamente, está-se a pedir aos meninos e meninas que passem a matemática. Acho que não é pedir muito e confesso que até me parece muito pouco exigente.

O sotaque é muito difícil de corrigir. Mesmo pessoas que vivem décadas num país estrangeiro continuam a ter sotaque. Agora matemática é universal, aprende-se com estudo e é fundamental em aviação, ou em qualquer outra profissão técnica. E quando estás a pilotar uma avião, perdes os instrumentos e tens que fazer um cálculo rápido para decidir para que pista te deves dirigir, mesmo que tenhas uma calculadora, não te vai servir de muito se não souberes que operações tens que efectuar na dita calculadora, com ou sem sotaque.
Título: Re: EH-101
Enviado por: dc em Junho 06, 2019, 05:56:36 pm
Para ser piloto, a nota mínima não é/era 16 ou algo parecido?  ???

Sim, o 9,5 é uma nota banal, tendo em conta que é o mínimo que se pede para completar o 12º.

Mas lá está, como disse e muito bem, há que ter a capacidade de executar cálculos mentais, e essa capacidade é cada vez menos importante na matemática escolar. Ou seja, numa época de calculadores e funções e gráficos, pouco ou nada se faz mentalmente, ou seja, a nota a matemática, não representa a capacidade que alguém tem de executar cálculos mentais.

Quando falo no sotaque, é para dar um exemplo de algo tão simples que pode colocar ou não em risco outras tantas vidas. Quem diz sotaque, diz falta de vocabulário, falta de jeito a dizer certas palavras em inglês, etc. Tanto que uma nota a inglês também não representa o quão bons somos a falar essa língua. Isto é na prática para exemplificar que se pode colocar vidas em risco por uma coisa tão simples como má compreensão de uma palavra/frase.  ;)

Entretanto, o problema de pilotos continua a ser crónico, e poucos incentivos há a manter os existentes na FAP por mais tempo. Depois ainda temos a questão da manutenção dos EH-101, o que é ridículo visto estarem aqui há tanto tempo.
Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Junho 06, 2019, 07:43:07 pm
O inglês não é problemático na AFA porque o currículo inclui mais cadeiras de inglês (total de 8!) que de matemática. Mas uma boa nota a inglês indica um bom conhecimento das regras gramaticais e um vocabulário mínimo. Mais, do total das oito cadeiras de inglês do currículo da AFA, duas são de inglês aeronáutico onde, certamente, os/as cadetes aprendem vocabulário específico.

Não é pelo currículo que há poucos pilotos na FAP e sendo o número de admissões autorizadas anualmente ridiculamente baixo, certamente que não há um problema de recrutamento. Existe um problema grave de má gestão de recursos humanos e um problema ainda mais sério de retenção de quadros.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Junho 06, 2019, 09:17:50 pm
um aparelho que rapidamente pode ser colocado em condições de voo, é isso.

Então: segundo aparelho em vias de ficar operacional por ter pedido peças emprestadas a outro que está neste momento parado à espera de manutenção. Pronto, soa-te melhor assim?  :mrgreen:

 :G-beer2: Entendi, então é mais ou menos o que eu tinha suposto.

PS: Eu pensava que aparelhos à espera que outro entre em inspecção para lhe retirarem equipamentos era o procedimento normal.  :mrgreen:.
Título: Re: EH-101
Enviado por: dc em Junho 06, 2019, 10:08:27 pm
Não é pelo currículo que há poucos pilotos na FAP e sendo o número de admissões autorizadas anualmente ridiculamente baixo, certamente que não há um problema de recrutamento. Existe um problema grave de má gestão de recursos humanos e um problema ainda mais sério de retenção de quadros.

Isto é que nunca percebi. Porque abrem tão poucas vagas? Eu já tinha ouvido falar em algo semelhante, mas não me recordo onde, mas é de facto ridículo haver falta de recursos humanos quando depois limitam e muito as oportunidades de entrada.
Título: Re: EH-101
Enviado por: NVF em Junho 07, 2019, 12:17:34 am
Porque a formação é cara, a frota é pequena e não se tem em conta o turnover — ou então as chefias não se preocupam com este último detalhe.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 07, 2019, 03:33:07 pm
Eu só sei que a minha pequena no 2º ano está a aprender matemática que eu sou aprendi mais para a frente. Das duas uma, ou eu e os meus colegas éramos muito burros (uma forte possibilidade) ou agora os miúdos são mais espremidos.
Título: Re: EH-101
Enviado por: ocastilho em Junho 08, 2019, 09:44:10 am
Mais uma vez o que se prova com o que direi à frente é uma total falta de planeamento na FAP e nas FAs em geral.
 Há coisa de 10 anos a esta parte decidiram acabar com os PILs e formar só PILAVs, uma tremenda mudança com elevadas implicações a nível económico e temporal de gestão de pessoal, escusado será dizer que um PILAV fica muito mais caro de formar e demora muito mais tempo, mas Pais rico é assim, ou é do bom e do melhor ou nada.

Suas sumidades repararam agora que se calhar os PILs fazem falta e toca de abrir vagas para PILs. O argumento é o "combate ao fogos", apesar de ser uma boa desculpa para dar ao zé povinho, é provavelmente mentira, mas ennfim...

Ora não há dinheiro para aeronaves, ora não há pilotos para as pilotar, logo não vale a pena comprar, a verdadeira pescada de rabo na boca. E com papas e bolos se enganam tolos.

PS: NVF, estás desactualizado, hoje em dia no secundário os miúdos já dão calculo integral. Um verdadeiro aleluia, porque os alemães e outros já o ensinavam há muito tempo no secundário, mas não deviamos querer por muita pressão nos nossos meninos.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 08, 2019, 12:48:46 pm
PS: NVF, estás desactualizado, hoje em dia no secundário os miúdos já dão calculo integral. Um verdadeiro aleluia, porque os alemães e outros já o ensinavam há muito tempo no secundário, mas não deviamos querer por muita pressão nos nossos meninos.

Eu como pai de uma criança que está no Básico vejo que a pressão agora é muito superior ao da que eu tive à 30 e tal anos atrás. A matéria dada também é muito à frente do que eu dei e ainda por cima fazem testes de aferição com outros professores, o que lhes provoca um elevado nível de stress (tudo por algo que na prática não vale para nada).
Título: Re: EH-101
Enviado por: asalves em Junho 12, 2019, 05:32:06 pm
CJ explicas essa do meio operacional? É que para mim ou está capaz de executar missões ou não está. Queres dizer que existe um aparelho que rapidamente pode ser colocado em condições de voo, é isso.

PS: Se o Papa cá viesse agora estavamos lixados, não há 3 EH101 para colocar em Monte Real, alguém ia ter de ir de carro.

Então: segundo aparelho em vias de ficar operacional por ter pedido peças emprestadas a outro que está neste momento parado à espera de manutenção. Pronto, soa-te melhor assim?  :mrgreen:

Essa gostei, uma canibalização Provisório/Selectiva !!!!
Ou seja, já que estás AOG, foste uma vez mais, o Foxtrot Óscar Delta Índia Delta Óscar.

Abraços

Presumo que as regras de manutenção sejam iguais ao meio civil, se assim for as fichas de manutenção e os "documentos" de cada peça deve ser coisa gira, imaginem calcular as horas de voo de uma determinada peça? Deve haver peças a passar pela frota todo  :mrgreen:
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Junho 12, 2019, 06:44:43 pm
Presumo que as regras de manutenção sejam iguais ao meio civil, se assim for as fichas de manutenção e os "documentos" de cada peça deve ser coisa gira, imaginem calcular as horas de voo de uma determinada peça? Deve haver peças a passar pela frota todo  :mrgreen:

Há programas informáticos que fazem isso, quando um componente é instalado num avião isso também é feito informaticamente.
Título: Re: EH-101
Enviado por: asalves em Junho 13, 2019, 12:23:04 pm
Presumo que as regras de manutenção sejam iguais ao meio civil, se assim for as fichas de manutenção e os "documentos" de cada peça deve ser coisa gira, imaginem calcular as horas de voo de uma determinada peça? Deve haver peças a passar pela frota todo  :mrgreen:

Há programas informáticos que fazem isso, quando um componente é instalado num avião isso também é feito informaticamente.

Sim, é a sorte, mesmo assim imagine o quanto difícil deve ser planear um revisão, ou revisões, pois se for preciso o limite de horas de voo dos componentes pode chegar ao ponto em que nenhum coincide uns com os outros ou seja no pior caso de mês a mês andam a fazer "revisões" a sorte é que os Helis não voam assim tanto.

Mesmo em condições normais ou os helis acabam por ter para mais vezes ou não se chega a aproveitar a vida útil dos componentes ou então ficam ao canto a espera de encaixarem num buraco qualquer.

Eu acho que é com estas pequenas coisas que se acaba por gastar mais dinheiro e tempo (que nos dias de hoje equivale a dinheiro) do se as coisas fossem feitas como deve ser.
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Junho 13, 2019, 01:13:00 pm
Presumo que as regras de manutenção sejam iguais ao meio civil, se assim for as fichas de manutenção e os "documentos" de cada peça deve ser coisa gira, imaginem calcular as horas de voo de uma determinada peça? Deve haver peças a passar pela frota todo  :mrgreen:

Há programas informáticos que fazem isso, quando um componente é instalado num avião isso também é feito informaticamente.

Sim, é a sorte, mesmo assim imagine o quanto difícil deve ser planear um revisão, ou revisões, pois se for preciso o limite de horas de voo dos componentes pode chegar ao ponto em que nenhum coincide uns com os outros ou seja no pior caso de mês a mês andam a fazer "revisões" a sorte é que os Helis não voam assim tanto.

Mesmo em condições normais ou os helis acabam por ter para mais vezes ou não se chega a aproveitar a vida útil dos componentes ou então ficam ao canto a espera de encaixarem num buraco qualquer.

Eu acho que é com estas pequenas coisas que se acaba por gastar mais dinheiro e tempo (que nos dias de hoje equivale a dinheiro) do se as coisas fossem feitas como deve ser.

mesmo quando as aeronaves tem pouca ou nenhuma utilização, ao fim de X tempo tens de substituir os rotáveis.

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: mafets em Julho 16, 2019, 11:48:38 am
http://www.passarodeferro.com/2019/07/ogma-anuncia-contrato-de-manutencao-da.html?fbclid=IwAR1_hwZHVX-EUvbu1Rz9Yx43MlUq2trKejvowaOthSV2aEPhFhztiN_9IKE (http://www.passarodeferro.com/2019/07/ogma-anuncia-contrato-de-manutencao-da.html?fbclid=IwAR1_hwZHVX-EUvbu1Rz9Yx43MlUq2trKejvowaOthSV2aEPhFhztiN_9IKE)

Citar
A OGMA anunciou ontem 15 de Julho de 2019, através da sua conta na rede social Twitter, a celebração, com a DGRDN (Direção Geral de Recursos da Defesa Nacional), de um contrato para a manutenção de 2º e 3º Escalão do sistema de armas EH101 Merlin.

No mesmo "tweet" pode ainda ler-se que o contrato cobre a totalidade dos doze helicópteros que compõem a frota ao serviço da Força Aérea Portuguesa (FAP), actualmente (e por enquanto) ainda baseados na Base Aérea nº6, sita no Montijo.

A manutenção da frota EH101 da FAP tem sido o "calcanhar de Aquiles" de uma aeronave que, sendo excelente para as missões que lhe são atribuídas, tem enfrentado sucessivos problemas de operacionalidade, devido à manutenção, cujo contrato não foi assegurado adequadamente pelo Estado Português aquando da sua aquisição. Desde Dezembro de 2018, quando terminou o anterior contrato com a Leonardo - que é também o fabricante do modelo - que a manutenção estava a ser realizada ao abrigo da extensão do mesmo contrato, que estava contudo limitada legalmente, no tempo.

(https://1.bp.blogspot.com/-X9SR2cKm_pU/XS2nSw_2PrI/AAAAAAAAE1o/rReDfXJ2fGAX_RqZOx9DVz92fsM5VCWIgCLcBGAs/s640/OGMA.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Julho 17, 2019, 02:16:02 pm
Embora se continue sem saber qual o veredicto final do EIA da BA6, com a vinda da escola de helicópteros para Portugal o MDN e a FAP apressaram-se a confirmar a transferência das Esq. 751 e 552 para Sintra.

Citar
(...) A candidatura portuguesa à instalação dessa nova escola europeia de helicópteros militares avançou em paralelo com a decisão da Força Aérea em transferir a sua esquadra de helicópteros EH-101 - sedeada no Montijo, onde deverá ficar o aeroporto complementar de Lisboa - para a base de Sintra (BA1). A Força Aérea prevê igualmente transferir a esquadra dos helicópteros ligeiros Koala da base de Beja para a BA1, admitiram fontes do ramo ao DN. (...)

https://www.dn.pt/poder/interior/escola-de-helicopteros-militares-da-ue-fica-em-portugal-11117418.html
Título: Re: EH-101
Enviado por: Claust em Agosto 06, 2019, 07:26:37 pm
A OGMA entregou a aeronave EH-101 N / C 19610 à FAP, após uma inspeção 50/100/150/200 / 300H / 3/6/12/18/24 / 48M realizada pela equipe local na Base Aérea 6.
(https://twitter.com/OGMA_PT/status/1158780059894919169/photo/1)

Fonte: https://twitter.com/OGMA_PT/status/1158780059894919169
Título: Re: EH-101
Enviado por: goldfinger em Agosto 08, 2019, 07:34:22 am
(https://3.bp.blogspot.com/-bJQFOKCWag0/V9LOlm9KE4I/AAAAAAAA6ZE/1sKuxjgLyq0m-fsaBPvtCjIA4YU4Q86VACLcB/s1600/3.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: ICE 1A+ em Setembro 06, 2019, 12:39:12 am
Citar
"É com profundo pesar que informamos que o capitão piloto-aviador Noel Ferreira, militar da Esquadra 751, faleceu vítima de um acidente com um helicóptero de combate a incêndios".

R.I.P

Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 03, 2019, 11:57:22 am
Para além de ir adquirir mais duas aeronaves, o Canadá vai avançar com o MLU aos seus AW101 Cormorant actualizando-os para a versão Mk.612 utilizada pela Noruega. Por cá é o mesmo de sempre, não se passa nada...  ::)


Retirado da revista "Combat Aircraft November 2019"
Citar
GO-AHEAD FOR CORMORANT MID-LIFE UPGRADE

THE CANADIAN GOVERNMENT has revealed plans to acquire at least two more CH-149 Cormorant search and rescue helicopters and upgrade the 14 that are currently in service at a cost of up to $1.06 billion. The Cormorant Mid-Life Upgrade, according to the Department of National Defence, will allow the Cormorants to continue operating until 2042. The government had previously announced plans to issue a sole-source contract for the upgrades to Leonardo in May 2018. Canada originally purchased 15 Cormorants, but one crashed in 2006.

Based on the AW101, the helicopters entered service in 2000. Under the plans, the CH-149s will be upgraded to the AW101 Mk612 configuration, which is currently being delivered to Norway for its SAR missions. CH-149s are currently based at 19 Wing/CFB Comox, British Columbia, 9 Wing/CFB Gander, Newfoundland, and 14 Wing/CFB Greenwood, Nova Scotia. The acquisition of additional aircraft will permit the assignment of 8 Wing/CFB Trenton, Ontario, which had operated CH-149s until 2005. The SAR mission at that base is currently handled by smaller CH-146 helicopters. The Cormorants will receive upgraded navigation, communication and flight recorder systems that will be compliant with new Canadian, US, and European airspace requirements. Additionally, the aircraft will gain digital ‘glass’ displays, improved sensors and more powerful engines. Although the project is currently in its definition phase, work will begin in 2020, and the delivery of the first upgraded Cormorant should follow in 2022.

It was initially unclear whether the two additional helicopters would be newly produced examples or would use some of the nine VH-71A airframes that were acquired from the US Navy in 2012. However, it was later revealed that the airframes — which were originally part of the US Navy’s Presidential Helicopter Program — would instead be stripped of their useful parts to support the upgraded/expanded CH-149 fleet.

Tom Kaminski
Título: Re: EH-101
Enviado por: Red Baron em Novembro 03, 2019, 02:18:21 pm
Para além de ir adquirir mais duas aeronaves, o Canadá vai avançar com o MLU aos seus AW101 Cormorant actualizando-os para a versão Mk.612 utilizada pela Noruega. Por cá é o mesmo de sempre, não se passa nada...  ::)


Retirado da revista "Combat Aircraft November 2019"
Citar
GO-AHEAD FOR CORMORANT MID-LIFE UPGRADE

THE CANADIAN GOVERNMENT has revealed plans to acquire at least two more CH-149 Cormorant search and rescue helicopters and upgrade the 14 that are currently in service at a cost of up to $1.06 billion. The Cormorant Mid-Life Upgrade, according to the Department of National Defence, will allow the Cormorants to continue operating until 2042. The government had previously announced plans to issue a sole-source contract for the upgrades to Leonardo in May 2018. Canada originally purchased 15 Cormorants, but one crashed in 2006.

Based on the AW101, the helicopters entered service in 2000. Under the plans, the CH-149s will be upgraded to the AW101 Mk612 configuration, which is currently being delivered to Norway for its SAR missions. CH-149s are currently based at 19 Wing/CFB Comox, British Columbia, 9 Wing/CFB Gander, Newfoundland, and 14 Wing/CFB Greenwood, Nova Scotia. The acquisition of additional aircraft will permit the assignment of 8 Wing/CFB Trenton, Ontario, which had operated CH-149s until 2005. The SAR mission at that base is currently handled by smaller CH-146 helicopters. The Cormorants will receive upgraded navigation, communication and flight recorder systems that will be compliant with new Canadian, US, and European airspace requirements. Additionally, the aircraft will gain digital ‘glass’ displays, improved sensors and more powerful engines. Although the project is currently in its definition phase, work will begin in 2020, and the delivery of the first upgraded Cormorant should follow in 2022.

It was initially unclear whether the two additional helicopters would be newly produced examples or would use some of the nine VH-71A airframes that were acquired from the US Navy in 2012. However, it was later revealed that the airframes — which were originally part of the US Navy’s Presidential Helicopter Program — would instead be stripped of their useful parts to support the upgraded/expanded CH-149 fleet.

Tom Kaminski

1- Os EH-101 são dos estado e não das FA/FAP
2- O ultimo HM2 foi produzido em 2016, "ainda" só estamos menos de 4 anos atrasados.
3- O upgrade para HM2 custaria cerca de 200M€.
4- A FAP nunca pagaria um upgrade de 200M€ para um helicóptero de uso civil.
Título: Re: EH-101
Enviado por: nelson38899 em Novembro 03, 2019, 05:18:18 pm
Eu diria, que os EH101, já precisam de um upgrade ao motor e aos instrumentos de busca e salvamento.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Red Baron em Novembro 03, 2019, 08:45:43 pm
Eu diria, que os EH101, já precisam de um upgrade ao motor e aos instrumentos de busca e salvamento.

O motor do EH-101 é simplesmente a base para o futuro dos helicópteros europeus. É bom lembrar que o RTM322 não só equipa os EH-101 mas também os NH-90.

O upgrade para o padrão HM2 a grade diferença é no Cockpit.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 03, 2019, 09:37:38 pm
3- O upgrade para HM2 custaria cerca de 200M€.
4- A FAP nunca pagaria um upgrade de 200M€ para um helicóptero de uso civil.

Civil?!? :o

Citar
ESQUADRA 751 - "PUMAS"

MISSÃO
Executar operações de apoio tático e de busca e salvamento.

https://www.emfa.pt/esquadra-46-esquadra-751-pumas
Título: Re: EH-101
Enviado por: Red Baron em Novembro 03, 2019, 10:06:07 pm
3- O upgrade para HM2 custaria cerca de 200M€.
4- A FAP nunca pagaria um upgrade de 200M€ para um helicóptero de uso civil.

Civil?!? :o

Citar
ESQUADRA 751 - "PUMAS"

MISSÃO
Executar operações de apoio tático e de busca e salvamento.

https://www.emfa.pt/esquadra-46-esquadra-751-pumas

Qual foi a ultima vez que os EH-101 não foram usados para SAR ou evacuação medica?  8)
Título: Re: EH-101
Enviado por: luis simoes em Novembro 03, 2019, 10:06:28 pm
PUMAS
Ainda fariam muito jeito nem que fosse e so para transporte/ prevencao e combate aos incendios...
Título: Re: EH-101
Enviado por: HSMW em Novembro 03, 2019, 10:12:19 pm
NÃO! A conversa dos Pumas outra vez é que não!!!!  :bang:
Título: Re: EH-101
Enviado por: luis simoes em Novembro 03, 2019, 11:18:37 pm
HSMW  boa noite
nao eu poupo te a isso prometo nao falar dos puma....
foi so uma opiniao nada mais que isso
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 04, 2019, 10:42:34 am
Qual foi a ultima vez que os EH-101 não foram usados para SAR ou evacuação medica?  8)

De acordo, mas isso deve-se exclusivamente à baixa taxa de operacionalidade da frota Merlin, devido aos crónicos problemas sobejamente conhecidos, que os obriga a ter de cumprir a missão mais fundamental de todas, o SAR. Porém tal não quer dizer que não efectuem transporte aéreo táctico (e geral, de carga e VIP) - só não os vi até hoje a trabalharem com o DAE, como acontecia antes com os Puma -, fiscalização de pescas, etc, etc. Daí a questão da camuflagem táctica que envergam ou, caso contrário, se fossem exclusivamente para SAR o adequado era tê-los com um esquema semelhante ao canadiano ou norueguês, ou então o compromisso alcançado no esquema de pintura empregue nalguns dos aparelhos dinamarqueses.

(https://farm4.staticflickr.com/3775/9384514526_67b6dfc13f_b.jpg)

(https://scontent-lht6-1.cdninstagram.com/v/t51.2885-15/e35/56161763_308935353119918_7198963596279698242_n.jpg?_nc_ht=scontent-lht6-1.cdninstagram.com&_nc_cat=102&se=7&oh=bd9dad965ada725ec384ea65f70590ed&oe=5E009CBC&ig_cache_key=MjAxMjYxNzUxMDA5NzkzNjA3MQ%3D%3D.2)

(https://images.squarespace-cdn.com/content/v1/50f87c93e4b0387257a4553f/1414930623364-9QYFZK55AH7WHEHE92A2/ke17ZwdGBToddI8pDm48kA9rhCjhJUYcQpKsBaLXN1ZZw-zPPgdn4jUwVcJE1ZvWQUxwkmyExglNqGp0IvTJZamWLI2zvYWH8K3-s_4yszcp2ryTI0HqTOaaUohrI8PIye_uGeP4isZUnhF2J4BSLX0iSmbQA7pLf20f1CNe8SkKMshLAGzx4R3EDFOm1kBS/LHP_3503.jpg)

(https://images.impresa.pt/expresso/2017-03-15-marcelo-fap-merlin/original)


Mas quando se tem na BA6 um hangar hoje quase ou tão mais cheio que este da foto abaixo, onde apenas um, no máximo dois helis se encontram operacionais...  :-\

(https://s3.observador.pt/wp-content/uploads/2017/05/25112609/eh-101-manutenccca7acc83o.jpg)
Título: Re: EH-101
Enviado por: ocastilho em Novembro 04, 2019, 12:05:18 pm
Lá estão vocês a dizer inverdades, não há um problema de manutenção. Há é sim um esforço de conservação de horas de voo dos EH101. Estes meninos vão ter de durar até 2070, há que poupar nas horas de voo ::) ::) ::)
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 04, 2019, 01:10:46 pm
Estes meninos vão ter de durar até 2070, há que poupar nas horas de voo ::) ::) ::)

Não diria tanto, mas com certeza que devidamente actualizados estruturalmente e a nível de aviónicos e sensores poderíamos perfeitamente vê-los a voar para aí até 2050 dadas as poucas horas de voo da maioria das células.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Novembro 04, 2019, 09:20:53 pm
só não os vi até hoje a trabalharem com o DAE.

Ver também nunca vi, mas pelo menos exercícios já fizeram.

Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Novembro 04, 2019, 09:30:11 pm
só não os vi até hoje a trabalharem com o DAE.

Ver também nunca vi, mas pelo menos exercícios já fizeram.


Epá mas que excelente heli de EvaKuação aparece nas filmagens.........., mas nós temos cá disso ???? :banana: :nice: :conf:
E ainda andamos á procura de melhor do que já temos ???

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: Charlie Jaguar em Novembro 05, 2019, 10:13:30 am
só não os vi até hoje a trabalharem com o DAE.

Ver também nunca vi, mas pelo menos exercícios já fizeram.


Epá mas que excelente heli de EvaKuação aparece nas filmagens.........., mas nós temos cá disso ???? :banana: :nice: :conf:
E ainda andamos á procura de melhor do que já temos ???

Abraços

Sem dúvida nenhuma, assim fosse a plataforma rentabilizada como deve ser. Quatro aeronaves especialmente equipadas e vocacionadas para Combat SAR e operações embarcadas, que não executam a missão para o qual foram comprados nem navio de onde operar? ::)


Entretanto a Airbus está a apostar em força no H145M, o que se tem revelado num aumento da carteira de clientes. Só é pena que estejamos agrilhoados e de mão estendida para a Leonardo pois um pouco de competição nunca fez mal a ninguém.

https://www.flightglobal.com/news/articles/spate-of-h145m-deliveries-near-for-airbus-helicopter-461988/
Título: Re: EH-101
Enviado por: ocastilho em Novembro 05, 2019, 11:03:01 am
Alguém sabe porque é que não se equacionará o reforço do numero de EH101 para colmatar a tal capacidade "evacuação"?  Parece-me que com o valor dos novos heli daria para mais dois EH101. E pelas contas que fiz, dois EH101 transportam mais infantaria que seis H145, por exemplo. A par disto, as potenciais economias na manutenção dado já operarmos o modelo.

Uma bela de evacuação que se fazia, era o que era :mrgreen:
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a5/HH-101A_Caesar_7731.jpg/1280px-HH-101A_Caesar_7731.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: EH-101
Enviado por: dc em Novembro 05, 2019, 01:56:22 pm
Concordo com a aquisição de mais alguns EH-101, no fim de contas, são dos melhores helis que há no mercado da sua classe. No entanto não conseguiriam colmatar a falta de capacidade de escolta e apoio aéreo que um heli mais ligeiro e mais armado pode fornecer. Se bem que neste aspecto, a solução podia ser algo fácil, com a aquisição dos Kiowa em segunda mão.

Agora, o problema de manutenção dos Merlin, era desejável estar resolvido há muitos anos, mas este é o caso para praticamente tudo na forças armadas, infelizmente, desde manutenções, a aquisições e modernizações. ::)
Título: Re: EH-101
Enviado por: tenente em Novembro 05, 2019, 02:23:36 pm
Independentemente do 101 ser o melhor da sua classe, é a minha opinião também, Portugal não precisa de mais 101's no seu inventário.

O que a meu ver é necessário é aparelhar os quatro CSAR, retirá-los da 751, em sua substituição alocar á 751 quatro helis de 05 a 07 tons, para as missões SAR que não exijam o empenhamento dos 101.

A FAP necessita de ter um heli que se posicione entre os 119 e os 101, esse heli deveria ser o mesmo modelo que substituiria os quatro CSAR 101 na 751 e teria mais alguns na 551, ou outra esquadra a levantar, para ficarem como heli de apoio, junto dos quatro CSAR.

Cometer-se-á um erro enorme se os quatro CSAR não forem devidamente aproveitados e utilizados ao máximo para as missões que  foram destinados, utilizá-los única e exclusivamente no SAR é outro erro, assim como é um erro ter de diariamente se empenhar um 101, com os custos hora/voo associados, em missões em que tal empenhamento daquele meio, não se justifica !

(https://imagizer.imageshack.com/img923/3551/rF8Ohy.gif) (https://imageshack.com/i/pnrF8Ohyg)

A compra dos ditos helis de evacuação, sejam eles os 169, os 139, o UH60 ou outro modelo, deverá, a meu ver ir para a frente o mais rápido possível, mas, para mim pelo simples motivo do PMD/payload referidos, para execução da missão SAR, os 145, estarão fora da equação do multiuso,, acautelando no entanto o que acabei de frizar, alguns helis para a 751 e outros, no mínimo três como helis de cobertura e não só, dos 101 CSAR, para a 551 ou outra unidade que tenha os helis de evakuação !

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/923/rh8OGR.jpg) (https://imageshack.com/i/pnrh8OGRj)
(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/922/qj6FRP.jpg) (https://imageshack.com/i/pmqj6FRPj)
(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/922/5sjxHu.jpg) (https://imageshack.com/i/pm5sjxHuj)
(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/921/vIeWoo.jpg) (https://imageshack.com/i/plvIeWooj)
(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/922/fkkBOZ.jpg) (https://imageshack.com/i/pmfkkBOZj)
(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/xz3dbi.png) (https://imageshack.com/i/poxz3dbip)

Abraços
Título: Re: EH-101
Enviado por: LM em Novembro 05, 2019, 03:04:12 pm
Não sou de modo nenhum especialista e haver um "mix" de 2 modelos para o SAR (libertando unidades EH-101 para CSAR e tendo um custo de utilização menor nos "AW169M") tem lógica.. mas (há sempre um mas, uma duvida) tendo nós tão poucos pilotos / aparelhos de prontidão não seria necessário manter o mesmo numero de EH-101 pois o seu numero em prontidão teria de ser o mesmo? ie, o sistema só seria possível se aumentarmos o numero global de aparelhos em prontidão (aumento seria o novo modelo), de forma a escolher qual o aparelho que seria utilizado (logo mais custos envolvidos)?   
Título: Re: EH-101
Enviado por: Red Baron em Novembro 05, 2019, 08:09:34 pm
Alguém sabe porque é que não se equacionará o reforço do numero de EH101 para colmatar a tal capacidade "evacuação"?  Parece-me que com o valor dos novos heli daria para mais dois EH101. E pelas contas que fiz, dois EH101 transportam mais infantaria que seis H145, por exemplo. A par disto, as potenciais economias na manutenção dado já operarmos o modelo.

Uma bela de evacuação que se fazia, era o que era :mrgreen:
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a5/HH-101A_Caesar_7731.jpg/1280px-HH-101A_Caesar_7731.jpg)

Cumprimentos

O problema do EH-101 é que é um helicóptero muito caro de operar. E se se fosse para ter um helicóptero de transporte o melhor seria o NH-90 que tem muitos componente em comum com o  EH-101 (sobretudo o motor) e é mais barato.
Mas o problema é que nós queremos um helicóptero misto, capaz de transportar uma equipa de assalto e ainda lhe dar suporte de fogo.

O ideal seria uns MH-60M ou HH-60W, mas não temos orçamento para isso.
Título: Re: EH-101
Enviado por: Lightning em Novembro 05, 2019, 10:46:19 pm
Penso que a nível SAR actualmente é dividido entre os helis Koala e os helis EH101.

Os novos Koala ainda não estão totalmente operacionais, devemos esperar para ver o que conseguem fazer, se os Koala avançarem mais do que os Alouette, por exemplo assegurando o SAR costeiro no resto do país, não apenas no norte, libertando os EH101 dessas missões ficando apenas com as missões em mar alto, já ficava contente.

O novo heli deve ser dedicado a operação tácticas, se o metemos também a fazer SAR ainda acontece como aos EH101, como o SAR tem sempre prioridade, os helis tácticos começam a ficar parados para se ter os SAR a voar, além de sobrecarregar também os pilotos, com escalas 24h, e as horas de treino começam a ser usadas em treinos SAR e só as poucas, que sobrarem, em treino táctico.
Título: Re: EH-101
Enviado por: ocastilho em Novembro 06, 2019, 12:10:52 am
Entendo e concordo com a referida poupança custo/hora voo, mas há também poupanças que não são desprezáveis em só ter um único modelo a saber:

- Cadeia de manutenção mais curta, não há duplicação de equipas de manutenção, não se anda a comprar peças em pequenas quantidades para pequenas frotas, logo previsivelmente conseguiremos um melhor preço.
- Menos tripulações necessárias, partindo do principio que cada tripulação só voa uma aeronave.
- Custo de aquisição mais baixos, isto é, não há necessidade de formar mecânicos, pilotos, comprar material para a manuteção na nova aeronave, etc...

E agora um aparte, fala-se tanto na questão da manutenção dos EH101 e das suas dificuldades, mas o problema é mesmo da aeronave ou é nosso e das habilidades e "sofisticações" contratuais que gostamos de inventar?

Um abraço
Título: Re: EH-101
Enviado por: asalves em Novembro 06, 2019, 09:36:15 am
Entendo e concordo com a referida poupança custo/hora voo, mas há também poupanças que não são desprezáveis em só ter um único modelo a saber:

- Cadeia de manutenção mais curta, não há duplicação de equipas de manutenção, não se anda a comprar peças em pequenas quantidades para pequenas frotas, logo previsivelmente conseguiremos um melhor preço.
- Menos tripulações necessárias, partindo do principio que cada tripulação só voa uma aeronave.
- Custo de aquisição mais baixos, isto é, não há necessidade de formar mecânicos, pilotos, comprar material para a manuteção na nova aeronave, etc...

E agora um aparte, fala-se tanto na questão da manutenção dos EH101 e das suas dificuldades, mas o problema é mesmo da aeronave ou é nosso e das habilidades e "sofisticações" contratuais que gostamos de inventar?

Um abraço

O problema é mesmo da incompetência das pessoas que fazem os contratos e que inventam mil e uma coisa por questões burocráticas ou com a justificação de não haver dinheiro (quando acaba-se por gastar mais).

Os contratos de manutenção dos EH101 são uma dor de cabeça, existe não sei quantos intervenientes em que existe dispersão de responsabilidades sobre diferentes partes do heli, com caderno de encargos insuficiente (para tornar mais barato) e procedimentos que na teoria são bonitos mas na pratica não funcionam. (falta depois juntar atraso nos pagamentos ora por causa de cativações ou por causa que esta trapalhada toda resulta no chumbo do tribunal de contas que apenas garante que os contrato cumprem a Lei)
Título: Re: EH-101
Enviado por: dc em Novembro 09, 2019, 12:09:40 am
O problema do EH-101 é que é um helicóptero muito caro de operar. E se se fosse para ter um helicóptero de transporte o melhor seria o NH-90 que tem muitos componente em comum com o  EH-101 (sobretudo o motor) e é mais barato.
Mas o problema é que nós queremos um helicóptero misto, capaz de transportar uma equipa de assalto e ainda lhe dar suporte de fogo.

O ideal seria uns MH-60M ou HH-60W, mas não temos orçamento para isso.

Agora é fazer as contas à vida, e pensar quantos NH-90 já se tinha adquirido, se juntássemos o valor da multa que pagámos por cancelar a encomenda com o valor da LPM para os helis de evacuação.

O ideal era pegar neste helicóptero de evacuação, e planear com pés e cabeça que teria uma versão naval com provas dadas, que pudesse ser adquirida posteriormente para a substituição dos Lynx. Por exemplo, adquirir NH-90 TTH para a FAP, e mais tarde adquirir 5 ou 6 (consoante o número de fragatas que tenhamos no futuro) da versão NFH. Versões diferentes mas que partilham a maioria dos componentes.

Em alternativa ao NH-90, só vejo a família UH-60, e neste caso até poderíamos equacionar a versão para apagar incêndios como parte do pacote, adquirindo 3 ou 4 Firehawk (não sei ao certo o número necessário que precisamos) mais 8 HH-60, e mais tarde, aquando da substituição dos Lynx, SH/MH-60. 3 funções diferentes desempenhadas pelo mesmo tipo de helicóptero.