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Geopolítica-Geoestratégia-Política de Defesa => Mundo => Tópico iniciado por: Paisano em Dezembro 13, 2004, 03:20:54 pm

Título: Cuba
Enviado por: Paisano em Dezembro 13, 2004, 03:20:54 pm
Cuba faz exercício militar para "possível invasão dos EUA"

FERNANDO HAVSBERG
da BBC Brasil, em Havana


Milhões de cubanos participam esta semana de um exercício militar que mobilizará forças do Exército, da Aeronáutica, da Marinha, da defesa antiaérea e do Ministério do Interior, entre outras.

O subchefe do Estado-Maior, general Leonardo Andollo, disse que o objetivo é testar "o sistema defensivo do país diante da crescente agressividade e ameaças do governo dos Estados Unidos".

Manobras semelhantes foram feitas nos anos 80, durante o governo de Ronald Reagan. Elas simulam a defesa do território da ilha no caso de uma invasão americana.

Há 18 anos que o país não realizava um treinamento de guerra dessas dimensões. Mais de 100 mil pessoas estarão envolvidas na primeira etapa, e milhões participarão nos dois dias finais.

Lágrimas

Durante semanas a imprensa cubana vêm detalhando os preparativos em todos os setores participantes, destacando os riscos de um confronto com os Estados Unidos.

As notícias sobre o exercício militar dizem que seu objetivo é "garantir a paz e o bem-estar de nosso povo, frente às ameaças do império fascista".

O principal noticiário da TV estatal apresenta reportagens emotivas em que integrantes de milícias juram com lágrimas nos olhos que lutarão para defender a pátria e suas famílias numa invasão americana.

"Que o senhor presidente [Bush] não se iluda, essas lágrimas não são provocadas pela covardia", acrescenta a jornalista, que, com uma música ao fundo, anuncia que as lágrimas são decorrentes do patriotismo.

O ministro da Defesa, Raúl Castro, disse na TV que é preciso se preparar psicologicamente para que a morte no conflito de personalidade importantes "não derrube a resistência. Caia quem cair, a luta deve continuar".

O general Raúl Castro afirmou que ninguém deve se render e, no caso de Cuba ser derrotada pelos Estados Unidos, "cairá sobre nosso país a noite mais longa e escura de toda sua história".

A mensagem dos chefes militares cubanos é que uma invasão militar americana é possível com o atual governo de George W. Bush e que ela só pode ser impedida com a participação de todo o país na guerra.

Fonte: www.folha.com.br (http://www.folha.com.br)
Título:
Enviado por: J.Ricardo em Fevereiro 01, 2005, 07:53:12 pm
Acho que os recursos financeiros gastos neste exercício seriam muito melhor aproveitados se fossem destinados para melhorar a qualidade de vida do povo cubano, que há tempos sofre as consequências da megalomania de seu ditador, se nada for feito Cuba corre o risco de virar uma republiqueta de bananas! Ou já se tornou???
Título: Transferência de poder em Cuba
Enviado por: Bravo Two Zero em Agosto 01, 2006, 03:34:11 pm
TSF online:

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Fidel cede poderes após intervenção cirúrgica
Fidel Castro cedeu os seus poderes, depois de ter sido operado, na sequência de uma crise intestinal aguda, que o obriga a várias semanas de afastamento. Foi a primeira vez que o líder cubano cedeu os seus poderes desde 1959, ano em que iniciou a revolução cubana.
 
( 08:45 / 01 de Agosto 06 )

 
 
 
Fidel Castro cedeu, na segunda-feira, de forma provisória, os seus poderes no partido comunista cubano, no Conselho de Estado e nas Forças Armadas ao seu irmão mais novo, Raul, de 75 anos, na sequência de uma crise intestinal aguda.

Segundo um comunicado lido por Carlos Valenciaga, o secretário pessoal do líder cubano, Fidel sofreu uma crise intestinal com sangramento que o levou a ser submetido a uma complicada intervenção cirúrgica, que o vai obrigar a «várias semanas de repouso».

Na proclamação, Fidel que faz 80 anos a 13 de Agosto, diz ter sido vítima de um «acidente de saúde», que lhe provocou «stress extremo» e que o conduziu a este actual estado de saúde.

No texto, que parece ter sido elaborado pelo próprio Castro, o presidente cubano explicou que a crise teve origem no «enorme esforço» realizado durante a sua visita à Argentina para participar na Cimeira do Mercosur e na sua intervenção na cerimónia de aniversário do assalto ao quartel Moncada, após o seu regresso a Cuba.

Fidel Castro, o terceiro líder mundial há mais tempo no poder atrás da rainha Isabel II e do rei da Tailândia, cedeu assim pela primeira vez os seus poderes na história da revolução cubana iniciada em 1959, depois da queda de Fulgencio Baptista.

Assim, as funções de primeiro secretário do Partido Comunista de Cuba, de presidente do Conselho de Estado e de comandante-chefe das Forças Armadas passam para o seu irmão Raul, actualmente ministro da Defesa.

Raul Castro, uma figura mais apagada e com menos capacidade oratória do que o seu irmão, foi constituído em Junho como o sucessor legal do presidente cubano, segundo a Constituição do país.

Os restantes cargos detidos por Fidel, como a Saúde, a Educação e a Política Energética, foram distribuídos por outros membros do governo e do gabinete político do partido comunista cubano.

No documento, Fidel Castro adiantou ainda que a festa do seu aniversário será apenas celebrada a 2 de Dezembro, devendo também a sua doença colocar em risco a sua presença na Cimeira do Não-Alinhados, prevista para Havana, entre 11 e 16 de Setembro.

 


Épa.......ainda ninguém tinha postado ou comentado o afastamento temporário ( ou será definitivo?) de Fidel Castro devido a complicações de saúde.
Opinem, caros foristas, opinem............

Espero a sua opinião, RedWarrior
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 01, 2006, 03:38:30 pm
Quando o Fidel morrer aquilo mais ano menos ano vai ao fundo...
Fidel é como Salazar, só sai do poder quando cair da cadeira...  :wink:

PS: é só para picar o Redwarrior  :wink:
Título:
Enviado por: Azraael em Agosto 01, 2006, 05:29:13 pm
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(http://graphics8.nytimes.com/images/2006/08/01/us/01miami.600.jpg)
Exiles in Miami Rejoice After Castro Cedes Presidency

MIAMI, Aug. 1 — Cuban exiles reacted with exuberance at the news that Fidel Castro had temporarily ceded power to his brother late Monday night, taking to the streets, dancing and honking their car horns in celebration that decades of authoritarian control in Cuba was coming to an end.

But today, the initial joy turned mostly to uncertainty as Cubans paused and considered the unanswered questions: why did Mr. Castro himself not appear to announce his illness? Was he alive or dead? What would the future bring for families with loved ones in Cuban prisons, or for those with executed relatives in the grave?

These and other questions were discussed today over strong Cuban coffee at the Versailles, a popular street side cafe in Miami’s Little Havana. On normal days, the Versailles bustles with activity along busy Eighth Street, or Calle Ocho, as it is known to exiles.

“Oh my God, this is really something!” said Felipe Mendez, 69, who left Cuba in 1980. “We are all waiting to see what is going to happen,” he said. “I am afraid it will be a while before we know. But we are excited to know something drastic may be happening.”

A statement read on Cuban television, and today posted on Web sites, said that Mr. Castro had turned over power to his brother after his health “was subjected to extreme stress and broke down.”

The statement, published in English today on the Miami Herald Web site, said that the incident provoked an “acute intestinal crisis with sustained bleeding that obliged me to face a complicated surgical operation.”

Mr. Castro himself did not appear on the broadcast, a detail that many here thought was unusual, saying that in the past he has personally announced issues about his health. It marked the first time that Mr. Castro, who is almost 80, had relinquished power in 47 years of rule.

Mr. Castro handed power to his brother, Raul Castro, who is been the constitutional successor.

At the Versailles, Cubans came and went, sipping coffee, listening to the speculation and sharing their thoughts. Some had hopes for the future, others remembered relatives and friends oppressed or executed. Many speculated that Mr. Castro was already dead and that the authorities wanted time to prepare people for the loss in a slow transition.

Many of those gathered at Versailles today had made the escape, like thousands before and after them, from Cuba across the Florida Straits to the Florida shores. The exodus has made south Florida the place with the largest population of Cuban exiles. More than 833,000 Cubans live in Florida, most of them in Miami-Dade county, according to a 2000 census.At the Versailles, Mario Valle, 66, a retired business owner who came from Cuba in 1973, said Cuban exiles have been waiting for the news for a “very, very, very long time.”

“I thought I was going to die last night,” he said. “There is no other solution for Cuba other than Fidel’s death.”

For those born in Miami, the events had resonance through the generations. “It means a lot to my family,” said Christian Lopez, a 23-year old man who was born in Miami to exiled parents. “I have been waiting for this my whole life.”

Like others, Mr. Lopez surmised that Mr. Castro was either dead or dying “but they are not ready to make it public.”

Many were cautiously optimistic.

“I am taking it with a grain of salt,” said Marcos Gonzalez, 60. “It is not a final thing yet but it may be the beginning of the end.”

In Cuba itself, many kept up a brave face. Musicians kept playing for foreign tourists at outdoor cafes and signs put up on the plaza’s colonial buildings during the recent Cuban holiday said, “Live on Fidel, for 80 more,’’ according to The Associated Press.

A transfer of power to Mr. Castro’s brother Raul, the defense minister, does not mean that Cuba is on the brink of change.

“It is certain that their plan is for there to be a transfer from one dictator to another,” Sen. Mel Martinez of Florida said in a television interview. “I hope the voices of freedom will come forward.”

In Miami, Cubans exiles live in a tight community. Many have left family members behind, started from scratch in the United States, or had friends or family executed or imprisoned for speaking up against the government. Some have not seen family members for 40 years.

Monica Suarez, a 57-year old housewife, who came to the United States from Cuba 32 years ago, said she hoped dark days under Mr. Castro, one of the world’s longest running rulers, were soon over. “You can only expect us to celebrate,” she said. “He has been a tyrant who has oppressed our people for 47 years.”



http://www.nytimes.com/2006/08/01/world/americas/01cnd-miami.html?hp&ex=1154491200&en=3e3d68e47fa69f14&ei=5094&partner=homepage
Título:
Enviado por: Luso em Agosto 01, 2006, 05:31:47 pm
- Grande Zidane!  :mrgreen:
Título:
Enviado por: pedro em Agosto 01, 2006, 06:34:44 pm
eu acho que os cubanos ainda tem para rato.
Cumprimentos
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Agosto 01, 2006, 10:36:25 pm
Talvez seja este o princípio do fim da opressão ao povo Cubano.

Contudo, há muitos exilados que temem que a morte de Fidel Castro possa despoletar uma guerra civil na ilha.

Os ódios, a intriga e os desejos de vingança estão à flor da pele.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 01, 2006, 10:45:25 pm
Citação de: "Jorge Pereira"
Talvez seja este o princípio do fim da opressão ao povo Cubano.

Contudo, há muitos exilados que temem que a morte de Fidel Castro possa despoletar uma guerra civil na ilha.

Os ódios, a intriga e os desejos de vingança estão à flor da pele.
Sim se esta situação for mais uma vez manipulada pelos Americanos isso pode acontecer.
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• CUBA
Estados Unidos apoiam a transição democrática no país
O Governo norte-americano deu hoje o seu apoio a uma transição democrática em Cuba, depois do Presidente cubano, Fidel Castro, ter delegado o poder ao seu irmão Raul Castro por motivos de doença.

Em conferência de imprensa, o porta-voz do Departamento de Estado, Sean McCormack, afirmou que os EUA acreditam «que o povo cubano deseja e esta sedento de democracia e se tiverem oportunidade vão eleger um Governo democrático».

Segundo Sean McCormack, a secção de interesses norte-americanos em Havana está a «supervisionar os acontecimentos» em Cuba.

O porta-voz norte-americano não se pronunciou sobre a situação que se vive em Cuba devido ao estado de saúde de Fidel Castro, internado na sequência de uma hemorragia intestinal e submetido a uma intervenção cirúrgica, que o obriga a um repouso durante várias semanas.

Por essa razão, delegou no irmão Raul, seu sucessor legal e ministro da Defesa cubano, as funções de chefia no Conselho de Estado, no Partido Comunista e nas Forças Armadas pela primeira vez em quase meio século de poder.

McCormack recordou que em Julho o Departamento de Estado entregou ao Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, um relatório elaborado pela Comissão de Assistência a uma Cuba Livre, que especifica os passos a dar para uma transição democrática na ilha.

Entre outras coisas, o relatório oferece incentivos económicos a um futuro Governo de transição cubano, bem como fundos para «acelerar o fim da ditadura».

A Casa Branca também se pronunciou hoje com alguma cautela, limitando-se a afirmar que continuam a «trabalhar para o dia da liberdade de Cuba».

Por seu lado, o secretário do Comércio norte-americano, Carlos Gutierrez, afirmou durante uma conferência no Instituto Cato, que os Estados Unidos ajudarão Cuba na recuperação económica e na realização de «eleições livres e transparentes».
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Agosto 01, 2006, 10:54:55 pm
Manipulada?

Acha que a opressão, os assassínios dos discordantes do regime (El paredon), o clima de denúncia constante, a perseguição política e um longo etc. são inventos dos norte-americanos?

Agora vai-me dizer que o Fidel Castro é um santo que iluminou o seu povo ao longo destes anos.

Por favor…já começamos a entrar na paranóia.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 01, 2006, 11:41:32 pm
Não, eu não entro em paranóias, o Fidel não é, nem depois de morrer será um Santo.
Cometeu atrocidades, crimes, mas também, embora no limiar da pobreza, deu educação, saúde e cultura, á população.
Não conheço o país, estive lá uma semana, e como todos os turistas, reservado ao paraiso.
Mais uma vez o digo se esta situação for mais uma vez manipulada pelos Americanos, uma guerra civil pode acontecer.
E porque não deixar os Cubanos decidir o seu Futuro?
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Agosto 02, 2006, 12:04:06 am
Não Ricardo, se essa guerra acontecer será pelo ódio acumulado pelos anos miseráveis de opressão que esse bandido deu ao seu povo.

Só isso. Não tem nada a ver com os norte-americanos.
Título:
Enviado por: typhonman em Agosto 02, 2006, 12:07:48 am
Há pessoas para as quais o eixo Washington-Telavive é o causador de todos os males do mundo.. :lol:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 02, 2006, 01:15:15 am
Citação de: "Jorge Pereira"
Não Ricardo, se essa guerra acontecer será pelo ódio acumulado pelos anos miseráveis de opressão que esse bandido deu ao seu povo.

Só isso. Não tem nada a ver com os norte-americanos.

Uiiiii.... não estou aqui a defender o sr. Fidel, nem  a sua politica, mas os USA  que deixem os cubanos decidir o seu destino.
Sr. Typhonman, não estou com paciência para responder ás suas provocações.
Título:
Enviado por: typhonman em Agosto 02, 2006, 02:46:03 am
Claro, se têm falta de argumentos não responda. :wink:  O mesmo se passa em relação ao conflito Israel Vs Líbano( os seus argumentos são sempre os mesmos, e ainda por cima não correspondem a realidade).
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 02, 2006, 10:02:13 am
Talvez queira dizer, os argumentos utilizados pelo ricardonunes, não são os argumentos que correspondem á minha realidade.
Isso sim é um facto.
Em relação á situação de Cuba, volto a dizer, o povo que decida caso tenha oportunidade, é que o Sr. Fidel ainda não morreu.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 02, 2006, 11:12:47 am
Rumores sobre Fidel Castro tomam conta de blogs
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Por Amand Beck

WASHINTON (Reuters) - Enquanto os cubanos esperavam por notícias sobre o estado do presidente Fidel Castro, o mundo virtual borbulhava com especulações sobre a cirurgia, sobre sua saúde e sobre o próprio ambiente na ilha.

Um dos rumores falava de alguém que já havia visto Fidel Castro morto. Outros garantiam que o afastamento era apenas uma manobra para expurgar membros infiéis do Partido Comunista.

"Há rumores e mais rumores", disse o blogueiro Valentin Prieto, lembrando que o acesso à Internet em Cuba é limitado por causa do controle do governo.

Isso deixa o restante do mundo, inclusive os exilados em Miami, ávidos por migalhas catadas em telefonemas, fóruns da Internet e blogs.

As histórias são variadas: os militares cubanos foram mobilizados para conterem distúrbios; que militares de alta patente deram um golpe; que a imprensa foi afastada dos órgãos públicos.

Um blog dizia que "fidelistas" estavam patrulhando as ruas com barras de ferro enquanto os moradores gritavam "Abaixo Fidel".

Acima de tudo, os blogs questionavam a veracidade da "proclama à nação" por meio da qual Fidel transferiu interinamente o poder a Raúl Castro, devido a uma cirurgia intestinal.

"Ocorre que ele já está morto. Do contrário, não haveria nenhuma transmissão de poder", disse Charlie Bravo no blog Killcastro (Matem Castro).

Outros, mais cautelosos, lembravam que Fidel já desmentiu muitos boatos. "A verdade é que ele já morreu muitas vezes", disse Luis Garcia no seu blog, Child of the Revolution (Filho da Revolução), onde lembrou os recentes rumores de um ataque cardíaco.

"Essa sensação de nunca saber o que está acontecendo nos altos escalões do regime é uma constante na vida cubana há quase meio século", disse Garcia. "Mas desta vez pode ser diferente." REUTERS MPP

http://br.today.reuters.com/news/newsAr ... ived=False (http://br.today.reuters.com/news/newsArticle.aspx?type=internetNews&storyID=2006-08-02T003838Z_01_B227700_RTRIDST_0_INTERNET-TECH-CUBA-BLOGS-POL.XML&archived=False)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 03, 2006, 12:21:43 pm
Cuba: Exilados apelam a golpe de Estado

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Os exilados cubanos de Miami apelam aos militares que levem a cabo um golpe de Estado em Havana, aproveitando a doença de Fidel Castro.
A organização mais influente do exílio nos Estados Unidos pede às Forças Armadas Cubanas, que estabeleçam o que chama de Governo de transição cívico-militar e que não apoiem a transferência de poder de Fidel para o seu irmão Raúl Castro.

A sugestão foi avançada pelo presidente da Fundação Nacional Cubana Americana: "O apelo que a fundação está a fazer é direccionada aos militares e civis dentro da Cuba para a criação de um governo transitório cívico e militar".  

Jorge Más Santos assegurou que existem integrantes da cúpula de poder, em Havana, que não querem aceitar Raúl Castro como sucessor de Fidel.

Quanto ao estado de saúde do líder cubano, embora não tenha surgido novo comunicado, a última indicação parte de uma irmã, Juanita Castro que anunciou que Fidel  já saiu dos cuidados intensivos.

Juanita, que abandonou Cuba em 1964, afirmou que um contacto da família em Havana lhe teria dado essa informação relativa à evolução do estado de saúde do irmão.



http://www.rr.pt/noticia.asp?idnoticia=172027 (http://www.rr.pt/noticia.asp?idnoticia=172027)
Título:
Enviado por: Azraael em Agosto 03, 2006, 07:54:43 pm
(http://www.bgoncalves.com/cuba_libre.jpeg)
Título:
Enviado por: Pantera em Agosto 03, 2006, 08:56:14 pm
Penso que já é altura de uma democracia ser instaurada em Cuba.
o irmão segundo dizem é pior que castro,mas não sei em quê.Acho que já tem 75 anos ou algo do genero,pode ser que morra também a seguir ao Fidel.

Gostaria imenso ver uma Cuba livre de comunismo e com liberdade para evoluir.O povo cubano merece isso!!!
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 03, 2006, 09:06:44 pm
Concordo consigo Pantera, mas que seja uma democracia decidida e escolhida pelos Cubanos, mesmo governada por comunistas, desde que o povo escolha e seja livre de escolher.
Pois as democracias escolhidas pelos Americanos dão no que dão (vejam o caso do democrático Iraque).
Título:
Enviado por: Marauder em Agosto 04, 2006, 06:08:13 am
Citação de: "ricardonunes"
Pois as democracias escolhidas pelos Americanos dão no que dão (vejam o caso do democrático Iraque).


Não podemos ser assim tão simplistas. O Iraque tem as suas especificidades, como diferentes comunidades xiitas, sunitas e também alguns curdos ao norte (que a Turquia está a tencionar invadir para destruir as bases do rebeldes curdos). O que se passa é uma situação de quase guerra civil. Na realidade é uma guerra civil não convencional.

Os americanos são culpados de simplesmente não terem pensado nisso. "Deem-lhes democracia e tudo fica bem"...pois...Saddam poderia ser um ditador, mas era a sua repressão que mantinha o país em sentido. Com a sua liderança associada aos sunitas, quando a democracia veio, a maioria, isto é, os xiitas, tinham contas a ajustas.

Foi o mesmo em Ruanda, mas com resultados muito piores.
Título:
Enviado por: TOMKAT em Agosto 04, 2006, 12:11:13 pm
Curiosas as "democráticas" sucessões dinásticas nesses grandes arautos da "democracia popular"...

Cuba "negócio" de irmãos... (tudo aponta para isso)

Coreia do Norte... morre o pai... entra o filho.

Síria.... idem...

Espero que a transição para uma verdadeira democracia em Cuba, a acontecer, seja pacífica.

Se acontecer uma mudança de regime em Cuba, haverá muito "santo" que cairá do pedestal.
Será natural que a nomenclatura do partido e todos os que gravitam na esfera dos interesses construídos durante o regime de Fidel ofereçam resistência a uma transição pacífica.
Título:
Enviado por: Azraael em Agosto 04, 2006, 08:20:28 pm
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Cuba Perks Up as Venezuelan Foils Embargo

(http://graphics8.nytimes.com/images/2006/08/04/world/20060804_CUBA_GRAPHIC.gif)
As Raúl Castro takes up the task of leading Cuba in place of his brother Fidel, there is, surprisingly, one less thing he may have to worry about: the state of Cuba’s economy.

The credit goes, in large part, to the economic lifeline thrown to Cuba by the Venezuelan president, Hugo Chávez, who is using his country’s tremendous oil reserves to prop up the Castro government and counter Bush administration policy in Latin America.

To the exasperation of American officials, long determined to force a change of government by choking off the Cuban economy with an embargo, Venezuela’s patronage may take some pressure off Raúl Castro at what is otherwise a time of great uncertainty.

The Cuban government released no new information on Thursday on the health of Fidel Castro, 79, who is recuperating from a still-unexplained abdominal surgery. Raúl Castro, 75, who was named provisional leader on Monday by his brother, has yet to make an appearance.

In his first public comment on Fidel Castro’s illness, President Bush issued a statement on Thursday saying, “I urge the Cuban people to work for democratic change on the island.”

“We will support you in your effort to build a transitional government in Cuba committed to democracy, and we will take note of those, in the current Cuban regime, who obstruct your desire for a free Cuba,” Mr. Bush added.

The government made it clear Thursday that it intended to continue to rule the country, and reprinted in the party-run newspaper Granma a speech by Raúl Castro saying the party would carry on ruling no matter what happened to Fidel Castro. A report issued last month for President Bush said, “The current regime in Havana is working with like-minded governments, particularly Venezuela, to build a network of political and financial support designed to forestall any external pressure to change.” It was issued by the Commission for Assistance to a Free Cuba, which is chaired by Secretary of State Condoleezza Rice.

Wayne Smith, a former American diplomat in Havana, said that in recent years the Bush administration has shifted policy from openly working to undermine Fidel Castro’s government to trying to ensure that he is not replaced by his brother Raúl or another Communist figure.

“Getting in the way is Chávez and Venezuela, giving assistance to Cuba — and not only giving assistance but forming an alliance with Cuba,” said Mr. Smith, who is a senior fellow at the Center for International Policy in Washington. “It just drives the Bush people crazy.”

One of the world’s last Communist countries, Cuba’s economy is far from healthy, but it is also a world away from the one left destitute and marooned when Cuba’s long-time benefactor, the Soviet Union, collapsed, beginning in about 1989.

Compared with the grim early 1990’s, when imports — the vast majority from Eastern Europe — plunged nearly 75 percent in three years, Cuba’s economy has shown important signs of renewal in recent years.

At the Farmers Market on 19th Street in Havana on Thursday, stalls were brimming with super-sized avocados and mangoes. String beans were almost a foot long. Rolls came out warm from the oven. Vendors offered lobster and shrimp caught fresh that morning. And the place was bustling with paying customers.

For vendors, the money is so good that some abandoned government posts to sell produce. “I used to make about $5 a month,” said José Antonio Milanés Vasco, once employed in a state food warehouse. “Now I make $3 a day. My life has been totally transformed.”

Philip Peters, an expert on the Cuban economy at the Virginia-based Lexington Institute, said that such experiments with open-market reforms have helped lift the island’s economy. Such farmers markets, Mr. Peters noted, were supported by Raúl Castro in the early 1990’s, when the government first allowed farmers to sell their surplus crops after the state found itself unable to pay farm subsidies.

Today, Mr. Peters said, there are 300 such markets across the country. And while the state continues to provide families with monthly allowances of rice, beans, cooking oil, milk and other basic items, the so-called “free markets,” have turned some farmers into venture capitalists and revitalized the agricultural sector.

“Clearly Cuba has moved far beyond the crisis that affected it in the 1990’s,” Mr. Peters said. “Back then, the question was whether the economy would survive. That is not a question anymore.”

Instead, the question for any government after Fidel Castro, particularly for one headed by his brother Raúl, is whether those economic openings will widen.

While the political realm would in all likelihood remain tightly controlled under Raúl Castro, he has in recent years sent signals that Cuba could dabble with the kind of economic reforms that have been embraced by other authoritarian governments, like those in China and Vietnam.

Though he is the head of the army and state security apparatus, he has also run the island’s tourism industries, which were one of Cuba’s first experiments with allowing controlled pockets of economic liberalization. Today they generate about $2 billion a year in foreign earnings.

The government says economic growth topped 10 percent last year. The figure is doubtful to many economists, but even the C.I.A. put growth at 8 percent in 2005.

Cuban resources, like nickel, are selling at record highs, and the island may in the future benefit from plans to turn sugar cane into ethanol.

Havana has also signed important economic deals with countries like China, Canada and Spain, whose companies are interested in everything from selling transportation equipment and machinery to investing in tourism and oil exploration.

But no country has been more important to Cuba than Venezuela.

Mr. Chávez, who often meets with Mr. Castro and speaks of the elder president as Latin America’s most important statesman, has provided Cuba with 100,000 barrels of oil a day at a cut rate.

Venezuela provides credits, pays for more than 20,000 Cuban doctors who offer services to the poor in Venezuela and bankrolls programs like Mission Miracle, whereby tens of thousands of Latin Americans are flown to Havana for eye surgeries that raise hundreds of million of dollars annually for the Cuban state.

“Without a doubt, Cuba was able to come back and it’s because of Venezuela’s help, not just the oil accord but many other types of assistance,” said José Toro Hardy, an oil economist in Caracas, Venezuela.

The Cuba Transition Project, a University of Miami team of researchers who study Cuba’s economy, say Venezuela has provided more than $2 billion in financing, most of it in crude oil and refined petroleum products.

Indeed, the Venezuelan oil accounts for half Cuba’s total consumption — a windfall for a nation that, until recently, was mostly surviving on tourism dollars.

Venezuela has also become a major buyer of otherwise uncompetitive Cuban goods, like aging parts from old sugar mills and battered medical equipment. Exports from the island to Venezuela rose from just $25 million in 2002 to $300 million by 2004.

All together, Caracas and Havana have signed dozens, perhaps hundreds, of economic accords, the most important being a recent trade pact with Bolivia’s president, Evo Morales, that is aimed at countering Washington’s efforts to create a hemispheric trade agreement.

Among the most important of the Chávez government’s projects in Cuba is the restoration of the Cienfuegos oil refinery on the island, a plan that could cost Venezuela hundreds of millions of dollars. The Venezuelans are talking not just of reactivating the long-dormant facility, but also of upgrading it to refine the heavy, tar-like Venezuelan oil.

Raúl Castro, as his brother’s chosen successor, would benefit greatly from continued Venezuelan largess, which could give him the comfort to experiment with other parts of the economy.

“The Cuban government has made statements lately that if Raúl is in power, one of his main concerns is going to be dealing with the basic needs of the Cuban population,” said Eric Driggs, a researcher at the Institute for Cuban and Cuban-American Studies at University of Miami. “If that means giving some measure of a better life or putting more food on the table, I think he’ll take it.”

Mr. Driggs and others, like Mauricio A. Font, a Cuban-born expert on the Castro government at the City University of New York, caution that while the Venezuelan aid is vital to propping up the economy, it does little to help Cuba be self-sufficient.

The importance of tourism is everywhere in Cuba, from its elegant hotels to the costly renovation of Havana’s historic center, which have attracted tourists like Mieke Zee, a nurse from the Netherlands, and her husband, Jeroen.

She said they had been to Africa several times. “Poverty does not seem so bad here,” she said. “I mean, I have been to countries where children do not have enough to eat. Here children eat, they go to school and they have health care.”



http://www.nytimes.com/2006/08/04/world/americas/04cuba.html?_r=1&oref=slogin
Título:
Enviado por: Azraael em Agosto 07, 2006, 11:42:25 pm
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Photo Gallery: Life in Castro's Cuba

http://news.nationalgeographic.com/news/2006/08/060804-cuba.html?source=rss
Título:
Enviado por: TOMKAT em Agosto 08, 2006, 02:09:48 am
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Cuba dificulta entrada de jornalistas

A prestigiada organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) mostrou-se consternada com a atitude das autoridades cubanas que, em 2 de Agosto último, negaram a entrada de seis jornalistas e aumentaram os obstáculos para entrega de visto à imprensa.

Em comunicado, a RSF refere que após serem submetidos a um interrogatório por agentes do Ministério do Interior, os jornalistas viram-se obrigados a subir para o mesmo avião que os levou a saírem da ilha, com a desculpa de que não possuíam o visto de trabalho necessário para exercer no no território. Foram expulsos após uma hora de espera e submetidos a interrogatório sobre os motivos da sua visita quando explicaram que estavam ali para cobrir a situação criada com o estado de saúde de Fidel Castro. Fidel delegou o poder ao seu irmão.

"O governo cubano, acostumado a vigiar a imprensa estrangeira, reforçou o controle de acesso à ilha. Não será de estranhar que os jornalistas tentem entrar no país com vistos de turistas - para cumprir com o seu dever de informar - pois tornou-se muito difícil conseguir vistos de imprensa. A situação que se vive actualmente no país merece que se autorize que a imprensa estrangeira entre livremente no país", declarou a RSF.

A organização diz-se preocupada com a sorte dos jornalistas independentes, ameaçados indirectamente por altos responsáveis do exército; também permanece vigilante pela actuação das autoridades com respeito a 23 jornalistas presos em Cuba.

Entre diversos jornalistas estrangeiros que tentaram entrar em Cuba no passado dia 2, estão Alvaro Ugaz, da rádio peruana RPP, Mario Antonio Guzman, da chilena Radio Cooperativa, bem como os jornalistas dos jornais americanos "Washington Post" e "Miami Herald". O director do "Miami Herald", contou que um dos seus profissionais foi expulso, via Panamá, depois de apresentar o visto de turista e de ter explicado que fora a Cuba para fazer trabalho de jornalista.


http://jn.sapo.pt/2006/08/08/televisao/cuba_dificulta_entrada_jornalistas.html

Exemplar "democracia"...
Estão com medo de quê?.... quem não deve não teme.

Esses perigosos e subversivos jornalistas....  :roll:
Título:
Enviado por: Azraael em Agosto 08, 2006, 02:13:53 am
Citação de: "TOMKAT"
Exemplar "democracia"...
Estão com medo de quê?.... quem não deve não teme.

Esses perigosos e subversivos jornalistas....  :roll:
"Democracias" de mao no ar tem destas coisas...
Título:
Enviado por: TOMKAT em Agosto 09, 2006, 10:12:04 pm
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Cuba ameaça multar quem vir TV estrangeira por satélite

O Governo cubano ameaçou quarta-feira, através da imprensa, com uma multa que pode ascender a mais de sete anos de ordenados, todos os cidadãos do país que tenham aparelhos ilegais para captar televisões estrangeiras por satélite.
Numa altura em que a Administração norte-americana pretende reforçar as emissões da TV Martí, o canal de televisão criado para transmitir informação pró-norte-americana para Cuba, as autoridades da ilha aumentam o controlo sobre os equipamentos ilegais de captação das emissões por satélite.

De acordo com o diário oficial Granma, as autoridades cubanas consideram que «grande parte da programação que se recebe por essa via é de conteúdo destabilizador, intrometido, subversivo, e apela, cada vez mais, à realização de actividades terroristas».

A multa imposta a quem «instalar ou manter instalados ilegalmente equipamentos, antenas ou outro dispositivos para serviços de telecomunicações de carácter limitado« pode chegar aos 30.000 pesos cubanos (1.052 euros), acrescenta o órgão oficial do Partido Comunista Cubano.

Tendo em conta que o ordenado médio em Cuba ronda os 12 euros mensais, um cubano arrisca-se a ter de juntar os rendimentos de sete anos e quatro meses para pagar a multa.

No raciocínio do Governo cubano, ver a TV Martí, ou qualquer dos canais de televisão que emitem dos Estados Unidos, é pactuar com «as recomendações contidas no primeiro capítulo do plano de anexação de (George W.) Bush que pretende destruir a Revolução cubana».

Esse plano «inclui a distribuição de computadores, rádios de onda curta, antenas de satélite, descodificadores, faxes e fotocopiadoras aos seus mercenários aqui (Cuba)» e o aumento do financiamento de «emissoras radiofónicas e televisivas que insolentemente portam o nome do Herói Nacional José Martí».

O Governo cubano está preocupado com a «avalancha de propaganda comercial que mostra a aparência do capitalismo» que os cidadãos cubanos podem ver nos canais de televisão captados sem controlo, mas também «as mensagens anti-cubanas e até pornografia com crianças, adolescentes e adultos».

Mensagens e imagens que estão a anos-luz «dos valores culturais, educativos e patrióticos que predominam nos nossos programas televisivos», acrescentou o Granma.

A multa para os prevaricadores, estabelecida pelo Decreto-Lei 157 de 1995, situa-se entre os 10.000 e os 20.000 pesos cubanos, «mas os inspectores têm poder para aumentar a multa até metade da quantia máxima (mais 10.000 pesos), o que poderá levar à imposição de sanções pecuniárias de até 30.000 pesos», explica o jornal.

As autoridades cubanas já começaram a confiscar antenas de satélite em vários municípios da Velha Havana, mas, apesar dos avisos, milhares de cubanos continuam a usar antenas e receptores camuflados das formas mais surpreendentes, diz o correspondente da agência EFE na capital cubana.

Dezenas de pessoas podem aceder ao mesmo serviço pagando a um vizinho com receptor que lhe dá acesso às emissões através de um cabo, às vezes com centenas de metros de comprimento, criando uma mini-rede popularmente conhecida como «rede aranha».

Até agora a TV Martí emitia apenas quatro horas ao sábado através de um avião C-130, forma usada pelo Governo norte-americano para impedir que as autoridades cubanas interferissem no sinal enviado para Cuba.

No entanto, o Gabinete de Telecomunicações para Cuba, organismo oficial norte-americano responsável pelas emissões da Rádio e da Televisão Martí, enviou uma carta na semana passada ao Pentágono solicitando um aumento das horas de transmissão, revelou o diário El Nuevo Heraldo de Miami.

Diário Digital / Lusa

09-08-2006 20:41:02


http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=239133

 :roll:
Título:
Enviado por: Azraael em Agosto 10, 2006, 10:05:07 pm
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Venezuela's president: Fidel Castro is in a battle for life


Venezuela's president says Fidel Castro's in a "great battle for life."

The two leaders are close friends and allies. And Hugo Chavez says he remains optimistic about the Cuban leader's recovery.

Chavez says he received a message from Castro Wednesday that filled him with optimism and faith.

Late last month Castro granted his powers to his brother Raul so he could recover from intestinal surgery. Neither brother has been seen in public since. Details of Castro's condition are being treated as a "state secret."



http://www.wistv.com/Global/story.asp?S=5266227

Para bem do povo cubano esperemos que a perca...
Título:
Enviado por: Pantera em Agosto 12, 2006, 10:28:53 am
Citação de: "Azraael"
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Venezuela's president: Fidel Castro is in a battle for life


Venezuela's president says Fidel Castro's in a "great battle for life."

The two leaders are close friends and allies. And Hugo Chavez says he remains optimistic about the Cuban leader's recovery.

Chavez says he received a message from Castro Wednesday that filled him with optimism and faith.

Late last month Castro granted his powers to his brother Raul so he could recover from intestinal surgery. Neither brother has been seen in public since. Details of Castro's condition are being treated as a "state secret."


http://www.wistv.com/Global/story.asp?S=5266227

Para bem do povo cubano esperemos que a perca...


nem mais,o problema é que quando ele morrer possivelmente o irmão assume o poder.
à de ser um "vira o disco e toca o mesmo"
Título:
Enviado por: Azraael em Agosto 21, 2006, 01:31:07 am
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Raul Castro goes public, says he has mobilized Cuba to repel U.S.


In his first public declaration as acting president, Raul Castro said he has mobilized tens of thousands reservists and militia to defend Cuba against a potential U.S. threat.
"We could not rule out the risk of somebody going crazy, or even crazier, within the U.S. government," he said in an interview Friday in the Communist Party newspaper Granma.
Under the headline "No enemy can defeat us," the 75-year-old Cuban defense minister lambasted what was described as President Bush's efforts to derail a peaceful succession of power in Cuba and boasted that "absolute tranquility is reigning in the country."
But Raul Castro did not outline any changes in policy and he conducted the interview from his Defense Ministry office -- not the president's office -- indicating at least symbolically that his brother Fidel Castro still holds power.
Frank Mora, a Cuba expert at the National War College in Washington, noted that Raul Castro spent two-thirds of the interview criticizing U.S. policy, indicating that anti-American rhetoric would remain a hallmark of any post-Fidel government.
"The U.S. card will continue to be part of an effort to create unity," Mora said. "This does not take away or address the real frustrations and pent-up pressure or demands for an improved standard of living among Cubans."
But Wayne Smith, the top U.S. diplomat in Havana from 1979 to 1982, said he is not surprised by Raul Castro's harsh rhetoric, given the Bush administration's efforts to end Cuba's one-party system.
Smith also noted that Raul Castro said in Friday's interview that he would be willing to negotiate with the U.S. on equal footing and normalize relations.
"This has been his position all along," said Smith, a frequent Bush critic who directs the Cuba program at the Center for International Policy, a Washington think tank. "In my one lengthy conversation with him in 1981 he expressed puzzlement about why we couldn't work something out."
Dressed in his four-star general's uniform, Raul Castro also struck back at critics who questioned why the acting president had not spoken publicly until nearly three weeks after Fidel Castro temporarily ceded power to him July 31.
"As a point of fact, I am not used to making frequent appearances in public, except at times when it is required," Raul Castro said. "Many tasks related to defense should not be made public."
Tom Casey, a U.S. State Department spokesman, said he wasn't "particularly enamored" with the interview of Raul Castro, whom he called "Fidel Lite."
"What we want to see is a transition from the current dictatorship to a democratic government," Casey said. "And we certainly don't think that a transition from Fidel to Raul Castro fits that bill."
Miguel Angel Perez, a 43-year-old sanitation worker, agreed with Raul Castro that the U.S. is a threat to Cuba and said the younger Castro would make an able leader should his brother not return to power.
But a Cuban telephone worker said he disliked Raul Castro and expressed frustration that change was unlikely to occur in Cuba.
"He executed a lot of people," said the Havana resident. "Some should have been killed, but others shouldn't have. Cubans haven't forgotten that."
The telephone worker was referring to Raul Castro's role shortly after the 1959 revolution when he presided over the execution of Cubans accused of serious crimes during the dictatorship of Fulgencio Batista.
Although Fidel Castro tapped Raul Castro as his successor years ago, the younger Castro has remained largely out of the limelight even as he has led the Cuban military, a 50,000-strong force that is among the nation's most respected institutions, experts say.
Analysts are uncertain about the actual state of Fidel Castro's health, which Castro himself declared a "state secret." Raul Castro said in his interview that Fidel Castro was continuing to recover from intestinal surgery.
Since the surgery, the 80-year-old leader has been seen only in a handful of government-issued photographs and a short video shot last Sunday in which Raul Castro and Venezuelan President Hugo Chavez also appeared.
Fidel Castro was bedridden in the video but in good spirits.



http://www.chicagotribune.com/news/nationworld/chi-0608190084aug19,1,2637492.story?coll=chi-newsnationworld-hed
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Enviado por: ricardonunes em Agosto 23, 2006, 10:33:40 pm
Cuba: Os norte-americanos e o embargo
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Os Estados Unidos admitem levantar o embargo a Cuba se houver uma transição democrática do regime.
O secretário de Estado adjunto para a América Latina afirma que, se Havana se empenhar na via da democracia e no respeito pelos direitos humanos, o Governo norte-americano está disposto a levantar o embargo.

De recordar que o embargo está em vigor há 44 anos.

Fidel Castro recupera da operação aos intestinos, o poder foi entregue, provisoriamente, ao irmão Raul Castro.


http://www.rr.pt/noticia.asp?idnoticia=173805 (http://www.rr.pt/noticia.asp?idnoticia=173805)
Título: Re: Cuba faz exercício militar
Enviado por: olisipo em Novembro 10, 2016, 12:05:39 am
(https://cdn1.celebritax.com/sites/default/files/images/129488/portada_del_granma_0.jpg)

Após vitória de Trump, Cuba anuncia exercícios militares em todo o país

https://br.sputniknews.com/americas/201611096768304-cuba-exercicios-militares-trump
Título: Re: Cuba faz exercício militar
Enviado por: yami em Novembro 10, 2016, 12:40:00 am
  Muito bem Cuba.

http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=12558.0

How do the Rothschilds own Central Banks in every country but 3? 
Título: Re: Cuba faz exercício militar
Enviado por: olisipo em Novembro 10, 2016, 10:27:07 am
(https://media.files.today.ng/main/wp-content/uploads/2016/11/Cuba-690x450.jpg)
(http://relacionesinternacionales.media/wp-content/uploads/2016/06/raul-castro-1000x600.jpg)

Raúl Castro felicita a Trump y anuncia grandes maniobras militares

http://www.elconfidencial.com/mundo/2016-11-10/cuba-raul-castro-donald-trump-maniobras-militares_1287443/
Título: Re: Cuba faz exercício militar
Enviado por: olisipo em Novembro 11, 2016, 04:55:20 am
(https://www3.picturepush.com/photo/a/8928191/640/8928191.jpg)

Maniobras militares y políticas en Cuba

Castro demuestra que está dispuesto a volver a las barricadas ideológicas si Estados Unidos suspende la distensión

http://internacional.elpais.com/internacional/2016/11/10/actualidad/1478771304_352661.html
Título: Re: Cuba
Enviado por: HSMW em Junho 16, 2017, 09:30:16 pm

O Trump cancelou o acordo feito pelo Obama com Cuba!!  :N-icon-Axe:
Título: Re: Cuba
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 09, 2017, 07:20:46 pm
EUA impõem mais restrições a Cuba


Título: Re: Cuba
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 23, 2017, 02:25:55 pm
Cuba e Coreia do Norte juntos contra os EUA


Título: Re: Cuba
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 27, 2017, 12:07:30 pm
Era Castro mais perto do fim


Título: Re: Cuba
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 04, 2018, 11:57:18 am
União Europeia e Cuba fortalecem relações


Título: Re: Cuba
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 10, 2018, 11:37:48 am
Ataques sónicos continuam a opôr Cuba e EUA


Título: Re: Cuba
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 01, 2019, 07:00:13 pm
Cuba: 60 anos de revolução


Título: Re: Cuba
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 02, 2019, 10:24:04 am
Cuba celebra 60 anos de revolução



Título: Re: Cuba
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 29, 2019, 06:33:37 pm
Cuba homenageia herói da independência



Título: Re: Cuba
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 23, 2019, 03:58:35 pm
Cubanos referendam revisão constitucional


Título: Re: Cuba
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 26, 2019, 01:52:32 pm
Cubanos aprovam reforma da constituição


Título: Re: Cuba
Enviado por: Lusitano89 em Março 29, 2019, 05:25:07 pm
Google desenvolve internet em Cuba