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Economia => Portugal => Tópico iniciado por: Malagueta em Junho 28, 2011, 11:47:16 am

Título: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Malagueta em Junho 28, 2011, 11:47:16 am
Infra-estrutura foi inaugurada pelo anterior Governo. Estado gastou 33 milhões de euros no projecto
O Aeroporto de Beja tem pouco movimento, apesar de o Estado ter investido 33 milhões de euros no projecto.

Apenas 87 passageiros pagantes, uma média de 17 por voo, aterraram no primeiro mês de funcionamento do aeroporto. A infra-estrutura só abre portas aos domingos de manhã.

O que significa que cada turista custou aos bolsos dos portugueses 380 mil euros.

O primeiro voo promovido pela operadora britânica Sunvil Discovery no dia 22 de Maior foi cheio. Os 49 lugares estavam completos. Mas só quatro pagaram a viagem, noticia o "Correio da Manhã". A Sunvil é a única empresa a operar no aeroporto alentejano.

Nos três voos seguintes, Beja recebeu em média 17 passageiros.

Apesar da adesão, o CM acrescenta que estes números correspondem à expectativa da empresa.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: AC em Junho 28, 2011, 09:44:08 pm
Era mais ou menos expectável.

O potencial do aeroporto de Beja está na logistica (estacionamento e manutenção de aviões) e carga (transporte de encomendas).
O potencial para tráfego de passageiros é completamente secundário.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Malagueta em Junho 29, 2011, 09:58:26 am
boas,

Na minha humilde opinião, acho que foi um bom investimento, penso que ainda é mt cedo para se fazer qualquer avaliação, sobre o mesmo. mas acho que tem um bom pontencial.

pelo que tenho lido, existe já algumas companhias interessadas ( a ryanair, é uma delas ) e a propria regiao de turismo tem estado a desenvolver iniciativas para tornar o aeroporto mais visivel.

deixo aqui uma comentario e exercertos de uma entrevista, que acho que explica o potencial do mesmo, e o que será preciso fazer...

"Aeroporto de Beja: Presidente da TAP admite transferir operações

O Presidente–executivo da TAP admite transferir operações para o aeroporto de Beja. Fernando Pinto apresenta a infra-estrutura bejense como “uma solução à saturação da Portela”.

Fernando Pinto, presidente-executivo da TAP, defendeu numa entrevista ao jornal “Expresso” que “transferir operações para Beja é uma das soluções para a saturação do aeroporto da Portela”. Enquanto o novo aeroporto de Lisboa não é construído, Fernando Pinto sustenta que se deve dar “uma maior utilização ao aeroporto de Beja” nomeadamente para “atender as companhias low cost ou charter”.

Pedro Beja Neves, da ANA-Aeroportos e responsável pelo aeroporto de Beja, refere que a infra-estrutura “está pronta para receber todos os voos que forem necessários”, justificando que chegaram durante a passada semana novos voos, reiterando que o processo de certificação “ficará concluído durante o segundo semestre do corrente ano”.

Na entrevista a jornal “Expresso”, sobre uma maior utilização do aeroporto de Beja, Fernando Pinto lembrou que “o importante é existirem incentivos para ir para lá”, acrescentando que as companhias low cost “operam em aeroportos de periferia”. Segundo o presidente da TAP, “existe uma aceitação de operar até uma hora e meia de distância”, desde que “exista um sistema adequado de transporte e taxas interessantes” na operação de aeroportos."
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Malagueta em Julho 04, 2011, 04:37:55 pm
"O aeroporto de Beja poderá ter ligações especiais com aeroportos da Bélgica, da Holanda e do Luxemburgo em 2012 e 2013, sobretudo fora da época alta no Alentejo, anunciou hoje a ANA - Aeroportos de Portugal.

 

Segundo a ANA, em comunicado enviado à agência Lusa, o aeroporto de Beja e a Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo consideram que podem vir a ser criadas ligações especiais entre Beja e aeroportos do Benelux, uma união económica e aduaneira que reúne a Bélgica, a Holanda e o Luxemburgo.

 

As ligações poderão realizar-se “sobretudo fora da época alta da ocupação turística” no Alentejo, para, desta forma, irem “mais ao encontro dos interesses dos empresários regionais e dos operadores turísticos holandeses”.

 

A hipótese das ligações foi abordada numa ronda de contactos efetuada no final de junho pelo aeroporto de Beja e a Agência de Promoção Turística do Alentejo com alguns dos operadores turísticos holandeses “mais importantes para a região”, explica a ANA.

 

Durante os contactos, os operadores “demonstraram completa abertura para encontrar um modelo de operação” de ligações especiais “com o envolvimento” do aeroporto de Beja e da Agência de Promoção Turística do Alentejo, refere a ANA.

 

A “arquitetura” das ligações, explica a empresa, “será sobretudo ditada pela multiplicidade de motivações que levam os holandeses a procurar o Alentejo”, ou seja, “utilizando equipamentos adequados à procura e sempre com base em voos diretos”.

 

Segundo a ANA, para o aeroporto de Beja e a Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo, o mercado do Benelux, “mais concretamente o da Holanda”, é “da maior importância” para afirmar o Alentejo como destino turístico, como atesta o histórico do comportamento daquele mercado, que, nos últimos anos, tem ocupado uma posição “destacada” na procura turística da região.

 

Por outro lado, o aeroporto de Beja, como nova forma “mais célere e simples” de chegar ao Alentejo, vai permitir uma “otimização da utilização dos recursos turísticos” da região e tem permitido “pôr em marcha operações especiais de promoção” em “mercados prioritários”, como a que decorrer no Reino Unido.

 

De acordo com a ANA, os efeitos da operação de promoção do Alentejo no Reino Unido “já se estão a fazer sentir, com um aumento muito significativo das noites efetuadas pelos ingleses nos hotéis da região desde o início do ano”.

 

O aeroporto de Beja, a operar desde 13 de abril, quando se realizou o voo inaugural até Cabo Verde, recebe, desde o passado dia 22 de maio a sua primeira operação comercial de voos “charter”, que liga semanalmente Londres e Beja.

 

A ligação entre o aeroporto de Heathrow, o principal de Londres, e o de Beja, promovida pelo operador turístico britânico Sunvil, irá decorrer até 16 de outubro e incluir 22 operações, num total de 44 voos “charter”.

 

Cada operação realiza-se ao domingo e inclui dois voos, um Heathrow-Beja e outro Beja-Heathrow, a bordo de um avião Embraer da companhia aérea British Midland International (BMI) com 49 lugares"
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Setembro 14, 2011, 05:42:10 pm
Ryanair recusa Beja e insiste em criar base em Lisboa

O presidente da Ryanair, Michael O'Leary, chegou atrasado e ofegante à conferência de imprensa que deu ontem, pela primeira vez, em Lisboa. A culpa foi do controlo aéreo que atrasou o voo da Ryanair que fez escala na Portela. É uma visão pouco comum, a de aviões da ‘low cost' na capital. O'Leary há anos que quer mudar esse estado de coisas e ontem voltou a repetir que não entende as razões da ANA - Aeroportos de Portugal para não aceitar uma base da companhia em Lisboa. Fora dos planos da companhia está o novo aeroporto de Beja.

"Podemos entregar três milhões de passageiros por ano num aeroporto com 14 milhões", garante O'Leary, sublinhando estar "a falar de um crescimento de 20% no meio de uma crise". E promete "três mil empregos e um grande estímulo para Lisboa e para o turismo português".

Com as negociações entre a Ryanair e a ANA paradas há um ano, o presidente da ‘low cost' "suspeita" que a gestora aeroportuária está a defender a TAP da concorrência.

http://economico.sapo.pt/noticias/ryana ... 26550.html (http://economico.sapo.pt/noticias/ryanair-recusa-beja-e-insiste-em-criar-base-em-lisboa_126550.html)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Malagueta em Outubro 10, 2011, 10:39:45 am
Aeroporto de Beja com voos diretos de e para a Alemanha em outubro e novembro
A ANA Aeroportos de Portugal e o Grupo Vila Vita/Herdade dos Grous assinaram, em abril deste ano, um Memorando de Entendimento para a criação de uma task force entre estas duas entidades visando oferecer aos seus clientes ligações aéreas entre a Alemanha e o Aeroporto de Beja.

O Grupo Vila Vita disponibiliza ao longo do ano um conjunto de programas turísticos para os seus clientes que assentam na sua unidade hoteleira do Alentejo, a Herdade dos Grous. Para uma maior comodidade de acesso à região alentejana, desde logo se considerou de extrema importância a utilização do Aeroporto de Beja como porta de entrada em Portugal.

A task force encetada entre a ANA Aeroportos de Portugal e o Grupo Vila Vita/Herdade dos Grous terá já os seus primeiros frutos com uma série de voos programados para outubro e novembro. No total serão operados 8 voos diretos, fretados exclusivamente pelo Grupo Vila Vita, provenientes de Stuttgart e com destino ao Aeroporto de Beja. Este conjunto de voos serão operados pelas companhias aéreas Air Berlin e Adria Airways com equipamentos Boeing 737-700, Airbus 319 e Airbus 320, tendo uma ocupação média por voo de cerca de 150 passageiros
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Outubro 27, 2011, 09:18:49 am
Dirigível português pode revolucionar transporte aéreo

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?t= ... 92835&tm=8 (http://www.rtp.pt/noticias/index.php?t=Dirigivel-portugues-pode-revolucionar-transporte-aereo.rtp&headline=20&visual=9&article=492835&tm=8)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Malagueta em Novembro 30, 2011, 02:35:25 pm
A TAP poderá alugar espaços no aeroporto de Beja para estacionar aviões antes de serem alvo de intervenções de manutenção ou preservação e quando não existir espaço disponível no complexo industrial da empresa em Lisboa.

O aluguer dos espaços pela Unidade de Manutenção e Engenharia da TAP está previsto num acordo já assinado entre a transportadora aérea nacional e a ANA - Aeroportos de Portugal, disse hoje à agência Lusa fonte da TAP..

Os espaços serão usados quando a Unidade de Manutenção e Engenharia da TAP encaminhar para o aeroporto de Beja aviões cujo contrato preveja um tempo de estacionamento das aeronaves no período que antecede as intervenções, que serão realizadas nas instalações da empresa em Lisboa, explicou.

O estacionamento dos aviões no aeroporto de Beja "acontecerá sempre que não haja espaço disponível no complexo industrial da TAP na sua base operacional" em Lisboa, disse a fonte.

Segundo a fonte, os espaços irão "funcionar como áreas de apoio nas ações de manutenção de linha", ou seja, "similares às que são efetuadas em escala, à chegada e antes da partida dos voos", e nos trabalhos de preservação, "necessários sempre que uma aeronave esteja sujeita a uma imobilização prolongada".

O transporte de passageiros e carga e a indústria aeronáutica são as valências apontadas para o aeroporto de Beja, que resulta do aproveitamento civil da Base Aérea n.º 11.

Desde que começou a operar, a 13 de abril, e até ao final do passado mês de outubro, o aeroporto de Beja teve 1923 passageiros, distribuídos pelo voo inaugural Beja/Cabo Verde, pelas operações Beja/Londres e Beja/Estugarda e por voos privados
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Malagueta em Dezembro 13, 2011, 01:05:10 pm
Embraer assina amanhã com empresas portuguesas um acordo para a produção de componentes do KC-390, o cargueiro militar da empresa brasileira, apurou o Económico.

Este acordo está a ser "apadrinhado" pelo ministério da Economia, que tem promovido os contactos entre a fabricante brasileira de aviões e as empresas portuguesas, nomeadamente a OGMA e a Empresa de Engenharia Aeronáutica (EEA).

Em causa está a produção de três componentes e a fuselagem do cargueiro militar, a ser fabricada na OGMA.

O cargueiro militar KC-390 da Embraer vai receber um financiamento público até 57 milhões de euros para que parte do avião seja produzido em Portugal. O projecto será financiado por fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e fontes alternativas de financiamento caso o QREN não seja suficiente ou não se aplique, segundo um despacho publicado em Diário da República.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Fevereiro 07, 2012, 06:48:05 pm
Rejeitaram Beja e vao para Badajos.

Beja acabou por se revelar um péssimo investimento e no final o tal aeroporto low cost (o tal 1+1) vai acabar em Sintra.

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Ryanair espera operar en Badajoz "en un futuro muy cercano", anuncia Michael Cawley

El vicepresidente de Ryanair, Michael Cawley, espera que la compañía que representa esté operando en el Aeropuerto de Badajoz "en un futuro muy cercano", hasta el punto de que incluso aguarda poder "realizar" el anuncio oficialmente "en las próximas semanas".

Cawley ha afirmado que las negociaciones con el Gobierno de Extremadura para que la compañía opere en el Aeropuerto de Badajoz "están muy avanzadas", aunque se han visto "momentáneamente" interrumpidas debido al impacto del cese de operaciones de Spanair, que ahora centra toda su atención.

   "En un futuro muy cercano esperamos estar operando en Badajoz, y nos gustaría realizar ese anuncio en las próximas semanas", ha asegurado.

   Preguntado por la rentabilidad del aeropuerto extremeño, Cawlew ha explicado que "los aeropuertos dejan de ser rentables cuando no hay pasajeros" y que, en dicho sentido, "Ryanair quiere darle una oportunidad al Aeropuerto de Badajoz para que demuestre que puede ser rentable gracias a sus tarifas bajas".

http://www.europapress.es/extremadura/c ... 40808.html (http://www.europapress.es/extremadura/calre-00730/noticia-ryanair-espera-operar-badajoz-futuro-muy-cercano-anuncia-michael-cawley-20120207140808.html)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Abril 26, 2012, 08:56:17 pm
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Fundão pode vir a fabricar peças para relógios Cartier
O presidente da Câmara do Fundão anunciou que a Cartier, a famosa marca de produtos de luxo, está interessada em sediar na cidade uma fábrica de peças para relógios topo de gama e criar cerca de 400 postos de trabalho altamente especializados.

O projeto foi divulgado na sexta-feira numa conferência organizada pelo “Jornal do Fundão”, onde Paulo Fernandes adiantou que este interesse resulta «do “cluster” que conseguimos incrementar nos últimos anos na zona industrial na área da relojoaria, polimento e joalharia que emprega cerca de 500 pessoas». Contudo, os promotores fazem depender o investimento da existência de uma pista para aviões com pelo menos 1.800 metros de comprimento. «Isso não existe atualmente, mas a própria Cartier manifestou vontade em investir e ajudar nas infraestruturas existentes. Vou falar com a Covilhã e Castelo Branco para ver se encontramos uma solução», disse. Isto porque a cidade vizinha tem projetado um aeroporto, enquanto Castelo Branco está a concluir a construção de um aeródromo municipal, recordou o autarca. «Os próximos 15 dias serão determinantes», sublinhou Paulo Fernandes, que também revelou que irá reunir com as empresas do setor que laboram no parque industrial para constituir um centro de formação em tecnologia nesta área.

 :?:  :?:  Alguém me pode explicar a necessidade de uma pista de 1800m para se poder construir peças para relógios?
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Abril 26, 2012, 09:04:13 pm
É para exportar mais rapidamente os relógios ...  :lol:  :lol:
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Julho 10, 2012, 08:59:39 am
Avião militar da Embraer envolve nove empresas portuguesas
A Empresa de Engenharia Aeronáutica gere 57 milhões de investimento para criar competências nesta indústria.

Sete meses após a assinatura dos contratos com a Embraer, a participação portuguesa no projecto do KC-390 já envolve mais de 50 engenheiros portugueses, de nove empresas. No curto prazo, poderá levar à criação de uma centena de postos de trabalho directos e indirectos. O balanço é de Jacinto Bettencourt, presidente da EEA - Empresa de Engenharia Aeronáutica, criada para gerir a presença nacional no projecto do futuro avião militar da Embraer.

Jacinto Bettencourt está em Farnborough, o maior salão aeronáutica mundial, a decorrer até dia 15 de Julho, em Hampshire, para mostrar que Portugal já tem um ‘cluster' aeronáutico. Um projecto em desenvolvimento até 2020, do qual a EEA tem a função de integrador todos os fornecedores nacionais.

Quando concluído, o projecto do KC-390 poderá gerar exportações na ordem de 400 milhões de euros, mas mais importante será o conhecimento adquirido no processo. O avião militar da Embraer pressupõe um investimento de cerca de 57 milhões de euros, verba que equivale ao "que é necessário investir para que as organizações portuguesas tenham capacidade para fornecer em primeira linha um construtor aeronáutico como a Embraer", explica o presidente da EEA.

http://economico.sapo.pt/noticias/aviao ... 47987.html (http://economico.sapo.pt/noticias/aviao-militar-da-embraer-envolve-nove-empresas-portuguesas_147987.html)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: typhonman em Julho 14, 2012, 12:40:30 am
Mais uma pista?

A de Ponte de Sôr está as moscas.. Este pessoal anda louco.. (Esperem, e o Aeroporto de Beja ? Os 33 millhões de euros ?)... Esperem, estamos em Portugal. :mrgreen:
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: cmc em Julho 14, 2012, 09:08:42 pm

http://www.dailymail.co.uk/news/article-2170886/Spains-ghost-airport-The-1BILLION-transport-hub-closed-just-years-thats-falling-rack-ruin.html
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 01, 2012, 02:18:56 pm
Salvador Caetano assina parceria com Airbus e cria 800 empregos


A Salvador Caetano vai entrar no sector aeronáutico, ao abrir uma fábrica de construção desse material nos concelhos de Gaia e de Ovar, numa parceria com a multinacional Airbus, disse terça-feira à Lusa fonte do Ministério da Economia. A mesma fonte disse à agência Lusa que a fábrica vai incluir uma unidade de engenharia de alta tecnologia, no concelho de Gaia, e outra para a linha de produção, no concelho de Ovar, e que «a expectativa é que a fábrica possa estar construída até ao final deste ano».

Com um volume de negócios que ascende aos 75 milhões de euros, a unidade tem «um potencial de criação de emprego muito alto», estimando-se que possa gerar 800 postos de trabalho directos e indirectos, acrescentou.

Fonte ministerial disse ainda que há outras duas empresas portugueses envolvidas, de forma indirecta, no projecto, a OGMA e a Empordef, e que a fábrica do Norte do país «vai transformar a Salvador Caetano no fornecedor da Airbus».

O ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, vai presidir, no Ministério da Economia, à cerimónia de apresentação da renegociação do contrato de contrapartidas da EADS, da qual resulta esta parceria.

O contrato para aquisição das 12 aeronaves C-295 à empresa EADS/CASA foi assinado em Fevereiro de 2006 entre a Defaerloc - empresa-veículo compradora dos aviões, pertencente à 'holding' das indústrias de Defesa do Estado, Empordef.

A compra dos sucessores dos Aviocar, orçada em 275 milhões de euros, foi financiada por um consórcio bancário constituído pela Caixa Geral de Depósitos e pelo Barclays Bank.

A renegociação dos contratos das contrapartidas militares foi feita com o consórcio europeu, EADS, representado pela Airbus Military, uma vez que foi esta empresa que arrancou inicialmente com o projecto de compra das aeronaves.

Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Setembro 07, 2012, 07:10:23 pm
Grupo de trabalho para Beja sugere um "cluster aeronáutico" no aeroporto
O relatório do grupo de trabalho para o aeroporto de Beja sugere à tutela que "numa estratégia de médio/longo prazo, se desenvolva no Alentejo, um 'cluster' aeronáutico nacional".

Segundo o documento, a que o Negócios teve acesso, "para desenvolver esta competência específica (cluster aeronáutico), propomos a constituição de um Grupo de Missão, de modo a poder articular as várias valências".

O relatório admite que "é um trabalho complexo, ambicioso, que requer persistência e inteligência. Mas é perfeitamente possível fazer do Aeroporto de Beja, um "hub" do 'cluster' aeronáutico em Portugal, em articulação com Évora (Embraer), a proximidade à Airbus Military em Sevilha, e a forte ligação por motivos óbvios que pode existir à Força Aérea Portuguesa".

O relatório, entregue à tutela, diz que outras indústrias podem também beneficiar da proximidade do aeroporto. Entre as medidas preconizadas pelo grupo de trabalho para esta zona industrial conta-se "dotá-la de diversas isenções e incentivos fiscais, nos diversos tipos de impostos" bem como, "criar uma entidade financeira específica de capital de risco de modo a complementar o investimento privado, facultando a alavanca necessária".

Além disso, o grupo de trabalho diz que se devia "dotar uma verba própria para quem se instalar nesta Zona Industrial, no próximo QEC – Quadro Estratégico Comum (2014-2020); alterar as condições de disponibilização dos terrenos, de modo a possibilitar o financiamento privado"; além de reduzir os custos de instalação e "aproveitar as diversas potencialidades da existência de uma zona industrial do lado ar”.

O turismo não foi esquecido, com a proposta para a criação de um modelo de "aeroporto turístico de 'inbound', com a criação de um Fundo Regional de Captação de Rotas".

"Especificidade" na privatização da ANA

O mesmo documento alerta para a necessidade de reconhecer a "especificidade" do aeroporto de Beja no processo de privatização da ANA. "O aeroporto de Beja, sendo um projecto nacional, está inserido na Região Alentejo, mais concretamente no Baixo Alentejo, existindo uma lógica de desenvolvimento regional complementada com Sines e Alqueva, em que o resultado da privatização da ANA não pode, de modo algum, pôr este facto em causa".

O relatório justifica que "o modelo a aplicar deverá ter como premissa a compatibilização da gestão e expectativa privada com o interesse público. E numa altura em que esta infra-estrutura começa a dar os seus primeiros passos, é muito importante essa salvaguarda no caderno de encargos da privatização".

Nova análise à pista

O relatório refere ainda que se deve acabar de vez com dúvidas sobre a segurança da pista do aeroporto. "Recomenda-se a solicitação de outra opinião técnica, recorrendo a outro laboratório de prestígio reconhecido, recorrendo a testes não destrutivos e acompanhado por elementos da Força Aérea", adianta o documento.

O grupo de trabalho diz ainda que não serão necessários novos investimentos no aeroporto. O grupo de trabalho integra várias entidades da região do Alentejo, nomeadamente, a Força Aérea Portuguesa,a ANA - Aeroportos de Portugal, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, a Entidade Regional de Turismo do Alentejo, a Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral e a Associação Empresarial do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=577177 (http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=577177)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 08, 2012, 04:08:47 pm
Derrame de combustível no aeroporto de Lisboa em 2011 não tem risco para saúde


Os estudos enviados pela Galp à Agência Portuguesa do Ambiente, depois do derrame de combustível no aeroporto de Lisboa, em maio de 2011, concluíram “não ser previsível a existência de risco para a saúde”.Em resposta escrita a questões colocadas pela agência Lusa, a APA esclareceu que, em resultado das ações de monitorização efetuadas pela Galp, foi determinado o conjunto de principais contaminantes no solo e na água.

Foi também possível "detetar pontualmente, na zona central da área em estudo, junto ao antigo depósito de combustível, produto livre sobre as águas subterrâneas, que o operador removeu", referiu a APA.

O relatório, porém, elaborado com base em estudos de análise de risco, realça "não ser previsível a existência de risco para a saúde humana, na situação em causa”.

Está a decorrer o procedimento da aplicação do regime jurídico de responsabilidade ambiental e, como solicitado, a Galp procedeu a estudos para completar a informação sobre a área afetada, nomeadamente o solo e a água.

"Os estudos apontam para uma situação de confinamento da pluma de contaminação a uma área restrita próxima da fonte de contaminação", segundo a APA.

A informação da APA acrescenta que o operador apresentou uma proposta para monitorização das águas subterrâneas, de modo a avaliar a evolução da situação, e um plano de ações, a concretizar "caso ocorra a deteção de produção livre", que tiveram o acordo da Comissão Permanente de Acompanhamento para a Responsabilidade Ambiental.

A 04 de novembro de 2011, uma notícia avançada pela Rádio Renascença dava conta de uma fuga de combustível no aeroporto de Lisboa, ocorrida em maio, que podia "ter afetado” os lençóis de água da zona, e que acrescentava ainda que a Galp teria “mantido em segredo” esta fuga, violando a legislação que obriga a empresa a comunicar estas ocorrências à entidade licenciadora, neste caso a Câmara Municipal de Lisboa.

Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 28, 2012, 06:17:33 pm
Laboratório «raro no mundo» testará peças de aeronaves em Castelo Branco


O Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ) vai criar em Castelo Branco um "laboratório raro no mundo" por ser capaz de testar peças de aeronaves em materiais compósitos, disse à agência Lusa fonte ligada à instituição. O investimento ronda os quatro milhões de euros.

A infraestrutura vai nascer da ampliação do Laboratório de Ensaios Termodinâmicos (Labet), na zona industrial da cidade, onde já são testadas peças para um foguetão e uma nave da Agência Espacial Europeia, referiu Telmo Nobre, engenheiro responsável por esta delegação do ISQ.
 
Em todo o mundo, há laboratórios a testar "peças em materiais convencionais, como o alumínio", mas "não haverá mais que quatro" com capacidade para avaliar materiais compósitos, acrescentou Telmo Nobre.
 
O Labet vai ganhar uma zona com piso reforçado e mecanismos hidráulicos que permitem sujeitar peças de aeronaves e outras estruturas de grandes dimensões a inúmeros esforços e medir os resultados com centenas de sensores em simultâneo.
 
Os testes vão simular situações reais de esforço, efetuando um envelhecimento acelerado que corresponde a várias vidas úteis.
 
O novo espaço tecnológico deve estar pronto a funcionar no último trimestre de 2013.
 
O investimento permite reforçar "o papel de parceiro tecnológico" do ISQ na conceção dos componentes e ainda concorrer a novos projetos internacionais, destacou Telmo Nobre à Lusa.
 
O mercado internacional já representa "mais de 50% da faturação do ISQ", acrescentou. O projeto vai ainda levar ao reforço da equipa do laboratório "com mais quatro a seis técnicos especializados", concluiu.

Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 03, 2012, 02:15:51 pm
Empresa aeronáutica russa investe em Ponte de Sôr


A empresa de aeronáutica russa MVEN pretende entrar nos mercados estrangeiros com um avião ligeiro que será montado em Ponte de Sôr e terá como objetivo a venda nos países lusófonos.
 
Em declarações ao jornal Biznez Online, o diretor-geral da MVEN, Victor Ermolenko, revelou esta quarta-feira que, até finais de 2012, em Ponte de Sôr será montado o avião «Farmer-2», especializado para trabalhos agrícolas.
 
«Nós entramos com o projeto e os portugueses com a fábrica e dinheiro para a certificação», acrescentou. Ermolenko teve dificuldade em prever o tempo necessário para o avião obter o certificado de voo. «Trata-se de um processo complexo e é difícil falar em prazos. Gostaríamos de fazer isso num ano», declarou.
 
O preço desse avião ligeiro na Rússia é de cerca de 100 mil euros, três vezes menos do que o de análogos estrangeiros.
 
A montagem do avião em Portugal ficará a cargo da empresa lusa Aeronáutica, sediada em Ponte de Sôr.
 
Segundo Ermolenko, «aí já existe um pequeno centro de fabrico de aviões. Nas suas linhas eles começarão a montar também os nossos aviões. Inicialmente, vai tratar-se de montagem e, depois, analisaremos questões de transporte e alfândegas. Começaremos pelo processo de certificação e, depois passaremos às vendas».
 
«Os nossos parceiros estrangeiros avaliam o mercado dos países lusófonos com uma capacidade para absorver cerca de cem aparelhos. O preço do avião será definido pela parte portuguesa», concluiu.

Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 14, 2012, 02:17:10 pm
«É inevitável um novo aeroporto» em Lisboa, diz director da ANA


O aeroporto de Lisboa celebra na segunda-feira 70 anos com muitos mais voos e passageiros do que quando começou e com a certeza que esgotará brevemente a sua capacidade física, precisando de uma nova casa para continuar a crescer.

Inaugurado a 15 de Outubro7 de 1942, o aeroporto da Portela tinha na altura «dimensões muito reduzidas e um terminal muito pequeno com uma torre de controlo», recordou à Agência Lusa o director da ANA – Aeroportos de Portugal, João Nunes.
 
No aeródromo «havia várias pistas e ainda hoje se mantém aquela que designamos a pista mais pequena», que tem actualmente menos de «cinco por cento do tráfego total do aeroporto», explicou.
 
O aeroporto fazia então «meia dúzia de voos por dia», mas hoje chega aos 480 movimentos (aterragens e descolagens) diários no verão e aos 400 no inverno, segundo aquele responsável.
 
João Nunes referiu ainda que operavam na Portela a «TAP e mais duas ou três» companhias aéreas e que agora recebe 34 empresas que voam para 106 destinos.
 
No ano passado registou-se um tráfego de 14.800 milhões e este ano serão ultrapassados os 15 milhões, disse o director da ANA.
 
Prestes a acabar um investimento «muito significativo» na ordem dos 400 milhões de euros para aumentar o terminal de passageiros e a zona de retalho, João Nunes disse à Lusa que a obra se tornou «mais onerosa» porque tiveram de «crescer à custa de um conjunto de transformações na infra-estrutura existente» porque já não têm por onde expandir.
 
«Estamos próximo do limite da capacidade total do aeroporto porque este limite é determinado por um número de aeronaves que aterram e descolam do aeroporto, portanto é uma questão física. Quando isso for atingido, pura e simplesmente, não há capacidade de crescimento e estamos perto disso», admitiu o director.
 
Para o responsável, um novo aeroporto «vai ser inevitável se se quiser continuar a crescer».
 
«Numa perspectiva de crescimento não há outra maneira senão irmos para outro lado», assumiu.
 
Questionado sobre o metro ter chegado ao aeroporto, João Nunes disse que «foi algo de muito importante» e ansiado durante muitos anos.
 
«Veio resolver muitas das nossas preocupações. Lisboa cresceu muito para cima do aeroporto, temos problemas sérios de acessibilidade, temos uma segunda circular que abraça o aeroporto e é um meio de transporte que permite um escoamento sem conflituar com as vias circundantes e isso é um ganho muito grande», afirmou.
 
Além dos passageiros, o director disse que também muitos dos 13 mil funcionários do aeroporto beneficiaram com a expansão do metro.
 
Nos anos 30, o Governo português decidiu construir em Lisboa dois aeroportos: um marítimo para hidroaviões (os voos transatlânticos entre a Europa e a América eram feitos em hidroaviões por motivos de segurança) e um terrestre para aviões convencionais.
 
O objectivo era tornar Lisboa na cidade ideal para ligar os voos transatlânticos à Europa.
 
Em 1938 iniciaram-se as obras, que foram concluídas em 1940, e construiu-se o Aeroporto da Portela, em homenagem à freguesia da Portela, e o Aeroporto de Cabo Ruivo, à beira do Rio Tejo, onde é hoje a Doca dos Olivais no Parque das Nações, e a cerca de três quilómetros do outro.
 
Para uma ligação rápida entre os dois aeroportos construiu-se a Avenida Entre os Aeroportos (actual Avenida de Berlim).
 
O Aeroporto de Cabo Ruivo foi desactivado com o fim dos voos regulares de passageiros por hidroavião, no final dos anos 1950.

Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 27, 2012, 09:08:15 pm
Governo adia aeroporto low cost e expande Portela


Tão cedo não haverá um aeroporto complementar na zona de Lisboa e as companhias low cost vão, afinal, ficar na Portela, que será ampliada. A decisão do Governo consta do memorando de informação facultado aos interessados na privatização da ANA – Aeroportos de Portugal, que tiveram de entregar as propostas não vinculativas com ofertas preliminares até à passada quarta-feira.

Segundo o documento, consultado por cerca de quatro dezenas de interessados, a construção de um pequeno aeroporto complementar em Lisboa (Portela +1) – vocacionado para as low cost – foi adiado, pelo menos, para 2022. A opção de avançar ou não fica nas mãos do novo dono da empresa gestora aeroportuária nacional.

Em contrapartida, e para que se possa aumentar a capacidade do aeroporto da Portela, o Executivo informa que, para os próximos cinco anos, estão previstos investimentos no valor de 54 milhões de euros. Obras que permitirão passar dos actuais 38 para 46 movimentos por hora (descolagens e aterragens ) e de 15 para 21 milhões de passageiros anuais.

Plano com três fases

No memorando, o Governo explica que foram desenvolvidos planos de expansão da Portela em três fases. A primeira está planeada já para 2013, e implica um custo de cerca de sete milhões de euros em pequenas obras. Isto, de forma a que seja possível realizar entre 40 a 43 movimentos por hora, e se atinjam os 18 milhões de passageiros por ano.

A segunda fase, cujo início está programado para 2018, necessita de um investimento de 47 milhões de euros. E passa pela realização de grandes obras – como a construção de um novo terminal e de novos caminhos de circulação – e a extensão para Figo Maduro, o que exige a realização de expropriações de terrenos.

Opções para o comprador

Para a terceira fase, prevista para 2022, são avançadas três opções, cabendo a escolha ao futuro comprador da ANA. Uma das hipóteses é a realização de mais obras na Portela, alargando a capacidade para 50 movimentos por hora e 23 milhões de passageiros ano.

Outro dos cenários seria avançar com um aeroporto complementar à Portela – sendo já indicado que o estudo feito por peritos da área, a pedido do Governo, concluiu que a melhor opção seria, nesse caso, é a base militar do Montijo. Não é dado, porém, nenhum valor de investimento, na medida em que, segundo o documento, qualquer estimativa está dependente do tipo de aeroporto e infra-estruturas que se desejar.

Fica assim adiada a ideia de colocar, para já, as companhias de baixo custo numa base militar perto de Lisboa, como chegou a ser anunciado pelo ministro da Economia. Segundo o SOL apurou, as próprias low cost não terão manifestado grande interesse em sair da Portela, onde se encontram a apenas 15 minutos do centro da cidade. Para elas, só faria sentido mudar para a base militar se o preço das taxas aeroportuárias fosse muito mais baixo.

A terceira e última opção dada, no memorando, ao futuro comprador é a construção de um novo aeroporto em Lisboa.

Concessão por 50 anos

Certo é que, sabe o SOL, o contrato de concessão da ANA – negócio com o qual o Estado espera um encaixe de dois mil milhões de euros – será feito por 50 anos, período ao fim do qual o negócio pode ser ou não renegociado.

As propostas entregues serão, entretanto, analisadas por uma comissão que decidirá quem tem capacidade para apresentar propostas vinculativas, o que terá de ser feito até ao final do ano. Fora da corrida à privatização da ANA (que Passos Coelho quer concluir no início de 2013), está a Brisa, que em comunicado informou que desistiu por limitações de financiamento. Já os argentinos da Corporación América, os colombianos da Odinsa – cujo consórcio incluirá a Mota-Engil –, a brasileira CCR e a alemã Fraport manifestaram interesse em concorrer.

SOL
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Cabecinhas em Outubro 30, 2012, 04:34:58 am
Depois de ler isto, só me dá vontade de rir na cara dos especuladores, construtores e afins que feitos gulosos começaram a construir nos terrenos adjacentes ao aeroporto.
Que sirva de lição... a estes, aos da Ota e aos outros.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Edu em Outubro 30, 2012, 10:30:02 am
Ser especulador é mesmo isto, especula-se, umas vezes corre bem outras vezes corre mal. O problema é que há certos especuladores, nomeadamente aqueles com ligações ao governo que acham que se correr bem está tudo bem, se correr mal têm o direito a ser compensados.

Acredito que se nessas expropriações houver algum proprietário com boas ligações quem vai sair a perder vai ser o estado.

Também não percebo o porque de agora estas concessões de 50 anos, porque tanto tempo? 2 mil milhões por 50 anos não me parece assim tão bom negócio.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Novembro 16, 2012, 10:00:42 am
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Portugueses vão garantir contratos na aeronáutica
A criação de um "cluster" da indústria aeronáutica em Portugal vai finalmente ter asas para voar. O pretexto é o avião de transporte militar KC-390 que está a ser desenvolvido pela Embraer. A forma de lá chegar são os concursos que estão a ser lançados pela empresa brasileira e a OGMA (Oficinas Gerais de Material Aeronáutico de Alverca) para o fornecimento de estaleiros, moldes em compósito e peças maquinadas e em chapa que são necessários para o desenvolvimento do programa kC-390.
in Jornal de negócios
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Malagueta em Novembro 22, 2012, 11:06:02 am
AeroNeo investe em unidade desmantelamento no aeroporto de Beja


A empresa portuguesa AeroNeo vai investir 11 milhões de euros numa unidade para desmantelar aviões e valorizar ativos aeronáuticos no aeroporto de Beja, num projeto "inovador", que arranca em 2013, revelou hoje o promotor à agência Lusa.

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Segundo a AeroNeo, "o projeto encontra-se em fase de formalização" e a unidade, que ocupará uma área de seis mil metros quadrados, deverá começar a ser construída em fevereiro e a operar em setembro de 2013.
 
A AeroNeo quer atuar como uma "clínica portuguesa de aeronaves" em Beja, desenvolvendo um programa "multifunções" sob o conceito "GreenParts95", criado pela multinacional suíça Jetlease e que inclui todas as fases de desmantelamento e reciclagem de um avião até ao seu desaparecimento total e através de um processo "amigo do ambiente".
 
Trata-se das últimas fases de operação e avaliação e de desmantelamento de um avião, de valorização, recertificação e reintrodução no mercado de peças, de reciclagem de outros componentes, como metais preciosos, de várias vertentes de investigação e desenvolvimento e de formação especializada em aeromecânica.
 
O projeto, integrado na "consolidação de um cluster aeronáutico" no Alentejo e no "desenvolvimento rentável do aeroporto de Beja", poderá criar cerca de 130 postos de trabalho, prevê a empresa.
 
Entre o primeiro e o quarto anos de atividade da unidade, estima, a vertente de desmantelamento de aviões poderá criar 20 a 75 postos de trabalho diretos e quatro a 12 indiretos, a área de reciclagem quatro a 25 diretos e indiretos e a área de formação e investigação 20 indiretos.
 
A AeroNeo prevê "um ritmo de crescimento sustentado" para a unidade, que deverá desmantelar cinco aviões no primeiro ano e atingir os 18 no quarto ano, altura em que poderá aproximar-se de uma faturação anual de três milhões de euros.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Malagueta em Novembro 27, 2012, 03:21:37 pm
Embraer Portugal realiza primeiro carregamento para Brasil


A unidade em Évora da fabricante de aviões Embraer concluiu na última semana o embarque de seu primeiro carregamento com material de produção própria, informou hoje a empresa.
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O carregamento, composto por uma empenagem para o jato Legacy 500, teve como destino a fábrica da Embraer no Brasil, localizada na cidade de São José dos Campos, no estado de São Paulo.
 
As unidades Embraer Compósitos e Embraer Metálicas - ambas sediadas em Évora - foram inauguradas em setembro deste ano.
 
A previsão é de que a empresa atinja sua capacidade plena de produção a partir do segundo semestre de 2013.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Edu em Dezembro 14, 2012, 02:59:30 pm
Portugal vai ser excepção numa Europa de aeroportos públicos
Raquel Almeida Correia
14/12/2012 - 14:10

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Quase 190 aeroportos ainda estão na esfera pública e há apenas um caso em que se privatizou toda a rede, como acontecerá em solo nacional com a venda da ANA, que hoje dá um novo passo.


Quando o Governo fechar a venda da ANA, no início do próximo ano, Portugal entrará directamente para a reduzida lista de países europeus que se desfizeram dos seus aeroportos. E, se a totalidade da participação pública nas infra-estruturas da Madeira também ficar no pacote, esta privatização fará com que se torne num dos dois Estados-membros que alienaram a totalidade da rede. Neste processo, há outra conclusão à vista: nunca antes um país da Europa a 27 fez um negócio deste tipo só por dinheiro.

A análise feita pelo PÚBLICO mostra que hoje ainda há 188 aeroportos controlados por entidades públicas. Aliás, mais de metade dos países continuam a ter o Estado como único accionista de todas as suas infra-estruturas. No total, há apenas 68 casos em que os privados foram convidados a entrar no capital, com grande expressão em França e no Reino Unido. E, em 26 deles, manteve-se uma participação estatal.

A febre das privatizações rebentou no final dos anos 90, com uma premissa comum: os aeroportos civis e militares, que nasceram para servir os interesses e populações dos diferentes países, mudaram. "Começou-se a perceber que eram mais do que infra-estruturas que albergavam companhias de aviação, mas sim plataformas de negócio com um raio de acção que tinha impacto a vários níveis da economia", explica Maria Fátima Rodrigues, investigadora do sector.

A partir do momento em que este paradigma mudou, tornou-se necessário dar-lhes uma gestão profissional e capital que permitisse desenvolvê-los face à massificação do transporte aéreo. Foi o rastilho de uma tendência que se foi propagando de "entrega das infra-estruturas a outros operadores, que não o Estado", diz a professora da Universidade Lusófona e assessora do conselho de administração da ANA.

Um pouco por toda a Europa, mas com especial força em território francês e britânico, foram dados os primeiros passos. O Reino Unido foi mesmo pioneiro num modelo que continua sem cópia: vendeu a propriedade dos aeroportos e não uma concessão, como aconteceu nos restantes países. França também é um caso particular, porque 14 das suas 26 infra-estruturas foram transferidas para câmaras de comércio, onde estão representados cidadãos e empresas da região.

Uma questão de dinheiro

Estes dois Estados-membros mantêm, até hoje, a posição mais liberal da União Europeia a 27, com 31 aeroportos totalmente privatizados (74% do total). No entanto, os britânicos também seguiram um caminho diferente dos franceses nos parceiros que escolheram: grandes grupos privados, como a BAA ou o fundo de investimento GIP, que também está na corrida à venda da ANA (ver texto secundário).

Olhando para o mapa aeroportuário europeu, e apesar de uma maior abertura às privatizações, a verdade é que França e Reino Unido continuam muito isolados. No outro extremo estão Espanha e Grécia, também porque são países polvilhados por aeroportos. No primeiro caso, todas as 48 infra-estruturas que existem são controladas pelo Estado. Já os gregos venderam parcialmente o aeroporto de Atenas (onde continua a haver uma participação pública de 55%) e têm outros 43 em mãos públicas.

Mas, tal como Portugal, estes dois Estados-membros foram obrigados a colocar em cima da mesa a hipótese de se desfazerem destes activos, exactamente pelo mesmo motivo. Com a crise na Europa, e os consequentes resgates financeiros, tornou-se uma "emergência", como o actual Governo assumiu, vender aeroportos. Em alguns casos para eliminar um peso que se torna difícil de suster e noutros para encaixar receita e reduzir o défice.

"O caso nacional é muito particular, porque esta privatização não é uma decisão estratégica, mas sim uma necessidade de tesouraria", frise Nuno Brilha, professor de Gestão Aeronáutica no Instituto Superior de Educação e Ciência (ISEC) e antigo quadro da ANA. No fundo, o negócio que está prestes a ser fechado pelo Governo "é uma questão de dinheiro" porque a verba gerada com a venda da concessão servirá para cumprir a meta de défice acordada com a troika para este ano (5%) e o restante irá directamente para os cofres públicos.

Uma vez que nem a Grécia, nem Espanha conseguiram ainda avançar com a abertura a privados dos seus aeroportos, Portugal acabará por se tornar no primeiro país a ver-se forçado a fazer um negócio deste tipo, por estas razões.

Estado fica afastado

Há outro aspecto em que o país está a ser original. Se o Governo Regional da Madeira aceitar incluir no pacote da venda os 20% que detém nos aeroportos do arquipélago, o comprador da ANA ficará com todos os aeroportos do país sob sua alçada. Esta privatização em rede só aconteceu ainda num outro Estado-membro: o Chipre. Todos os restantes mantiveram pelo menos uma infra-estrutura nas mãos do Estado e, em muitos casos, optaram por ficar com a que está instalada na sua principal cidade.

Para Nuno Brilha, esta opção era inevitável, tendo em conta a dimensão territorial do país. "Se o Governo optasse por ceder só o aeroporto de Lisboa, teria um problema com os restantes", porque a infra-estrutura da capital é a mais rentável e representa 50% do tráfego movimentado. Por outro lado, deixar de fora a Portela reduziria drasticamente o valor a pagar pelos investidores ao Estado.

Mais dúvidas há na questão da privatização total da ANA (95% serão alienados a um dos cinco candidatos e outros 5% aos trabalhadores). É que muitos dos países europeus que se decidiram por alienar aeroportos não abdicaram de dar ao Estado uma posição accionista, em muitos casos maioritária, como aconteceu em Itália ou na Alemanha.

Maria Fátima Rodrigues, da Lusófona, considera que "é uma opção a ter em conta", porque, saindo totalmente do capital, poderá "ser mais difícil reverter a situação", em casos de incumprimento contratual por exemplo. Já o docente do ISEC diz mesmo que semiprivatizar a gestora aeroportuária "teria sido a melhor opção", mas isto se houvesse "uma estratégia para o sector, política e económica".

Um modelo deste tipo evitaria um afastamento completo, ao mesmo tempo que permitiria gerar receitas para minimizar os problemas de tesouraria. Porém, manter o activo por manter, só para depois exercer posições de controlo, "não pode ser a única justificação para partilhar o capital com privados", remata Nuno Brilha.

O especialista do ISEC aponta outras lacunas a este negócio, que viverá hoje mais uma etapa importante com a entrega das propostas definitivas de compra à Parpública, gestora de participações do Estado. "Uma operação feita tão rapidamente só pode deixar pontas soltas", diz, sublinhando o facto de não se tratar de uma decisão estratégica, mas antes de "uma solução para resolver um problema de curto prazo".

Dividir para reinar

Muitos países europeus optaram por descentralizar os aeroportos do Estado central sem se desfazer deles, passando o controlo para entidades públicas de cariz mais regional. Há casos destes um pouco por toda a Europa: Dinamarca, França, Alemanha e Itália, por exemplo.

Tendo em conta que a norte se têm levantado vozes contra a venda de toda a rede da ANA e que, no contrato a transferir para o investidor, estão previstas subconcessões, Portugal poderá vir a juntar-se a esta lista. "Seria o derradeiro reconhecimento de que uma infraestrutura aeroportuária deve ser um instrumento ao serviço de uma região", considera a docente da Lusófona e assessora da ANA.

A forma como os diferentes países têm conduzido as privatizações ou pugnado por manter este sector nas mãos do Estado não pode ser dissociado de diversos factores, como o que leva Portugal agora a vender a sua gestora aeroportuária. No caso da Finlândia, as dificuldades em ligar por via rodoviária ou ferroviária as cidades, foram decisivas para que o país investisse e salvaguardasse os seus 25 aeroportos públicos. Na Grécia, situação semelhante se passou por causa das ilhas.

Já nos países mais a leste, o Estado continua a ser dono e senhor de grande parte das infra-estruturas, porque a febre das privatizações só agora começa a instalar-se. E, em Espanha, o Governo terá primeiro de fazer uma limpeza à rede para conseguir encontrar investidores.

O PSD anda basicamente a vender o país ao desbarato para esconder as provas da sua incapacidade de cumprir aquilo a que se propôs.

Pergunto quais serão as consequências a longo prazo de uma desisão como esta. De que forma se estão a por em causa os interesses de Portugal.
Esta não é uma decisão estratégica ou sequer pensada. Isto é uma simples necessidade de arranjar dinheiro facil.
 É mais ou menos um ir à "cofidis" pedir um emprestimo sem pensar que a seguir se pagarão juros de 30 ou 40%.

Bravo PSD, muito bom  lo3x4  :evil:
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Cabecinhas em Dezembro 18, 2012, 12:21:34 pm
<a href="http://www.pnetpeticoes.pt/tap">Petição contra a privatização da TAP</a>
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Edu em Dezembro 18, 2012, 05:05:26 pm
Ontem ouvi na RTP que quem comprar a ANA ao fim de 5 anos, com os lucros da mesma, tem o investimento pago. Não sei se é verdade ou mentira mas acredito que seja verdade.

Isto cabe na cabeça de alguém, vender algo que passado 5 anos daria o dinheiro da venda, ainda por mais, por 50 anos.

Os gajos do PSD só podem andar loucos. Isto era empalalos a todos  :evil: .
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: cmc em Dezembro 18, 2012, 09:44:09 pm
Cabe, na cabeça de quem vende prédios por 1 milhão para os alugar a seguir por 100 mil ao mês... :P
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Dezembro 18, 2012, 10:38:33 pm
E Regimentos...  :censurado:
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 11, 2013, 12:23:53 pm
Ligação aérea entre Trás-os-Montes e Lisboa retomada em Março


A Câmara de Bragança divulgou hoje que o Governo prevê retomar em meados de março a ligação aérea entre Trás-os-Montes e Lisboa interrompida em novembro para reavaliação do modelo de financiamento.A previsão foi adiantada aos presidentes das câmaras de Bragança e Vila Real numa reunião com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, na terça-feira, em Lisboa, em que esteve também presente o secretário de Estado dos Transportes, segundo um comunicado distribuído pela autarquia de Bragança.

Na nota assinada pelo presidente, o social-democrata Jorge Nunes, é explicado que reunião foi pedida pelos autarcas, que saíram com a «previsão do reinício da ligação aérea para meados de março, um mês depois do prazo anteriormente anunciado pelo Governo».

Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Janeiro 14, 2013, 03:49:56 pm
Parece que a Ryanair vai abrir uma base em Lisboa. O anuncio será dado pelo CEO amanha em Lisboa.

Será o início do fim da TAP.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 14, 2013, 08:05:15 pm
TACV de Cabo Verde quer voltar a voar para Beja


A empresa de transportes aéreos de Cabo Verde (TACV) está a negociar ligações entre o aeroporto de Beja e a Ilha do Sal, disse hoje o delegado para região ibérica da companhia cabo-verdiana, Mário Almeida. “Nós temos neste momento, em conjunto com a câmara de Ferreira do Alentejo, um pedido para realizar seis operações, em Julho e Agosto, entre Beja e a Ilha do Sal (Cabo Verde), declarou à Lusa o responsável da TACV.

Mário Almeida fez estas declarações hoje à margem do seminário “Aeroporto de Beja – Oportunidades de cooperação estratégica Portugal/Cabo Verde”, em Lisboa.

“Nós ainda estamos em negociações (com os responsáveis da administração do aeroporto), já que estão envolvidos vários parceiros, como os hoteleiros e os operadores de turismo”, disse, esperando um “entendimento na próxima semana”.

Para Mário Almeida, o aeroporto de Beja “tem alguma importância em termos de potencial”, recordando que a TACV opera em várias cidades europeias, como Paris e Amsterdão.

“Se operamos com os (Boeing) 737", o aeroporto de Beja "é o ponto ideal para escalas técnicas e comerciais, servindo "as regiões de Évora e Faro". Isso "tudo para nós é economicamente viável”, acrescentou, sem citar o montante de investimentos necessários para tais operações.

A TACV pretende que os voos não tenham somente uma vertente turística. “Cabo Verde tem muitos estudantes nesta região, que poderiam ser um potencial público-alvo”, sublinhou.

O responsável da companhia cabo-verdiana referiu ainda que estão a discutir também o potencial do aeroporto de Beja para o transporte de carga.

“Estamos a discutir o potencial de Beja como cargo, pois naquela região há algumas frutas, como as uvas, que poderiam ser exportadas. Temos sempre duas toneladas de carga disponíveis por cada voo, sendo também um outro negócio”, indicou.

A TACV realizou o voo inaugural do aeroporto, a 13 Abril de 2011, numa viagem que ligou Beja e a Ilha do Fogo, em Cabo Verde, evento promovido por várias entidades e empresas, entre os quais, a autarquia de Ferreira do Alentejo.

O presidente da câmara municipal de Ferreira do Alentejo, Aníbal Reis da Costa, disse que é preciso “tornar visíveis as potencialidades do aeroporto de Beja" e promover as sinergias com empresas de diversos setores.

De acordo com o autarca, o seminário hoje realizado - promovido pelo município de Ferreira do Alentejo e outros parceiros - e outros que já decorreram visam dinamizar o desenvolvimento do aeroporto de Beja e da região.

A empresa de transportes internacional UTI anunciou hoje, durante o seminário, que irá fazer seu primeiro transporte de cargas a partir do aeroporto de Beja em Fevereiro, com uma encomenda que será levada para Frankfurt, na Alemanha.

Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Edu em Janeiro 14, 2013, 11:51:29 pm
Citação de: "miguelbud"
Parece que a Ryanair vai abrir uma base em Lisboa. O anuncio será dado pelo CEO amanha em Lisboa.

Será o início do fim da TAP.

Se a TAP soubesse jogar com isso não seria, seria certamente o fim das rotas de pequeno curso, mas poderia ser uma oportunidade para TAP atrair o maior numero de pagasseiros que a Ryanair poderá trazer para as viagens de longo curso.
Muita gente viaja para Barajas vindos de fora da europa em companhias tradicionais e depois apanham voos da Ryanair para o resto da Europa, ou o contrario, voam da Europa para Barajas pela Ryanair e depois usam outras companhias para voar para fora da Europa. A TAP podia tentar fazer algo parecido em Lisboa.

E outra questão, quem voa de TAP dificilmente passa a voar de Ryanair, eu se tivesse mais dinheiro escolheria sempre outra companhia que não a Ryanair para voar para dentro da Europa, simplesmente odeio voar de Ryanair, mas se não houvesse Ryanair não fazia as viagens que faço, e não era por não haver Ryanair que passava a voar de TAP.

As companhias ditas tradicionais têm é que começar a saber jogar melhor com os problemas das low-cost, não há nenhuma pessoa que não prefira voar numa companhia de bandeira do que no degredo que é a Ryanair, o problema é que estas são muito mais caras, se a TAP fosse ao dobro do preço que na Ryanair compro bilhetes não pensava duas vezes em ir pela TAP.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Janeiro 15, 2013, 09:26:44 pm
Citação de: "Edu"
Citação de: "miguelbud"
Parece que a Ryanair vai abrir uma base em Lisboa. O anuncio será dado pelo CEO amanha em Lisboa.

Será o início do fim da TAP.

Se a TAP soubesse jogar com isso não seria, seria certamente o fim das rotas de pequeno curso, mas poderia ser uma oportunidade para TAP atrair o maior numero de pagasseiros que a Ryanair poderá trazer para as viagens de longo curso.
Muita gente viaja para Barajas vindos de fora da europa em companhias tradicionais e depois apanham voos da Ryanair para o resto da Europa, ou o contrario, voam da Europa para Barajas pela Ryanair e depois usam outras companhias para voar para fora da Europa. A TAP podia tentar fazer algo parecido em Lisboa.

Para isso a TAP teria de aumentar a frota de longo curso e nao tem dinheiro para investir. As low cost ou companias alternativas como eu lhes chamo, criando uma base num país rebentam com a companhia local, veja-se o exemplo da alitalia, malev, iberia (se bem que neste caso os espanhois foram bem encavados pela British Aiways).
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Edu em Janeiro 16, 2013, 02:20:11 pm
Mas a Ryanair já tinha base no Porto. Será que vai mudar assim tanto o facto de agora ir para Lisboa? Sinceramente não sei.

O que vai acontecer não sei, provavelmente até irá acontecer o que o miguelbud está a dizer. Mas a TAP tinha hipotese de usar isto como possibilidade para conseguir mais passageiros nomeadamente que vêm da america latina e africa. E como eu disse, quem pode voar noutra companhia não voa na Ryanair, e eu próprio só voo na Ryanair por não ter outra hipotese. Se tivesse maiores posses financeiras não me importaria de pagar o dobro para ir melhor sentado, com mais bagagem e com alimentação a bordo.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Janeiro 17, 2013, 12:17:06 pm
Caro Edu,
mas a TAP já faz isso, estive a agora a simular uma viajem de LX para o Rio de Janeiro com partida a 16 de Maio e regresso a 23 do mesmo mes. O preco dessa viajem é de €795. Fiz também a simulaçao com as mesmas datas de Budapeste para para o Rio e o preço foi €842, ou seja a viajem de BUD para LX, que custa á volta de €350, se for a fazer transfer para um destino de longo curso fica apenas a €47. Se tivermos em conta que isto engloba refeiçoes a bordo e 25kg de bagagem, a Ryan air é cara. Ah, e ainda temos a vantagem de nao termos as hospedeiras a berrar a cada 5 minutos para venderem jornais, sandes, cafes, raspadinhas, calendários, etc. O que disse sobre a Ryanair ser complementar a TAP nos voos de longo curso, poderá fazer sentido se for para cidades para as quais a TAP nao voe e estejam longe de qualquer outro destino TAP. No entanto, aquando em Maio passado a Ryanair apresentou as sua proposta para rotas a partir de LX, mais de 50% dos destinos eram cidades para as quais a TAP voava, de modo a poder roubar passageiros.

Em relaçao á base no Porto, talvez alguém ligado a transportes (como o forista Pedro I), ou alguém ligado a aviaçao comercial possa explicar melhor, mas parece-me que o aeroporto do Porto nunca foi muito relevante para a TAP, pois tem muito poucas rotas e acabar por ser usado mais como transfer de passageiros para Lisboa. Atrevo-me até a dizer que o aeroporto Francisco Sá Carneiro beneficiou imenso das bases low cost, pois estava muito carenciado de ligaçoes para o resto da Europa.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Edu em Janeiro 17, 2013, 12:31:31 pm
Talvez tenha razão e a Ryanair até venha prejudicar bastante a TAP, vamos ver, espero que não. O futuro das companhias lowcost também não é assim tão risonho e garantido como às vezes se possa pensar.  A Ryanair até tem tido bastantes lucros mas outras companhias lowcost não andam assim tão abonadas. E a Ryanair mesmo com lucros é uma companhia que anda sempre no fio da navalha, uma pequena mudança na legislação ou nas condições económicas pode levar a que de um momento para outro a mesma passe a ter muita deficuldade em operar, é importante referir que a Ryanair baseia muito do seu lucro em receitas das taxas de excesso de bagagem e coisas afins, uma legislação que aparecesse no sentido de limitar o valor da taxa de excesso de bagagem por kg ou de obrigar a oferecer um minimo de condições podia deitar por água abaixo o negócio da ryanair.

E é sabido também que a Ryanair tem tido bastantes problemas na negociação para a compra de substituto para os 737-800, estando agora à espera de comprar o C-919 que ainda não existe e será chinês.

Isto na aviação neste momento nunca nada é certo. Basta olhar para o Dreamliner que era o avião "prodigio" da Boeing e agora está no chão por tempo indeterminado. Entretanto o A350XWB vai entrar em operação podendo roubar muitas ecomendas ao 787.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Janeiro 17, 2013, 01:16:28 pm
Citação de: "Edu"
também que a Ryanair tem tido bastantes problemas na negociação para a compra de substituto para os 737-800, estando agora à espera de comprar o C-919 que ainda não existe e será chinês.
Nao sabia disso, mas li em qualquer lado que a razao pela qual eles estao constantemente a renovar a frota é que em 2011 depois do 9/11, compraram 100 avioes á boeing e como o mercado estava em baixo negociaram muito bem o preço. Aliás negociaram-no tao bem que se dao ao luxo de vender a aeronave usada quase ao mesmo preço a que a compraram.

Uma coisa é certa, apesar do CEO da Ryanair ser um ordinarao de primeira, é de facto dos poucos homens de negócios que compreendem o facto de que nao existe boa ou má publicidade, apenas publicidade barata ou cara. A ryanair está sempre nas bocas do mundo. Veja-se nos ultimos dias, é anunciado que ele vem a LX, depois dá uma conferencia de imprensa que esta a negociar a base, depois vem a Vinci dizer que é mentira, mas entretando é só publicidade grátis feita á companhia.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 03, 2013, 03:07:32 pm
Beja pode vir a ser centro de carga aérea


O aeroporto de Beja poderá transformar-se num centro logístico de carga aérea para as zonas centro e sul do país. Esta é uma das propostas do grupo de trabalho, nomeado pelo secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, para estudar as possibilidades de expansão do aeroporto de Beja, que recebeu altos investimentos nos últimos anos. A utilização desta infra-estrutura, porém, tem sido escassa – em 2012, recebeu apenas 1925 passageiros em voos low cost.

O trabalho, entregue ao Governo em Setembro do ano passado, considera que se deve abandonar uma estratégia «convencional» e «repensar» o uso a dar a este terminal. Além da utilização por cargueiros puros, sugere «o entrosamento» com a Embraer, localizada em Évora, e a Airbus Military, em Sevilha, a criação de uma zona industrial nos terrenos adjacentes ao perímetro aeroportuário e a «integração com a componente agroindustrial» do Alqueva.

Em termos de aeroporto de passageiros, Beja deverá ser orientado para aviação executiva e turismo da zona.

As conclusões do grupo de trabalho foram reveladas pelo gabinete do primeiro-ministro, em resposta a um requerimento do PS. No documento, assinado pelo chefe de gabinete de Passos Coelho, o Governo assume ainda que a expansão de Beja, que com a privatização da ANA passou para a alçada da francesa Vinci, «é um processo moroso», mas necessário para «alavancar» o cluster da indústria aeronáutica e o potencial empresarial da região.

A intenção do Executivo é garantir a sustentabilidade do aeroporto de Beja, algo que «aquando do avultado investimento na concretização do terminal civil de Beja pelo Governo anterior não foi previsto e não ficou salvaguardado». O Governo socialista de Sócrates investiu neste projecto cerca 33 milhões de euros.

No final do ano passado, a empresa portuguesa AeroNeo anunciou que queria investir 11 milhões de euros numa unidade para desmantelar aviões e valorizar activos aeronáuticos no aeroporto de Beja.

Por sinal, esta semana, ficou concluído o processo de certificação do aeroporto de Beja pelo Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), que considera estarem «reunidas todas as condições» para a utilização da infraestrutura «por todos os tipos de tráfego, sem as restrições que vigoravam» antes, refere comunicado da ANA.

SOL
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Março 28, 2013, 08:51:14 pm
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O Aeroporto de Beja recebeu hoje (27/03/2013), pelas 13 horas, o primeiro voo de carga da responsabilidade da UTI.

O Operador Logístico Internacional fez deslocar de Beja para a Alemanha um voo com vários equipamentos. Nesta primeira operação esteve envolvida a companhia Bin Air.

Pedro Beja Neves assegura que esta operação “correu muito bem”. O director do Aeroporto de Beja, frisou à Rádio Pax que este “voo simbólico” permitiu “testar meios” e “conquistar posições de forma sustentada e equilibrada”.

IN: Rádio Pax

E ainda

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O Governo está a estudar a criação no aeroporto de Beja de um centro logístico de carga aérea para as zonas Centro e Sul do País. A proposta foi avançada por um grupo de trabalho nomeado pelo secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, para propor formas de rentabilização desta infraestrutura, onde foram gastos 33 milhões de euros.
Na resposta a uma pergunta do grupo parlamentar do PS, o gabinete do primeiro-ministro refere que assente está o "abandono da estratégia convencional baseada apenas no potencial turístico", a favor de uma utilização mais centrada nas necessidades das empresas dos sectores logístico e aeronáutico (manutenção de aviões, componentes e formação profissional, por exemplo).
Constatando que o desenvolvimento do aeroporto de Beja no contexto regional e nacional é um processo "moroso e multidisciplinarmente articulado", o Governo diz-se empenhado em "viabilizar do ponto de vista técnico, económico e financeiro os custos de operação e manutenção" da infraestrutura.
"Se conseguirmos que o aeroporto de Beja seja altamente competitivo, poderá vir a ser um ponto de entrada de mercadoria na Europa, seguindo depois por comboio ou camião, ou também pode servir de plataforma para os aviões fazerem paragens técnicas e voarem para o resto da Europa", refere Carlos Seruca Salgado, manager de carga aérea da ANA - Aeroportos de Portugal, à Transportes em Revista. "Tenho visto interesse em vários operadores, inclusivamente de nível mundial, incluindo empresas europeias de grande dimensão, que pretendem fazer operação através de Beja com vários aviões. Beja pode servir de plataforma para o mercado marroquino, através de outros operadores", acrescenta Seruca Salgado, dizendo que uma vez feito o investimento, "há que rentabilizá-lo".

http://www.dinheirovivo.pt/Economia/...ECO120600.html (http://www.dinheirovivo.pt/Economia/...ECO120600.html)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Junho 19, 2013, 12:47:26 pm
Hoje no Jornal de Negócios

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Sector aeronáutico português vive período "dourado"

O director-geral da associação portuguesa de indústria aeroespacial (PEMAS), Sérgio da Cunha Oliveira, disse hoje à Lusa que "o sector aeronáutico português atravessa um período dourado" que pode significar um "ponto de viragem" para esta indústria.

Em declarações à margem do salão aeronáutico internacional de Le Bourget, arredores de Paris, Sérgio Oliveira sustentou que a indústria aeronáutica portuguesa beneficia neste período de forte investimento estrangeiro e de um programa de desenvolvimento industrial, duas situações que raramente se conjugam.

Ainda assim, o director geral da PEMAS realça a necessidade de "um claro apoio estatal e uma clara coordenação estratégica a longo prazo".

"Estamos num período muito particular no setor aeroespacial, em que temos um investimento estrangeiro muito forte em Portugal, o caso da Embraer, temos um alinhamento claro com as iniciativas geradas pela EEA - Empresa de Engenharia Aeronáutica, dentro do âmbito dos programas da Embraer. É uma ferramenta óptima para a dinamização do sector", afirmou.

Com o programa KC-390 da Embraer Portugal, desenvolve-se pela primeira vez numa fase inicial um programa aeronáutico, com a vantagem de acompanhar todo o processo de aprendizagem em conjunto com o fabricante, o que pode capacitar a indústria portuguesa para fazer parte da cadeia de fornecimento quando a aeronave estiver em processo de fabricação.

"Temos duas unidades de fabricação da Embraer em Portugal, a Embraer está bastante avançada no desenvolvimento de um avião novo. Será o maior avião da Embraer, até à data. É um avião de componente militar com características diferentes do que é normal ser feito", explica o director geral da PEMAS.

O investimento da Embraer em Portugal "em conjugação com um programa de desenvolvimento vai permitir a Portugal crescer de uma forma pouco normal para o setor" aeronáutico.

"Vai haver um investimento inicial, um suporte às empresas, a ideia é que daqui a 20 anos se multiplique o nosso investimento, seja em externalidades positivas, seja em retorno sobre o investimento directo com o aumento do PIB. Mas terá este resultado a 15/20 anos", acrescentou.

"Tem que haver uma intervenção estratégica e um alinhamento estratégico nacional, nomeadamente governamental. (...) Nunca damos o primeiro passo porque o primeiro passo é bastante doloroso, mas se não o dermos daqui a 20 anos estamos na mesma", concluiu Sérgio da Cunha Oliveira à margem 50.ª edição do Salão Internacional da Aeronáutica, Le Bourget.

O certame, na região de Paris, acolhe este ano 19 empresas portuguesas até ao próximo domingo.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 03, 2013, 05:22:20 pm
Empresa de Guimarães quer conquistar mercado aeronáutico internacional


Uma empresa de Guimarães tem em fase de testes um "avançado" moto planador e ambiciona conquistar o mercado aeronáutico internacional dentro deste segmento de aeronaves de lazer que está em crescimento em vários países do mundo.

"Este é um projeto inovador que teve o seu início em 2009, sendo um misto entre um planador e uma avião ultraligeiro. Outra das novidades da aeronave é que a sua propulsão é feita através de motores elétricos", disse à agência Lusa Teófilo Leite, um dos mentores do protótipo.

Esta aeronave tem vários "elementos diferenciadores" que desde logo passam pelo seu sistema de propulsão, pelos seus materiais de construção, sistemas elétricos e eletrónicos, que fazem do aparelho "uma novidade tecnológica" no seu segmento.

Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Setembro 03, 2013, 09:34:14 pm
Salvador Caetano começa a produzir peças para aeronáutica em Novembro

A Salvador Caetano inicia em Novembro a produção de peças para a indústria aeronáutica, no âmbito do contrato assinado com a Airbus, prevendo facturar 70 a 80 milhões de euros até 2018 nesta nova área de negócio.

Em entrevista à agência Lusa, o presidente da Salvador Caetano Indústria, José Ramos, adiantou que o objectivo é obter uma facturação média anual de dez a 15 milhões de euros na área aeronáutica, o que, considerando a base actual de negócios, representará 15 a 20% da facturação da empresa.

Instalada num edifício com 7000 metros quadrados no perímetro industrial da fábrica da Salvador Caetano em Vila Nova de Gaia, a unidade de aeronáutica tem já “uma máquina montada” e aguarda a chegada das restantes em Novembro, para então arrancar a produção “em volume”.

Conforme explicou à Lusa, por sua vez, o administrador executivo da CaetanoBus, Jorge Pinto, numa primeira fase a unidade produzirá peças mecanizadas e, posteriormente, em 2014, iniciará a produção de peças estruturais em material compósito.

“Este vai ser o nosso grande salto na área da aeronáutica”, considerou, salientando que esta tecnologia vai ser, depois, adaptada à produção de peças para autocarros, que são o negócio central da CaetanoBus. As peças a produzir serão, sobretudo, para aviões militares da Airbus, mas Jorge Pinto diz existirem já encomendas “para a aviação civil”.

“É uma aposta com peso e uma nova actividade que vamos descobrir e que nos vai trazer sinergias”, salientou José Ramos, destacando que representa “um salto muito grande em termos de indústria, porque as normas de segurança” impostas nesta área são todo “um outro mundo”.

Convicto de que a aposta na área aeronáutica “é um projecto de futuro, com grandes perspectivas”, o presidente da Salvador Caetano Indústria diz ter “um significado importante por ser a primeira vez que o grupo diversifica, em termos industriais, para além da área dos autocarros e dos automóveis”.

Para além da aeronáutica, na área da indústria a Salvador Caetano tem em curso vários projectos no exterior, nomeadamente na Colômbia e na China.

Na Colômbia, José Ramos adiantou estar a ser negociada a aquisição de um fabricante local de autocarros, com o objectivo de alargar a sua produção e vir a abastecer quer o mercado colombiano, quer toda a América do Sul, para onde os direitos alfandegários tornam praticamente impossível exportar.

“A ideia é entrarmos no capital da empresa, com opção de sermos maioritários, e levar know how”, disse, revelando que o negócio deverá estar fechado “até ao final do ano” e as perspectivas apontam para que a produção local venha a superar a da Caetano Bus em Gaia. “Numa fase inicial vamos manter os modelos locais que a empresa já fabrica, mas depois queremos começar a introduzir alguns produtos nossos”, precisou o administrador da CaetanoBus. Na China, a construção da nova fábrica da Salvador Caetano – Brillance Caetano – está “em fase de conclusão” e a produção irá arrancar no final do ano.

Admitindo que “não é um mercado fácil, por questões culturais”, Jorge Pinto explicou que os autocarros da fábrica chinesa começarão por ser montados a partir de peças fabricadas em Portugal, mas o objectivo é “comprar localmente cada vez mais materiais”. Começando pelos materiais “mais volumosos, difíceis de transportar e onde há competências locais”, o que se pretende é que, dentro de alguns meses, haja “20% de incorporação chinesa”.

No próximo ano, a Salvador Caetano planeia produzir 150 unidades na fábrica na China, correspondentes a um volume de negócios de 30 milhões de euros, mas o presidente da Salvador Caetano Indústria acredita que, “daqui a uns tempos, a produção na China venha a ser superior à da Caetano Bus” em Gaia.

Trabalhadores em lay-off regressaram à fábrica em Junho
A CaetanoBus levantou o lay-off que abrangia uma centena de trabalhadores na fábrica de Gaia e vai contratar mais 120 pessoas até final do ano, devido ao desbloqueamento de negócios pendentes e a novas encomendas.

José Ramos adiantou que os primeiros trabalhadores abrangidos pela suspensão temporária do trabalho (a vigorar desde Março e que deveria durar até este mês) começaram a ser chamados em Junho, estando actualmente ao serviço os perto de 100 funcionários abrangidos.

Na base da retoma do ritmo de produção está o desbloquear de negócios pendentes em Inglaterra, o arranque de um novo projecto de miniautocarros para o Norte da Europa e uma segunda encomenda de autocarros com duas cabines (para condução nas duas direcções) para o monte de Saint-Michel, em França.

Segundo José Ramos, este acréscimo de trabalho implicará, ainda, a contratação de um total de 120 novos colaboradores até final do ano, 80 dos quais já estão ao serviço.

@ Público
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 29, 2014, 04:50:50 pm
Número de passageiros nos aeroportos portugueses cresceu 5% em 2013


O número de passageiros nos aeroportos portugueses cresceu 5% em 2013, atingindo os 32 milhões de passageiros, metade dos quais passaram por Lisboa.
Os números foram hoje apresentados num balanço feito pelo presidente da ANA, Ponce de Leão, que assinalou o crescimento expressivo em Lisboa, que subiu 4,6%, ficando pela primeira vez acima dos 16 milhões de passageiros.

Segundo Ponce de Leão, esta evolução é o dobro da média dos aeroportos da União Europeia filiados no ACIEurope, a despeito da queda relativa do tráfego dos portugueses que viajaram para o estrangeiro e que foi "mais do que compensada pelos visitantes que entraram no país".

Além do crescimento do aeroporto de Lisboa, destacou-se ainda o aumento do número de passageiros no aeroporto da Madeira (7,1%), Faro (5,4%) e Porto (5,3%), impulsionados pelo tráfego de passageiros "inbound" [visitantes].

O aeroporto dos Açores cresceu apenas 1,7% por estar "fortemente dependente" do mercado doméstico, que caiu no ano passado, justificou o responsável de "marketing" e aviação, Francisco Pita.

Apesar disso, adiantou, tem havido alguma compensação devido ao aumento da emigração que "introduziu um acréscimo de tráfego associado à visita de familiares e amigos".

Ponce de Leão estima para esta infraestrutura um crescimento em linha com estes valores, apontando para os 4%, valor que considera "sustentado" e que acredita que vai ser ultrapassado.

"O turismo em Portugal tem condições para crescer a taxas superiores a 4%", considerou.

O responsável da ANA salientou que a queda do mercado doméstico foi "amortecida", pelo crescimento dos visitantes estrangeiros e que a ANA tem estado empenhada na diversificação dos mercados externos, para ultrapassar "a estagnação" de alguns mercados como o britânico.

A Madeira, exemplificou, "recapturou o mercado da Escandinávia", enquanto os mercados francês e alemão tem tido "grande crescimento".

Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 19, 2014, 08:42:55 pm
Aeroporto Sá Carneiro é o 3º melhor da Europa


O Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, foi eleito o terceiro melhor da Europa pelo ACI - Airports Council International. Esta é a oitava distinção daquele espaço num período de oito anos, com o aeroporto portuense a ser consecutivamente membro integrante do pódio daqueles prémios anuais.
 
O primeiro e segundo lugares da tabela são ocupados pelos aeroportos de Moscovo e Zurique, respetivamente, sendo que em quarto e quinto lugar ficaram Keflavik e Malta. O 'ranking' é feito com base na avaliação dos 450 aeroportos de 44 países europeus representados pela ACI, a única associação profissional mundial de operadores deste tipo de infra-estruturas.
 
Em comunicado enviado ao Boas Notícias, a ANA revela que este galardão é resultado de "um conjunto de medidas adotadas pela ANA, no sentido de sensibilizar e mobilizar os seus recursos e os seus prestadores de serviços para a melhoria contínua da qualidade do serviço prestado aos passageiros".
O presidente da empresa, Jorge Ponce de Leão, garante que "foi com orgulho que soubemos que, uma vez mais, fomos escolhidos pelos nossos passageiros como um dos três melhores aeroportos da Europa".
 
"Este é o nosso 8º prémio nos últimos oito anos e é particularmente importante para nós, num momento em que o número de passageiros no Aeroporto do Porto atingiu a marca de 6,4 milhões de passageiros servidos", acrescenta.
 
Entre 2006 e 2011, este aeroporto tem vindo a classicar-se consecutivamente nos três primeiros lugares da lista, com destaque para 2007, ano em que foi mesmo eleito o melhor aeroporto da Europa, ocupando a primeira posição. A nova distinção vem reforçar ainda mais a atratividade da cidade do Porto a nível internacional, tendo em conta o galardão de Melhor Destino Turístico Europeu recentemente conquistado.
 
O programa Airport Service Quality (ASQ) é feito com base nos inquéritos preenchidos pelos passageiros relativamente a 34 indicadores diferentes, nomeadamente serviços oferecidos pelos aeroportos ao nível do atendimento, tempos de espera, cortesia dos funcionários, limpeza das instalações e conforto.

Boas Noticias
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 25, 2014, 10:50:06 am
Lusodescendente quer criar escola de pilotos de drones na Covilhã


Um luso-descendente, proprietário de uma empresa belga de drones, quer criar em Cortes do Meio, concelho da Covilhã, uma escola de pilotos profissionais daqueles veículos aéreos não tripulados, disse esta terça-feira o próprio. Rudy Mendes, chefe piloto e proprietário da empresa Skycine Production, que opera em França e no Canadá, esclareceu que o "projecçto deverá avançar ainda este ano" e que surgiu na sequência dos incêndios verificados no último verão, na Serra da Estrela.

"Os meus pais são de Cortes do Meio e conheço a terra. No ano passado, os incêndios que se registaram na região fizeram-me pensar que era importante trabalhar aqui. Por isso, falei com pessoas de Cortes do Meio para lhes explicar como é que os drones podem ajudar na preservação da natureza e até no combate aos incêndios", referiu.

Rudy Mendes especificou que o projecto da escola pode ser levado a cabo em parceria com instituições locais e que pretende antecipar a directiva europeia, que deverá ser aplicada em 2015 e que prevê que estes aparelhos tenham de ser manobrados por pilotos com formação.

"Nessa altura, já poderemos ter tudo preparado para que os drones sejam utilizados por pessoas de cá, caso se opte por esta solução", referiu.

De acordo com Rudy Mendes, a tecnologia aplicada nos drones utilizados permite que um aparelho chegue em poucos minutos ao local do incêndio, no qual recolherá a informação precisa (coordenadas) sobre a área que está a arder, passando depois a informação em tempo real para que a acção dos bombeiros seja mais rápida e eficaz.

Este empresário garante ainda que os aparelhos também podem ser uma mais-valia "nos sectores da preservação e vigilância florestal", porque permitem monitorizar previamente áreas de risco através da realização de levantamento cartográfico e topográfico com elaboração de mapas de três dimensões e análise da vegetação existente.

"Deste modo, serão indicadas, por exemplo, quais as florestas que necessitam de ser limpas e tratadas, bem como os locais nos quais é necessário realizar caminhos que deem acesso aos bombeiros e aos elementos da Protecção Civil", especificou.

Estas são as potencialidades que Rudy Mendes pretende demonstrar na prática através de um voo técnico que realizará na quarta-feira na freguesia de Cortes do Meio e ao qual devem assistir representantes da Câmara Municipal da Covilhã, da Protecção Civil Municipal, da Protecção Civil Distrital, dos Bombeiros da Covilhã e da Universidade da Beira Interior.

A sessão, organizada em conjunto com a empresa belga, a associação do Baldio da Freguesia de Cortes do Meio e com a Junta de Freguesia local, "é enquadrada no âmbito das acções de preservação ambiental desenvolvidas regularmente" por estas duas entidades, conforme sublinhou o secretário da junta, David Bizarro.

David Bizarro acrescentou ainda que a iniciativa deve "ajudar a perceber se as entidades convidadas estarão disponíveis para avançar com um projecto comum de eventual aquisição e aproveitamento de drones, caso as vantagens do mesmo sejam confirmadas no que concerne preservação da floresta".

A freguesia de Cortes do Meio tem 47 quilómetros de extensão, grande parte dos quais situados em pleno Parque Natural da Serra da Estrela.

Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Abril 29, 2014, 03:47:44 pm
Easyjet prefere Portela a aeroporto low cost


A Easyjet preferirá ficar na Portela caso se avance para um aeroporto complementar ao de Lisboa, hipótese que não foi descartada no Plano Estratégico da ANA divulgado há duas semanas, onde se associa essa solução à base aérea do Montijo.

“Comprometemo-nos com o Governo que, havendo algo, avaliaríamos se encaixava no nosso modelo de negócio. Mas a nossa preferência é voar para aeroportos principais”, frisa o director da Easyjet Portugal, Javier Gandara, em entrevista ao SOL. “Se se decidir que haverá um aeroporto secundário para as low cost, provavelmente decidiremos continuar na Portela. É o que os nossos passageiros preferem”, argumenta.

Para já, a intenção do Governo e da Vinci, dona da ANA, é optimizar até ao limite a exploração da actual infra-estrutura na Portela. Mas, também neste processo, o responsável da low cost britânica - cuja única base em Portugal está instalada em Lisboa - deixa alertas.

“Temos dito à ANA e à Vinci que num aeroporto com capacidade limitada como o de Lisboa, os operadores mais eficientes deviam ter incentivos para crescer. É mais eficiente receber um operador que só está 30 minutos em terra e tem 85% a 90% de ocupação no avião, como a Easyjet, do que um que está uma hora e tem 50% ou 60%”, sustenta.

Acrescenta também que as transportadoras que estão no terminal 2 da Portela deviam pagar menos taxas do que as que estão no terminal 1, “que é mais luxuoso, tem mais lojas”.

As taxas aeroportuárias cobradas pela ANA às companhias aéreas em Lisboa voltam a ser criticadas pelo director-geral da Easyjet. “Como subiram três vezes nos últimos 12 meses, limitámos o crescimento em Lisboa e focámo-nos mais em Faro e Funchal. Em 2014 prevemos crescer em Portugal entre 1% a 2% em passageiros e a maior fatia virá daí”, avança, afirmando que a rentabilidade de Lisboa “se ressentiu”.

Por isso, a transportadora britânica reviu a sua oferta na capital, refreou o lançamento de rotas em 2014, optou por não reforçar ligações e fechar as menos rentáveis como Valência, Bilbau, Astúrias, Roma e Copenhaga. Únicas novidades em Lisboa: Luxemburgo e Nice e mais frequências para Londres.

Concorrência é bem-vinda

Em 2013, a Easyjet teve uma subida de 1,2% nos passageiros transportados de e para Lisboa face a 2012, chegando a 1,8 milhões. É a segunda companhia que mais tráfego gera na Portela e realizou cerca de 13 mil voos de e para a cidade. “Este ano esperamos manter o número de voos e de passageiros”, antecipa o director, que vê como “bem-vinda” a concorrência da irlandesa Ryanair, cuja base na Portela acaba de abrir. “Em Lisboa, o nosso principal concorrente continua a ser a TAP e não a Ryanair. Só temos duas rotas coincidentes, Londres e Paris, e o nosso modelo de negócio é diferente. Temos ambas tarifas baixas, mas nós voamos para aeroportos principais”, compara. “Não buscamos o crescimento por si. Procuramos crescimento rentável”.

Ainda assim, sobre a base em Lisboa, que completou o segundo ano de actividade a 19 de Abril, Javier Gandara faz um balanço positivo. “Cumprimos os objectivos”, passando de dois para quatro aviões baseados e de 80 para 140 funcionários.

Operando também no Porto, Faro e Funchal, a Easyjet movimentou quatro milhões de passageiros, mais 1,6% do que em 2012. “Estamos a crescer menos em Portugal do que no resto da rede, que está com crescimento médio entre 4% e 5%” por ano, contabiliza o director-geral. E justifica com a crise - que ainda assim, trouxe um mercado novo já que pôs os empresários a voar em low cost - e com a subida dos custos de operação devido ao aumento das taxas. Mesmo assim, assegura que a facturação média “se manteve em linha com o resto da rede”.

SOL
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Maio 25, 2014, 02:31:18 am
Citar
Aeroporto de Lisboa aberto toda a noite
23 Mai, 2014, 20:39

São esperados 135 voos entre Madrid e Lisboa, o que é três vezes mais dos que a Portela costuma receber.

E tem sido todo o dia e noite!!
Voos da Air europa, e aeronaves de pequenas dimensões são às dezenas!
Portela, Tires e até Beja recebeu voos!

(http://i279.photobucket.com/albums/kk144/HSMW/IMG/24MAI14_zps7fe8367e.png) (http://http)
Screen tirado às 02:20.
Temos de organizar mais coisas destas.

Sempre a acompanhar aqui:
 :arrow: http://www.flightradar24.com (http://www.flightradar24.com)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Junho 12, 2014, 02:57:34 pm
Ryanair: "Gostávamos de ver o aeroporto do Montijo desenvolvido"


O presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary, defendeu nesta quinta-feira que o Governo avance com o aeroporto para companhias aéreas de baixo custo (low cost) no Montijo

"Gostávamos de ver o desenvolvimento do Montijo. Temos tentado encorajar o Governo a desenvolver esse aeroporto, permitindo que o tráfego civil opere", apelou o responsável da transportadora irlandesa, numa conferência de imprensa em Lisboa.

"As nossas conversações não levaram a lado nenhum nos últimos dois anos porque as autoridades estavam preocupadas com a privatização da ANA», sublinhou O’Leary, frisando, no entanto, que com essa infra-estrutura poderia aumentar-se dos 16 milhões de passageiros que passam agora por ano na Portela, para 20 milhões.

"A Ryanair certamente conseguiria transportar esses quatro milhões de crescimento adicional só por si, tendo em conta os preços que pratica e a capacidade de ligar Lisboa a muitos outros pontos na Europa", justifica.

"Lisboa é uma cidade com 1,5 milhões de habitantes e só tem 16 milhões de passageiros no aeroporto. Dublin tem um milhão de pessoas e recebe 24 milhões. Lisboa está mal servida porque não tem suficientes ligações a preços baixos", acrescenta.

Apesar de ter sido uma opção em cima da mesa, para já a opção do Governo e da Vinci (dona da ANA) é optimizar até ao limite a exploração do aeroporto da Portela, ainda que o plano estratégico da gestora aeroportuária não exclua completamente a possibilidade de avançar com a solução Portela+1.

Perante esse cenário, por exemplo, a concorrente Easyjet já assumiu que mesmo existindo um aeroporto complementar no Montijo, preferirá continuar na Portela, onde actualmente tem uma base aérea, porque a sua estratégia passa por operar preferencialmente em aeroportos principais.

Num encontro com jornalistas para relembrar o lançamento de novas rotas a partir de Lisboa no Inverno – Bremen, Eindhoven, Milão e Roma, que já tinham sido anunciadas em Abril – Michael O’Leary reconheceu ainda que o Ryanair não voltará a relançar a ligação entre Lisboa e Faro, que iniciou em Abril e cancelou após três dias de operação.

"Foi um erro", assumiu o presidente da low cost, explicando que não consegue competir com as boas ligações rodoviárias entre Lisboa e o Algarve. "Mesmo com o preço de 9.99 euros, não acho que seja viável encher um avião com quase 199 lugares nessa rota".

Este ano, a Ryanair, que opera em Lisboa, Porto e Faro, em 82 rotas, espera transportar de e para Portugal cerca de 5,7 milhões de passageiros.

SOL
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: miguelbud em Julho 14, 2014, 01:54:47 pm
Empresa portuguesa apresenta novo drone em feira aeronáutica em Inglaterra
O grupo Tekever, empresa portuguesa do setor da aeronáutica, vai apresentar segunda-feira na feira internacional de Farnborough, Inglaterra, um novo drone, com maior autonomia e vocacionado para a vigilância marítima.
De tecnologia portuguesa, o veículo aéreo não tripulado AR5 foi concebido para ser aplicado em "missões de vigilância marítima e costeira" e vai ser apresentado a nível internacional na segunda-feira na Farnborough Air Show, disse à Lusa Rodrigo Adão da Fonseca, administrador.
A empresa vai aproveitar a presença do ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, na feira para fazer a apresentação do produto, que incorpora "tecnologia 100 por cento portuguesa", sublinhou.
Rodrigo Adão da Fonseca disse que o novo drone está pronto para ser comercializado e admitiu a expetativa de se concretizarem alguns contratos mas frisou que o principal objetivo será demonstrar os avanços tecnológicos conseguidos.
A Tekever vai também apresentar o primeiro drone que resultou de uma parceria com um fabricante líder no mercado da América do Sul, adiantou.
Os dois drones irão durante a feira fazer demonstrações de voo em formação, operados pelo sistema de software português.
Em 2012, a Tekever tinha apresentado em Farnborough o AR4, que foi utilizado em maio pela NATO na missão KFOR no Kosovo num treino cruzado com o mesmo tipo de veículos de fabrico norte-americano e alemão.
A empresa de manutenção e reparação aeronáutica civil e militar OGMA, detida a 65 por cento pelo Embraer, sendo os restantes 35 por cento do Estado português, vai também marcar presença na feira internacional.
A Farnborough International Airshow realiza-se de dois em dois anos desde 1948 naquela cidade dos arredores a sul de Londres, constituindo uma das feiras mais importantes da indústria da aviação na Europa.
A participação das empresas portuguesas foi organizada pela PEMAS, associação que agrega as indústrias portuguesas do setor da aviação, em colaboração com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.
http://www.dinheirovivo.pt/empresas/int ... 99&page=-1 (http://www.dinheirovivo.pt/empresas/interior.aspx?content_id=4023199&page=-1)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Julho 30, 2014, 12:07:10 pm
Ryanair volta a recrutar em Lisboa e Porto


A Ryanair vai voltar a Portugal para recrutar comissários e assistentes de bordo já nos meses de Agosto e Setembro. A companhia aérea vai organizar quatro "Open Days" em território português, dois em Lisboa e dois no Porto, devendo os interessados efetuar uma pré-inscrição no site da Groundlink.
 
Depois de realizada a pré-inscrição online, os candidatos pré-selecionados serão contactados e receberão, por e-mail, um convite para participação nos "Open Days", devendo confirmar a sua presença numa das datas e locais propostos pela transportadora.
 
De acordo com as informações avançadas pela Ryanair, os "Open Days" têm como objetivo dar a conhecer a empresa aos candidatos (e vice-versa), explicando-se quais as perspetivas de crescimento e o funcionamento da companhia e introduzindo-se informações sobre os salários, as regalias, os direitos e os deveres dos trabalhadores, bem como os detalhes acerca do curso de formação exigido para o desempenho de funções.
 
Além disso, os candidatos serão, nessa ocasião, submetidos a um teste escrito de avaliação de inglês. Se forem aprovados, seguem para uma fase de entrevistas pessoais, "onde serão avaliados no seu nível oral de inglês, comportamento social e motivação para o trabalho" e onde será feita uma "breve análise" dos seus currículos.
 
Para que sejam aceites no curso de formação da Ryanair, no valor de 1.649.00€ (montante que é inteiramente devolvido aos candidatos caso o concluam com sucesso) e para o qual a inscrição custa 500.00€ (não reembolsáveis), os interessados têm de preencher uma série de requisitos impostos pela companhia.
 
Entre as exigências estão, além de passar a entrevista com sucesso, possuir "nível de inglês intermédio +", ter mais de 18 anos, saber nadar, ter entre 1,57m e 1,88m de altura (e peso proporcional à altura), "ter vontade e permissão para trabalhar em qualquer país da União Europeia" e "estar apto fisicamente".
 
A Ryanair exige ainda que os candidatos não tenham antecedentes criminais, tenham passaporte europeu com validade mínima de quinze meses, não tenham tatuagens visíveis e completem, com êxito, o estudo do 'pre-course pack', que envolve 40 horas de estudo.
 
A companhia aérea adianta que o salário médio de um tripulante júnior é de 1.200 euros (líquidos), sendo ainda paga a cada um, mensalmente, a percentagem de vendas a bordo. Os novos tripulantes beneficiam ainda do "New Joiners Allowance", um bónus adicional de 1.200€ nos primeiros seis meses que se junta ao salário normal e ao bónus de venda.

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Boas Notícias
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 27, 2014, 06:00:50 pm
ANA acelera aeroporto low cost no Montijo


A ANA - Aeroportos de Portugal, controlada pelos franceses da Vinci, já está em conversações com a Força Aérea (FA) para instalar no Montijo, na base aérea n.º 6, um aeroporto complementar ao da Portela. Fonte oficial da FA confirmou ao SOL que “tem havido reuniões e trocas de informação técnica” entre as partes para se concluir “o projecto de engenharia” da futura infra-estrutura - que necessita de obras na pista a ser usada para os voos comerciais e exige a construção de uma aerogare para os passageiros.

O rápido e inesperado crescimento do tráfego na Portela levou a ANA a reunir também, há cerca de um mês, com os responsáveis da Câmara Municipal do Montijo, para lhes adiantar que vai avançar com o aeroporto para as companhias low cost naquela base militar, admitiu ao SOL, o presidente da autarquia, o socialista Nuno Canta.

A necessidade de acelerar o novo aeroporto surgiu porque as estimativas iniciais de que só em 2025 se atingiriam os 22 milhões de passageiros na Portela (limite máximo e já com constrangimentos) correm sérios riscos de estarem erradas. Só nos primeiros sete meses deste ano, o tráfego de passageiros cresceu 12,5% face ao período homólogo, atingindo os 10,290 milhões. Se o ritmo se mantiver, aquele tecto será atingido muito mais cedo.

Aumentar e repavimentar a pista

Perante esta situação, a ANA está já a realizar um profundo estudo, apurou o SOL, para dar forma ao projecto de engenharia e avaliar as obras a realizar. De acordo com fontes conhecedoras do processo, a infra-estrutura irá ocupar apenas metade dos 900 hectares totais. E, das duas pistas ali existentes, a Norte-Sul foi considerada a mais adequada.

No entanto, esta terá de sofrer intervenções de repavimentação e prolongamento, dada a dimensão e o peso dos aviões comerciais que a vão usar.

Afastada está também a possibilidade de este novo corredor aéreo interferir com o da Portela, pois as análises feitas pelos peritos verificaram que os 13 quilómetros de distância garantem a segurança das operações.

Câmara ainda quer Alcochete

O presidente da Câmara do Montijo garante, porém, que este aeroporto tem prazo de validade . “Segundo nos disse a ANA na reunião, o uso da base n.º 6 será provisório, uma vez que continua em cima da mesa a possibilidade de se construir um aeroporto grande no Campo de Tiro de Alcochete” - revelou ao SOL, o líder da autarquia, Nuno Canta, acrescentando que, por isso, a Câmara reservou, no Plano Director Municipal, 10% do espaço daquele Campo de Tiro (que pertence aos concelhos do Montijo e Benavente).

“Apoiamos o aeroporto no Montijo para as low cost, desde que seja provisório, pois estrategicamente a construção de um grande aeroporto é o mais adequado, tendo em conta o aumento do número de passageiros que se verifica”, defende Nuno Canta. Certo é, avisa, que a autarquia vai exigir aos franceses “ligações viárias ao aeroporto, melhoria dos transportes públicos e tratamento de água e esgotos”.

Ao mesmo tempo que decorre este projecto, a ANA quer aumentar nos próximos meses o espaço para o estacionamento de aeronaves na Portela, onde são cada vez  mais frequentes os congestionamentos. Para isso, está também em negociações com a FA para que esta lhe ceda o espaço que tem em Figo Maduro. Segundo apurou o SOL, as partes ainda não alcançaram um acordo quanto ao valor da indemnização a pagar à FA para esta sair do lugar que ocupa na Portela (na área de trânsito n.º 1), onde estão estacionados os três Falcon 50.

De acordo com fonte ligada ao processo, os militares aceitam sair de Figo Maduro, desde que esteja garantido que o novo local assegura a operacionalidade militar. Além dos Falcon, tem também de se prever espaço para o C130 e o C295, para os aviões que transportam passageiros para apoiar forças nacionais destacadas no estrangeiro e ainda para os aparelhos de chefes de Estado que visitam Portugal. Caso não se chegue rapidamente a acordo, está em cima da mesa a possibilidade de a FA, sob certas condições, facilitar o estacionamento de alguns aviões comerciais na zona militar.

SOL
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 09, 2014, 02:11:52 pm
Centenas de casos de lasers apontados a aviões registados perto de aeroportos nacionais


O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves (GPIAA) recebeu, entre 2012 e outubro deste ano, o registo de quase 550 casos de lasers apontados a aviões em pleno voo, perto dos aeroportos nacionais. A situação é considerada «grave» para a aviação e, segundo dados a que agência Lusa teve acesso, o GPIAA recebeu 108 reportes em 2012, número que praticamente duplicou em 2013, para 215.

De janeiro a outubro deste ano os incidentes com raios lasers aumentaram significativamente, para 218, perfazendo um total de 541 ocorrências reportadas por pilotos de várias companhias aéreas e pela NAV Portugal -- prestador de serviço de tráfego aéreo - desde 2012. Só este ano, verifica-se que, dos 218 reportes registados, 94 ocorreram no Aeroporto do Porto, 70 no Aeroporto de Lisboa, enquanto em Faro há o registo de 34 situações relatadas e 20 nos aeroportos dos arquipélagos da Madeira e dos Açores.

"Incidir um feixe luminoso de um laser para a cabine de uma aeronave não é apenas um ato criminal, é uma questão de segurança grave para os pilotos", alertou o diretor do GPIAA, em declarações à agência Lusa.

Álvaro Neves explicou que a incidência de um laser "pode ocasionar um dano à visão do piloto, com queimaduras e hemorragias na retina, além de distração e uma cegueira momentânea, que impossibilita manter a proficiência de pilotagem da aeronave em segurança, culminando até mesmo com a perda de controlo em voo".

O diretor do GPIAA, face ao aumento das situações a nível nacional, considerou ter chegado o momento das autoridades nacionais responsáveis pela segurança operacional na aviação civil, onde se insere este organismo, darem início ao estudo de ações a desenvolver "para combater esta situação descabida e perigosa".

"Será importante implementar uma campanha que visa consciencializar a população quanto ao perigo que o uso do raio laser representa para os pilotos e aeronaves, incentivando a denúncia para os órgãos policiais", salientou Álvaro Neves, alertando para a necessidade de se tipificar na lei (criminalização) estes comportamentos, uma vez que há um vazio legal.

Só este ano em Portugal, "em dezenas de incidentes de laser com aeronaves", os pilotos relataram efeitos visuais adversos temporários, "tais como cegueira tipo flash, imagem posterior, visão embaciada, irritação nos olhos e dor de cabeça", contou Álvaro Neves.

O diretor do GPIAA classificou como "impressionante" o número de reportes de ocorrências com raios laser em território nacional, tendo em conta a dimensão do país, acrescentando que tal "brincadeira" apenas demonstra o desconhecimento por parte dos autores do perigo que este tipo de comportamentos representa para a aviação civil.

Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Abril 21, 2015, 04:42:53 pm
Airbus aposta em parcerias de longo prazo com empresas portuguesas


O fabricante aeronáutico europeu Airbus anunciou esta terça-feira que investiu 350 milhões de euros em Portugal na última década e prevê manter uma relação "de longo prazo" com empresas nacionais.

António Rodriguez Barberán, diretor comercial da Airbus Defense & Space que falava com jornalistas portugueses em Lisboa, citou o caso da empresa Salvador Caetano Aeronáutica - a inaugurar formalmente a 17 de junho - que já tem trabalho garantido para os próximos 40 anos.

Esta empresa portuguesa "está a converter-se num fornecedor importante dos programas da Airbus", quer para os aviões civis - A320, A350 - como para as aeronaves militares, frisou o responsável, destacando que essa relação profissional com o conjunto de subcontratadas nacionais não se limita a cumprir os programas de contrapartidas decorrentes da venda de material militar a Portugal (como o C-295).

Um dos projetos em que a Salvador Caetano Aeronáutica está envolvida é o do A400M, que será o avião de transporte militar estratégico do próximo meio século face ao fim anunciado do gigantesco C-17 da Boeing, sublinhou Barberán.

Manifestando-se muito satisfeito com a forma como tem decorrido o programa dos C-295, aeronaves de transporte tático vendidas a Portugal e operadas pela Força Aérea, António Rodriguez Barberán referiu que a Airbus vai manter o fabrico de componentes desse avião na OGMA.

Outra área onde a Airbus está em contacto com empresas portuguesas, para contratos futuros, é a do software e para equipar o futuro avião não tripulado europeu - projeto denominado "2020" - já em desenvolvimento pela Alemanha, França e Itália e que será apresentado nos próximos meses, adiantou António Rodriguez Barberán.
Este responsável disse ainda que a Airbus voltará a apresentar o projeto do A400M às autoridades portuguesas, que desistiram da sua compra há quase década e meia.


Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: dc em Abril 21, 2015, 05:42:32 pm
Portanto, uns dizem que temos de comprar o KC-390 porque alguns componentes estão a ser construídos cá, no entanto a Airbus também está a investir cá e a dar emprego (se calhar tanto ou mais que a Embraer neste momento). E agora fica a questão, para onde nos viramos? É que o argumento que havia a favor do KC-390, neste momento, já deixou de o favorecer tendo em conta que o mesmo pode ser utilizado a favor da Airbus/A-400...
Pondo isto, acho que é importante pensar de uma forma mais "aberta", analisar as opções, etc., em vez de andarmos a fazer "caridade" ou a ceder a chantagens do tipo "nós criamos fábricas de peças em Portugal, por isso têm de comprar o nosso avião", devia ser feito agora um concurso e ver com a FAP o que mais se adequa às suas necessidades e aí sim adquirir um avião, de forma imparcial sem interesses políticos à mistura.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Maio 10, 2015, 05:33:45 pm
Arábia Saudita Airlines cancela contrato com a portuguesa Hi Fly

(http://img.obsnocookie.com/s=w800,pd1/o=80/http://observador.pt/wp-content/uploads/2015/05/135642873_770x433_acf_cropped.jpg)


A Arábia Saudita Airlines anunciou o fim do contrato que tinha com a empresa portuguesa de aviação Hi Fly, que se dedica ao aluguer de aeronaves, com serviços de manutenção, tripulação e seguro incluídos, depois de um dos seus aviões, que não estava a realizar nenhuma rota, ter sido visto a receber manutenção no aeroporto de Ben Gurion, em Israel. A paragem em solo israelita, diz a companhia aérea estatal árabe, não estava autorizada.

A notícia, avançada pela imprensa saudita este domingo, dá conta de que o incidente diplomático aconteceu na quarta-feira, quando a companhia aérea sediada em Lisboa submeteu o avião ao habitual tratamento de manutenção mas no principal aeroporto israelita. De acordo com a Arábia Saudita Airlines, ao LEVAR o avião a Tel Aviv, a Hi Fly cometeu uma “violação flagrante” do contrato, que diz que a empresa de aluguer de serviços de aviação tem de especificar para que aeroportos vai e em que aeroportos mantém os seus aparelhos, decisão que requer uma aprovação escrita prévia.

Segundo se lê no contrato, firmado entre a Arábia Saudita Airlines e a Hi Fly, e citado pela Arab News, “qualquer processo de aterragem ou operação de manutenção deve decorrer num país que partilhe relações diplomáticas com o Reino da Arábia Saudita, para permitir que a equipa técnica saudita e as autoridades de Aviação Civil possam acompanhar as operações de perto, sempre que for preciso”. A Arábia Saudita não tem ligações oficiais com Israel e faz inclusive parte dos países responsáveis pelo boicote árabe a Israel desde os anos 1970.

De acordo com a Arab News, a companhia aérea estatal saudita tomou a decisão de cancelar o contrato depois de a aeronave árabe ter despertado forte atenção dos media e dos curiosos junto ao aeroporto israelita. Em comunicado, reagindo ao incidente, a Arábia Saudita Airlines explica que o desvio para Tel Aviv não estava previsto, na medida em que a única informação que a companhia tinha era de que o aparelho ia sair do país no dia 3 de maio, domingo, rumo a Bruxelas, onde deveria receber manutenção.

“O avião estava fora de serviço, e sob a alçada da companhia que o detém [a Hi Fly], na altura em que deixou a Arábia Saudita no domingo, 3 de maio, para ir para Bruxelas, Bélgica, para uma operação de manutenção de rotina”, escreve a companhia aérea em comunicado. Tratava-se de um Airbus A330, que aterrou em Bruxelas, antes de ir, sem passageiros a bordo, para o aeroporto internacional de Ben Gurion, Isarel.

Do outro lado, o argumento é de que o avião foi para Israel para receber serviços de manutenção por parte de uma empresa contratada pela Industria de Aviação de Israel, que confirma a chegada do aparelho na quarta-feira e que garante que a operação se trata de rotina e integra um serviço habitualmente providenciado àquele fabricante de aeronaves.


Observador
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Luso em Maio 11, 2015, 09:54:36 am
Citação de: "Lusitano89"
Arábia Saudita Airlines cancela contrato com a portuguesa Hi Fly

(http://img.obsnocookie.com/s=w800,pd1/o=80/http://observador.pt/wp-content/uploads/2015/05/135642873_770x433_acf_cropped.jpg)

A Arábia Saudita Airlines anunciou o fim do contrato que tinha com a empresa portuguesa de aviação Hi Fly, que se dedica ao aluguer de aeronaves, com serviços de manutenção, tripulação e seguro incluídos, depois de um dos seus aviões, que não estava a realizar nenhuma rota, ter sido visto a RECEBER manutenção no aeroporto de Ben Gurion, em Israel. A paragem em solo israelita, diz a companhia aérea estatal árabe, não estava autorizada.

Observador

Há que manter as APARÊNCIAS...
E é assim que isso se faz.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Junho 21, 2015, 01:18:11 am
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Agosto 04, 2015, 11:41:02 am
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Get_It em Agosto 27, 2015, 06:18:52 pm
Mecachrome investe 30 milhões em fábrica de componentes de aeronáutica
(27 de Agosto de 2015)
Citação de: "Notícias ao Mundo / Lusa"
Uma nova fábrica de componentes metálicos para o sector aeronáutico vai "nascer" em Évora, num projecto da empresa portuguesa Mecachrome Aeronáutica que envolve 30 milhões de euros de investimento, prevendo criar 600 postos de trabalho.

O projecto da empresa, pertencente ao grupo Mecachrome, com origem em França, é hoje oficialmente apresentado em Évora, numa cerimónia presidida pelo vice-primeiro-ministro, Paulo Portas.

Na sessão, no Salão Nobre da Câmara Municipal, estão também previstas as presenças do secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, Pedro Gonçalves, e do presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Miguel Frasquilho.

A Mecachrome, que já possui uma outra fábrica de componentes aeronáuticos em Setúbal, revelou à agência Lusa que as obras da unidade de Évora estão previstas arrancar já em Setembro, para que o início da produção possa acontecer dentro de um ano, ou seja, em "Setembro de 2016".

O investimento global planeado ascende aos "30 milhões de euros", incluindo "a construção da fábrica e a aquisição de máquinas", segundo informações dadas à Lusa pela empresa.

O projecto vai ser implantado no Parque de Indústria Aeronáutica de Évora (PIAE), num terreno de 50 mil metros quadrados, com a autorização de construção a abranger 25 mil metros quadrados.

De acordo com informações da Mecachrome consultadas pela Lusa, a fábrica vai ter uma área aproximada de 22 mil metros quadrados, dividindo-se a construção em duas fases, a primeira com 13.500 metros quadrados e a segunda com os restantes 9.300.

O objectivo da empresa passa por "crescer em Portugal" e, através da nova unidade, pretende "alargar o leque de clientes" e "crescer ao nível dos recursos humanos".

No global, a empresa pretende que, "até final de 2020", a fábrica de Évora possua "600 trabalhadores", estando planeada a criação de um centro de formação nas próprias instalações.

A produção na outra fábrica da Mecachrome Aeronáutica em Portugal, instalada no BlueBiz -- Parque Empresarial da Península de Setúbal e dedicada, em exclusivo, à área da aeronáutica, começou em Setembro de 2014.

Segundo a empresa, essa fábrica emprega já 65 trabalhadores, estando planeado que atinja os 100 funcionários, até final deste ano.

Com 75 anos de existência, o grupo conta com 14 fábricas em cinco países (França, Canadá, Tunísia, Marrocos e Portugal), em três sectores de actividade: automóvel, energia e aeronáutica.

No Parque de Indústria Aeronáutica de Évora funcionam já duas fábricas da construtora aeronáutica brasileira Embraer (uma de estruturas metálicas e outra de materiais compósitos) e encontra-se em fase de instalação uma unidade fabril da empresa Air Olesa, igualmente para fabrico de componentes para a aeronáutica.
Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/economia/441669/mecachrome-investe-30-milhoes-em-fabrica-de-componentes-de-aeronautica

Évora: Mecachrome é a “nova aquisição” para o parque de industria aeronáutica
(27 de Agosto de 2015)
Citação de: "Diana FM"
O fabricante francês Mecachrome assina hoje o contrato para instalação no parque de Industria Aeronáutica de Évora.

Especializada na produção de peças de alta precisão para as industrias aeronáutica, espacial e automóvel, o fabricante francês já está instalado em Portugal, com uma unidade operacional em Setúbal.

Segundo a informação disponibilizada no site da empresa, esta será a segunda unidade europeia da Mecachrome, instalada fora de França.

O contrato para a construção das infra-estruturas vai ser assinado esta tarde, na Câmara de Évora com a presença do Vice Primeiro Ministro Paulo Portas e do presidente da autarquia, Carlos Pinto de Sá.
Fonte: http://dianafm.com/index.php?option=com_content&view=article&id=33427:evora-mecachrome-e-a-nova-aquisicao-para-o-parque-de-industria-aeronautica&catid=19:alentejo&Itemid=44

Cumprimentos,
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 01, 2015, 01:03:08 pm
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 11, 2015, 07:24:43 pm
DHL à espera de "solução" para investir 10 milhões de €€ no aeroporto de Lisboa

(http://www.dn.pt/storage/DN/2015/big/ng4661774.jpg?type=big&pos=0)

A DHL continua à espera de uma solução para construir um novo terminal no aeroporto de Lisboa, um investimento de 10 milhões de euros, que diz ser vítima da indefinição em relação à manutenção da infraestrutura na Portela.

"Estamos à espera de uma solução. Queremos fazer o investimento em Lisboa, mas precisamos que o Governo e o aeroporto nos ajudem", afirmou à Lusa o diretor de operações da DHL Express, Roy Hughes, num encontro com jornalistas em Leipzig, na Alemanha, onde está instalado o principal "hub" da gigante da logística.

O vice-presidente da DHL explicou à Lusa que o investimento em Lisboa começou por ser vítima da indefinição em relação à continuação da aeroporto na Portela, incompatível com "um projeto a longo prazo, de no mínimo 15 anos".

Há mais de três anos que as negociações com a ANA, empresa gestora dos aeroportos portugueses, e com o Governo para a aquisição ou aluguer de um terreno para a construção de um novo "hub", à semelhança do investimento realizado no aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, se arrastam.

Desde a inauguração do terminal de carga aérea no Porto, um investimento superior a cinco milhões de euros, a atividade mais do que duplicou, adiantou o responsável, esperando que o mesmo venha a acontecer em Lisboa.

"A DHL é líder de mercado, mas se não queremos perder a nossa posição, temos que criar uma plataforma para o crescimento, que levará certamente à criação de emprego", explicou Roy Hughes.

Neste momento, a DHL Express tem em curso 40 projetos de investimento, num investimento total de 1,3 mil milhões de euros.

Os planos da multinacional para Lisboa são ainda mais ambiciosos: "Fazer de Lisboa um 'hub' importante no transporte de mercadorias para África".

Rejeitando a hipótese de desistir do investimento em Portugal, o responsável admite que existem outras possibilidades para reforçar a ligação entre a Europa e o continente africano, nomeadamente o aeroporto de Marselha (França), podendo o projeto em Lisboa perder essa vocação.

A DHL Express tem três grandes "hub" - Leipzig, Hong Kong e Cincinatti - e 19 terminais considerados regionais, que servem 2,6 milhões clientes em 220 países.

A empresa do grupo Deutsche Post DHL emprega, atualmente, 83.000 pessoas, sendo líder no transporte aéreo de mercadorias em todos os mercados à exceção da América, liderado pela FedEx.

Ainda assim, o continente europeu é o principal mercado, onde estão mais de metade dos clientes (1,5 milhões de clientes), servindo mais de 60 países.

Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Setembro 21, 2015, 06:23:03 pm
ANA comprou 74 detetores de explosivos de última geração

Dispositivos estão em uso desde 1 de setembro nos principais aeroportos nacionais.

A ANA comprou um total de 74 detetores de explosivos de última geração, com o objetivo de “detetar explosivos nos passageiros e na bagagem de cabine”.
O contrato foi assinado por um valor ainda não revelado com o fornecedor MicroSegur, parceiro em Portugal da Morpho Detection.

“Os equipamentos já se encontram em funcionamento desde 1 de setembro de 2015 nos aeroportos de Lisboa, Francisco Sá Carneiro (Porto), Faro, Madeira e João Paulo II (Ponta Delgada)”, revelou ao Diário Económico fonte oficial da ANA.

“Nos restantes aeroportos, com menos de 500 mil passageiros ano, está prevista a instalação em 2017, conforme a regulamentação europeia”, acrescentou a mesma fonte.

Ainda segundo o Diário Económico, os dispositivos Morpho Itemiser 4DX, que serão “utilizados complementarmente aos outros equipamentos existentes”, usam meios não radioativos para detetar substâncias suspeitas, que podem ser localizadas na pele, roupas ou bagagens.

http://www.noticiasaominuto.com/pais/45 ... ma-geracao (http://www.noticiasaominuto.com/pais/454709/ana-comprou-74-detetores-de-explosivos-de-ultima-geracao)

Cumprimentos
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 25, 2015, 08:05:48 pm
Aeroporto civil no Montijo avança independentemente do próximo Governo


"Temos felizmente um consenso alargado à volta desta solução. A Câmara de Lisboa e do Montijo já se pronunciaram favoravelmente à localização no Montijo, a Força Aérea está disponível para viabilizar esta solução e a NAV -- empresa que gere o controlo do tráfego aéreo - está também disponível para trabalhar nesse sentido", afirmou Sérgio Monteiro.

Há cerca de uma semana, o governante disse ter como objetivo assinar, ainda nesta legislatura, um memorando de entendimento com estas entidades, mas hoje admitiu que a formalização desse acordo poderá acontecer só após as eleições, o que, considerou, não alterará a "decisão" deste Governo de abrir a Base Aérea do Montijo a voos civis.

"O objetivo não é uma necessidade, porque havendo um consenso, independentemente de quem assina, a verdade é que todos estão movidos por este objetivo de valorizar a Portela e de ter o Montijo como alternativa", sublinhou o secretário de Estado, acrescentando que o memorando de entendimento está, neste momento, a circular entre as diversas entidades.

"Estamos, por isso, a recolher contributos nesta fase. O processo, independentemente de quem esteja no Governo nos próximos anos, segue, pois há um amplo consenso", referiu Sérgio Monteiro aos jornalistas, antes de presidir à inauguração do novo Centro de Controlo Operacional do Aeroporto de Lisboa.

Questionado sobre o possível encerramento de uma das duas pistas do Aeroporto de Lisboa, o secretário de Estado dos Transportes afirmou ter conhecimento desse cenário, que só se concretizará caso seja instalado no Montijo um aeroporto complementar à Portela.

"É um dos cenários possíveis, para os quais é imprescindível que um aeroporto complementar exista", frisou Sérgio Monteiro.

Numa resposta escrita enviada esta semana à agência Lusa, a ANA -- Aeroportos de Portugal confirmou estar a estudar essa possibilidade.

"A ANA confirma que está a estudar -- em conjunto com outras entidades públicas - a hipótese de desenvolvimento de um Aeroporto no Montijo e que está a planear o desenho operacional futuro do Aeroporto de Lisboa, no qual se inclui, entre outras, a possibilidade do encerramento da pista 17/35", refere a empresa, adquirida pelos franceses da Vinci, sem querer adiantar mais pormenores do estudo.

Fontes ligadas ao processo adiantaram à Lusa que o que está a ser estudado é o eventual fecho da pista mais pequena do Aeroporto de Lisboa, para aí ser instalado um terminal de passageiros e para parqueamento de aviões, ficando o Montijo como aeroporto alternativo à Portela.

O secretário de Estado dos Transportes referiu-se ainda às taxas aeroportuárias que poderão vir a ser pagas pelos operadores, quando o Montijo começar a receber voos civis.

"A expetativa que temos e que temos vindo a transmitir à ANA, enquanto concessionária, é de que o Montijo possa ter taxas mais baixas do que a Portela, porque, dessa forma, conseguirá atrair mais voos de companhias 'low cost' e cumprir a sua função de dinamizar o tráfego de pessoas, porque isso é bom para o turismo e para a recuperação da economia", defendeu Sérgio Monteiro.


Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 27, 2015, 06:03:47 pm
Ponte de Sor vai ter fábrica de drones


(http://images-cdn.impresa.pt/expresso/2015-09-25-tekever-Ricardo-Mendes/original/mw-860)

A tecnológica portuguesa Tekever vai investir 5 milhões de €€ na criação de um centro de desenvolvimento, produção e testes de produtos na área do aeroespacial em Ponte de Sor. O projeto, que está a ser feito em colaboração com o município da cidade alentejana, vai permitir a criação de 60 postos de trabalho no prazo de um ano. As instalações já foram edificadas no Aeródromo de Ponte de Sor (área coberta de 3 mil metros quadrados) e a produção deverá ter início em meados de 2016, em grande parte para exportação.

“Vamos fabricar em Ponte de Sor os modelos de drones (aviões não tripulados) de maior dimensão e desenvolver os sistemas de informação que os controlam”, refere Ricardo Mendes, administrador da Tekever. Uma das primeiras aeronaves a ser produzida será o AR5, um drone de grande envergadura (4,8 metros e 150 kg de peso) para ser usado no patrulhamento marítimo de médio e longo alcance (tem uma autonomia até 12 horas de voo).

“O AR5 está vocacionado para operações de busca e salvamento, vigilância e patrulha marítima e deteção de poluição”, refere Ricardo Mendes. Será uma das peças fundamentais do projeto europeu Rapsody, que é liderado pela Tekever, e que tem como objetivo assegurar a vigilância marítima nos países da União Europeia no Atlântico Norte e Mediterrâneo, no âmbito de um consórcio criado pela Agência Europeia de Segurança Marítima e Agência Espacial Europeia. Além do mercado comunitário, o responsável da Tekever diz ter expectativas de vender aviões não tripulados na América do Sul, África, Médio Oriente e Sudoeste asiático.

A escolha de Ponte de Sor, segundo Ricardo Mendes, deve-se ao facto de existir nesta cidade um cluster aeronáutico e aeroespacial em crescimento, boas condições meteorológicas e espaço aéreo não saturado.

Além do investimento em Ponte de Sor, a tecnológica portuguesa irá manter a fábrica de drones já em produção em Óbidos, que continuará a estar vocacionada para aeronaves de menor dimensão. “Queremos ter flexibilidade e capacidade de resposta porque competimos com grandes fabricantes mundiais de drones”, sublinha o administrador da Tekever.


80% para exportação


Além das áreas de aeronáutica e espaço, a Tekever dedica-se ao desenvolvimento de produtos para as áreas de defesa e segurança e tem apostado no desenvolvimento de software empresarial na área da mobilidade. Com um volume de negócios anual de aproximadamente €20 milhões em 2014, a empresa dedicou parte significativa deste montante (25%) à área de investigação e desenvolvimento.

Neste âmbito, a empresa está envolvida numa dezena de projetos de inovação financiados por Bruxelas que implicam um investimento de 30 milhões de €€€.

Perto de 80% do volume de negócios da empresa resulta dos mercados externos através dos escritórios no Reino Unido, Brasil, Estados Unidos e China. Recentemente a Tekever assinou um protocolo com o Centro de Engenharia de Microssatélites de Xangai para desenvolver tecnologias de pequenos satélites.

Criada em 2001 por jovens engenheiros formados no Instituto Superior Técnico, a Tekever continua a ser detida na totalidade pelos seus sócios fundadores.


Expresso
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 14, 2015, 06:42:30 pm
Obras no aeroporto do Montijo arrancam no início do ano

(http://visao.sapo.pt/users/126/12625/info-lowcost-2ee7.jpg)


A Câmara Municipal do Montijo e a Força Aérea estão a negociar com a ANA e o Governo as contrapartidas para a instalação de um terminal civil para as low cost na base aérea nº 6 do Montijo. Ao que a VISÃO apurou, as partes envolvidas estão a acertar os detalhes de um memorando de entendimento, a ser aprovado em breve e que, permitirá o arranque das obras no próximo ano, a tempo de estarem concluídas em 2018.

A utilização da base aérea para a aviação civil obriga ao reforço da atual pista secundária do Montijo, que corre paralela com a principal da Portela, uma vez que a principal tem uma orientação que conflitua com a mais usada em Lisboa. Terão ainda de ser construídos novos acessos de ligação da Ponte Vasco da Gama ao futuro terminal de passageiros, o que implica uma nova praça de portagem. Haverá ainda intervenções na rede viária no interior dos concelhos do Montijo e Alcochete. As ligações fluviais são privilegiadas neste projeto, prevendo-se uma ligação rápida para Santa Apolónia, com ligação ao terminal de cruzeiros e estação ferroviária.

Esta solução não reúne o consenso entre as maiores companhias de baixo custo que operam na Portela.. Enquanto a Ryanair se congratula com a mudança, apesar de exigir uma gestão aeroportuária autónoma da ANA, a EasyJet mostra-se descontente, preferindo manter-se na cidade de Lisboa.

Visão
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 24, 2015, 05:23:33 pm
Embraer investe 90 milhões em Évora com apoios comunitários
Ontem 00:07 Cátia Simões e Mónica Silvares

Brasileira está, desde Abril, a negociar apoios comunitários, mas o processo está mais demorado do que o normal.

 :arrow: http://economico.sapo.pt/noticias/embra ... 32466.html (http://economico.sapo.pt/noticias/embraer-investe-90-milhoes-em-evora-com-apoios-comunitarios_232466.html)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Cabecinhas em Novembro 16, 2015, 12:51:54 pm
Citar
David Neeleman anuncia a encomenda de 53 novos aviões para a TAP. No primeiro dia da empresa privada, o novo dono anuncia a renovação e expansão da frota.

David Neeleman anunciou a encomenda de 53 novos aviões para a TAP. São Airbus de nova geração, que têm menor consumo de combustível e mais conforto a bordo. O primeiro avião chegará no final de 2017, disse.

Ao todo, serão 14 aeronaves Airbus 330 - 900 Neo e 39 aeronaves Airbus A320 e Airbus A321 Neo.

O anúncio foi feito ao início da tarde de sexta feira, numa apresentação aos trabalhadores, realizada no refeitório da sede da empresa, em Lisboa. Foi a primeira vez que Neeleman falou aos trabalhadores como novo dono da empresa. A TAP foi privatizada, recorde-se, ao final da noite de quinta feira. Esta sexta feira, depois do almoço, a entrada de capital (150 milhões já) era confirmada e o reforço da frota anunciado.

Os novos aviões destinam-se a reforçar a oferta no Brasil e a ampliar a oferta nos Estados Unidos, nomeadamente em Boston. "A nossa frota vai crescer", disse o empresário.

O crescimento e aumento da eficiência passam, de acordo com o plano que foi apresentado pelo consórcio durante a privatização, pela renovação da frota da companhia. Os novos 14 Airbus A 330-900 são para o longo curso e os 39 A320 e A321 são de médio curso.

Com a frota renovada, o consórcio prometia dez novas rotas para os Estados Unidos, contra as duas que a TAP detém atualmente, e conta ainda lançar entre oito e dez novas rotas para o Brasil.

"A gente entregou 12 350-900 e comprámos 14 A 330-900", disse David Neeleman. A TAP troca assim aviões antigos por mais modernos. "Essa aeronave", a A 330-900, "é muito mais económica para nós", reforçou.

Será que no final iremos ter uma coisa bem feita no meio de tanto lamaçal?

Talvez fosse interessante a FAP adquirir de médio alcance um destes para as deslocações de militares às ilhas.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 23, 2015, 06:23:08 pm
Aviões Antonov que operam em África vão ter manutenção no aeroporto de Beja


A manutenção está prevista num memorando de entendimento para uma cooperação mútua, que foi assinado, em Kiev, capital da Ucrânia, entre a Aeroneo, a sua associada Jetlease e a empresa estatal ucraniana de construção de aeronaves e de serviços aeronáuticos Antonov.

Segundo a empresa portuguesa, num comunicado enviado hoje à agência Lusa, o acordo "prevê e enquadra a cooperação" entre a AeroNeo, a JetLease e a Antonov para "a oferta conjunta de serviços aeronáuticos".

O acordo também "potencia ofertas orientadas para os mercados tradicionais da JetLease", com base em tecnologia Antonov e na "localização estratégica que a base industrial de Beja oferece".

O acordo prevê a manutenção dos aviões comerciais da Antonov, que operam em África, na unidade industrial que a Aeroneo vai construir no aeroporto de Beja, "incluindo as suas possíveis renovações, conversões e revalorizações", explica a empresa portuguesa.

Segundo a Aeroneo, o acordo prevê ainda a promoção dos aviões comerciais da Antonov nos mercados europeus e africanos e a organização dos respetivos processos de "leasing" e "a utilização do potencial tecnológico Antonov para o desenvolvimento de produtos novos ou existentes".

De acordo com o vice-presidente da Antonov, Oleksander Kotsiuba, e os sócios-gerentes da Aeroneo, Pierre à Porta e Dominique Verhaegen, "o acordo irá permitir a ambos os grupos beneficiarem de vantagens das suas posições de nicho e no sentido do desenvolvimento de áreas da indústria".

A AeroNeo, que tem sede em Portugal e é participada pela suíça GreenParts Holding, vai investir oito milhões de euros numa unidade industrial de manutenção e desmantelamento de aviões e valorização de ativos aeronáuticos, no aeroporto de Beja, que criará 80 postos de trabalho.

Segundo o sócio-gerente da AeroNeo, Dominique Verhaegen, a unidade, que vai "nascer" numa área de 7.500 metros quadrados, deverá começar a funcionar em 2017 e irá começar por criar 30 postos de trabalho, número de poderá chegar aos 80 postos de trabalho efetivos "a partir do terceiro ou do quarto ano".

A Antonov, empresa pública líder na indústria aeronáutica ucraniana com sede e principal localização industrial junto a Kiev, já fabricou cerca de 25 mil aviões de passageiros, de transporte de cargas e outros mais específicos, que são utilizados por operadores em 78 países, refere a Aeroneo.


Lusa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Alvalade em Dezembro 23, 2015, 07:18:27 pm
Com a Ucrânia a virar a Ocidente, só temos que aproveitar ao máximo parcerias com eles.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Get_It em Dezembro 24, 2015, 12:44:53 am
Finalmente! Agora falta o resto.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 08, 2016, 11:49:08 am
Costa resgata plano de Passos e quer voos comerciais no Montijo


O aeroporto de Lisboa atingiu no ano passado 20,1 milhões de passageiros transportados. Este crescimento faz crer que em 2016 a Portela poderá ultrapassar a meta dos 22 milhões, tida como referência para a construção de um novo aeroporto. É um "desafio" a que a ANA está atenta e que Pedro Marques, novo ministro do Planeamento e Infraestruturas, quer ajudar a resolver. A solução, admite, deverá passar pela colocação em prática o plano do governo de Passos Coelho: abrir a base militar do Montijo a voos comerciais.

"A solução era o Montijo. A minha equipa está a trabalhar nos aspetos não concluídos desta solução. É isso que está a ser feito", confirmou Pedro Marque, à margem da apresentação de resultados dos aeroportos em 2015.

"O aeroporto tem capacidade, aliás os triggers não estão ainda atingidos. Mas é absolutamente verdade que o crescimento tem sido muito superior às previsões. Nesta fase o que me preocupa é pegar num trabalho que não estava completo e aprofundá-lo. E tem que ser feito", detalhou, assumindo que o desenho, do ponto de vista operacional e da acessibilidade, não ficou terminado.

O ministro não adianta quando terá de surgir esta extensão da Portela, mas lembra que pelos resultados agora observados a alternativa tem de ser aprofundada em breve.

A surgir como foi pensada pelo anterior governo, a solução do Montijo poderá servir como aeroporto complementar para albergar companhias aéreas de baixo custo. Isto permitiria libertar o aeroporto principal tanto a nível de parqueamento de aeronaves como de movimentos diários. Mas, por si só, é uma solução insuficiente.

Por isso mesmo, como o DN/Dinheiro Vivo já noticiou, a Vinci, a dona da ANA, tem vários planos em cima da mesa para estender a vida do Aeroporto de Lisboa. Dentro da empresa assume-se que o Aeroporto de Lisboa poderá ser mantido por mais 30 anos. As soluções alternativas podem envolver o fecho da pista secundária do aeroporto, encerramento do Terminal II e abertura de um miniterminal de charters fora da cidade.

"Há que manter uma capacidade competitiva elevada para este aeroporto e é nesse sentido que o governo trabalhará", assume o ministro de António Costa, lembrando que a solução final será desenhada em "articulação com a concessionária", com quem já tem uma reunião agendada para debater o tema.

Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, prefere elogiar a boa prestação atual da Portela para a economia da cidade. "Em três anos houve um crescimento de cinco milhões de passageiros", lembra, dizendo que "Lisboa tem conseguido responder bem" ao aumento da procura. "Temos sabido manter aquilo que é o nosso grande ativo: a autenticidade. É uma cidade única que tem cultura, história, gastronomia, que sabe receber bem, que tem condições climatéricas únicas." E, também aqui, reforça o interesse em cooperar com a gestora aeroportuária para aproveitar o bom momento da cidade para que se avaliem os investimentos necessários para manter o crescimento turístico da cidade.

O ano de 2015 não foi recorde apenas em Lisboa. Todos os aeroportos da rede ANA tiveram aumento de passageiros e, no global, a ANA transportou 38,9 milhões de pessoas, mais 11% do que no ano anterior.

Se Lisboa teve o maior número de pessoas, os aeroportos dos Açores foram os que mais cresceram. À boleia das low-cost, a ilha transportou 1,6 milhões de pessoas, mais 25,7%. Também significativo foi o aumento de passageiros no Porto, com o Sá Carneiro a atingir os 8,1 milhões de pessoas, uma subida de 16,7%, ou seja, 1,2 milhões de passageiros a mais do que em 2014. Em Faro, o crescimento foi de 6,4%, para os 6,4 milhões de passageiros, enquanto na Madeira se atingiu os 2,7 milhões de passageiros, mais 6,3% que no ano passado.

Jorge Ponce Leão, presidente da ANA, justifica o crescimento com a aposta em marketing e captação de novas rotas e companhias aéreas, especialmente empresas low-cost, cujo crescimento "foi bastante superior ao registado no segmento tradicional". Em 2016, Ponce Leão espera uma prestação idêntica para os aeroportos portugueses e destaca os 74 milhões de euros de investimento que a Vinci, a dona da concessão, vai fazer durante o ano. A aposta é melhorar as áreas de conforto, como lojas e espaços de refeição, mas também passagens de segurança e áreas de embarque de passageiros. Lisboa recebe a maior fatia do investimento: 30,9 milhões.

DN
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Get_It em Abril 16, 2016, 02:16:16 pm
Cinco anos depois da inauguração, aeroporto de Beja continua a gerar expectativas
(13 de Abril de 2016)
Citação de: Carlos Dias, Público
Foi o turismo que Alqueva iria gerar em redor da sua albufeira a justificação maior para a instalação, em Beja, de um aeroporto que inicialmente seria intercontinental e agora está reduzido a uma estrutura de estacionamento de aeronaves, decorridos que vão cinco anos da sua abertura ao tráfego de passageiros.

A ANA – Aeroportos de Portugal divulgou nesta quarta-feira um comunicado sobre a efeméride, mas escusa-se a adiantar o número de passageiros que já terão circulado pelo aeroporto de Beja por considerar que a matéria “não é relevante”, mas o presidente da Câmara de Beja, João Rocha, deu ao PÚBLICO uma explicação mais concreta: «A cidade não tem camas hoteleiras em número suficiente para alojar os passageiros de um único avião”. Um Boeing 767-300, por exemplo, pode ir dos 205 aos 221 lugares.»

Esta constatação já era patente quando o primeiro voo comercial descolou do novo aeroporto no meio de um fortíssimo aparato policial. Tanto a PSP como GNR procuraram, na circunstância, esgrimir argumentos para saber qual das forças ficaria a garantir a segurança da unidade aeroportuária. O certo é que estavam cerca de uma centena de militares da GNR e 50 agentes da PSP para protegerem os 67 passageiros que lotaram o Boeing 757-200ER, da companhia aérea TACV-Cabo Verde Airlines, que inaugurou os voos no novo aeroporto.

Desde então, o número de passageiros esteve sempre longe das previsões que constavam no documento Orientações Estratégicas para o Sistema Aeroportuário Português (OESAP) que propunha o «gradual» desenvolvimento do aeroporto de Beja. Nesse documento, datado de 2006, previa-se que, em 2015, a nova unidade aeroportuária poderia receber um milhão de passageiros. Não terá chegado, nestes cinco anos, aos 7000. No entanto, nos dois primeiros anos, foram processados no registo de chegadas e partidas 5044 passageiros, um movimento considerado «positivo» pela ANA, apesar de só prever volumes de tráfego «interessantes» a partir de 2017/2018, uma previsão que já está posta de lado.

Esses dois anos constituíram o período mais promissor para o novo aeroporto, pese o custo para a Agência de Promoção Turística do Alentejo que financiou com 400 mil euros uma operação charter (Londres/Beja) através da empresa inglesa Sunvil Discovery. Nos 22 voos realizados em quatro meses e meio, os lugares ocupados em cada voo ficou, em média, abaixo dos 50%. O resultado da experiência aconselhou que não fosse repetida e, desde então, o aeroporto de Beja é escolhido, sobretudo, para voos de executivos que vão caçar nas reservas de caça alentejanas.

(...)

A alternativa passa a estar na manutenção e desmantelamento de aeronaves e no estacionamento de aeronaves de média-longa duração. Em média, ficam estacionados na placa do aeroporto de três a cinco aviões por semana e de duas companhias: a Hi Fly e EuroAtlantic.

(...)
Fonte: https://www.publico.pt/local/noticia/cinco-anos-depois-da-inauguracao-aeroporto-de-beja-continua-a-gerar-expectativas-1728970 (https://www.publico.pt/local/noticia/cinco-anos-depois-da-inauguracao-aeroporto-de-beja-continua-a-gerar-expectativas-1728970)

Cumprimentos,
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 18, 2016, 04:30:55 pm
Obras para o novo aeroporto de Lisboa no terreno em 2019, diz Pedro Marques


Estudos começam em 2017. Em cima da mesa estão duas alternativas: recuperar o projeto de Alcochete ou fazer a reconversão da base aérea do Montijo.

O ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, admite que as obras do novo aeroporto de Lisboa poderão estar no terreno em 2019.

“É irreversível que o aeroporto Humberto Delgado (Portela) precisa de um acrescento de capacidade, isto para nós é evidente”, sublinha o governante em entrevista ao Negócios e à Antena 1.

Segundo o ministro, já foram iniciadas negociações com a ANA- Aeroportos de Lisboa para antecipar “o calendário de decisão e de implementação de uma nova solução aeroportuária”.

Isto significa que a ANA irá começar já em 2017 os estudos para a construção de um novo aeroporto, antecipando em um ano o calendário que estava previsto no contrato de concessão.

Em cima da mesa estão duas alternativas: recuperar o projeto de Alcochete ou fazer a reconversão da base aérea do Montijo, alternativa que mais agrada à ANA. “A diferença de custos entre as opções é demasiado grande para não considerarmos tão seriamente como estamos a fazer a opção de uma pista complementar e em particular, neste momento e com mais intensidade, o Montijo”, sublinha o ministro.

Contudo, o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, considerou que tem sido “muito empolada” a hipótese de alargamento do aeroporto de Lisboa, e disse “não perceber porquê”, frisando que ainda se está numa fase “muito inicial da realização de estudos”.

Falando em “pressões” que disse surgirem de vários lados, Azeredo Lopes frisou ser necessário “não se deixar influenciar muito pelo ruído” e insistiu que a preocupação do ministério da Defesa é “salvaguardar a operação da Força Aérea Portuguesa”.

“Do que se trata aqui é, percebendo eu muito bem quando vem pressão para um lado ou quando vem pressão para o outro, de não nos deixarmos influenciar muito pelo ruído e insistindo politicamente no seguinte, não está nada decidido, estão estudos a decorrer”, disse, em entrevista à agência Lusa citada na imprensa.

Quanto à possibilidade da instalação de um terminal civil na Base Aérea militar n.º 6, Montijo, “há essa hipótese e há aparentemente essa pressão” mas, insistiu, não há mais nada para além de estudos que estão a decorrer.


>>> http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/obras-novo-aeroporto-lisboa-no-terreno-2019-diz-pedro-marques-100941
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Dezembro 18, 2016, 07:50:34 pm
Obras para o novo aeroporto de Lisboa no terreno em 2019, diz Pedro Marques


Estudos começam em 2017. Em cima da mesa estão duas alternativas: recuperar o projeto de Alcochete ou fazer a reconversão da base aérea do Montijo.

O ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, admite que as obras do novo aeroporto de Lisboa poderão estar no terreno em 2019.

“É irreversível que o aeroporto Humberto Delgado (Portela) precisa de um acrescento de capacidade, isto para nós é evidente”, sublinha o governante em entrevista ao Negócios e à Antena 1.

Segundo o ministro, já foram iniciadas negociações com a ANA- Aeroportos de Lisboa para antecipar “o calendário de decisão e de implementação de uma nova solução aeroportuária”.

Isto significa que a ANA irá começar já em 2017 os estudos para a construção de um novo aeroporto, antecipando em um ano o calendário que estava previsto no contrato de concessão.

Em cima da mesa estão duas alternativas: recuperar o projeto de Alcochete ou fazer a reconversão da base aérea do Montijo, alternativa que mais agrada à ANA. “A diferença de custos entre as opções é demasiado grande para não considerarmos tão seriamente como estamos a fazer a opção de uma pista complementar e em particular, neste momento e com mais intensidade, o Montijo”, sublinha o ministro.

Contudo, o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, considerou que tem sido “muito empolada” a hipótese de alargamento do aeroporto de Lisboa, e disse “não perceber porquê”, frisando que ainda se está numa fase “muito inicial da realização de estudos”.

Falando em “pressões” que disse surgirem de vários lados, Azeredo Lopes frisou ser necessário “não se deixar influenciar muito pelo ruído” e insistiu que a preocupação do ministério da Defesa é “salvaguardar a operação da Força Aérea Portuguesa”.

“Do que se trata aqui é, percebendo eu muito bem quando vem pressão para um lado ou quando vem pressão para o outro, de não nos deixarmos influenciar muito pelo ruído e insistindo politicamente no seguinte, não está nada decidido, estão estudos a decorrer”, disse, em entrevista à agência Lusa citada na imprensa.

Quanto à possibilidade da instalação de um terminal civil na Base Aérea militar n.º 6, Montijo, “há essa hipótese e há aparentemente essa pressão” mas, insistiu, não há mais nada para além de estudos que estão a decorrer.


>>> http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/obras-novo-aeroporto-lisboa-no-terreno-2019-diz-pedro-marques-100941

Como eu costumo dizer mais conversa para boi dormir........continuamos a empurrar o problema com a barriga !
A opção, mais que caricata, par ficarmos por aqui, de mais um terminal, usando os terrenos da FAP no Figo Maduro, é simplesmente ridícula ! :rir: :rir: :rir:
O ministro vinte milhões no seu auge de descobertas fulminantes !!

Façam uma dúzia de terminais no aeroporto de Lisboa,  :headb: :headb: :headb: o problema de falta de capacidade irá sempre colocar-se só não veem os especialistas iluminados que nos tem vindo a (des)governar, mais estudos para a forja....... :banana: :banana: :banana: :banana: a corrupção continua no seu melhor, e, fala sempre mais alto. :G-beer2:

A Pólvora foi descoberta há mais de 2000 anos, convenhamos meus senhores, deixem-se de merdas, nós não somos burros !!!!!!

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: mafets em Dezembro 26, 2016, 11:58:14 pm
http://24.sapo.pt/noticias/nacional/artigo/fabrica-em-evora-da-mecachrome-preve-iniciar-producao-no-1-o-trimestre-de-2017_21690323.html#_swa_cname=sapo24_share&_swa_cmedium=web&_swa_csource=facebook&utm_source=facebook&utm_medium=web&utm_campaign=sapo24_share (http://24.sapo.pt/noticias/nacional/artigo/fabrica-em-evora-da-mecachrome-preve-iniciar-producao-no-1-o-trimestre-de-2017_21690323.html#_swa_cname=sapo24_share&_swa_cmedium=web&_swa_csource=facebook&utm_source=facebook&utm_medium=web&utm_campaign=sapo24_share)
Citar
Em declarações à agência Lusa, o responsável pela fábrica da Mecachrome Aeronáutica na cidade alentejana, Christian Santos, disse que, para terminar a obra, "faltam apenas alguns acabamentos, coisas simples", ao nível de "trabalhos de pintura ou de eletricidade".

A fase de construção está, por isso, "praticamente terminada", estando a decorrer, ao mesmo tempo, a fase de instalação e de ajuste das máquinas necessárias à produção, acrescentou.

"Como estamos a falar de maquinaria de precisão, há uma série de ajustes que é preciso fazer para que, quando as máquinas comecem a trabalhar, possamos estar seguros de atingir os níveis exigidos para as peças que produzimos", explicou Christian Santos.

Depois de cumpridos estes procedimentos, realçou, a fábrica, que envolve um investimento na ordem dos 30 milhões de euros, poderá começar a produzir, o que está previsto para "o primeiro trimestre de 2017".

"Quanto antes iniciarmos a produção melhor, mas, com a complexidade das peças que vamos fazer, a previsão aponta para o primeiro trimestre" do próximo ano, sublinhou.

A fábrica da Mecachrome Aeronáutica, empresa portuguesa do grupo francês Mecachrome, está a "nascer" no Parque de Indústria Aeronáutica de Évora, onde já estão localizadas unidades fabris de outras empresas do setor, como as duas fábricas da brasileira Embraer.

Com uma área de quase 22 mil metros quadrados, o projeto vai ser construído em duas fases: a primeira e atual com 13.500 metros quadrados e a segunda com 9.300 metros quadrados.

"Nesta fábrica, por enquanto, vamos trabalhar só para a indústria aeronáutica, para vários clientes", referiu o diretor, precisando que a maior parte da produção vai ter como destino a exportação, sobretudo para "a Airbus, em França".

Segundo Christian Santos, a empresa também já iniciou o processo de contratação de pessoal para a unidade, estando, atualmente, a decorrer a formação de trabalhadores em França, nas instalações do grupo.

"Nesta fase inicial, já somos cerca de 20 pessoas, entre as que estão agora em França e as que já receberam formação e estão a ajudar a arrancar com a produção", afirmou, acrescentando que ficará "contente" se, no final de 2017, a fábrica já tiver um total de "100 trabalhadores".

Aquando da assinatura do contrato de investimento do projeto entre o Estado português e a empresa, no passado mês de fevereiro, envolvendo a atribuição de incentivos financeiros, foi divulgado que a Mecachrome Aeronáutica prevê criar, até final de 2019, cerca de 300 postos de trabalho diretos.

Na altura, a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), que assinou o contrato, em representação do Estado, frisou tratar-se de "um importante projeto de investimento", capaz de dar "um forte contributo para o desenvolvimento do 'cluster' aeronáutico português" e para "a projeção da competitividade" do país.

O grupo Mecachrome, que já possui outra fábrica em Setúbal, é liderado pelo português Júlio de Sousa e está especializado na produção de peças de alta precisão para as indústrias aeronáutica, espacial e automóvel.

Com 14 fábricas em cinco países, o grupo tem como principais clientes a Airbus, Boeing, Safran ou Porsche, entre outros.
(http://thumbs.web.sapo.io/?epic=MWU43ARbC8GP8NoO0RvgeEbNWn675Cf/8kQcrRou7b52CHKWyIUrtPfnNzXm+OlmpWcEqjqm0txOfu0A4KJgnMDiMEazkVDjp2uwn9nqGENrFzo=&W=800&H=0&delay_optim=1)

Cumprimentos
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Janeiro 07, 2017, 01:26:10 am
Alguém sabe qual é a atual situação do aeroporto de Beja?
Li uma noticia recente em que devido ao nevoeiro em Lisboa, tinham sido desviados voos para o Porto e Faro.
Mas não para Beja porquê? :-\
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Alvalade em Janeiro 07, 2017, 11:28:51 am
Imagino que não estejam preparados para isso.

Beja para além da base aérea é basicamente um local onde ficam estacionados os aviões das companhias Lease/Charter.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 07, 2017, 12:10:28 pm
Ponte de Sor vai receber fábrica de máscaras de oxigénio para aviões supersónicos


Uma empresa francesa que produz máscaras de oxigénio para aviões supersónicos vai construir uma fábrica em Ponte de Sor, no Alto Alentejo, num projeto "pioneiro em Portugal", revelou à agência Lusa o presidente do município.

De acordo com Hugo Hilário a empresa pretende arrancar com o projeto “entre março e abril de 2017”, no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, distrito de Portalegre, prevendo criar “até 35 postos de trabalho”.

Tendo em conta que, em Portugal “ainda não é fabricado” este tipo de produto na área da aeronáutica, o presidente da câmara municipal indicou que a empresa francesa, já detentora de uma unidade fabril em Espanha, quer “expandir o seu negócio no mercado europeu e nos países da lusofonia”.

“Felizmente conseguimos atrair para Ponte de Sor esta fábrica, após vários contactos entre as partes (câmara e empresa). O administrador da empresa visitou o aeródromo e manifestou total interesse face às nossas infraestruturas e conteúdos já sediados naquela área”, disse.

O autarca explicou que a empresa vai desenvolver inicialmente o projeto em infraestruturas já existentes, no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, para, depois, “no espaço de um ano”, avançar com a construção de uma nova infraestrutura e ampliar a sua atividade.

“Nas infraestruturas que vai construir, a empresa prevê investir cerca de um milhão de euros. Na primeira fase deste projeto vão ser criados cerca de 12 postos de trabalho e, a partir de 2018, entre os 25 a 35 postos de trabalho, o que é ótimo”, disse.

Além da sede dos meios aéreos da Proteção Civil, o Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, que tem uma pista de aviação com 1.850 metros, alberga um corpo permanente de intervenção, salvamento e socorro do aeródromo, uma empresa de componentes para aviões e uma empresa de manutenção de aviões ultraleves.

No aeródromo está ainda sediada uma unidade do Aeroclube de Portugal, com a vertente dos planadores, uma empresa de produção de drones, uma de componentes aeronáuticos e uma de manutenção aeronáutica, além de uma escola internacional de pilotos de aviação.

Ainda no mesmo espaço, está instalado um Campus Aeronáutico, que dá apoio aos alunos da academia de pilotos e onde é ministrado um curso superior de produção aeronáutica pelo Instituto Politécnico de Setúbal.

“Atualmente, o aeródromo já criou mais de 200 postos de trabalho. Nos próximos tempos vai ainda criar mais emprego, com a evolução de todas as infraestruturas que lá existem”, salientou o autarca.


>>>>  http://boasnoticias.pt/ponte-de-sor-vai-receber-fabrica-de-mascaras-de-oxigenio-para-avioes-supersonicos/
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Janeiro 10, 2017, 07:21:37 pm
Alguém sabe qual é a atual situação do aeroporto de Beja?
Li uma noticia recente em que devido ao nevoeiro em Lisboa, tinham sido desviados voos para o Porto e Faro.
Mas não para Beja porquê? :-\

Apenas porque não tem capacidade no terminal de pax e bagagens, não tem em permanência, pessoal para efectuar o handling das aeronaves divergidas, capacidade de abastecimento das ditas em tempo útil, representantes das companhias, etc, etc,  Daí a preferência em que os voos divergidos fossem para FAO e OPO, o que acontecerá até que Beja tenha em permanência o mínimo de infra-estruturas e pessoal em quantidade que permita tais rotações das aeronaves.

Os milhões que lá temos gasto se tivessem sido aplicados no Montijo já teríamos um terminal de pax e estariamos a operar algumas companhias lá, no Montijo claro, mas é melhor assim, pois vamos gastando os nossos impostos em nada que o justifique !!

Nem te digo quantos voos foram recebidos, digo assistidos, em Beja desde 2010 para não teres um ataque de riso !!!!

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Janeiro 11, 2017, 11:14:45 am
Então, foi o dos TACV e mais nenhum.   ::)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Janeiro 11, 2017, 09:34:56 pm
Então, foi o dos TACV e mais nenhum.   ::)

Sem comentários...........
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 19, 2017, 04:37:23 pm
Relatório: Montijo é a solução para aeroporto complementar de Lisboa


Estudo entregue ao Governo conclui que a base do Montijo é a única solução para evitar rutura da Portela a partir de 2020.

O relatório final entregue ao Governo sobre o novo aeroporto de Lisboa conclui que usar a base do Montijo como infraestrutura complementar é a única solução viável para evitar a rutura da Portela em 2020.

O documento da consultora Roland Berger, com data de dezembro de 2016 e a que o DN teve acesso, faz a "validação de cenários em termos de procura e capacidade da infraestrutura aeroportuária para Lisboa" e analisa três hipóteses: manter-se a Portela, a "Portela + Montijo" e um novo aeroporto de raiz.

Em paralelo, sabe o DN, o Governo já enviou aos gabinetes ministeriais envolvidos - para comentários - um "memorando de entendimento" entre o Estado e a ANA, sobre "a definição e prossecução do processo para a expansão da capacidade aeroportuária na região de Lisboa no curto, médio e longo prazos".

No estudo encomendado pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), o seu sumário executivo é taxativo: "De forma a assegurar uma solução que permita acomodar o crescimento o trafego no período a partir de 2019-2020 é necessário avançar no imediato para o aprofundamento da solução mais atrativa, "Portela + Montijo", e garantir o alinhamento dos principais [interessados]."

Aprofundar estudos técnicos preliminares e de impacto ambiental existentes, soluções técnicas aeroportuárias e desenvolvimento das acessibilidades, avaliação do impacto da solução "Portela + Montijo" em termos tarifários e contratuais, análise da sua viabilidade económico-financeira e validação da capacidade de mobilização das companhias low cost para o Montijo são as linhas de ação recomendadas.

Note-se que os vários estudos anteriores sobre o novo aeroporto de Lisboa não equacionaram o impacto das companhias low cost, dado ser um fenómeno recente, conforme lembrou fonte governamental ao DN, que contribuiu fortemente para o crescimento médio de 8% do tráfego aéreo na Portela em 2016-2017.

Com o tráfego no aeroporto de Lisboa a crescer (6%) o dobro da UE até 2020, a "Portela + Montijo" "deverá permitir acomodar o crescimento de tráfego previsto pelo menos até 2050, desde que assegurado o alargamento e optimização da gestão do espaço aéreo, assim como uma abordagem eficaz à transferência das companhias low cost para o Montijo", afirma o relatório.

O primeiro ponto colide com as necessidades operacionais da Força Aérea no Montijo, onde estão sedeadas as esquadras de transporte (C-130 e C-295) e helicópteros EH101 (busca e salvamento), enquanto o segundo esbarra na oposição já declarada da Easyjet em deixar a Portela.

Na solução "Portela + Montijo" e a concretizar-se "a transferência de parte do tráfego" das low cost para o Montijo a partir de 2020, a "Portela apenas atingirá 30 milhões de pessoas em 2035 (12 anos após a solução" de manter o aeroporto no atual espaço.

Esta hipótese, a primeira considerada pela Roland Berger, "não deverá ser viável para além de 2029-2031" com o aumento da sua capacidade atual.

Acresce que, optando-se pela solução de construir - por 5,4 mil milhões de euros, sem contar com os custos das acessibilidades - um novo aeroporto de raiz na área de Alcochete (que demoraria uma década) haveria uma "estagnação do tráfego e deterioração da qualidade de serviço da Portela até 2024".

Mais, frisa o relatório, ter-se-ia a "Portela totalmente congestionada ao longo de cinco anos (2020-24)" e nesse período "verificar-se-ia uma perda acumulada de 20 milhões de pessoas" no aeroporto de Lisboa.


>>>>  http://www.dn.pt/portugal/interior/montijo-e-a-solucao-para-aeroporto-complementar-de-lisboa-5615523.html
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lightning em Fevereiro 06, 2017, 02:17:47 pm
Muito interessante artigo sobre a escola de pilotagem em Ponte de Sor, e como está a fazer crescer esta cidade interior.

Citar
Há pilotos do mundo inteiro a estudar em Ponte de Sor

Há três anos, a abertura de uma escola internacional de aviação começou a trazer gente do mundo inteiro para uma pequena cidade do Alentejo. E mudou-a para sempre, sem que ninguém tivesse reparado. Em agosto de 2016, o país escandalizou-se com a agressão dos filhos do embaixador do Iraque a um rapaz de Ponte de Sor. Atrás daquele caso, no entanto, havia outra história por contar.

http://www.noticiasmagazine.pt/2017/ha-pilotos-do-mundo-inteiro-a-estudar-em-ponte-de-sor/?utm_source=tsf.pt&utm_medium=recomendadas&utm_campaign=afterArticle&_ga=1.67850129.1843411836.1453297806
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: perdadetempo em Fevereiro 06, 2017, 03:30:17 pm
Muito interessante artigo sobre a escola de pilotagem em Ponte de Sor, e como está a fazer crescer esta cidade interior.

Citar
Há pilotos do mundo inteiro a estudar em Ponte de Sor

Há três anos, a abertura de uma escola internacional de aviação começou a trazer gente do mundo inteiro para uma pequena cidade do Alentejo. E mudou-a para sempre, sem que ninguém tivesse reparado. Em agosto de 2016, o país escandalizou-se com a agressão dos filhos do embaixador do Iraque a um rapaz de Ponte de Sor. Atrás daquele caso, no entanto, havia outra história por contar.

http://www.noticiasmagazine.pt/2017/ha-pilotos-do-mundo-inteiro-a-estudar-em-ponte-de-sor/?utm_source=tsf.pt&utm_medium=recomendadas&utm_campaign=afterArticle&_ga=1.67850129.1843411836.1453297806

E uma pessoa a pensar que só lá andavam os filhos do embaixador....

http://www.gairg.com/pt/ (http://www.gairg.com/pt/) ao que parece herdou a Aerocondor de Tires mas não consegui perceber quem são os actuais proprietários/administradores da escola.

http://www.inac.pt/SiteCollectionDocuments/Eventos/2013/4_GAir_Airspace_Inf_Rwy_excursions.pdf (http://www.inac.pt/SiteCollectionDocuments/Eventos/2013/4_GAir_Airspace_Inf_Rwy_excursions.pdf) relatório do INAC sobre a sucursal de Tires.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lightning em Fevereiro 06, 2017, 03:50:23 pm
mas não consegui perceber quem são os actuais proprietários/administradores da escola.

No artigo diz isto...

"A empresa foi criada por Carlos Saraiva, um piloto de aviação que abriu uma série de negócios na área de hotelaria e cuja empresa, os hotéis CS, acabou por falir".
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 13, 2017, 08:47:35 pm
Governo e ANA assinam na quarta-feira acordo para estudar aeroporto no Montijo


O Governo e a ANA - Aeroportos de Portugal assinam na quarta-feira um memorando de entendimento que visa "estudar aprofundadamente" a solução de um aeroporto complementar no Montijo para aumentar a capacidade do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

"O acordo de entendimento é assinado depois do aeroporto de Lisboa ter ultrapassado os 22 milhões de passageiros em 2016, um ano de recordes de tráfego em todos os aeroportos portugueses", afirma, em comunicado divulgado hoje a ANA, gerida pela VINCI Airports.

A assinatura do memorando de entendimento conta com a presença do primeiro-ministro, António Costa, do ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, do presidente da Confederação do Turismo Português, Francisco Calheiros, do presidente da VINCI Airports, Nicolas Notebaert, e do presidente da ANA Aeroportos de Portugal, Jorge Ponce de Leão.

O primeiro-ministro afirmou na passada quarta-feira que uma decisão definitiva sobre a localização do futuro aeroporto no Montijo está condicionada à conclusão de um relatório sobre o impacto da migração de aves naquela zona, nomeadamente para a segurança migratória.

"Temos acordado com a ANA que é necessário aprofundar o estudo relativamente à solução que aparenta viabilidade, que é a do Montijo, mas é uma viabilidade que está condicionada ainda a dados que só poderemos ter no final do ano, designadamente sobre o impacto de ser uma zona de migração de pássaros", afirmou António Costa.

O chefe do executivo falava no debate quinzenal no parlamento, em resposta à presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, que o questionou sobre o futuro aeroporto de Lisboa, reiterando que a Assembleia da República tem pedido estudos que não têm sido enviados.

"O resultado sobre esse impacto, sobre a migração dos pássaros, só pode estar concluído no final do ano. Não permitirá decisões definitivas até essa altura, mas permite concentrar a nossa avaliação relativamente a uma das várias soluções possíveis e ir desenvolver o trabalho nesse sentido", afirmou ainda António Costa, sublinhando que a "segurança aeronáutica" pode conflituar com esse percurso migratório de aves, que passa pelo Montijo.

Já na quinta-feira, o ministro do Planeamento e das Infraestruturas garantiu que “não há adiamento” da parte do Governo em relação ao projeto do novo aeroporto no Montijo, quando questionado sobre as declarações do primeiro-ministro.

“Não há adiamento de natureza nenhuma, nós vamos dar passos próximos para o desenvolvimento do projeto. O projeto tem várias etapas e uma das etapas é exatamente aquela que, espero eu, que nos próximos dias ou nas próximas semanas será dada. Em breve terão conhecimento do que se trata”, disse Pedro Marques.



>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/governo-e-ana-assinam-na-quarta-feira-acordo-para-estudar-aeroporto-no-montijo
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lightning em Março 22, 2017, 02:44:14 pm
Beja liberta estacionamento à Portela

http://expresso.sapo.pt/economia/2017-03-18-Beja-liberta-estacionamento-a-Portela
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Abril 20, 2017, 10:41:11 am
Hoje de manhãzinha P/B do 190 para LYS;

(http://i1357.photobucket.com/albums/q745/jolumeme/20170420_084936_resized_zpsvemo90xd.jpg) (http://s1357.photobucket.com/user/jolumeme/media/20170420_084936_resized_zpsvemo90xd.jpg.html)

(http://i1357.photobucket.com/albums/q745/jolumeme/20170420_084941_resized_zps2zlvotcz.jpg) (http://s1357.photobucket.com/user/jolumeme/media/20170420_084941_resized_zps2zlvotcz.jpg.html)

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Maio 10, 2017, 06:28:53 pm
O aeroporto de Lisboa está com uma avaria no sistema de abastecimento de combustível.

http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/aeroporto-de-lisboa-avioes-em-terra-devido-a-avaria-no-sistema-de-combustivel

No entanto os voos que necessitam de abastecer estão a fazê-lo em Faro.
Beja não tem combustível em depósito para uma situação destas?

PS: Beja já se encontra no Flightradar!!
https://www.flightradar24.com/airport/byj/ground
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Maio 11, 2017, 04:34:28 pm
O aeroporto de Lisboa está com uma avaria no sistema de abastecimento de combustível.

http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/aeroporto-de-lisboa-avioes-em-terra-devido-a-avaria-no-sistema-de-combustivel

No entanto os voos que necessitam de abastecer estão a fazê-lo em Faro.
Beja não tem combustível em depósito para uma situação destas?

PS: Beja já se encontra no Flightradar!!
https://www.flightradar24.com/airport/byj/ground

Boas,

LIS também tem umas largas centenas de tons de JetA1 e alguma coisa de 100LL e outros lubrificantes em depósitos, como tem OPO, FAO, Beja e que tais, mas o problema é como fazê-los chegar aos acfts só e apenas isso, e olha que não é um, problema, nada pequeno para se resolver !! 

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Maio 11, 2017, 04:44:10 pm
......e depois da tempestade vem a Bonança.......


(http://i1357.photobucket.com/albums/q745/jolumeme/Kalmmar%20hurry-up%20mate%201_zps8iralq8w.jpg) (http://s1357.photobucket.com/user/jolumeme/media/Kalmmar%20hurry-up%20mate%201_zps8iralq8w.jpg.html)

Ground to Flight deck -  we are ready for push. All doors closed, hatches secured, chocks removed, system " A " disconnected, acft up, please confirm when brakes released.
Flight deck to ground - brakes released, ready for push facing north, confirm when clear for startup.
.

A Aviação no seu melhor Operações/Placa/Load control !!

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: perdadetempo em Maio 11, 2017, 05:56:48 pm
Pergunta de ignorante que eu deste negócio só sei ser passageiro.

Não seria possível o aeroporto de  Lisboa ter um par de cisternas móveis para colmatar minimamente estes percalços? É que noutras actividades/negócios  quando existe um ponto de falha crítico que pode fazer parar tudo é normal criarem-se sistemas redundantes.

Claro que isso tem custos mas teoricamente alguém fez uma análise sobre a questão.

Cumprimentos,
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Maio 11, 2017, 06:58:59 pm
Pergunta de ignorante que eu deste negócio só sei ser passageiro.

Não seria possível o aeroporto de  Lisboa ter um par de cisternas móveis para colmatar minimamente estes percalços? É que noutras actividades/negócios  quando existe um ponto de falha crítico que pode fazer parar tudo é normal criarem-se sistemas redundantes.

Claro que isso tem custos mas teoricamente alguém fez uma análise sobre a questão.

Cumprimentos,

Antes de mais a responsabilidade da gestão do volume de fuel, sua distribuição e abastecimento das aeronaves não é do Aeroporto mas compete ás companhias abastecedoras !

Desculpa mas vais ter de clarificar essa das cisternas moveis ???
Se te referes a autotanques para as emergências e abastecer os acfts em posições sem Pits, as abastecedoras do Aeroporto, tem dois cada o que prefaz oito unidades, mas, mesmo que fossem 32 os autotanques existentes, eram poucos para as encomendas, em situações desta natureza.

As necessidades de abastecimento p/ acft variam muito desde as 4 a 6 tons dos ATR até as 100 Tons dos 330/340 ou mais ainda dos super heavies, caso dos 747, 777 ou dos 124, o que para autotanques de cerca de 20 tons de capacidade acarreta os problemas inerentes de ter de ir abastecer, várias vezes, para reabastecer uma aeronave que necessite de por exemplo 80 Tons.
Um abastecimento que demoraria 25/30 minutos demorará duas a três horas, no mínimo dependendo da posição onde o acft se encontra ! ???

(http://i1357.photobucket.com/albums/q745/jolumeme/Autotanque%20e%20bomba_zpsguchk13v.jpg) (http://s1357.photobucket.com/user/jolumeme/media/Autotanque%20e%20bomba_zpsguchk13v.jpg.html)

PS Não há nenhuma actividade com mais sistemas redundantes que a Aviação pura e dura já as infraestruturas aeroportuárias e afins é que muitas vezes pecam pela falta de opções, isso é uma verdade e realidade, mas que aqui nesta situação, a meu ver não se aplica. Espero ter ajudado .

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: perdadetempo em Maio 12, 2017, 03:17:32 pm
Quando falava em cisternas móveis estava-me a referir aos autotanques mas faltou-me o latim, em vários aeroportos vi-os a serem utilizados daí a minha questão.

Obrigado pela informação, fiquei esclarecido.

Cumprimentos,
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Maio 17, 2017, 12:38:36 pm
"Concorrência entre Montijo e Portela seria boa para o consumidor" diz CEO da Ryanair


Michael O'Leary, CEO da companhia aérea Ryanair, acredita que a exploração do novo terminal do Montijo deveria ir a concurso. "A concorrência entre Montijo e Portela seria boa para o consumidor", defende o empresário.

O presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary, defendeu hoje que o aeroporto do Montijo não deve ser gerido pela ANA-Aeroportos de Portugal, para a “concorrência funcionar” e antecipar a abertura da infraestrutura complementar a Lisboa.

“A concorrência tem que funcionar. Tal como no futebol, não há um só clube”, argumentou o responsável, numa conferência de imprensa, em Lisboa.

Questionado sobre o contrato em vigor para a ANA gerir todos os aeroportos nacionais, incluindo o Montijo, O’Leary respondeu que cabe ao Governo decidir sobre o assunto, recordando que em Londres foi forçada a venda de dois aeroportos e atualmente há “recordes batidos”.

“A concorrência real será boa para o consumidor”, afirmou ainda o responsável da companhia aérea de baixo custo, repetindo que, graças à sua posição de monopólio, a ANA está a adiar a abertura do Montijo enquanto aeroporto complementar de Lisboa.

O irlandês garantiu que “se fosse outro operador no Montijo, o aeroporto ia abrir mais cedo”, repetindo que a ANA continua a impor constrangimentos no aumento do movimento do aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, e que os movimentos deviam chegar, pelo menos, aos 50 por hora, contra os 40 atuais. O’Leary criticou ainda a necessidade da realização de um estudo ambiental, questionando se “não é já tarde”, uma vez que operam no Montijo voos militares.

“Agora que são campeões no futebol e nas canções [festival Eurovisão], também deviam ser no turismo. Além de vocês odiarem perder para Espanha”, comentou ainda o responsável, numa referência à possibilidade de voos serem desviados para Málaga ou Valência, onde as taxas estão a diminuir, ao contrário das infraestruturas nacionais.

Michael O'Leary deu uma conferência de imprensa esta quarta-feira, 17 de maio, em Lisboa.

Em comunicado de imprensa distribuído na conferência, a Ryanair anunciou "um número recorde de reservas no calendário de verão Lisboa 2017, que inclui 6 rotas novas para Bolonha Glasgow, Luxemburgo, Nápoles, Toulousse e Beslávia".

Atualmente, a companhia conta com 24 rotas a partir de Lisboa, e a sua previsão é de transportar 3,2 milhões de clientes por ano.

Em fevereiro deste ano, o CEO da Ryanair criticou o Governo por demorar quatro anos até colocar a base do Montijo como aeroporto complementar de Lisboa, referindo ser possível que as operações tivessem início no verão de 2018.

“Quatro anos para fazer um estudo? Porque não telefonam à Ryanair? Podiam ter o estudo pela hora de almoço, mas a ANA não quer o estudo pela hora de almoço e não quer a capacidade aberta no Montijo hoje”, argumentou ainda.

Na altura, o responsável acrescentou que a transferência das companhias para o Montijo vai depender apenas dos “preços oferecidos”, considerou o irlandês, acrescentando que a grande vantagem no Montijo é um “maior espaço” que permitirá crescer, ao contrário da infraestrutura atual de Lisboa.

“Se no Montijo for cobrado metade do preço em relação à Portela, então muitas companhias aéreas, como a Ryanair, e provavelmente a easyJet, vão para lá”, anteviu o dirigente, que referiu ainda não ter decidido se muda a operação para a margem Sul do rio Tejo.

Aos jornalistas, O’Leary lembrou já funcionar no Montijo a base aérea militar, pelo que “suspeita que a ANA, juntamente com o Governo português, está a tentar adiar a abertura” ao movimento comercial.

O responsável questionou a razão de a ANA-Aeroportos de Portugal, gerida pela VINCI, planear gastar 250 milhões de euros e comentou que o “problema da privatização da ANA é que dá à VINCI um género de controlo sobre o Montijo”.


>>>>>  http://24.sapo.pt/economia/artigos/ceo-da-ryanair-concorrencia-entre-montijo-e-portela-seria-boa-para-o-consumidor
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Maio 17, 2017, 01:20:56 pm
"Concorrência entre Montijo e Portela seria boa para o consumidor" diz CEO da Ryanair


Michael O'Leary, CEO da companhia aérea Ryanair, acredita que a exploração do novo terminal do Montijo deveria ir a concurso. "A concorrência entre Montijo e Portela seria boa para o consumidor", defende o empresário.

O presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary, defendeu hoje que o aeroporto do Montijo não deve ser gerido pela ANA-Aeroportos de Portugal, para a “concorrência funcionar” e antecipar a abertura da infraestrutura complementar a Lisboa.

“A concorrência tem que funcionar. Tal como no futebol, não há um só clube”, argumentou o responsável, numa conferência de imprensa, em Lisboa.

Questionado sobre o contrato em vigor para a ANA gerir todos os aeroportos nacionais, incluindo o Montijo, O’Leary respondeu que cabe ao Governo decidir sobre o assunto, recordando que em Londres foi forçada a venda de dois aeroportos e atualmente há “recordes batidos”.

“A concorrência real será boa para o consumidor”, afirmou ainda o responsável da companhia aérea de baixo custo, repetindo que, graças à sua posição de monopólio, a ANA está a adiar a abertura do Montijo enquanto aeroporto complementar de Lisboa.

O irlandês garantiu que “se fosse outro operador no Montijo, o aeroporto ia abrir mais cedo”, repetindo que a ANA continua a impor constrangimentos no aumento do movimento do aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, e que os movimentos deviam chegar, pelo menos, aos 50 por hora, contra os 40 atuais. O’Leary criticou ainda a necessidade da realização de um estudo ambiental, questionando se “não é já tarde”, uma vez que operam no Montijo voos militares.

“Agora que são campeões no futebol e nas canções [festival Eurovisão], também deviam ser no turismo. Além de vocês odiarem perder para Espanha”, comentou ainda o responsável, numa referência à possibilidade de voos serem desviados para Málaga ou Valência, onde as taxas estão a diminuir, ao contrário das infraestruturas nacionais.

Michael O'Leary deu uma conferência de imprensa esta quarta-feira, 17 de maio, em Lisboa.

Em comunicado de imprensa distribuído na conferência, a Ryanair anunciou "um número recorde de reservas no calendário de verão Lisboa 2017, que inclui 6 rotas novas para Bolonha Glasgow, Luxemburgo, Nápoles, Toulousse e Beslávia".

Atualmente, a companhia conta com 24 rotas a partir de Lisboa, e a sua previsão é de transportar 3,2 milhões de clientes por ano.

Em fevereiro deste ano, o CEO da Ryanair criticou o Governo por demorar quatro anos até colocar a base do Montijo como aeroporto complementar de Lisboa, referindo ser possível que as operações tivessem início no verão de 2018.

“Quatro anos para fazer um estudo? Porque não telefonam à Ryanair? Podiam ter o estudo pela hora de almoço, mas a ANA não quer o estudo pela hora de almoço e não quer a capacidade aberta no Montijo hoje”, argumentou ainda.

Na altura, o responsável acrescentou que a transferência das companhias para o Montijo vai depender apenas dos “preços oferecidos”, considerou o irlandês, acrescentando que a grande vantagem no Montijo é um “maior espaço” que permitirá crescer, ao contrário da infraestrutura atual de Lisboa.

“Se no Montijo for cobrado metade do preço em relação à Portela, então muitas companhias aéreas, como a Ryanair, e provavelmente a easyJet, vão para lá”, anteviu o dirigente, que referiu ainda não ter decidido se muda a operação para a margem Sul do rio Tejo.

Aos jornalistas, O’Leary lembrou já funcionar no Montijo a base aérea militar, pelo que “suspeita que a ANA, juntamente com o Governo português, está a tentar adiar a abertura” ao movimento comercial.

O responsável questionou a razão de a ANA-Aeroportos de Portugal, gerida pela VINCI, planear gastar 250 milhões de euros e comentou que o “problema da privatização da ANA é que dá à VINCI um género de controlo sobre o Montijo”.


>>>>>  http://24.sapo.pt/economia/artigos/ceo-da-ryanair-concorrencia-entre-montijo-e-portela-seria-boa-para-o-consumidor

até na aviação temos chico espertismo e arrogância a potes este sr O' Leary, também é um ser superior e muito ILUMINADO, o que ele sabe sobre o Montijo espanta-me.........está mesmo muito mal informado mas, sabe tudo, este sr O' Leary, muito bom, dá gosto ler estes parágrafos, são patacoadas, atrás de patacoadas, coitado já nasceu ensinado !!!!
Devia era estar caladinho pois tanto a RYR como a EZY/EZS, são as três cias mais beneficiadas, em Lisboa, desde que cá operam !!

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: perdadetempo em Maio 19, 2017, 10:22:53 pm
Nem de propósito está à venda um terreno junto à BA6. Fazendo contas de merceeiro aldrabão

https://www.olx.pt/anuncio/excelente-oportunidade-de-investimento-perto-do-montijo-e-alcochete-IDAsACh.html#5eb67537a0 (https://www.olx.pt/anuncio/excelente-oportunidade-de-investimento-perto-do-montijo-e-alcochete-IDAsACh.html#5eb67537a0)  valor de 46€/M2

Citar
A base do Montijo totaliza uma área de 877,3 hectares, com duas pistas e hangares da Força Aérea

1Ha=10000M2 logo o valor da BA6 é 8.773.000X46=403.558.000,00€ podem passar o cheque à seguinte entidade:
Estado-Maior da Força Aérea
Av. da Força Aérea Portuguesa, N.º 1
2614-506 - Amadora NIF:600010686

As infraestruturas construídas na base são cedidas a titulo gratuito

nota: isto não passa de uma palhaçada que demorou cinco minutos a fazer, mas aposto que alguns dos responsáveis a começar pelo Presidente da Câmara do Montijo não devem ter perdido muito mais tempo a pensar nas implicações daquilo que lhes sai daquelas bocas.

É que ou aqueles terrenos foram comprados pela Força Aérea ao seu justo valor, fazendo parte do património da Força Aérea/Ministério da Defesa e logo um custo de investimento que tem que ser ressarcido, ou foram expropriados por um valor inferior ao seu valor real  e a sua transformação para uso civil implica a nulidade da expropriação  obrigando à indemnização dos seus antigos proprietários ou herdeiros.

Enfim pequenos detalhes com que os grandes decisores e empresários chicos espertos que até podem ser irlandeses não parecem dar muita atenção.

Cumprimentos,

 
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Maio 22, 2017, 03:53:52 pm
Presidente Executivo da ANA quer Montijo como "aeroporto 4.0"


Carlos Lacerda, presidente executivo da ANA – Aeroportos de Portugal, informou hoje estar a “definir o conceito” do aeroporto de Montijo, que deverá ser complementar ao de Lisboa, e para o qual defende um modelo “aeroporto 4.0”.

Na conferência crescimento da economia portuguesa: mitos e realidades, em Lisboa, o responsável informou que se “está a definir o conceito do aeroporto” do Montijo, uma solução que se avançar irá possibilitar 72 movimentos por hora, em vez dos cerca de 38 atuais apenas no aeroporto Humberto Delgado.

Carlos Lacerda referiu a sua vontade de fazer do Montijo um “aeroporto 4.0”.

“Gostava de fazer disso uma bandeira”, resumiu o responsável, lembrando as “poucas oportunidades de criar um aeroporto de raiz”.

O dirigente afirmou a vontade de no Montijo, caso se oficializasse a escolha do local para o novo aeroporto, haver um elevado grau de eficiência, nomeadamente a nível da “otimização de processos” para que haja taxas aeroportuárias mais competitivas e captação de operações.

“Eficiência também para permitir uma operação muito rápida e para as companhias permanecerem pouco tempo” no aeroporto, acrescentou o empresário, precisando que as companhias aéreas de baixo custo permanecem, em média, 25 minutos.

O presidente executivo da ANA notou como os “aeroportos têm que ser máquinas afinadas, e qualquer distorção introduz um efeito muito grande na operação”, sublinhando que não se pode “ter o tipo de situação” como problema no abastecimento de combustíveis de aeronaves, como se registou há cerca de duas semanas em Lisboa.

O responsável aproveitou ainda para notar o rácio registado na empresa que gere os aeroportos nacionais: “um milhão de passageiros para mil postos de trabalho”.



>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/presidente-executivo-da-ana-quer-montijo-como-aeroporto-4-0
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Maio 22, 2017, 04:13:32 pm
Presidente Executivo da ANA quer Montijo como "aeroporto 4.0"

O responsável aproveitou ainda para notar o rácio registado na empresa que gere os aeroportos nacionais: “um milhão de passageiros para mil postos de trabalho”.



>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/presidente-executivo-da-ana-quer-montijo-como-aeroporto-4-0

Que eu saiba a ANA não tem 22.000 colaboradores !!!!
Mais uma noticia bem afinada por sinal, ou seja, mais do mesmo !!!!

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Maio 23, 2017, 08:50:30 pm
Aeroporto de Beja: 33 milhões de euros e 6 anos depois, a vida de um aeroporto com "muitas dificuldades em consolidar-se"


O aeroporto de Beja, que custou 33 milhões de euros e foi inaugurado há seis anos, tem tido "muitas dificuldades em consolidar-se", porque não há operadores aéreos interessados em usá-lo, reconheceu hoje o diretor da infraestrutura.

A operar desde 2011, "o aeroporto de Beja tem tido uma fase de arranque extremamente difícil e sentido muitas dificuldades em consolidar-se", disse José Natário, em Beja, na sua intervenção na primeira conferência do Movimento de Cidadania Melhor Alentejo, que decorreu hoje em Beja.

Segundo o responsável, há um "fator crítico" e uma "razão simples" que têm "condicionado" as expetativas da região de que o aeroporto iria ter tráfego de passageiros por via do turismo e de carga por via do desenvolvimento agrícola", ou seja, "os operadores aéreos, que são os agentes críticos neste negócio, não têm procurado a infraestrutura".

José Natário disse que o aeroporto tem capacidade para processar 1.500 passageiros/ano, mas que "ainda assim é algo limitada se pensarmos em responder àquilo que eram os pressupostos iniciais".

Por outro lado, frisou, os operadores aéreos "não voam para um aeroporto, voam para um destino turístico", que é o que torna uma infraestrutura aeroportuária "atrativa".

"O Alentejo tem recebido uma notoriedade crescente nos últimos anos enquanto destino internacional, mas ainda não é um destino turístico que tenha uma notoriedade vasta", lamentou.

A economia e a demografia são "dois elementos fundamentais como indutores de tráfego", mas no Alentejo "não estão suficientemente consolidados" para que "o transporte aéreo em si seja um elemento determinante", disse.

O número de dormidas no Alentejo, apesar de ter vindo a crescer nos últimos anos, rondou um milhão e 560 mil, dos quais 65% foram de turistas portugueses e apenas 35% de turistas vindos do estrangeiro, precisou.

No entanto, José Natário disse que não ter dúvidas de que o aeroporto de Beja "terá que desempenhar um papel para a afirmação do Alentejo como destino internacional, mas até ao momento essa realidade ainda não está consumada".

Segundo José Natário, a ANA, confrontada com as "fragilidades" do aeroporto de Beja no seu objeto de negócio, "naturalmente, teve que encontrar alternativas que viabilizassem a infraestrutura, enquanto efetivamente ela não se assume nas componentes de tráfego de passageiros e de carga".

"Não havendo procura" por parte de operadores aéreos e devido à "ausência de potencial de crescimento em alguns segmentos fundamentais", a ANA repensou a estratégia para o aeroporto de Beja e apostou no segmento de estacionamento de aviões, que é "relevante", e em atividades de indústria aeronáutica, explicou.

"Já começam a existir frutos e resultados práticos e sólidos dessa estratégia", disse, lembrando que o Governo aprovou no passado mês de abril uma resolução que vai permitir viabilizar o projeto da empresa portuguesa Aeroneo de construção de uma unidade de manutenção e desmantelamento de aviões no aeroporto de Beja, num investimento de 35 milhões de euros, que deverá arrancar este ano.

Também na área da indústria aeronáutica, há mais dois possíveis projetos para o aeroporto de Beja, sendo que um está "em fase de negociação" e outro numa fase "mais avançada", disse José Natário, referindo não poder revelar mais pormenores.

No segmento de estacionamento de aviões, segundo a ANA, o aeroporto de Beja é a base de operações de parte da frota de aeronaves das companhias aéreas Hi Fly e euroAtlantic airways.

José Natário disse que o aeroporto de Beja, que tem um terminal com capacidade para processar 50 mil toneladas de carga e que não está a ser usado, já recebeu "visitas de vários operadores logísticos, que ficam interessados, quase encantados, mas depois falta a decisão".

Também há uma área adjacente ao aeroporto de 770 metros quadrados, onde empresas se podem instalar, mas para tal "tem que haver iniciativa e dinamização por parte dos empresários e das entidades que têm capacidade de decisão para motivar e criar as condições para que as empresas lá se radiquem", disse.

Em reação à ideia de que a ANA não tem interesse no aeroporto de Beja, José Natário disse que a empresa não é proprietária de nenhuma companhia aérea, nem operador logístico ou turístico, apenas gere a infraestrutura e, "naturalmente, procura desenvolvê-la e dinamizá-la".

O aeroporto de Beja, que resulta do aproveitamento civil da Base Aérea n.º 11, começou a operar a 13 de abril de 2011, quando se realizou o voo inaugural, mas, desde então, apesar de aberto, tem estado praticamente vazio e sem voos e passageiros na maioria dos dias.


>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/aeroporto-de-beja-33-milhoes-de-euros-e-6-anos-depois-a-vida-de-um-aeroporto-com-muitas-dificuldades-em-consolidar-se
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lightning em Junho 09, 2017, 09:35:45 pm
ANA diz que a TAP tem de desviar rotas para o Porto porque a Portela não aguenta mais

Citar
Ponce de Leão, presidente da ANA, avisa que o aeroporto de Lisboa já está com ocupação a 91%, e se a TAP não olhar o Porto “outras companhias o farão, e já as estamos a contactar”

http://expresso.sapo.pt/economia/2017-06-09-ANA-diz-que-a-TAP-tem-de-desviar-rotas-para-o-Porto-porque-a-Portela-nao-aguenta-mais

E o aeroporto de Beja não teria interesse como plataforma de troca de aviões? Se a espera for só algumas horas as pessoas nem saem do aeroporto...
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Junho 10, 2017, 11:10:14 pm
ANA diz que a TAP tem de desviar rotas para o Porto porque a Portela não aguenta mais

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Ponce de Leão, presidente da ANA, avisa que o aeroporto de Lisboa já está com ocupação a 91%, e se a TAP não olhar o Porto “outras companhias o farão, e já as estamos a contactar”

http://expresso.sapo.pt/economia/2017-06-09-ANA-diz-que-a-TAP-tem-de-desviar-rotas-para-o-Porto-porque-a-Portela-nao-aguenta-mais

E o aeroporto de Beja não teria interesse como plataforma de troca de aviões? Se a espera for só algumas horas as pessoas nem saem do aeroporto...

ok eu já não percebo nada disto, se calhar estou bêbado só pode .
Quando penso que nada me fará espantar apanho com artigo que nem quero acreditar no que leio !!!!!!
Olhem bem para o aeroporto do Porto, terá capacidade para os longo curso da TAP, que operam em LIS ????
Vamos levar os pax dos longo curso que ficam em Lisboa, de LIS-OPO nos equipamentos que maioritariamente fazem essa rota ATR42/72 que nem espaço tem para acomodar as bagagens dos pax transportados ???
Andamos mesmo de cavalo para Jumento e já muito velhinho !!!
Então agora a culpa é da TAP, ou de se ter aceite que as Low Cost operassem em LIS sem qq tipo de limite e/ou restricções/penalizações ????
E lightning o queres dizer com troca de aviões ?????
Montar lá umas bancadas dos fabricantes tais como a Airbus, Boeing, Embraer e vamos negociar ?????
Olha que aqui há alguns candidatos a vendedores eu sou um deles.
Ou continuar o plano, obscuro, do Mr Nielmann e acabar com a TAP de vez ???????

Abraços e vão todos para o Porto ou BEJA !!!!!!

PS :nem sabia que o aeroporto do montijo estará pronto em 2010. Mas que artistas nem fazem revisões do texto depois de pronto e antes de publicado, mais do mesmo !!!
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lightning em Junho 12, 2017, 12:36:46 pm
É possivel que isto seja golpada com interesses no meio, claro.

Pelo que li a ideia não é aterrar em Lisboa, depois ir na ponte aérea para o Porto, e ai apanhar avião para o destino, acho que a ideia é a escala ser feita no Porto em vez de Lisboa, mas se o aeroporto não tem capacidade de receber os longo curso então não tem sentido.

Eu queria dizer os passageiros fazerem as escalas de troca de avião em Beja... Era uma ideia para dar uso aquele terminal e aliviar a Portela para quem de facto vai ficar em Lisboa ;D, têm lógica? É que no artigo diz que a maior parte dos passageiros que usam a Portela nem ficam em Lisboa.

Citar
O objetivo da TAP começar a fazer 'hub' do Porto, aliviando assim o 'hub' de Lisboa "que serve mais de plataforma entre voos intercontinentais do que para deixar turistas na cidade",
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Junho 12, 2017, 06:10:54 pm
É possivel que isto seja golpada com interesses no meio, claro.

Sem qq dúvida !

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Pelo que li a ideia não é aterrar em Lisboa, depois ir na ponte aérea para o Porto, e ai apanhar avião para o destino, acho que a ideia é a escala ser feita no Porto em vez de Lisboa, mas se o aeroporto não tem capacidade de receber os longo curso então não tem sentido.

Além do Aeroporto do Porto não ter capacidade para tal, iriamos começar mais um processo de expansão a 100/hora para enterrar ali mais umas centenas de milhões, pois o aumento de movimentos por hora necessários para ali colocar os milhares de pax que iriam sair dali, por falta de capacidade de resposta do Aeroporto de Lisboa, assim o exigiria.
A única pista que o Porto tem não tem taxy way paralelo na sua extensão de modo a permitir maior numero de movimentos, imagina o granel que isso ia dar e os respectivos atrasos nos acfts que efectuassem esses voos de ligação.

com que equipamento é que a TAP iria fazer tais voos de ligação ????
Se fosse com ATR's ou com E190 pois tem actualmente, acft em barda desses tipos, então teria que ter voos de 1/2 em 1/2 hora e mesmo assim não chegavam para as encomendas.
Então vão buscar que equipamentos ???? os 319/20/21 já poucos para as necessidades, ou então já agora aterravam com os voos intercontinentais No Porto e faziam o Inverso com os voos de ligação ???

Mais tripulações, fuel etc, custos para tais voos são suportados por quem ?????
É que estes voos não seriam efectuados por necessidade da TAP, mas sim pelas limitações do Aeroporto ou estou enganado ????
 
Um 340 pode transportar até 280 pax e, cerca de 70% disso são pax em ligação !
Quantos voo intercontinentais opera a TAP só na parte da manhã ?????
Muitos digo-te eu !

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Eu queria dizer os passageiros fazerem as escalas de troca de avião em Beja... Era uma ideia para dar uso aquele terminal e aliviar a Portela para quem de facto vai ficar em Lisboa ;D, têm lógica? É que no artigo diz que a maior parte dos passageiros que usam a Portela nem ficam em Lisboa.

Só os meios de, abastecedoras, catering, segurança que tinhas de deslocar para BYJ, e construir instalações para o staff e equipamentos eram uma dor de cabeça. Já nem falo do Handling e equipamento necessários para tais operações, os operadores não tem dinheiro e principalmente staff, formação, para se porem em Beja a brincar aos Voos de ligação até um xico esperto dizer, agora vamos para Monte Real, é lá que vai ser o futuro dos voos de ligação em Portugal. Ganhem juízo !!!! 

Citar
O objetivo da TAP começar a fazer 'hub' do Porto, aliviando assim o 'hub' de Lisboa "que serve mais de plataforma entre voos intercontinentais do que para deixar turistas na cidade",

Ainda te lembras do fecho de várias rotas da TAP a partir do e para o Porto no ano passado e a polémica que isso trouxe ???
A TAP não tem interesse em ter dois HUB's  a 300 kms de distância, não tem qq lógica nem utilidade, o de Lisboa chega para as encomendas, o dividir para reinar aqui não se aplica !

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lightning em Junho 12, 2017, 08:07:40 pm
Parece que esse senhor da ANA quer que a TAP use menos a Portela, talvez para disponibilizar tempo e espaço para outras companhias estrangeiras que possam vir no futuro.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lightning em Junho 22, 2017, 02:33:57 pm
Marco Tulio Pellegrini: "Queremos manutenção de todos os KC-390"

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/transportes/aviacao/detalhe/marco-tulio-pellegrini-queremos-manutencao-de-todos-os-kc-390
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Julho 10, 2017, 02:25:15 pm
(https://i.ytimg.com/vi/3PE57IdzJwU/maxresdefault.jpg)

Acabou de aterrar em Lisboa um 747 da Air China vindo de Pequim!
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Viajante em Julho 10, 2017, 02:52:33 pm
(https://i.ytimg.com/vi/3PE57IdzJwU/maxresdefault.jpg)

Acabou de aterrar em Lisboa um 747 da Air China vindo de Pequim!

É para levar de volta os dividendos da EDP, REN, Fidelidade, Grupo Luz Saúde, etc.......
 ;D
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Julho 12, 2017, 07:59:48 pm
Impressionante quanto mais tem mais querem e, ai vem mais uns aumentos das taxas de segurança e aeroportuárias, para compor ainda mais o ramalhate!

A TAP largou, á semelhança do nosso Estado com a venda da ANA há uns anos, a Galinha dos Ovos d'Ouro !

Será que é para pagar os custos das obras dos cruzamentos dos TWy's e da 17/35 ???

https://www.noticiasaominuto.com/economia/830099/vinci-concretiza-a-compra-de-51-das-lojas-francas-a-tap

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Julho 15, 2017, 02:00:20 pm
(https://i.ytimg.com/vi/3PE57IdzJwU/maxresdefault.jpg)

Acabou de aterrar em Lisboa um 747 da Air China vindo de Pequim!

Japão e China à conquista de Portugal


Em menos de duas semanas, o aeroporto de Lisboa passará a estar diretamente ligado ao Japão e à China, potenciando o crescimento do turismo e a intensificação dos laços económicos com o Extremo Oriente.

Chega hoje à tarde ao aeroporto da Portela o primeiro voo da ligação aérea direta entre Portugal e o Japão.

Este foi o primeiro de quatro voos especiais de uma operação ‘charter’ da responsabilidade de um grupo de operadores turísticos japoneses, liderado pela JTB – Japan Travel Bureau, o maior operador turístico japonês.

Dos quatro voos previstos, três têm chegada e partida em Lisboa e o quarto terá chegada no aeroporto de Lisboa e partida do aeroporto do Porto.

As primeiras três rotações serão realizadas por aeronaves Boeing 777-200 com 245 lugares da JAL – Japan Airlines e a quarta rotação será realizada pela ANA – All Nippon Airlines com um Boeing 777-300ER de 264 lugares.

Será a primeira vez que ambas as companhias aéreas operam comercialmente nos aeroportos de Lisboa e Porto.

“Apesar de pontual e de curta duração, esta operação ‘charter’ assume alguma relevância pelo seu carácter experimental num mercado tão importante como o japonês. Esta é a primeira operação direta entre o Japão e Portugal e o sucesso desta operação será certamente uma alavanca para que, no futuro, outros operadores e companhias aéreas considerem a possibilidade de novas operações diretas”, sublinha um comunicado da ANA.

A concessionária, detida pelo grupo francês Vinci, acrescenta que esta primeira rotação de hoje ligar os dois maiores aeroportos da rede Vinci Airports, o aeroporto de Lisboa e o Kansai International Airport, em Osaka.

“A Vinci Airports e a JTB estão já a trabalhar no sentido de garantir a realização de uma versão alargada desta operação para o Verão de 2018, estando a ser equacionada desde já a possibilidade de o tráfego não ser apenas no sentido ‘inbound’ – Japão-Portugal, mas também ‘outbound’ – Portugal-Japão”, adianta o referido comunicado da ANA.

A ligação aérea direta ao Japão, será seguida, ainda este mês, a 26 de julho, por uma outra rota direta de ligação entre Portugal e a China.

Estas duas rotas diretas aproximam Portugal, em particular Lisboa, dos destinos do Extremo Oriente, com enfoque especial nas potências económicas da China e do Japão, grandes emissores de turistas a nível mundial.

Com estas aberturas de rotas diretas com a China e o Japão, o país ganha um potencial de trocas económicas com um dos pólos de desenvolvimento mundial e garante um crescimento acrescentado do número de turistas a visitar Portugal.

A ligação direta à China será feita pela companhia área chinesa Beijing Capital Airlines (BCA), do grupo Hainan Airlines (HNA).

A nova rota, que se inicia no próximo dia 26 de Julho, será direta entre Pequim e Lisboa, mas o voo terá origem na cidade de Hangzhou e posterior escala em Pequim.

Em simultâneo, a BCA irá também inaugurar a rota Pequim – Macau, aumentando desta forma ainda mais a conectividade do Aeroporto de Lisboa com a China.

Esta ligação irá iniciar-se com três frequências por semana, às terças, quintas e sábados até ao final do verão IATA, operada com um A330-200, aeronave com capacidade para 260 lugares.

No Inverno passará a operar mais uma frequência ao domingo, passando a quatro voos por semana.

Até ao final de 2017 serão disponibilizados cerca de 40.560 lugares. Durante o próximo ano é esperado que a operação se mantenha com quatro frequências semanais, oferecendo aproximadamente 76.800 lugares em 2018.



>>>>>  http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/japao-e-china-a-conquista-de-portugal-185232?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Julho 18, 2017, 03:35:30 pm
.....e já ontem era tarde !!!!!!!


https://www.noticiasaominuto.com/economia/833483/ana-afirma-capacidade-de-crescimento-do-aeroporto-do-montijo
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lightning em Julho 18, 2017, 10:14:48 pm
No telejornal de hoje da RTP1, afirmaram que o aeroporto da Portela actualmente já está a perder passageiros em relação à procura.

Prognósticos do governo são de iniciar a construção do aeroporto no Montijo em 2018 e abrir o aeroporto em 2019, proposta de aeroporto completamente novo em Alcochete fora de hipótese por demorar demasiado tempo.

CEMFA afirma que com um numero de voos tão elevado, a teoria inicial de que seria possível uma coabitação entre voos militares e civis fica sem efeito, a aviação militar vai ter que sair.

Ainda há isto
https://www.rtp.pt/noticias/pais/chefe-da-forca-aerea-surpreendido-com-pista-proposta-pela-ana-para-o-montijo_n1015654#

Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 09, 2017, 12:30:14 am
Novo aeroporto do Montijo pode estar em construção em 2019


O ministro do Planeamento e das Infraestruturas disse, esta sexta-feira, que o novo aeroporto do Montijo poderá estar em construção em 2019, se a proposta a apresentar pela ANA "cumprir" o memorando assinado entre o Governo e a concessionária.

"É essa a intenção. Não está aprovada uma proposta final. Há uma negociação para fazer entre o Governo e a ANA - Aeroportos de Portugal para salvaguardar os interesses públicos. Se assim for, em 2019 é nossa intenção que o aeroporto esteja em desenvolvimento", afirmou Pedro Marques.

O responsável, que respondia à Lusa à margem da inauguração da fábrica da multinacional francesa Eurostyle Systems Portugal na zona empresarial de Lanheses, em Viana do Castelo, disse que, "neste momento, o trabalho que está em curso é um trabalho preparatório".

"Os trabalhos devem estar no terreno em 2019 se a proposta que a ANA nos fizer, a proposta final que nos vai ser feita em 2018, com todos os estudos ambientais, estudos de migração de aves, nos termos do memorando que assinámos, for aprovada", referiu Pedro Marques.

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas explicou que o memorando assinado entre o Governo e a concessionária "prevê vários passos".

"A ANA tem vindo a trocar documentação técnica com o Governo. Está, entretanto, a concluir os estudos de natureza ambiental que estavam em curso este ano. Apresentará uma proposta final que será negociada, em 2018, como o memorando previa", referiu.

A ANA entregou até agora ao Governo documentação técnica referente à resposta completar ao aeroporto de Lisboa, quando o calendário previa que em agosto a empresa gestora dos aeroportos submetesse uma proposta para uma infraestrutura aérea no Montijo.

Contactada pela Lusa, a ANA informou ter apresentado "à concedente [Estado] informação técnica sobre o projeto", enquanto o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas disse que "o Governo e a concessionária encontram-se numa fase de troca de informação técnica, conforme determina o memorando", sem precisar o conteúdo nem se constituem a proposta que já deveria estar na posse do Executivo.

Segundo o memorando assinado a 15 de fevereiro entre o Governo e a ANA - Aeroportos de Portugal, gerida pela Vinci Airports, foram definidos seis meses - até meados de agosto - para a apresentação de uma proposta para um aeroporto complementar ao de Lisboa na base aérea do Montijo.

Conforme a Lusa noticiou, o acordo prevê que, "no prazo de 180 dias contados da presente data [15 de fevereiro]", seja apresentado "um relatório com a proposta de alternativa da concessionária ao novo aeroporto de Lisboa, baseada no desenvolvimento de capacidade aeroportuária complementar no Montijo".

Na semana passada o Jornal de Negócios noticiou que "ANA falha prazo do aeroporto do Montijo", referindo que a empresa deveria ter entregue proposta ao Governo em agosto, mas só existiu troca de informação técnica.


>>>>>  http://www.jn.pt/economia/interior/governo-novo-aeroporto-do-montijo-pode-estar-em-construcao-em-2019-8757568.html
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 12, 2017, 01:45:02 pm
Mecachrome Aeronáutica inaugura fábrica de Évora em outubro, após investir 30 milhões


A Mecachrome Aeronáutica, produtora de peças metálicas para a indústria aeronáutica, vai inaugurar, a 13 de outubro, a sua fábrica de Évora, que está a laborar “desde o final de março”, revelou hoje o diretor da unidade.

“Já estamos a laborar desde o final de março” e, “em outubro, como já vamos ter todas as máquinas instaladas e as 16 referências de peças quase a 100% qualificadas para a produção, decidimos realizar a inauguração oficial”, disse à agência Lusa Christian Santos, diretor da fábrica.

O grupo francês Mecachrome, liderado pelo português Júlio de Sousa e que detém a portuguesa Mecachrome Aeronáutica, também já anunciou a cerimónia de inauguração de 13 de outubro, a partir das 10:00. A empresa, detentora de outra unidade industrial em Portugal, em Setúbal, investiu cerca de 30 milhões de euros na fábrica em Évora, construída no Parque de Indústria Aeronáutica (PIAE) da cidade.

Com uma área de quase 22 mil metros quadrados, o projeto abrange duas fases de construção: a atual, já concluída, com 13.500 metros quadrados, e uma segunda etapa, em que a fábrica será ampliada para mais 9.300 metros quadrados.

A unidade, que cumpriu o prazo definido por Christian Santos de começar a laborar “até ao final do primeiro trimestre” deste ano, fabrica peças de metal para motores de aviões, estando previsto, ainda para este ano, o arranque da 2.ª fase de produção, com o fabrico de peças para a estrutura de aviões.

“Temos estado a produzir” e, simultaneamente, “a proceder ao processo de qualificação das 16 referências de peças que vamos fabricar em Évora”, explicou o diretor.

Por agora, “já estamos qualificados pelo cliente para produzir 10 dessas 16 referências. As seis que faltam estão em processo de qualificação”, acrescentou.

A fábrica já emprega “perto de 65 funcionários” e o processo de recrutamento continua em curso, afirmou Christian Santos, que disse esperar terminar o ano com “70 a 80” pessoas a trabalhar na unidade.

A meta, até 2020, segundo o diretor, é chegar aos “cerca de 250 a 300” trabalhadores.

A unidade de Évora trabalha exclusivamente para a indústria aeronáutica, para vários clientes, como a Airbus ou a Safran, mas o grupo Mecachrome está igualmente especializado na produção de peças de alta precisão para as indústrias espacial e automóvel.

Na unidade alentejana, está previsto ser instalado um processo produtivo criogénico - à base de azoto líquido – que é “único no mundo”, concebido pelo grupo Mecachrome em França, realçou o diretor, em entrevista à Lusa, em janeiro.

No Parque de Indústria Aeronáutica de Évora estão já instaladas diversas outras fábricas de empresas deste setor, nomeadamente duas da construtora brasileira Embraer.

O investimento da Mecachrome Aeronáutica na cidade alentejana beneficiou de incentivos financeiros atribuídos pelo Estado português, que o considerou “um importante projeto”, capaz de dar “um forte contributo para o desenvolvimento do ‘cluster’ aeronáutico português” e para “a projeção da competitividade” do país.


>>>>> http://24.sapo.pt/economia/artigos/mecachrome-aeronautica-inaugura-fabrica-de-evora-em-outubro-apos-investir-30-milhoes
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 22, 2017, 10:15:19 pm
Empresa de desmantelamento de aviões vai avançar em Beja


O Governo português desbloqueou a instalação de uma empresa de desmontagem de peças de aviões no que se pretende que seja o 'cluster' aeronáutico de Beja.

A AeroNeo, empresa que pretende fazer o desmantelamento de peças de aviões no aeroporto de Beja recebeu finalmente a luz verde para a o arranque das suas atividades.

Hoje, o Governo, em Diário da República, emitiu um despacho que desbloqueia o processo de instalação das infraestruturas aeronáuticas da empresa AeroNeo em Beja, decisão que recebeu o apoio público da Câmara Municipal de Beja.

“Esta instalação, fruto de um conjunto de contactos institucionais do município de Beja, marcados pela muita persistência junto dos responsáveis governamentais, representa um importante passo para o desenvolvimento da região e o início do que poderá ser um ‘cluster’ aeronáutico, promotor de emprego e impulsionador de novas dinâmicas de crescimento económico”, sublinha um comunicado da autarquia do Baixo Alentejo.

Recorde-se que o projecto da AeroNeo, que tem sede em Portugal e é participada pela suíça GreenParts Holding, tinha sido anunciado em Dezembro de 2015, quando a empresa e a ANA – Aeroportos de Portugal assinaram a licença de ocupação para a construção e a exploração da unidade.


>>>>  http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/empresa-de-desmantelamento-de-avioes-vai-avancar-em-beja-212170?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Setembro 22, 2017, 11:11:29 pm
Uma sucata de aviões quere dizere...
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 13, 2017, 12:47:27 pm
Investimento de 30 milhões de euros: fábrica da Mecachrome Aeronáutica inaugurada hoje em Évora


A fábrica de Évora da Mecachrome Aeronáutica, que está a laborar desde “o final de março” e produz peças metálicas para a indústria aeronáutica, é inaugurada hoje, representando um investimento de 30 milhões de euros.

“Estamos a laborar desde o final de março. No que respeita à 1.ª fase do projeto, está tudo instalado e estamos a produzir em dois turnos”, com um total de “70 trabalhadores”, disse à agência Lusa Christian Santos, diretor da unidade fabril.

A inauguração oficial da fábrica da Mecachrome Aeronáutica, empresa portuguesa do grupo francês Mecachrome, que tem como ‘chairman’ o português Júlio de Sousa, decorre a partir das 10:00 e é presidida pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

O projeto envolve um investimento a rondar os 30 milhões de euros, até 2020, que foi “objeto de um contrato de incentivos com o Estado português, representado pela AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal”, lembrou o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).

Na cerimónia, participam também os ministros do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, e da Economia, Manuel Caldeira Cabral.

“Este é mais um exemplo de um bom investimento e da atração de empresas para o ‘cluster’ nacional da aeronáutica”, realçou, em declarações à agência Lusa, fonte do Ministério da Economia.

Localizada no Parque de Indústria Aeronáutica de Évora (PIAE), a nova fábrica da Mecachrome Aeronáutica, que detém outra unidade industrial em Portugal, em Setúbal, desde 2014, vai ter, no global, quase 22 mil metros quadrados, segundo Christian Santos.

“Esta 1.ª fase, que está concluída, tem 13.500 metros quadrados” e, na 2.ª fase do projeto, a executar “nos próximos anos”, vão ser construídos “os restantes cerca de 8.500 metros quadrados”, indicou.

Na cidade alentejana, a Mecachrome, que serve clientes como a Airbus, Boeing e Safran, fabrica peças de metal de alta precisão para aviões, nesta 1.ª fase apenas para motores e, na próxima etapa, também para a estrutura de aeronaves.

O diretor assinalou que, das “17 referências” que integram o portefólio de peças a produzir em Évora, “11 já estão industrializadas e em produção”, encontrando-se “as outras em fase de industrialização”.

A empresa planeia instalar, nesta fábrica, um inovador processo produtivo criogénico - à base de azoto líquido –, que é “único no mundo”, concebido pelo próprio grupo Mecachrome, em França.

O processo de recrutamento de trabalhadores, oriundos sobretudo da região, depois de passarem pelo Centro de Formação Aeronáutica de Évora do Instituto do Emprego e Formação Profissional, está “em curso” e a meta, até 2020, segundo Christian Santos, é chegar aos “cerca de 250 a 300” funcionários.

No Parque de Indústria Aeronáutica de Évora, além deste projeto, estão já instaladas diversas outras fábricas de empresas daquele setor, nomeadamente as duas da construtora brasileira Embraer.


>>>>>  http://24.sapo.pt/economia/artigos/investimento-de-30-milhoes-de-euros-fabrica-da-mecachrome-aeronautica-inaugurada-hoje-em-evora
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 22, 2017, 04:53:20 pm
Portugal teme impacto do acordo entre Airbus e Bombardier


Parceria em aviões até 150 lugares pode ameaçar a brasileira Embraer, líder de mercado no setor. Em Portugal, empresa dá trabalho a centenas de pessoas nas fábricas de Évora.

Foi o burburinho de fundo que imperou nos AED Days, o evento anual do cluster português da aeronáutica, espaço e defesa (AED), que aconteceu entre quarta e sexta-feira em Oeiras. Os profissionais do setor temem o impacto no país do acordo entre a Airbus e a canadiana Bombardier. A empresa francesa quer entrar, com uma participação maioritária, no programa de construção de aviões CSeries da companhia do Canadá, principais concorrentes das aeronaves E-2 da brasileira Embraer, líder de mercado no setor de aparelhos até 150 lugares e com fábricas em Portugal. A transação, que ainda necessita da aprovação das entidades reguladoras competentes, deverá ficar concluída em 2018.

"Foi a notícia que passou à margem do evento. Soube-se na terça-feira e pode vir a ter impacto para nós," explicou ao DN/Dinheiro Vivo Paulo Chaves, vice-presidente do cluster AED e representante do setor da aeronáutica. "É um acontecimento de características tectónicas. Há uma série de fatores que ficarão alterados e não há forma de prever o resultado final. O que sei é que vai ter, para Portugal, um impacto bastante razoável. Se para o lado positivo ou negativo, só o tempo o dirá."

No Brasil, no dia do anúncio do acordo entre a Airbus e a Bombardier, a Embraer deu um trambolhão na bolsa, com as ações a cair 5,41%. Ao jornal Valor Econômico, o presidente da companhia, Paulo Cesar de Souza e Silva, assumiu-se tranquilo. "A primeira leitura é de uma pressão maior, uma vez que a Airbus é uma empresa bastante grande. No entanto, é uma comprovação de que o segmento de aviões com até 150 assentos é relevante no mercado." Em Portugal, a Embraer tem duas fábricas em Évora, onde trabalham centenas de pessoas, e detém ainda uma participação maioritária na OGMA, empresa de manutenção aeronáutica. Paulo Chaves assume que o acordo pode vir a alterar a presença da empresa no país e atrapalhar o objetivo atual do cluster AED, que atualmente vale 1% do PIB nacional e no futuro quer duplicar, para os 2%. "Neste momento, a Embraer conta como fator imprevisível. Pode ajudar-nos ou não. Sabemos que queremos chegar aos 2% do PIB no futuro, mas não consigo dizer se a curto, médio ou longo prazo."

Por outro lado, o acordo entre a Airbus e a Bombardier pode colocar a Embraer como possível parceiro estratégico futuro da Boeing. A empresa norte-americana manifestou reservas em relação à parceria. "Trata-se de um acordo discutível entre duas empresas concorrentes fortemente subsidiadas pelos seus governos", disse a Boeing em nota enviada ao Valor Econômico. "A nossa posição é que todas as partes devem seguir as mesmas regras para que o livre-comércio seja justo e efetivo."

A Embraer também já se tinha posicionado contra a injeção de capital do governo do Canadá na Bombardier, que recebeu uma ajuda pública de mais de quatro mil milhões de euros para o programa de construção de aviões CSeries, antes da entrada da Airbus. A semelhança de posições entre as companhias brasileira e norte-americana pode indicar um acordo futuro entre as duas, cujo impacto em Portugal é ainda desconhecido. "Como disse, tudo é uma incógnita neste momento," conclui Paulo Chaves.


>>>>>  https://www.dn.pt/dinheiro/interior/portugal-teme-impacto-do-acordo-entre-airbus-e-bombardier-8863339.html
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Get_It em Outubro 22, 2017, 06:46:10 pm
Enfim...

Não é Portugal que teme o impacto do acordo, são esses senhores. Só para lembrar que há muitas outras empresas portuguesas que fornecem serviços e fabricam componentes para a Airbus e até mesmo para a Bombardier, directa- e indirectamente.

Mais uma vez vemos como Portugal, a imprensa e o governo através desses amigaços são um mero peão da empresa sul-americana.

Entretanto, a Embraer e a Boeing, que tanto se queixaram do apoio financeiro do governo Canadiano à Bombardier fartam-se também de receber apoios financeiros e cortes de impostos por parte dos seus respectivos governos. E a Embraer até se dá ao luxo de receber subsídios e apoios financeiros do fundo comunitário europeu através da sua subsidiária em Portugal. Hipocrisia no seu melhor.

Cumprimentos,
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Viajante em Outubro 25, 2017, 11:42:53 am
Governo vai instalar bloqueadores de drones em aeroportos

Embora ótimas ferramentas para fotografia, filmagens ou lazer, os drones podem também representar algum perigo para o espaço aéreo quando usados de forma incorreta.

Para proteger aeroportos e pontos sensíveis deste tipo de aeronaves, o governo vai avançar com a instalação de bloqueadores de drones.

(https://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2017/02/dji_phantom4_1.jpg)

Fonte de divertimento ou de trabalho, os drones estão cada vez mais em voga e o seu uso é cada vez mais frequente. Desde os mais pequenos, considerados brinquedo, até aos maiores, várias são as hipóteses de escolha que se adequam a cada tipo de utilizador.

Depois de ser regulado o uso de drones em janeiro de 2017, surgira diversos alegados incidentes com estas pequenas aeronaves que colocaram em perigo diversos aviões. Verdade ou apenas alarmismo, estes acontecimentos moldaram a opinião pública e obrigaram ao início do desenvolvimento de um projeto de lei para aplicar regulamentações mais pesadas a este tipo de aeronaves.

Em causa está o registo e seguro de drone obrigatório que, embora seja do agrado de várias partes, irá acrescentar um custo insuportável para muitos tipos de utilizadores.

(https://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2017/10/aeroscope-dji.jpg)

A DJI, a principal fabricante de drones, está também ocorrente destes problemas e tem também desenvolvido ferramentas próprias para tentar a sua resolução, como foi o caso do Aeroscope.

Embora várias medidas estejam a ser preparadas tanto a nível nacional como europeu, o governo pretende avançar para a defesa dos aeroportos e outros pontos sensíveis, onde os drones podem representar um verdadeiro perigo se usados de forma errada. Para isso o governo já começou os testes aos sistemas de bloqueio de drones, que irão permitir monitorizar os locais identificados, protegendo-os de voos indevidos.
Em que consistem estes sistemas de bloqueio de drones?

Várias são as empresas que irão demonstrar nos próximos tempos a sua tecnologia. A primeira demonstração foi na passada segunda-feira, com a empresa Thales a demonstrar no aeródromo de Ponte de Sor a eficácia do seu sistema.

Fazendo uso de um radar, que pode monitorizar a 360º ou incidir num pequeno ângulo, aumentando o seu alcance, uma câmara de espectro visível e uma câmara térmica, este sistema testado permite identificar os drones na área circundante. A estes elementos, junta-se ainda um rádio para detetar as emissões até 2 quilómetros de distância.

A título de exemplo, esta tecnologia permite identificar um drone com mais de 1kg, a ocupar uma área inferior a 0,01 metros quadrados, a uma distância de quatro quilómetros.

(https://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2017/10/bloqueador-de-drones.jpg)

Todos os dados registados pelas componentes deste sistema irão apresentar a posição do drone num mapa, surgindo posteriormente a hipótese do gestor de aeroporto bloquear o drone através de interferências nas comunicações entre o drone e o operador ou da distorção das coordenadas de GPS. Em casos específicos, será também possível criar “bolhas de rádio” que bloqueiam qualquer informação dentro de um intervalo de frequências.

Este sistema da Thales permite utilizar as ferramentas de bloqueio em drones que estejam, no máximo, a uma distância de 2 quilómetros.

(https://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2017/07/20216375_10159075191530788_1662724796_o.jpg)

Durante as próximas semanas os testes vão continuar com outras empresas com tecnologias idênticas, permitindo aos gestores dos aeroportos perceberem as vantagens que poderão incorrer da adoção desta tecnologia. Depois do teste das diversas tecnologias existentes e de identificados os pontos sensíveis que necessitam deste tipo de proteção, o governo deverá iniciar um processo de compra, abrindo para isso um concurso público.

    Se tudo o resto falhar, pelo menos teremos algo para atuar

Luis Ribeiro, Presidente da ANAC

Segundo o Secretário de Estado das infraestruturas, a ANAC já estará a finalizar o documento que servirá de base para a nova proposta de lei, prevendo-se que a obrigatoriedade do registo e seguro avance já no início do ano. Para Luís Ribeiro, presidente da ANAC, embora estas novas leis já sirvam para dissuadir em muitos dos casos, estes novos sistemas irão complementar a segurança necessária em alguns pontos.

https://pplware.sapo.pt/gadgets/governo-instalar-bloqueadores-drones-aeroportos/

A matrícula no drone está engraçada. Não sei como é que fica a aerodinâmica depois de uma chapa daquelas!
Mas realmente algo tem de ser feito!
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Outubro 26, 2017, 10:15:11 am
para quem vai voar ATTN :

Oct 26 09:00 
LPPT 2609:00Z VRB07KT 0150 R21/0450 FG VV001 15/15 Q1025=

belo tempo no Aeroporto de lisboa a esta hora !!!!
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Novembro 06, 2017, 12:15:06 pm
Partilho convosco estas fotos da pintura deste acft que operou há pouco menos  de uma hora em Lisboa.
Vai uma aposta que quase ninguém sabe qual a marca e modelo desta aeronave ???


(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/iWgeVC.jpg) (https://imageshack.com/i/poiWgeVCj)

(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/922/kXYdYZ.jpg) (https://imageshack.com/i/pmkXYdYZj)

(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/8d4NfN.jpg) (https://imageshack.com/i/po8d4NfNj)

(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/VyYsBx.jpg) (https://imageshack.com/i/poVyYsBxj)

(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/1UWQeB.jpg) (https://imageshack.com/i/po1UWQeBj)


Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Novembro 06, 2017, 12:32:25 pm
.........Claro, a fazer busca pela matricula, também eu sou o maior cá do Forum ! ;)

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 13, 2017, 01:52:49 pm
ANA entregou ao Governo proposta para novo aeroporto do Montijo


A proposta da ANA - Aeroportos de Portugal para o aumento da capacidade aeroportuária de Lisboa, com a construção de uma nova infraestrutura no Montijo, já foi entregue ao Governo, anunciou hoje o presidente executivo da gestora aeroportuária.

Discursando na comemoração dos 75 anos do aeroporto de Lisboa, Carlos Lacerda lembrou o memorando assinado com o Governo para desenvolver uma solução e anunciou ter sido entregue a proposta para a construção de uma nova infraestrutura e mostrou ainda uma imagem do futuro local.

Segundo o memorando assinado em 15 de fevereiro entre o Governo e a ANA, gerida pela Vinci Airports, a proposta para o aeroporto complementar ao de Lisboa na base aérea do Montijo devia ter sido apresentada até meados de agosto.

Carlos Lacerda destacou hoje que os "próximos passos envolvem um trabalho de aprofundamento e detalhe das várias dimensões da proposta", nomeadamente a nível económico e ambiental.

"É só o primeiro passo do que sabemos que será um trabalho contínuo entre as entidades envolvidas, que continuará a correr com total empenho e com atitude positiva que temos sentido até agora na solução, com vista aos objetivos da região e do país", garantiu.

Na sua intervenção, o presidente executivo da ANA enumerou ainda recordes que serão quebrados este ano nos aeroportos nacionais, como o ultrapassar a marca dos 50 milhões de passageiros.


>>>>>>  https://www.dn.pt/portugal/interior/ana-entregou-ao-governo-proposta-para-novo-aeroporto-do-montijo-8913170.html
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lightning em Novembro 19, 2017, 06:33:37 pm
O próximo aeroporto se calhar vai ser é em Viseu  ;D, tem é que manter a 4L

O aeroporto secreto português dos ricos e famosos
http://expresso.sapo.pt/economia/2017-11-19-O-aeroporto-secreto-portugues-dos-ricos-e-famosos

(http://lafoes.eu/wp-content/uploads/2016/08/Viseu-1-Andre-Diogo.jpg)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Novembro 19, 2017, 07:51:08 pm
O próximo aeroporto se calhar vai ser é em Viseu  ;D, tem é que manter a 4L

O aeroporto secreto português dos ricos e famosos
http://expresso.sapo.pt/economia/2017-11-19-O-aeroporto-secreto-portugues-dos-ricos-e-famosos

(http://lafoes.eu/wp-content/uploads/2016/08/Viseu-1-Andre-Diogo.jpg)

Bela pista sim senhor, Porquê manter a 4L eu não vislumbro a 4R ????? :nice: :nice: :nice:

Com a seca que vamos tendo daqui a nada já não há arbusto/arvore que resista junto á pista e podem aterrar, fazer papadas, onde quiserem !! :rir: :rir: :rir:

Os autarcas que se cuidem nem só de comprimento se faz uma pista, olhó o PCN, olhó PCN !!!

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Daniel em Novembro 20, 2017, 09:16:59 am
Partilho convosco estas fotos da pintura deste acft que operou há pouco menos  de uma hora em Lisboa.
Vai uma aposta que quase ninguém sabe qual a marca e modelo desta aeronave ???


(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/iWgeVC.jpg) (https://imageshack.com/i/poiWgeVCj)

(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/922/kXYdYZ.jpg) (https://imageshack.com/i/pmkXYdYZj)

(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/8d4NfN.jpg) (https://imageshack.com/i/po8d4NfNj)

(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/VyYsBx.jpg) (https://imageshack.com/i/poVyYsBxj)

(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/1UWQeB.jpg) (https://imageshack.com/i/po1UWQeBj)


Abraços

Caro Tenente esse acft e um Bombardier CS300, esse aviao esta assim pintado, porque foi o primeiro recebido pela companhia Swiss Airlines. Caro Tenente trabalha no aerporto de Lisboa?
PS: Desculpem pela falta de acentos, mas o meu teclado neste momento e o do trabalho, ou seja suico. :P
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Novembro 20, 2017, 09:53:08 am
Partilho convosco estas fotos da pintura deste acft que operou há pouco menos  de uma hora em Lisboa.
Vai uma aposta que quase ninguém sabe qual a marca e modelo desta aeronave ???


(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/iWgeVC.jpg) (https://imageshack.com/i/poiWgeVCj)

(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/922/kXYdYZ.jpg) (https://imageshack.com/i/pmkXYdYZj)

(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/8d4NfN.jpg) (https://imageshack.com/i/po8d4NfNj)

(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/VyYsBx.jpg) (https://imageshack.com/i/poVyYsBxj)

(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/1UWQeB.jpg) (https://imageshack.com/i/po1UWQeBj)


Abraços

Caro Tenente esse acft e um Bombardier CS300, esse aviao esta assim pintado, porque foi o primeiro recebido pela companhia Swiss Airlines. Caro Tenente trabalha no aerporto de Lisboa?
PS: Desculpem pela falta de acentos, mas o meu teclado neste momento e o do trabalho, ou seja suico. :P

Afirmativo, a pintura do acft é um espectáculo, mas há muita gente que inicialmente diz ser um E170/190, vá se lá saber porquê, será dos porões ?????  ;)
Sim, estou no Aeroporto desde que saí do Exército.

PS vê lá se mandas alguma chuva para cá, nós pagamos bem  :)

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lightning em Novembro 20, 2017, 10:11:19 am
Aeroporto Humberto Delgado aguenta até 49 milhões de passageiros

Citar
Antes da solução complementar no Montijo, o aeroporto de Lisboa pode chegar aos 44 movimentos por hora. Montijo servirá low cost e companhias de bandeira

http://expresso.sapo.pt/economia/2017-11-19-Aeroporto-Humberto-Delgado-aguenta-ate-49-milhoes-de-passageiros

Também tem informação sobre o Montijo
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Novembro 20, 2017, 10:27:44 am
Aeroporto Humberto Delgado aguenta até 49 milhões de passageiros

Citar
Antes da solução complementar no Montijo, o aeroporto de Lisboa pode chegar aos 44 movimentos por hora. Montijo servirá low cost e companhias de bandeira

http://expresso.sapo.pt/economia/2017-11-19-Aeroporto-Humberto-Delgado-aguenta-ate-49-milhoes-de-passageiros

Também tem informação sobre o Montijo

Como dizia o outro, " ai aguenta, aguenta ", mas não sabemos é como, bem, quem está no terreno sabe bem como !!

Se agora já é o que é com cerca de 26 milhões quando chegar aos trinta a pouca qualidade do serviço prestado vai com os Porcos.

Teóricos é o que é, aparecem nos filmes a meio e já sabem o final, muito bom, não basta aumentar as horas de operação há que aumentar as capacidades nas infraestruturas e isso é bem mais moroso, complicado, implica investimentos que demoram tempo a implementar e testar, bem nada que não se possa ultrapassar nas teorias de especialistas iluminados da nossa praça, que de aviação pouco ou nada sabem, e mais engraçado nunca os vejo na Operação, mas sabem tudo !!

Abraços e vamos ver o que acontece mas nada de bom será.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lightning em Novembro 20, 2017, 11:32:56 am
Teóricos é o que é, aparecem nos filmes a meio e já sabem o final, muito bom, não basta aumentar as horas de operação há que aumentar as capacidades nas infraestruturas e isso é bem mais moroso, complicado, implica investimentos que demoram tempo a implementar e testar, bem nada que não se possa ultrapassar nas teorias de especialistas iluminados da nossa praça, que de aviação pouco ou nada sabem, e mais engraçado nunca os vejo na Operação, mas sabem tudo !!

Abraços e vamos ver o que acontece mas nada de bom será.

Deve ser como os que queriam a Força Aérea a fazer combate aos fogos já, eu em conversa com algum pessoal até dei a ideia de encher os compartimentos de carga dos C-130 e C-295 com garrafões de 5 litros de água e os fossem despejando por cima dos fogos, mas julgaram que eu estava a brincar...
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Daniel em Novembro 20, 2017, 03:30:43 pm
tenente
Citar
Afirmativo, a pintura do acft é um espectáculo, mas há muita gente que inicialmente diz ser um E170/190, vá se lá saber porquê, será dos porões ?????  ;)
Sim, estou no Aeroporto desde que saí do Exército.

PS vê lá se mandas alguma chuva para cá, nós pagamos bem  :)

Abraços
Bom, o E170 é bem mais pequeno, já o E190 tem algumas semelhanças, eu acho o Bombardier CS300 mais parecido com o E190E2, apesar deste último não ter Sharklet.
Ainda ontem falei com um colega, esteve a chover 2 dias sem parar, dizia eu, esta água em Portugal seria ouro ;D um abraço  ;)
(https://www.airway1.com/wp-content/uploads/2017/03/e195-e2-0.jpg)
(https://www.bangaloreaviation.com/wp-content/uploads/2016/03/Embraer_E190-E2_2.jpg)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Janeiro 14, 2018, 01:31:45 am
Aterragem em Beja.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 25, 2018, 08:32:59 pm
EasyJet só consegue crescer 3% em seis meses por falta de capacidade de aeroportos nacionais


(http://thumbs.web.sapo.io/?epic=YzYwfA6TLWCQaZMKDTXlcDla3gaNir+FhgCp2txn1x9KnZKw75IzR3ivgPjcBE0BB8s3qPHNxHxFI+OEWRUy0ECYxdByz5F3bz6OXApvfdRCfJw=&W=800&H=0&delay_optim=1)

A companhia aérea easyJet informou hoje que vai crescer em Portugal apenas 3% entre outubro e março devido à falta de capacidade dos principais aeroportos, enquanto na anterior operação de inverno a subida foi superior a 20%.

Em declarações aos jornalistas, o diretor da companhia de baixo custo para Portugal, José Lopes, reafirmou a “urgência de implementar medidas” até à alternativa complementar do aeroporto de Lisboa, que “não pode crescer mais” e que já levou ao desvio de movimentos na operação de verão (março a setembro) para o Porto.

Ainda assim, a easyJet adiantou que a capacidade do Porto está também a esgotar-se, pois solicitou mais duas mil ‘slots’ (movimentos aéreos) naquele aeroporto e só obteve até ao momento 40 para a operação de verão, entre abril e setembro.

“São oportunidades perdidas”, criticou o responsável, notando que países concorrentes estão a recuperar, como Grécia e a Turquia, e que a EasyJet levará para outros países os aviões que não podem ser colocados em Portugal.

De acordo com o mesmo responsável, estão também impedidos, por exemplo, crescimentos a nível doméstico, nomeadamente para o Funchal.

Em 2017, a companhia tinha somado seis milhões de passageiros em Portugal, metade dos quais em Lisboa e no Porto, e um crescimento de 14%.

Na lista de reivindicações da companhia está também a nova torre de controlo do aeroporto Humberto Delgado (em Lisboa), que necessita do encerramento da pista transversal (pista 17/35) e de 900 dias; o novo sistema de navegação aérea e um novo radar de superfície. A nova tecnologia permitirá gerir uma distância menor entre aeronaves, garantir segurança e “maximizar os movimentos ao máximo de uma só pista”, em Lisboa, acrescentou o diretor.

Para José Lopes, a empresa gestora dos aeroportos, a ANA, deve ainda privilegiar, no uso de ‘slots’, as companhias “que operam de forma mais eficiente” e acelerar o trabalho de cobrança de taxas por aeronave e não por passageiro.

Argumentando que aparelhos com menor ocupação e capacidade deviam usar outros locais, que não Lisboa, José Lopes sublinhou que “deve ser retirado o tráfico que não é vital”.

À ANA foi ainda sugerida a implementação do uso coletivo de rebocadores elétricos em Portugal e um prémio para a companhia com aviões mais silenciosos.

Outra reivindicação é a inclusão da profissão de comandante, no sentido de piloto muito experiente, na figura de residente não habitual, para garantir vantagens fiscais, uma vez que em Espanha esses profissionais “ganham mais 30% de salário líquido”.

Em Lisboa e no Porto estão baseados mais de 60 pilotos para oito aviões.

O dirigente informou ainda que a integração da antiga operação da AirBerlin deverá estar concluída em outubro, cerca de um ano depois da aquisição, e que a companhia está interessada na falida Alitália.

A easyJet mostrou hoje um dos quatro Airbus 320 neo, que provoca menos 56% (menos 85 decibéis) de ruído nas aterragens e descolagens no Porto e em Lisboa, segundo José Lopes, que acrescentou haver ainda uma descida de 15% nas emissões de carbono, 15% mais na eficiência de combustível.

O preço listado de cada aeronave é de 108 milhões de dólares (quase 87 milhões de euros).

A companhia encomendou 130 aeronaves A320neo e A321neo e tem direitos para comprar mais 100 aviões A320neo.



>>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/easyjet-so-consegue-crescer-3-em-seis-meses-por-falta-de-capacidade-de-aeroportos-nacionais
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Janeiro 28, 2018, 08:06:59 pm
(http://images-cdn.impresa.pt/expresso/2018-01-26-tires/original/mw-860)
Tires vai passar de aeródromo a aeroporto para aviação executiva

Citar
Até julho, o aeródromo de Tires vai subir de categoria: deverá passar a ser um aeroporto. O objetivo da mudança é poder receber operadores de aviação executiva de todos os destinos mundiais, assumindo-se como uma alternativa ao Aeroporto de Lisboa para este tipo de tráfego. É neste sentido que “no Aeródromo Municipal de Cascais tem vindo a ser feito um trabalho de qualificação, tendo em vista a transformação num aeroporto destinado à aviação executiva”, revela Miguel Sanches, diretor daquela infraestrutura.
O artigo completo em:
http://expresso.sapo.pt/economia/2018-01-27-Tires-vai-passar-de-aerodromo-a-aeroporto-para-aviacao-executiva

Não percebo porquê só agora. Falam da Portela estar no limite mas vejo todos os dias aeronaves de pequenas dimensões a descolar de lá.
Por mim era mandar as Low cost para o Montijo e a aviação executiva para Tires.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Janeiro 29, 2018, 09:01:35 pm
(http://images-cdn.impresa.pt/expresso/2018-01-26-tires/original/mw-860)
Tires vai passar de aeródromo a aeroporto para aviação executiva

Citar
Até julho, o aeródromo de Tires vai subir de categoria: deverá passar a ser um aeroporto. O objetivo da mudança é poder receber operadores de aviação executiva de todos os destinos mundiais, assumindo-se como uma alternativa ao Aeroporto de Lisboa para este tipo de tráfego. É neste sentido que “no Aeródromo Municipal de Cascais tem vindo a ser feito um trabalho de qualificação, tendo em vista a transformação num aeroporto destinado à aviação executiva”, revela Miguel Sanches, diretor daquela infraestrutura.
O artigo completo em:
http://expresso.sapo.pt/economia/2018-01-27-Tires-vai-passar-de-aerodromo-a-aeroporto-para-aviacao-executiva

Não percebo porquê só agora. Falam da Portela estar no limite mas vejo todos os dias aeronaves de pequenas dimensões a descolar de lá.
Por mim era mandar as Low cost para o Montijo e a aviação executiva para Tires.

Isso é o que todos nós que aqui diariamente trabalhamos pensamos e dizemos, mas o erro cometido há alguns anos quando as EZY e EZS iniciaram a operação cá no burgo, foi ter aceite esses operadores sem ter acautelado que quando houvesse alternativa iriam de malas e bagagens para o outro Aeroporto.

A mudança a dar-se terá custos elevados para o Aeroporto de lisboa, e de certeza que os Frogies, quererão ser compensados se houver ressarcimento para os dois operadores irem para o Montijo os froggies quererão ser ressarcidos dos custos a pagar, pois dirão que a culpa foi da ANA e não da Vinci !!

Já com a RYR a música é outra, o iluminado do patrão da CIA, aquele que há uns meses dizia que num almoço resolvia a questão do Montijo, deve pensar que ainda vai receber dinheiro se operar no Montijo, pois acha que as infra-estruturas aeroportuárias lhe pertencem, e, tudo o resto gira em seu torno, e, se não fosse a cia dele, a operar em Lisboa, nós ainda estavamos na idade da Aviação de pedra !! 

Quanto á aviação lig/executiva há canos que dizemos a mesma trampa, os pequenos que vão para Sintra, Tires ou para o Mar, mas para isso é preciso que haja serviços alfandegários, Policia, um ARO á maneira, e outros serviços de apoio ás aeronaves/crews/pax em questão, e, que só agora Tires está a pensar ter.

Convirá não esquecer que na aviação executiva existem ABJ's e BBJ's com fartura e esses acft's não podem/conseguem operar em Tires por razões óbvias !!!

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: perdadetempo em Janeiro 30, 2018, 07:28:51 pm
Citar
sso é o que todos nós que aqui diariamente trabalhamos pensamos e dizemos, mas o erro cometido há alguns anos quando as EZY e EZS iniciaram a operação cá no burgo, foi ter aceite esses operadores sem ter acautelado que quando houvesse alternativa iriam de malas e bagagens para o outro Aeroporto.

Mas com o sistema actual de alocação de slots seria possível ter acautelado essa situação havendo vontade para isso em Portugal? Eu só pergunto porque tenho andado a assistir à novela do aeroporto de Schipol com as companhias de carga aérea por causa da falta de slots e as discussões sobre quem tem responsabilidade sobre o assunto desde a IATA à EASA.

https://theloadstar.co.uk/tag/slot-constraints/ (https://theloadstar.co.uk/tag/slot-constraints/)

Cumprimentos
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Janeiro 30, 2018, 07:56:38 pm
Citar
sso é o que todos nós que aqui diariamente trabalhamos pensamos e dizemos, mas o erro cometido há alguns anos quando as EZY e EZS iniciaram a operação cá no burgo, foi ter aceite esses operadores sem ter acautelado que quando houvesse alternativa iriam de malas e bagagens para o outro Aeroporto.

Mas com o sistema actual de alocação de slots seria possível ter acautelado essa situação havendo vontade para isso em Portugal? Eu só pergunto porque tenho andado a assistir à novela do aeroporto de Schipol com as companhias de carga aérea por causa da falta de slots e as discussões sobre quem tem responsabilidade sobre o assunto desde a IATA à EASA.

https://theloadstar.co.uk/tag/slot-constraints/ (https://theloadstar.co.uk/tag/slot-constraints/)

Cumprimentos

Boas,

Com as companhias de carga aerea a história é completamente diferente Perdadetempo.
A grande maioria delas voa durante a noite, não só pela quantidade de slots available, mas e também porque são mais baratos mas, acima de tudo há muito menos trafego no ar.
A Holanda com schipol a Alemanha com Colonia e a Bélgica com Liege operam centenas de voos de carga diarios/nocturnos.
O mais grave no caso de Lisboa é que como os voos que operam para cá o fazem só de noite e como somos a última escala os acft's fazem day/stop e ocupam pelo menos cinco stands o dia todo saindo só a noitinha reduzindo naquele numero os stands disponiveis para as outras cias, logo a capacidade do Aeroporto.

Quanto á responsabilidade aí é que a porca torce o apendice caudal.........há de tudo, negociações á escura; pedidos feitos por baixo da mesa; falta de capacidade do espaço aereo em determinadas zonas muito sobrecarregadas, por exemplo na europa Cambray e Malmedy, são as duas zonas com maior volume de trafego aereo, e apresentam as limitações correpondentes a tal volume de aeronaves; as capacidades dos diferentes aerodromos, em receber os voos pretendidos e mais grave ás horas solicitadas pelas diversas CIAS, caso das EZY e EZS em LIS, que querem dado e arregaçado, alegando agora, que não podem crescer mais depressa por causa da falta de capacidade do Aeroporto de Lisboa !
Então os especialistas das companhias não fizeram um estudo prévio dessa provável situação ???

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Fevereiro 02, 2018, 09:06:37 am
Acabou de descolar um An-12BP da Ukraine Air Aliance. O UKL5009.
https://www.flightradar24.com/UKL5009/104eafba

Transporte de carga em hora de ponta? 
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 15, 2018, 01:40:20 pm
Empresa investe mais de oito milhões de euros em academia de pilotos no Alentejo


A L3 Commercial Training Solutions (L3 CTS) vai investir este ano mais de oito milhões de euros numa academia de formação de pilotos comerciais em Ponte de Sor (Portalegre), disse hoje à agência Lusa fonte da empresa.

O investimento, segundo o diretor das academias da L3 CTS na Europa, Mário Spínola, surge na sequência da aquisição em outubro da escola de pilotos da G Air, instalada no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor.

“A escola [G AIR] formava por ano cerca de 150 alunos mas, connosco, neste primeiro ano, esperamos duplicar o número de alunos, passando depois a intenção por chegar nos próximos dois anos aos 500 alunos por ano”, disse.

A antiga escola da G AIR contava com mais de 250 trabalhadores, situação que vai ser alterada com a introdução deste novo projeto de formação, estando prevista a criação de mais 150 postos de trabalho no espaço de um ano e meio.

A L3 CTS pertencente à empresa americana L3 Technologies e além de contar com a L3 European Airline Academy em Portugal (Ponte de Sor) possui também academias em Inglaterra, Estados Unidos da América, Nova Zelândia e Tailândia, sendo esta última academia mais vocacionada para o treino através de simuladores.

“Escolhemos agora Ponte de Sor porque tem potencial de crescimento e pelas qualidades que a escola já existente possui”, disse.

Mário Spínola explicou ainda que desde outubro [após a aquisição à G AIR] estão a desenvolver a sua atividade naquele espaço, tendo já acolhido novos formandos nesta fase.

O diretor das academias da L3 CTS na Europa escusou-se a revelar os valores de aquisição da escola à G AIR, mas adiantou que estão a ser investidos “mais de oito milhões de euros” neste projeto para “atingir” os objetivos que traçaram.

“Para conseguirmos atingir os nossos objetivos, e se olharmos a dois anos, vamos ter que ter recursos, e os recursos passam pela aquisição de mais aeronaves, para haver mais treino e formação, vamos ter que recrutar mais instrutores de voo e de teoria, vamos ter que recrutar mais pessoas para as instalações, preferencialmente da comunidade local”, sublinhou.

Mário Spínola recordou que Ponte de Sor possui um campus universitário [vocacionado para a aeronáutica] com mais de 200 camas, estando a L3 CTS a iniciar uma nova fase de ampliação desse espaço.

“Nós vamos agora avançar para uma nova fase de construção, que é o terceiro piso desse campus, com mais 106 camas”, disse.

Contactado pela Lusa, o presidente do município de Ponte de Sor, Hugo Hilário, congratulou-se com este investimento que está a ser desenvolvido, considerando que o mesmo vai “consolidar” o projeto que foi traçado para o aeródromo daquele concelho alentejano.

“Para nós é importantíssimo pelos postos de trabalho que cria e, principalmente, para a consolidação dos investimentos que temos feito até aqui no aeródromo”, sublinhou.


>>>>>>>  http://24.sapo.pt/economia/artigos/empresa-investe-mais-de-oito-milhoes-de-euros-em-academia-de-pilotos-no-alentejo
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 21, 2018, 02:23:50 pm
Ryanair vai exigir indemnização à Galp por falha de combustível em Lisboa


A Ryanair disse hoje que vai exigir uma indemnização à Galp devido às perturbações pela falha no abastecimento de combustível no aeroporto de Lisboa, após o regulador de aviação ter obrigado as companhias aéreas a compensar os passageiros.

“Nós não concordamos com a decisão porque é claro que, se houve uma interrupção no abastecimento de combustível, terá de ser uma circunstância especial e não pode ser uma responsabilidade das companhias”, afirmou o diretor executivo da Ryanair, Michael O’Leary, à agência Lusa.

Ainda assim, a Ryanair vai pedir uma indemnização à Galp: “Vamos tentar ser ressarcidos pela Galp porque a Galp admitiu que foi uma medida de força maior e não foi culpa nossa”.

“Como a ANAC diz que a culpa foi nossa, vamos tentar ser ressarcidos pela Galp”, reforçou Michael O’Leary.

Questionado pela Lusa, o responsável disse que, em causa, está um “montante baixo”.

“Ao todo, temos reclamações de 400 a 500 passageiros e, por isso, não é uma quantia muito elevada de dinheiro, mas que deve ser paga pela Galp”, referiu, sem especificar números.

Há duas semanas, a ANAC divulgou que as companhias aéreas vão ter de indemnizar os passageiros devido às perturbações causadas pela falha no abastecimento de combustível no aeroporto de Lisboa em maio de 2017.

“Em resultado da análise da situação na ótica dos direitos dos passageiros, a ANAC conclui que as transportadoras aéreas são obrigadas a cumprir as obrigações de assistência, bem como a indemnizar os passageiros afetados […], não se enquadrando a ocorrência relativa à falha no abastecimento de combustível no conceito de circunstância extraordinária”, apontou o regulador da aviação num relatório sobre este caso.

Esta entidade justificou a decisão com o regulamento 261/2004 do Parlamento e Conselho Europeu, que determina a existência de indemnizações em casos que não se inserem no conceito de circunstância extraordinária.

Ainda assim, a ANAC referiu também este regulamento para assinalar que a obrigação de pagar indemnizações aos passageiros não proíbe as próprias companhias de pedirem para ser ressarcidas destes montantes ao Grupo Operacional de Combustíveis (GOC), estrutura que gere o sistema de abastecimento de combustível no aeroporto de Lisboa e que é composta pelas principais petrolíferas, sendo liderada pela Petrogal.

O regulamento 261/2004 indica que, “se a transportadora aérea operadora tiver pago uma indemnização ou tiver cumprido outras obrigações que, por força do presente regulamento lhe incumbam, nenhuma disposição do presente regulamento pode ser interpretada como limitando o seu direito de exigir indemnização, incluindo a terceiros”.

Na semana passada, a TAP também anunciou que iria pagar as indemnizações aos passageiros, determinadas pelo regulador e exigir uma compensação à Galp.

A falha no sistema de abastecimento de combustível ocorrida em 10 de maio no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, afetou 41.681 pessoas, levou ao cancelamento de 98 voos, 363 descolaram com atraso e 12 tiveram de divergir para outros locais.


>>>>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ryanair-vai-exigir-indemnizacao-a-galp-por-falha-de-combustivel-em-lisboa
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 23, 2018, 03:11:08 pm
Construção do novo terminal da DHL no aeroporto de Lisboa deve arrancar até julho


O acordo para a construção do novo terminal da DHL no aeroporto de Lisboa deve ser fechado “nas próximas semanas”, com as obras a iniciarem-se ainda no segundo trimestre, avançou à Lusa o presidente executivo da DHL Express Europa.

“Neste momento estamos numa fase final de negociações, de ultimação de detalhes técnicos e de licenças prévias com a Câmara Municipal de Lisboa, que um investimento desta natureza exige. Esperamos ter uma aprovação e o acordo nas próximas semanas e prevemos iniciar as obras no segundo trimestre de 2018 para que em 2020 este ‘hub’ esteja operacional”, detalhou John Pearson à agência Lusa, num encontro com jornalistas em Bruxelas, na inauguração do novo ‘hub’ da empresa naquela cidade belga.

Para John Pearson, este investimento de 30 milhões de euros é estruturante para a DHL Express e para Portugal, dado que permitirá posicionar o país como um verdadeiro ‘hub’ de distribuição de carga para o Norte de África, Angola, Moçambique e Brasil, “mercados que representam um movimento de carga diário muito elevado, assim como grandes vantagens económicas para o país, para o aeroporto de Lisboa e para as empresas exportadoras portuguesas”.

“Atualmente, esta carga está a ser movimentada por outros aeroportos europeus. Queremos, com a construção deste ‘hub’, igualar Portugal aos principais centros de negócios mundiais, assim como aumentar a competitividade das empresas portuguesas a nível internacional”, acrescentou.

As negociações com a ANA, empresa gestora dos aeroportos portugueses, e com o Governo para a aquisição ou aluguer de um terreno para a construção de um novo 'hub', à semelhança do investimento realizado no aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, arrastaram-se durante vários anos.

O investimento previsto que começou por ser de 10 milhões de euros foi entretanto revisto para cerca de 30 milhões de euros.

“Desde a manifestação de intenção deste investimento em Portugal por parte da DHL Express, em 2014, registámos um crescimento muito significativo do nosso negócio pelo que foi necessária uma adaptação do projeto para conseguirmos dar resposta às necessidades atuais e previstas. Prevemos com este investimento, que será superior a 30 milhões de euros, praticamente duplicar, no espaço de três a quatro anos, a atual capacidade de manuseamento de 25 para 40 toneladas diárias de envios”, explicou.

O presidente executivo da da DHL Express Europa, que visitará Portugal na próxima semana, indicou ainda que, para este ano, o gigante da logística tem previsto um investimento de cerca de 18 milhões de euros para Portugal, que consideram já o início da construção do ‘hub’, mas também investimento em infraestruturas e equipamento operacional.

Com sede em Bona, na Alemanha, a DHL Express opera por via aérea, marítima, rodoviária e ferroviária em mais de 220 países, emprega 100.000 funcionários e tem três ‘hubs’ (centros de operações) globais em Cincinnati, Hong Kong e Leipzig.

A DHL Express é uma empresa do grupo Deutsche Post DHL, cujas receitas ultrapassaram os 57 mil milhões de euros em 2016.


>>>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/construcao-do-novo-terminal-da-dhl-no-aeroporto-de-lisboa-deve-arrancar-ate-julho

Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Março 02, 2018, 07:35:32 pm
Governo prevê aprovar este mês em Conselho de Ministros diploma sobre ‘drones’


O Governo prevê para este mês a aprovação, em Conselho de Ministros, do decreto-lei sobre 'drones', após receber, em meados de fevereiro, um parecer pedido à Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD).

O ministro Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, disse, no parlamento, em 24 de janeiro, ter a expectativa de que o diploma, que estabelece um sistema de registo obrigatório para ‘drones’, impõe um seguro de responsabilidade civil e cria um regime sancionatório, fosse aprovado em fevereiro, em Conselho de Ministros.

“O Governo está a consolidar o diploma para aprovação no Conselho de Ministros, à luz das recomendações feitas pela CNPD. É previsível que o diploma possa ser submetido a Conselho de Ministros em março”, indica o ministério do Planeamento e das Infraestruturas, em resposta escrita enviada hoje à agência Lusa.

O parecer, de 16 de fevereiro, foi pedido à CNPD pelo secretário de Estado das infraestruturas, Guilherme W. d’ Oliveira Martins, a propósito do novo regime jurídico, que visa obrigar os proprietários de ‘drones’ - futuros e antigos - a registar os aparelhos junto da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), ou a ter um seguro de responsabilidade civil (para indemnizar eventuais lesados com a captação), entre outras obrigações.

No parecer enviado à tutela, a CNPD recomenda, nomeadamente, limitações na captação de imagem/som por ‘drones’ quando não é previsível a identificação dos visados, e a criação de um “regime específico” para a captação por jornalistas.

A ANAC recebeu reportes de 37 incidentes com ‘drones’ (veículo aéreo não tripulado) em 2017 registados pela aviação, mais do dobro face a 2016, um ano após a entrada em vigor do regulamento sobre a utilização destes aparelhos.

Ao longo do último ano o regulador nacional da aviação civil instaurou ainda 15 processos de contraordenação e reencaminhou nove queixas para o Ministério Público.

O diploma do Governo vai tornar obrigatório o registo e a contratualização de seguro de responsabilidade civil para as aeronaves não tripuladas, cuja massa máxima operacional seja igual ou superior a 250 gramas e prevê ainda “um quadro sancionatório aplicável a quem violar estas obrigações, de forma a dissuadir e censurar adequada e proporcionalmente condutas de risco que podem colocar em causa a segurança de todos".

“O texto do diploma tem como referencial as propostas de regulamento europeu disponibilizadas recentemente pela Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA – European Aviation Safety Agency) e já reflete os contributos recolhidos pela ANA – Aeroportos de Portugal, na consulta realizada junto da comunidade aeronáutica, forças de segurança, associações de operadores de ‘drones’, entre outros”, explicou em agosto a tutela.

O anteprojeto do decreto-lei diz ainda que menores de 16 anos “não podem operar” ‘drones’ “cuja aeronave tenha uma massa operacional igual ou superior a 0,900 quilogramas [900 gramas], exceto se acompanhados e supervisionados por um adulto”, cumprindo igualmente a obrigatoriedade do registo e do seguro de responsabilidade civil.

Em 13 de janeiro do ano passado entrou em vigor o regulamento da ANAC que proíbe o voo destes aparelhos a mais de 120 metros de altura e nas áreas de aproximação e descolagem dos aeroportos, mas os sucessivos incidentes com ‘drones’ nas proximidades dos aeroportos levaram o regulador e o Governo a avançar com legislação específica.


>>>>>>>>> http://24.sapo.pt/tecnologia/artigos/governo-preve-aprovar-este-mes-em-conselho-de-ministros-diploma-sobre-drones
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Março 14, 2018, 03:43:37 pm
Aeroporto de Lisboa pode chegar a 46 movimentos/hora antes do Montijo


A capacidade do aeroporto de Lisboa pode aumentar para 46 movimentos/hora, dos atuais 38/40, antes da abertura do Montijo, quando se reunirem várias condições, esperando-se “o mais breve possível” um acordo entre NAV e Força Aérea.

À margem da cerimónia de adesão ao consórcio Coopans, que prevê a aquisição de um novo sistema de gestão do espaço aéreo, o presidente da NAV, Jorge Ponce Leão, precisou que o aumento de movimentos em Lisboa é possível através de novos mecanismos de aproximação a Lisboa, acordos com a Força Aérea e respostas da ANA, a gestora dos aeroportos.

Ponce Leão sublinhou que o novo sistema é “um passo importantíssimo em termos estruturais”, mas “a curto prazo é ainda mais importante o redesenho do espaço aéreo de Lisboa e a oportunidade de celebrar um acordo com a Força Aérea, introduzindo restrições mais flexíveis” para garantir um aumento de movimentos “ainda antes do aeroporto do Montijo estar disponível e dos novos sistemas [de gestão do espaço aéreo] Topsky estar operacional”.

Questionado sobre prazos para um acordo com os militares, o dirigente da entidade gestora do espaço aéreo respondeu esperar “para tão breve quanto possível” e que a NAV “está a trabalhar muito bem com a Força Aérea”.

“Iremos procurar acelerar esse processo até porque há um conjunto de rotas estratégicas para o país, que gostaríamos de criar condições para que pudessem operar, através de uma disciplina integrada da gestão do espaço aéreo para as bases militares do Montijo, Sintra, e inclusivamente com o aeródromo de Cascais, em conjunto com a Portela”, explicou.

A área mais difícil nesta estratégia é o “corredor a nascente da área de restrição de Monte Real”, pelo que ficam sem efeito os 72 movimentos por hora já testados, com o atual sistema e “com controladores e pilotos em simulação em tempo real”.

“Esse corredor não podendo ser utilizado, num curto prazo, apenas significa seis movimentos. A limitação vai estar no aeroporto e nas alterações a introduzir no aeroporto da Portela para agilizar o aumento do número de movimentos por hora”, explicou.

O dirigente lembrou que atualmente o aeroporto regista uma média de “38 movimentos por hora, com um máximo de 40, e poderá chegar a uma média superior, com um máximo de 46, como estava previsto”.

Para “finais de 2019” está previsto a entrada em funcionamento do novo sistema de gestão do espaço aéreo, em simultâneo com o atual, enquanto o redesenho do espaço aéreo, que passa por novos mecanismos de aproximação de Lisboa, poderá levar “um ano e meio a dois anos”.



>>>>>>>>>  https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/aeroporto-de-lisboa-pode-chegar-a-46-movimentoshora-antes-do-montijo
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Março 15, 2018, 02:18:45 pm
Mais de 70% das empresas consideram urgente novo aeroporto em Lisboa


Mais de 70% das empresas que operam em Portugal consideram ser urgente a construção de um novo aeroporto em Lisboa, revela hoje o Barómetro das Viagens de Negócio Travelstore American Express 2018.

A necessidade da urgente construção de um novo aeroporto em Lisboa é apontada por 73% das empresas inquiridas no barómetro das viagens de negócio, sendo que mais de metade destas (51%) responde que já recorre às plataformas de transporte urbano individual como a Uber.

As conclusões do inquérito, que foi realizado desde o início deste ano e que obteve 311 respostas, entre empresas de grande e média dimensão a operar em Portugal (nacionais e multinacionais), foram hoje apresentadas na edição 2018 do SVN - Salão das Viagens de Negócio, em Lisboa.

Cerca de 43% das empresas inquiridas consideram o recurso ao alojamento local como uma alternativa válida para viagens de negócios e 67% manifestam um grau de confiança elevado ou muito elevado no futuro da economia portuguesa.

Quase metade das empresas (46%) tencionam este ano investir mais em viagens de negócio, segundo as conclusões do barómetro, e mais de metade (58%) respondeu que a Europa é talvez a principal zona alvo de investimento em viagens de negócio no próximo ano.

Para marcar as reservas, 73% dos inquiridos responderam que usam o ‘e-mail’, 31% a Internet ou ‘self booking’, 27% o sistema específico de requisição de viagens (da sua empresa ou agência de viagens), 21% o telefone e 8% o telemóvel.

O ‘check-in’ continua a ser a principal razão para o uso de ferramentas nos telemóveis e a reserva antecipada de viagens é a forma de política de viagens e ‘compliance’ mais utilizada pelas empresas.


>>>>>>>   https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/mais-de-70-das-empresas-consideram-urgente-novo-aeroporto-em-lisboa

Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Daniel em Março 19, 2018, 11:17:25 am
Principais estruturas do avião da chinesa Guanyi vão ser desenvolvidas em Matosinhos
http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/principais-estruturas-do-aviao-da-chinesa-guanyi-vao-ser-desenvolvidas-em-matosinhos-282529
(http://oje-50ea.kxcdn.com/wp-content/uploads/2017/02/aviao-aeroporto-925x578.jpg)
Citar
O Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto (CEiiA), em Matosinhos, assinou um contrato para a conceção e desenvolvimento de algumas das principais aeroestruturas do primeiro avião a construir pela empresa chinesa Guanyi. O contrato vai gerar uma faturação de cerca de dois milhões de euros e pode vir a servir de rampa de lançamento para novos contratos, avança o “Jornal de Negócios”.

“Vamos ser responsáveis por algumas das principais aeroestruturas do GA20, nomeadamente as asas, a fuselagem central e o estabilizador horizontal”, indica ao jornal a diretora-geral do CEiiA, Helena Silva. “O nosso objetivo é começar pela engenharia e, depois, procurar atrair para Portugal a industrialização de algumas peças, nomeadamente das que iremos estar envolvidos no GA20”.

Para já, está prevista a contratualização de “30 a 40 mil horas” de engenharia, a dividir por “20 engenheiros” que serão alocados a este projeto “durante os próximos dois anos”. O CEiiA conta atualmente com 250 engenheiros, e exporta para 10 países, dos quais os continentes europeu e americano representam 70% do total.

O avião é este, o da Foto é um Airbus.
(http://www.nchdz.com/resource/uploadfile/image/20170607/20170607140311765.jpg)
(https://i0.wp.com/www.aerovfr.com/wp-content/uploads/2016/10/G20.jpg?fit=850%2C567&ssl=1)
(https://i2.wp.com/www.aerovfr.com/wp-content/uploads/2016/10/G22.jpg?fit=850%2C567&ssl=1)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Abril 20, 2018, 08:06:18 pm
Ministro garante que novo aeroporto está "dentro do calendário previsto"


O ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, disse hoje que deverá receber na próxima semana o estudo sobre o impacto ambiental do novo aeroporto do Montijo, garantindo que o processo decorre “dentro do calendário previsto”.

“Estamos para receber na próxima semana o estudo do impacto ambiental [sobre o novo aeroporto] e estamos já a negociar a proposta que a ANA Aeroportos apresentou ao Governo”, afirmou o ministro aos jornalistas, à saída de uma reunião da Concertação Social, em Lisboa, sobre o Programa Nacional de Reformas (PNR).

Pedro Marques reafirmou que existe “um grande consenso” sobre a matéria, referindo que o Governo e o PSD já consideraram que o aeroporto no Montijo “é uma boa solução”.

“Estamos dentro do calendário previsto no memorando assinado há um ano, o que significa que se tudo correr bem teremos o aeroporto pronto em 2021”, reforçou Pedro Marques.

Sobre o tema da reunião da Concertação Social, o PNR, o ministro disse que, em reposta aos receios dos parceiros sociais manifestados durante o encontro, o governante afirmou “de forma clara” que o documento se articula com o Programa de Estabilidade (PE) mas que “não se subjuga” a este último.

“É possível fazer reformas, implementar medidas que melhoram o crescimento económico e melhoram a sustentabilidade das contas públicas, mas a sustentabilidade das contas públicas também é muito importante para que o Governo continue a implementar medidas de política para melhorar, por exemplo, os rendimentos dos portugueses, portanto estes documentos complementam-se e não se subjugam um ao outro”, frisou o ministro.

O presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), Vieira Lopes, disse estar preocupado com as verbas para qualificação, uma vez que, segundo adiantou, não foi feito um balanço dos atuais fundos europeus "de uma forma correta" e por isso receia que "os erros" estejam a ser refletidos no acordo que o Governo firmou com o PSD esta semana sobre o próximo quadro.

Para o secretário-geral da UGT, Carlos Silva, o PNR é "positivo na globalidade", salientando que há uma valorização do documento por integrar mais dois setores - habitação e prevenção e segurança do interior do país - mas defendeu que o documento do Governo deve ser melhorado.

Já o líder da CGTP, Arménio Carlos, afirmou que o PNR é marcado por "uma insuficiência muito grande", pois ao apostar na qualificação, não dá a importância devida à qualidade do emprego.


>>>>>>>> https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ministro-garante-que-novo-aeroporto-esta-dentro-do-calendario-previsto
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: perdadetempo em Maio 21, 2018, 03:43:46 pm
De 24 a 27 de Maio de 2018, decorre no aeródromo de Ponte de Sôr o evento Portugal Air Summit 2018

http://www.portugalairsummit.com/index.php/pt/ (http://www.portugalairsummit.com/index.php/pt/)

nota: um dos expositores é o "drone hopper" que se propõe a construção de drones para combater incêndios (por enquanto ainda estão a construir os protótipos).
https://www.drone-hopper.com/prototipo (https://www.drone-hopper.com/prototipo)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Julho 09, 2018, 02:52:12 pm
(https://images2.imgbox.com/32/56/bmmy8Hyo_o.png)


:arrow: http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/aeroporto-de-lisboa-bate-recorde-de-queixas-com-aumento-em-14-por-cento
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Julho 09, 2018, 04:15:43 pm
(https://images2.imgbox.com/32/56/bmmy8Hyo_o.png)


:arrow: http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/aeroporto-de-lisboa-bate-recorde-de-queixas-com-aumento-em-14-por-cento

e não vai ficar por aqui, o aumento das reclamações está para durar e durar e durar ........!!

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Julho 17, 2018, 03:32:25 pm
Lisboa, o turismo e um aeroporto saturado


Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Julho 17, 2018, 06:53:30 pm
Lisboa, o turismo e um aeroporto saturado



Para mim não é novidade nenhuma é a minha realidade diária, existem  " entupimentos " em todas as áreas dos terminais !!
Mas os nossos especialistas da treta sabem o que fazem, mas o que fazem é encanar a perna á RÃ, NADA DE NADA OS RESULTADOS ESTÃO BEM VISÍVEIS !!

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Daniel em Julho 18, 2018, 04:09:44 pm
PCP insiste na necessidade urgente de aproveitamento do aeroporto de Beja
https://24.sapo.pt/noticias/nacional/artigo/pcp-insiste-na-necessidade-urgente-de-aproveitamento-do-aeroporto-de-beja_24537081.html
(https://thumbs.web.sapo.io/?epic=MTNiO/kXHo+KzGI6BbMLxd/VCkDAN2rmCfvpE5lgP0XvCRmG8S/owPT+catL1gtJ3odGblPzpD/Keud8fiJ3qpQEqFKC6dMkTFIjZUbQ/mtLvkQ=&W=800&H=0&delay_optim=1)
Citar
O PCP/Alentejo insistiu hoje na "necessidade urgente do cabal aproveitamento" do aeroporto de Beja, que custou 33 milhões de euros e assume "importância ainda maior", sobretudo, devido à saturação dos aeroportos de Lisboa e Faro.Num comunicado enviado à agência Lusa, a Direção Regional do Alentejo (DRA) do PCP considera que "a potenciação do aeroporto de Beja assume uma importância ainda maior num quadro em que, não dispensando a construção" de um novo aeroporto no Montijo, "se verifica o crescimento da oferta e da procura turísticas, a saturação do aeroporto de Lisboa e o esgotamento da capacidade do aeroporto de Faro".

Trata-se, segundo os comunistas, de um quadro que coloca "a necessidade urgente do cabal aproveitamento do aeroporto de Beja", mas também do investimento na eletrificação e na modernização do material circulante da rede ferroviária da Linha do Alentejo, sobretudo do troço entre Beja e Casa Branca, para "garantir ligações rápidas e confortáveis", e do acabamento ou lançamento de obras na rede rodoviária da região, "capazes de potenciar ainda mais o porto de Sines e contribuir para o desenvolvimento da base económica regional".

O PCP defende que o Alentejo e o resto de Portugal "precisam que se potenciem infraestruturas existentes", como o aeroporto de Beja, que "tem o seu valor e as suas potencialidades intrínsecas".

Os comunistas apontam a "urgência do Estado" em ver o aeroporto de Beja, no qual "já investiu milhões de euros", como "um importante instrumento para a dinamização de um 'cluster' associado à aeronáutica, dinamizador da atividade das empresas da região e do seu desenvolvimento e potenciador do incremento de uma ainda maior atração turística".

No comunicado, a DRA do PCP manifesta, por outro lado, "total desacordo com implementação de portagens" na A26, que deveria ligar Sines e Beja e cujas obras dos troços entre Santa Margarida do Sado e Beja foram canceladas.

O PCP reclama a abertura ao trânsito do troço "já finalizado" da A26 entre o nó Grândola Sul da A2 e Santa Margarida do Sado, no concelho de Ferreira do Alentejo, e "a concretização total do projeto" da autoestrada e sem portagens entre Sines, Beja e Vila Verde de Ficalho, já no concelho de Serpa e quase na fronteira com Espanha.

A DRA do PCP também insiste na necessidade de construção da 2.ª fase do hospital de Beja, que tem sido "sucessivamente adiada", e do Hospital Central Público do Alentejo, em Évora, "mantendo e reforçando as valências em cada uma das unidades de saúde" das quatro sub-regiões do Alentejo.

Os comunistas defendem também a melhoria e o reforço dos cuidados de saúde primários e da rede de cuidados paliativos e continuados e o aumento do número de profissionais no Serviço Nacional de Saúde no Alentejo.

O PCP alerta, ainda, para o facto de o Alentejo "necessitar de uma verdadeira política de coesão territorial".

Neste sentido, a DRA do PCP revela "preocupação" com "o caráter generalista do conjunto de decisões" do Governo PS decorrentes do Plano Nacional da Política de Ordenamento do Território e do Programa Nacional para a Coesão Territorial e das "recentes medidas para a nova versão do Programa de Valorização do Interior (PVI) e com as opções tomadas ao nível da reprogramação do programa de fundos comunitários Portugal 2020 e da preparação do Portugal 2030.

O PCP critica também o "foguetório mediático" e "o oportunismo e as contradições que atravessam diversos setores do PS" nos planos local, regional e nacional e sublinha que o Governo, "ao mesmo tempo que fala em coesão territorial, continua a fechar ou a degradar o funcionamento de serviços públicos", nomeadamente nas áreas de educação, saúde, correios, justiça e segurança.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Daniel em Julho 20, 2018, 04:26:21 pm
Maior avião do mundo aterra pela primeira vez em Beja
A portuguesa Hi Fly adquiriu recentemente um gigante da Airbus, o A380.

https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/maior-aviao-do-mundo-aterra-pela-primeira-vez-em-beja?ref=Bloco_CMAoMinuto
(https://cdn.cmjornal.pt/images/2018-07/img_757x498$2018_07_20_15_33_25_759931.jpg)
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A portuguesa Hi Fly dedica-se a "emprestar" aviões (wet lease) e reforçou recentemente a frota com dois gigantes da Airbus, do modelo A380. Um deles vai aterrar na próxima segunda-feira em Beja. O aeroporto alentejano vai ser desta forma o primeiro em território nacional a receber a aeronave, que é considerado o maior avião de passageiros do mundo.

A Hi Fly está esta sexta-feira com o A380 em Farnborough, no Reino Unido, no âmbito de um evento de referência para a aviação, o Farnborough Air Show. A companhia vê nesta presença uma "oportunidade para apresentar a mais recente aquisição à indústria".
No passado dia 6 de Julho, a Hi Fly tornou-se na quarta companhia europeia, depois da Lufthansa, Air France e British Arways, a incluir um A380 na sua frota, avançou na altura o Correio da Manhã. A nível global, é a 14.ª a operar a aeronave, e a primeira a fazê-lo em regime de wet lease. A aquisição, cujo montante envolvido não foi revelado, realizou-se através da subsidiária da Hi Fly em Malta.



O A380 da Hi Fly tem uma capacidade para 471 passageiros distribuídos por três classes. No piso principal há espaço para 12 lugares de primeira classe e 311 de classe económica. Já o piso superior terá 60 lugares de classe executiva e 88 de económica. Numa configuração de alta densidade, este avião poderá transportar até 853 passageiros. O avião tem ainda a particularidade de estar decorado com uma "mensagem" que se insere na campanha Salve os Recifes de Coral", da Fundação Mirpuri. De um lado, um azul escuro com corais destruídos e do outro um azul claro, a simbolizar o oceano imaculado, pedem a sustentabilidade dos mares.

O Airbus A380 pode transportar mais de 800 pessoas quando é configurado apenas para classe económica.

A Hi Fly, sediada em Lisboa, opera uma frota de 15 aeronaves Airbus em regime quase exclusivo de ‘wet lease’ – fornecimento de aviões com tripulação, manutenção e seguros. Entre os clientes da Hi Fly encontram-se a TAP, Corsair e Norwegian.

Contactada, a companhia não se pronunciou de imediato, a tempo da publicação do artigo.

Aeroporto de Beja pede mais



Em declarações à rádio Voz da Planície, que avançou em primeira-mão com a "visita" do A380 a Beja, Bruno Ferreira, do Movimento Beja Merece+, afirma que o acolhimento do A380 prova a capacidade do aeroporto de Beja, e aproveita para reclamar melhores acessos terrestres para o mesmo.

Há apenas dois dias, também o PCP/Alentejo insistia num comunicado enviado à agência Lusa que é importante a "potenciação" deste aeroporto numa altura de saturação e esgotamento para os outros aeroportos nacionais.

Nos primeiros três meses do ano Beja só recebeu 29 passageiros, avançou o Expresso, sendo que em Fevereiro este aeroporto recebeu a visita de um único passageiro. Dado o congestionamento em Lisboa, já estão a ser transferidos desde Junho para este pólo alentejano voos com destino às Canárias que deviam partir da capital.

 

Ainda no início deste mês, foi anunciado que o Governo e ANA vão unir esforços para promover aeroporto de Beja junto dos operadores turísticos. Vai ser lançada uma campanha que procura atrair operadores que organizam viagens ponto a ponto para Beja, oferecendo a competitividade da infra-estrutura já a partir do próximo Verão IATA.

O ano passado, a ANA, concessionária do aeroporto de Beja, assumiu que este serve quase só para estacionamento e manutenção de linha de aviões de algumas companhias aéreas. Isto, quando o valor do investimento ascendeu aos 33 milhões de euros e foi inaugurado há sete anos.

Todos os restantes aeroportos nacionais não têm capacidade para receber aparelhos com a envergadura do A380. Tal só deverá ser possível em Lisboa a partir de 2021, ano previsto para a conclusão das obras de adaptação do aeroporto Humberto Delgado.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Daniel em Julho 23, 2018, 05:45:24 pm
PCP quer resgate da ANA, controlo total sobre TAP e novo aeroporto em Alcochete
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/pcp-quer-resgate-da-ana-controlo-total-sobre-tap-e-novo-aeroporto-em-alcochete
(https://thumbs.web.sapo.io/?epic=NmI3xyyswCFVrtglGsH53RYQgkchP/lqT+7A/g+ebRx1M6IeZiCnWOyCauyvg+rxL1j82m3Aj87QeLumYvgsN+WEGd7lg3eGBqOboZ4fMRSvAik=&W=800&H=0&delay_optim=1)
Citar
O dirigente do PCP Vasco Cardoso defendeu hoje a reversão da privatização da ANA, maior controlo público sobre a TAP e reiterou que a melhor opção é a construção faseada de um novo aeroporto em Alcochete."O PCP considera que o país está ainda a tempo de evitar um colossal erro que seria o do adiamento, uma vez mais, da construção do Novo Aeroporto de Lisboa. A construção de um novo terminal na base aérea do Montijo (ou noutra localização dentro do modelo Portela+1) é uma solução sem futuro", afirmou, em conferência de imprensa na sede nacional comunista, em Lisboa.

O membro da comissão política do Comité Central comunista destacou os benefícios ambientais e de segurança da solução do campo de tiro de Alcochete e sublinhou a necessidade de "resgate da concessão da ANA e o controlo total da TAP", além do "investimento e reforço de pessoal nas várias estruturas da administração pública que têm impacto na operação aeroportuária", como o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e a Navegação Aérea de Portugal (NAV).

"O período do verão veio evidenciar ainda mais o conjunto de constrangimentos, problemas e preocupações que atingem as infraestruturas aeroportuárias do país. A situação caótica que se vive, designadamente no aeroporto de Lisboa, tem um responsável operacional - a multinacional Vinci, detentora da ANA -, mas também responsáveis políticos: aqueles que, no Governo ou na oposição, apoiaram a privatização: PS, PSD e CDS", acusou.

Vasco Cardoso descreveu a empresa de origem francesa que detém a concessão dos dez aeroportos portugueses por 50 anos desde 2013 como "um autêntico espremedor" porque "reduziu o investimento, aumentou a precariedade e a subcontratação, aumentou as taxas, as tarifas, as rendas, adiou e procura condicionar opções estratégicas", agindo "na mais absoluta impunidade a coberto de um criminoso contrato de concessão".

"O PCP denuncia mais uma vez a tentativa que está em curso, a partir da multinacional Vinci e com total cobertura do Governo minoritário do PS, de substituir a necessária construção do Novo Aeroporto de Lisboa, de forma faseada, no campo de tiro de Alcochete, pela construção de um novo terminal na base aérea do Montijo. Uma hipótese que apenas beneficiaria a Vinci, que se libertaria da obrigação de construção do Novo Aeroporto de Lisboa", continuou o dirigente comunista.

O membro da comissão política do Comité Central do PCP afirmou que o investimento médio anual da ANA foi reduzido em 57 milhões de euros desde a privatização e que os lucros em 2017 ascenderam a 248 milhões de euros.

"Uma empresa que, apesar da privatização [revertida, entretanto, para metade na posse do Estado português], se mantém como companhia aérea de bandeira e é uma das principais empresas exportadoras nacionais e que deixa todos os anos no país, além dos resultados líquidos, cerca de 525 milhões de euros que paga diretamente em salários, mais de 400 milhões de euros que paga de impostos e mais de 100 milhões de euros com que contribui para a Segurança Social", descreveu ainda sobre a TAP.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Julho 23, 2018, 05:52:21 pm
PCP quer resgate da ANA, controlo total sobre TAP e novo aeroporto em Alcochete
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/pcp-quer-resgate-da-ana-controlo-total-sobre-tap-e-novo-aeroporto-em-alcochete
(https://thumbs.web.sapo.io/?epic=NmI3xyyswCFVrtglGsH53RYQgkchP/lqT+7A/g+ebRx1M6IeZiCnWOyCauyvg+rxL1j82m3Aj87QeLumYvgsN+WEGd7lg3eGBqOboZ4fMRSvAik=&W=800&H=0&delay_optim=1)
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O dirigente do PCP Vasco Cardoso defendeu hoje a reversão da privatização da ANA, maior controlo público sobre a TAP e reiterou que a melhor opção é a construção faseada de um novo aeroporto em Alcochete."O PCP considera que o país está ainda a tempo de evitar um colossal erro que seria o do adiamento, uma vez mais, da construção do Novo Aeroporto de Lisboa. A construção de um novo terminal na base aérea do Montijo (ou noutra localização dentro do modelo Portela+1) é uma solução sem futuro", afirmou, em conferência de imprensa na sede nacional comunista, em Lisboa.

O membro da comissão política do Comité Central comunista destacou os benefícios ambientais e de segurança da solução do campo de tiro de Alcochete e sublinhou a necessidade de "resgate da concessão da ANA e o controlo total da TAP", além do "investimento e reforço de pessoal nas várias estruturas da administração pública que têm impacto na operação aeroportuária", como o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e a Navegação Aérea de Portugal (NAV).

"O período do verão veio evidenciar ainda mais o conjunto de constrangimentos, problemas e preocupações que atingem as infraestruturas aeroportuárias do país. A situação caótica que se vive, designadamente no aeroporto de Lisboa, tem um responsável operacional - a multinacional Vinci, detentora da ANA -, mas também responsáveis políticos: aqueles que, no Governo ou na oposição, apoiaram a privatização: PS, PSD e CDS", acusou.

Vasco Cardoso descreveu a empresa de origem francesa que detém a concessão dos dez aeroportos portugueses por 50 anos desde 2013 como "um autêntico espremedor" porque "reduziu o investimento, aumentou a precariedade e a subcontratação, aumentou as taxas, as tarifas, as rendas, adiou e procura condicionar opções estratégicas", agindo "na mais absoluta impunidade a coberto de um criminoso contrato de concessão".

"O PCP denuncia mais uma vez a tentativa que está em curso, a partir da multinacional Vinci e com total cobertura do Governo minoritário do PS, de substituir a necessária construção do Novo Aeroporto de Lisboa, de forma faseada, no campo de tiro de Alcochete, pela construção de um novo terminal na base aérea do Montijo. Uma hipótese que apenas beneficiaria a Vinci, que se libertaria da obrigação de construção do Novo Aeroporto de Lisboa", continuou o dirigente comunista.

O membro da comissão política do Comité Central do PCP afirmou que o investimento médio anual da ANA foi reduzido em 57 milhões de euros desde a privatização e que os lucros em 2017 ascenderam a 248 milhões de euros.

"Uma empresa que, apesar da privatização [revertida, entretanto, para metade na posse do Estado português], se mantém como companhia aérea de bandeira e é uma das principais empresas exportadoras nacionais e que deixa todos os anos no país, além dos resultados líquidos, cerca de 525 milhões de euros que paga diretamente em salários, mais de 400 milhões de euros que paga de impostos e mais de 100 milhões de euros com que contribui para a Segurança Social", descreveu ainda sobre a TAP.

Eu, que de comunista nada tenho, estou completamente de acordo com o que o PCP aqui afirma !!

Abraços

Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Julho 23, 2018, 07:07:08 pm
A380 a aterrar em Beja.

https://www.facebook.com/estela.grilo/videos/pcb.10212789901330512/10212789876809899/?type=3&theater
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Julho 26, 2018, 03:17:01 pm
Plataforma cívica quer Alcochete como alternativa ao aeroporto do Montijo


(https://images2.imgbox.com/50/db/bnC5N3YL_o.jpg)


Uma plataforma cívica defendeu hoje a utilização do Campo de Tiro de Alcochete em alternativa à Base Aérea n.º 6, no Montijo, distrito de Setúbal, para a construção do novo aeroporto, argumentando que a decisão está fundamentada em mitos.

“A alternativa Campo de Tiro de Alcochete é uma opção mais vantajosa”, disse à Lusa o engenheiro e antigo ex-presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) Carlos Matias Ramos.

Na apresentação da Plataforma Cívica Aeroporto BA6 – Montijo Não, realizada hoje perto do Parque Empresarial Fisipe, no Barreiro, com vista para a Base Aérea n.º 6, o responsável apontou que a decisão do Governo “não é uma opção pensada”.

“Não há um documento que sustente a decisão no Montijo”, frisou.

O que o responsável e a plataforma pedem é o acesso a um documento que justifique a decisão, que tenha em conta “o impacto nas pessoas e o comportamento e desempenho desta solução aeroportuária”.

De acordo com Carlos Matias Ramos, “os mitos constantes têm sido a base da fundamentação do processo de decisão”.

Segundo o engenheiro, o Governo diz que esta é uma solução mais barata, rápida e com impactos ambientais semelhantes a outras hipóteses.

“Nada mais falso. Temos a solução alternativa Campo de Tiro de Alcochete, onde podemos construir dois edifícios que custam o mesmo. A pista na Base Aérea do Montijo não serve e tem que ser aumentada. E mesmo assim não permite aviões de classe C”, explicou.

O novo aeroporto no Montijo terá também “um risco estrutural”, ao ser “construído sobre lodo”, indicou o ex-presidente do LNEC.

“Temos conhecimento que a espessura de lodo nesta zona anda pelos quinze metros, logo, a capacidade de carga é nula. O edifício que ali se situa foi construído sobre estacaria, foi buscar capacidade de resistência a uma profundidade adequada”, referiu.

O responsável apontou, neste sentido, que “no Campo de Tiro de Alcochete não acontece nada disto”.

“Quando se diz que no Montijo é mais barato porque já há uma pista, é falso”, frisou.

Carlos Matias Ramos disse também que “83 por cento da zona de circulação tem que ser intervencionada” e que a parte final da pista 01 “tem que ser prolongada em trezentos metros, porque neste momento não consegue receber aviões tão simples como o A320-200”.

O engenheiro lembrou que este acrescento será construído “em aterros sobre lodos” e que a pista terá que ser alteada, “porque a inclinação que existe obriga a esse alteamento”.

Segundo o responsável, esta situação pode causar outro problema e questionou: “como é que se faz o cruzamento com a pista 08, que neste momento é de nível? Como é que passam os aviões da 08 para a 01? Vão altear a 08? Vão impedir que os aviões vão a essa zona?”

Carlos Matias Ramos apontou ainda que “em 2035 o Portela mais Montijo vai saturar”, e que “quando se faz um investimento, não se faz para amanhã, mas para a vida”.

Outro dos subscritores do manifesto, consultor na área das telecomunicações, Manuel Fernandes, falou sobre os impactos ambientais da construção do aeroporto no Montijo.

“As aves que habitam o Estuário do Tejo, além de estarem em risco, também constituem uma ameaça para a segurança aérea, porque os aviões na aproximação à pista vão sobrevoar estas aves, com grande probabilidade de serem sugadas pelos reatores ou de coliderem nos vidros do ‘cockpit’”, explicou.

O responsável disse ainda que se trata de “um atentado à segurança industrial”, isto porque o Parque Empresarial Fisipe é “um autêntico barril de pólvora”.

“Se cai aqui um avião ou uma aeronave pode haver uma explosão de dimensões catastróficas”, frisou.

Já um antigo membro da Quercus, Acácio Pires, referiu que “o ruído acima do permitido” vai ser prejudicial para a saúde da população, nomeadamente para quem sofre de doenças cardiovasculares e para a concentração das crianças.


:arrow: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/plataforma-civica-quer-alcochete-como-alternativa-ao-aeroporto-do-montijo
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Julho 30, 2018, 10:17:00 pm
Aeroporto de Coimbra será discutido na câmara em Setembro


A eventual localização de um aeroporto em Coimbra deve ser discutida em Setembro, numa das reuniões do executivo municipal. O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, que fez do aeroporto um dos trunfos eleitorais, anunciou nesta segunda-feira que os vereadores estarão em condições de analisar a viabilidade da operação depois da rentrée.
 
O autarca afirmou na reunião de câmara desta segunda-feira que, a partir de meados de Setembro, o município terá condições para avaliar trabalhos, viabilidade e custos para a abertura do aeródromo de Coimbra a vôos “internacionais e comerciais”. No entanto, apesar de defender a necessidade de avaliar os “custos associados” à adaptação da estrutura de Coimbra, Manuel Machado não descarta totalmente outras hipóteses, dando o exemplo de Monte Real, no distrito de Leiria, “desde que possa ser apoiada pelo governo”.

Na campanha para as eleições autárquicas de 2017, Machado defendeu que a abertura de um aeroporto internacional na zona Centro deveria ter lugar em Coimbra, no aeródromo Municipal Bissaya Barreto, e não na base aérea de Monte Real, uma opção que até já tinha defendido, mas da qual se afastou.

A informação sobre a discussão de Setembro foi avançada por Manuel Machado na reunião de câmara já depois de o vereador eleito pelo movimento Somos Coimbra, José Manuel Silva, ter voltado a levantar a questão do aeroporto. A 17 de Julho, a Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) emitiu um parecer favorável a José Manuel Silva, que já tinha pedido acesso aos estudos sobre o aeroporto que Machado diz ter e que a câmara “encomendou e pagou noutros períodos”, referiu o presidente no discurso de tomada de posse, em Outubro de 2017.

O vereador solicitou acesso a “todos os estudos” relativos ao processo que terão servido de “fundamentação para a reiterada promessa”. Em comunicado, o movimento Somos Coimbra tinha já classificado a falta de acesso aos documentos como “uma chocante atitude de falta de transparência e de profundo desrespeito pela democracia”. A CADA deliberou que a CMC “deve facultar o acesso aos documentos solicitados pelo requerente”. O presidente da autarquia deixou o vereador sem resposta.

“Não queremos repetir os erros” registados no caso do aeroporto de Beja, referiu o autarca, sublinhando a necessidade de adoptar uma solução “liberta de megalomanias”. Mas essa precaução não é suficiente, entende. Para Manuel Machado, é preciso “ter atractividade que sustente” a infra-estrutura.

Algumas das intervenções a decorrer ou planeadas para a região, como a requalificação do IP3 ou as obras na linha da Beira Alta, exemplifica o presidente da CMC, poderão contribuir para a sustentabilidade da estrutura aeroportuária através da melhoria das ligações.

Para levar a proposta avante, Manuel Machado, que é também presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), defende que a construção de um aeroporto deve ser “um projecto alargado a vários municípios”. Isto, uma vez que não serviria apenas Coimbra, mas também a sua região, numa “bacia demográfica na ordem dos dois milhões de habitantes”, estima.

Quando, na cerimónia de apresentação da recandidatura à câmara municipal que contou com a presença de António Costa, Machado anunciou a intenção de avançar com o projecto, o governo não se comprometeu com a solução de Coimbra para a instalação de uma estrutura do género na região Centro.

O autarca tem vindo desde então a repetir a intenção de avançar com a ideia, tendo já apontado para 2021 (o ano em que termina o actual mandato) como um horizonte para concluir a obra cujo custo deve andar entre os 10 e os 12 milhões de euros. O objectivo é que a estrutura possa receber “tráfego internacional charter e low cost”.


:arrow: https://www.publico.pt/2018/07/30/local/noticia/machado-aponta-discussao-sobre-o-aeroporto-de-coimbra-para-setembro-1839591
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Agosto 21, 2018, 01:01:30 pm
fotografei hoje a pintura retro do acft A321 DAIDV que operou o  Voo DLH1166/7/Dte FRA-LIS-FRA.


(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/Nq8kkQ.jpg) (https://imageshack.com/i/poNq8kkQj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/921/h1u4SC.jpg) (https://imageshack.com/i/plh1u4SCj)


Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Agosto 21, 2018, 11:09:16 pm
O ACT do DAIV...  :o :o
O tenente é assim:

(https://pbs.twimg.com/media/Dk_ghuNU0AAZCqH.jpg)
 ;D
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Agosto 22, 2018, 11:53:53 am
O ACT do DAIV...  :o :o
O tenente é assim:

(https://pbs.twimg.com/media/Dk_ghuNU0AAZCqH.jpg)
 ;D

Epá não percebi patavina do que postaste.....deve ser do ruído, ainda devem estar equipados com turbinas stage II  ;) :nice:

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: mayo em Agosto 24, 2018, 03:01:09 pm
A segunda foto é de um piloto ! 8)
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Outubro 05, 2018, 01:41:09 pm
Vergonha das vergonhas ao que a ANA Aeroportos chegou !!

 
https://expresso.sapo.pt/economia/2018-10-03-Estado-processado-em-Bruxelas-por-lucros-excessivos-da-ANA-Aeroportos#gs.eebyANo

e a ANAC já vem tarde o ano passado as taxas aumentaram quantas vezes ??????  8)
Será que foram três ou cinco ????? ::) :o :o :o

https://observador.pt/2018/10/04/aeroporto-de-lisboa-regulador-suspende-aumento-de-taxas-proposto-pela-ana-para-2019/

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Outubro 05, 2018, 06:18:36 pm
A resposta da ANA Aeroportos não poderia ser outra, é tudo uma questão de leitura, só podia, pois eles são Franceses :rir: :rir: :rir: !!

.........A ANA, por seu turno, disse ter "outra leitura" do processo de atualização das taxas aeroportuárias no aeroporto de Lisboa e adiantou que "dará seguimento ao mesmo junto das autoridades competentes", sem especificar quais...........

https://www.noticiasaominuto.com/economia/1092753/ana-diz-que-nao-foi-notificada-por-bruxelas-e-garante-cumprir-contrato

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Outubro 10, 2018, 05:41:32 pm
Parlamento aprova pedido do PS auditoria à privatização da ANA

A Comissão de Orçamento e Finanças aprovou hoje um requerimento apresentado pelo PS para a realização de uma auditoria, pelo Tribunal de Contas, sobre o processo de privatização da ANA - Aeroportos de Portugal, em 2012.

Segundo fonte da bancada socialista, o requerimento foi apresentado pelo vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS João Paulo Correia e mereceu unanimidade por parte dos deputados.

A proposta de auditoria apresentada pelo membro da direção da bancada socialista, à qual a agência Lusa teve acesso, vai decorrer ao abrigo da Lei de Enquadramento Orçamental.

No documento, João Paulo Correia pede uma auditoria ao processo de privatização da ANA - Aeroportos de Portugal SA, tendo como base as resoluções do Conselho de Ministros de 2012, e "à concessão de serviço público aeroportuário de apoio à aviação civil em Portugal" atribuída a esta mesma empresa.

João Paulo Correia solicita também que a auditoria englobe "o contrato de concessão de serviço público aeroportuário celebrado entre o Estado Português e a ANA no que respeita à salvaguarda do interesse público e das obrigações de serviço público".
Neste último ponto, o vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS destaca as questões da "definição dos níveis de exploração operacional e comercial" e da "evolução das taxas aeroportuárias".

https://www.noticiasaominuto.com/politica/1095487/parlamento-aprova-pedido-do-ps-para-auditoria-a-privatizacao-da-ana

Abraços

Já vem muito tarde esta auditoria !!!!
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Outubro 12, 2018, 08:15:45 am
Antes da obra começar já se sabe que vai correr mal e vão existir muitas limitações quanto ás operações aterragens/descolagens no novo aeroporto, mas ninguém sabe que ali muito perto no estuário existem milhares de aves migratórias e não só ??
É mesmo a pedir que aconteçam incidentes com aeronaves e se forem só incidentes, já é muito bom.
Mas que bom começo !!

https://www.tsf.pt/sociedade/interior/um-radar-para-passaros-pilotos-temem-que-novo-aeroporto-esteja-diariamente-fechado-9983036.html

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Outubro 13, 2018, 11:24:36 pm
Com este mau tempo estou a ver os voos com destino ao Porto serem desviados para Madrid e Sevilha.
Porque não para Beja?

A maior parte que vai para Sevilha são voos da Ryanair e os para Madrid são da TAP.
Alguns também estão a ir para Faro.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: asalves em Outubro 15, 2018, 09:51:30 am
Com este mau tempo estou a ver os voos com destino ao Porto serem desviados para Madrid e Sevilha.
Porque não para Beja?

A maior parte que vai para Sevilha são voos da Ryanair e os para Madrid são da TAP.
Alguns também estão a ir para Faro.

Porque Beja não tem condições nenhumas?

Desvia os voos para lá e depois faz o k?

1º A pista de Beja acho que ainda não tem certificação, até a pouco tempo era preciso pedir autorização individual para cada voo

2º Não deve ter grande capacidade nem meios humanos para mais do que 2 operações/mes  :P

3º Hotéis na região são escassos

4º Como não tem mais tráfego nenhum é difícil recolocar os passageiros para outros voos assim que houver disponibilidade

5º Meios transporte alternativo tem o comboio quando existe (tem de ir de autocarro até a estação comboio) e tem o autocarro que deve sair mais barato mas que leva tanto tempo como maior parte das viagens de avião.

E por fim estamos a falar de situações excecionais onde deve compensar usarem estruturas já montadas do que optar por Beja que no fim até é capaz de sair mais caro.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Outubro 15, 2018, 07:17:21 pm
Bem visto.
Custa-me ver uma infra-estrutura daquelas sub-aproveitada...
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Outubro 16, 2018, 07:52:42 pm
Bem visto.
Custa-me ver uma infra-estrutura daquelas sub-aproveitada...

E bem sub-aproveitada posso-te adiantar que o projecto inicial era fazer um terminal de carga em Beja para a carga expresso e não só depois a pouco e pouco foram pensando num terminal minimo de pax e mais isto e aquilo e agora está ás moscas porque alguém se esqueceu de pensar em ter a pista não só certificada para voos comerciais mas e também que Beja em termos de vias de comunicação terrestres para as outras cidades..............bem, está no meio do deserto !!!!

Já agora quando uma companhia aérea opera para Beja o pessoal de handling/mnt tem de se deslocar de Lisboa para efectuar a assistência/mnt á aeronave por isso, nos casos de voos a divergirem de LIS para outros aeródromos, devido a meteo, bem podes esquecer Beja como alternante.

Foi tudo muito bem pensado e melhor executado, uma perfeição, foram lá estoirados cerca de 33 milhões em infraestruturas para se fazer nada ou quase nada !!

E ainda temos autarcas a quererem aeroportos noutras localidades, somos mesmo uma Nação com muito dinheiro para estoirar !!!!!

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Outubro 21, 2018, 11:32:02 pm

Esta semana foi o ultimo voo do meu favorito...
Que quebrava a monotonia de A320 e B737...


Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lightning em Outubro 22, 2018, 07:47:38 pm
Com este mau tempo estou a ver os voos com destino ao Porto serem desviados para Madrid e Sevilha.
Porque não para Beja?

Penso que a alternante ao Porto costuma ser Vigo.
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Outubro 22, 2018, 10:07:50 pm
Com este mau tempo estou a ver os voos com destino ao Porto serem desviados para Madrid e Sevilha.
Porque não para Beja?

Penso que a alternante ao Porto costuma ser Vigo.

Motivos principais : combustível e ligações e já agora assistência, AKA handling services, que Beja não possui em permanência !

Abraços
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: tenente em Novembro 07, 2018, 02:04:57 pm
Uma aeronave da SATA parada na pista durante quase quatro horas. ::) ::) ::)
Se a aeronave estivesse imobilizada na pista durante esse tempo, não haveria aterragens/descolagens !!!
Mais uma noticia que é bem dada !!

https://www.noticiasaominuto.com/pais/1113495/aviao-da-sata-esteve-parado-quase-quatro-horas-com-passageiros-a-bordo

Abracos
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 12, 2018, 05:36:13 pm
Duas aterragens de emergência em menos de 24 horas


Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Novembro 13, 2018, 06:45:51 pm
Já não sei onde vi isto pela primeira vez e espero que não seja repost mas aqui está o link com toda a informação disponível relativa a este incidente.
https://aviation-safety.net/wikibase/wiki.php?id=217634
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lightning em Novembro 13, 2018, 09:13:01 pm
https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/forca-aerea-nega-companhia-e-diz-que-assistencia-a-aviao-da-transavia-nao-foi-exercicio-militar

A Transavia parece estar a desvalorizar a situação, acho muito estranho os F-16 irem descolar e acompanhar um avião civil só porque lhes apetece. Na aviação há protocolos para tudo, de certeza que neste tipo de situações para se activar os F-16 também existe.

Será que a situação obriga a algum tipo de pagamento a Portugal e a companhia está a tentar safar-se?
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 16, 2018, 04:43:29 pm
Grupo francês investe 5 M€ em fábrica de aeronáutica em Ponte de Sor


Um grupo francês de componentes aeronáuticos adquiriu as instalações da extinta fábrica da Dyn´Aéro, em Ponte de Sor (Portalegre), para criar uma nova unidade industrial, num investimento superior a cinco milhões de euros, revelou hoje o município.

O investimento do grupo gaulês Rexiaa engloba a aquisição do imóvel, situado na zona industrial da cidade alentejana, e a criação de novas linhas de produção de componentes para a indústria aeronáutica.

"O grupo francês escolheu Ponte de Sor face à forte dinâmica do nosso 'cluster' de aeronáutica. Tornámo-nos, mais uma vez, atrativos para este tipo de investidores", disse hoje à agência Lusa o presidente do município, Hugo Hilário.

Segundo o autarca, o grupo Rexiaa tenciona iniciar a laboração no segundo semestre de 2019, sendo que nos próximos três anos propõe-se criar "entre 80 e 100 postos de trabalho".

O grupo tem como clientes grandes fabricantes de aeronaves, como a Airbus ou a Dassault Aviation.

"O investimento não vai surgir no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, mas sim na zona industrial, o que revela que, efetivamente, continuamos no bom caminho", considerou.

Hugo Hilário congratulou-se ainda com o número de postos de trabalho que o investimento vai gerar, destacando que o combate ao desemprego constitui uma das suas "bandeiras" como autarca.

"Há cinco ou seis anos, tínhamos em Ponte de Sor cerca de 1.600 desempregados e agora temos pouco mais de 300. Temos de trabalhar todos os dias para que este número reduza consideravelmente", disse.

A extinta fábrica de aeronáutica Dyn'Aéro entrou em "lay-off" (suspensão do trabalho) parcial a 06 de julho de 2010, tendo sido decretada a sua insolvência pelo tribunal pouco tempo depois.


:arrow: https://sicnoticias.sapo.pt/economia/2018-11-16-Grupo-frances-investe-5-M-em-fabrica-de-aeronautica-em-Ponte-de-Sor
Título: Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
Enviado por: HSMW em Novembro 16, 2018, 10:09:14 pm
As comunicações com legendas.