Ryanair espera operar en Badajoz "en un futuro muy cercano", anuncia Michael Cawley
El vicepresidente de Ryanair, Michael Cawley, espera que la compañía que representa esté operando en el Aeropuerto de Badajoz "en un futuro muy cercano", hasta el punto de que incluso aguarda poder "realizar" el anuncio oficialmente "en las próximas semanas".
Cawley ha afirmado que las negociaciones con el Gobierno de Extremadura para que la compañía opere en el Aeropuerto de Badajoz "están muy avanzadas", aunque se han visto "momentáneamente" interrumpidas debido al impacto del cese de operaciones de Spanair, que ahora centra toda su atención.
"En un futuro muy cercano esperamos estar operando en Badajoz, y nos gustaría realizar ese anuncio en las próximas semanas", ha asegurado.
Preguntado por la rentabilidad del aeropuerto extremeño, Cawlew ha explicado que "los aeropuertos dejan de ser rentables cuando no hay pasajeros" y que, en dicho sentido, "Ryanair quiere darle una oportunidad al Aeropuerto de Badajoz para que demuestre que puede ser rentable gracias a sus tarifas bajas".
http://www.europapress.es/extremadura/c ... 40808.html (http://www.europapress.es/extremadura/calre-00730/noticia-ryanair-espera-operar-badajoz-futuro-muy-cercano-anuncia-michael-cawley-20120207140808.html)
Fundão pode vir a fabricar peças para relógios Cartier
O presidente da Câmara do Fundão anunciou que a Cartier, a famosa marca de produtos de luxo, está interessada em sediar na cidade uma fábrica de peças para relógios topo de gama e criar cerca de 400 postos de trabalho altamente especializados.
O projeto foi divulgado na sexta-feira numa conferência organizada pelo “Jornal do Fundão”, onde Paulo Fernandes adiantou que este interesse resulta «do “cluster” que conseguimos incrementar nos últimos anos na zona industrial na área da relojoaria, polimento e joalharia que emprega cerca de 500 pessoas». Contudo, os promotores fazem depender o investimento da existência de uma pista para aviões com pelo menos 1.800 metros de comprimento. «Isso não existe atualmente, mas a própria Cartier manifestou vontade em investir e ajudar nas infraestruturas existentes. Vou falar com a Covilhã e Castelo Branco para ver se encontramos uma solução», disse. Isto porque a cidade vizinha tem projetado um aeroporto, enquanto Castelo Branco está a concluir a construção de um aeródromo municipal, recordou o autarca. «Os próximos 15 dias serão determinantes», sublinhou Paulo Fernandes, que também revelou que irá reunir com as empresas do setor que laboram no parque industrial para constituir um centro de formação em tecnologia nesta área.
Portugueses vão garantir contratos na aeronáuticain Jornal de negócios
A criação de um "cluster" da indústria aeronáutica em Portugal vai finalmente ter asas para voar. O pretexto é o avião de transporte militar KC-390 que está a ser desenvolvido pela Embraer. A forma de lá chegar são os concursos que estão a ser lançados pela empresa brasileira e a OGMA (Oficinas Gerais de Material Aeronáutico de Alverca) para o fornecimento de estaleiros, moldes em compósito e peças maquinadas e em chapa que são necessários para o desenvolvimento do programa kC-390.
Quase 190 aeroportos ainda estão na esfera pública e há apenas um caso em que se privatizou toda a rede, como acontecerá em solo nacional com a venda da ANA, que hoje dá um novo passo.
Quando o Governo fechar a venda da ANA, no início do próximo ano, Portugal entrará directamente para a reduzida lista de países europeus que se desfizeram dos seus aeroportos. E, se a totalidade da participação pública nas infra-estruturas da Madeira também ficar no pacote, esta privatização fará com que se torne num dos dois Estados-membros que alienaram a totalidade da rede. Neste processo, há outra conclusão à vista: nunca antes um país da Europa a 27 fez um negócio deste tipo só por dinheiro.
A análise feita pelo PÚBLICO mostra que hoje ainda há 188 aeroportos controlados por entidades públicas. Aliás, mais de metade dos países continuam a ter o Estado como único accionista de todas as suas infra-estruturas. No total, há apenas 68 casos em que os privados foram convidados a entrar no capital, com grande expressão em França e no Reino Unido. E, em 26 deles, manteve-se uma participação estatal.
A febre das privatizações rebentou no final dos anos 90, com uma premissa comum: os aeroportos civis e militares, que nasceram para servir os interesses e populações dos diferentes países, mudaram. "Começou-se a perceber que eram mais do que infra-estruturas que albergavam companhias de aviação, mas sim plataformas de negócio com um raio de acção que tinha impacto a vários níveis da economia", explica Maria Fátima Rodrigues, investigadora do sector.
A partir do momento em que este paradigma mudou, tornou-se necessário dar-lhes uma gestão profissional e capital que permitisse desenvolvê-los face à massificação do transporte aéreo. Foi o rastilho de uma tendência que se foi propagando de "entrega das infra-estruturas a outros operadores, que não o Estado", diz a professora da Universidade Lusófona e assessora do conselho de administração da ANA.
Um pouco por toda a Europa, mas com especial força em território francês e britânico, foram dados os primeiros passos. O Reino Unido foi mesmo pioneiro num modelo que continua sem cópia: vendeu a propriedade dos aeroportos e não uma concessão, como aconteceu nos restantes países. França também é um caso particular, porque 14 das suas 26 infra-estruturas foram transferidas para câmaras de comércio, onde estão representados cidadãos e empresas da região.
Uma questão de dinheiro
Estes dois Estados-membros mantêm, até hoje, a posição mais liberal da União Europeia a 27, com 31 aeroportos totalmente privatizados (74% do total). No entanto, os britânicos também seguiram um caminho diferente dos franceses nos parceiros que escolheram: grandes grupos privados, como a BAA ou o fundo de investimento GIP, que também está na corrida à venda da ANA (ver texto secundário).
Olhando para o mapa aeroportuário europeu, e apesar de uma maior abertura às privatizações, a verdade é que França e Reino Unido continuam muito isolados. No outro extremo estão Espanha e Grécia, também porque são países polvilhados por aeroportos. No primeiro caso, todas as 48 infra-estruturas que existem são controladas pelo Estado. Já os gregos venderam parcialmente o aeroporto de Atenas (onde continua a haver uma participação pública de 55%) e têm outros 43 em mãos públicas.
Mas, tal como Portugal, estes dois Estados-membros foram obrigados a colocar em cima da mesa a hipótese de se desfazerem destes activos, exactamente pelo mesmo motivo. Com a crise na Europa, e os consequentes resgates financeiros, tornou-se uma "emergência", como o actual Governo assumiu, vender aeroportos. Em alguns casos para eliminar um peso que se torna difícil de suster e noutros para encaixar receita e reduzir o défice.
"O caso nacional é muito particular, porque esta privatização não é uma decisão estratégica, mas sim uma necessidade de tesouraria", frise Nuno Brilha, professor de Gestão Aeronáutica no Instituto Superior de Educação e Ciência (ISEC) e antigo quadro da ANA. No fundo, o negócio que está prestes a ser fechado pelo Governo "é uma questão de dinheiro" porque a verba gerada com a venda da concessão servirá para cumprir a meta de défice acordada com a troika para este ano (5%) e o restante irá directamente para os cofres públicos.
Uma vez que nem a Grécia, nem Espanha conseguiram ainda avançar com a abertura a privados dos seus aeroportos, Portugal acabará por se tornar no primeiro país a ver-se forçado a fazer um negócio deste tipo, por estas razões.
Estado fica afastado
Há outro aspecto em que o país está a ser original. Se o Governo Regional da Madeira aceitar incluir no pacote da venda os 20% que detém nos aeroportos do arquipélago, o comprador da ANA ficará com todos os aeroportos do país sob sua alçada. Esta privatização em rede só aconteceu ainda num outro Estado-membro: o Chipre. Todos os restantes mantiveram pelo menos uma infra-estrutura nas mãos do Estado e, em muitos casos, optaram por ficar com a que está instalada na sua principal cidade.
Para Nuno Brilha, esta opção era inevitável, tendo em conta a dimensão territorial do país. "Se o Governo optasse por ceder só o aeroporto de Lisboa, teria um problema com os restantes", porque a infra-estrutura da capital é a mais rentável e representa 50% do tráfego movimentado. Por outro lado, deixar de fora a Portela reduziria drasticamente o valor a pagar pelos investidores ao Estado.
Mais dúvidas há na questão da privatização total da ANA (95% serão alienados a um dos cinco candidatos e outros 5% aos trabalhadores). É que muitos dos países europeus que se decidiram por alienar aeroportos não abdicaram de dar ao Estado uma posição accionista, em muitos casos maioritária, como aconteceu em Itália ou na Alemanha.
Maria Fátima Rodrigues, da Lusófona, considera que "é uma opção a ter em conta", porque, saindo totalmente do capital, poderá "ser mais difícil reverter a situação", em casos de incumprimento contratual por exemplo. Já o docente do ISEC diz mesmo que semiprivatizar a gestora aeroportuária "teria sido a melhor opção", mas isto se houvesse "uma estratégia para o sector, política e económica".
Um modelo deste tipo evitaria um afastamento completo, ao mesmo tempo que permitiria gerar receitas para minimizar os problemas de tesouraria. Porém, manter o activo por manter, só para depois exercer posições de controlo, "não pode ser a única justificação para partilhar o capital com privados", remata Nuno Brilha.
O especialista do ISEC aponta outras lacunas a este negócio, que viverá hoje mais uma etapa importante com a entrega das propostas definitivas de compra à Parpública, gestora de participações do Estado. "Uma operação feita tão rapidamente só pode deixar pontas soltas", diz, sublinhando o facto de não se tratar de uma decisão estratégica, mas antes de "uma solução para resolver um problema de curto prazo".
Dividir para reinar
Muitos países europeus optaram por descentralizar os aeroportos do Estado central sem se desfazer deles, passando o controlo para entidades públicas de cariz mais regional. Há casos destes um pouco por toda a Europa: Dinamarca, França, Alemanha e Itália, por exemplo.
Tendo em conta que a norte se têm levantado vozes contra a venda de toda a rede da ANA e que, no contrato a transferir para o investidor, estão previstas subconcessões, Portugal poderá vir a juntar-se a esta lista. "Seria o derradeiro reconhecimento de que uma infraestrutura aeroportuária deve ser um instrumento ao serviço de uma região", considera a docente da Lusófona e assessora da ANA.
A forma como os diferentes países têm conduzido as privatizações ou pugnado por manter este sector nas mãos do Estado não pode ser dissociado de diversos factores, como o que leva Portugal agora a vender a sua gestora aeroportuária. No caso da Finlândia, as dificuldades em ligar por via rodoviária ou ferroviária as cidades, foram decisivas para que o país investisse e salvaguardasse os seus 25 aeroportos públicos. Na Grécia, situação semelhante se passou por causa das ilhas.
Já nos países mais a leste, o Estado continua a ser dono e senhor de grande parte das infra-estruturas, porque a febre das privatizações só agora começa a instalar-se. E, em Espanha, o Governo terá primeiro de fazer uma limpeza à rede para conseguir encontrar investidores.
Parece que a Ryanair vai abrir uma base em Lisboa. O anuncio será dado pelo CEO amanha em Lisboa.
Será o início do fim da TAP.
Citação de: "miguelbud"Parece que a Ryanair vai abrir uma base em Lisboa. O anuncio será dado pelo CEO amanha em Lisboa.
Será o início do fim da TAP.
Se a TAP soubesse jogar com isso não seria, seria certamente o fim das rotas de pequeno curso, mas poderia ser uma oportunidade para TAP atrair o maior numero de pagasseiros que a Ryanair poderá trazer para as viagens de longo curso.
Muita gente viaja para Barajas vindos de fora da europa em companhias tradicionais e depois apanham voos da Ryanair para o resto da Europa, ou o contrario, voam da Europa para Barajas pela Ryanair e depois usam outras companhias para voar para fora da Europa. A TAP podia tentar fazer algo parecido em Lisboa.
também que a Ryanair tem tido bastantes problemas na negociação para a compra de substituto para os 737-800, estando agora à espera de comprar o C-919 que ainda não existe e será chinês.Nao sabia disso, mas li em qualquer lado que a razao pela qual eles estao constantemente a renovar a frota é que em 2011 depois do 9/11, compraram 100 avioes á boeing e como o mercado estava em baixo negociaram muito bem o preço. Aliás negociaram-no tao bem que se dao ao luxo de vender a aeronave usada quase ao mesmo preço a que a compraram.
O Aeroporto de Beja recebeu hoje (27/03/2013), pelas 13 horas, o primeiro voo de carga da responsabilidade da UTI.
O Operador Logístico Internacional fez deslocar de Beja para a Alemanha um voo com vários equipamentos. Nesta primeira operação esteve envolvida a companhia Bin Air.
Pedro Beja Neves assegura que esta operação “correu muito bem”. O director do Aeroporto de Beja, frisou à Rádio Pax que este “voo simbólico” permitiu “testar meios” e “conquistar posições de forma sustentada e equilibrada”.
IN: Rádio Pax
O Governo está a estudar a criação no aeroporto de Beja de um centro logístico de carga aérea para as zonas Centro e Sul do País. A proposta foi avançada por um grupo de trabalho nomeado pelo secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, para propor formas de rentabilização desta infraestrutura, onde foram gastos 33 milhões de euros.
Na resposta a uma pergunta do grupo parlamentar do PS, o gabinete do primeiro-ministro refere que assente está o "abandono da estratégia convencional baseada apenas no potencial turístico", a favor de uma utilização mais centrada nas necessidades das empresas dos sectores logístico e aeronáutico (manutenção de aviões, componentes e formação profissional, por exemplo).
Constatando que o desenvolvimento do aeroporto de Beja no contexto regional e nacional é um processo "moroso e multidisciplinarmente articulado", o Governo diz-se empenhado em "viabilizar do ponto de vista técnico, económico e financeiro os custos de operação e manutenção" da infraestrutura.
"Se conseguirmos que o aeroporto de Beja seja altamente competitivo, poderá vir a ser um ponto de entrada de mercadoria na Europa, seguindo depois por comboio ou camião, ou também pode servir de plataforma para os aviões fazerem paragens técnicas e voarem para o resto da Europa", refere Carlos Seruca Salgado, manager de carga aérea da ANA - Aeroportos de Portugal, à Transportes em Revista. "Tenho visto interesse em vários operadores, inclusivamente de nível mundial, incluindo empresas europeias de grande dimensão, que pretendem fazer operação através de Beja com vários aviões. Beja pode servir de plataforma para o mercado marroquino, através de outros operadores", acrescenta Seruca Salgado, dizendo que uma vez feito o investimento, "há que rentabilizá-lo".
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/...ECO120600.html (http://www.dinheirovivo.pt/Economia/...ECO120600.html)
Sector aeronáutico português vive período "dourado"
O director-geral da associação portuguesa de indústria aeroespacial (PEMAS), Sérgio da Cunha Oliveira, disse hoje à Lusa que "o sector aeronáutico português atravessa um período dourado" que pode significar um "ponto de viragem" para esta indústria.
Em declarações à margem do salão aeronáutico internacional de Le Bourget, arredores de Paris, Sérgio Oliveira sustentou que a indústria aeronáutica portuguesa beneficia neste período de forte investimento estrangeiro e de um programa de desenvolvimento industrial, duas situações que raramente se conjugam.
Ainda assim, o director geral da PEMAS realça a necessidade de "um claro apoio estatal e uma clara coordenação estratégica a longo prazo".
"Estamos num período muito particular no setor aeroespacial, em que temos um investimento estrangeiro muito forte em Portugal, o caso da Embraer, temos um alinhamento claro com as iniciativas geradas pela EEA - Empresa de Engenharia Aeronáutica, dentro do âmbito dos programas da Embraer. É uma ferramenta óptima para a dinamização do sector", afirmou.
Com o programa KC-390 da Embraer Portugal, desenvolve-se pela primeira vez numa fase inicial um programa aeronáutico, com a vantagem de acompanhar todo o processo de aprendizagem em conjunto com o fabricante, o que pode capacitar a indústria portuguesa para fazer parte da cadeia de fornecimento quando a aeronave estiver em processo de fabricação.
"Temos duas unidades de fabricação da Embraer em Portugal, a Embraer está bastante avançada no desenvolvimento de um avião novo. Será o maior avião da Embraer, até à data. É um avião de componente militar com características diferentes do que é normal ser feito", explica o director geral da PEMAS.
O investimento da Embraer em Portugal "em conjugação com um programa de desenvolvimento vai permitir a Portugal crescer de uma forma pouco normal para o setor" aeronáutico.
"Vai haver um investimento inicial, um suporte às empresas, a ideia é que daqui a 20 anos se multiplique o nosso investimento, seja em externalidades positivas, seja em retorno sobre o investimento directo com o aumento do PIB. Mas terá este resultado a 15/20 anos", acrescentou.
"Tem que haver uma intervenção estratégica e um alinhamento estratégico nacional, nomeadamente governamental. (...) Nunca damos o primeiro passo porque o primeiro passo é bastante doloroso, mas se não o dermos daqui a 20 anos estamos na mesma", concluiu Sérgio da Cunha Oliveira à margem 50.ª edição do Salão Internacional da Aeronáutica, Le Bourget.
O certame, na região de Paris, acolhe este ano 19 empresas portuguesas até ao próximo domingo.
Aeroporto de Lisboa aberto toda a noite
23 Mai, 2014, 20:39
São esperados 135 voos entre Madrid e Lisboa, o que é três vezes mais dos que a Portela costuma receber.
Arábia Saudita Airlines cancela contrato com a portuguesa Hi Fly
(http://img.obsnocookie.com/s=w800,pd1/o=80/http://observador.pt/wp-content/uploads/2015/05/135642873_770x433_acf_cropped.jpg)
A Arábia Saudita Airlines anunciou o fim do contrato que tinha com a empresa portuguesa de aviação Hi Fly, que se dedica ao aluguer de aeronaves, com serviços de manutenção, tripulação e seguro incluídos, depois de um dos seus aviões, que não estava a realizar nenhuma rota, ter sido visto a RECEBER manutenção no aeroporto de Ben Gurion, em Israel. A paragem em solo israelita, diz a companhia aérea estatal árabe, não estava autorizada.
Observador
Uma nova fábrica de componentes metálicos para o sector aeronáutico vai "nascer" em Évora, num projecto da empresa portuguesa Mecachrome Aeronáutica que envolve 30 milhões de euros de investimento, prevendo criar 600 postos de trabalho.Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/economia/441669/mecachrome-investe-30-milhoes-em-fabrica-de-componentes-de-aeronautica
O projecto da empresa, pertencente ao grupo Mecachrome, com origem em França, é hoje oficialmente apresentado em Évora, numa cerimónia presidida pelo vice-primeiro-ministro, Paulo Portas.
Na sessão, no Salão Nobre da Câmara Municipal, estão também previstas as presenças do secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, Pedro Gonçalves, e do presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Miguel Frasquilho.
A Mecachrome, que já possui uma outra fábrica de componentes aeronáuticos em Setúbal, revelou à agência Lusa que as obras da unidade de Évora estão previstas arrancar já em Setembro, para que o início da produção possa acontecer dentro de um ano, ou seja, em "Setembro de 2016".
O investimento global planeado ascende aos "30 milhões de euros", incluindo "a construção da fábrica e a aquisição de máquinas", segundo informações dadas à Lusa pela empresa.
O projecto vai ser implantado no Parque de Indústria Aeronáutica de Évora (PIAE), num terreno de 50 mil metros quadrados, com a autorização de construção a abranger 25 mil metros quadrados.
De acordo com informações da Mecachrome consultadas pela Lusa, a fábrica vai ter uma área aproximada de 22 mil metros quadrados, dividindo-se a construção em duas fases, a primeira com 13.500 metros quadrados e a segunda com os restantes 9.300.
O objectivo da empresa passa por "crescer em Portugal" e, através da nova unidade, pretende "alargar o leque de clientes" e "crescer ao nível dos recursos humanos".
No global, a empresa pretende que, "até final de 2020", a fábrica de Évora possua "600 trabalhadores", estando planeada a criação de um centro de formação nas próprias instalações.
A produção na outra fábrica da Mecachrome Aeronáutica em Portugal, instalada no BlueBiz -- Parque Empresarial da Península de Setúbal e dedicada, em exclusivo, à área da aeronáutica, começou em Setembro de 2014.
Segundo a empresa, essa fábrica emprega já 65 trabalhadores, estando planeado que atinja os 100 funcionários, até final deste ano.
Com 75 anos de existência, o grupo conta com 14 fábricas em cinco países (França, Canadá, Tunísia, Marrocos e Portugal), em três sectores de actividade: automóvel, energia e aeronáutica.
No Parque de Indústria Aeronáutica de Évora funcionam já duas fábricas da construtora aeronáutica brasileira Embraer (uma de estruturas metálicas e outra de materiais compósitos) e encontra-se em fase de instalação uma unidade fabril da empresa Air Olesa, igualmente para fabrico de componentes para a aeronáutica.
O fabricante francês Mecachrome assina hoje o contrato para instalação no parque de Industria Aeronáutica de Évora.Fonte: http://dianafm.com/index.php?option=com_content&view=article&id=33427:evora-mecachrome-e-a-nova-aquisicao-para-o-parque-de-industria-aeronautica&catid=19:alentejo&Itemid=44
Especializada na produção de peças de alta precisão para as industrias aeronáutica, espacial e automóvel, o fabricante francês já está instalado em Portugal, com uma unidade operacional em Setúbal.
Segundo a informação disponibilizada no site da empresa, esta será a segunda unidade europeia da Mecachrome, instalada fora de França.
O contrato para a construção das infra-estruturas vai ser assinado esta tarde, na Câmara de Évora com a presença do Vice Primeiro Ministro Paulo Portas e do presidente da autarquia, Carlos Pinto de Sá.
David Neeleman anuncia a encomenda de 53 novos aviões para a TAP. No primeiro dia da empresa privada, o novo dono anuncia a renovação e expansão da frota.
David Neeleman anunciou a encomenda de 53 novos aviões para a TAP. São Airbus de nova geração, que têm menor consumo de combustível e mais conforto a bordo. O primeiro avião chegará no final de 2017, disse.
Ao todo, serão 14 aeronaves Airbus 330 - 900 Neo e 39 aeronaves Airbus A320 e Airbus A321 Neo.
O anúncio foi feito ao início da tarde de sexta feira, numa apresentação aos trabalhadores, realizada no refeitório da sede da empresa, em Lisboa. Foi a primeira vez que Neeleman falou aos trabalhadores como novo dono da empresa. A TAP foi privatizada, recorde-se, ao final da noite de quinta feira. Esta sexta feira, depois do almoço, a entrada de capital (150 milhões já) era confirmada e o reforço da frota anunciado.
Os novos aviões destinam-se a reforçar a oferta no Brasil e a ampliar a oferta nos Estados Unidos, nomeadamente em Boston. "A nossa frota vai crescer", disse o empresário.
O crescimento e aumento da eficiência passam, de acordo com o plano que foi apresentado pelo consórcio durante a privatização, pela renovação da frota da companhia. Os novos 14 Airbus A 330-900 são para o longo curso e os 39 A320 e A321 são de médio curso.
Com a frota renovada, o consórcio prometia dez novas rotas para os Estados Unidos, contra as duas que a TAP detém atualmente, e conta ainda lançar entre oito e dez novas rotas para o Brasil.
"A gente entregou 12 350-900 e comprámos 14 A 330-900", disse David Neeleman. A TAP troca assim aviões antigos por mais modernos. "Essa aeronave", a A 330-900, "é muito mais económica para nós", reforçou.
Foi o turismo que Alqueva iria gerar em redor da sua albufeira a justificação maior para a instalação, em Beja, de um aeroporto que inicialmente seria intercontinental e agora está reduzido a uma estrutura de estacionamento de aeronaves, decorridos que vão cinco anos da sua abertura ao tráfego de passageiros.Fonte: https://www.publico.pt/local/noticia/cinco-anos-depois-da-inauguracao-aeroporto-de-beja-continua-a-gerar-expectativas-1728970 (https://www.publico.pt/local/noticia/cinco-anos-depois-da-inauguracao-aeroporto-de-beja-continua-a-gerar-expectativas-1728970)
A ANA – Aeroportos de Portugal divulgou nesta quarta-feira um comunicado sobre a efeméride, mas escusa-se a adiantar o número de passageiros que já terão circulado pelo aeroporto de Beja por considerar que a matéria “não é relevante”, mas o presidente da Câmara de Beja, João Rocha, deu ao PÚBLICO uma explicação mais concreta: «A cidade não tem camas hoteleiras em número suficiente para alojar os passageiros de um único avião”. Um Boeing 767-300, por exemplo, pode ir dos 205 aos 221 lugares.»
Esta constatação já era patente quando o primeiro voo comercial descolou do novo aeroporto no meio de um fortíssimo aparato policial. Tanto a PSP como GNR procuraram, na circunstância, esgrimir argumentos para saber qual das forças ficaria a garantir a segurança da unidade aeroportuária. O certo é que estavam cerca de uma centena de militares da GNR e 50 agentes da PSP para protegerem os 67 passageiros que lotaram o Boeing 757-200ER, da companhia aérea TACV-Cabo Verde Airlines, que inaugurou os voos no novo aeroporto.
Desde então, o número de passageiros esteve sempre longe das previsões que constavam no documento Orientações Estratégicas para o Sistema Aeroportuário Português (OESAP) que propunha o «gradual» desenvolvimento do aeroporto de Beja. Nesse documento, datado de 2006, previa-se que, em 2015, a nova unidade aeroportuária poderia receber um milhão de passageiros. Não terá chegado, nestes cinco anos, aos 7000. No entanto, nos dois primeiros anos, foram processados no registo de chegadas e partidas 5044 passageiros, um movimento considerado «positivo» pela ANA, apesar de só prever volumes de tráfego «interessantes» a partir de 2017/2018, uma previsão que já está posta de lado.
Esses dois anos constituíram o período mais promissor para o novo aeroporto, pese o custo para a Agência de Promoção Turística do Alentejo que financiou com 400 mil euros uma operação charter (Londres/Beja) através da empresa inglesa Sunvil Discovery. Nos 22 voos realizados em quatro meses e meio, os lugares ocupados em cada voo ficou, em média, abaixo dos 50%. O resultado da experiência aconselhou que não fosse repetida e, desde então, o aeroporto de Beja é escolhido, sobretudo, para voos de executivos que vão caçar nas reservas de caça alentejanas.
(...)
A alternativa passa a estar na manutenção e desmantelamento de aeronaves e no estacionamento de aeronaves de média-longa duração. Em média, ficam estacionados na placa do aeroporto de três a cinco aviões por semana e de duas companhias: a Hi Fly e EuroAtlantic.
(...)
Obras para o novo aeroporto de Lisboa no terreno em 2019, diz Pedro Marques
Estudos começam em 2017. Em cima da mesa estão duas alternativas: recuperar o projeto de Alcochete ou fazer a reconversão da base aérea do Montijo.
O ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, admite que as obras do novo aeroporto de Lisboa poderão estar no terreno em 2019.
“É irreversível que o aeroporto Humberto Delgado (Portela) precisa de um acrescento de capacidade, isto para nós é evidente”, sublinha o governante em entrevista ao Negócios e à Antena 1.
Segundo o ministro, já foram iniciadas negociações com a ANA- Aeroportos de Lisboa para antecipar “o calendário de decisão e de implementação de uma nova solução aeroportuária”.
Isto significa que a ANA irá começar já em 2017 os estudos para a construção de um novo aeroporto, antecipando em um ano o calendário que estava previsto no contrato de concessão.
Em cima da mesa estão duas alternativas: recuperar o projeto de Alcochete ou fazer a reconversão da base aérea do Montijo, alternativa que mais agrada à ANA. “A diferença de custos entre as opções é demasiado grande para não considerarmos tão seriamente como estamos a fazer a opção de uma pista complementar e em particular, neste momento e com mais intensidade, o Montijo”, sublinha o ministro.
Contudo, o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, considerou que tem sido “muito empolada” a hipótese de alargamento do aeroporto de Lisboa, e disse “não perceber porquê”, frisando que ainda se está numa fase “muito inicial da realização de estudos”.
Falando em “pressões” que disse surgirem de vários lados, Azeredo Lopes frisou ser necessário “não se deixar influenciar muito pelo ruído” e insistiu que a preocupação do ministério da Defesa é “salvaguardar a operação da Força Aérea Portuguesa”.
“Do que se trata aqui é, percebendo eu muito bem quando vem pressão para um lado ou quando vem pressão para o outro, de não nos deixarmos influenciar muito pelo ruído e insistindo politicamente no seguinte, não está nada decidido, estão estudos a decorrer”, disse, em entrevista à agência Lusa citada na imprensa.
Quanto à possibilidade da instalação de um terminal civil na Base Aérea militar n.º 6, Montijo, “há essa hipótese e há aparentemente essa pressão” mas, insistiu, não há mais nada para além de estudos que estão a decorrer.
>>> http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/obras-novo-aeroporto-lisboa-no-terreno-2019-diz-pedro-marques-100941
Em declarações à agência Lusa, o responsável pela fábrica da Mecachrome Aeronáutica na cidade alentejana, Christian Santos, disse que, para terminar a obra, "faltam apenas alguns acabamentos, coisas simples", ao nível de "trabalhos de pintura ou de eletricidade".(http://thumbs.web.sapo.io/?epic=MWU43ARbC8GP8NoO0RvgeEbNWn675Cf/8kQcrRou7b52CHKWyIUrtPfnNzXm+OlmpWcEqjqm0txOfu0A4KJgnMDiMEazkVDjp2uwn9nqGENrFzo=&W=800&H=0&delay_optim=1)
A fase de construção está, por isso, "praticamente terminada", estando a decorrer, ao mesmo tempo, a fase de instalação e de ajuste das máquinas necessárias à produção, acrescentou.
"Como estamos a falar de maquinaria de precisão, há uma série de ajustes que é preciso fazer para que, quando as máquinas comecem a trabalhar, possamos estar seguros de atingir os níveis exigidos para as peças que produzimos", explicou Christian Santos.
Depois de cumpridos estes procedimentos, realçou, a fábrica, que envolve um investimento na ordem dos 30 milhões de euros, poderá começar a produzir, o que está previsto para "o primeiro trimestre de 2017".
"Quanto antes iniciarmos a produção melhor, mas, com a complexidade das peças que vamos fazer, a previsão aponta para o primeiro trimestre" do próximo ano, sublinhou.
A fábrica da Mecachrome Aeronáutica, empresa portuguesa do grupo francês Mecachrome, está a "nascer" no Parque de Indústria Aeronáutica de Évora, onde já estão localizadas unidades fabris de outras empresas do setor, como as duas fábricas da brasileira Embraer.
Com uma área de quase 22 mil metros quadrados, o projeto vai ser construído em duas fases: a primeira e atual com 13.500 metros quadrados e a segunda com 9.300 metros quadrados.
"Nesta fábrica, por enquanto, vamos trabalhar só para a indústria aeronáutica, para vários clientes", referiu o diretor, precisando que a maior parte da produção vai ter como destino a exportação, sobretudo para "a Airbus, em França".
Segundo Christian Santos, a empresa também já iniciou o processo de contratação de pessoal para a unidade, estando, atualmente, a decorrer a formação de trabalhadores em França, nas instalações do grupo.
"Nesta fase inicial, já somos cerca de 20 pessoas, entre as que estão agora em França e as que já receberam formação e estão a ajudar a arrancar com a produção", afirmou, acrescentando que ficará "contente" se, no final de 2017, a fábrica já tiver um total de "100 trabalhadores".
Aquando da assinatura do contrato de investimento do projeto entre o Estado português e a empresa, no passado mês de fevereiro, envolvendo a atribuição de incentivos financeiros, foi divulgado que a Mecachrome Aeronáutica prevê criar, até final de 2019, cerca de 300 postos de trabalho diretos.
Na altura, a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), que assinou o contrato, em representação do Estado, frisou tratar-se de "um importante projeto de investimento", capaz de dar "um forte contributo para o desenvolvimento do 'cluster' aeronáutico português" e para "a projeção da competitividade" do país.
O grupo Mecachrome, que já possui outra fábrica em Setúbal, é liderado pelo português Júlio de Sousa e está especializado na produção de peças de alta precisão para as indústrias aeronáutica, espacial e automóvel.
Com 14 fábricas em cinco países, o grupo tem como principais clientes a Airbus, Boeing, Safran ou Porsche, entre outros.
Alguém sabe qual é a atual situação do aeroporto de Beja?
Li uma noticia recente em que devido ao nevoeiro em Lisboa, tinham sido desviados voos para o Porto e Faro.
Mas não para Beja porquê? :-\
Então, foi o dos TACV e mais nenhum. ::)
Há pilotos do mundo inteiro a estudar em Ponte de Sor
Há três anos, a abertura de uma escola internacional de aviação começou a trazer gente do mundo inteiro para uma pequena cidade do Alentejo. E mudou-a para sempre, sem que ninguém tivesse reparado. Em agosto de 2016, o país escandalizou-se com a agressão dos filhos do embaixador do Iraque a um rapaz de Ponte de Sor. Atrás daquele caso, no entanto, havia outra história por contar.
Muito interessante artigo sobre a escola de pilotagem em Ponte de Sor, e como está a fazer crescer esta cidade interior.CitarHá pilotos do mundo inteiro a estudar em Ponte de Sor
Há três anos, a abertura de uma escola internacional de aviação começou a trazer gente do mundo inteiro para uma pequena cidade do Alentejo. E mudou-a para sempre, sem que ninguém tivesse reparado. Em agosto de 2016, o país escandalizou-se com a agressão dos filhos do embaixador do Iraque a um rapaz de Ponte de Sor. Atrás daquele caso, no entanto, havia outra história por contar.
http://www.noticiasmagazine.pt/2017/ha-pilotos-do-mundo-inteiro-a-estudar-em-ponte-de-sor/?utm_source=tsf.pt&utm_medium=recomendadas&utm_campaign=afterArticle&_ga=1.67850129.1843411836.1453297806
mas não consegui perceber quem são os actuais proprietários/administradores da escola.
O aeroporto de Lisboa está com uma avaria no sistema de abastecimento de combustível.
http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/aeroporto-de-lisboa-avioes-em-terra-devido-a-avaria-no-sistema-de-combustivel
No entanto os voos que necessitam de abastecer estão a fazê-lo em Faro.
Beja não tem combustível em depósito para uma situação destas?
PS: Beja já se encontra no Flightradar!!
https://www.flightradar24.com/airport/byj/ground
Pergunta de ignorante que eu deste negócio só sei ser passageiro.
Não seria possível o aeroporto de Lisboa ter um par de cisternas móveis para colmatar minimamente estes percalços? É que noutras actividades/negócios quando existe um ponto de falha crítico que pode fazer parar tudo é normal criarem-se sistemas redundantes.
Claro que isso tem custos mas teoricamente alguém fez uma análise sobre a questão.
Cumprimentos,
"Concorrência entre Montijo e Portela seria boa para o consumidor" diz CEO da Ryanair
Michael O'Leary, CEO da companhia aérea Ryanair, acredita que a exploração do novo terminal do Montijo deveria ir a concurso. "A concorrência entre Montijo e Portela seria boa para o consumidor", defende o empresário.
O presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary, defendeu hoje que o aeroporto do Montijo não deve ser gerido pela ANA-Aeroportos de Portugal, para a “concorrência funcionar” e antecipar a abertura da infraestrutura complementar a Lisboa.
“A concorrência tem que funcionar. Tal como no futebol, não há um só clube”, argumentou o responsável, numa conferência de imprensa, em Lisboa.
Questionado sobre o contrato em vigor para a ANA gerir todos os aeroportos nacionais, incluindo o Montijo, O’Leary respondeu que cabe ao Governo decidir sobre o assunto, recordando que em Londres foi forçada a venda de dois aeroportos e atualmente há “recordes batidos”.
“A concorrência real será boa para o consumidor”, afirmou ainda o responsável da companhia aérea de baixo custo, repetindo que, graças à sua posição de monopólio, a ANA está a adiar a abertura do Montijo enquanto aeroporto complementar de Lisboa.
O irlandês garantiu que “se fosse outro operador no Montijo, o aeroporto ia abrir mais cedo”, repetindo que a ANA continua a impor constrangimentos no aumento do movimento do aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, e que os movimentos deviam chegar, pelo menos, aos 50 por hora, contra os 40 atuais. O’Leary criticou ainda a necessidade da realização de um estudo ambiental, questionando se “não é já tarde”, uma vez que operam no Montijo voos militares.
“Agora que são campeões no futebol e nas canções [festival Eurovisão], também deviam ser no turismo. Além de vocês odiarem perder para Espanha”, comentou ainda o responsável, numa referência à possibilidade de voos serem desviados para Málaga ou Valência, onde as taxas estão a diminuir, ao contrário das infraestruturas nacionais.
Michael O'Leary deu uma conferência de imprensa esta quarta-feira, 17 de maio, em Lisboa.
Em comunicado de imprensa distribuído na conferência, a Ryanair anunciou "um número recorde de reservas no calendário de verão Lisboa 2017, que inclui 6 rotas novas para Bolonha Glasgow, Luxemburgo, Nápoles, Toulousse e Beslávia".
Atualmente, a companhia conta com 24 rotas a partir de Lisboa, e a sua previsão é de transportar 3,2 milhões de clientes por ano.
Em fevereiro deste ano, o CEO da Ryanair criticou o Governo por demorar quatro anos até colocar a base do Montijo como aeroporto complementar de Lisboa, referindo ser possível que as operações tivessem início no verão de 2018.
“Quatro anos para fazer um estudo? Porque não telefonam à Ryanair? Podiam ter o estudo pela hora de almoço, mas a ANA não quer o estudo pela hora de almoço e não quer a capacidade aberta no Montijo hoje”, argumentou ainda.
Na altura, o responsável acrescentou que a transferência das companhias para o Montijo vai depender apenas dos “preços oferecidos”, considerou o irlandês, acrescentando que a grande vantagem no Montijo é um “maior espaço” que permitirá crescer, ao contrário da infraestrutura atual de Lisboa.
“Se no Montijo for cobrado metade do preço em relação à Portela, então muitas companhias aéreas, como a Ryanair, e provavelmente a easyJet, vão para lá”, anteviu o dirigente, que referiu ainda não ter decidido se muda a operação para a margem Sul do rio Tejo.
Aos jornalistas, O’Leary lembrou já funcionar no Montijo a base aérea militar, pelo que “suspeita que a ANA, juntamente com o Governo português, está a tentar adiar a abertura” ao movimento comercial.
O responsável questionou a razão de a ANA-Aeroportos de Portugal, gerida pela VINCI, planear gastar 250 milhões de euros e comentou que o “problema da privatização da ANA é que dá à VINCI um género de controlo sobre o Montijo”.
>>>>> http://24.sapo.pt/economia/artigos/ceo-da-ryanair-concorrencia-entre-montijo-e-portela-seria-boa-para-o-consumidor
A base do Montijo totaliza uma área de 877,3 hectares, com duas pistas e hangares da Força Aérea
Presidente Executivo da ANA quer Montijo como "aeroporto 4.0"
O responsável aproveitou ainda para notar o rácio registado na empresa que gere os aeroportos nacionais: “um milhão de passageiros para mil postos de trabalho”.
>>>> http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/presidente-executivo-da-ana-quer-montijo-como-aeroporto-4-0
Ponce de Leão, presidente da ANA, avisa que o aeroporto de Lisboa já está com ocupação a 91%, e se a TAP não olhar o Porto “outras companhias o farão, e já as estamos a contactar”
ANA diz que a TAP tem de desviar rotas para o Porto porque a Portela não aguenta maisCitarPonce de Leão, presidente da ANA, avisa que o aeroporto de Lisboa já está com ocupação a 91%, e se a TAP não olhar o Porto “outras companhias o farão, e já as estamos a contactar”
http://expresso.sapo.pt/economia/2017-06-09-ANA-diz-que-a-TAP-tem-de-desviar-rotas-para-o-Porto-porque-a-Portela-nao-aguenta-mais
E o aeroporto de Beja não teria interesse como plataforma de troca de aviões? Se a espera for só algumas horas as pessoas nem saem do aeroporto...
O objetivo da TAP começar a fazer 'hub' do Porto, aliviando assim o 'hub' de Lisboa "que serve mais de plataforma entre voos intercontinentais do que para deixar turistas na cidade",
É possivel que isto seja golpada com interesses no meio, claro.
Pelo que li a ideia não é aterrar em Lisboa, depois ir na ponte aérea para o Porto, e ai apanhar avião para o destino, acho que a ideia é a escala ser feita no Porto em vez de Lisboa, mas se o aeroporto não tem capacidade de receber os longo curso então não tem sentido.
Eu queria dizer os passageiros fazerem as escalas de troca de avião em Beja... Era uma ideia para dar uso aquele terminal e aliviar a Portela para quem de facto vai ficar em Lisboa ;D, têm lógica? É que no artigo diz que a maior parte dos passageiros que usam a Portela nem ficam em Lisboa.
O objetivo da TAP começar a fazer 'hub' do Porto, aliviando assim o 'hub' de Lisboa "que serve mais de plataforma entre voos intercontinentais do que para deixar turistas na cidade",
(https://i.ytimg.com/vi/3PE57IdzJwU/maxresdefault.jpg)
Acabou de aterrar em Lisboa um 747 da Air China vindo de Pequim!
(https://i.ytimg.com/vi/3PE57IdzJwU/maxresdefault.jpg)
Acabou de aterrar em Lisboa um 747 da Air China vindo de Pequim!
O próximo aeroporto se calhar vai ser é em Viseu ;D, tem é que manter a 4L
O aeroporto secreto português dos ricos e famosos
http://expresso.sapo.pt/economia/2017-11-19-O-aeroporto-secreto-portugues-dos-ricos-e-famosos
(http://lafoes.eu/wp-content/uploads/2016/08/Viseu-1-Andre-Diogo.jpg)
Partilho convosco estas fotos da pintura deste acft que operou há pouco menos de uma hora em Lisboa.
Vai uma aposta que quase ninguém sabe qual a marca e modelo desta aeronave ???
(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/iWgeVC.jpg) (https://imageshack.com/i/poiWgeVCj)
(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/922/kXYdYZ.jpg) (https://imageshack.com/i/pmkXYdYZj)
(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/8d4NfN.jpg) (https://imageshack.com/i/po8d4NfNj)
(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/VyYsBx.jpg) (https://imageshack.com/i/poVyYsBxj)
(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/1UWQeB.jpg) (https://imageshack.com/i/po1UWQeBj)
Abraços
Partilho convosco estas fotos da pintura deste acft que operou há pouco menos de uma hora em Lisboa.
Vai uma aposta que quase ninguém sabe qual a marca e modelo desta aeronave ???
(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/iWgeVC.jpg) (https://imageshack.com/i/poiWgeVCj)
(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/922/kXYdYZ.jpg) (https://imageshack.com/i/pmkXYdYZj)
(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/8d4NfN.jpg) (https://imageshack.com/i/po8d4NfNj)
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(http://imagizer.imageshack.us/v2/xq90/924/1UWQeB.jpg) (https://imageshack.com/i/po1UWQeBj)
Abraços
Caro Tenente esse acft e um Bombardier CS300, esse aviao esta assim pintado, porque foi o primeiro recebido pela companhia Swiss Airlines. Caro Tenente trabalha no aerporto de Lisboa?
PS: Desculpem pela falta de acentos, mas o meu teclado neste momento e o do trabalho, ou seja suico. :P
Antes da solução complementar no Montijo, o aeroporto de Lisboa pode chegar aos 44 movimentos por hora. Montijo servirá low cost e companhias de bandeira
Aeroporto Humberto Delgado aguenta até 49 milhões de passageirosCitarAntes da solução complementar no Montijo, o aeroporto de Lisboa pode chegar aos 44 movimentos por hora. Montijo servirá low cost e companhias de bandeira
http://expresso.sapo.pt/economia/2017-11-19-Aeroporto-Humberto-Delgado-aguenta-ate-49-milhoes-de-passageiros
Também tem informação sobre o Montijo
Teóricos é o que é, aparecem nos filmes a meio e já sabem o final, muito bom, não basta aumentar as horas de operação há que aumentar as capacidades nas infraestruturas e isso é bem mais moroso, complicado, implica investimentos que demoram tempo a implementar e testar, bem nada que não se possa ultrapassar nas teorias de especialistas iluminados da nossa praça, que de aviação pouco ou nada sabem, e mais engraçado nunca os vejo na Operação, mas sabem tudo !!
Abraços e vamos ver o que acontece mas nada de bom será.
Afirmativo, a pintura do acft é um espectáculo, mas há muita gente que inicialmente diz ser um E170/190, vá se lá saber porquê, será dos porões ????? ;)Bom, o E170 é bem mais pequeno, já o E190 tem algumas semelhanças, eu acho o Bombardier CS300 mais parecido com o E190E2, apesar deste último não ter Sharklet.
Sim, estou no Aeroporto desde que saí do Exército.
PS vê lá se mandas alguma chuva para cá, nós pagamos bem :)
Abraços
Até julho, o aeródromo de Tires vai subir de categoria: deverá passar a ser um aeroporto. O objetivo da mudança é poder receber operadores de aviação executiva de todos os destinos mundiais, assumindo-se como uma alternativa ao Aeroporto de Lisboa para este tipo de tráfego. É neste sentido que “no Aeródromo Municipal de Cascais tem vindo a ser feito um trabalho de qualificação, tendo em vista a transformação num aeroporto destinado à aviação executiva”, revela Miguel Sanches, diretor daquela infraestrutura.O artigo completo em:
(http://images-cdn.impresa.pt/expresso/2018-01-26-tires/original/mw-860)
Tires vai passar de aeródromo a aeroporto para aviação executivaCitarAté julho, o aeródromo de Tires vai subir de categoria: deverá passar a ser um aeroporto. O objetivo da mudança é poder receber operadores de aviação executiva de todos os destinos mundiais, assumindo-se como uma alternativa ao Aeroporto de Lisboa para este tipo de tráfego. É neste sentido que “no Aeródromo Municipal de Cascais tem vindo a ser feito um trabalho de qualificação, tendo em vista a transformação num aeroporto destinado à aviação executiva”, revela Miguel Sanches, diretor daquela infraestrutura.O artigo completo em:
http://expresso.sapo.pt/economia/2018-01-27-Tires-vai-passar-de-aerodromo-a-aeroporto-para-aviacao-executiva
Não percebo porquê só agora. Falam da Portela estar no limite mas vejo todos os dias aeronaves de pequenas dimensões a descolar de lá.
Por mim era mandar as Low cost para o Montijo e a aviação executiva para Tires.
sso é o que todos nós que aqui diariamente trabalhamos pensamos e dizemos, mas o erro cometido há alguns anos quando as EZY e EZS iniciaram a operação cá no burgo, foi ter aceite esses operadores sem ter acautelado que quando houvesse alternativa iriam de malas e bagagens para o outro Aeroporto.
Citarsso é o que todos nós que aqui diariamente trabalhamos pensamos e dizemos, mas o erro cometido há alguns anos quando as EZY e EZS iniciaram a operação cá no burgo, foi ter aceite esses operadores sem ter acautelado que quando houvesse alternativa iriam de malas e bagagens para o outro Aeroporto.
Mas com o sistema actual de alocação de slots seria possível ter acautelado essa situação havendo vontade para isso em Portugal? Eu só pergunto porque tenho andado a assistir à novela do aeroporto de Schipol com as companhias de carga aérea por causa da falta de slots e as discussões sobre quem tem responsabilidade sobre o assunto desde a IATA à EASA.
https://theloadstar.co.uk/tag/slot-constraints/ (https://theloadstar.co.uk/tag/slot-constraints/)
Cumprimentos
O Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto (CEiiA), em Matosinhos, assinou um contrato para a conceção e desenvolvimento de algumas das principais aeroestruturas do primeiro avião a construir pela empresa chinesa Guanyi. O contrato vai gerar uma faturação de cerca de dois milhões de euros e pode vir a servir de rampa de lançamento para novos contratos, avança o “Jornal de Negócios”.
“Vamos ser responsáveis por algumas das principais aeroestruturas do GA20, nomeadamente as asas, a fuselagem central e o estabilizador horizontal”, indica ao jornal a diretora-geral do CEiiA, Helena Silva. “O nosso objetivo é começar pela engenharia e, depois, procurar atrair para Portugal a industrialização de algumas peças, nomeadamente das que iremos estar envolvidos no GA20”.
Para já, está prevista a contratualização de “30 a 40 mil horas” de engenharia, a dividir por “20 engenheiros” que serão alocados a este projeto “durante os próximos dois anos”. O CEiiA conta atualmente com 250 engenheiros, e exporta para 10 países, dos quais os continentes europeu e americano representam 70% do total.
(https://images2.imgbox.com/32/56/bmmy8Hyo_o.png)
:arrow: http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/aeroporto-de-lisboa-bate-recorde-de-queixas-com-aumento-em-14-por-cento
Lisboa, o turismo e um aeroporto saturado
O PCP/Alentejo insistiu hoje na "necessidade urgente do cabal aproveitamento" do aeroporto de Beja, que custou 33 milhões de euros e assume "importância ainda maior", sobretudo, devido à saturação dos aeroportos de Lisboa e Faro.Num comunicado enviado à agência Lusa, a Direção Regional do Alentejo (DRA) do PCP considera que "a potenciação do aeroporto de Beja assume uma importância ainda maior num quadro em que, não dispensando a construção" de um novo aeroporto no Montijo, "se verifica o crescimento da oferta e da procura turísticas, a saturação do aeroporto de Lisboa e o esgotamento da capacidade do aeroporto de Faro".
Trata-se, segundo os comunistas, de um quadro que coloca "a necessidade urgente do cabal aproveitamento do aeroporto de Beja", mas também do investimento na eletrificação e na modernização do material circulante da rede ferroviária da Linha do Alentejo, sobretudo do troço entre Beja e Casa Branca, para "garantir ligações rápidas e confortáveis", e do acabamento ou lançamento de obras na rede rodoviária da região, "capazes de potenciar ainda mais o porto de Sines e contribuir para o desenvolvimento da base económica regional".
O PCP defende que o Alentejo e o resto de Portugal "precisam que se potenciem infraestruturas existentes", como o aeroporto de Beja, que "tem o seu valor e as suas potencialidades intrínsecas".
Os comunistas apontam a "urgência do Estado" em ver o aeroporto de Beja, no qual "já investiu milhões de euros", como "um importante instrumento para a dinamização de um 'cluster' associado à aeronáutica, dinamizador da atividade das empresas da região e do seu desenvolvimento e potenciador do incremento de uma ainda maior atração turística".
No comunicado, a DRA do PCP manifesta, por outro lado, "total desacordo com implementação de portagens" na A26, que deveria ligar Sines e Beja e cujas obras dos troços entre Santa Margarida do Sado e Beja foram canceladas.
O PCP reclama a abertura ao trânsito do troço "já finalizado" da A26 entre o nó Grândola Sul da A2 e Santa Margarida do Sado, no concelho de Ferreira do Alentejo, e "a concretização total do projeto" da autoestrada e sem portagens entre Sines, Beja e Vila Verde de Ficalho, já no concelho de Serpa e quase na fronteira com Espanha.
A DRA do PCP também insiste na necessidade de construção da 2.ª fase do hospital de Beja, que tem sido "sucessivamente adiada", e do Hospital Central Público do Alentejo, em Évora, "mantendo e reforçando as valências em cada uma das unidades de saúde" das quatro sub-regiões do Alentejo.
Os comunistas defendem também a melhoria e o reforço dos cuidados de saúde primários e da rede de cuidados paliativos e continuados e o aumento do número de profissionais no Serviço Nacional de Saúde no Alentejo.
O PCP alerta, ainda, para o facto de o Alentejo "necessitar de uma verdadeira política de coesão territorial".
Neste sentido, a DRA do PCP revela "preocupação" com "o caráter generalista do conjunto de decisões" do Governo PS decorrentes do Plano Nacional da Política de Ordenamento do Território e do Programa Nacional para a Coesão Territorial e das "recentes medidas para a nova versão do Programa de Valorização do Interior (PVI) e com as opções tomadas ao nível da reprogramação do programa de fundos comunitários Portugal 2020 e da preparação do Portugal 2030.
O PCP critica também o "foguetório mediático" e "o oportunismo e as contradições que atravessam diversos setores do PS" nos planos local, regional e nacional e sublinha que o Governo, "ao mesmo tempo que fala em coesão territorial, continua a fechar ou a degradar o funcionamento de serviços públicos", nomeadamente nas áreas de educação, saúde, correios, justiça e segurança.
A portuguesa Hi Fly dedica-se a "emprestar" aviões (wet lease) e reforçou recentemente a frota com dois gigantes da Airbus, do modelo A380. Um deles vai aterrar na próxima segunda-feira em Beja. O aeroporto alentejano vai ser desta forma o primeiro em território nacional a receber a aeronave, que é considerado o maior avião de passageiros do mundo.
A Hi Fly está esta sexta-feira com o A380 em Farnborough, no Reino Unido, no âmbito de um evento de referência para a aviação, o Farnborough Air Show. A companhia vê nesta presença uma "oportunidade para apresentar a mais recente aquisição à indústria".
No passado dia 6 de Julho, a Hi Fly tornou-se na quarta companhia europeia, depois da Lufthansa, Air France e British Arways, a incluir um A380 na sua frota, avançou na altura o Correio da Manhã. A nível global, é a 14.ª a operar a aeronave, e a primeira a fazê-lo em regime de wet lease. A aquisição, cujo montante envolvido não foi revelado, realizou-se através da subsidiária da Hi Fly em Malta.
O A380 da Hi Fly tem uma capacidade para 471 passageiros distribuídos por três classes. No piso principal há espaço para 12 lugares de primeira classe e 311 de classe económica. Já o piso superior terá 60 lugares de classe executiva e 88 de económica. Numa configuração de alta densidade, este avião poderá transportar até 853 passageiros. O avião tem ainda a particularidade de estar decorado com uma "mensagem" que se insere na campanha Salve os Recifes de Coral", da Fundação Mirpuri. De um lado, um azul escuro com corais destruídos e do outro um azul claro, a simbolizar o oceano imaculado, pedem a sustentabilidade dos mares.
O Airbus A380 pode transportar mais de 800 pessoas quando é configurado apenas para classe económica.
A Hi Fly, sediada em Lisboa, opera uma frota de 15 aeronaves Airbus em regime quase exclusivo de ‘wet lease’ – fornecimento de aviões com tripulação, manutenção e seguros. Entre os clientes da Hi Fly encontram-se a TAP, Corsair e Norwegian.
Contactada, a companhia não se pronunciou de imediato, a tempo da publicação do artigo.
Aeroporto de Beja pede mais
Em declarações à rádio Voz da Planície, que avançou em primeira-mão com a "visita" do A380 a Beja, Bruno Ferreira, do Movimento Beja Merece+, afirma que o acolhimento do A380 prova a capacidade do aeroporto de Beja, e aproveita para reclamar melhores acessos terrestres para o mesmo.
Há apenas dois dias, também o PCP/Alentejo insistia num comunicado enviado à agência Lusa que é importante a "potenciação" deste aeroporto numa altura de saturação e esgotamento para os outros aeroportos nacionais.
Nos primeiros três meses do ano Beja só recebeu 29 passageiros, avançou o Expresso, sendo que em Fevereiro este aeroporto recebeu a visita de um único passageiro. Dado o congestionamento em Lisboa, já estão a ser transferidos desde Junho para este pólo alentejano voos com destino às Canárias que deviam partir da capital.
Ainda no início deste mês, foi anunciado que o Governo e ANA vão unir esforços para promover aeroporto de Beja junto dos operadores turísticos. Vai ser lançada uma campanha que procura atrair operadores que organizam viagens ponto a ponto para Beja, oferecendo a competitividade da infra-estrutura já a partir do próximo Verão IATA.
O ano passado, a ANA, concessionária do aeroporto de Beja, assumiu que este serve quase só para estacionamento e manutenção de linha de aviões de algumas companhias aéreas. Isto, quando o valor do investimento ascendeu aos 33 milhões de euros e foi inaugurado há sete anos.
Todos os restantes aeroportos nacionais não têm capacidade para receber aparelhos com a envergadura do A380. Tal só deverá ser possível em Lisboa a partir de 2021, ano previsto para a conclusão das obras de adaptação do aeroporto Humberto Delgado.
O dirigente do PCP Vasco Cardoso defendeu hoje a reversão da privatização da ANA, maior controlo público sobre a TAP e reiterou que a melhor opção é a construção faseada de um novo aeroporto em Alcochete."O PCP considera que o país está ainda a tempo de evitar um colossal erro que seria o do adiamento, uma vez mais, da construção do Novo Aeroporto de Lisboa. A construção de um novo terminal na base aérea do Montijo (ou noutra localização dentro do modelo Portela+1) é uma solução sem futuro", afirmou, em conferência de imprensa na sede nacional comunista, em Lisboa.
O membro da comissão política do Comité Central comunista destacou os benefícios ambientais e de segurança da solução do campo de tiro de Alcochete e sublinhou a necessidade de "resgate da concessão da ANA e o controlo total da TAP", além do "investimento e reforço de pessoal nas várias estruturas da administração pública que têm impacto na operação aeroportuária", como o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e a Navegação Aérea de Portugal (NAV).
"O período do verão veio evidenciar ainda mais o conjunto de constrangimentos, problemas e preocupações que atingem as infraestruturas aeroportuárias do país. A situação caótica que se vive, designadamente no aeroporto de Lisboa, tem um responsável operacional - a multinacional Vinci, detentora da ANA -, mas também responsáveis políticos: aqueles que, no Governo ou na oposição, apoiaram a privatização: PS, PSD e CDS", acusou.
Vasco Cardoso descreveu a empresa de origem francesa que detém a concessão dos dez aeroportos portugueses por 50 anos desde 2013 como "um autêntico espremedor" porque "reduziu o investimento, aumentou a precariedade e a subcontratação, aumentou as taxas, as tarifas, as rendas, adiou e procura condicionar opções estratégicas", agindo "na mais absoluta impunidade a coberto de um criminoso contrato de concessão".
"O PCP denuncia mais uma vez a tentativa que está em curso, a partir da multinacional Vinci e com total cobertura do Governo minoritário do PS, de substituir a necessária construção do Novo Aeroporto de Lisboa, de forma faseada, no campo de tiro de Alcochete, pela construção de um novo terminal na base aérea do Montijo. Uma hipótese que apenas beneficiaria a Vinci, que se libertaria da obrigação de construção do Novo Aeroporto de Lisboa", continuou o dirigente comunista.
O membro da comissão política do Comité Central do PCP afirmou que o investimento médio anual da ANA foi reduzido em 57 milhões de euros desde a privatização e que os lucros em 2017 ascenderam a 248 milhões de euros.
"Uma empresa que, apesar da privatização [revertida, entretanto, para metade na posse do Estado português], se mantém como companhia aérea de bandeira e é uma das principais empresas exportadoras nacionais e que deixa todos os anos no país, além dos resultados líquidos, cerca de 525 milhões de euros que paga diretamente em salários, mais de 400 milhões de euros que paga de impostos e mais de 100 milhões de euros com que contribui para a Segurança Social", descreveu ainda sobre a TAP.
PCP quer resgate da ANA, controlo total sobre TAP e novo aeroporto em Alcochete
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/pcp-quer-resgate-da-ana-controlo-total-sobre-tap-e-novo-aeroporto-em-alcochete
(https://thumbs.web.sapo.io/?epic=NmI3xyyswCFVrtglGsH53RYQgkchP/lqT+7A/g+ebRx1M6IeZiCnWOyCauyvg+rxL1j82m3Aj87QeLumYvgsN+WEGd7lg3eGBqOboZ4fMRSvAik=&W=800&H=0&delay_optim=1)CitarO dirigente do PCP Vasco Cardoso defendeu hoje a reversão da privatização da ANA, maior controlo público sobre a TAP e reiterou que a melhor opção é a construção faseada de um novo aeroporto em Alcochete."O PCP considera que o país está ainda a tempo de evitar um colossal erro que seria o do adiamento, uma vez mais, da construção do Novo Aeroporto de Lisboa. A construção de um novo terminal na base aérea do Montijo (ou noutra localização dentro do modelo Portela+1) é uma solução sem futuro", afirmou, em conferência de imprensa na sede nacional comunista, em Lisboa.
O membro da comissão política do Comité Central comunista destacou os benefícios ambientais e de segurança da solução do campo de tiro de Alcochete e sublinhou a necessidade de "resgate da concessão da ANA e o controlo total da TAP", além do "investimento e reforço de pessoal nas várias estruturas da administração pública que têm impacto na operação aeroportuária", como o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e a Navegação Aérea de Portugal (NAV).
"O período do verão veio evidenciar ainda mais o conjunto de constrangimentos, problemas e preocupações que atingem as infraestruturas aeroportuárias do país. A situação caótica que se vive, designadamente no aeroporto de Lisboa, tem um responsável operacional - a multinacional Vinci, detentora da ANA -, mas também responsáveis políticos: aqueles que, no Governo ou na oposição, apoiaram a privatização: PS, PSD e CDS", acusou.
Vasco Cardoso descreveu a empresa de origem francesa que detém a concessão dos dez aeroportos portugueses por 50 anos desde 2013 como "um autêntico espremedor" porque "reduziu o investimento, aumentou a precariedade e a subcontratação, aumentou as taxas, as tarifas, as rendas, adiou e procura condicionar opções estratégicas", agindo "na mais absoluta impunidade a coberto de um criminoso contrato de concessão".
"O PCP denuncia mais uma vez a tentativa que está em curso, a partir da multinacional Vinci e com total cobertura do Governo minoritário do PS, de substituir a necessária construção do Novo Aeroporto de Lisboa, de forma faseada, no campo de tiro de Alcochete, pela construção de um novo terminal na base aérea do Montijo. Uma hipótese que apenas beneficiaria a Vinci, que se libertaria da obrigação de construção do Novo Aeroporto de Lisboa", continuou o dirigente comunista.
O membro da comissão política do Comité Central do PCP afirmou que o investimento médio anual da ANA foi reduzido em 57 milhões de euros desde a privatização e que os lucros em 2017 ascenderam a 248 milhões de euros.
"Uma empresa que, apesar da privatização [revertida, entretanto, para metade na posse do Estado português], se mantém como companhia aérea de bandeira e é uma das principais empresas exportadoras nacionais e que deixa todos os anos no país, além dos resultados líquidos, cerca de 525 milhões de euros que paga diretamente em salários, mais de 400 milhões de euros que paga de impostos e mais de 100 milhões de euros com que contribui para a Segurança Social", descreveu ainda sobre a TAP.
O ACT do DAIV... :o :o
O tenente é assim:
(https://pbs.twimg.com/media/Dk_ghuNU0AAZCqH.jpg)
;D
Com este mau tempo estou a ver os voos com destino ao Porto serem desviados para Madrid e Sevilha.
Porque não para Beja?
A maior parte que vai para Sevilha são voos da Ryanair e os para Madrid são da TAP.
Alguns também estão a ir para Faro.
Bem visto.
Custa-me ver uma infra-estrutura daquelas sub-aproveitada...
Com este mau tempo estou a ver os voos com destino ao Porto serem desviados para Madrid e Sevilha.
Porque não para Beja?
Com este mau tempo estou a ver os voos com destino ao Porto serem desviados para Madrid e Sevilha.
Porque não para Beja?
Penso que a alternante ao Porto costuma ser Vigo.