Os 30 F16A/B MLU da FAP

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HSMW

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Re: 40 F16A/B MLU?
« Responder #1215 em: Outubro 12, 2017, 08:54:36 pm »


É impressão minha ou já estão a precisar de uma pintura nova?
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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nelson38899

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Re: 40 F16A/B MLU?
« Responder #1216 em: Outubro 12, 2017, 10:43:01 pm »
Alguém sabe me dizer, se com a pssagem dos F16, para o padrão viper, eles terão a capacidade de utilizar os tanques conformais?
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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mafets

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Re: 40 F16A/B MLU?
« Responder #1217 em: Outubro 13, 2017, 10:52:50 am »
Até com a Probe (precisam do reforço estrutural para os suportar) .

Alguém sabe me dizer, se com a pssagem dos F16, para o padrão viper, eles terão a capacidade de utilizar os tanques conformais?





Citar
CARTS is an F-16 refueling probe which telescopically extends and retracts from a purpose-built right-side forward Conformal Fuel Tank. The right aft section and complete left-side conformal fuel tanks require no change. The mechanically driven probe quickly extends the nozzle to its fully extended position just in front of the front pilot’s eye position.

The probe’s prototype has been demonstrated and showcased at the Farnborough Air Show and it can be used on Block 50/52 and block 60 variants.

The production model will be available in 2012 and HAL is expected to sell the product to other vendors even if the F-16 is not chosen for the MMRCA.

A similar concept (ART/S®) has been developed before by Sargent Fletcher. They modified a 370-Gallon wing tank to accept a retractable probe that permitted an F-16 aircraft to receive fuel from a Probe/Drogue-equipped tanker.

Tests were conducted with the ART/S® installed on the specially configured F-16 Variable Stability In-flight Simulator Test Aircraft (VISTA). These test flights confirmed that the ART/S® was compatible with various aircraft computer programs.
http://www.f-16.net/f-16-news-article4163.html

Saudações
« Última modificação: Outubro 13, 2017, 12:00:37 pm por mafets »
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Charlie Jaguar

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Re: 40 F16A/B MLU?
« Responder #1218 em: Outubro 13, 2017, 12:24:57 pm »


É impressão minha ou já estão a precisar de uma pintura nova?

Grande parte dos nossos F-16 MLU, sobretudo os PA I, tem aplicada a pintura denominada "Have Glass".  ;) Esta consiste na adição de uma camada de material que reflecte as ondas do radar, diminuindo a sua assinatura por pelos menos 15%.

Citar
Have Glass is the code name for a series of RCS reduction measures for the F-16 fighter. Its primary aspect is the addition of an indium-tin-oxide layer to the gold tinted cockpit canopy. This is reflective to radar frequencies, while it may seem odd, adding a radar reflective coating actually reduces the plane's visibility to radar. An ordinary canopy would let radar signals straight through where they would strike the many edges and corners inside and bounce back strongly to the source, the reflective layer dissipates these signals instead. Overall, Have Glass reduces an F-16's RCS (radar-cross section) by some 15 percent.

A aplicação deste esquema sobre a pintura normal do F-16 faz com que a aeronave fique, de início, com um aspecto mais para o prateado e, com o tempo e o sol, quando se começa a degradar dá a sensação de que o aparelho precisa urgentemente de ir à oficina de pintura.  ;D

Quando está novo fica assim:


Quando não está:



A USAF está até, neste momento, a começar a aplicar este esquema melhorado nos F-16C/D depois de modernizados, denominado "Have Glass V" (5 de 5ª Geração) ou "Upgraded Have Glass (UHG)", derivado da pintura usada no F-35A:





Alguém sabe me dizer, se com a pssagem dos F16, para o padrão viper, eles terão a capacidade de utilizar os tanques conformais?

Afirmativo.  ;)






P.S. Esta história dos CFT's, e especialmente no nosso caso, também me levanta algumas interrogações já que em todas as fotos e ilustrações do protótipo F-16V o que se vê são células C/D Block 50/52 transformadas. E o caso dos F-16A/B Block 20 de Taiwan - que vão ser os primeiros a passar para o padrão Viper - não é comparável pois estes Fighting Falcon são A/B apenas na aparência. Em Agosto soube através de uma fonte da Lockheed que o reforço estrutural em células mais antigas será suficiente para a instalação dos CFT's, pois quase tudo o resto à excepção do SABR (AIM-9X, AIM-120D, Sniper XR, SDB, etc, etc) já pode ser utilizado pelo F-16MLU desde a Tape M6,5.
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Charlie Jaguar

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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1219 em: Outubro 18, 2017, 11:53:07 am »
Não sendo directamente relacionada com a nossa frota de F-16, esta notícia prova contudo que o upgrade para a versão Viper está em curso em mais uma nação: depois de Taiwan e do Bahrain, agora é a vez da Grécia optar por modernizar quase 125 aparelhos para o padrão F-16V.

http://www.dsca.mil/major-arms-sales/government-greece-upgrade-f-16-aircraft-f-16-block-v-configuration
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Luso

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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1220 em: Outubro 18, 2017, 04:20:56 pm »
Não sendo directamente relacionada com a nossa frota de F-16, esta notícia prova contudo que o upgrade para a versão Viper está em curso em mais uma nação: depois de Taiwan e do Bahrain, agora é a vez da Grécia optar por modernizar quase 125 aparelhos para o padrão F-16V.

http://www.dsca.mil/major-arms-sales/government-greece-upgrade-f-16-aircraft-f-16-block-v-configuration

Estranho como a "falida" Grécia consegue meter-se a gastar dois mil milhões nisto.
Deve ser por causa dos terríveis russos ou outra treta do género.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Charlie Jaguar

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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1221 em: Outubro 18, 2017, 08:11:31 pm »
Não sendo directamente relacionada com a nossa frota de F-16, esta notícia prova contudo que o upgrade para a versão Viper está em curso em mais uma nação: depois de Taiwan e do Bahrain, agora é a vez da Grécia optar por modernizar quase 125 aparelhos para o padrão F-16V.

http://www.dsca.mil/major-arms-sales/government-greece-upgrade-f-16-aircraft-f-16-block-v-configuration

Estranho como a "falida" Grécia consegue meter-se a gastar dois mil milhões nisto.
Deve ser por causa dos terríveis russos ou outra treta do género.

A "falida" Grécia nunca deixou que a Troika interferisse nas suas Forças Armadas como cá aconteceu. O inimigo turco, a situação turca cada vez mais enigmática, e um certo espírito do "regime dos Coronéis" que ficou nas Forças Armadas Helénicas após 1974 impediram que a austeridade atingisse os ramos militares. E num artigo há poucos anos na "Courrier International", o próprio povo grego estava de acordo que nos seus militares não se devia mexer, apesar da brutal pressão a que a população estava sujeita.
Saudações Aeronáuticas,
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asalves

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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1222 em: Outubro 18, 2017, 10:01:31 pm »
Não sendo directamente relacionada com a nossa frota de F-16, esta notícia prova contudo que o upgrade para a versão Viper está em curso em mais uma nação: depois de Taiwan e do Bahrain, agora é a vez da Grécia optar por modernizar quase 125 aparelhos para o padrão F-16V.

http://www.dsca.mil/major-arms-sales/government-greece-upgrade-f-16-aircraft-f-16-block-v-configuration

Estranho como a "falida" Grécia consegue meter-se a gastar dois mil milhões nisto.
Deve ser por causa dos terríveis russos ou outra treta do género.

A "falida" Grécia nunca deixou que a Troika interferisse nas suas Forças Armadas como cá aconteceu. O inimigo turco, a situação turca cada vez mais enigmática, e um certo espírito do "regime dos Coronéis" que ficou nas Forças Armadas Helénicas após 1974 impediram que a austeridade atingisse os ramos militares. E num artigo há poucos anos na "Courrier International", o próprio povo grego estava de acordo que nos seus militares não se devia mexer, apesar da brutal pressão a que a população estava sujeita.

A própria NATO e UE agradecem, a Grécia é um tampão no mediterrânico, dai que durante a intervenção não foram muito pressionados para gastar menos na defesa.
 

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Charlie Jaguar

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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1223 em: Outubro 21, 2017, 01:17:08 pm »
A própria NATO e UE agradecem, a Grécia é um tampão no mediterrânico, dai que durante a intervenção não foram muito pressionados para gastar menos na defesa.

Isso sem dúvida. Aliás, creio que o próprio Trump não deverá começar a estar muito contente com o seu "gémeo" turco, Erdogan, não só pelas acusações cada vez mais duras devido à presença do clérigo Fethullah Gülen em solo norte-americano, mas também devido aos crescentes laços da Turquia com a Rússia, inclusivamente militares. E caso aconteça alguma coisa, sem dúvida que a Grécia será o principal ator no terreno.

Agora mudando um pouco de assunto para a temática do eventual armamento ar-ar para os F-16 MLU, e mais tarde Viper como se espera: na AirForces Monthly deste mês, num artigo intitulado "Serão as armas o calcanhar de Aquiles do F-35?", são abordados vários aspectos quanto ao armamento disponível para este caça de 5ª Geração e criticado o facto do seu armamento ser o existente actualmente e não haver qualquer novidade. E puxo este assunto pois o artigo fala nos AIM-9X Block II e AIM-120D, possíveis eventuais aquisições da FAP para a frota Fighting Falcon, realçando serem inferiores a outros mísseis ar-ar como o IRIS-T, ASRAAM e Meteor, isto falando somente a nível ocidental claro.

Recordo-me que em tempos, creio que na Esquadra 301 "Jaguares", circulou um patch com o míssil IRIS-T estampado, e todos julgaram na altura que seria a próxima aquisição, algo que não se veio a concretizar. E, no caso do AIM-9X por exemplo, nem é abordado o recente falhanço desta arma ar-ar na Síria quando um F/A-18E Super Hornet da USN abateu um Su-22 "Fitter" sírio com um AIM-120D AMRAAM depois do Sidewinder ter sido enganado com sucesso pelos flares lançados pelo Sukhoi. Daí que países membros da NATO, e aliados de Washington desde a primeira hora como a Grécia e Noruega tenham antes optado pelo IRIS-T após testes comparativos com o Super Sidewinder.

Aqui fica a parte do artigo dedicado às armas ar-ar.

Citar
Air-to-air shortfall

With unequalled situational awareness and a high degree of ‘stealthiness’, the F-35 has considerable air-to-air potential, though some aver that this is blunted by its lack of kinematic and aerodynamic performance, and by its reliance on ageing and inadequate weapons– the AIM-9X for close-in ‘within visual range’ (WVR) engagements and the AIM-120 AMRAAM for ‘beyond visual range’ (BVR) air combat.

The AIM-120 did mark a step-change in BVR capability when it entered service in1991, thanks to its use of a data link to provide mid-course guidance updates, and an active radar seeker for terminal guidance. This freed the launch aircraft from remaining pointed at and illuminating the target through to missile impact, which earlier BVR weapons had required. But by comparison with the newer MBDA Meteor, the AMRAAM, even in its latest AIM-120D guise, is inferior, especially when it comes to the propulsion system, which remains a solid-fuel rocket. The engine accelerates the missile until the fuel runs out, with the missile thereafter relying on kinetic energy, and this bleeds off rapidly if the weapon has to manoeuvre.

By contrast the Meteor uses an advanced throttleable ducted rocket motor. This can be carefully controlled, saving fuel for the final ‘endgame’ so that the missile reaches the target while maintaining as much energy as possible, allowing it to chase down and destroy a highly agile manoeuvring target. This gives the weapon a large ‘no escape zone’ which is further expanded by the use of a two-way data link, that can tell the missile where to ‘look’ when its own active-radar seeker takes over. Because it uses a simple boost/sustain rocket motor, the AMRAAM cannot do this, and actually loses energy in the endgame. Thus far, the US has no equivalent to Europe’s innovative Meteor, which is now in service on the Gripen and Rafale, and is nearing service on the Eurofighter.

There is a less dramatic disparity between the US AIM-9X Sidewinder and its rivals, though many believe that these competitors still enjoy an edge. Like the AIM-9X, the MBDA IRIS-T features a new focal-plane seeker and thrust vectoring, but though the two weapons are of similar performance and concept, some analysts rate the European weapon more highly. Several nations, including Norway, have selected the IRIS-T after undertaking in-depth comparisons with the AIM-9X. Using the same seeker as the AIM-9X, the MBDA ASRAAM has a much bigger rocket motor, which enables considerably longer range shots to be taken, out to near BVR distance. The ASRAAM has a larger no-escape zone, and promises to give fighter pilots who carry it a ‘first look, first shot, first kill’ advantage.

É pena não estar para já prevista a possível integração do Meteor em qualquer plataforma F-16.
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Stalker79

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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1224 em: Outubro 21, 2017, 05:35:28 pm »
Se houver procura de certeza que farão a integração. Se até já está integrado no Gripen a distancia não é muita. Apesar de toda a fanfarra com o F-35 ainda vão ficar muitos F-16 nos inventorios da NATO.