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Força Aérea Portuguesa no ForumDefesa.com / Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Última mensagem por night_runner em Hoje às 04:24:17 am »
A pergunta que ainda não vi ninguém fazer é o que é que a FAP vai perder ou deixar de fazer para poder ter capacidade de combater fogos.

Anda tudo distraido. Continuemos com as petições e vamos ver no que vai dar...
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Força Aérea Portuguesa no ForumDefesa.com / Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Última mensagem por tenente em Hoje às 01:16:55 am »
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Perdadetempo muito mais útil que o C295 é o Kamov que temos a operar os tempos de rotação com os meios aéreos asa fixa sem capacidade de amarar são cerca de nove a dez vezes mais demorados, que os hidro/Helis !!

Um meio aéreo não hidro para ser eficaz tem de transportar no mínimo mais de vinte toneladas de agua/retardante portanto estamos a falar de acfts com paylodas bem superiores aos dos C's quer seja o brasileiro ou americano, utilizar acfts menores é só tempo perdido, desgaste de crew e dinheiro deitado á rua pelo tempo que é GASTO entre cada largada   !

Abraços

Eu acredito no que afirma, mas o problema é que fiquei com a impressão que a FAP é alérgica aos Kamov, e  aqui no fórum também já foram dadas várias razões para não se adquirir uma dúzia de Fireboss propostos pelo Stalker79 num post algures.
O problema é que embora existam vários interessados em adquirir CL415 a Viking AIR, que actualmente detém os direitos, mostra-se interessada em fabricar uma nova versão o Viking 415 EAF(Enhanced Aerial Firefigher) mas só daqui a 5/7 anos e se tiver garantida  uma encomenda mínima de 25 unidades.

Cumprimentos,

O Kamov foi dado como exemplo mas se a FAP quiser e conseguir adquirir outro tipo de heli médio pesado cujo efeito final seja o mesmo....... capacidade de carga na ordem das 6 tons, que é o payload que o kamov consegue transportar suspenso !!

Abraços
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Portugal / Re: Fogos Florestais
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 12:53:13 am »
Espanhol gravou momento em que grupo ateia fogo

Cada vez existem mais provas de que há grupos organizados por detrás dos incêndios florestais. Este momento não foi gravado em Portugal, mas poderia ter sido, já que o vídeo mostra cinco focos de incêndio exatamente à mesma distância, a começar ao mesmo tempo e ao longo da lateral de uma montanha





>>>>>  http://www.tvi24.iol.pt/internacional/espanha/espanhol-gravou-momento-em-que-grupo-ateia-fogo
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Força Aérea Portuguesa no ForumDefesa.com / Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Última mensagem por perdadetempo em Hoje às 12:13:08 am »
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Perdadetempo muito mais útil que o C295 é o Kamov que temos a operar os tempos de rotação com os meios aéreos asa fixa sem capacidade de amarar são cerca de nove a dez vezes mais demorados, que os hidro/Helis !!

Um meio aéreo não hidro para ser eficaz tem de transportar no mínimo mais de vinte toneladas de agua/retardante portanto estamos a falar de acfts com paylodas bem superiores aos dos C's quer seja o brasileiro ou americano, utilizar acfts menores é só tempo perdido, desgaste de crew e dinheiro deitado á rua pelo tempo que é GASTO entre cada largada   !

Abraços

Eu acredito no que afirma, mas o problema é que fiquei com a impressão que a FAP é alérgica aos Kamov, e  aqui no fórum também já foram dadas várias razões para não se adquirir uma dúzia de Fireboss propostos pelo Stalker79 num post algures.
O problema é que embora existam vários interessados em adquirir CL415 a Viking AIR, que actualmente detém os direitos, mostra-se interessada em fabricar uma nova versão o Viking 415 EAF(Enhanced Aerial Firefigher) mas só daqui a 5/7 anos e se tiver garantida  uma encomenda mínima de 25 unidades.

Cumprimentos,
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Portugal / Re: Indústria Aeroespacial
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 12:05:19 am »
Infante. Vem aí o primeiro satélite criado em Portugal




Contrato para a construção do satélite é assinado hoje no Taguspark. Projeto é uma iniciativa da indústria espacial nacional e é cofinanciado pelo programa Portugal 2020

Chama-se Infante, vai ser criado por um consórcio que agrupa o conjunto das empresas e institutos de investigação portugueses na área do espaço e tem lançamento agendado para o primeiro semestre de 2020. O Infante é primeiro satélite português totalmente desenvolvido e construído no país - o PoSAT, lançado em 1993 por um foguetão europeu Ariane, embora tivesse sido construído por um conjunto de empresas e laboratórios portugueses, foi um projeto de transferência de tecnologia.

Com um investimento global de 9,2 milhões de euros para os próximos três anos, o projeto Infante foi aprovado pela Agência Nacional de Inovação (ANI) para ser cofinanciado pelos fundos estruturais do programa Portugal 2020 em cerca de 60% (o restante é suportado pelo próprio consórcio), e nasce hoje formalmente com a assinatura do contrato entre todos os parceiros, no Taguspark.

"A grande novidade aqui foi que conseguimos agrupar num grande projeto espacial nacional praticamente todas as empresas e institutos de investigação que trabalham nesta área em Portugal", adianta ao DN Pedro Sinogas, fundador e administrador da Tekever, a empresa que lidera o consórcio.

Com o formato de um pequeno paralelepípedo (20 x 20 x 40 cm) e um peso que não excederá os 25 kg, o Infante será o primeiro de uma futura constelação de 12 satélites idênticos que serão construídos e lançados nos anos seguintes pelo mesmo consórcio (eventualmente com outros parceiros que entretanto queiram juntar-se), no que será a primeira rede de satélites portuguesa para fazer monitorização dos oceanos e da Terra e vender esses serviços.

O projeto, conta Pedro Sinogas, nasceu há um ano. "Começámos a discutir a ideia com os nossos colegas da indústria espacial no país, o projeto foi enriquecido nesse diálogo e decidimos avançar", conta Pedro Sinogas.

Ao todo integram o consórcio nove empresas da área do espaço - além da Tekever, participam a Active Space Technologies, a Omnidea, a Active Aerogels, a GMV, a HPS ou a Spin Works, entre outras - e dez centros de I&D (investigação e desenvolvimento) de várias universidades e laboratórios de investigação de todo o país que trabalham em espaço.

Entre eles estão, por exemplo, o Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ), que ficará com toda a área "de testes das peças e do produto final", como conta o responsável da Tekever, ou ainda o INL (International Iberian Nanotechnology Laboratory), em Braga, que terá neste projeto o papel de desenvolver um nanomaterial com a capacidade proteção contra as radiações cósmicas, e que será testado a bordo do Infante.

Já a SpinWorks, uma das empresas que integra o consórcio, ficará responsável pelo desenvolvimento e construção da câmara multiespectral (capaz de captar várias cores do espetro de luz) para observação da Terra.

"O processamento de imagem tem sido uma das nossas áreas mais fortes e portanto já temos muitas das tecnologias a incorporar neste equipamento", explicou ao DNTiago Hormigo, um dos fundadores e responsáveis da SpinWorks, sublinhando que a participação num projeto deste tipo "permite desenvolver e consolidar estas tecnologias e abre a porta a novos mercados".

Para Tiago Hormigo, o satélite Infante "será uma grande desafio, sobretudo para o coordenador do projeto", e tem "o grande mérito" de ser uma iniciativa da indústria. "Não há precedente na indústria espacial portuguesa de um projeto como este", nota Tiago Hormigo, sublinhando que "é de elogiar esta capacidade de iniciativa de um projeto em torno do qual toda a gente une esforços."

Outro "bom sinal", diz, "foi a aprovação do projeto pela ANI", diz. "Significa que é possível ambicionar coisas novas e ter o apoio do Estado para que se tornem possíveis". Desenvolvidas as tecnologias e construído o Infante, o seu lançamento será feito pela agência espacial chinesa.


>>>>>>  https://www.dn.pt/sociedade/interior/infantevem-ai-o-primeiro-satelite-criado-em-portugal-8855247.html
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Regras-Dúvidas-Informações do Fórum / Re: Sejam homenzinhos II
« Última mensagem por Falcão em Outubro 18, 2017, 11:38:32 pm »
Estimado Major Alvega,
Lamentamos profundamente este tipo de comportamento e insinuações. Ao longo do tempo, é recorrente os administradores e moderadores serem acusados de parcialidade por quem não compreende e aceita a dinâmica de um espaço de opinião deste género. Já fomos acusados à esquerda e à direita. Como é óbvio, e apesar das nossas convicções, tentamos ser neutrais e respeitar e fazer respeitar as Regras do Fórum.

Muitas vezes somos um pouco permissivos para evitar acusações de rigor extremo e também para deixar fluir com alguma naturalidade as discussões. Mas há limites. E este é um exemplo de que estes limites foram ultrapassados.

Os administradores e moderadores estão sempre abertos e disponíveis para escutar as reclamações e inquietudes dos membros do fórum, mas tudo isto deve ser feito dentro das regras de bom senso e da sã convivência.
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Regras-Dúvidas-Informações do Fórum / Re: Dúvidas/Problemas com a utilização do Fórum
« Última mensagem por Falcão em Outubro 18, 2017, 11:17:42 pm »
Vamos verificar e ver o que se passa.
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Portugal / Re: Fogos Florestais
« Última mensagem por tenente em Outubro 18, 2017, 10:42:30 pm »
Esta demissão tardia da ministra foi muito bem pensada e planeada.

Ao o post do HSMW até fico a pensar se este atraso em demitir a MAI não foi para esperar por este grande final para finalmente encerrar este assunto dos fogos florestais com um bode expiatório.

Cumprimentos,

Sim, não tenho grandes dúvidas de que tinham planeado demitir a Ministra na reunião de Sábado, já com a época dos fogos passada. Associando os factos esquisitos dos grandes fogos em locais onde podem vir a nascer grandes empreendimentos turísticos........ como referiu o HSMW!!!!!

Mas o cartão quase vermelho que ontem o Presidente da República deu ao PM e governo, estragou-lhe as contas! Agora é o PM que fica na panela em lume brando!!!!! Mas até isso não sei se foi propositado, porque ele sabe que o PS está na eminência de ter a maioria absoluta (sondagens) e a oposição está na fase de mudança de líder! Realmente não sei se não foi tudo cozinhado para empurrarem o país para eleições antecipadas!!!!!

Decreto-lei 55/2007, de 12 de Março

Artigo 1.º
1 - Nos terrenos com povoamentos florestais percorridos por incêndios, não incluídos em espaços classificados em planos municipais de ordenamento do território como urbanos, ficam proibidas, pelo prazo de 10 anos, as seguintes acções:
a) A realização de obras de construção de quaisquer edificações;


Queimar para depois se construir é coisa que PODE ser do passado.
Legalmente, são os PDM que dizem onde se pode construir. Para alterar a coisa, é preciso um processo longo, processo que integra a delimitação das áreas percorridas por incêndios.
Embora a coisa possa ser facilitada aldrabando a cartografia dos fogos passados, outros galos cantam porque outros factores concorrem para atribuir edificabilidade aos solos.
Para a coisa acontecer é preciso coisas com PIN ou PIN + ou outras aldrabices que são mais declaradas e descaradas. Portanto este aspecto não me parece ser a principal justificação.

O que depreendo das informações disponíveis, é possível dizer que os fogos foram ateados sistematicamente de modo a conseguir o máximo efeito.
Isto pressupõe:

- Planeamento centralizado, recorrendo a dados obtidos por SIG para detectar as maiores fragilidades;
- Conhecimento e tarimba para conhecer essas fragilidades;
- Conhecimento e tarimba para trabalhar com SIG;
- Conhecimentos e financiamento para implementar o plano;
- Base operacional dispersa pelo País.
- Destes pressupostos, sou levado a especular que:

É alguém que esteve ligado ao aparelho de estado / protecção civil e que tem à sua disposição meios humanos e materiais por todo o país capaz de efectuar uma manobra à escala nacional.

Isto por sua vez, leva-me a suspeitar de:
- Um partido político;
- Uma potência estrangeira servindo-se de uma quinta coluna, e em Portugal há algumas.

Tendo mais para o partido político, já que não conheço pressões internacionais a que o Estado tenha estado sujeito.
Conhecendo bem o nível de psicopatia que reina nos partidos, não me espantaria nada que fosse este o cenário mais provável.

A derradeira pergunta que nos devemos colocar é: Cui bono?

Por exemplo, Rui Rio, tal como o Costa, foi convidado para uma Bilderberg. Terá chegado a altura dele, e há que lhe preparar o caminho?
Isto é só um exemplo que nada quer dizer. Apenas uma possibilidade, um cenário entre tantos.

Que se cumpra a lei e se punam exemplarmente TODOS os responsáveis os que ateiam os fogos, os que não sabem coordenar os nossos combatente e os maus decisores políticos !!!
PENSO QUE NÃO HÁ NINGUÉM ACIMA DA LEI OU HÁ ?????


Abraços
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Força Aérea Portuguesa no ForumDefesa.com / Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Última mensagem por tenente em Outubro 18, 2017, 10:21:54 pm »
Mas mesmo se viermos a comprar Canadairs, porque já não falo nos helicópteros atribuidos à ANPC visto o seu futuro continuar a ser uma incógnita, existirão tripulações de voo e de terra suficientes para operar os mesmos? Creio que não. Se estamos nos 28 mil efectivos nesta altura e quer-se 32 mil, e ainda assim continuará a ser muito pouco para as reais necessidades, teremos capacidade de "absorver" estes meios aéreos na estrutura existente? Tenho sérias dúvidas.
Compreendo o ponto de vista e está totalmente certo. Agora, sendo optimista, há que criar as condições necessárias. Está na hora de fazer pressão para que isso aconteça.

Venham daí as aeronaves que depois os títulos na imprensa «Canadairs da FAP parados por falta de verbas» ajuda a resolver o resto com o tempo. É preciso é que seja dado o primeiro passo.

Cumprimentos,

Boa noite em relação a este assunto permitam-me dizer que a questão dos efectivos é uma falsa questão. A titulo de exemplo a Gendarmerie francesa com um frota de 25 helicópteros mono-motores e 30 bimotores só necessita de 450 pessoas. Isto para uma organização com 19 bases de operação e que se responsabiliza pelo treino e certificação dos seus pilotos e mecânicos e pela manutenção dos seus meios aéreos. Em termos da quantidade do pessoal existente o problema não se deveria pôr.

http://www.operacional.pt/meios-aereos-no-combate-a-incendios-florestais/
Tirado do artigo acima, e à falta de outra informação, recomendava-se a aquisição de 10 helicópteros ligeiros mono motores, seis bimotores e dois anfíbios pesados. Já contando com tripulações suplementares estamos a falar 40-50 pilotos de helicópteros, 4 tripulações para os anfíbios, cerca 60-80 mecânicos e talvez outro tanto para o restante pessoal num total de 200 pessoas.

Admito que possa existir falta do pessoal necessário para a função, nomeadamente  os pilotos e mecânicos, mas se a Força Aérea se lembrar o que fez quando necessitou de pilotos urgentemente e se esquecer do seu mau hábito de estar a treiná-los para futuros generais/ pilotos da TAP, pode ter pessoal disponível no prazo de dois anos. Mesmo na área do pessoal mecânico visto serem carreiras com saída profissional não deverá haver qualquer problema em arranjar os voluntários necessários.

Desculpem a diatribe mas após tanto posts a falar-se das vantagens e das razões para ser  a FAP a ter os meios aéreos para combater os fogos, e de inclusive nas notícias ao longo dos anos terem aparecido uns coronéis com asas + o senhor da associação dos oficiais  a porem-se em bicos dos pés e a dizerem  que se eles mandassem é que era, não acho que seja altura para se estar com hesitações e preocupações de como se há-de fazer a coisa.

Visto que os Canadair tardam em voltar a ser construídos talvez de devesse optar por um par de C-295 preparados para combater incêndios e que sempre se tinha a vantagem de não ser necessário criar uma nova linha de manutenção.

Cumprimentos,

Perdadetempo muito mais útil que o C295 é o Kamov que temos a operar os tempos de rotação com os meios aéreos asa fixa sem capacidade de amarar são cerca de nove a dez vezes mais demorados, que os hidro/Helis !!

Um meio aéreo de asa fixa, não hidro para ser eficaz tem de transportar no mínimo mais de vinte toneladas de agua/retardante portanto estamos a falar de acfts com paylodas bem superiores aos dos C's quer seja o brasileiro ou americano, utilizar acfts menores é só tempo perdido, desgaste de crew e dinheiro deitado á rua pelo tempo que é GASTO entre cada largada   !

Abraços
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