Marinha do Brasil

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1170 em: Julho 25, 2017, 08:30:58 pm »
Sobre os 'Trades':

KC-2 "Trader" na Marinha do Brasil - esclarecimento das dúvidas sobre o polêmico programa da Marinha do Brasil


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Diante de tantas questões e críticas sobre o programa de aquisição das aeronaves KC-2 "Trader" pela Marinha do Brasil, o GBN News resolveu esclarecer nosso publico á respeito desta aquisição da Marinha, continuada mesmo após a desativação do único NAe brasileiro o A-12 " São Paulo". Então fomos até a Marinha do Brasil buscar respostas aos principais pontos que temos observado nos debates e discussões que envolvem esta aquisição.

A aeronave KC-2 "Trader" é estrategicamente importante para a Marinha do Brasil, ampliando sensivelmente a sua atuação sobre a “Amazônia Azul”, fornecendo vetores que operariam de forma conjunta com o desativado NAe A-12 “São Paulo” e totalmente aptos a operar com um futuro NAe a ser incorporado a médio/longo prazo. O seu alcance, suas capacidades de transporte de carga, de passageiros e de reabastecimento em voo (REVO) permitirão um incremento considerável na dimensão Logística da Esquadra.

Os "Traders" eram as únicas aeronaves disponíveis no estoque americano, capacitadas a operar no A-12. Ou seja, não havia outro tipo que pudesse atender as necessidades da Marinha do Brasil, o que determinou a escolha dos "Traders" além de sua capacidade de operar no A-12 e a disponibilidade de espaço para transporte dos tanques auxiliares necessários ao reabastecimento em voo das aeronaves AF-1 (A-4KU) "Skyhawk".



Após a aquisição foram realizados estudos com vistas a modernizar as aeronaves, visando o cumprimento do Conceito de Emprego, fez-se necessário o estabelecimento de ações conjuntas entre os Setores do Material e Operativo, afim de adequar o meio ao serviço naval, em especial no tocante ao estabelecimento das configurações, dotações e requisitos específicos que devam ser atendidos, como comunicações, sensores e equipamentos especificamente destinados ao reabastecimento de outras aeronaves em voo, de modo a atender os requisitos definidos no Relatório de Alto Nível de Sistemas (RANS).

O custo unitário de aquisição de cada aeronave foi de US$ 12.500,00. O custo total do processo de modernização está orçado em US$ 109.400.000,00, o que corresponde a remotorização e reconfiguração total dos componentes eletrônicos das aeronaves, bem como a obtenção de uma dotação inicial de sobressalentes e de itens rotacionais (pool), obtenção de equipamentos de apoio no solo; obtenção de documentação técnica e treinamento de pilotos e pessoal técnico. Em face desses elementos de apoio logístico e de treinamento comuns a todas as aeronaves, não cabe se referir a um custo unitário de modernização por aeronave.

As aeronaves serão providas de “On-Board Oxygen Generating System” (OBOGS), tanto para a tripulação quanto para os passageiros; sistema para reabastecimento em voo, além de todos os equipamentos de Comunicações e Navegação, que serão integrados a dois Flight Management System (FMS).

As aeronaves KC-2 representam um incremento significativo na capacidade de transporte de carga, de passageiros e permitem REVO em proveito de uma Força Naval, permitindo um incremento considerável na dimensão Logística da Esquadra.

Em razão de seu tipo de missão, a aeronave não possui sistemas defensivos. Por este mesmo motivo, a aeronave também não era dotada originalmente com tais sistemas.

O KC-2 atenderá aos seguintes perfis de missão com a desativação do A-12:
 
Prover o apoio logístico móvel por intermédio de transporte administrativo e de reabastecimento em voo de aeronaves de asa fixa;
Transportar pessoal de interesse naval, inclusive mediante lançamento de paraquedistas;
Realizar esclarecimento a fim de obter informações necessárias para a orientação do planejamento e do emprego de forças navais;
Coletar dados meteorológicos e geográficos de áreas determinadas;
Efetuar operação de Busca e Salvamento (SAR);
Prover evacuação aeromédica.

A Marinha do Brasil possui, dentre outros Projetos Estratégicos, o Programa de Obtenção de Navios Aeródromos (PRONAe), que prevê a construção/aquisição de um Navio Aeródromo (NAe). Portanto, a manutenção dos programas de modernização das aeronaves AF-1 e de obtenção dos KC-2 permanece relevante, mesmo sem a disponibilidade do A-12, de modo a preservar as competências essenciais associadas à operação da aviação de asa fixa embarcada, as quais, se perdidas, iriam requerer um esforço muito mais oneroso e demorado para retomar essa capacidade quando da aquisição do futuro NAe.



O KC-2 contará com diversos sistemas de busca, Além do radar de busca/ meteorológico, a aeronave possuirá um equipamento “Direction Finder” (DF) para localização de emissões rádio de náufragos e navios em situação de perigo. Há estudos, ainda, para verificar a aceitabilidade de equipar as aeronaves com FLIR, Search Light e janela de observação (tipo bolha) para aumentar a eficiência em operação SAR.

A aviônica contará com equipamentos dedicados para a navegação e deverão incorporar um Sistema de Navegação Inercial (INS), GPS, VOR, ILS, TACAN e ADF; além de prever a capacidade de comunicação nas faixas de VHF, UHF e HF, inclusive nas frequências de VHF marítimas. A aeronave não possuirá um computador de missão e nem armamento.

Serão colocadas em operação quatro células após a modernização como uma vida útil de 16.000 horas de voo cada.

O projeto considerou a capacidade de REVO das aeronaves AF-1 (A-4KU), entretanto, existe compatibilidade com as aeronaves da FAB, o que possibilitará a realização de operações conjuntas, nos mesmos moldes do que já ocorreu entre os AF-1 e F-5.

A Marinha do Brasil tem mantido os olhos á frente de seu tempo, pois a mesma mantendo os programas KC-2 "Trader" e AF-1 "Skyhawk", visa não permitir que se perca uma capacidade que há muito tem sido trabalhada e conquistada com muito empenho e investimento, a falta momentânea de um NAe operacional não pode influenciar na capacidade de operar com aeronaves de "asa fixa".

Nós do GBN News queremos agradecer á equipe do Centro de Comunicação Social da Marinha do Brasil e ao Contra-Almirante Flávio Augusto Viana Rocha, que sempre tem esclarecido questões inerentes a força naval brasileira, estabelecendo um canal aberto e transparente entre a Marinha do Brasil e nossa publicação, o que torna possível trazer aos nossos leitores informações oficiais e fidedignas, dando o devido respeito aos nossos leitores e colaboradores.


FONTE: http://www.gbnnews.com.br/2017/07/kc-2-trader-na-marinha-do-brasil-o-gbn.html
« Última modificação: Julho 25, 2017, 08:33:39 pm por Vitor Santos »
 

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1171 em: Julho 25, 2017, 08:34:57 pm »

21 de Julho Memória aos Mortos da Marinha em Guerra
:Soldado2:
 

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1172 em: Julho 26, 2017, 07:46:48 pm »
Marinha do Brasil recebe seu segundo UH-15A o qual já está incorporado ao Setor Operativo do Esquadrão HU-2


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No dia 19 de julho, na sede da empresa HELIBRAS em Itajubá (MG), foi concluído o recebimento da ANV Super Cougar N-7202, segunda UH-15A (C-SAR) dos três a serem recebidos pela MB no Programa H-XBR. Esta aeronave foi especialmente projetada para se dedicar à missão de Combate SAR, além de todas as demais do UH-15. Esse tipo de missão tem por objetivo o regaste de tripulações abatidas ou que tenham se acidentado em território hostil durante um conflito.

Para tanto, foram incorporados aos equipamentos do UH-15 básico o sistema EWS (Eletronic Warfare System), conjunto de equipamentos auxiliares de defesa, composto por sensores que alertam, com antecedência, as tripulações sobre ameaças de radares (RWR -Radar Warning Receiver), emissão laser (LWS -Laser Warning Subsystem) e mísseis hostis (MWS -Missile Warning Subsystem).

As aeronaves ainda contam com o Supressor de Radiação Infravermelho (JDD -Jet Dilution Device), dispositivo instalado na saída de gases do motor, com o objetivo de diminuir a assinatura térmica, e também com o dispenser de contramedidasChaff/Flare. Outro equipamento exclusivo do UH-15A (C-SAR) é o PLS (Personnel Locator System), equipamento que permite a localização precisa das tripulações a serem resgatadas, sendo a troca de informações criptografada, possibilitando segurança no cumprimento da missão.

FONTE: CCSM / https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/07/marinha-do-brasil-recebe-seu-segundo-uh.html

 

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mafets

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1173 em: Agosto 01, 2017, 09:22:30 am »
http://www.naval.com.br/blog/2017/08/01/missilex-2017-afundamento-da-ex-fragata-bosisio/
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A Operação MISSILEX 2017, realizada no período de 24 a 28 de julho, ao sul da Ilha de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, foi marcada pelo ineditismo de alguns procedimentos de combate. Foram cinco dias consecutivos de exercícios no mar, de caráter estritamente militar, concernentes às tarefas do Poder Naval, empregando mísseis, torpedos, bombas, canhões e metralhadoras. A missão teve como propósito incrementar o aprestamento das unidades da Esquadra e afundar o casco da Ex-Fragata Bosísio.

Durante a operação, no dia 25, foi realizado o lançamento do Míssil Ar-Superfície Penguim pela aeronave SH-16. Pela primeira vez, a aeronave foi armada com esse míssil a bordo de um navio da Esquadra, o Navio Doca Multipropósito Bahia. Na sequência, a Fragata Rademaker lançou o Míssil Superfície-Superfície Exocet MM40. De forma inédita, uma Fragata da Classe Greenhalgh realizou o disparo de forma integrada ao seu sistema de armas.

Mesmo antes do lançamento de bombas pelas aeronaves de Interceptação e Ataque (AF-1), os primeiros sinais de afundamento do casco da Ex-Fragata Bosísio já eram observados. As oito bombas de 230Kg aumentaram a tendência de afundamento. Com o navio bastante adernado, as Fragatas Liberal e Independência atiraram com seus canhões de 4.5 polegadas e os impactos agravaram criticamente a situação, levando o casco ao fundo.

Ainda no mesmo dia, na parte da tarde, a Fragata Liberal lançou pela primeira vez, o Míssil Aspide sobre drone e atirou, juntamente com a Fragata Independência, com canhão de 4.5 polegadas sobre este alvo.

Os tiros de canhões ainda continuaram na manhã do dia 27, quando os navios testaram o pronto emprego dos seus armamentos sobre o alvo Killer Tomato, de superfície, e o alvo aéreo derivante. O término da missão, no dia 28, foi coroado com o lançamento do torpedo MK46 pela aeronave SH-16.


Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 
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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1174 em: Agosto 02, 2017, 12:57:20 pm »
























 

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1175 em: Agosto 03, 2017, 08:13:24 pm »
Programa de Submarinos avança, apesar da crise


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O site frances Mer et Marine publicou no mês passado uma matéria sobre a evolução do Programa de Submarinos (Prosub) da Marinha do Brasil, com transferência de tecnologia francesa do Naval Group (ex-DCNS). O autor fez elogios ao Complexo Naval de Itaguaí, chamando-o de “obra titânica e única no mundo”.

A matéria divulgou imagens mais recentes das obras na nova Base e Estaleiro em construção em Itaguaí, no Rio de Janeiro.

O primeiro submarino convencional do Prosub (Programa de Desenvolvimento de Submarinos) da Marinha do Brasil será lançado em 2018. De acordo com a MB, os quatro submarinos convencionais já estão sendo construídos em paralelo.

Os submarinos convencionais são do modelo S-BR baseados no projeto francês “Scorpene”, desenvolvido pelo Naval Group, parceiro da Marinha do Brasil no programa.

Os submarinos de propulsão convencional S-BR serão maiores que os modelos Scorpene adquiridos pelas Marinhas do Chile, Malásia e Índia. A versão brasileira deslocará 2.200 toneladas em imersão e terá um comprimento de 75m, com boca de 6,2m. Será armada com seis tubos lança-torpedos de 21 polegadas para até 18 torpedos F21 e/ou mísseis SM-39 SubExocet e minas submarinas. Também será equipada com dois periscópios, um deles tradicional e outro do tipo optrônico, capaz de enviar imagens diretamente para os MFCC.

A classe Scorpene foi desenvolvida conjuntamente pela DCNS francesa (que no início do projeto ainda era denominada DCN e agora é Naval Group) e pela Navantia espanhola, sendo agora responsabilidade única da DCNS.

É um submarino de ataque diesel-elétrico que pode ser equipado adicionalmente com o sistema de propulsão independente da atmosfera (AIP – Air Independent Propulsion) francês MESMA (Module d’Energie Sous-Marine Autonome), que emprega etanol e oxigênio para mover uma turbina a vapor.

O Brasil optou por não instalar o MESMA e, na seção adicional que este ocuparia, aumentou o espaço para combustível, alimentos e beliches adicionais, posicionados agora longitudinalmente (no projeto original francês, ficam na transversal).

O Scorpene tem um casco hidrodinâmico construído com aço HLES 80, derivado do que é usado nos atuais submarinos nucleares franceses, porém mais compacto. Algumas tecnologias usadas nas classes “Amethyste” e “Le Triomphant” (nucleares), como o sistema SUBTICS, também são empregadas no Scorpene.

O primeiro comprador foi o Chile, que no final dos anos 1990 encomendou duas unidades para substituir seus dois submarinos classe “Oberon”. Depois foi a vez da Malásia, que adquiriu duas unidades, incorporadas em 2009. A Índia foi o terceiro comprador, assinando em 2005 um contrato para seis unidades, que estão sendo construídas localmente com transferência de tecnologia.

O SBR-1 Riachuelo (S40) será o primeiro submarino da nova classe, e será seguido pelos submarino SBR-2 Humaitá (S41), SBR-3 Tonelero (S42) e SBR-4 Angostura (S43). Após esses quatro primeiros exemplares, a Marinha pretende manter uma cadência de construção de novas unidades, podendo chegar a um total de 15 submarinos S-BR  ao longo dos próximos 30 anos.

Projeto SN-BR

Além dos submarinos convencionais, a França também está apoiando o projeto do primeiro submarino nuclear brasileiro, que deverá ter muitos sistemas comuns aos do S-BR. O diâmetro de 6,2m do casco do S-BR é insuficiente para receber o reator nuclear brasileiro, por isso um casco de diâmetro maior foi adotado no SN-BR, mas no aspecto geral o submarino nuclear será semelhante ao Scorpene (ver imagem acima).

O submarino nuclear brasileiro SN-BR deverá ser equipado com um reator nuclear PWR desenvolvido pelo Centro Experimental de Aramar (CEA) em Iperó-SP, região de Sorocaba.

O protótipo do reator está sendo instalado no Laboratório de geração de Energia Nucleo-Elétrica (Labgene) e será a primeira planta com um reator nuclear de alta potência totalmente construída no Brasil. Conceitualmente, é um protótipo com capacidade de geração de 48MW térmicos ou 11 megawatts elétricos (MWe).

Depois dos testes de funcionamento e eventuais correções, uma segunda planta será construída para equipar o SN-BR.

FONTE:   http://www.naval.com.br/blog/2017/08/03/programa-de-submarinos-avanca-apesar-da-crise/






 

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1176 em: Agosto 08, 2017, 09:41:48 pm »
Helibras dá importante passo rumo à certificação do H225M para operações navais


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A Helibras realizou em suas instalações em Itajubá (MG) o segundo voo da campanha de certificação do H225M na versão Operacional Naval. O evento contou com a presença da Autoridade certificadora, o Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), bem como os profissionais da Helibras.

Dentro do escopo analisado pela autoridade certificadora, foi avaliada a integração do sistema de mísseis AM-39, feita pela Helibras, a qualidade do voo e o desempenho da aeronave com o armamento instalado. Outros aspectos do Sistema do Naval (NTDMS) serão avaliados em breve para continuidade da certificação completa da aeronave.


Durante o evento, foram feitas simulação de disparos do míssil AM-39, utilizando o Sistema Tático de Missão Naval. “Concluímos mais uma etapa importante no processo de certificação desta versão. Novos voos serão realizados no mês de agosto, desta vez para avaliar outros sistemas presentes na versão Operacional da Marinha”, explica o presidente da Helibras, Richard Marelli.

A aeronave BRA-005 será o primeiro H225M em versão operacional a ser entregue para a Marinha em 2018. O helicóptero faz parte do contrato de aquisição de 50 aeronaves H225M do programa H-XBR, adquiridas pelo Ministério da Defesa para uso das Forças Armadas Brasileiras, que estão sendo produzidas pela Helibras no Brasil, a partir da transferência de tecnologia e de conhecimento que vem ocorrendo desde 2010.


FONTE: http://www.helibras.com.br/website
 
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Lusitano89

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1177 em: Setembro 03, 2017, 12:55:41 pm »
 

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1178 em: Setembro 03, 2017, 09:18:29 pm »










 
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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1179 em: Setembro 06, 2017, 01:46:31 pm »
Marinha do Brasil compra três AHTS da Solstad Farstad


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Segundo o Portal Marítimo, a Solstad Farstad venceu licitação junto à União e conseguiu vender três Supply Vessel de Apoio Marítimo para a Marinha do Brasil.

Os navios em questão eram de propriedade da Deep Sea Supply, uma das empresas que compõem a gigante do Apoio Marítimo, formada após a fusão de Solstad, Farstad e Deep Sea Supply, e foram oferecidos antes da fusão.

Os AHTS (Anchor Handling Tug Supply) Sea Vixen, Sea Stoat e Sea Fox foram vendidos, segundo dados divulgados no Diário oficial da União, por R$ 82.800.000,00 em negócio homologado pela EMGEPRON (Empresa Gerencial de Projetos Navais).

Os AHTS, que são tecnicamente aptos a serem utilizados tanto para suprimento como para manuseio de âncoras, foram construídos em série nos anos de 2010 e 2011 no estaleiro ABG Shipyards, na Índia, e são todos da mesma classe, com 63 metros de comprimento por 15,8 metros de boca, calado máximo de 5,5 metros e aproximadamente 90 Toneladas de tração estática (bollard pull).

Segundo o Portal Marítimo, eles estiveram sob contrato da Petrobras por alguns anos e receberam uma bela melhoria em seus lemes, em projeto que aumentou suas capacidades de manobra e permitiu uma melhoria significativa na perfomance dos mesmos.

Pelas especificações, os Supply Vessels devem realizar serviços de SAR (Busca e Salvamento) ou reboque oceânico.

Porém, os AHTS também podem ser empregados no reabastecimento de navios no mar, tanto de carga seca como líquida, já que possuem sistema de posicionamento dinâmico, ou até mesmo no posicionamento de boias e, dependendo das adaptações, no serviço de patrulha, apesar das limitações de velocidade, neste último caso.

A Marinha do Brasil dá mais um passo na direção de uma frota mais moderna, com navios relativamente novos e com um bom nível de tecnologia embarcada.

FONTE: http://www.naval.com.br/blog/2017/09/05/marinha-do-brasil-compra-tres-ahts-da-solstad-farstad/
 
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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1180 em: Setembro 09, 2017, 03:50:08 am »


 
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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1181 em: Setembro 11, 2017, 10:01:09 pm »
NDM G-40 "Bahia" recebe visitação pública em Santos-SP


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Participando das atividades comemorativas ao 7 de setembro de 2017 e mantendo a tradição naval de oferecer aos cidadãos dos portos visitados, quando atracados, a Marinha do Brasil convidou à todos da população local e interessados, para a visita ao Navio Doca Multipropósito G-40 "Bahia", que ocorreu nesse final de semana dos dias 09 e 10 de setembro, no cais da Capitania dos Portos de Santos-SP.

Quando um navio da Marinha do Brasil atraca em algum porto, sempre que possível é organizada a abertura do mesmo para a visitação do público local, pois tão grande quanto a admiração dos brasileiros de bem pela sua Marinha é também grande a disposição e simpatia com que os militares se mobilizam para tornar essas visitações públicas um motivo de lazer saudável para crianças e fomentação de conhecimento para jovens, e, quem sabe também o despertar do nascimento de futuros integrantes da Marinha do Brasil. No caso do Porto da Cidade de Santos no Estado de São Paulo não foi diferente, e, aproximadamente cinco mil pessoas puderam conhecer um navio de grande porte da nossa Marinha de Guerra.

Bem, então vamos apreciar as belas imagens de mais uma visitação pública desse importante navio de nossa Marinha, navio esse que possui toda uma atração diferenciada pela sua versatilidade de ações como também pela modernidade e tamanho que impressionam à todos.



[/center]





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FONTE:   https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/09/ndm-g-40-bahia-recebe-visitacao-publica.html
« Última modificação: Setembro 11, 2017, 10:04:23 pm por Vitor Santos »
 
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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1182 em: Setembro 12, 2017, 01:57:39 pm »
Marinha do Brasil & Fuzileiros Navais são destaque em São Paulo no feriadão de 7 de setembro


Citar
O Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro como data magna da nação é também uma excelente oportunidade para o povo de São Paulo ver de perto tropas e equipamentos militares que raramente fazem parte do dia a dia do paulistano devido a ausência de unidades militares operacionais de grande porte na capital. Em São Paulo, o desfile contou com a presença de tropas da Marinha do Brasil, entre alunos da Escola Naval, a Banda de Música do 8° Distrito Naval e Fuzileiros Navais vindos do Rio de Janeiro, incluíndo seus carros de combate "Movag Piranha", Astros CFN 2020 e um CLANf em sua carreta de transporte rodoviário, entre outros equipamentos náuticos de uso do 8° Distrito Naval de São Paulo.

O grande destaque pós desfile se deu no deslocamento dos veículos blindados pelas avenidas do centro de São Paulo para a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) no Parque do Ibirapuera, onde foi montada com maestria, uma exposição com equipamentos e apresentações de todas as atividades da Marinha do Brasil para o público em geral. A população que estava nas ruas e avenidas foi presenteada com a bela surpresa de ver passar pelas avenidas Bráz Leme e Santos Dumont (zona norte), Tiradentes e 23 de Maio (centro), e, Ibirapuera (Jardins) a passagem dos veículos blindados, com a honra da escolta da nossa querida Polícia Militar do Estado de São Paulo até o estacionamento da ALESP.

FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/09/marinha-do-brasil-promove-exposicao-na.html








































 

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1183 em: Hoje às 03:12:11 pm »
NDM "Bahia" com certificação operacional aérea "full" diurno e noturno


Citar
Yam Wanders

O NDM "Bahia" agora está com sua homologação operacional de vôo "plena" após uma semana de intensas operações aéreas diurnas e noturnas em alto mar, na região entre São Paulo e Rio de Janeiro, visando o exercício de suas capacidades operacionais com aeronaves de diferentes portes e modelos, para com isso obter a certificação da Vistoria de Segurança da Aviação (VSA) pela Seção de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos do Comando da Força de Superfície.

Já ao largo da costa do Rio de Janeiro, logo após a saída da Baia de Guanabara, chegaram as aeronaves.

Nas operações diurnas e noturnas foram empregadas aeronaves UH-15 Super Cougar (N-7201) do Esquadrão HU-2 e SH-16 Seahawk (N-3032) do Esquadrão HS-1, pois assim se demonstra a sua capacidade de operar aeronaves para diferentes tarefas e finalidades.

O NDM “Bahia” possui dois convoos e um hangar, sendo capaz de lançar e recolher até três aeronaves simultaneamente. Sua aprovação na VSA no ano passado representou o primeiro passo na busca da operação do navio no limite de suas possibilidades, o que levará a um expressivo incremento na capacidade de operações aéreas da Esquadra através de sua homologação para operações noturnas com mais de uma aeronave.

Oficial de Lançamento e Pouso, figura indispensável na coordenação de convôo.

Inspeções e vistorias de segurança de vôo são tarefas de grande complexidade para leigos em geral, pois demandam enormes requisitos de segurança que visam não só a preservação da segurança operacional das atividades ligadas direta e indiretamente às operações aéreas como também as que interagem com as operações navais da embarcação em questão.

Muitos dos requisitos e ítens são assunto restritos ao âmbito operacional da Marinha, mas muitos outros fazem parte de requisitos de homologação que seguem padrões internacionais regidos pela OACI e OMI, em seus respectivos "rolls" de legislações de segurança operacional.

Dentre os muitos ítens que compõe tais vistorias de segurança de vôo, são inspecionados principalmente os ítens que são indispensáveis para operações em qualquer ambiênte aeronáutico em terra, elevados em edificações ou plataformas/embarcações de grande porte, tais como sistemas de combate à incêndios, estanqueamentos de combustíveis de aviação, rotas de saídas de emergência para pessoal de convôo, movimentação de convôo, tempo de resposta de equipes de CAv, resitência de pisos e compartimentos, bem como toda a profeciência profissional das equipes de postos de vôo e tripulantes envolvidos.

Para os que desejarem saber em mais detalhes sobre as normas específicas, sugerimos uma consulta ao capítulo 06 da NORMAM 01/DPC, que é a legislação específica para embarcações de emprego em mar aberto.

Quem não está em ação ajuda efetuando registros em imagens para os debriefings posteriores.

Sobre a Segurança de Vôo na Marinha

Poucos sabem mas a Marinha foi a pioneira na operação de aeronaves militares no Brasil e sendo assim possui uma doutrina de segurança de vôo também muito antiga.

Sendo assim, em 18 de outubro de 1972, através da Ordem do Dia n° 0013, da Diretoria de Aeronáutica da Marinha, foi criado o Núcleo do Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha.Em 18 de outubro de 1974, o Ministro da Marinha, em consonância com o Decreto 70.050 de 25 de janeiro de 1972, que aprovou o regulamento do SIPAER, e de acordo com a Diretriz Interministerial 01/74, aprovou as Instruções Reguladoras para o Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha (SIPAAerM), com as tarefas de organizar, orientar e supervisionar as atividades de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos na Marinha, por meio do Ofício n° 1330.

À partir de então, inserido na estrutura Organizacional da Diretoria de Aeronáutica da Marinha, o SIPAAerM passou a atuar plenamente, ao mesmo tempo em que procurava implantar e difundir uma mentalidade de segurança de aviação nas unidades envolvidas nas operações aéreas na Marinha.

FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/09/ndm-bahia-com-certificacao-operacional.html

A inspeção de F.O.D. (foreing objects damage) ou, objetos estranhos que podem causar danos para aeronaves ou pessoal de operações. Não importa se é uma pena de ave ou cascalho que veio pelo calçado de algum visitante, nada pode "contaminar" a área de pouso e decolagem.

Ítem indispensável, as mangueiras de combate ao fogo, devem efetuar um jato sólido de água a pelo 8 menos  metros de distância para serem consideradas operacionais. Qualquer coisa a menos que isso evidencia problemas nas bombas ou na forma de posicionamento das mangueiras.

A central de CAv, o cérebro que vigia todo o navio através de um moderno sistema de sensores diversos e alarmes, ouro posto essencial para as operações de vôo que ocorrem no deck alguns andares acima e para todo o navio.

A dificil chegada das equipes de CAv ao local do incêndio após a descida de alguns lances de escadas.

A preparação para movimentação da aeronave do convôo para o hangar do navio.

O que para uns pareçe algo sem nexo, para outros é um jogo de movimentação bem estudado e efetuado com maestria.

Um dos melhores escritórios para se trabalhar é um convôo...

Como se fosse um jogo de futebol aonde mais de um time joga e todos ganham.

Fiel de aeronave, o braço direito de pilotos em todas as manobras.

Mais uma fase da preparação para movimentação no convôo já com o push-back conectado à aeronave.

O hangar do G-40 Bahia, que pode tranquilamente abrigar dois helicópteros com toda a segurança necessária.

Tudo é verificado, não importa aonde, check é check bem feito "olhando tudo com as mãos" para a segurança de todos.

Tudo "OK" vamos voar!

A prevenção é sempre presente, o preparo é constante.

Um hangar com todos os requisitos de segurança operacional, de equipamentos de primeiros socorros à mão até sistemas de chuveiros automáticos de combate ao fogo com espuma AFFF.

Mesmo no hangar, a segurança com a fixação das aeronaves não é relaxada. São fixadas na mesma maneira como se estivessem no exterior.

Aeronaves diferentes, missões específicas, mas todos do mesmo time, o time da Marinha do Brasil.

A volta para casa, com a missão cumprida, BRAVO ZULU!
 

 

"Revista de Marinha" online

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