Armada Portuguesa em 2017

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perdadetempo

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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #30 em: Julho 23, 2017, 08:29:41 pm »
Um artigo sobre os resultados da nossa desorganização. Já é de 2015 mas como de certeza nada mudou...

https://issuu.com/media4u/docs/nm344  é logo o 1ºartigo da revista na pág2.

Cumprimentos,
 
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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #31 em: Julho 23, 2017, 09:19:03 pm »
Um artigo sobre os resultados da nossa desorganização. Já é de 2015 mas como de certeza nada mudou...

https://issuu.com/media4u/docs/nm344  é logo o 1ºartigo da revista na pág2.

Cumprimentos,

Esse artigo até parece gozo num pais com uma EEZ do tamanho da nossa....
 

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jpthiran

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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #32 em: Agosto 15, 2017, 08:11:18 pm »
...um país de brincadeira este!...
...quanto mais sei, mais me custa saber destas coisas!...
 

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Charlie Jaguar

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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #33 em: Setembro 08, 2017, 12:16:14 pm »
Partilho aqui um artigo presente hoje no DN. Depois de o ler fiquei com uma certa sensação de que a NATO não estará devidamente a par do actual estado das nossas Forças Armadas, neste caso da Marinha...  ::)

Citar
Nova aposta da NATO reforça papel de Portugal na aliança
08 DE SETEMBRO DE 2017
00:01
Manuel Carlos Freire, em Bruxelas

As frotas navais da Aliança vão sulcar novamente as águas do Atlântico Norte para, através da diplomacia e exibição de poder militar, responder à crescente ameaça russa

O Atlântico Norte está a regressar ao centro das atenções militares da NATO, onde Portugal pode vir a ter um papel relevante enquanto país com grande passado e tradições marítimas. Em causa, segundo fonte oficial da Aliança Atlântica, está a crescente perceção da ameaça russa às vias de comunicação transatlânticas. Como é que isso vai traduzir-se na prática em termos de intervenção de Portugal é ainda uma incógnita, até pelas restrições financeiras de Lisboa - que vai agora investir centenas de milhões de euros na aquisição de aeronaves de transporte militar e de helicópteros ligeiros para a Força Aérea, depois de o ter feito com a compra de dois submarinos novos e duas fragatas holandesas em segunda mão para a Marinha (a que se juntarão investimentos de menor dimensão em programas do Exército)

Mas o porta-voz da NATO, Piers Cazalet, num encontro com jornalistas ainda na antiga sede da Aliança em Bruxelas, dá como adquirido que Portugal vai ter "um papel importante" nessa nova área de intervenção operacional da Aliança. Como? Através do contributo para a definição dessa nova política aliada, do acréscimo no empenhamento dos navios militares portugueses em missões no alto mar - as chamadas "blue waters" (águas oceânicas) - ou, por exemplo, da visibilidade dada pela presença em vários locais das costas europeias, assinala Piers Cazalet. Em termos globais e no conjunto dos países aliados, haverá certamente um maior número de navios a patrulhar o Atlântico Norte e com maior visibilidade, como forma de fazer passar a mensagem de que os aliados estão preparados e têm a vontade para usar a força se necessário, explicou Piers Cazalet.

A importância das rotas transatlânticas em termos comerciais e económicos, ao nível dos transportes e da distribuição de bens e produtos, já não para falar do Atlântico Norte em termos de poder militar e ao nível da segurança, são aspetos cruciais nessa nova abordagem diplomática e militar da NATO no Atlântico Norte, perante o acréscimo das atividades marítimas da Rússia nessa área, observam fontes da organização. Esse "papel importante", em termos de peso e influência, a desempenhar por Portugal com o regresso em força da NATO ao Atlântico Norte poderá passar pela nova estrutura de comandos aliada. Não se tratará de voltar a ter um quartel-general em território nacional mas de ocupar posições de relevo na hierarquia dos que já existem.

O facto de se prever um aumento significativo dos quadros de pessoal ao serviço da NATO, depois de anos de redução de efetivos, abre possibilidades nesse domínio - a concretizar por via das negociações a realizar e que só terminam por consenso entre os 29 países membros. Mesmo o Ártico, que começa a ser uma área disputada pelos seus recursos naturais que o degelo está a tornar acessíveis e onde a Rússia tem vindo a fazer marcação de território, é também parte integrante do "intenso debate" em curso sobre o reforço da presença aliada no Atlântico Norte, observou uma outra fonte da NATO."Não se trata de militarizar o Ártico", embora essa pareça ser a intenção de Moscovo, mas sim de também fazer sentir a presença dos aliados, sublinhou esta mesma fonte, dada a importância das capacidades militares navais da Rússia (tanto de superfície como submarina, onde se inclui o fator nuclear).

Na prática, embora não seja assumido pela NATO, o regresso aos mares do Atlântico Norte traduzirá o reconhecimento da fragilidade a que chegaram as capacidades marítimas da organização. Para isso terão contribuído os vários anos de participação em operações terrestres, desde os Balcãs no final dos anos 1990 até ao Afeganistão e ao Iraque - a partir da década seguinte e na sequência do 11 de Setembro, quando pela primeira vez foi invocado o artigo 5º de defesa coletiva.

O jornalista viajou a convite da NATO

http://www.dn.pt/portugal/interior/nova-aposta-da-nato-reforca-papel-de-portugal-na-alianca-8755768.html

Se para que a D. Francisco de Almeida pudesse estar na SNMG1 tiveram inclusivamente de ir buscar efectivos à Sagres, e praticamente mandar encostar no Alfeite as restantes quatro fragatas, de onde virá esse milagre da multiplicação de meios e presença?  ::)
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

         "PER ASPERA AD ASTRA"
               (Por Caminhos Árduos, Até Às Estrelas)
 
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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #34 em: Setembro 08, 2017, 04:32:49 pm »
É por causa de questões como este artigo postado pelo Charlie Jaguar que sou a favor do regresso (limitado) do SMO.
Desculpem mas não há volta a dar, mesmo que tivessemos meios, sem corpos não se consegue manter a operacionalidade das forças armadas.
 :Esmagar:
 
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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #35 em: Setembro 08, 2017, 04:35:53 pm »
Isso é uma coisa que me faz um bocado de confusão. Supostamente a marinha tem um quadro de 7676 efectivos. Contando todos os barcos, incluindo os veleiros, hidrográficos, lanchas etc... chega-se a um total de 1757 efectivos embarcados. Contando com 87 efectivos para o esquadrão Lynx e 600/700 para os fuzileiros chega-se a um total de 2544 pessoas a que se consegue seguir o rasto.
A marinha só tem uma base naval e mais 3/4 ancoradouros incluindo os Açores e a Madeira.
Será que os 5132 que sobram estão todos no Alfeite ou nas capitanias?

Não estou a argumentar, gostava mesmo de perceber e agradecia qualquer informação ou link onde a pudesse ir buscar. Obrigado.

Em áreas de elevada componente técnica como a marinha ou a força aérea o SMO serve de muito pouco. Mesmo nos anos 80/90 quando havia muita gente disponível isso não se traduzia num número equivalente de (in)voluntários embarcados que será o problema da actual da marinha. Quanto muito arranjava-se pessoal para os fuzileiros, administrativos, serviços auxiliares e pouco mais.

Segundo li à uns anos um problema que a marinha tem é que aparentemente só consegue recrutar pessoal na margem sul até Setúbal e pouco mais. Parece ter pouca expressão no resto do País e isso a ser verdade é um problema grave.

Cumprimentos,
« Última modificação: Setembro 08, 2017, 04:57:04 pm por perdadetempo »
 

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NVF

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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #36 em: Setembro 08, 2017, 06:51:12 pm »
Isso se calhar até se resolvia com a construção de uma segunda base naval no norte do país. Por todas as razões já aqui discutidas anteriormente, uma segunda base naval fazia todo o sentido do ponto de vista militar e potenciava o recrutamento de pessoal do Norte. Mas lá estamos nós a divagar, que essas questões militares têm prioridade baixa na mente dos senhores almirantes da esquadra do tacho.
 

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Lightning

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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #37 em: Setembro 08, 2017, 07:23:39 pm »
Será que os 5132 que sobram estão todos no Alfeite ou nas capitanias?

No Alfeite de certeza que tens muita gente, as escolas, as esquadrilhas, fora do Alfeite ainda tens o Centro de Operações Marítimas, os vários Centros de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa, Açores e Madeira, as Instalações Centrais da Marinha em Lisboa onde estão os Almirantes com o Estado-Maior, ainda há aqueles que não estão na parte militar como o Instituto Hidrográfico, os Faróis, o Museu, etc. Os mergulhadores, esses muitas vezes esquecidos devem ser poucos ;D.
 
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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #38 em: Setembro 11, 2017, 11:10:00 am »
Isso se calhar até se resolvia com a construção de uma segunda base naval no norte do país. Por todas as razões já aqui discutidas anteriormente, uma segunda base naval fazia todo o sentido do ponto de vista militar e potenciava o recrutamento de pessoal do Norte. Mas lá estamos nós a divagar, que essas questões militares têm prioridade baixa na mente dos senhores almirantes da esquadra do tacho.

Não sou grande expert em coisas do mar, mas do que tenho lido, uma base naval no norte só tem interesse por questões de recrutamento, porque do ponto de vista operacional não tem grande interesse, ou seria em Sines pois é o grande porto de águas profundas em Portugal ou seria nos Açores.

Outro problema seria implementar algo dessa dimensão no norte de Portugal, vamos correr com os navios de carga de Leixões? Vai ser em Viana do Castelo ao lado dos Estaleiros Navais? Poderia ser na ria de Aveiro?

E finalmente, a necessidade, temos assim tantos navios que o Alfeite já não conseguem suportar? É que estar a criar uma segunda base naval tipo Alfeite dá despesa, por exemplo seria preciso aumentar o numero de pessoal para segurança.
« Última modificação: Setembro 11, 2017, 11:14:33 am por Lightning »
 

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perdadetempo

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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #39 em: Setembro 13, 2017, 03:57:43 pm »
Ficando-me apenas pelo recrutamento talvez uma coisa tão simples como a deslocalização parcial das provas de selecção ajudasse, por exemplo recorrendo às capitanias. Não é indiferente estar a uma/duas horas de casa  ou vir de cascos de rolha e  gastar uma soma razoável de dinheiro para  prestar provas de selecção que podem correr bem ou não.

A apresentação dos exames médicos, provas teóricas etc poderiam ser feitas localmente e só quem passa-se o crivo inicial é que teria que se deslocar ao Alfeite para a selecção final. O incremento nos custos provavelmente era compensado pelo aumento no número e na qualidade das candidaturas.

Cumprimentos,
 
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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #40 em: Setembro 13, 2017, 04:29:21 pm »
Ficando-me apenas pelo recrutamento talvez uma coisa tão simples como a deslocalização parcial das provas de selecção ajudasse, por exemplo recorrendo às capitanias. Não é indiferente estar a uma/duas horas de casa  ou vir de cascos de rolha e  gastar uma soma razoável de dinheiro para  prestar provas de selecção que podem correr bem ou não.

A apresentação dos exames médicos, provas teóricas etc poderiam ser feitas localmente e só quem passa-se o crivo inicial é que teria que se deslocar ao Alfeite para a selecção final. O incremento nos custos provavelmente era compensado pelo aumento no número e na qualidade das candidaturas.

Cumprimentos,

No meu caso, quando concorri para a Marinha em 1988, tive que arcar com todas as despesas de deslocação dos Açores até Lisboa, só para fazer os testes médicos e psicotécnicos, correndo o risco de não ser selecionado.

Cpts,

Turlu
Com gente tola e toiros, paredes bem altas!
 

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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #41 em: Setembro 13, 2017, 04:49:20 pm »
Para a Força Aérea o pessoal (do continente) recebe via correio uma guia para apresentar na estação de comboios e não pagar bilhete, depois no local tem alojamento e refeições enquanto durar os testes, claro pode sempre ter algum gasto para chegar à estação de comboios e depois da estação para o centro de selecção.

O pessoal tem é que sair debaixo da saia da maezinha, mesmo no Exército que tem um centro de selecção em VN de Gaia, quem for de Bragança também tem que fazer uma viagem grande ou quem for do algarve tem que ir a Lisboa, agora andar a criar centros de selecção em todas as capitais de distrito e em todas as ilhas só por conforto não tem lógica, nesse caso do amigo Turlu acho que a Marinha é que devia arcar com as despesas ou então nem que fosse temporariamente (1x ou 2x ano) criar as condições para o pessoal dos arquipélagos fazer provas no arquipelago correspondente.

Conheço pessoal na Força Aérea que é de Trás-os-Montes, Viana do Castelo, Guimarães, Viseu, Castelo Branco, quem quer mesmo vai onde for preciso, uma grande parte do pessoal que vai para os Comandos (região de Lisboa) é do norte.

Há miudos com 18 anos mal feitos a ir para a universidade noutra ponta do país e até noutros países, as pessoas não são é todas iguais, nem todas dão para o mesmo.
« Última modificação: Setembro 13, 2017, 04:56:41 pm por Lightning »
 

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perdadetempo

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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #42 em: Setembro 13, 2017, 05:34:57 pm »

De Turlu
Citar
No meu caso, quando concorri para a Marinha em 1988, tive que arcar com todas as despesas de deslocação dos Açores até Lisboa, só para fazer os testes médicos e psicotécnicos, correndo o risco de não ser selecionado.

De Lightning
Citar
quem quer mesmo vai onde for preciso, uma grande parte do pessoal que vai para os Comandos (região de Lisboa) é do norte.

O problema é que a marinha parece não conseguir preencher os quadros apenas com aqueles que querem mesmo. Também precisa de arranjar pessoal naquele sector "isto podia ser uma hipótese de carreira interessante" ou até se calhar no sector "é a ultima vez que faço apostas estúpidas" ;D.
De uma maneira ou outra a Marinha, e os restantes ramos das FA, têm que arranjar maneira de se tornarem uma hipótese atractiva porque, como eu li uma vez num artigo, o sacerdócio também não é para todos mesmo num país católico.

Cumprimentos,
 
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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #43 em: Setembro 13, 2017, 07:09:01 pm »
O problema é que a marinha parece não conseguir preencher os quadros apenas com aqueles que querem mesmo. Também precisa de arranjar pessoal naquele sector "isto podia ser uma hipótese de carreira interessante" ou até se calhar no sector "é a ultima vez que faço apostas estúpidas" ;D.

Concordo, eu acho que a FAP está a fazer isso com os concursos para sargento RC, é praticamente os mesmo estudos do curso de praças, nas especialidades mais técnicas tem que se ter  o 11º para praça e o 12º ano de um curso especifico para sargento, até agora nos cursos para praças apanhavas pessoal com 11º, 12º ano geral e 12º ano tecnico, mas possivelmente muitas pessoas que tem esses cursos técnicos não se dariam ao esforço de ir para a FAP ganhar 600 euros, mas ganhar 900...!!! Já deve dar para convencer alguns indecisos.

Ainda por cima tem todas as portas abertas para ficar no QP que os praças, com a vantagem de ganhar mais logo de inicio.
 
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asalves

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Re: Armada Portuguesa em 2017
« Responder #44 em: Setembro 14, 2017, 10:16:32 am »
Acho que o problema não é bem a deslocação. Eu quando fui fazer os testes ao Lumiar para a FAP, tinha comboio, alojamento e comida durante os 3 dias que lá andei. E na altura que andei a ver se me inscrevia ou não no meu caso nem pensei nas despesas de ir aos testes (claro que com pessoa das ilhas é diferente).

Acho que o problema da falta de recrutamento é mais ao nível das provas do que da vontade do pessoa ir. Pelo que sei há sempre muito mais candidatos do que vagas.

Quando fui lá fazer os testes de um grupo de 40 e tal passaram 4, e desses 4 era pessoal com família lá na FAP que sabiam quais eram os testes e já iam preparados. Mesmo depois da exclusão podiam ter uma reunião com os excluídos e ajudarem os mesmo com dicas e informação para incentivar a que para o ano seguinte se inscrevam outra vez. (aviam muitos testes que era uma questão de pratica) Podiam até ao pessoal que tinha sido excluído enviar cartas quando abrisse um novo concurso. (lembro-me que estive indeciso em me candidatar no ano seguinte)

Outra coisa que talvez fosse interessante era fazer uma triagem com alguns testes médicos básicos que permitisse logo excluir pessoal. Eu fui para lá com falta de vista sem saber, e estive lá 3 dias a gastar dinheiro ao estado.
 

 

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