Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)

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Vitor Santos

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Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)
« em: Maio 28, 2015, 03:30:35 pm »
Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)



A Agência Brasileira de Inteligência completou 15 anos no 7 de dezembro de 2014. A Abin foi criada em 1999, por meio da Lei nº 9.883, e é o órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin). Tem entre suas atribuições a execução da Política Nacional de Inteligência e a integração dos trabalhos dos órgãos setoriais de Inteligência do país. Dessa forma, a Abin presta assessoramento à Presidência da República assegurando-lhe o conhecimento de fatos e situações relacionados ao bem-estar da sociedade e ao desenvolvimento e segurança do país.

BREVE HISTÓRICO DA ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA NO BRASIL



A história da Atividade de Inteligência no Brasil teve origem em 1927, quando foi criado o Conselho de Defesa Nacional, órgão diretamente subordinado ao Presidente da República. Até então, a atividade era exercida apenas no âmbito dos ministérios militares.

Diversas foram as reformulações introduzidas na então atividade de Informações ao longo do processo político nacional. Entre elas, cabe citar a criação, ocorrida em 6 de setembro de 1946, do Serviço Federal de Informações e Contra-Informações (Sfici).

O Brasil, no início da década de 60, apresentou um cenário interno bastante conturbado, gerando manifestações de segmentos da sociedade. O quadro evoluiu para uma intervenção militar no processo político nacional a partir de março de 1964. Na ocasião, foi extinto o Sfici e criado o Serviço Nacional de Informações (SNI).



Foi criado, em 1970, o Sistema Nacional de Informações (Sisni), integrado por todos os órgãos de informações dos ministérios civis e militares. O SNI era o órgão central desse sistema.

A partir de 1979, procurou-se ajustar as estruturas de Informações aos novos tempos, pois já estava em andamento o processo de redemocratização do país. Os governos da época buscaram alternativas no sentido de reposicionar a atividade de Informações em seu correto espaço e devido limite.

Em 1990, no contexto de ampla reforma da Administração Pública Federal, o SNI foi extinto. O exercício perene da atividade, todavia, foi preservado com a criação da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), que absorveu as atribuições do SNI.

Em 7 de dezembro de 1999, o Presidente da República instituiu o Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) e criou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A criação da Agência proporcionou ao Estado brasileiro institucionalizar a atividade de Inteligência, mediante ações de coordenação do fluxo de informações necessárias às decisões de Governo, no que diz respeito ao aproveitamento de oportunidades, aos antagonismos e às ameaças, reais ou potenciais, para os mais altos interesses da sociedade e do País.

« Última modificação: Julho 20, 2016, 09:12:51 pm por Vitor Santos »
 

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Re: Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)
« Responder #1 em: Maio 28, 2015, 03:36:38 pm »
Abin diz que alerta terrorista cresceu no país e que impediu ataque na Copa

Órgão monitora 'lobos solitários' que podem cometer atentados no Brasil.
'Não temos célula, mas pessoas com capacidade para ações', diz diretor


Os ataques terroristas na França, que deixaram 20 mortos e foram praticados por jovens ligados ao radicalismo islâmico, elevam a preocupação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) com a possibilidade de uma ação no país com a proximidade das Olimpíadas de 2016.

Em entrevista exclusiva ao G1, o diretor de Contraterrorismo da Abin, Luiz Alberto Sallaberry, afirmou que o órgão impediu ataques no país durante a Copa do Mundo de 2014 ao identificar suspeitos e planos antecipadamente e que o nível de ameaça de uma ação hoje no país está “aumentado”.

A agência monitora “lobos solitários”, como são chamadas "pessoas que se encantam por uma causa ou organização e que podem realizar ataques mesmo sem integrarem formalmente um grupo terrorista", diz o diretor.
“O Brasil tem um nível de risco que cresceu em relação à série histórica. Não vamos chamar de risco, mas de ameaça. O terrorismo passou a ser hoje a principal ameaça para a sociedade e o Estado brasileiro? Não”, afirma Sallaberry.



"Estamos na iminência de realizar os Jogos Olímpicos, que vão trazer atletas, autoridades e milhares de torcedores de países que são alvos prioritários de terroristas e também de lobos solitários, que estão hospedados em nosso país. E isso aumenta o nível de ameaça”, diz.



“Não temos uma célula terrorista no país. Mas temos, sim, pessoas que podem, claro que podem, facilitar o trabalho, gerar uma logística (para ataques terroristas). E estes que têm esta capacidade, nós temos um trabalho de acompanhamento bastante firme. Não são membros de grupos terroristas, mas pessoas que têm um encantamento pela ideologia e possuem contatos”, explica.

Para Sallaberry, “monitorar os lobos solitários no Brasil é hoje a principal ação da unidade de prevenção ao terrorismo da Abin. Não existe algo mais prioritário do que identificar e monitorar lobos solitários que estão hospedados no país”.
Segundo ele, durante a Copa do Mundo de 2014, a agência identificou ameaças e conseguiu impedir a ocorrência de ataques com apoio de policiais e militares.



“Nós tivemos, sim, ações de alguns entes que mencionaram que poderiam executar algum tipo de ação [durante a Copa]. E nós conseguimos detectar movimentações e planejamento em fase bem inicial. E com apoio dos órgãos de inteligência, das Forças Armadas, do Ministério da Justiça e de algumas secretarias estaduais de Segurança, conseguimos antecipadamente brecar este tipo de ação. Felizmente foram poucas, relata.

Lobos solitários na França

Preocupa também o diretor que “recrutadores” do Estado Islâmico assediem jovens brasileiros e também de pessoas, ligadas ou não a grupos terroristas, se afastarem do grupo de preocupações dos órgãos de inteligência com o objetivo de realizarem ações no futuro.

Foi o que aconteceu com os irmãos Kouachi, que invadiram a revista "Charlie Hebdo" em Paris e assassinaram 12 pessoas: apesar de terem sido treinados pela Al-Qaeda no Iêmen e conhecidos dos serviços de inteligência, estavam há alguns anos “afastados dos holofotes”, vivendo em uma região do interior do país, e “com um perfil bem baixo de atuação”, diz o diretor.

“É absolutamente impossível para qualquer país do mundo controlar todo mundo. A mesma coisa acontece no nosso país. Nós temos que ter cuidado não só com os grandes centros, mas estamos fazendo um trabalho nos centros menores para identificar se algum tipo de ator tem alguma atuação meio diferente que possa nos indicar a probabilidade maior de estar sendo planejado uma ação como esta”, diz Sallabery.

Para o diretor de contraterrorismo, os irmãos Kouachi são “lobos solitários”, pois fizeram o planejamento e a ação sozinhos. “O fato deles terem tido eventualmente contato com a Al-Qaeda está longe de dizer que foi a Al-Qaeda que planejou a ação, mesmo assumindo a paternidade. A Al-Qaeda está fraca hoje”.

Experiência em eventos

O fato do Brasil ter hospedado com seguranças grandes eventos, como a Rio+20, a Copa das Confederações, a Jornada Mundial da Juventude, a reunião dos líderes dos Brics em Fortaleza está “credenciando o país para credenciar paulatinamente no eixo de grandes eventos internacionais", entende Sallebery.

“O fato é que tivemos sucesso. Quando nós temos sucesso, a comunidade internacional entende que é um país pode continuar hospedando grandes eventos de todo o tipo. Quando mais evento eu hospedo, maior a possibilidade de uma ação como esta ocorrer”.

Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/20 ... -copa.html
 

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Re: Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)
« Responder #2 em: Junho 23, 2015, 06:50:36 pm »
Deputada ressalta necessidade de pessoal na Abin e pede abertura de concurso

A deputada Jô Moraes (PCdoB-MG) cobrou, em discurso em Plenário, a abertura de novo concurso público para a Agência Brasileira de Inteligência (Abin). De acordo com a deputada, é urgente tomar medidas para o reforço institucional e estrutural do sistema de inteligência brasileiro. “É preciso constitucionalizar a Abin e reforçar sua estrutura com a abertura de concurso público para a reposição de pessoal”, disse a deputada.

Em abril do ano passado, a Abin solicitou autorização para abertura de concurso ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP). O pedido é para que sejam abertas 470 vagas, sendo 200 para oficial de inteligência, 150 para oficial técnico de inteligência, 50 para agente de inteligência e 70 para agente técnico de inteligência. O órgão já havia solicitado outras três autorizações, em 2011 e em 2013, mas estas foram negadas pelo ministério.

O último concurso da agência foi em 2010. Foram 80 vagas, sendo 50 para o posto de oficial e as outras 30 para agente. As remunerações eram de R$ 10.216,12 e R$ 4.211,04, respectivamente. O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/Unb) organizou o certame.

Moraes também cobrou a promulgação pela presidente Dilma Rousseff da Política Nacional de Inteligência, já aprovada pela Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência. O texto, que define prioridades de longo prazo para os órgãos do governo federal ligados à área de inteligência, aguarda a chancela presidencial desde 2010.

Visita à Abin

No começo do mês, Jô Moraes participou de visita à sede da Abin feita pela Comissão Mista, aprofundando os conhecimentos do colegiado sobre a estrutura dos órgãos que integram o Sistema Brasileiro de Inteligência, a diversidade da sua área de atuação e as urgentes demandas de reforço das suas instituições.

“Salta aos olhos a importância dessa estrutura que auxilia os órgãos de governo na sua tomada de decisões. A primeira observação a ser feita é o largo arco da sua atuação, que envolve 34 órgãos de 18 ministérios, tanto de áreas militares quanto de civis, como a saúde, o meio ambiente e a ciência e tecnologia”, ressaltou Jô Moraes. “As atividades de inteligência vão do acompanhamento de movimentos de fronteiras até a localização de indícios de praga criminosa numa produção agrícola ou crescimento do desmatamento, disparando o alerta para que os órgãos responsáveis tomem decisões preventivas”, exemplificou.

Mudança de conceito

De acordo com a deputada, é preciso mudar o conceito equivocado de que a atividade de inteligência é realizada para “bisbilhotar a vida alheia”. “Num mundo de grande instabilidade geopolítica, a inteligência tem de estar voltada à defesa da nossa soberania e às possíveis ameaças ao País. A cultura da inteligência ainda não foi incorporada como algo necessário para a segurança da Nação”, alertou Jô Moraes.

Os recentes eventos internacionais de grande porte no Brasil, como a Copa do Mundo de 2014 e a vinda do Papa Francisco, demonstraram, segundo a parlamentar, a importância da ação integrada dos órgãos de inteligência. “Não houve surpresas e as atividades puderam ser realizadas sem incidentes de segurança que comprometessem o Brasil. A Abin teve a oportunidade de estabelecer cooperação internacional com mais de 80 serviços de inteligência”, lembrou Jô Moraes.

Fonte:  http://concursos.correioweb.com.br/app/ ... YmbjPlVikq
 

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Re: Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)
« Responder #3 em: Novembro 05, 2015, 12:53:34 pm »
Abin defende mudança na lei que garanta preservação da identidade de agentes



O diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Wilson Trezza, defende mudanças legislativas que auxiliem o trabalho dos agentes de segurança e de inteligência do país. “Há muito tempo defendemos e pleiteamos uma legislação que garanta, ao pessoal de inteligência, a preservação de sua identidade”, afirmou.

“Por exemplo, em decorrência da Operação Satiagraha [deflagrada pela Polícia Federal] agentes operacionais foram chamados para depor na CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito] e acabaram por se expor. O mesmo ocorreu com um cidadão infiltrado [pela Abin] no crime organizado do Polígono da Maconha. Eles apareceram na televisão e, por isso, correm risco de vida. É fundamental que se preserve a identidade de nosso pessoal”, disse o diretor em entrevista exclusiva à Agência Brasil.

Responsável por produzir, de forma sigilosa, conhecimentos que subsidiem decisões da Presidência da República, a Abin tem se deparado com algumas dificuldades. Segundo Trezza, parte delas decorre da falta de uma tipificação do crime de terrorismo que inclua também atos preparatórios para esses atos. Ele também pede mais facilidades para escuta ambiental e interceptação de comunicações.

“Fizemos um comparativo entre vários países. Em algumas legislações há o chamado ‘excludente de ilicitude’. Ele permite que infiltrados da inteligência participem de ações não permitidas pela legislação. Sendo assim, caso participem, por exemplo, de movimentos como assaltos a bancos eles não serão punidos. Vale ressaltar que isso só pode ser feito quando em benefício do Estado, da sociedade e da inteligência”, destacou Trezza.

Outra sugestão do diretor é a disponibilização, para a Abin, de bens apreendidos de traficantes e contraventores. “Esses bens já são colocados à disposição de órgãos de polícia, que atuam na repressão. Por que não oferecê-los também para a Inteligência, que trabalha antes da repressão?”, questiona o diretor.

No âmbito da aquisição de equipamentos, Trezza sugere a isenção fiscal para algumas compras estratégicas da agência. “Hoje em dia a tecnologia é extremamente veloz, e a obsolescência é um processo muito rápido. Isso não custa barato e é fundamental para a atividade de inteligência. Poderíamos ter isenção fiscal para adquirir equipamentos, mas não temos. É o Estado cobrando do próprio Estado, porque eu recebo o orçamento e pago imposto sobre aquilo. Essa isenção fiscal ampliaria e tornaria mais barata a aquisição de bens voltados para a nossa atividade-fim”, disse.

As licitações também podem representar problemas para a atividade de inteligência, uma vez que tornam públicas informações que deveriam ser sigilosas. Para evitar situações como essa, ele sugere a criação de um “processo diferenciado” e à parte das demais licitações governamentais. “Isso para nossas atividades-fins, de forma justificada e com parecer jurídico”, completou.

“Se eu for comprar um sistema de segurança para a Abin e tiver de publicar um edital, no dia em que ele for divulgado eu perco a segurança. Se eu tiver de comprar um software ou um hardware, é a mesma situação: há pessoas que vão saber. Quando construímos um centro de inteligência para os Jogos Pan-Americanos de 2007, tivemos de licitar a construção. O cara que se interessa pela licitação tem de saber qual é planta, qual é a metragem, o que vai funcionar em cada área. Isso tudo vai para a licitação.”

Ele também defende a realização anual de concurso público para o recrutamento de agentes. No entanto, avalia ser arriscado limitar a atividade a essa forma de ingresso. “O único serviço de inteligência do mundo que faz recrutamento de servidores por concurso público é a Abin. Por isso, eu digo que o Brasil fez a alegria dos serviços de espionagem estrangeiros. O sonho de qualquer serviço [de espionagem], inclusive de países amigos, é colocar alguém dentro do serviço brasileiro. Com o concurso público, eles recrutam alguém academicamente bem preparado”, argumentou o diretor.

Para minimizar esse risco, a Abin faz uma investigação minuciosa sobre o histórico de vida dos aprovados em concurso, antes e durante o estágio probatório. “Não é que eu queira abolir o concurso. O que precisamos é que essa não seja a única forma de ingresso. Se eu precisar, por exemplo, de um especialista em energia nuclear, eu certamente não vou precisar dele a vida toda. Portanto não preciso de concurso para ter esse especialista. Eu poderia contratá-lo temporariamente e, depois, dispensá-lo.”

Segundo Trezza, outra possibilidade de ingresso na Abin seria, a partir dos demais concursos públicos feitos no país, identificar e assinalar os perfis que interessam à inteligência. Ele também considera importante, para o melhor desempenho da atividade de inteligência no país, a valorização de seus profissionais. “Até hoje, das atividades típicas de Estado que são essenciais, a única que não está prevista na Constituição Brasileira é a de inteligência. Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Ferroviária Federal, Defesa já são assim consideradas. No entanto, a inteligência não é. Precisamos, de fato, inserir na Constituição um capítulo que disponha sobre isso”, ressaltou.

Editor: Lílian Beraldo

Fonte: EBC
 

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Re: Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)
« Responder #4 em: Julho 20, 2016, 09:00:43 pm »
ABIN conclui as 63 avaliações de riscos previstas para a Rio 2016



A ABIN conclui os 63 Relatórios de Avaliações de Riscos voltados à Segurança dos Jogos Rio 2016. O número foi divulgado pelo diretor-geral da ABIN, Wilson Roberto Trezza, em entrevista coletiva concedida a jornalistas brasileiros e estrangeiros na última quarta-feira – 13 de julho.

A Agência difundiu o último documento da lista nesta semana, completando a meta de avaliações de riscos planejadas para o período prévio às Olimpíadas. As análises identificam possíveis ameaças a locais de competições e a instalações ligadas ao dia a dia dos Jogos: estádios, ginásios, hotéis, aeroportos, rodovias, centros de treinamento, Vila dos Atletas.

Metodologia

A metodologia ARENA (Avaliação de Riscos com Ênfase na Ameaça), desenvolvida pela ABIN, foi utilizada durante todo o processo.

Profissionais de Inteligência avaliaram as vulnerabilidades e testaram os sistemas de proteção dos locais. Fontes de ameaça foram identificadas e checklists aplicados durante visitas técnicas. Ao final, recomendações sobre como sanar eventuais falhas de segurança foram repassadas aos organizadores.

FONTE:   http://www.abin.gov.br/en/abin-conclui-as-63-avaliacoes-de-riscos-previstas-para-a-rio-2016/
 

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Re: Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)
« Responder #5 em: Julho 20, 2016, 09:03:37 pm »
Órgãos alinham estratégias para os Jogos Rio 2016

Gestores de órgãos de Inteligência, defesa e segurança pública se reuniram no Rio de Janeiro para fazer um nivelamento operacional sobre os seus planos de atuação



A cúpula dos órgãos governamentais de Inteligência, defesa e segurança pública e das entidades organizadoras dos Jogos Olímpicos Rio 2016 se reuniu na capital fluminense, na quarta e quinta-feira – 29 e 30 de junho –, para alinhar estratégias.

Dirigentes das principais entidades envolvidas com a segurança das Olimpíadas definiram ações conjuntas, acertaram cronogramas e apresentaram planos operacionais em encontros dos Comitês Executivos de Segurança Integrada (CESI) e Regional (CESIR).

Nacional

No dia 29, o CESI fez sua reunião de instalação. O Comitê será a estrutura central, em nível nacional, de tomada de decisões durante as Olimpíadas. Reunirá ministros, diretores-gerais e comandantes dos seus órgãos integrantes: ABIN, Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Justiça e Ministério da Defesa.

FONTE: http://www.abin.gov.br/en/orgaos-alinham-estrategias-para-a-rio-2016/
 

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Re: Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)
« Responder #6 em: Julho 20, 2016, 09:05:27 pm »
Decreto fixa a Política Nacional de Inteligência

Documento define parâmetros e limites para a atuação da Inteligência brasileira e estabelece diretrizes para a ação dos órgãos do SISBIN



A Política Nacional de Inteligencia (PNI) foi fixada ontem – 29 de junho – por decreto do presidente da República em exercício, Michel Temer, e já está em vigor. O documento estabelece diretrizes, limites e parâmetros à atuação da Inteligência federal, desenvolvida pela ABIN e por todos os órgãos integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN). Seu objetivo é orientar em alto nível a execução da atividade de Inteligência do país.

A PNI estabelece que o papel da Inteligência é fornecer informações oportunas, abrangentes e confiáveis às autoridades brasileiras, necessárias ao processo decisório. À Inteligência cabe acompanhar e avaliar as conjunturas internas e externas, buscando identificar fatos e situações que possam resultar em ameaças, riscos ou oportunidades aos interesses da sociedade e do Estado.

Foram elencadas pela PNI as ameaças ao Estado brasileiro que serão objeto principal de interesse da atuação da Inteligência brasileira, dentre as quais: espionagem; terrorismo; ameaça cibernética; criminalidade organizada; interferência externa; e armas de destruição em massa.

Histórico

A Política Nacional de Inteligência foi concebida conjuntamente por um grupo de representantes de oito ministérios coordenado pela ABIN. Os trabalhos foram iniciados em 2009 e a proposta conjunta recebeu aprovação do Congresso Nacional em 2010. O documento aguardava sua fixação por decreto presidencial há seis anos.

A aprovação da Política Nacional de Inteligência é uma exigência legal estabelecida pela lei que criou o SISBIN e a ABIN, seu órgão central, em 1999 (Lei 9.883, art. 5º).

“Além do cumprimento de uma exigência legal, pendente há 16 anos, a aprovação da PNI vem dotar o País de instumento que, juntamento com a Estratégia Nacional de Defesa, a Política de Defesa Nacional e a Política Extrena Brasileira, fortalece as ações preventivas de defesa dos interesses da sociedade brasileira e dá suporte ao Presidente da República e às instâncias máximas do Poder Executivo em seus processos decisórios”, comenta o diretor-geral da ABIN, Wilson Roberto Trezza.

FONTE: http://www.abin.gov.br/en/decreto-fixa-a-politica-nacional-de-inteligencia/
 

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Vitor Santos

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Re: Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)
« Responder #7 em: Julho 20, 2016, 09:07:59 pm »
ABIN atua na Inteligência da Operação Ágata 11



A 11° edição da Operação Ágata foi iniciada ontem – 13 de junho – para combater crimes na faixa de fronteira do país. A operação interagências é coordenada pelo Ministério da Defesa e conta com o apoio da ABIN na área de Inteligência.

As ações visam à repressão de crimes transnacionais como narcotráfico, contrabando e tráfico de pessoas. A Operação Ágata é realizada no Brasil desde 2011. A 11ª edição se encerra na próxima quarta-feira – 22 de junho.

Inteligência

A ABIN fornece ao Ministério da Defesa conhecimentos de Inteligência para auxiliar a execução de ações táticas e repressivas da operação. A Agência realizou levantamento prévio das necessidades de informações e acionou suas superintendências em estados de fronteira e os órgãos do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN) para a obtenção dos dados.

A Agência já produziu relatórios sobre narcotráfico, tráfico de armas, contrabando, crimes ambientais e tráfico de pessoas nas regiões abrangidas pela Ágata 11.



Operação combate ilícitos nas fronteiras do país, além de fortalecer a presença do Estado (foto: EBC/Jorge Cardoso)

FONTE: http://www.abin.gov.br/en/abin-atua-na-inteligencia-da-operacao-agata-11/
 

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Re: Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)
« Responder #8 em: Agosto 03, 2016, 07:37:47 pm »
Rio 2016 - ABIN constatou pontos vulneráveis nos pontos turísticos



Dois dos principais pontos turísticos do Rio, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, receberão, a partir da manhã desta terça-feira, um reforço na segurança com militares das Forças Armadas. A decisão foi tomada na tarde de ontem pelo comando da Coordenação Geral de Defesa de Área do Rio, responsável pela segurança dos Jogos Olímpicos.

Com a medida, o grupo se antecipou a um pedido formal que deverá ser encaminhado, nos próximos dias, pelo governador em exercício Francisco Dornelles ao presidente interino Michel Temer. O esquema de segurança inclui o Morro do Corcovado e o bondinho do Pão de Açúcar.

Os detalhes da nova operação das Forças Armadas e o total de homens a serem empregados vão ser conhecidos hoje, numa reunião no Comando Militar do Leste que terá a presença dos ministros da Defesa, Raul Jungmann; da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes; e do Gabinete Institucional, Sérgio Etchegoyen. O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, embora também seja aguardado, não confirmou sua participação. A partir desta semana, os quatro ministros devem transferir seus gabinetes de Brasília para o Rio.

A ideia é fazer um adendo à Garantia da Lei e da Ordem (GLO) — dispositivo previsto na Constituição —, assinada há três meses pelo governador do Rio e pelo presidente da República, que levou militares das Forças Armadas para o patrulhamento de ruas na Zona Sul, no Centro, no Maracanã, em Deodoro, na Barra da Tijuca, de vias expressas, de sete estações de trens e do Aeroporto Internacional Tom Jobim. Essas ações não estavam previstas no planejamento inicial da segurança da Olimpíada.

Os governos estadual e federal receberam avaliações da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) apontando pontos vulneráveis na segurança do Cristo e do bondinho do Pão de Açúcar. Decidiu-se então reforçar a vigilância nos dois pontos turísticos, para não se expor ao risco de um ataque terrorista.

A ação tem amparo na lei, que delega às Forças Armadas a “proteção daquelas estruturas que tenham ingerência direta para a realização dos eventos esportivos ou que, caso sofram algum tipo de ação, possam prejudicar a imagem do país, dos Jogos ou atingir a transmissão de imagens e dados (usinas hidrelétricas, subestações de energia elétrica, sítios de antenas de telefonia celular)”.

Equipes do Exército — que já estão cuidando do policiamento no Maracanã — ficarão responsáveis pelos acessos ao Morro do Corcovado e reforçarão o policiamento no Cristo Redentor. Já fuzileiros navais vão cuidar dos acessos ao bondinho e patrulharão o Pão de Açúcar.

A GLO delega às Forças Armadas poder de polícia em determinadas regiões do país, desde que haja autorização do presidente da República. No Rio, a iniciativa já foi usada durante as ocupações dos complexos da Penha, do Alemão e da Maré. Uma vez assinada a GLO, a região passa ao comando dos militares.

A operação de segurança para a Olimpíada e a Paralimpíada, que deve contar agora com cerca de 88 mil agentes, está sendo considerada a maior e mais complexa da história do país. Serão 47 mil homens das forças de segurança (integrantes das polícias Civil, Militar e Federal, da Força Nacional e da Defesa Civil) e 41 mil das Forças Armadas.

Militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica já estão patrulhando também as outras cidades onde acontecerão partidas de futebol durante a Olimpíada: São Paulo, Brasília, Salvador, Manaus e Belo Horizonte.

Nota DefesaNet:

http://www.defesanet.com.br/eventos/noticia/23125/Rio-2016---ABIN-constatou-pontos-vulneraveis-nos-pontos-turisticos-/
 

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Vitor Santos

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Re: Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)
« Responder #9 em: Fevereiro 11, 2017, 07:02:52 pm »
ABIN instala quatro novas adidâncias

Agência abre representações na África do Sul, Estados Unidos, França e Paraguai



Citar
A ABIN instalou quatro novas adidâncias no fim de janeiro – África do Sul, Estados Unidos, França e Paraguai – e passou a contar com representações em sete países de três continentes. A Agência já estava estabelecida na Argentina, Colômbia e Venezuela.

As representações estão instaladas nas capitais de cada nação. Os postos são ocupados por oficiais de Inteligência de carreira da ABIN, que exercem a função de adido civil de Inteligência.

Entre as funções do cargo está fazer o intercâmbio de informações com os serviços de Inteligência locais e assessorar os embaixadores brasileiros. Os adidos têm como temas de acompanhamento, por exemplo, o terrorismo, a migração ilegal, a contrainteligência, a segurança cibernética e o tráfico armas, drogas e pessoas.

FONTE:  http://www.abin.gov.br/abin-instala-quatro-novas-adidancias/
 

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Lusitano89

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Re: Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)
« Responder #10 em: Janeiro 09, 2018, 03:50:45 pm »
 

 

"Imparcialidade" midia brasileira no Refendo

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Reunião da Aviação de Caça (Força Aérea Brasileira)

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por Cabeça de Martelo
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Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial

Iniciado por Vitor SantosQuadro Conflitos do Passado e História Militar

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Última mensagem Abril 20, 2018, 03:40:48 pm
por Vitor Santos