Novo blindado 4x4

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acpool

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« Responder #45 em: Outubro 13, 2007, 06:52:11 pm »
UMM, sempre foi um veiculo que nos últimos anos sempre foi mal visto, este não evoluiu, actualmente o UMM é o veiculo do desenrasca nas FA, possivelmente por estar muito velho e as suas grandes limitações. A maioria dos que gosta do UMM é um pouco por nostalgia que proporciona.

Portugal já é possuidor de alguns Humvee, mas o parece que não sabe o que fazer com eles idêntico aos Toyota  que se encontram parados nos armazéns, e que unidades  têm flata de jeeps para se movimentarem

A nível de viatura blindadas teoricamente já não haverá a necessidade, já que temos em construção do Pandur.

Pode-se então pensar numa viatura de transporte multi-funcional, que não sejam limitadas a nível de emprego, e que não seja Americana, ai sim tenho uma opinião, que é baseada de quem constrói material militar por necessidade é quem percebe do assunto, é o exemplo de Israel que está em conflito a vários anos, por isso vai a minha opinião

KADDB Desert Iris

http://www.bellum.nu/armoury/KADDBDI.html

AL Thalab

http://www.adrianstomcat.co.uk/Al-Thalab.htm
Mas como sempre isto é uma questão de dinheiro e necessidade.

Cumprimentos
 

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zocuni

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????
« Responder #46 em: Outubro 13, 2007, 07:13:52 pm »
Mas ainda se fabricam UMM? nx2l1

Abraços,
zocuni

"Este governo não cairá porque não é um edifício,sairá com benzina porque é uma nódoa"Eça de Queirós
 

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zecouves

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Re: ????
« Responder #47 em: Outubro 13, 2007, 07:29:00 pm »
Citação de: "zocuni"
Mas ainda se fabricam UMM? nx2l1

Abraços,


Nope!
 

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acpool

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(sem assunto)
« Responder #48 em: Outubro 13, 2007, 07:54:13 pm »
Os umm aida são fabicados pelo menos para o meio civil
A produção do umm começa nma empresa metalúrgica e automobilística portuguesa fundada em 1977 para fabricar jipes 4x4 para a agricultura, indústria e serviços. O último modelo foi lançado em 2000 o UMM Alter II com varias modificações e com introdução de peças de outros países como motor da pegeout, em que nesta altura foi adoptada uma filosofia de fabrico por encomenda, inclusive para clientes particulares.
Conhecimento da aquisição de umm para o exercito foi na altura dos problemas em Timor 2001, em que foram enviadas algumas unidades para lá. Mas se houver alguém com conhecimento exacto do caso peco que o complete.


 

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pedro

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« Responder #49 em: Outubro 13, 2007, 08:06:43 pm »
O melhor era fazer um UMM versao seculo 21 e depois fazer uma versao militar mas nao ha dinheiro. :roll:
Cumprimentos
 

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Nuno Calhau

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« Responder #50 em: Outubro 13, 2007, 08:56:27 pm »
Claro que sim!
Olhem o exemplo dos Defender!
Uma evolulção contínua, desde o MKI, até agora ao ultimo modelo.
Com o UMM passaria-se a mesma coisa, tinha de se melhorar o menos bom.
O conceito base já existe, como tal, porque não aproveitar?

Um Abraço.
 

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pedro

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« Responder #51 em: Outubro 13, 2007, 09:01:26 pm »
O UMM e robusto e tem uma boa tracao 4x4 Agora e muito dificil de conducir pois nesse sentido e que se poderia mudar algo.
Cumprimentos :wink:
 

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markilhas

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« Responder #52 em: Outubro 14, 2007, 09:12:02 am »
mas ai e que esta um segredo que poucos conheciam, e actualmente um senhor possui..
a evoluçao alter 3 que em nada tem de igual aos umm que ainda se vem por ai e datam na matricula 80' como o caso do meu cournil que o tenho preparado pra trial e de 81 e nunca me deixou mal(aparte) agora essa evoluçao tinha todos requesitos pra meter os toyotas no bolso, talvez nao em termos de motor pois e  grande vatagem dos toyotas que temos mas nor esto certamente estava na frente , uma evoluçao dos anos 91.
em relaçao a teatros como o afeganistao, os belgas e os franceses dentro do campo andam com jipes que mais parecem caixas podres com rodas, e claro eu nao falo no jipe mas na marca umm que tinha capacidade pra criar maquinas especificas pra este cenario..quem se lembra das berlies tramagal?? ainda a uns dias vi aqui dentro do camp wharehouse os franceses a conduzir uma...deixo aqui um link pra admirarem um sonho que podia ter sido realizado, nao fosse uma questao de idiotices que acabaram com esta grande marca nacional..
http://forumm.forumco.com/topic~TOPIC_I ... page~1.asp
ah e mesmo dentro deste forum
http://www.forumdefesa.com/forum/viewto ... 8941b14749
abraço a todos
green barets
 

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TaGOs

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« Responder #53 em: Novembro 22, 2007, 02:11:25 pm »
Ainda não se sabe de nada?
 

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nelson38899

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« Responder #54 em: Fevereiro 25, 2008, 09:01:50 am »
Citar
O Exército está a viver um problema grave de operacionalidade devido à falta de viaturas blindadas ligeiras. Dos 100 a 150 veículos que seriam necessários para equipar os militares que estão destacados em várias partes do Mundo apenas 21 estão operacionais.

A possibilidade de lançamento de um concurso para aquisição das viaturas está, pelo menos para já, posta de parte e nem sequer a hipótese de adjudicação directa de uma parte das viaturas tem resposta do Ministério da Defesa.

Em causa está a aquisição de viaturas tipo HUMMVEE, uma necessidade sentida pelos três ramos das Forças Armadas, mas em particular pelo Exército, pelo menos desde meados 2005, aquando do envio de forças para o Afeganistão. A falta de blindados deste tipo obrigou Portugal, na altura, a pedir viaturas emprestadas a Espanha sem o que o deslocamento da força seria impossível. Só que, desde então, nada mais foi feito para minorar o problema.

O total de veículos do tipo em serviço no Exército é de 24 viaturas blindadas, mas três delas ainda estão à espera de ordem para reparação, face às baixas ocorridas no Afeganistão, o que significa que a operação decorre no fio da navalha, uma vez que não há viaturas em reserva para substituir as baixas.

Confrontado pelo JN, o Estado Maior do Exército manifesta-se preocupado pelo não andamento do processo de aquisição, uma vez que "são viaturas destinadas a aumentar a protecção dos militares, uma questão para nós fundamental". Quanto ao Ministério da Defesa, não deu qualquer resposta.

Aquando do início da missão no Afeganistão, o Exército conseguiu verba para adaptar kits de blindagem aos 24 HUMMVEE em serviço, o que permitiu já no início de 2006 devolver os veículos pedidos a Espanha. Previa-se ainda conseguir a adjudicação directa de mais 17, para aumentar a prontidão e para efeitos de reserva e instrução.

O processo acabou por ficar na Direcção-Geral de Armamento e Equipamento (DGAE), que convenceu a tutela que era financeiramente mais vantajoso lançar um concurso. Porém, chegados a 2008 nem um nem outro processo avançou, três anos depois de pela primeira vez o problema ter sido equacionado.

Solução de improviso


Tal como muitas outros equipamentos, os HUMMVEE chegaram a Portugal não como resultado de planeamento mas como solução de emergência aquando do início da missão em Timor-Leste. Os veículos foram depois deslocados para o Kosovo, sem blindagem, que não era necessária em Timor, apesar de o risco aqui ser maior e a possibilidade de ataque com armas de maior calibre ser superior. Só aquando da missão no Afeganistão o problema da blindagem voltou a ser colocado, levando à aquisiçção apressada dos respectivos kits. A intervenção no Afeganistão irá terminar no próximo Verão, o que vai libertar os 24 HUMMVEE em serviço. Porém, as viaturas são apenas as suficientes para equipar uma companhia, quando o conceito estratégico militar obriga a que o país tenha capacidade de suportar três teatros de operações em simultâneo no escalão batalhão. Os veículos deste género são também uma necessidade no Kosovo e no Líbano, onde Portugal tem também presença militar, mas se nenhuma aquisição for feita fica comprometida a protecção conveniente dos militares.

Uso na OTAN


Utilização

Os veículos do tipo HUMMVEE são de uso comum nos países da OTAN desde 2000. Portugal é a excepção.



Blindagem

Podem ou não ser operadas como blindados ligeiros, através da instalação de um kit.



Pesados

Estes veículos são diferentes dos Pandur, já adquiridos.

fonte www.jn.pt
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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lurker

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« Responder #55 em: Fevereiro 25, 2008, 11:41:51 am »
Deixem o UMM descansar em paz, por favor.

Os veiculos blindados ligeiros que o exército procura não são todo-o-terreno, vulgo jipes, civis nem derivados.
São veiculos 4x4 desenhados para oferecer o máximo de protecção, capazes de suportar blindagem e com um motor capaz de funcionar com combustivel de má qualidade, entre outros requesitos.



E em off-topic, comparar o UMM ao Defender só pode ser feito superficialmente.
O LandRover Defender vende ~25000 unidades por ano e beneficia da partilha de custos com os outros modelos da LandRover.
A UMM não poderia sobreviver só de fabricar jipes para as F.A.
 

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Lightning

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« Responder #56 em: Fevereiro 25, 2008, 06:44:37 pm »
Citação de: "nelson38899"
quando o conceito estratégico militar obriga a que o país tenha capacidade de suportar três teatros de operações em simultâneo no escalão batalhão.


Então não percebo porque é que quando apareceu a missão em Timor tivemos que retirar do Kosovo :lol:
 

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tyr

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« Responder #57 em: Fevereiro 25, 2008, 11:27:20 pm »
Uma coisa posso dizer, como viatura tatica ligeira (não blindada) em aplicações militares, a que demonstrou melhor desempenho foi o UMM cornilho, é robusto, não fica em quase lado ninhum e se tiver um problema normalmente consegue se resolver com um pouco de fita isoladora ou arame. Em contraste o Toyota não vale nada pois falha em tudo o que o cornilho é bom (é um bom jeep civil, mas a nivel militar deixa muito a desejar), o Umm Alter é mais moderno e ménos robusto que o Cornilho e ja tive um caso de um arranque repentino (acho que foi o turbo) numa dexida (felizmente ninguem se aleijou) o defender, não posso falar muito pois nunca o utilizei fora de estradas.

Relativamente a uma viatura nova, espero que seja conforme as especificações MRAP americanas, mas se tal acontecer em principio só deverão equipar as FND e possivelmente as equipas EOD. Não estou a ver o estado a gastar dinheiro em coisas carisimas que têm uma função demasiado restrinjida a um certo tipo de TO.
A morte só é terrivel para quem a teme!!
 

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lurker

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« Responder #58 em: Fevereiro 26, 2008, 12:16:41 am »
tyr,
em principio a viatura não será alocada a nenhumas unidades das F.A. mas sim colocada numa "pool" comum aos três ramos e atribuida às unidades conforme as necessidades das missões.

Está planeada a aquisição de 105 ou 106 viaturas, o que deve chegar (à rasca) para as necessidades de missões de manutenção de paz na escala em que actualmente estamos envolvidos.
 

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zecouves

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« Responder #59 em: Fevereiro 26, 2008, 04:03:39 pm »
Citação de: "Lightning"
Citação de: "nelson38899"
quando o conceito estratégico militar obriga a que o país tenha capacidade de suportar três teatros de operações em simultâneo no escalão batalhão.

Então não percebo porque é que quando apareceu a missão em Timor tivemos que retirar do Kosovo :lol:


Porque o CEM que o Lightning refere é posterior a 2000.
 

 

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