Economia do Brasil

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mafets

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Re: Economia do Brasil
« Responder #60 em: Dezembro 30, 2015, 04:25:56 pm »
http://www.economist.com/news/briefing/21684778-former-star-emerging-world-faces-lost-decade-irredeemable?fsrc=scn/fb/te/pe/ed/brazilscrisis
Citar
THE longest recession in a century; the biggest bribery scandal in history; the most unpopular leader in living memory. These are not the sort of records Brazil was hoping to set in 2016, the year in which Rio de Janeiro hosts South America’s first-ever Olympic games. When the games were awarded to Brazil in 2009 Luiz Inácio Lula da Silva, then president and in his pomp, pointed proudly to the ease with which a booming Brazil had weathered the global financial crisis. Now Lula’s handpicked successor, Dilma Rousseff, who began her second term in January 2015, presides over an unprecedented roster of calamities.

By the end of 2016 Brazil’s economy may be 8% smaller than it was in the first quarter of 2014, when it last saw growth; GDP per person could be down by a fifth since its peak in 2010, which is not as bad as the situation in Greece, but not far off. Two ratings agencies have demoted Brazilian debt to junk status. Joaquim Levy, who was appointed as finance minister last January with a mandate to cut the deficit, quit in December. Any country where it is hard to tell the difference between the inflation rate—which has edged into double digits—and the president’s approval rating—currently 12%, having dipped into single figures—has serious problems.


Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Re: Economia do Brasil
« Responder #61 em: Janeiro 05, 2016, 04:47:25 pm »
http://www.economist.com/news/leaders/21684779-disaster-looms-latin-americas-biggest-economy-brazils-fall?fsrc=scn/fb/te/pe/ed/brazilsfall
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AT THE start of 2016 Brazil should be in an exuberant mood. Rio de Janeiro is to host South America’s first Olympic games in August, giving Brazilians a chance to embark on what they do best: throwing a really spectacular party. Instead, Brazil faces political and economic disaster.

On December 16th Fitch became the second of the three big credit-rating agencies to downgrade Brazil’s debt to junk status. Days later Joaquim Levy, the finance minister appointed by the president, Dilma Rousseff, to stabilise the public finances, quit in despair after less than a year in the job. Brazil’s economy is predicted to shrink by 2.5-3% in 2016, not much less than it did in 2015. Even oil-rich, sanction-racked Russia stands to do better. At the same time, Brazil’s governing coalition has been discredited by a gargantuan bribery scandal surrounding Petrobras, a state-controlled oil company. And Ms Rousseff, accused of hiding the size of the budget deficit, faces impeachment proceedings in Congress


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Re: Economia do Brasil
« Responder #62 em: Janeiro 27, 2016, 11:11:47 am »
http://www.naval.com.br/blog/2016/01/26/preco-baixo-do-petroleo-inviabiliza-o-pre-sal/
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A cotação em torno de US$ 30 por barril inviabiliza investimentos em novos projetos para extrair petróleo em alto mar, incluindo o pré-sal brasileiro, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE). Os preços atuais também tornam arriscada a realização de leilões para abrir frentes de exploração “offshore” no futuro imediato, mas a tendência é de recuperação e a cotação deve voltar ao patamar de US$ 80 até 2020, diz o diretor-executivo da AIE, Fatih Birol.

Ao Valor, Birol disse que se os preços se mantiverem na casa de US$ 30, o PIB de países do Oriente Médio, como a Arábia Saudita, pode cair até 20% e o da Rússia cerca de 10% em 2016. Projetos que estavam na prateleira em nações consumidoras, como o desenvolvimento de óleo e gás não convencional nos Estados Unidos, correm sério risco de paralisação.
Só boas notícias... ::) :o


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Re: Economia do Brasil
« Responder #63 em: Fevereiro 05, 2016, 11:51:02 pm »
https://espresso.economist.com/4e222482a7c2c1230a745b96138d0c6d?fsrc=scn%2Fesp%2Ffb
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Breaking off: Brazil’s distracted rulers




Congressmen return to work today after their Christmas break. Like most Brazilians, they won’t get much done until Carnival ends on February 10th. They can scarcely afford another week’s holiday. The economy is tanking, joblessness is up, yet inflation refuses to dip below 10%. Public finances are in tatters: the budget deficit exceeded one-tenth of GDP in December. To close it, and boost confidence, Congress must approve urgent spending cuts and tax rises—which the embattled president, Dilma Rousseff, will call for in her annual letter to the assembly. Legislators will listen, possibly even nod. But their minds will wander: in the coming months they must decide whether to impeach Ms Rousseff over dodgy accounting practices, boot out the lower-house speaker over corruption allegations (which he denies), and strip a senior senator of his seat following his arrest in a bribery probe last November. Reforms can wait; samba can’t.

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Re: Economia do Brasil
« Responder #64 em: Fevereiro 23, 2016, 08:03:14 pm »
Goldman Sachs diz que o Brasil caminha para a falência a médio prazo


O economista-chefe para a América Latina do Goldman Sachs disse hoje que o Brasil pode estar a caminho da falência a médio prazo, no final de três dias de reuniões no país com investidores, analistas e autoridades.

"Há uma perceção crescente entre os investidores locais e os analistas de que o Brasil está numa trajetória que pode acabar por levar a uma insolvência orçamental a médio prazo", disse Alberto Ramos, numa nota de análise divulgada depois de uma visita de três dias ao Brasil, na qual visitou o Ministério das Finanças, o banco central, o Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) e a petrolífera Petrobras.

Na nota do Goldman Sachs, Alberto Ramos acrescenta que "a principal preocupação é que as autoridades ainda não mostraram nem vontade nem força política para lidar de forma eficaz com estes desafios crescentes".

O sentimento no Brasil continua claramente negativo e a perceção é que as coisas ainda vão ficar piores antes de ficarem melhores, acrescentou o diretor do departamento de pesquisa para a América Latina no gigante financeiro Goldman Sachs, citado pela agência financeira Bloomberg.

Hoje, a moeda brasileira caiu novamente face ao dólar, e o Goldman Sachs prevê que o real perca mais 10% do seu valor até ao final deste ano, valendo 4,4 reais por dólar.

O real é, de resto, a moeda com o pior desempenho nos últimos 12 meses, tendo perdido 28% num contexto de recessão que deve rondar os 4% neste e no último ano, e com a inflação e a taxa de desemprego acima dos 10%.

DN
 

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Re: Economia do Brasil
« Responder #65 em: Agosto 10, 2016, 01:38:42 pm »
 

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perdadetempo

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Re: Economia do Brasil
« Responder #66 em: Dezembro 15, 2016, 09:40:49 pm »
Os problemas da Transnordestina:

Citar
Railway to nowhere shows Brazil's infrastructure woes
Plants grow on the Ferrovia do Nordeste section of the Transnordestina railway track in Missao Velha, Ceara state, Brazil, October 25, 2016. Picture taken October 25, 2016. REUTERS/Ueslei Marcelino

By Leonardo Goy | SALGUEIRO, Brazil

The rusting tracks of Brazil's Transnordestina railway peter out and give way to a dirt trail in a remote corner of the country's arid northeast, far from the ports or farms it was meant to serve.

No trains run on these tracks and the cleared path for one of Brazil’s most ambitious infrastructure projects is used only by local cars, and the odd stray cow.

It was due to be delivered next month, but after 10 years of construction and 6 billion reais ($1.76 billion) of mostly public investment, the 1,700-km project is only half complete.

As a new center-right government seeks billions of dollars in private investment for airports, roads and railways, the Transnordestina highlights the challenge of resolving Brazil's massive infrastructure problems, especially now that the worst recession in decades has battered its ability to finance public works.

The railroad's future is in doubt as the new government is wary of sinking billions of reais more into a venture unlikely to offer a return on investment.

That reluctance could be the death knell for a generation of grand projects meant to drive development, including an east-west railway in Bahia state and an oil refinery in Rio de Janeiro state that hemorrhaged public funds for years without ever being finished.

"This was meant to bring cheap fuel and jobs for the population," said farmer Francisco Emiliano, a 58-year-old father of seven, who lives beside the railway line here. "Everything has stopped. A lot of people are unemployed now."

Emiliano watches over his cattle from a small hut beside where ex-President Luiz Inacio Lula da Silva launched construction a decade ago, pledging the railroad would end the region's endemic poverty.

On Tuesday, the government pledged 430 million reais to restart work on the line. That money is unlikely to go far, but wins time for a Cabinet wrestling with whether to support or scrap a project in which public institutions are so heavily invested.

The railway has always been politically divisive. Left-leaning supporters have argued it can help develop a region ignored by private investors, while free market proponents say demand from businesses never warranted a railway of its size.

All, however, agree the execution so far has been flawed.

Amid accusations of poor design and financial mismanagement, the government is considering negotiating the concession's return from its operator TLSA - controlled by Brazilian steelmaker Cia Siderurgica Nacional SA - so it can be re-tendered, four sources said.

TLSA, in a statement, said building stopped due to delayed public payments. With fresh funds, the consortium said it could have 6,500 people working the line within six months.

Just 800 people are now working on the railway, down from 11,000 in 2010.

The Transnordestina was designed to carry commodities like soy, corn, iron ore and gypsum from the remote northern state of Piaui north to the port of Pecem and east to the port of Suape, and from there be shipped to China, Brazil's main export market.

Its collapse would be a huge blow for these communities, forcing businesses to continue using poor roads to transport goods.

For Renato Pavan, president of infrastructure consultancy Macrologística, it is a lesson in the perils of state-led development.

"The Transnordestina was thought along the lines of 'Let's build a railway and the economy will adapt,'" said Pavan. "But it doesn't work like that."
Continua...................

https://widerimage.reuters.com/story/brazils-railway-to-nowhere

E uma explicação académica para o sucedido

http://www.icpublicpolicy.org/conference/file/reponse/1433991693.pdf
 

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Re: Economia do Brasil
« Responder #67 em: Dezembro 18, 2016, 10:58:47 pm »
Pareceu-me interessante: http://www.debatesculturais.com.br/quem-acabou-com-o-nosso-pau-brasil-2/
Citar
Contrariamente ao que muita gente pensa, não foram os portugueses que praticamente extinguiram o pau-brasil da nossa mata atlântica. Nem foram eles que praticamente extinguiram essa mata. Os portugueses sempre tiveram uma preocupação preservacionista muito grande, com relação à natureza do Brasil. Foram, nessa matéria, verdadeiros precursores do moderno ambientalismo, numa época em que ninguém, absolutamente ninguém, tinha essa preocupação.

Os franceses levavam o pau-brasil, pagavam aos índios no sistema clássico dos espelhinhos e lantejoulas e voltavam para sua terra sem maiores preocupações ou escrúpulos de consciência.

Os portugueses, entretanto, agiam de forma bem diversa. Transcrevo trecho muito elucidativo a respeito, de artigo publicado no jornal “O Estado de S. Paulo” de 17-1-2007, pelo Prof. Evaristo Eduardo de Miranda, doutor em Ecologia e chefe geral da Embrapa Monitoramento por Satélite: “Na maioria dos países, a defesa da natureza é fenômeno recente. No Brasil, vem de longa data. Desde o Século XVI, as Ordenações Manuelinas e Filipinas estabeleceram regras e limites para exploração de terras, águas e vegetação. Havia listas de árvores reais, protegidas por lei, o que deu origem à expressão madeira-de-lei. O Regimento do Pau Brasil, de 1600, estabeleceu o direito de uso sobre as árvores e não sobre as terras. As áreas consideradas reservas florestais da Coroa, não podiam ser destinadas à agricultura. Essa legislação garantiu a manutenção e a exploração sustentável das florestas de pau-brasil até 1875, quando entrou no mercado a anilina. Ao contrário do que muitos pensam e propagam, a exploração racional do pau-brasil manteve boa parte da Mata Atlântica até o final do Século XIX e não foi a causa do seu desmatamento, fato bem posterior”.

Numa conferência a que assisti, no Rio de Janeiro, o Prof. Miranda esclareceu que, quando o pau-brasil deixou de ser explorado, em 1875, com certeza havia mais árvores de pau-brasil em nosso território do que em 1500, porque se plantara mais do que se abatera.

Sei que essa idéia surpreende, porque vai na contra-mão do que todos imaginam e repetem, mas essa é a realidade.

No mesmo estudo, Miranda aponta outros documentos legais portugueses que revelam a preocupação ambiental. Em 1760, por exemplo, um alvará do rei D. José I procurou proteger os manguezais. Ainda no século XVIII, em 1797, várias cartas-régias do Príncipe Regente D. João (depois, rei D. João VI) consolidaram leis ambientais referentes às matas da costa. Foram, ainda, instituídos os Juízes Conservadores, encarregados de julgar e aplicar as penas em casos de atentados à vegetação. Eram severas as penas aplicadas aos infratores: multa, prisão, degredo e até, em caso de incêndios dolosos de florestas, pena de morte. Foi, ainda, promulgado um Regimento de Cortes de Madeira. No Império, a monarquia brasileira manteve essa mesma política preservacionista, conforme documenta Miranda em seu artigo, sustentando documentadamente que a política florestal adotada pelos Reis de Portugal e pelos Imperadores do Brasil conseguiu preservar a cobertura vegetal brasileira até à proclamação da República. Foi já no atual regime, mais precisamente ao longo do século XX, que se deu o triste fenômeno do desmatamento.

Vejo, com pasmo, a desinibição com que norte-americanos e europeus falam da nossa Amazônia como “patrimônio mundial”… Logo eles, que devastaram suas próprias florestas enquanto nós preservávamos muito das nossas! A esse respeito, passo novamente a palavra ao Prof. Miranda: “Há oito mil anos o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais. Hoje, o país detém 28,3%. Dos 64 milhões de km2 de florestas existentes antes da expansão demográfica e tecnológica dos humanos, restam menos de 15,5 milhões, cerca de 24%. Mais de 75% das florestas primárias já desapareceram. Com exceção de parte das Américas, todos continentes desmataram, e muito, segundo estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais. A Europa, sem a Rússia, detinha mais de 7% das florestas do planeta e hoje tem apenas 0,1%. A África possuía quase 11% e agora tem 3,4%. A Ásia já deteve quase um quarto das florestas mundiais (23,6%), agora possui 5,5% e segue desmatando. No sentido inverso, a América do Sul que detinha 18,2% das florestas, agora detém 41,4% e o grande responsável por esses remanescentes, cuja representatividade cresce ano a ano, é o Brasil”.

Assim sendo, apesar da devastação que nós próprios fizemos ao longo do século XX, o Brasil ainda pode ser considerado um bom exemplo mundial em matéria de preservação. Justamente o Brasil, agora tão acusado pelos verdadeiros campeões do desmatamento!

Quis recolher aqui essas informações porque são pouco divulgadas e têm o maior interesse. Recomendo vivamente que se leia na íntegra o próprio texto de Miranda, muito atual, aliás, neste momento em que nossa Amazônia é cobiçada por estrangeiros.

Fonte: “PAZ”


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Re: Economia do Brasil
« Responder #68 em: Janeiro 13, 2017, 09:39:35 am »
http://www.aereo.jor.br/2017/01/12/2017-orcamento-da-defesa-do-brasil/
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O governo federal aprovou na última quarta-feira, 11, a Lei Orçamentária de 2017. O texto, sancionado pelo presidente em exercício Rodrigo Maia, prevê um repasse de mais de R$ 94 bilhões para o Ministério da Defesa. Deste montante, mais de 73% será destinado para gastos com pessoal e encargos sociais.

GASTOS COM PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS
De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Defesa, os gastos previstos com pessoal e encargos sociais são de mais de R$ 69 bilhões, contra R$ 61 bilhões de 2016. A fatia correspondente do orçamento geral, no entanto, diminuiu de 74,6% em 2016 para 73,8% neste ano.

INVESTIMENTOS
Ainda segundo dados do MD, a pasta recebeu um incremento de 40,8% no orçamento de 2017 para investimento no PAC da Defesa, em comparação com o valor repassado no ano passado. O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) contempla os projetos estratégicos das três Forças: Marinha, Exército e Aeronáutica.

ADMINISTRAÇÃO CENTRAL
Os projetos a cargo da Administração Central do MD receberão um repasse de mais R$ 545 milhões. Trata-se de empreendimentos que atendem aos interesses das três Forças. O H-X BR prevê a aquisição de 50 helicópteros de transporte EC-725 para uso da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. O EC-725 realiza missões de transporte tático, de tropas, de cargas, reabastecimento em voo, busca e salvamento, combate e esclarecimento e proteção de superfície marítima. Além disso, o helicóptero é considerado fundamental para prestar apoio em calamidades públicas, como resgate e transporte em enchentes.




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Re: Economia do Brasil
« Responder #69 em: Fevereiro 17, 2017, 03:45:45 pm »
Cidade Olímpica do Rio ao abandono


 

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Re: Economia do Brasil
« Responder #70 em: Julho 14, 2017, 05:07:13 pm »
FMI prevê fim da recessão no Brasil


 

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Re: Economia do Brasil
« Responder #71 em: Julho 23, 2017, 06:00:14 pm »
 

 

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