Israel lança ofensiva em Gaza

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legionario

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« Responder #60 em: Janeiro 07, 2009, 04:23:16 pm »
A populaçao judia de Israel é oriunda na sua maior parte da diaspora que desde os finais do seculo XIX (e o advento do Sionismo) emigraram para a Terra Prometida começando a comprar terras aos arabes e a instalar-se na regiao.

Logo a seguir à segunda guerra mundial, a Palestina que estava sob protectorado inglês foi literalmente tomada de assalto pelos judeus europeus que aproveitaram o holocausto para impor ao mundo um estado de Israel "de facto" e isto em detrimento das populaçoes arabes que foram massacradas e expulsas das terras que ocupavam à geraçoes.

Os ingleses  tentaram opor-se sem sucesso a esta investida dos judeus sobre a Palestina ; foi nesta altura que foram utilizados pela primeira vez (pelos judeus contra os ingleses e contra os arabes)  algumas das "técnicas terroristas" modernas que , como poucos sabem, foram inventadas por Israel ( atentado à bomba no Hotel Rei David, bombas em sitios publicos como mercados, mesquitas e autocarros, correio armadilhado, massacres de DEIR YASSIN, TANTURA, DAWAYMETH, etc), ficaram famosos desde esta altura a Haganah (actual Tsahal)  e o Mossad que se distinguiram nos progroms contra os arabes cristaos e muçulmanos e no assassinato de notaveis como Folke Bernadotte, mediador da ONU ou Lord Mayne, ministro plenipotenciario inglês...
     
          « Aucun doute n’est possible : de nombreuses atrocités de nature sexuelle ont été perpétrées par les agresseurs juifs. Beaucoup de jeunes filles arabes ont été violées, puis égorgées. Des femmes âgée ont été, par ailleurs, molestées. »
Le Général Richard Catling, vice-inspecteur de l’armée britannique, après avoir interrogé plusieurs survivantes (in The Palestinian Catastrophe, par Michael Palumbo, 1987).


Foi neste clima que foi criado o estado de Israel através duma açao de invasao, massacres e forçando ao exilio as populaçoes muçulmanas e cristas que ai viviam.  Ha pois razoes de sobra para os ressentimentos dos arabes contra os judeus.
Podemos muito bem achar que meia duzia de roquetes (quase inofensivos) justificam uma tal demonstraçao de força por parte de Israel, mas os Palestinianos continuarao a ter razao, pois lutam pela sua terra e havera sempre um palestino algures para gritar alto e forte que a Palestina é  a sua patria, porque assim sao educados desde o berço pelos progenitores... Como é que se luta contra isto ?
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cromwell

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« Responder #61 em: Janeiro 07, 2009, 04:35:22 pm »
Citação de: "legionario"
A populaçao judia de Israel é oriunda na sua maior parte da diaspora que desde os finais do seculo XIX (e o advento do Sionismo) emigraram para a Terra Prometida começando a comprar terras aos arabes e a instalar-se na regiao.

Logo a seguir à segunda guerra mundial, a Palestina que estava sob protectorado inglês foi literalmente tomada de assalto pelos judeus europeus que aproveitaram o holocausto para impor ao mundo um estado de Israel "de facto" e isto em detrimento das populaçoes arabes que foram massacradas e expulsas das terras que ocupavam à geraçoes.

Os ingleses  tentaram opor-se sem sucesso a esta investida dos judeus sobre a Palestina ; foi nesta altura que foram utilizados pela primeira vez (pelos judeus contra os ingleses e contra os arabes)  algumas das "técnicas terroristas" modernas que , como poucos sabem, foram inventadas por Israel ( atentado à bomba no Hotel Rei David, bombas em sitios publicos como mercados, mesquitas e autocarros, correio armadilhado, massacres de DEIR YASSIN, TANTURA, DAWAYMETH, etc), ficaram famosos desde esta altura a Haganah (actual Tsahal)  e o Mossad que se distinguiram nos progroms contra os arabes cristaos e muçulmanos e no assassinato de notaveis como Folke Bernadotte, mediador da ONU ou Lord Mayne, ministro plenipotenciario inglês...
     
          « Aucun doute n’est possible : de nombreuses atrocités de nature sexuelle ont été perpétrées par les agresseurs juifs. Beaucoup de jeunes filles arabes ont été violées, puis égorgées. Des femmes âgée ont été, par ailleurs, molestées. »
Le Général Richard Catling, vice-inspecteur de l’armée britannique, après avoir interrogé plusieurs survivantes (in The Palestinian Catastrophe, par Michael Palumbo, 1987).


Foi neste clima que foi criado o estado de Israel através duma açao de invasao, massacres e forçando ao exilio as populaçoes muçulmanas e cristas que ai viviam.  Ha pois razoes de sobra para os ressentimentos dos arabes contra os judeus.
Podemos muito bem achar que meia duzia de roquetes (quase inofensivos) justificam uma tal demonstraçao de força por parte de Israel, mas os Palestinianos continuarao a ter razao, pois lutam pela sua terra e havera sempre um palestino algures para gritar alto e forte que a Palestina é  a sua patria, porque assim sao educados desde o berço pelos progenitores... Como é que se luta contra isto ?


Realmente, senhor legionário, você tem um sentido de contradição gigantesco. :shock:
Acha que a união ibérica é boa para portugal, que quem é que são os bonzinhos nesta guerra é o Hamas e os palestinianos que os ajudam.
O que é que você vai dizer a seguir?
Que foi bom a Russia invadir a Georgia?
"A Patria não caiu, a Pátria não cairá!"- Cromwell, membro do ForumDefesa
 

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legionario

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« Responder #62 em: Janeiro 07, 2009, 05:28:50 pm »
Cromowell : és um tontinho ! :):)
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Scarto

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« Responder #63 em: Janeiro 07, 2009, 05:48:50 pm »
Por vezes não concordo com algumas ideias do Papatango,mas neste caso tem razão.Verifiquem a história antiga de forma séria e vão ver que,se existe povo que tem direito à tal terra é o povo judeu.

As pessoas têm a péssima tendencia(viva o jornalismo e afins) de só pensarem em Israel,devido à WW2.Coisa mais errada,mas pronto,por mais que se tente explicar,eles são sempre os maus.

P.S-Legionário,dizer que são rockets practicamente inofensivos é no minimo caricato.Veja os efeitos que os rockets provocam nas casa,e depois pense outra vez.E dizer que são inofensivos porque não têm sistema direccional não serve de desculpa,só os torna mais perigosos.
 

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André

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« Responder #64 em: Janeiro 07, 2009, 05:54:04 pm »
Deixa-lá Legionário, eu explico, todos os paises sem ser Israel, EUA e restantes aliados não podem entrar em guerra com outro pais, mas se for preferencialmente a Rússia, Castela, França, Alemanha e talvez a China tá tudo bem, não se passa nada, é tudo gente bonzinha, santa e civilizada mas se for os States ou Israel aí é que cai o Carmo e a Trindade para ele, é o tadinhos do Hamas, tadinhos dos Aytollah, tadinhos da Al-Qaeda, tadinhos do Hezbollah e Mauzões dos Yankees, Mauzões dos Israelitas etc etc ... Espero ter te esclarecido e cumprimentos caro Cromwell  :lol:  :wink:
« Última modificação: Janeiro 07, 2009, 06:03:16 pm por André »

 

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legionario

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« Responder #65 em: Janeiro 07, 2009, 06:00:07 pm »
Mas os judeus têm direito àquela terra porquê ? O argumento que os sionistas avançam é que a Palestina é a terra onde "corre o leite e mel", terra prometida por Deus ao Povo Eleito ! E a unica conservatoria de registo predial que têm os judeus sao os textos antigos que eles proprios escreveram e que em caso algum fazem prova de propriedade sobre as terras da Palestina. Permitam-me que duvide que Deus tenha prometido o que quer que seja aos judeus...ou aos gregos!

ps Se embarcamos nesta de reclamar terras que pertenceram aos nossos antepassados a coisa pode-se complicar, ... acho eu :):)
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legionario

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« Responder #66 em: Janeiro 07, 2009, 06:08:30 pm »
Amigo André estas novamente ai na tua rotina, aborrecido sem saber bem o que fazer e eis que decides picar o legionario . Isso que acabaste de escrever é verdade ; tambem é verdade que de vez em quando vou tomar cha com os Ayatolah's e beber uma Cuba Libre com os manos Castro ... sou alem disso muito solicitado por Chavez e amigo intimo do Ben Laden...mas nao digas a ninguem, ok ?
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André

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« Responder #67 em: Janeiro 07, 2009, 06:17:28 pm »
Citação de: "legionario"
Amigo André estas novamente ai na tua rotina, aborrecido sem saber bem o que fazer e eis que decides picar o legionario . Isso que acabaste de escrever é verdade ; tambem é verdade que de vez em quando vou tomar cha com os Ayatolah's e beber uma Cuba Libre com os manos Castro ... sou alem disso muito solicitado por Chavez e amigo intimo do Ben Laden...mas nao digas a ninguem, ok ?


Já lhe disse que isto não é forum sobre a vida dos outros  :wink: ... por isso tou nas tintas com quem anda ou o que toma, pode ser uma Marijuana ou shoot que a mim é indiferente, apenas tava a explicar ao caro Cromwell e não Cromowell, (mas nós percebemos a sua estadia em França deve ter enferrujado e de que maneira o seu inglês) as suas inclinações geoestratégicas ....  :wink:

 

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Xô Valente

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« Responder #68 em: Janeiro 07, 2009, 06:30:33 pm »
Olhem, fiquei sem a minha actual casa, queriam dizimá-la e destruíram-na e agora como não tenho onde morar, ocupei o quintal da minha antiga casa, que agora é habitada por um casal. Agora os moradores dessa casa andam a mandar vir comigo e a querer expulsar-me de lá dizendo que aquilo não é meu. Mas quem são eles para me querer fora dalí? Aquela era a minha antiga casa, eu roubei-lhes o quintal para eu ter onde morar. É legítimo não é?
Não, não é. Mas no fundo foi o que os Israelitas fizeram. E é com um exemplo de um pequeno espaço de terreno que explico o que os israelitas (ou judeus), RU e ONU fizeram num espaço de terreno maior. E vêm com o pretexto de que é para servir de local de retorno aos judeus que foram massacrados durante a 2 Guerra Mundial.
 E porque não criaram uma terra para se juntarem todos os homossexuais, outra para os ciganos, entre outros massacrados? :roll:
http://valente-city.myminicity.com/  -  Cria a tua minicidade também.
 

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Edu

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« Responder #69 em: Janeiro 07, 2009, 06:34:17 pm »
Caros foristas neste assunto partilho claramente da opinião do legionario, o estado de Israel é mais ou menos o mesmo que agora começassem muculmanos a conprar terrenos no algarve e alentejo e depois quisessem lá criar um país á parte, certamente deverá constar em algum antigo documento muçulmano que Portugal é a terra prometida deles e como eles já até a ocuparam no passado seria mais ou menos o mesmo, e depois ainda expulsavam do alentejo e algarve todos os portugueses que á seculos lá habitavam, eu pergunto aos foristas que tomam partido de Israel como se sentiriam nesta situação por mim descrita, eu garanto que da minha parte não mandava só rockets...

Para mim o estado de Israel não tem legitimidade para existir, pelo menos da forma como existe e como foi criado.

Cumprimentos, e espero não ofender ninguem com a minha opinião
 

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FoxTroop

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« Responder #70 em: Janeiro 07, 2009, 06:48:31 pm »
Existe um kilos de resoluções da ONU sobre o assunto. Os Israelitas não têm cumprido, muito pelo contrário. Por muito menos que o que os Israelitas têm feito já se invadiu e destruiu países.

Quem aceita que Israel se comporte assim não pode acusar outros países de usar as mesmas técnicas. Quem o faz não passa de um facho, hipocrita e cínico, isto para ser simpatico. Aos Palestinos o que lhes foi dado de direito na ONU (que a meu ver não está correcto mas é melhor que nada) e então falem de estado para estado mas isso não pode ser, não é?...

A Lei Internacional é letra morta numa serie de assuntos e este é um deles. Tenho cada vez mais a certeza que só quando um país muçulmano (árabe ou persa não interessa) tiver ameixas atómicas e os respectivos vectores para as colocar onde for, é que aquilo vai ter paz. Basta ver a Russia e os USA assim como a India e o Pasquistão fartam-se de ladrar mas morder tá quieto.
 

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TOMSK

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« Responder #71 em: Janeiro 07, 2009, 06:58:20 pm »
blx2x1  
Até Olivença entra aqui....


Se colocarmos as duas forças em confronto numa balança, os seus ideais, a situação à volta, etc - chegamos a uma conclusão:

É do interesse Ocidental, em geral, que Israel continue com esta operação. Há que manter uma posição de força naquela região algo instável, e não pode ser sempre os Americanos e os aliados europeus a fazerem o trabalho.
Israel tem os meios necessários, pode ou não ter as razões, mas deve ter o apoio do Ocidente. Porque no fundo, não creio que Israel seja um perigo para Portugal e os aliados. Os outros já não sei...Olhamos sempre com desconfiança para os "mouros", é normal...

Porque a "geopolítica comanda a política" e a guerra hoje devia ser uma 2º ou 3º via. Só que naquela região, já se viu que a diplomacia é uma treta que não funciona...
 


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HaDeS

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« Responder #73 em: Janeiro 07, 2009, 07:58:38 pm »
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Ofensiva israelense em Gaza matou 205 crianças

Violência também ameaça saúde mental de crianças na região, dizem psiquiatras.


Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na Faixa de Gaza.

O número de crianças entre os 2,9 feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na Faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.

Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.

Trauma

Sarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele.

Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado.

"Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo."

"Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na Faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas.

"Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.

Choque

Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.

Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida.

"Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.

Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos.

"Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou.

"Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Israel

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da Faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos.

Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.

Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam.

"A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.

Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008.

"Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.

Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático.

Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da Faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.


http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporte ... asfn.shtml
 

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Duarte

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« Responder #74 em: Janeiro 07, 2009, 09:44:13 pm »
A morte de inocentes, especialmente crianças, é triste, mas há aqui um simples facto que é convenientemente ignorado: HAMAS, ao enviar rockets para Israel, fá-lo com deliberada intenção de matar o máximo número de civis, crianças, velhos, quantos mais, melhor.

Israel tenta, tanto quanto possível e por vezes passando por extremos exagerados, evitar a morte de civis. Vão ao ponto de estudar qual o ângulo para enviar um míssil para evitar estruturas civis. Entre civilização e barbaridade, a escolha é simples.
« Última modificação: Janeiro 08, 2009, 01:29:05 am por Duarte »
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«Os chamados partidos políticos, por definição e exigências da sua vida própria, não representam nem podem servir a unidade nacional» Salazar
 

 

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