LAS MALVINAS SON ARGENTINAS

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mafets

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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #15 em: Abril 08, 2017, 10:41:42 am »
Muito interessante.http://www.atlantic-conveyor.co.uk/

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An Unrecognised Critical Moment in British Naval History
Brief reports that the unarmed merchantman Atlantic Conveyor had been damaged by a lucky Argentine hit were broadcast on the evening of 25th May. But that day’s news was already dominated by the tragic destruction of HMS Coventry, one of the Royal Navy's most modern destroyers. And as some political leaders had already expressed concern about the mounting human and hardware cost of the war and their possible deleterious effects on public morale, it quite suited MoD planners to play down the details of Conveyor’s fate.

The return of Conveyor's badly shaken survivors to Britain in early June sparked some focussed media interest in the horrors of the attack on Conveyor, but little emerged about the circumstances of the raid itself. In more recent times, authors of historical works and TV documentaries have pointed out that the destruction of Conveyor's heavy lift helicopters famously meant the Royal Marines had to 'Yomp' to victory.
But arguably, a far more important consequence has been overlooked.

What the MoD was not keen to publicise at the time was that the Argentinians had picked the 25th May, their National Day, to deliver a decisive blow by sinking one of the two British aircraft carriers. If successful, the resulting casualties and loss of aircraft required to support the landings would most likely have fatally compromised the British campaign.

The Argentinian attack was well planned and caught the British by surprise. Two jets with extended ranges flew round the fleet's outer defences and each launched one of their country's last 'unstoppable' Exocet missiles at the carrier Flagship HMS Hermes. During the following few heart-stoppingly tense minutes of countermeasures and manoeuvres, orchestrated from Hermes, the British carriers turned to reduce their radar profiles whilst nearby Conveyor was ordered onto a course that increased her visibility to the missiles.

In the final seconds of flight, both Exocets followed their programmed instructions to look for the largest target close to Hermes’ original position. They found one and turned towards her. Moments later, the missiles slammed into Conveyor's port side blasting their burning propellant through her inflammable cargo. There can have been very few occasions in British Naval History when the fate of one ship has been so critical to the outcome of a war.

Conveyor's story is a powerful mix of adventure, intrigue and horrific tragedy. But more importantly, it is a tale of ingenuity, dedication and courage in the finest traditions of military and Merchant Navy service. The purpose of this site is to fill the gap in the historical record and to provide a focal point for the sharing and recording of first hand information about Conveyor's brief wartime service whilst there are still those who remember.


Saudações
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #16 em: Abril 25, 2017, 03:15:22 pm »
Ilhas Malvinas / Resumo


« Última modificação: Abril 25, 2017, 03:23:02 pm por Lusitano89 »
 

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CALZADA

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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #17 em: Abril 27, 2017, 09:38:05 pm »
Las Malvinas siempre fueron españolas y pertenecían al Virreinato del Rio de la Plata (como toda Argentina), al independizarse Argentina de España, las islas Malvinas correspondían de hecho y de derecho a la nueva nación, pero: Los ingleses las invadieron, expulsaron a sus legítimos moradores (argentinos), las repoblaron con pèrsonal própio y hasta hoy.
Caso similar a Gibraltar:
Invasión ilegítima y a traición, (las dos naciones no estaban en guerra)
Limpieza étnica (expulsión de sus legítimos moradores y su sustitución por gente própia).
Todo muy propio de los ingleses.
 

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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #18 em: Abril 27, 2017, 11:14:00 pm »
Las Malvinas siempre fueron españolas y pertenecían al Virreinato del Rio de la Plata (como toda Argentina), al independizarse Argentina de España, las islas Malvinas correspondían de hecho y de derecho a la nueva nación, pero: Los ingleses las invadieron, expulsaron a sus legítimos moradores (argentinos), las repoblaron con pèrsonal própio y hasta hoy.
Caso similar a Gibraltar:
Invasión ilegítima y a traición, (las dos naciones no estaban en guerra)
Limpieza étnica (expulsión de sus legítimos moradores y su sustitución por gente própia).
Todo muy propio de los ingleses.

Mais ou menos como Espanha fez com Olivença!
 
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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #19 em: Abril 27, 2017, 11:51:07 pm »
As ilhas foram descobertas por Inglaterra em 1690 (completamente desabitadas!), sendo que em 1764 um capitão Francês estabeleceu um porto na ilha oriental, e em 1766 foi estabelecido um porto inglês do lado oposto das ilhas sendo que nesse ano os Franceses abdicaram das ilhas passando o direito para Espanha! Em 1770 os Espanhóis descobriram o porto Inglês e atacaram-no sendo que 1 ano depois devolveram o porto novamente à coroa Britânica. Durante 4 anos Espanhóis e Britânicos dividiram as ilhas! Em 1775 os Ingleses abandonaram as ilhas sendo seguidos pelos Espanhóis em 1806 devido às guerras Napoleônicas que ocorriam nesta altura na peninsula Ibérica sendo que durante décadas as ilhas apenas foram um "porto seguro" para navios piscatórios!

Em 1831 um navio americano bombardeia o porto criado pelos Franceses e explorado pelos espanhóis entretanto e declara a dissolução do governo da Ilha! No ano seguinte a Argentina entra em acção e desembarca na região sendo expulsos no ano seguinte pelos Britânicos que regressaram para recuperar a ilha! Passado um ano as ilhas foram oficialmente integradas na coroa Britânica!

As ilhas foram descobertas por Ingleses, colonizadas por Franceses e Ingleses. De seguida os espanhóis "receberam" o direito de reclamar a parte Francesa mas abandonaram nos anos 1800's! Os argentinos tentaram conquistar a ilha mas mal chegaram foram expulsos pelos Britânicos. Até hoje..

O que liga estas ilhas à Argentina??? Apenas a proximidade! Do resto não têm legitimidade nenhuma nestas ilhas
 
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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #20 em: Maio 01, 2017, 10:28:00 pm »
35 anos volvidos em que os Argentinos começam a "levar na corneta". Dura até agora... ;D :jok:
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Em 1 de Maio de 1982 ocorrem as primeiras operações militares da resposta britânica à Argentina no conflito das Malvinas.

Quando efectuaram as operações militares de 2 de Abril de 1982, os militares argentinos agiram considerando que para a Grã Bretanha, as ilhas Malvinas não valiam sequer o combustível para enviar um navio desde a Grã Bretanha.

Os cálculos dos militares argentinos revelaram-se completamente errados, pois não só os britânicos enviaram mais que um navio, como uma esquadra de navios de vários tipos, que atingiu um total de 114 unidades.

Problemas logísticos
Após a invasão argentina das ilhas a chefe do governo britânico, Margaret Tatcher, perguntou aos militares se era possível retomar as ilhas. A resposta foi que embora a possibilidade de sucesso fosse reduzida, havia efectivamente meios para efectuar tal operação.

A Grã Bretanha porém, não estava preparada para um conflito a milhares de quilómetros. A sua força de porta-aviões, tinha sido drasticamente reduzida e dela apenas restava o velho e ferrugento HMS Hermes, que deveria ser retirado de serviço dentro de algumas semanas, tendo como fim a sucata, e o novo HMS Invincible, que tinha sido construído para servir de apoio naval contra aeronaves de vigilância russas e não para combate aéreo.

O velho porta-aviões HMS Hermes passou assim a ser o mais importante navio da frota britânica, pois embora muito mais moderno, o Invincible tinha capacidade para operar apenas nove aeronaves Sea-Harrier, o que seria de pouca utilidade contra a Força Aérea Argentina, que operava mais de 100 aeronaves de combate modernizadas.

Os problemas decorrentes da distância eram à partida quase impossíveis de resolver.
Os britânicos utilizaram como base avançada a minúscula ilha de Ascenção, que embora estivesse no Atlântico Sul, ficava mesmo assim a 6.300km de distância de Port Stanley, a principal povoação das Malvinas.

A ilha de Ascensão, não tinha um porto adequado para navios de grande porte, mas possuía um aeroporto com uma pista com capacidade para operar aeronaves de grande porte com a sua carga máxima.

Saídas começam logo a 2 de Abril

Os primeiros navios britânicos receberam ordem para sair em direcção a sul, logo a 2 de Abril, outros se lhe juntariam no caminho em direcção as costas das ilhas Malvinas.

Neste mesmo dia, o comandante de uma força britânica composta por 13 navios que se encontrava nas águas de Marrocos em exercícios, também recebe ordens para que oito dos seus navios rumem a Sul. Essa força será constituída por dois contra-torpedeiros da classe County e três do tipo-42, uma fragata do tipo-22, além de duas fragatas polivalentes do tipo-21 (Amazon).
A esta força junta-se um navio tanque.
A 5 de Abril, zarpam para sul o submarino nuclear HMS Conqueror e também os dois porta-aviões britânicos. O Invincible, com nove aviões e o Hermes com 22.

Os preparativos para aparelhar outros navios continuam em grande ritmo, juntando uma esquadra que tivesse capacidade para operar a longa distância da base, com navios que transportassem víveres para milhares de homens que deveriam ser colocados nas ilhas em segurança e posteriormente abastecidos.

OS britânicos requisitaram e alugaram vários navios, entre os quais estiveram os transatlânticos Camberra, de 45.000 toneladas e o Queen Elizabeth, de 80.000 toneladas, os quais transportaram tropas que depois de transferidas para os navios de desembarque participaram nas primeiras operações.

No total, a frota britânica que se dirigiu para sul, era composta por um total de 113 navios, que foram aparelhados em momentos e portos diferentes, mas que convergiram em direcção às Malvinas. Da frota faziam parte treze navios para transporte de tropas e munições, doze navios tanque, quinze navios diversos (desde rebocadores a navios hospital), além dos navios de guerra.

Durante todo o mês de Abril sucedem-se as negociações intermediadas pelo Vaticano e pelos Estados Unidos, mas sem sucesso. Na Grã Bretanha, Margaret Thatcher não recua e na Argentina os generais não podem voltar atrás, porque perdendo a face perderiam o governo.

A 12 de Abril, a Grã Bretanha estabelece um perímetro de exclusão em volta das ilhas Malvinas que se estenderá por um raio de 200 milhas marítimas a partir da costa das ilhas.

A 19 de Abril a Argentina tenta accionar o acordo TIAR de assistência interamericana, mas o tratado TIAR só pode ser aplicado em caso de defesa e no caso a Argentina era o agressor.
A 25 e Abril, a Geórgia do Sul é recapturada pelos britânicos, fazendo 190 argentinos prisioneiros.

A 30 de Abril, as autoridades argentinas declaram que os navios britânicos são considerados hostis.

O inicio dos combates
Os primeiros navios da esquadra chegam às águas das Malvinas na madrugada de 1 de Abril, mas a primeira missão de ataque aéreo é efectuada por um bombardeiro Vulcan, baseado na ilha de Ascenção que atacou o aeroporto em Stanley para impossibilitar a sua utilização por parte dos argentinos, ainda que sem sucesso.

Ainda durante a manhã tem lugar o primeiro ataque aéreo britânico, utilizando doze aviões de ataque Harrier da RAF que saíram do Hermes, apoiados por seis aeronaves Sea-Harrier da Royal Navy que saíram do porta-aviões Invincible. Os aviões têm como objectivo as pistas de Stanley e de Goose Green.

Dois contra-torpedeiros da classe County e duas fragatas britânicas do tipo Amazon, efectuam bombardeamentos a longa distância do aeroporto de Stanley. Uma das fragatas, a HMS Arrow é atingida por disparos de canhão de um avião argentino e retira-se sem mais danos.

Mirage versus Harrier
Nenhuma das operações do dia 1 de Maio é conclusiva, pois o aeroporto continua operacional, mas há duas ilações que são imediatamente evidentes, quando termina o dia.

A primeira, é que os navios britânicos começam a ter problemas com os aviões argentinos desde o primeiro dia.
A segunda, é que ao contrário do que seria de esperar, os Mirage-III - os mais rápidos e sofisticados aviões que a Argentina tem ao dispor na sua frota de 120 aeronaves de combate - não conseguem vantagem sobre os britânicos.
Pior que isso, os argentinos perdem logo no primeiro dia dois Mirage-III. Um é abatido por mísseis dos Sea-Harrier e o outro é apenas danificado, mas tenta pousar em Stanley onde é confundido com um avião inglês e abatido pela própria artilharia anti-aérea argentina.
Junto com a perca de dois Mirage-III é abatido um Mirage-5 / Dagger de fabrico israelita e um bombardeiro Camberra.

A resposta britânica começou mal para os argentinos, que durante o mês de Abril tinham passado das comemorações efusivas, para um estado de grande apreensão, à medida que entendiam que a Argentina estava numa guerra a sério.

Depois dos combates de 1 de Maio a atenção passou para os combates aeronavais, com o afundamento de navios de parte a parte. Os combates entre aeronaves só voltariam a ocorrer em 21 de Maio, dia em que a Força Aérea da Argentina perdeu 10 aeronaves.

http://www.areamilitar.net/HistBCR.aspx?N=94



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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #21 em: Maio 03, 2017, 10:22:47 am »
http://www.raf.mod.uk/history/OperationBlackBuck.cfm
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Introduction

After the recapture of South Georgia British attention was now focused on the main objective, the Falkland Islands themselves. Diplomatic negotiations and attempts to solve the situation peacably came to a practical end with the final rejection of the Haig peace proposals by the Argentinian Junta on 29 April. In reaction to this and in preparation for the final assault, on 30 April Britain declared a total exclusion zone around the Falklands to protect any non-combatant aircraft or vessels. In the closing hours of the same day, the United States openly gave its support for the British action, now seen by many as both inevitable and inescapable. Commentators of the time and since have speculated on the need or wisdom of military action to retrieve the invaded territories, but it must be said that all other avenues, diplomatic, negotiative and the 'warning shot' of the recapture of South Georgia had been exhausted and ignored by the Junta. There simply was no other choice. The stage was set, and the first players were moving into position.




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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #22 em: Maio 04, 2017, 10:14:04 am »
https://www.facebook.com/War1982/?fref=nf&pnref=story
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4th of May 1982: Argentines destroy HMS Sheffield
The British ship HMS Sheffield has been hit by an Argentine missile fired from a fighter bomber.
It is not clear how many of the 268 crew have perished.
The sinking has shocked the British nation and foiled any possible diplomatic solution to the current dispute over the Falkland Islands between Britain and Argentina.
The ship caught fire when a French-made Exocet missile penetrated deep into HMS Sheffield's control room. The blaze caused a poisonous smoke and most of the crew abandoned ship.
A major rescue operation has been launched in the South Atlantic as relatives thousands of miles back in the UK wait for news of their loved ones.
The 4,100-ton destroyer was struck as it carried out a scouting mission off the Falkland Islands, although its exact position is a secret.
Announcing the news on television, the spokesman for the Ministry of Defence Secretary, Ian McDonald, said the ship was "in the course of its duty within the total exclusion zone around the Falkland Isles".
Two missiles were fired by a Super-Etendard fighter-bomber. One missed but the other scored a direct hit and ignited a fire.
The Exocet missile is designed to skim the sea to avoid radar detection. It has its own radar that guides it to its intended target.
The attack follows yesterday's sinking of the Argentine cruiser General Belgrano. An Argentine diplomat in the United States said the destruction of HMS Sheffield was "justified after the massacre that the English have done shelling our men and our ships".


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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #23 em: Maio 08, 2017, 04:32:00 pm »
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HMS Sheffield (D80)

Over the six days from 4 May 1982, five inspections were made to see if any equipment was worth salvaging. Orders were issued to shore up the hole in Sheffield's starboard side and tow the ship to South Georgia. Before these orders were effected, however, the burnt-out hulk had already been taken in tow by the Rothesay-class frigate Yarmouth. The high seas that the ship was towed through caused slow flooding through the hole in the ship's side, which eventually sank her. The ship sank at 53°04′S 56°56′W on 10 May 1982, the first Royal Navy vessel sunk in action since World War II. Twenty of her crew (mainly on duty in the galley area and in the computer room) died as a result of the attack. The wreck is a war grave and designated as a protected place under the Protection of Military Remains Act 1986.

https://www.facebook.com/War1982/?pnref=story



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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #24 em: Maio 13, 2017, 11:11:56 am »
http://www.aereo.jor.br/2017/05/11/malvinas-35-anos-por-que-as-bombas-nao-explodiram-parte-9/
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Mitos sobre as bombas argentinas nas Malvinas

(MITO) As bombas não explodiram porque foram lançadas a baixa altura.

(RESPOSTA) Os militares da Força Aérea Argentina tinham pleno conhecimento técnico das limitações do envelope de lançamento das bombas (incluindo cálculos feitos em computador com os parâmetros de lançamento). Na verdade essas limitações se davam pelas características originais das espoletas, cujos tempos eram baseados em conceitos de segurança para a aeronave lançadora (segundo relato de militares argentinos nunca passou pela cabeça deles a execução de missões suicidas). No início do conflito foram lançadas bombas (Expal de 250 kg) sem espoletas modificadas que efetivamente não explodiram (este é o caso do ataque ao HMS Glamorgan e da bomba que se alojou no compartimento de cargas do mercante argentino ELMA Formosa, atacado por engano – a espoleta não teve tempo para armar a bomba).

Por muito que este conjunto de artigos tenha o seu interesse, não deixa de ter uma noção algo caricata do que era a guerra naval de 1982, nomeadamente no atlântico sul. Em primeiro lugar, qualquer dos navios atingidos por bombas lançadas dos aviões argentinos a baixa altitude, levava além dos misseis, Seacat, Seawolf e Seadart, uma ou duas peças de 114 mm, além de duas peças de 20mm. Ponto dois: A FAA só deu barraca nos combates aéreos e mesmo modificando as espoletas das bombas e usando algumas com para-quedas de freio, é mais que evidente que a "treta" do "preferimos uma única bomba" é que os lixou. A partir da altura que passaram a usar 3 bombas de 250 kg acertaram no triplo dos navios pois a lei das probabilidades aumentava muito mais, bem como de alguma explodir. 3- A Marinha usava bombas Snakeye, e no ataque à HMS Ardent é irrelevante que o navio estivesse avariado, já que o Seacat não disparou assim como a peça de 114 mm e as duas de 20 mm num avião a baixa altitude que até com uma fisga podia ser atingido (e o mau tempo ou o sal tanto afecta espoletas, como misseis ou radar de tiro). A verdade é que as Snakeye acertaram e não é por os aparelhos lançadores levantarem mais uns metros que a probabilidade de serem atingidos aumentou consideravelmente. Na verdade com muito menos trabalho de modificar espoletas e testar configurações, a ala aérea da marinha conseguiu melhores resultados (nem falando nos exocet). 4- As perdas da FAA foram altíssimas, por isso independentemente dos bons ataques aos navios e efctuados, o balanço nunca pode ser brilhante, quanto muito aceitável ou positivo. 5- O que fez a FAA contra as tropas britânicas? Nada. Nem com os Pucará, que pasme-se, numa ilha sem praticamente árvores, tinham sido enviados para as Falklands com Napalm. 6 - Enviar aparelhos de qualquer tipo para combater umas F.A. avançadas sem cobertura, contra-medidas electrónicas, nem chaff ou flares é brilhante? Eu chamo-lhe outra coisa, e certamente que os pilotos abatidos também. 7 - Se em vez de 5 navios os "bifes" tivessem perdido 10 não tinham pensado duas vezes, ainda por cima com o Vaticano e o Perú a patrocinarem umas negociações de paz? A imprensa britânica bem como o seu povo não são os brasileiros ou portugueses. Ver Brexit. 8 - Um mimo a dos Mig 17, norte-vietnamitas e do Terrier (Atlântico sul e sueste asiático tem tudo a ver, desde o tempo ao material empregue). Talvez o poder naval deva ler umas coisas sobre "defesa aérea" do Vietname do Norte e sobre misseis Terrier, Migs 17, alcances, performance e para que foram feitos sos sistemas de armas em questão. Adiantando só: O A4 e Dagger são aviões de ataque, o Mig 17 é um caça de superioridade aérea adaptado para ataque. Por ultimo, começa a irritar esta mania de tentar "limpar" os Argentinos, vindo até de alguns países que foram alvo das suas acções ou estavam em vias de ser. O desempenho da Argentina nas Falklands ao nível aéreo foi apenas razoável, pois falharam em muitas coisas, perderam tempo com situações dúbias quando da mesmas forma que receberam assistência da Marinha para preparar os ataques mais valia receberem bombas Snakeye e a forma táctica de serem usadas. E muito se deve à aviação da Marinha para ser razoável, já que dos ataques de exocet, aos empregando a snakeye, passando pela retirada dos Aermachi das ilhas, coloca apenas a Faa com ataques aos navios e com uma perda enorme de aviões, inclusive Camberra e C130, passando pelos Mirage aos Pucára. Considerar "brilhante" só pode ser uma piada de bloggers que só fazem "passagem" de informação sem cruzamento de dados, ou pior, sem pensarem.Aliás, a imagem destas conclusões é um espelho das mesmas...  :o ::)


http://www.thinkdefence.co.uk/operation-black-buck/post-conflict-and-raf-stanley/

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« Última modificação: Maio 13, 2017, 11:17:47 am por mafets »
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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #25 em: Maio 18, 2017, 03:05:16 pm »
A prova de que o tal blogger do aereo.jorn.br. estava coberto de razão. De facto, um desempenho "extraordinário", sobretudo da FAA... :o ::)

http://www.naval-history.net/F64-Falklands-Argentine_aircraft_lost.htm
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Saturday 3rd April

[a1] - Puma SA.330L of CAB 601 shot down at Grytviken, South Georgia by Royal Marine small arms fire.

Saturday 1st May

[a2, a3, a4] - One Pucara of FAA Grupo 3 destroyed and two more damaged and not repaired at Goose Green by CBU's dropped in attack by No.800 Sea Harriers flown by Lt Cmdr Frederiksen, Lt Hale and Lt McHarg RN (8.25 am). Lt Jukic killed in the destroyed aircraft.

[a5] - Mirage IIIEA of FAA Grupo 8 shot down north of West Falkland by Flt Lt Barton RAF in No.801 Sea Harrier using Sidewinder (4.10 pm). Lt Perona ejected safely.

[a6] - Mirage IIIEA of FAA Grupo 8 damaged in same incident north of West Falkland by Lt Thomas RN in No.801 Sea Harrier using Sidewinder. Then shot down over Stanley by own AA defences (4.15 pm). and Capt Cuerva killed

[a7] - Dagger A of FAA Grupo 6 shot down over East Falkland by Flt Lt Penfold RAF in No.800 Sea Harrier using Sidewinder (4.40 pm). Lt Ardiles killed.

[a8] - Canberra B.62 of FAA Grupo 2 shot down north of Falklands by Lt Curtiss RN in No.801 Sea Harrier using Sidewinder (5.45 pm). Lt Ibanez and Gonzalez ejected but are not rescued.

Sunday 2nd May

[a9] - Lynx HAS.23 of CANA 1 Esc embarked on ARA Santisima Trinidad lost in flying accident probably to north of Falklands.

[a10] - Alouette III of CANA 1 Esc lost on board ARA General Belgrano when she was torpedoed and sunk to south west of Falklands.

Monday 3rd May

[a11] - Aermacchi MB-339A of CANA 1 Esc crashed into ground near Stanley approaching airfield in bad weather (4.00 pm). Lt Benitez killed.

[a12] - Skyvan of PNA damaged by naval gunfire at Stanley on the night of 3rd/4th and not repaired.

Sunday 9th May

[a13, a14] - Two A-4C Skyhawks of FAA Grupo 4 lost. Possibly damaged by Sea Darts from HMS Coventry or crashed in bad weather, with one aircraft found on South Jason Island. Lt Casco and Lt Farias killed.

[a15] - Puma SA.330L of CAB 601 shot down over Choiseul Sound by Sea Dart fired by HMS Coventry (4.10 pm). Crew of three lost.

Wednesday 12th May

[a16, a17, a18] - Two A-4B Skyhawks of FAA Grupo 5 shot down off Stanley by Sea Wolf fired by HMS Brilliant and third aircraft hit sea trying to evade missile (1.45 pm). All three pilots, Lt Bustos, Lt Ibarlucea and Lt Nivoli killed.

[a19] - A-4B Skyhawk of FAA Grupo 5 shot down over Goose Green by own AA fire (2.25 pm). Lt Gavazzi killed.

Saturday 15th May

[a20-a25] - Six Pucaras of FAA Grupo 3;  [a26-a29] - Four T-34C Mentors of CANA 4 Esc;  [a30] - Skyvan of PNA, all destroyed or put out of action at Pebble Island in raid by D Sqdn SAS (early morning) 

Friday 21st May

[a31] - Chinook CH-47C of CAB 601 destroyed on ground near Mount Kent by Flt Lt Hare RAF in 1(F) Sqdn Harrier GR.3 using 30mm cannon (8.00 am).

[a32] - Puma SA.330L of CAB 601 badly damaged on ground near Mount Kent in same attack by Sqdn Ldr Pook and Flt Lt Hare RAF in 1(F) Sqdn Harrier GR.3's using 30mm cannon (8.00 am). Destroyed on 26th in same position by Sqdn Ldr Pook using CBU's.

[a33] - Pucara of FAA Grupo 3 shot down over Sussex Mountains by Stinger SAM fired by D Sqdn SAS (10.00 am). Capt Benitz ejected safely.

[a34] - Dagger A of FAA Grupo 6 shot down near Fanning Head by Sea Cat fired by HMS Argonaut or Plymouth, or more likely Sea Wolf from HMS Broadsword (10.30 am). Lt Bean killed.

[a35] - Pucara of FAA Grupo 3 shot down near Darwin by Cmdr Ward RN in one of three Sea Harriers of No.801 NAS using 30mm cannon (12.10 pm). Major Tomba ejected.

[a36, a37] - Two A-4C Skyhawks of FAA Grupo 4 shot down near Chartres, West Falkland by Lt Cmdr Blissett and Lt Cmdr Thomas RN in No.800 Sea Harriers using Sidewinders (1.05 pm). Lt Lopez and Lt Manzotti killed.

[a38] - Dagger A of FAA Grupo 6 shot down near Teal River Inlet, West Falkland by Lt Cmdr Frederiksen RN in No.800 Sea Harrier using Sidewinder (2.35 pm). Lt Luna ejected.

[a39, a40, a41] - Two Dagger A's of FAA Grupo 6 shot down north of Port Howard, West Falkland by Lt Thomas and a third by Cmdr Ward RN in No.801 Sea Harriers using Sidewinders (2.50 pm). Maj Piuma, Capt Donaldille and Lt Senn all ejected.

[a42] - A-4Q Skyhawk of CANA 3 Esc shot down near Swan Island in Falkland Sound by Lt Morell RN in No.800 Sea Harrier using Sidewinder (3.12 pm). Lt Cmdr Philippi ejected.

[a43] - A-4Q Skyhawk of CANA 3 Esc also shot down near Swan Island in Falkland Sound in same incident by Flt Lt Leeming RAF in No.800 Sea Harrier using 30mm cannon (3.12 pm). Lt Marquez was killed.

[a44] - A-4Q Skyhawk of CANA 3 Esc damaged over Falkland Sound by small arms fire from HMS Ardent and again in same incident as above by Lt Morrell using 30mm cannon. Unable to land at Stanley with undercarriage problems and Lt Arca ejected (3.30 pm).

Sunday 23rd May

[a45] - Puma SA.330L of CAB 601 flew into ground near Shag Cove House, West Falkland attempting to evade Flt Lt Morgan RAF in No.800 NAS Sea Harrier (10.30 am). All crew escaped.

[a46] - Agusta A-109A of CAB 601 in same incident near Shag Cove House, West Falkland destroyed on ground by Flt Lt Morgan and Flt Lt Leeming RAF in No.800 NAS Sea Harriers using 30mm cannon (10.30 am).

[a47] - Puma SA.330L of CAB 601 also in same incident near Shag Cove House, West Falkland damaged on ground by Flt Lt Morgan with 30mm cannon (10.30 am). Then believed shortly destroyed by Lt Cmdr Gedge and Lt Cmdr Braithwaite RN in No.801 Sea Harriers with more cannon fire.

[a48] - A-4B Skyhawk of FAA Grupo 5 shot down over San Carlos Water by unknown SAM (1.50 pm). Claims that day include "Broadsword" Sea Wolf, "Antelope" Sea Cat, and land-based Rapiers and Blowpipe. Lt Guadagnini killed.

[a49] - Dagger A of FAA Grupo 6 shot down over Pebble Island by Lt Hale RN in No.800 Sea Harrier using Sidewinder (4.00 pm). Lt Volponi killed.

Monday 24th May

[a50, a51, a52] - Two Dagger A's of FAA Grupo 6 shot down north of Pebble Island by Lt Cmdr Auld and a third by Lt D Smith in No.800 Sea Harriers using Sidewinder (11.15 am). Maj Puga and Capt Diaz ejected, but Lt Castillo killed.

[a53] - A-4C Skyhawk of FAA Grupo 4 damaged over San Carlos Water by ship and ground-based air defences and crashed into King George Bay, West Falkland on flight home (1.30 pm). Claims that day include "Argonaut" and "Fearless" Sea Cat, and Rapier and Blowpipe SAM's. Lt Bono lost.

Tuesday 25th May

[a54] - A-4B Skyhawk of FAA Grupo 5 shot down north of Pebble Island by Sea Dart fired by HMS Coventry (9.30 am). Lt Palaver killed.

[a55] - A-4C Skyhawk of FAA Grupo 4 destroyed over San Carlos Water by a variety of weapons, claims including small arms fire, "Yarmouth" Sea Cat, and Rapier and Blowpipe SAM's (12.30 pm). Lt Lucero ejected.

[a56] - A-4C Skyhawk of FAA Grupo 4 damaged over San Carlos Water in same attack, and then brought down north east of Pebble Island by Sea Dart fired by HMS Coventry (12.45 am). Lt Garcia killed.

Thursday 27th May

[a57] - A-4B Skyhawk of FAA Grupo 5 damaged over San Carlos Water by 40mm Bofors from HMS Fearless or Intrepid, and crashed near Port Howard (5.00 pm). Lt Velasco ejected.

Friday 28th May

[a58] - Pucara of FAA Grupo 3 crashed into high ground between Goose Green and Stanley returning from attack in Goose Green area (c10.00 am). Lt Giminez killed.

[a59] - Aermacchi MB-339A of CANA 1 Esc shot down at Goose Green by Blowpipe SAM fired by Royal Marine Air Defence Troop (5.00 pm). Lt Miguel killed.

[a60] - Pucara of FAA Grupo 3 shot down at Goose Green by small arms fire from 2 Para (5.10 pm). Lt Cruzado ejected and became POW.

Saturday 29th May

[a61] - Dagger A of FAA Grupo 6 shot down over San Carlos Water by Rapier SAM (12.00 pm]. Lt Bernhardt killed.

Sunday 30th May

[a62] - Puma SA.330L of CAB 601 lost in the morning in uncertain circumstances near Mount Kent, possibly to own forces fire.

[a63, a64] - Two A-4C Skyhawks of FAA Grupo 4 shot down east of Falklands by Sea Darts fired by HMS Exeter, although 4.5 inch gunfire from HMS Avenger may have hit one (2.35 pm). Lt Vazquez and Lt Castillo killed.

Tuesday 1st June

[a65] - Hercules C.130E of FAA Transport Grupo 1 shot down 50 miles North of Pebble Island by Cmdr Ward RN in No.801 Sea Harrier using Sidewinder and 30mm cannon (10.45 am). Crew of seven killed.

Monday 7th June

[a66] - Learjet 35A of FAA Photo-Reconnaissance Grupo 1 shot down over Pebble Island by Sea Dart fired by HMS Exeter (9.05 am). Wing Cmdr de la Colina and crew of four killed.

Tuesday 8th June

[a67, a68, a69] - Two A-4B Skyhawks of FAA Grupo 5 shot down over Choiseul Sound by Flt Lt Morgan RAF and a third by Lt D Smith in No.800 NAS Sea Harriers using Sidewinders (4.45 pm). Lt Arraras, Lt Bolzan and Ensign Vazquez killed.

Sunday 13th June

[a70] - Canberra B.62 of FAA Grupo 2 shot down west of Stanley by Sea Dart fired by HMS Exeter (10.55 pm). Pilot, Capt Pastran ejected safely but Capt Casado is killed.

Postwar - Captured at Stanley

[a71-a81] - Eleven Pucaras of FAA Grupo 3

[a82-a83] - Two Bell 212's of FAA Grupo 7

[a84-a86] - Three Aermacchi MB-339A's of CANA 1 Esc

[a87] - Puma SA.330L of PNA

[a88] - Chinook CH-47C of CAB 601

[a89-a90] - Two Agusta A-109A Hirundos of CAB 601

[a91-a99] - Nine Iroquois UH-1H's of CAB 601

Unknown Date

[a100] - Pucara of FAA Grupo 4 reported lost over in the Atlantic on reconnaissance mission from Comodoro Rivadavia.







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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #26 em: Junho 02, 2017, 07:38:56 pm »
Cruz Vermelha exuma corpos de soldados desaparecidos nas Malvinas


 

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mafets

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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #27 em: Julho 13, 2017, 10:37:17 am »
https://www.facebook.com/War1982/

Citar
RFA Sir Tristram (L3505) being carried home by the heavy lift ship MV Dan Lifter

On the 8th of June, while transporting men and equipment to Fitzroy Cove alongside the Sir Galahad, Sir Tristram was attacked by A-4 Skyhawks from Argentine Air Force's V Brigada Aérea (FAA), each loaded with three 500 lb Mark 82 bomb.[3] At approximately 14:00 local time the decks were strafed and two crew were killed. A 500 lb bomb penetrated the deck but failed to explode immediately, allowing the remaining crew to be evacuated. Following the later explosion, Sir Tristram was abandoned. Immediately following the end of the conflict, Sir Tristram was used as accommodation by members of 97 Fd Bty (Lawson's Company) Royal Artillery, initially in Fitzroy, and again later after she was towed round and moored in Port Stanley.
After the war, the Hulk was re-floated and towed to Stanley, where she was used as an accommodation ship until 1984. Sir Tristram was then returned to the United Kingdom on a heavy lift ship and extensively rebuilt.



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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #28 em: Agosto 24, 2017, 11:58:51 pm »
Raro.  Artilharia Argentina operando nas Falklands.



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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #29 em: Setembro 22, 2017, 09:20:26 am »
E lá vamos nós outra vez...  ::) http://en.mercopress.com/2017/09/21/argentina-claims-at-un-its-falklands-malvinas-legitimate-and-imprescriptible-sovereignty-rights?utm_source=feed&utm_medium=rss&utm_content=main&utm_campaign=rss
Citar
Argentine vice-president Gabriela Michetti ratified before the United Nations General Assembly her country's “legitimate and imprescriptible” sovereignty rights over the disputed Falkland/Malvinas Islands and made a new call on the United Kingdom to resume “bilateral negotiations”

 Ms. Michetti addressing the 72nd General Assembly on Wednesday afternoon, in New York, called to seek a peaceful solution to the territorial conflict, “respecting the way of life of the Islanders”.

In this context, Ms Michetti who is replacing president Mauricio Macri in the midst of crucial midterm elections campaigning, pointed out that the current Argentine government is involved in a new climate “in relations between the two countries”, and expressed hopes that “both governments could sit at the negotiations table”.

Citar
Ms Michetti addressing the 72nd General Assembly called to seek a peaceful solution to the territorial conflict, “respecting the way of life of the Islanders”.

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Guerra das Malvinas

Iniciado por NormandoQuadro Conflitos do Passado e História Militar

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Última mensagem Abril 02, 2004, 07:10:49 pm
por Normando
Malvinas un sentimiento

Iniciado por Miguel Silva MachadoQuadro Livros-Revistas-Filmes-Documentários

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Última mensagem Outubro 01, 2009, 10:21:54 pm
por Miguel Silva Machado