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Portugal / Re: Fogos Florestais
« Última mensagem por NVF em Fevereiro 22, 2018, 11:54:59 pm »
Eu estou mais a ver as autarquias a receberem umas 'dádivas' para autorizar a plantação de eucaliptos e depois quando vierem os incêndios o governo limpa (mais uma vez) as mãos. Mas eu sou um gajo pessimista.  ;D
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Marinha do Brasil
« Última mensagem por NVF em Fevereiro 22, 2018, 11:37:14 pm »
Apesar de (bem) usados, essa seria uma aquisição positiva que viria de encontro ao dizíamos atrás.
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Brown-water navy
« Última mensagem por nelson38899 em Fevereiro 22, 2018, 11:20:33 pm »
Estas marinhas não chegam nem de perto nem de longe ao poderio das ofertas Portuguesas.

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O ministro da Defesa de Portugal, Azeredo Lopes, entregou hoje dez lanchas à Marinha de Guerra de Moçambique no âmbito da cooperação bilateral entre os dois Estados.

“Estas embarcações vão ser usadas para garantir a segurança das águas interiores, através da realização de patrulhas de afirmação da soberania e da autoridade do Estado”, referiu Azeredo Lopes.
http://www.dnoticias.pt/pais/portugal-entrega-dez-lanchas-a-marinha-de-guerra-de-mocambique-ME2776952

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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Piadas e Anedotas
« Última mensagem por Lusitano89 em Fevereiro 22, 2018, 09:11:14 pm »
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Marinha do Brasil
« Última mensagem por Vitor Santos em Fevereiro 22, 2018, 08:47:54 pm »
Marinha do Brasil avalia compra de três OPV classe River da RN


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A Marinha do Brasil (MB) está avaliando a conveniência de adquirir os três navios-patrulha oceânicos (OPV – Offshore Patrol Vessel) classe River, da Marinha Real, cuja desativação teve início em outubro do ano passado e irá se estender até dezembro deste ano: o Severn (P282), o Tyne (P281) e o Mersey (P283).

Desativado a 27 de outubro de 2017, o Severn se encontra atracado em Portsmouth aguardando o seu destino final. O Tyne será descomissionado em maio próximo, e o Mersey só navegará ostentando o pavilhão do Reino Unido até dezembro.

Construídos no início da década de 2000, os navios, de 1.700 toneladas, tiveram seu projeto aproveitado, com melhorias, na fabricação das três embarcações destinadas à Força Naval de Trinidad & Tobago que, no começo dos anos de 2010, acabaram repassadas à MB – onde passaram a constituir a chamada classe “Amazonas” (Amazonas, Apa e Araguari) de Navios-Patrulha Oceânicos (NPaOc).

Os primeiros classe River apresentam, contudo, algumas limitações, além do desgaste natural gerado pelo tempo em que se encontram em operação. Entre elas o armamento principal de baixo calibre, a velocidade não superior a 20 nós, e a mais importante de todas: a falta de um convés de voo.

O espaço no convés principal à ré permite apenas operações de Vertical Replenishment, ou Reabastecimento Vertical efetuado por helicóptero – manobra mais conhecida pela sigla VERTREP.

Na Marinha Real Britânica esses navios são mais empregados em missões anti-pirataria, de combate ao narcotráfico, repressão à pesca ilegal, patrulha de águas jurisdicionais e prevenção a ações terroristas.




Batch 2 – O novo lote dos classe River – navios do Batch 2, como os ingleses gostam de dizer – que o grupo BAE Systems está começando a entregar à Marinha Real, deslocam 2.000 toneladas – 300 a mais que os velhos River originais.

Eles têm mais espaço para transportar tropas, possuem um canhão de 30 mm na proa – em vez de uma peça de 20 mm –, velocidade aumentada em quatro nós, dois botes semi-rígidos para abordagem em alto-mar tipo Pacific 24, e convoo capaz de resistir às manobras de um helicóptero de porte médio AW-101 Merlin, de quase 20 m de comprimento e 14,6 toneladas carregado.

A robustez desses novos River é tão grande, que um deles será designado para constituir a guarnição da Royal Navy nas Ilhas Malvinas, em substituição ao HMS Clyde – patrulheiro construído com os planos do Severn (agora desativado), mas equipado com convés de voo.

Um outro River Batch 2 vai patrulhar o Mar do Caribe.

Todos os cinco novos navios River – Forth, Trent, Medway, Tamar e Spey – deverão estar plenamente operacionais por volta do ano de 2020.

Outra vantagem das unidades do Batch 2: a economia de tripulação, que reflete o apreciável grau de automação da embarcação.

Planejado para ser operado por 58 militares – e não por 70, como no caso dos NaPaOcs classe Amazonas – o novo River pode ser tirado de seu atracadouro e levado para o mar com até 34 tripulantes.



FONTE - http://www.naval.com.br/blog/2018/02/22/marinha-do-brasil-avalia-compra-de-tres-opv-classe-river-da-rn/
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Força Aérea Russa
« Última mensagem por Vitor Santos em Fevereiro 22, 2018, 08:12:16 pm »
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Mundo / China
« Última mensagem por Viajante em Fevereiro 22, 2018, 08:12:00 pm »
China vai abrir a mais longa ponte do mundo com 55 km

A China tem já um grande historial no que toca a obras de engenharia que desafiam as leis da física. Agora será uma ponte com 55 quilómetros de extensão.

A ponte Hong Kong-Zhuhai-Macao (HKZM) está finalmente terminada e a China está a mostrar ao mundo do que é capaz quando o assunto são obras titânicas.



Após seis anos de planeamento e oito anos de construção, a ponte HKZM está quase pronta para abrir ao público e servirá para unir três das mais importantes regiões comerciais da Ásia: Hong Kong, Zhuhai, cidade da província de Guangdong, e Macau. Além disso, reduzirá os tempos de transferência de três horas para apenas 30 minutos.



Esta estrutura é uma obra de arte no que toca à complexidade de engenharia e tecnologia. Ao fazer os tabuleiros atravessar o Canal Lingding Ocidental, no centro do estuário do Rio das Pérolas, uma das áreas marítimas mais movimentadas do sul da China, os 55 quilómetros de comprimento, dos quais 6,7 quilómetros são subterrâneos (devido ao tamanho dos navios que viajam de e para os portos de Hong Kong), fazem desta ponte a mais imponente. Chega a ser quase 20 vezes maior que o Golden Gate de San Francisco, EUA, e a mais longa do mundo sobre o mar.


Aço que dava para construir 60 Torres Eiffel

Na sua construção foram necessárias 420 mil toneladas de aço, equivalentes a 60 Torres Eiffel, além de 1,08 milhões de metros cúbicos de betão.

Em termos de custo, este trabalho representou um investimento de 16,8 mil milhões de dólares. Um dos aspetos que recebeu uma atenção redobrada foi a segurança. O empreendimento, cuja construção teve início em 2009, foi concebido para aguentar um tremor de terra de grau 8 na escala de Richter, um super tufão com rajadas de vento entre 184 e 202 quilómetros por hora ou uma colisão com um cargueiro com arqueação bruta de 300 mil toneladas, além de garantir que a sua vida útil seja de 120 anos.









A Ponte é uma passagem… para outra margem!

A ponte estará ao serviço de uma das áreas mais movimentadas do mundo, com mais de 4000 barcos a navegar por baixo dos seus tabuleiros todos os dias e aviões descolando e aterrando a cada minuto no aeroporto de Hong Kong. Será também a primeira ponte a abranger dois sistemas sociais: socialismo e capitalismo.


Esta ponte, porque liga sistemas políticos diferentes e sociedades com as suas próprias características, está a juntar à mesa as entidades que estão a discutir as quotas de utilização, permissões de tráfego, serviços de transporte público, bem como serviços de emergência. Toda esta logística ainda deverá levar o seu tempo o que não permite ter, para já, uma data de abertura anunciada.

https://pplware.sapo.pt/informacao/china-longa-ponte-do-mundo-55-km/
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Marinha do Brasil
« Última mensagem por Vitor Santos em Fevereiro 22, 2018, 08:02:48 pm »
Somente para ilustrar o andamento da construção dos quatros SSK (Scorpène modificado) brasileiros:

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Portugal / Re: Indústria Aeroespacial
« Última mensagem por Viajante em Fevereiro 22, 2018, 07:56:31 pm »
É como tu dizes Martelo. Existe um tempo antes da SpaceX e outro depois da SpaceX.
Se queremos entrar no mercado espacial temos de concorrer com eles e também reutilizar os meios.
Mas o que acontece a é a ESA a ser subsidiada pelos estados 20 estados membros. Pela ciência não me importo que assim seja mas para o negócio dos satélites os lançamentos têm de ser rentáveis.

http://leitor.exameinformatica.pt/#library/exameinformatica/16-02-2018/edicao-52/noticias/portugal-vai-ter-agencia-espacial-e-base-de-lancamentos
O artigo na exame informática.

Por falar em satélites, não será a altura de termos um satélite geoestacionário de telecomunicações que substitua o ultrapassado SIRESP?
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Marinha do Brasil
« Última mensagem por Vitor Santos em Fevereiro 22, 2018, 07:47:10 pm »
Nós temos, actualmente, uma ZEE cuja área é metade da brasileira e no futuro será sensivelmente maior e por isso sabemos o quão difícil manter a sua soberania. Em tempo de paz, a mais importante ferramenta de soberania numa ZEE são NPO's e mais NPO's e aviões e drones de patrulha e mais aviões e drones de patrulha; satélites também dão uma ajudinha.

Eu (e muitos outros) vemos os modernos SSK, incluindo o Riachuelo, como armas de emprego estratégico, porque negam a utilização de grandes superfícies oceânicas e costeiras a um potencial inimigo. No contexto actual — e como tu bem reconheces — não vejo um SSN como sendo essencial ao Brasil. A própria Austrália com maiores recursos financeiros e com uma área de actuação bem superiores ao Brasil, preferiu 'quantidade' (SSK) em vez de 'qualidade' (SSN). Não quero com isto dizer que não entenda a posição brasileira de almejar a um lugar entre os grandes, mas dadas as imensas lacunas actuais penso que há maior necessidade em investir em outros meios.

Também entendo sua lógica. Acho que a Marinha do Brasil precisa ir por etapas. Isto é: primeiro renovar a frota de superfície (novas fragatas de 6000 tons, fragatas leves ou corvetas de 3500 tons - em curso o desenvolvimento do projeto Classe Tamandaré -, navios caça-minas, navios de apoio logístico e mais NPO's) e, concomitantemente, os novos SSK (Scorpène). Isso tudo primeiro, para depois ir para o SN-BR. 
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