Separatismos em Espanha

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Menacho

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Re: Separatismos em Espanha
« Responder #2175 em: Dezembro 04, 2017, 02:19:16 pm »
Independentistas andaluzes avançam com declaração de independência “virtual”
http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/independentistas-andaluzes-avancam-com-declaracao-de-independencia-virtual-240095

Citar
É a última novidade em matéria de auto-proclamações. O grupo Assembleia Nacional Andaluza anunciou que vai avançar com uma declaração de independência "virtual" e "simbólica", a 4 de dezembro,A Assembleia Nacional Andaluza, grupo independentista liderado pelo poeta, dramaturgo e pintor Pedro Ignacio Altamirano, está a agitar o panorama mediático com a intenção de declarar a soberania da República Federal da Andaluzia já na próxima segunda-feira. A iniciativa é meramente “virtual” e “simbólica”, diz.

“Dia 4 de Dezembro vamos criar uma espécie de governo da República – virtual – para que os andaluzes possam observar como se governa a Andaluzia a partir da Junta de Andaluzia e de Madrid e como se poderia governar a Andaluzia a partir de um governo de um República”, explicou Pedro Altamirano à rádio TSF.

O que queremos, os andaluzes, é proclamar a nossa independência, para partir daí fortalecer e conseguir uma República co-federal de povos ibéricos, justificou.

Essa república co-federal, de que fala, estender-se-ia, segundo explicou, da Andaluzia, em solo espanhol, até ao Alentejo e o Algarve, incluindo ainda o Rife Marroquino.

O mesmo responsável disse à TVI 24 que “se a Catalunha se tornar independente, haverá uma verdadeira cascata de nações que atualmente fazem parte de Espanha a querer a independência”.

 

Eso...eso...que se independicen con parte de Portugal.... :rir: :rir: :rir: :rir:

 

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Daniel

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Re: Separatismos em Espanha
« Responder #2176 em: Dezembro 04, 2017, 03:46:23 pm »
Independentistas andaluzes avançam com declaração de independência “virtual”
http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/independentistas-andaluzes-avancam-com-declaracao-de-independencia-virtual-240095

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É a última novidade em matéria de auto-proclamações. O grupo Assembleia Nacional Andaluza anunciou que vai avançar com uma declaração de independência "virtual" e "simbólica", a 4 de dezembro,A Assembleia Nacional Andaluza, grupo independentista liderado pelo poeta, dramaturgo e pintor Pedro Ignacio Altamirano, está a agitar o panorama mediático com a intenção de declarar a soberania da República Federal da Andaluzia já na próxima segunda-feira. A iniciativa é meramente “virtual” e “simbólica”, diz.

“Dia 4 de Dezembro vamos criar uma espécie de governo da República – virtual – para que os andaluzes possam observar como se governa a Andaluzia a partir da Junta de Andaluzia e de Madrid e como se poderia governar a Andaluzia a partir de um governo de um República”, explicou Pedro Altamirano à rádio TSF.

O que queremos, os andaluzes, é proclamar a nossa independência, para partir daí fortalecer e conseguir uma República co-federal de povos ibéricos, justificou.

Essa república co-federal, de que fala, estender-se-ia, segundo explicou, da Andaluzia, em solo espanhol, até ao Alentejo e o Algarve, incluindo ainda o Rife Marroquino.

O mesmo responsável disse à TVI 24 que “se a Catalunha se tornar independente, haverá uma verdadeira cascata de nações que atualmente fazem parte de Espanha a querer a independência”.

 

Eso...eso...que se independicen con parte de Portugal.... :rir: :rir: :rir: :rir:


Os castilhanos gostam muito de quando têm algum problema de indepêndecite aguda, nomear Portugal, foi assim na Catalunia com a união ibérica. São tantos os independentistas que não tem ponta por onde se pegue, os nossos políticos é que são cobardes, pois poderiam tirar muito proveito dessa onda independentista, mas claro, tamos na EU e os tempos são outros  blx2x1.
O mesmo responsável disse à TVI 24 que “se a Catalunha se tornar independente, haverá uma verdadeira cascata de nações que atualmente fazem parte de Espanha a querer a independência”.

Aqui sim, parece que alguns que damos o nome de espanhóis, estão mesmo com uma crise identitária. As divisões do seu território serão naturais num caso extremo de crise económica e política. Portugal, ao contrário, é um país uno e indivisível pois cresceu por conquista.
« Última modificação: Dezembro 04, 2017, 03:58:51 pm por Daniel »
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Daniel

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Re: Separatismos em Espanha
« Responder #2177 em: Dezembro 06, 2017, 03:19:59 pm »
“Processo da Catalunha mostra que independência não é possível”
http://rr.sapo.pt/noticia/97581/processo-da-catalunha-mostra-que-independencia-nao-e-possivel
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Se os independentistas ganharem as eleições na Catalunha, terão de agir como um governo separatista, mas no respeito pela lei. É o que defende José Manuel García-Margallo, ex-ministro espanhol dos Negócios Estrangeiros, para quem o processo da Catalunha veio mostrar que a independência não é possível.

“Se este processo doloroso serviu para algo foi para demonstrar a independência não é possível. Não é possível porque exige controlo de fronteiras e território, coisa que não aconteceu e exige um reconhecimento internacional, que também não se verificou”, afirmou Margallo, que participou esta segunda-feira num um debate sobre a questão catalã e a União Europeia, promovido pela Câmara de Comércio.

O ex-ministro acredita há condições para uma campanha eleitoral relativamente normal, na Catalunha, ainda que alguns dos ex-governantes catalães estejam detidos. “Não sei se o Governo pode jogar algum papel através do Ministério Público, eu creio que a grande maioria – para não dizer todos os candidatos – vão ter possibilidade de desenvolver uma campanha relativamente normal”, respondeu aos jornalistas que acompanharam o debate.

E o que acontece depois de 21 de Dezembro se, na Catalunha, os independentistas ganharem as eleições? José Manuel García-Margallo é claro na resposta. “Terão de mover-se dentro das competências que correspondem ao Parlamento e nada mais”, responde o ex-ministro, dando dois exemplos: “O Partido Nacional Escocês ganhou as eleições com uma maioria segura e isso não lhe deu o direito de convocar um novo referendo sobre a independência porque isso é uma competência do parlamento britânico. Se em Madrid referendássemos que não queríamos o IVA, garanto que o Ministério das Finanças não validaria o resultado.”

Prioridade à reforma constitucional

A reforma da Constituição deve agora ser prioritária, reconhece José Manuel García-Margallo, para quem há questões como a do financiamento das comunidades que têm de ser revistas. Mas, alerta, não deve ser uma reforma com privilégios para a Catalunha, embora a questão Catalã deve ter resposta nessa revisão constitucional.

“A proposta de reforma constitucional que escrevi em 2012 estava pensada à margem da questão catalã. Outra coisa é que essa reforma possa ajudar a encaixar a questão catalã, mas – insisto – sem conceder privilégios que não se concedem a outras comunidades autónomas”, defende o ex-ministro.

“Não teria sentido premiar os que fazem um golpe de estado contra os que obedecem à Constituição, portanto, se ganham, têm de mover-se dentro da Constituição, ou seja será um governo separatista que terá de exercer as suas competências dentro do que está definido no seu estatuto”, acrescenta Margallo, que reconhece culpas de Madrid no processo catalão.

“Creio que, nesta última fase, houve algum problema de comunicação se tivermos em conta os resultados e é uma das coisas que temos de corrigir. Em política, como na vida, não basta ter razão, é preciso que os outros te reconheçam a razão e se eu estou aqui é para defender as razões de Espanha perante um discurso independentista que tem ganho espaço nos meios de comunicação. E acho que isso tem que ser reconhecido e emendado, porque nós católicos, confessamo-nos, mas também temos a intenção de não voltar a errar”, remata o ex-responsável pela diplomacia espanhola

Olhem só o discurso deste castilhano, dá vontade de vomitar com esta gente.
Gostei: On dito senhor, como bom espanholista e falangista defendeu, sem dúvida, as razões da Espanha. E os idependentistas defenderão as suas razões. Portanto, não há Direito Internacional Público, porque no topo da hierarquia normativa, para os espanhóis, está a sacrossanta Constitución espanhola. E os Homens não nascem todos livres e iguais em direitos e dignidade!... Os espanholistas nascem mais livres e iguais do que todos os outros!...
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 
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Re: Separatismos em Espanha
« Responder #2178 em: Dezembro 06, 2017, 06:32:57 pm »
Tendrás pova vergonha, hay que ser miserable, ¿tu te has leido la Constitución portuguesa?

Citar
En virtud de la legislación portuguesa, todos estos movimientos son ilegales ya que la ley electoral portuguesa prohíbe la creación de partidos de ámbito regional o local:1​
Artículo 9º. Carácter nacional.

No podrán constituirse partidos políticos que, por su designación o por sus objetivos programáticos, tengan índole o ámbito regional.
Ley de los Partidos Políticos (Ley Orgánica n.º 2/2003 de 22 de Agosto

Que es lo que vienes a hablar tu de nosa Constitucion si la vuestra ni siquiera lo permite, lavate la boca de tu bilis antes de hablar de nosotros, so enfermo, y aporta algo positivo a este foro en vez de criticar a Esànha que es lo único que sabes hacer.

Si te entran ganas de vomitar es por que estas podrido por dentro.
 

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Menacho

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Re: Separatismos em Espanha
« Responder #2179 em: Dezembro 06, 2017, 06:43:55 pm »
Hala, vomita un poco mas con esta noticia:

El nacionalismo catalán ha perdido más de 200.000 afines gracias a Mas, Puigdemont y Junqueras

Citar
Una cosa es corear la independencia sin declararla, y otra asomarse al precipicio de una secesión real. Esto último, por lo que apostaron la Esquerra de Oriol Junqueras y el PDECat de Carles Puigdemont no solo ha hecho renegar del horizonte independentista a una significativa parte de los que teorizaban alegremente con él hace dos años, sino que también ha hecho perder seguidores a la órbita nacionalista en general.

Según los sondeos del CIS, hace cinco años el 42,6% de los catalanes con derecho a voto se declaraban abiertamente nacionalistas. Ahora lo hacen el 37,4%. Eso significa que hace cinco años había en Cataluña 230.000 nacionalistas más que ahora.

De todos estos catalanes que han abandonado el caladero de votos del nacionalismo, la inmensa mayoría (200.000) han renegado de él en los dos últimos años, coincidiendo con la deriva independentista que emprendieron en sociedad ERC y el PDECat, bajo el liderazgo de Artur Mas, Carles Puigdemont y Oriol Junqueras.

El derecho de autodeterminación también ha perdido adeptos en Cataluña. Según el CIS, en estos momentos el 44% de los catalanes con derecho a voto se muestran favorables a que se reconociera a Cataluña la posibilidad de alcanzar la independencia, mientras que hace dos años eran un 46,1% los que se inclinaban por esa opción.

Las estimaciones del CIS resultan coherentes con lo que han venido apuntando en los últimos años los sondeos realizados por la propia Generalitat. De hecho, los resultados del CIS son incluso más benévolos para los nacionalistas: los sondeos de la Generalitat apuntaban hace escasos meses a que, en un año -de junio de 2016 a junio de 2017-, el independentismo había perdido del orden de 350.000 adeptos.

http://www.abc.es/espana/abci-nacionalismo-catalan-perdido-mas-200000-afines-gracias-mas-puigdemont-y-junqueras-201712051224_noticia.html

A pelarla
 

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Daniel

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Re: Separatismos em Espanha
« Responder #2180 em: Dezembro 06, 2017, 07:38:45 pm »
O "efeito de mártir" na campanha catalã
http://24.sapo.pt/opiniao/artigos/o-efeito-de-martir-na-campanha-catala
Citar
Já começaram as duas semanas de campanha para as eleições, daqui a 17 dias (21 de dezembro), na Catalunha. Há várias evidências: os moderados e conciliadores não estão a ter espaço nesta eleição; mais do que apresentar ideias estimulantes para o futuro, o que cada bloco (o independentista e o espanholista) ambiciona é a derrota da parte contrária. Também está cada vez mais à vista que as eleições não vão abrir caminhos à convivência. A Catalunha vai continuar dividida entre duas metades em choque total.

Há novidades no arranque da campanha: a sondagem do Centro de Investigações Sociológicas (CIS), de Madrid, aponta que o independentismo roça mas não alcança a maioria e que o partido espanholista Ciudadanos, conduzido na Catalunha pela jovem muito carismática Inês Arrimadas, apanha os independentistas da Esquerda Republicana (ERC) como partido mais votado, embora estes continuem na frente do número de deputados, efeito do peso do voto urbano.

Tudo está à tangente: o conjunto de partidos independentistas soma 44,4% das intenções de voto; os constitucionalistas ficam a apenas uma décima, 44,3%. Os independentistas aparecem com perda de 3,4 pontos percentuais em relação ao anterior parlamento.

Em número de deputados, no mapa do CIS, o bloco independentista baixa dos 72 deputados que tinha no anterior parlamento, para 67, ficando a um lugar da maioria absoluta. O conjunto dos partidos constitucionalistas (Ciudadanos, PSC e PP) fica pelos 59 a 60 deputados. Portanto, panorama muito complicado para a formação do governo em Barcelona.

Um outro dado a ter em conta nesta campanha catalã: quatro dos líderes independentistas estão na prisão e outros em auto-exílio, em Bruxelas. O Supremo Tribunal de Espanha decidiu, precisamente no dia de arranque da campanha oficial, manter na prisão Oriol Junqueras, o líder de um partido principal, a Esquerda Republicana da Catalunha, também Joaquim Forn, o ex-Secretário (ministro) do Interior, tal como os dois Jordis, Sanchez e Cuixart, líderes de ONG separatistas. O Supremo, em Madrid, pode pretender ignorar a política, mas, na prática, acaba de prestar um grande serviço aos independentistas: dá-lhes discurso de denúncia das prisões, da arbitrariedade do poder espanhol e alimenta a vitimização. Está encontrado um fator de mobilização para o voto contra o poder espanhol sobre a Catalunha. O "efeito mártir" rende votos.
Até ao fim de semana, especulava-se que o Supremo poderia decidir a libertação dos dirigentes políticos catalães. Isso aproximaria a campanha eleitoral da normalidade desejável e poderia abrir caminhos para ser explorado o muito difícil refazer da convivência democrática.

Os cidadãos eleitores, de um campo e de outro estão exaustos. Também indignados. A transferência de votos do PP para o Ciudadanos reflete, no campo constitucionalista, a reprovação da postura do governo de Rajoy. A cidadania está revoltada com a incapacidade dos políticos para construírem propostas que permitam sair do atual bloqueio. Assim, perde a Catalunha e perde a Espanha.

Os castilhanos recorrerão a qualquer forma de pressão para que tudo se mantenha como até aqui, basta ver o caso dos prisioneiros políticos. O que poderá equilibrar a percentagem dos votos são os largos milhares de Não catalães que habitam na Catalunha sobretudo espanhóis e que irão ter direito a voto para além dos autocarros de Madrid que já estão prontos, e claro, o plano B por parte de Madrid para inverter o resultado, sinto muito pelos catalães, mas tudo será possível numa situação de desespero!.
« Última modificação: Dezembro 06, 2017, 07:49:30 pm por Daniel »
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Re: Separatismos em Espanha
« Responder #2181 em: Dezembro 06, 2017, 08:33:29 pm »


Os castilhanos recorrerão a qualquer forma de pressão para que tudo se mantenha como até aqui, basta ver o caso dos prisioneiros políticos. O que poderá equilibrar a percentagem dos votos são os largos milhares de Não catalães que habitam na Catalunha sobretudo espanhóis e que irão ter direito a voto para além dos autocarros de Madrid que já estão prontos, e claro, o plano B por parte de Madrid para inverter o resultado, sinto muito pelos catalães, mas tudo será possível numa situação de desespero!.


 :rir: :rir: :rir: :rir: :rir: :rir: :rir: :rir: :rir: :rir: :rir: :rir:

No dices mas tonterias por que no te caben, solo tiene dereito a votar en las elecciones catalanas, los catalanes empadronados hace 6 meses...así que eso de los autocarros lo dices tu, en una mais de tus mentiras....

Y no hay prisioneros políticos, en Espanha no se encarcela a nadie por sus ideas, estan presos políticos que han cometido un delito, que no te enteras o no te quieres enterar, miente que algo queda...

¿No tienes amigos en Suiza?....

Das pena.
 

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Daniel

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Re: Separatismos em Espanha
« Responder #2182 em: Dezembro 06, 2017, 09:05:19 pm »
Puidgemont pronto para as “consequências” mas só regressa a Espanha com garantias
http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/puidgemont-pronto-para-as-consequencias-mas-so-regressa-a-espanha-com-garantias-241395

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"Será uma contradição do sistema político se os cidadãos me elegerem deputado, ou presidente, e que a democracia espanhola não o permita", afirmou Carles Puidgemont em conferência de imprensa.Carles Puidgemont, ex-presidente da Generalitat, manifestou esta quarta-feira a intenção de regressar a Espanha depois das eleições regionais para a Catalunha, a 21 de Dezembro, para tomar posse como deputado. O político catalão falou aos media um dia depois do Tribunal Supremo de Justiça espanhol ter retirado as ordem de detenção para nome de Puidgemont.

Segundo a agência espanhol Efe, o político, que está a residir na Bélgica, disse ainda que a decisão tem de ser “ponderada”, porque não voltará “sem garantias”. Mas está preparado para assumir “as consequências”.

“Será uma contradição do sistema político se  os cidadãos me elegerem deputado, ou presidente, e que a democracia espanhola não o permita”, afirmou.

O Governo de Carles Puidgemont foi destituido pelo Governo central espanhol, após a dissolução do parlamento catalão a 28 de outubro.

Coitado do Puidgemont, quando diz que será uma contradição política se os cidadãos o elegerem, e a ( democracia )  :N-icon-Axe: castilhana não o permitir, está mais que visto que não, assim que regressar já sabe o que lhe espera, tudo menos liberdade  8)
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Re: Separatismos em Espanha
« Responder #2183 em: Dezembro 07, 2017, 05:13:26 pm »
Catalunha. Independentistas mobilizam 45 mil pessoas em Bruxelas em nome da solidariedade
https://ionline.sapo.pt/591507

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Catalães mostram a força na capital europeia e diozem que vão entrar para a bandeira "em breve". O movimento independentista catalão protestou esta quinta-feira à porta dos líderes europeus na tentativa de demonstrar que o seu poder popular não se encontra somente em Barcelona e que a sua luta se trava também – e de uma forma essencial – no centro do poder europeu, que em quase tudo se vem alinhando com Madrid.

Quarenta e cinco mil pessoas marcharam nas ruas de Bruxelas como se o dia se tratasse de uma Diada belga, espantando as expectativas, reivindicando solidariedade e alinhando-se  sob o lema “Europa, desperta”.

Os cálculos dos participantes foram anunciados pelas organizações que mobilizaram os protestos e confirmados mais tarde pela polícia municipal da capital belga. A Òmnium Cultural e ANC convocaram a grande marcha em nome também dos presos políticos – os seus líderes, os Jordis, Sánchez e Cuixart, continuam presos em Madrid, apesar de alguns ex-ministros terem recentemente saído em liberdade condicional –, mas o móbil essencial foi o de dizer que o independentismo catalão é também, e inerentemente, europeísta.

Puigdemont e o ex-presidente catalão Artur Mas saíram na frente da marcha, apesar de se terem juntado à última hora. A bandeira da UE, garantiu Agustí Alcoberro, o vice-presidente da ANC, vai ter “em breve” uma nova estrela na sua bandeira. “Será amarela”, disse em Bruxelas, falando também da cor que por estes dias serve como marco de solidariedade com os políticos catalães detidos. “Queremos uma Europa de cidadãos livres, uma que escute os seus cidadãos para além de escutar os Estados”, afirmou, por sua vez, Carles Puigdemont.

“Têm medo de um juiz belga, de que vos diga a verdade”, lançou o ex-ministro catalão Antoni Comín, que se viu livre, com Puigdemont e quatro outros responsáveis, dos mandados de captura internacionais, cancelados pelo Supremo, por receio de que a conversão à lei de Bruxelas atenuasse os alegados crimes dos independentistas.

“Estão aterrados que vos diga que estamos a ser perseguidos pelos ideais políticos e que, portanto, os presos são presos políticos. Têm medo da democracia, das urnas, porque são uns franquistas e têm medo do Estado de Direito", lançou.
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