Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos

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Cabeça de Martelo

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #150 em: Dezembro 19, 2017, 11:08:52 am »
Curso de Soldados Fuzileiros Navais em São Tomé e Príncipe


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Nos dias 12 a 17 de novembro, foi realizado o acampamento do Curso de Formação de Soldados Fuzileiros Navais de São Tomé e Príncipe, na região da Praia Fernão Dias e Praia dos Tamarindos, no Distrito de Lobata.

O exercício foi conduzido pelo Grupo de Assessoramento Técnico de Fuzileiros Navais junto à Guarda Costeira (GAT-FN-STP), com o apoio da Unidade de Fuzileiros Navais de São Tomé e Príncipe.

Foram realizadas oficinas que exploraram as diversas disciplinas ministradas durante o curso, dentre as quais: Operações Anfíbias, Natação Utilitária, Escola de Embarcações, Combate Ofensivo e Defensivo, Instrução Básica de Combate (Pista de Reação), Defesa contra Agentes NBQR, Primeiros Socorros, Navegação Terrestre, Combate em Área Edificada, Armamento e Minas, Tiro Instintivo, Patrulhas de Combate e Reconhecimento, Pista de Acuidade e Grupo de Visita e Inspeção e Grupo de Presa (GVI/GP).

As oficinas do acampamento foram, em sua maioria, desenvolvidas dentro do contexto de uma operação anfíbia, com ênfase na prática dos conhecimentos adquiridos durante o curso.


O exercício permitiu aos alunos sentirem-se integrando um pelotão de Fuzileiros Navais, para o cumprimento de diversas missões, e forçando-os a demonstrarem suas aptidões e capacidades, mediante as diversas situações propostas, sendo constantemente expostos ao cansaço físico e mental e exigidos durante todos os dias da semana.

Um evento de destaque foi a demonstração operativa que ocorreu no dia 15 de novembro, durante a Oficina de Combate em Área Edificada, em Fernão Dias.


Na ocasião, estiveram presentes o Ministro da Defesa de São Tomé e Príncipe e autoridades militares do país, como o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, o Comandante do Exército e o Comandante da Guarda Costeira.

O Encarregado do Núcleo da Missão Naval do Brasil também participou da ação. O grupo pode observar o bom desempenho dos alunos durante a atividade e também visitou o Posto de Comando do exercício, na Praia dos Tamarindos, onde foi proferida, pelo encarregado do GAT-FN-STP, uma palestra detalhando as atividades realizadas pelos alunos durante o curso e o acampamento.

o dia 17 de novembro, após uma semana de intensas atividades, uma breve cerimônia foi realizada para efetuar a entrega das tarjetas com o nome de cada um dos alunos.

Este evento marcou tanto o término do exercício, quanto o encerramento das atividades instrucionais do curso, sendo que, após a cerimônia de formatura, a ser realizada no dia 1º de dezembro, os recém-formados Fuzileiros Navais passarão a reforçar o efetivo de combatentes anfíbios da Unidade de Fuzileiros Navais de São Tomé e Príncipe.

FONTE:  http://tecnodefesa.com.br/curso-de-soldados-fuzileiros-navais-em-sao-tome-e-principe/

Vão ser a excepção, já que até agora todos os Corpos de Fuzileiros nos PALOPS foram criados com ajuda dos nossos Fuzos. Na verdade isso aconteceu até em Timor Leste.


http://fuzileiros.marinha.pt/PT/destaques/Paginas/3%C2%BACursoFuzileirosAmbitoProjecto3CooperacaoTecnicoMilitarTimorLeste.aspx
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Vitor Santos

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #151 em: Dezembro 19, 2017, 02:26:06 pm »
Então mas com tanta viatura disponível vão buscar de propósito a arrastadeira dos HUMVEE??

Tal aquisição está envolta à muita controvérsia. A princípio, seria uma medida paliativa, ou seja, uma improvisação em caráter de urgência, pois no inventário atual do CFN não há viaturas leves blindadas (4x4) para a tarefa de patrulha em zonas quentes como é o cenário na RCA.

Para a tarefa de patrulha, o CFN, atualmente, opera viaturas leves não blindadas dos tipos:

Agrale Marruá:


Land Rover Wolf:


Land Rover Defender:


Como se nota, são inadequadas para operarem em ambiente muito hostil, numa missão da ONU de imposição de paz (cenário oposto ao Haiti, onde o CFN esteve e recentemente encerrou sua missão) na República Centro Africana (RCA).

O Exército também está em via de adquirir em segunda mão cerca de 80 a 100 HUMVEE dos EUA até a chegada do primeiro lote de IVECO LMV, novos, em 2019.

Não se sabe, por enquanto, se o CFN também vai comprar novas viaturas blindadas sobre rodas 4x4 (AFV) tal como faz o Exército nesse momento. Contudo, é preciso salientar que há alternativas nacionais no mercado brasileiro e pode-se listar três produtos  interessantes:

Avibrás Guará:

Nesta foto em teste pelo CFN, inclusive nas cores da camuflagem padrão da corporação

Avibrás Tupi ( Renault Sherpa nacionalizado):


Inbrafiltro Gladiador II:

 

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Vitor Santos

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #152 em: Dezembro 19, 2017, 02:44:53 pm »

Vão ser a excepção, já que até agora todos os Corpos de Fuzileiros nos PALOPS foram criados com ajuda dos nossos Fuzos. Na verdade isso aconteceu até em Timor Leste.


http://fuzileiros.marinha.pt/PT/destaques/Paginas/3%C2%BACursoFuzileirosAmbitoProjecto3CooperacaoTecnicoMilitarTimorLeste.aspx

Nos PALOPS, sim. Porém o CFN presta assistência aos Fuzos da Namíbia desde 2005. Em relação às parcerias desenvolvidas pelo CFN com tropas congêneres no Continente Africano, até o momento, o caso da Namíbia é o mais expressivo e profundo:

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Fuzileiros brasileiros exportam organização e até expertise musical para Namíbia

Após mais de duas décadas de luta, a Namíbia conquistou sua independência da África do Sul em 1990. Com a recém-conquistada autonomia, no entanto, era preciso organizar praticamente do zero suas Forças Armadas, com Exército, Aeronáutica e Marinha. No caso da última arma, o país do sudoeste africano acabou contando com o auxílio de um “vizinho” que fica a mais de 6 mil quilômetros de distância, do outro lado do Oceano Atlântico: o Brasil.

Iniciada em 1994, a cooperação entre as Marinhas brasileira e namibiana é um dos carros-chefes da aproximação militar entre o Brasil e países africanos, que tem como objetivo garantir a segurança no Atlântico sul e enfrentar novas ameaças como a pirataria, o terrorismo e o tráfico de drogas na região.

No caso da Namíbia, o Brasil foi peça fundamental para a implementação do Corpo de Fuzileiros Navais do país africano.

“A Namíbia está partindo do zero. Começou conosco em 2005 e hoje, com cerca de oito anos, já se encontra com um batalhão 60% estruturado”, diz o capitão de fragata fuzileiro naval Stewart da Paixão Gomes, porta-voz do Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil.

Formação

Desde 2005, mais de 400 fuzileiros navais namibianos foram capacitados no Brasil. Já em 2009, a Marinha brasileira criou o Grupo de Apoio Técnico de Fuzileiros Navais, que tinha como objetivo inicial a criação de um curso de formação de soldados fuzileiros na Namíbia, além de prestar assessoria na organização e estruturação do grupo militar especializado em operações anfíbias namibiano.

Stewart explica que a formação dos fuzileiros namibianos é baseada nos mesmos princípios usados pelos militares brasileiros.

“Os cursos realizados naquele país são bastante similares aos nossos, usando o mesmo currículo, formando o pessoal da mesma forma que aqui”, diz.

Início

A primeira missão brasileira com o objetivo de auxiliar na criação de um Corpo de Fuzileiros Navais namibianos desembarcou no país africano em janeiro de 2009, sob o comando do capitão de mar e guerra fuzileiro naval José Calixto dos Santos Júnior.

“A ideia (era) de criar um batalhão de infantaria e formar os soldados dentro de um contexto similar ao que nós formamos aqui no Brasil”, diz Calixto, que passou dois anos na Namíbia e atualmente está reformado.

De acordo com o comandante, apesar da inspiração no modelo brasileiro, foi necessária uma série de adaptações para adequar o novo Corpo de Fuzileiros às características de terreno, históricas, culturais e sociais da Namíbia.

Após a aprovação da estrutura do novo corpo por parte das autoridades namibianas, foram desenvolvidos manuais, técnicas e atividades de adestramento que acabaram resultando na formação da primeira turma de soldados fuzileiros navais do país africano.

Cultura

Alguns dos desafios iniciais na formação dos fuzileiros namibianos passaram pela adaptação de características culturais do país às necessidades do novo corpo.

Calixto conta que muitos namibianos não têm uma ligação forte com o mar e, durante a formação dos membros do novo Corpo de Fuzileiros Navais – uma tropa anfíbia por definição -, foi necessário ensinar alguns dos militares namibianos a nadar.

“Não existe fuzileiro naval que não saiba nadar. E essa foi uma grande dificuldade que nós tivemos, em fazer com que o militar da Namíbia gostasse da água e conseguisse iniciar os primeiros passos para ser um bom nadador”, conta o comandante.

Mas se algumas características dificultaram, outras facilitaram o trabalho dos militares brasileiros no país.

Embora a língua oficial da Namíbia seja o inglês, muitos dos militares que tiveram contato com os brasileiros compreendiam e falavam bem o português.

“Havia uma facilidade grande de comunicação, porque no contexto da guerra (de independência), alguns militares que conosco conviveram ficaram escondidos em Angola durante 10, 11 anos. Esses militares, mais antigos, já falavam um português fluente”, explica o capitão de mar e guerra fuzileiro naval Ivan Rocha Damasceno Filho, que comandou o grupo de apoio brasileiro na Namíbia entre 2010 e 2012.

“Nós falávamos em português, instruíamos em português, eles entendem perfeitamente. Não havia dificuldade nesse aspecto”, diz Damasceno.

Música


Mas além de auxiliar na organização e na formação de militares, o grupo de apoio brasileiro na Namíbia também teve uma outra função: a estruturação de uma banda de música para o Corpo de Fuzileiros Navais namibiano, nos moldes da banda marcial brasileira, além do desenvolvimento do cerimonial do grupo.

Tanto a questão do cerimonial para o recebimento de autoridades como a parte musical são consideradas pelos fuzileiros como partes importantes nas tradições do grupo e que, junto com atividades como marchas e paradas, contribuem para o desenvolvimento da marcialidade e disciplina dos militares.

Uma parte deste trabalho é centrada na corneta, que é utilizada para passar ordens e comandos para a tropa, como explica Samuel Alves de Oliveira, 2º sargento fuzileiro naval corneteiro, que passou quase dois anos trabalhando na Namíbia.

“É muito dificultoso dar uma ordem para uma massa de militares. A nossa função ali é justamente facilitar a ordem que é transmitida à tropa, e a gente faz isso por meio de um instrumento chamado corneta”, diz Oliveira, que também atuou na parte de desenvolvimento de voz e da banda do corpo namibiano.

“Eu até pensava no início que seria um pouco mais difícil, mas, quando nós chegamos ali, vimos que o trabalho seria muito fácil, porque o africano, e em especial o namibiano, tem uma percepção musical muito aguçada, cantam já por natureza. Eu aprendi muito trabalhando com eles”, diz.

FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2013/05/130516_fuzileiros_namibia_cq






 

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Vitor Santos

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #153 em: Fevereiro 16, 2018, 03:36:09 pm »
Controlador Aerotático do COMANF conduzindo apoio de fogo aéreo aproximado com aeronaves A-4 Skyhawk da Marinha do Brasil.

 

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #154 em: Fevereiro 24, 2018, 02:14:42 pm »
Força de Fuzileiros da Esquadra completa 61 anos, comprovando seu poder de combate e permanência nas ações


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No dia 8 de Fevereiro, foi realizada a cerimônia alusiva ao 61° aniversário da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE), presidida pelo Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira. A ordem do dia, lida pelo Comandante da Força dos Fuzileiros da Esquadra, Vice-Almirante, Fuzileiro Naval, Cesar Lopes Loureiro, destacou a história da FFE e o importante papel da Força ao longo dos seus 61 anos: “A criação da Força de Fuzileiros da Esquadra, em 1957, foi o resultado concreto da modernização das forças operativas de fuzileiros navais, previstas no regulamento de 1950, rompendo os paradigmas até então existentes, estabelecendo, de maneira definitiva, a vocação anfíbia dos fuzileiros navais.

Ao longo dos últimos 61 anos, mercê de constante evolução impulsionada por gerações de combatentes anfíbios, a FFE passou a ser conhecida no cenário nacional e internacional por suas atuações, dentre elas: na República Dominicana, de maio de 1965 a setembro de 1966, integrando a Faibrás; em Angola, de 1995 até agosto de 1997, contribuindo com quatro contingentes, integrando a Unavem III; e no Haiti, de maio de 2004 a 2017, integrando a Minustah, contribuindo decisivamente para o sucesso da missão naquele país.

FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com.br/2018/02/forca-de-fuzileiros-da-esquadra.html





 

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #155 em: Fevereiro 24, 2018, 02:42:40 pm »
USMC / CFN: Brazilian commandant visits Camp Lejeune


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Admiral Marco Antonio Correa Guimaraes, Commandant of the Brazilian Marine Corps (third from left) and several senior officers of his staff, tour the boat basin located at Courthouse Bay, Marine Corps Base Camp Lejeune. This visit supported U.S. Marine Corps efforts to strengthen and increase its partnership with the Brazilian Marine Corps and United States Southern Command guidance to expand security cooperation with Brazil. The Brazilian military delegation flew in a V-22B Osprey, observed an Assault Amphibious Vehicle demonstration and a static display of Marine capabilities and equipment. This official tour was by personal invitation from U.S. Marine Corps Maj. Gen. John Croley, commanding general of U.S. Marine Corps Forces South. Brazil has the second largest Marine Corps in South America. In addition to their stop at Camp Lejeune, Admiral Guimaraes and his delegation visited other U.S. military bases on the East Coast.

Fonte: https://www.dvidshub.net/image/614217/brazilian-commandant-visits-camp-lejeune





 

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #156 em: Março 07, 2018, 08:11:39 pm »
7 de março: 2010 anos do Corpo de Fuzileiros Navais


 

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #157 em: Março 17, 2018, 04:51:02 pm »
Almirante de Esquadra (FN) Alexandre avalia a participação brasileira na República Centro-Africana: “Estamos prontos”


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“A palavra que trago hoje para os senhores é de confiança. Confiança absoluta de que os senhores estão preparados e estarão mais bem preparados ainda quando a MINUSCA [Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana] se concretizar. Mantenham o ímpeto e continuem levando com bastante seriedade o adestramento que está sendo feito e o aprendizado que vem sendo ministrado aos senhores. Quando acontecer, estaremos prontos, como Fuzileiros Navais que somos. Competência nós temos de sobra, para cumprir qualquer tipo de tarefa. Parabéns a todos. Não percam o foco. Continuem no nível e no ritmo de adestramento que os senhores estão. Tenho certeza de que, mais uma vez, teremos um Grupamento Operativo no nível que o Corpo de Fuzileiros Navais merece. AD SUMUS!”.

Foi com essas palavras de incentivo aos militares que compõem o Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais (GptOpFuzNav) do 1º Contingente da MINUSCA que o Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, Almirante de Esquadra (FN) Alexandre José Barreto de Mattos, encerrou sua visita ao Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra (ComFFE), na segunda-feira, 5 de março, quando foi à base instalada no local para participar de uma palestra proferida pelo Comandante do GptOpFuzNav, Capitão de Mar e Guerra (FN) Luis Felippe Valentini da Silva, a respeito do preparo dos integrantes do Grupamento para a possível nova missão de paz.

O Brasil foi convidado oficialmente pela Organização das Nações Unidas (ONU) para fazer parte da missão em 22 de novembro de 2017, após o Conselho de Segurança aprovar o envio de mais de 900 militares para contribuir com a proteção de civis no país, com a salvaguarda de pessoal e instalações da ONU, com a criação de um ambiente seguro ao redor dos principais centros populacionais e das principais linhas de comunicação, entre outras tarefas. No entanto, apesar de a participação brasileira ainda não ter sido confirmada, os militares já estão passando por uma série de adestramentos desde o início do ano. É o que diz o CMG (FN) Valentini.

“O Grupamento Operativo foi constituído no começo de janeiro de 2018. Os militares vieram de suas unidades e se concentraram aqui na Força. Na primeira etapa, estão recebendo orientações mais básicas de tiro, de primeiros socorros, comunicações e as condutas padronizadas, que chamamos de Técnicas de Ações Imediatas (TAI)”. O adestramento também engloba as orientações teóricas acerca de missão, como antecedentes históricos, aspectos geopolíticos e experiências sobre a operação, além de instruções específicas e aulas de francês. Durante o treinamento, os 240 militares voluntários para a missão – 18 Oficiais e 222 Praças – ficam em uma base instalada no Complexo Naval Caxias Meriti, atrás do prédio do Com FFE.

O ComGerCFN também tem boas expectativas acerca da participação brasileira da MINUSCA. “A rotina de adestramentos que é feita na Força de Fuzileiros da Esquadra ao longo dos últimos anos nos coloca numa situação bastante favorável para, quando surge uma missão dessa natureza, estarmos preparados. O que temos que fazer é continuar com essa preparação porque, a partir do momento em que a data for definida, os Fuzileiros Navais estarão prontos. O Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais pode ir na Vanguarda, pode ir na frente porque está pronto. Essas são as nossas características: prontidão, profissionalismo e capacidade expedicionária. Somos uma tropa que rapidamente se desloca para cumprir qualquer missão”, concluiu.

FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com.br/2018/03/almirante-de-esquadra-fn-alexandre.html
 

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #158 em: Março 17, 2018, 05:02:37 pm »












 

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #159 em: Abril 24, 2018, 01:12:57 pm »
Divisão Anfíbia (DivAnf) do Corpo de Fuzileiros Navais completa 61 anos de ativação


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A Divisão Anfíbia (Div Anf) do Corpo de Fuzileiros Navais, teve sua origem em 22 de abril de 1957, com a criação do Núcleo da 1ª Divisão de Fuzileiros Navais, através de um Decreto presidencial assinado pelo então Presidente da República, Juscelino Kubitschek, dando-lhe como sede duas salas do Comando-Geral do CFN, à época, na Rua do Acre nº 21, Centro do Rio de Janeiro. Em 1964, tendo em vista o crescimento orgânico de suas Organizações Militares (OM) subordinadas, a Marinha observou a necessidade de transferir o Núcleo da 1ª Divisão de Fuzileiros Navais para a residência oficial do Ministro da Marinha, no Campo de Instrução da Ilha do Governador.

Em 24 de setembro de 1971, o Decreto nº 69.287, transformou o Núcleo da 1ª Divisão de Fuzileiros Navais na Divisão Anfíbia da Força de Fuzileiros da Esquadra sob o comando de um Contra-Almirante (FN) e instalado, provisoriamente, no mesmo local. A Divisão Anfíbia ocupou várias instalações provisórias no Campo de Instrução da Ilha do Governador. Entretanto, as humildes instalações não bastavam aos anseios dos Fuzileiros Navais. Novas metas foram alçadas e, paralelamente ao profícuo adestramento, foram assentados os primeiros alicerces e erguidos os pilares e paredes das atuais edificações, hoje inseridas na Base de Fuzileiros Navais da Ilha do Governador.

HERÁLDICA DESCRIÇÃO:

Num escudo boleado e encimado pela coroa naval, campo verde cortado de um faixado-ondado de prata e azul de oito peçase, brocante sobre todo, dois fuzis de ouro passados em aspa com uma âncora superposta, em pala e deste metal.

EXPLICAÇÃO:

Os fuzis e a âncora de ouro assim dispostos, constituindo seu distintivo, representam os bravos Fuzileiros Navais do Brasil; o verde aludindo à terra e o faixado-ondado de prata e azul simbolizando o mar, ao lenbrarem campos de ação militar dos mencionados Soldados do Mar referem-se à sua própria Divisão Anfíbia.(Boletim nº 34, de 25-08-72)

MISSÃO:

A Divisão Anfíbia (DivAnf), localizada na Ilha do Governador (RJ), está estruturada para executar Operações Anfíbias (OpAnf) e Operações Terrestres limitadas, necessárias à realização de uma campanha naval.

Fonte: Marinha do Brasil / https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/04/22-de-abril-aniversario-da-divisao.html











 

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #160 em: Julho 10, 2018, 09:18:50 pm »
Força de Fuzileiros da Esquadra realiza exercício SUBEX 2018

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Em consonância com as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa, onde as quais dizem que, o Corpo de Fuzileiros Navais deve de estar em permanente condição de se fazer utilizáveis para o emprego em qualquer ambiente, de Ação Real ou Ajuda Humanitária, a Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE) realiza anualmente, um intenso Ciclo de Adestramentos, onde os quais lhe permitem dentre outros objetivos, o estabelecimento de uma Força de Emprego Rápido (FER), pronta para ser utilizada em todo espectro dos conflitos nacionais e internacionais. Atendendo então a END, as unidades da FFE realizaram uma série de exercícios denominados SUBEX, durante o mês de maio. Esses treinamentos ocorrerem de acordo com as peculiaridades e missões específicas de cada Organização Militar (OM) envolvida.

O exercício tem como finalidade, adestrar as subunidades de Combate, de Apoio ao Combate e de Apoio aos Serviços de Combate, no contexto dos mais variados temas táticos. A maior parte dos exercícios SUBEX 2018 ocorrem na Região de Itaóca (ES). Com exceção do SUBEX OPESP, um treinamento específico de Operações Especiais, o qual fora ocorrido entre os dias 7 e 11 de maio na região de Mangaratiba (RJ), e do SUBEX OP RIB, o qual é um treinamento dos Batalhões de Infantaria em ambientes ribeirinhos, que tem previsão para ocorrer entres os dias 17 a 23 de junho, em Ribeirão da Lages (RJ). Em Itaóca, a SUBEX 2018 englobou treinamentos para os Batalhões de Infantaria de Fuzileiros Navais, nos procedimentos de combate terrestre Ofensivo e Defensivo, a SUBEX INF.

Por fim, a SUBEX REF, abrange adestramentos específicos de Apoio ao Combate e de Apoio de Serviços ao Combate, tais como atuação em Hospitais de Campanha, missões de Engenharia de Combate, ações de policiamento, transporte geral, manutenção de viaturas e operação com Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf). A SUBEX ART teve início em 16 de maio e a SUBEX REF.

FONTE:https://orbisdefense.blogspot.com/2018/05/forca-de-fuzileiros-da-esquadra-realiza.html














 

 

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