Armada Argentina ARA

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mafets

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #45 em: Novembro 30, 2017, 10:13:26 am »
Este afundamento do submarino, vem mais uma vez demonstrar o desinvestmento que os argentinos vêm fazendo nas suas forças armadas.

Espero que isto sirva de exemplo aos generais  portugueses, os equipamentos não são infinitos e andar por aí com equipamentos velhos e com falta de manutenção, é que não.
Não só, demonstra a péssima chefia e a incapacidade de planificar sem fechar algumas capelinhas. A Argentina têm parte das soluções em casa e só inventa, basta ver o caso dos Super Etendart em que a aquisição abriu uma guerra Armada/FAA porque todos querem continuar com aviação, isto apesar de nenhum caça ou avião de ataque voar. Mas verbas para o fabrico do Pampa II não estão garantidas. O mesmo se passou com os submarinos, já que o programa inicial previa um número bem maior, e ficou muita coisa por acabar, com diversas fontes a defender que deveria-se retomar a construção, usando para isso dinheiro da desactivação de unidades que só estão a fazer número.

https://www.taringa.net/posts/imagenes/84080/Submarinos-argentinos-en-construccion.html




Saudações
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Vitor Santos

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #46 em: Novembro 30, 2017, 04:31:40 pm »
Este afundamento do submarino, vem mais uma vez demonstrar o desinvestmento que os argentinos vêm fazendo nas suas forças armadas.

Espero que isto sirva de exemplo aos generais  portugueses, os equipamentos não são infinitos e andar por aí com equipamentos velhos e com falta de manutenção, é que não.
Não só, demonstra a péssima chefia e a incapacidade de planificar sem fechar algumas capelinhas. A Argentina têm parte das soluções em casa e só inventa, basta ver o caso dos Super Etendart em que a aquisição abriu uma guerra Armada/FAA porque todos querem continuar com aviação, isto apesar de nenhum caça ou avião de ataque voar. Mas verbas para o fabrico do Pampa II não estão garantidas. O mesmo se passou com os submarinos, já que o programa inicial previa um número bem maior, e ficou muita coisa por acabar, com diversas fontes a defender que deveria-se retomar a construção, usando para isso dinheiro da desactivação de unidades que só estão a fazer número.

https://www.taringa.net/posts/imagenes/84080/Submarinos-argentinos-en-construccion.html




Saudações

A sociedade civil argentina há décadas penaliza seus militares pelos crimes consumados no decorrer dos sucessivos regimes militares ao longo do século XX. A vexatória derrota para os ingleses nas Malvinas/Falklands, por exemplo, até os dias atuais é imensamente sentida. Quem teve ou tiver a oportunidade de conhecer Bueno Aires notou/vai notar o quanto é comum e viva a memória do conflito de 1982.

Desde então os investimentos nas FFAAs argentinas vem diminuindo a passos acelerados. Na América do Sul, eles têm o menor orçamento da área da Defesa, ou seja, apenas 1,2% do PIB.

Espero que a catástrofe do ARA San Juan ajude a conciliar os civis com os militares argentinos. Para a América do Sul não é interessante uma Argentina fraca e débil militarmente. (A nossa [Brasil] rivalidade no aspecto militar foi encerrada em 1982. Atualmente, ela já não faz tanto sentido) 
 

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Lusitano89

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #47 em: Dezembro 01, 2017, 12:08:53 am »
Marinha Argentina dá por perdidos os 44 tripulantes, mas buscas continuam


A Marinha argentina informa que a partir de agora vai continuar à procura do submarino “ARA San Juan”, desaparecido há 15 dias, mas que já não espera encontrar sobreviventes entre os 44 tripulantes.

"A integração dos recursos SAR (busca e salvamento) disponíveis -- nacionais, internacionais, estatais e privados -- na rede de cooperação orientada para a protecção de vidas humanas não encontraram prova alguma do naufrágio nas áreas exploradas", afirmou o capitão de navio e porta-voz da Marinha, Enrique Balbi, à comunicação social, na sede central do corpo militar na capital argentina.

Questionado sobre se já não esperam encontrar sobreviventes, Balbi respondeu que "até não ter a localização" da embarcação não vai dar uma "resposta categórica", mas salientou que "se estendeu até ao dobro o tempo das possibilidades de resgate".

O Ministério da Defesa e a Marinha vão continuar agora com a fase seguinte, reduzida à busca, e já não ao resgate, do submersível San Juan no Oceano Atlântico.


>>>>>>  http://rr.sapo.pt/noticia/99757/argentina-marinha-da-por-perdidos-os-44-tripulantes-mas-buscas-continuam?utm_source=rss
 

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Daniel

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #48 em: Dezembro 06, 2017, 08:43:03 am »
Submarino desaparecido: materiais usados não foram "da qualidade exigida"
http://www.tvi24.iol.pt/internacional/argentina/ha-suspeitas-de-corrupcao-na-reparacao-do-submarino-desaparecido

Citar
O governo da Argentina afirmou na segunda-feira suspeitar de corrupção no processo de reparação, durante o mandato da anterior presidente Cristina Kirchner, do submarino ARA San Juan, desaparecido há 20 dias.


Houve uma denúncia por corrupção que foi arquivada sem ser investigada e dava conta de algumas anomalias que existiam. O que pude comprovar é que tinha que ser consertado em dois anos e demorou cinco”, afirmou o ministro da Defesa argentino, Oscar Aguad, numa entrevista ao canal TN.

Na primeira entrevista desde que o ARA San Juan desapareceu no Atlântico sul, com 44 tripulantes a bordo, em 15 de novembro, Oscar Aguad indicou existirem relatórios de auditoria que dão conta de que os materiais utilizados durante a reparação de “meia-idade” do submarino, entre 2008 e 2014, não foram “da qualidade exigida”.

Além disso, segundo o ministro, também há informações reportando “outra série de anomalias”, como preços inflacionados, “que ter-se-á que investigar”.

Apesar de não haver “provas claras”, existem, contudo, “suspeitas” de irregularidades, garantiu Oscar Aguad, referindo-se ao processo de manutenção do submarino, que foi construído na Alemanha e incorporado na Marinha argentina em 1985.


Mesmo assim, o ministro do governo de Mauricio Macri reconheceu que os trabalhos de conservação do submarino foram feitos.


A corrupção tem que ver com os preços inflacionados, mas os trabalhos foram feitos. (…) Acredito que são duas coisas distintas, mas há que investigar”, realçou Aguad, para quem o problema das Forças Armadas da Argentina é que durante 34 anos foram “estigmatizadas” pela repressão por parte do Estado argentino durante as ditaduras e pela guerra das Malvinas contra o Reino Unido, em 1982.

Neste sentido, defendeu que durante o governo de Cristina Kirchner, a política da Defesa era “estigmatizar as Forças Armadas e baixar o salário dos militares”.

O submarino informou sobre a sua localização e comunicou, pela última vez, com a base no Mar da Prata, há duas semanas, e, segundo a investigação, poucas horas depois ocorreu uma “explosão”.

Questionado sobre se, em 13 de novembro, o submarino zarpou do porto de Ushuaia em perfeito estado, Aguad afirmou que “as evidências dizem que sim”.

No entanto, afirmou que um dos aspetos que a justiça deve investigar é se houve erros por parte da Marinha quando na noite anterior, ao comunicar a localização pela última vez, o comandante do submarino alertou os superiores em terra que tinha entrado água no compartimento das baterias elétricas e ocorrido um princípio de incêndio, um problema que, segundo a Marinha, se solucionou, tanto que o próprio comandante decidiu continuar viagem.


É motivo de investigação. Detemrinar se a avaria era ou não grave (…). Eu também confio no capitão, toda a gente fala da sua experiência”, argumentou o ministro.

Aguad relatou ainda que o ARA San Juan teve há algum tempo um “incidente similar” de infiltração de água.

“Com a diferença de que nesse caso a água não chegou às baterias”, sublinhou, para explicar que o comandante “deu conta” do problema e pediu que essa questão fosse resolvida quando o submarino fosse submetido a reparações no primeiro semestre de 2018.

Prosseguem intensas buscas pelo submarino, com a ajuda de países como os Estados Unidos, Reino Unido e Rússia, numa zona do oceano Atlântico em que várias agências internacionais registaram a ocorrência de uma explosão, horas depois do desaparecimento do submarino, perto de onde se perdeu o seu rasto.

“O que terá acontecido com esse submarino? Essa é a incógnita. O ruído que se ouviu foi a explosão de hidrogénio ou foi o colapso do barco quando estava a cair? (…) Não saberemos enquanto não o encontrarmos”, sustentou Aguad.

Há cinco dias, a Marinha anunciou que a busca ia continuar, embora tenha descartado a possibilidade de resgatar os tripulantes, considerando não haver hipótese de terem sobrevivido, o que desencadeou a indignação por parte dos familiares, que exigiram ao governo de Macri o resgate da tripulação do submarino.

O ministro explicou que o prazo de busca e resgate expirou porque assim determinam as normas internacionais, e assumiu que todos os tripulantes morreram, ao recordar que “as condições do ambiente extremo” no fundo do mar durante tanto tempo são incompatíveis com a existência da vida humana.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Lusitano89

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #49 em: Dezembro 06, 2017, 03:07:47 pm »
 

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mafets

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #50 em: Dezembro 10, 2017, 02:17:44 pm »
E quando esperamos já ver tudo no "Poder Naval", eis que o mesmo volta a surpreender-nos com a publicação de um escrito por uma totó qualquer que não tem ponta por onde se lhe pegue (vá lá, não terem sido os Marcianos. Alguem diga também à senhora que foram os Argies a atacar primeiro... )  ::) :o )  ...  ::) ??? http://www.naval.com.br/blog/2017/12/09/o-ara-san-juan-selou-seu-destino-na-guerra-das-malvinas/
Citar
O ARA San Juan está no fundo do Atlântico Sul porque a OTAN, os Estados Unidos e a Grã-Bretanha nunca perdoaram a Argentina pela Guerra das Malvinas de 1982

Por Patricia Lee Wynne

Para Margaret Thatcher e Ronald Reagan, era inaceitável que um país em desenvolvimento reivindicasse a soberania de uma parte de seu território e sua plataforma continental, em um dos poucos territórios coloniais restantes.

É por isso que eles responderam com armas. Os Estados Unidos quebraram o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR) que obrigava os Estados do continente a se defenderem de um poder extra-regional, para apoiar o Reino Unido, o aliado da OTAN.

Certamente, a recuperação das Malvinas foi uma manobra desesperada de uma ditadura militar sangrenta e desacreditada. A Junta Militar pensou que os Estados Unidos iriam apoiá-la em gratidão pela sua contribuição pela formação dos “contras” na luta contra o governo sandinista na Nicarágua.

A guerra não era inevitável. Londres poderia buscar uma solução negociada como exigida pela ONU em diversas ocasiões. Mas teve que castigar a audácia para que ninguém mais se atrevesse.

A Argentina foi derrotada apesar da justiça da reivindicação de soberania e apoio e solidariedade latino-americanos. E também da União Soviética, como o jornalista Serguéi Brilev mostrou em seu livro “Fidel, Fútbol y Malvinas”.

Mas seus soldados, aviadores e marinheiros infligiram às forças britânicas danos como nenhum outro exército do mundo fez desde a Segunda Guerra Mundial. 24 navios deixados fora do combate, para não mencionar os dados que permanecerão em segredo até 2072 para esconder a vergonha que a Coroa real sofreu.

Desde então, as Forças Armadas argentinas foram reduzidas à sua expressão mínima. Foi um objetivo explícito dos Estados Unidos e do Reino Unido, acompanhado pelos governos argentinos nos últimos 35 anos.

O oitavo maior país do mundo, com uma superfície do mar igual ou maior que a sua área continental, com as maiores reservas de peixes do planeta, além de petróleo e outros recursos ricos, com uma das planícies mais produtivas do mundo, não tem como se defender.

Os aviões de drogas cruzam o ar ao norte sem radares que possam encontrá-los. Os chineses e outros países roubam a riqueza do oceano, sem poderem ser interrompidos.

“Após um período significativo de declínio, a Argentina deixou de ser uma força militar operacional”, afirmou a publicação britânica UK Defense Journal.

“A Força Aérea retirou os Mirage e confirmou que todos os caças Lockheed Martin A-4AR Skyhawk estão no chão e não serão substituídos no futuro imediato”, acrescenta a publicação. As tripulações de submarinos precisam de pelo menos 190 dias de imersão por ano e em 2014 elas tiveram apenas 19 dias, ela continua.

De acordo com uma análise do IHS Jane’s, citada na nota, “a Força Aérea é uma coleção de aviões antigos dos anos setenta que estão freqüentemente no chão devido à sua baixa capacidade operacional”.

A Argentina tentou comprar aeronaves Gripen da Suécia através do Brasil, mas foi vetada pelo Reino Unido, que produz uma grande parte dos componentes do avião, a publicação continua.

Em 23 de novembro, o Jane’s publicou um artigo intitulado: “A emergência do submarino expõe as limitações de operabilidade da Argentina”, que destaca que “várias plataformas aéreas e marítimas do inventário argentino estão fora de serviço, com orçamentos vazios que levam à falta de substituição e manutenção”.

Citando fontes militares locais, a publicação assinala que a Marinha tem suas quatro aeronaves de patrulha P-3B fora de serviço e que a única aeronave com um detector de anomalias magnéticas (MAD) capaz de detectar submarinos debaixo d’água é um S- 2T Turbo Tracker, que voltou ao serviço em 2016 depois de passar vários anos sem voar.

Quando o país se prepara para sediar a Cúpula do G20 em 2018, os submarinos afundam e os aviões não voam.

Mais grave ainda, a partir de 1982, os britânicos não só são proprietários das Malvinas, mas ocupam milhões de quilômetros quadrados do território marítimo argentino, explorando os recursos pesqueiros que não lhes pertencem e avançando na exploração de hidrocarbonetos.

Tudo isso defendido da base da OTAN em Monte Agradable (Mount Pleasant), com submarinos nucleares controlando a rota para a Antártica, o objetivo final.

É por isso que o ARA San Juan afundou.

FONTE: sputniknews.com



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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #51 em: Dezembro 11, 2017, 03:52:02 pm »
Empresas alemãs sob suspeita


« Última modificação: Dezembro 11, 2017, 03:56:27 pm por Lusitano89 »
 

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #52 em: Dezembro 15, 2017, 10:42:48 am »
A culpa ainda vai ser dos marcianos a mando dos "bifes".  ::) ???

https://ukdefencejournal.org.uk/argentine-sub-chased-british-helicopter-says-family-member-despite-britain-not-anti-submarine-helicopters-area/?utm_source=FB&utm_medium=UKDJPage&utm_campaign=social
Citar
The Ministry of Defence has said the woman’s story is ‘completely untrue’, understandable given the fact Britain doesn’t operate any anti-submarine helicopters in the South Atlantic, that is, no helicopters actually capable of tracking a submarine.

Jesica Medina, the sister of submariner Roberto Daniel Medina, said the WhatsApp message she had received from her brother said that they had been close to the Falkland Islands.

“It was a strange message in which he told us a British helicopter and a Chilean ship had been chasing them” said Medina. She told local media that other family members received similar messages. She claimed to not have told authorities about the message earlier because she “didn’t feel she was able to.”

An MoD spokeswoman told us on the phone: ‘This story is completely untrue’.



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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #53 em: Dezembro 16, 2017, 08:13:59 pm »
Chefe da Marinha destituído mas argentinos querem é respostas


 

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #54 em: Dezembro 29, 2017, 09:47:04 am »
http://labrujula24.com/noticias/2016/22116_Puerto-Belgrano-ordenan-desguazar-el-Santisima-Trinidad#.WkJHmDRokk9.facebook
Citar
Puerto Belgrano: ordenan desguazar el Santísima Trinidad

La Armada Argentina finalmente decidió que la estructura del destructor misilístico ARA Santísima Trinidad no sea convertido en museo como se presumía de un tiempo a esta parte, a raíz del grave deterioro causado por su escoriación, la erosión sufrida por su hundimiento y el alto costo de recuperación que implicaría una adecuación.

Según publica el portal El Rosalenio, la confirmación la realizó en Puerto Belgrano el propio Jefe de Estado Mayor General de la Armada, vicealmirante Marcelo Eduardo Hipólito Srur, quien afirmó que luego de los informes elevados por la fuerza después de las evaluaciones realizadas en dique seco, el Ministerio de Defensa avaló dicha determinación.

“La intención es donar a todas las asociaciones y agrupaciones referidas a los veteranos los objetos que quieran, y después veremos que se puede hacer con lo que resta. Cuando se estableció cuál era el precio para acondicionarlo, nadie quiso pagar por ello”, sintetizó.

“Hacerlo museo es como empezar la nave de cero, ya que el costado que apoyo está en malas condiciones y no nos podemos dar el lujo de refaccionar un barco para una función que nunca tuvo. Y no es por decisión de la Armada, sino porque no tuvimos el aporte de aquellas asociaciones que en algún momento pensaron en ello”, agregó Srur.

De esta manera, el destructor clase 42 reflotado en diciembre último, tras la participación del Servicio de Salvamento y Buceo de la Armada y de los operarios del Arsenal Naval que lograron ingresarlo al dique seco, en lo sucesivo tendría signado -como tantas otras unidades en las últimas décadas- su raleo definitivo, previa tarea de extracción de los componentes que pudieran ser incorporados a los museos y asociaciones de la zona y la región.


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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #55 em: Janeiro 02, 2018, 01:03:27 pm »
 

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #56 em: Janeiro 12, 2018, 06:13:08 pm »



Analysis of Acoustic Detection of the loss of the Argentine Submarine ARASanJuan by US Office of Naval Intelligence
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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #57 em: Abril 16, 2018, 09:30:37 pm »
Ministro argentino ouvido no parlamento sobre submarino naufragado


 

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #58 em: Julho 09, 2018, 07:55:16 pm »
 

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Re: Armada Argentina ARA
« Responder #59 em: Julho 14, 2018, 11:32:54 am »
A piada está feita.  :rir: :jok:

https://www.naval.com.br/blog/2018/07/05/argentina-avalia-construcao-de-um-submarino-nuclear/

Citar
Depois da tragédia do ARA San Juan e quase um ano depois de Armada Argentina ficar sem submarinos operacionais, o governo argentino está considerando a possibilidade de projetar e construir um submarino nuclear. O objetivo é colocá-lo na água no ano de 2025.









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