Cooperação Militar

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Lusitano89

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Re: Cooperação Militar
« Responder #60 em: Setembro 18, 2014, 06:05:53 pm »
Espanha apoia formação militar em Cabo Verde com efetivos da Armada


Doze efetivos da Força de Guerra Naval Especial da Armada espanhola estão desde esta semana em Cabo Verde num programa de assistência militar ao arquipélago, no âmbito de um acordo bilateral sobre a política de defesa.

Segundo o Ministério da Defesa espanhol, o objetivo do programa de assistência é “aconselhar e treinar os militares cabo-verdianos e assim, contribuir para reforçar as suas estruturas de segurança e defesa”.

“O objetivo desta presença militar em Cabo Verde, onde a equipa permanecerá inicialmente dois meses é a cooperação na criação e formação de uma unidade de operações especiais no exército cabo-verdiano”, disse.

Pedro Morenés, ministro da Defesa espanhol, disse em julho, na comissão de defesa do Congresso de Deputados que o Governo quer estreitar a sua colaboração com os países africanos.

“Para Espanha, cuja proximidade com África a torna dependente do seu desenvolvimento, é essencial manter o envolvimento a todos os níveis: político, institucional, em investimento comercial e, certamente, no domínio da segurança, para ser capaz de antecipar, analisar, prevenir e conter os riscos antes que se tornem ameaças”, disse.

Lusa
 

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mafets

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Re: Cooperação Militar
« Responder #61 em: Novembro 26, 2014, 10:17:52 am »
http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-vai-ajudar-timorleste-a-ter-capacidade-de-forca-aerea_206794.html
Citar
O ministro da Defesa de Portugal, Aguiar Branco, anunciou hoje em Díli que Portugal vai ajudar Timor-Leste a ter capacidade de força aérea, nomeadamente na fiscalização e vigilância marítima.
Vendemos os Puma e Aviocar e depois expulsam-nos os instrutores e pessoal técnico de voo... :twisted:  :wink:



Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Lusitano89

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Re: Cooperação Militar
« Responder #62 em: Dezembro 01, 2014, 08:23:52 pm »
Portugal e Angola podem cooperar em exercícios de vigilância no Golfo da Guiné


Portugal e Angola vão aprofundar a cooperação na área da Defesa, segundo um acordo hoje assinado, nomeadamente na formação de militares angolanos, e que poderá permitir a participação conjunta em exercícios de vigilância no golfo da Guiné.

Os ministros da Defesa português, José Pedro Aguiar Branco, e angolano, general João Lourenço, assinaram hoje no forte de São Julião da Barra, em Oeiras, um programa-quadro de cooperação na área da Defesa, que vai vigorar entre 2015 e 2017.

O acordo privilegia a formação e treino de militares angolanos, "nos diferentes níveis de ensino -- básico, intermédio e superior", anunciou o ministro angolano, na conferência de imprensa que se seguiu à assinatura do documento, adiantando que Luanda tem também interesse nos conhecimentos de Portugal em termos de Marinha de guerra, "mais concretamente sobre o controlo de fronteiras marítimas" e "está a ver em que medida pode contar com a experiência de Portugal nas indústrias de Defesa". João Lourenço referiu ainda que o acordo será efetivado mediante a assinatura de "cinco ou seis protocolos" mais específicos, no próximo mês.

Segundo o governante português, esta cooperação poderá ter "uma expressão prioritária, do ponto de vista geoestratégico, naquilo que é a ameaça iminente" no golfo da Guiné, região afetada por problemas de "narcotráfico, pirataria e segurança do transporte marítimo". Aguiar Branco considerou que "será possível traduzir" a experiência da formação "na possibilidade de militares angolanos estarem em navios portugueses para participar em exercícios" de vigilância e fiscalização marítima" naquela região.

Na conferência de imprensa que se seguiu à assinatura do programa-quadro, o ministro angolano afirmou que o seu país "necessita de comprar meios marítimos, navios-patrulha e outros", mas rejeitou que essa intenção esteja relacionada com a existência de algum problema com algum país vizinho", nomeadamente com a República Democrática do Congo.

Os dois governantes enalteceram a qualidade das relações e da cooperação entre Lisboa e Luanda no domínio da Defesa. Aguiar Branco salientou a "excelência da relação na área da cooperação na Defesa" e sublinhou que o acordo hoje assinado representa "uma continuidade" de um trabalho "num pilar estruturante da cooperação".

Para João Lourenço, que realizou a sua primeira visita oficial a Portugal, "as relações entre os dois países são históricas". "Mas nós não podemos de forma nenhuma sentirmo-nos satisfeitos com o nível em que essas mesmas relações estão em determinado momento. Temos o dever de procurar aperfeiçoar e aprofundar cada vez mais o nível das relações entre os nossos dois países", sustentou.

O general angolano mencionou que, na reunião que antecedeu a assinatura do programa-quadro, Aguiar Branco referira que, "como é normal nas relações entre países amigos, às vezes estas têm altos e baixos, mas a nível da Defesa, só tem altos e até ao presente não se conhecem baixos", acrescentando: "Vamos trabalhar para que continue a ser assim".

Lusa
 

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Alvalade

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Re: Cooperação Militar
« Responder #63 em: Dezembro 01, 2014, 08:39:17 pm »
Angola vai participar na vigilância com o que meios?   :roll:
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Cooperação Militar
« Responder #64 em: Dezembro 02, 2014, 09:59:55 am »
Citação de: "Alvalade"
Angola vai participar na vigilância com o que meios?   :roll:

7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Alvalade

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Re: Cooperação Militar
« Responder #65 em: Dezembro 02, 2014, 12:10:47 pm »
Pensava que toda a frota Angolana estava no fundo da Base Naval de Luanda, tendo navios capazes de flutuar ...
 

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Lusitano89

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Re: Cooperação Militar
« Responder #66 em: Dezembro 06, 2014, 07:18:21 pm »
Militares portugueses voltam à Guiné-Bissau para missões de cooperação em 2015


Os militares portugueses vão voltar à Guiné-Bissau para missões de cooperação em 2015, após três anos de interregno devido a um golpe de estado, disse nesta sexta-feira à agência Lusa o diretor-geral de Política de Defesa português. A partir de janeiro, Portugal voltará a ter um adido de Defesa em Bissau e até final do primeiro trimestre devem chegar ao país um conjunto de militares que vão prestar assessoria na reforma do setor de segurança guineense, referiu Nuno Pinheiro Torres, no final de uma visita a Bissau.

Até final de março de 2015, deverá estar pronto o programa quadro para três anos que vai detalhar o resto da cooperação, nomeadamente ao nível da formação. Os ramos prioritários são o Exército e a Marinha, acrescentou, tendo em conta as necessidades de vigilância, sobretudo no arquipélago dos Bijagós, constituído por dezenas de ilhas e ilhéus.

Ao mesmo tempo, a partir do próximo ano letivo, a Guiné-Bissau poderá voltar a enviar militares para as academias em Portugal, assim como para o Instituto de Estudos Superiores Militares. O regresso da cooperação na área militar torna-se possível depois das eleições deste ano, que permitiram o regresso do país à normalidade constitucional com um presidente e governo eleitos.

Entretanto, o general António Indjai, que liderou os militares no golpe de 2012, foi afastado do cargo de Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) em setembro por decisão do novo Presidente da República, José Mário Vaz. “Hoje há condições para as forças armadas serem um fator de estabilidade. Esperemos que haja um novo rumo”, referiu Nuno Pinheiro Torres.

A reforma do setor de segurança é considerada um dos trabalhos prioritários para que os militares não se associem a novos focos de instabilidade, referiu, de acordo com as informações que recebeu das autoridades guineenses. O diretor-geral de Política de Defesa português reuniu-se hoje com a ministra da Defesa guineense, Cadi Seidi, e com o novo CEMGFA, Biaguê Nan Tan.

Para além dos problemas internos, vários oficiais de diferentes ramos das forças armadas guineenses são procurados por autoridades internacionais, por suspeitas de envolvimento em crime organizado e tráfico de droga. A desmobilização de militares, nomeadamente através de um fundo de pensões, é uma das tarefas a realizar para reorganizar as tropas, mas “precisa de apoio internacional, não só de Portugal”, acrescentou, ao recordar o envolvimento de outros parceiros.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Cooperação Militar
« Responder #67 em: Abril 08, 2015, 12:20:46 pm »
Cabo Verde quer reforçar cooperação técnico-militar com Angola


O ministro da Defesa e dos Assuntos Parlamentares de Cabo Verde admitiu hoje, em Luanda, a necessidade de introduzir alterações à cooperação técnico-militar com Angola, bem como o reforço dessas relações.

Rui Semedo, que falava à agência Lusa à saída de um encontro com o seu homólogo angolano da Defesa, João Lourenço, referiu que a cooperação tem funcionado nas áreas da segurança internacional, política de defesa, formação, proteção civil e buscas e emergências. "Há várias que estão a funcionar muito bem, mas temos que avaliar e ver as correções que poderão ser ainda introduzidas e a disponibilidade de ambas as partes no sentido de reforçarmos essas relações", adiantou o ministro.

O governante cabo-verdiano, que iniciou na segunda-feira uma visita de trabalho de três dias a Angola, sublinhou a importância da cooperação nas questões da segurança marítima, para fazer face à insegurança mundial, onde se destacam o tráfico de armas e drogas e ações de pirataria marítima.

Por sua vez, o ministro da Defesa angolano considerou de "particular relevância" a visita do seu homólogo, durante a qual será feita uma profunda avaliação do grau de cumprimento do Acordo Geral de Cooperação Técnico-Militar entre a República de Angola e a República de Cabo Verde, assinado em maio de 2003 e atualizado em 2013.
João Lourenço frisou ainda a abordagem e análise política de defesa, segurança marítima, ensino e instrução, missões de apoio à paz, saúde e assistência médica, entre outros, durante a visita.

"Nesta perspetiva é imperioso o aprofundamento da cooperação nos domínios da Defesa e das Forças Armadas entre os dois países, aproveitando os laços de irmandade que unem os nossos povos", sublinhou o ministro angolano.

O governante cabo-verdiano vai também visitar o Instituto Superior Técnico-Militar, a Escola Superior de Guerra e o Comando do Exército angolano.
O programa prevê igualmente um encontro de cortesia com a sua homóloga dos Assuntos Parlamentares, Rosa Micolo.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Cooperação Militar
« Responder #68 em: Abril 08, 2015, 10:17:20 pm »
Fuzileiros portugueses e Marines dos EUA em exercício conjunto para missões em África


Uma companhia de fuzileiros da Marinha e sessenta marines norte-americanos participam ao longo desta semana num exercício de treino em Tróia para missões no continente africano, com combate em áreas edificadas e manobras com tiro real.

"Cerca de 60 marines e marinheiros norte-americanos irão participar neste exercício, que é altamente valorizado pois identifica a logística necessária para concluir potenciais missões em África, bem como a comunicação, planeamento e ensaios detalhados que essas mesmas missões precisam", refere em comunicado a embaixada dos Estados Unidos.

Na sexta-feira, dia do exercício aberto à imprensa, estes militares norte-americanos que fazem parte da Força de Intervenção Especial de Fuzileiros Aeroterrestres de resposta a crises, que atua especialmente em África e no Médio Oriente, irão participar com os militares portugueses num raid aéreo numa área edificada.

Nesta demonstração no campo de tiro de Alcochete está prevista a presença do chefe do Estado-Maior da Armada, Macieira Fragoso, e do embaixador dos Estados Unidos em Lisboa, Robert Sherman.

Lusa
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Cooperação Militar
« Responder #69 em: Abril 09, 2015, 11:05:54 am »
Fuzileiros Aeroterrestres?! :lol:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 
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Re: Cooperação Militar
« Responder #70 em: Abril 15, 2015, 07:38:41 pm »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Fuzileiros Aeroterrestres?! :lol:

Mas por baixo do video do canal da marinha portuguesa dizia o seguinte e passo a citar "Fuzileiros Norte-americanos que fazem parte da Força de Intervenção Especial de Fuzileiros Aeroterrestres (SPMAGTF) de resposta à crise em África, participaram em exercícios de treino militar bilaterais com os Fuzileiros Portugueses nos arredores de Lisboa."

Não sei se este video já anda por ai, se tiver podem apagar




 

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Lusitano89

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Re: Cooperação Militar
« Responder #71 em: Setembro 08, 2015, 12:37:16 pm »
Chefe de Estado-Maior da Armada em Díli para encontros com autoridades timorenses


A visita ocorre numa altura em que as autoridades timorenses estão a desenhar o novo conceito estratégico de defesa e segurança nacional que deverá incluir um componente marítimo.

Portugal, que tem apoiado o desenvolvimento das Forças de Defesa (F-FDTL), e o seu componente naval, deverá manter essa assistência, especialmente no que toca à formação de quadros.

Luis Fragoso arranca a visita a Timor-Leste com um encontro com o comandante das F-FDTL, major general Lere Anan Timor, a que se seguem encontros com o ministro da Defesa, Cirilo Cristóvão, e com o ministro do Planeamento e Investimento Estratégico, Xanana Gusmão.

Ainda na sexta-feira está previsto um encontro com o primeiro-ministro, Rui Maria de Araújo, antes de uma conferência na Presidência da República de Timor-Leste sobre "Soberania e Espaços Marítimos", que será dada pelo contra-almirante Gouveia e Melo.

No sábado, está prevista uma visita ao comando do Componente Naval, localizado em Hera, a leste de Díli, e depois ao Cemitério dos Heróis.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Cooperação Militar
« Responder #72 em: Setembro 19, 2015, 01:33:38 pm »
Fragata francesa atraca em Luanda em missão de cooperação com congénere angolana


De acordo com informação da embaixada de França em Luanda, a fragata "Germinal" chegou ao porto da capital angolana na sexta-feira, permanecendo em águas nacionais até 24 de setembro.

"Nesta ocasião, serão realizadas ações de cooperação bilateral conjuntamente com a Marinha de Guerra de Angola, face ao surgimento de atividades de pirataria no Golfo da Guiné", explica a embaixada francesa sobre a visita deste navio de guerra, com 97 metros de comprimento e uma guarnição de 100 elementos.

O navio integra a missão "Corymbe", uma das operações que as Forças Armadas de França têm em curso na região do Golfo da Guiné e que complementa o dispositivo militar francês "preposicionado na África ocidental".

A região do Golfo da Guiné é afetada por fenómenos de pirataria e de tráfico de droga, de armas e de seres humanos, e é utilizada por grupos terroristas subsaarianos, que se misturam com imigrantes ilegais para alcançar a Europa, nomeadamente através do corredor da Líbia.

Em causa está ainda a ameaça à atividade de produção de petróleo que vários países africanos desenvolvem no 'offshore' do Atlântico.

A presença desta fragata em águas costeiras africanas, onde França detém vários interesses, serve ainda para "realizar ações de cooperação bilaterais" com os países da região, na "luta contra o tráfico e a pirataria", explica a diplomacia francesa.

A presença deste navio em águas angolanas acontece pouco antes da Conferência Internacional sobre Segurança Marítima e Energética, que deverá reunir de 07 a 09 de outubro, em Luanda, cerca de 300 especialistas e governantes.

No final produzirá uma declaração internacional sobre o combate à pirataria, nomeadamente no Golfo da Guiné, anunciou a diplomacia angolana, no início de setembro.


Lusa
 

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Re: Cooperação Militar
« Responder #73 em: Abril 03, 2017, 07:00:07 pm »
Alemanha alarga cooperação militar com Angola


A Alemanha poderá cooperar com Angola em missões de paz, operações humanitárias, formação de militares ou na troca de informações, no âmbito do acordo de Defesa ratificado e publicado pelo parlamento angolano no final de março.

O acordo, ao qual a Lusa teve acesso, envolve o Ministério Federal da Defesa da Alemanha e o Ministério da Defesa Nacional de Angola e visa “aprofundar um diálogo bilateral amplo”, garantindo a cooperação entre os dois países em “assuntos militares” e “intercâmbio de informações sobre questões militares” de interesse comum.

Prevê reuniões regulares, a cada dois anos, entre representantes militares de ambos os países e a cooperação temática em áreas como política de defesa, ensino e formação, missões de manutenção de paz, missões humanitárias, missões de busca e salvamento, cuidados médicos ou ainda ao nível da estrutura organizacional da Defesa e Forças Armadas.

Permite ainda a participação de militares de ambos os países como observadores em manobras e outros exercícios nacionais.

Este acordo surge na sequência de várias visitas à Alemanha realizadas nos últimos anos pelo ministro da Defesa Nacional, general João Lourenço, resultando ainda de uma “declaração comum de intenções” assinada pelos dois governos em 2011.

As marinhas da Alemanha e de Angola realizaram em fevereiro de 2015, ao largo de Luanda, um exercício naval conjunto que marcou então o alargamento das relações entre os dois países à cooperação militar.

O exercício decorreu da presença de quatro navios da Marinha alemã, nomeadamente três fragatas de guerra, em Angola, no âmbito da Força Operacional e de Formação daquele país europeu visando o combate à pirataria no Atlântico sul.

“A visita desta força [da Alemanha] pode ser vista como o primeiro passo visível na intensificação da cooperação militar entre as nossas duas nações”, sublinhou na altura o capitão-de-mar-e-guerra Andreas Seidl, comandante da força alemã.

O oficial esclareceu que a cooperação entre as marinhas de ambos os países está para já centrada na formação de operacionais angolanos, mas que é intenção das duas partes alargar a base desse entendimento à cooperação na área técnica.

Na apresentação dos meios navais em Luanda, o embaixador alemão em Angola, Rainer Müller, assumiu “o orgulho” da Alemanha em ter o país africano “agora também como parceiro na área da Defesa”.

“Cabe aos ministérios da Defesa dos dois países decidir, mas a Alemanha está disposta a fazer muita coisa”, enfatizou o embaixador da Alemanha em Luanda.


>>>>> http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/alemanha-alarga-cooperacao-militar-com-angola
 

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rbp

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Re: Cooperação Militar
« Responder #74 em: Abril 19, 2017, 10:56:23 pm »
 

 

Como é viver como Militar

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