GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS

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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #225 em: Fevereiro 02, 2017, 01:24:55 pm »
Putin visits PM Orban to talk business with Euroskeptic Hungary
https://www.rt.com/news/376008-putin-visit-hungary-orban/
 

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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #226 em: Fevereiro 05, 2017, 01:31:08 pm »
 

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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #227 em: Fevereiro 06, 2017, 03:15:36 pm »
e isso mesmo nigel

Nigel Farage eviscerates the EU Parliament hypocrisy on Donald Trump
 

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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #228 em: Fevereiro 06, 2017, 04:57:24 pm »
Romania protests continue over plans to revive corruption bill
http://edition.cnn.com/2017/02/06/europe/romania-protests-update/index.html
 

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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #229 em: Fevereiro 09, 2017, 01:42:14 am »
a sobrinha tambem nao e sonsinha

Marion Le Pen attacks feminist hypocrisy in 3 minute speech (better English subtitles)
 

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Lusitano89

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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #230 em: Março 01, 2017, 07:30:25 pm »
Responsável pela Diplomacia alemã diz que segurança da Europa não depende só da Defesa


 

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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #231 em: Março 12, 2017, 02:46:38 pm »
Holanda "nazi e fascista" vai "pagar o preço", ameaça presidente turco

O Presidente turco acusou hoje o governo holandês de um comportamento "nazi e fascista" depois da expulsão de uma ministra turca que pretendia realizar uma reunião política, afirmando que este país "pagará o preço".



Numa alocução em Istambul, Recep Tayyip Erdogan afirmou que o tratamento reservado à ministra e a outros responsáveis turcos na Europa traduziam um aumento “do racismo e do fascismo”.

“Os Países Baixos pagarão o preço”, acrescentou, agradecendo à França ter autorizado a visita do chefe da diplomacia turca, Mevlut Cavusoglu, a este país.

Mevlut Cavusoglu tinha previsto fazer um discurso de campanha na Holanda, no sábado, a favor do alargamento dos poderes constitucionais de Erdogan, mas o governo holandês recusou-lhe a permissão de aterrar no país, o que iniciou uma crise diplomática entre os dois governos.

Também a ministra turca da Família foi expulsa no sábado da Holanda, onde entrou de carro para participar numa reunião política, depois de ter desafiado as autoridades holandesas, que tinham pedido a Ancara para que a ministra não visitasse Roterdão.

Pelo seu lado, o primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, disse hoje que quer “acalmar a tensão” diplomática com a Turquia, mas ameaçou “responder com as medidas adequadas” se as autoridades turcas persistirem na sua atitude perante os Países Baixos.

“Queremos reduzir [a crise], mas se os turcos insistem em agudizar a tensão, responderemos adequadamente”, disse o chefe do governo holandês, em plena campanha eleitoral antes das eleições legislativas, previstas para quarta-feira.

Rutte informou que falou durante a noite “oito vezes por telefone” com o seu homólogo turco para tentar “chegar a uma solução de diálogo” com a Turquia.

O ministro considerou “totalmente inaceitável” o que se passou no sábado, referindo-se à expulsão da ministra turca da Família, Fatma Betül Sayan Kaya.

“A sua presença era indesejável”, disse Rutte, explicando por que a polícia holandesa a tinha escoltado durante a noite até à fronteira com a Alemanha, por onde a ministra turca tinha entrado de carro, tentando ir até ao consulado turco em Roterdão para uma reunião de apoio ao referendo sobre o reforço dos poderes do presidente, que a Turquia deve realizar a 16 de abril.

Cerca de 400 mil pessoas de origem turca vivem nos Países Baixos.

Ancara procura fazer campanha na diáspora turca na Europa antes do escrutínio.

Um milhar de pessoas, sobretudo com dupla nacionalidade, manifestaram-se no sábado à noite em frente ao consulado turco de Roterdão para protestar contra a interdição da entrada da ministra no consulado.

Incidentes opuseram durante a noite manifestantes à polícia holandesa. Segundo os media holandeses, 12 pessoas foram detidas e um policia ficou ferido com uma mão partida.

http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/erdogan-volta-a-acusar-holanda-de-nazismo-e-fascismo-e-diz-que-pais-pagara-o-preco

PS: Nem a Alemanha nem a Holanda cederam! Fazer campanha política dentro de outros estados soberanos?! A Turquia está demasiado à vontade para pressionar a Europa. Quem os manipula?
 

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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #232 em: Março 16, 2017, 10:18:35 am »
Podem parecer apenas coincidências, mas não são
José Milhazes

O tom do discurso de Erdogan e dos seus ministros em relação a alguns países e povos europeus constitui uma boa ajuda para a vitória da extrema-direita das eleições na Holanda, França e Alemanha.

A aproximação de dois líderes autoritários, Vladimir Putin e Recep Tayyp Erdogan, não tem apenas como objectivo dividir a Síria em zonas de influência entre a Turquia e a Rússia, alargar a zona de influência russa no espaço pós-soviético e reforçar os laços económicos, políticos e militares entre os dois países, mas visa algo bem mais perigoso: a derrocada da União Europeia.

Cada um à sua maneira, mas ambos muito têm feito nesse sentido, principalmente após o encontro de Putin e Erdogan em Moscovo, realizado na semana passada. O principal objectivo desse encontro foi fazer propaganda eleitoral em prol do “amigo” turco de Putin, com promessas de construção de uma central atómica, um gasoduto, etc. A vitória de Erdogan no referendo irá transformá-lo numa espécie de “Putin turco”.

O tom do discurso de Erdogan e dos seus ministros em relação a alguns países e povos europeus constitui uma boa ajuda para a vitória da extrema-direita das eleições na Holanda, França e Alemanha. Um dirigente autoritário, candidato a ditador, dá-se ao luxo de utilizar adjectivos como “fascismo” e “nazismo” em relação a países democráticos.

Por outro lado, Vladimir Putin, que dirige um país que desempenhou um papel determinante na derrota do regime de Hitler na Segunda Guerra Mundial, que não se cansa de chamar fascistas aos ucranianos ou àqueles que criticam a sua política, é um dos principais financiadores da extrema-direita, não se cansa de elogiar a política dos dirigentes radicais húngaros ou de alimentar Marine Le Pen.

A hipocrisia ideológica é evidente tanto na Turquia como na Rússia, pois ambos os seus dirigentes não se cansam de falar em democracia e direitos humanos quando, na realidade, violam os mais elementares direitos dos cidadãos dos seus países como o direito à informação, mesmo ao pensamento. Em nome da luta contra o “extremismo”, as autoridades russas perseguem correntes religiosas como as “Testemunhas de Jeová” por razões semelhantes às que as levam a perseguir os extremistas do “Estado Islâmico”.

Na véspera, o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou um decreto onde define a forma como destacamentos militares da Ossétia do Sul, região separatista da Geórgia ocupada pela Rússia em Agosto de 2008, poderão passar a fazer parte das Forças Armadas da Rússia. Os militares desses destacamentos abandonam-os voluntariamente e da mesma forma se alistam nas tropas russas. Este documento foi assinado em conformidade com o Tratado de União e de Integração, firmado entre a Rússia e a Ossétia do Sul em 2015.

Resumindo, trata-se de mais um passo para a anexação desse território georgiano que, de facto, já faz parte da Rússia. Recentemente o mesmo Putin ordenou reconhecer como documentos legais os passaportes emitidos pelos separatistas do Leste da Ucrânia.

Mas, nesta cruzada contra a estabilidade no Leste da Europa e na própria União Europeia, a extrema-esquerda tem também um papel fundamental, defendendo algumas medidas muito semelhantes às da extrema-direita para minar a unidade europeia. Portugal, por exemplo, não precisa de extrema-direita nesta matéria, pois tem o nacionalismo e o isolacionismo do Partido Comunista Português ou as posições anti-europeias do Bloco de Esquerda.

As posições do PCP face à política externa russa levam mesmo a pensar que este partido vê em Putin o continuador da União Soviética na “luta anti-imperialista”. Por isso não seria uma grande surpresa se Moscovo voltasse a financiar o Partido Comunista Português, tal como fazia no tempo do regime soviético. Afinal, para Vladimir Putin, é indiferente dar dinheiro à extrema-esquerda ou à extrema-direita, o principal é que essas forças contribuam para a destruição da União Europeia.

http://observador.pt/opiniao/podem-parecer-apenas-coincidencias-mas-nao-sao/
 
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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #233 em: Junho 07, 2017, 07:10:14 pm »
União Europeia prepara investimentos em defesa
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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #234 em: Julho 05, 2017, 05:42:21 pm »
Estónia quer maior influência europeia na estabilização de ex-repúblicas soviéticas


 

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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #235 em: Julho 13, 2017, 04:40:43 pm »
UE aproxima-se do Atlântico Sul


 

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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #236 em: Outubro 26, 2017, 02:35:41 pm »
Novo sistema de controlo das fronteiras externas da União


 

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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #237 em: Outubro 31, 2017, 07:20:25 pm »
Segurança e terrorismo em discussão em Bruxelas


 

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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #238 em: Janeiro 17, 2018, 04:50:42 pm »
Suécia vai distribuir aos cidadãos um guia de preparação para a guerra

Governo está a prepar um manual para enviar aos cidadãos sobre como actuar em caso de conflito bélico. A última publicação idêntica foi difundida durante a II Guerra mundial.



O Governo sueco vai editar em Maio uma versão atualizada de “Om Kriget Kommer” (E se a guerra chegar), um guia ilustrado com informação prática para a população. O guia é uma “reedição” de um manual enviado pela primeira vez em 1943 e que posteriormente foi utilizado durante a Guerra Fria.

A agência sueca para as Contingências Civis, dependente do ministério da Defesa, vai elaborar a brochura, cuja publicação é justificada pelo Governo “devido ao deterioramento das condições de segurança na Europa”, em especial, “nos países que rodeiam a Suécia”, numa alusão às tensões com a Rússia.

O guia, cujo título pode ainda ser alterado, pretende aumentar o conhecimento da população sobre como reagir, caso existam situações de crise ou que exijam uma rápida mobilização e faz parte de um plano para reforçar a Defesa Civil, explica a agência sueca, citada pelo ‘Financial Times’.



“A sociedade precisa de estar preparada para um conflito, e não apenas os militares. Não utilizamos palavras como “defesa total” há mais de 30 anos, o que quer dizer que os conhecimentos da matéria entre os cidadãos são muito fracos”, afirma Christina Andersson, líder do projeto na agência sueca.

O guia foi atualizado aos tempos de hoje e tratará temas actuais como as alterações climáticas, o terrorismo ou os ataques cibernéticos: “O foco era só na guerra, mas a sociedade de hoje é completamente distinta e as ameaças são mais complexas. As pessoas têm de ser informadas e saber como reagir”, acrescenta a responsável.

A Suécia é um país neutro associado à NATO e alterou a sua política de Defesa nos últimos três anos, intensificando a colaboração com a Aliança Atlântica. Também aumentou consideravelmente o seu orçamento para a Defesa.

Entre várias medidas implementadas, destacam-se o envio pela primeira vez desde 2005 de um destacamento permanente para a ilha báltica de Gotland; o restabelecimento do serviço militar obrigatório e um acordo parlamentar para permitir a permanência de tropas da NATO no seu território.

Por causa deste acordo, o país nórdico organizou em setembro as maiores manobras militares em 24 anos, com cerca de 20 mil soldados e pessoal civil e 1500 militares dos Estados Unidos, Estónia, Dinamarca, Noruega, Lituânia, França e também a neutra Finlândia.

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/suecia-vai-distribuir-aos-cidadaos-um-guia-de-preparacao-para-a-guerra-257131

Um conflito generalizado com a Rússia é inevitável? Alguém sabe mais alguma coisa? Um estado preparar abertamente a população civil para a guerra........
 

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Lusitano89

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Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Responder #239 em: Janeiro 25, 2018, 08:17:43 pm »
Davos debate desafios e dilemas da Europa


 

 

A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA PORTUGUESA E A GEOPOLÍTICA DA LÍNGUA

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