Combate a fogos pela F.A.P.

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #630 em: Outubro 21, 2017, 06:17:42 pm »
Só para trazer outra hipotese á mesa, não haverá espaço para reconsiderar os Beriev novamente!? É que quem tem CL-415 não os vai vender e a viking air não irá fabricar novos tão cedo. Vamos esperar mais 5, 7 ou mais anos até adquirirmos meios pesados aereos? E a minha principal razão para os Fireboss era para atacar pequenos incendios onde não houvesse acesso por estrada, não para atacar grandes frentes.
 

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #631 em: Outubro 21, 2017, 06:44:26 pm »
O problema é que depois das reparações vamos ficar com uns 5 Kamov, que é um número claramente insuficiente. Em contrapartida, o Firehawk é mais rápido e manobrável — característica importante dada a nossa orografia —, mais aerodinâmico devido à ausência de cargas suspensas, de manutenção mais fácil e, provavelmente, mais barato de operar.

Cinco ?? Tantos ???
pensava que seriam uns três mas se são cinco sempre é melhor, mas não deixam de ser poucos, também os canadairs se vierem dois............ sabemos que 2 = 1 !!!!

Os dois Helis tem pros e contras a saber payload/vs mnt e operação.  Os especialistas/decisores terem isso em atenção e decidirem o quanto antes, pois neste e noutros casos mais vale uma má decisão que não decisão !!

Eu até te digo mais até penso que o super puma era uma opção a ter em conta por todos os motivos e mais algum, mas isso são outros cinco tostões NVF !!

Abraços
 
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #632 em: Outubro 21, 2017, 06:55:48 pm »
E para os apreciadores dos Kamov fica aqui esta joia do "ka-ttack".

 

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #633 em: Outubro 21, 2017, 07:17:10 pm »
Há três operacionais e notícias do início do ano davam como certa a recuperação dos dois aparelhos avariados a tempo para a campanha de 18. O aparelho que caiu há cinco anos parece que tem um custo de recuperação proibitivo e deve vir a ser abatido.

Uma frota com os 5 Kamov, mais uns 5 ou 10 Firehawk/Super Puma, 20 AS350B3/Koala, 6 Canadair e 10 Air Tractor, suplementada por mais uns 10 ou 20 helis de aluguer já devia chegar para as nossas necessidades. Estas aeronaves, mesmo que não fossem operadas pela FAP, podiam complementar a FAP em missões SAR, poupando-se os recursos mais pesados e caros da FAP para missões mais distantes; podiam apoiar o INEM em missões de evacuação; e, mais importante, podiam constituir uma mais valia para a PSP e GNR em missões de segurança interna. No inverno, o treino do pessoal podia passar por se enviar um número limitado de aeronaves para a América do Sul, ou Austrália, e rodar as tripulações e pessoal de terra.

O US Army vende os UH-60A baratuchos (uma companhia australiana adquiriu recentemente 10 com opção por mais 10 a um custo total de 175 milhões de dólares australianos (incluindo custos de conversão para combate a FF) para 20 aparelhos. Presume-se que se ficarem somente por 10 aparelhos o custo é menor. Mas isto já vai para aí nuns 10 tostões  :D

Abraços  :G-beer2:

http://australianaviation.com.au/2017/07/ex-us-army-black-hawks-headed-down-under-for-fire-fighting-operations/
 

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #634 em: Outubro 21, 2017, 07:22:34 pm »
Os Beriev já provaram que são pouco adequados à nossa orografia e, além disso, não faltam Canadairs no mercado usado. Podem adquirir-se umas quantas unidades usadas e quando a Viking reabrir a linha de produção adquirem-se uns quantos novos, de preferência mais de dois.
 
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #635 em: Outubro 21, 2017, 11:10:04 pm »
A Força Aérea vai passar a gerir os contratos de aeronaves envolvidas no combate aos fogos

https://www.jn.pt/nacional/interior/forca-aerea-vai-gerir-contratos-de-aeronaves-para-combate-aos-fogos-8863396.html
 

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #636 em: Outubro 22, 2017, 08:40:16 am »
Há três operacionais e notícias do início do ano davam como certa a recuperação dos dois aparelhos avariados a tempo para a campanha de 18. O aparelho que caiu há cinco anos parece que tem um custo de recuperação proibitivo e deve vir a ser abatido.

Uma frota com os 5 Kamov, mais uns 5 ou 10 Firehawk/Super Puma, 20 AS350B3/Koala, 6 Canadair e 10 Air Tractor, suplementada por mais uns 10 ou 20 helis de aluguer já devia chegar para as nossas necessidades. Estas aeronaves, mesmo que não fossem operadas pela FAP, podiam complementar a FAP em missões SAR, poupando-se os recursos mais pesados e caros da FAP para missões mais distantes; podiam apoiar o INEM em missões de evacuação; e, mais importante, podiam constituir uma mais valia para a PSP e GNR em missões de segurança interna. No inverno, o treino do pessoal podia passar por se enviar um número limitado de aeronaves para a América do Sul, ou Austrália, e rodar as tripulações e pessoal de terra.

O US Army vende os UH-60A baratuchos (uma companhia australiana adquiriu recentemente 10 com opção por mais 10 a um custo total de 175 milhões de dólares australianos (incluindo custos de conversão para combate a FF) para 20 aparelhos. Presume-se que se ficarem somente por 10 aparelhos o custo é menor. Mas isto já vai para aí nuns 10 tostões  :D

Abraços  :G-beer2:

http://australianaviation.com.au/2017/07/ex-us-army-black-hawks-headed-down-under-for-fire-fighting-operations/

se se conseguisse comprar os blackhawks pelo preço que dizes penso que tínhamos capacidade de ter umas 6 a 8 unidades o negócio até era muito bom para nós a preço de saldo, a cerca de oito milhões de euros por unidade.
Pelo que sei a Viking Air vai iniciar para o ano a construção dos CL415 pois existe alguma pressão pela França e não só em adquirir mais de uma dúzia de aparelhos se Portugal decidisse que eram estes aparelhos que seriam os meios pesados então era a altura ideal para nos juntarmos aos que os querem comprar e o numero necessário para se reiniciar a produção 25 unidades estaria quase atingido, digo eu, mas agora já estamos nos quinze tostões NVF.

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #637 em: Outubro 22, 2017, 06:08:59 pm »
O ideal mesmo, seria a FAP operar os ditos KAMOV, que durante o inverno fariam SAR costeiro e Medevacs e no verão combate ampliado. Sendo complementados por 10 UH60L ex US Army, fazendo um pool conjunto de meios das FA para combate a incendios.

Além disso seria boa ideia adquirir pelo menos 6 CL-415 e uns 8 Fire Boss.


Cumprimentos
Artigo 308º

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Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #638 em: Outubro 22, 2017, 07:13:23 pm »
O ideal mesmo, seria a FAP operar os ditos KAMOV, que durante o inverno fariam SAR costeiro e Medevacs e no verão combate ampliado. Sendo complementados por 10 UH60L ex US Army, fazendo um pool conjunto de meios das FA para combate a incendios.

Além disso seria boa ideia adquirir pelo menos 6 CL-415 e uns 8 Fire Boss.


Cumprimentos

Completamente de acordo e neste teu total, contando com 05 Kamov, já estão 29 meios aereos mais coisa menos coisa 30 aeronaves.

Eu só acrescentaria mais AT802, hidros, claro, até serem uma dúzia, mesmo que os que faltam para os doze, quatro, fossem privados, e mais uma dezena de helis ligeiros também privados e estavamos muito bem servidos com 44 meios aereos.

https://en.wikipedia.org/wiki/Air_Tractor_AT-802

list=PL4EVTfsiCxFVY7jl3LmxZqZZvUFc50DZV&index=1








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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #639 em: Outubro 22, 2017, 07:57:36 pm »
Haverá alguma aeronave de Combate aos FF que ateste 6000 litros tão rápido ?????
Se calhar o KC' ou o 130 ou o 295, ainda há dúvidas que de asa fixa é melhor aeronave que há para esse fim ???





e esta situação do catalina ????



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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #640 em: Outubro 23, 2017, 12:06:27 pm »
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Forças Armadas disponíveis mas querem mais meios humanos e dinheiro
23 DE OUTUBRO DE 2017 00:00
Manuel Carlos Freire

Ramos desconhecem moldes do novo papel dos militares nos fogos

As Forças Armadas (FA) estão prontas para responder ao reforço do seu papel nos incêndios, em apoio das autoridades civis e nos termos anunciados sábado pelo chefe do Governo. Contudo, ignoram como é que isso se vai traduzir em concreto, sabendo-se que mais missões implicam um reforço de meios humanos, materiais e financeiros.

António Costa, após uma tragédia que vitimou mais de 100 pessoas, anunciou que as FA vão ter "um papel alargado [...] nas ações de rescaldo, na parte logística, no auxílio junto das populações e, ainda, no que respeita às capacidades no apoio ao processo de decisão" - leia-se Exército e Marinha. A Força Aérea "ficará com a gestão e operação dos meios aéreos de combate aos incêndios florestais", abrangendo meios do ramo - como os novos helicópteros ligeiros e as futuras aeronaves KC-390 - e ainda "a gestão dos meios próprios do Estado e a gestão dos contratos de meios aéreos de combate aos incêndios".

Fontes oficiais dos ramos disseram ao DN desconhecer os moldes desse envolvimento. Já as associações profissionais de Oficiais (AOFA) e Sargentos (ANS), manifestando a sua satisfação por verem concretizar-se uma medida há muito reclamada, alertam para a necessidade de saber em que termos e com que meios adicionais. O tenente-general Frutuoso Pires Mateus, autor da proposta para criar uma unidade militar conjunta de emergências, disse que as medidas "são um princípio". Por exemplo, importa que a formação dos militares, desde as academias às recrutas, passe a incluir "esta área da Proteção Civil".

António Mota, presidente da AOFA, mostrou-se taxativo: "O RAME teria de ser reforçado. Vemos com grande perplexidade a questão dos meios humanos, que já não tem, e os meios logísticos e financeiros para que não recaia sobre a Forças Armadas o ónus de uma missão menos bem cumprida." "A Força Aérea e as FA em geral não têm meios humanos necessários em quantidade e preparados para o combate aos incêndios", insistiu aquele tenente-coronel.

"Se já hoje não temos recursos humanos para dar resposta às missões pedidas, vemos com grande perplexidade" conseguir fazê-lo com o que há. "Não se vão atribuir missões muito exigentes e de grande responsabilidade sem acautelar o reforço substancial dos meios humanos", defendeu ainda António Mota, adiantando: "Vemos como positivo que o RAME passe a ter meios permanentes e dedicados ao apoio e gestão de catástrofes, pois isto não passa só por incêndios mas também cheias e tremores de terra."O presidente da ANS, Mário Ramos, focou a questão de saber "de que forma e com que meios" vai concretizar-se o reforço das FA. Na memória está a promessa não cumprida da Proteção Civil de dar "fatos, botas, máscaras e capacetes" para os militares estarem devidamente equipados - pelo que foram para o terreno "com fardas e as botas do dia a dia", estas "a derreter".

Lima Coelho, diretor do jornal "O Sargento", disse que "deve ser tudo devidamente enquadrado e bem preparado para não se entrar em aventureirismos e não voltar a ter dramas como o de Sintra" (em 1966, onde morreram 25 militares). "Tem de haver preparação, reequipamento e reestruturação" sobre a forma como os militares atuam, alertou, evocando a unidade militar espanhola que esteve em Portugal: eram "mais de 100 homens comandados por um sargento e deram um exemplo brutal do que são as capacidades militares, quando preparados e orientados para esse efeito".

Quem se mostrou desagradado com a ausência de diálogo prévio do Governo foi o líder da Liga dos Bombeiros. "Parece que o sistema faliu porque os bombeiros [voluntários] não foram capazes e agora se tem de ir para o profissionalismo", lamentou Jaime Marta Soares. "Estamos disponíveis para ter corpos mistos com profissionais", a começar pela integração dos que estão na Proteção Civil (os Canarinhos), disse."Queremos saber o porquê de ter estruturas profissionais quando não se esgotaram as possibilidades de ter equipas mistas com profissionais nos bombeiros", insistiu.

https://www.dn.pt/portugal/interior/forcas-armadas-disponiveis-mas-querem-mais-meios-8864743.html
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #641 em: Outubro 23, 2017, 05:31:24 pm »
Citar
António Costa, após uma tragédia que vitimou mais de 100 pessoas, anunciou que as FA vão ter "um papel alargado [...] nas ações de rescaldo, na parte logística, no auxílio junto das populações e, ainda, no que respeita às capacidades no apoio ao processo de decisão" - leia-se Exército e Marinha. A Força Aérea "ficará com a gestão e operação dos meios aéreos de combate aos incêndios florestais", abrangendo meios do ramo - como os novos helicópteros ligeiros e as futuras aeronaves KC-390 - e ainda "a gestão dos meios próprios do Estado e a gestão dos contratos de meios aéreos de combate aos incêndios".
::)
Ainda há dúvidas que esta intenção por parte deste governo de utilizar as forças armadas no combate aos incêndios não é mais que atirar areia para os olhos? É um verdadeiro deus ex machina.

Ainda estou para ver se vão adquirir os bambi buckets e o restante equipamento necessário para os novos helicópteros ligeiros fazerem combate a incêndios.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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« Responder #642 em: Outubro 23, 2017, 05:42:57 pm »
Citar
António Costa, após uma tragédia que vitimou mais de 100 pessoas, anunciou que as FA vão ter "um papel alargado [...] nas ações de rescaldo, na parte logística, no auxílio junto das populações e, ainda, no que respeita às capacidades no apoio ao processo de decisão" - leia-se Exército e Marinha. A Força Aérea "ficará com a gestão e operação dos meios aéreos de combate aos incêndios florestais", abrangendo meios do ramo - como os novos helicópteros ligeiros e as futuras aeronaves KC-390 - e ainda "a gestão dos meios próprios do Estado e a gestão dos contratos de meios aéreos de combate aos incêndios".
::)
Ainda há dúvidas que esta intenção por parte deste governo de utilizar as forças armadas no combate aos incêndios não é mais que atirar areia para os olhos? É um verdadeiro deus ex machina.

Ainda estou para ver se vão adquirir os bambi buckets e o restante equipamento necessário para os novos helicópteros ligeiros fazerem combate a incêndios.

Cumprimentos,

O que nos vale é estas noticias serem " paridas por jornaleiros/ardinas " muitos deles nem escrever sabem, mas Deus nos valha se forem os KC's os meios médio/Pesados dos combates aos FF's com o tempo que vão perder entre cada largada, então sim é o fim do que nos resta da nossa Mata nacional !!!

Abraços e haja dinheiro, que nós, POVO, pagamos as más decisões e compras feitas pelos especialista iluminados !!
« Última modificação: Outubro 23, 2017, 08:00:55 pm por tenente »
 
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #643 em: Outubro 23, 2017, 10:09:10 pm »
O que nos vale é estas noticias serem " paridas por jornaleiros/ardinas " muitos deles nem escrever sabem, mas Deus nos valha se forem os KC's os meios médio/Pesados dos combates aos FF's com o tempo que vão perder entre cada largada, então sim é o fim do que nos resta da nossa Mata nacional !!!

Fala-se dos "KáCê" como se fossem os novos salvadores da pátria... e a comunicação social a ajudar à continuação do povo ignaro.  ::)

Em conversas nestes últimos dias é nítido que a coisa foi feita à pressa e ainda não se percebe nada com clareza, por isso o que posso dizer é que todas as hipóteses estão neste momento em aberto.
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #644 em: Outubro 23, 2017, 10:10:56 pm »
Essa dos KC-390 a apagar fogos, só lá para 2021 ou 22, se vamos estar a espera até lá, bem podemos dizer adeus a floresta que resta...

Está aqui a oportunidade de OURO para comprar helis médios novos ou usados, sejam eles Cougars ex FA Holandesa ou Black Hawks, assim como Canadairs e Fire Boss.

Temos os politicos e a populaça "a favor" das FA´s, agora é o momento...
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Traição à Pátria

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