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Forças Armadas e Sistemas de Armas => Forças Aéreas/Sistemas de Armas => Tópico iniciado por: Bravo Two Zero em Setembro 08, 2006, 09:08:42 am

Título: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Bravo Two Zero em Setembro 08, 2006, 09:08:42 am
FAB recebe os primeiros Mirage 2000C

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Mais poder na defesa aérea: FAB incorpora aeronaves Mirage F-2000

Os sons dos motores anunciaram, de longe, a novidade. Os aviões atravessaram o pátio de aeronaves e estacionaram diante das autoridades e do público. Todos aplaudiram a chegada. As duas primeiras aeronaves Mirage 2000-C de um total de 12 unidades adquiridas da França pela Força Aérea Brasileira (FAB) foram incorporadas na segunda-feira, dia 4, em solenidade no Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA), em Anápolis (GO).

O evento teve a presença do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado do Ministro da Defesa, Waldir Pires, do Comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Luiz Carlos da Silva Bueno, e de outras autoridades. As aeronaves foram conduzidas até o local da solenidade pelo Major Marcelo Grolla e Capitão Antonio Mione, que estão realizando treinamento na nova aeronave na França.

Em discurso, o Presidente da República destacou a importância das novas aeronaves e do trabalho realizado pela FAB em prol do país. “Nesta ocasião em que a Força Aérea Brasileira recebe os seus mais novos aviões de combate, faço questão de registrar publicamente o respeito e a admiração que sinto por todos os profissionais da Aeronáutica. Sua dedicação à defesa da soberania nacional, à eficiente guarda do espaço aéreo brasileiro e à proteção de nossas imensas fronteiras é certamente um fator de segurança com o qual todos os brasileiros podem contar”, disse.

Ele enfatizou que o País continuará reestruturando a Força. “Com os Mirage, eliminamos uma lacuna em nosso dispositivo de defesa aeroespacial. Mas o planejamento estratégico de nossa defesa inclui a chegada futura do FX, imprescindíveis elementos de avanço tecnológico para a Força Aérea”.

De acordo com o cronograma inicial de entrega, estão previstas outras duas aeronaves em outubro, mais quatro em 2007 e outras quatro em 2008. As aeronaves já incorporadas participarão do desfile aéreo da FAB no dia 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), ao lado de outros quatro caças franceses do mesmo modelo.


http://www.fab.mil.br/imprensa/Noticias ... F-2000.htm (http://www.fab.mil.br/imprensa/Noticias/2006/09_set/0509_Mirage_F-2000.htm)
Título:
Enviado por: Flying Frog em Setembro 23, 2006, 01:15:23 pm
Eu acho que com menos de 20 Mirage 2000 nao vam fazer muito.
A FAB e a Força Aerea mais importante de tuda a America Latina, mais nao tem muitos aviaos modernos. Uns 60 AMX e os pocos Mirage que acabam de comprar a França. Eu penso que tem que comprar pelo menos treinta Mirage e modernizar os cazas ao 2000-5 standart com misiles MICA. Entao a FAB ja tendra verdadeiro potencial de defensa aerea a larga distancia.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 23, 2006, 02:01:34 pm
Não esquecer os F-5 que a FAB está a modernizar. Não me recordo exactamente o número de F-5, mas deve andar à volta dos 50.
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 23, 2006, 02:48:46 pm
Essa dos F5...
Só servirão para treino e CAS a curta distância.
Típico de quem quer enganar o patego.
Um país como o Brasil não ter uma força aérea condigna é apenas mais um sinal da incompetência dos seus governantes que não estão há altura das responsabilidades e do legado que receberam e que devem desenvolver. Mas isso é pedir demais a estrangeirados.
Título:
Enviado por: Flying Frog em Setembro 23, 2006, 03:11:31 pm
Eh Luso, calma.
Nao estaras a fazer politica ? E que e isto de falar tao mal dos estrangeiros ? O Brasil nao tem enemigos e a sua economia nao e la de um pais europeo, e mais ha muita pobreza no brazil. Dales mais tempo e ja veras. Ademais, o F-5 e um bom aviao, ja nao e muito joven mas e bom.
E tens que saver que o Brasil tratou comprar F-4 Phantom na decada dos 60 mais os americanos nao aceptaron vender-lhe. Escolheram um bom aviao mais nao foi possivel adquirirlo, isto nao e imcompetencia.
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 23, 2006, 03:30:49 pm
Os anos 60 já lá vão, amigo.
E o Brasil - a bem de todos - pode tornar-se num potência mundial. DEVE tornar-se numa potência mundial. Porquê? Porque é GRANDE, multiracial mas coeso apesar disso e "porreiraço". É o que nós Portugueses deveriamos ser se não fossemos tão pequeninos sobretudo agora que somos mais do que nunca mas também pequenos como nunca.
Estou a fazer política?
Talvez. Se ninguém a fizer alguém a há-de fazer.

Estou a meter-me na política de outro país?
Pois bem, só que o Brasil para mim não é um país qualquer e quem levar a mal o facto de eu querer para o Brasil o melhor, e como consequência, para o mundo, paciência.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 23, 2006, 04:15:32 pm
http://www.defesanet.com.br/rv/f5m/baco.htm (http://www.defesanet.com.br/rv/f5m/baco.htm)

http://www.alide.com.br/artigos/rac2006/index.htm (http://www.alide.com.br/artigos/rac2006/index.htm)

http://www.alide.com.br/walkarounds/f5em/index.htm (http://www.alide.com.br/walkarounds/f5em/index.htm)

http://www.alide.com.br/walkarounds/f5fm/index.htm (http://www.alide.com.br/walkarounds/f5fm/index.htm)
Título:
Enviado por: sierra002 em Setembro 23, 2006, 05:38:00 pm
Una vez escuché esta cita sobre Brasil:

"Brasil es el país del futuro y siempre lo será".

Al parecer la dijo un presidente brasileño, quizá me lo podais confirmar.
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 23, 2006, 10:59:39 pm
Não sei mas que tem a sua graça, isso tem! :mrgreen:
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Setembro 23, 2006, 11:11:00 pm
Citação de: "sierra002"
Una vez escuché esta cita sobre Brasil:

"Brasil es el país del futuro y siempre lo será".

Al parecer la dijo un presidente brasileño, quizá me lo podais confirmar.


Penso que a frase será de Charles de Gaulle e será mais: "O Brasil é um pais com muito futuro, e assim ficara por muito tempo"!..."

Fonte:http://www.portugal-linha.pt/brasil500/opi2.html
Título:
Enviado por: papatango em Setembro 24, 2006, 11:18:54 pm
E há também a frase que creio atribuida a Kissinger.

...Wherever Brazil goes, Latin America will follow...
Título:
Enviado por: Paisano em Setembro 26, 2006, 01:49:20 am
Mais informações sobre a compra dos Mirage 2000 pela FAB:

http://www.defesa.ufjf.br/fts/Mirage200 ... 2%20fab%22 (http://www.defesa.ufjf.br/fts/Mirage2000.pdf#search=%22%22mirage%202000%22%20fab%22)

PS: Apenas a título de curiosidade, segue abaixo a origem da frase: “Brasil, País do Futuro”

Citar
Brasil, País do Futuro*

Fonte: http://virtualbooks.terra.com.br/freebo ... futuro.htm (http://virtualbooks.terra.com.br/freebook/colecaoridendo/brasil_pais_do_futuro.htm)

APRESENTAÇÃO

“Brasil, país do futuro” é realmente uma obra; trabalho cuidadoso e preciso de quem soube observar, sentir, viver este país. Há pesquisa de gabinete, que se percebe na citação de dados e cifras. Há, também, a observação sensível de um intelectual respeitável.      

Tratado e, ao mesmo tempo, livro didático sobre História do Brasil. Relatos coerentes que, inclusive, desmitificam certas concepções ilógicas e incoerentes como, por exemplo, a de que o Brasil teria sido descoberto por uma casualidade, a tal da calmaria enfrentada por Cabral.      

As percepções sobre a realidade brasileira em nada se assemelha à de inúmeros viajantes estrangeiros que se limitaram a conhecer nosso país através de vista aérea, ou por detrás dos vidros de automóveis confortáveis. Stefan Zweig viu de perto, subiu morros das favelas cariocas, participou de festas na Bahia e Recife, andou por São Paulo.

O livro é perfeito no que retrata o que o Brasil havia sido e era, mas precário em relação ao que seria. Mania de europeus, principalmente os de origem semita: prever errado. Marx previu revoluções na Inglaterra e Alemanha, que ocorreram na Rússia, China, Cuba, contrário do previsto. Stefan Zweig previu evolução tecnológica, fim das favelas, tudo diferente.

Zweig colocou os óculos vermelhos de Kant e viu um Brasil róseo, viu beleza na miséria, riqueza no triste, alegria na dor.      

O único defeito da obra: eurocentrismo: ver o mundo a partir do padrão europeu. Os rios sinuosos são vistos como um problema, face ao traçado retilíneo dos rios da Europa. Montanhas, planícies, praias, mangues são considerados comparativamente a uma realidade que não é nossa. Foi essa mania que fez da África o único continente do mundo a ter fronteiras definidas por réguas; separaram tribos, ignoraram os limites geograficamente naturais e criaram problemas que não se sabe serão resolvidos algum dia.      

Ressalvada essa pequena restrição, o livro é ótimo. Não é uma historiazinha do Brasil recitando nomes e datas sem significado, há explicações econômicas, políticas, sociais e culturais que esclarecem nossa razão de ser. É o livro que sempre quis ler, li, li novamente e vou continuar a reler.

*Nélson Jahr Garcia
Título:
Enviado por: Rhanges em Setembro 28, 2006, 08:07:07 pm
www.amazonas01.skyblog.com (http://www.amazonas01.skyblog.com)
Título:
Enviado por: Guara em Outubro 07, 2006, 09:31:53 am
Citação de: "Luso"
Essa dos F5...
Só servirão para treino e CAS a curta distância.
Típico de quem quer enganar o patego.
Um país como o Brasil não ter uma força aérea condigna é apenas mais um sinal da incompetência dos seus governantes que não estão há altura das responsabilidades e do legado que receberam e que devem desenvolver. Mas isso é pedir demais a estrangeirados.


Caro Luso,

O Brasil não está no Oriente Médio, Asia ou Europa.
Por falar em Europa como está mesmo as forças armadas Portuguesas? Muito moderna heim....

As Forças Armadas Brasileiras estão passando por um processo de modernização e vão continuar sendo as maiores da America do Sul.
A modernização das FFAA do Brasil está mais avançada na FAB, sendo que a MB e o EB serão os próximos.

FAB
 :arrow: Modernização de 53 AMX
 :arrow: 99 ALX Super Tucano
 :arrow: Modernização de 8 P-3
 :? Isso é mais uma cagado do Lula
 :arrow: 50 C-212-400
 :arrow: EMB-120/135/145
 :arrow: Tikuna
 :arrow: Modernização das Niteroi
 :arrow: NaPaOc

EB
 :arrow: ALAC
 :arrow: Guará

E sobre a nossa incompetência....bom deve ser genético né?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 07, 2006, 10:30:11 am
Citação de: "Guara"
Citação de: "Luso"
Essa dos F5...
Só servirão para treino e CAS a curta distância.
Típico de quem quer enganar o patego.
Um país como o Brasil não ter uma força aérea condigna é apenas mais um sinal da incompetência dos seus governantes que não estão há altura das responsabilidades e do legado que receberam e que devem desenvolver. Mas isso é pedir demais a estrangeirados.

Caro Luso,

O Brasil não está no Oriente Médio, Asia ou Europa.
Por falar em Europa como está mesmo as forças armadas Portuguesas? Muito moderna heim....

As Forças Armadas Brasileiras estão passando por um processo de modernização e vão continuar sendo as maiores da America do Sul.
A modernização das FFAA do Brasil está mais avançada na FAB, sendo que a MB e o EB serão os próximos.

FAB
 :arrow: Modernização de 53 AMX
 :arrow: 99 ALX Super Tucano
 :arrow: Modernização de 8 P-3
 :? Isso é mais uma cagado do Lula
 :arrow: 50 C-212-400
 :arrow: EMB-120/135/145
 :arrow: Tikuna
 :arrow: Modernização das Niteroi
 :arrow: NaPaOc

EB
 :arrow: ALAC
 :arrow: Guará

E sobre a nossa incompetência....bom deve ser genético né?


Meu caro não o conheço e pelos vistos é novo no fórum, mas vou-lhe dar um concelho (aceite-o se quiser), culpar Portugal pelo estado do seu país ou das suas Forças Armadas é a coisa mais ridícula que pode fazer! Mas afinal quantos séculos de independência tem o Brasil? Isso é passar o atestado de incompetência ao povo Brasileiro!
Sim, as Forças Armadas Portuguesas tb não estão no seu melhor, mas ninguém aqui culpa outras nações por isso.
Felizmente aqui ninguém quer fazer algo de semelhante, apenas achamos que é pena o Brasil com a sua dimensão e o seu potencial ter umas Forças Armadas tão...curtas.
Título:
Enviado por: Flying Frog em Outubro 07, 2006, 10:39:52 am
Estou a sentir muita tensao neste Topic. Peace and Love. E que tal se falamos das forças armadas do Mexico eu podria dizer que sao uma verdadera miseria, o cual nao e certo. Ningum pais e perfecto. Brasil tem progresos que fazer com a sua aviaçao tambem Portugal mas tudo va paso por paso. E que tal da França, uma Força aerea enorme mas apenas menos de 200 tanques Leclerc.
Ja fale do que o Brasil nao tem enemigos nas fronteras e tem outros problemas com a corrupçao e a pobreça. Mais algum dia ja se soluçionnara ou problema. :wink:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 07, 2006, 10:47:42 am
Flying Frog, infelizmente a América do Sul está a passar por uma fase conturbada. Já houve inclusive nacionalizações que afectaram empresas Brasileiras. Há uma nova onda de ditadores populistas, que estão mais interessados em falarem com países como Cuba, Coreia do Norte, Siria, etc; do que com os outros países. O governo Brasileiro deve estar muito atento a estas pessoas, porque elas podem causar muitos danos.
Eu por mim estou bem, eu até defendi neste tópico o Brasil e as suas Forças Armadas, agora essa de culpar os Portugueses...é hilariante!  :lol:
Título:
Enviado por: Guara em Outubro 07, 2006, 10:53:48 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Meu caro não o conheço e pelos vistos é novo no fórum, mas vou-lhe dar um concelho (aceite-o se quiser), culpar Portugal pelo estado do seu país ou das suas Forças Armadas é a coisa mais ridícula que pode fazer! Mas afinal quantos séculos de independência tem o Brasil? Isso é passar o atestado de incompetência ao povo Brasileiro!
Sim, as Forças Armadas Portuguesas tb não estão no seu melhor, mas ninguém aqui culpa outras nações por isso.
Felizmente aqui ninguém quer fazer algo de semelhante, apenas achamos que é pena o Brasil com a sua dimensão e o seu potencial ter umas Forças Armadas tão...curtas.


Ei calma ai....

Não estou culpando Portugal por nada, alias para Portugal eu so agradeço.

Eu so estava fazendo uma comparação entre dois países que poderiam estar bem melhor.  :wink:
Título:
Enviado por: Get_It em Outubro 07, 2006, 04:48:47 pm
Citação de: "Guara"
:? Isso é mais uma cagado do Lula
Isto é algo que não percebo, porquê países como o Brasil e até o México têm uma salada russa (uma mistura do carago) em relação aos seus aviões e até mesmo helicópteros? Na semana passada fiquei surpreendido ao ver no MilitaryPhotos.net uma lista de aviões que a Força Aérea Mexicana estava a operar, que incluía F-5 e outros caças em menor número, como por exemplo, o norte-americano F-18, o sueco Gripen e a família dos Mirage franceses.

Claro que como são países maiores têm uma maior necessidade para vários tipos de aparelhos, mas mesmo até os EUA estão a começar a reduzir o seu número de tipo de aparelhos que operaram.

Citação de: "Flying Frog"
Estou a sentir muita tensao neste Topic. Peace and Love. E que tal se falamos das forças armadas do Mexico eu podria dizer que sao uma verdadera miseria, o cual nao e certo.
(Tal como pedido: «Estou a sentir muita tensão neste tópico. Peace and Love. E que tal se falarmos das forças armadas do México, eu poderia dizer que são uma verdadeira miséria, o qual não é certo.»)
O México em alguns aspectos está melhor que Portugal, só aquela nova espingarda de assalto FX-05 baseada na G-36 é um mimo (http://http). Enquanto o México soube escolher uma arma e fabricá-la, Portugal há mais de três anos que está para escolher a substituta da G-3; e ainda ontem o concurso da escolha dessa arma foi anulado por ser considerado parcial - algo que já nem é novidade. (vide Substituição da G3 (http://http).)

Citação de: "Flying Frog"
E que tal da França, uma Força aerea enorme mas apenas menos de 200 tanques Leclerc.

(«E que tal a França. Que tem uma força aérea enorme mas apenas menos de 200 tanques Leclerc.»)
Com a guerra fria e com a ameaça soviética existia uma grande necessidade para se possuir grandes números de carros de combate (CC), agora sem essa ameaça e com a perda de importância que os CC têm nas missões internacionais da NATO e ONU (UN) todos os países europeus estão a reduzir o seu número de CC.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 07, 2006, 05:22:42 pm
Citação de: "Guara"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Meu caro não o conheço e pelos vistos é novo no fórum, mas vou-lhe dar um concelho (aceite-o se quiser), culpar Portugal pelo estado do seu país ou das suas Forças Armadas é a coisa mais ridícula que pode fazer! Mas afinal quantos séculos de independência tem o Brasil? Isso é passar o atestado de incompetência ao povo Brasileiro!
Sim, as Forças Armadas Portuguesas tb não estão no seu melhor, mas ninguém aqui culpa outras nações por isso.
Felizmente aqui ninguém quer fazer algo de semelhante, apenas achamos que é pena o Brasil com a sua dimensão e o seu potencial ter umas Forças Armadas tão...curtas.

Ei calma ai....

Não estou culpando Portugal por nada, alias para Portugal eu so agradeço.

Eu so estava fazendo uma comparação entre dois países que poderiam estar bem melhor.  :wink:
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 07, 2006, 10:41:38 pm
Citação de: "Get_It"
Na semana passada fiquei surpreendido ao ver no MilitaryPhotos.net uma lista de aviões que a Força Aérea Mexicana estava a operar, que incluía F-5 e outros caças em menor número, como por exemplo, o norte-americano F-18, o sueco Gripen e a família dos Mirage franceses.


A sério :?: ...pensei que só operavam 10 ou 12 F-5 :? ...
Título:
Enviado por: Pedro Monteiro em Outubro 08, 2006, 12:09:11 am
Citação de: "PereiraMarques"
Citação de: "Get_It"
Na semana passada fiquei surpreendido ao ver no MilitaryPhotos.net uma lista de aviões que a Força Aérea Mexicana estava a operar, que incluía F-5 e outros caças em menor número, como por exemplo, o norte-americano F-18, o sueco Gripen e a família dos Mirage franceses.

A sério :?: ...pensei que só operavam 10 ou 12 F-5 :? ...


A operação de Gripen e F-18 pelo México é uma informação falsa. Os dados que disponho (Fonte: The International Directory of Military Aircraft 2002/2003) indicam:

F-5 E/F..... 10 aparelhos
AT-33A.....29 aparelhos


Salvo erro, um número mais recente da Air Forces Monthly traz uma order of battle actualizada.
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
Título:
Enviado por: Get_It em Outubro 08, 2006, 12:16:47 am
Citação de: "PereiraMarques"
A sério :?: ...pensei que só operavam 10 ou 12 F-5 :? ...
Citação de: "Pedro Monteiro"
A operação de Gripen e F-18 pelo México é uma informação falsa. Os dados que disponho (Fonte: The International Directory of Military Aircraft 2002/2003) indicam:

F-5 E/F..... 10 aparelhos
AT-33A.....29 aparelhos


Salvo erro, um número mais recente da Air Forces Monthly traz uma order of battle actualizada.
Cumprimentos,
Pedro Monteiro


Fico em dúvida se seria mesmo do México, lembro-me foi de ver fotos de F-18, Gripen, Mirage e F-5 (não sei a variante) com uma camuflagem parecida com a do México e com a da Venezuela. Não posso agora confirmar pois desde ontem que não consegui aceder ao MilitaryPhotos.net, mas se alguém poder ver lá agora por favor procure no fórum dos vídeos e das fotos por um post que além de mostrar fotos também tinha uma lista com o número e aeronaves operadas.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Pedro Monteiro em Outubro 08, 2006, 12:45:57 am
Citação de: "Get_It"
Citação de: "PereiraMarques"
A sério :?: ...pensei que só operavam 10 ou 12 F-5 :? ...
Citação de: "Pedro Monteiro"
A operação de Gripen e F-18 pelo México é uma informação falsa. Os dados que disponho (Fonte: The International Directory of Military Aircraft 2002/2003) indicam:

F-5 E/F..... 10 aparelhos
AT-33A.....29 aparelhos


Salvo erro, um número mais recente da Air Forces Monthly traz uma order of battle actualizada.
Cumprimentos,
Pedro Monteiro

Fico em dúvida se seria mesmo do México, lembro-me foi de ver fotos de F-18, Gripen, Mirage e F-5 (não sei a variante) com uma camuflagem parecida com a do México e com a da Venezuela. Não posso agora confirmar pois desde ontem que não consegui aceder ao MilitaryPhotos.net, mas se alguém poder ver lá agora por favor procure no fórum dos vídeos e das fotos por um post que além de mostrar fotos também tinha uma lista com o número e aeronaves operadas.

Cumprimentos,


Gripen com camuflagem apenas em conceptual art da SAAB a promover uma versão específica para a Dinamarca e Noruega.
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 08, 2006, 12:54:00 am
Ouvi falar que o México vai comprar SU-27. Alguém confirma?
Título:
Enviado por: p_shadow em Outubro 08, 2006, 03:19:19 am
A Marinha fez umas avaliações e chegou à conclusão que para proteger as suas extensas reservas petrolíferas o Sukhoi seria a aeronave mais indicada. :wink:


Cumptos
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 08, 2006, 10:01:19 pm
Citação de: "p_shadow"
A Marinha fez umas avaliações e chegou à conclusão que para proteger as suas extensas reservas petrolíferas o Sukhoi seria a aeronave mais indicada. :wink:


Cumptos


Se não me engano, no caso do México, cada um dos três ramos até tem unidades de paraquedistas próprias...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 08, 2006, 11:07:07 pm
Unidades de Infantaria Pára-quedista, ou de Operações Especiais? Não me parece muito normal cada ramo ter unidades de este tipo...seria simplesmente bizarro!  :?
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 08, 2006, 11:23:38 pm
Paraquedistas da Força Aérea: http://en.wikipedia.org/wiki/Brigada_de ... acaidistas (http://en.wikipedia.org/wiki/Brigada_de_Fusileros_Paracaidistas)

Paraquedistas da Armada: http://www.semar.gob.mx/infanteria/pagina.html#im (http://www.semar.gob.mx/infanteria/pagina.html#im)
Citar
Posterior a una reorganización, las fuerzas de Infantería de Marina quedaron desplegadas enposiciones estratégicas bajo un nuevo concepto operacional con funciones específicas,contando la Armada de México con las siguientes unidades de Infantería de Marina:
1.- 2 Fuerzas de reaccion anfibia, desplegadas a lo largo de los litorales mexicanos, compuestas por Batallones Anfibios      de Infantería de Marina, Batallones de Artillería de Infantería de Marina, Batallones de Comandos Anfibios, Batallones de      Embarcaciones y Vehículos Anfibios y Batallones de Servicios.

2.- 2 Batallones de Infantería de Marina, 1 Batallón de Guardias Presidenciales y 1 Batallón de Fusileros Paracaidistas,     establecidos en la capital de la Republica Mexicana.

Paraquedistas do Exército e Força Aérea :?: : http://lcweb2.loc.gov/cgi-bin/query/r?f ... CID+mx0109 (http://lcweb2.loc.gov/cgi-bin/query/r?frd/cstdy:@field(DOCID+mx0109))
Citar
The airborne brigade consists of two army and one air force battalion

Citar
The air force, organized into two wings and ten air groups, had a personnel complement of 8,000 in 1996, including 1,500 assigned to the airborne brigade
http://lcweb2.loc.gov/cgi-bin/query/r?f ... CID+mx0110 (http://lcweb2.loc.gov/cgi-bin/query/r?frd/cstdy:@field(DOCID+mx0110))

Citar
The marine force consists of a paratroop brigade of three battalions, a battalion attached to the Presidential Guard Brigade, three battalions with headquarters in Mexico City, Acapulco, and Veracruz, and thirty-five independent companies distributed among ports, bases, and zonal headquarters
http://lcweb2.loc.gov/cgi-bin/query/r?f ... CID+mx0111 (http://lcweb2.loc.gov/cgi-bin/query/r?frd/cstdy:@field(DOCID+mx0111))
Título: Brasil
Enviado por: Rhanges em Outubro 10, 2006, 11:10:24 am
www.amazonas.skyblog.com (http://www.amazonas.skyblog.com) :shock:
Título:
Enviado por: Sniper BR em Outubro 11, 2006, 01:52:48 am
Olá amigos Tugas !

Bom, vejo que houveram alguns equívocos e algumas "tensões" desnecessárias.

Vamos começar do começo! :lol: :Inclusive eu, estou tramitando com um processo para alterar meu sobrenome ( acrescentar mais um sobrenome Português ) pois assim como muitos por aqui tenho orgulho das minhas origens ! :D

  Abraços!
Título:
Enviado por: Sniper BR em Outubro 11, 2006, 01:57:19 am
Vou postar algumas fotos que tirei em um evento chamado " Portões Abertos " Realizado pela FAB aqui na minha cidade ( Belo Horizonte/Minas Gerais )

A qualidade não é das melhores mas espero que os amigos gostem... :oops:

http://img165.imageshack.us/img165/564/imagem061be9.jpg
T-27 Tucano

http://img183.imageshack.us/img183/6969/imagem091vr4.jpg
A-1 AMX

http://img183.imageshack.us/img183/489/imagem113yp3.jpg
A-1 AMX

http://img291.imageshack.us/img291/9987/imagem129zq9.jpg
AT-26 Xavante

  Abraços!
Título:
Enviado por: p_shadow em Outubro 11, 2006, 03:37:31 am
Muito obrigado pelo registo, caro Sniper!


Cumptos
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 11, 2006, 10:04:39 am
Retirado do fórum do Defesabrasil:

Citação de: "Carlos"
Algumas fotos do Domingo Aéreo no PAMA-SP (08/10/2006) :


01 - F-5s passando por manutenção:

(http://img244.imageshack.us/img244/4583/img1508xs0.th.jpg) (http://http)


02 - Motores do F-5:

(http://img512.imageshack.us/img512/272/img1509iy2.th.jpg) (http://http)

03 -
(http://img512.imageshack.us/img512/958/img1518jp7.th.jpg) (http://http)


04 -
(http://img114.imageshack.us/img114/6782/img1517eu4.th.jpg) (http://http)


05 - F-5 sem os motores:

(http://img167.imageshack.us/img167/8958/img1526ad6.th.jpg) (http://http)

06 - IGLA

(http://img515.imageshack.us/img515/3723/img1524zh0.th.jpg) (http://http)

07 - Super Tucano

(http://img160.imageshack.us/img160/6151/img1527eb0.th.jpg) (http://http)

08 -

(http://img515.imageshack.us/img515/1512/img1528by1.th.jpg) (http://http)


09 - Caravan

(http://img115.imageshack.us/img115/9562/img1529iy3.th.jpg) (http://http)

10 - Cougar do EB

(http://img187.imageshack.us/img187/1333/img1531wt2.th.jpg) (http://http)

11 -

(http://img162.imageshack.us/img162/3355/img1530bm1.th.jpg) (http://http)

12 -

(http://img70.imageshack.us/img70/9213/img1533zi8.th.jpg) (http://http)


Impressões do Domingo Aéreo:

a)  É uma festa cívica, indo muitas familias.

b)  Fiquei impressionando com o SuperTucano. Ele é bem robusto e impôe respeito.

c) Teve a esquadrilha da fumaça, mas não vi a apresentação porque saí as 11:00 hrs.


Falou,

Carlos.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 13, 2006, 02:45:48 pm
Imagens da FAB:

http://www.aviacao.art.br/baco2006.htm (http://www.aviacao.art.br/baco2006.htm)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 17, 2006, 02:48:06 pm
Citar
Programa F-X
Defesanet 17 Outubro 2006
Les Echos 16 Outubro 2006 - Paris

Dassault e Embraer discutem a Produção do Rafale no Brasil

( Veja a matéria relacionada: Dassault Aviation Desmente Transferência
de Tecnologia do Caça Rafale ao Brasil)

(Tradução Equipe Defesa@Net)

Com o objetivo de substituir a médio prazo os Mirage 2000C/B, Brasília planeja equipar-se com aviões de nova geração. Paris está pronta para participar ativamente, inclusive com transferência de tecnologia.

Discretamente, a Dassault Aviation tece e reativa os seus contatos para vender o caça Rafale, ajudada pela recente introdução em serviço do caça no Armée de l´Air (Les Echos, 27 de Junho).

"Se a Grécia ou a Líbia figuram como alvos prioritários de exportação e as discussões com o Marrocos avançam bem, o construtor de aviões também coloca as suas esperanças na América do Sul, principalmente no Brasil, onde estuda, atualmente, com Embraer a possibilidade de fabricar o aparelho para atender as necessidades da Força Aérea do Brasileira.
"O processo já começou. Ajudamos a determinar as suas necessidades", indica fonte próxima ao grupo."

Contrato de manutenção

A Dassault não é desconhecida no Brasil. A Força Aérea Brasileira voa o Mirage III desde há muito tempo. No fim do anos 1990, a Dassault Aviation adquiriu uma participação acionária de 5,67% no capital da empresa brasileira com, com a previsão de fabricar localmente um derivado do Mirage 2000. O projeto - batizado "Mirage 2000 BR" - não acontecerá mais, mas para manter a presença da França, Paris acaba de vender a um preço de ocasião, uma dúzia de Mirage 2000C/B para Brasília , e em fins de Setembro, a Dassault os seus parceiros concluíram um contrato de manutenção destes aviões.

As discussões com Embraer marcam o início da etapa seguinte, que poderá resultar na venda de dezenas de caças Rafale ao Brasil. O presidente Lula acaba de anunciar a retomada do programa de modernização da Força Aérea Brasileira, que planeja executar - caso seja reeleito - de modo que o Brasil desempenhe o papel de potência internacional, além das necessidades de vigilância e defesa do território. "Faremos o que for necessário para que os brasileiros escolham o Rafale", indicam fontes do Estado-Maior francês.

A visita do ministro brasileiro da defesa, Sr Waldyr Pires, à Paris, prevista para 13 a 17 de Outubro, mas cancelada devido as eleições brasileiras, era esperada pelos franceses para mostrar o apoio, como era no Mirage 2000, da transferência da tecnologia do aparelho, mesmo as mais sensíveis, indicam fontes governamentais.

Também os pilotos franceses não deixarão de observar aos seus colegas sul-americanos que o Rafale, obteve muito boa recepção na a sua primeira participação internacional, o famoso exercício da OTAN "Tiger Meet" (*), realizado em Setembro. Participaram caças F16 americanos e o Tornado britânico. "O Eurofighter não participou", observam fontes em Paris ( MEDO ??? )...

(*) Realizado desde 1961, encontro de esquadrões de caça da OTAN e o emblema é um Tigre.

http://www.defesanet.com.br/zz/fx_mirage2000_fr_14.htm (http://www.defesanet.com.br/zz/fx_mirage2000_fr_14.htm)


Fonte:retirado do fórum defesa brasil.
Título:
Enviado por: p_shadow em Outubro 18, 2006, 04:10:29 am
Ainda os F-2000 (Mirage2000) mal começaram a chegar e já a novela recomeçou! :mrgreen:

Abraços
Título:
Enviado por: Paisano em Outubro 18, 2006, 09:23:40 pm
Ao que parece esse FX-2 será através de compra direta e não mais por meio de uma nova licitação internacional.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 19, 2006, 10:34:11 am
Ou seja, vem para aí umas negociatas...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 19, 2006, 11:47:52 am
FAB acaba de receber o Primeiro C-105!!!

http://www.fab.mil.br/imprensa/Noticias ... C-105A.htm (http://www.fab.mil.br/imprensa/Noticias/2006/10_out/1810_aeronave_C-105A.htm)

http://www.fab.mil.br/imprensa/Noticias ... casa03.jpg (http://www.fab.mil.br/imprensa/Noticias/2006/imagens/10_out/1810/casa03.jpg)

Fonte: Site oficial da FAB via fórum Defesa Brasil
Título:
Enviado por: Get_It em Outubro 19, 2006, 02:47:20 pm
Porque é que deram uma outra designação ao C-295? Existe alguma diferença ao modelo original?

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: antoninho em Outubro 19, 2006, 03:09:28 pm
citação: Existem os recentimentos normais, comuns a uma colonização de exploração, mas a maioria dos Brasileiros tem orgulho da ascendência Portuguesa !

Me explique que não percebi.....na minha opnião essa explicação só se for um indio a falar, porque de resto só os afro-brasileiros têm razão nessa afirmação, mas os ataques ao colono português grande parte das vezes nasce de descendentes de outras nacionalidades europeias que não dos descendentes portugueses, que com todas as letras tratam o Brasil como Irmão e não de filho ,só isso merce o maior respeito de todos nós, pois não conheço no mundo outras nações que tenham essa atitude nos dois sentidos, nem a fraternidade que temos entre os nossos dois países, que deveria ser um exemplo para o mundo.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 19, 2006, 03:38:24 pm
Citação de: "Get_It"
Porque é que deram uma outra designação ao C-295? Existe alguma diferença ao modelo original?

Cumprimentos,


No Brasil eles dão por norma uma designação própria.
Título:
Enviado por: Sniper BR em Outubro 21, 2006, 03:45:02 pm
Citação de: "antoninho"
citação: Existem os recentimentos normais, comuns a uma colonização de exploração, mas a maioria dos Brasileiros tem orgulho da ascendência Portuguesa !

Me explique que não percebi.....na minha opnião essa explicação só se for um indio a falar, porque de resto só os afro-brasileiros têm razão nessa afirmação, mas os ataques ao colono português grande parte das vezes nasce de descendentes de outras nacionalidades europeias que não dos descendentes portugueses, que com todas as letras tratam o Brasil como Irmão e não de filho ,só isso merce o maior respeito de todos nós, pois não conheço no mundo outras nações que tenham essa atitude nos dois sentidos, nem a fraternidade que temos entre os nossos dois países, que deveria ser um exemplo para o mundo.


Antoninho, antes de mais nada não estou a atacar Portugal ou os colonizadores, muito pelo contrário...  :lol:  :wink:

Voltando a colonização, também  não vamos ser hipócritas e dizer que os brasileiros no Brasil colônia morriam de amores por Portugal. Isso é natural nenhum país gostaría de ser colônia de um outro! É desse sentimento natural que eu estou falando.

E quanto a fraternidade e os sentímentos recíprocos entre Brasileiros e Portuguêses eu concordo plenamente com o amigo ! :wink:  :D

  Abraços!
Título:
Enviado por: Sniper BR em Outubro 21, 2006, 03:53:22 pm
Comandante da FAB confirma a compra de mísseis BVR Derby :
http://www.defesanet.com.br/zz/fab_derby.htm

Comandante da FAB confirma a compra de Pod's Litening, Skyshield e bombas guiadas:
http://www.defesanet.com.br/zz/fab_sucata.htm

  Abraços!
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 24, 2006, 01:45:47 am
Video da FAB:

http://www.youtube.com/watch?v=e1EHoyTJScg (http://www.youtube.com/watch?v=e1EHoyTJScg)
Título:
Enviado por: Sniper BR em Novembro 18, 2006, 12:38:20 pm
(http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/not/notderbyf5.jpg)

F-5 BR = Derby + Python 5 ! :D
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 09, 2006, 03:00:09 pm
Citar
O Ministério da Defesa brasileiro está desenhando um novo programa de aquisição de aeronaves de combate para a Força Aérea Brasileira que é essencialmente uma ressurreição do muito postergado Programa F-X que foi cancelado no começo do ano passado.

Após o cancelamento, a Força Aérea Brasileira pretendia relançar seus planos para aquisição de novas aeronaves de caça em 2010. No entanto, a recente compra de Sukhoi Su-30MKVs pela Venezuela – dos quais, os primeiros seis deverão ser entregues no próximo mês – impeliram o recentemente reeleito governo do presidente Lula a rever sua decisão de 2005, afirmam fontes da indústria.

Diferentemente do Programa F-X original, o ministério da defesa realizará uma avaliação e fazer uma seleção sem um processo de concorrência. Acredita-se que o ministério da defesa está preparando um orçamento de cerca de US$1,25 bilhões e planeja tomar uma decisão no final do próximo do ano ou no começo de 2008. Os planos preliminares prevêem a aquisição de 24-26 aeronaves para equipar dois esquadrões no centro e no norte do Brasil. Acredita-se que o Sukhoi Su-35 e o Dassault Rafale são os principais concorrentes para as necessidades do F-X.

O Ministério da Defesa também está examinando a compra de caças Mirage 2000C adicionais da Força Aérea Francesa.

Fonte: Flight International


http://www.basemilitar.com.br/ (http://www.basemilitar.com.br/)
Título:
Enviado por: marcelosobrado em Dezembro 10, 2006, 01:03:47 am
Citação de: "Luso"
Essa dos F5...
Só servirão para treino e CAS a curta distância.
Típico de quem quer enganar o patego.
Um país como o Brasil não ter uma força aérea condigna é apenas mais um sinal da incompetência dos seus governantes que não estão há altura das responsabilidades e do legado que receberam e que devem desenvolver. Mas isso é pedir demais a estrangeirados.


Os F-5 da FAB estão passando por uma modernização que os possibilita vetorar armas inteligentes inclusive misseis BVR.
Recentemente nossos F-5 deram uma surra, em combates simulados, na Força Aérea Francesa.
Os franceses vieram ao Brasil participar da CRUZEX III, eles contavam com Mirages 2000C/N apoiados por um E-3, ja a FAB contava com os F-5 armados com misseis BVR e apoiados por um R-99A e se comunicavam entre si por datalink.
Como eu disse antes os franceses tomaram uma surra, mais informações acesse:

http://www.defesanet.com.br/zz/fab_derby.htm (http://www.defesanet.com.br/zz/fab_derby.htm)
Título:
Enviado por: papatango em Dezembro 10, 2006, 03:01:55 pm
O F-5 da FAB é uma aeronave capaz, mas ele foi pensado para outra realidade que não a actual.

Quando o F-5 foi idealizado, ele deveria ser um caça secundário, para apoiar uma aeronave mais capaz (os substitutos dos Mirage F-1 para a defesa de Brasilia).

Mas a utilização dessas aeronaves partia do principio de que os principais adversários eram países que optariam por adquirir aeronaves americanas ou europeias de segunda linha, e que portanto, o Brasil poderia equivaler com tecologia própria ou importada e adaptada.

Porém as coisas não estão a funcionar como inicialmente previsto.

O resultado, é que o Chile conseguiu ultrapassar as reticências americanas em fornecer aeronaves de primeira linha para um país da America do Sul, e como resultado disso o Chile tem na sua força aérea aeronaves F-16C/D e F-16 MLU (Tape-2 se não me engano).

A norte, a Venezuela, ainda que não tendo o beneplácito dos americanos, optou por aeronaves russas, que embora tenham já quase  30 anos de desenvolvimento em cima, são consideravelmente modernas e muito mais eficientes que qualquer aeronave que o Brasil tenha neste momento.

A continuar assim, outros países vão sentir necessidade de responder e o Brasil vai ter duas possiblidades:
- Ou não faz nada e fica para trás
- Ou terá que pensar em adquirir equipamentos importados, porque o ritmo de desenvolvimento da industria militar brasileira tem sido muito lento nos últimos anos, como o provam os problemas com o desenvolvimento do míssil Piranha.

Cumprimentos

Esta é a realidade objectiva.
Título:
Enviado por: marcelosobrado em Dezembro 11, 2006, 12:01:43 am
Citação de: "papatango"
O F-5 da FAB é uma aeronave capaz, mas ele foi pensado para outra realidade que não a actual.

Quando o F-5 foi idealizado, ele deveria ser um caça secundário, para apoiar uma aeronave mais capaz (os substitutos dos Mirage F-1 para a defesa de Brasilia).

Mas a utilização dessas aeronaves partia do principio de que os principais adversários eram países que optariam por adquirir aeronaves americanas ou europeias de segunda linha, e que portanto, o Brasil poderia equivaler com tecologia própria ou importada e adaptada.

Porém as coisas não estão a funcionar como inicialmente previsto.

O resultado, é que o Chile conseguiu ultrapassar as reticências americanas em fornecer aeronaves de primeira linha para um país da America do Sul, e como resultado disso o Chile tem na sua força aérea aeronaves F-16C/D e F-16 MLU (Tape-2 se não me engano).

A norte, a Venezuela, ainda que não tendo o beneplácito dos americanos, optou por aeronaves russas, que embora tenham já quase  30 anos de desenvolvimento em cima, são consideravelmente modernas e muito mais eficientes que qualquer aeronave que o Brasil tenha neste momento.

A continuar assim, outros países vão sentir necessidade de responder e o Brasil vai ter duas possiblidades:
- Ou não faz nada e fica para trás
- Ou terá que pensar em adquirir equipamentos importados, porque o ritmo de desenvolvimento da industria militar brasileira tem sido muito lento nos últimos anos, como o provam os problemas com o desenvolvimento do míssil Piranha.

Cumprimentos

Esta é a realidade objectiva.


Os Mirages que a FAB usava eram o IIIE e não o F-1.

A modernização dos F-5 tem por finalidade diminuir a defasagem tecnológica da FAB e apoiar o futuro FX o qual dentro de uns dez anos começaria a substituir os F-5EM.
Como a governo Lula adiou o programa FX, tivemos que adquirir 12 Mirages 2000B/C da França para tampar o buraco deixado pelos Mirages IIIEBR na defesa aérea da região central do pais, com isso os F-5EM passaram a ser o nosso principal caça de primeira linha até a chegada, se chegar, do FX.
Título:
Enviado por: p_shadow em Dezembro 11, 2006, 02:14:37 am
Bem vindo ao FD, caro Marcelo.

Citação de: "marcelosobrado"
Os F-5 da FAB estão passando por uma modernização que os possibilita vetorar armas inteligentes inclusive misseis BVR.
Recentemente nossos F-5 deram uma surra, em combates simulados, na Força Aérea Francesa.
Os franceses vieram ao Brasil participar da CRUZEX III, eles contavam com Mirages 2000C/N apoiados por um E-3, ja a FAB contava com os F-5 armados com misseis BVR e apoiados por um R-99A e se comunicavam entre si por datalink.
Como eu disse antes os franceses tomaram uma surra, mais informações acesse:

http://www.defesanet.com.br/zz/fab_derby.htm (http://www.defesanet.com.br/zz/fab_derby.htm)


Não sabia que os F-5 modernizados tinham sido usados no recente CRUZEX.
Os F-5EM e FM não começaram a ser entregues aos "Pampas" de Canoas já depois do exercício?


Cumptos
Título:
Enviado por: marcelosobrado em Dezembro 11, 2006, 09:14:25 pm
Citação de: "p_shadow"
Bem vindo ao FD, caro Marcelo.

Citação de: "marcelosobrado"
Os F-5 da FAB estão passando por uma modernização que os possibilita vetorar armas inteligentes inclusive misseis BVR.
Recentemente nossos F-5 deram uma surra, em combates simulados, na Força Aérea Francesa.
Os franceses vieram ao Brasil participar da CRUZEX III, eles contavam com Mirages 2000C/N apoiados por um E-3, ja a FAB contava com os F-5 armados com misseis BVR e apoiados por um R-99A e se comunicavam entre si por datalink.
Como eu disse antes os franceses tomaram uma surra, mais informações acesse:

http://www.defesanet.com.br/zz/fab_derby.htm (http://www.defesanet.com.br/zz/fab_derby.htm)

Não sabia que os F-5 modernizados tinham sido usados no recente CRUZEX.
Os F-5EM e FM não começaram a ser entregues aos "Pampas" de Canoas já depois do exercício?


Cumptos




O 1ª/14ª Gav ( Esquadrão Pampa ) começou a receber os F-EM/FM antes da Cruzex e os mesmos foram usados neste exercicio causando varias baixas a coalizão da ONU.
Mas é preciso mencionar que os franceses ñ estavam com o Mirage2000-5 e sim com o 2000C/N.
Mas a próxima Cruzex devera ser mais emocionante, isso se os venezuelanos trouxerem os seus novos Su-30 e os chilenos os seus F-16C/D Block 50
Título: Salve camaradas
Enviado por: claudioalfonso em Dezembro 11, 2006, 09:54:04 pm
Foi este tópico que motivou minha participação neste fórum, gostaria de contribuir sintetizando o que foi dito e ampliando:

1. Os mirage 2000C são apenas um tampão em nossa defesa aérea enquanto não chegam os aviões do FX (as especulações apontam para o Rafaele ou SU).
2. Os F5M, ou seja, os F5 modernizados com equipamentos no estado da arte são aviões letais como bem demonstra os resultados no Cruzex 2006
onde foram derrubados os Mirage 2000N (versão mais moderna que os mirage 2000C) se que conseguissem sequer detectar nossos aviões. Isso é fruto do conjunto: F5M+R99+Derby.
3. Como já foi dito não temos nenhuma querela forte com nação alguma muito menos aqui na America do Sul e se compararmos os meios e as quantidades disponíveis nas Forças Aereas da região veremos que ainda somos a liderança no setor, isso sem falar nos meios terrestres e marinhos.
4. Não estou dizendo que nossa situação seja aceitável, creio que pressão deve ser feita para que sejam modernizados os meios disponíveis e adquiridos meios novos nos setor mais importantes de nossas força para que nossa liderança na região não seja ameaçada.
Só isso
Abraços!
Título:
Enviado por: papatango em Dezembro 11, 2006, 11:30:27 pm
Os F-5 modernizados são mais sofisticados que os F-5 mais antigos e mais sofisticados que os Mirage-III e em alguns aspectos mesmo mais sofisticados que os Mirage-2000/C.

Mas nada disso altera a realidade:

Eles são aeronaves com sistemas pensados para uma realidade da América Latina que não é a actual.

O próprio programa FX, era um programa para substituir os Mirage-III mas não para substituir as aeronaves de combate de segundo escalão, ou seja o F-5.

A opção brasileira por ter dois tipos de aviões de caça, decorre das opções da FAB relativamente à defesa do país: Ter o mínimo necessário para garantir uma defesa eficiente.

Ou seja: Concentrar em Brasilia um pequeno numero de aeronaves que sejam tão ou mais sofisticadas que o que quer que seja que outro país da América Latina tenha, que possam ser utilizadas em caso de necessidade.

As missões primarias de intercepção devem ser realizadas por aeronaves como o F-5. E isto deverá continuar assim por algum tempo, por razões de orçamento.

Além disso, provavelmente nem faria sentido outra coisa, porque a maioria dos vizinhos do Brasil não tem (ou não costumava ter) capacidade miltar para ser visto como uma ameaça.

Isto mudou com a era do Hugo Chavez e mesmo com as modernizações na força aérea do Chile. O Brasil não tem uma aeronave com a capacidade  que tinha em meados dos anos 70, porque os vizinhos armaram-se com armas mais poderosas, abrindo mão da tecnologia "nacional".

Portanto, e conforme disse acima, o F-5 brasileiro, pode até ser interessante, mas é um avião pensado para uma América Latina sem F-16 C/D F-16MLU ou Sukhoi SU-27Mk.

Em presença dessas aeronaves, ele é completamente irrelevante.

Os testes e as "lutas" entre aviões, não têm muita relevância, porque se tivessem os americanos teriam sido varridos dos ceus pelos caças iraquianos durante as guerras do golfo (os americanos fartam-se de perder todos esses recontros).

Os EUA ou a França, como outros países muito raramente mostram as suas tácticas nestes «meetings» internacionais, e não o fazem porque não são tontos. Isso retira alguma credibilidade a este tipo de confrontação.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: marcelosobrado em Dezembro 12, 2006, 02:22:19 am
Citação de: "papatango"
Os F-5 modernizados são mais sofisticados que os F-5 mais antigos e mais sofisticados que os Mirage-III e em alguns aspectos mesmo mais sofisticados que os Mirage-2000/C.

Mas nada disso altera a realidade:

Eles são aeronaves com sistemas pensados para uma realidade da América Latina que não é a actual.

O próprio programa FX, era um programa para substituir os Mirage-III mas não para substituir as aeronaves de combate de segundo escalão, ou seja o F-5.

A opção brasileira por ter dois tipos de aviões de caça, decorre das opções da FAB relativamente à defesa do país: Ter o mínimo necessário para garantir uma defesa eficiente.

Ou seja: Concentrar em Brasilia um pequeno numero de aeronaves que sejam tão ou mais sofisticadas que o que quer que seja que outro país da América Latina tenha, que possam ser utilizadas em caso de necessidade.

As missões primarias de intercepção devem ser realizadas por aeronaves como o F-5. E isto deverá continuar assim por algum tempo, por razões de orçamento.

Além disso, provavelmente nem faria sentido outra coisa, porque a maioria dos vizinhos do Brasil não tem (ou não costumava ter) capacidade miltar para ser visto como uma ameaça.

Isto mudou com a era do Hugo Chavez e mesmo com as modernizações na força aérea do Chile. O Brasil não tem uma aeronave com a capacidade  que tinha em meados dos anos 70, porque os vizinhos armaram-se com armas mais poderosas, abrindo mão da tecnologia "nacional".

Portanto, e conforme disse acima, o F-5 brasileiro, pode até ser interessante, mas é um avião pensado para uma América Latina sem F-16 C/D F-16MLU ou Sukhoi SU-27Mk.

Em presença dessas aeronaves, ele é completamente irrelevante.

Os testes e as "lutas" entre aviões, não têm muita relevância, porque se tivessem os americanos teriam sido varridos dos ceus pelos caças iraquianos durante as guerras do golfo (os americanos fartam-se de perder todos esses recontros).

Os EUA ou a França, como outros países muito raramente mostram as suas tácticas nestes «meetings» internacionais, e não o fazem porque não são tontos. Isso retira alguma credibilidade a este tipo de confrontação.

Cumprimentos



Se considerarmos apenas os caças realmente os F-5EM ñ estão a altura dos F-16C/D da FACh, quantos aos Su-30 venezuelanos ainda ñ ha informações precisas sobre quais sistemas foram integrados a essas aeronaves, comenta-se por aqui que são inferiores aos da India.
Porém se considerarmos outros fatores como aeronaves AEW, aviões tanques, maior quantidade de bases para desmembramento, parque industrial aeronaltico (Embraer) entre outros fatores, veremos que a FAB leva uma grande vantagem.
Outra desvantagem para os demais paises da América do Sul é que seus territórios ñ são tão extensos, por exemplo, os caças da FAB em vôo supersonico rapidamente chegariam aos poços de petróleo da Venezuela
, e ai meu amigo eu quero ve o Chavez manter uma guerra com o Brasil sem o dinheiro do petróleo.
Quanto ao FX, tenham calma que ele vai chega.
Título:
Enviado por: papatango em Dezembro 12, 2006, 11:46:37 pm
A questão é exactamente essa.

O conjunto, neste momento é (ainda) favorável à FAB por causa da capacidade AEW dada pelos EMB-145/Erieye, mas essa situação, foi prevista anteriormente às aquisições que ocorreram na América Latina.

No papel, a FAB tem realmente a vantagem, mas essa vantagem é-lhe dada por um numero muito reduzido de aeronaves, das quais depende a capacidade brasileira.

Ou seja: Os aviões de vigilância do espaço aéreo, tornam-se o primeiro alvo a atingir, seja porque meio for, porque a sua destruição torna possível o controlo do espaço aéreo.

Assim, em qualquer conflito, os primeiros alvos de forças irregulares, seriam os aviões EMB-145.

Para o Brasil, é um risco muito grande, ter a sua defesa aérea nas mãos de um numero muito pequeno de aeronaves, porque não há um "plano B" eficiente.

A FAB vai sempre precisar de aviões AEW, mas se por algum acaso não puder contar com eles, precisa de um numero de aeronaves modernas que possam fazer pesar os pratos da balança, mesmo sem as aeronaves AEW.

Por isso o próprio programa FX já não fazia sentido. A verdade é que os 12 aviões a adquirir são já muito pouco para que o Brasil mantenha uma capacidade de dissuasão adequada.

Essa necessidade, é mais importante, quando importante é o factor prestigio.
Da forma como vão as coisas, o Brasil pode ser muito maior que a Venezuela, mas o prestigio em termos de opinião pública na região acaba ficando muito "chamuscado" quando um país mais pequeno consegue acenar com uma força aérea com aeronaves mais poderosas e eficientes.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: marcelosobrado em Dezembro 14, 2006, 03:06:57 am
Citação de: "papatango"
A questão é exactamente essa.

O conjunto, neste momento é (ainda) favorável à FAB por causa da capacidade AEW dada pelos EMB-145/Erieye, mas essa situação, foi prevista anteriormente às aquisições que ocorreram na América Latina.

No papel, a FAB tem realmente a vantagem, mas essa vantagem é-lhe dada por um numero muito reduzido de aeronaves, das quais depende a capacidade brasileira.

Ou seja: Os aviões de vigilância do espaço aéreo, tornam-se o primeiro alvo a atingir, seja porque meio for, porque a sua destruição torna possível o controlo do espaço aéreo.

Assim, em qualquer conflito, os primeiros alvos de forças irregulares, seriam os aviões EMB-145.

Para o Brasil, é um risco muito grande, ter a sua defesa aérea nas mãos de um numero muito pequeno de aeronaves, porque não há um "plano B" eficiente.

A FAB vai sempre precisar de aviões AEW, mas se por algum acaso não puder contar com eles, precisa de um numero de aeronaves modernas que possam fazer pesar os pratos da balança, mesmo sem as aeronaves AEW.

Por isso o próprio programa FX já não fazia sentido. A verdade é que os 12 aviões a adquirir são já muito pouco para que o Brasil mantenha uma capacidade de dissuasão adequada.

Essa necessidade, é mais importante, quando importante é o factor prestigio.
Da forma como vão as coisas, o Brasil pode ser muito maior que a Venezuela, mas o prestigio em termos de opinião pública na região acaba ficando muito "chamuscado" quando um país mais pequeno consegue acenar com uma força aérea com aeronaves mais poderosas e eficientes.

Cumprimentos



Mesmo que os R-99A/B sejam neutralizados em um conflito (coisa dificil de se conseguir devido a grande quantidade de pista que estas aeronaves  tem a disposição para serem desmenbradas) a EMBRAER num esforço de guerra poderia repor essas perdas rapidamente.
Quanto ao FX, ja se fala em adquirir inicialmente 36 caças ao invés de 12, sem contar com a possivel compra de helicópteros russos.
Título:
Enviado por: p_shadow em Dezembro 14, 2006, 06:53:15 am
Citação de: "marcelosobrado"
O 1ª/14ª Gav ( Esquadrão Pampa ) começou a receber os F-EM/FM antes da Cruzex e os mesmos foram usados neste exercicio causando varias baixas a coalizão da ONU.


Obrigado pelo esclarecimento, caro Marcelo.


Cumptos
Título: Re: Salve camaradas
Enviado por: p_shadow em Dezembro 14, 2006, 07:05:35 am
Citação de: "claudioalfonso"
2. Os F5M, ou seja, os F5 modernizados com equipamentos no estado da arte são aviões letais como bem demonstra os resultados no Cruzex 2006
onde foram derrubados os Mirage 2000N (versão mais moderna que os mirage 2000C) se que conseguissem sequer detectar nossos aviões. Isso é fruto do conjunto: F5M+R99+Derby


Sem nunca desvalorizar as capacidades do "novo" F-5 da FAB, acho que é preciso contêr alguma excitação neste caso específico.

Sem muitos "alongamentos", é evidente que até mesmo um F-16 OCU tem "facilidade" em "derrubar" uma aeronave com as características do Mirage2000N (características da aeronave e sobretudo da missão que desempenha).


Cumptos
Título:
Enviado por: MERLIN em Dezembro 14, 2006, 10:50:38 am
2000N? Não sera 2000D, que é a versã de ataque convencional (N é a versão de ataque nuclear). O 2000D até tem tido um desempenho muito nas missões de ataque que lhe foram atribuidas.
Cumptos
Título:
Enviado por: marcelosobrado em Dezembro 15, 2006, 02:31:19 am
Citação de: "MERLIN"
2000N? Não sera 2000D, que é a versã de ataque convencional (N é a versão de ataque nuclear). O 2000D até tem tido um desempenho muito nas missões de ataque que lhe foram atribuidas.
Cumptos



Os Mirages 2000 franceses que tomaram parte na Cruzex III foram da versão C e N, inclusive um dos pilotosde Mirage 2000N era uma mulher, muito bonita e simpatica por sinal.
Título: Re: Salve camaradas
Enviado por: marcelosobrado em Dezembro 15, 2006, 02:35:05 am
Citação de: "p_shadow"
Citação de: "claudioalfonso"
2. Os F5M, ou seja, os F5 modernizados com equipamentos no estado da arte são aviões letais como bem demonstra os resultados no Cruzex 2006
onde foram derrubados os Mirage 2000N (versão mais moderna que os mirage 2000C) se que conseguissem sequer detectar nossos aviões. Isso é fruto do conjunto: F5M+R99+Derby

Sem nunca desvalorizar as capacidades do "novo" F-5 da FAB, acho que é preciso contêr alguma excitação neste caso específico.

Sem muitos "alongamentos", é evidente que até mesmo um F-16 OCU tem "facilidade" em "derrubar" uma aeronave com as características do Mirage2000N (características da aeronave e sobretudo da missão que desempenha).


Cumptos




Cláudio a questão é que durante um dos combates nem os Mirages nem o E-3F conseguiram ver em seus radares os R-99A e os F-5EM, nem perceberam que os F-5EM disparam seus misseis.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 16, 2006, 04:30:34 pm
Com esta aproximação à Russia, o Brasil ainda vai ter estes aviões a voar nos seus céus:

(http://www.sukhoi.org/eng/img/gallery/wallpapers/9.jpg)

(http://www.sukhoi.org/eng/img/gallery/wallpapers/5.jpg)

(http://www.sukhoi.org/eng/img/gallery/wallpapers/25.jpg)

Eu sei que provavelmente vocês já viram estas fotos, mas elas estão lindissimas!!!  :D
Título:
Enviado por: marcelosobrado em Dezembro 16, 2006, 05:11:20 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Com esta aproximação à Russia, o Brasil ainda vai ter estes aviões a voar nos seus céus:

(http://www.sukhoi.org/eng/img/gallery/wallpapers/9.jpg)

(http://www.sukhoi.org/eng/img/gallery/wallpapers/5.jpg)

(http://www.sukhoi.org/eng/img/gallery/wallpapers/25.jpg)

Eu sei que provavelmente vocês já viram estas fotos, mas elas estão lindissimas!!!  :D



Seria uma ótima aquisição, sobre tudo devido ao alcance destes caças, mas o Rafale também ta no pareo, vamos aguardar pra ve no que que da.
Mas eu pessoalmente fico com um pouco de receio de adquirirmos o Su-35, o fato que ele é um caça que ja chegou ao limite de seu desenvolvimento ja o Rafale é projeto mais recente.
Título:
Enviado por: papatango em Dezembro 19, 2006, 11:53:24 pm
São lindíssimas e «grandíssimas»

Quanto ao SU-35, ele é realmente um avião impressionante, mas concordo com a questão da idade.

Ele é um projecto dos anos 70, com trinta anos, se considerarmos o projecto original. Ele é pouco mais novo que o F-16.

O SU-35, está para o SU-27 como o F-16C/D block 50 está para o F-16 A/B.

Eu diria, que o avião que parece mais adequado para o Brasil será o Typhoon.

Principalmente se os brasileiros esquecerem o conceito antigo que pede uma pequena quantidade de caças em Brasilia.

Se o Brasil tiver 30 ou 40 Typhoon, com grupos de 12 aeronaves, pode ter uma defesa aérea bastante convincente, podendo abrir mão de um avião com um grande raio de acção operacional.

Raio de acção operacional que é importante no SU-27/SU-35, mas que quando o avião fica carregado, não é assim tão grande (embora seja sempre superior a qualquer outro avião).

Cumprimentos
Título:
Enviado por: marcelosobrado em Dezembro 20, 2006, 02:30:59 am
Citação de: "papatango"
São lindíssimas e «grandíssimas»

Quanto ao SU-35, ele é realmente um avião impressionante, mas concordo com a questão da idade.

Ele é um projecto dos anos 70, com trinta anos, se considerarmos o projecto original. Ele é pouco mais novo que o F-16.

O SU-35, está para o SU-27 como o F-16C/D block 50 está para o F-16 A/B.

Eu diria, que o avião que parece mais adequado para o Brasil será o Typhoon.

Principalmente se os brasileiros esquecerem o conceito antigo que pede uma pequena quantidade de caças em Brasilia.

Se o Brasil tiver 30 ou 40 Typhoon, com grupos de 12 aeronaves, pode ter uma defesa aérea bastante convincente, podendo abrir mão de um avião com um grande raio de acção operacional.

Raio de acção operacional que é importante no SU-27/SU-35, mas que quando o avião fica carregado, não é assim tão grande (embora seja sempre superior a qualquer outro avião).

Cumprimentos




O Typhoon é muito caro pra nó

Com a ativação de um ou dois esquadrões de defesa aérea na região norte e um na região nordeste de Brasil, o alcace dos caças ñ sera tão impotante.
______________________________
Título:
Enviado por: Lancero em Julho 05, 2007, 09:41:48 pm
Citar
U.S. plans Black Hawk helicopter sale to Brazil
Fri Jun 29, 2007 4:54PM EDT

WASHINGTON, June 29 (Reuters) - The Bush administration told Congress on Friday it tentatively plans to sell United Technologies Corp. (UTC.N: Quote, Profile, Research) Black Hawk helicopters and related gear worth up to $300 million to Brazil. Brazil has requested as many as six UH-60L Black Hawks, built by UTX's Sikorsky Aircraft unit, with 12 General Electric Co. (GE.N: Quote, Profile, Research) engines, the Pentagon's Defense Security Cooperation Agency said.

The proposed sale would boost the security of "a friendly country that has been, and continues to be, an important force for political stability and economic progress in South America," the security agency said.

Brazil needs the helicopters for search and rescue, as well as "self-defense within the region," it said, adding they would provide close air support for ground forces.

The notice of a potential sale is required by U.S. law and does not mean a sale has been concluded. In addition, Congress has the power to block such a deal, but rarely does.

The total value of the deal could be as high as $300 million if all options are exercised, the security agency said.

Fonte (http://http)


Citar
Brazil – UH-60L Black Hawk Helicopters

(Source: US Defense Security Cooperation Agency; issued June 29, 2007)

WASHINGTON --- The Defense Security Cooperation Agency notified Congress of a possible Foreign Military Sale to Brazil of UH-60L Black Hawk helicopters as well as associated equipment and services.

The total value, if all options are exercised, could be as high as $300 million.

The Government of Brazil has requested a possible sale of six UH-60L Black Hawk helicopters with 12 T-700-GE-701C engines, 2 spare T-700-GE-701C engines, warranty, external hoist kits, spare and repair parts, tools and support equipment, publications and technical data, personnel training and training equipment, contractor engineering and technical support services and other related elements of logistics support. The estimated cost is $300 million.

This proposed sale will contribute to the foreign policy and national security of the United States by helping to improve the security of a friendly country that has been, and continues to be, an important force for political stability and economic progress in South America.

Brazil needs these aircraft to fulfill its strategic commitments for search and rescue and self-defense within the region without being dependent upon assistance from other countries. This procurement will upgrade its air mobility capability and provide for the defense of vital installations and close air support for ground forces. Brazil will have no difficulty absorbing these helicopters into its armed forces.

The proposed sale of this equipment and support will not affect the basic military balance in the region.

The principal contractors will be: Sikorsky Aircraft (United Technologies) Corporation of Stratford, Connecticut and General Electric Engines of Lynn, Massachusetts. There are no known offset agreements proposed in connection with this potential sale.

Implementation of this proposed sale may require the assignment of two contractor representatives to Brazil for a period of up to two years.

There will be no adverse impact on U.S. defense readiness as a result of this proposed sale.

This notice of a potential sale is required by law; it does not mean that the sale has been concluded.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 05, 2007, 11:53:01 pm
Lá vamos ver F-16 a voarem no Brasil...
Título:
Enviado por: pmdavila em Julho 06, 2007, 01:11:57 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Lá vamos ver F-16 a voarem no Brasil...


Cheira-me que mais depressa vemos Rafale do que F-16 por lá.

E agora um pouco de "diz que disse".

Ouvi dizer que estavam a considerar comprar os Rafale para a defesa de Brasília, à parte do programa F-X. Alguém sabe-me dizer se sim, se não, se nim, se é apenas uma suposição sem sentido nenhum? Para mim, pessoalmente, não tem lá muito sentido, pela existência do próprio programa F-X...
Título:
Enviado por: Fireman Sam em Julho 06, 2007, 07:16:31 pm
Pelo que se lê nos foruns brasileiros não vai haver mais FX nenhum, mas sim uma compra directa de 24 a 36 F-16 com electrónica israelita bastante parecidos ao F-16I ou ou Desert Falcon.
Título:
Enviado por: Atlantis em Agosto 28, 2007, 02:12:40 pm
Oi! Sou novo neste forum, por isso permitem-me saudar todos os membros.
Quanto ao assunto, várias anotações:
As imagens espaculares não são do Su-35, mas sim do Su-30, iguais aos comprados pela Venezuela, India, China, etc... e é para o Su-27 como o F-16 Block 50 é para o F-16 A/B. Agora o Su-35, continua a ser apenas um protótipo que a Sukkoi desenvolveu com a esperança que a força aérea russo o encommendasse ou que um pais estrangeiro queira financiar o seu desenvolvimento, com as principais diferenças em relação ao Su-30 sendo as du uma maior manobrablilidade com pequenas asas junto à frente (como o Rafale), um radar e uma avionica mais moderna, uma capaciade de levar ainda mais armas. É verdade que foi proposto ao Brasil aquando do programa F-X e sendo o Su-35 para o Su-27 como o F- 16 Block 60/62 (o melhor dos F-16, apenas em serviço nos EAU) é para o F-16 A/B.
Quanto a um novo avião de caça para o Brasil, deixem a economia brasileira melhorar mais um pouco e depois talvez um Rafale fosse a melhor opção (se acompanhada de uma ampla transferencia de tecnologia), e também já a pensar numa futura aquisição de Rafales M para um porta-aviões que o Brasil deverá adquirir em 2020.
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 28, 2007, 03:33:25 pm
Bem vindo Atlantis.

PS:
As "pequenas asas à frente" chamam-se canards :wink: .
http://en.wikipedia.org/wiki/Canards (http://en.wikipedia.org/wiki/Canards)
Título:
Enviado por: Atlantis em Agosto 29, 2007, 11:57:24 am
Obrigado Lightining! Na realidade eu chamei de "pequenas asas à frente" aos "plans canards" por desconhecer que também se chamava assim em português e porque nem todos saberiam o que era, pois eu vivi em França mais de vinte anos, por isso faltam-me algumas palavras de vocabulário em Português. Assim, também ficam todos avisados que algumas vez eu poderei tropeçar na lingua de Camões, ficando agredecido pelas correções, pois estamos sempre a aprender. :oops:
Uma outra coisa, eu não consigo pôr o meu avatar! Ficava muito agredecido se alguém me indicasse o procedimento.
Título:
Enviado por: fischt75 em Agosto 30, 2007, 02:08:13 pm
Bem sobre O Programa FB-X no Site Brazileiro “sistemas de armas” tem uns ficheiros que falam de tudo que é preciso saber para uma escolha eficaz para do FB-X.
Comparações entre aviões, mapas, bases, conjugação de meios e o FB-X 2.
Título:
Enviado por: fischt75 em Agosto 30, 2007, 02:27:43 pm
Por muito que se discuta se os Brasileiros compram os SU-30, F-16, F-18, Typhoon, Rafale, Gripen toda a gente dá os seus palpites como quando se vai comprar um carro, cada um tem a sua preferência de marca cor e extras, mas um caça de combate não é um carro e todos os factores têm de ser bem ponderados. Para o Brasil  independência diplomática em relação á sua capacidade estratégica sempre foi preponderante, para provar está o facto, a aquisição dos Mirage 2000.
Por isso a minha ideia de FB-X 2 passará por 3 Modelos, continuação e aquisição de mais Mirage 2000 ou RAFALE ou GRIPEN.
Se estou errado espero que me ajudem a tirar estas duvidas…
Obrigado.
Título:
Enviado por: Get_It em Agosto 30, 2007, 03:13:08 pm
Penso que já tinham dito aqui que o Gripen não tinha qualquer hipótese de ser escolhido devido ao seu baixo alcance (800km). Mas talvez o Future Gripen tenha mais hipóteses se for desenvolvido a tempo para ainda entrar no concurso.

Cumprimentos,
Título: O que o Brazil necessita
Enviado por: HJERONIMO em Agosto 31, 2007, 10:07:51 pm
Não gostava de dar mais ideias a outro Pais mesmo ratando-se este do Brasil que nos une por laços históricos e de sangue mas na minha modesta opinião e sabendo de ante-mão que ainda existem carências económicas no Brazil que têm prioridade sobre a modernização das suas FA acho que o Brazil devia considerar o seguinte :
- o Brazil é a maior potencia economica da America latina e por conseguinte um rival não declarado dos EUA , estes vêm com alguma preocupação o aumento de influencia economica do Brasil e têm inc. jogos de guerra num cenário da selva amazonica .

- O Brazil tem a maior area territorial da america latina e os seus recursos são enormes , muitos ainda não explorados.

- O Brasil  faz fronteira com alguns paises que se estão a modernizar militarmente e têm por habito emiscuirem-se nos assunto politicos de outros paises , caso da Venezuela.

- O Brasil têm um mercado interno de 180 milhões e está a crescer exponencialmente pelo que será um dos maiores mercados do continente americano e por isso uma potência económica.

Por todas estas razões , para defender o seu território , a sua economia , as suas populações o Brasil não pode estar dependente da boa vontade de terceiros e não pode esperar ue haja uma ameaça militar para melhorar as suas FA's. Deve ser independente , deve pertilhr e participar no desenvolvimento de aeronaves , de navios , de misseis , de satelites , etc ... de modo a conseguir fabricar em seu própio solo os meios necessários á sua defesa .

Os EUA consideram todo o continente americano como sua área estratégica e não admitem que outras potencias se relacionem com este continente , isto está escrito , penso que foi dito por Roosevelt e ainda hoje é referido.

Os EUA irão num futuro proximo encrar o Brasil como seu potencial rival e tentar limitar o seu crescimento assim como faz com todos os seus potenciais rivais.

Por tudo isto acho que o Brasil deveria ter umas FA's crediveis (acredito que esteja a tentar ou planear isso) , devia cooperar mais com a UE em detrimento dos EUA q nem sp estiveram disponiveis a ajudar o Pais.

A medio prazo , deveria voltar a ter a capacidade nuclear de dissuasão e uma clara supremacia do mar no atlantico sul.

Não me levem a mal os brasileiros , é só uma opinião.
Título:
Enviado por: MAC em Setembro 01, 2007, 01:55:37 am
Comienzan a modernizar los 53 aviones AMX de la Fuerza Aérea Brasileña


Río de Janeiro, 31 ago (EFE).-

La Empresa Brasileña de Aeronáutica (Embraer) informó que puso hoy en marcha el proyecto para repotenciar los 53 aviones de combate AMX con que cuenta la Fuerza Aérea Brasileña y a los que dotará de modernos sistemas de radares, armamentos y sensores.

"El proyecto de modernización tiene por objetivo mantener activa por otros 20 años la flota de 53 unidades de uno de los más eficientes aviones de combate en actuación en el país y que fueron fabricados por Embraer entre 1989 y 2000", informó la empresa en un comunicado.

El contrato por 400 millones de dólares para modernizar los cazabombarderos fue firmado en agosto de 2004 y prevé que Embrear, que desarrolló y fabricó los aviones, los modernice en un plazo de cinco años.

"La actualización del AMX incorporará lo que hay de más actual en tecnología para sistemas de aviones, de armamento y sensores", según el fabricante.


Dotados con sistemas de última generación, las aeronaves alcanzarán el nivel operacional de los más avanzados aviones de combate disponibles en el mundo, según el fabricante.

Los cazabombarderos AMX, desarrollados en la década del ochenta por Embraer y empresas italianas con tecnología punta, tienen una autonomía de vuelo que le permite a la Fuerza Aérea Brasileña llegar a cualquier punto de América Latina y el Caribe.

La Fuerza Aérea Italiana, que llegó a tener en su flota cerca de 120 de estos aparatos en servicio, los utilizó en misiones de la OTAN en Kosovo.

Cada aparato puede cargar actualmente cerca de cuatro toneladas de misiles, cohetes y bombas, y está dotado de un sistema para su abastecimiento en pleno vuelo.

La Fuerza Aérea Brasileña tiene concentrada su flota de AMX en las bases aéreas de Santa María, en estado de Río Grande do Sul y próximo a la frontera con Argentina y Uruguay, y Santa Cruz, en el estado de Río de Janeiro.

Según Embraer, en la modernización de los AMX utilizará tecnología ya desarrollada para los Super Tucano y F-5BR, los aviones de combate más modernos entre los fabricados por la empresa brasileña.

El proyecto también pretende "reducir la obsolescencia de los equipos, sistemas y tecnologías" con tecnología ya controlada por Embraer, con lo que el mantenimiento de la flota ya no dependerá de abastecedores externos.

Para el fabricante, el proyecto le permitirá ampliar su capacidad tecnológica para "desarrollar nuevos productos para el Ministerio de Defensa de Brasil y generar posibilidades de exportación". EFE
Título:
Enviado por: Miguel Sá em Setembro 01, 2007, 11:22:03 am
Atendendo às ligações que existem entre a Embraer e Helibras com a EADS e Dassault, e a vontade política em obter tecnologia, creio a solução passará pelo Mirage 2000 (até em versões mais modernizadas como o 2000-5 ou 2000-9 ou outra à medida da FAB) e/ou Rafale
Título:
Enviado por: Brasil em Outubro 01, 2007, 05:02:23 pm
Força Aérea Brasileira
Defesanet 01 outubro 2007
DoU 25 Setembro 2007
 
Diário Oficial da União

Ministério da Defesa
Comando da Aeronáutica
Comando-Geral de Apoio
Centro Logístico da Aeronáutica




EXTRATO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO N o 3/CELOG/2007

PROCESSO Nº.: 1082/CELOG/2007. OBJETO: Fornecimento de 11 aeronaves F-5, sendo 4 (quatro) modelo F-5E - monoplace, 4 (quatro) F-5EM modernizadosmonoplace e 3 (três) F-5F biplace.
FUNDAMENTO LEGAL: inciso XIX do Art. 24, da Lei Nº. 8.666, de 21/06/93, regulamento do pelo Decreto de 2 de abril de 1996, conforme Ata de Padronização de Material de Emprego na Aeronáutica, nomeada pela Portaria nº. 921/GC3, de 2 de setembro de 2004.
JUSTIFICATIVA: Inciso III, do Parágrafo único, do Art. 26, da Lei nº. 8.666/93. VALOR: US$ 21,000,000.00.
CONTRATANTE: Centro Logístico da Aeronáutica.
CONTRATADA: JORDAN AERONAUTICAL SYSTEMS COMPANY.
AUTORIDADE SOLICITANTE: Brig Ar NILSON SOILET CARMINATI Ordenador de Despesas.
AUTORIDADE RA TIFICADORA: Ten Brig Ar PAULO ROBERTO RÖHRIG DE BRITTO -Comandante do COMGAP.
NATUREZA DE DESPESA: 44.90.52.

 


_____________________________________________________________

Defesa @ Net

Em 08 fevereiro 2006, o Diário Oficial publicou o contrato entre a FAB, através da Comissão Aeronáutica Brasileira, em Washington DC., incluindo a dispensa de licitação, do contrato com a empresa C&C INTERNATIONAL INC.. O objeto da aquisição eram 09 aeronaves F-5 Tiger II, usadas, sendo 6F-5E e 3F-5F, da Real Força Aérea da Arábia Saudita (Royal Saudi Air Force - RSAF). No valor de total de US$ 24 milhões (vinte e quatro milhões de dólares americanos). O pagamento a ser efetuado em três parcelas anuais.

Vinte meses após a FAB realiza nova dispensa de licitação para a compra de 11 aeronaves, agora da Jordânia no valor de US$ 21 milhões (vinte e um milhões de dólares americanos).

A compra envolve 04 aeronaves modelo F-5E - monoplace, 04 F-5EM modernizados monoplace e 03 F-5F biplace. A compra será realizada junto a JORDAN AERONAUTICAL SYSTEMS COMPANY.

A compra de 11 aviões da Arábia Saudita não foi efetivada. Aparentemente três fatos contribuíram:
1 – Condição de uso das aeronaves;
2 – Dificuldade de obtenção de documentação de “end-user” (usuário final), essencial para a transferência de equipamentos militares;
3 – Possibilidade destes aviões constarem do pacote de compra dos Eurofighter, compra anunciada em 2005, e efetivada em 17 Setembro 2007.

Um ponto que necessita de maior esclarecimento é a citação de modelos F-5EM .
 



http://www.defesanet.com.br/fab1/f5_jor.htm (http://www.defesanet.com.br/fab1/f5_jor.htm)
Título:
Enviado por: Brasil em Outubro 01, 2007, 05:06:32 pm
se a FAB optar por modernizar estes 11, que é o que tenho certeza que ela vai fazer, teremos 66 F-5M modernizados com tecnologia de ultima geração.



Abraços
Título:
Enviado por: nelson38899 em Agosto 23, 2008, 11:42:17 pm
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FAB no Red Flag

Kaiser Konrad

É aguardada com ansiedade a segunda participação brasileira no Red Flag. Neste sábado decolam da Base Aérea de Canoas (BACO), no Rio Grande do Sul, sete caças F-5 EM do Esquadrão Pampa. Eles seguem para Boa Vista - RR, de onde seis caças partirão no dia seguinte para os Estados Unidos. A sétima aeronave será reserva e poderá substituir rapidamente outra que sofrer uma pane em território nacional, sem que haja atraso no deslocamento aéreo.

Os pilotos do 1°/14° GAv, hoje a elite da aviação de caça brasileira, passaram o ano treinando missões de combate aéreo. Eles vão participar da edição 08.3 (anterior a dos indianos) do exercício, cumprindo missões de superioridade aérea ao lado de caças F-15C americanos do 48º Fighter Wing, lotados na Base Aérea da RAF de Lakenheath, Inglaterra.

Os pilotos brasileiros vão operar ao lado de um dos mais tradicionais esquadrões americanos baseados na Europa, e que participou de quase todas as campanhas militares dos Estados Unidos nos últimos 50 anos, sendo o único a operar F-15 no continente europeu. Seu lema é “Prontos para voar, lutar e vencer”.

Os F-5EM da FAB estarão armados com mísseis BVR israelenses Derby, e lutarão contra os Agressors F-15 e F-16C da Base Aérea de Nellis, a mesma base que operavam antes de serem comprados pelo Brasil. Ao contrário de informações divulgadas, não levarão o míssil ar-ar Python 5, pois a FAB ainda não adquiriu este armamento, usado para combates à curta distância.

A preparação da equipe brasileira tem sido primorosa. No primeiro semestre operou no Centro-Oeste com unidades do 1º GDA, 1º GAv, Esquadrão Guardião e outras unidades especializadas da FAB. Isto para gerar um ambiente próximo ao usado pela USAF com seus "pacotes".

Cobertura especial

A cobertura jornalística da participação brasileira no Red Flag será realizada pelo Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, que vai levar dois enviados especiais, 1 oficial e 1 sargento, que ficarão responsáveis por abastecer com notícias toda a imprensa especializada brasileira.

Por motivos desconhecidos a FAB não autorizou a cobertura do exercício, nem por “meios próprios”, conforme mensagem enviada aos diversos veículos de comunicação do país. A posição brasileira contrasta com a das demais forças aéreas participantes, que levarão jornalistas junto com seus militares.

http://www.defesanet.com.br/usa1/rf_fab.htm (http://www.defesanet.com.br/usa1/rf_fab.htm)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Agosto 23, 2008, 11:43:38 pm
PARTICIPAÇÃO NO RED FLAG PELA FAB

Citar
A taxa de vitórias versus as derrotas foi de 40 a 60 % de mais vitórias que perdas. Esse número é excepcional pois em muitos momentos a desvantagem da plataforma brasileira era sentida. Por exemplo o F-16 Agressor leva seis mísseis AIM-120 AMRAAM enquanto o F-5EM leva dois Derby. Embora os mísseis sejam similares em performance o poder de fogo de um agressor era 300 % maior. Outro ponto era que nas áreas de “recuperação” os Agressors recuperavam a sua vida e a carga de mísseis retornando prontamente ao combate.

Não ter o data link também influenciou pois tornava os pilotos mais dependentes do controle do E-3 AWACS da OTAN. Fato superado pela determinação e profissionalismo dos pilotos brasileiros.

Outro ponto salientado é que o KC-137, do Esquadrão Corsário, não foi abatido nenhuma vez durante os exercícios. Fato muito ressaltado e elogiado pela direção do exercício.

A disponibilidade do F-5EM par ter sempre 4 aviões disponíveis para os vôos duas vezes ao dia pos 10 dias seguidos impôs uma demanda excepcional às equipes de apoio e também mostrou a qualidade destas em operar na pista de Nellis com uma temperatura de até 50º C. Uma demanda técnica e profissional porém também física tantos para os pilotos como para as equipes de terra.

http://www.defesanet.com.br/fab1/rf_2.htm# (http://www.defesanet.com.br/fab1/rf_2.htm#)


(http://www.defesanet.com.br/yy/fab/red_flag/art/nellis_4.jpg)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Agosto 26, 2008, 06:09:40 pm
Brazil Embarking Upon F-X2 Fighter Program?

http://www.defenseindustrydaily.com/bra ... #more-4179 (http://www.defenseindustrydaily.com/brazil-embarking-upon-f-x2-fighter-program-04179/#more-4179)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Agosto 30, 2008, 02:54:08 pm
Brasil recebe últimos Mirage 2000 C

nápolis (GO) 27/08/2008 - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o comandante da Aeronáutica, Brigadeiro Juniti Saito, receberam nesta quarta-feira (27/8) os últimos dois aviões de caça Mirage 2000, de um lote de doze adquiridos da França. Os aviões substituirão os modelos anteriores de Mirage que saíram de serviço em 2005, e deverão fazer a ponte até a chegada dos novos aviões que serão adquiridos no projeto F-X2, com entrega para após 2015.

Para comemorar a data, Jobim fez um vôo de aproximadamente 50 minutos em um Mirrage. Segundo Jobim, esta compra marca o fim do ciclo de aquisições puras para a área de Defesa. Os novos modelos já serão adquiridos sob a ótica da transferência de tecnologia por parte do fabricante. “Significa a importância de nós encerrarmos um ciclo, que é o ciclo do Brasil comprador. Agora nós deveremos começar um novo ciclo, que é o ciclo do Brasil Parceiro”, afirmou Jobim, em entrevista coletiva após a cerimônia.

De acordo com Jobim, a intenção do Brasil é adquirir um pequeno lote inicial do novo avião que vier a ser escolhido e passar a desenvolver localmente uma plataforma que participe da produção das unidades seguintes. “A nova estratégia de Defesa significa que nós seremos produtores”. Segundo o ministro, os principais países que participam da disputa afirmam que estão dispostos a transferir tecnologia. Mas ele pondera que nem sempre os fatos confirmam a intenção, e cita o caso do governo americano, que recentemente dificultou a remessa de componentes adquiridos para o Supertucano, da Embraer
http://www.defesanet.com.br (http://www.defesanet.com.br)
Título:
Enviado por: antoninho em Agosto 30, 2008, 04:31:48 pm
Não estou a ver nenhum país europeu, russia incluida, nem os USA a dar de bandeja, toda uma tecnologia de ponta em troca de meia duzia de aviôes, a um possivel e potencial concorrente, a menos que o Brasil se torne sócio de um consórcio e aí....o unico país que pode quebrar tal será a meu ver só um...............Israel.................
Título:
Enviado por: rafafoz em Setembro 09, 2008, 09:32:29 pm
Citação de: "antoninho"
Não estou a ver nenhum país europeu, russia incluida, nem os USA a dar de bandeja, toda uma tecnologia de ponta em troca de meia duzia de aviôes, a um possivel e potencial concorrente, a menos que o Brasil se torne sócio de um consórcio e aí....o unico país que pode quebrar tal será a meu ver só um...............Israel.................


Bem isso nós saberemos hoje, que nosso excelentíssimo e burrissimo (alem de semianalfabeto) Presidente da República Luis Inacio Lula da Silva vai falar sobre o plano de defesa do Brasil. Bem parece que sera em torno de 2,5 % do PIB nacional em torno de uns U$ 40 Bilhões (a cambio local). Isso melhorara muito nossa defesa ja que com oque é destinado atualmente menos de 1%, mais ou menos uns U$ 9 Bilhões.

E essa estratégia inclue Aeronaltica, Marinha e Exercito. Oque traria um lucro enorme pra frança em vendas de material belico e militar. Transferencia de Tecnologia alem dos acordos por baixos dos panos que nunca saberemos ...
Título:
Enviado por: rafafoz em Setembro 10, 2008, 03:23:39 am
Na verdade saberiamos...
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Lula adia divulgação do novo Plano Nacional de Defesa        
Por Defesa Brasil    
09 de Setembro de 2008  
REUTERS

BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu nesta terça-feira submeter a proposta do Plano Estratégico de Defesa ao Conselho de Defesa Nacional.

Antes previsto para o dia 7 de setembro, o lançamento do programa ainda não tem nova data. Depois do desfile realizado em comemoração ao dia da Independência, no domingo, o chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, ministro Roberto Mangabeira Unger, afirmou a jornalistas que a divulgação do documento deve gerar polêmica.

Segundo o ministro, a proposta será acusada de causar desperdício de dinheiro público e promover uma corrida armamentista. O plano redefinirá o papel das Forças Armadas e as diretrizes para o reaparelhamento do Exército, Marinha e Aeronáutica.

A decisão de submeter o plano ao Conselho de Defesa foi tomada em reunião no Palácio do Planalto, da qual participaram Mangabeira Unger e os ministros Nelson Jobim (Defesa) e Dilma Rousseff (Casa Civil). Jobim e Mangabeira são os responsáveis pela produção do plano. A idéia do presidente Lula é ampliar a discussão sobre o tema.

Órgão de assessoramento do presidente da República, o Conselho de Defesa Nacional é integrado pelo vice-presidente, pelos presidentes da Câmara e do Senado e pelos ministros das Relações Exteriores, Fazenda, Planejamento e Justiça, além dos comandantes das Forças Armadas. (Reportagem de Fernando Exman)

Fonte: Reuters
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Enviado por: rafafoz em Outubro 01, 2008, 07:13:53 pm
Comando da Aeronáutica Pré-seleciona candidatos do Projeto F-X2

Citar
Programa F-X2

Ministério da Defesa
Comando da Aeronáutica
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA



O Comando da Aeronáutica informa que, em obediência ao cronograma de renovação da frota das aeronaves de combate da Força Aérea Brasileira – FAB, completou mais uma etapa do processo de seleção dos novos caças multi-emprego a ser incorporados ao seu acervo.

A Comissão Gerencial do Projeto F-X2 (CGPF-X2), instituída em 15 de maio de 2008, conduziu os estudos de avaliação das aeronaves pré-selecionadas (Boeing F-18E/F Super Hornet, Dassault Rafale, Eurofighter Typhoon, Lockheed Martin F-16 Adv, Saab Gripen NG e Sukhoi SU-35), de forma a elaborar uma lista reduzida (short list) nesta etapa do processo.

A concretização desta short list visou a garantir o atendimento aos requisitos operacionais para aeronave de caça multi-emprego estabelecidos pelo Estado-Maior da Aeronáutica e permitir o aprofundamento das avaliações dos sistemas de armas candidatos que foram selecionados nesta fase.

Os estudos tiveram por base as informações fornecidas pelas empresas em resposta aos pedidos de informações (do inglês Request For Information - RFI), emitidos em Junho de 2008. Os dados provenientes das empresas participantes foram avaliados de forma sistêmica, considerando aspectos referentes às áreas operacional, logística, técnica, Compensação Comercial (offset) e transferência de tecnologia para a Indústria Nacional de Defesa.

A partir de agora, na nova etapa do processo de seleção, as avaliações irão concentrar-se nas seguintes aeronaves componentes da short list (listadas aqui em ordem alfabética dos respectivos fabricantes):

               1 - BOEING (F-18 E/F SUPER HORNET),
                2 - DASSAULT (RAFALE) e
                3 - SAAB (GRIPEN NG).


As 36 aeronaves, que integrarão o 1º lote, deverão ser entregues a partir de 2014, com expectativa de vida útil de, no mínimo, 30 anos. Assim, ao longo dos próximos anos, haverá a substituição, gradativamente, dos atuais caças Mirage 2000, F-5M e A-1M. O conjunto de conhecimentos e capacitação tecnológica adquiridos nesta aquisição irá contribuir para que o Brasil tenha condições de produzir ou participar da produção de caças de 5ª geração em um futuro de médio e longo prazo.

Por fim, o Comando da Aeronáutica ressalta que este processo representa um importante avanço para sua Indústria de Defesa com reflexos duradouros, possibilitando parcerias estratégicas de longa duração. No correr do próximo ano, deverá ser conhecido o vetor selecionado, tão logo as fases subseqüentes sejam concluídas.


CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA


Minha opnião: creio que o Brasil deixou de lado os Su-35 para evitar qualquer problemas futuros com os EUA já que claramente vemos o desacordo dos governantes Brasileiros contra a tatica utilizada pelos Russos nos ultimos tempos de buscar espaço na America do Sul.
politicamente compreensivel, mais estratégicamente não pela superioridade dos Su-35, pena ter que deixar de lado um caça tao avançado.
Título:
Enviado por: HSMW em Outubro 02, 2008, 07:41:30 pm
Aposto no Rafale.  c34x
Título:
Enviado por: nelson38899 em Outubro 02, 2008, 09:14:14 pm
boas

Eu também gostava que ganha-se o rafale, pois penso que é um bom caça
Título:
Enviado por: ShadIntel em Outubro 03, 2008, 10:43:56 pm
Citação de: "nelson38899"
boas

Eu também gostava que ganha-se o rafale, pois penso que é um bom caça

Boa noite.

Bom caça, quando comparado com quê ?
Uns dez anos atrás, e mais recentemente em 2006, tive várias oportunidades de falar com alguns militares da Armée de l'Air. Estavam perfeitamente conscientes dos limites do Rafale, que não consideravam um caça de quarta geração, mas uma espécie de "bastardo", apesar de ter algumas características interessantes. Como muitos equipamentos franceses, foram necessárias quase duas décadas entre a concepção e a sua entrada ao serviço. Se bem me lembro, apontavam como falhas principais os problemas frequentes dos motores (motores que têm uma "esperança de vida" aparentemente muito curta); o radar, com um alcance máximo de ~80 km, muito abaixo do que era esperado; o raio de acção bastante limitado - e o Brazil não tem um pequeno território... Para além do preço exorbitante, do facto de existir uma única fonte de sobressalentes (Dassault em França), etc...

Talvez as suas inúmeras falhas sejam corrigidas com a próxima versão, mas esta não estará pronta antes de 2012 ou 2014. É sem dúvida um belo aparelho a nível estético, mas o resultado está muito longe do que fora anunciado pelo construtor.
Por muito pouco que eu goste de equipamentos militares russos, penso que o Brazil ficaria muito melhor com o Su-35...
Título:
Enviado por: MERLIN em Outubro 06, 2008, 11:58:21 pm
Deve estar enganado, o radar do mirage 2000-5 (RDY), ja tinha (ha 10 anos) um alcance muito (mas muito) superior a 80 KM.

Cumptos
Título:
Enviado por: JMM em Outubro 07, 2008, 12:07:51 am
Meus caros,

Aparentemente a FAB divulgou uma nota no dia 1 de Outubro em que deixa "cair" o F-16, o Su-35 e o Typhoon e rstringe as escolhas finais ao F/A-18, Rafale e Gripen NG. Os detalhes estão no site Área Militar ( www.areamilitar.net (http://www.areamilitar.net) ).

O meu dinheiro vai para o Rafale por causa da transferência de tecnologia. Os franceses estão tão desesperados por um sucesso que vão fazer o que os brasileiros quiserem... digo eu!

Saudações a todos
João
Título:
Enviado por: nelson38899 em Outubro 07, 2008, 03:25:15 pm
Citação de: "ShadIntel"
Citação de: "nelson38899"
boas

Eu também gostava que ganha-se o rafale, pois penso que é um bom caça
Boa noite.

Bom caça, quando comparado com quê ?
Uns dez anos atrás, e mais recentemente em 2006, tive várias oportunidades de falar com alguns militares da Armée de l'Air. Estavam perfeitamente conscientes dos limites do Rafale, que não consideravam um caça de quarta geração, mas uma espécie de "bastardo", apesar de ter algumas características interessantes. Como muitos equipamentos franceses, foram necessárias quase duas décadas entre a concepção e a sua entrada ao serviço. Se bem me lembro, apontavam como falhas principais os problemas frequentes dos motores (motores que têm uma "esperança de vida" aparentemente muito curta); o radar, com um alcance máximo de ~80 km, muito abaixo do que era esperado; o raio de acção bastante limitado - e o Brazil não tem um pequeno território... Para além do preço exorbitante, do facto de existir uma única fonte de sobressalentes (Dassault em França), etc...

Talvez as suas inúmeras falhas sejam corrigidas com a próxima versão, mas esta não estará pronta antes de 2012 ou 2014. É sem dúvida um belo aparelho a nível estético, mas o resultado está muito longe do que fora anunciado pelo construtor.
Por muito pouco que eu goste de equipamentos militares russos, penso que o Brazil ficaria muito melhor com o Su-35...



SENSORS

The Rafale is equipped with an RBE2 radar, developed by Thales, which has look-down and shoot-down capability. The radar can track up to eight targets simultaneously and provides threat identification and prioritisation.

The optronic systems include the Thales/SAGEM OSF infrared search and track system, installed in the nose of the aircraft. The optronic suite carries out search, target identification, telemetry and automatic target discrimination and tracking.

http://www.airforce-technology.com/projects/rafale/ (http://www.airforce-technology.com/projects/rafale/)
http://www.escuadron69.net/v20/index.ph ... &Itemid=42 (http://www.escuadron69.net/v20/index.php?option=com_content&task=view&id=992&Itemid=42)
Título:
Enviado por: ShadIntel em Outubro 07, 2008, 05:29:43 pm
Citação de: "MERLIN"
Deve estar enganado, o radar do mirage 2000-5 (RDY), ja tinha (ha 10 anos) um alcance muito (mas muito) superior a 80 KM.

Cumptos

Eu não disse que era uma certeza minha. Nem posso dar uma verdadeira opinião, visto que não tenho os conhecimentos técnicos necessários. Apenas relatei o que me foi dito por pessoas que participaram de uma ou outra forma no programa; ou seja, que as capacidades do radar RBE2 eram na realidade bastante inferiores ao que fora anunciado pelo construtor. A versão F3 do Rafale irá provavelmente dispor de uma versão com maior alcance.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Outubro 19, 2008, 10:33:38 pm
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Finalmente o S-2T para a Marinha do Brasil

Fontes ligados ao processo de aquisição dos aviões S-2T TurboTracker para a Marinha do Brasil informaram à ALIDE que em poucas semanas deve ser assinado um contrato com a Embraer,. A empresa nacional será o contratado principal do programa TurboTracker brasileiro.

No contrato está previsto a aquisição de células antigas de S-2F armazenadas no deserto pela Marinha dos EUA, a modernização dos sistemas propulsivos com a instalação de motores turbo-hélice Honneywell (ex-Garrett Air Recearch) TPE 331-14GR no lugar dos radiais originais, e a instalação de novos aviônicos e eletrônica de missão. Serão ao todo seis células, sendo que três delas serão fornecidas numa configuração para transporte de carga e passageiros (COD - Carrier Onbord Delivery), e outras três configuradas para aeronave de alerta antecipado (AEW - Airborne Early Warning). Uma das células COD, no entanto deverá ser entregue plenamente configurada como aeronave-tanque para a realização da função de reabastecimento em vôo (revo) dos A/F-1 (A-4Ku) da Marinha do Brasil. Os demais COD serão "fitted for", ou seja poderão, no futuro ser convertidos com certa facilidade para a missão de revo. A simples troca de motor pelo novo turboélice, muito mais leve, adiciona cerca de 2250 kg (4500 libras) de carga útil à nova aeronave, além de melhorar sensivelmente a performance operacional desta aeronave.
http://www.alide.com.br/joomla/index.ph ... s-2t-na-mb (http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/36-noticias/158-s-2t-na-mb)
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Enviado por: nelson38899 em Novembro 02, 2008, 12:04:21 am
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Base Aérea de Canoas: Três meses após a histórica participação no Red Flag, nos Estados Unidos, o 1º/14º GAV – Esquadrão Pampa - retorna à arena que o consagrou e o fez reconhecido internacionalmente: a de combate BVR.

Começou hoje a viagem dos três primeiros caças F-5 EM – de um total de seis – que vão participar da Cruzex IV. Baseado em Fortaleza, o Pampa vai cumprir o papel de Agressor no exercício multinacional que acontece a partir da próxima semana em Natal-RN.

Foi na operação Cruzex III, dois anos atrás, que o esquadrão comandado pelo então Tenente Coronel-aviador Luiz Alberto Pereira Bianchi realizou a primeira de uma série de façanhas militares ao derrubar com mísseis BVR Derby caças Mirage 2000 da Força Aérea Francesa. A ação não admitida pela Armée De L’Air chamou a atenção da Força Aérea Americana, que “curiosa”, quis testar os pilotos brasileiros para saber quais eram suas reais capacidades operacionais, originando o convite para a participação na terceira edição deste ano do Red Flag.

Da mesma forma que na Cruzex, os pilotos do Pampa mostraram porque são os melhores da FAB e surpreenderam americanos, turcos e suecos, ao atingir o mesmo índice da USAF em combate aéreo, mas com um equipamento tecnologicamente inferior.

Na Cruzex 2008, além dos Mirage franceses, os pilotos comandados pelo Tenente Coronel-aviador Roberto Fleury Curado terão a oportunidade de treinar combate BVR com os F-5 chilenos. O intercâmbio operacional que já vem acontecendo em esquadrões de ambas às forças aéreas é de interesse da FAB devido à experiência deles em mais de uma década no combate além do alcance visual e, é fortalecido pelo cada vez mais profundo relacionamento político-militar entre os dois países.

A Cruzex é um exercício aéreo multinacional realizado a cada dois anos no Brasil
http://www.defesanet.com.br/fab1/cruzex_1.htm (http://www.defesanet.com.br/fab1/cruzex_1.htm)
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Enviado por: HSMW em Novembro 15, 2008, 04:19:52 pm
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Foram entregues à Força Aérea Brasileira (FAB) três aviões F-5II que pertenceram ao inventário da força aérea jordana. Os três aparelhos foram recepcionados na Base Aérea de São Paulo a 19 de Agosto e foram transportados no interior de um sempre impressionante cargueiro russo An 124-100 que os transportou, juntamente com várias peças e equipamentos de manutenção desde este país do Médio Oriente.

Estes três F-5II são os primeiros de um grupo de onze aparelhos (oito F-5E e três F-5F) modernizados pela empresa jordana “Jordanian Aerospace Systems Company” antes de serem entregues à FAB.

Estes aparelhos jordanos resultam de uma revisão de uma decisão de comprar aviões F-5 sauditas tomada em 2006, mas depois cancelada quando houve informações que davam estes aparelhos em muito más condições técnicas.


 :?
Título:
Enviado por: Instrutor em Novembro 15, 2008, 11:13:28 pm
Os Franceses merecem... não nos podemos esquecer que são eles que estao a dar palpadinhas nas costas ao Putin por causa de intenção deste de colocar misseis estratégicos às portas da Europa em reacção ao escudo anti-missil dos States na Polónia e Républica Checa.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Novembro 26, 2008, 12:55:37 pm
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Sem alarde, o Brasil fechou o contrato de compra de 12 helicópteros de ataque MI-35 fabricados pela Rússia, a um custo estimado em cerca de US$ 300 milhões. A compra põe fim a uma negociação de quase dois anos, equipará as Forças Armadas com verdadeiros tanques blindados aéreos que se destinarão à vigilância da Amazônia e é um exemplo do que não prevê o acordo de cooperação em matéria de defesa que os dois governos também assinarão durante a visita do presidente russo ao Brasil, Dmitri Medvedev, nesta semana. O governo quer mais, quer fabricar armamentos com a Rússia.

E não só com a Rússia. Em dezembro, chega ao país o presidente da França, Nicolas Sarkozy, com quem também será assinado acordo de cooperação em matéria de defesa. Como informou ao Valor o ministro de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, as negociações com os franceses estão até mais avançadas do que as com os russos.

Sarkozy entendeu que o Brasil não quer acordos de compra e venda de mercadorias, mas de aliança para fabricação de armamentos e pesquisas tecnológicas. A Marinha brasileira discute com os franceses planos conjuntos na construção de submarinos, e o Exército negocia projetos de cooperação para tecnologias do chamado "combatente do futuro" das tropas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), com uso de sofisticados sistemas de informática e posicionamento por satélite para auxiliar o deslocamento, identificação e mobilização de soldados em campo de batalha.

A compra dos helicópteros russos é considerada, no governo, um negócio "atípico" e excepcional em relação ao que se pretende com a nova estratégia de alianças no setor de defesa. Os brasileiros negociaram a instalação de centros completos de manutenção para os novos helicópteros, para evitar os problemas já identificados na vizinha Venezuela, onde o abastecimento de peças depende de estoques limitados e encomendas a Moscou. Mas a compra é uma operação estritamente comercial, sem o chamado offset, compensações comerciais concedidas pelo fornecedor de equipamentos.

O objetivo declarado das conversas com Paris e Moscou - explicitado por Mangabeira Unger em recente ronda pela Europa - é evitar a excessiva dependência de fornecedores de alguma parte do globo e buscar aproveitar a reestruturação das Forças Armadas para incentivar o desenvolvimento tecnológico do setor de armamentos no país. Essa foi a razão, segundo explicou o governo brasileiro ao russo, pela qual os jatos Sukhoi foram excluídos da licitação para o projeto FX de compra de novos jatos para a Força aérea Brasileira. Os russos foram os únicos a não oferecer transferência de tecnologia no pacote de venda.

Além do anúncio da compra dos helicópteros, está prevista para a visita de Medvedev a assinatura de um dos três acordos que pautarão a cooperação dos dois países em matéria de defesa. Em agosto já havia sido assinado outro, pelo gabinete de Segurança Institucional da Presidência, do ministro general Jorge Félix, com a ex-KGB russa, de proteção de informações confidenciais. O acordo desta semana é de cooperação técnico-militar e prevê troca e intercâmbio de pessoal, aquisição de equipamentos, transferência de tecnologia e até co-produção.Há um terceiro acordo em fase de finalização, sobre propriedade intelectual. As autoridades brasileiras esperam que o acordo permita às indústrias dos dois países conhecer melhor o que é produzido e comercializado nos dois mercados, abrindo caminho para que as empresas brasileiras façam contatos e encontrem oportunidades de negócios com os russos. Não é fácil, a Rússia, especialmente na esfera militar, ainda tem a arrogância de grande potência, mas há forte interesse da indústria bélica brasileira, em campos como a fabricação de blindados, por exemplo.

Toda essa movimentação é vista com mau humor por tradicionais exportadores brasileiros, como os de carne, que lamentam a falta de resultados do governo brasileiro nos esforços para abrir ao Brasil maior espaço nas cotas de importação russas, grande parte delas reservadas a exportadores europeus e americanos. Na semana passada reuniu-se em Brasília a comissão intergovernamental Brasil-Rússia de cooperação econômica, comercial, científica e tecnológica, em preparação à visita de Medvedev. E a discussão sobre agricultura levou apenas a queixas da parte brasileira pela falta de empenho dos russos em avançar no tema de cooperação agrícola.

A visita de Medvedev será acompanhada dos anúncios pomposos dessas ocasiões, como a meta de elevar o comércio bilateral dos US$ 5 bilhões de 2007 para US$ 10 bilhões em 2010. Mas a crise financeira mundial, que chegou pesadamente à Rússia, obscurece as perspectivas comerciais com o país - a queda nos preços do petróleo já fez Medvedev adiar anúncios de investimentos que faria nesta semana, na Venezuela, e praticamente concentrou as expectativas nos negócios do campo militar.

As reservas internacionais da Rússia, de quase US$ 600 bilhões em agosto, caíram para pouco mais de US$ 450 bilhões e continuam caindo no ritmo de mais de US$ 20 bilhões por semana, o crédito secou, começaram as demissões nos setor automotivo e o governo já anunciou pacotes bilionários de salvamento, como no Ocidente. Tudo isso reduz a atratividade da cooperação econômica com o país, mas não afetou, até agora, os planos em matéria de defesa.

As autoridades brasileiras dizem considerar normal a aproximação entre Rússia e Venezuela, que farão exercícios militares juntos, no Caribe, nesta semana. Enquanto Chávez apresenta a aliança como uma resposta ao "Império" americano, os próprios russos minimizam essa volta às Américas, que insistem em classificar como um ressurgimento do interesse puramente econômico na região. Combinado com a decisão dos países sul-americanos de, pela primeira vez, estabelecerem um Conselho de Defesa que exclui a grande potência ao Norte, esse movimento tem, porém, forte implicações geopolíticas. Mesmo que os presidentes Lula e Medvedev, amanhã, digam o contrário.

http://defesabrasil.com/site/index.php/ ... Mi-35.html (http://defesabrasil.com/site/index.php/Noticias/FAB/Brasil-compra-de-12-helicopteros-de-ataque-Mi-35.html)

(http://www.defesabr.com/Md/Mi-35D.jpg)
Título:
Enviado por: komet em Novembro 26, 2008, 06:06:29 pm
Bolas, afinal não somos só nós a comprar sucata...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 26, 2008, 06:09:30 pm
MI-35, sucata?! :?
Título:
Enviado por: Lightning em Novembro 26, 2008, 06:58:38 pm
http://www.youtube.com/watch?v=GQ22LDBb ... re=related (http://www.youtube.com/watch?v=GQ22LDBb15Q&feature=related)

Um filme da nova maquina brasileira :twisted: .
Título:
Enviado por: Daniel em Novembro 26, 2008, 07:48:51 pm
Pois é, não me importava que a nossa FAP tivesse meia dúzia dessa sucata. c34x
Título:
Enviado por: P44 em Novembro 28, 2008, 02:11:22 pm
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Brazil Reveals Russian Helicopter Purchases  
 
 
(Source: Agence France Presse; issued Nov. 26, 2008)
 
(http://www.defense-aerospace.com/base/util/100165_1.jpg)
In an unexpected move, Brazil has ordered 12 Mil Mi-35M attack helicopters from Russia, which has already supplied similar gunships to Venezuela. (Venezuelan AF photo)

RIO DE JANEIRO --- Brazil revealed that it had bought 12 attack helicopters from Russia on October 23, after a visit here by Russian President Dmitry Medvedev Wednesday.

The deal, which had not previously been announced, appeared in a memorandum of understanding signed by the Russian leader and Brazilian President Luis Inacio Lula da Silva.

"The parties recognize as a promissory accord ... some activities outlined during the celebration of the supply of the 12 Mi-35M helicopters for the Brazilian Air Force," part of the text read.

Brazil and Russia "declare their conviction of the mutual benefits that can come from the continuation of the cooperation started with the negotiations relative to the fleet of attack helicopters."

The Brazilian government confirmed the purchase in a joint statement released after Medvedev's departure.

Medvedev signed accords to deepen military cooperation with Lula in Brazil earlier, but they did not close concrete agreements.

After the meeting the Russian president traveled to Venezuela -- which has adopted Cuba's role as the leading anti-American voice in the region -- as Russian and Venezuelan warships conduct joint military maneuvers. (ends)


EDITOR’S NOTE:

The Russian President’s office said, in a Nov. 26 communiqué, that

“Furthermore, four agreements were signed in the presence of the two Presidents:
-- an intergovernmental agreement on military-technical cooperation,
-- a memorandum of understanding between the Federal Service for Military-Technical Cooperation and the Brazilian Air Force Command,
-- a cooperation programme for using and developing the Russian global satellite navigation system GLONASS between Russian space agency Roskosmos and the Brazilian space agency,”

as well as a fourth agreement on visas.


-ends-

http://www.defense-aerospace.com/cgi-bi ... e=release# (http://www.defense-aerospace.com/cgi-bin/client/modele.pl?session=dae.43165650.1227881252.YeA4UH8AAAEAAA1gUAAAAAAT&prod=100165&modele=release#)


(http://www.defesabr.com/Md/MI-35.jpg)
Título:
Enviado por: Edu em Novembro 28, 2008, 02:53:59 pm
Caro Cabeça de Martelo, essa sucata que o senhor chama já conseguiu ,em combate real, abater AH-1 Cobra (mais do que um por sinal) e admire-se conseguiu mesmo abater um ou dois F-4 Phantom, talvez essa "sucata" não seja assim tão má, quanto a isto não tenho a certeza mas penso que até hoje foi o unico helicoptero a ter abatido caças em combate real...

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 28, 2008, 02:59:40 pm
Edu, reveja o meu texto e verá que eu não chamei ao MI-35 de sucata.
Título:
Enviado por: Edu em Novembro 28, 2008, 03:10:45 pm
Tem toda a razão caro Cabeça de Martelo, peço-lhe desculpa, de facto quem chamou sucata foi o senhor Komet.

Aproveito para dizer no entanto que se o Brasil tem, ou irão ter, de facto uma linha de manutenção para esse helicoptero então eliminarão o principal problema da utilização desse helicoptero e têm nas suas forças armadas uma maquina temivel para qualquer exercito blindado...

Cumprimentos, e novamente as minhas sinceras desculpas ao Cabeça de Martelo
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 28, 2008, 03:14:17 pm
Não há problema, mas tenho que dizer que acho que este modelo fazia melhor trabalho na aviação do exército. Ou então tudo com Blackhawks. :wink:
Título:
Enviado por: papatango em Novembro 28, 2008, 05:38:23 pm
Citação de: "Edu"
Caro Cabeça de Martelo, essa sucata que o senhor chama já conseguiu ,em combate real, abater AH-1 Cobra (mais do que um por sinal) e admire-se conseguiu mesmo abater um ou dois F-4 Phantom, talvez essa "sucata" não seja assim tão má, quanto a isto não tenho a certeza mas penso que até hoje foi o unico helicoptero a ter abatido caças em combate real...

Cumprimentos


Qual foi a força aérea ocidental que perdeu um Phantom para um Mi-35  :shock:  ?

Os Spitfire também abateram muitas bombas voadoras V-1 mas isso não faz com que os Spitfires sejam mais eficientes que as bombas voadoras V-1.

O que conta, é se o helicóptero de ataque tem boas prestações como helicóptero de ataque, ou como helicóptero de transporte.

Na verdade, se o helicóptero russo for aproveitado, aproveitando as capacidades que ele tem, ele não tem de facto um concorrente ocidental.

Depende agora se eles vão voar muito tempo e até quando vai haver peças, manutenção e assistência.
Título:
Enviado por: Edu em Novembro 28, 2008, 06:05:38 pm
Caro papatango, guerra Irão-Iraque, de um lado havia haviam F-4 Phantom e AH-1 Cobra (o helicoptero de ataque ainda hoje usado pelos Marines) do outro haviam Mi-24 (o modelo de origem do Mi-35, pessoalmente considero a mesma aeronave, se quizer não consedere), os Mi-24 abateram varios AH-1 Cobra provenientes dos Estados Unidos e penso que ultrapassou uma dezena de aeronaves abatidas, e abateram ainda caças F-4 Phantom tambem proveniente dos Estados Unidos(dois segundo certas fontes, na fonte mais fiavel um foi abatido certamente), é o unico helicoptero que já abateu caças em combate real, de facto tem razão não foi um utilizador ocidental mas na minha mensagem anterior também não tinha afirmado isso.

Ao contrario do que diz o Spitfire era de facto mas eficiente que as V-1, não por abater V-1's mas porque era mais eficaz a fazer aquilo para que foi projectado (caçar bombardeiros e combate com outros caças), as V-1 de todas as que foram mandadas bem menos de metade chegaram ao alvo, não é propriamente um sinonimo de eficiencia.

Cumprimentos  :wink:
Título:
Enviado por: papatango em Novembro 28, 2008, 06:56:26 pm
Acho que fui suficientemente explicito :mrgreen:

O que conta é o que a aeronave consegue fazer na função para a qual foi desenhada.
Quantos tanques é que ele abateu, quantos homens transportou e como é que a sua blindagem resistiu e como protegeu os seus passageiros. E muito importante, quantas aeronaves estavam disponíveis do total de aeronaves adquiridas...

É isso que conta.

Terá que se ver qual será a doutrina táctica a que obedecerá a utilização desses meios. A ideia poderá ser boa, mas como já foi dito, é um pouco estranho entregar aeronaves deste tipo à Força Aérea.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 29, 2008, 03:32:01 pm
Citar
Bob Gower - Nova entrevista    
Escrito por Hammer    
Qui, 09 de Outubro de 2008 14:26  


ALIDE: Quando a Boeing foi informada que seu F/A-18E/F tinha sido aprovado no “Short List” do FX-2?

Bob Gower: Nós fomos comunicados no dia 30 de setembro último.

ALIDE: Como um participante relativamente recente no programa F-X, esta grande conquista do F/A-18E/F é vista como surpresa entre vários observadores da indústria, quais são as principais pontos de vantagem do seu avião que atrairam a FAB em direção à sua proposta?

BG: O Super Hornet é o caça de ataque multi-funcional, provado em combate, mais avançado em produção no mundo hoje em dia e também deve segiur assim para o futuro próximo. A aeronave atinge os requerimentos da FAB e o programa como um todo irá trazer uma agressiva combinação de preço e capacidade militar. O Super Hornet agrega tecnologias avançadas, e alta disponibilidade operacional, sempre com custos totais de vida baixos, riscos reduzidos, disponibilidade de produção, grandes benefícios industriais e transferência de tecnologia.

ALIDE: Quais são os pontos fortes do F/A-18E quando comparado com o Dassault Rafale e o Gripen NG?

BG: O F/A-18E/F Super Hornet é uma plataforma integrada completamente nova, equipado com um conjunto de aviônicos ainda no início de sua vida operacional. Ele tem, diante de si, uma grande seqüência de upgrades num processo de crescimento projetado de capacidade operacional de longo prazo, que o permitirá incorporar novas tecnologias e desenvolvimentos no futuro. Ele tem um experiência de combate real provada e continua no dia-a-dia para demonstrar a sua efetividade  como caça multifunção de ataque. A partir de uma filosofia equilibrada, focada em sobrevivência e letalidade (incorporando intrinsecamente tecnologias stealth) e avançados sensores interligados digitalmente, como o radar AESA multi-modo APG-79, o governo americano segue investindo verbas no programa Super Hornet para garantir que ele permanecerá na liderança quando comparado com quaisquer ameaças futuras. Nós já fabricamos 370 Super Hornets no prazo, ou antes do prazo e sempre dentro do orçamento acertado até hoje.  O Gripen NG ainda está em desenvolvimento.

ALIDE: O programa FX, no Brasil, tem sido apresentado como o caminho para o envolvimento da indústria aeroespacial brasileira em programas de tecnologias de 5ª geração, algumas destas ainda em desenvolvimento. Qual é a visão da Boeing sobre as futuras oportunidades de cooperação industrial com o Brasil?

BG: Nós criaremos um programa que, de forma colaborativa, avançará as capacidade e a competitividade da indústria aeroespacial do Brasil. Sendo a maior empresa aeroespacial do mundo, a Boeing dispõe de muitos recursos a ofertar ao Brasil. Nós pretendemos, para isso, envolver toda a nossa cadeia de fornecedores no estabelecimento de um programa de off-sets bem equilibrado.

ALIDE: Na sua proposta existe alguma menção de criação de empresas no Brasil, para a prestação do serviço pós-venda durante a vida operacional do Super Hornet? Acordos como este estavam no cerne do recente upgrade realizado pela Embraer/Elbit nos caças F-5E, quando a empresa israelense optou por comprar a firma de software/aviônica brasileira Aeroeletrônica.

BG: Nós ainda não recebemos o RFP com os requerimentos, mas podemos adiantar que este tipo de detalhe tende a ser um item comercialmente sensível, e por isso não devemos comentar sobre ele ainda.

ALIDE: O F/A-18E/F está sendo proposto dentro de um pacote governamental americano do tipo FMS (Foreign Military Sales), que tipo de vantagem financeira gera o uso deste sistema?

BG: Um contrato tipo Foreign Military Sales é assinado com o próprio governo americano. Desta maneira o contrato tem automaticamente o mais completo envolvimento e apoio direto do governo americano, bem diferente do que ocorere quando se trata de um contrato assinado diretamente com o fabricante. Para o cliente, por exemplo, o nível de risco da operação se torna consideravelmente menor. A gestão dos contratos FMS conquistou um grande nível respeito e admiração pelas areas logísticas das FFAA brasileiras sendo um símbolo de processos logísticos de pós-venda confiáveis o que certamente afeta o processo de manutenção e, conseqüentemente, a disponibilidade da plataforma.

ALIDE: Em sua última entrevista para a ALIDE, o Sr. mencionou brevemente estudos realizados pela Boeing a respeito de operações do Super Hornet em porta-aviões menores como o São Paulo. O quão eficientemente pode o Super Hornet decolar a partir de nossas catapultas mais curtas? Teriamos que aceitar reduções significativas nos pesos de decolagem e de pouso?

BG: Uma análise foi realizada há vários anos atrás para determinar a adequabilidade dos Hornets originais no São Paulo. A resposta, naquele momento, era que as aeronaves teriam que operar sob algumas restrições devido aos equipamentos presentes naquele navio-aeródromo.  O Super Hornet é uma aeronave ainda maior qua os modelos testados e, por isso, seu uso demandaria uma série de avaliações operacionais adicionais.


ALIDE: As propostas de off-sets da Boeing já se encontram definidas neste momento? Já é possível revelar como elas devem ser?

 

BG: Não, estes requerimentos só serão melhor definidos dentro do RFP, que ainda não recebemos, mas esperamos focar em algumas tecnologias aeroespaciais chave; realizando parcerias com centros de excelência já existentes no Brasil e, trabalhar para garantir a formação de uma base nacional de suporte, manutenção, integração e modificação para os Super Hornet.


ALIDE: Quando está prevista a entrega das BAFO (Best and Final Offer – Propostas melhores e finais) para a FAB?

BG: Ainda não temos uma data certa, uma vez que o RFP ainda não foi publicado.

ALIDE: Os F/A-18/E/F serão trazidos a bases aéreas no Brasil para a realização de testes adicionais e avaliações técnicas locais na nova fase do programa de aquisição?

BG: A FAB pretende conduzir testes de campo nos Estados Unidos, em algum momento do ano que vem.

ALIDE: Alguns analistas duvidam da capacidade do orçamento da FAB conseguir pagar por uma frota de 110 aeronaves da classe do F/A-18E/F para a substituição dos vários tipos de caça em uso atualmente. Existe alguma sinergia relevante em termos de sistemas entre o F/A-18E/F e o Gripen para imaginar uma combinação viável de caças do tipo Hi-Lo?

BG: Ainda não olhamos para este aspecto. Nosso foco está em atender os requerimentos do programa F-X2, e temos dirigido nossa energia nos seus atendimento e superação.

ALIDE: Na sua proposta, quando esta prevista a entrega da última aeronave à FAB?

BG: Nós estamos entendendo que a FAB deseja receber a primeira aeronave em 2014.  Dentro deste cenário, nós entregaríamos todas as 36 aeronaves durante os três anos subseqüentes.

ALIDE: Qual é o pacote de treinamento previsto para o F/A-18E/F?

BG: Esta é uma questão que deve ser melhor respondida pela própria FAB.

 

ALIDE: Quais são os próximos passos adiante para a Boeing? Para quando é esperada a decisão final do FX-2?  
 

BG: Devemos nos reunir com a FAB até o fim do ano para melhor compreender seus requerimentos. Em seguida, no início de Janeiro deve sair o RFP, a partir do qual poderemos construir um programa de transferência de tecnologia que atenda às necessidades e interesses de todas as partes envolvidas.  Entendemos que o Brasil deseja a definição final do contratado até outubro de 2009.


 

Nota: Não deixem de ler a entrevista anterior de Bob Gower para a ALIDE:

 http://www.alide.com.br/joomla/index.ph ... wer-boeing (http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/36-noticias/143-bob-gower-boeing)
Título:
Enviado por: HSMW em Dezembro 01, 2008, 12:15:27 am
Podiam ter optado por esta...
(http://i279.photobucket.com/albums/kk144/HSMW/Avioes/65052769.jpg)
coisa...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 02, 2008, 01:12:23 pm
Citar
Escrito por Felipe Salles     
Ter, 02 de Dezembro de 2008 00:00


ALIDE: Há quanto tempo a Dassault tem seu escritório de vendas próprio montado no Brasil? Porque a empresa demorou a atender as primeiras solicitações de entrevista?

JM Merialdo: A Dassault International do Brasil, nossa representante permanente em Brasília, foi inaugurada oito anos atrás, por conta do início da concorrência F-X1. A Dassault na França julgou que qualquer contato com a imprensa no Brasil antes da entrega do RFP antecipar-se inapropriadamente aos temas da concorrência, uma vez vencida esta etapa nós estamos abertos a conversar com a imprensa brasileira sem restrições.  

ALIDE: Vários analistas apontam que existe um hipotético risco do Brasil "colocar todos os ovos proverbiais na mesma cesta" na área de defesa. Muitos projetos importantes nesta área estão finalmente saindo, após de longos períodos de estagnação decisória. A seleção da França como parceira para os novos meios navais (submarinos, etc), na sua opinião, mais ajuda ou atrapalha as perspectivas de venda do Rafale para a FAB?

JMM: Para nós, está bem claro, pelas declarações das autoridades civis e militares brasileiras na imprensa, que o Brasil busca parcerias estratégicas, e não apenas efetuar compras de hardware de prateleira. Sendo assim os acordos de alto nível acertados entre os dois países tendem a ser favoráveis à adoção do Rafale pela FAB. Sabemos que cabe unicamente ao Brasil realizar estas escolhas importantes e que no longo prazo ter vários programas distintos com a França pode ser sem dúvida uma idéia viável.

ALIDE: No F-X1 todos os observadores se surpreenderam com a capacidade dos russos de se associar ao lobby exportador da indústria nacional de carnes. Mesmo sendo low-tech, esse lobby conseguiu abrir muitas portas importantes no congresso, será que no F-X2 estes Srs poderosos ficarão totalmente excluídos do novo processo? Ou será que já se associaram com um dos três players restantes?

JMM: Curioso que você cite isso, pois não sabemos, nem ouvimos falar, de qualquer iniciativa ligando a indústria de carnes brasileira com o programa F-X2.

ALIDE: Qual o status atual o programa Rafale? Quantas aeronaves foram efetivamente contratadas pela Armée de l'Air e pela Aeronavale?

JMM: O programa está em andamento, com a linha de produção do Rafale prevista para funcionar até, pelo menos, o ano de 2025. O plano da Aeronavale (Força Aeronaval Francesa) e do Armée de l’Air (Força Aérea Francesa) prevê a compra de um total de 294 aeronaves (134 para a Força Aérea e 60 para a Marinha). Na França as compras de material militar são regidas pelas “Leis de Programação Militares”, que são votados no congresso para cada período de seis anos. Neste momento está em vias de ser votada a Lei de Programação para o período compreendido de 2009 até 2014, nela está prevista a compra de mais um lote de 60 Rafale. As Leis de Programação anteriores comprometeram a aquisição de dois lotes de 60 caças Rafale cada. Estes 120 aviões efetivamente contratados estão divididos respectivamente em: 82 para uso e terra e 38 para emprego embarcado. Estas Leis de Programação não substituem o Orçamento, mas, na realidade, são um tipo de previsão formal de gastos futuros.

ALIDE: Quantas células foram entregues até agora?

JMM: No final de 2008 o número de Rafales M entregues à Aeronavale, e Rafale C/D, para a Armée de l’ Air será de 68 unidades. Sendo 26 Rafale M e 42 do modelo C/D.

ALIDE: Qual a taxa de produção atual do Rafale, quantos aviões são completados por ano? Qual a flexibilidade para a aceleração desta velocidade de produção e qual o tempo mínimo para alterá-la.

JMM: Atualmente o ritmo de produção esta na casa de 15 aeronaves por ano, mas temos ampla capacidade de expandir esse número, talvez até dobrá-lo. Muito se falou sobre a entrega dos 24 Su-30 para a Venezuela em apenas dois anos, nós, tendo um cliente interessado neste ritmo de entregas, poderíamos, mesmo, igualar estes números. Produtos complexos, como aviões de caça, são compostos de centenas de milhares de componentes e alguns deles tomam tempo para serem manufaturados, estes são os chamados “long lead items”, e apenas por causa deles que a linha não acelera seu ritmo imediatamente, mas uma vez esta produção de itens demorados se inicie a velocidade máxima da linha pode ser alcançada.

ALIDE: Quais, precisamente, foram as novas capacidades operacionais adicionadas no modelo F2, atualmente sendo entregue.

JMM: O Rafale F1 trouxe todas as capacitações necessárias para a missão Ar-Ar. Por sua vez, o F2 transporta e dispara variado leque de armamento ar-terra, guiado ou não. Entre estes sistemas de ataque o F2 inclui o primeiro emprego do sistema AASM, ou, Armament Air-Sol Modulaire, da empresa francesa SAGEM uma nova arma de precisão capaz de identificar e acertar um número de alvos distintos simultaneamente. [Ed. O AASM conta com um motor foguete e com guiagem inercial associado a um receptor GPS e já foi empregado com sucesso no Afeganistão pelos Rafale da Armée de l’ Air.] O Rafale F3 incluirá uma nova série de melhorias sobre o F2, inclusive (exclusivamente nas forças aéreas francesas) o míssil nuclear ASMP, atualmente carregado pelos Mirage 2000N e o novo casulo de reconhecimento AREOS da Thales. A partitir de 2012 todos os F3 passarão a ser entregue com o novo radar AESA. A Dassault já iniciou o programa de upgrade dos primeiros Rafale entregues, do padrão F1, para o padrão definitivo, o F3.

ALIDE: Qual o modelo ofertado à FAB no F-X2: o F2 ou F3?

JMM: Nossa proposta é pelo padrão francês mais recente, o F3, mas quaisquer novos requerimentos/solicitações técnicas específicas da FAB deverão ser adicionados a ele durante a negociação contratual após a escolha do F-X2.

ALIDE: Que tipo de mísseis farão parte da proposta à FAB?

JMM: Em termos de mísseis Ar-Ar nós estamos ofertando o BVR [MBDA] MICA que é uma das mais modernas armas de sua classe, atualmente. Nós já tivemos interesse em examinar a adição de mísseis americanos ao nosso avião, mas, as autoridades americanas aparentemente não vêem com muito bons olhos esta idéia. Eles restringiram o necessário intercâmbio tecnológico que seria necessário para implementarmos este tipo de modernização.

ALIDE: A despeito de ter inquestionáveis méritos técnicos, o Rafale não tem conseguido conquistar vendas no exterior até agora. O que se passou na Arábia Saudita, Cingapura, e Coréia do Sul?

JMM: Bem, cada caso destes citados apresenta suas próprias peculiaridades geopolíticas e econômicas: a Arábia Saudita, por exemplo, não realizou um amplo programa de avaliação técnica das múltiplas ofertas disponíveis no mercado internacional, optando por re-validar um grande acordo comercial anterior para aviação de caça [Ed. Al Yamamah]. No caso das concorrências em Cingapura e na Coréia do Sul as pressões políticas e a longa ligação militar americana com estes países, acabaram os impulsionando para a compra de um avião mais antigo como o F-15. Atualmente o Rafale se encontra disputando várias concorrências além da do Brasil. Estamos presentes na Suíça, onde se disputam entre 22 e 33 novos caças; nos Emirados Árabes, por cerca de 60 unidades; na Grécia, onde uns 30 aviões estão sendo comprados e na Líbia onde pelo processo estar ainda muito no seu início, não se sabe nem o número certo de células que serão compradas. Uma coisa é clara, a dois ou três anos atrás, as perspectivas comerciais para o Rafale eram muito mais estreitas, e agora, elas vêm se expandindo, devido principalmente às mudanças no cenário internacional. Muitos analistas acreditam que a eleição de Barack Obama poderá reduzir, ainda mais, a predisposição americana de vender equipamentos de alta tecnologia, [Ed. como o F-35 e alguns armamentos], para aliados no exterior.

ALIDE: A disputa no Marrocos parecia decidida em favor da Dassault, como os americanos conseguiram reverter a situação com um avião de geração anterior como o F-16.

JMM: Esta foi uma reviravolta surpreendente, uma vez que as próprias autoridades marroquinas confidenciaram à Dassault, antes do anúncio final, de sua intenção de comprar o Rafale.

ALIDE: O alto preço é muitas vezes apontado como um importante limitante para o seu sucesso, existiria espaço no mercado para um "Rafale light" com aviônica mais simplificada? Sendo assim uma repetição do desenvolvimento do mais simples Mirage V, a partir do Mirage III, bem mais complexo.

JMM: A questão dos custos é muito real e importante, mas lembre-se que este fenômeno não esta restrito ao mundo dos caças, mas evidente em todas as áreas dos materiais para defesa. Uma coisa que nunca podemos esquecer, é que o Rafale não é um mero “novo avião”, ele é na realidade um “sistema integrado de armas”. Nesta nova situação temos combinados de forma transparente, armas de precisão, sensores embarcados variados e integrados e um poderoso e polivalente ambiente para a integração homem-máquina. A criação de um “Rafale Light” nos obrigaria a abrir mão de tudo isso, o que não faria nenhum sentido no mercado. Ambos os modelos do Rafale, o naval e o operado de terra, compartilham 100% deste moderno “sistema integrado de armas”.

ALIDE: Sob uma ótica de racionalização de meios militares no Brasil, o Rafale M1 poderia ser, futuro a aeronave embarcada da Marinha do Brasil operando no NAe São Paulo?

JMM: O Rafale M é absolutamente idêntico aos seus irmãos baseados em terra, salvo pelo trem de pouso que é muito mais robusto, para poder resistir ao duro tranco dos pousos e decolagens nos porta-aviões. A aviônica é idêntica e a estrutura também o que gera uma grande e econômica sinergia, operacional e logística, entre os dois modelos.

ALIDE: Qual foi o resultado dos testes do Rafale no Foch na década de 90? Os pesos do avião e as capacidades do NAe em termos de catapultas, aparelho de frenagem e elevadores são compatíveis? Ou fatalmente conflitantes?

JMM: Os testes iniciais de qualificação do Rafale M foram realizados no próprio NAe Foch que hoje pertence à Marinha do Brasil. Até onde eu sei, todos os tipos de testes foram realizados, sem qualquer problema, decolando e pousando no peso máximo, com o avião carregado de combustível e armas. Se as catapultas estiverem funcionando em sua potência máxima, não deve existe qualquer problema.

ALIDE: Um lote de aeronaves de porta-aviões atualmente operacionais, como o Super Etandard Modifié, poderia ser incluído no pacote para "adoçar" a proposta para o Ministério da Defesa?

JMM: Esta é a primeira vez que ouço falar desta hipótese. Estou tranqüilo de que a nossa proposta já é bastante “doce”, sem precisar de outros itens “adoçantes”.

ALIDE: Recentemente noticias de uma revisão nas despesas de defesa sugeriam que a encomenda de Rafales poderia ser cortada significativamente, o que ocorreu com essa história?

JMM: A Lei de Programação atual está sendo cumprida, e a próxima não prevê nenhuma alteração no ritmo de produção. A produção do Rafale é a peça-chave do programa de “Modernização da Aviação Francesa”, dentro da importante vertente da Aviação de Combate. Até agora nenhum corte no programa foi decidido pelo governo francês. É importante lembrar que, por diversas razões, cortes neste programa são difíceis de serem implementados. O Rafale deverá ser o único tipo de caça francês no futuro, substituindo completamente os Jaguar, Mirage 2000C/B e N, Crusader, Super Etandard e Etandard IV. Em grandes números, a frota de caças da Força Aérea Francesa alcançava entre 670 e 680 unidades no governo Jacques Chirac, lá pelos idos de 1996. A idéia é que apenas os 300 Rafales substituam todos estes aviões. Isso só é possível pelo fato do Rafale ser verdadeiramente “Omnirole”, ou seja, um avião configurado para missão ar-solo, caso seja atacado durante o vôo, pode com apenas um apertar de botão no cockpit, se reconfigurar para combater os inimigos na arena ar-ar. Ao fim do período de ameaça aérea, basta apertar outro botão para que o avião se reprograme, seguindo com sua missão ar-solo original. Agora as condições econômicas e geopolíticas globais mudam rapidamente, e para além do momento atual, o futuro ainda não é claro.

ALIDE: A proposta original da Dassault junto com a Embraer para o F-X1 foi duramente criticada na imprensa por "não oferecer tantos offsets" quanto seus rivais Gripen e Su-35, o que mudou desta vez? Off-sets serão críticos para a vitória? Off-sets de que tipo? Técnicos e/ou comerciais?

JMM: Todos, na FAB e no Ministério da Defesa, nos dizem que os off-sets serão críticos para qualquer que queira vencer esta nova concorrência. Estamos trabalhando duro para propor tanto oportunidades de transferência de tecnologia pura, quanto as de transferência de carga de trabalho. No primeiro caso a empresa brasileira receptora de tecnologia é treinada e recebe informações que a permita dominar novas técnicas e procedimentos industriais. No segundo caso, empresas brasileiras passariam a fabricar componentes para alimentar a linha do Rafale na França. Estas peças seriam usadas nos aviões brasileiros, franceses e no caso de vencermos também na Índia, por exemplo, nos aviões destinados àquele país.

ALIDE: No início do ano repetidas fontes indicaram que a decisão ficaria entre o Flanker e o Rafale, era também assim que a Dassault percebia as suas possibilidades?

JMM: Nunca deixamos de nos preocupar com todos os possíveis concorrentes. As fontes oficiais, com quem interagimos permanentemente, não corroboravam esta idéia de apenas Rafale e Sukhoi na final. Na realidade, o resultado do Short List era muito difícil de se prever, já que todos os competidores eram bem fortes.

ALIDE: A venda dos Mirage 2000C foi realizada de "governo a governo" a do Rafale também será?

JMM: Estes serão negócios totalmente diferentes, os M2000C eram aeronaves usadas, naquele momento em serviço ativo no Armée de l‘Air. Os Rafales, ao contrário, serão totalmente novos, fornecidos direto da fábrica.

ALIDE: Os americanos acenam com as vantagens econômicas e logísticas do seu sistema FMS nesta concorrência, o que o estado francês tem para contrapor ao FMS?

JMM: A França não dispõe de um programa semelhante ao FMS americano. Mas sabemos que nem tudo no FMS é vantagem para o comprador. Por exemplo, a propriedade dos aviões só se transfere para o cliente após o pagamento da última parcela do financiamento americano. Durante este período todo os aviões têm sérias restrições no seu possível emprego e destinação. Para toda venda ao exterior os fabricantes de material de defesa da França são obrigados a solicitar a autorização governamental prévia de exportação do item em questão. Cabe à Comissão de Estudos de Exportação de Material Bélico autorizar cada uma das vendas por escrito. Já o direito de revenda a países terceiros dos itens franceses vendidos depende dos termos incluídos em cada um dos contratos de venda original. O RFP emitido pela FAB não incluiu qualquer esboço inicial do contrato que virá a ser assinado.

ALIDE: Já existe um cronograma de visita dos pilotos de teste da FAB à França para testar os Rafales?

JMM: Não, ainda não existe nenhum cronograma oficial de testes de vôo. Acreditamos que isso deva ser definido após a entrega dos RFP no início de fevereiro de 2009. Provavelmente, estes testes devem ocorrer entre março e abril do ano que vem.

ALIDE: Do F-X1 até hoje, quantos oficiais aviadores da FAB já voaram no Rafale?

JMM: Não tenho os números detalhados, mas não creio que tenha passado de um total de 10 vôos, tanto na Dassault quanto no Armée de l’Air.  

ALIDE: A FAB não vai solicitar a visita de um Rafale ao País para testes locais?

JMM: Isso, até agora, não nos foi solicitado.

ALIDE: Quais os planos da Dassault para se destacar na LAAD2009?

JMM: É certo que vamos estar presentes na LAAD. Neste momento nosso pessoal de marketing na França está engajado em preparar nosso stand para esta LAAD que será muito importante por acontecer bem na reta final, no momento mais crítico da concorrência F-X2.

ALIDE: É possível adiantar que tipo de co-produção na Embraer está na proposta da Dassault? Poderia ser algo mais do que a montagem final, testes de pré entrega e integração de armas locais?

JMM: Neste momento nada está fechado, estamos trabalhando com todas as hipóteses possíveis. É evidente que a FAB deseja que 100% da manutenção do caça vencedor do F-X2 seja realizada dentro do país, incluindo aí, os aviônicos e motores. As discussões finais sobre estes itens apenas ocorrerão no começo do ano que vem.

ALIDE: Os suecos alertam que a última experiência da Dassault na transferência de tecnologias industriais remonta ao Mirage III/V quase 30 anos atrás, como vocês responderiam a isso?

JMM: Muito curioso este comentário, uma vez que a Dassault se encontra, justo agora, no meio de uma parceria forte com a própria SAAB para o desenvolvimento do UCAV NEUROn. Inclusive, a Dassault é a empresa líder deste consórcio de seis empresas européias.

ALIDE: Ao seu ver, realisticamente, existe qualquer outro país candidato a comprar o Rafale na América Latina?

JMM: No momento, além do Brasil, não percebemos nenhuma oportunidade clara de venda, no curto prazo, de Rafale para países na América do Sul. Argentina está sem verba para trocar seus caças, Chile e Peru estão atendidos e não devem comprar novos caças em breve e a Venezuela optou pela linha de caças Sukhoi, e deve continuar com eles no futuro.

ALIDE: Na proposta do F-X1 existia um forte argumento que uma vez em produção no país o M2000Br poderia ser exportado para outros países. Esta mesma expectativa existe para o Rafale na Embraer?

JMM: Esta questão não foi discutida, até este momento. Agora, caso haja uma produção de componentes do Rafale no Brasil, muito possivelmente a indústria local poderia estar envolvida com a produção para terceiros países, como a Índia.

ALIDE: O Rafale dispõe de um variado leque de poderosos e modernos sistemas de armas, quais destes, ao seu ver, mais colaboram para alavancar as perspectivas comerciais do avião francês?

JMM: A capacidade “Omnirole”! Ao contrário dos demais aviões, o Rafale foi concebido desde seu início para realizar todas as missões da aviação de caça. No Rafale todos seus sistemas são fortemente integrados entre si. A integração dos sistemas com a fusão dos dados dos diversos sistemas criam uma situação impar em termos de consciência operacional para o piloto do Rafale. Tudo isso junto com a capacidade de alternar o tipo de missão com apenas um botão, permite a ele uma resposta operacional superior inexistente em qualquer um dos demais caças ofertados à FAB.


Fonte: http://www.alide.com.br/joomla/index.ph ... -dassault- (http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/36-noticias/238-entrevista-da-alide-com-jean-marc-merialdo-da-dassault-)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 02, 2008, 01:15:32 pm
Citação de: "HSMW"
Podiam ter optado por esta...
(http://i279.photobucket.com/albums/kk144/HSMW/Avioes/65052769.jpg)
coisa...


Isso é uma modernização Sul-africana do MI-24, ora se eles compararam o Mi-35 (um modelo queé basicamente a última versão do MI-24), essa questão não se coloca.
Título:
Enviado por: HaDeS em Dezembro 03, 2008, 05:14:39 am
Se a fab se der bem com o mi35 seria interessante comprarmos mais uns 24 aparelhos para termos uma quantidade respeitavel.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 03, 2008, 12:55:13 pm
Para a FAB ou para o EB?
Título:
Enviado por: Lancero em Dezembro 05, 2008, 06:41:25 pm
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Brasil: Governo só quer aviões militares aos EUA se também receber tecnologia - ministro da Defesa    

   Washington, 05 Dez (Lusa) - O Brasil só comprará aviões de combate aos  EUA se receber simultaneamente tecnologia militar para aplicar em fins civis,  afirmou o ministro brasileiro da Defesa, Nelson Jobim, ao seu homologo norte-americano,  Robert Gates.  

 

   "Qualquer tipo de negociação sobre equipamentos (militares) passa pela  transferência de tecnologia. Se não houver transferência de tecnologia,  não há nada para falar", explicou Nelson Jobim após um encontro com Robert  Gates, que se manterá como secretário de Estado da Defesa dos EUA na futura  administração de Barack Obama.  

 

   Nelson Jobim já havia dito que os EUA colocaram entraves a estas transferências,  nomeadamente quanto ao envio de componentes para a construção do avião Super  Tucano, da companhia brasileira Embraer.  

 

   O Governo brasileiro pretende comprar um número reduzido dos caças F-18  norte-americanos e, com a transferência da tecnologia, produzir em solo  brasileiro o restante número de aviões para renovar a sua frota.  

 
Título:
Enviado por: HSMW em Dezembro 05, 2008, 06:51:47 pm
F-18?  :shock:

Isso é o resultado do concurso dos novos caças ou quê?
Título:
Enviado por: HaDeS em Dezembro 05, 2008, 07:14:42 pm
F-18 Super Hornet é um dos finalistas do FX-2, Ministro vai lá ver se os EUA tem uma proposta melhor que a França, lembrando que Sarkozy vem ao Brasil este mês(dezembro 2008).
Título:
Enviado por: Lightning em Dezembro 05, 2008, 09:55:59 pm
Citação de: "HaDeS"
F-18 Super Hornet é um dos finalistas do FX-2, Ministro vai lá ver se os EUA tem uma proposta melhor que a França, lembrando que Sarkozy vem ao Brasil este mês(dezembro 2008).


O concurso foi à fava, agora é ver quem é que suborna mais os politicos brasileiros :lol: .
Título:
Enviado por: HSMW em Dezembro 05, 2008, 10:57:22 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "HaDeS"
F-18 Super Hornet é um dos finalistas do FX-2, Ministro vai lá ver se os EUA tem uma proposta melhor que a França, lembrando que Sarkozy vem ao Brasil este mês(dezembro 2008).

O concurso foi à fava, agora é ver quem é que suborna mais os politicos brasileiros :lol: .


Ah  c34x
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 06, 2008, 11:13:10 am
Ó meus senhores e digam um sitio onde não é assim?

Portugal? Telhados de vidro meus senhores, telhados de vidro!

E corruptores, então são meio mundo... :roll:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 06, 2008, 11:17:14 am
Uma coisa eu sei, os aparelhos escolhidos são todos excelentes escolhas:

F/A-18 Super Hornet;
Rafale;
Gripen NG

Uma coisa que eles não abdicam é da transferência de tecnologia de equipamentos.
Título:
Enviado por: tgcastilho em Dezembro 06, 2008, 11:50:07 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Uma coisa eu sei, os aparelhos escolhidos são todos excelentes escolhas:

F/A-18 Super Hornet;
Rafale;
Gripen NG

Uma coisa que eles não abdicam é da transferência de tecnologia de equipamentos.


A sorte deles é que os Franceses precisam de clientes e os suecos também,sejamos honesto transferência de tecnologia por 36 aparelhos,vê-se mesmo que é negocio de políticos.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Lightning em Dezembro 06, 2008, 11:58:45 am
Sem olhar a preços, e para um pais do tamanho do Brasil, penso que dessas três aeronaves, as melhores são ou o F/A-18E/F Super Hornet ou o Rafale, porque além de serem superiores em performance ao Saab Gripen, são aviões com capacidade de operar a partir de Porta-Aviões, se bem que actualmente a Marinha Brasileira não possui nenhum Porta-Aviões que possa operar com esse aviões aviões, mas podia ser um factor a ter em conta para a aquisição de um porta-aviões maior e operarem a mesma aeronave que a Força Aérea.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 06, 2008, 12:08:11 pm
Citação de: "Lightning"
Sem olhar a preços, e para um pais do tamanho do Brasil, penso que dessas três aeronaves, as melhores são ou o F/A-18E/F Super Hornet ou o Rafale, porque além de serem superiores em performance ao Saab Gripen, são aviões com capacidade de operar a partir de Porta-Aviões, se bem que actualmente a Marinha Brasileira não possui nenhum Porta-Aviões que possa operar com esse aviões aviões, mas podia ser um factor a ter em conta para a aquisição de um porta-aviões maior e operarem a mesma aeronave que a Força Aérea.

Olha que os Franceses têm outra opinião:

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JMM: O Rafale M é absolutamente idêntico aos seus irmãos baseados em terra, salvo pelo trem de pouso que é muito mais robusto, para poder resistir ao duro tranco dos pousos e decolagens nos porta-aviões. A aviônica é idêntica e a estrutura também o que gera uma grande e econômica sinergia, operacional e logística, entre os dois modelos.

ALIDE: Qual foi o resultado dos testes do Rafale no Foch na década de 90? Os pesos do avião e as capacidades do NAe em termos de catapultas, aparelho de frenagem e elevadores são compatíveis? Ou fatalmente conflitantes?

JMM: Os testes iniciais de qualificação do Rafale M foram realizados no próprio NAe Foch que hoje pertence à Marinha do Brasil. Até onde eu sei, todos os tipos de testes foram realizados, sem qualquer problema, decolando e pousando no peso máximo, com o avião carregado de combustível e armas. Se as catapultas estiverem funcionando em sua potência máxima, não deve existe qualquer problema.


Em relação aos F-18...a versão inicial tinha sido testada no PA Francês (actual A-12 da Marinha Brasileira), mas o actual modelo é maior, mais pesado, por isso dúvido que consiga descolar completamente equipado. Provavelmente teria que descolar com pouco combustivel e reabastecer no ar.
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Enviado por: nelson38899 em Dezembro 27, 2008, 01:04:19 am
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Roll out do primeiro P-3AM da FAB

Realizou-se no dia 17 de dezembro, nas instalações da Airbus Military em Getafe (Madri), o roll-out do primeiro patrulheiro marítimo P-3AM modificado para a FAB, com a presença de seu comandante, Tenente-Brigadeiro do Ar Juniti Saito.

Os P-3 Orion serão utilizados prioritariamente para a proteção da Zona Econômica Exclusiva (ZEE), controle de fronteiras, combate ao tráfico de drogas na região amazônica e em missões de Busca Salvamento em uma área de mais de 6 milhões de km2 atribuídos pela OACI (Organização da Aviação Civil Internacional) ao governo do Brasil, cobrindo, assim, praticamente todo o Atlântico Sul.

Esta célula é uma das nove adquiridas pelo país sul-americano, que recebeu novos equipamentos: sensores de alta tecnologia, a sua plena integração com o sistema de controle táctico FITS. O novo painel da cabine é da Thales Avionics, sendo compatível com o do CASA C-295. O avião recebeu instrumentos de comunicação, navegação e de controle motor, piloto automático digital, um sistema HACLCS (Harpoon Aircraft Command and Launch Control System) para disparar mísseis Harpoon, remodelação exterior e interior, um novo Centro de Apoio de Missão e um treinador tático para a tripulação.

O FITS integra os sensores de missão e apresenta uma nova interface com os sistemas de navegação, aumentando assim o desempenho operacional. Seus consoles operacionais são universais e reconfiguráveis por software. O sistema conta com uma interface homem-máquina intuitiva, flexível e arquitetura de sistema aberto qua faz uso de Equipamentos Comerciais (COTS) que lhe permite liderar o mercado para este tipo de aeronave.  A Airbus Military também modernizou P-3 da Força Aérea espanhola e já entregou seis dos 36 CN-235 (a base do HC-144A) para o programa Deep Water da Guarda Costeira dos EUA.

Portugal adquiriu em 2006 doze 295S-C, cinco dos quais, na configuração de patrulha marítima (MPA FITS). A marinha chilena adquiriu três, com uma opção para mais cinco. Entre os outros países com aeronaves de patrulha marítima Airbus desta divisão estão Irlanda e México. Na Espanha, o SASEMAR(O Salvamar espanhol), ligado ao  Ministério de Fomento, adquiriu três CN-235 MPA, o Ejército del Aire encomendou a conversão em aviões de patrulha marítima de cinco CN-235 de seu inventario  a Guarda Civil adquiriu dois CN-235 MPA em 2007. O sistema FITS pode ser instalado tanto em plataformas da EADS como nas de outros fabricantes.
http://www.alide.com.br/joomla/index.ph ... 3am-da-fab (http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/36-noticias/259-roll-out-do-primeiro-p-3am-da-fab)
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Enviado por: HaDeS em Janeiro 08, 2009, 12:30:00 pm
FAB transportará 14 toneladas de alimentos e remédios para Gaza

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A Força Aérea Brasileira transportará um total de 14 toneladas de alimentos e remédios para vítimas da guerra, na região de Gaza. A aeronave C-130 decolará na Base Aérea do Galeão, na próxima sexta-feira, dia 9, com destino à cidade de Amã, na Jordânia. O material será levado por via terrestre pela Cruz Vermelha até a região do conflito.

A solicitação da missão humanitária partiu do Ministério das Relações Exteriores. “O Itamaraty está mobilizando, em caráter de urgência, o Grupo de Trabalho Interministerial de Assistência Humanitária Internacional, com o objetivo de envidar todos os esforços possíveis para atender as solicitações humanitárias palestinas de recursos em saúde e também de alimentos”, explicou o coordenador geral do MRE nas Ações Humanitárias de Ações Internacionais de Combate à Fome, Milton Rondó Filho.

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Enviado por: HaDeS em Janeiro 08, 2009, 12:41:53 pm
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Embraer é favorecida pela FAB na disputa de caças

Empresa receberá transferência tecnológica exigida pela Aeronáutica do fabricante que conseguir o contrato de fornecimento Governo brasileiro modela a aquisição de 36 aviões de combate, ao custo estimado de US$ 2 bilhões; o negócio deve ser fechado até março

IGOR GIELOW
SECRETÁRIO DE REDAÇÃO DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Para evitar o problema que emperrou a disputa em 2002, a FAB (Força aérea Brasileira) proibiu que os concorrentes do programa F-X2, para o fornecimento de 36 aviões de combate, firmassem acordos de exclusividade com empresas brasileiras. O negócio de estimados US$ 2 bilhões, se sobreviver à crise internacional, deve ser fechado até março.
Independentemente do vencedor da disputa, um grupo de empresas capitaneado pela fabricante de aviões Embraer será o principal favorecido com a compra, já que irá participar do programa e receberá a transferência tecnológica exigida pela FAB no seu pedido de proposta -do qual a Folha teve acesso a detalhes.
Boeing (EUA), Saab (Suécia) e Dassault (França) assinaram memorandos de entendimento com cerca de quatro empresas nacionais que participarão da adaptação do caça ao Brasil: Embraer, Aeroeletrônica (que faz aviônicos), Atech (sistemas eletrônicos) e Mectron (fabricante de mísseis).
A jogada da FAB, além de fomentar a indústria nacional, visou evitar a situação que, aliada a outros fatores, derrubou a mesma concorrência em 2002.
Naquela disputa, a francesa Dassault estava associada à Embraer na oferta do Mirage-2000. A FAB rejeitou o avião, projeto velho e inadequado. A disputa ficou entre o Sukhoi-35 (Rússia) e o Gripen (Suécia).
O pequeno caça sueco, ainda que fosse inferior ao russo em performance, levou a melhor porque a sua fabricante, a Saab, ofereceu um amplo pacote comercial. Ganhou, mas não levou: como a integração do novo aparelho só poderia ser feita na Embraer e a empresa estava associada a um outro competidor, o negócio emperrou.

A FAB e a Embraer não fazem comentários sobre o F-X2.
Integração é o conjunto de medidas para fazer um avião ser adequado à missão que lhe será dada no país. Ou seja, ele é adaptado ao sistema de comunicação usado pela FAB, aos mísseis que irá carregar e por assim em diante.
Essa integração é o coração da chamada transferência de tecnologia feita diretamente no produto. Um simulador de todos os sistemas do avião tem de ser usado para isso. É aí que os engenheiros trabalham no software que gerencia a aeronave e, com os chamados códigos-fonte em mão, podem desenvolver parâmetros para diversas missões de combate.
Existe um certo fetiche quando as autoridades falam em "exigir a abertura dos códigos-fonte", como se isso fosse garantir o descobrimento da pólvora aos nativos. É mais complexo: sem todo o sistema para "rodar" o software, de nada adianta ter os códigos. É isso o que o simulador garante.
Mas aí é que começam algumas diferenças importantes entre os competidores do F-X2, já que do ponto de vista de performance militar o RFP (sigla inglesa de pedido de proposta) é generoso e estabelece apenas critérios mínimos, superáveis pelos três aviões.


Há três cenários para a FAB fazer sua escolha.
O americano F/A-18 Super Hornet, da Boeing, é um avião pronto, com mais de 350 unidades voando. Mesmo que os "códigos-fonte sejam abertos", como bravateiam os brasileiros, não haverá uma transferência tecnológica da confecção de seus sistemas. Os engenheiros brasileiros que trabalharem, mesmo que um simulador seja montado no Brasil, aprenderão a operá-lo, mas não a desenvolvê-lo.
Para compensar isso, a Boeing pode oferecer outras transferências. Segundo a Folha apurou, a Embraer pediu em seu contato com a gigante americana detalhes sobre como projetar peças de materiais compostos, como fibra de carbono. Eles são o futuro da aviação, por serem mais leves e duráveis. Fabricá-los não é difícil; desenhar as peças e repará-las é o complicado.
O F-18 é considerado por pilotos o melhor da disputa, mas há o temor de vetos futuros que possam o deixar inoperante.

Favoritismo
No caso do Rafale, a situação é diversa. O avião está pronto, mas a versão F3 oferecida é um desenvolvimento que está em curso. Logo, a transferência tecnológica no trabalho sobre o software poderia ser mais proveitosa. Além disso, a Dassault pode oferecer compensações semelhantes às da Boeing, como na área de fusão de dados dos diversos sistemas do avião. Tudo isso pode ser usado em aviões civis.
De resto, o Rafale continua sendo o favorito do ponto de vista político, embora seja considerado um avião caro e tenha um problema de escala industrial -só a França o opera.
Esse favoritismo político, dada a inclinação do Ministério da Defesa a fechar acordos com Paris, sofreu um golpe. Na "parceria estratégica" assinada entre Brasil e França, os caças ficaram de fora. Isso porque a FAB já tocava o processo, mas o fato acendeu uma luz amarela na Dassault, que teme ter perdido pontos já que o Brasil gastará bilhões com submarinos e helicópteros franceses.
Por fim, há o Gripen NG, a nova geração do caça que quase ganhou o F-X original que foi melhorado e é, até por ser menor e monomotor, mais barato. Como é um avião que ainda não existe, todo o desenvolvimento pode ser feito em conjunto com a Embraer e outras empresas brasileiras. Paradoxalmente, o problema é esse: sendo um projeto, não está provado e é sujeito a atrasos.
Seja qual for o cenário, os ganhos tecnológicos diretos ou indiretos ficarão com a Embraer e, em menor escala, com as outras fornecedoras. O máximo de custo que terão será o de treinar pessoal no exterior.
E o que a FAB ganha? O caça, que é o que lhe interessa, e uma indústria de suporte que possa lhe garantir a manutenção dos aviões que pretende comprar e usar nos próximos 30 anos.

Para concorrentes, negócio ajuda a manter alternativas aos EUA
Os concorrentes franceses e suecos do F-X2 apontam a necessidade de manter um polo de tecnologia militar alternativo aos EUA como pontos fortes de suas ofertas.
"Para nós é importantíssimo esse negócio, já que enfrentamos a vontade americana de destruir a indústria de aviação militar europeia", afirmou Jean-Marc Merialdo, diretor da francesa Dassault no Brasil.
O seu Rafale enfrenta problemas de escala industrial, que perdeu todas as disputas das quais participou. "A falta de êxito decorre de razões políticas. Depois do 11 de Setembro, como se sabe, a França foi crítica à política americana. Isso teve um custo", afirmou.
Sem escala, o produto e sua manutenção ficam caras. O Rafale unitariamente custa algo perto de 60 milhões de euros, o que já é alto. Mas avião não é eletrodoméstico, não se paga o preço de face, e sim a logística envolvida. A Austrália, por exemplo, pagou US$ 200 milhões pela unidade de seus F-18 -quatro vezes mais que o preço "de prateleira".
O ponto de venda da sueca Saab para seu caça Gripen NG, por sua vez, é quase terceiro-mundista. Diz oferecer o produto mais barato e não-alinhado, no caso com um dos membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (especificamente, EUA e França).
"A Suécia é a única a oferecer uma opção independente", disse à Folha Bob Kemp, vice-presidente para marketing da Gripen International, subsidiária da Saab e da britânica BAE Systems que vende o caça.
Mas um terço do caça é americano. Kemp defende-se. "Não é tecnologia sensível, essa é dominada pela Suécia."
E quanto custa? "Nós estimamos algo entre 50% do preço de nossos competidores", diz Kemp, citando como referência uma proposta aberta feita à Dinamarca: cerca de US$ 70 milhões por cada um dos 48 aviões solicitados, com toda a logística e o treinamento.
Kemp minimiza o fato de que o Gripen NG não existe na prática. E defende que sua maior desvantagem -ser monomotor- resultará em preço mais baixo de operação: a hora-vôo num Gripen, diz, é de US$ 3.000, contra US$ 14 mil de seus dois concorrentes. (IG)

Para franceses, projeto é vital para o futuro do seu programa
Hoje favorita politicamente na disputa do F-X2, a francesa Dassault afirma que o negócio é de "suma importância" para o futuro do programa do caça multifunção Rafale-F3.
"Transferência de tecnologia não ocorre do dia para a noite, é uma parceria de longo prazo. E, para nós, é importantíssimo esse negócio, já que enfrentamos a vontade americana de destruir a indústria de aviação militar europeia", afirmou Jean-Marc Merialdo, diretor da Dassault no Brasil.
O Rafale enfrenta problemas de escala industrial. Até aqui, apenas a França opera o modelo, e ele perdeu todas as disputas internacionais para as quais foi selecionado. "A falta de êxito decorre de razões políticas. Depois do 11 de Setembro, como se sabe, a França foi crítica à política americana. Isso teve um custo", afirmou.
Além disso, há a presença maciça do programa americano do F-35, com promessas de vantagens aos compradores -os EUA querem que o avião seja padrão dos países da Otan (aliança militar ocidental).
Sem escala, o produto e sua manutenção ficam caras. O Rafale unitariamente custa perto de 60 milhões, o que já é alto -e o custo pode ser maior, a depender da logística. (IG)

Suecos usam discurso político e apostam em preços menores
O ponto de venda da sueca Saab para seu caça Gripen NG ao Brasil é quase terceiro-mundista. Diz oferecer o produto mais barato e não-alinhado, no caso com um dos membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (EUA com o F-18 e França com o Rafale).
"É preciso quebrar o monopólio dos fabricantes de caça do Conselho de Segurança, e a Suécia é a única a oferecer uma opção independente", disse Bob Kemp, vice-presidente para marketing da Gripen International, subsidiária da Saab e da britânica BAE Systems que vende o caça.
A afirmação perde força, contudo, confrontada com o fato de que cerca de um terço do Gripen é feito de componentes americanos. Kemp defende-se. "Não é tecnologia sensível, essa é dominada pela Suécia, cerca de um terço do avião. O outro terço é europeu. E, no contrato, a Suécia garante o fornecimento de peças sempre", afirma.
E quanto custa? "É uma pergunta sempre difícil, mas nós estimamos algo entre 50% do preço de nossos competidores", diz Kemp. Ele minimiza o fato de o Gripen NG ser um avião de demonstração com várias evoluções sobre o Gripen C/D existente. "Somos capazes de cumprir os prazos." (IG)

Medo de restrições é obstáculo para americanos
Superar o medo natural dos brasileiros de comprar um equipamento que pode sofrer restrições de uso no futuro. Esse é o principal obstáculo que a Boeing, maior empresa aerospacial do mundo, tem com seu Super Hornet no F-X2.
Há vários casos em que o Congresso ou o governo norte-americanos determinaram embargos à venda de componentes militares depois de ter fornecido o produto principal, causando a inutilização progressiva desses. Os caças F-16 da Venezuela são apenas o exemplo mais recente -o país teve de buscar uma alternativa, comprando material russo.
Mas segundo Bob Gower, vice-presidente da Boeing responsável pelo programa do F-18, isso será diferente no caso de seu avião ser selecionado porque a oferta está sendo feita sob o chamado FMS (sigla inglesa para Venda Militar Estrangeira), um programa no qual o garantidor do processo é o governo norte-americano.
"O Super Hornet oferecido ao Brasil tem a autorização e apoio do governo dos EUA", disse Gower. Mas há risco de veto futuro? "Isso é uma venda governo-governo, logo a Boeing não pode oferecer garantias contratuais. Mas nós reconhecemos a preocupação do Brasil, e a Boeing deverá propor um programa de suporte e manutenção totalmente autônomo, e assim a disponibilidade e confiabilidade do sistema estará sob controle da FAB." (IG)

Desembolso em 2014 minimiza efeitos da crise
Embora a crise internacional seja uma ameaça ao F-X2, a FAB conta com o fato de que nenhum desembolso vai ser feito até 2014, quando quer receber o primeiro dos 36 aviões.
A configuração pedida, de 28 caças de um lugar e oito com dois, pode mudar. Os bipostos são uma tendência mundial, pois permitem que o segundo piloto se concentre nos sistemas de armas, enquanto o primeiro pilota.
O custo estimado da compra, de US$ 2 bilhões, deve ser pago em cerca de seis anos. A FAB pretende substituir todos os seus aviões de combate (Mirage-2000, F-5 e AMX) pelo novo caça.
Isso dá mais de cem aeronaves, o que parece irrealista com o orçamento militar brasileiro -em 2007, quase 80% dos R$ 30 bilhões das três Forças foi comido por pensões e salários.
Em seu pedido, a FAB requisitou uma estimativa de custo com os sistemas de armas que cada avião pode operar. A rigor, os três modelos usam qualquer armamento ocidental, bastando configurá-los para tanto.
A única exigência foi a possibilidade de usar mísseis nacionais, como os ar-ar produzidos pela Mectron.
Talvez já prevendo o custo elevado, a FAB mandou um adendo ao pedido de proposta há duas semanas reduzindo algumas quantidades.
Em média, ela estima comprar 20 unidades de cada sistema: mísseis BVR (para atingir alvos além do alcance visual), mísseis ar-ar de curto alcance e bombas inteligentes. Essa compra é feita diretamente dos fornecedores de armas.
A decisão final começa a ser tomada em 2 de fevereiro, quando os concorrentes entregam suas propostas, que serão avaliadas e classificadas. Em caso de necessidade, a FAB tira dúvidas.
Após esse momento, vem a hora crucial, quando as empresas apresentam o Bafo, sigla inglesa para "melhor e última oferta". A partir daí, a FAB faz seu relatório e o apresenta para o Ministério da Defesa, que toma a decisão em consulta com o Planalto. (IG)


Fonte: Folha de São Paulo
http://www.fab.mil.br/portal/capa/index ... a_notimpol (http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?datan=05/01/2009&page=mostra_notimpol)
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Enviado por: nelson38899 em Fevereiro 15, 2009, 01:43:17 am
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Uma declaração do ministro Nelson Jobim (Defesa) em um programa oficial de rádio na semana passada, admitindo a reinclusão no jogo de dois concorrentes eliminados da concorrência para o fornecimento de 36 aviões de combate para o Brasil, colocou em polvorosa a FAB e os finalistas do chamado F-X2, como é chamado o negócio de US$ 2 bilhões.

Disse Jobim no "Bom Dia, Ministro": "Ontem (4/2) eu recebi no Ministério da Defesa a visita da Rosoboronexport, que é a empresa russa que elabora o Sukhoi (...) e deseja trazer complementos para ver a possibilidade de ser reexaminado, eu disse que era possível trazer esse material e que a FAB examinaria. O mesmo se passou com os europeus, os italianos em relação ao Eurofighter. Ou seja, nós teremos lá por julho, agosto, nós vamos ter uma decisão final das opções técnicas da FAB, para depois tomarmos a decisão política".

O Comando da Aeronáutica diz que não foi informado de tal revisão. Procurada, a Defesa afirma que a frase de Jobim não implica mudança na disputa, que tem três finalistas: Dassault (França, com o Rafale), Saab (Suécia, com o Gripen) e Boeing (EUA, com o F-18).

Jobim fala em analisar as propostas do russo Sukhoi-35 e do consórcio europeu que faz o Eurofighter (representado pela Itália), "por julho, agosto" -ou seja, quando a FAB pretende apresentar o relatório final.

Como russos e italianos foram eliminados pela FAB, a pergunta que alguns brigadeiros estão se fazendo em voz baixa é: há risco de o processo seletivo ser descartado em favor de uma decisão política, jogando fora meses de análise técnica e econômica?

Não que não haja política interna na FAB. Cada avião finalista tem seu grupo entusiasta, assim como os russos mantêm um forte lobby -que emplacou a compra avulsa de 12 helicópteros de ataque no fim do ano.

Oficiais influentes junto ao comandante Juniti Saito têm mostrado simpatia pelo projeto sueco, enquanto o francês é o preferido dentro da Defesa. Saito já tinha marcado um ponto ao tirar o F-X2 do acordo militar bilionário com a França costurado por Jobim. Assim, a obviedade de que a decisão é política acabou soando como ameaça na voz do ministro.

A Rosoboronexport confirmou que irá enviar os novos dados. A Folha apurou que em Moscou a expectativa não é tanto de uma virada de mesa, mas de embaralhar o processo. Uma eventual análise de sua proposta fora da seleção é vista como senha para o questionamento político do F-X2 -juridicamente, por ser uma compra militar dispensada de licitação, há poucas opções de recurso. Os italianos, cujo representante não foi encontrado, não têm esperanças reais.

Mas se houver a confusão, os preteridos tendem a ganhar: se não fechar o negócio até o fim do ano, a FAB terá dificuldade de fazê-lo no ano eleitoral de 2010. E a novela poderá ser reiniciada, como na primeira versão do F-X, cancelada em 2005.
http://www.alide.com.br/joomla/index.ph ... a-de-cacas (http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/36-noticias/276-jobim-reavalia-excluidos-na-disputa-de-cacas)
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Enviado por: nelson38899 em Março 13, 2009, 02:29:30 pm
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Embraer irá encabeçar upgrade das aeronaves da Força Aérea Brasileira como instalação de novo radar

O Programa de Modernização das aeronaves A-1 foi iniciado em 2003 com a contratação da EMBRAER – Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. como empresa principal, responsável pela execução de todas as atividades de modernização.
Esse contrato foi renegociado ao longo de 2008 e ajustado ao montante de R$ 740.741.433,29, para atender às disponibilidades de recursos orçamentários existentes, tendo sido publicado no Diário Oficial da União (DOU) de 22 de janeiro de 2009.

Em 20 de fevereiro de 2009 foi divulgado no DOU um contrato acessório desse Programa de Modernização, firmado entre o Comando da Aeronáutica e a Embraer Aviation International (EAI), para aquisição de equipamentos inexistentes no mercado nacional.
Vale ressaltar que, em virtude de dispositivo contratual de compensação comercial, industrial e tecnológica (offset) desse contrato acessório, os componentes do sistema aviônico que estão sendo adquiridos por meio da EAI serão produzidos no Brasil, por indústria nacional.

Por fim, o Comando da Aeronáutica destaca que os contratos para aquisição e modernização de equipamentos de defesa sempre visaram à máxima participação e o desenvolvimento da Indústria Nacional de Defesa.
http://airway.uol.com.br/index.asp?codn=125 (http://airway.uol.com.br/index.asp?codn=125)


(http://www.uploadimagens.com/upload/d96d5d6d03f3691ee5e11c964a52d9b6.jpg) (http://http)
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Enviado por: HaDeS em Março 15, 2009, 06:36:51 am
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FAB: Nota sobre acidente aeronáutico em Goiânia
Com relação ao roubo da aeronave PT-VFI, pertencente ao aeroclube de Brasília, localizado em Luziânia - GO, e ocorrido na tarde de hoje, 12 de março, o Comando da Aeronáutica (COMAER) presta as seguintes informações:

• Ao ser notificado da ocorrência do roubo, o Primeiro Centro Integrado de Defesa e Controle do Tráfego Aéreo (CINDACTA I) informou o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA) que, por sua vez, ordenou a imediata decolagem de aeronaves em alerta de defesa aérea.

• O acompanhamento por caças da FAB aconteceu durante todo o tempo em que o PT-VFI permaneceu em vôo, primeiramente, por um MIRAGE 2000 e, posteriormente, por um avião T-27 Tucano.

• Por medida de segurança, o COMDABRA determinou a suspensão de pousos e decolagens do aeroporto de Goiânia, a fim de garantir a segurança das aeronaves em geral e, particularmente, para proporcionar as melhores condições de pouso para o PT-VFI.

• Até o momento em que a aeronave colidiu com o solo, os órgãos de controle de tráfego aéreo e os pilotos da FAB que acompanharam a aeronave roubada não conseguiram contato-rádio com o piloto do PT-VFI.

• Consumado o acidente aeronáutico, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) conduzirá as investigações necessárias a fim de identificar os fatores que contribuíram para a ocorrência.

• Todos os procedimentos adotados pelo COMAER, através do COMDABRA, foram permanentemente acompanhados pelo Exmo. Sr. Ministro da Defesa Dr Nelson Jobim.

Diálogo entre o controlador de vôo e o piloto da FAB.

Transcrição do diálogo:

YGQ (PILOTO) - PROSSIGA!
BRASÍLIA - OK, NÓS TEMOS UMA AERONAVE ROUBADA, NA LOCALIDADE DE LUZIÂNIA. A MISSÃO É FAZER PROCURA BAIXA, NA POSIÇÃO QUE ESTÁ SOBREVOANDO NO MOMENTO. PROCURA RADAR BAIXA.
YGQ (PILOTO) - CIENTE
BRASÍLIA - ÚLTIMA INFORMAÇÃO ESTIMADA DA AERONAVE, UNO SETE ZERO 20 MILHAS DE ANÁPOLIS; AERONAVE DE PEQUENO PORTE, VELOCIDADE EM TORNO DE CENTO E SESSENTA NÓS.
YGQ (PILOTO) – CIENTE.
YGQ (PILOTO) - CONFIRME! TÁ SE AFASTANDO DE ANÁPOLIS, ELA?
BRASÍLIA - CONFIRME?
YGQ (PILOTO) - ELA TAVA SE AFASTANDO DE ANÁPOLIS?
BRASÍLIA - ERA UMA PROA DE DUZENTOS E SESSENTA DA LOCALIDADE DE LUZIÂNIA.
YGQ (PILOTO) - CIENTE!
YGQ (PILOTO) - POR ENQUANTO NEGATIVO CONTATO RADAR, PRA INFORMAÇÃO TÁ VARRENDO DO CÉU A DEZENOVE MIL, TÁ INDIA MIKE CHARLIE.
BRASÍLIA - CIENTE!
YGQ - POSSIBILIDADE DE DESCER PRO UNO ZERO ZERO?
BRASÍLIA - AGUARDE COORDENAÇÃO.

Brigadeiro-do-Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

Fonte: CECOMSAER
Título:
Enviado por: Paisano em Abril 09, 2009, 03:56:01 pm
F-X2: FAB Inicia Visitas Técnicas e Voos de Avaliação

Fonte: http://defesabrasil.com/site/index.php/ ... iacao.html (http://defesabrasil.com/site/index.php/Noticias/FAB/F-X2-FAB-Inicia-Visitas-Tecnicas-e-Voos-de-Avaliacao.html)

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AERONÁUTICA COMEÇA A ETAPA DE VISITAS TÉCNICAS E VOOS DE AVALIAÇÃO COM AS EMPRESAS DO PROJETO F-X2*

O Comando da Aeronáutica, em continuidade ao cronograma de seleção dos novos caças multiemprego para a Força Aérea Brasileira (FAB), inicia, a partir de hoje, 30 de março, as visitas técnicas às empresas ofertantes e os voos de avaliação das respectivas aeronaves participantes do Projeto F-X2, cujo objetivo é de verificar aspectos técnicos, operacionais, logísticos e industriais.

Para cumprir tais objetivos e obter maior detalhamento das ofertas apresentadas pelas empresas (aqui listadas em ordem alfabética) BOEING (F-18 E/F SUPER HORNET), DASSAULT (RAFALE) e SAAB (GRIPEN NG), serão visitadas e avaliadas instalações industriais e logísticas, oficinas de manutenção, laboratórios de desenvolvimento de sistemas e esquadrões operacionais, bem como as aeronaves oferecidas serão voadas e testadas por pilotos e engenheiros integrantes da comissão de avaliação.

Durante o mês de março, a Gerência do Projeto F-X2 (GPF-X2) reuniu-se com sua equipe e promoveu uma série de esclarecimentos com as três empresas participantes, no intuito de dirimir dúvidas e aprimorar o conteúdo das respectivas ofertas com relação aos requisitos do COMAER, mantendo o foco nos aspectos comerciais; técnicos; operacionais; logísticos; de compensação comercial (Offset), industrial e tecnológica, e de transferência de tecnologia.


Brigadeiro-do-Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez
Chefe do CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA

*Cecomsaer
Título:
Enviado por: Paisano em Abril 09, 2009, 04:02:33 pm
Rússia diz que Brasil poderá ajudar na fabricação de caças*

Fonte: http://defesabrasil.com/site/index.php/ ... cacas.html (http://defesabrasil.com/site/index.php/Noticias/Defesa/Russia-diz-que-Brasil-podera-ajudar-na-fabricacao-de-cacas.html)

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Moscou - A Rússia não exclui a possibilidade da participação do Brasil na fabricação de caças de quinta geração, declarou nesta terça-feira o vice-diretor do Serviço Federal para a Cooperação Técnico-Militar russa, Alexandre Fomin.

"Estamos a estudar com a companhia brasileira de construção de aviões Embraer questões da troca de tecnologias, da criação, na base dessa empresa, de áreas para a montagem e a produção, segundo licenças russas, de aviões do futuro", afirmou à agência noticiosa russa Ria-Novosti.

"Trata-se de uma direção promissora como o caça russo de quinta geração. Por enquanto, isso está na fase inicial, ao nível da teoria. Mas admitimos isso", acrescentou Fomin.

Aviões de combate deste tipo estão sendo produzidos pelas empresas russas Sukhoi e MIG, mas os primeiros testes reais deverão ser realizados no verão (inverno no Brasil) deste ano.

Os novos caças russos visam concorrer com os aviões de combate norte-americanos F-22A.

*Agência Lusa
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Abril 15, 2009, 02:05:06 am
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Could Brazil's F-X2 Fighter Modernization Program Grow into Mega Deal?


While Brazil is evaluating the proposals submitted by the three finalists - Boeing, Dassault and Saab, the government and Air Force are also reevaluating their longer term requirements in an attempt to expand the production base into more economical levels.

In November 2007 Brazil announced its plans to embark on a $2.2 billion F-X2 future fighter procurement, seeking to modernize its air forces' first-line fighter fleet with 36 latest generation fighters. This modernization is long overdue, since the most modern asset in the arsenal of the Forca Aerea Brasileira (FAB - Brazilian Air Force) are locally built Super Tucano/ALX surveillance and light attack turboprops, built by Embraer. Its first-line operation units include a few squadrons of locally built AMX subsonic light fighters, which constantly receive phased upgrades from Italy and Israel, and 1960 vintage F-5BRs also modernized with Israeli avionics systems. A previous attempt to modernize the Brazilian Air Force failed in 2004, due to lack of political support. Brazil then opted to buy a squadron of 12 French Air Force Mirage 2000s to replace its obsolete Mirage III mach-2 fighters.

The program, currently known as F-X2 reached its important milestone almost a year later, in October 08 as the Air Force selected the three fighters that could meet its requirements. These included the American Boeing F/A-18E/F, Swedish Saab-39 Gripen NG and French Rafale from Dassault. Eurofighter and Sukhoi were out of the list, as well as the U.S. F-16 and F-35. By February 2009 all proposals were submitted, only to find that the Brasilians and Russians may have renegotiated another deal.
Following significant Russian pressure, the Su-35 re-emerged as a candidate, but, according to Russian sources, the volume of the program increased dramatically and now counts 100 aircraft, almost matching the Indian MMRCA planned acquisition of 126 aircraft that has been stirring the entire military world in the past years. Naturally, Moscow is proposing local production of the aircraft in Brazil. The Brazilian Air Force has already made a clear choice about the types of weapons it will be fielding on its new fighters. These are likely to comprise of the South African Darter-A short range IR missiles, being developed under cooperation between the Brazilian Air Force and South African Denel and the Israeli Derby 4beyond-visual-range (BVR) missiles, already adapted for Brazil's modernized F-5BRs. WHile Darter-A is being integrated with the Gripen, to fit on the South African Air Force fighters, the Derby is believed to be one of the weapons the Indian Air Force has earmarked for its MMRCA program.

This dramatic change will undoubtedly call all participants to recalculate their offers. It is also expected to draw extreme pressure from Europe, to reconsider the Eurofighter Typhoon. However, most bidders would, undoubtedly remain cautious trusting government officials in San Paolo to remain committed to such a long term program, securing political and financial over the next decade. Under these circumstances, in any country such chaos would totally derail the program, so it remains to be seen what will be the fate of Brazil's F-X2.


Fonte (http://http)

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Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 15, 2009, 12:46:39 pm
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Jobim assina novos contratos de aviação militar com a Embraer



Rio de Janeiro, 14/04/2009 - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado, presidiram na tarde desta terça-feira (14/04), no Rio de Janeiro, cerimônia de assinatura de novos contratos para projetos de aviação militar: um com a Marinha, para modernização de doze jatos (AF-1 e AF-1A), que equipam o porta-aviões São Paulo, e outro com a Aeronáutica, para o desenvolvimento do avião cargueiro KC-390, que substituirá os antigos Hércules (C-130). “Os senhores estão vendo que a Estratégia Nacional de Defesa não veio para ficar no papel”.



A solenidade aconteceu no primeiro dia da feira LAAD 2009 – Latin America Aero e Defence, que se realiza até o dia 17, sexta-feira, no Riocentro, Rio de Janeiro.



O projeto do KC-390 prevê o desenvolvimento do avião, de acordo com especificações da Aeronáutica, e construção de dois protótipos, no prazo de 7 anos, ao custo estimado de R$ 3 bilhões. O presidente da Embraer observou que, além de renovar a frota da FAB, o novo equipamento também terá grande potencial de exportação, em substituição aos Hércules que sairão de linha nas próximas décadas em diversos países.



Jobim destacou que, além de aumentar a capacidade de apoio logístico da Aeronáutica ao Exército, com a ampliação da capacidade de deslocamento de uma brigada leve para qualquer região do Brasil, os novos cargueiros também ampliarão a capacidade brasileira de participar de missões humanitárias. Cada avião terá capacidade para transportar até oitenta soldados, blindado leve, com carga total de 19 toneladas.



O ministro destacou também a importância da modernização dos aviões da Marinha. Segundo ele, isso só será possível por que o Brasil detém os códigos-fonte e os softwares dos aviões. É para assegurar essa autonomia, inclusive de manutenção e modernização, que ele exige transferência de tecnologia na aquisição de novos equipamentos para as Forças Armadas. “Esse contrato assegura o apoio logístico (para os aviões) por quinze anos”, afirmou Jobim.



A Embraer, que já faz a modernização de aviões da Força Aérea, como os caças F-5 e A-1 (AMX), comemorou o trabalho conjunto com a Força naval. “A Embraer se sente honrada com a confiança da Marinha do Brasil na realização desse importante contrato e a acolhe com entusiasmo no grupo de clientes de defesa, que reúne mais de 20 forças armadas ao redor do mundo”, disse o presidente da empresa.



A assinatura dos dois contratos foi feita, respectivamente, pelos comandantes da Marinha, Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura, e da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, no dia de abertura sétima edição da Latin America Aero and Defence (LAAD).



Texto: José Ramos
Assessoria de Comunicação Social
Ministério da defesa
(61) 3312-4070
Título:
Enviado por: nelson38899 em Abril 16, 2009, 11:46:59 am
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lockheed Martin received a $1.6 million contract from the Brazilian Air Force to support six of its TPS-77 - known in Brazil as the TPS-B34 - long range air surveillance radars currently monitoring airspace in the Amazon region.

Since their installation between 2000 and 2005, the Lockheed Martin-manufactured radars have been an integral part of the Brazilian Integrated Air Traffic Control and Air Defense System (SISDACTA), also supplying information to the Amazon Protection System (SIPAM), a complex network of ground-based and airborne sensors providing surveillance in the region, implemented by the Amazon Surveillance System (SIVAM) Project.

http://frontierindia.net/ (http://frontierindia.net/)

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Enviado por: Paisano em Abril 19, 2009, 04:15:52 am
http://video.globo.com/Videos/Player/No ... RO,00.html (http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1006113-7823-AVIOES+DA+FAB+FARAO+EXIBICAO+NO+CEU+DO+RIO+DE+JANEIRO,00.html)

http://video.globo.com/Videos/Player/No ... IO,00.html (http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1006876-7823-AVIOESCACA+FAZEM+SIMULACAO+NO+CEU+DO+RIO,00.html)
Título:
Enviado por: borisdedante em Abril 23, 2009, 03:39:56 am
Reclama da Dassault para o Rafale no Brasil.

http://www.rafale.com.br/index.php?id=1&area=1 (http://www.rafale.com.br/index.php?id=1&area=1)
Título:
Enviado por: 2dmaio em Abril 25, 2009, 11:17:41 pm
Um AESA vai equipar os Rafale a partir de 2011.


(http://img402.imageshack.us/img402/2031/rbe2aesa1.jpg)
Título:
Enviado por: borisdedante em Maio 11, 2009, 02:21:57 am
Embraer Pode Comprar a SAAB e Ficaremos com o Gripen NG
http://defesabr.com/blog/index.php/04/0 ... gripen-ng/ (http://defesabr.com/blog/index.php/04/05/2009/embraer-pode-comprar-a-saab-e-ficaremos-com-o-gripen-ng/)

FAB
Tiro mortal
A coluna teve acesso a relatório do Comando da Aeronáutica sobre a compra de novos caças da FAB. O texto abate em solo o supersônico americano F-18 Super Hornet. Ouvido a respeito, um brigadeiro confirmou que o francês Rafale e o sueco Gripen estão algumas asas à frente do jato da Boeing na concorrência, de US$ 2 bilhões.

http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2 ... 4330-1.htm (http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2061/artigo134330-1.htm)
Título:
Enviado por: sivispacem em Maio 11, 2009, 09:15:00 am
Citação de: "borisdedante"
Embraer Pode Comprar a SAAB e Ficaremos com o Gripen NG
http://defesabr.com/blog/index.php/04/0 ... gripen-ng/ (http://defesabr.com/blog/index.php/04/05/2009/embraer-pode-comprar-a-saab-e-ficaremos-com-o-gripen-ng/)

FAB
Tiro mortal
A coluna teve acesso a relatório do Comando da Aeronáutica sobre a compra de novos caças da FAB. O texto abate em solo o supersônico americano F-18 Super Hornet. Ouvido a respeito, um brigadeiro confirmou que o francês Rafale e o sueco Gripen estão algumas asas à frente do jato da Boeing na concorrência, de US$ 2 bilhões.

http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2 ... 4330-1.htm (http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2061/artigo134330-1.htm)


E se isso acontecesse de certeza que ficaria decidido qual o substituto do F16 para a FAP.....
Título:
Enviado por: pchunter em Maio 11, 2009, 06:56:54 pm
E vendo bem as coisas não seria uma má escolha, isto é custo beneficio.
Título:
Enviado por: 2dmaio em Maio 17, 2009, 12:17:34 am
O que a SAAB quer é uma parceria. Seria exelente, pois teriamos a certeza que os novos desenvolvimentos poderiam ser incorporados de imediato nos caças da FAB. O receio é que muitos componentes do Gripen dependem da aprovação do congresso norte americano para exportação.
Nesse caso o importador poderia ser a Suécia ou o Brasil  :shock:  


Saudaçòes
Título:
Enviado por: Paisano em Junho 06, 2009, 01:22:03 am
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FAB faz tiros de advertência em Rondônia

Avião colombiano com cocaína sobrevoava o espaço aéreo brasileiro. Interceptação foi na quinta-feira, 04/06:

http://video.globo.com/Videos/Player/No ... IA,00.html (http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1051818-7823-FAB+FAZ+TIROS+DE+ADVERTENCIA+EM+RONDONIA,00.html)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 06, 2009, 03:08:59 pm
FAB faz interceptação na Amazônia

 :arrow: http://www.youtube.com/watch?v=lgO8B6JxkpU (http://www.youtube.com/watch?v=lgO8B6JxkpU)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Junho 17, 2009, 11:53:36 am
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Date: 19 April 2002 Transmittal No. 02-18
BRAZIL – F-16 Aircraft
On 18 April, the Defense Security Cooperation Agency notified Congress of a possible Foreign Military Sale to Brazil of F-16 aircraft and associated equipment and services. The total value, if all options are exercised, could be as high as $909 Million.
The Government of Brazil (GOB) has requested a possible sale of 12 F-16C/D Block 50+ aircraft with either the F100-PW-229 or F110-GE-129 engine and APG-68(V)9 FMS radars, two spare F100-PW-229 or two spare F110-GE-129 engines, 14 LANTIRN Targeting Pods (FMS variant), 14 LANTIRN Navigation Pods with Terrain Following Radar (TFR), 48 AIM-120C Advanced Medium Range Air-to-Air Missiles (AMRAAM) and four AMRAAM training missiles, 12 M61 Vulcan cannon, 48 LAU-129 launchers, eight AN/ALQ-131 Countermeasures, LANTIRN Night Vision Goggle compatible cockpits, the capability to employ a wide variety of munitions, support equipment, software development/integration, modification kits, spares and repair parts, flight test instrumentation, publications and technical documentation, personnel training and training equipment, U.S. Government and contractor technical and logistics personnel services, and other related requirements to ensure full program supportability. The estimated cost is $909 million.
This proposed sale will contribute to the foreign policy and national security of the United States by helping to improve the security of a friendly country which has been and continues to be an important force for political stability and economic progress in Latin America.
The proposed sale of these F-16 aircraft will allow the Brazilian Air Force to maintain a strong defense while it continues its plans to modernize its shrinking inventory of aging aircraft. Operation of the F-16 will ensure a dramatic increase in exchange and interoperability opportunities between the Brazilian and US Air Forces. The GOB does not have the F-16 aircraft system capability currently in its inventory.
The proposed sale of this equipment and support will not affect the basic military balance in the region.
The prime contractor will be Lockheed Martin Tactical Aircraft Systems of Fort Worth, Texas. One or more proposed offset agreements may be related to this proposed sale.
Implementation of this proposed sale will require the assignment of approximately five U.S. Government representatives to Brazil for approximately two years to assist in the delivery, acceptance, and deployment of the aircraft. There will be five U.S. Government and three contractor representatives for one-week intervals, twice annually, to participate in program management and technical reviews.
There will be no adverse impact on U.S. defense readiness as a result of this proposed sale.
This notice of a potential sale is required by law; it does not mean that the sale has been concluded.
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Junho 17, 2009, 01:26:00 pm
Citação de: "nelson38899"
Date: 19 April 2002 Transmittal No. 02-18


Atenção à data...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 17, 2009, 02:16:02 pm
É verdade, o F-16 nem sequer faz parte da short list do FX-2.
Título:
Enviado por: borisdedante em Junho 21, 2009, 05:38:04 am
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2 ... 2055-1.htm (http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2067/artigo142055-1.htm)
Decisão bilionária
Propostas apresentadas à Aeronáutica mostram que o Brasil deverá pagar até R$ 12 bilhões por novos caças

Mário Simas Filho
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Entrou em contagem regressiva o prazo para a definição sobre os 36 novos caças supersônicos que o País irá comprar para reequipar a Força Aérea Brasileira (FAB). Na sexta-feira 12, aterrissaram no Comando da Aeronáutica três pacotes contendo as últimas propostas dos fabricantes de cada um dos aviões finalistas: Gripen NG (sueco), F-18 (americano) e Rafale (francês). Os documentos são sigilosos e, além do preço das aeronaves, relacionam detalhes técnicos, cronograma de fabricação e manutenção, armamentos que poderão ser utilizados, radares, contrapartidas comerciais e disponibilidade de transferência tecnológica. A papelada revela que as propostas finais variam entre R$ 8 bilhões e R$ 12 bilhões. Dependendo da opção a ser tomada pelo governo, valor semelhante poderá ser gasto nos próximos 30 anos com a manutenção das aeronaves. A decisão caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, depois de ouvidos o Conselho de Defesa Nacional e os oficiais da FAB. O anúncio final está previsto para a segunda quinzena de julho.

"Não se trata apenas de preço, embora esse seja um dado significativo", tem afirmado o ministro Jobim. "Precisamos de um avião capaz de promover nossa defesa e um nível de transferência tecnológica que assegure o desenvolvimento da indústria nacional e permita ao País conceber seus próprios aviões."

Os documentos entregues ao Comando da Aeronáutica na sexta-feira 12 são o resultado de mais de sete anos de negociações e disputas entre os fabricantes.

Os três finalistas foram anunciados no final do ano passado e apresentaram suas primeiras propostas em fevereiro.

Depois disso, Jobim, oficiais da Aeronáutica, deputados e senadores mantiveram diversos encontros com os fabricantes, fizeram visitas técnicas às fábricas e novas propostas foram entregues em março. Agora, chegaram as ofertas finais, que não podem mais ser alteradas. Quando comparadas às primeiras propostas, muita coisa mudou. No que se refere aos preços, segundo um oficial ouvido por ISTOÉ, houve uma redução média de 15%.

Dos três finalistas, o F-18 e o Rafale são mundialmente reconhecidos. Existem 350 F-18 já em operação e 120 Rafale, que equipam a Marinha e a Aeronáuitica francesa. Ambos são comercializados por valores que variam entre US$ 60 milhões e US$ 70 milhões. O Gripen NG, por sua vez, é um avião ainda em desenvolvimento e nenhuma unidade foi vendida, embora os suecos estejam em processo de negociação com a Índia e a Grécia, além do Brasil. O fato de tratar-se de um equipamento em construção, no entanto, agrada aos setores da FAB, que vislumbram a possibilidade de participar efetivamente do desenvolvimento do avião. O problema é que o caça sueco tem em sua planta componentes fornecidos pelos Estados Unidos e por mais cinco países da União Europeia, o que torna extremamente complexo qualquer acordo de transferência tecnológica. "Não podemos correr o risco de financiar o desenvolvimento de um projeto sem ter absolutamente certo que poderemos dispor de toda a tecnologia empregada", disse um dos sete deputados que estiveram na Suécia recentemente. No ano passado, a Noruega, que assinara um acordo de participação no desenvolvimento do Gripen NG, rompeu o compromisso e comprou caças americanos.

Também ocorreram diversas mudanças técnicas desde o início do projeto FX, nome dado pelos militares para o processo de escolha dos caças, até a entrega das propostas finais. O Gripen apresentou uma série de aprimoramentos em relação à versão que iniciou a disputa e que está em operação na África do Sul, República Checa e Hungria. Mudou, por exemplo, o trem de pouso para permitir maior capacidade de combustível e, portanto, maior autonomia de voo. Mesmo assim, continua, quando comparado aos concorrentes, o avião de menor alcance. Trata-se de um dado importante a ser considerado pelo Conselho de Defesa Nacional. Se optar por um avião de menor autonomia de voo, o Brasil terá que construir novas bases aéreas ao longo de seu território.

Quanto à transferência de tecnologia, segundo os oficiais ouvidos por ISTOÉ, as propostas finais não trouxeram grandes mudanças. Os franceses prometem os códigos-fonte, a concepção de design e o detalhamento para o desenvolvimento e a fabricação futura no Brasil.

Para isso, os fabricantes precisam de expressa autorização da Secretaria-Geral da Defesa Nacional da França e da Direção- Geral de Armamento. Como o Brasil e a França já têm assinados acordos de cooperação na área de defesa, o processo de autorização pode ser facilitado. No caso do F-18, a legislação americana é muito restritiva no que se refere à transferência tecnológica em equipamentos de uso militar. A autorização precisa ser fornecida pelo Departamento de Estado dos EUA, que só avalia a demanda depois da compra feita pelo país interessado e após aprovação pelo Congresso americano. Como boa parte do Gripen tem origem nos EUA, inclusive o motor, os suecos acabam tendo as mesmas restrições.

Apesar de o projeto FX correr sob sigilo, há no Congresso um movimento para que as questões relativas à transferência tecnológica sejam colocadas de forma aberta. "Não estamos apenas comprando aviões, mas, sim, conhecimento para que possamos manter nossa soberania", diz o deputado Roberto Santiago (PV-SP), que nesta semana deverá encaminhar ofício pedindo o comparecimento do ministro Jobim no Congresso para detalhar o processo de escolha dos novos caças. Independentemente de qual avião será escolhido, a preocupação na FAB é a de que os prazos sejam cumpridos, pois boa parte dos caças que compõem a atual frota brasileira não terá condições de voar a partir de 2013.

O novo Rafale  :roll:
(http://img5.imageshack.us/img5/6/i122926.jpg)
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Junho 21, 2009, 12:27:04 pm
Ainda dizem mal dos nossos jornalistas  :lol:  :lol:
Título:
Enviado por: Oziris Lucio em Julho 09, 2009, 07:13:18 pm
09/07/2009 | 00:00
Lula diz a Sarkozy que comprará caças Rafale

O presidente Lula deu ao colega francês Nicolas Sarkozy a informação privilegiada, pela qual muitos lobistas se matariam: anunciará em setembro a decisão de fazer o Brasil adquirir os caças Rafale para reequipar a Força Aérea Brasileira. Lula observou que o Rafale “transfere tecnologia”. É um negócio de cerca de R$ 12 bilhões. A confidência do presidente brasileiro foi vazada pelo governo francês ao jornal La Tribune.
Título:
Enviado por: Daniel em Julho 09, 2009, 07:54:22 pm
Oziris Lucio
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Lula diz a Sarkozy que comprará caças Rafale


A minha pergunta é, quantos caças :?:
Título:
Enviado por: Oziris Lucio em Julho 09, 2009, 08:03:43 pm
Citação de: "Daniel"
Oziris Lucio
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Lula diz a Sarkozy que comprará caças Rafale

A minha pergunta é, quantos caças :?:


36 caças.

[]'s
Título:
Enviado por: Carlos Barbosa em Julho 10, 2009, 01:08:39 am
Esta notícia está a correr os media brasileiro, há quem diga que é especulação da imprensa francesa, na qual a brasileira está indo atrás.
O certo é que o ministro da defesa do Brasil está em França para fechar negócios para a aquisiçãomontagem de helicópteros e aquisição de submarinos. Parece que os Rafales estão na agenda, inclusive o ministro brasileiro voará num, como pendura, claro :lol:
Título:
Enviado por: Instrutor em Julho 10, 2009, 02:33:20 pm
E é uma excelente escolha se realmente for esta independente do preço para mim o Rafale esta nos 3 melhores caças da actualidade.

- F22;
- Eurotyphoon;
- Rafale;
- F-16 Block 60;
- F-18 Super Hornet;
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 10, 2009, 02:41:38 pm
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Bélico

Ministro da Defesa, Nelson Jobim (foto) viaja hoje para a França. Pretende fechar o acordo de compra de 51 helicópteros pesados Cougar EC-725, quatro submarinos convencionais e os contratos para a construção do casco de um submarino de propulsão nuclear. No dia 14, participa das comemorações da Queda da Bastilha (1789), início da Revolução Francesa. No dia seguinte, vai passear no caça Rafale, que os franceses também querem vender ao Brasil. Os brigadeiros-caçadores da FAB preferem o F-18 da Boeing norte-americana; os engenheiros, o protótipo sueco Gripen.


Ao qual eu tenho que juntar: E os politicos preferem o Rafale...quem acham que vai ganhar? :arrow: http://www.fab.mil.br/portal/capa/index ... a_notimpol (http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?datan=10/07/2009&page=mostra_notimpol)
Título:
Enviado por: Instrutor em Julho 10, 2009, 02:52:18 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
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Bélico

Ministro da Defesa, Nelson Jobim (foto) viaja hoje para a França. Pretende fechar o acordo de compra de 51 helicópteros pesados Cougar EC-725, quatro submarinos convencionais e os contratos para a construção do casco de um submarino de propulsão nuclear. No dia 14, participa das comemorações da Queda da Bastilha (1789), início da Revolução Francesa. No dia seguinte, vai passear no caça Rafale, que os franceses também querem vender ao Brasil. Os brigadeiros-caçadores da FAB preferem o F-18 da Boeing norte-americana; os engenheiros, o protótipo sueco Gripen.

Ao qual eu tenho que juntar: E os politicos preferem o Rafale...quem acham que vai ganhar? :arrow: http://www.fab.mil.br/portal/capa/index ... a_notimpol (http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?datan=10/07/2009&page=mostra_notimpol)



Hummm eu aposto.... deixa ca ver :conf: os políticos??????????????? :lol:  :lol:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 10, 2009, 03:10:14 pm
Bingo! c34x  :roll:
Título:
Enviado por: Carlos Barbosa em Julho 11, 2009, 10:21:07 am
Para baralhar um pouco as coisas e talvez seja contra-informação, uma noticia  da bloomberg.

By Andre Soliani and Joshua Goodman

July 10 (Bloomberg) -- Boeing Co. is prepared to have Brazilian companies supply a “big portion” of components for its Super Hornet jetfighter, creating as many as 5,000 local jobs, to sell 36 of the warplanes to the Latin American nation.

Jim Albaugh, the head of Boeing’s defense unit, said agreements have been signed with 27 Brazilian companies that are capable of producing parts for the F/A-18, including Empresa Brasilieira de Aeronautica SA, the world’s fourth-largest airplane maker. The pledge comes as Boeing maneuvers against competitors Dassault Aviation SA and Saab AB to win the sale.

“A big portion of the F-18 will be built here,” Albaugh, 58, said today in an interview in Brasilia. “For every dollar that goes toward that airplane, that money will come back to Brazil as manufacturing, software, avionics, and electronics.”

Boeing, the second-biggest defense contractor in the U.S., is counting on foreign military sales to make up for an expected slowdown in orders from the Pentagon. At the same time, Brazil, Latin America’s biggest economy, is beefing up its military after years of neglect and seeking to rebuild its arms industry. Through the 1980s, Brazil was the world’s 11th biggest weapon exporter.

Foreign Bids

Brazil’s tender for the fighter jet is the fourth-biggest foreign bid Chicago-based Boeing is competing for this year, Albaugh said. Defense sales provide about half of Boeing’s revenue. Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva is expected to award the contract, which analysts say could be worth as much as $4.5 billion, as early as next month.

Competition is stiff. Saab AB, the Swedish maker of the Gripen warplane, is prepared to shift as much as 50 percent of future Gripen production to Brazil, Bob Kemp, marketing chief for the $50 million plane, said July 7.

The other contender is Paris-based Dassault Aviation SA, which is pitching the Rafale. Dassault’s Mirage 2000 is currently Brazil’s most-advanced warplane. French officials have “clearly stated their openness” to cooperate with Brazil in the technology field, Yves Robins, vice-president corporate communication of Dassault Aviation, said in an interview this week.

Under the tender guidelines, the company that wins the contract is required to transfer technology to Brazil equal to the full purchase price of the planes.

‘Technology Access’

“Our main goal is technology access,” Brazil’s Defense Minister Nelson Jobim said yesterday.

That favors Boeing’s competitors who are less burdened by U.S. restrictions on arms exports, said Richard Aboulafia, vice president at Teal Group, a Fairfax, Virginia-based consultancy. U.S. rules may include demands for on-site inspections and approval of any sales to third parties over the plane’s 40-year flying life, he said.

“Certainly it’s a process that you have to go through with the United States and it can be a process that takes time,” Albaugh said. “But ultimately our customers get what they need, get what they want.”

To replace its aging fleet, Brazil may order total of 120 fighter jets. India plans to order 126 warplanes, while Denmark may buy as much as 42 and Greece 40, Albaugh said.

The sale is Dassault’s to lose, said Alexandre Barros, head of Early Warning, a Brasilia-based political risk firm. The French have been Brazil’s top arms supplier since 1978, when President Jimmy Carter banned U.S. arms sales to Latin America, fearing an arms race among the reigning military juntas. The policy was reversed in 1997.

‘No Qualms’

“The French have no qualms about transferring a lot of technology,” said Barros.

French President Nicolas Sarkozy has lobbied for the deal, which would be the Rafale’s first international sale after failed bids in Morocco, South Korea and Singapore. During a visit last December, he signed contracts worth 8 billion euros ($11 billion) to build 50 Super Cougar helicopters and five submarines.

Lula invited Sarkozy as Brazil’s guest of honor at its independence day Sept. 7. After meeting him in Paris this week, Lula said he hopes to sign new defense accords at that time.

The F/A-18’s biggest advantage against the Dassault is a longer track-record, especially in environments like coastal Brazil, said Aboulafia.

Economies of Scale

Currently the F/A-18 is being produced at a rate of 43 per year, compared to 13 per year for the Rafale and 5 for the Gripen, so Boeing is able to win on cost per unit, Aboulafia said.

The Gripen is the weakest of the three candidates, says Michel Merluzeau, an aviation analyst at G2 Solution in Kirkland, Washington. Deliveries and production for the single- engine plane are falling, making its survival dependent on more financing. Sweden’s annual defense spending of $5.5 billion is less than 1 percent the $623 billion U.S. market, he said.

bloomberg.com
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Enviado por: 2dmaio em Julho 17, 2009, 07:35:48 pm
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A minha pergunta é, quantos caças

A coisa andava pelos 120 ou 136, agora se fala em 100.

A última informação se refere a um total ao longo do tempo em torno de 100, 36 iniciais. O número total deve ser uma perspectiva ou seja, com possibilidade de. Isso quer dizer que dependeria de outros fatores, por exemplo; disponibilidade de dinheiro, aprovação politica, satisfação com o caça e com a transferência tecnológica, etc.

Abaixo um trecho de um artigo mais atual, os antigos mencionavam que 136 caças era o que previa a FAB no total ao longo de varios anos.


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Uma vitória do caça F-18 Super Hornet, fabricado pela Boeing, na concorrência para a venda de 36 caças multiemprego para a Força Aérea Brasileira pode significar a porta de entrada de uma parceria mais ampla entre a fabricante norte-americana e a Embraer.

De acordo com Michael Coggins, diretor de relacionamento e novos negócios do programa F-18 da Boeing, o envolvimento da Embraer na transferência de tecnologia do Super Hornet ao Brasil seria “uma parceria de iguais”.

“A Embraer é a terceira maior fabricante de jatos do mundo, atrás da Boeing e da Airbus… então quando falamos com a Embraer vemos eles (com a possibilidade) de colaborarmos em outros projetos e vendê-los no mercado internacional”, disse Coggins em entrevista à Reuters por telefone.

“Por que não pegarmos nossas melhores práticas e as colocamos juntas em outros esforços, em outras áreas? O céu é o limite”, disse, acrescentando que discutiu a possibilidade com a direção da Embraer sem, no entanto, dar mais detalhes.

Além da Boeing com o Super Hornet, também estão na disputa do chamado programa FX-2 o Rafale, da francesa Dassault, e o Gripen NG, da sueca Saab.

Nenhuma das empresas participantes fala em números, mas estima-se o acordo, que pode ser ampliado para 100 unidades, em 2 bilhões de dólares. O cronograma da FAB prevê a entrega das primeiras unidades para o primeiro semestre de 2014.


Saudações
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 21, 2009, 05:05:25 pm
:arrow: http://defesabrasil.com/site/index.php/ ... oeing.html (http://defesabrasil.com/site/index.php/Noticias/FAB/Entrevista-Michael-Coggins-Diretor-de-Desenvolvimento-de-Negocios-da-Boeing.html)
Título:
Enviado por: Portucale em Julho 24, 2009, 10:41:12 pm
Vídeo demonstrativo das capacidades da FAB;

http://www.defesanet.com.br/dntv/40_19jun09.htm (http://www.defesanet.com.br/dntv/40_19jun09.htm)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Julho 28, 2009, 05:04:12 pm
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Primeiros helicópteros Mi-35M chegam em agosto

Aeronave russa terá três exemplares entregues à FAB



A Força Aérea Brasileira terá a partir de agosto um novo equipamento em seu inventário. Trata-se do helicóptero russo Mi-35M, da Mil, uma versão modernizada do famoso Mi-24.

A FAB encomendou 12 aparelhos que servirão para ataque e transporte de tropas. Os três primeiros exemplares serão entregues no mês que vem enquanto outros seis chegarão em 2010 e o restante em 2011.

Segundo reportagem do jornal Valor hoje, a Aeronáutica considera os helicópteros russos como uma de suas prioridades, juntamente com outros helicópteros pesados, os EC725, da Helibras, e o programa  F-X2, que compreenderá 36 caças avançados
http://airway.uol.com.br/noticias.asp?idnot=214 (http://airway.uol.com.br/noticias.asp?idnot=214)
Título:
Enviado por: Nukualofa77 em Setembro 08, 2009, 09:29:26 pm
Ministério da Defesa confirma a escolha do Rafale

Escrito por Defesa Brasil  
Seg, 07 de Setembro de 2009 14:47

Avanços nas negociações ocorreram na noite deste domingo (06).
Da Redação

O Ministério da Defesa acaba de confirmar pelo seu twitter oficial as negociações para a compra de 36 caças Rafale para a Força Aérea Brasileira. Os Presidentes Lula e Sarkozy anunciaram hoje que Brasil e França iniciaram negociação para adquirir 36 Rafales, no programa FX-2. A França poderá participar do programa KC-390 da Embraer com apoio no desenvolvimento e na compra de pelo menos 10 aviões.

O comunicado diz que "levando em conta a amplitude das transferências de tecnologia propostas e das garantias oferecidas pela parte francesa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a decisão da parte brasileira de entrar em negociações com o GIE Rafale para a aquisição de 36 aviões de combate".

Segundo o Ministro da Defesa Nelson Jobim, as  negociações que permitiram avanços na cooperação aeronáutica Brasil-França (FX-2 e KC-390) ocorreram na noite deste domingo (06/09).

http://defesabrasil.com/site/noticias/f ... rafale.php (http://defesabrasil.com/site/noticias/fab/ministerio-da-defesa-confirma-a-escolha-do-rafale.php)
Título:
Enviado por: 2dmaio em Setembro 08, 2009, 10:06:14 pm
Este sera o proximo caça da FAB no futuro.


(http://img524.imageshack.us/img524/4360/rafale1a.jpg)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Setembro 26, 2009, 01:08:46 pm
:arrow: http://vootatico.com.br/archives/2983 (http://vootatico.com.br/archives/2983)

1º voo do Mi-35 ou AH-2 Sabre (detesto estas nomenclaturas) da FAB
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Paisano em Outubro 10, 2009, 06:40:11 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 16, 2009, 12:26:30 pm
Desenvolvimento da tecnologia de propulsão líquida no programa espacial Brasileiro:

 :arrow: http://www.ecsbdefesa.com.br/defesa/fts/TPLB.pdf (http://www.ecsbdefesa.com.br/defesa/fts/TPLB.pdf)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: borisdedante em Outubro 31, 2009, 04:51:03 pm
http://www.segurancaedefesa.com/Rafale_nova_visao.html (http://www.segurancaedefesa.com/Rafale_nova_visao.html)

Rafale: uma visão atual

Mário Roberto Vaz Carneiro

A perspectiva da decisão do governo brasileiro quanto à aquisição de sua nova aeronave de combate (Programa F-X2) tem tido um efeito interessante na opinião pública. Pelo menos em passado recente, não há notícia que um programa para aquisição de material de emprego militar tenha mobilizado de tal maneira a opinião pública e a mídia nacionais.
Os finalistas — americanos, suecos e franceses — não poupam esforços na promoção das vantagens de seus respectivos modelos. Embora a seleção do F/A-18E/F Super Hornet não seja vital para a sobrevivência da Boeing como produtora de sistemas de defesa, os americanos têm em jogo questões de prestígio e influência geopolítica — principalmente quando se considera o contexto do descobrimento de novas e substanciais reservas de petróleo e gás em áreas brasileiras, que permitiriam aos EUA uma menor dependência das reservas do conturbado Oriente Médio.
Os franceses também levam em consideração os dois fatores mencionados, até como forma de contraposição à influência dos Estados Unidos. Entretanto, em termos industriais têm muito mais em jogo do que os americanos, pois uma encomenda brasileira — mesmo que de porte médio — significaria muito em termos de manutenção de empregos e continuação da atividade do sofisticadíssimo segmento da produção de aeronaves de combate e de seus subsistemas.
Influência geopolítica não é uma área em que os suecos estejam interessados, mas a escolha do Gripen NG pelo Brasil traria significativa economia aos cofres oficiais da Suécia, com a diluição dos custos de desenvolvimento da nova variante de seu caça. Além disso, uma possível encomenda Brasileira seria um grande “empurrão” nas possibilidades de exportação dos caças tanto da França como da Suécia.
O Presidente da República e o Ministro da Defesa já declararam entusiasticamente sua preferência pela solução francesa. Entretanto, observando-se a forma mais comedida como a Rafale International tratou essas declarações, é de se supor que não há certeza se isso significou um impulso às suas intenções ou se, pelo contrário, teve um efeito oposto.
Os parâmetros para que se tome uma decisão a respeito de uma compra como a pretendida são inúmeros e variadíssimos, não cabendo sua descrição no escopo do presente texto. O fato é que as três aeronaves são bastante capazes, e cada uma delas tem seus pontos positivos. Assim, sem enveredar por análises simplistas que levem a essa ou aquela escolha, o presente artigo busca dar aos leitores uma visão atualizada da proposta francesa e de sua aeronave, o Rafale.
Para começar, vale uma descrição de como está montada a estrutura que produz o Rafale. A “holding” GIMD, controlada pela família Dassault, tem 50,55% da Dassault Aviation (a EADS tem 46,20%, enquanto os restantes 3,13% são de particulares). A Dassault Aviation detém 60% do Rafale GIE (Thales e SAFRAN têm, cada uma, 20%) — lembrando que o GIMD possui 26% da Thales. Por aí se constata que o Rafale está profundamente enraizado em quatro gigantes da indústria aeroespacial francesa: Dassault (célula), Thales (aviônicos) e SAFRAN (motores, através da SNECMA) e EADS (armamento). Esse aspecto é um ponto positivo para a proposta francesa.
O porte da Dassault Aviation pode ser aquilatado pelo valor de sua receita em 2008: foram €373 milhões, dos quais 66% provenientes de exportações. Ao se fechar 2008, a empresa tinha uma carteira de encomendas de quase €6 bilhões, dos quais mais de €1 bilhão se referiam ao setor militar.
Na França, a produção da célula Rafale está dividida por várias instalações da Dassaut, como Argentuil (peças secundárias), Argonay (controles de voo), Pitiers (“canopy”, pirotécnicos e “canards”), Martignas (asas) e Mérignac (montagem final, e trabalhos na linha de voo — nessa, que tem área de 137.000m2, trabalham 1.300 funcionários). Em Istres são realizados os ensaios em voo, e em Cazaux os testes com armamento. A Dassault tem capacidade para produzir até 25 Rafale por ano, mas a atual cadência de produção é de 11 aviões a cada doze meses.


O Rafale foi projetado e desenvolvido para ser o único avião de combate de alto desempenho da França, operando tanto no Armée de l'Air (AdA, a Força Aérea francesa) como na Aéronavale (Aviação Naval francesa). Para isso, foi concebido para realizar com eficiência tarefas ar-ar, ar-solo e de reconhecimento, além de poder executar reabastecimento em voo de outros Rafale, com o uso de um “buddy pack”. Atualmente o AdA ainda utiliza o Mirage 2000-5 e o Mirage 2000D, mas à medida que for aumentando a quantidade de Rafale entregues, os Mirage irão sendo paulatinamente desativados.
Até o momento já foi contratada a produção de 120 aeronaves, tarefa que deverá estar concluída até 2012. Já foram entregues 78 aeronaves (27 para a Marinha, 49 para a Força Aérea). A partir de 2012 será introduzido o padrão F3+, com radar AESA (o primeiro exemplar de produção estará pronto em 2011), novo sistema de alerta de mísseis e FSO (Front Sensor Optronics). O F3+ poderá operar com o míssil ar-ar de médio alcance Meteor. A produção total prevista para as forças armadas francesas é de 294, dos quais 60 para a Marinha e 234 para a Força Aérea.
Tudo o que falaremos aqui se referirá ao Rafale C/B que o AdA opera desde 2004, e que atingiu a operacionalidade em 2006. A versão da Aeronavale difere basicamente por ter trem de pouso e estrutura reforçados para resistir aos esforços decorrentes da operação em navios-aeródromo.

Rafale BR
Como seria de se esperar, o vice-presidente da Dassault, Eric Trappier, foi bastante cauteloso em suas declarações durante a visita do autor à Dassault. Isso é plenamente justificável, pois na fase final de uma competição tão acirrada, qualquer declaração em falso pode gerar prejuízos de monta.
Entretanto, o executivo confirmou que, de acordo com as leis vigentes na França, a autorização para transferência de tecnologia cabe somente ao Poder Executivo, e deve preceder qualquer proposta comercial. No caso da negociação com o Brasil, a autorização para a exportação da aeronave e seus sistemas já foi concedida, e o fabricante informa que o mesmo foi feito com relação à transferência das tecnologias envolvidas. O Brasil também comercializaria quaisquer eventuais exportações do avião na América Latina, o que, pelo menos em princípio, não teria nenhum efeito prático a curto/médio prazos, por razões ligadas à disponibilidade de recursos por parte dos países da área.


A proposta francesa inclui compensações (“offsets”) equivalentes a 160% do valor do contrato comercial, e foram apresentados 67 projetos já formalizados junto a 38 empresas/entidades. Alguns dos nomes envolvidos do lado brasileiros dispensam apresentações, e provavelmente terão participação ativa qualquer que seja a proposta vencedora. É o caso, por exemplo, de Embraer, Atech, CTA/ITA (desenvolvimento de um motor para VANT), Condor, Omnisys, etc.
Com respeito à Embraer, caso o Rafale BR seja o escolhido, a França promete apoiar o programa do KC-390. A Dassault se envolveria no desenvolvimento do caixão da asa, nos sistemas digitais, na oficina de desenvolvimento dos controles de voo e na autoproteção, enquanto a Thales participaria na aviônica do KC-390, propondo um nível tecnológico semelhante ao do Airbus A380.
Entre os setores cujas tecnologias a França transferiria para o Brasil estão: VANT, furtividade, materiais compostos, interoperabilidade, inserção em Operações Centradas em Redes, optrônica, “software” de radar, sistemas digitais de controle de voo, etc. Também seria desenvolvida a capacidade nacional com respeito a tecnologias-chave na área de motores, e a “expertise” sobre o motor M88 seria repassada de forma a que o Brasil tivesse completa autonomia de manutenção.
Como foi solicitado pelo Comando da Aeronáutica, a proposta francesa engloba 28 monopostos e oito bipostos, Segundo os executivos da Rafale International, as aeronaves brasileiras serão exatamente iguais às do AdA, excetuando-se apenas itens que o Brasil especifique de forma diferente.
Evidentemente, o índice de nacionalização da produção da aeronave será negociado de acordo com a quantidade de aviões que efetivamente serão adquiridos, mas para 36 exemplares a idéia seria que os seis primeiros fossem totalmente produzidos e montados na França, (inclusive processos de aceitação e entrega) com o acompanhamento/treinamento de 20 a 30 técnicos/engenheiros brasileiros. Os 30 restantes teriam sua montagem final no Brasil: os componentes seriam produzidos na França e trazidos por via aérea para as instalações da Embraer em Gavião Peixoto, onde ocorreria a montagem final e os processos de aceitação e entrega. Obviamente, o índice de nacionalização das aeronaves iria aumentando com o tempo, mais seus exatos valores não foram revelados. Tomando-se a assinatura do contrato como marco zero, a produção do último Rafale BR seria concluída no mês 3 do ano 7.
Inquiridos sobre a recente colisão entre dois Rafale da Aéronavale, os executivos da Dassault informaram que ainda é cedo para emitir uma conclusão definitiva, já que as investigações estão em andamento. Confirmaram, porém, que de forma preliminar a Aéronavale revelou que aparentemente houve erro humano.


A proposta francesa inclui compensações (“offsets”) equivalentes a 160% do valor do contrato comercial, e foram apresentados 67 projetos já formalizados junto a 38 empresas/entidades. Alguns dos nomes envolvidos do lado brasileiros dispensam apresentações, e provavelmente terão participação ativa qualquer que seja a proposta vencedora. É o caso, por exemplo, de Embraer, Atech, CTA/ITA (desenvolvimento de um motor para VANT), Condor, Omnisys, etc.
Com respeito à Embraer, caso o Rafale BR seja o escolhido, a França promete apoiar o programa do KC-390. A Dassault se envolveria no desenvolvimento do caixão da asa, nos sistemas digitais, na oficina de desenvolvimento dos controles de voo e na autoproteção, enquanto a Thales participaria na aviônica do KC-390, propondo um nível tecnológico semelhante ao do Airbus A380.
Entre os setores cujas tecnologias a França transferiria para o Brasil estão: VANT, furtividade, materiais compostos, interoperabilidade, inserção em Operações Centradas em Redes, optrônica, “software” de radar, sistemas digitais de controle de voo, etc. Também seria desenvolvida a capacidade nacional com respeito a tecnologias-chave na área de motores, e a “expertise” sobre o motor M88 seria repassada de forma a que o Brasil tivesse completa autonomia de manutenção.
Como foi solicitado pelo Comando da Aeronáutica, a proposta francesa engloba 28 monopostos e oito bipostos, Segundo os executivos da Rafale International, as aeronaves brasileiras serão exatamente iguais às do AdA, excetuando-se apenas itens que o Brasil especifique de forma diferente.
Evidentemente, o índice de nacionalização da produção da aeronave será negociado de acordo com a quantidade de aviões que efetivamente serão adquiridos, mas para 36 exemplares a idéia seria que os seis primeiros fossem totalmente produzidos e montados na França, (inclusive processos de aceitação e entrega) com o acompanhamento/treinamento de 20 a 30 técnicos/engenheiros brasileiros. Os 30 restantes teriam sua montagem final no Brasil: os componentes seriam produzidos na França e trazidos por via aérea para as instalações da Embraer em Gavião Peixoto, onde ocorreria a montagem final e os processos de aceitação e entrega. Obviamente, o índice de nacionalização das aeronaves iria aumentando com o tempo, mais seus exatos valores não foram revelados. Tomando-se a assinatura do contrato como marco zero, a produção do último Rafale BR seria concluída no mês 3 do ano 7.
Inquiridos sobre a recente colisão entre dois Rafale da Aéronavale, os executivos da Dassault informaram que ainda é cedo para emitir uma conclusão definitiva, já que as investigações estão em andamento. Confirmaram, porém, que de forma preliminar a Aéronavale revelou que aparentemente houve erro humano.

Em combate
Os dois esquadrões do Armée de l'Air equipados com o Rafale são o 1/7 “Provence” e o 1/91 “Gascogne”, ambos sediados em St. Dizier (BA113). O primeiro é uma unidade de caça e também faz a conversão operacional para o modelo, enquanto o 1/91 tem a missão nuclear (atualmente dividida com o Mirage 2000D, mas que eventualmente será assumida totalmente pelo Rafale). No momento existem em St. Dizier 36 Rafale, 70% dos quais são bipostos. A razão da superioridade numérica de bipostos é parcialmente explicada pelo fato de que as aeronaves encarregadas do uso de armamento nuclear são todas bipostos.
O 1/7 foi o primeiro esquadrão a atingir nível total de operacionalidade com o Rafale, e tem atualmente (outubro de 2009) 32 pilotos, sendo 26 graduados e seis em processo de conversão. Além de pilotos jovens, o esquadrão recebe para conversão para o Rafale pilotos já experimentados, mas provenientes de unidades que operam outros jatos, e também Oficiais de Sistemas de Armas com experiência em Mirage 2000D/N, para adequação ao Rafale. A unidade também treina regularmente pilotos para o 1/91, e esporadicamente pilotos da Marinha, do Centro de Ensaios em Voo e da Escola de Pilotos de Provas.


A média anual de voo de cada piloto é de 180 horas por ano. O 1/7 mantém dois Rafale permanentemente em alerta (QRA) em Mont de Marsan, com dois pilotos e cinco mecânicos. Além disso, participa regularmente de exercícios na França e em outros países (inclusive no “Red Flag”, em 2008).
Durante a visita do autor, o comandante do 1/7 passou algumas informações interessantes quanto ao uso do Rafale no Afeganistão (“Operação Serpentaire”), onde o 1/7 já enviou destacamentos por três vezes: 2007 (maio-julho), 2008 (fevereiro-maio) e 2009 (janeiro-junho). Nesses 13 meses, foram voadas 2.500 horas. O esforço aéreo francês inclui três Rafale (com 5 pilotos) e três Mirage 2000D (com seis pilotos), sediados em Kandahar. Segundo o comandante do “Provence”, em 2009 os Rafale voaram 850 horas em 260 missões, não tendo nenhuma missão sido cancelada em razão de problemas com a aeronave. A disponibilidade foi de 96%.
Cada missão emprega um Mirage 2000D (com duas bombas GBU-12 mais um casulo de marcação de alvos) e um Rafale (4 bombas GBU-12 ou AASM). Isso porque o Rafale ainda não está integrado com o casulo de marcação de alvos por laser, e para isso depende da presença do Mirage. As missões têm em média 4-5 horas de duração, e são feitos em média três reabastecimentos em voo.
O canhão é considerado bastante adequado ao uso em contra-insurgência, já que seus efeitos são pouco dispersos e uma rajada curta (normalmente de 20 tiros aproximadamente) pode ser usada como aviso de que determinado setor ou prédio deva ser evacuado, já que a próxima será disparada contra o alvo propriamente dito — dessa forma, minimizam-se os “danos colaterais”.
A GBU-12 é uma bomba de origem americana, guiada por laser. As condições atmosféricas reinantes no Afeganistão, entretanto, tornam a designação de alvos por laser um recurso ineficaz por aproximadamente 3 meses por ano. Já a AASM, produzida pela França, é uma Mk.82 com guiagem por GPS, e é empregada em maior número pelo Rafale do que a GBU-12. Ela permite que possa ser selecionada uma trajetória vertical no trecho final, o que elimina qualquer erro na determinação da altitude do alvo, algo muito importante em regiões montanhosas. A AASM possui um motor a foguete, o que aumenta em muito seu alcance. Este recurso, entretanto, não é utilizado no Afeganistão. Lá, ela é apenas usada como uma bomba planadora, pois seu uso AM alcances mais longos acabaria por gerar interferências com atividades aéreas em áreas próximas. Seria possível ao Rafale lançar até seis AASM numa só passagem, contra seis alvos diferentes, e atualizar a posição de qualquer um dos diferentes pontos de impacto com o uso dos sensores de bordo.


A partir de 2010, o Rafale já estará utilizando o casulo Damocles (que dispõe de recursos laser e infravermelho), e os tripulantes disporão de Óculos de Visão Noturna, o que permitirá que, ao contrário do que acontece presentemente, o Rafale podereá designar seus próprios alvos e executar missões noturnas.
O comandante do 1/7 declarou que desde a operação “Anaconda” (em que foram perdidos 5 helicópteros e sofridas mais de 30 baixas), nenhuma operação terrestre no Afeganistão prescinde de apoio aéreo. Na realidade, são mantidos no espaço aéreo afegão pelo menos seis caças no ar 24 horas por dia, sete dias por semana.

Simulação
Em St. Dizier localiza-se também o Centre de Formation des Équipages Rafale (Centro de Formação de Equipagens do Rafale), e alguns comentários são de especial interesse devido ao fato de que, caso o Rafale vença a concorrência FX-2, é lá que serão adestrados os primeiros pilotos brasileiros. O Centro conta com quatro “cockpits”, que utilizam componentes reais do sistema de armas do Rafale, incluindo o sistema de guerra eletrônica SPECTRA. Cada “cockpit” pode ser modificado em uma hora (para representar variantes monoposto do AdA e da Aéronavale, ou o “cockpit” traseiro). Há também 300 PCs, interligados em quatro redes e com quatro servidores táticos dedicados a meios virtuais (ar-ar e ar-solo, etc.).
O Centro de Simulação do Rafale está totalmente operacional desde dezembro de 2008. Nele, os tripulantes podem ser treinados em missões complexas, com até quatro pilotos atuando simultaneamente no mesmo “mundo”, participando em missões de Patrulha Aérea de Combate, ataque (com AASM e SCALP), apoio aéreo aproximado (com AASM, GBU-12 e canhão). E isso tudo numa complexa situação tática, que pode envolver até 50 meios aéreos de tipos diferentes (AWACS, caças — amigos e inimigos), 80 mísseis antiaéreos ou navios, etc. O servidor tático simula: mísseis ar-ar e superfície-ar, trajetória ar-ar, probabilidade de impacto, “replay”, contatos radar, interferência, Comando e Controle, REVO, Link 16, IFF, prédios para missões de apoio aéreo aproximado e “debriefing” dos impactos, simulação de comboios com veículos civis e militares, etc.


Conclusão
O Rafale á um digno herdeiro de uma longa linha de caças a jato franceses, que inclui nomes como Ouragan, Mystère, Super Mystère, Mirage III, Mirage F1 e Mirage 2000 — e é, justificadamente, o orgulho da indústria aeroespacial do país.
Os três finalistas da concorrência F-X2 representam o estado da arte em termos de caças ocidentais, e o “road map” da evolução de cada um deles garantirá que o Brasil disponha de uma frota eficaz de caças ao longo dos próximos 30 anos. Caso, é claro, considerações e ingerências políticas e/ou orçamentárias não venham a atrapalhar ou até mesmo inviabilizar os passos necessários.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: ShadIntel em Novembro 02, 2009, 02:28:46 pm
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Venda de caças irá aproximar EUA e Brasil, diz secretária

A subsecretária americana de Estado para Controle de Armas e Segurança Internacional, Ellen Tauscher, afirmou que a venda dos caças F-18 da Boeing à Força Aérea Brasileira irá aproximar os governos dos Estados Unidos e do Brasil. Segundo Tauscher, a compra dos aviões americanos tornará a relação estratégica entre os dois países mais dinâmica e profunda. As afirmações foram dadas ao em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo.

De acordo com o jornal, Tauscher esteve no Brasil em agosto para entregar ao governo uma carta da secretária Hillary Clinton, a quem se reporta diretamente. A respeito da vantagem que os franceses fabricantes dos caças Rafale da Dassault, teriam na disputa, Tauscher disse acreditar na escolha, pois os Estados Unidos possuem o melhor avião, além da maior empresa aeroespacial do mundo.

A secretária também afirmou ao Estado que a venda dos caças americanos ao Brasil possui um empenho pessoal dela, da secretária Hillary Clinton, do secretário de Defesa, Robert Gates, e do presidente americano, Barack Obama.

Para Tauscher, o Brasil estaria perdendo a melhor oportunidade de compra, já que o governo americano garante a transferência de tecnologia.
http://noticias.terra.com.br/brasil/not ... taria.html (http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4076594-EI7896,00-Venda+de+cacas+ira+aproximar+EUA+e+Brasil+diz+secretaria.html)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Paisano em Novembro 02, 2009, 03:47:27 pm
CONFIRA OS AVIÕES DE CAÇA QUE O GOVERNO BRASILEIRO QUER COMPRAR:

http://video.globo.com/Videos/Player/No ... AR,00.html (http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1152091-7823-CONFIRA+OS+AVIOES+DE+CACA+QUE+O+GOVERNO+BRASILEIRO+QUER+COMPRAR,00.html)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: ShadIntel em Novembro 02, 2009, 05:19:18 pm
Citação de: "Paisano"
CONFIRA OS AVIÕES DE CAÇA QUE O GOVERNO BRASILEIRO QUER COMPRAR:

http://video.globo.com/Videos/Player/No ... AR,00.html (http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1152091-7823-CONFIRA+OS+AVIOES+DE+CACA+QUE+O+GOVERNO+BRASILEIRO+QUER+COMPRAR,00.html)
Obrigado pelo vídeo, Paisano.

Até mete inveja. Não os caças em si, mas a forma positiva como é apresentada num programa televisivo a compra de aeronaves de combate...
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Leonardo Besteiro em Novembro 09, 2009, 12:00:56 am
Paisano o vídeo sobre a patrulha marítima e muito legal, obrigado por tê-lo postado. Quanto ao vídeo sobre o F-X2 ele é legal, não é o melhor, mas é uma boa diversão. Para mim o vencedor do F-X2 será o Gripen NG, eu torço por ele, pois pelo que eu li até agora ele será o melhor para o Brasil. Ele possibilitará do Brasil participar do desenvolvimento de um caça avançado, detendo os códigos fontes e adquirindo modernas tecnologias. Além de ser o mais barato para se adquirir e manter. Um abraço e até.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: ShadIntel em Dezembro 10, 2009, 10:56:41 am
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Compra de jatos deve ficar para 2010, diz Jobim

BRASÍLIA - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse nesta quarta-feira (9) que somente em 2010 o governo deverá concluir a licitação para a compra dos 36 novos aviões de combate que irão substituir parte da atual frota da Força Aérea Brasileira (FAB). Segundo Jobim, que havia dito que a empresa vencedora seria anunciada ainda este mês, o “tempo está escasso” para que isso aconteça.

“A Força Aérea ainda não me entregou o trabalho [a análise técnica das propostas apresentadas pelas três empresas concorrentes]. Vai entregar talvez na semana que vem e eu creio que isso vai ficar para o início do ano que vem”. Ele reafirmou que a decisão final sobre o negócio será política e caberá ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Três empresas disputam o contrato milionário com o governo brasileiro: a francesa Dassault, fabricante do caça Rafale; a norte-americana Boeing, produtora do modelo F-18 Super Hornet e a sueca Saab, com o modelo Gripen NG.

A previsão inicial era de que a FAB concluísse a análise técnica das propostas e entregasse o resultado ao ministro até o fim de outubro. Cumprida essa etapa, o ministério iria repassar seu relatório ao presidente Lula para que ele então tomasse a decisão final.

As três concorrentes estão sendo avaliados em cinco áreas consideradas prioritárias pelo governo brasileiro: transferência de tecnologia; domínio brasileiro do sistema de armas oferecido; acordos de compensação e participação da indústria nacional, além de aspectos técnico-operacional e comercial. O domínio do sistema de armas irá garantir que o Brasil use, sem qualquer restrição, os armamentos próprios, já existentes ou a serem desenvolvidos.
DCI (http://http)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Paulo Gama em Dezembro 12, 2009, 09:16:46 am
O que ditara a compra dos caças, sera as contrapartidas. E nisso a frança leva grande vantagem, pois o Brasil quer a todo o custo a construção do submarino nuclear, e os franceses são os unicos que estão em condições de ceder essa tecnologia, pois os americanos jamais cederão a tecnologia para que um pais terceiro tenha os ditos submarinos. :new_argue:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: pchunter em Dezembro 12, 2009, 12:57:47 pm
Caso escolham o Rafale é bom que a economia do Brasil continue a crescer caso contrario quero ver quem vai pagar a manutenção dos bichos.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Paisano em Dezembro 13, 2009, 02:38:56 am
Com a devida venia do colega de DB, R.A.Barros:

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: borisdedante em Dezembro 20, 2009, 11:33:19 pm
http://www.istoe.com.br/reportagens/326 ... IANTAMENTO (http://www.istoe.com.br/reportagens/32608_O+CUSTO+DO+ADIANTAMENTO)

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O custo do adiantamento
Demora do governo em definir qual caça equipará a Força Aérea atrasa planos de defesa do País e ameaça credibilidade da negociação com os três finalistas
Claudio Dantas Siqueira e Octávio Costa

A concorrência para a compra de 36 jatos de combate pela FAB, estimada em R$ 10 bilhões, parece uma novela sem fim. No capítulo mais recente, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou novo adiamento na escolha dos caças, desta vez para janeiro de 2010. Não informou os motivos e o comando da FAB mantém-se em silêncio para não quebrar a hierarquia. O custo dessa indefinição é enorme, pois afeta não só a credibilidade da negociação como atrasa os planos de defesa do País, que vê seu espaço aéreo vulnerável. “Não dá para ficar nessa ladainha. Seja pelo critério político, seja pelo técnico, é preciso resolver logo”, afirma o coronel reformado Geraldo Cavagnari, do Núcleo de Estudos Estratégicos da Unicamp. Ele explica que, uma vez decidida a compra, correrão mais seis meses até a assinatura do contrato. Para o analista de segurança internacional Gunther Rudzit, é necessário evitar que se repita o insucesso do programa F-X, adiado no último ano do governo FHC e, finalmente, cancelado em 2003. O Brasil precisa com urgência de uma geração de caças de combate para garantir a segurança dos céus e de suas riquezas no mar territorial. ISTOÉ obteve detalhes sigilosos das ofertas dos finalistas: o francês Rafale, da Dassault, o americano F-18 Super Hornet, da Boeing, e o sueco Gripen NG, da Saab.

O relatório da FAB mostra os pontos positivos e negativos de cada avião usando um código de cores (azul, amarelo e vermelho), em vez de notas. Dos três, o jato francês apresenta o pacote tecnológico mais abrangente e o sueco aparece, à primeira vista, como o de melhor preço. Seu valor unitário, sem o pacote de armamentos e os custos de manutenção, é de US$ 50 milhões. Seria um bom negócio, não fosse o Gripen NG apenas um projeto em desenvolvimento. Isso torna impossível calcular seu custo real e garantir o cumprimento dos prazos de entrega. Apesar da expectativa de desenvolvimento conjunto com a Embraer, a cúpula da Defesa sabe que escolher o Gripen NG seria como assinar um cheque em branco. A FAB marcou esse item em vermelho. “Não dá para comprar o que está na prancheta”, adverte Cavagnari. De fato, os registros históricos do setor aéreo no mundo atestam a precariedade de estimativas sobre um avião ainda não operacional. O F-18 Super Hornet, por exemplo, apresentou variação média de 100% entre o valor previsto inicialmente pelosfabricantes e seu custo final do projeto, que chegou a US$ 9,5 bilhões.

Apesar disso, o caça americano é oferecido hoje a um preço estável de US$ 55 milhões. No caso do Rafale, até ficar plenamente operacional, foram necessários 7,5 bilhões de euros (US$ 10,9 bilhões), uma diferença de 50% em relação à estimativa inicial. Seu preço unitário sem armamentos e suporte era de 94 milhões de euros (US$ 136 milhões) quando começou a ser vendido, mas baixou depois para 54 milhões de euros (US$ 78 milhões). Esse é o valor oferecido ao Brasil na última proposta e o mesmo praticado pela Dassault com o governo francês. Além da questão do preço, levantada pelo presidente Lula durante a visita do colega francês Nicolas Sarkozy aBrasília em setembro, está em jogo o prazo. Segundo Cavagnari, o setor de defesa está num processo de desmonte avançado, que começou em 1995. “Temos carências imediatas de poder aéreo que precisam ser solucionadas”, explica. E aí surge outro problema. A FAB quer receber os primeiros aviões em 2014. Quem garante entregar o pedido em tempo hábil? A Dassault está com a linha de produção do Rafale aquecida por novas encomendas do governo francês, o que dá segurança ao cumprimento dos prazos. A Boeingtradição de pontualidade nas vendas do F-18. Já a Saab deve levar oito anos para tornar seu caça operacional. Por exemplo: o radar que vai equipar o Gripen começou a ser desenvolvido só este ano.

“Para se ter uma ideia, a Saab desenvolve o radar Caesar para o caça Typhoon há cinco anos e a previsão para ficar pronto é 2016. Agora dizem que podem desenvolver um radar similar, o Raven, para equipar o Gripen NG, até 2011. Acho bastante improvável”, afirma o especialista Pedro Paulo Rezende. Outro ponto importante na análise  da FAB é o custo da hora-voo. Um avião que consome demais torna-se inviável a longo prazo. A hora-voo do F-18 está em US$ 11 mil, enquanto a do Rafale é de US$ 14 mil. Já a do Gripen, segundo a Saab, seria de US$ 4 mil. Mas a Comissão Técnica do FX- 2 (Copac), a partir de cálculos baseados em dados de manutenção extrapolados do Gripen C/D (versão anterior ao NG), encontrou um valor bem diferente: US$ 8 mil. Da mesma forma, a Noruega e a Holanda, ao avaliarem o caça sueco, chegaram ao valor de US$ 10 mil. A divergência de informações levou a FAB a marcar esse item do Gripen em amarelo, de atenção. O F-18 ganhou azul nesse quesito, mas avermelhou no item “assinatura-radar”, que significa o rastreamento pelos radares inimigos. O Rafale, segundo dados oficiais, é o caça mais “invisível” dentre os concorrentes.

Em recente exercício simulado com a Marinha americana, os jatos franceses “derrubaram” seis caças F-18 e perderam só duas aeronaves. Os pilotos americanos disseram que só conseguiam ver o Rafale no radar quando já era tarde demais para reagir. Agora, quem precisa agir rápido é o governo brasileiro.

Mais uma vez o site troca uma fotografaria do Rafale pela de um Grippen.

(http://img687.imageshack.us/img687/8894/mi2582240072082335.th.jpg) (http://http)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 22, 2009, 11:42:02 am
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Na tarde desta quarta-feira (16) o segundo maior avião do mundo, identificado pela Aeronáutica Brasileira como Antonov NA-124-100, pousou no Aeroporto Governador Jorge Teixeira em Porto Velho para deixar os dois helicópteros MI-35 de fabricação Russa na Base Aérea na capital rondoniense. As aeronaves fazem parte do Plano Segurança Nacional, que dentro de suas estratégias, está a de aumentar a vigilância do espaço aéreo na Amazônia.

De acordo com os militares da Base Aérea de Porto Velho, o comando da Aeronáutica, exigiu que restringisse o acesso de populares e militares de baixa patente, tanto é que o expediente finalizou às 14h00 como medida de segurança.

“Poxa eles deviam pelo menos deixar a gente ver mais de perto esta obra prima que o homem construiu”, disse Elisangela Barros, uma espectadora que estava no aeroporto na expectativa de ver o gigante avião. Populares e fãs da aviação mundial não perderam a oportunidade e tentaram registrar de onde podiam o mega-avião. Segundo fontes extra-oficiais o Antonov NA-124-100 decola ainda nesta noite (16) ou ás 05h00 da manhã desta quinta-feira (17).

Populares e fãs da aviação mundial não perderam a oportunidade e tentaram registrar de onde podiam o mega-avião. Segundo fontes extra-oficiais o Antonov NA-124-100 decola ainda nesta noite (16) ou ás 05h00 da manhã desta quinta-feira (17).
http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/36-noticias/930-segundo-maior-aviao-do-mundo-pousa-em-porto-velho-para-deixar-helicopteros-russos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: pchunter em Janeiro 05, 2010, 02:43:26 pm
FAB prefere caça sueco, diz jornal

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O relatório técnico da Força Aérea Brasileira (FAB) sobre a avaliação dos caças que disputam a concorrência para servir às Forças Armadas apontou preferência da Aeronáutica pelo modelo sueco, o Gripen NG.

 

A recomendação contraria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que já manifestaram publicamente a preferência pelo francês Rafale. A decisão final é de Lula, que pode desconsiderar o relatório. A informação foi publicada nesta terça-feira (5) pelo jornal "Folha de São Paulo".

De acordo com a reportagem, o modelo sueco é o preferido da FAB principalmente pela questão econômica. A expectativa é que o Gripen NG custe a metade do preço do Rafale. O custo de manutenção também seria bem menor do que o principal concorrente. Quem vai arcar com o custo de manutenção é a própria FAB, o que justificaria a maior preocupação com o aspecto econômico.

A principal crítica que tem sido feito aos caças suecos é ao fato de o modelo ser monomotor enquanto os concorrentes Rafale e o norte-americano Super Hornet terem dois motores. Este questionamento ao caça sueco, no entanto, não foi endossado pela FAB, que não considerou este fato como negativo. Para a Aeronáutica, segundo o jornal, este é um problema menor em aviões modernos e influencia pouco na incidência de acidentes.

A recomendação da Aeronáutica deve criar constrangimentos para Lula e Jobim, uma vez que em 7 de setembro chegou a ser anunciada a decisão do Brasil de entrar em negociações com a França para a compra do Rafale. O anúncio aconteceu na presença do presidente Nicolas Sarkozy.

 

Segundo a reportagem, o principal problema apontado é que o modelo francês é um caça pronto, enquanto o sueco ainda está em desenvolvimento. Por isso, a transferência de tecnologia seria maior se o negócio fosse fechado em torno do Gripen NG. Outro fator que pesaria contra o Rafale seria o econômico. De acordo com o jornal, o preço foi considerado como proibitivo pelo relatório da FAB. O modelo francês, aliás, teria sido apontado como o pior dos três concorrentes, de acordo com o jornal.

 

De acordo com a "Folha de São Paulo", o relatório foi concluído pela Comissão Coordenadora do Programa Aeronaves de Combate (Copac) e já foi ratificado pelo Comando da Aeronáutica no dia 18 de dezembro. O trabalho já teria chegado às mãos de Jobim.

 

A assessoria do ministério da Defesa disse ao G1 que Jobim só tratará do tema na próxima semana, quando retorna de férias. O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica afirmou que a FAB só se manifestará oficialmente junto com o ministério.

Apesar da questão técnica, a decisão final cabe ao presidente Lula. Ele pode ignorar a preferência da FAB e escolher qualquer um dos três modelos que seguem na concorrência. A tendência é que o escolhido seja anunciado no início deste ano.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1434940-5601,00-FAB+PREFERE+CACA+SUECO+DIZ+JORNAL.html
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Lancero em Janeiro 05, 2010, 10:46:38 pm
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FAB nega entrega de relatório sobre caças a Jobim
Plantão | Publicada em 05/01/2010 às 17h21m
Reuters/Brasil Online

SÃO PAULO (Reuters) - A Força Aérea Brasileira negou, em comunicado nesta terça-feira, ter apresentado seu relatório sobre a concorrência para a compra de 36 caças ao Ministério da Defesa, mas reconheceu que a análise já foi concluída.

A FAB, no entanto, não fez menção a uma suposta preferência pelas aeronaves suecas na disputa, conforme publicou a edição desta terça-feira do jornal Folha de S.Paulo.

Segundo o jornal, o relatório sobre a concorrência, conhecida como projeto F-X2, entregue ao ministro Nelson Jobim, apontava preferência dos militares pelo caça Gripen NG da sueca Saab. O F-18 da norte-americana Boeing ficava em segundo lugar, e o Rafale, da francesa Dessault Aviation, em terceiro.

"O Comando da Aeronáutica, por meio da Comissão Gerencial do Projeto F-X2, encerrou o relatório final de análise técnica das aeronaves concorrentes e destaca que, até o presente momento, não o encaminhou ao Ministério da Defesa", afirmou a FAB em comunicado.

Procurado pela Reuters, o Ministério da Defesa disse não ter informações sobre o recebimento do relatório, sem fazer mais comentários.

PARCERIA ESTRATÉGICA

Em Paris, a presidência da França não quis comentar a notícia, declarando: "Estamos serenos".

Uma fonte próxima ao Ministério da Defesa da França descreveu o artigo na Folha como "rumor". E acrescentou que "além da questão industrial, o Rafale implica ainda uma parceria estratégica entre a França e o Brasil".

"Não há nenhuma comparação a fazer entre os dois aparelhos (o Gripen e o Rafale)", disse essa mesma fonte. "Eles não têm as mesmas características técnicas nem as mesmas funções".

A escolha de novos caças para substituir a frota atual da FAB, que especialistas classificam de obsoleta, vem se arrastando desde o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que, no último ano de seu mandato, em 2002, decidiu deixar a decisão sobre a compra para Lula, seu sucessor.

Inicialmente, Lula cancelou o projeto, então conhecido como F-X, mas em maio de 2008 foi criado o projeto F-X2 e, em novembro do mesmo ano, selecionados como finalistas o Rafale, o Gripen NG e o F18 Super Hornet.

Nem a FAB nem as empresas concorrentes divulgam valores, mas uma fonte do governo francês chegou a afirmar que a proposta francesa era de 5 bilhões de euros. O Rafale é apontado por especialistas como a opção mais cara entre os três concorrentes.

O cronograma inicial do F-X2 previa o anúncio da escolha do novo caça em outubro do ano passado, mas uma decisão final sobre o assunto, que cabe ao presidente Lula, vem sendo adiada desde então.

(Por Eduardo Simões; Reportagem adicional de Elizabeth Pineau e Yann Leguernigou em Paris)

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/0 ... 469388.asp (http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/01/05/fab-nega-entrega-de-relatorio-sobre-cacas-jobim-915469388.asp)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Janeiro 05, 2010, 11:04:01 pm
:guitar:  :mala:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Lancero em Fevereiro 09, 2010, 04:51:03 pm
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Defesa: Opção por aviões Rafale "é decisão soberana do Brasil" - ministério da Defesa francês    

   Paris, 08 fev (Lusa) - A opção de Brasília pelos caças Rafale ou por  outros aviões para a sua Força Aérea "é uma decisão soberana do Brasil",  afirmou hoje um responsável do Ministério da Defesa francês à Agência Lusa  em Paris.    

 

   "Estamos no quadro de um procedimento de concurso internacional e esse  concurso é gerido pelo cliente", declarou hoje o responsável de Desenvolvimento  Internacional na Direção Geral de Armamento francesa (DGA), Jacques de Lajugie.  

 

   "Este 'nós' não é um plural magestático. O Estado e as empresas (francesas)  colocaram à disposição do Brasil todas as informações pedidas para fundamentar  uma decisão" sobre a aquisição dos caças para a Força Aérea Brasileira (FAB),  acrescentou Jacques de Lajugie.  

 

   "A proposta francesa vai muito além da simples venda dos caças Rafale  à FAB. Envolve um programa muito extenso de transferência de tecnologia  e de cooperação industrial ao longo de muitos anos", salientou o mesmo responsável.  

 

   Jacques de Lajugie, que é também adjunto para Armamento do delegado  geral da DGA, falava à Lusa à margem da apresentação à imprensa do balanço  anual da instituição para 2009 e das perspetivas para 2010.  

 

   Ao apresentar o balanço de "um ano extraordinário que foi 2009", os  cinco responsáveis da DGA presentes não esconderam que o resultado do concurso  para a FAB terá um impacto, positivo ou negativo, sobre as perspetivas de  2010.  

 

   Jacques de Lajugie escusou-se, no entanto, a quantificar esse impacto,  notando apenas que "as expetativas de exportações não dizem apenas respeito  a aviões Rafale".  

 

   Laurent Collet-Billon, delegado geral de Armamento, referiu na conferência  de imprensa que 2010 é "um ano de concretização de perspetivas, perspetivas  importantes".  

 

   O contrato já assinado para a construção de quatro submarinos da classe  ScorpŠne, e a possibilidade de assistência na construção de um submarino  nuclear para a Marinha Brasileira, foram hoje realçados por Laurent Collet-Billon  ao passar em revista o ano excecional de 2009 para a indústria militar francesa.  

 

   O contrato dos ScorpŠne, que prevê a entrega do primeiro submarino ao  Brasil em 2015, está avaliado em mais de seis mil milhões de euros.  

 

   Um relatório exaustivo da FAB, divulgado pela imprensa brasileira em  dezembro de 2009, coloca o Rafale em terceiro e último lugar na avaliação  dos concorrentes ao fornecimento dos novos caças.  

 

   O Rafale, da empresa Dassault, ficou atrás do Gripen NG, da sueca Saab,  o mais bem avaliado, e o F-18 Super Hornet, da Boeing.  

 

   Os três modelos disputam um concurso promovido pelo Governo brasileiro  de cerca de 2,8 mil milhões de euros para aquisição de 36 caças para modernização  da FAB.  

 

   A avaliação da FAB, entregue ao Ministério da Defesa brasileiro, surgiu  na contracorrente de um acordo político, aparentemente consensual na preferência  pela opção Rafale, entre o Presidente brasileiro Luís Inácio "Lula" da Silva  e o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy.  
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 19, 2010, 06:04:40 pm
Citação de: "Flávio Rocha Vieira"
Boa noite a todos,

Interessante matéria publicada no site Poder Aéreo sobre as vantagens/desvantagens de uso por parte do Super Tucano de mísseis Ar-Ar.

Vale a pena ler.


Armamento ar-ar para o AT-29, uma análise da eficácia operacional

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Super-Tucano-A-29-500x257.jpg)
Por 1o. Ten.Av. FABIAN Antônio Machado

O trabalho a seguir ganhou o Prêmio Pacau Magalhães-Motta, ano de 2005 no.1. O conteúdo do texto reflete a opinião do autor, quando não citada a fonte da matéria, não representando necessariamente, a política ou prática da Associação Brasileira de Pilotos de Caça ou do Comando da Aeronáutica.


RESUMO

Esse trabalho faz uma análise da eficácia do armamento ar-ar do AT-29. Duas situações operacionais são definidas para estabelecer o desempenho de mísseis ar-ar lançados pela aeronave. Começará descrevendo o histórico das operações do AT-27 Tucano na região amazônica em missões de Defesa Aérea, destacando a carência de infra-estrutra ao apoio das operações. Logo após, fará uma comparação do armamento de cano do AT-27 com o do AT-29.

Em seguida listará as necessidades em logística, manutenção e treinamento necessárias ao emprego de um míssil ar-ar. Verificará que são elevadas as necessidades de infra-estrutura de apoio e as restrições impostas às operações fora de sede.

Serão propostos dois cenários de emprego do AT-29 no Brasil com a descrição dos possíveis oponentes. Algumas considerações sobre os envelopes infra-vermelhos(1) serão feitas sobre as diversas situações de engajamentos sob os enfoques ofensivo e defensivo.

Em seguida, estabelecerá o desempenho cinemático do míssil contra os possíveis alvos, apresentando a variação no alcance máximo de um míssil ar-ar quando lançado de uma plataforma de baixa performance em relação a outra de alta performance.

Finalmente, concluirá sobre as relações de custo e benefício dos armamentos estudados com relação ao cenário de emprego e à missão a ser executada.

CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Super-Tucano-500x641.jpg)
Quantas vezes você já viu uma foto como esta publicada em uma revista especializada em Defesa nos últimos meses?

AT-29

Nela observamos uma aeronave AT-29 Super Tucano equipada com dois mísseis ar-ar de curto alcance MAA-1 ( míssil ar/ar) Piranha.

A aquisição de uma aeronave ou de um armamento deve ser precedida de uma análise do ambiente operacional na qual será empregada. Para fins deste trabalho será considerada a região amazônica como aquela definida pelo Comando da Aeronáutica para o emprego dessa aeronave.

Assim, conhecendo-se as condições ambientais da Amazônia, as hipóteses de conflito na região, os possíveis alvos e oponentes, a missão das unidades operadoras e o desempenho da aeronave e do armamento, pode-se avaliar a adequabilidade e a eficácia dessa configuração armada. Além disso, a experiência da Força Aérea com o míssil Python-3 dá razoável noção dos requisitos de logística, manutenção, treinamento e do preço de aquisição de um item bélico como esse. Tal conhecimento também será considerado nesse estudo.

É de vital importância que a aquisição dessa arma somente se transforme em realidade após um estudo técnico completo da relação entre custo e o benefício da inclusão desse míssil na suíte de armamentos do AT-29. A operação de um item bélico complexo como um míssil requer grandes investimentos e só se justifica quando o seu desempenho atingir um nível desejado e aceitável pelo usuário.

Contra que tipo de alvo o AT-29 lançaria seus mísseis? E qual o seu desempenho nesses engajamentos? São perguntas que a FAB deve, obrigatoriamente, responder antes de investir seus recursos.

Neste trabalho serão tecidas considerações sobre os fatores logísticos e, principalmente, operacionais que seriam relevantes em situações de emprego.

Considerando o exposto, é necessário conhecer o histórico das operações e equipamentos usados na região amazônica até a entrada em serviço do AT-29.

CAPÍTULO 2 – HISTÓRICO

Na região norte do país o AT-27 tem cumprido missões de Defesa Aérea em sede e em diversas localidades de desdobramento determinados pelo COMDABRA. As Ordens de Alerta (OALE) determinam freqüentes operações em localidades remotas e com quase completa ausência de infra-estrurura como Maturacá, São Gabriel da Cachoeira, Iauaretê, Vila Bitencourt, Estirão do Equador e Tabatinga.

Em tempo de paz os alvos nessas missões são os tráfegos ilícitos que empregam aeronaves de pequeno porte, tipo Cessna 206. O armamento utilizado pelo 1o/3o G.Av. e 2o/3o G.Av. consiste em duas metralhadoras Mag 7,62 mm.

CAPÍTULO 3 – SITUAÇÃO ATUAL

3.1 A ENTRADA EM SERVIÇO DO AT-29

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/Super-Tucanos-500x333.jpg)

Analisando-se o ganho operacional com a substituição do AT-27, sob o enfoque do emprego em missões de Superioridade Aérea, verifica-se um sensível aumento da velocidade de cruzeiro e razão de subida, expressiva melhoria na aviônica embarcada e um incremento do poder de fogo .

Para o emprego ar-ar é interessante avaliar as vantagens das novas metralhadoras .50 pol. do AT-29 com relação as Mag 7,62 mm do AT-27. A tabela abaixo demonstra uma comparação das duas aeronaves utilizando os critérios de Potência de Fogo(2) e Fator de Letalidade(3) .
Aeronave / arma    Potência de Fogo (kg/s)(por arma)    Fator de Letalidade (WF.V2.10-8)
AT-29 / .50 pol                   1,00                                   10,65
AT-27 / 7,62 mm                   0,16                                   01,69

Onde “V” é a velocidade do projétil na boca do cano e “WF” é a potência de fogo em lb/min.

Verifica-se que as metralhadoras do AT-29 são seis vezes superiores as Mag 7,62 mm do AT-27 em ambos os critérios de comparação. O próprio alcance efetivo, sem considerar precisão do conjunto de pontaria, passa de 1800 m para 3000 m. Tais vantagens se refletem diretamente na capacidade de abater alvos aéreos. As aeronaves de pequeno porte operadas por traficantes de drogas e contrabandistas na região ficam bastante vulneráveis a essa arma.

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Python-III-500x274.jpg)

3.2 LOGÍSTICA, MANUTENÇÃO E TREINAMENTO

A experiência da FAB com o Python-3 nos dá alguns subsídios importantes para operação de um míssil ar-ar, principalmente numa região com carência de infra-estrutura. A título de exemplificação, cita-se parte das necessidades de logística, manutenção e treinamento requeridas:

   1
. A armazenagem do míssil montado requer um paiol exclusivo. A necessidade da estocagem do míssil pronto reside no elevado tempo de montagem, comprometendo o pronto emprego da UAe. Mesmo no caso do artefato desmontado, deve-se obedecer a compatibilidade de material explosivo conforme prevê a tabela contida na MCA 135-2, Manual de Segurança de Explosivos. No caso específico do MAA-1, a cabeça de guerra, booster, motor foguete e seeker devem ser estocados em paióis diferentes.
  2. O paiol e o hangar de vôo devem também possuir aterramento. Essa necessidade permanece em caso de operação fora de sede com a aeronave configurada com o míssil real.
  3. A localidade sede da UAe deve possuir, ainda, as bancadas de testes para a manutenção de nível operacional e intermediário. Obviamente esses serviços incluem procedimentos que necessitam mão de obra especializada. Tais equipamentos necessitam de aferição periódica. Os testes realizados incluem o autodiretor(4) , o lançador, o sistema pneumático e eletrônicos.
   4. A Unidade de Suprimento de Gás (GSU) é um equipamento de solo que faz a recarga das garrafas de Nitrogênio usado na refrigeração e no movimento do autodiretor no modo “uncage(5)” de operação do míssil. A GSU necessita de energia 210/230 V, ar comprimido de 90 a 120 PSI e de suprimento de Nitrogênio na especificação prevista (99,99 % de pureza). Isso é um fator que restringe os possíveis locais de desdobramento. Como uma garrafa de Nitrogênio dura apenas alguns vôos, o abastecimento desse gás passa a ser um fator que deve ser considerado no planejamento de operações fora de sede. A GSU pesa aproximadamente 500 kg e seu volume é de 2 m2. A rigor não é um equipamento móvel.

Em situações reais quando o aeródromo de desdobramento não possuir tais equipamentos, a unidade aérea enfrentará serias restrições para operar com o míssil. A alternativa então é deslocar-se com uma quantidade de garrafas já carregadas. O transporte da GSU ou das garrafas requer uma disponibilidade de transporte aéreo extra. Provavelmente o MAA-1 tenha um consumo de Nitrogênio menor que o Python-3 porque utiliza o gás exclusivamente para a refrigeração do autodiretor, no entanto essa restrição deverá ser considerada.

5. Além da necessidade de treinamento da manutenção, o treinamento operacional dos pilotos é bastante específico. Inclui instruções teóricas, inspeções externas, cheques operacionais em vôo, crítica-foto ou vídeo específica, familiarização com o envelope, desempenho e limites da aeronave configurada e, principalmente, o exercício de disparos dentro dos envelopes cinemáticos e IR do míssil.

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/A-29-Piranha-MAA-11-500x389.jpg)

CAPÍTULO 4 – ANÁLISE OPERACIONAL

Podemos imaginar duas situações que justificariam o emprego do AT-29 com mísseis ar-ar de curto alcance no TO ( Teatro de Operações) amazônico.

A primeira situação de emprego do AT-29 com mísseis ar-ar é o uso dessa arma para o tiro de destruição (TDE), mesmo em tempo de paz, contra tráfegos ilícitos de pequeno porte equipados com motores a pistão. A faixa de preço dessas aeronaves é de US$ 300.000,00.

O fator relevante para o sucesso de um tiro míssil contra tais alvos é a capacidade do MAA-1 de obter o “lock-on” IR(6) em aeronaves turbo-hélice e convencionais. Esses mísseis são projetados para abaterem alvos com motores a jato. Os dados de desempenho do seeker, em relação a assinatura IR dos mais diferentes tipos de alvos, não são fornecidos pelo fabricante. Isso equivaleria a desenhar o espectro de radiação IR de todos o motores aeronáuticos em diversas aeronaves e em diversos regimes de potência e compará-lo com a sensibilidade do seeker do míssil.

A produção desse conhecimento é de essencial importância na avaliação em questão. Não se pode adquirir uma arma se o seu desempenho contra os inimigos que são julgados prováveis é desconhecido.

A fim de verificar a degradação do desempenho do “seeker” do Python-3 quando utilizado contra aeronaves turbo-hélice, o 1o/14o G.Av. realizou uma missão utilizando um F-5E como caçador e um AT-27 como alvo. Em todos os engajamentos, independentemente do regime de motor do AT-27 e o “angle-off”(7) de apresentação a distância de obtenção do tone míssil(8) foi inferior a 1 milha náutica.

Conclui-se que o míssil consegue o traqueamento somente a pequenas distâncias. Essa característica diminui uma das grandes vantagens do míssil: poder abater alvos a distâncias maiores que as possíveis com o canhão.

Não se tem conhecimento nas últimas décadas de uma aeronave ou helicóptero equipados com motores convencionais ou turbo-hélice abatido por um míssil ar-ar IR de curto alcance. A baixa emissão IR do alvo, entre outras, pode ser a causa. Cita-se três exemplos: Um C-130 argentino abatido nas Malvinas (derrubado por um elemento de Sea Harrier com canhões de 30 mm), um H-60 Hawk americano no Iraque (tiro fratricida de um F-15 com um AAM (”air to air missile” – míssil ar/ar) de médio alcance guiado por radar ) e um OV-10 Bronco venezuelano (abatido por disparos de 20 mm de um F-16 ).

A vantagem de se abater uma aeronave com um míssil consiste principalmente na possibilidade de se efetuar o disparo com alta probabilidade de sucesso a uma distância consideravelmente maior que a possível com o tiro canhão. Caso se verifique que a distância máxima para emprego do míssil nessas condições seja baixa e próxima a distância útil de tiro tenso, o emprego do míssil não se justifica operacionalmente.

Devemos ainda considerar a queda de desempenho aerodinâmico que o AT-29 sofrerá quando configurado com esse armamento devido ao aumento de peso e arrasto. Atualmente ainda não dispomos destas informações.

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/A-29-Piranha-500x388.jpg)

Com relação aos custos temos que considerar a justificativa para empregar um míssil de US$ 90 000,00 parar abater uma aeronave de US$ 300 000,00 quando o mesmo efeito pode ser obtido com alguns projéteis de metralhadora .50 pol.


A segunda hipótese seria o uso desse armamento como meio de autodefesa contra aeronaves de alta performance que, embora supersônicas, entram em combate aéreo com número Mach próximo de .90.

Combate em semelhante situação ocorreu na Venezuela na década de 90 por ocasião de um conflito interno quando um F-16 abateu um OV-10 Bronco. A falta de meios de autodefesa por parte do OV-10 teria sido determinante para esse desfecho.

Operando-se rotineiramente com um míssil ar-ar, toma-se contato com conceitos altamente relevantes operacionalmente que são normalmente desconsiderados por quem não domina completamente o assunto. Um deles é o conceito de envelope cinemático(9) . Ele define o alcance efetivo (máximo e mínimo) do míssil conforme variam a velocidade do lançador e do alvo, nível de vôo, posição relativa alvo e lançador e carga “g” exercida pelo alvo. Ao consultar o manual do míssil, verifica-se que a amplitude dessa variação é muito elevada conforme altera-se, por exemplo, a velocidade diferencial. Deve-se ter muita reserva ao se tomar conhecimento do alcance de um armamento divulgado por um vendedor ou revista “especializada”. Devemos nos ater às condições para qual esse dado é valido.

Vamos citar como exemplo o alcance máximo do Python-3 lançado a 20.000 ft de altitude, considerando alvo não manobrável (1 g) com 90o de “angle-off” em duas combinações de velocidades:

Condição de sobrevelocidade Alcance Máximo Lançador a 1.2 Mach X Alvo a 0.6 Mach 21.970 ft (3.66 nm) Lançador a 0.6 Mach X Alvo a 1.2 Mach 9.500 ft (1.58 nm)
Condição de sobrevelocidade    Alcance Máximo
Lançador a 1.2 Mach X Alvo a 0.6 Mach    21.970 ft (3.66 nm)
Lançador a 0.6 Mach X Alvo a 1.2 Mach    9.500 ft (1.58 nm)

Concluímos que para as condições citadas o alcance do míssil varia em 130%. Tem-se uma medida da influência do fator velocidade do vetor lançador no desempenho de um míssil.

Podemos fazer uma simulação de um combate aéreo entre uma aeronave F-16 e o AT-29. Como a Ordem Técnica do MAA-1 ainda não está disponível, utilizaremos os dados técnicos do Python-3, afim de exemplificar o desempenho de um míssil genérico de terceira geração.

Para esse exercício considerar-se-á a arena(10) no FL 100, posições de tiro com angle-off de 90o (3-9 h) e 0o (6 h) e alvo com 1 g. O F-16 provavelmente faça o disparo próximo a 0.90 Mach (500 KIAS/600 KTAS ) e o AT-29 com 250 KIAS (300 KTAS). Essas velocidades foram tomadas como as mais próximas da realidade nos momentos iniciais do combate.

Inicialmente vamos considerar o AT-29 como lançador. Sua velocidade verdadeira em ISA +10oC é de 300 KT e seu número de Mach nessas condição é de 0.45. As cartas de desempenho cinemático do Python-3 mostram velocidades de referência de 0.6, 0.9 e 1.2 Mach. No entanto, é definido um fator de correção que permite simular esse engajamento: alvo com 0.90 Mach e lançador com 0.45 Mach. Em seguida inverte-se as posições de caçador e alvo, mantendo-se os demais parâmetros inalterados. Obtém-se os o seguintes resultados:

AT-29 com 0.45 Mach
F-16 com 0.90 Mach
FL 100 (ISA+10o C)
Alvo 1 g

   Alcance máximo    Alcance máximo
   0o (6 h)    90o (3-9 h)
Lançador AT-29 x Alvo F-16    5 650 ft (0.94 nm)    9 750 ft (1.62 nm)
Lançador F-16 x Alvo AT-29    12 300 ft (2.05 nm)    16 400 ft (2.73 nm)

Verifica-se que o alcance do míssil lançado do F-16 é muito superior. Às 6 horas do alvo, entre uma e duas milhas o F-16 pode obter parâmetros sem permitir o oposto. Devido à alta velocidade diferencial (300 kt), o F-16, mesmo que permita a aproximação do AT-29 as suas seis horas, irá obter uma separação de mais de uma milha em, no máximo, onze segundos. Nesse intervalo de tempo o piloto do AT-29 deverá ser capaz de apontar para o alvo, colocá-lo no FOV (”field of view” – campo de visada) do míssil, obter o lock-on IR e dispará-lo. Ultrapassado esse tempo ou 0.94 nm o míssil não terá energia para atingir o alvo. Devemos considerar também que o AT-29 não possui radar de bordo. Durante o combate a avaliação de distância deve ser feita pelo piloto porque não haverá um símbolo de “in range(11) ” no seu HUD (”heads up display”).

Deve-se considerar que a rapidez de lançamento está diretamente relacionada com a razão de curva utilizada pelo lançador. Pois para ser lançado o míssil precisa ter o alvo dentro de seu FOV que fica alinhado a zero grau com o eixo longitudinal da aeronave. Caso o piloto tente aumentar sua razão de curva na tentativa de apontar para o alvo mais rapidamente pode ultrapassar a carga “g” sustentada e degradar sua energia e velocidade, diminuindo ainda mais o alcance do míssil.

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/09/maa-1-no-f-5e.jpg)

A manutenção de elevadas velocidades sempre foi recomendada no combate aéreo. Antigamente com os conceitos de combate para emprego de armamento de cano, ela era necessária para que a carga “g” e a razão de curva ideais pudessem ser atingidas, que as separações fossem efetivas, etc. Agora, no combate com míssil de terceira geração, ela é necessária para, ofensivamente, maximizar o alcance de disparo ou para, defensivamente, colocar-se fora do envelope cinemático do míssil inimigo.

Devido à baixa velocidade do AT-29 com relação aos seus possíveis oponentes de alta performance, concluímos que um míssil ar-ar de curto alcance é pouco eficiente como arma de autodefesa nessas condições. Porém, essa desvantagem reduz-se consideravelmente ou inverter-se quando é empregado contra aeronaves a jato de médio desempenho, como o AT-37 Dragonfly e o MB 339, outros turbo-hélice e helicópteros.

Uma situação extrema é o lançamento de um míssil ar-ar por um helicóptero. Sabe-se que isso é possível e vários aparelhos tem essa capacidade. O fator redutor no alcance, principalmente quando o alvo é muito mais veloz, impede seu uso nesses casos. Como o helicóptero mais veloz é muito mais lento que o AT-29, o alcance efetivo do míssil é mais drasticamente reduzido. Por isso, na prática, um piloto de uma aeronave de alta performance tem pouco a temer de um oponente muito mais lento mesmo que armado com mísseis de curto alcance.

Voltando ao engajamento com o F-16, como auto defesa o AT-29 teria muito mais sucesso procurando a evasão a baixa altura, forçando o oponente a um tiro de cima para baixo. O solo é também fonte de energia térmica que provoca muito ruído de fundo (interferência) na faixa do IR. É comum o acoplamento do míssil em alvos falsos nessas condições. Caso o piloto da aeronave de alta performance opte pelo uso do radar a fim de avaliar a distância, esse equipamento deverá possuir, obrigatoriamente, capacidade “lock-down(12)” . O disparo sem o uso do radar é possível, porém caberá ao piloto avaliar se o alvo está dentro do alcance do seu armamento. A manutenção do contato visual torna-se crítica devido a alta velocidade diferencial e à camuflagem da aeronave com o terreno.

Sob o aspecto defensivo outro fator a favor da aeronave turbo-hélice é a sua baixa emissão IR quando comparada à aeronaves a jato.

CAPÍTULO 5 – CONCLUSÃO


Seção de guiagem e do Controle MAA-1 prontas para a entrega na Mectron
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Se%C3%A7%C3%A3o-de-guiagem-e-do-Controle-MAA-1-prontas-para-a-entrega-na-Mectron-500x371.jpg)

Verificamos que a experiência na operação do Python-3 revelou as razoáveis exigências de logística, manutenção e armazenagem necessárias à operação de um item bélico como um míssil ar-ar. Esses requisitos podem tornar-se críticos quando as UAe têm necessidade de se deslocar com freqüência numa região carente de infra-estrutura, principalmente na conjuntura atual de restrições econômicas do Ministério da Defesa.

Na hipótese de ser usado como arma para abater aeronaves de pequeno porte com motor a pistão, o míssil tem sua capacidade de detecção indeterminada. Porém os indícios práticos são de que o lock-on IR somente seria obtido a distâncias muito baixas devido a pouca emissão de calor dos alvos. Além disso, a arma passa a ter um preço muito elevado em relação ao alvo a que se propõe a abater. Nessa situação o armamento interno do AT-29 é eficaz, barato e não degrada o desempenho da aeronave lançadora.

Na segunda hipótese de emprego concluímos que o míssil torna-se pouco eficiente como arma de auto defesa contra aeronaves de alta performance. Devido ao diferencial de velocidade desfavorável, o alcance máximo de lançamento é drasticamente diminuído.

Além da finalidade puramente dissuasória, a única justificativa operacional restante é o seu uso contra aeronaves a jato de desempenho intermediário.

FONTE: ABRA-PC

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    * 1 – RAFAEL IND, Israel – Python-3 Missile Pilot Manual F-5 Aircraft, 1998.
    * 2 – Grupo de Instrução Tática e Especializada. Armamento de Cano, CPEAAe. Parnamirim, 1999 (Apostila).
    * 3 – Nordeen, Lon O. Helicopter Air-to-air Combat – Ready or Not? Air Forces Monthly Magazine, n. 171, p. 68-74, jun. 2002.
    * 4 – BRASIL, Ministério da Aeronáutica. COMGAP. MMA 135-2, de 11 Set 80. Manual de Segurança de Explosivos.
    * 5 – EMBRAER, Manual de Municiamento, Emprego de Armamento e Tabelas Balísticas da Aeronave T-27, OTFN IT-27-33 e 34-2. São José dos Campos, 1994.

Em: http://www.aereo.jor.br/ (http://www.aereo.jor.br/)


Um fraternal abraço,
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: ShadIntel em Março 26, 2010, 11:17:37 am
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Saab promete fabricar caças no País e agrada empresários

SÃO PAULO - A escolha da empresa sueca Saab, que concorre a licitação da compra dos 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) deve elevar as relações comerciais do Brasil com o mundo. A declaração foi do CEO da Saab, Ake Svensson. Segundo o executivo, caso o Brasil opte pelo modelo Grippen NG, imediatamente serão realizadas vendas para outros países como Índia e África do Sul de caças fabricados no Brasil.

"O Brasil fechando o negócio com a Saab teremos um casamento de longa duração formado, um casamento que renderá frutos imediatos como a venda de caças modelo Gripen para a Índia, fabricados em território brasileiro e com tecnologia dos dois países, pois já teremos a transferência tecnológica em ação", pontuou o CEO durante evento na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp).

Outra alegação do executivo é que depois de assinado o acordo será construída uma fábrica em São Bernardo do Campo, São Paulo, para a construção das aeronaves compradas, em parceria com engenheiros brasileiros. Segundo Svensson, a transferência tecnológica não será apenas de fachada ou meramente explicativa, os engenheiros e toda a equipe brasileira irá aprender na prática. "Os brasileiros irão construir os aviões em conjunto com os funcionários suecos, assim, haverá realmente uma transferência de tecnologia."

Na opinião do professor da FGV, Fernando Arbache, o aspecto primordial a ser considerado para a escolha é a transferência tecnológica. "Em última instância, sem o conhecimento e know-how para projetar, desenvolver e produzir seus próprios produtos, uma nação permanece uma simples compradora de equipamentos, incapaz de desenvolver a tecnologia de que dispõe para alcançar maior independência e liberdade", relatou.

Questionado sobre a porcentagem de peças e tecnologia americana para a fabricação do Gripen, o presidente da Saab afirmou que não será um problema para a completa transferência de conhecimentos, uma vez que algumas peças têm outros fornecedores no mundo e a tecnologia é totalmente sueca. Segundo o relatório da FAB, entregue ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, o Gripen é a escolha preferencial dentre as três empresas concorrentes: a francesa Dassault com o modelo Rafale, a americana Boeing com o F-18 e a própria Saab. "O modelo sueco foi considerado o melhor caça em quatro categorias: técnica, transferência de tecnologia, geração de empregos e preço", aponta o relatório da Força Aérea. A frente parlamentar por sua vez enviou "em defesa da soberania nacional" a assinatura de 195 parlamentares mais os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, propondo que a decisão sobre o programa F-X2 se baseie no relatório da FAB.

Roberto Giannetti da Fonseca, diretor do departamento de relações internacionais e comércio exterior da Fiesp, afirmou que o governo deve ficar atento às indicações dos relatórios e a sociedade brasileira quanto a escolha do modelo Gripen. "O que nós ouvimos sobre o desenvolvimento e transferência de tecnologia, o valor do contrato nos leva a crer que o produto sueco tem grande chance de ganhar. Além do mais a relação com os suecos é muito transparente, equilibrada e positiva, é o momento que nós deveríamos prestigiá-la. O governo deve prestar atenção a isto." Além disso, o CEO da Saab afirmou que mesmo que não seja eleita como vencedora, a empresa irá construir sua fábrica no País para a produção de aviões comerciais, militares e até veículos automotivos. "Não deixaremos de investir no Brasil, não romperemos os contratos com pequenas e médias empresas fornecedoras de produtos para a Saab e construiremos a indústria em São Bernardo do Campo, claro que não com a agilidade e rapidez que faríamos, no caso de ganharmos a licitação", esclareceu.

Presença real

Durante sua apresentação, o rei da Suécia, Carl XVI Gustaf afirmou que irá visitar as instalações da Embraer hoje para estudar o nível industrial do Brasil e testemunhar as excelentes relações comerciais e de desenvolvimento que poderão ser efetuadas. "Minha visita irá fortalecer as amigáveis relações entre os países, que serão longas e frutíferas".

O rei da Suécia afirmou ainda que há muito espaço para a parceria estratégica em diversos setores. Ele citou: cultura, energia, defesa, alta tecnologia, inovação, saúde, bioenergia, educação e biocombustíveis.

"Vemos novas possibilidades de cooperação em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), maior aprofundamento em parcerias tecnológicas por meio do protocolo de colaboração estratégica assinado ontem", concluiu.

O rei da Suécia ainda fez propaganda dos ônibus "limpos" que são fabricados na Suécia e que utilizam etanol. "Vocês deveriam comprar nossos ônibus, eles utilizam biocombustível."

Especialistas do setor afirmam que os ônibus são muito mais caros pois não possuem tecnologia adequada e ainda utilizam aditivos em seus motores.
http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_ed ... &editoria= (http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=322084&editoria=)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 26, 2010, 03:40:49 pm
(http://kovy.free.fr/temp/rafale/rafale-BAF5.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: P44 em Março 26, 2010, 06:09:58 pm
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Economia

24/03/2010 22h22m

Jobim isolado defende Rafale


Na semana que vem, o ministro Nelson Jobim irá à Câmara dos Deputados defender o seu relatório que justifica a escolha do caça francês Rafale para a FAB. Mesmo contra a opinião técnica da Aeronáutica e da opinião da FIESP, Jobim insiste na opção francesa que é, de longe, a pior das três.

Além de ser um avião caro, o Rafale é um fracasso retumbante de vendas. A própria força aérea francesa comprou metade dos aviões previstos. O Rafale é muito mais caro do que os demais. Tanto na aquisição quanto na operação. Especula-se que o fracasso na venda dos aviões para o Brasil poderá colocar a Dassault, fabricante do avião, em uma situação difícil. As expectativas são tão grandes que a imprensa francêsa chegou a dizer que seria um milagre  a compra do avião para o Brasil.****

 Ao desprezar o relatório técnico da FAB, Jobim abre flanco para que o processo seja paralisado na justiça já que a aquisição deveria ser justificada por um amplo estudo. O relatório de Jobim foi iniciado em janeiro e levou pouco mais de dois meses para concluir o que a FAB não concluiu em anos de estudo.

Outro fator relevante que depõe contra a escolha é o evidente mal-estar da Embraer. Sem poder falar oficialmente, fontes ligadas à empresa afirmaram que a escolha do Rafale seria muito ruim. Tanto pelo aspecto tecnológico quanto pela difícil relação entre a Embraer e a Dassault. Os antigos executivos da Embrarer lembram como os franceses colocaram dificuldades para que  a empresa entrasse no ramo da aviação executiva.

Hoje, a opção pelos franceses sofreu mais um golpe. Luiz Marinho, ex-presidente da CUT e prefeito de São Bernardo declarou à CBN que a escolha do caça sueco é a melhor opção para o Brasil. Na linha do que pensa a FAB, a FIESP, a indústria aeroespacial brasileira e, até mesmo, pilotos.  

http://www.emtemporeal.com.br/index.asp ... icia=93731 (http://www.emtemporeal.com.br/index.asp?area=2&dia=24&mes=03&ano=2010&idnoticia=93731)

****= engraçado que poderia dizer-se o mesmo acerca do Gripen NG, o suposto "favorito" da FAB...esse nem a Suécia o quer!!!!
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Smoke Trails em Março 26, 2010, 06:50:46 pm
Boa Tarde,

Citação de: "P44"
Citar
Economia

24/03/2010 22h22m

Jobim isolado defende Rafale


Na semana que vem, o ministro Nelson Jobim irá à Câmara dos Deputados defender o seu relatório que justifica a escolha do caça francês Rafale para a FAB. Mesmo contra a opinião técnica da Aeronáutica e da opinião da FIESP, Jobim insiste na opção francesa que é, de longe, a pior das três.

Além de ser um avião caro, o Rafale é um fracasso retumbante de vendas. A própria força aérea francesa comprou metade dos aviões previstos. O Rafale é muito mais caro do que os demais. Tanto na aquisição quanto na operação. Especula-se que o fracasso na venda dos aviões para o Brasil poderá colocar a Dassault, fabricante do avião, em uma situação difícil. As expectativas são tão grandes que a imprensa francêsa chegou a dizer que seria um milagre  a compra do avião para o Brasil.****

 Ao desprezar o relatório técnico da FAB, Jobim abre flanco para que o processo seja paralisado na justiça já que a aquisição deveria ser justificada por um amplo estudo. O relatório de Jobim foi iniciado em janeiro e levou pouco mais de dois meses para concluir o que a FAB não concluiu em anos de estudo.

Outro fator relevante que depõe contra a escolha é o evidente mal-estar da Embraer. Sem poder falar oficialmente, fontes ligadas à empresa afirmaram que a escolha do Rafale seria muito ruim. Tanto pelo aspecto tecnológico quanto pela difícil relação entre a Embraer e a Dassault. Os antigos executivos da Embrarer lembram como os franceses colocaram dificuldades para que  a empresa entrasse no ramo da aviação executiva.

Hoje, a opção pelos franceses sofreu mais um golpe. Luiz Marinho, ex-presidente da CUT e prefeito de São Bernardo declarou à CBN que a escolha do caça sueco é a melhor opção para o Brasil. Na linha do que pensa a FAB, a FIESP, a indústria aeroespacial brasileira e, até mesmo, pilotos.  

http://www.emtemporeal.com.br/index.asp ... icia=93731 (http://www.emtemporeal.com.br/index.asp?area=2&dia=24&mes=03&ano=2010&idnoticia=93731)

****= engraçado que poderia dizer-se o mesmo acerca do Gripen NG, o suposto "favorito" da FAB...esse nem a Suécia o quer!!!!

O Gripen NG foi desenvolvido para exportação.

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HaDeS em Março 28, 2010, 10:10:49 pm
Propaganda da Saab na TV brasileira.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 29, 2010, 10:25:05 am
Desculpem lá, mas eu estou a ver mal ou no 1º video um dos países que iria adquirir o Gripen BR era Portugal?! :lol:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: sergio21699 em Março 29, 2010, 10:28:25 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Desculpem lá, mas eu estou a ver mal ou no 1º video um dos países que iria adquirir o Gripen BR era Portugal?! :lol:

acho que puseram aquilo ao calhas, mas nem era ma ideia :D
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Lightning em Março 29, 2010, 11:45:19 am
Citação de: "sergio21699"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Desculpem lá, mas eu estou a ver mal ou no 1º video um dos países que iria adquirir o Gripen BR era Portugal?! :lol:

acho que puseram aquilo ao calhas, mas nem era ma ideia :D

Faz parte da nova parceria estratégica secreta, SAAB-EMBRAER-OGMA :wink: .
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: nelson38899 em Março 29, 2010, 09:38:49 pm
Citar
Minister of Defence Nelson Jobim said on 19 March that a political decision would be announced on 5 April. The decision will be based on political, economic and social factors, as well as the type's defence capabilities, according to President Luiz Inácio 'Lula' da Silva.

source: janes

já falta pouco!

abraços
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HaDeS em Abril 03, 2010, 01:08:45 am
Citar

Avião da Esquadrilha da Fumaça cai durante apresentação em SC

Um avião da Esquadrilha da Fumaça caiu, matando o piloto, durante apresentação realizada na tarde desta sexta-feira, 2, no aeroporto municipal de Lages, a 200 quilômetros de Florianópolis, em Santa Catarina. O aeroporto estava lotado, pois a apresentação fazia parte da comemoração de 50 anos do Aeroclube da cidade, mas como o avião caiu em campo aberto não causou outras vítimas além do piloto.

De acordo com a Defesa Civil do município, o acidente aconteceu por volta das 17h20, poucos minutos depois do início das apresentações feitas por sete aviões.

G1
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Paisano em Abril 03, 2010, 01:10:21 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: nelson38899 em Abril 04, 2010, 09:01:03 pm
(http://www.novaercraft.com.br/imagens/novaer_txc2_10.jpg)

http://www.novaercraft.com.br (http://www.novaercraft.com.br)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: nelson38899 em Abril 17, 2010, 09:19:52 pm
(http://www.rondoniaovivo.com/imagensEventos/17042010143836/base%20aerea10.jpg)

Citar
O ministro da defesa, Nelson Jobim, visitou as instalações da Base Aérea de Porto Velho, na manhã deste sábado (17). A vinda do ministro à capital de Rondônia se deu pela compra da Aeronáutica do Brasil de três helicópteros russos AH-2 Sabre.
 
Na solenidade militar de entrega dos helicópteros também estavam presentes o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, e o embaixador da Rússia no Brasil Vladimir L. Tyurdenev.
 
O discurso feito pelo ministro foi enfático na questão em que ele disse que esses helicópteros serão patrimônios do povo brasileiro, o ministro também destacou que o Brasil não é apenas um comprador liquido de produtos russos, pois a compra dos helicópteros terá uma contrapartida do governo russo no Brasil em investimentos de treinamento e capacitação de profissionais.
 
“Já foi o tempo em que o Governo Brasileiro era apenas um mero comprador, hoje temos condições de junto com a compra de equipamentos realizar parceria com os paises vendedores”, disse o ministro.
 
A solenidade terminou com o batizado do helicóptero e um vôo do ministro pelos céus de Porto Velho.
 
O helicóptero
 
O AH-2 Sabre é um helicóptero de combate que possui grande capacidade de fogo e pode ser utilizada em missões de escolta de outros helicópteros, interdição aérea e de apoio a tropas terrestres. A aeronave é conhecida mundialmente como MI-35 e seu projeto já foi testado em combate em diversos conflitos.http://www.rondoniaovivo.com/news.php?news=62043

(http://www.rondoniaovivo.com/imagensEventos/17042010143836/base%20aerea21.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HaDeS em Abril 19, 2010, 07:38:32 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Smoke Trails em Abril 22, 2010, 05:18:01 pm
Boa Tarde,

Este é o Mi-35M, localmente designado AH-2 Sabre.

As asas têm uma envergadura mais reduzida, com quatro suportes para armamento.

O trem de aterragem é fixo. O seu arrasto aerodinâmico é compensado pela remoção do mecanismo de retracção e a consequente redução de peso.

O canhão bitubo substituiu a metralhadora, numa instalação semelhante á proposta nos programas de modernização de vários consórcios internacionais, e, mais flexível do que a instalação do canhão no Mi-24P.

O rotor de cauda, de novo desenho, tem agora quatro pás, numa configuração semelhante á do Mi-28 e Mi-38.

Mil Mi-35M
http://www.airliners.net/photo/Russia-- ... db5ebdb629 (http://www.airliners.net/photo/Russia---Air/Mil-Mi-35M/1658032/L/&sid=0e1219ab0c481ad215bf68db5ebdb629)
http://www.airliners.net/photo/Russia-- ... db5ebdb629 (http://www.airliners.net/photo/Russia---Air/Mil-Mi-35M/1651573/L/&sid=0e1219ab0c481ad215bf68db5ebdb629)
http://www.airliners.net/photo/Russia-- ... 47947838a3 (http://www.airliners.net/photo/Russia---Air/Mil-Mi-35M/1258796/L/&sid=cd21298abde6c1c79452b647947838a3)
http://www.airliners.net/photo/Mil-Mi-3 ... 47947838a3 (http://www.airliners.net/photo/Mil-Mi-35M/0907148/L/&sid=cd21298abde6c1c79452b647947838a3)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Nukualofa77 em Abril 26, 2010, 09:46:41 am
São os mesmos motores, rotores principais e de cauda do Mi-28.


   O pacote de armamento inclui:

    Canhão NPPU23 de 23mm de cano duplo (a cadência de fogo é estimada em 3000/3.400 tpm)

    Foguetes não guiados S-8KO de 80mm.

    Mísseis russos Ataka de 130mm, com guiagem por RF, alcance de 5,8km anti-blindados podendo perfurar blindagens de até 800mm

    Para executar suas missões de ataque, o H-35 como deverá ser conhecido na FAB, usará radar (modelo não especificado) e câmara IR. O sistema de telemetria Laser find OPS 24N.


http://vootatico.com.br/archives/5055 (http://vootatico.com.br/archives/5055)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HaDeS em Abril 26, 2010, 11:24:55 pm
Citar
Rafale: um caça 100% francês?
(http://toolbar2.wibiya.com/Share/images/icons/google.png)
Virou lugar-comum dizer que somente a Dassault (e suas consorciadas Snecma e Thales) pode transferir 100% da tecnologia do Rafale porque o conglomerado de empresas francesas produz tudo o que o caça necessita. Verdade? Não é bem assim.

Sabe-se que o Rafale emprega o chip PowerPC da IBM. (Aliás, todos os três caças do Short list empregam o chip da empresa norte-americana) O próprio conglomerado “Rafale Internacional” esforça-se para produzir um equivalente local do chip, pois este é um componente sensível que pode ser barrado para determinados clientes. Mas além do chip norte-americano existem outros componentes “estrangeiros” no Rafale que são menos conhecidos.

Segundo o site da empresa LMB, subsidiária francesa do grupo norte-americano Honeywell (a mesma que fornece diversos equipamentos para os jatos da Embraer) o Rafale também é equipado com ventoinhas (”fans”) de aplicação aeroespacial produzidas pelo grupo.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/lmb-rafale-580x412.jpg)
Além disso, a própria Honeywell é responsável por uma série de outros sistemas do caça francês. Abaixo uma lista de fornecedores não-franceses que contribuem para o programa Rafale (fonte: World Military & Civil Aircraft Briefing, September 2009).
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Rafale-outros-sistemas-580x331.jpg)
Além da norte-americana Honeywell também contribuem com outros sistemas empresas estrangeiras como  a britânica Matin-Baker e a Liebherr.

Por último, é preciso dizer que praticamente todos os aviões do Ocidente que possuem um pouco de tecnologia mais sofisticada a bordo carregam algum tipo de componente produzido nos EUA. Não há como escapar disso.


http://www.aereo.jor.br/blog (http://www.aereo.jor.br/blog)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Paisano em Maio 07, 2010, 07:34:53 pm
Citação de: "Pasquale Catozzo in Fórum Defesa Brasil"
 :rir:  :rir:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 10, 2010, 10:30:37 am
:shock:  :shock:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 02, 2010, 11:40:07 am
Citação de: "Cougar_PH"



editado pra inserção do 2º video...
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 07, 2010, 11:10:21 pm
Decisão sobre caças só sai após eleições


O ministro brasileiro da Defesa, Nelson Jobim, disse hoje, após o desfile do Dia da Independência, que a decisão sobre a compra de 36 caças supersónicos pelo Governo brasileiro só deverá sair após as eleições de outubro.

«Depois das eleições, o Presidente vai analisar o assunto. Antes, não sai nada. O Presidente quer que saia [a decisão] ainda este ano», afirmou Jobim, após a cerimónia da data nacional que reuniu mais de 35 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios.

Disputam o concurso internacional a francesa Dassault, que produz o Rafale, a norte-americana Boeing, com o F-18 Super Hornet, e a sueca Saab, fabricante do Gripen.

Lusa
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: borisdedante em Outubro 21, 2010, 01:46:44 pm
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 7713,0.php (http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101021/not_imp627713,0.php)

Jobim ajuda Dassault a vender o Rafale aos árabes

Citar
No mais absoluto sigilo, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, está dedicando parte de seu tempo a uma atividade inusitada: convencer os governos da Líbia e dos Emirados Árabes a fechar a compra de um megalote de 74 aviões Rafale, idênticos aos considerados favoritos na concorrência para o reaparelhamento da Força Aérea Brasileira (FAB), fabricados pela francesa Dassault.
Jobim, na verdade, vai atuar mais como um bombeiro na empreitada, ameaçada de naufragar, tentando "salvar" a negociação entre os árabes e o fabricante francês. Explica-se: as conversações, que aconteciam em céu de brigadeiro, azedaram por conta de um artigo publicado no jornal parisiense Le Figaro, cujo proprietário é ninguém menos do que o empresário Serge Dassault, dono da empresa aeronáutica. Segundo o Figaro, os Emirados Árabes estariam encomendando equipamentos de vigilância eletrônica a Israel para se proteger de um eventual ataque aéreo do Irã.

Dá para se imaginar a repercussão da notícia sobre a transação com o arquirrival no mundo árabe. "O senhor Dassault nos apunhalou pelas costas", reclamou o ministro da Defesa dos Emirados, Bin Zaid Nahyan, que subitamente começou a elogiar os caças F-18, da Boeing, concorrente da Dassault.

Para o governo francês, que tenta a todo custo emplacar o Rafale no mercado internacional (até agora, o modelo só foi adquirido pela força aérea francesa), o episódio foi preocupante, principalmente porque os Emirados comprariam 60 das 74 aeronaves. "Caímos num buraco negro", afirmou o ministro da Defesa da França, Hervé Morin.

Abatimento. Daí à solicitação dos préstimos do colega Jobim, foi um pulo. O ministro brasileiro, porém, não vai trabalhar de graça. Caso consiga fazer com que árabes e franceses voltem a sentar-se à mesma mesa e concluam o negócio, Jobim recebeu a promessa de que obterá um substancial abatimento na fatura dos 36 aviões que a FAB deve adquirir da Dassault.

A conta, aliás, vem caindo antes mesmo da confirmação da encomenda: orçado inicialmente em US$ 7 bilhões, o lote já custa em torno de US$ 5 bilhões, com tecnologia e tudo.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: SantaCatarinaBR em Outubro 23, 2010, 02:41:11 am
SantaCatarinaBR - Operação Amazônia reúne mais de 5 mil militares das três forças
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Reportagens que resumem a "Operação Amazônia", com belas fotos da operação no minuto final do vídeo.
FONTE: http://www.amazonia.defesa.mil.br/ (http://www.amazonia.defesa.mil.br/)
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A operação Amazônia reuniu mais de 5 mil militares das três forças em treinamento de defesa da Amazônia. Os exercícios foram do dia 13 de setembro até o dia 24.
O teatro de operações é ao norte das calhas dos rios Amazonas e Solimões em áreas dos Estados do Amapá, Pará, Amazonas e Roraima.
A coordenação foi do Ministério da Defesa, com comando do Comandante Militar da Amazônia.

Foram realizadas as seguintes operações:

- Marinha: controle de tráfego fluvial, proteção de infraestruturas críticas.

- Exército: operações ofensivas e defensivas, lançamento de paraquedistas, defesa antiaérea e defesa de infraestruturas de valor econômico.

- Força Aérea: coordenação do espaço aéreo, tarefas de interdição e de sustentação do combate.

Além disso, foram realizadas ações de atendimento à população local, com serviço de médicos e dentistas, com emprego de navios de assistência hospitalar.
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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: SantaCatarinaBR em Outubro 23, 2010, 02:41:52 am
SantaCatarinaBR - Presidente da Helibras fala sobre EC 725 e Transferência de Tecnologia
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Reportegem exibida dia 15/07/2010 no TV ESTADÃO, o presidente da Helibras Eduardo Marson Ferreira fala sobre o helicoptero EC 725 e sobre como está sendo feita a Transferência de Tecnologia.
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Grupo começa a entregar em dezembro os 50 helicópteros pesados Super Cougar, de tecnologia francesa, comprados pelo Ministério da Defesa
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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: SantaCatarinaBR em Outubro 30, 2010, 06:23:43 pm
SantaCatarinaBR - Chegam mais três helicopteros Mi-35M para a FAB (Jornal da REDE)
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Reportegem exibida dia 22/10/2010 no Jornal da REDE.
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Novamente o gigante Antonov pousa no aeroporto de Porto Velho com helicopteros e equipamentos para a FAB
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Reportagem 1 (Jornal da REDE)

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Reportagem 2 (JRO)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 03, 2010, 06:52:03 pm
Iniciada as obras do CIAAR – Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica

(http://www.lagoasanta.com.br/confins/ciaar_geral.jpg)
Vista geral do empreendimento.

(http://www.lagoasanta.com.br/confins/ciaar_ten_brig_saito.jpg) É realmente excepcional a honra que me cabe neste instante estar aqui para marcarmos o início das obras desta escola de excelência da Força Aérea Brasileira. Isso representa um grande melhoramento não só para Lagoa Santa, como também para Minas e para o Brasil. O trabalho que é realizado pela Força Aérea tem sido realmente objeto de nossa admiração”, disse José Alencar em seu discurso. O comandante da Aeronáutica também salientou a importância econômica do novo CIAAR. “Esse complexo trará vultosos investimentos para Minas Gerais, em especial para o município de Lagoa Santa, proporcionando a criação de cerca de mil empregos diretos e até cinco mil indiretos, alavancando de forma significativa a economia local”, ressaltou.
O CIAAR é o principal complexo educacional de formação de oficiais da FAB. Neste Centro são formados cerca de 600 militares anualmente respondendo por mais de 70% do pessoal de nível superior da instituição.

fonte:CECOMSAER

(http://www.lagoasanta.com.br/confins/ciaar_logo.jpg)

O Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica, CIAAR, é a organização de ensino da Aeronáutica que tem como missão o planejamento, a coordenação, o controle e a execução dos planos e programas do ensino relativos à formação e adaptação militar de oficiais para a Força Aérea Brasileira – FAB. O centro está instalado no bairro da Pampulha, ao lado do aeroporto da capital de Minas Gerais. A partir de 2011, estima-se, o CIAAR migrará para outro endereço, em novas instalações no município de Lagoa Santa, na AMBH – Área Metropolitana de Belo Horizonte.
O projeto prevê que o novo CIAAR, em aço e concreto, será formado por seis alojamentos, dois hotéis para pessoal militar, edifício de comando, salas de aula, ginásio de esportes, capela e outras instalações, num total de 57 mil metros quadrados de área construída.
fonte:NÚCLEO INFANTOJUVENIL DE AVIAÇÃO

A empresa apresentou proposta de R$ 216,4 milhões para construir o complexo de formação de oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB), 8,72% menor que o orçamento estimado de R$ 237,1 milhões. Conforme o tenente-coronel Luiz Carlos de Lima Lei, responsável pelo projeto, o contrato deverá ser assinado quarta-feira (23). O prazo de construção do novo Ciaar é de 900 dias.

Com a construção do novo Ciaar, a área hoje ocupada pelo centro de instrução ao lado do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, será cedida para a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Como contrapartida, a Infraero bancará parte das obras do novo Ciaar, conforme avaliação do patrimônio transferido.

O projeto prevê que o novo Ciaar, em aço e concreto, será formado por seis alojamentos, dois hotéis para pessoal militar, edifício de comando, salas de aula, ginásio de esportes, capela e outras instalações, num total de 57 mil metros quadrados de área construída. Haverá sistema de reaproveitamento de água, coleta e tratamento de esgoto e um parque natural com remanejamento de espécies, viveiro de mudas e plantio de espécies do Cerrado.

(http://www.lagoasanta.com.br/confins/ciaar_alojamento_alunos.jpg)

O Ciaar é o principal centro de formação de oficiais da FAB – cerca de 600 por ano -, respondendo por 76% do pessoal de nível superior da instituição. Ele faz a adaptação à Aeronáutica de médicos, dentistas, farmacêuticos, engenheiros, capelães, administradores, arquitetos, analistas de sistemas, comunicólogos, pedagogos, psicólogos, advogados, assistentes sociais e outros profissionais. Também forma especialistas de carreiras exclusivas da FAB.

Oito empreiteiras apresentaram propostas para a construção do novo Ciaar.Foram inabilitadas na fase técnica as construtoras Convap Engenharia e Construções S/A, CR Almeida S/A Engenharia de Obras, Paulitec Construções LTDA e Consbem Construções e Comércio Ltda. Ficaram no páreo e tiveram os envelopes com propostas comerciais abertos, além da Schain, as construtoras Santa Bárbara Engenharia S/A (R$ 225,9 milhões), Via Engenharia (R$ 227 milhões) e Construtora Queiroz Galvão (R$ 238,9 milhões).

A Convap, inabilitada por não ter apresentado comprovação de ter desenvolvido projeto de detecção de incêndio nas especificações exigidas pelo edital, conforme Lei, obteve liminar na Justiça Federal para que o envelope com sua proposta comercial, no valor de R$ 205,1 milhões, fosse aberto. Na sexta-feira, o juiz da 20ª Vara Federal julgou o pedido da Convap improcedente e revogou a liminar.

De acordo com Lei, a FAB esperou o julgamento do mérito da ação para assinar o contrato. A estimativa é que a implantação do Ciaar em Lagoa Santa reduza custos administrativos em 20%, já que ele estará instalado ao lado do Parque de Material Aeronáutico da FAB naquela cidade. A Convap não se pronunciou.
fonte: Jornal Hoje em Dia de 21/12/2009

(http://www.lagoasanta.com.br/confins/ciaar_portao_das_armas.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: SantaCatarinaBR em Dezembro 01, 2010, 02:27:52 am
SantaCatarinaBR - Entrevista com o Tenente Reinaldo Flores Coelho do IEAv sobre o 14-X e o VANT

Durante a realização da “VII Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (VII SNCT)” em Brasília, o programa “Encontros” da TV Senado entrevistou o Tenente Reinaldo Flores Coelho do Instituto de Estudos Avançados (IEAv) do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCTA) do Comando da Aeronáutica, sobre os projetos do “Veículo Hipersônico 14-X” e do Sistema de Navegação e Controle do Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT).

A entrevista do Tenente Flores nos traz novas informações, especialmente sobre o projeto do 14-X que agora tem como previsão o ano de 2013 para o seu primeiro teste de vôo.


14-X
(http://www.henrynagamatsu.org/wp-content/uploads/2010/05/14-x2.jpg)
Mais informações: http://brazilianspace.blogspot.com/2010/05/o-ieav-e-tecnologia-hipersonica-ar.html

-

VANT RE - FALCÃO
(http://3.bp.blogspot.com/_xBJLaUGunHk/TClBZZT6G0I/AAAAAAAAIPI/ZGce9-ppOC4/s1600/17.jpg)
Mais informações: https://www.defesa.gov.br/arquivos/pdf/ciencia_tecnologia/7_seminarioC_T/7_quarta/VANT.pdf
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Dezembro 08, 2010, 05:45:52 pm
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/12/Infogr%C3%A1fico-F-X2-Folhapress-580x566.gif)
Em
http://www.aereo.jor.br/2010/12/08/com-impasse-dos-cacas-fab-teme-apagao/
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: SantaCatarinaBR em Dezembro 13, 2010, 04:12:11 am
SantaCatarinaBR - O Cientista Social Gunther Rudzit fala sobre a Compra de Caças pela FAB - FX2 TV Estadão
Reportegem exibida dia 10/12/2010 no TV ESTADÃO, o cientista social Gunther Rudzit fala sobre a compra de caças pela fab e a reorganização das Forças Armadas.

Em entrevista ao jornalista Roberto Godoy, o cientista social Gunther Rudzit fala da reorganização das Forças Armadas e da política externa do governo
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: SantaCatarinaBR em Dezembro 13, 2010, 05:23:34 am
SantaCatarinaBR - Brasil lança com sucesso foguete VSB-30 (GLOBO)

O lançamento do foguete brasileiro de médio porte VSB-30 V07 foi considerado um sucesso pelos técnicos do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.

O lançamento ocorreu às 13h35, horário de Brasília, e o objetivo da Operação Maracati 2 foi alcançado, já que todos os sistemas de lançamento e rastreio funcionaram "perfeitamente".

Em nota, o CLA informou que o foguete - que levou ao espaço cerca de dez experimentos de universidades, de institutos de pesquisas e de alunos - atingiu 241,9 quilômetros de altitude. O objetivo da operação era colocar os experimentos a 100 quilômetros de altitude, em um ambiente de microgravidade.

A carga útil, onde estavam os experimentos, foi recuperada após 16 minutos de voo, quando caiu, sustentada por paraquedas, a 140 quilômetros da costa. Equipes da Força Aérea Brasileira usaram dois helicópteros H-60L Black Hawk para içar e transportar a cargar útil até a base avançada, localizada na Ilha de Santana. Já em solo, a carga foi acondicionada em uma caixa de transporte para ser levada com segurança ao Centro de Lançamento de Alcântara.

De acordo com o CLA, a Operação Maracati II, iniciada no dia 16 de novembro, contou com a participação de 183 pessoas, entre técnicos do CLA, do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais e da agência espacial alemã Deutsche Zentrum für Luft- und Raumfahrt (DLR).

Os experimentos escolhidos pela Agência Espacial Brasileira (AEB) para a operação foram dois do Centro Universitário (FEI), de São Bernardo do Campo, dois da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), dois da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), um do Insituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e um de escolas da rede de ensino público de São José dos Campos (SP), que faz parte de um projeto de iniciação científica.
Título: Pelotão Punhal, PELOPES e Para-Comandos (FAB)
Enviado por: ilusion0 em Dezembro 13, 2010, 09:24:57 pm
Boa noite,

Bom, eu adoro o assunto relacionado a forças armadas e de segurança, mas sempre tive essa duvida.

Quais são as diferenças entre estas três tropas da Força Aérea Brasileira (FAB)?

Quais as diferenças do Pelotão Punhal, PELOPES, e Para-Comandos (Para-Sar)?
Quais as atribuições de cada uma delas?
E qual delas é equivalente aos Comandos do Exercito e os Comandos Anfibios da Marinha?

Muito obrigado.
Título: Re: Pelotão Punhal, PELOPES e Para-Comandos (FAB)
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 13, 2010, 09:54:49 pm
Fórum errado, como é que Portugueses poderiam responder-te a estas questões?

Experimenta aqui:

www.defesabrasil.com/forum (http://www.defesabrasil.com/forum)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 15, 2010, 11:21:00 am


Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HaDeS em Janeiro 20, 2011, 07:07:17 pm
Citar
Dilma deixa compra de caças da FAB para 2012
Por conta da situação fiscal preocupante e de dúvidas sobre a melhor opção, a presidente Dilma Rousseff definiu que a compra dos novos caças da FAB pode até ser decidida no fim deste ano, mas qualquer gasto só será feito a partir de 2012.

Com um corte em estudo que deve superar os R$ 40 bilhões no Orçamento e o trauma gerado pela tragédia no Rio, seria politicamente difícil para o governo decidir por um negócio tão caro neste momento em que o discurso é de austeridade.

A compra dos 36 aviões de combate não sairá por menos de R$ 10 bilhões. Será financiado, mas requer uma parcela imediata. Dilma também já havia decidido colher mais informações. O antecessor, Lula, havia concentrado o processo nas mãos do ministro Nelson Jobim (Defesa).

Além de ter feito questão de uma conversa a sós com o comandante Juniti Saito (Aeronáutica), ela também entregou documentos ao ministro do Desenvolvimento, seu amigo Fernando Pimentel.

Dilma quer ouvir setores fora do governo, principalmente a Embraer, e criar um grupo interministerial que examine a questão, reanalisando os argumentos da FAB (pró-Gripen sueco) e da Defesa (pró-Rafale francês).

A negociação de preço provavelmente só ocorrerá após a escolha de um dos três concorrentes –o terceiro é o F/A-18 dos EUA– e não há hoje a possibilidade de reabertura do negócio a outros concorrentes.

O adiamento confirma a enfraquecida posição do francês Dassault Rafale, preferido de Lula e de Jobim.

Mais caro dos aviões oferecidos e o último na preferência da FAB, ele sairia por US$ 8 bilhões (R$ 13,3 bilhões ontem), mas Jobim diz ter conseguido abater US$ 2 bilhões (R$ 3,3 bilhões) do valor.

Crescem, por consequência, as chances da opção mais barata, que era a escolhida pela avaliação técnica da FAB, o sueco Saab Gripen –cujo pacote custa US$ 6 bilhões (R$ 10 bilhões).

E um reforçado lobby norte-americano recolocou no páreo o Boeing F/A-18, cuja venda com armas e logística foi ofertada por US$ 7,7 bilhões (R$ 12,9 bilhões).

Dilma ouviu o lobby pessoalmente do senador John McCain, na semana passada.

Disse a ele que o avião seria considerado, se houvesse uma manifestação explícita do Congresso americano de que não haveria veto à transferência de tecnologia de componentes do caça.

Até aqui, argumenta, a garantia é do governo dos Estados Unidos.

O senador americano disse que conseguirá uma carta com manifestação do Congresso americano. A instituição já aprovou a proposta da Boeing, mas pode haver vetos no futuro.

O maior derrotado no processo, contudo, é Jobim, que buscava uma decisão rápida. Ele defende a consonância com a parceria já estabelecida com a França, que vendeu submarinos e helicópteros por mais de R$ 20 bilhões no ano retrasado.

Fonte: Folha de São Paulo
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: SantaCatarinaBR em Maio 13, 2011, 05:01:54 am
SantaCatarinaBR - Britanite - MECTRON bomba SMKB-82 (Revista ASAS)

Revista ASAS mostra com exclusividade, num verdadeiro furo de reportagem, o vídeo do primeiro lançamento da bomba inteligente SMKB-82 (de 241kg), da Britanite Defense Systems, feito pela Força Aérea Brasileira.
Lançada a partir de um Embraer A-29B Super Tucano, FAB 5945, o teste foi assistido por pilotos de ensaios em voo do Grupo Especial de Ensaios em Voo (GEEV), que fica sediado em São José dos Campos (SP).

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Instrutor em Julho 07, 2011, 09:50:18 am
Aviões da Força Aérea Brasileira colidem no ar
02h01m
Dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) chocaram, esta quarta-feira, durante um exercício de voo da Academia da Força Aérea (AFA) nos arredores da cidade de Pirassununga, em São Paulo.

De acordo com nota divulgada pela FAB, os quatro tripulantes dos aparelhos morreram no desastre.

O acidente ocorreu cerca das 15,30 locais (19,30 horas de quarta-feira em Portugal Continental) e envolveu dois aviões T-25 Universal.

A FAB informou que o Comando da Aeronáutica já iniciou a investigação ao acidente para apurar as causas que levaram ao choque entre as aeronaves.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Agosto 15, 2011, 10:26:55 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: SantaCatarinaBR em Dezembro 17, 2011, 02:38:49 am
SantaCatarinaBR - Presidente da Helibras fala sobre o programa de transferência de tecnologia do EC-725, a modernização dos helicópteros do exército e o futuro helicóptero 100% nacional desenvolvido na Helibras.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Dezembro 29, 2011, 06:59:53 pm
Citar
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2010/09/Mirage-2000-UAE-militaryphotosnet-580x384.jpg)

A opção por outro “tampax” (caça tampão) anda rondando os bastidores da aquisição de caças para a FAB novamente.

Segundo fontes, existe um estudo alternativo para a compra de 60 jatos Mirage 2000-9 dos Emirados Árabes Unidos, ao mesmo tempo em que a FAB avalia a possibilidade de adquirir caças F-16 usados dos estoques da USAF ou F-18 da US Navy. Pilotos da FAB foram enviados recentemente aos EUA, onde voaram o F-16.

Uma outra opção seria o leasing de jatos Saab Gripen A/B ou C/D, que aparentemente tornaria a transição para o Gripen NG mais suave, caso esse fosse o caça finalmente comprado no F-X2.

A ideia do “tampax” é fazer uma compra racional e ponderada, em meio à crise financeira internacional, que permita à FAB substituir os atuais Mirage 2000 e F-5M e que dê tranquilidade à Presidência para decidir pelo futuro caça da FAB, que poderá ser até um caça de 5ª geração desenvolvido em conjunto com outros países.

O governo ainda prefere comprar um avião novo, seguindo os parâmetros da END (Estratégia Nacional de Defesa), mas se a opção for por um avião usado, o critério principal será o estado das células e dos suprimentos.

Segundo alguns analistas, o tempo passou para o F-X e para o F-X2, nada foi decidido e a crise financeira internacional atingiu também o Brasil.

Os caças finalistas do F-X2 são caças de quarta geração, enquanto os outros BRIC já estão desenvolvendo seus caças de quinta geração. O Brasil quando se decidir por um novo caça, fará uma compra com “timming” comparável à da aquisição do Gloster Meteor na década de 1950, o primeiro jato da FAB, que foi adquirido quando já era obsoleto.

Os Mirage 2000C/D da FAB só vão voar até 2013 e os primeiros F-5M começam a ser desativados em 2017. A janela de oportunidade para o F-X2 está praticamente fechada. E agora?

http://www.aereo.jor.br/2011/12/29/fx-2 ... o-em-2012/ (http://www.aereo.jor.br/2011/12/29/fx-2u-u-de-usado-em-2012/)

Não passam disto...  :?
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 31, 2011, 01:03:34 pm
Citar
Super Tucano vence contrato de defesa LAS nos EUA

A Força Aérea dos Estados Unidos anunciou hoje que selecionou o avião de combate Super Tucano, fabricado pela Embraer Defesa e Segurança, para o programa LAS (Light Air Support), ou Apoio Aéreo Leve. A aeronave, que será fornecida por meio de parceria com a Sierra Nevada Corporation, será utilizada para treinamento avançado em vôo, reconhecimento e operações de apoio aéreo.


“Estamos honrados com a oportunidade de oferecer ao governo norte-americano o melhor produto para a missão LAS, nesta parceria liderada pela Sierra Nevada Corporation”, disse Luiz Carlos Aguiar, CEO da Embraer Defesa e Segurança. “Nosso compromisso é avançar com nossa estratégia de investimentos nos Estados Unidos e entregar o Super Tucano no prazo e conforme o orçamento contratados.”

http://cavok.com.br/blog/?p=44521#more-44521
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Fevereiro 28, 2012, 09:54:24 pm
Citação de: "nelson38899"
Citar
Super Tucano vence contrato de defesa LAS nos EUA

A Força Aérea dos Estados Unidos anunciou hoje que selecionou o avião de combate Super Tucano, fabricado pela Embraer Defesa e Segurança, para o programa LAS (Light Air Support), ou Apoio Aéreo Leve. A aeronave, que será fornecida por meio de parceria com a Sierra Nevada Corporation, será utilizada para treinamento avançado em vôo, reconhecimento e operações de apoio aéreo.


“Estamos honrados com a oportunidade de oferecer ao governo norte-americano o melhor produto para a missão LAS, nesta parceria liderada pela Sierra Nevada Corporation”, disse Luiz Carlos Aguiar, CEO da Embraer Defesa e Segurança. “Nosso compromisso é avançar com nossa estratégia de investimentos nos Estados Unidos e entregar o Super Tucano no prazo e conforme o orçamento contratados.”

http://cavok.com.br/blog/?p=44521#more-44521
Cancelado...  :roll:
http://defensetech.org/2012/02/28/air-f ... -contract/ (http://defensetech.org/2012/02/28/air-force-cans-super-tucano-light-attack-contract/)
http://www.aereo.jor.br/2012/02/28/eua- ... er-tucano/ (http://www.aereo.jor.br/2012/02/28/eua-cancelam-acordo-com-embraer-para-compra-de-super-tucano/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 30, 2012, 04:41:40 pm
Citação de: "Helton2042"
(http://img100.imageshack.us/img100/452/28166425257238143432510.jpg) (http://http)

 :wink:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 08, 2012, 12:45:00 pm
Os MI-35M que aparecem no video, são da FAB:

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 05, 2012, 04:55:17 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Lusitano89 em Julho 08, 2012, 12:48:43 pm
Caça da FAB despenha-se e piloto morre


(http://i.imgbox.com/aayX6lXU.png)


Um avião caça modelo A-29 Super Tucano da Força Aérea do Brasil (FAB) despenhou-se hoje a cerca de 10 km do aeroporto de Campo Grande, no centro-oeste do país, provocando a morte do piloto.«A Aeronáutica já começou as investigações para determinar os factores que levaram ao acidente», lê-se num comunicado oficial da FAB.

Bruno de Oliveira Rodrigues, de 32 anos, conseguiu activar o mecanismo para se ejectar a tempo, mas viria a perder a vida na queda.

O aparelho viajava de de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, para a base aérea de Cachimbo, no Pará, para realizar um treino no uso de armas.

A acompanhar a aeronave seguia outro avião do mesmo modelo, que terá regressado à base após o acidente, segundo a FAB.

Lusa
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 28, 2012, 02:50:06 pm
Citar
Esquadrão Poti (2º/8º GAV) comemora 39 anos 27/07/2012

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/original/13745/b.jpg)

Durante a cerimônia, um helicóptero AH-2 Sabre foi exposto com a gama de armamentos disponíveis. (Foto: Agência Força Aérea)

A Base Aérea de Porto Velho (BAPV) realizou nesta sexta-feira (27/07) cerimônia militar alusiva ao 39º aniversário de criação do Esquadrão Poti (2°/8° GAV). O evento contou com a presença do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Juniti Saito, dentre outras autoridades civis e militares.

Na ocasião, foram homenageados o piloto mais eficiente do esquadrão, o Capitão-Aviador Andre Luis Vidal Agostini, o Graduado Padrão, Suboficial Luis Antonio Martins, e a Praça Padrão, Soldado de 1ª Classe Rodrigo Rodrigues Cavalcante. No evento, foram entregues ainda os Prêmios de Segurança de Voo ao Tenente-Aviador Carlos Siqueira Besch e o 2° Sargento QSS BMA Laercio Antonio Farias Souza.

Logo após a solenidade, foi realizada a cerimônia de inauguração do hangar, na qual o Comandante da Aeronáutica, acompanhado pelos Comandantes do I COMAR e Presidente da COMARA, Major-Brigadeiro do Ar Carlos Eurico Peclat dos Santos, da Segunda Força Aérea, Brigadeiro do Ar José Alberto de Mattos, da Base Aérea de Porto Velho (BAPV), Coronel-Aviador Augusto Cesar Abreu dos Santos , e do 2°/8° GAV, Tenente-Coronel-Aviador Cláudio Wilson Saturnino Alves, realizaram o descerramento da placa.

Histórico do Esquadrão Poti

O Tenente-Brigadeiro do Ar Juniti Saito passou em frente as tropas e ao fundo um helicóptero AH-2 realizou um passagem sobre a base. (Foto: Agência Força Aérea)

O Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º GAV), Esquadrão Poti, tem suas origens no Centro de Formação de Pilotos Militares (CFPM) no Primeiro Esquadrão do Quinto Grupo de Aviação (1º/5º GAv), na Base Aérea de Natal. A unidade operava os bimotores Douglas B-26 Invader e foi transferido no início de 1971 para a Base Aérea do Recife. Por meio da Portaria nº R-004/GM3, de 17 de abril de 1973, foi determinada a desativação do 1º/5º GAV e a ativação do Segundo Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque (2º EMRA), subordinado ao Comando Aerotático, adotando como símbolo a figura do índio Poti.

Inicialmente o 2º EMRA foi equipado com aeronaves North American T-6D/G Texan, Neiva L-42 Regente e helicópteros Bell OH-4 Jet Ranger, estes depois substituídos ao final de 1974 pelos Bell UH-1H Iroquois. Contou também em sua dotação com aeronaves Neiva T-25 Universal e Embraer U-7 Seneca.

A denominação Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º GAV) foi adotada a partir da Portaria nº R-239/GM3, de 9 de setembro de 1980. A sua principal missão era formar e treinar pilotos e tripulantes de helicópteros em diversas missões, mantendo o preparo técnico-profissional de suas equipagens, permitindo o cumprimento de missões na Tarefa Operacional de Superioridade Aérea: Interceptação, Ataque, Escolta, PAC (Patrulha Aérea de Combate) e demais missões da Tarefa Operacional de Apoio ao Combate, além de executar as chamadas operações especiais: infiltração e exfiltração de tropas (utilizando as técnicas de rapel, pouso de assalto e McGuire), busca e salvamento (SAR) e busca e salvamento em combate (C-SAR) tanto na selva como no mar.

Em meados dos anos 80 o Esquadrão Poti foi equipado com helicópteros Helibrás H-50 Esquilo, montados no Brasil sob licença da Aerospatiale, atual Eurocopter. Essas aeronaves eram armadas com para lançadores de foguetes SBAT 70/7 de 70 mm e metralhadoras MAG calibre 7,62 mm ou FN Herstal calibre 12,7 mm.

No final de 2009, o Esquadrão Poti foi transferido da Base Aérea de Recife para a Base Aérea de Porto Velho, em Rondônia, passando a operar os helicópteros russos de ataque Mil Mi-35M Hind, denominados AH-2 Sabre na FAB. As três primeiras aeronaves chegaram em dezembro de 2009, chegando mais três em outubro do mesmo ano.

Atualmente, com os Sabres, o Esquadrão Poti cumpre missões de interceptação, combate aéreo, ataque, escolta e apoio aéreo aproximado a partir da Amazônia Ocidental.

Fonte: 2º/8º GAV/Cecomsaer

http://www.fab.mil.br/portal/capa/index ... 039%20anos (http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?mostra=12027&ANIVERS%C1RIO%20-%20Esquadr%E3o%20Poti%20%282%BA/8%BA%20GAV%29%20celebra%2039%20anos)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Nukualofa77 em Agosto 28, 2012, 05:31:37 am
Buenas, Cabeça de Martelo!  :mrgreen:....


[].
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 28, 2012, 05:58:30 pm
Olha o bermelho...
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: nelson38899 em Setembro 17, 2012, 05:37:18 pm
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La Fuerza Aérea de Brasil ofrece 4 aviones C-130E Hércules a Sudáfrica

La Fuerza Aérea Brasilera (FAB) ha realizado una oferta no solicitada de 4 aviones de transporte táctico militar Hércules, retirados del servicio activo con la FAB. La oferta comprende tres aviones C-130E y un SC-130E. De acuerdo a reportes de la prensa internacional, la oferta fue realizada el mes de julio pasado.

La Fuerza Aérea de Sudáfrica tiene 6 aviones Hércules en servicio, dos de los cuales están fuera de serivicio en espera de recibir trabajos de mantenimiento.

El C-130E del Hércules es una variante de rango extendido del C-130B y el SC-130E es una variante de búsqueda y rescate del C-130E. La FAB adquirió 8 C-130E entre los años 1964 y 1968, a los que se unieron otros 3 aviones SC-130E ordenados en 1969.

Dos de los aviones C-130E ofrecidos por la FAB están aptos para su integración al servicio operacional, al tercero se le han desmontado los motores, hélices y otros varios componentes. El SC-130E está en similar condición al tercer C-130E inoperativo. Los aviones brasileros han supuestamente ya sido sometidos al programa de refuerzo estructural de la caja central del fuselaje.

http://maquina-de-combate.com/blog/?p=27463
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: P44 em Dezembro 12, 2012, 11:21:29 am
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Para Dilma, compra de caças depende de 'retomada do crescimento'

Daniela Fernandes

De Paris para a BBC Brasil

Atualizado em  11 de dezembro, 2012 - 23:21 (Brasília) 01:21 GMT

A presidente Dilma Rousseff declarou nesta terça-feira em Paris que a compra de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) foi adiada e depende da retomada do crescimento da economia "a taxas maiores".

"Adiamos de fato a decisão sobre os caças. Isso pode levar ainda algum tempo e depende da recuperação do país", declarou Dilma em uma coletiva com o presidente francês, François Hollande, no palácio do Eliseu.

"Nós esperamos que o Brasil cresça nos próximos meses a uma taxa que permita que esse assunto volte à nossa pauta como sendo uma prioridade", afirmou a presidente brasileira.

Em outubro do ano passado, o ministro da Defesa, Celso Amorim, já havia dito que a compra das aeronaves dependeria da "evolução da crise externa".

O mesmo argumento também havia sido usado pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, para explicar o atraso na decisão sobre a compra dos caças.

A França está na disputa com os aviões Rafale, fabricados pela Dassault e que detêm a preferência do ex-presidente Lula.

As outras duas opções do governo brasileiro são o Super Hornet, da americana Boeing, e o Gripen, da sueca Saab.

Dilma lembrou que as discussões sobre a compra de 36 caças para a FAB foi iniciada em 2009 e 2010, mas ressaltou que "diante do aguçamento da crise, o governo brasileiro recuou de uma decisão imediata".

A presidente afirmou que a situação atual da economia leva o governo "a tomar extrema cautela ao decidir gastos que sejam além daqueles que nós necessitamos para fazer os estímulos fiscais que o país precisa para sair da crise", como desonerações e investimentos em infra-estrutura.

Já Hollande reiterou o desejo do governo francês de transferir tecnologia, caso o Rafale seja escolhido.

"A França possui uma alta cooperação com o Brasil no setor da indústria da defesa. Nós já temos contratos em relação a submarinos e helicópteros. Sempre desejamos que houvesse, nesses contratos, uma transferência de tecnologia", disse Hollande.

O presidente francês ressaltou "as qualidades excepcionais do Rafale", mas disse que o Brasil "tem liberdade" para escolher o momento (da compra) e o avião desejado.

Apesar de declarar logicamente sua preferência pela escolha do modelo francês, Hollande disse que não faria "proclamações" a respeito.

Sem expectativa

Serge Dassault, proprietário do conglomerado que fabrica os Rafale, disse à BBC Brasil durante um jantar de gala oferecido à Dilma no palácio do Eliseu, sede da presidência francesa, "que o Rafale é mais caro do que os concorrentes por causa do euro, mais valorizado do que dólar".

O empresário afirmou, no entanto, que não tem expectativas sobre quando se dará o anúncio da escolha do governo brasileiro.

Ele também disse acreditar que Lula era mais "simpático" do que Dilma.

Estima-se que o contrato de compra dos 36 caças Rafale possa alcançar 4 bilhões de euros (R$ 11 bilhões).

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticia ... a_df.shtml (http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/12/121212_rafale_franca_brasil_dilma_df.shtml)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Janeiro 28, 2013, 11:16:09 am
http://www.aereo.jor.br/2013/01/28/gte-quinze-anos-depois/#comments

Não deixa de ser curioso que á medida que o programa fx-2, à decadas, vai marcando passo e a Embraer vai reformando os F-5 aquiridos à Jordania para o padrão M (os quais junto com E-99 AEW cada vez mais assumem a "espinha dorsal" da aviação de caça brasileira), o GTE responsavel pelo transporte VIP tenha crescido significativamente em 15 anos...

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Paisano em Abril 11, 2013, 04:28:53 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: borisdedante em Abril 19, 2013, 03:34:17 am
Rafale “exposto” em Raio-X Operacional
http://www.defesanet.com.br/rafale/noti ... Introducao (http://www.defesanet.com.br/rafale/noticia/10360/Rafale-%E2%80%9Cexposto%E2%80%9D-em-Raio-X-Operacional--Parte-1---Introducao)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Lusitano89 em Maio 30, 2013, 01:07:39 pm
Aviões não tripulados vão vigiar estádios brasileiros


Os estádios de futebol em Brasília e no Rio de Janeiro que serão utilizados nos jogos de abertura e encerramento da Taça das Confederações, em junho, serão vigiados por aviões não tripulados, revelou hoje a Força Aérea Brasileira.

"Vamos usar 'drones' para vigiar os estádios de forma segura e sem interferir com o tráfego aéreo que terá restrições durante os jogos", anunciou o diretor do centro de operações aéreas da Força Aérea Brasileira (FAB), Mário Luís da Silva Jordão, em declarações ao portal de notícias da Globo (G1).

Os 'drones' estão equipados com câmaras, radares e sensores para monitorizar o movimento de pessoas ou veículos, voando a uma altitude de 2.000 a 5.000 metros, acrescentou o militar.

A FAB planeia usar duas das suas quatro aeronaves sem piloto Hermes 450, fabricadas pela empresa israelita Elbit, durante a Taça das Confederações, que decorrerá entre 15 e 30 de junho, servindo de teste para o Mundial de Futebol de 2014, que também se realizará no Brasil.

"O objetivo é obter uma visão geral dos estádios, sem criar qualquer risco para as pessoas", justificou Donald Gramkow, comandante do esquadrão Horus, da FAB, responsável pela pilotagem dos aviões, acrescentando que as aeronaves não vão ficar permanentemente em cima da multidão que se encontrará dentro dos estádios, mas antes posicionados em lugares próximos que permitam monitorizar as áreas".

Apesar de não possuírem pilotos a bordo, os aparelhos são controlados a partir de uma base em terra, onde são programadas as rotas e são recebidas, em diversos monitores, os dados e imagens captados pelos 'drones'.

"Não há risco nenhum para as pessoas ao sobrevoarmos os estádios. E nem sempre estaremos em cima da multidão, mas posicionados em regiões próximas, onde é possível ver os arredores e levar as imagens que nos interessam ao centro de comando, como movimentações de públicos específicos, por exemplo. Durante os jogos há um espaço aéreo fechado, em que não é possível o tráfego de aeronaves. Só helicópteros da polícia", explica Gramkow.

A FAB já usou estes aviões não tripulados no ano passado para garantir a segurança de dezenas de chefes de Estado que participaram na cimeira das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável (Rio+20).

Lusa
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Junho 02, 2013, 10:01:05 pm
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Já chegaram à Base Aérea 11 o P-3 e os 19 militares da Força Aérea Brasileira (FAB) que participam no EXERCÍCIO BRAPOR 2013.
À chegada estiveram a recebê-los o 2º Comandante da BA11, Tenente Coronel Luís Mateus, o adido Aeronáutico da Embaixada da República Federativa do Brasil em Lisboa, Coronel Roberto PITREZ e o Comandante da Esquadra 601, Tenente Coronel Oliveira.
Este exercício decorre no âmbito das atividades bilaterais entre Portugal e Brasil.

(https://fbcdn-sphotos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/934641_262987577174407_1049848453_n.jpg)
(https://fbcdn-sphotos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/946715_262987597174405_1818102089_n.jpg)
(https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn2/5905_262987433841088_1214625340_n.jpg)
(https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/576596_262987427174422_1114572357_n.jpg)
(https://fbcdn-sphotos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn2/969749_262987430507755_1930327079_n.jpg)
(https://fbcdn-sphotos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc1/419048_262987463841085_1552433426_n.jpg)
(https://fbcdn-sphotos-e-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc3/969985_262987480507750_1427889053_n.jpg)
(https://fbcdn-sphotos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn2/954830_262987490507749_217355744_n.jpg)
(https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn2/5603_262987510507747_113013089_n.jpg)
(https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc1/600776_262987527174412_1891470626_n.jpg)
(https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc1/580321_262987540507744_21450547_n.jpg)

https://www.facebook.com/media/set/?set ... 969&type=1 (https://www.facebook.com/media/set/?set=a.262987413841090.1073741861.188128631326969&type=1)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Charlie Jaguar em Junho 10, 2013, 01:31:18 pm
De acordo com o que é adiantado este mês pela revista "Combat Aircraft", a reconversão dos 2 Boeing 767-300ER para aviões-cisterna, ou tankers, que irão substituir os já velhinhos KC-137 da FAB, foi adjudicada à IAI (Israel Aerospace Industries) e será levada a cabo nas instalações da TAP Manutenção e Engenharia Brasil S.A, anteriormente denominada de Varig Engenharia e Manutenção (VEM), subsidiária do Grupo TAP Air Portugal.  :wink:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: miguelbud em Junho 26, 2013, 08:29:49 am
Citar
Tap ganha manutenção dos aviões F-5 da Força Aérea brasileira

No valor de 4,9 milhões, este é o contrato “mais significativo” conseguido pela TAP M&E Brasil.

Os hangares da TAP Manutenção & Engenharia Brasil vão passar a receber os caças F-5 da Força Aérea Brasileira (FAB). O contrato, com a duração de cinco anos, vale 14.585.500 reais (4,9 milhões de euros) e é o "mais significativo" assinado entre a empresa e a FAB.

A TAP M&E Brasil passará assim a ser responsável pelos "serviços de engenharia aeronáutica de inspecção periódica a nível base", conforme aviso de adjudicação publicado no Diário da União, de mais de meia centena de caças F-5 EM/FM pertencentes à FAB.
http://economico.sapo.pt/noticias/tap-g ... 72078.html (http://economico.sapo.pt/noticias/tap-ganha-manutencao-dos-avioes-f5-da-forca-aerea-brasileira_172078.html)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Julho 18, 2013, 11:29:57 am
http://www.aereo.jor.br/2013/07/16/foi-a-bolivia-doar-helicopteros-e-como-agradecimento-ganhou-revista-no-aviao/

Citar
Meses antes de expressar repúdio pela retenção e revista do avião de seu presidente na Europa, sob suspeita de que levava o ex-agente da CIA Edward Snowden, o governo boliviano reteve e revistou a aeronave que levaria o ministro da Defesa, Celso Amorim, de volta ao Brasil após uma visita à cidade de Santa Cruz de la Sierra, no ano passado. A busca, feita inclusive com cães farejadores, aconteceu em meio a suspeitas de que Amorim levava a bordo o senador de oposição Roger Pinto, que está refugiado há mais de um ano na Embaixada do Brasil em La Paz.

http://www.aereo.jor.br/2013/07/16/nota-a-imprensa-revista-de-aviao-da-fab-na-bolivia/

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/07/dia-da-aviacao-de-caca-2013-GTE-VC-99A-FAB-2550-foto-5-poggio.jpg)
Então mas o Morales afinal fez a mesma coisa de que se queixou na Europa? Aí os telhados de vidro destas pseudo-democracias... :mrgreen:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Charlie Jaguar em Agosto 07, 2013, 12:17:47 pm
Os caças Mirage 2000C/B da FAB vão parar de voar no final deste ano devido ao fim da vida útil das suas células. De acordo com o artigo no "Estadão", o estado dos aparelhos nem sequer permite que sejam colocados à venda.

 :arrow: http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 0647,0.htm (http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,mirage-da-fab-para-de-voar-em-dezembro-,1060647,0.htm)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 07, 2013, 12:31:38 pm
FX-2... :evil:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Agosto 07, 2013, 02:46:09 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
FX-2... :evil:

Acho que ainda não é desta que a novela chega ao fim... :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Charlie Jaguar em Agosto 07, 2013, 03:10:40 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
FX-2... :evil:

Olha que em termos de novelas não sei se não serão piores as produções Made in Portugal dos NPO, Pandur, helis para o Exército, substituição da G-3 ou mesmo a do "sebastiânico" NavPol...  :roll:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Bravo Two Zero em Agosto 07, 2013, 04:24:30 pm
Citação de: "Charlie Jaguar"
Os caças Mirage 2000C/B da FAB vão parar de voar no final deste ano devido ao fim da vida útil das suas células. De acordo com o artigo no "Estadão", o estado dos aparelhos nem sequer permite que sejam colocados à venda.

 :roll:


Nisso somos parecidos, ou não partilhássemos muita herança cultural. Quantos anos entre o projecto e a entrada de serviço da corveta "Barroso" ?
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Agosto 07, 2013, 05:42:27 pm
Citação de: "Charlie Jaguar"
Olha que em termos de novelas não sei se não serão piores as produções Made in Portugal dos NPO, Pandur, helis para o Exército, substituição da G-3 ou mesmo a do "sebastiânico" NavPol...  :mrgreen:

Citação de: "Bravo Two Zero"
Nisso somos parecidos, ou não partilhássemos muita herança cultural. Quantos anos entre o projecto e a entrada de serviço da corveta "Barroso" ?

Na verdade isso foi mais tipo filme com diversas sequelas... :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Agosto 12, 2013, 05:09:38 pm
http://www.passarodeferro.com/2013/08/acidente-com-29-da-esquadrilha-da.html

Citar
O Comando da Aeronáutica (Brasileira) lamenta informar o acidente aeronáutico ocorrido nesta segunda-feira (12/8), por volta das 9h10, com uma aeronave A-29 Super Tucano do Esquadrão de Demonstração Aérea (Esquadrilha da Fumaça).

O acidente ocorreu durante uma missão de treino, próximo da pista da Academia da Força Aérea, em Pirassununga (São Paulo).

Os dois ocupantes da aeronave, Capitão Aviador João Igor Silva Pivovar e Capitão Aviador Fabricio Carvalho realizaram a ejeção, mas faleceram no local do acidente.

O Comando da Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os fatores que contribuíram para o acidente.

O Esquadrão de Demonstração Aérea, encontra-se atualmente em conversão de pilotos e técnicos para a utilização da nova aeronave A-29 Super Tucano, depois de ter operado o T-27 Tucano durante 30 anos, entre 1983 e 2013.

Fonte: CECOMSAER
Adaptação: Pássaro de Ferro

(http://4.bp.blogspot.com/-lrCB7b2BWIA/Ugj2r-2nq6I/AAAAAAAAMww/IGpu8zup8bc/s1600/A-29-e-T-27_EDA.jpg)
A-29 Super Tucano e T-27 Tucano da Esquadrilha da Fumaça
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Agosto 13, 2013, 09:44:07 pm
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/08/Mirage-2000-nao-conformidades.jpg)

E parece que já encontraram substituto para o Mirage-2000.
Chama-se F5...

http://www.aereo.jor.br/2013/08/13/fab- ... omandante/ (http://www.aereo.jor.br/2013/08/13/fab-substituira-cacas-mais-potentes-por-modelo-inferior-diz-comandante/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Agosto 15, 2013, 06:57:19 pm
Sobre os Kc-130 da Fab...
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/08/Domingo-Aereo-AFA-2013-KC-130-2.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/08/Domingo-Aereo-AFA-2013-KC-130-3.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/08/Domingo-Aereo-AFA-2013-KC-130-9.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/08/Domingo-Aereo-AFA-2013-KC-130-4.jpg)

http://www.aereo.jor.br/2013/08/12/afa-2013-gordo-velho-sujo-e/

 :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Agosto 23, 2013, 11:10:12 pm
Já que parece que o F-5 brasileiro está para ficar aqui está uma comparação entre o painel de instrumentos do seu congênere chileno... :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: armando30 em Agosto 25, 2013, 01:26:11 am
o artigo original faz questão de informar a diferença de quando ambos os programas de modernização começaram

http://www.aereo.jor.br/2013/08/21/o-nosso-e-o-deles/

o início de ambos os programas é apenas separado por 7 anos mas o início real do programa brasileiro foi só em 2001 e como todos sabemos que a técnologia evolui a um ritmo alucinante de ano para ano é natural que um programa começado 11 anos depois do programa chileno seja tecnológicamente mais avançado


mas isto é só mais uma mostra de como a indústria militar brasileira está a crescer e só é pena que ninguém nos sucessivos governos que tivemos tenha tido a ideia iluminada de tentar uma parceria na investigação militar, tal como parece ser o caso da futura parceria entre Brasil e Turquia

http://www.forte.jor.br/2013/08/23/brasil-e-turquia-criam-grupos-para-estudar-desenvolvimento-de-projetos-conjuntos-em-defesa/

e sabendo que a indústria de defesa vale muitos milhões todos os anos é ainda mais grave o nosso governo não ter pensado numa parceria como esta, talvez mesmo uma parceria envolvendo todos os países da CPLP pois alguns deles têm muitos milhões para gastar prevenientes do petróleo
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Get_It em Agosto 25, 2013, 02:00:57 am
Citação de: "armando30"
mas isto é só mais uma mostra de como a indústria militar brasileira está a crescer e só é pena que ninguém nos sucessivos governos que tivemos tenha tido a ideia iluminada de tentar uma parceria na investigação militar, tal como parece ser o caso da futura parceria entre Brasil e Turquia
Os nossos (portugueses) sucessivos governos têm é andado muito mais preocupados em destruir a nossa indústria militar, quanto mais andar a criar parcerias na investigação militar. Com todo o respeito, senão fossem os governos que tivemos desde 1975, hoje podíamos estar anos-luz à frente dos brasileiros, indianos e turcos em termos de tecnologia militar.

Cumprimentos,
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Agosto 29, 2013, 01:30:18 pm
Citação de: "armando30"
o artigo original faz questão de informar a diferença de quando ambos os programas de modernização começaram

http://www.aereo.jor.br/2013/08/21/o-nosso-e-o-deles/

o início de ambos os programas é apenas separado por 7 anos mas o início real do programa brasileiro foi só em 2001 e como todos sabemos que a técnologia evolui a um ritmo alucinante de ano para ano é natural que um programa começado 11 anos depois do programa chileno seja tecnológicamente mais avançado

Se tivesse lido com atenção não apenas este artigo mas também os restantes sobre esta temática verificava que o o objectivo da colocação das duas fotos não era esse, já que, ambos os modelos independentemente da distância temporal têm praticamente as mesmas capacidades.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/02/f5tigeriiichile.jpg)
Citar
Principais recursos incorporados no programa de modernização dos F-5BR:

Substiuição dos mostradores analógicos por telas coloridas de cristal líquido de múltiplas funções (MFCD – conceito glass cockpit).
Tecnologia HOTAS (Hands On Throttle And Stick) em que todos os principais comandos estão posicionados no manche e na manete de potência.
HUD (Head-Up Display) visor ao nível dos olhos para que o piloto possa verificar todas as principais informações do painel sem ter de desviar o olhar para baixo.
Total compatibilidade com os óculos de visão noturna NVG (Night Vision Goggles)
Capacetes com sistema de mira HMD (Helmet-Mounted Display) tipo DASH da Elbit
RWR (Radar Warning Receiver) da Elisra, para autodefesa.
Rádios digitais V/UHF Rohde & Schwartz M3AR (Serie 6000), que podem receber/transmitir comunicações de voz e dados com proteção eletrônica (criptografia), salto e compressão de freqüências, assim permitindo a transferência de dados entre as aeronaves F-5M, os Embraer E-99 de alarme aéreo antecipado ou os controles de terra.
Radar Doppler FIAR Grifo-F com diversos modos de operação ar-ar, ar-solo e anti-navio, com grande resistência a bloqueios e despistamentos eletrônicos ou mecânicos. Seu alcance é de 56 Km para contatos na mesma altitude, 37 Km para contatos voando abaixo (look down-shoot down) e de 110-148 Km para alvos marítimos.
Modernos sistemas de navegação, incluindo um sistema inercial/GPS da Rockwell modelo H-764G a laser e um outro GPS de backup.
O primeiro F-5M modernizado foi entregue no dia 21/setembro/2005 ao 1º/14º GAv Grupo de Aviação – “Esquadrão Pampa”, da Base Aérea de Canoas, RS.
Quando tantas criticas são feitas aos F-5 e a sua "velhice" convenhamos que a a Embraer consegue dar uma imagem bem moderna ao aparelho (quer exterior mas sobretudo interior) o que possivelmente fara que não esteja para breve uma decisão do FX-2.


Citação de: "armando30"
mas isto é só mais uma mostra de como a indústria militar brasileira está a crescer e só é pena que ninguém nos sucessivos governos que tivemos tenha tido a ideia iluminada de tentar uma parceria na investigação militar, tal como parece ser o caso da futura parceria entre Brasil e Turquia

http://www.forte.jor.br/2013/08/23/brasil-e-turquia-criam-grupos-para-estudar-desenvolvimento-de-projetos-conjuntos-em-defesa/

e sabendo que a indústria de defesa vale muitos milhões todos os anos é ainda mais grave o nosso governo não ter pensado numa parceria como esta, talvez mesmo uma parceria envolvendo todos os países da CPLP pois alguns deles têm muitos milhões para gastar prevenientes do petróleo

As parcerias e os programas de investigação militar não dão dinheiro a ganhar aos politicos e as multiplas empresas que gravitam à volta destes negócios de muitos milhões. Além disso na CPLP só o Brasil dá cartas na defesa. O resto ainda é mais corrupto do que as sanguessugas cá do burgo... :mrgreen:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2010/03/Super-Tucano-A-29.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Agosto 30, 2013, 09:58:12 pm
Já assim tragam os 3 que nós precisamos de recondicionar para vender aos Romenos... :mrgreen:
Citar
Militares da FAB vão para o Arizona avaliar estado das células. Opção seria por aviões Block 40/42

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/08/5428420815_8b4c5c09fd_b.jpg)

http://www.aereo.jor.br/2013/08/29/f-x2-sem-perspectivas-de-definicao-fab-pode-comprar-cacas-f-16-usados/
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Setembro 02, 2013, 09:18:44 pm
Como o F-16 afinal já não vem (http://www.aereo.jor.br/2013/09/02/nota-a-imprensa-referente-a-materia-sobre-a-possivel-compra-pela-fab-de-cacas-f-16-usados/) nada melhor que um video patriótico sobre as 200 000 horas do AMX para comemorar a substituição dos Mirage 2000 por mais F-5 EM... :mrgreen:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Zo0mUvq0r84
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Paisano em Outubro 04, 2013, 10:05:09 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Outubro 04, 2013, 10:47:17 pm
Isso foi em 1990?  :twisted:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 05, 2013, 10:39:58 am
Temos algo semelhante em Portugal? Acho que não... :oops:  :N-icon-Axe:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Lightning em Outubro 05, 2013, 11:37:27 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Temos algo semelhante em Portugal? Acho que não... :oops:  :N-icon-Axe:

Cabeça não te estou a perceber? Nós também temos bombas guiadas por laser, para que é que achas que serve o F-16 MLU e os Tangeting Pods?
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 05, 2013, 11:45:49 am
Lightning de onde estou não consigo ver videos. O video não é de uma bombas guiadas por laser Made in Brasil?
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Nuno Bento em Outubro 05, 2013, 07:42:06 pm
http://www.deagel.com/Bombs-and-Guidanc ... 74001.aspx (http://www.deagel.com/Bombs-and-Guidance-Kits/GBU-31-JDAM_a001074001.aspx)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Lightning em Outubro 06, 2013, 12:54:02 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Lightning de onde estou não consigo ver videos. O video não é de uma bombas guiadas por laser Made in Brasil?

No vídeo não diz que a bomba é made in Brasil, diz é que foi o primeiro treino com uma bomba guiada por laser no Brasil, não refere onde é que a bomba foi construída, mas acho que se fosse produção própria isso também seria referido no vodeo.

Mas já que tu estás por dentro das Forças Armadas Brasileiras confirma lá isso? O Brasil estava a desenvolver bombas inteligentes de fabrico próprio? O Brasil já lançou alguma vez bombas guiadas por laser anteriormente?

A impressão com que fico é que o Brasil lançou agora pela primeira vez uma bomba guiada por laser, ponto, e que até agora apenas usou bombas "burras".
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Paisano em Outubro 21, 2013, 05:54:40 pm
CRUZEX Flight 2013

Fonte: http://portaldefesa.com/site/index.php/ ... -2013.html (http://portaldefesa.com/site/index.php/nacional/forcaaerea/3059-cruzex-flight-2013.html)

Citar
Por Leonardo Jones Müller

(http://portaldefesa.com/site/thumbnail.php?file=967400_726897777327019_179874317_n_857194421.jpg&size=article_medium)

Exercício conta este ano com 96 aeronaves de 9 países.

Do Rio de Janeiro

 
Entre os dias 4 e 15 de novembro a Base Aérea de Natal será o movimentado palco de mais a edição do já mundialmente famoso exercício Cruzeiro do Sul, a CRUZEX.

Idealizada e organizada pela FAB, a CRUZEX tem tradição de reunir forças aéreas de diversos países, muito diferentes entre si, com o objetivo de treinar missões do tipo coalizão, que é quando as operações são organizadas e executadas em conjunto, tanto no cenário ar-ar como no ar-terra.

A CRUZEX foi recentemente dividida em duas versões, a CRUZEX C2, que não promove o encontro de aeronaves reais, mas reúne militares de países diversos com o objetivo de treinar a integração de aliados em operações de comando e controle em um conflito virtual, e o tradicional exercício como o que ocorre este ano, denominada CRUZEX Flight.

Serão 9 países participantes incluindo o Brasil. Participarão Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Uruguai e Venezuela, cada uma trazendo aeronaves que somadas farão dos céus do nordeste brasileiro um grande cenário de guerra simulada, totalizando 96 aeronaves, entre aviões de caça, bombardeiros, reabastecimento aéreo, helicópteros e AEW&C.

Serão 2.000 militares envolvidos na operação que se desdobrará sobre o Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Oceano Atlântico.

O Portal Defesa estará presente na CRUZEX 2013, trazendo todos os detalhes e imagens do exercício. Para maiores informações, visite a página oficial da CRUZEX Flight 2013 (CLIQUE AQUI -> http://www.cruzex.aer.mil.br/index.php (http://www.cruzex.aer.mil.br/index.php)).

Portal Defesa
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Paisano em Outubro 21, 2013, 06:16:07 pm
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2011/01/mectron-cronograma.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Lightning em Outubro 22, 2013, 09:37:22 pm
Pessoal do Brasil, olha ai... :wink:

http://www.passarodeferro.com/2013/10/f ... s-com.html (http://www.passarodeferro.com/2013/10/franca-precisa-de-vender-rafales-com.html)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 10, 2013, 04:27:06 pm
Fazenda da Aeronáutica: você não sabia, mas ela existe

 :evil:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Charlie Jaguar em Dezembro 17, 2013, 02:49:37 pm
De acordo com o avançado este fim-de-semana pela "Folha de São Paulo", e que o jornal francês "La Tribune" também reproduz, tudo indica que o Rafale está definitivamente fora da corrida ao FX-2. No entanto a decisão final não será tomada antes de 2015, e talvez a recusa em querer ceder asilo permanente a Edward Snowden, como vem hoje na imprensa, possa indiciar uma preferência pelo F/A-18E/F Super Hornet. Contudo tudo isto é especulação e já sabe que o que é num dia no outro já não o é.

 :arrow: http://www.aereo.jor.br/2013/12/16/f-x2 ... -da-folha/ (http://www.aereo.jor.br/2013/12/16/f-x2-jornal-la-tribune-diz-que-rafale-esta-fora-do-pareo-repercutindo-noticia-da-folha/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Veritas em Dezembro 18, 2013, 08:12:36 pm
Agora é oficial: Gripen é a nova aeronave de caça da FAB

http://www.cavok.com.br/blog/?p=74248#more-74248 (http://www.cavok.com.br/blog/?p=74248#more-74248)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 18, 2013, 08:18:01 pm
Ganhou o mais pequeno e o menos capaz dos dois.

Espero que a FAB agora decida também comprar reabastecedores, pois vai precisar.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Dezembro 18, 2013, 08:36:32 pm
A sério? Finalmente teminou a novela mais ridicula dos ultimos tempos?!
Não acredito...  :?
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: FoxTroop em Dezembro 18, 2013, 08:44:23 pm
Citação de: "HSMW"
A sério? Finalmente terminou a novela mais ridícula dos últimos tempos?!
Não acredito...  :?

X 2.  Se terminou com essa opção terminou como começou e durou, numa palhaçada. Uma Nação de tamanho continental........ Gripen para defesa aérea........... Tal como disse o nosso caro nelson38899; comprem reabastecedores, pois vão precisar.....

Fica contudo a ressalva que, caso se consigam aproximar o suficiente para WVR com caças como os Su venezuelanos, os Gripen podem ser letais. Existe sempre o risco de serem sugados pela entrada de ar dos motores causando danos catastróficos aos caças inimigos......
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 18, 2013, 08:51:58 pm
Citação de: "FoxTroop"
Citação de: "HSMW"
A sério? Finalmente terminou a novela mais ridícula dos últimos tempos?!
Não acredito...  :?

X 2.  Se terminou com essa opção terminou como começou e durou, numa palhaçada. Uma Nação de tamanho continental........ Gripen para defesa aérea........... Tal como disse o nosso caro nelson38899; comprem reabastecedores, pois vão precisar.....

Fica contudo a ressalva que, caso se consigam aproximar o suficiente para WVR com caças como os Su venezuelanos, os Gripen podem ser letais. Existe sempre o risco de serem sugados pela entrada de ar dos motores causando danos catastróficos aos caças inimigos......

Penso que gripen vai ter sorte, com os problemas financeiros venezuelanos, mais dia menos dia os SU estarão á venda.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Alvalade em Dezembro 18, 2013, 09:39:53 pm
Finalmente  :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Paisano em Dezembro 18, 2013, 11:43:30 pm
O mais importante é houve afinal uma decisão. :Amigos:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Dezembro 19, 2013, 12:52:48 am
http://www.aereo.jor.br/2013/12/18/celso-amorim-acaba-de-confirmar-gripen-ng-e-o-novo-caca-da-fab/

O pai Natal chegou mais cedo ao Brasil. Parabéns à Fab (não fica com o caça mais capaz mais ainda assim um aparelho ao nível dos congéneres que voam nas forças aéreas latino-americanas), Saab (mais outro contrato... :twisted: )... :mrgreen:
(http://th02.deviantart.net/fs71/PRE/i/2012/065/3/5/gripen_ng__orgulho_de_se_tornar_brasileiro__by_plamber-d4rwkc4.jpg)
(http://www.defesabr.com/Fab/Gripen_NG_02.jpg)
(http://3.bp.blogspot.com/-i4EtTnMOND0/TZvNj-AmzKI/AAAAAAAAIn4/Vw-5p1SH4qI/s320/gripen-brasil2.png)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/07/FX2-36-Gripen-NG-+-Super-Tucano.jpg)
(http://exame.abril.com.br/assets/pictures/17752/size_590_kc390.jpg?1288615187)
(http://files.air-attack.com/MIL/kc767/kc767wing.jpg)

 :shock:  :N-icon-Axe:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: papatango em Dezembro 19, 2013, 12:36:46 pm
Os franceses responderam de forma adequada e não poderiam fazer outra coisa.

O Gripen é um avião de outra família, com outras capacidades que evidentemente seria sempre mais barato. Os franceses teriam sempre que frisar que perderam não por terem um avião pior, mas porque não tinham o produto mais barato.

Eles pretendem lembrar que o Brasil comprou o mais barato e não o melhor.
Não deixam de ter alguma razão.

Resta saber se o mais barato, cumpre com as exigências dos brasileiros.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Charlie Jaguar em Dezembro 19, 2013, 01:42:47 pm
É verdade, para a extensão territorial brasileira ganhou o caça mais barato, ligeiro e monomotor, e de facto vão precisar dos Boeing 767 que estão a transformar em reabastecedores, pese embora o Gripen NG consiga levar mais combustível que a corrente versão C/D e tenha provisões para o uso de CFT's.

Falava-se muito na possibilidade de caso vencesse o Rafale a Marinha Brasileira também adquirir alguns exemplares... será que agora com a escolha do Gripen isto dará um novo impulso ao desenvolvimento do Sea Gripen? Creio eu que seria ligeiro o suficiente para operar a partir do "São Paulo".
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Dezembro 19, 2013, 03:19:00 pm
Citação de: "Charlie Jaguar"
É verdade, para a extensão territorial brasileira ganhou o caça mais barato, ligeiro e monomotor, e de facto vão precisar dos Boeing 767 que estão a transformar em reabastecedores, pese embora o Gripen NG consiga levar mais combustível que a corrente versão C/D e tenha provisões para o uso de CFT's.

Falava-se muito na possibilidade de caso vencesse o Rafale a Marinha Brasileira também adquirir alguns exemplares... será que agora com a escolha do Gripen isto dará um novo impulso ao desenvolvimento do Sea Gripen? Creio eu que seria ligeiro o suficiente para operar a partir do "São Paulo".

Quando a marinha brasileira deu prioridade à conversão dos Trader adquiridos nos EUA(http://www.cavok.com.br/blog/?p=16960) em cargueiros e abastecedores (em detrimento do AEW) para o S. Paulo também fiquei com essa ideia. Embora uma das razões para a desactivação dos anteriores porta-aviões franceses fosse a impossibilidade do RAFALE com o peso máximo usar as catapultas do Foch e Clemenceu, os aparelhos chegaram a ser testados do primeiro (a extremidade da catapulta recebeu um skyjump) .
(http://www.areamilitar.net/analise/images/img_A12_esquema_saopaulo.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Rafale-no-PA-Foch-2.jpg)
(http://www.ffaa.net/aircraft/rafale/images/rafale-0017.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/foch_ski-jump.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/rafale-foch.gif)
Tanto o Rafale mas também o F-18 poderiam descolar com menos combustível e depois ser reabastecidos em voo pelos Trader (obviamente com os subsequentes problemas operacionais daí recorrentes).
(http://www.cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2013/03/willow-run-2011-107w-1.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/KC-2-Turbo-Trader-580x340.jpg)
 De qualquer forma as catapultas do S. Paulo não podem exceder as 20 toneladas (actualmente as duas CTP e não apenas uma tem essa capacidade em termos de tonelagem) pelo que o Sea Gripen (o Gripen NG tem um peso máximo de descolagem na ordem dos 16 000 Kg http://2.bp.blogspot.com/_IEJ3-_kC6JI/TGB-FLtDs1I/AAAAAAAArSQ/Sy9KftVB5DI/s1600/Gripen_NG_jas39.jpg) terá sempre de ter um peso máximo de descolagem inferior a essa capacidade (a escolha dos Skyhawk deveu-se a essas mesmas limitações).
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/05/Sea-Gripen-High-Resolution-1.jpg)
(http://photos1.blogger.com/blogger/5793/2357/1600/A-4_A-12_(MB).jpg)

Relativamente ao Gripen caberá à FAB e ao poder politico entenderem-se no sentido de debelar as fraquezas do avião (a principal é o alcance)  e potenciarem as suas potencialidades (é dos caças que aterra em pistas mais curtas), pelo que ou adquirem aviões tanque (Kc-390 ou Boeing) ou terão que re-localizar os aparelhos em pelo menos 3 áreas distintas se quiserem que a totalidade do território brasileiro seja abrangido pelo novo caça. (em que a versão NG ressalve-se está ainda em desenvolvimento).
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2010/07/alcance-gripenNG.jpg)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Charlie Jaguar em Dezembro 25, 2013, 02:15:51 pm
E depois de se saber da vitória no Brasil do Gripen NG, ou JAS-39E/F, muitas notícias têm vindo a público nestes dias.

Primeiro, que para substituir os Mirage 2000 que daqui a poucos dias serão retirados de serviço, a FAB poderá alugar alguns JAS-39C/D da Real Força Aérea Sueca já que só se esperam as primeiras entregas do Gripen NG em 2018 após a Suécia receber os primeiros exemplares. Segundo, que o Governo sueco e a Saab estarão em conversações com o Governo brasileiro de modo a formarem uma joint venture e o Brasil se tornar na principal base de produção do Gripen E/F com vista a futuras vendas a países sul-americanos e africanos.

Citar
Brazil may wait over four years for new fighters, says Saab
Sat Dec 21, 2013

Dec 20 (Reuters) - Brazil is not likely to receive the first of its new fighter jets from Saab AB for more than four years, the head of the Swedish company's aerospace unit told Reuters on Friday, underscoring the need for stopgap aircraft in coming years. Brazil's Gripen NG should arrive after Sweden takes the first deliveries of the next-generation aircraft in early 2018, said Lennart Sindahl in a telephone interview."Everyone expects the national air force to take the first deliveries, before we start exporting," he said. That will leave the Brazilian air force waiting to replenish an old, shrinking fleet. Military officials said on Wednesday they expected to sign a $4.5 billion final contract for the 36 new jets within a year, with the first deliveries arriving four years after that.

While Brazil waits, the country is negotiating with Sweden to lease existing Gripen C/D, Sindahl said, in order to offset the loss of a dozen Mirage fighters at the end of this year. The Swedish air force is flying 98 Gripens, according to Saab's website, and has ordered the upgrade of 60 Gripen C to the next-generation model, with deliveries beginning in 2018. The Swiss armed forces have also ordered 22 of the newest Gripens, pending a national referendum next year. (Reporting by Brad Haynes; Editing by Jonathan Oatis)

 :arrow: http://www.defensenews.com/article/2013 ... Sale-Talks (http://www.defensenews.com/article/20131224/DEFREG01/312240006/Swedish-Government-Looks-Add-Value-Gripen-E-Sale-Talks)


E, para finalizar, uma antevisão do JAS-39E/F Gripen ao serviço da FAB.  c34x

(http://img546.imageshack.us/img546/3984/p90l.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Dezembro 25, 2013, 02:50:16 pm
Nunca mais desistem dessa camuflagem da treta?!
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Guilherme em Dezembro 25, 2013, 05:43:18 pm
É, parece que essa camuflagem veio para ficar.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Guilherme em Dezembro 25, 2013, 05:45:41 pm
(http://i.imgur.com/hRo0m5g.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Dezembro 25, 2013, 11:58:14 pm
Para superioridade aérea a cor mais eficaz é cinzento.
Não é por acaso que...
(http://www.panzerfux.de/panzerfux/prodpic/1-72-JAS-39-Gripen-Colors-and-Decals-D72012-MKM-D72012_b_2.JPG)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 26, 2013, 03:20:28 pm
Parabéns à FAB, afinal qualquer coisa é melhor do que F5 e AMX modernizados!
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: P44 em Dezembro 26, 2013, 06:11:12 pm
Agora falta o NG vir a existir
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: J.Ricardo em Dezembro 27, 2013, 07:31:11 pm
O principal ganho com a escolha do Gripen é ser coproprietário do projeto e poder aplicar também estas tecnologias no mercado civil, principalmente na atualização dos aviões comerciais da Embraer!
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Dezembro 27, 2013, 09:48:03 pm
Uma coisa é certa: Este avião é uma autentica "sociedade das nações".   :mrgreen:
(http://1.bp.blogspot.com/-7QRwNvxJHEg/TWXJK4sCpsI/AAAAAAAAAmw/X0e6zVFBZxY/s1600/Gripen+fabricantes.jpg)
(http://3.bp.blogspot.com/_u_P9Wdu3aNk/TTGTlaKnhCI/AAAAAAAAAfQ/0qqlGi7RJfI/s1600/Gripen-D-e-Gripen-NG-Demo-diferen%25C3%25A7as.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 28, 2013, 11:13:14 am
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Crypter em Março 01, 2014, 12:22:49 am
Citar
Aviões caça pertencem à empresa sueca saab.

Por Domingos Grilo Serrinha, correspondente no Brasil - Correio da Manhã

Os aviões Gripen NG, da fabricante sueca SAAB, encomendados pelo Brasil no final do ano, vão ser construídos nos arredores da cidade brasileira de São Paulo. O anúncio foi feito por Luís Marinho, presidente da cãmara de São Bernardo do Campo onde os aviões serão fabricados.Marinho declarou que a SAAB vai investir 150 milhões de dólares na construcção de uma grande fábrica de aviões na cidade, e que a primeira pedra da obra vai ser colocada o mais rapidamente possível. Na estimativa do autarca, a fábrica deve estar pronta e começar a operar durante o ano de 2015.Os primeiros aviões a serem construídos serão os 36 adquiridos pelo Brasil a um custo inicial de 1400 milhões de euros. Os primeiros jatos militares devem ser entregues à Força Aérea Brasileira apenas em 2018.Após a entrega da encomenda ao Brasil, a fábrica vai continuar a produzir os caças Gripen, mas a partir daí não apenas pela sueca SAAB mas numa parceria entre a Suécia e o Brasil. Pelo acordo de compra dos caças, a SAAB obriga-se a passar ao longo da vigência do contrato a técnicos brasileiros a tecnologia dos Gripen, para que o Brasil passe a fabricá-los e exportá-los, num negócio conjunto com a SAAB, que a construção da nova fábrica vai facilitar e antecipar.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 14, 2014, 12:40:13 pm
Citar
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/12/Gripen-NG-Brasil2.png)   
13 de março de 2014
Capacidade para a defesa aérea aumentará consideravelmente, diz piloto da FAB que testou Gripen

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/03/Piloto-de-provas-FAB-580x386.jpg)

Piloto explica como foi processo de avaliação do Gripen. Equipe testou cerca de 400 itens em diferentes fases do voo

Uma equipe formada por dois pilotos e um engenheiro da Força Aérea Brasileira (FAB) avaliou cerca de 400 itens em diferentes fases do voo da aeronave sueca Gripen versão D. Em cada voo de teste foram realizados de 50 a 80 pontos de ensaio. Momentos como decolagem, taxi, voo de cruzeiro, descida, pouso e manobras, qualidades de pilotagem, características da aeronave e dos sistemas constam da lista de itens avaliados durante as provas.

O mesmo processo foi realizado com os concorrentes Rafale e F-18. Cada avião foi testado por uma equipe distinta. Os resultados integram o relatório técnico que possui 121 volumes e mais de 28 mil páginas no processo de concorrência realizado pela Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC).

Selecionada pelo governo brasileiro para atuar na defesa aérea do país a partir de 2018, a aeronave Gripen NG (New Generation) permitirá implementar um conceito novo de fusão de dados para a aviação de combate brasileira. O avião traz a integração de sensores que podem estar inclusive em outras aeronaves ou localizados em terra.

“Em termos de capacidade para a defesa aérea aumenta consideravelmente”, afirma o Tenente-Coronel Carlos Afonso de Araújo, piloto de provas que testou o Gripen modelo D em voo na Suécia. Atualmente, o militar comanda o Esquadrão Pampa (1º/14ºGAV), unidade de caça sediada em Canoas (RS) que emprega o avião F-5M.

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/03/Piloto-de-provas-FAB-2.jpg)

Capacidade para a defesa aérea aumentará com Gripen NG

O piloto de testes destaca os sistemas de controle de voo e de aviônica como pontos importantes da aeronave. O primeiro facilita o controle do avião durante o voo. A aviônica, bastante desenvolvida e integrada, possui vários sensores que apresentam todas as informações ao piloto de maneira fácil e visualmente agradável.

O Tenente-Coronel afirma que esta tecnologia embarcada permite que o raciocínio do piloto seja mais rápido e fácil durante o voo, cuja velocidade pode chegar a 2.400 km/hora e em condições de combate, onde há outras aeronaves e ameaças.

“Lembrando que o Gripen NG é uma evolução do que existe hoje. Nós estamos saindo na vanguarda do que existe hoje no mundo em termos de desenvolvimento tecnológico”, enfatiza o piloto, que possui 4 mil horas de voo no currículo, incluindo voos em aeronaves como o F-16, F-18 e Rafale.

Equipes – Assim com todos os integrantes das três equipes que avaliaram em voo os concorrentes, o piloto de provas que testou o Gripen é formado pelo Instituto de Pesquisas e Ensaio em Voo (IPEV), escola brasileira integrante do restrito grupo de sete unidades no mundo que preparam profissionais para desempenhar esta função.

FONTE: Agência Força Aérea

http://www.aereo.jor.br/2014/03/13/capacidade-para-a-defesa-aerea-aumentara-consideravelmente-diz-piloto-de-testes/[/quote]
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 06, 2014, 02:58:57 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 06, 2014, 02:59:46 pm
(http://www.tecnodefesa.com.br/admin/public/files//AH2SabrefotoAgnciaForaArea.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 17, 2014, 11:53:26 am
(https://farm8.staticflickr.com/7392/13992488147_75570c368d_o.jpg)

 :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 21, 2014, 02:56:11 pm
http://www.aereo.jor.br/2014/05/21/fab-assina-contrato-para-compra-de-28-unidades-do-kc-390/
Citar
O CONTRATO DE AQUISIÇÃO FOI ANUNCIADO NA TERÇA-FEIRA (20/5) COM A PRESENÇA DA PRESIDENTA DILMA ROUSSEF
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/05/KC-390-em-constru%C3%A7%C3%A3o-foto3-Sgt-Bruno-Batista-Ag-For%C3%A7a-A%C3%A9rea-FAB.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: nelson38899 em Maio 28, 2014, 10:23:39 pm
Citar
La Fuerza Aérea de Brasil adquiere un tercer Avion 767 de reabastecimiento adaptado por IAI

Se trata de otro modelo 300, que se suma a los anteriormente pactados, otros dos 767, todos en versión MMTT y convertidos a partir de unidades usadas por IAI (Israel Aerospace Industries,división Bedek), con participación de TAP M&E, para dar cumplimiento al denominado programa KC-X2.

El objetivo es suplantar rápidamente a los Boeing 707/ KC-137, cuyo último ejemplar activo se estaría negociando con la Fuerza Aérea de Chile.

Los tres serán plataformas capaces de ofrecer abastecimiento en vuelo y realizar transportes estratégicos de carga o tropas, así como tareas de evacuación médica, no quedando claro aún si eventualmente podrían ser usados como aeronaves VIP para grandes distancias.  

Quedará así reequipado el Segundo Escuadrón del Segundo Grupo de Transporte (2°/2°GT), más conocido como "Escuadrón Corsario".  (defensa.com)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Julho 27, 2014, 11:39:53 am
http://www.aereo.jor.br/2014/07/26/ultimo-p-3am-da-fab-matricula-7206-ja-pousou-no-brasil/
Citar
http://www.aereo.jor.br/2014/07/26/fab-recebe-hoje-o-ultimo-p-3am-orion/   A Força Aérea Brasileira recebe hoje o P-3AM matrícula 7206 modernizado pela Airbus Military. A aeronave pousará em Salvador-BA e se juntará às outras sete pertencentes ao Esquadrão Orungan (1°/7° GAv). Os P-3AM são responsáveis pela patrulha marítima da imensa costa brasileira e de suas águas jurisdicionais. Os aviões têm uma avançada suíte eletrônica para detecção e rastreamento de navios e submarinos.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/07/P-3AM-alcance.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/08/P-3AM-pousando.jpg)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 22, 2014, 02:38:26 pm
Alguém ficou muito desiludido quando percebeu que as promessas por vezes são mero marketing!...

Citação de: "k"
Olá, pessoal.

Viram a mais recente publicação da SAAB, na página dela?

http://www.saabgroup.com/Global/Documen ... nglish.pdf (http://www.saabgroup.com/Global/Documents%20and%20Images/Air/Gripen/Technical%20brochure,%20Gripen%20NG,%20English.pdf)

Enfim, ela está reconhecendo a informação que o Depto de Defesa da Suíça divulgou ao Legislativo deles no qual  o peso vazio do caça é de 8.000kg, e mantendo o MTOW em 16.500kg.
A capacidade de cargas externas sobra apenas 5.000kg.

Apenas a título de comparação um outro caça da mesma categoria do Gripen, o Mirage 2000MK2, tem um MTOW de 17.500kg, peso vazio de 8.200kg e capacidade de cargas externas de 6.000kg...
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Outubro 27, 2014, 12:04:48 pm
http://www.aereo.jor.br/2014/10/27/brasil-assina-contrato-para-aquisicao-de-36-cacas-gripen-ng/
Citar
empresa de defesa e segurança Saab assinou um contrato com o Governo Brasileiro, por meio do Ministério da Defesa – Comando da Aeronáutica (COMAER) para o desenvolvimento e produção de 36 aviões de caça Gripen NG para a Força Aérea Brasileira. O valor total do pedido é de aproximadamente SEK 39,3 bilhões de coroas suecas. Saab e COMAER também assinaram um contrato de cooperação industrial para oferecer transferência de tecnologia substancial da Saab para a indústria brasileira.

Em 18 de dezembro de 2013, o Brasil selecionou o Gripen NG para ser seu avião de caça de última geração, por meio do programa de avaliação F-X2. Desde então, todas as partes negociaram para finalizar o contrato. O anúncio de hoje marca a conclusão bem sucedida desse processo.
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2013/12/Gripen_NG.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/08/Gripen-NG-montagem-com-cores-da-FAB-imagem-K-Tokunaga-Saab.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Outubro 28, 2014, 11:00:08 am
http://www.aereo.jor.br/2014/10/27/15-cacas-gripen-serao-montados-no-brasil-diz-executivo-da-saab/
Citar
Ao menos 15 dentre os 36 caças Gripen que a Força Aérea Brasileira (FAB) comprou do grupo de armamento Saab serão montados no Brasil, informou nesta segunda-feira (27) Lennart Sindahl, chefe da divisão de Aeronáutica da indústria sueca.
O contrato assinado entre o governo brasileiro e a Saab inclui 28 unidades do Gripen NG de apenas um assento e mais 8 de duas posições. O Brasil é o primeiro comprador do Gripen NG de dois assentos. O governo da Suécia já encomendou cerca de 60 aviões do novo modelo, mas todos com apenas um banco.
As entregas dos aviões estão previstas para ocorrer entre 2019 e 2024. Ele não especificou um cronograma de montagens e nem quando será finalizada a primeira aeronave no Brasil. Os aviões bipostos devem ficar para o final do plano de entrega.
Preço superior

O preço que o Brasil pagará, previsto no contrato final, é quase US$ 1 bilhão superior ao previsto em dezembro de 2013, quando o governo brasileiro escolheu o modelo sueco em uma disputa denominada “FX-2″. Na época, a proposta apresentada pela Saab era considerada a mais barata entre as concorrentes e estava em US$ 4,5 bilhões.

Conforme o executivo da Saab, a mudança no valor refere-se a “adaptações para as necessidades brasileiras” da aeronave, como modificações na parte de aviônica e exigências para a comunicação eletrônica e via rádio.
(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Gripen_FAB-infografico.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Novembro 05, 2014, 10:59:14 am
http://www.aereo.jor.br/2014/11/03/portoes-abertos-da-base-aerea-de-santa-cruz-2014-no-dia-1o-de-novembro/
http://www.aereo.jor.br/2014/11/03/fotos-do-expoaer-portoes-abertos-da-base-aerea-de-canoas-de-12-de-outubro/
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/11/Port%C3%B5es-Abertos-BASC-2014-2.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/11/Port%C3%B5es-Abertos-BASC-2014-14.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/11/BACO-Port%C3%B5es-Abertos-2014-foto-3-Roberto-Artigal%C3%A1s.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/11/BACO-Port%C3%B5es-Abertos-2014-foto-5-Roberto-Artigal%C3%A1s.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Novembro 19, 2014, 09:30:24 am
http://www.aereo.jor.br/2014/11/18/forca-aerea-brasileira-vai-adquirir-um-total-de-108-cacas-gripen-ng/
Citar
Um alto oficial da Força Aérea Brasileira confirmou que 108 caças multi-função Saab Gripen NG serão adquiridos para a força.

Após o anúncio em outubro de que um contrato de 5,8 bilhões dólares foi assinado para o primeiro lote de 36 aeronaves, um representante da força aérea confirmou à Conferência Internacional de Caça em Londres em 18 de novembro*, que a encomenda total será de 108 caças. O Gripen irá inicialmente substituir caças Dassault Mirage 2000C que já foram aposentados, e, eventualmente, os Northrop F-5EM e Alenia/Embraer A-1M, que ainda estão em serviço.

“Tivemos em 2007 um estudo de viabilidade para imaginar cenários futuros”, disse o representante. “Chegaram a esse número final com base nos requisitos para o futuro.”

Os 108 aviões serão entregues em três lotes, e embora ainda não tenha sido decidido quantos destes serão monopostos e quantos serão aeronaves de dois lugares, de acordo com os termos do contrato de outubro, oito do primeiro lote de 36 serão variantes de dois lugares. O Brasil tem estado em conversações com a Marinha dos EUA em relação ao mix ideal de aeronaves de um e de dois lugares para as necessidades de força, e tem falado também com a Força Aérea Sul-Africana, que opera o Gripen.

*NOTA DO EDITOR: segundo o site da Conferência Internacional de Caça em Londres, evento citado na matéria do site Flightglobal, o alto oficial da FAB com palestra neste dia 18 de novembro foi o brigadeiro do ar José Augusto Crepaldi Affonso, presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC). A palestra “Increasing air power capabilities of the Brazilian Air Force – Fighter Modernisation Progamme” estava marcada para as 14h30, horário local.
(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Gripen-Naval.jpg)
(http://www.militarypower.com.br/Gripen%20FAB_02.gif)
Estes números supostamente incluirão a substituição dos F-5BR e caças embarcados, digo eu.
(http://media.defenceindustrydaily.com/images/AIR_F-5s_Brazil_Embraer_lg.jpg)
(http://1.bp.blogspot.com/-r45hGpatZYc/TaScakDA0_I/AAAAAAAABz8/FeAQ3aV2gZM/s1600/1_F5-0009_a_RGB.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 19, 2014, 09:38:16 am
Exacto, anteriormente o número avançado no DB era de cerca de 120 caças, por isso não destoa muito.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Novembro 28, 2014, 09:27:01 am
http://www.aereo.jor.br/2014/11/27/fotos-do-c-130-hercules-da-fab-acidentado-hoje-na-antartida/
Citar
Fotos enviadas hoje pelo aplicativo WhatsApp mostram o estado do C-130 da FAB após o acidente ocorrido hoje de manhã na Antártida.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/11/C-130-da-FAB-acidentado-na-Ant%C3%A1rtida-1.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/11/C-130-da-FAB-acidentado-na-Ant%C3%A1rtida-2.jpg)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Dezembro 05, 2014, 11:47:10 am
http://www.aereo.jor.br/2014/12/04/fab-completa-frota-de-helicopteros-de-ataque/
Citar
Chegaram a Porto Velho (RO) os três últimos helicópteros AH-2 Sabre da Força Aérea Brasileira. As aeronaves chegaram no dia 26 de novembro a bordo de um cargueiro Antonov 124 vindo da Rússia.

Com a entrega, o Esquadrão Poti completa a sua dotação de doze helicópteros AH-2 Sabre, recebidos a partir do final de 2009. O contrato vai envolver ainda o recebimento de um simulador e de apoio logístico dos fornecedores russos.

As aeronaves podem cumprir missões de defesa aérea, ataque, escolta, supressão de defesa aérea inimiga, varredura e apoio aéreo aproximado.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/12/chegada-%C3%BAltimos-Mi-35-encomendados-foto-FAB.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/12/chegada-%C3%BAltimos-Mi-35-encomendados-em-Antonov-124-foto-FAB.jpg)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 06, 2015, 10:11:31 am
Título: Exercício Carranca IV
Enviado por: pampa14 em Março 14, 2015, 04:03:22 pm
Nas últimas duas semanas, a Base Aérea de Florianópolis foi palco do maior treinamento simulado de Busca e Salvamento (SAR) da América Latina. O seguinte link traz um extensa e completa reportagem com uma grande quantidade de fotos e informações sobre o treinamento. Espero que apreciem e conto com sua visita.


http://aviacaoemfloripa.blogspot.com.br/2015/03/exercicio-carranca-iv-treinando-para.html



(http://4.bp.blogspot.com/-WJsynmEmMFA/VQIPYo0tynI/AAAAAAABSRs/WtRBBibkUpI/s1600/IMG_1238.png)


(http://4.bp.blogspot.com/-ORLC4VCXHZ0/VQIUyoPbQkI/AAAAAAABSS8/1_dS1y-vmdw/s1600/IMG_2293.png)


(http://2.bp.blogspot.com/-5-fD0NkJ2ws/VQISF3N2Z_I/AAAAAAABSSQ/x2sU1r_VTX4/s1600/IMG_2647.png)


(http://1.bp.blogspot.com/-v4P_A_CqFzs/VQIVvOyG-rI/AAAAAAABSTU/5U8J8EvzdW4/s1600/IMG_1243.png)


(http://4.bp.blogspot.com/-sAHzVoc86cY/VQIYtzhvx0I/AAAAAAABSXg/H0RTiOdz7s8/s1600/IMG_2936.png)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Março 30, 2015, 03:17:46 pm
http://tecnodefesa.com.br/fab-completa- ... -com-a-1m/ (http://tecnodefesa.com.br/fab-completa-1-000-horas-de-voo-com-a-1m/)

FAB completa 1.000 horas de voo com A-1M

O 1º/16º GAv, Esquadrão Adelphi, unidade de combate sediada na Base Aérea de Santa Cruz (RJ) completou 1.000 horas de voo com suas aeronaves A-1M (M-modernizado). A unidade da Força Aérea Brasileira é a única que opera essas aeronaves no momento. O marco foi alcançado durante uma missão de apoio aéreo aproximado, realizada na última semana durante o Exercício Boca do Monte, em Santa Maria (RS).

Desenvolvido pelo Brasil em parceria com a Itália, cujos trabalhos foram divididos entre EMBRAER e Alenia Aermacchi, o A-1 entrou em operação na FAB em 1989. Em setembro de 2013, o Esquadrão Adelphi recebeu o primeiro A-1M. Essa versão modernizada está dotada de novo radar multimodo, novos sistemas de navegação e pontaria, equipamentos de contramedidas incluindo RWR (alerta radar) e flare, assim como cockpit dominado por grandes telas digitais (MFCD), entre outras modificações.

A modernização é realizada na linha de produção da EMBRAE em Gavião Peixoto (SP). Até agora, o Esquadrão recebeu três A-1M. Os Esquadrões Poker (1º/10º GAv) e Centauro (3º/10º GAv), ambos sediados na Base Aérea de Santa Maria, operam as versões A-1A e A-1B.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Foto-1-A-1M-1000h..jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2015, 09:16:37 pm
http://www.defesanet.com.br/gripenbrazi ... -o-Gripen/ (http://www.defesanet.com.br/gripenbrazil/noticia/18583/-FAB-define-armamento-que-vai-equipar-o-Gripen/)

(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2015/03/24984_resize_800_600_false_true_null.jpg)

FAB DEFINE ARMAMENTO QUE VAI EQUIPAR O GRIPEN

A Força Aérea Brasileira (FAB) pretende assinar, até o fim de abril, contrato de aquisição dos armamentos que irão equipar os 36 caças Gripen NG, que o governo adquiriu em outubro da sueca Saab.

Segundo o presidente da Copac, (Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate) brigadeiro do ar José Augusto Crepaldi Affonso, trata-se de um contrato à parte da aquisição dos caças, avaliado em US$ 300  milhões.

Assim como o contrato de apoio logístico, o do sistema de armas do Gripen também será assinado com a Saab. O presidente da Copac disse que o contrato de aquisição foi assinado em coroas suecas. "O valor em dólar americano depende do câmbio do dia. Já o contrato dos armamentos será assinado em dólares."

O contrato de apoio logístico para a frota Gripen foi fechado em dezembro. O acordo, no valor de 548,4 milhões de coroas suecas (US$ 63,8 milhões), inclui serviços de manutenção e suporte técnico para as aeronaves, seus componentes internos e equipamentos de manutenção. A Saab deverá prestar os serviços entre 2021 e 2026, com o apoio de empresas brasileiras.

O único armamento dos caças que foi divulgado é o míssil A-Darter, desenvolvido em conjunto pelo Brasil e a África do Sul. A parte brasileira do projeto envolve as empresas Mectron, Optoeletrônica e Avibras. O governo da África do Sul já está testando os mísseis em sua frota de caças Gripen. O míssil encontra-se em fase final de desenvolvimento.

O Gripen da Força Aérea Sueca já concluiu a integração do míssil de longo alcance Meteor, produzido pela europeia MBDA, empresa controlada pela Airbus Group, BAE Systems e Finmeccanica. "O Meteor seria uma boa opção para a FAB, pois não geraria custos adicionais de integração na plataforma do avião, uma vez que já está no Gripen sueco", afirma o vice-presidente de vendas para a América Latina da MBDA, Patrick de La Revelière.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Março 31, 2015, 09:31:11 pm
Está bem encaminhado. Agora só falta a saab desenvolver o gripen ng, pois até agora só tem um demonstrador de tecnologia biplace.  :wink:
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/Gripen-NG-5.jpg)

 :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2015, 10:06:34 pm

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 03, 2015, 09:06:49 pm
FAB na visão de um estrangeiro:

A MELHOR PEQUENA FORÇA AÉREA É FEITA DE GRANDES PROFISSIONAIS

Em 10 de agosto de 2011, quatro aviões de ataque A-29 Super Tucano da Força Aérea Brasileira decolaram de Campo Grande, no sul do Brasil para um lugar 45 milhas a nordeste de São Gabriel da Cachoeira, para juntos despejarem oito bombas de 500 libras.

Seu alvo: a pista de terra, cortada dentro da floresta, suspeita de servir ao cartel de drogas ou ao contrabando que constantemente usam a floresta amazônica para subtrair seus minerais e animais selvagens.

As bombas explodiram com o ruído de trovões, gerando fumaça e muita terra no ar. Circundando a pista de pouso, os tripulantes de um dos A-29 confirmaram que as bombas fizeram crateras e inutilizaram a pista… por enquanto.

Os traficantes possuem outros aeródromos e podem até mesmo reparar a pista atacada. Lutando contra os criminosos na Amazônia é uma “guerra sem fim”, mas é uma guerra sem fim que a força aérea brasileira é capaz de travar.

(https://d262ilb51hltx0.cloudfront.net/max/1022/1*Qq9ZHEWmOMptKLbKWJAOTQ.jpeg)

Negligenciado pela maioria dos observadores estrangeiros focados em conflitos na África, no Médio Oriente, Ásia Central e na corrida armamentista de alta tecnologia entre os EUA e a China no Pacífico Ocidental, o Brasil vem calmamente cuidando uma das aéreas mais impressionantes e importantes do mundo, lutando contra grupos criminosos que ameaçam o mais importante bioma do planeta.

A Força Aérea Brasileira – FAB – terá em muito breve, o mais impressionante sistema de comunicações de vigilância ultra-sofisticado, misturando caças a jato “vintage” da década de 1970 com turboélices, como o A-29 que combinando uma estrutura única, apesar de ser parecer com algo que acabou de sair da Segunda Guerra Mundial.

E a FAB também é notável por ser barata. Numa época em que muitas forças aéreas insistem em comprar aviões de guerra cada vez mais caros e, portanto, comprar menos, o Brasil, com seu braço aéreo e com um orçamento muito pequeno, de apenas alguns bilhões de dólares por ano, faz o possível, porque os seus líderes evitam aeronaves de categorias de tecnologia de ponta, que, embora atraente, não são realmente úteis na América do Sul.

Mas o que é mais inspirador é como o Brasil organiza sua força aérea e a forma como ele faz para a compra.

Em uma palavra: estratégia. Quando se trata de poder aéreo, o Brasil parece ter uma. E, na prática, essa estratégia se traduz diretamente em bombas, lançadas por aviões turboélice de ataque, explodindo em pista de contrabandistas em meio ao ecossistema da floresta mais rica do planeta.

A FAB foi formada em 1941 e lutou com os Aliados na Europa na Segunda Guerra Mundial. A moderna força aérea brasileira, indiscutivelmente, nasceu em 1975, ano dos primeiros caças supersônicos F-5E. Trinta e nove anos depois, o F-5 ainda é avião de guerra top de linha e foi recentemente reformado com sensores de ponta, comunicadores e armas.

Hoje, a FAB possui 77 mil funcionários e mais de 700 aeronaves, incluindo 57 caças F-5, 53 caças-bombardeiros A-1, jatos subsônicos construídos localmente e 99 Super Tucanos, também de fabricação local, além de aviões de espionagem, aeronaves de apoio, transportes, formadores e helicópteros. A FAB é a maior força aérea da América do Sul, mas mão de obra e equipamentos não conta toda a história. A estratégia do Brasil é fortemente evidente no que aviões da FAB opera e como opera.

(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/1-Bs5MktF2AXc6tOcn2OCmrQ-600x378.jpeg)

Santiago Rivas e Carlos Filipe Operti, escrevendo na revista Combat Aircraft em 2012, disse qual é a melhor estratégia para o país: “O Brasil primeiro tem de demonstrar totais controles sobre seu próprio território, e especialmente sobre seus ricos recursos naturais”.

Mas a Amazônia tem sido mal governada. Vasta e valiosa, mas com pouca infra-estrutura oficial, a floresta está sendo saqueada por incontáveis milhares de garimpeiros ilegais, madeireiros, traficantes de animais e produtores de drogas, cujas atividades ilícitas minam o Estado brasileiro e ameaçam a saúde ecológica do mundo. Em 1990, o governo federal em Brasília lançou um programa ambicioso para abranger uma ênfase renovada na legislação interna e da ordem.

Chamado Sistema de Vigilância da Amazônia, ou SIVAM, o programa de US$ 1,5 bilhão foi destinado, em primeiro lugar, para gerar informações sobre cerca de 2.000.000 km² de densas florestas. Haveria satélites de vigilância, estações de dados e, mais impressionante, uma frota de alta tecnologia de reconhecimento e planos de comunicação especialmente equipados para processar os fluxos de dados em conjunto.

(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/a-29b-super-tucano-600x396.jpg)

O sistema iria ajudar as autoridades a monitorar a temperatura, a precipitação, a cobertura florestal e os incêndios, e por consequência manter o controle sobre e ao tráfico de destino e de mineração e exploração madeireira ilegal.

Em suma, o SIVAM foi concebido como uma rede de dados voltados para a proteção ambiental, aplicação da lei e segurança interna. Mas ele evoluiu para se tornar também uma das primeiras redes de batalha abrangentes do mundo, perfeitamente conectando todas os principais caças da FAB.

Quando os Super Tucanos que bombardearam aeródromo ilegal, há três anos, fizeram-no com base em informações recolhidas por um drone Hermes 450 e repassada para os pilotos de ataque via datalinks SIVAM. Esse é exatamente o tipo de coisa que os militares dos EUA passaram décadas e centenas de bilhões de dólares tentando aperfeiçoar, com sucesso apenas modesto.

Enquanto isso, os cientistas protestaram que a rede foi excessivamente otimizada para uso militar. “O SIVAM não é uma ferramenta para a pesquisa científica”, disse Luiz Gylvan Meira Filho, do Ministério da Ciência e Tecnologia.

O orçamento foi reduzido ano após ano por volúveis políticos brasileiros, constantemente atrasando o desenvolvimento. Os primeiros terminais de satélite estavam no local em 1999, depois de quase uma década de trabalho. A Embraer produziu os primeiros aviões de apoio específico ao SIVAM, em 2000.

No total, o SIVAM adicionou 12 aviões, jatos executivos construídos pela Embraer especialmente modificados para a FAB: cinco R-99A com poderosos radares de varredura aérea, construído pela sueca Saab, e mais três R-99B com radares de abertura sintética para o mapeamento da solo e também quatro aeronaves laboratório que testam o sistema para mantê-lo em forma.

(http://www.defesanet.com.br/photo/HO/bj/Brazilian_Air_Defense_w.jpg)

O R-99A são aviões de alerta antecipado, como o E-3 AWACS. O R- 99B são equivalentes ao E-8C J-STARS dos norte-americanos, que rastreou as forças terrestres iraquianas durante a Guerra do Golfo, em 1991 , guiando os jatos de ataque que destruíram centenas de veículos iraquianos e mataram milhares de soldados.

A Raytheon adicionou datalinks de rádio para o R-99. Segundo a Raytheon, tudo que o R-99 vê no ar ou no chão, os funcionários do governo podem ver também.

Com arquitetura SIVAM no lugar, a FAB começou a adicionar poder de fogo. Em 2006, a Embraer marcou um contrato para desenvolver um novo datalink chamado datalink BR2.

A FAB otimizou o novo datalink com atualizações para o seus principais aviões, num plano de melhoria ganhando um “M” na sua designação. “No devido tempo, todos os F- 5M, A-29M e A-1M, devem compartilhar o mesmo conjunto de aviônicos, permitindo que essas aeronaves possam trocar grandes quantidades de dados e até mesmo imagens de forma segura

Os F-5 são a espinha dorsal da FAB e também o seu equipamento mais interessante. Velho por qualquer padrão, os bimotores F-5 são pequenos, ágeis e baratos, mas não têm o poder absoluto, velocidade e discrição ao radar como o F-22 ou outros caças modernos.

Ao invés de gastar bilhões de dólares na aquisição de um pequeno número de jatos furtivos o Brasil está focando em um projeto de um caça menos caro, apoiados por aviões de ataque básicos, como o Super Tucano e o A-1.

A FAB operou recentemente 12 caças Mirage 2000, ‘vintage’, da década de 1980, de fabricação francesa, caças esses que eram tão velhos quanto os F-5, mas ao invés de atualizar os Mirages, o Brasil substituiu-os com caças de segunda mão F-5 da Jordânia e elevou esses F-5 adicionais até o padrão “M”.

Poucas forças aéreas optaram por este movimento, de mover-se para trás no tempo, mas a FAB parece raciocinar que uma pequena frota de poucos jatos modernos é realmente inferior a uma força de jatos de maior de idade, ligados a uma rede de informação de ponta.

(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Gripen-BR2-600x380.jpg)

Em poucos anos, a FAB pretende começar a substituir todos os seus caças e aviões de ataque com um único tipo: o caça leve Gripen da Saab. A empresa sueca que também faz os radares do E-99 e é adepta da adição de datalinks em aviões de guerra. É uma aposta nos Gripens com o link BR2.

E na medida em que um Brasil mais forte significa proteger a Amazônia vital, todo o planeta terá benefícios.

FONTES: https://medium.com/war-is-boring/the-be ... ea17dedf55 (https://medium.com/war-is-boring/the-best-little-air-force-youre-barely-aware-of-9eea17dedf55)  
            http://www.cavok.com.br/blog/a-fab-na-v ... trangeiro/ (http://www.cavok.com.br/blog/a-fab-na-visao-do-estrangeiro/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 03, 2015, 09:13:41 pm
A caça no céu do Brasil


Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 05, 2015, 06:17:52 pm
Tirando o facto de o Brasil ter comprado um avião numa versão que não existe pois a NG ainda não é produzida e não se sabe quando será, por aqui apenas se debateu e não se criticou destrutivamente, o alcance do aparelho e se esta era a melhor opção para o Brasil. Portanto além de ser do direito de qualquer um não ter a opinião patriótica dos Brasileiros que concordam com esta decisão, ninguém tem que lutar e viver segundo as crenças do Brasil de que o Gripen NG já é uma realidade quando nem a versão monoplace voa e Capitães Gustavo Oliveira Pascotto e Ramon Santos Fórneas voam num simples Gripen JAS 39D.
(http://tropasearmas.xpg.uol.com.br/Gripen-D-e-Gripen-NG-Demo-diferencas.jpg)  
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2014/01/Gripen-BR-F5NG-2.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Abril 05, 2015, 08:29:05 pm
Recordo perfeitamente há uns anos atrás, quando o Rafale parecia ser a escolha da FAB, bastava ir a foruns brasileiros para saber qual o melhor avião de caça do mundo. Quando, finalmente, a escolha final veio a ser o Gripen NG, repentinamente, o NG passou a ser o melhor caça do mundo. Assim, é difícil ter uma discussão séria e inteligente -- faz lembrar as discussões ente indianos e paquistaneses nos forums da Key Publishing.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Johnnie em Abril 05, 2015, 11:55:27 pm
Foi a escolha mais económica para sermos claros  :roll:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Abril 06, 2015, 12:02:01 am
A questão aqui é que o caça escolhido foi o que melhor se adequou ao Brasil do ponto de vista politico e económico! Claro que o Gripen tem mais vantagens a nível de custos, preço de aquisição, etc. Quanto à transferência de tecnologia, é perfeitamente aceitável um fabricante não querer vender os seus "segredos" a outro país (mais especificamente a outro fabricante de aeronaves, a Embraer) que se possa vir a tornar concorrente mais tarde no mercado...
Para por um ponto final no tema das "criticas", aqui as criticas que se fazem ao Gripen são construtivas e são relativamente à aeronave em si e às suas capacidades (e critica-se mais a capacidade de carga e o alcance reduzidos, comparativamente aos concorrentes), em nada tem a ver com gostos nem "eu critico o gripen porque me apetece". Tudo o que é dito, com mais ou menos favoritismos sobre outro caça qualquer, tem os seus fundamentos, até porque muita gente aqui diz/dizia que o Gripen seria o substituto ideal para os nossos F-16, alguns desses se calhar criticam a escolha do Brasil pelo Gripen, atendendo à dimensão do país vs capacidades do avião. Por cá, com o tempo, já se foi aceitando que apesar de sermos um país pequeno, o Gripen não seria uma boa escolha, isto porque o território português não é só o Continente, também tem muito mar e arquipélagos bastante afastados do continente, logo seria sempre mais adequado um avião com maior alcance. Mas isto já é outra conversa... O que importa é que aqui ninguém critica só por criticar, se você se der ao trabalho de ler o que se fala aqui, apercebe-se que todas as criticas têm o seu fundamento.
Meu amigo, o super cruise do Gripen não vai fazer milagres... só serve para o avião atingir velocidades mais elevadas sem utilizar o afterburner, logo, gasta menos, no entanto, o alcance será sempre inferior ao dos restantes concorrentes.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 06, 2015, 11:27:50 am
Aqui "critica-se" o Gripen NG que não existe e não se sabe quando e em que moldes existira, exepto para os forista Brasileiros que já vêm o avião a voar em todo lado com as cores e pilotos Brasileiros. Se o Brasil tivesse escolhido o Gripen C/D que já voa e inclusive participou em acções na Líbia é uma coisa, agora apresentarem o NG como um dado adquirido quando nem a verão monoplace voa, é ridículo e sobretudo é uma clara incapacidade de perceber o que pode correr mal num desenvolvimento de um avião. Dou somente o exemplo do preço de desenvolvimento e espero que andem a rezar para não acontecer com o NG o que se passou com o Lavi em Israel http://www.aereo.jor.br/2010/06/20/os-riscos-do-gripen-ng-segundo-o-consorcio-rafale-internacional/
Citar
(…) em função de estar em fase inicial de projeto (é apenas um demonstrador de conceito), o custo final do desenvolvimento do Gripen NG é totalmente desconhecido, podendo se tornar um verdadeiro “saco sem fundo”. Alguns países que fecharam negócios semelhantes no passado acabaram por desistir do projeto após centenas de milhões de dólares de investimento, como ocorreu com o Japão e Israel com aeronaves que incorporavam tecnologias dos próprios países e norte-americanas.

Noruega e Dinamarca, nações economicamente sólidas e parceiras históricas da Suécia, não quiseram assumir o risco financeiro do projeto do Gripen NG. Além do risco de custo, existe risco elevado quanto ao prazo de entrega (…)
 
(http://4.bp.blogspot.com/-w9ozv-dq2N4/VRDyupP3rgI/AAAAAAAACs4/s5smV0jEmXo/s1600/Gripen%2BFAB_02.gif)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 06, 2015, 03:04:42 pm
Os Gripen NG, que alguns aqui insistem em dizer e parecem torcer contra sua existência, vai sair do papel e será uma realidade. ( Para o desespero e recalque daqueles que apostam contra seu projeto)

Tudo bem que Noruega, Finlândia, Dinamarca e outros países europeus não se interessaram pelo vetor. Mas, isso é azar deles. A compra do Gripen NG não trata-se ao Brasil de uma mera compra de prateleira como vocês aí, do outro lado do Atlântico (vocês adoraram essa expressão, né?  :mrgreen: ) fazem e vão por muito tempo continuar fazendo.

A Embraer, receptora da tecnologia do Gripen NG vai mais uma vez, assim como foi no projeto do AMX, dar um novo salto tecnológico que será revertidos em sua nova família de jatos comerciais. É isso! É simples assim, a tecnologia que o Gripen NG proporcionará ao Brasil vai permitir que a Embraer continue sendo a TERCEIRA MAIOR FABRICANTE DE JATOS COMERCIAIS DO MUNDO!

Vocês aí devem torcer a favor. Afinal de contas, a Embraer está aí, na terrinha, dando empregos e agregando à combalida economia de vocês.


O Gripen NG é realmente um caça centrado em rede. Incorpora os sistemas de links de dados multifrequenciais mais desenvolvidos e seguros do mundo, conferindo ao piloto uma completa noção da situação ao seu redor, em todos os modos de operação.

Tem um sistema de missão com aviônicos perfeitamente integrados, resultando em uma fusão total dos dados de seus sensores e, em decorrência, em uma capacidade de combate excepcional, garantindo o lançamento extremamente preciso de armas inteligentes.

Integrando o único radar AESA de 2a geração do mundo, o ES 05 Raven, o Gripen NG garante sua vantagem em termos de noção situacional.  O radar ES 05 Raven, desenvolvido pela Selex-Galileo com a Saab e a indústria brasileira, é o único radar de combate do mercado munido de uma placa oscilante (swash plate) móvel, permitindo cobrir ângulos de até ±100°. O novo radar traz melhorias em todos os aspectos quando comparado com os radares existentes.

(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2014/10/22787.jpg)

Graças a seus maiores tanques de combustível, que será aplicado ao Gripen NG, na configuração de Patrulha Aérea de Combate, deve alcançar um raio de combate de 800 nm (milhas náuticas), ou seja, 1.500 km, a partir da base de operações, com mais de 30 minutos “na estação”.  Tem um alcance de traslado de 2.200 nm (4.000 km).

Como caça multiemprego de última geração, o Gripen NG incorpora o alcance operacional, a capacidade de carga útil e o recurso de guerra centrada em rede (NCW) para desempenhar todas as missões designadas pela Força Aérea Brasileira, tanto em operações militares nacionais como regionais. O recurso NCW do Brasil será significativamente aprimorado, operando-se o Gripen NG em combinação com o sistema Embraer E-99 ERIEYE (Esse já existente, se o problema de vocês for o verbo existir).

(http://www.shephardmedia.com/media/images/article/brazil_e99.jpg)

Enquanto os Gripen NG não chega a FAB deve voar Gripen C/D em forma de leasing.

Se informem melhor, e assistam ao vídeo do link logo abaixo:

  • A Força Aérea Brasileira exigiu uma série de mudanças, como aumento do tanque de combustível e da turbina, para que o Gripen tenha maior autonomia de voo e possa patrulhar um país tão grande como o nosso. Os primeiros chegam em 2019. Mas para substituir a frota atual, formada pelos jatos americanos F5, que tem mais de 30 anos, o Brasil vai alugar, já a partir do ano que vem, caças Gripen C/D no qual  o repórter voou.[/i]

    http://g1.globo.com/fantastico/noticia/ ... a-fab.html (http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/04/roberto-kovalick-voa-quase-900-kmh-em-caca-comprado-pela-fab.html)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 06, 2015, 03:21:22 pm
Na minha opinião, eu sempre achei que o F-18 Super Hornet seria a melhor opção para FAB. O caça já foi testado em combate, pode portar grande carga útil de armamentos, robusto, bi reator, enfim, o caça ideal.

Mas como querer não é poder, e a realidade é outra, não vi como desacertada a opção da FAB pelo Gripen NG. Afinal de contas aqui se vive uma eterna delonga em relação a condicionamento de aportes financeiros às FFAA. O Gripen NG será mais barato de operar, fora a compensação tecnológica, ou seja, a transferência de tecnologia que tanto os norte-americanos quanto os franceses não fariam de forma generosa e ampla, tal como os suecos.

Quem não tem cão, caça com gato, neste caso um grifo.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Edu em Abril 06, 2015, 03:44:29 pm
Uma coisa no entanto é certa, com o Gripen (C/D ou NG) a FAB ficará muito melhor servida que com o actual F-5, por isso sem dúvida que irá haver um aumento das capacidades da Força Aérea Brasileira.

Ainda não se sabe como vai ser de facto o NG e quanto a isso todos teremos de esperar para ver. Portanto é quanto a mim ainda cedo para afirmar os valores de alcance, só no fim quando se tiver a aeronave em produção se vai saber exactamente.

Já agora no final do programa quantos Gripen NG estão previstos que o Brasil venha a ter?
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Johnnie em Abril 06, 2015, 04:45:36 pm
Compreendo o teu raciocionio e coincidencia ou não mesmo na NATO tens paises que operam simultaneamente caças de diferentes origens (Ex. Grecia)  :lol:,

Por isso aqui não há garantias...
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Abril 06, 2015, 05:55:45 pm
Este é, igualmente, um enorme problema para as FFAA do Brasil, pois um grande numero das suas aeronaves ou são de fabrico norte-americano, ou tem motorizações de origem norte-americana. Ao que parece, até o novo caça a adquirir pela FAB tem motor americano. A menos, claro, que todos esses equipamentos sejam de 'lotes especiais' que não necessitam de sobresselentes, ou que o governo americano prescindiu de dar autorização em caso de conflito (coisa que nem aos ingleses eles fazem). Ou então é como a tal condecoração que a FAB recebeu na II Guerra Mundial, que mais ninguém além dos ingleses recebeu e que, infelizmente, não tem nome para não se poder verificar que franceses, colombianos, gregos, belgas, luxemburgueses, holandeses, australianos, dinamarqueses (e vou parar por aqui) também a receberam. Claro que isto não retira mérito à FAB, somente demonstra que a sua aplicação não é tão restrita assim.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Abril 06, 2015, 06:34:56 pm
Por alma de quem é que havia o congresso americano de bloquear a venda de armamentos para os F-16 portugueses? Portugal é país da NATO, e a venda de armamentos só seria bloqueada caso Portugal começasse uma guerra com alguém, o que não vai ser o caso! De qualquer forma, os F-16 também podem levar armamentos de outras origens, nomeadamente armamentos israelitas. De resto o armamento que viéssemos a necessitar, poderia facilmente vir dos EUA, onde a produção dos mesmos é maciça, preços provavelmente inferiores se compararmos ao equivalente Europeu produzido em menor escala e na maior parte dos casos, já testados e usados em larga escala.
Sim no caso de um país que não é um aliado directo dos EUA, como o Brasil, é óbvio que há vantagens em poder levar uma grande variedade de armamentos de diversas origens e é certo que isto pesou na escolha do Gripen. Mas aqui ninguém pôs em causa isso, o que se pôs em causa é o facto da versão NG existir apenas no papel (muito menos a versão naval que já começam aqui a falar...) e como tal, não é possível prever se todas as promessas feitas sobre o avião serão cumpridas, e mesmo daquilo que se sabe, é um avião com capacidades relativamente reduzidas comparativamente aos concorrentes (no que respeita ao raio de acção e capacidade de carga), e é apenas isto que se critica tendo em conta a dimensão do Brasil e as funções que irá realizar.

Azar o deles? Em que medida? Esses países fizeram as suas escolhas e pronto, viram que o risco poderia ser demasiado elevado em relação aos benefícios, e preferiram não arriscar.

Citação de: "Vitor Santos"
A compra do Gripen NG não trata-se ao Brasil de uma mera compra de prateleira como vocês aí, do outro lado do Atlântico (vocês adoraram essa expressão, né?) fazem e vão por muito tempo continuar fazendo.

Pois não, trata-se de uma compra político-económica, enquanto que os restantes países compararam lado a lado cada caça, e escolheram o que mais se adequava aos seus requisitos, mesmo que fosse mais caro de adquirir/operar. Da forma que falou até parece que Portugal é o único a comprar caças no estrangeiro... e até parece que o Brasil já é um fabricante de caças 100% nacional... Para alem disso, se não é fabricado nenhum caça cá, não é por falta de capacidade de o fazer, simplesmente tendo em conta o reduzido numero de aviões a serem adquiridos pela FAP não seria suficiente para tornar rentável uma fábrica dessas. Ainda para mais quando o tema é caças, que tanto podem vender muito, como podem ter enorme dificuldade em ser vendidos (veja-se o Rafale).

Tinha a ideia que os planos com a transferência de tecnologia era para mais tarde desenvolver um caça de 5ª geração...
Resumindo, tanta complicação, para poderem avançar no mercado de aeronaves civis?  :roll:

Citação de: "Vitor Santos"
Vocês aí devem torcer a favor. Afinal de contas, a Embraer está aí, na terrinha, dando empregos e agregando à combalida economia de vocês.
Em primeiro lugar, esta sua expressão "na terrinha" demonstra algum tipo de complexo de superioridade da sua parte. Segundo, torcer a favor pelo Gripen porquê? Em nada nos diz respeito se o Gripen é ou não bem sucedido, depois mesmo que seja, não vai ser construído cá nada, até porque depois o rótulo "caça 100% made in Brasil" vai à vida. Por fim, não são 300 postos de trabalho que vão fazer uma diferença enorme... dá jeito, mas não empregaram 5000 pessoas...

A FAB exigiu o aumento da turbina, portanto, será mais uma coisa a acrescer aos custos... Não se pense que uma alteração destas é como colocar uma ponteira de escape num Civic... é algo que vai exigir testes, possivelmente alterações físicas ao avião, etc., e como tal, os custos iniciais podem aumentar, agora resta saber quantas mais alterações terão de ser feitas para "preencher os requisitos" ou simplesmente cumprir o prometido.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Abril 06, 2015, 06:50:47 pm
Calma "rapaz", se vamos por aí, um exemplo recente:
http://www.emfa.pt/www/noticia-786-esquadra-751-quot-pumas-quot-galardoada
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 06, 2015, 06:53:16 pm
Off:

Embraer quer produzir novos jatos em Évora com fundos comunitários

A EMPRESA TENCIONA PRODUZIR OS JATOS E2 EM PORTUGAL, MAS PARA CONCRETIZAR O INVESTIMENTO ASSOCIADO A ESSE PROJETO PRETENDE ASSEGURAR FUNDOS COMUNITÁRIOS, ATRAVÉS DE UMA CANDIDATURA AO PROGRAMA PORTUGAL 2020, REVELA O “DIÁRIO ECONÓMICO”.


(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/09/E-Jet-E2-foto-Embraer.jpg)

A empresa brasileira Embraer, que controla a portuguesa OGMA e tem já duas fábricas de componentes de aviação em Évora, manifestou ao Governo português a sua vontade de reforçar o investimento em Portugal, para poder produzir em Évora os seus novos jatos E2, mas para tal pretende ver aprovada a sua candidatura aos fundos comunitários através do programa Portugal 2020.

“Já desenvolvemos os protótipos dos novos E-Jets, a série E2, em Évora e estamos a discutir com o Governo português, no âmbito do Portugal 2020, que se faça em Évora a fabricação dos aviões”, revelou ao “Diário Económico” o presidente executivo da Embraer, Frederico Fleury Curado.

O gestor da empresa brasileira nota que a obtenção de fundos comunitários para apoiar o investimento em Évora é “um dos pontos importantes para a decisão”. Já na construção das suas atuais instalações na cidade alentejana a Embraer contou com financiamento do anterior quadro de apoios da União Europeia.

Frederico Curado espera, segundo frisou em entrevista ao “Diário Económico”, que o processo de avaliação da candidatura da Embraer seja célere. “Não podemos esperar até 2020. Nos próximos 12 meses gostaríamos de ter uma decisão, porque precisamos de definir onde vamos fixar a produção dos componentes”, referiu o mesmo responsável.

Em dezembro de 2014 o presidente da Embraer já tinha admitido o interesse em Portugal como base para o projeto dos jatos E2 . “Daqui a um ano vamos ter de decidir onde fabricar alguns componentes e Évora surge como uma das opções”, afirmou Frederico Curado.

Em Évora, onde investiu 180 milhões de euros, a Embraer já produz vários componentes do cargueiro militar KC390. Parte deste avião é também fabricada nas instalações de Alverca da OGMA, que a Embraer controla a 75%.

O presidente da empresa brasileira assegura que o compromisso da Embraer com Portugal é de “longo prazo”. “Achamos que as fábricas de Évora e a OGMA são um ponto impotante do nosso tecido industrial. A nossa presença em Portugal é de longo prazo, não foi apenas uma questão de oportunidade”, realçou Frederico Curado.

Fonte: http://www.aereo.jor.br/wp-content/uplo ... mbraer.jpg (http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/09/E-Jet-E2-foto-Embraer.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Abril 06, 2015, 07:21:07 pm
Citação de: "Vitor Santos"
Se informem melhor, e assistam ao vídeo do link logo abaixo:

  • A Força Aérea Brasileira exigiu uma série de mudanças, como aumento do tanque de combustível e da turbina, para que o Gripen tenha maior autonomia de voo e possa patrulhar um país tão grande como o nosso. Os primeiros chegam em 2019. Mas para substituir a frota atual, formada pelos jatos americanos F5, que tem mais de 30 anos, o Brasil vai alugar, já a partir do ano que vem, caças Gripen C/D no qual  o repórter voou.[/i]

    http://g1.globo.com/fantastico/noticia/ ... a-fab.html (http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/04/roberto-kovalick-voa-quase-900-kmh-em-caca-comprado-pela-fab.html)
Não foi dito por mim.

Vitor Santos, o link que colocou foi da imagem e não da noticia.  :wink:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Abril 06, 2015, 07:30:52 pm
Então de qualquer forma não foi erro meu, apenas respondi ao que foi dito confiando na fonte do Vitor.

E eu sei o que é o NG... Era um caça que precisava dessas melhorias se quisesse competir no mercado com os restantes oponentes. No entanto, mesmo com tudo isso, fica aquém dos restantes no que respeita à autonomia e capacidade de armamento.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Abril 06, 2015, 07:53:44 pm
Agora vem dar lições de economia... toda a gente sabe que os países vivem de orçamentos.
Mas não é isso que está em causa, estamos a discutir as capacidades do avião, não o que cada país é capaz de suportar com o seu respectivo orçamento. Simples.
Para além disso, para Portugal, não compensaria o Gripen, temos demasiado mar para um caça cujo alcance é demasiado curto, e a questão não é ter muito mar, é ter arquipélagos tão distantes do continente. Por isso, mal por mal, continua-se com os F-16, mantendo a mesma linha dos últimos anos, com um avião já conhecido por cá, sem haver necessidade de adaptação ao novo meio. De qualquer forma, só dentro de 8 a 10 anos é que será plausível começar a falar-se em novos caças, até lá, temos os que temos e pronto, não há necessidade de virem impingir o caça tal só porque vai ser feito no Brasil, em vez disso, que por cá se escolha o que se adapta às nossas necessidades e não se torne uma decisão desta importância uma decisão politica.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Abril 06, 2015, 08:59:23 pm
Nunca foi mencionado um "super alcance" do F-16... Apenas que de nada nos serve um substituto cujo alcance será, na melhor das hipóteses, idêntico...
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 07, 2015, 10:33:44 am
Citação de: "Vitor Santos"
Os Gripen NG, que alguns aqui insistem em dizer e parecem torcer contra sua existência, vai sair do papel e será uma realidade. ( Para o desespero e recalque daqueles que apostam contra seu projeto)

Tudo bem que Noruega, Finlândia, Dinamarca e outros países europeus não se interessaram pelo vetor. Mas, isso é azar deles. A compra do Gripen NG não trata-se ao Brasil de uma mera compra de prateleira como vocês aí, do outro lado do Atlântico (vocês adoraram essa expressão, né?  :mrgreen: ) fazem e vão por muito tempo continuar fazendo.
Devem ser problemas de compreensão. Se em vez de dizer asneira V.exma lesse o muito que se escreveu sobre o Gripen neste forum fazia muito melhor. Além disso o que nós dizemos sobre a incógnita do desenvolvimento do Gripen NG dizem vocês no Brasil sobre o desenvolvimento do JF-17 "BlockII" e a sua possível compra pelos Argentinos (ou também lhes querem vender Gripen, esquecendo que parte dos sistemas são Britânicos :twisted:
Citar
”Incógnitas” - O JF-17 ainda não é utilizado pela Força Aérea do Exército de Libertação Popular da China – que trata a aeronave pela sigla alfanumérica FC-1. A CATIC dispõe apenas de um protótipo, mas a reportagem não esclarece se os argentinos puderam conhecê-lo.

O Ministério da Defesa da Argentina prepara agora a viagem de uma equipe de pilotos de combate ao Paquistão, onde os sul-americanos poderão testar o JF-17. A Força Aérea Paquistanesa opera cerca de 50 aeronaves desse tipo, na versão Block I.

“O FC-1/JF-17 representa todo um livro cheio de incógnitas sobre a vida útil de sua célula, a confiabilidade e contundência dos equipamentos eletrônicos e aviônicos chineses, disponibilidade do Block II a curto prazo etc.”, escreve Cimino. “[O JF-17]  Está impulsionado por um motor de origem russa cujo TBO (time between overhauls) é de 600 horas, não obstante o caça sino-paquistanês ser uma opção econômica, que aporta todo um sistema de armas completo e moderno com 0hs de uso. Além disso traz consigo capacidade BVR, comandos FBW, está habilitado a utilizar mísseis ar-ar com duas possibilidades de alcance, pode carregar mísseis antinavio, mísseis antirradiação, bombas guiadas etc. Está na habilidade negociadora argentina a chave na hora de obter a menor quantidade de restrições [de transferência de informações por parte dos chineses] e os códigos de acesso [códigos-fonte] da aeronave”.
Os foruns na altura estavam cheios de comentários iguais relativamente ao LAVI e depois, já o "velhinho" F-16 era o melhor caça do mundo porque foi comprado às carradas por Israel quando a realidade do projecto, a certeza quanto à sua operacionalidade e custo, foi "pelo cano". É para isso que se alerta, quer vocês gostem ou não. :roll:
(http://i.imgur.com/wam2Ffv.png)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 07, 2015, 04:17:12 pm
O último prémio:

(https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xap1/v/t1.0-9/10915234_895172217183148_5182406292437211822_n.jpg?oh=408b7d3327aa85e96e0c15d283325de1&oe=5531EEB2&__gda__=1433180526_a20c0008e79dde25b5abb51abe4b4e99)

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 07, 2015, 04:40:26 pm
Essa informação vêm como toda a informação por aqui postado, do Brasil, de "experts", jornalistas e militares Brasileiros, de fontes 100% Brasileiras, oficiais, semi-oficiais e bloguistas, tendo inclusive sido postada por um acerrimo defensor do Gripen NG, Brasileiro de nascimento e vivência, com o nick aqui no Forum Defesa de Vitor Santos. Portanto as "sandices orgásmicas inuteis", tem origem no Brasil, nos Média Brasileiros e são aqui neste caso postadas por foristas do Brasil.  
Citar
:
[quote="Vitor Santos"A Força Aérea Brasileira exigiu uma série de mudanças, como aumento do tanque de combustível e da turbina, para que o Gripen tenha maior autonomia de voo e possa patrulhar um país tão grande como o nosso. Os primeiros chegam em 2019. Mas para substituir a frota atual, formada pelos jatos americanos F5, que tem mais de 30 anos, o Brasil vai alugar, já a partir do ano que vem, caças Gripen C/D no qual o repórter voou.
http://g1.globo.com/fantastico/noticia/ (http://g1.globo.com/fantastico/noticia/) ... a-fab.html

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 07, 2015, 05:06:34 pm
A India é um mau exemplo, mas por exemplo a Turquia começou a fabricar F-16 sob licença e no futuro pretendem desenhar e construir os seus próprios caças.

No entanto o Tejas voa:


E até tem uma versão naval:

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 07, 2015, 06:54:48 pm
Isso é um problema vosso, já que são vocês no Brasil que escrevem 90% da asneira sobre o Gripen, Gripen NG e Gripen Naval, e depois postam sem sequer terem conhecimento de causa ou se darem ou trabalho de ver a lógica da informação ou as fontes. Portanto responsabilidade do Brasileiro, ou agora o forista Vitor Santos também é português? :mrgreen:  :roll:  :G-beer2:
(http://www.indiastrategic.in/image/img_361.jpg)
(http://www.armyrecognition.com/images/stories/asia/india/main_battle_tank/arjun_mark_II/pictures/Arjun_Mark_Mk_II_main_battle_tank_heav_armoured_India_Indian_army_defence_industry_military_technology_003.jpg)
A propósito, a Índia também gosta de apresentar os seus tanques produzidos LOCALMENTE ARJUN MKII todos coloridos, com cartazes e cheios de fitinhas. O Brasil produz que tanque principal de combate (MBT) mesmo?  :twisted:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 07, 2015, 08:14:12 pm
Portanto responsabilidade do Brasileiro, ou agora o forista Vitor Santos também é português?

Sou não, meu truta... Quer dizer, meu chefe, amigão, tio, brother, camarada. :mrgreen:  :G-beer2:

Para não ser enfadonho e não entrar na "pilha" de vocês portugueses, que estão com o coraçõezinhos ibéricos muito amargurados em relação a antiga colônia, vou postar informações. É informações o que interessa, não é mesmo? Principalmente se a informação é sobre a FAB, Portugal e Embraer:

Governador de Goiás tenta atrair filial de indústria aeronáutica para Anápolis

Marconi Perillo quer aproveitar implantação de setor de manutenção dos novos caças da Força Aérea Brasileira para atrair investimentos no setor para Goiás, na região da Base Aérea de Anápolis


Lisboa, Portugal – Em encontro com diretores da Ogma, tradicional indústria de aviões de Portugal, ontem (6), que tem a brasileira Embraer como maior acionista, que a companhia aproveite a renovação da frota de caças da Força Área Brasileira para instalar uma de suas unidades em Anápolis. O governador observou que, com a compra das novas aeronaves de combate suecas Gripen pelo governo brasileiro, a Base Aérea de Anápolis se prepara para receber uma nova e moderna unidade de manutenção dos caças, gerando novas oportunidades de negócios para a indústria aeronáutica.

Marconi tenta aproveitar a implantação de tecnologia para manutenção dos novos caças da Força Aérea Brasileira para gerar um movimento de interesse de empresas fornecedoras de peças, serviços e até mão de obra para a indústria aeronáutica. Com a posição geográfica de Anápolis e Goiânia, estratégica para a aviação militar e civil em um país com as dimensões do Brasil, o governador quer incentivar a migração de projetos tecnológicos para Goiás.

A Ogma era uma indústria estatal e comemora, em 2015, seus 10 anos de privatização, com participação de 65% de capital brasileiro, através da Embraer. A indústria é especializada em fabricação de peças e manutenção das maiores frotas de aviação comercial e militar, incluindo os aviões de fabricação brasileira, que já estão voando com base em mais de 35 países. Esteve à beira da falência sob o comando estatal, mas se reinventou como uma das mais confiáveis indústrias de manutenção da Europa depois que admitiu se associar ao setor privado, mesmo mantendo participação menor do governo.

Marconi escutou com atenção a história da companhia, considerando o propósito goiano de incentivar a profissionalização da prestação de serviços no Estado com base em parcerias e investimentos do setor privado. O governador foi recebido na Ogma na companhia do primeiro vice-primeiro-ministro de Portugal, Paulo Portas, o presidente da Embraer, o goiano Frederico Fleury Curado, e o embaixador do Brasil em Portugal, Mario Vilalva. Todos apoiam a iniciativa de buscar intensificar as relações entre Brasil e Portugal, considerando as semelhanças de cultura e interesse, mas principalmente admitindo que, no tempo, ambos ficaram voltados para seus vizinhos sem se consolidar como união de iguais.

Na balança comercial com os portugueses, Goiás tem perdido ano a ano o comércio bilateral, o que é visto como um retrocesso gerado pela crise internacional que no Brasil durou quatro meses e na Europa já se vão seis anos. Esta visão de construir novas saídas foi compartilhada com o  presidente de negócios da Caixa Geral de Depósitos de Portugal, uma espécie de superando estatal com mistura de capital privado que detém quase metade das contas do país.

Nuno Fernandes Thomas, com quem Marconi trocou insistentes diagnósticos sobre o Brasil e seu momento de crises, cuidou de agendar visita de observadores e investidores portugueses a Goiás com o propósito de “sair do eixo Rio-São Paulo”, onde o banco português opera com financiamento de Parcerias Público-Privadas. O governador também foi recebido pelo secretário de Estado de Infraestrutura, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, que para os portugueses tem um cargo como o de ministro no Brasil.

Monteiro é uma espécie de líder defensor da entrada do capital privado nas atividades públicas portuguesas, inclusive com vistas a investimentos e parcerias com o Brasil, visto pelos europeus como uma saída no fim do túnel para os investimentos que se encontram congelados em Portugal.

Na agenda econômica com forte investida na busca de capital europeu para os projetos de Goiás, Marconi também abriu uma pausa para conhecer de perto a mais alta tecnologia de pesquisa e tratamento do câncer mantida pela Fundação Champalimaud. Maria Beleza, presidente do instituto, encantou a comitiva goiana com dois grandes avanços no enfrentamento da doença: construiu ambiente de conforto sem cara, cheiro, nem rotina de hospital e colocou jovens – uma legião deles, para pesquisar, dia e noite, avanços e técnicas especialmente direcionada para cada caso registrado para tratamento.

Nesta terça-feira, o governador fará palestra sobre oportunidades de investimentos e parcerias em Goiás para um grupo de 30 empresários e investidores portugueses. Uma palestra e almoço com autoridades oferecido pela Associação Industrial Portuguesa e pela Câmara de Comércio Luso-Brasileira. O governador terá ainda encontro com dois ministros portugueses – de Segurança Alimentar e do Turismo, além de ser recebido pela Assembleia da República – correspondente ao Congresso Nacional para os portugueses.

Fonte:  http://www.dm.com.br/cidades/centro-oes ... polis.html (http://www.dm.com.br/cidades/centro-oeste/2015/04/governador-tenta-atrair-filial-de-industria-aeronautica-para-anapolis.html)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Johnnie em Abril 07, 2015, 08:43:48 pm
O azar do Ósório foi o exercito brasileiro não ter comprado o modelo primeiro e só depois tentar exportar, foi um erro tremendo tentar vender um prótótipo...A ENGESA jogou todas as fichas na mesma cor e perdeu  :roll:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 07, 2015, 08:55:26 pm
Orçamento de 2015 assegura R$ 1 bilhão para aquisição dos caças

(http://www.militarypower.com.br/Gripen%20FAB_02.gif)

O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2015 deverá contemplar um total de crédito na ordem de R$ 1 bilhão para aquisição dos caças Gripen New Generation (NG), Projeto FX-2 da Força Aérea Brasileira (FAB). A sinalização desse montante de recursos foi feita nesta segunda-feira (06/10), durante reunião do Comitê de Acompanhamento do Projeto FX-2 no Ministério da Defesa.

Para o presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), Brigadeiro José Augusto Crepaldi Affonso, a indicação “demonstra o comprometimento do governo com o projeto”, que, pelo cronograma original, deverá ter seu contrato assinado até dezembro deste ano. A previsão é que os 36 caças, desenvolvidos pela empresa Saab, sejam entregues entre 2019 e 2024.

Além dos recursos, o projeto FX-2 também deverá ter incrementos no quesito transferência de tecnologia. Segundo o Brigadeiro Crepaldi, graças aos avanços nas negociações, a participação da indústria brasileira de defesa nesse projeto se dará em maior escala, estando presente em mais etapas do que o que estava previsto anteriormente. Para se ter uma ideia, já em 2015, mais de cem profissionais brasileiros da indústria de defesa deverão se mudar para Linköping, cidade localizada no sul da Suécia, onde iniciarão o processo de transferência de tecnologia dos caças Gripen NG.

O Brigadeiro Crepaldi ressaltou a importância das reuniões do comitê que acompanha o andamento do projeto FX-2. “A reunião do comitê gestor é muito importante porque possibilita, via Ministério da Defesa, uma interação com todos os órgãos de governo responsáveis pelo projeto em seu mais alto nível”, disse. “As orientações que saem daqui fluem muito mais rápido em todos os níveis de governo, facilitando o projeto como um todo”, concluiu.

Na reunião do comitê também foi debatida a possibilidade de o contrato a ser assinado com a Suécia contemplar ainda, no pacote de transferência de tecnologia, um estudo sobre a viabilidade do Gripen NG ser desenvolvido para uso da Marinha, como aviões de caça embarcados.

O Almirante Carlos Frederico Carneiro Primo, chefe da Diretoria de Aeronáutica da Marinha, explica que a ideia é que esse estudo entre como offset (tipo de compensação comercial comum em acordos de importação) do contrato e, caso seja viável, poderá representar um “ganho logístico” importante para o Brasil.

“Se eu compro um avião e utilizo esse mesmo modelo em outra Força, eu ganho no ciclo de vida, na manutenção e na operação da aeronave, reforçando os quesitos da interoperabilidade, ou seja, da capacidade de as três Forças conversarem”, explicou o Almirante.


Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... a%C3%A7as- (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/20205/GRIPEN--NG---Or%C3%A7amento-de-2015-assegura-R$-1-bilh%C3%A3o-para-aquisi%C3%A7%C3%A3o-dos-ca%C3%A7as-)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 07, 2015, 09:13:06 pm
O único Gripen NG "demonstrador de tecnologia" biplace desenvolvido inteirinho e suportado na totalidade pela SAAB, é muito bonito e voa que nem uma maravilha... :twisted:  
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Johnnie em Abril 07, 2015, 09:16:48 pm
Afinal e depois deste debate todo algum dos nossos amigos do outro lado do lago sabe dizer qual será o preço final unitário do Gripen NG?
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 07, 2015, 11:43:08 pm
Transferência de tecnologia entre Brasil e Suécia

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Foto-1-SAAB-Transf.Tec_.Brasil..jpg)

Brasil e Suécia assinaram um convênio para transferência de tecnologia aeroespacial. O anúncio foi feito pelo presidente dos Conselhos de Administração da SAAB, Marcus Wallenberg, logo após reunião com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto.

O convênio é resultado do acordo fechado entre os dois países pela compra de 36 caças aviões de combate Gripen NG, negócio anunciado em outubro do ano passado. Segundo Walllenberg, a previsão é que até 2019 a primeira aeronave do lote adquirido seja entregue.

“O mais importante dessa audiência com a presidenta Dilma foi justamente o nosso acordo consensual em torno da possibilidade concreta do projeto FX2, do caça sueco, de modo a envolver a participação da indústria brasileira nesse projeto e assegurar transferência tecnológica à indústria aeroespacial brasileira”, afirmou o executivo.

Dentre as ações do programa de transferência tecnológica, estão o estabelecimento, a partir de 2015, de um grupo de professores suecos no Instituto Tecnológico Aeronáutico (ITA), em São José dos Campos (SP). Além da criação de curso de pós-doutorado em Engenharia Aeronáutica financiado pela SAAB e pelo governo sueco, também no ITA.

A iniciativa inclui ainda o apoio para estadia de doutores suecos no Brasil e concessão de bolsas de mestrado e doutorado para cientistas brasileiros, no âmbito do programa Ciência Sem Fronteiras. A cooperação pretende atingir futuramente áreas como energia sustentável, tecnologia ambiental, defesa, segurança, transporte e desenvolvimento urbano.

fonte: http://tecnodefesa.com.br/transferencia ... -e-suecia/ (http://tecnodefesa.com.br/transferencia-de-tecnologia-entre-brasil-e-suecia/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 08, 2015, 12:05:57 am
Negociação dos mísseis ar-ar para o Projeto F-X2

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Foto-1-F-39-misseis-ar-ar..jpg)

De acordo com a Força Aérea Brasileira, a definição dos modelos de mísseis ar-ar BVR (além do alcance visual) e WVR (dentro do alcance visual) que serão empregados no Gripen NG (ou F-39 como está sendo identificado na FAB) ainda é objeto de negociações. No entanto, pode-se afirmar que o A-Darter será um deles.

O A-Darter, míssil de curto alcance orientado por radiação termal ou infravermelha, é um desenvolvimento conjunto entre Brasil e África do Sul. Considerado de 5ª geração, está sendo submetido ao processo de qualificação para entrar em serviço no corrente ano com os Gripen da Força Aérea do país africano.

Quantos aos mísseis BVR (Beyond Visual Range), os competidores não foram oficialmente revelados. Contudo, pode-se citar algumas possibilidades como é o caso do BVR Meteor do consórcio europeu MBDA, modelo que está chegando ao status operacional com os Gripen C/D da Força Aérea da Suécia. Suas características ainda são guardadas sob sigilo, mas já se sabe que o alcance vai superar os 100 Km e que a capacidade de neutralizar alvos é bastante refinada a ponto de diminuir consideravelmente as chances o alvo escapar de seu ataque.

Ainda com relação aos BVR é oportuno lembrar que a FAB já possui em seus arsenal mísseis BVR Derby da Israelense Rafael, o que poderia favorecer a aquisição de versões aperfeiçoadas do vetor.

Quanto ao contrato, a FAB informou que o valor máximo estipulado para aquisição inicial destes armamentos é de US$ 300 milhões. Detalhes do contrato, como previsão de quantidade e prazos de entrega, também estão em fase de negociações.

Fonte: http://tecnodefesa.com.br/negociacao-do ... jeto-f-x2/ (http://tecnodefesa.com.br/negociacao-dos-misseis-ar-ar-para-o-projeto-f-x2/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 08, 2015, 12:14:48 am
SAAB otimista com perspectivas do Gripen NG

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/03/24372-14687-1426097298.0.0.jpg)

O seminário anual sobre o avião de combate Gripen da SAAB ocorreu ontem (12) em Estocolmo, na Suécia. A reunião tem como objetivo divulgar os últimos avanços do programa envolvendo o Gripen NG, recentemente adquirido pelo Brasil no âmbito do Projeto F-X2 da Força Aérea Brasileira.

De acordo com a empresa, os trabalhos de construção do protótipo estão correndo bem e o interesse do mercado é grande.

As primeiras seções da fuselagem já estão na linha de montagem final em Linköping. O diretor Jerker Ahqvist, líder da companhia para negócios envolvendo o Gripen, disse que esses componentes incorporam os benefícios das metodologias de design proporcionadas por sistemas dedicados totalmente digitais. O executivo destacou entre as vantagens dessas metodologias, a precisão de integração entre as seções.

A previsão é para que o protótipo realize seu roll out ao longo de 2016, sendo que o primeiro exemplar de série da encomenda de 60 unidades para a Força Aérea de Suécia tem previsão para 2019.

De acordo com a SAAB, o demonstrador de conceito do Gripen NG, que voou pela primeira vez em fevereiro de 2009, já acumulou 281 horas de voo e 315 decolagens.

Falando durante o seminário, Ulf Nilsson, responsável pelos negócios da área de aeronáutica da SAAB, disse que os acertos finais do contrato assinado com o Brasil envolvendo 36 aviões do modelo devem ser concluídos neste ano. “As tratativas estão evoluindo bem e de acordo com o planejado na direção de aprovação da parte financeira e das licenças de exportação”, esclareceu Nilsson.

Ao redor de cem engenheiros brasileiros deverão chegar a Linköping para participar de treinamentos e atividades de desenvolvimento relativas à produção da aeronave, incluindo a versão dois assentos.

No âmbito do progressivo envolvimento brasileiro, Ahlqvist informou que talvez entre dez e quinze exemplares dos 36 destinados para a FAB sejam montados pela EMBRAER. “Eles terão total capacidade para construir o caça futuramente, e criar capacidades para projetar aviões de combate”, completou.

Ahlqvist disse ainda que o “efeito Brasil” sobre o programa já pode ser observado como o aumento do interesse internacional.

De acordo com Nilsson, a SAAB nunca esteve numa situação tão positiva. “Registramos um potencial de venda que chega a 450 aeronaves. Temos em vista boas oportunidades para ter mais usuários da aeronave no futuro”, concluiu.

Entre as novidades confirmadas durante o seminário, figuraram as negociações com a Eslováquia envolvendo um possível acordo para fornecimento de Gripens C/D para o país. A decisão poderá ser consolidada ainda em 2015. A Bulgária apresentou-se como outro potencial usuário na região.

Ivan Plavetz

Fonte: Flight Global

http://tecnodefesa.com.br/saab-otimista ... gripen-ng/ (http://tecnodefesa.com.br/saab-otimista-com-perspectivas-do-gripen-ng/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 08, 2015, 12:23:55 am
KC-X2: Verba para o projeto está prevista no Orçamento de 2015

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Foto-2-KC-X2..jpg)

Depois de um longo período de negociações e adiamentos, de acordo com a Força Aérea Brasileira, a verba necessária para a conversão de três jatos comerciais Boeing 767-300ER em plataformas de reabastecimento aéreo e transporte estratégico está “prevista” numa emenda correspondente ao Orçamento da União para 2015 aprovado semana passada pelo Congresso Nacional.

A partir da assinatura do contrato, esses trabalhos serão coordenados pela Israel Aerospace Industries (IAI). Uma fonte israelense informou que os três aviões que receberão a conversão já teriam seus números de série conhecidos.

A IAI foi selecionada para o serviço em 2013, entretanto, questões econômicas e políticas internas do Brasil acabaram por arrastar as tratativas com os israelenses.

De acordo com fontes próximas das negociações, a FAB vem insistindo junto ao governo federal, recuperar a capacidade de reabastecimento ar-ar e de transporte estratégico é uma das prioridades do seu programa estratégico. A retirada de serviço dos Boeing KC-137 E do 2º/2º GT, Esquadrão Corsário, desativados em 2013, reduziu drasticamente a capacidade REVO (Reabastecimento em Voo) da FAB. Atualmente apenas dois turboélices Lockheed KC-130H/M estão capacitados para essa operação.

De acordo com os planos, o primeiro Boeing 767-300ER dos três programados será convertido na divisão de Bedek da IAI, sendo os demais trabalhados no País pela TAP Manutenção e Engenharia Brasil sob supervisão da companhia israelense. Entre os equipamentos integrados nos 767 do KC-X2, figuram os pods “hose-and-drogue” para a transferência de combustível no ar.

Procurada para confirmar a noticia, a IAI não quis comentar o andamento do programa.

Conheça um pouco do programa de conversão para a configuração B767 MMTT da IAI:


fonte: http://tecnodefesa.com.br/kc-x2-verba-p ... o-de-2015/ (http://tecnodefesa.com.br/kc-x2-verba-para-o-projeto-esta-prevista-no-orcamento-de-2015/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: olisipo em Abril 08, 2015, 10:58:09 am
El "Caçador", UAV derivado del "Heron" israelí, se fabricará en Brasil

(http://defensa.com/images/stories/noticias/2015/4/heron%20en%20brasil.jpg)

(defensa.com) Según ha comunicado la empresa Israel Aerospace Industries (IAI), se está llevando a cabo la transferencia de tecnología a su socia en Brasil, Avionics Services, para el desarrollo de un nuevo UAV de media altitud y gran autonomía (MALE) denominado "Caçador" Se trataría de un vehículo aéreo no tripulado derivado del conocido "Heron", pero adaptado a las  necesidades ,de los usuarios en Brasil.

El "Caçador" será equipado con un sistema de aterrizaje y despegue automático y podrá emplear gran variedad de equipos tanto para misiones en la línea visual o más allá de ésta, empleando para ello comunicaciones por satélite. Este nuevo UAV será construido en las instalaciones de Avionics Services de Botucatu en São Paulo y sería un ejemplo más de la expansión de la empresa israelí en el mercado de Brasil.

El "Heron", sistema en el que está basado el "Caçador" ya está en servicio en Brasil, concretamente en la Policía Federal, que lo opera desde el año 2010. Aunque no se ha comunicado el usuario para el que estaría adaptado el "Caçador" según IAI podría ser la Marinha do Brasil para vigilancia marítima y protección de la zona de exclusividad económica. Para ello podrían adquirirse hasta cinco sistemas. (J.N.G.)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 08, 2015, 04:06:26 pm
Para o Gripen NG, e recorrendo aos quadros publicados nos Media Brasileiros só existem estimativas, já que o avião está em desenvolvimento e só no final do mesmo se saberá o valor final.
(http://cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/tabela_cacas_FX2_500.JPG)
Para variar aparecem valores contraditórios (cambio, segundo nos dizem) ... :shock:
(https://podermil.files.wordpress.com/2009/10/fx2_faseii.jpg)
Comparativamente a outros caças e recorrendo à imprensa internacional:
(http://www.nationaldefensemagazine.org/archive/2014/September/PublishingImages/fighter-chart.jpg)
E incluindo outros modelos:
(http://russiancouncil.ru/common/upload/aceu3.jpg)
E agora cada um que tire as suas conclusões...  :wink:

 :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Abril 08, 2015, 05:55:14 pm
Esses quadros são no mínimo duvidosos...
Os F-18 andam assim tanto?
Num quadro a velocidade do Gripen é de 2130 Km/h e logo a seguir diz 2410...  :roll:
Depois os preços pronto... são atirados ao ar ou têm como fonte a wikipedia...
No primeiro quadro, aquele alcance dos Gripen está um bocado exagerado...
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 08, 2015, 06:20:19 pm
Citação de: "dc"
Esses quadros são no mínimo duvidosos...
Os F-18 andam assim tanto?
Num quadro a velocidade do Gripen é de 2130 Km/h e logo a seguir diz 2410...  :mrgreen:  :roll:
(http://2011bucaneiro.xpg.uol.com.br/imagem/7de38862bbb55750b4e544eee9934c64.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/02/arte-precos-concorrentes-FX2-Folha-de-S%C3%A3o-Paulo.JPG)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/04/Infogr%C3%A1fico-programa-F-X2-Isto%C3%89.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Abril 08, 2015, 07:23:47 pm
Usam fotos do Hornet em vez do Super Hornet, e na ultima até trocam a foto do Hornet pela do Rafale e vice-versa  :mrgreen:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 08, 2015, 07:38:13 pm
De nada. Mas não são meus mas sim vossos, 100% made in Brasil e publicado por Brasileiros inclusive em Revistas e Sites "especializados" em defesa do outro lado do Atlântico.  :wink:
Citar
http://www.militarypower.com.br/frame4-projetofx.htm
http://www.cavok.com.br/blog/f-x2-decisao-sobre-cacas-pode-sair-este-ano/
http://www.defesanet.com.br/geopolitica/noticia/4464/brasil-busca-posicionarse-como-potencia-de-proyeccion-mundial
http://www.aereo.jor.br/2010/07/31/mais-ilustracoes-com-raios-de-combate-dos-cacas-do-fx-2/
(http://cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2011/08/fx2.jpg)
(http://imgsapp.estadodeminas.vrum.com.br/app/noticia_128576568202/2013/12/08/48775/20131208081625987549e.jpg)
(http://2.bp.blogspot.com/_IEJ3-_kC6JI/SsktNJX6mjI/AAAAAAAAYcU/9T-EycdDfXw/s400/fx-2_concorrentes.JPG)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 08, 2015, 08:59:41 pm
São dados Brasileiros, escritos e publicados no Brasil. Nenhum é oriundo de Portugal nem escrito por Portugueses, aqueles que vocês acusam de serem jocosos para com as opções de defesa Brasileira, de não conhecer a realidade dos Programas Militares e da geoestratégia do pais. Mas são vocês Brasileiros que escrevem estas "coisas" e transformam-se no maior inimigo do pais com tanta informação errada e contra informação sem qualquer fonte credível.

Eu cito o site brasileiro defesanet que por sua vez cita o Jornal ABC color do Paraguai. É totalmente diferente do que citar directamente uma fonte paraguaia. Aliás o site brasileiro não refuta as notícias e apenas escreve:
Citar
Artigo do sempre crrítico jornal paraguaio ABC Color
http://www.defesanet.com.br/geopolitica/noticia/4464/brasil-busca-posicionarse-como-potencia-de-proyeccion-mundial

A FAB usa actualmente Avião de Reabastecimento, face aos aviões que opera. No futuro a única coisa que irá mudar é o tipo de avião a abastecerem, pelo que o alcance seja ele qual for não é critério fundamental para a vossa força aérea. Além disso existe uma planificação para operarem de pelo menos 3 novas bases aéreas.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2012/04/Ca%C3%A7as-F-5-em-REVO-com-KC-130-H-foto-FAB.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/07/FX2-36-Gripen-NG-+-Super-Tucano.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 09, 2015, 08:38:30 pm
Força Aérea Brasileira forma novos atiradores de precisão

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Foto-2-FAB-SnipersTrainer.jpg)

O Batalhão de Infantaria da Aeronáutica Especial de Canoas (BINFAE-CO) formou um grupo de 14 snipers, designação internacional empregada para definir atiradores de precisão.

Concluíram o Curso Tático de Precisão, com duração de três semanas, oito oficiais graduados da Força Aérea, profissionais da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e do Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) do Rio Grande do Sul. Essa é a única organização da FAB que oferece esse tipo de curso.

Os snipers atuam em cenários de conflito, apoiando a segurança de tropas e autoridades, colhendo informações e abatendo alvos selecionados. Para conseguir o título, além dos tiros em si, os alunos participaram de oficinas com cães farejadores familiarizando-se com a habilidade desses animais em localizar e denunciar a posição do atirador de elite. Além disso, os participantes do curso tiveram contato com técnicas de navegação, segurança antiaérea e camuflagem avançada.

“Uma das atividades desenvolvidas foi ação simulada dentro de um teatro de operações, no qual os alunos atuaram em uma visita simulada de autoridade. As duplas não atiraram, mas identificaram pontos sensíveis na segurança e avisavam, pelo rádio, ao responsável”, destacou o coordenador do curso, tenente de Infantaria Daniel Alberto Bauer.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Foto-3-FAB-SnipersTrainer..jpg)

A prática do tiro de precisão é feita sempre em duplas, situação em que um componente é o sniper (atirador) e o outro o spotter (observador). Ambos se revezam nas posições para que eles assimilem as duas doutrinas. Os atiradores iniciam o treinamento realizando tiros de 100 metros de distância contra um alvo denominado P4 que possui formato de uma pessoa. O objetivo é acertar em um ponto específico da cabeça para que o inimigo caia sem fazer movimento. Após essa etapa, os alunos executaram tiro contra alvos em movimento e, em seguida, praticam tiros de 300 a 800 metros de distância, explorando a capacidade máxima do armamento utilizado, mirando alvos metálicos de 50×70 cm. “Em uma situação real, orientação é para que o sniper não atire a menos de 300 metros do alvo, pois isso vai denunciar sua posição”, assinalou Bauer.

O tenente Bauer explicou que a maior dificuldade do tiro de precisão tem haver com a atenção que o sniper precisa ter com diversos aspectos simultaneamente, como por exemplo ,controle da sua respiração, não mexer outros músculos a não ser o dedo indicador, apertar o gatilho lentamente para evitar a “gatilhada”, ou seja, quando o gatilho é acionado sem cuidado e a arma aponta para a esquerda no momento do disparo.

“O curso é bastante exigente, os níveis de acerto precisam ser próximos de 100% e os alunos são avaliados a cada nova atividade. Tivemos quatro desligamentos nessa edição”, explicou o coordenador.

Fonte: http://tecnodefesa.com.br/forca-aerea-b ... -precisao/ (http://tecnodefesa.com.br/forca-aerea-brasileira-forma-novos-atiradores-de-precisao/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 11, 2015, 02:32:58 pm
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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 11, 2015, 02:44:02 pm
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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 11, 2015, 02:53:53 pm
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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 11, 2015, 07:38:18 pm
http://www.aereo.jor.br/2015/04/11/suspenso-o-uso-de-aeronaves-da-fab-para-deslocamento-de-autoridades-aos-domicilios/
Citar
NOTA DO PODER AÉREO: o uso de jatos e outras aeronaves da FAB (notadamente do GTE – Grupo de Transporte Especial) por autoridades para ir e voltar de seus domicílios de origem não deveria ser apenas suspenso – palavra que denota ação restrita no tempo, podendo-se voltar à situação anterior – mas proibido de uma vez. Essas aeronaves deveriam, de uma vez por todas, ter o seu uso restrito, única e exclusivamente, para autoridades da administração federal em viagens a trabalho, algo que é considerado importante num país do tamanho do Brasil. Além disso, esse uso precisa ser bem regulamentado, pois já foram noticiadas “maquiagens” de viagens oficiais para fins de campanha eleitoral.

Enfim, perde-se uma boa oportunidade de, ao invés de apenas suspender uma prática prevista em decreto anterior mas que se mostrou perniciosa (devido ao uso excessivo, perdulário e muitas vezes distorcido), aboli-la de uma vez por todas e também tornar mais definidos os limites para o uso dessas aeronaves, que devem ser vistas como ferramentas de trabalho e não como privilégios.
Imagino se fosse um português a escrever esta matéria... :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 11, 2015, 08:11:21 pm
Citação de: "mafets"
http://www.aereo.jor.br/2015/04/11/suspenso-o-uso-de-aeronaves-da-fab-para-deslocamento-de-autoridades-aos-domicilios/
Citar
NOTA DO PODER AÉREO: o uso de jatos e outras aeronaves da FAB (notadamente do GTE – Grupo de Transporte Especial) por autoridades para ir e voltar de seus domicílios de origem não deveria ser apenas suspenso – palavra que denota ação restrita no tempo, podendo-se voltar à situação anterior – mas proibido de uma vez. Essas aeronaves deveriam, de uma vez por todas, ter o seu uso restrito, única e exclusivamente, para autoridades da administração federal em viagens a trabalho, algo que é considerado importante num país do tamanho do Brasil. Além disso, esse uso precisa ser bem regulamentado, pois já foram noticiadas “maquiagens” de viagens oficiais para fins de campanha eleitoral.

Enfim, perde-se uma boa oportunidade de, ao invés de apenas suspender uma prática prevista em decreto anterior mas que se mostrou perniciosa (devido ao uso excessivo, perdulário e muitas vezes distorcido), aboli-la de uma vez por todas e também tornar mais definidos os limites para o uso dessas aeronaves, que devem ser vistas como ferramentas de trabalho e não como privilégios.
Imagino se fosse um português a escrever esta matéria... :G-beer2:

Se um jornalista português escrevesse tal matéria nos faria um grande favor.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 11, 2015, 08:45:55 pm
Citação de: "Vitor Santos"
Se um jornalista português escrevesse tal matéria nos faria um grande favor.
Não é preciso que voçes Brasileiros "têm lhe dado bem"...  :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 11, 2015, 11:57:08 pm
É caro sustentar a corte...
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 13, 2015, 08:49:36 pm
http://www.cavok.com.br/blog/gripen-ng-br-ministerio-publico-federal-abriu-inquerito-para-apurar-alta-no-valor-pago-pelos-cacas/
Citar
O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para apurar suspeitas de irregularidades na compra de 36 caças Gripen pelo Brasil por US$ 5,4 bilhões. O valor final do contrato, assinado em outubro de 2014, é US$ 900 milhões maior que o previsto na proposta inicial apresentada pela fabricante, a sueca Saab.

O inquérito, conduzido pelo Núcleo de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal de Brasília, tem prazo de duração de um ano e pode ser objeto de uma ação civil que peça a anulação do contrato e o ressarcimento aos cofres públicos de pagamentos já realizados.

Display é novidade
O display não existe em nenhuma das versões do jato que a companhia sueca desenvolve desde 1980. Pilotos da Força Aérea sueca ouvidos pelo G1 afirmam que não confiam neste tipo de tela, porque podem perder informações.

Apenas um avião de combate no mundo, o norte-americano F-35 Lightning II, possui uma tela como a exigida pelo Brasil e que será desenvolvida pela empresa AEL Sistemas, do Rio Grande do Sul.

À AEL, o MPF solicitou cópias de contratos com valores superiores a R$ 1 milhão entre os anos de 2010 e 2015, contratos de pagamentos envolvendo 8 pessoas ligadas à Aeronáutica e também informações sobre a capacidade da AEL de desenvolver o display panorâmico e a parceria com a construtora sueca Saab.

A Saab disse que está ciente da investigação. “É nosso princípio apoiar o sistema legal com respostas, caso haja perguntas. Se obtivermos um pedido oficial do MPF ou de outra autoridade, iremos auxiliar com o que for possível”, afirmou.

Em entrevista ao G1 na Suécia em novembro passado, o CEO e presidente da Saab, Hakan Buskne, alegou que “basicamente [o preço subiu] devido aos pedidos do cliente. Nós oferecemos algo e eles fizeram novos pedidos, como o Wide Area Display [WAD, um display panorâmico]”.

Procurada pelo G1, a AEL não se pronunciou até a publicação da reportagem.

A investigação civil tem como finalidade apurar a suspeita de ligação de militares da reserva e da ativa da Aeronáutica com a AEL Sistemas. Além do inquérito civil, tramita correlacionado um procedimento criminal que apura os mesmos fatos.

O procurador Anselmo Lopes, que investiga o caso, solicitou à Saab, à FAB e à AEL informações e cópias de contratos, troca de e-mails, relatórios e demonstrativos financeiros sobre a transação que envolve a compra do caça Gripen.

O MPF pediu também a cópia de fichas de cadastro da Aeronáutica de seis brigadeiros, entre eles o ex-comandante da Força, brigadeiro Juniti Saito, que deixou o cargo em janeiro.

Um ofício foi enviado à Saab requisitando cópia dos contratos com a FAB e a AEL sobre a compra dos caças com perguntas sobre as razões do reajuste do valor, as exigências feitas pelos militares para os jatos brasileiros e os custos do Wide Display.

O MPF também ouvirá 21 pessoas, entre funcionários e diretores da Saab e da AEL, além de aviadores da FAB envolvidos na transação, para entender o contrato.
Mais pormenores sobre a investigação. SAAB, FAB e AEL, além de 6 Brigadeiros da Aeronautica, bem como dúvidas sobre a capacidade do WAL e da capacidade da AEL o desenvolver. Noticias vindas totalmente do Brasil, que alegam inclusive que o contrato pode ser cancelado e os pagamento já feitos devolvidos ao cofres públicos. :roll:
(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/gripen_do_brasil_v4.jpg)

 :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Get_It em Abril 13, 2015, 09:31:03 pm
Alguém sabe se esses chicos espertos, que resolveram mamar à custa do programa do Gripen, estão a utilizar Portugal para lavar o dinheiro? É que senão colocasse já uma bandeira portuguesa no protótipo e dizemos que fazemos parte do projecto.

Cumprimentos,
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 13, 2015, 10:23:53 pm
Citação de: "Get_It"
Alguém sabe se esses chicos espertos, que resolveram mamar à custa do programa do Gripen, estão a utilizar Portugal para lavar o dinheiro? É que senão colocasse já uma bandeira portuguesa no protótipo e dizemos que fazemos parte do projecto.

Cumprimentos,

 Você tem toda razão, até hoje não suporto a ideia do projeto KC-390 ostentar a bandeira lusa e argentina abaixo da brasileira. Isso vai dar um azar...  :roll:  :roll:

Enquanto isso aqui deste lado do Atlântico...

(https://farm6.staticflickr.com/5598/14961768414_0ac0a37e8b_h.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 13, 2015, 10:26:05 pm
Até 2019 tenho muito tempo para beber guarana e comer feijoada enquanto espero sentado, para não me cansar, que o primeiro gripen ng voe. Quanto a apostar não jogo, muito menos no jogo do bicho. Além disso a minha alma só desespera com a ignorância e a elitracia de um conjunto de inconsequentes do outro lado do atlântico, que acham que debater é lember botas dos políticos que tomaram decisões que condenam a fab a voar em caças com projecto de 1964, e que tiveram as primeiras entregas em 1975, pelo menos mais 5 anos segundo o novo cronograma (se não existirem mais atrasos ou problemas). E continuarei a fazê-lo, porque a parte correcta da fab e dos brasileiros não merecem que três estarolas, sem educação nem argumentos os arrastem para a lama a defender o sexo dos anjos e virtualismos barrocos falsos e irrealistas, desmentidos pela maioria dos média brasileiros. :roll:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/07/f5efab.jpg)
(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2014/11/folha2-gripen-a-550x459.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Bravo Two Zero em Abril 13, 2015, 10:56:47 pm
Uma pergunta  aos colegas brasileiros?

A manutenção e cadeia de sobressalentes para os Mi-35M4/AH-2 da FAB tem sido normal?
Digo isso pois os produtos russos tem uma fama de demoras na aquisição de sobressalentes.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Johnnie em Abril 14, 2015, 12:09:14 am
Citação de: "Bravo Two Zero"
Uma pergunta  aos colegas brasileiros?

A manutenção e cadeia de sobressalentes para os Mi-35M4/AH-2 da FAB tem sido normal?
Digo isso pois os produtos russos tem uma fama de demoras na aquisição de sobressalentes.

Se falhar a cadeia logística canibaliza-se nada de novo  :mrgreen:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 14, 2015, 02:56:25 am
Citação de: "Johnnie"
Citação de: "Bravo Two Zero"
Uma pergunta  aos colegas brasileiros?

A manutenção e cadeia de sobressalentes para os Mi-35M4/AH-2 da FAB tem sido normal?
Digo isso pois os produtos russos tem uma fama de demoras na aquisição de sobressalentes.

Se falhar a cadeia logística canibaliza-se nada de novo  :|  :|
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 14, 2015, 03:07:08 am
Não vejo canibalização aqui, vocês veem???

(http://www.forcaaereablog.aer.mil.br/wp-content/uploads/2014/05/DSC04205.jpg)

"A manutenção e cadeia de sobressalentes para os Mi-35M4/AH-2 da FAB tem sido normal?
Digo isso pois os produtos russos tem uma fama de demoras na aquisição de sobressalentes."


Acho que isso deve ajudar a responder seu questionamento:

"O custo de hora de voo está dentro dos parâmetros esperados para uma aeronave da categoria do AH-2 Sabre (Mi-35M) e todos os requerimentos de peças e/ou componentes foram atendidos pelo fabricante. Jamais houve falta de peças, ou de suprimento de qualquer ordem. A operacionalidade do esquadrão é de 6 aeronaves em rampa para três em reserva (0,67%), sendo possível aumentar a disponibilidade para sete aeronave em qualquer situação (0,77%). No caso de uma emergência não seria impossível o apronto das nove aeronaves, ou seja, de se ter todas elas disponíveis (100%)."

Mais informações recomendo este link:

http://portaldefesa.com/3360-ah-2-sabre-o-trovao-alado/ (http://portaldefesa.com/3360-ah-2-sabre-o-trovao-alado/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 14, 2015, 10:45:06 am
Citação de: "Vitor Santos"
Citação de: "Johnnie"
Citação de: "Bravo Two Zero"
Uma pergunta  aos colegas brasileiros?

A manutenção e cadeia de sobressalentes para os Mi-35M4/AH-2 da FAB tem sido normal?
Digo isso pois os produtos russos tem uma fama de demoras na aquisição de sobressalentes.

Se falhar a cadeia logística canibaliza-se nada de novo  :|  :mrgreen:  :roll:  :roll:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Johnnie em Abril 14, 2015, 11:17:29 am
Citação de: "mafets"
E Falta de peças é algo que nunca se colocou na FAB... :roll:

Falei na canibalização pois sei de fonte segura ser pratica comum, mas pronto estes dois foristas sabem mais do que os que por lá andam...
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Bravo Two Zero em Abril 15, 2015, 12:24:08 am
Citação de: "Vitor Santos"
Não vejo canibalização aqui, vocês veem???

(http://www.forcaaereablog.aer.mil.br/wp-content/uploads/2014/05/DSC04205.jpg)

"A manutenção e cadeia de sobressalentes para os Mi-35M4/AH-2 da FAB tem sido normal?
Digo isso pois os produtos russos tem uma fama de demoras na aquisição de sobressalentes."


Acho que isso deve ajudar a responder seu questionamento:

"O custo de hora de voo está dentro dos parâmetros esperados para uma aeronave da categoria do AH-2 Sabre (Mi-35M) e todos os requerimentos de peças e/ou componentes foram atendidos pelo fabricante. Jamais houve falta de peças, ou de suprimento de qualquer ordem. A operacionalidade do esquadrão é de 6 aeronaves em rampa para três em reserva (0,67%), sendo possível aumentar a disponibilidade para sete aeronave em qualquer situação (0,77%). No caso de uma emergência não seria impossível o apronto das nove aeronaves, ou seja, de se ter todas elas disponíveis (100%)."

Mais informações recomendo este link:

http://portaldefesa.com/3360-ah-2-sabre-o-trovao-alado/ (http://portaldefesa.com/3360-ah-2-sabre-o-trovao-alado/)

Obrigado pela pronta resposta.
Afinal parece que não fui mal interpretado, e acho que a questão era válida. Pelo que se ouve e lê, quase todos queixam-se da cadeia logística dos produtos russos.
Ainda bem para a FAB
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 15, 2015, 09:59:45 am
http://www.aereo.jor.br/2015/04/15/notas-da-fab-e-embraer-sobre-parceria-com-a-saab-para-producao-do-gripen-ng-no-brasil/
Citar
Quinze aviões serão totalmente fabricadas no Brasil. Treze serão fabricadas na Suécia com a participação de brasileiros e oito serão fabricadas por brasileiros na Suécia, sob supervisão, no chamado “on the job training”. A Embraer anunciou que será responsável por trabalhos na área de desenvolvimento de sistemas, integração e testes de voo. As duas empresas trabalharão juntas, ainda, no desenvolvimento da versão para dois pilotos do Gripen NG. Das 36 unidades para a FAB, oito devem ter essa característica.

Ainda este ano, uma equipe de engenheiros e técnicos da Embraer será enviada para a Suécia a fim de realizar o treinamento inicial na manutenção e no trabalho de desenvolvimento do Gripen NG. Será construído ainda um centro de engenharia na sede da Embraer em Gavião Peixoto (SP) para apoiar as operações dos caças Gripen NG da FAB.

Financiamento

Mais cedo, o Ministro da Defesa havia afirmado que os ajustes fiscais do governo não devem afetar o projeto de aquisição dos caças. “O desembolso do orçamento da união este ano é muito pequeno, da ordem de 18 milhões de reais”, afirmou. Segundo ele, o foco atual é a assinatura do contrato de financiamento, para pagamento das aeronaves a médio e longo prazo.
(http://tropasearmas.xpg.uol.com.br/GRIPEN-NG%20img_77.jpg)
(http://www.militarypower.com.br/Gripen%20FAB_02.gif)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 15, 2015, 04:02:18 pm
(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2015/04/25142_resize_620_380_true_false_null.jpg)

Ministério da Defesa
Comando da Aeronáutica
Nota Oficial
Aquisição de Caças Gripen NG

 

Com relação às recentes matérias publicadas na imprensa sobre o contrato de compra dos caças Gripen NG, este Centro esclarece que:

1.    O Comando da Aeronáutica não reconhece que houve irregularidades no processo de aquisição dos caças Gripen NG, e está pronto para prestar os esclarecimentos necessários às autoridades competentes.

2.    Em janeiro de 2009, a proposta final foi apresentada pela empresa Saab no valor de US$ 4,531 bilhões.
 
3.    Em 18 de dezembro de 2013, o Governo Brasileiro anunciou a empresa Saab como vencedora para equipar a Força Aérea Brasileira com novos caças. A partir de então, o Comando da Aeronáutica e a Saab iniciaram as tratativas para a formalização do contrato, momento este em que foram realizadas atualizações, tendo em vista a defasagem tecnológica do período (2009 a 2013).

4.    Em 24 de outubro de 2014, o contrato de aquisição das 36 aeronaves Gripen NG foi firmado em coroas suecas, em um valor total de SEK 39.882.335.471,65, conforme publicado no Diário Oficial da União de 27 de outubro de 2014. Além das 36 aeronaves, o contrato inclui apoio e suporte logístico, simuladores de voo e sistemas embarcados (como radar, Wide Area Display - WAD, guerra eletrônica, etc).

5.    Naquela data (24 de outubro de 2014), o valor de coroas suecas correspondia a US$ 5.4 bilhões. Porém, hoje, o valor equivale a cerca de US$ 4.6 bilhões, já que o contrato foi firmado em coroas suecas e houve significativa variação na taxa de câmbio entre as moedas (dólar americano x coroa sueca). A taxa de conversão utilizada foi a do Banco Central do Brasil.

6.    Cabe destacar que o novo caça vai atuar na Defesa Aérea Brasileira por, no mínimo, 30 anos.

Por fim, este Centro enfatiza que o processo de aquisição em questão envolve mais de 30.000 páginas de estudos técnicos pautados na valorização dos aspectos comerciais, técnicos, operacionais, logísticos, industriais, compensação comercial (offset) e transferência de tecnologia.


Brasília, 10 de abril de 2015.


Brigadeiro do Ar Pedro Luís Farcic
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica


Fonte: http://www.defesanet.com.br/gripenbrazi ... Gripen-NG/ (http://www.defesanet.com.br/gripenbrazil/noticia/18715/FAB---Nota-Oficial---Gripen-NG/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 16, 2015, 03:38:56 pm
LAAD 2015: Helibras apresenta primeiro helicóptero com sistema de reabastecimento em voo

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Foto-1-H-XBRREVO..jpg)

A Helibras está exibindo o primeiro helicóptero da América Latina a contar com sistema de reabastecimento em voo (REVO). A aeronave é a mais recente unidade do H225M fabricada na linha de montagem da empresa em Itajubá (MG) no âmbito do Programa H-XBR, que está sendo exposta no estande da empresa .

O helicóptero é uma unidade configurada para C-SAR (Combat-SAR) destinada à FAB e o mecanismo de recepção de combustível em voo (probe) foi integrado no Brasil por engenheiros e técnicos da Helibras. O dispositivo permite que a aeronave possa ser abastecida em pleno ar por um avião durante uma missão, sem a necessidade de pousar ou interromper sua tarefa.

Além desse sistema, o helicóptero recebeu no país  sistemas de contramedidas eletrônicas, um dos principais itens desenvolvidos na empresa,  mecanismo de autoproteção para a aeronave. Para comunicações seguras, a aeronave recebeu rádios para transmissão de dados criptografados entre forças de resgate e refugiados. Adicionalmente, o helicóptero está equipado com FLIR dotado de câmera infravermelha e detector a laser para rastrear alvos, bem como sistema de gravação de vídeo e voz do helicóptero.

O H225M também permite operação com óculos de visão noturna (NVG), blindagem reforçada, guincho duplo, gancho para carga externa, previsão para instalação de duas metralhadoras 7.62 mm, além de componentes de rapel e avançados sistemas de navegação e comunicação.

Os avanços no programa H-XBR foram reconhecidos pela Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), que emitiu novas cartas de crédito em face do cumprimento pela empresa das etapas de Projetos de Cooperação Industrial (ICP), como a transferência de informações CRM para o suporte técnico nacional e a auditoria realizada conforme previsto pelo contrato.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Foto-2-H-XBRREVO..jpg)

No final de 2014, a Helibras já havia recebido reconhecimento pela produção nacional de chicotes elétricos e a implementação de processos de engenharia através de sistemas computadorizados em sua fábrica.

As etapas foram acompanhadas pelo MDIC, responsável pela emissão de relatórios técnicos com o propósito de fornecer informações que subsidiam o reconhecimento dos créditos. O brigadeiro-do-ar José Augusto Crepaldi, presidente da COPAC, elogiou a condução do projeto que, conforme a Estratégia Nacional de Defesa (END) ,trará um grande desenvolvimento para a indústria brasileira. “Esse é um programa muito importante, pois não inclui só a aquisição de 50 unidades. Ele prevê a capacitação da indústria de defesa para produzir aeronaves de asas rotativas no país e isso envolve grandes vantagens tecnológicas e industriais para o Brasil”, afirmou.

A Helibras e as Forças Armadas conversam agora para reorganizar o prazo final para a entrega do último lote de aeronaves. “Manteremos o nosso compromisso com o desenvolvimento local e a produção nacional dos helicópteros, mas vamos organizar nossos trabalhos de acordo com a nova realidade e necessidade do cliente, para cumprirmos o objetivo maior dessa parceria que é o de desenvolver também a cadeia produtiva da indústria aeronáutica brasileira”, disse o presidente da Helibras, Eduardo Marson.

A mais complexa versão a ser desenvolvida para as Forças, a do helicóptero operacional da Marinha do Brasil, está avançando no laboratório de integração de sistemas da empresa.

No início de abril último, a aeronave protótipo realizou os primeiros testes equipada com Computador Tático de Missão Naval. Essa campanha vai avaliar o desempenho e performance do computador e todos os sistemas interligados a ele em um cenário de missão real.

Já estão integrados a esse computador os componentes de guerra eletrônica, o de identificação automática de tráfego marítimo (AIS) e radar tático, que realizou, com sucesso seus primeiros testes na aeronave protótipo no final de 2014. No segundo semestre deste ano o helicóptero será testado com novos sistemas embarcados, inclusive com o lançador de mísseis Exocet AM39 B2M2.

Um míssil Exocet no mesmo modelo que deverá ser embarcado nas aeronaves da Marinha está em exposição ao lado da unidade do H225M no estande da Helibras.

fonte: http://tecnodefesa.com.br/laad-2015-hel ... to-em-voo/ (http://tecnodefesa.com.br/laad-2015-helibras-apresenta-primeiro-helicoptero-com-sistema-de-reabastecimento-em-voo/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 16, 2015, 03:47:06 pm
FAB participa da LAAD 2015

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Menacho em Abril 16, 2015, 08:02:59 pm
MBDA fuerte en Brasil de la mano del Meteor, que previsiblemente armará a los Gripen de la FAB

(http://www.defensa.com/images/stories/noticias/2015/4/img_0114.jpg)

Citar
defensa.com) La multinacional MBDA, especializada en misiles de prácticamente todas las categorías, refuerza de una forma muy importante su presencia  en el competitivo mercado de defensa brasileño de la mano del misil aire-aire de largo alcance Meteor y el antiaéreo de medio alcance CAMM (Common Anti-air Modular Missile). Dentro de la política de reequipamiento de sus sistemas de defensa, el Gobierno de Brasilia posiblemente comprará el misil Meteor para dotar con su letal capacidad a los cazas Saab Gripen NG, de los que un total de 36 se adquirirán, según se firmó en octubre, entre el ejecutivo y la firma sueca. Igualmente el CAMM ha sido seleccionado por la Marinha do Brasil, para equipar sus futuras fragatas de construcción nacional.

El Meteor ya está integrado en los Saab Gripen suecos y estarían a punto de ser operacionales en la Fuerza Aérea de Suecia que, tras el agravamiento de la crisis de Ucrania, ha acelerado el proceso para aumentar su capacidad de disuasión frente al incremento de la presencia de los aviones militares rusos en el Báltico. Posteriormente, tras esta experiencia, se integrarían además en los otros usuarios del Gripen: Sudáfrica, Tailandia, Chequia y Hungría, y en los  cazabombardero Eurofighter y Rafale, cuyos respectivos fabricantes han participado en el diseño y producción del misil de largo alcance. Actualmente, aunque existen unas altas posibilidades con Brasil, fuentes de MBDA reconocen que es un misil de un precio y unas características muy superiores a las que buscan otras naciones latinoamericanas. Otro de los sistema expuestos por MBDA en Río de Janeiro, es el Dual Mode Brimstone (DMB), una munición inteligente, relativamente pequeña, que cuenta con la ventaja de estar integrado ya  en el citado SAAB Gripen NG.

(http://www.defensa.com/images/stories/noticias/2015/4/img_0109.jpg)

El misil antiaéreo CAMM

El otro gran productos estrella del stand de MBDA es el misil antiaéreo  modular CAMM. Hablamos de un misil muy polivalente que ya está en servicio en su versión terrestre y cuya versión naval, que en Reino Unido es designada Sea Ceptor, y que estará previsiblemente  en servicio en 2016, tras realizar su primer disparo guiado en 2014, y obtener su cualificación final el año en curso.Puede ser operada actualmente desde baterías terrestres situadas sobre camiones, aunque sobre todo lo que interesa en LAAD  es su versión naval, que sustituirá en la Royal Navy al  VL Seawolf, en las fragatas del Tipo 23, que todavía  utilizan éste último y el que equipe, en este vital campo, a las de nueva generación, del Tipo 26.

Igualmente el CAMM  ha sido seleccionado por la Royal Navy de Nueva Zelanda, con lo que Brasil, de adquirirlo se convertiría en el segundo cliente de exportación de este polivalente sistema. Recordar que en 2014 la Marinha Brasileira decidió seleccionarlo para equipar a sus futuras corvetas, de construcción nacional, de la clase Tamandaré. (Julio Maíz Sanz)

http://www.defensa.com/index.php?option ... Itemid=688 (http://www.defensa.com/index.php?option=com_content&view=article&id=15311:mbda-fuerte-en-brasil-de-la-mano-del-meteor-que-previsiblemente-armara-a-los-gripen-de-la-fab-&catid=209:laad-2015-noticias&Itemid=688)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 18, 2015, 09:29:48 am
http://www.aereo.jor.br/2015/04/17/laad-2015-fab-pode-seguir-exemplo-sueco-e-deixar-treinadores-a-jato-de-lado/
Citar
Roberto Lopes
Enviado especial ao Rio

No atual quadro de incertezas financeiras, bem poucos entre os principais programas de reaparelhamento das Forças Armadas mantém seu cronograma original, ou ainda perseguem marcos contratuais de forma a poder remunerar adequadamente – e a tempo – os seus prestadores de serviços.

Mas essa situação de prazos indefinidos, voláteis, acarreta um outro subproduto indesejável para o brasileiro (ou o estrangeiro) que trabalha com o reequipamento: projetos que ainda não saíram do papel correm o risco de jamais se viabilizarem, ou – na melhor das hipóteses – de serem substituídos por outros, de custo e eficiência muito menores.

É o que acontece, hoje, no assunto da aquisição supostamente prioritária de um jato de treinamento avançado para os pilotos de combate da Força Aérea Brasileira (FAB).


No fim dos anos de 1990, a ideia original era, como se sabe, a de proporcionar aos jovens aviadores um aparelho a reação – subsônico –, capaz de facilitar a ambientação deles em cockpits digitais semelhantes aos dos modernos caças.

Nessa fase de conversão, os oficiais-alunos poderiam se acostumar a ler as informações produzidas pelos sensores da aeronave nas telas de cristal líquido de modernos head up displays. E também se adestrar na operação de sistemas de armas, mediante a recomendação de equipamentos que integram a sensibilidade dos radares à eficácia de softwares aptos a selecionar a arma que representa a melhor resposta a uma determinada ameaça.

Biplace - Durante a década de 1970, os cadetes da FAB cumpriam a fase final de sua instrução de voo na Academia da Força Aérea (AFA) em jatos Cessna T-37C, de fabricação americana (cuja função foi assumida na década seguinte pelo turboélice Embraer T-27 Tucano).

Em seguida os candidatos a caçador voavam o jato AT-26 Xavante, de projeto italiano, fabricado sob licença pela Embraer. Concluindo exitosamente os cursos de ala operacional e de líder de esquadrilha, esses aviadores cumpriam, por fim, a etapa de conversão operacional nos esquadrões de primeira linha, voando as versões de dois lugares dos jatos Mirage e F-5.

Esta semana o Poder Aéreo apurou que, nos bastidores da LAAD 2015 – principal mostra de armamentos brasileira –, circulou com certa insistência o rumor de que, diante das atuais restrições orçamentárias, a cúpula da FAB pode, perfeitamente, se deixar atrair pelo exemplo da Força Aérea sueca, que dispensa a preparação de seus pilotos de combate em um aparelho dedicado ao métier da guerra aérea.

Na Suécia tal requerimento é preenchido, desde cedo, por estágios de adestramento a bordo do modelo biplace do próprio Gripen.

Ofensiva - O assunto, claro, divide opiniões.

Caso opte por fazer o adestramento dos seus pilotos diretamente do Gripen, a aviação militar brasileira estará se afastando de várias forças aéreas do Hemisfério Norte que mantém, em seus esquadrões, jatos dedicados ao adestramento avançado. E também de instituições sul-americanas que não dispensam esse tipo de avião, como Chile (CASA C-101 Aviojet), Venezuela (Hongdu K-8W Karakorum), Bolívia (Hongdu K-8 Karakorum) e Peru (MB-339).

Até mesmo a combalida Força Aérea Argentina insiste na fabricação dos seus jatos Pampa de emprego dual – treinamento avançado e ataque ao solo –, um projeto derivado dos venerandos Alpha Jets, de design franco-alemão.

Nesse momento, representantes da Alenia Aermacchi sediados na costa sul-americana do Pacífico oferecem os jatos M-346 às forças aéreas do Chile, do Peru e da Colômbia.


No Brasil a empresa italiana com certeza reagirá fortemente, sustentando que o investimento de Brasília no Gripen não significa que os aviadores brasileiros possam atalhar a sua formação profissional, passando do Super Tucano diretamente para a nacele de um Gripen, mesmo que seja a de um modelo biplace.

A tese é válida. Pena que, no caso do Brasil, ela vá exigir mais de 600 milhões de dólares – verba de que, hoje, o governo federal não dispõe nem mesmo para bancar os custos de desenvolvimento do jato cargueiro Embraer KC-390 correspondentes ao ano de 2014…

Cada fabricante terá, enfim, os seus argumentos.

Infelizmente para esses fornecedores, o comprador tem, nesse momento, bem pouca voz – e quase nenhuma vez.

Voz mesmo quem tem é a chamada “Junta Orçamentária”, formada pelos representantes do Ministério da Fazenda, do Ministério do Planejamento e da Casa Civil da Presidência da República.


É ela que definirá os contingenciamentos por meio dos quais a área econômica do governo apresentará, a uma nação ansiosa, o tal ajuste fiscal. Em resumo: é ela quem manda. Ninguém mais.
Reportagem do site http://www.aereo.jor.br/, na qual é reforçada a possibilidade devido a cortes orçamentais de o Brasil não comprar os "jactos de treino para caças", por questões financeiras. Matéria da responsabilidade de Roberto Lopes, a qual é simplesmente citada. E estou-me pouco borrifando que exista quem não gosta, já que espelha o que um Jornalista BRASILEIRO pensa e reporta a propósito de uma matéria relevante apurada na LAAD 2015 :roll:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2009/11/m-346-foto-alenia-aermacchi-500x332.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2010/06/Yak-130-580x328.jpg)

 :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 18, 2015, 03:49:51 pm
Ainda hoje vi um artigo sobre as novas corvetas brasileiras (que estão a ser desenhadas com linhas furtivas) e não posso colocar porque estes senhores não sabem comportar-se civilizadamente. :evil:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 18, 2015, 05:29:51 pm
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/10/KC-390-roll-out-3.jpg)
Está a ser desenvolvido. Voa um protótipo e o outro está ser montado. Se os "iluminados" tem uma bola de cristal e acreditam que vai ser um sucesso internacional e um êxito de vendas, problema deles. Qualquer individuo normal, mesmo aquele que tenha dinheiro injectado dinheiro dos seus impostos no avião, não sabe nem tem condições de saber. Simples.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/07/Gripen-E-mockup-at-FIA14-1.jpg)
Isto é uma Mokup não voa. O único que voa é o demonstrador de tecnologia biplace. Realidade é que esta a ser desenvolvido à 7 anos, não ficção de que vai voar amanha com as cores da FAB. Claro como Água. E agora venham de lá as "tonhós" com as "baixarias" que levam troco na hora.
(http://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2014/01/Captura-de-Tela-2014-01-22-%C3%A0s-22.58.19.png)
Vão para o forum da terrinha "vender banha da cobra" e deixem que dabater quem de facto o quer e sabe. Aliás, mas vale fechar-se os tópicos sobre qualquer temática Brasileira, se é para estes "cromos", que nem sabem o que é um desenvolvimento de um avião, o que foi a campanha do Kosovo para o F-16, ou que alterações FAB pediu à SAAB e que aumentou em 900 milhões os gastos, andarem por cá neste "triste filme", à 2 SEMANAS.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 18, 2015, 07:01:34 pm
Citação de: "B"
O governo em geral erra pra caramba. Esse aura encantada que tem os melhores e nunca erra é coisa de governo autoritário. isso não existe. Identificar erros erros primários, projetos equivocados, estimação errada são extramente comuns. Tanto que em países com democracia mais direta é normal dar explicações a cada passo no legislativo e sociedade, contratar gente externa e profissionais qualificados para evitar problemas e erros brutais.  Não creiam que por ter 30 mil página e passou sei lá por quem fizeram a melhor escolha. Sempre deve ser passível de criticas da sociedade, dos políticos e do pessoal técnico.

Acho que o gripão uma fria, a política industrial por trás um desastre muito caro, e que não cumpre objetivo de desenvolvimento. Posso estar errado, mas não vi nada que mudasse de ideia. Não tem nada a ver com torcida entusiástica, mas um crítica a política e opções da cosia pública. Posso estar errado, mas não tem base em fatos para me convencer do contrário até agora.

Este senhor aqui não é Português, é Brasileiro e formado.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 25, 2015, 09:54:26 am
http://www.aereo.jor.br/2015/04/25/fab-recebe-maquete-em-tamanho-real-do-caca-gripen-ng/
Citar
O PROTÓTIPO DEVE PARTICIPAR DE EXPOSIÇÕES ABERTAS AO PÚBLICO AINDA EM 2015

A curiosidade e o entusiasmo marcaram a exposição da maquete em tamanho real do caça Gripen NG nessa quarta-feira (22/04), na Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro. É a primeira vez que o equipamento é montado e exposto em uma unidade da Força Aérea Brasileira (FAB). Os militares e convidados puderam entrar e interagir com o Gripen. O evento fez parte da programação da Reunião da Aviação de Caça, que contou com a participação de 11 unidades aéreas que voam as aeronaves F-5, A-1 e A-29, de 18 a 22 de abril.

Depois de passar por Santa Cruz, a maquete segue para Brasília onde permanecerá sob a guarda da Base Aérea local e poderá ser utilizada em eventos como os tradicionais Portões Abertos nas cidades brasileiras, quando a população terá a oportunidade de conhecer como será o futuro caça da FAB.

O clima e a localização geográfica da capital federal foram determinantes para escolha do lugar onde o modelo ficará guardado, que facilita a conservação do material e está em uma região central do país. O transporte pode ser feito por carretas ou com a ajuda das aeronaves C-130 Hércules. A previsão é que ainda este ano a maquete participe de exposições estáticas abertas ao público.
Fab recebe o "primeiro" Gripen NG... :roll:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/04/Gripen-NG-Mock-up1-960x653.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/04/Gripen-NG-Mockup-cockpit-960x653.jpg)
Citar
Fab recebe maquete em tamanho real do caça Gripen Ng

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 27, 2015, 07:14:34 pm
A aviação de caça do futuro

O Gripen NG é só um dos vários projetos para ampliar as capacidades da FAB

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/24931/i1542490615176601.jpg)

A Aviação de Caça da FAB não será a mesma em poucos anos. Projetos como o Gripen NG e os mísseis A-Darter e MAR-1 vão ampliar as capacidades operacionais dos esquadrões. "O Brasil será colocado em nível de igualdade com o que há de mais moderno na área de defesa aérea e capacidade de combate em cenários complexos", opina o Brigadeiro do Ar Fernando Almeida Riomar, Comandante da Terceira Força Aérea (III FAE), organização responsável pelo preparo operacional dos 10 esquadrões de caça da FAB e de mais três de reconhecimento.

Já no primeiro semestre de 2016 deverá estar pronto o míssil A-Darter. Com 2,98 metros de comprimento e 90 kg de peso, o modelo criado em parceria com a África do Sul consegue realizar manobras que o leva a sofrer até 100 vezes a força da gravidade (100 G). Os caças de combate mais modernos não passam de 9 G. Essa agilidade vem da capacidade de direcionar o empuxo do seu motor-foguete. Guiado por calor, o A-Darter também consegue "enxergar" em mais de uma frequência de infravermelho e, desse modo, evitar ser enganado por "flares", iscas incandescentes lançadas para confundir os mísseis.

Um segundo míssil está em desenvolvimento. É o MAR-1, uma arma voltada exclusivamente para a destruição de radares. Neste caso, o projeto é 100% nacional, sem qualquer participação de empresas estrangeiras.

O equipamento é complexo. Um míssil como o MAR-1 tem antenas capazes de detectar e identificar emissões de radares. Após o lançamento, os computadores continuam a monitorar os sinais inimigos e a traçar sua rota. Caso o radar seja desligado, uma tática muito comum, o sistema de navegação deve traçar uma rota até a posição provável do alvo. Com o uso de mísseis anti-radar, uma força aérea alcança a possibilidade de atuar em território hostil sem sofrer ameaças de mísseis de longo alcance nem de ser detectada previamente pelos inimigos.

Essas duas armas devem ser incorporadas aos caças Gripen NG quando eles começarem a ser recebidos pela FAB em 2019. Nesta época, a FAB contará com caças A-1 e F-5 modernizados, além dos A-29.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/24931/i154249061454299.jpg)

Os aviões-radar E-99 também têm um papel fundamental nos cenários mais modernos de combate aéreo e estão em fase de revitalização dos seus sistemas. Uma das novidades será o Link BR2, sistema que vai permitir aos aviões trocarem dados sem o uso de comunicação por voz. Será possível, por exemplo, transmitir uma imagem, o que permitirá confirmar a identificação de um alvo.

A própria lógica do combate aéreo pode ser modificada. Um caça pode ir em direção aos alvos hostis com seu radar desligado e, dessa forma, manter-se fora dos sistemas de alerta inimigos e, ainda assim, conhecer toda a situação tática à sua frente, Tudo isso graças a outra aeronave, mais recuada, que estará transmitindo todos os dados dos seus próprios sistemas. Há a possibilidade até de um avião disparar seus mísseis a partir de dados enviados por outro.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/24931/i1542490614147195.jpg)

O Brigadeiro Riomar ressalta que essas novas tecnologias significarão também mudanças no treinamento e no emprego da FAB. "A aquisição desses novos equipamentos configura um salto importante para aqueles que integram a Aviação de Caça atualmente. Além disso, permitirá o desenvolvimento de novas doutrinas", finaliza.

Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... -do-futuro (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/21993/SEMANA-DA-CA%C3%87A---A-avia%C3%A7%C3%A3o-de-ca%C3%A7a-do-futuro)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Abril 27, 2015, 07:50:58 pm
Bem sei que o objectivo dos programas F-X e F-X2 era a substituição dos Mirage mas, dadas as características de caça ligeiro do Gripen, não faria mais sentido este substituir os F-5 e AMX e, consequentemente, ser adquirido em maiores números? Mais, para um caça com mais músculo, não faria sentido o Brasil fazer parceria com outros 'tijolos' (BRICS) no desenvolvimento de um 5a geração? Certamente, a industria aeronáutica brasileira teria muito a ganhar.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Abril 27, 2015, 08:58:32 pm
Citação de: "NVF"
Bem sei que o objectivo dos programas F-X e F-X2 era a substituição dos Mirage mas, dadas as características de caça ligeiro do Gripen, não faria mais sentido este substituir os F-5 e AMX e, consequentemente, ser adquirido em maiores números? Mais, para um caça com mais músculo, não faria sentido o Brasil fazer parceria com outros 'tijolos' (BRICS) no desenvolvimento de um 5a geração? Certamente, a industria aeronáutica brasileira teria muito a ganhar.

Se não estou em erro, a ideia é os 36 iniciais substituírem os Mirage e só depois, com a aquisição dos restantes (que fará um total de 126(?)), é que serão substituídos os F-5. Quanto aos AMX, esses devem ficar por muitos e bons anos, visto serem o equivalente para a FAB o que é o A-10 na USAF...
Mas concordo com um caça mais musculado, se calhar um interceptor puro ou um caça como o F-18 com o seu maior alcance e capacidade de transportar mais armamento.
Mas penso que nos próximos anos o Brasil terá o Gripen como "pau para toda a obra" e o AMX para missões de apoio aéreo próximo.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Abril 27, 2015, 09:28:26 pm
Sem dúvida que o F-18 transporta mais armamento que o Gripen ou o F-5, mas o seu relativo curto alcance -- quer na versão original quer na versão SH --, continua a ser uma das principais críticas que os seus utilizadores (leia-se USN) lhe tecem.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Abril 27, 2015, 09:48:22 pm
Tem menor alcance que os Sukhoi por exemplo, mas o alcance por si só é superior ao do Gripen e F-5, e certamente que os números apresentados são realistas, enquanto que outros fabricantes apresentam sempre números por cima... Depois o que importa no alcance é o "combat radius", e neste caso especifico os números que se vêem na net são sempre duvidosos, pois depende do que cada fabricante considere combat radius e o que carregue nessas missões. O que é certo é que o Gripen é, com a carga semelhante a que um F-18 leva, terá menor alcance.

PS: anteriormente disse "grande alcance" mas queria dizer maior alcance do F-18  :mrgreen:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Bravo Two Zero em Abril 27, 2015, 11:39:51 pm
Citação de: "dc"
Citação de: "NVF"
Bem sei que o objectivo dos programas F-X e F-X2 era a substituição dos Mirage mas, dadas as características de caça ligeiro do Gripen, não faria mais sentido este substituir os F-5 e AMX e, consequentemente, ser adquirido em maiores números? Mais, para um caça com mais músculo, não faria sentido o Brasil fazer parceria com outros 'tijolos' (BRICS) no desenvolvimento de um 5a geração? Certamente, a industria aeronáutica brasileira teria muito a ganhar.

Se não estou em erro, a ideia é os 36 iniciais substituírem os Mirage e só depois, com a aquisição dos restantes (que fará um total de 126(?)), é que serão substituídos os F-5. Quanto aos AMX, esses devem ficar por muitos e bons anos, visto serem o equivalente para a FAB o que é o A-10 na USAF...
Mas concordo com um caça mais musculado, se calhar um interceptor puro ou um caça como o F-18 com o seu maior alcance e capacidade de transportar mais armamento.
Mas penso que nos próximos anos o Brasil terá o Gripen como "pau para toda a obra" e o AMX para missões de apoio aéreo próximo.

Então, como já são clientes dos russos (Mi-35M4/AH-2; Iglas; AT-9 Spiral-2 e no futuro Pantsir-S1) e não tem tido problemas com a cadeia de logística avancem com negociações para uma esquadrilha de Su-34 Fullback para missões de ataque e interdição.  :twisted:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Abril 28, 2015, 10:54:22 am
http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/21993/SEMANA-DA-CA%C3%87A---A-avia%C3%A7%C3%A3o-de-ca%C3%A7a-do-futuro
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A própria lógica do combate aéreo pode ser modificada. Um caça pode ir em direção aos alvos hostis com seu radar desligado e, dessa forma, manter-se fora dos sistemas de alerta inimigos e, ainda assim, conhecer toda a situação tática à sua frente, Tudo isso graças a outra aeronave, mais recuada, que estará transmitindo todos os dados dos seus próprios sistemas. Há a possibilidade até de um avião disparar seus mísseis a partir de dados enviados por outro.

O Brigadeiro Riomar ressalta que essas novas tecnologias significarão também mudanças no treinamento e no emprego da FAB. "A aquisição desses novos equipamentos configura um salto importante para aqueles que integram a Aviação de Caça atualmente. Além disso, permitirá o desenvolvimento de novas doutrinas", finaliza.
É feito na FAB desde no mínimo 2006: http://www.defesabr.com/Fab/fab_r99.htm / http://pt.wikipedia.org/wiki/Northrop_F-5E_Tiger_II  :roll:
Citar
Na Cruzex de 2006 (a primeira com a participação do F-5M), um E-3F francês dava cobertura a um esquadrão de 4 Mirage 2000D (variante dedicada ao ataque), escoltada por outros 4 Mirage 2000C (variante de superioridade aérea e interceptador). caças F-5M da FAB, orientados pelo E 99 “derrubaram” 2 dos Mirages 2000D e o E-3F desconheceu o que aconteceu.
(http://i1135.photobucket.com/albums/m624/Patriot_9/DRDOAEWCS1.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/ed/Tigerbr-cabine.jpg)
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Uma das novidades será o Link BR2,
Segundo o Site http://www.defesabr.com/Fab/fab_r99.htm, a FAB possui o Link BR2 desde 2009. :roll:
Citar
Com o advento do Link-BR2 em 2009, a FAB passou a dispor de um protocolo de enlace de dados de alta qualidade, equiparável aos mais modernos protocolos de sistemas táticos de conexão em rede utilizados no mundo.
(http://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2013/07/Foto32W.LinkBR2..jpg)
(http://www.infodefensa.com/wp-content/uploads/Link.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 30, 2015, 03:13:50 pm
Citação de: "dc"
Citação de: "NVF"
Bem sei que o objectivo dos programas F-X e F-X2 era a substituição dos Mirage mas, dadas as características de caça ligeiro do Gripen, não faria mais sentido este substituir os F-5 e AMX e, consequentemente, ser adquirido em maiores números? Mais, para um caça com mais músculo, não faria sentido o Brasil fazer parceria com outros 'tijolos' (BRICS) no desenvolvimento de um 5a geração? Certamente, a industria aeronáutica brasileira teria muito a ganhar.

Se não estou em erro, a ideia é os 36 iniciais substituírem os Mirage e só depois, com a aquisição dos restantes (que fará um total de 126(?)), é que serão substituídos os F-5. Quanto aos AMX, esses devem ficar por muitos e bons anos, visto serem o equivalente para a FAB o que é o A-10 na USAF...
Mas concordo com um caça mais musculado, se calhar um interceptor puro ou um caça como o F-18 com o seu maior alcance e capacidade de transportar mais armamento.
Mas penso que nos próximos anos o Brasil terá o Gripen como "pau para toda a obra" e o AMX para missões de apoio aéreo próximo.

Caro dc;

A ideia da FAB é reunir os 36 Gripen NG no 1ª Grupo de Defesa Aérea (1ª GDA) em Anápolis para cobrir a defesa aérea de Brasília e os pontos estratégicos do Sudeste. Num segundo momento, vai se iniciar as negociações para aquisição de mais 70 a 80 novos Gripen NG (se até lá o governo liberar dinheiro para tal), para que substituir os F-5M e AMX-M que estão sediados em esquadrões aéreos no Amazonas, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Corrijo uma informação a respeito dos AMXs, pois eles não desempenham na FAB funções semelhantes aos A-10 na USAF. No Brasil, o principal papel desempenhado pelo AMX foi substituir o EMB-326 Xavante (AT-26) em missões de ataque ar-superfície usado para missões de interdição, apoio aéreo aproximado e reconhecimento aéreo. Creio que seus análogos são o Aero L-59 Super Albatros, BAE Hawk 200 e o Harrier. A aeronave da FAB que exerce funções parecidas com o A-10 na FAB é o Super Tucano ( por incrível que pareça).
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 30, 2015, 03:20:33 pm
Citação de: "NVF"
Bem sei que o objectivo dos programas F-X e F-X2 era a substituição dos Mirage mas, dadas as características de caça ligeiro do Gripen, não faria mais sentido este substituir os F-5 e AMX e, consequentemente, ser adquirido em maiores números? Mais, para um caça com mais músculo, não faria sentido o Brasil fazer parceria com outros 'tijolos' (BRICS) no desenvolvimento de um 5a geração? Certamente, a industria aeronáutica brasileira teria muito a ganhar.

Não me espantaria, num futuro não muito distante, a FAB adquirir pelo menos 12 Sukhois PAK FA (T-50) em um sinal geopolítico e de afirmação de prestígio aos BRICs.

Ou, seja lá quando, a Embraer e Saab partirem para um projeto conjunto de um 5ª geração. São apenas especulações.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 30, 2015, 03:28:14 pm
Citação de: "Vitor Santos"
Citação de: "NVF"
Bem sei que o objectivo dos programas F-X e F-X2 era a substituição dos Mirage mas, dadas as características de caça ligeiro do Gripen, não faria mais sentido este substituir os F-5 e AMX e, consequentemente, ser adquirido em maiores números? Mais, para um caça com mais músculo, não faria sentido o Brasil fazer parceria com outros 'tijolos' (BRICS) no desenvolvimento de um 5a geração? Certamente, a industria aeronáutica brasileira teria muito a ganhar.

Não me espantaria, num futuro não muito distante, a FAB adquirir pelo menos 12 Sukhois PAK FA (T-50) em um sinal geopolítico e de afirmação de prestígio aos BRICs.

Ou, seja lá quando, a Embraer e Saab partirem para um projeto conjunto de um 5ª geração. São apenas especulações.

Se a FAB aumentar ainda mais a variedade de aparelhos, fica uma salada russa tão grande, que não sei como é que vai ser. Deviam tentar padronizar ao máximo a FAB e não o contrário.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 30, 2015, 03:37:48 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "Vitor Santos"
Citação de: "NVF"
Bem sei que o objectivo dos programas F-X e F-X2 era a substituição dos Mirage mas, dadas as características de caça ligeiro do Gripen, não faria mais sentido este substituir os F-5 e AMX e, consequentemente, ser adquirido em maiores números? Mais, para um caça com mais músculo, não faria sentido o Brasil fazer parceria com outros 'tijolos' (BRICS) no desenvolvimento de um 5a geração? Certamente, a industria aeronáutica brasileira teria muito a ganhar.

Não me espantaria, num futuro não muito distante, a FAB adquirir pelo menos 12 Sukhois PAK FA (T-50) em um sinal geopolítico e de afirmação de prestígio aos BRICs.

Ou, seja lá quando, a Embraer e Saab partirem para um projeto conjunto de um 5ª geração. São apenas especulações.

Se a FAB aumentar ainda mais a variedade de aparelhos, fica uma salada russa tão grande, que não sei como é que vai ser. Deviam tentar padronizar ao máximo a FAB e não o contrário.

Justamente é a padronização que a FAB persegue. Tanto é que os Gripen NG vão substituir os F-5M e AMX-M. Afinal o  supersônico sueco vem para isso, padronização com objetivo de otimizar os custos com logística.  

Sobre o Sukhois PAK FA (T-50), como você bem entende do Brasil e das questões brasileiras, não seria impossível fatores políticos pesarem e o governo vir um dia dar uma canetada a favor do caça de 5ª geração num gesto de prestígio com os outros países emergentes integrantes dos BRICs. Com o Mi-35 foi mais ou menos isto.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 30, 2015, 03:42:54 pm
Pois, mas o MI-35 também ajudou a incorporar capacidades que a FAB ainda não tinha. Mas nisto tudo têm quantos tipos diferentes de helicópteros? 6/7?
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Abril 30, 2015, 04:04:31 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Pois, mas o MI-35 também ajudou a incorporar capacidades que a FAB ainda não tinha. Mas nisto tudo têm quantos tipos diferentes de helicópteros? 6/7?

A FAB mantém em seu inventário de asas rotativas as seguintes plataformas:

Eurocopter EC725 (Transporte/SAR)
Eurocopter AS332 Super Puma (Transporte/SAR)
Eurocopter EC135 (VIP)
Eurocopter AS355 (VIP)
Eurocopter AS350 (ligação)
Bell UH-1 Iroquois (utilitário mas prestes a dar baixa do serviço ativo)
Sikorsky UH-60 Black Hawk (utilitário, natural sucessor do Bell UH-1)
Mi-35 (Ataque)

Como é possível observar, os helicópteros da família Eurocopter recebem amplo suporte da Helibrás, a subsidiária da empresa europeia no Brasil que também montam tais aparelhos por aqui. Os UH-1 estão gradativamente sendo substituídos pelos  UH-60 Black Hawk.

Enquanto aos Mi-35, por enquanto não há sinais e nem notícias de problemas relacionados à logística. Logo a FAB terá 7 modelos diferentes com três fabricantes díspares, sendo uma ostentando uma ampla estrutura de suporte em solo brasileiro.

(http://www.forcaaereablog.aer.mil.br/wp-content/uploads/2014/09/140902REZ9320CPaulo_Rezende-mod.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Maio 03, 2015, 08:52:10 pm
Pilotos da Força Aérea Portuguesa fazem voo solo no A-29 Super Tucano

Foi no dia 30 de Abril que os 2 Pilotos Portugueses, que se encontram no Brasil no âmbito de relações bilaterais, realizaram o seu primeiro voo solo aos comandos do A-29 Super Tucano.
Este intercâmbio entre a Força Aérea Portuguesa (FAP) e a Força Aérea Brasileira (FAB), possibilitam à FAP ter 2 Pilotos na Base Aérea de Natal, a frequentar dois cursos. O primeiro, denominado "Programa de Qualificação Operacional e de Instrutor em A-29" e o outro o "Curso de Especialização Operacional em Aviões de Caça".

O A-29 é uma aeronave Turbo-hélice, concebida para Ataque Ligeiro e Instrução Avançada, sendo especialmente vocacionada para operações de combate à droga e contrainsurgência. Esta aeronave está equipada com uma sofisticada panóplia de equipamentos, que permitem a simulação de ameaças aéreas e terrestres.

(https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xap1/v/t1.0-9/11205548_576391389167356_4787185765229010296_n.jpg?oh=59dd1612f7086aaa172934be4eb16f4e&oe=55E51386&__gda__=1440919898_296da512e2044d321c46af2adf8587c6)

(https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xpa1/v/t1.0-9/11205153_576391395834022_7532455077715573036_n.jpg?oh=de4cf3b12014ed6f20b0e121528eda04&oe=55D694D5&__gda__=1438778989_de3dc69db2f72e37ab488382a00575d9)

Fonte: página oficial da FAP no Facebook
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Alvalade em Maio 03, 2015, 08:55:18 pm
Tópico errado e já está a ser discutido noutro lado
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Maio 03, 2015, 08:56:32 pm
Repost...
 :arrow: viewtopic.php?f=27&t=8155&start=390#p256718 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=27&t=8155&start=390#p256718)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 04, 2015, 10:27:05 am
http://www.aereo.jor.br/2015/05/03/enquanto-espera-o-sovi-fab-evita-mais-uma-vez-se-comprometer-com-o-unasur-i/
Citar
Delegações dos governos venezuelano, argentino, brasileiro e equatoriano atenderam a reunião do Comitê Consultivo do Projeto Unasul I, entre os dias 23 e 26 de abril, que decidiu constituir uma empresa – denominada Aero – para fabricar o avião. A Força Aérea Venezuelana ofereceu uma área na base aérea El Libertador, localizada em Palo Negro, estado de Aragua, para receber a nova empresa.

Sovi – A resistência do Brasil em se posicionar como comprador do Unasul I se deve, basicamente, às perspectivas de absorção do modelo nacional Novaer T-Xc – em dezembro passado batizado de Sovi pelo corpo de alunos da Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP).

Na aeronave da Novaer, um avançado modelo construído em fibra de carbono, instrutor e instruendo se sentam lado a lado. A motorização original selecionada foi um motor a pistão Lycoming, de 315 hp.

A companhia trabalha com a expectativa de que a FAB escolha o substituto dos seus monomotores Neiva T-25 Universal, da AFA, dentro de três anos – e espera, claro, que o Sovi seja o avião selecionado para prover o treinamento básico dos futuros oficiais aviadores da corporação.

A previsão é de que o Comando da Aeronáutica encomende cerca de 55 aeronaves de treinamento básico para a AFA, e que todas elas tenham sido entregues até o ano de 2022.
Há, fazem parte do comité consultivo, assinaram a criação da empresa para fabricar o aparelho mas não se posicionam como comprador.  :twisted:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/09/T-Xc-prot%C3%B3tipo-foto-Novaer.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/12/Unasur_I-maquete-tamanho-real.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Alvalade em Maio 04, 2015, 10:28:58 am
Falta de Solidariedade. Tem mais é que comprar (acho que é assim que se escreve).
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Maio 04, 2015, 01:02:37 pm
Citação de: "Alvalade"
Falta de Solidariedade. Tem mais é que comprar (acho que é assim que se escreve).

Ah isso é só para o zé tuga... o zé tuga é que tem obrigação de comprar porque fabrica componentes de um avião... eles já não  :roll:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 05, 2015, 10:01:22 am
http://www.aereo.jor.br/2015/05/04/corte-no-orcamento-adia-entrega-de-helicopteros/
Citar
Os cortes no orçamento executados pelo governo federal bateram na porta do Ministério da Defesa e os impactos são percebidos em contratos já assinados. A chamada nova realidade orçamentária esticou em dois anos o prazo de entrega das 50 aeronaves encomendadas à Helicópteros do Brasil S.A (Helibras), montadas em Itajubá, no Sul de Minas, em um contrato de 1,9 bilhão de euros, com prazo inicial de entrega prevista para 2017, mas estendido para 2019.

A Helibras e a Força Área Brasileira (FAB) confirmaram a postergação do prazo pela necessidade de ajuste ao orçamento do governo federal. A FAB informou que está em curso a revisão do contrato, mas não detalhou se haverá outras alterações, além do prazo. O contrato foi firmado com o Ministério da Defesa em 2008.

A Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (Copac) da FAB já recebeu 15 das aeronaves EC-725, que fazem parte do Projeto H-XBR: quatro para a Marinha do Brasil, cinco para o Exército Brasileiro e seis para a FAB. “Atualmente o contrato está sendo revisto para adequação à nova realidade orçamentária do país. A previsão é de que a entrega da última aeronave aconteça em 2019”, diz a FAB, em nota.
Pois... Mais outro adiamento.   :roll:  
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/09/EC-725-em-montagem-em-Itajub%C3%A1-na-inaugura%C3%A7%C3%A3o-hangar-montagem-Helibras-foto-Nun%C3%A3o-Poder-A%C3%A9reo.jpg)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Luso em Maio 05, 2015, 12:32:43 pm
Aposto que o dinheiro desviado será utilizado para os programas que mantêm a base de apoio do PT.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 05, 2015, 12:46:29 pm
Imaginaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!... c34x
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Maio 05, 2015, 07:36:32 pm
Citar
Aposto que o dinheiro desviado será utilizado para os programas que mantêm a base de apoio do PT.

Citar
Imaginaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!... c34x  

Nem me fale deste partido.

Enquanto isso na FAB:

Esquadrão Hórus completou quatro anos

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/05/i15429191352119276.jpg)

O 1°/12°GAv, Esquadrão Hórus, unidade da Força Aérea Brasileira responsável pela operação de aeronaves não tripuladas fornecidos pela israelense Elbit Systems Hermes 450 (designado internamente como RQ-450), e pelo Hermes 900 (RQ-900), comemorou quatro anos de existência na última quarta-feira (29/4).

Criado em 29 de abril de 2011, a data foi celebrada com uma cerimônia militar realizada na Base Aérea de Santa Maria (BASM), sede da unidade.

Durante a solenidade, foram entregues as menções destaque operacional, destaque segurança de voo e graduado, bem como praça padrão.

O comandante do Hórus, tenente coronel-aviador Renato Alves de Moraes, ressaltou a participação da Unidade, desde a sua criação até os dias atuais, em diversas operações e exercícios de interesse do Comando da Aeronáutica e do Ministério da Defesa, como por exemplo, a operação Ágata.

Atualmente a frota é composta por quatro Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP) RQ-450 e uma RQ-900. A unidade realiza missões como Controle Aéreo Avançado, Posto de Comunicações no Ar e Reconhecimento Aéreo.

Uma das missões realizadas, em 2013, foi o apoio ao esquema de segurança da Copa das Confederações. No dia da estreia, 15 de junho, uma RQ-450 conseguiu capturar até o gol do jogador brasileiro Neymar.

Fonte:  http://tecnodefesa.com.br/esquadrao-hor ... atro-anos/ (http://tecnodefesa.com.br/esquadrao-horus-completou-quatro-anos/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Maio 05, 2015, 07:46:40 pm
Infantaria da Aeronáutica

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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Maio 07, 2015, 01:24:24 pm
SAAB assina contrato para fornecimento de armas para o Gripen NG

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Imagem-1-GripenNG-FAB-Armas-..jpg)

A SAAB Defesa e Segurança confirmou em seu portal a assinatura com o Ministério da Defesa do Brasil através do Comando da Aeronáutica (COMAER), contrato correspondente à aquisição de armas para os aviões de combate Gripen NG comprados para a Força Aérea Brasileira.

De acordo com a nota, o total do negócio é de US$ 245 milhões e a encomenda deverá ser incorporada à carteira de pedidos da SAAB para o próximo semestre .

O escopo do contrato inclui o fornecimento dos armamentos pela empresa e o nome dos fornecedores selecionados pela FAB. O cronograma de entregas deverá estar alinhado com o programa dos novos caças.

Esse contrato é complementar ao firmado entre SAAB e o governo brasileiro que prevê a produção de 36 Gripen NG de acordo com anuncio oficial de 27 de outubro de 2014.

A empresa também informou que a efetividade do contrato está sujeita ao cumprimento de determinadas condições. Entre elas, a necessidade de autorizações de controle de exportações. A expectativa é de que todas as condições sejam cumpridas ao longo do segundo semestre deste ano.

Fonte:  http://tecnodefesa.com.br/saab-assina-c ... gripen-ng/ (http://tecnodefesa.com.br/saab-assina-contrato-para-fornecimento-de-armas-para-o-gripen-ng/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Maio 07, 2015, 02:21:25 pm
Re-post. Já colocado anteriormente, e neste mesmo tópico.

viewtopic.php?f=6&t=4408&p=256212&hilit=SAAB+assina+contrato#p256212 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=6&t=4408&p=256212&hilit=SAAB+assina+contrato#p256212)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 08, 2015, 10:48:17 am
http://www.aereo.jor.br/2015/05/07/desastre-ministro-diz-que-cortes-na-defesa-podem-eliminar-ate-50-do-orcamento/
Citar
Roberto Lopes
Editor de Opinião da Revista Forças de Defesa

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, informou pessoalmente aos três comandantes militares, na semana passada, que o corte no orçamento de sua Pasta deverá ser de até 50%.

O contingenciamento das verbas será feito pela chamada Junta Orçamentária, que estuda o ajuste fiscal considerado imprescindível pela área econômica do governo. A Junta é composta pelos ministros da Fazenda, do Planejamento e da Casa Civil da Presidência da República.

De acordo com um relato dessa reunião obtido pelo Poder Aéreo, Wagner forneceu um detalhe que assustou seus interlocutores.

Ele revelou que tentará manter em sua integralidade, pelo menos, os recursos reservados aos programas considerados (ou que ele considera) mais estratégicos para o país, mencionando – apenas – “o PROSUB” (Programa de Desenvolvimento de Submarinos), que cuida da construção, em Itaguaí (RJ), dos navios classe Scorpene, e “o F-X2” – referência ao projeto de aquisição pela Força Aérea Brasileira (FAB) de 36 caças suecos Gripen NG.

No Ministério da Defesa restaram, depois desse encontro, muitas dúvidas.

O fato de o ministro não ter citado o PROSUPER (Programa de Obtenção de Meios de Superfície), o jato cargueiro Embraer KC-390 e o (blindado sobre rodas) Guarani entre os chamados programas “mais estratégicos” quer dizer que esses projetos serão paralisados. Ou será que tudo não passou de um lapso de memória do ministro?

Defesa Aérea – Nos últimos dias, os comandantes da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, e da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, já haviam sido notificados por seus assessores de que a falta de recursos ameaça diretamente o prosseguimento dos diversos programas de modernização das aeronaves que constituem o escudo de Defesa Aérea do país.

Dos 45 jatos de ataque A-1, da FAB, só três puderam ser atualizados, até agora, para o padrão A-1M.

A primeira e mais extensa etapa do programa de modernização dos caças F-5E – referente a 46 aeronaves – ficou pronto há algum tempo, mas resta concluir o serviço em um lote de 11 aeronaves – oito monoplaces e três biplaces – recebidas dos estoques da Força Aérea Jordaniana.


Na Marinha a tendência, no período 2015/2016, é transferir para a reserva (desativar) um número maior de navios, como forma de alavancar uma economia nos gastos de manutenção com as unidades da Esquadra. Providência essa que poderá alcançar, até mesmo, a flotilha da Força de Submarinos.
Fosga-se...  :shock:  :shock:  :roll:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/04/KC-390-foto-divulga%C3%A7%C3%A3o-Embraer.jpg)
Citar
KC-390: prejuízo para a Embraer?
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/11/AF-1-c%C3%A9lulas.jpg)
Citar
Células de AF-1 armazenadas em Gavião Peixoto (SP). A foto é de novembro de 2014
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/04/Gripen-se%C3%A7%C3%A3o-frontal-foto-Saab.jpg)
Citar
Seção frontal de um caça Gripen; aeronave foi considerada pelo ministro da Defesa do Brasil como programa estratégico a ser mantido
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2012/06/Iveco-VBTP-Omar-Freira-Imprensa-MG.jpg)
Citar
Blindado Guarani: despriorizado?

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Luso em Maio 08, 2015, 11:02:49 am
Parece mais um exemplo que demonstra que um partido dá mais prioridade à sua base de apoio que ao próprio país.
Aqui também é assim.
São assim as democracias, quando a coisa está mal.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Maio 08, 2015, 12:45:10 pm
Há muito tempo que se tem vindo a falar das prioridades trocadas... Primeiro estão projetos megalomanos que sugam todo o dinheiro, só depois lembram-se das necessidades básicas... Têm 5 submarinos relativamente recentes e ainda assim querem novinhos em folha mais um nuclear... não conseguem manter a frota de superfície a navegar, no entanto querem um porta-aviões... e é esta a situação de uma pseudo-superpotência, que muitos se gabavam que é um país riquíssimo e agora veja-se... metade do orçamento de defesa vai à vida... mas veja-se o lado positivo, terão um submarino nuclear e um porta-aviões e 36 Gripen Ng... números de superpotência... Umas forças armadas sonhadoras, que querem 2 porta-aviões nas próximas duas décadas, não sei quantas fragatas novinhas em folha, 15 submarinos tipo Scorpene, Gripen's navais...
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Maio 08, 2015, 02:38:25 pm
Citar
Parece mais um exemplo que demonstra que um partido dá mais prioridade à sua base de apoio que ao próprio país.
Aqui também é assim.
São assim as democracias, quando a coisa está mal.

Concordo plenamente. No Brasil sempre foi assim, o governo gastou muito com pão e circo (Copa do Mundo, Olimpíadas 2016), mas agora tem que apertar os cintos.

Citar
Há muito tempo que se tem vindo a falar das prioridades trocadas... Primeiro estão projetos megalomanos que sugam todo o dinheiro, só depois lembram-se das necessidades básicas... Têm 5 submarinos relativamente recentes e ainda assim querem novinhos em folha mais um nuclear... não conseguem manter a frota de superfície a navegar, no entanto querem um porta-aviões... e é esta a situação de uma pseudo-superpotência, que muitos se gabavam que é um país riquíssimo e agora veja-se... metade do orçamento de defesa vai à vida... mas veja-se o lado positivo, terão um submarino nuclear e um porta-aviões e 36 Gripen Ng... números de superpotência... Umas forças armadas sonhadoras, que querem 2 porta-aviões nas próximas duas décadas, não sei quantas fragatas novinhas em folha, 15 submarinos tipo Scorpene, Gripen's navais...

O Brasil é grande (em termo territorial e populacional) e os desafios também são colossais. Nada mais legítimo o governo e seus chefes militares desejarem armadas com submarinos nucleares, porta-aviões e caças embarcados. Para ter ideia do tamanho da demanda em guarnecer a integridade da soberania brasileira, somente Portugal, o teu país, territorialmente é do tamanho do Estado de Santa Catarina, tem a população do Rio Grande do Sul e a economia do Rio de Janeiro. Portanto, as FFAAs brasileiras têm que dar conta de um País continente.  

A sorte que por aqui não existem litígios com vizinhos (12 países fazem fronteira com o Brasil - 17 mil quilômetros) e não somos ameaçados belicamente por uma superpotência ocidental (Os EUA sempre nos sacanearam mas nunca ousaram uma agressão aberta). Até entendo o desperdício de recursos e energia em projetos considerados aos olhos externos de megalomaníacos. Mas, lamentavelmente, Brasília não está no mesmo compasso dos que pensam Defesa no Brasil, portanto, como bem constatou, falta recursos para o básico.

Mas não se deixe enganar. :evil:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 08, 2015, 03:08:31 pm
http://www.aereo.jor.br/2015/05/08/esclarecimento-do-ministro-da-defesa-aos-leitores-do-poder-aereo/
Citar
A Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Defesa solicitou ao Poder Aéreo, na noite desta quinta-feira (08.05), por e-mail, a publicação do seguinte “Esclarecimento”:

“O ministro da Defesa, Jaques Wagner, que se encontra em viagem oficial à Europa para as comemorações dos 70 anos da vitória dos aliados sobre o nazifascismo, esclareceu hoje ao jornalista Roberto Lopes, que não esteve reunido com os comandantes das Forças Armadas, na semana passada, para tratar de contingenciamento do orçamento em até 50%.

Wagner informou não há nenhuma definição sobre os referidos cortes, e que aguarda a assinatura do decreto presidencial que estabelecerá o novo orçamento.

O ministro informou que tem conversado com a presidenta Dilma Rousseff sobre os principais projetos tocados pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica na tentativa de preservá-los.

Lembrou ainda que o setor de Defesa tem recebido os maiores volumes de investimentos nos últimos 12 anos em comparação ao passado atingindo a marca de 1,5% do PIB (Produto Interno Bruto).

Para ele, é necessário entender a necessidade do ajuste fiscal do governo, e visualizar que a possibilidade de contingenciamento de recursos é um desafio que será enfrentado pelo Ministério da Defesa, e todos os demais ministérios”.

NOTA DO EDITOR: A mensagem se refere ao texto intitulado “Desastre: ministro diz que cortes na Defesa podem eliminar até 50% do orçamento”, publicado pelo Poder Aéreo na quinta (08.05). O texto causou ansiedade nas Forças Armadas porque revelava que Jaques Wagner só assegurava a continuidade, sem cortes, dos programas PROSUB (Programa de Desenvolvimento de Submarinos) e FX-2, de aquisição dos caças Gripen.

Na noite da quinta, em conversa telefônica com este editor, a chefe da Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Defesa, jornalista Sônia Carneiro, explicou que será necessário aguardar o decreto presidencial que vai estipular o tamanho do ajuste fiscal em cada ministério, para que a Defesa, informada sobre a cota de sacrifício que lhe cabe, priorize os programas que serão mantidos a salvo da tesoura da área econômica do governo.

Segundo ela, em entrevista recente à Revista Época, Jaques Wagner mencionou, efetivamente, cortes “de até 50%” em seu orçamento, e se lembrou de citar o PROSUB e o programa FX-2, e só não mencionou os demais programas prioritários das Forças Armadas por uma falta de lembrança.(Roberto Lopes)
Esclarecimentos do Ministro da Defesa Brasileiro e da acessoria de comunicação social do mesmo ministério, a "empurrar" a decisão final para o decreto da Presidente.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/03/Ministro-J-Wagner-em-AH-2-Sabre-em-Porto-Velho-foto-Sgt-Johnson-FAB.jpg)
Citar
Ministro da Defesa, Jaques Wagner, a bordo de um helicóptero Sabre, da Força Aérea Brasileira

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Maio 08, 2015, 05:41:40 pm
Citação de: "Vitor Santos"
O Brasil é grande (em termo territorial e populacional) e os desafios também são colossais. Nada mais legítimo o governo e seus chefes militares desejarem armadas com submarinos nucleares, porta-aviões e caças embarcados. Para ter ideia do tamanho da demanda em guarnecer a integridade da soberania brasileira, somente Portugal, o teu país, territorialmente é do tamanho do Estado de Santa Catarina, tem a população do Rio Grande do Sul e a economia do Rio de Janeiro. Portanto, as FFAAs brasileiras têm que dar conta de um País continente.

A sorte que por aqui não existem litígios com vizinhos (12 países fazem fronteira com o Brasil - 17 mil quilômetros) e não somos ameaçados belicamente por uma superpotência ocidental (Os EUA sempre nos sacanearam mas nunca ousaram uma agressão aberta). Até entendo o desperdício de recursos e energia em projetos considerados aos olhos externos de megalomaníacos. Mas, lamentavelmente, Brasília não está no mesmo compasso dos que pensam Defesa no Brasil, portanto, como bem constatou, falta recursos para o básico.

Sim o Brasil é enorme, mas neste momento não tem cabimento algum retirar orçamento de componentes essenciais das forças armadas para canalizar num porta-aviões e outros projectos que em pouco ou nada aumentam as capacidades das forças armadas do Brasil... Especificamente falando do PA, de que é que ser à MB ter um se não tem escoltas? E, não pondo em causa o factor dissuasivo que um Sub Nuclear representa, onde é que arranjam dinheiro para o manter se com não conseguem manter navios menos complexos?
Mencionou as forças armadas brasileiras terem de dar conta de uma país tão grande como o Brasil... então e em que medida vai o porta-aviões fazer isso? Em que medida o faz melhor e mais eficazmente que uma classe de fragatas (que a MB precisa)?
No fundo, o dinheiro continua a ser mal investido, as prioridades trocadas, etc.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Maio 09, 2015, 02:25:39 pm
(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/05/Antonov-AN-178-17-600x398.jpg)

Com os cortes que se avizinham no Brasil, e não tendo o projecto KC-390 sido declarado prioritário pelo MD brasileiro, é possível que este venha a ser o sucessor do C-130 na FAB. Não esquecer que a frota C-130 brasileira é muito mais antiga que a portuguesa, está em muito mau estado e a FAB é reconhecida pela sua fraca manutenção. Com tudo isto em mente, é incompreensível a atitude do MD brasileiro.

(http://www.c-130.net/g3/var/resizes/c-130-photos/Central%20and%20South%20American%20C-130%20Photos/2451mia1182x3072_f.jpg?m=1424009853)

C-130E n.º 2451 da FAB, fabricado em 1964
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 09, 2015, 03:20:56 pm
Citação de: "Colares"
Por quantos anos mais os C130 da FAP vão continuar em serviço depois dos trabalhos de manutenção e troca de peças que está sendo planejado para o alongamento de sua vida útil?

Espero que Obama não demore em lhes doar os C17 prometidos a fim de melar o 390.

Quem falou em doar seja o que for? E se o KC-390 "melar", de certeza que não será por perder a encomenda de apenas 6 aviões, mas sim da falta de dinheiro para o desenvolvimento do projecto por causa dos vossos cortes.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 09, 2015, 03:36:32 pm
Não percebo a preocupação com os C130H Portugueses, que voam que nem uma maravilha do Kosovo ao Afeganistão. Já a frota brasileira é que tem tido uns percalços. Mas para os mais esquecidos, re-lembro. :twisted:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/11/C-130-da-FAB-acidentado-na-Ant%C3%A1rtida-1.jpg)
(http://2.bp.blogspot.com/-qMvaLPO3CHI/VIHBoDDyvHI/AAAAAAAAo5w/v0UjrFlhg00/s1600/Assuntos%2BMilitares%2B(5).jpg)
(http://s2.glbimg.com/1qLI0_mKGKlzUxn_jL0i0HVG6uY=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/05/27/1_5.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/05/KC-137-acidentado-no-Haiti.jpg)
Além do mais e aparentemente o Kc390 já não é prioritário para o Ministério da Defesa do Brasil e a Embraer não pretende suportar sozinha os custos, (http://www.aereo.jor.br/2015/05/07/desastre-ministro-diz-que-cortes-na-defesa-podem-eliminar-ate-50-do-orcamento/), o que indicia no mínimo novos atrasos nas entregas,  e mais espera da FAB pelo tão desejado. E como alguns "experts" dizem que o C130 está "ultrapassado",  quem sabe se pedincharem aos "states" estes enviem como doação os YC15 para a Embraer colocar a voar. Sempre desenrascava a frota de transporte :twisted:
(http://www.airwar.ru/image/i/craft/c15-i.jpg)
(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b7/Edw-century-circle-yc15-090429-02-8.jpg/300px-Edw-century-circle-yc15-090429-02-8.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 09, 2015, 04:44:22 pm
A FAB pode sempre tentar "reactivar" os DHC-5 Bufallo, caso os atrasos do KC390 por falta de dinheiro devido aos Cortes de 50% na Defesa decretados pelo Ministro da Defesa Brasileiro, se tornem complicados e face à "obsolescência" dos C130 da FAB e ao facto de os "expert" do outro lado do Atlântico dizerem que o projecto do C130 está ultrapassado ... :twisted:  
(http://i831.photobucket.com/albums/zz238/zelaorainmaker/Buffalo%20FAB/1252112.jpg)
(http://www.alide.com.br/artigos/bufalos/imagem/bufalo_020.jpg)
Mas os EUA ainda devem ter umas celulas de C137 em Stock, algo que a Fab já está bastante habituada. Assim se pedirem com jeitinho, dá para atrasar mais uns anos o KC390, até existir "verba"... :twisted:
(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/07/C-137.jpg)
(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2013/10/16228.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Maio 09, 2015, 04:50:39 pm
Citação de: "Colares"
30 anos mais na ativa dos C130 depois das reformas? não estamos sendo otimistas demais ou eu estou sendo ignorante neste tema?

Se a sua ignorância se manifestasse somente neste tema estaríamos na presença de uma novidade.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 09, 2015, 05:23:18 pm
Os três Brasileiros aqui do forum defesa, gostam muito de falar dos outros mas são muito amnésicos quanto ao seu pais. Olhem aqui os F5 comprados à Jordânia a serem re- construídos (já estavam parados por falta de verba agora é que não andam mais).  :mrgreen:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/10/F-5E-ex-Jord%C3%A2nia-com-indica%C3%A7%C3%B5es-das-matr%C3%ADculas-na-FAB-PAMA-SP-2011-foto-3-Nun%C3%A3o-Poder-A%C3%A9reo.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/10/PAMA-SP09-F5-jordania1.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2012/09/PAMA-SP-2012-c%C3%A9lulas-de-F-5E-e-F-ex-Jord%C3%A2nia-com-pintura-primer-foto-2-Nun%C3%A3o-Poder-A%C3%A9reo.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2012/12/F-5F-ex-jord%C3%A2nia-FAB-4810-em-montagem-no-PAMA-SP-em-1dez2012-foto-Nun%C3%A3o-Poder-A%C3%A9reo.jpg)
Mas nada bate as "peças de Museu" que a MB foi desencantar no deserto do Nevada... :mrgreen:
(http://www.s2ftracker.com/images/Brazil-Marsh%20Traders/Trader-136027-97w-1.jpg)
(http://www.s2ftracker.com/images/Brazil-Marsh%20Traders/Trader--97w-1.jpg)
(http://www.s2ftracker.com/images/Brazil-Marsh%20Traders/Trader--97w-5.jpg)
(http://2.bp.blogspot.com/-Bxiww82kMC0/U0xry6YLB8I/AAAAAAABrNg/JiygQfnrWJY/s1600/C-1T-MB-940x590.jpg)
Citar
http://www.s2ftracker.com/braziltraders.htm
O que se seguira... :twisted:
(http://www.oldprops.ukhome.net/C123%20AMARC%20d1.jpg)
(http://www.aircraft.co.za/GalleryImages/675/normal_E-1B%20Tracer%20148137NS-012%20ex%20U.S.Navy%20(AMARCMASDC-code%201E019)%20at%20the%20yard%20of%20ConsolidatedUAC-Aeronautics%20in%20Tucson%20Arizona..jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Maio 09, 2015, 07:32:45 pm
Citação de: "NVF"
(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/05/Antonov-AN-178-17-600x398.jpg)

Com os cortes que se avizinham no Brasil, e não tendo o projecto KC-390 sido declarado prioritário pelo MD brasileiro, é possível que este venha a ser o sucessor do C-130 na FAB. Não esquecer que a frota C-130 brasileira é muito mais antiga que a portuguesa, está em muito mau estado e a FAB é reconhecida pela sua fraca manutenção. Com tudo isto em mente, é incompreensível a atitude do MD brasileiro.

Porcaria ucraniana. Como ousa compará-lo com o KC-390. Comparativo totalmente desmedido.

AN-178

(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/05/Antonov-AN-178-24.jpeg)

KC-390

(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9b/KC-390_cockpit_mock_up-johnson.jpg)

Na boa...
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Maio 09, 2015, 07:41:46 pm
Citar
A FAB pode sempre tentar "reactivar" os DHC-5 Bufallo, caso os atrasos do KC390 por falta de dinheiro devido aos Cortes de 50% na Defesa decretados pelo Ministro da Defesa Brasileiro, se tornem complicados e face à "obsolescência" dos C130 da FAB e ao facto de os "expert" do outro lado do Atlântico dizerem que o projecto do C130 está ultrapassado ... :twisted:  
(http://i831.photobucket.com/albums/zz238/zelaorainmaker/Buffalo%20FAB/1252112.jpg)

Olha, sempre acompanho suas postagens, mas elas são pedantes para caramba. É a mesma ladainha do vigário, as mesmas bufas e fanfarronices. Não precisamos mais dos valentes DHC-5 Bufall, serviram muito na Amazônia, um avião foda mesmo. Atualmente, no lugar dos Bufall (aqui chamado por Bufalo) para seu conhecimento, operamos o Casa C-295, ou na nomenclatura da FAB, C-105A Amazonas:

(https://farm6.staticflickr.com/5558/15090867148_7d7b56939a_h.jpg)

(https://farm4.staticflickr.com/3847/14538430218_592f20b871_h.jpg)

(https://farm4.staticflickr.com/3724/13265145034_ff7006f7bf_h.jpg)

(https://farm7.staticflickr.com/6088/6107920104_04d74319f3_z.jpg)

(https://farm7.staticflickr.com/6084/6107352431_fe8d4141dd_z.jpg)

(https://farm4.staticflickr.com/3793/9715051621_39bb951308_h.jpg)


Citar
Mas os EUA ainda devem ter umas celulas de C137 em Stock, algo que a Fab já está bastante habituada. Assim se pedirem com jeitinho, dá para atrasar mais uns anos o KC390, até existir "verba"... :twisted:
(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/07/C-137.jpg)

Não esperneie, em breve a FAB terá o KC-767, está tudo encaminhado, sem choradeiras por favor:

Citar
KC-X2: Verba para o projeto está prevista no Orçamento de 2015

Depois de um longo período de negociações e adiamentos, de acordo com a Força Aérea Brasileira, a verba necessária para a conversão de três jatos comerciais Boeing 767-300ER em plataformas de reabastecimento aéreo e transporte estratégico está “prevista” numa emenda correspondente ao Orçamento da União para 2015 aprovado semana passada pelo Congresso Nacional.

A partir da assinatura do contrato, esses trabalhos serão coordenados pela Israel Aerospace Industries (IAI). Uma fonte israelense informou que os três aviões que receberão a conversão já teriam seus números de série conhecidos.

Fonte: http://tecnodefesa.com.br/kc-x2-verba-p ... o-de-2015/ (http://tecnodefesa.com.br/kc-x2-verba-para-o-projeto-esta-prevista-no-orcamento-de-2015/)  

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Foto-2-KC-X2..jpg)

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/05/KC-767-Flavio-Cardia.jpg)

 :wink:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Get_It em Maio 09, 2015, 09:12:02 pm
Citação de: "NVF"
Com os cortes que se avizinham no Brasil, e não tendo o projecto KC-390 sido declarado prioritário pelo MD brasileiro, é possível que este venha a ser o sucessor do C-130 na FAB. Não esquecer que a frota C-130 brasileira é muito mais antiga que a portuguesa, está em muito mau estado e a FAB é reconhecida pela sua fraca manutenção. Com tudo isto em mente, é incompreensível a atitude do MD brasileiro.
Acho isto algo extremo e duvido seriamente que a Embraer permitisse tal coisa, especialmente quando grande parte do desenvolvimento da aeronave foi e continua a ser financiado por fundos europeus mamados pela Embraer Portugal e outros centros de investigação portugueses.

No entanto, a Antonov anda/andou a negociar a instalação de uma fábrica e até chegaram a propor mover a linha de montagem completa de uma aeronave. Quem sabe tal não poderia incluir uma versão do An-178.

Nah. Continuo a duvidar que a Embraer, a indústria aeronáutica brasileira, e certos senhores-doutores-engenheiros portugueses permitissem tal coisa. Especialmente quando o primeiro protótipo já fez o seu primeiro voo e eles agora têm uns vídeos todos jeitosos para usar como material promocional. Acho até que o 390 poderia chegar a ser mais caro que um C-17 e a FAB o compraria na mesma.

Citação de: "Colares"
Por quantos anos mais os C130 da FAP vão continuar em serviço depois dos trabalhos de manutenção e troca de peças que está sendo planejado para o alongamento de sua vida útil?
Não é assim tão surpreendente dado que os C-130 ainda são relativamente e algo mais novos que os outros C-130 a serem operados por países que estão agora a os substituir ou que os já substituíram recentemente. Há que ter também em mente que a entrada ao serviço dos C-295M permitiu que várias missões que até recentemente só podiam ser efectuadas pelos C-130 passassem a ser feitas por outra aeronave. Isto ajudou de certa forma a reduzir as horas de voo que os Hércules tinham de fazer.

Cumprimentos,
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 09, 2015, 09:23:18 pm
Citação de: "Vitor Santos"
Olha, sempre acompanho suas postagens, mas elas são pedantes para caramba. É a mesma ladainha do vigário, as mesmas bufas e fanfarronices.
Mais outro cromo raro que tem a mania que é esperto e que a mim nunca me enganou quanto ao "caracter" e às reais intenções por aqui. Quando se posta algo positivo sobre as Forças Armadas Brasileiras, este "senhor não pia", quando os amigos estarolas provocam e chamam tudo aos Portugueses e às Forças Armadas Lusitanas vai na mesma onda, quando se depara com a verdade como não gosta, ou vêm com estas "artimanhas" de vitimização, também se arma em "prima dona" ofendia ou desata a postar propaganda do tipo "vamos ter isto e vamos ter aquilo". Não têm porra nenhuma, não existe senão um Gripen NG de Mok-up, um Protótipo do Kc390, e não existe nenhum 767 em serviço, a frota de transporte cai no Haiti (pelo menos já foi removido), cai na Antárctica (ainda lá está, ao pé do que resta da base destruída por um incêndio culpa de um soldado Brasileiro, que abandonou a sala do gerador para ir para os copos, ou também v.exma não se lembra e com grande "cara de páu", chama de infeliz acidente? Uma vergonha para os familiares dos que morreram :roll:  :roll:  :roll:  :roll:
(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/04/A-1-sendo-transportado-em-carreta-da-Transportadora-J%C3%BAlio-Sim%C3%B5es-a-c%C3%A9u-aberto-pela-Rodovia-Dutra-em-S%C3%A3o-Paulo-a-caminho-da-unidade-da-Embraer-em-Gavi%C3%A3o-Peixoto-SP.jpg)
Citar
No dia 11 de novembro de 2013, uma aeronave de ataque A-1 da FAB foi flagrada sendo transportada em carreta da Transportadora Júlio Simões, a céu aberto, pela Rodovia Dutra, em São Paulo, a caminho da unidade da Embraer em Gavião Peixoto (SP). Sem os principais sistemas, turbina e pintura, o jato estava bem desmontado, com as asas colocadas na parte posterior da carroceria do veículo. (Foto: Revista ASAS)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Maio 09, 2015, 10:38:56 pm
Não se entende o porquê de o binómio FAB/Embraer decidir desenhar do zero um avião do porte do KC-390. A Embraer sempre se posicionou como um fabricante de aviões de pequeno/médio porte, pelo que faria mais sentido terem desenvolvido uma aeronave tipo C-295, com um mercado potencial ainda maior que o KC-390. Enfim, agora até parece que não há dinheiro para completar o KC-390.

Outra questão que não se entende é se o KC-390 foi desenhado de início para poder providenciar reabastecimento aéreo, então qual a razão de adquirir os reabastecedores Boeing? Porquê a duplicação? Ou será que a FAB já sabia que o KC-390 não ia para a frente, ou então mesmo que vá para a frente a capacidade de passar combustível é só para inglês ver?

Só espero que Portugal não tenha enterrado mais dinheiro num projecto que não vai trazer qualquer benefício.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Get_It em Maio 09, 2015, 11:03:09 pm
Citação de: "NVF"
Não se entende o porquê de o binómio FAB/Embraer decidir desenhar do zero um avião do porte do KC-390. A Embraer sempre se posicionou como um fabricante de aviões de pequeno/médio porte, pelo que faria mais sentido terem desenvolvido uma aeronave tipo C-295, com um mercado potencial ainda maior que o KC-390. Enfim, agora até parece que não há dinheiro para completar o KC-390.
A Embraer para competir com o C-295 (e C-27J e os outros aviões ucranianos e chineses) já vinha tarde. A doutrina de transporte da FAB também prevê um maior número de aeronaves na classe/categoria do 390 do que na classe/categoria do C-295. Os oficiais da FAB não iriam provavelmente gostar da ideia de terem de mudar a sua doutrina perante a necessidade da Embraer de vender mais aeronaves e aumentar assim a carteira de encomendas. A Embraer também deve ter tido mais dificuldades em atrair engenheiros da CASA/EADS/Airbus para criar uma aeronave semelhante ao C-295 do que atrair engenheiros ucranianos e japoneses. É possível também que seria difícil a Embraer convencer o governo português a dar-lhe de mamar com fundos europeus dado que Portugal já adquiriu o C-295 para substituir os C-212 e que agora só precisam de substituir o C-130.

Citação de: "NVF"
Só espero que Portugal não tenha enterrado mais dinheiro num projecto que não vai trazer qualquer benefício.
NVF, se você fosse um político com amigos no Brasil, advogado numa empresa de consultadoria de um político qualquer, ou um senhor-doutor-engenheiro ou até investigador que vive à custa dos fundos comunitários, acho que já teria visto como o dinheiro investido neste projecto já trouxe benefícios.

Cumprimentos,
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Maio 09, 2015, 11:08:24 pm
Talvez tenha exagerado um pouco quando disse que não traria qualquer benefício. O mais adequado seria dizer que o ROI (para usar um pouco de economês que fica sempre bem) é muito baixo.

Em relação à doutrina da FAB, caro Get_It, a FAB chegou a ter 24 DHC-5 (que o C-295 veio substituir), ou seja em maior número que o próprio Hercules. Além disso, o aparelho da CASA vem complementar o Bandeirante, que eles têm aos pontapés. Não me parece que a questão dos números fosse fundamental na decisão, mas concordo que já era tarde para concorrer com o CASA e com o C-27. Mas continuo a achar que o KC-390 pode ser demasiada areia para o camião da Embraer — esperemos que não seja.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Bravo Two Zero em Maio 10, 2015, 12:14:43 am
Citação de: "Vitor Santos"
Citação de: "NVF"
(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/05/Antonov-AN-178-17-600x398.jpg)

Com os cortes que se avizinham no Brasil, e não tendo o projecto KC-390 sido declarado prioritário pelo MD brasileiro, é possível que este venha a ser o sucessor do C-130 na FAB. Não esquecer que a frota C-130 brasileira é muito mais antiga que a portuguesa, está em muito mau estado e a FAB é reconhecida pela sua fraca manutenção. Com tudo isto em mente, é incompreensível a atitude do MD brasileiro.

Porcaria ucraniana. Como ousa compará-lo com o KC-390. Comparativo totalmente desmedido.

AN-178

(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/05/Antonov-AN-178-24.jpeg)

KC-390

(http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9b/KC-390_cockpit_mock_up-johnson.jpg)

Na boa...

Muitas semelhanças, só existe um protótipo, projecto atrasado por dificuldades de financiamento
E veja lá que de aeronaves de transporte STOL a Antonov dá cartas, An-26/32/72.....
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Maio 10, 2015, 12:37:46 am
Pessoalmente, prefiro o azul ucraniano ao cinzento brasileiro  :mrgreen:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Maio 10, 2015, 04:02:06 am
Embraer eyeing slowdown of KC-390 program if Brazil cannot pay

Citar
Embraer SA has to consider slowing down development of the KC-390 military cargo jet if the Brazilian Air Force, which is funding the program, does not catch up on late payments, Chief Executive Officer Frederico Curado said on a Thursday conference call.

The Brazilian government has fallen behind on around $300 million in payments on defense contracts due to efforts to shore up the federal budget, hurting Embraer's first-quarter earnings, which were released earlier in the day. (Reporting by Brad Haynes; Editing by Jonathan Oatis)

http://www.reuters.com/article/2015/04/30/embraer-defense-idUSE6N0W601120150430
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 10, 2015, 10:54:30 am
É de facto o avião ideal para países em completa ruptura financeira como o Brasil, que corta 50% do orçamento de defesa e ameaça uma serie de programas na mesma área (nem Portugal em crise fez alguma vez semelhante barbaridade, mas estes "Brasileiros" aqui do Forum Defesa não olha para o "Umbigo"). Quiça a Embraear ainda não faz uma linha de montagem do An178 se o Kc390 ficar no "Prego" porque o Ministro J. Wagner congela verbas atrás de verbas... :mrgreen:
(http://www.flightglobal.com/assets/getasset.aspx?itemid=61304)
Mas podem sempre converter parte do "Esquadrão VIP" da FAB para transporte de material e outras necessidades das F.A.(http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_aeronaves_atuais_da_For%C3%A7a_A%C3%A9rea_Brasileira). Com mais de 60 Aparelhos exclusivos para transportar políticos, pelo menos faziam algo útil à sociedade Brasileira... :mrgreen:
(http://www.espacovital.com.br/images/201307041644490.jpg)
Mas em ultimo caso podem sempre revitalizar velhas celulas. A Embraer já tem experiência com os A4 e F5, mas podem sempre contratar a March Aviation, responsavel pelos C1 Trader para a MB... :mrgreen:
(http://mw2.google.com/mw-panoramio/photos/medium/2577583.jpg)
Mais outro "adiamento". Uma situação lamentavel para o Brasil (aliás como os C295, aqueles que vieram a tempo e horas e estão perfeitamente integrados na FAP, sem problemas de peças e ao contrario da FAB, numa noticia que é claro o Sr. Vítor não postou preferindo ao invés encher a página de fotos do C295 Brasileiro. E se isto era a realidade em 2012 imagino agora com os cortes na defesa http://www.aereo.jor.br/2012/06/08/avioes-c-105-amazonas-da-fab-estao-parando-por-falta-de-pecas-barradas-na-receita-federal/ :mrgreen:  
(https://fl410.files.wordpress.com/2010/06/casa-c-105a-amazonas.jpg?w=1024)
http://www.hojeemdia.com.br/noticias/economia-e-negocios/corte-no-orcamento-adia-entrega-de-helicopteros-1.315580
Citar
Os cortes no orçamento executados pelo governo federal bateram na porta do Ministério da Defesa e os impactos são percebidos em contratos já assinados. A chamada nova realidade orçamentária esticou em dois anos o prazo de entrega das 50 aeronaves encomendadas à Helicópteros do Brasil S.A (Helibras), montadas em Itajubá, no Sul de Minas, em um contrato de 1,9 bilhão de euros, com prazo inicial de entrega prevista para 2017, mas estendido para 2019.
 
A Helibras e a Força Área Brasileira (FAB) confirmaram a postergação do prazo pela necessidade de ajuste ao orçamento do governo federal. A FAB informou que está em curso a revisão do contrato, mas não detalhou se haverá outras alterações, além do prazo. O contrato foi firmado com o Ministério da Defesa em 2008.
 
A Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (Copac) da FAB já recebeu 15 das aeronaves EC-725, que fazem parte do Projeto H-XBR: quatro para a Marinha do Brasil, cinco para o Exército Brasileiro e seis para a FAB. “Atualmente o contrato está sendo revisto para adequação à nova realidade orçamentária do país. A previsão é de que a entrega da última aeronave aconteça em 2019”, diz a FAB, em nota.
(http://www.hojeemdia.com.br/polopoly_fs/1.315581.1430657435!/image/image.JPG_gen/derivatives/landscape_315/image.JPG)

Saudações  :twisted:

P.S. C-47TP  Turbodakota, ainda uma máquina formidável (curiosamente na África do SUl, pais que usa o Gripen  :mrgreen:
(http://www.dc-3.co.za/new/images/stories/11925%20SAAF%206877%20C47T_230906_FAYP_MG_6705%20Stephan%20Rossouw.jpg)
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BSAS C-47TP Turbo Dakota
A South African C-47 conversion for the South African Air Force by Braddick Specialised Air Services, with two Pratt & Whitney Canada PT6A-65R turboprop engines, revised systems, stretched fuselage and modern avionics
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Maio 10, 2015, 01:48:57 pm
Citação de: "Roland Barral"
Avião ideal para países em apuros financeiros, endividados e que não possuem se quer autonomia para tomar decisões.

Para quem tem uma indústria aeronáutica - vamos chamar assim - que se limita a lustrar de graxa os pistões de Pilatus, tá é baum.

Só falta aí mesmo corrupção para essa definição cair que nem luva em certo país da América Latina.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 10, 2015, 02:41:56 pm
Começa o "recreio". Aliás o Brasil não tem corrupção nenhuma (começa a defesa da Vilma, como suspeitava cheira a militância de partido  c34x   ). Vejamos só na FAB: :mrgreen:
Citar
http://g1.globo.com/politica/noticia/2014/12/empresa-americana-diz-que-pagou-propina-fab-e-ex-governador-de-rr.html

http://www.atribunanews.com.br/politica/ministerio-publico-investiga-corrupcao-em-acordo-de-compra-de-cacas-para-fab

http://www.istoe.com.br/reportagens/179743_A+FARRA+DA+FAB

http://www.valor.com.br/politica/3819228/fab-suspende-contratos-com-dallas-airmotive-por-denuncia-de-suborno

http://www.pt.org.br/oficiais-da-fab-e-tucano-acusados-de-corrupcao-nos-eua/
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/11/link-para-mat%C3%A9ria-A-Farra-da-FAB-da-revista-ISTO%C3%89-580x594.jpg)
(http://2.bp.blogspot.com/-KUwM8cJ2YUE/Udr35B-KbWI/AAAAAAAAL2s/wZy71sJpKCg/s1600/mi_2892483414281970.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: dc em Maio 10, 2015, 02:57:23 pm
Engraçado que quando vinham aqui impingir os "produtos de menor qualidade" ucranianos a Portugal por falta de dinheiro, achavam muita piada e tal... mas quando o mesmo é falado para vocês, já não gostam.  :roll:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Maio 10, 2015, 06:15:06 pm
Entretanto, o segundo protótipo do Gripen está quase pronto a ser entregue na FAB. Pensa-se que a modularidade do desenho simplifica em muito a manutenção, critério fundamental para países com baixos níveis de educação. Este tinha já sido um requisito no passado, quando se adquiriram helicópteros russos tidos como mais simples de operar que os seus congéneres ocidentais.

(http://images.mocpages.com/user_images/17175/13506643401_SPLASH.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 10, 2015, 06:40:03 pm
Curiosamente a maior ameaça ao KC390 vem directamente do Brasil... :mrgreen:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/03/Ministro-J-Wagner-em-AH-2-Sabre-em-Porto-Velho-foto-Sgt-Johnson-FAB-580x387.jpg)
(http://www.implicante.org/wp-content/uploads/2013/07/dilma-em-um-dos-cacas-da-fab-451x338.jpg)
http://oglobo.globo.com/economia/governo-corta-despesas-com-custeio-de-ministerios-em-19-bilhao-por-mes-14996441
Citar
BRASÍLIA - O governo publicou, nesta quinta-feira, no Diário Oficial da União, o Decreto 8.389, que contingencia gastos de custeio antes mesmo da aprovação do Orçamento de 2015 pelo Congresso Nacional. No total, houve um bloqueio adicional de R$ 1,9 bilhão sobre o total que os ministérios podem gastar mensalmente, em mais um sinal de que pretende tornar a política fiscal mais rígida para resgatar a confiança dos agentes econômicos. A pasta da Educação foi a mais afetada, com uma limitação extra de R$ 597,5 milhões.

Em seguida vieram os ministérios da Defesa, com R$ 472,2 milhões, das Cidades, R$ 147 milhões, do Desenvolvimento Social, R$ 142 milhões, e da Ciência e Tecnologia, R$ 133 milhões. São despesas com o custeio da máquina pública e incluem viagens, diárias, compras de material, entre outras.
Entretanto a Embraer como continua a espera do dinheiro que o governo brasileiro não paga... :roll:
http://www.aeroflap.com.br/embraer-podera-parar-producao-do-kc-390/
Citar
Por Aeroflap – Pedro Viana:

Ao governo, muito obrigado por deixar de pagar a própria indústria que sustenta o nosso país, ainda mais uma excelente como a Embraer.  Obrigado por ao invés de encolher a máquina pública e a roubalheira, preferir jogar a conta em cima do povo e dos empresários que sustentam a economia.  Muito obrigado também por cortar 33% das verbas das federais e ainda criar ameaça de greve, vocês não sabem o quanto minha federal sofreu com esse corte desplanejado de última hora.  Muito obrigado também por querer discursar todo santo dia proferindo abobrinhas em plena tv aberta, fazendo dessa péssima forma o dólar atingir níveis digno de países que não tem moeda reconhecida.  Muito obrigado também pelo excelente transporte público, enquanto os japoneses pensam em fazer 280km em 40 minutos de trem vocês fazem a Mafersa inicialmente falir, para depois me colocar 1 hora e meia em um ônibus (mentira, aquilo é um caminhão com baú e molas tipo feixe mais duras que chumbo) pra rodar 30km, isso 4 vezes ao dia.

Obrigado também por fazer uma inovação de lançar um satélite com prazo de vida curto (como todo satélite é), e não se atentando para isso deixam pra criar um programa com o dinheiro em órbita, perdendo assim dinheiro por dia não trabalhado e por imagens não coletadas (que inteligência, aprendemos na universidade que o primeiro engenheiro que fazer isso está demitido).

Então minhas considerações de muito obrigado a vocês, sendo assim está ótimo.

E  lá vamos nós de novo, não deu pra acreditar que um dia o An178 passaria na nossa frente.
Até já os próprios Brasileiros dizem que o An178 lhe passou à frente, sendo que já existem encomendas do avião e a China equaciona produzi-lo... :mrgreen:  :mrgreen:
Citação de: "Colares"
Eis aí mais uma ameaça ao KC-90 nas cores dos Bisontes
Até operamos aviões que desconhecíamos e o KIng Air C90 pelos vistos tem uma versão de Re-Abastecimento em voo. É a loucura dos "Cromos". :mrgreen:  :mrgreen:
(http://www.bnnaviation.com/images/12_b.jpg)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 10, 2015, 07:09:29 pm
O primeiro Gripen NG já está entregue. Conseguiram primeiro que os NH90 para a FAP... :mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:
(http://www.cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2013/03/220313joh9751cjohnson_barros.jpg)
(http://www.tecnodefesa.com.br/admin/public/files//KC390_DR4_012013_PistaSemiPreparada.jpg)
Citar
Engenheiros da Embraer estão usando simuladores para avaliar a operação do KC-390.
http://www.cavok.com.br/blog/page/260/?77;anstyle_ty16px
Se a Embraer recebesse ainda podiam meter motor na Mok-Up do Kc390 e era mais um... :mrgreen:  :wink:
(http://info.abril.com.br/images/materias/2014/05/thumbs/thumb-190511-embraer-dilma-resized.jpg)
(http://2.bp.blogspot.com/-rQpoPjuFwNE/T_uVa_EwN8I/AAAAAAAAFWU/o7q_JNRJp88/s1600/Captura+de+tela+inteira+09072012+233237FAS.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Maio 10, 2015, 07:33:11 pm
mafets;

Suas respostas anteriores só confirmam o que eu disse. Você não passa de um fanfarrão. Só as mesmas asneiras de sempre, não demonstra nenhum respeito, diferentemente de outros foristas portugueses.

Tens amargura de brasileiro? Tens raiva de seus primos do outro lado do Atlântico? Uma dica para você, entre numa academia de jiu-jítsu ou MMA, aprenda as melhores técnicas de luta do mundo e vá ao combate. Encare um brazuca dentro das regras do JJ ou MMA. Descarregue este ódio de brasileiro deste teu coraçãozinho lusitano na porrada, fará bem para você.  :mrgreen:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 10, 2015, 08:31:32 pm
Citação de: "Vitor Santos"
mafets;

Suas respostas anteriores só confirmam o que eu disse. Você não passa de um fanfarrão. Só as mesmas asneiras de sempre, não demonstra nenhum respeito, diferentemente de outros foristas portugueses.

Tens amargura de brasileiro? Tens raiva de seus primos do outro lado do Atlântico? Uma dica para você, entre numa academia de jiu-jítsu ou MMA, aprenda as melhores técnicas de luta do mundo e vá ao combate. Encare um brazuca dentro das regras do JJ ou MMA. Descarregue este ódio de brasileiro deste teu coraçãozinho lusitano na porrada, fará bem para você.  :mrgreen:
Já cá faltava o "expert" de serviço. Aliás, e passo a citar "aquela da mudança na turbina do Gripen ng" fica para os anais da historia do forum defesa. É claro que este senhor, "um apaixonado por Portugal e pelos Portugueses", já pode ofender tudo e todos assim como os "amiguinhos" que por aqui andam, a partir do momento que alguém discorda das asneiras e da propaganda que este coitado para aqui vem fazer. Mas como não desço ao nível da favela deixo-os a pregar para a parede e mando-os ir apanhar "truta".   :mrgreen:
http://www.aereo.jor.br/destaques/2-as-bases-aereas-da-fab-e-a-defesa-do-espaco-aereo-brasileiro/
Citar
O principal vetor de defesa aérea da FAB é o F-5M (Mike), que é o famoso Northrop F-5E Tiger II modernizado pela Embraer, com aviônicos israelenses da Elbit. O F-5E ganhou uma sobrevida depois da modernização, mas ainda tem sérias limitações, como o pequeno raio de ação com carga bélica e a velocidade máxima de apenas Mach 1.6. A vantagem dos F-5M reside no seu novo radar e na sua capacidade de engajamento BVR, além do alcance visual, proporcionada pelos mísseis Rafael Derby.

Felizmente, uma grande vantagem da FAB diante dos avanços de forças aéreas vizinhas, ainda continua sendo sua capacidade de alerta aéreo e controle (AWACS), proporcionada pelos Embraer R-99A.
Aqui esta um interessante artigo, bem real, para a actualidade da Defesa Aérea Brasileira e onde demonstra qual é a principal vantagem da FAB face aos seus "vizinhos", mesmo sem Gripen NG, KC390 e outras ideias dos "mestres políticos brasileiros" que agora se vêm à rasca para pagar, e onde fica a pairar a ameaça de cancelamento. Mas como os "totós" brasileiros que por aqui andam a ofender constantemente os portugueses "não pescam nada" de defesa, batem palmas a cada decisão magalómana de Brasilia e "passam-se da marmita" quando alguém lhes acorda do sonho dos KC390, Gripen NG e KC767 já em serviço. :roll:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/02/fab_map.jpg)
(http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/2/0/9/1675902.jpg)

Saudações para todos, excepto os "3 estarolas" armados em patriotas brasileiros que aqui andam  :twisted:

P.S. Curioso o facto de "esta criatura", quando se postam noticias como a que aqui exemplifico não aparecer nem dizer nada deixando a sua "boa criação", a ironia e os comentários depreciativos para com os Portugueses, bem fundo na gaveta, talvez porque são postagens positivas para o Brasil e porque este "senhor" acha que apenas se deve noticiar aspectos positivos sobre a defesa brasileira. (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=5&t=400&start=645). Isso por cá tem nome e como se diz em Portugal: "Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo" :roll:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: olisipo em Maio 10, 2015, 09:03:06 pm
Citação de: "mafets"
Estarei atento ao proximo voo do An178, se for antes do KC390 será curioso  :wink:

O voo do An-178 nesta quinta-feira:


(http://www.janes.com/images/assets/263/51263/1634131_-_main.jpg)

http://www.janes.com/article/51263/anto ... ght-trials (http://www.janes.com/article/51263/antonov-begins-an-178-flight-trials)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: nelson38899 em Maio 10, 2015, 10:54:23 pm
Citação de: "Colares"
Citar
Sim, isto, é o que está sendo previsto em alguns sites especializados, ou seja, a incorporação dos C-17 Globetrotters ao inventário da FAP se dará concomitantemente a dos NH-90, estes no entanto, produzidos localmente.



E quando será entrega da primeira unidade do NH-90 para a FAP fabricado em Portugal? assim poderemos ter uma ideia sobre datas da tão aguardada chegada dos C-17 Globtrotters.


Porque continuas a perguntar uma coisa que já tens resposta, O País cancelou a compra dos NH90, não haverá este heli nas nossas forças
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Maio 31, 2015, 04:33:17 pm
Homenagem aos Peacekeepers

Neste vídeo, a Força Aérea Brasileira (FAB) homenageia os militares que têm a nobre missão de promover a paz nas ruas de Porto Príncipe, no Haiti.

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Maio 31, 2015, 04:38:05 pm
Aviação de Patrulha da FAB

A FAB comemora no dia 22 de maio o Dia da Aviação de Patrulha. E neste FAB em Ação você vai ficar sabendo como as aeronaves P-3 Orion e P-95 Bandeirulha são empregadas para defender a soberania e salvar vidas. O programa destaca a atuação dessa aviação que tem como uma de suas responsabilidades a proteção das riquezas marítimas como o pré-sal.

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 31, 2015, 06:07:59 pm
http://www.aereo.jor.br/2015/05/30/fim-do-vls-ameaca-plano-da-fab-de-testar-a-marins-plataforma-inercial-para-misseis-balisticos/
Citar
É o maior revés da Era Jaques Wagner no Ministério da Defesa.

O anúncio da possível interrupção do desenvolvimento do foguete VLS-1 pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) da Aeronáutica, feito na última terça-feira (27.05), na Câmara dos Deputados, pelo vice-diretor do órgão, major-brigadeiro Wander Almodovar Golfetto, implica em mais um sério obstáculo à certificação dos sistemas de ignição e separação de estágios do foguete e, especialmente, à validação da plataforma de navegação inercial MARINS, destinada a mísseis balísticos – programa essencial à capacitação da FAB no campo dos vetores militares de longo alcance e de alcance intermediário.

A plataforma MARINS foi considerada pronta para ser testada em voo no fim de 2013. Ela foi desenvolvida por uma equipe liderada pelo carioca Waldemar Costa Leite, de 61 anos. Formado em Engenharia Eletrônica no Instituto Militar de Engenharia em 1978, Costa Leite tem mestrado, doutorado e pós-doutorado em controle de veículos espaciais.

Ele trabalhou por seis anos e meio na área de controle de mísseis do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Tecnológico do Exército, no Rio, e, em maio de 1985, decidiu se transferir para o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do então Centro Técnico Aeroespacial da Aeronáutica, na cidade de São José dos Campos (SP).

Seu novo campo de atuação foram os projetos dos foguetes Sonda IV e VLS (Veículo Lançador de Satélites). Atualmente esse engenheiro opera também no programa do Veículo Lançador de Microssatélites – um engenho bem menor que o VLS.
O mais certo é ser mais um programa/projecto em que se investiu e ficará pelo caminho... :roll:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2010/03/VLS-e-torre-500x765.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Maio 31, 2015, 11:06:43 pm
http://www.defesabr.com/fab/7/
Citar
Todo o Sistema SIDM / ASAT terá um custo de construção de US$ 3 bilhões para a FAB, em um total de US$ 7 bilhões (US$ 4 bilhões do EB).
Quando julgava que já tinha lido tudo sobre a fab e defesa brasileira. :roll:

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 01, 2015, 03:53:25 am
Tecnologia Aeroespacial da FAB:

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 01, 2015, 04:45:12 pm
Esquadrões da FAB aprimoram técnicas de combate utilizadas pela OTAN

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/06/ExBVR2015.jpg)

Já imaginou um combate em que é preciso abater o inimigo sem conseguir enxergá-lo? Com o uso de radares de longo alcance, que localizam aeronaves a quilômetros de distância, os pilotos de caças F-5M da Força Aérea Brasileira (FAB) treinam em combate BVR (do inglês Beyond Visual Range). É assim que são realizadas as ações simuladas durante a operação que dá nome à tática, realizada na Base Aérea de Anápolis (BAAN) até 03 de junho.

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/06/ExBVR2015.2.jpg)

Em média, são 45 saídas por dia. Dois países fictícios simulam um cenário de guerra envolvendo esquadrões das aviações de caça, reconhecimento e transporte. São realizadas missões de defesa aérea, controle e alarme em voo, reabastecimento em voo (REVO) e escolta. Todo esse trabalho visa ao cumprimento da missão da FAB de manter a soberania do espaço aéreo nacional com vistas à defesa da pátria.

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/06/ExBVR2015.4.jpg)

Com o uso de radares de guerra eletrônica nas aeronaves é possível aplicar as técnicas de combate BVR, que são divididas em cinco fases: detecção, aproximação, manobra, ataque e desengajamento. A apuração dos dados dos equipamentos de inteligência e rastreamento, além da pronta resposta da tripulação em atacar ou fugir do inimigo, estão entre as táticas aprimoradas no exercício, idênticas às utilizadas em unidades aéreas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/06/ExBVR2015.5.jpg)

O exercício cria inúmeros cenários de conflito, que se modificam permitindo evolução e aprimoramento das técnicas treinadas pelas tripulações. Todo o trabalho é coordenado pela Terceira Força Aérea (III FAE), unidade da FAB responsável por gerenciar todas as unidades aéreas de caça e reconhecimento.

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/06/ExBVR2015.3.jpg)

“A concepção do exercício começou ainda no ano passado. O planejamento teve como foco a qualidade no adestramento, com ênfase nos debriefings, de modo que se extraísse o máximo de aprendizado em cada voo”, afirma o Major Maurício José de Oliveira Côrte Real, Chefe da Seção de Doutrina da III FAE.

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/06/ExBVR2015.6.jpg)

“Nós estamos aplicando as mais modernas técnicas de combate no adestramento dos nossos pilotos. Esse exercício também avalia o grau de adestramento e a prontidão”, afirma Comandante-Geral de Operações Aéreas (COMGAR), Tenente-Brigadeiro do Ar Gerson Nogueira Machado.


Fonte:  http://www.revistaoperacional.com.br/fo ... pela-otan/ (http://www.revistaoperacional.com.br/forca-aerea/esquadroes-da-fab-aprimoram-tecnicas-de-combate-utilizadas-pela-otan/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 02, 2015, 06:24:21 pm
Na Operação BVR, Esquadrão Carcará treina reação à ameaça

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/06/ExBVR2015.7.jpg)

A aeronave de reconhecimento R-35AM Learjet, operada pelo Esquadrão Carcará (1°/6°GAV), inaugurou uma nova etapa em missões de sustentação ao combate durante a Operação BVR-1, que acontece na Base Aérea de Anápolis (BAAN) até quarta-feira (03/06). Pela primeira vez, a unidade aérea emprega o vetor como aeronave de alto valor (HVAA, do inglês High-Value Airborne Assets), devido ao sensor de guerra eletrônica instalado, capaz de realizar varredura de informações de vetores aéreos num cenário de emprego operacional.

Na prática, caças F-5M Tiger fazem a defesa do R-35AM, que utiliza um sensor de capacidade estratégica para colher dados de aeronaves envolvidas no combate. Os dados coletados são analisados para conhecimento da capacidade operacional no cenário tático. Para o Chefe da Seção de Operações do Esquadrão, Major Aviador Bruno Gadelha, a nova doutrina é uma conquista para a unidade aérea. “Aumentamos a consciência situacional no teatro de operações”, disse.

Durante a operação de combate aéreo, quatro a oito caças F-5M treinam em diversas variáveis para evitar que a aeronave de alto valor consiga cumprir sua missão no cenário de conflito. Também são treinadas táticas evasivas para avaliar o adestramento da tripulação.

Para o comandante da unidade sediada em Recife (PE), Tenente-Coronel André Luiz Alves Ferreira, a operação conjunta agrega aprendizado. “Simulamos um contexto moderno de emprego do poder aéreo e da capacidade de realizar ações num cenário como esse. É um ganho para todos os tripulantes, sejam pilotos, coordenadores táticos, operadores dos equipamentos”, afirma.

Saiba mais - A Operação BVR-1 reúne cerca de 300 militares e 30 aeronaves para treinamento de combate aéreo e defesa antiáerea.

Fonte: http://www.revistaoperacional.com.br/fo ... -a-ameaca/ (http://www.revistaoperacional.com.br/forca-aerea/na-operacao-bvr-esquadrao-carcara-treina-reacao-a-ameaca/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 03, 2015, 03:24:04 pm
H-225M: Força Aérea Brasileira entra em novo patamar

(http://i0.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/05/Capa-materia.jpg?resize=752%2C490)

Dentro do programa H-XBR que prevê a entrega de 50 unidades do helicóptero de transporte médio Caracal para as três forças armadas do Brasil, foi apresentado pela primeira vez ao público em abril último, na LAAD 2015, a versão especializada destinada a Força Aérea Brasileira (FAB) do H-225M, nova denominação do fabricante Helibrás para o EC-725. Helibrás é a fabricante nacional e fornecedora da aeronave bem como a principal beneficiária do programa H-XBR com recebimento de transferência de tecnologia, faz parte do grupo  Airbus Helicopters(ex Eurocopter).

O H-225M que na FAB tem a designação H-36, estava em exposição no pátio externo, próximo ao estande da Helibrás,  no Riocentro, Rio de Janeiro capital. A versão especializada que será entregue até o final do ano a FAB apresentou componentes exclusivos, sendo um inédito dentro da Força, o probe de reabastecimento aéreo para helicópteros, o que transformará a FAB na única operadora de helicóptero com capacidade para realizar reabastecimento em voo (REVO) na América Latina. Serão oito aeronaves da versão especializadas a serem entregues a FAB: Quatro unidades para o 2º/10º GAv, Esquadrão Pelicano que será o maior operador; Duas unidades para o 1º/8º GAv , Esquadrão Falcão e duas unidades para o  3º/8º GAv, Esquadrão Puma.

(http://i1.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/05/Probe-frente.jpg)

(http://i2.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/05/Probe-frente-baixo.jpg)

(http://i2.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/05/probe-traseiro.jpg)

(http://i0.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/05/FLIR-frente.jpg)

(http://i0.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/05/Sensores-frente.jpg)

(http://i2.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/05/Sensores-trazeiros.jpg)

(http://i2.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/05/dispenser.jpg)

(http://i0.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/05/APU.jpg)

Fonte:   http://portaldefesa.com/h-225m-forca-ae ... yPhoto/27/ (http://portaldefesa.com/h-225m-forca-aerea-brasileira-entra-em-novo-patamar/#!prettyPhoto/27/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Junho 03, 2015, 03:51:41 pm
Citação de: "Colares"
EMBRAER ESTUDA OFERECER KC-390 AO CANADÁ[/b

Esta notícia não tem a ver com a FAB e, obviamente, devia ser colocada noutro tópico. Dito isso, apesar de o Canadá ter um péssimo historial de aquisição de novos sistemas aeronáuticos, não me parece que estejam dispostos a esperar 10 anos para ter estes aviões. Além disso, historicamente, aviões SAR de grande porte não utilizam sistemas de propulsão a jacto, por razões óbvias.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Junho 04, 2015, 10:38:42 am
http://www.aereo.jor.br/2015/06/03/site-diz-que-fab-desmentiu-para-o-uol-o-cancelamento-do-programa-vls/
Citar
O site democraciapolitica.blogspot.com informou neste sábado (30.05) que, por meio de e-mail enviado ao portal UOL, o Comando da Aeronáutica desmentiu a notícia apurada pela repórter Débora Nogueira, do UOL, de que a Força Aérea Brasileira vai abandonar o desenvolvimento do programa VLS.

A mensagem teria sido enviada nos seguintes termos:

“Não é verdade que o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) vá abandonar o projeto VLS (Veículo Lançador de Satélites). O DCTA continua investindo no VLS-1, VLS-Alpha e VLS-Beta, lançadores de satélites de até 800 kg em órbita equatorial.

O vice-diretor do DCTA, Major-Brigadeiro do Ar Wander Golfetto, em audiência na Câmara dos Deputados, declarou, na verdade, que o Brasil não tem mais interesse em investir em lançadores de satélites geoestacionários, com capacidade de 1 a 4 toneladas. Portanto, o desenvolvimento do VLS-1 continua de acordo com a disponibilidade orçamentária.

É importante ressaltar que, graças ao desenvolvimento do VLS-1, o Brasil adquiriu tecnologia que possibilita a exportação de foguetes suborbitais para a Europa. Somente este ano, seis foguetes foram lançados”.
Novela parte 2.  :roll:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/10/VLS-no-S%C3%A3o-Jos%C3%A9-dos-Campos-no-monumento-aos-mortos-na-opera%C3%A7%C3%A3o-S%C3%A3o-Lu%C3%ADs-do-VLS-1-V03-foto-Nun%C3%A3o-Poder-A%C3%A9reo-580x435.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 05, 2015, 08:12:50 pm
Unidades da FAB aprimoram técnicas de defesa antiaérea

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Un-defesa-antia%C3%A9rea-da-FAB.jpg)

Novas técnicas e táticas de defesa antiaérea estão sendo treinadas durante o Exercício Operacional BVR-1, realizado na Base Aérea de Anápolis (BAAN), a 120 km de Brasília (DF). O sistema de defesa empregado é composto por cerca de 70 militares, ligados ao Primeiro Grupo de Defesa Antiaérea (1º GDAAE), sediado em Canoas (RS); Segundo Grupo de Defesa Antiaérea (2º GDAAE), localizado em Manaus (AM); Núcleo do Terceiro Grupo de Defesa Antiaérea (Nu3GDAAE), de Anápolis (GO);  e Núcleo de Brigada de Defesa Antiaérea (NuBDAAE), da capital federal.

Tudo ocorre num cenário de combate simulado. Aeronaves A-29 supostamente de países inimigos, realizam ataques a pontos sensíveis de interesse da Aeronáutica, utilizando diferentes perfis de bombardeios. Para proteger essas instalações, os grupos de defesa antiaérea adotaram um novo posicionamento das equipes de atiradores para o disparo do míssil Igla-S em eixos estratégicos, dificultando o lançamento de bombas e a aproximação da aeronave inimiga.

Implantado desde fevereiro deste ano no Nu3GDAAE, o simulador Konus permite treinar os militares para o manuseio do Igla-S. Uma demonstração do funcionamento do aparelho foi apresentada para o Comandante do COMGAR, que visitou a operação BVR, juntamente com uma comitiva da Terceira Força Aérea (III FAE), unidade que gerencia os esquadrões da aviação de caça e de reconhecimento da FAB.

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Un-defesa-antia%C3%A9rea-da-FAB.2.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Un-defesa-antia%C3%A9rea-da-FAB.3.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Un-defesa-antia%C3%A9rea-da-FAB.5.jpg)

Fonte: http://www.revistaoperacional.com.br/fo ... apolis-go/ (http://www.revistaoperacional.com.br/forca-aerea/unidades-da-fab-aprimoram-tecnicas-de-defesa-antiaerea-em-anapolis-go/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Junho 06, 2015, 04:41:38 pm
(http://www.troll.me/images/facepalm-picard/holy-shit-hes-actually-serious.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Junho 06, 2015, 10:20:57 pm
Continua a comedia. Será que já colocaram motor na makete do gripen ng e este se transformou num dos melhores caças do mundo num flash? Ou foi em simulador? :mrgreen:
(http://cache.aeromagazine.uol.com.br/media/versions/mockup_gripen_ng_1_free_big.jpg)
Quanto a f16, aquele avião que desde o final dá década de 70 tem estado em todas as guerras, para já a fábrica, depois de
4450 aviões feitos em 40 anos, ainda está ocupada até 2017 a fabricar os 36 block 52 para o iraque. E a saab e Embraer quantos gripen produzidas e vendidos? Para quando os primeiros gripen ng? Pois, a verdadeira realidade é tramada. :twisted:  http://www.lockheedmartin.com/us/news/press-releases/2014/june/140605ae_iraq-accepts-first-f-16.html
(http://www.f-16.net/g3/var/resizes/f-16-photos/album07/album252/1601-988878972.jpg?m=1400318910)
A propósito, a saab anda a vender material para a pilatus. Aquela que produz os p21 de treino, concorrentes do super tucano dá Embraer. Será que uma venda certa ameaça ir ao ar? :roll: http://www.aereo.jor.br/2015/06/04/pilatus-pc-21-usara-computador-de-missao-e-de-graficos-da-saab/

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 07, 2015, 09:32:14 pm
F-5 M

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/06/F-5M-p%C3%B3s.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/06/F-5M.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/06/F-5M-diurna.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/06/F-5M-anoitecer.jpg)

(http://cdn.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2015/06/F-5M-p%C3%B3s-aceso.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 07, 2015, 09:36:15 pm
Voando o AMX com o Esquadrão Adelphi

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Junho 08, 2015, 12:47:22 pm
Citação de: "Colares"
Citar
A propósito, a saab anda a vender material para a pilatus. Aquela que produz os p21 de treino, concorrentes do super tucano dá Embraer. Será que uma venda certa ameaça ir ao ar?

Uma coisa é certa, um avião fabricado por Portugal é que não será.
Nem fabricado no Brasil (Ou assinaram um memorando às escondidas? Não me digam que só são validos paras  as intenções de compra do Kc390)... :mrgreen:
Citar
Pilatus and Saab have signed a memorandum of understanding to offer the former’s PC-21 basic trainer to the Swedish air force for a potentially 20-aircraft requirement.

Signed in Bern on 28 March, the co-operation agreement puts the companies “on a footing to co-operate in the replacement of the Swedish air force’s current pilot trainer aircraft, the SK 60 [Saab 105], should Sweden decide to replace the fleet”, says Saab.

“This is a result of a long dialogue that began with the selection of the Gripen E in Switzerland. It truly shows that there are extended business opportunities that can result from the Gripen decision,” says Saab chief executive Håkan Buskhe.

A public referendum will be conducted in Switzerland on 18 May into the Gripen Fund Law, which is linked to the proposed 22-aircraft acquisition for the Swiss air force. Deliveries will begin in 2018 if a “yes” vote is recorded.

“The Gripen is the optimum aircraft for the Swiss air force, and the PC-21 provides the best solution for the provision of training to military pilots, in Sweden and elsewhere,” says Pilatus chief executive Markus Bucher.

“The PC-21 pilot training system has been the subject of sales negotiations between Pilatus and Sweden for some time,” says Pilatus. “A decision to proceed with the purchase of the Gripen would take Pilatus one step closer to concluding a PC-21 contract, creating a win-win situation for both countries.
"An order to produce and deliver some 20 PC-21s would be an important achievement for one of central Switzerland’s biggest employers, and would also provide a boost for related business entities across Switzerland as a whole.”
Pilatus has already sold a combined 131 PC-21s to the air forces of Qatar, Saudi Arabia, Singapore, Switzerland and the United Arab Emirates.

Speaking in early March, Swedish air force chief of staff Maj Gen Micael Bydén revealed that the service is studying its options for a possible SK 60 replacement, and referred to potential candidates including the PC-21. The nation currently operates 72 of the twin-engined type, which first entered use in 1967.
(http://www.flightglobal.com/assets/getasset.aspx?itemid=54981)
Entretanto, mas um video de promoção da SAAB initulado "o caça inteligente"... :roll:
http://www.aereo.jor.br/2015/06/06/o-caca-inteligente-saab-divulga-novo-video-promocional-do-gripen/
Citar
Vídeo promocional divulgado no canal da Saab no youtube na sexta-feira, 5 de junho, enfatiza o equilíbrio entre velocidade, força e inteligência de seu jato Gripen.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/06/cena-v%C3%ADdeo-promocional-Gripen-5-6-2015-The-Smart-Fighter-Saab-580x306.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/06/cena-v%C3%ADdeo-Gripen-The-Smart-Fighter-5-6-2015-Saab-580x341.jpg)

 :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Luso em Junho 08, 2015, 01:21:27 pm
Citação de: "mafets"
Entretanto, mas um video de promoção da SAAB initulado "o caça inteligente"... :roll:
http://www.aereo.jor.br/2015/06/06/o-caca-inteligente-saab-divulga-novo-video-promocional-do-gripen/

Espantam-me os comentários, pérolas como esta, a propósito de um vídeo CGI de algo que pouco ou nada ainda mostrou:

Apenas confirma que foi a escolha acertada.

ou coisas do género, de uma ligeireza espantosa.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Junho 18, 2015, 09:47:23 am
http://www.aereo.jor.br/2015/06/16/fab-quer-trazer-voando-o-hercules-deixado-na-antartica-apos-acidente/
Citar
A Força Aérea Brasileira (FAB) afirma que pretende retirar da Antártica, entre novembro deste ano e janeiro de 2016, o avião Hércules C-130 que se acidentou no fim de 2014 durante o pouso na base Eduardo Frei, que pertence ao Chile. Segundo o órgão, o avião deve ser recuperado no local e retornar ao país voando.

Em reportagem publicada pelo G1 em fevereiro, a FAB havia divulgado que não sabia se a aeronave passaria por manutenção para o voo ou se seria desmontada e trazida em navio.

Em 27 de novembro, o cargueiro repleto de militares e civis pousou de barriga, o que provocou danos em uma de suas hélices e nos trens de pouso. O impacto não deixou feridos, mas causou vazamento de combustível sobre a neve. A conclusão da investigação sobre o acidente não foi divulgada pela Aeronáutica “por questões de segurança nacional”.
Desde então, o Hércules C-130 permaneceu no território antártico. Mas, segundo especialistas, o fato de o país manter a aeronave por lá estaria ferindo o Tratado Antártico, que rege as atividades na região e proíbe os Estados-membros de deixarem resíduos em qualquer parte do território, com biodiversidade considerada sensível a impactos ambientais.

A Aeronáutica afirma que vazamentos de fluidos logo após o acidente foram contidos e resíduos líquidos derramados no solo por causa de danos nos motores e no trem de pouso foram recolhidos. Além disso, foi feita a raspagem da neve contaminada na hora do acidente.

Recuperação iniciada

Segundo a FAB, entre março e abril deste ano, uma equipe de militares e civis esteve na base antártica para içar a aeronave sobre macacos-cavaletes.

A operação, chamada de “primeira fase”, tinha o objetivo de preparar o Hércules para reparos estruturais no trem de pouso direito, na asa direita e na área inferior da fuselagem principal, afetados no acidente. Para essa operação, foram desembolsados R$ 1,62 milhão.

Entre os meses de novembro e janeiro, quando as condições climáticas na Antártica estão menos severas, é que serão executadas as tarefas de manutenção “necessárias para recuperar a aeronave e colocá-la em condições de voo”.
O avião, que tem pouco menos de 30 metros de comprimento, realizava o traslado de civis e militares entre Punta Arenas, no Chile, para a base antártica quando sofreu o acidente.

O trecho integra a logística da FAB e da Marinha para levar cientistas e militares à estação Comandante Ferraz, na Baía do Almirantado, dentro do Programa Antártico Brasileiro (Proantar).

O local, reconstruído de forma provisória após incêndio ocorrido em 2012 (que causou a morte de dois militares), abriga pesquisadores responsáveis por estudos sobre mudanças climáticas, meteorologia, vida marinha, arquitetura e etc. Da base chilena até Comandante Ferraz, o trajeto é feito de helicóptero ou por navio – modal utilizado com mais frequência.

Uma nova estação será construída no local. Em maio, a Marinha confirmou que a empresa chinesa Ceiec será a responsável por erguer o complexo, que deve ficar pronto em 2018. O custo estimado é de US$ 99,6 milhões.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/02/C-130-da-FAB-acidentado-na-base-chilena-foto-G1-580x295.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/02/C-130-da-FAB-acidentado-na-base-chilena-foto-G1-580x295.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Menacho em Junho 18, 2015, 06:56:48 pm
Ampliando:

La Fuerza Aérea de Brasil retirará el C-130 accidentando en la Antártida en noviembre del pasado año

Citar
(defensa.com) La Fuerza Aérea Brasileña (FAB) planea retirar de la Antártida entre noviembre de este año y marzo de 2016 el avión Hércules C-130 accidentado el 27 de noviembre de 2014 en la base Eduardo Frei, que pertenece a Chile, ubicada en la Isla Rey Jorge, causando daños durante el aterrizaje en una sus hélices y el motor 4, en el fuselaje, una punta de ala, y el tren de aterrizaje. El impacto no tuvo víctimas. La conclusión de la investigación sobre el accidente no fue revelado por la Fuerza Aérea alegando "problemas de seguridad nacional", lo que despierta sospechas de fallos imprevistas o errores de procedimiento, aunque se habla de una fuerte  cortante de viento y de la ingestión de objetos extraños. Según  la FAB, el avión debe ser recuperado en el lugar y regresar al país, o por lo menos dejar la Antártida, si es posible volando.

(http://www.defensa.com/images/stories/noticias/2015/6/hrcules%20accidentado%20en%20la%20antrtida.jpg)

Aunque en febrero, la FAB había revelado que no sabía si la aeronave se sometería a más mantenimiento para el vuelo o si sería desmantelada y llevada a Brasil por barco, finalmente en marzo fue contratado el  Tam Recovery Team, un grupo de 26 profesionales especializados en la recuperación para remover aviones dañados en cualquier situación y que mantiene diversos convenios regionales para ello en Sudamérica,en  una cifra cercana a los 500.000 dólares.

(http://www.defensa.com/images/stories/noticias/2015/6/c-130-da-fab.jpg)

El Kit de Recuperación reúne un conjunto de herramientas, tales como colchones de aire, gatos hidráulicos, compresores y correas con acero capaz de levantar hasta 200 toneladas.Entre marzo y abril de este año, un equipo militar y civil se trasladó a la base antártica para levantar la aeronave sobre caballetes.La operación, denominada "primera fase", tenía la intención de preparar el Hércules para reparaciones estructurales en el tren de aterrizaje derecho en el ala derecha y la parte inferior del fuselaje principal afectado en el accidente. Simultáneamente a esta primera fase, los técnicos de la FAB harán algunos ensayos no destructivos para verificar si hay grietas u otros daños estructurales no comprobados durante el primer chequeo. Entre los meses de noviembre y enero, cuando las condiciones climáticas en la Antártida son menos severas,  se van a ejecutar tareas de mantenimiento "necesarias para recuperar la aeronave y ponerla en condiciones de vuelo."

Probablemente la aeronave pueda luego  realizar un vuelo de traslado,o algún tramo del mismo, con un perfil muy restringido (condiciones climáticas poco exigentes, pista adecuada, tren de aterrizaje  extendido, etc.), por lo menos hasta una escala intermedia, donde prolongar los trabajos, aunque, probablemente, y a pesar de ser ,al momento del accidente, el Hércules con mayor vida útil por delante, luego sea igualmente desmontado.

(http://www.defensa.com/images/stories/noticias/2015/6/hercules%20%20fab%20sobre%20caballetes.jpg)

El Hércules FAB 2470 está operando en Brasil desde el 29 de julio de 2001, cuando fue adquirida de las existencias entonces pertenecientes a la Fuerza Aérea Italiana, donde operó durante 29 años, desde su fabricación en marzo de 1972. Fue modernizado a mediados de 2006, recibiendo cabina de vidrio, nueva aviónica y la capacidad de utilizar Chaff e Flare. En virtud del Tratado Antártico firmado por Brasil, la Fuerza Aérea de Brasil (FAB) está obligada a retirarlo del continente. (Javier Bonilla)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 18, 2015, 08:00:53 pm
FAB adestra suas tripulações enquanto aguarda ansiosa pela chegada de seus 767

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/06/767-jupiter.jpg)

Homenageada esta semana pelo aniversário das missões do Correio Aéreo Nacional, a Aviação de Transporte da Força Aérea Brasileira (FAB) já se prepara para receber sua futura aeronave pesada: o Boeing 767. O avião terá a capacidade de transportar mais de 43 toneladas de carga e realizar o reabastecimento em voo de outras aeronaves, como caças Gripen NG.

“O Boeing 767 é uma prioridade muito forte para nós”, afirmou o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato. Em 13 de março de 2013, a comissão do projeto KC-X2, que prevê a substituição dos aviões Boeing 707, decidiu pela escolha da Israel Aerospace Industries (IAI) como empresa fornecedora das novas aeronaves. Agora, de acordo com o Comandante da Aeronáutica, a assinatura do contrato para a aquisição das aeronaves depende de uma posição governamental. Os 707, designados na FAB como KC-137, foram aposentados em maio de 2013 e ainda não foram substituídos.

“A FAB e o Ministério da Defesa entendem a importância desse avião. A aeronave tem uma grande capacidade de carga que vai nos ajudar em missões de paz, como no Haiti e no Líbano. Além de missões como a que fizemos em 2005, uma repatriação de brasileiros do Timor-Leste”, afirmou o Tenente-Brigadeiro Rossato. A frota de três aeronaves poderá realizar ainda missões como o transporte de ajuda humanitária, por exemplo. Em caso de tragédias, cada avião pode receber até dez Unidades de Terapia Intensiva (UTI) completas, ou 81 macas. Para transporte de passageiros, haverá 240 poltronas, além dos porões de carga.

Com mais de 1.100 unidades utilizadas por empresas aéreas de todo o mundo, o Boeing 767 tem um alcance de aproximadamente 7.400 km com sua carga máxima. Isso significa decolar de Brasília e alcançar Portugal, Espanha ou países da África sem escalas. Com 23 toneladas de carga, o alcance salta para 11.297 km, o suficiente para chegar até a Suécia, Rússia, Israel ou o norte do Canadá.

Apesar do objetivo do projeto ser substituir os 707, a chegada dos 767 permitirá também um aumento de capacidade. O alcance com carga máxima do 707 era de 3.889 km, no 767 será de 7.408 km. Isso porque a nova aeronave leva mais combustível, um total de até 72.700 kg, quando considerado o peso.

Além do aumento de alcance para missões de carga, o conteúdo dos tanques também poderá ser transferido para outras aeronaves em voo. Será possível, por exemplo, apoiar o deslocamento de até 14 caças F-5 em voo direto entre Manaus (AM) e Porto Alegre (RS).

A empresa IAI, além de instalar os equipamentos para que o Boeing 767 possa reabastecer até três aeronaves ao mesmo tempo, também irá incluir sistemas como o RWR (Radar warning System) e MAWS (Missile Approach Warning System), respectivamente, um detectador de emissões de radar e de aproximação de mísseis. Na prática, o reabastecedor irá ampliar sua chance de sobrevivência em um ambiente de conflito.

De acordo com as negociações com a IAI, após a assinatura do contrato, a primeira unidade seria entregue seis meses depois, mas ainda sem a capacidade de reabastecimento em voo. Em 36 meses, as três estariam em operação, sendo que a conversão de duas unidades para as missões de reabastecimento seria realizada no Brasil, com a participação de técnicos e engenheiros brasileiros. Os trabalhos de manutenção também devem acontecer por aqui.

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/06/767-MMTT-concep%C3%A7%C3%B5es-2-IAI.jpg)

Treinamento

Enquanto o contrato não é assinado, o Esquadrão Corsário, sediado na Base Aérea do Galeão, na cidade do Rio de Janeiro, se prepara para receber a nova frota. Dez pilotos concluíram o curso de formação em aeronaves de transporte Boeing 767. Os aviadores da Força Aérea Brasileira tiveram aulas teóricas, realizaram exercícios no simulador e cumpriram 150 horas de voo, cada um.

 :arrow:   http://www.youtube.com/watch?feature=pl ... Wl59wLxEjY (http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=9Wl59wLxEjY)

Três deles atingiram também o grau de instrutores da aeronave. O treinamento, que foi possível graças a um contrato de capacitação operacional com a empresa ABSA – TAM Cargo, uma empresa nacional que utiliza o modelo, iniciou em dezembro de 2013 e foi finalizado no início deste ano.

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/03/767.png)

Fonte: http://www.revistaoperacional.com.br/fo ... -seus-767/ (http://www.revistaoperacional.com.br/forca-aerea/fab-adestra-suas-tripulacoes-enquanto-aguarda-ansiosa-pela-chegada-de-seus-767/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Junho 19, 2015, 09:56:00 am
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Anda com muito mais lentidão do que o Comando da Aeronáutica gostaria, o processo de definição da Força Aérea da Suécia e da direção do grupo SAAB, em relação às aeronaves Gripen Gap Filler que deverão ser cedidas à Força Aérea Brasileira (FAB) até que os primeiros Gripen E (Next Generation, conforme foram apresentados durante a concorrência do programa FX-2) cheguem ao Brasil, no segundo semestre de 2018.

Até o fim do ano passado a FAB trabalhava com a possibilidade de receber de 12 a 16 aparelhos Gripen C, dos estoques da aviação militar sueca, mas na segunda semana de abril deste ano, durante a entrevista coletiva concedida pelo ministro da Defesa brasileiro, Jaques Wagner, na LAAD 2015, no Rio de Janeiro, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, já adiantou a Wagner que serão apenas dez aeronaves.

A quantidade está, contudo, longe de ser o maior problema entre as partes.

Os brigadeiros brasileiros aguardam a entrega, pelos suecos, de aeronaves Gripen modelos C/D – possivelmente oito monopostos versão C e dois bipostos D –, mas o recrudescimento das tensões entre a Europa Ocidental e a Rússia por causa da crise da Ucrânia vem retardando a definição dos militares da Suécia acerca dos exemplares que serão encaminhados ao Brasil.

Upgrade – O assunto ficou mais complicado depois que, mês passado, a SAAB divulgou a entrega do último Gripen C da sua linha de produção na cidade de Linkoping. Nessa situação restam à Aeronáutica brasileira só duas possibilidades: (1) a disponibilização de aeronaves Gripen C que atualmente voam nas unidades da aviação militar sueca ou em qualquer outra corporação – como a força aérea sul-africana –; ou (2) o aproveitamento de células de Gripen A/B em desuso, que poderiam ser modernizadas com alguns dos sistemas empregados pelo Gripen C.

A SAAB já considera o recurso ao upgrade dos Gripen A/B para continuar exportando os modelos C/D do seu caça mundo afora.

Mas, segundo o Poder Aéreo pode apurar, alguns oficiais brasileiros enxergam essa opção com cautela.

O Gripen A foi projetado em meados dos anos de 1980, e voou pela primeira vez em 1988. Os militares da Aeronáutica entendem que os Gap Filler da FAB precisariam chegar com sonda de reabastecimento em vôo e suíte de contra-medidas eletrônicas – equipamentos que não foram incluídos na lista de componentes de série dos Gripen A/B fabricados na década de 1990.

F-5 – As aeronaves destinadas ao Brasil serão usadas para preencher o vácuo aberto pela desativação dos Mirage 2000 do 1º Grupo de Defesa Aérea (GDA), ocorrida em dezembro de 2013, e também das primeiras unidades do F-5EM/FM, previstas para ocorrer a partir de 2017 – mas que podem começar a acontecer já no segundo semestre de 2016.

O objetivo do Comando da Aeronáutica é de iniciar logo as primeiras etapas de treinamento dos pilotos brasileiros, em seu processo de transição para os futuros caças Gripen E – um adestramento que também envolverá fortemente as equipes de apoio em terra.

Há uma proposta de que, à época da chegada dos Gripen C/D, a base do GDA, em Anápolis (GO), receba não apenas o pessoal lotado no 1º Grupo, mas também equipes da aviação de caça atualmente sediadas nas Bases Aéreas de Santa Cruz (RJ) e Canoas (RS).

O 1º/14º Grupo de Aviação – Esquadrão Pampa –, aquartelado em Canoas, foi a primeira unidade a operar o F-5EM/FM, recebendo esses aviões a partir de 2005.

Aquisição de horas – A idéia inicial era de que a FAB pudesse assinar com os suecos um contrato de “leasing operacional” para as aeronaves Gripen Gap Filler, mas, ainda no fim de 2014, esse entendimento evoluiu para um outro, de a Aeronáutica pagar o empréstimo dos jatos suecos em função de uma simples “aquisição de horas de voo”.

Os números com os quais o comando da FAB trabalha oscilam entre 1.200 a 1.500 horas de voo, para um período de cessão dos jatos de três a quatro anos. Esta quantidade de horas atenderia as demandas operacionais do 1º GDA, na defesa aérea do Planalto Central.

Os militares brasileiros também esperam que, em função do aumento das tensões nas áreas do Báltico e da Escandinávia, seus colegas suecos não argumentem com maiores restrições à disponibilidade dos Gripen, e baixem ainda mais a quantidade dos caças que enviarão para o Brasil – para oito unidades.
A "novela" dos Gripen C/D que poderão afinal ser 8 unidades de A/B recondicionados.  :roll:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/06/Artic-Challenge-2015-reabastecimento-de-Gripen-sueco-destaque-foto-For%C3%A7as-Armadas-da-Su%C3%A9cia-580x376.jpg)
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Gripen sueco sendo abastecido, este ano, durante manobras sobre a região do Ártico. Pilotos da FAB também gostariam que os seus Gripen C/D viessem com sondas de reabastecimento em voo
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/05/celebra%C3%A7%C3%A3o-tcheca-10-anos-Gripen-piloto-de-Gripen-tcheco-fotos-Min-Def-Rep-Tcheca-580x386.jpg)
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Piloto checo assina livro comemorativo aos dez anos de uso do caça Gripen pela Força Aérea da República Checa

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 19, 2015, 10:27:26 pm
GRIPEN NG - O futuro chegou

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: night_runner em Junho 20, 2015, 05:16:23 am
Já chegou já... :roll:

Entretanto, e enquanto o sonho não se torna realidade, esperemos que os russos não lixem os planos de curto prazo da FAB
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The increased tempo of operations by Russia’s armed forces over the Baltic Sea is putting a burden on the Swedish air force’s flying operations, the country’s air chief says.
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...he also hinted that the issue could affect whether the Swedish air force would be able to lease jets to Brazil as part of a bridging program to prepare pilots to fly the Gripen NG, which will enter service with that country’s air force by the end of the decade. Lease negotiations are still ongoing, and Byden says the situation with Russia makes him more reluctant to release assets than he would have been two years ago.
http://aviationweek.com/paris-air-show- ... -air-force (http://aviationweek.com/paris-air-show-2015/russia-s-baltic-operations-burden-swedish-air-force)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Junho 20, 2015, 10:36:40 am
Os suecos tem à volta de 100 Unidades de Gripen A/B "encaixotados", pelo que é natural que se queiram ver livres deles, sobretudo quando o preço de desenvolvimento do avião foi altíssimo.  :roll:
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After an evaluation process, Parliament decided in June 1982 to go ahead with the Swedish project and the Defence Materiel Administration signed a contract for development of the JAS 39 Gripen on the 30th June 1982 for the development of the JAS 39 Gripen including five test aircraft and one batch of 30 aircraft with accompanying support systems (equipment for technical maintenance and more) as well an option for a further 110 aircraft. The final flight tests were completed in December of 1996.

The Gripen has come at a great cost. The project has so far cost the Swedish tax payers over 100 billion SEK. (Today US$15 billion.) During the whole of the 1980's there were between 2,000 and 3,500 people engaged in the development work, which in total took over 30,000 man-years.

http://www.globalsecurity.org/military/world/europe/gripen-program.htm
(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2011/04/192.jpg)~
A situação na região vem obviamente contribuir para que a Suécia prefira ficar com os mais capazes Gripen C/D (até porque o NG ainda nem o prototipo monoplace voa e não voará antes de 2016) e tente vender ou alugar os A/B ainda com muitas horas de voo, seja como estão ou re-condicionados(http://www.aereo.jor.br/2014/11/22/brasil-espera-uma-proposta-da-suecia-para-emprestimo-de-cacas-gripen-para-uso-da-fab/).
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/03/fotos-produ%C3%A7%C3%A3o-Gripen-E-na-Su%C3%A9cia-via-Saab.jpg)
Dificilmente nos próximos anos algum pais receberá a versão C/D com tantas e relativamente recentes unidades de Gripen A/B em armazem.  :wink:
(http://i84.photobucket.com/albums/k31/P_holmqvist/DSC_0163_zpsf0b4ee7d.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 22, 2015, 03:08:04 pm
Defesa Aérea com AH-2 Sabre

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 22, 2015, 03:15:54 pm
KC-390 contrata Selex ES para fornecer radares Gabbiano

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Imagem-1-KC-390-Gabbiano..jpg)

A italiana Selex ES, empresa do grupo Finmeccanica, foi contratada pela EMBRAER Defesa & Segurança (EDS) para fornecer uma quantidade não revelada de radares embarcados Gabbiano T20 para equipar os aviões de transporte KC-390 destinados à Força Aérea Brasileira. De acordo com a fabricante, as entregas serão iniciadas ainda neste ano.

O Gabbiano T20 é um radar que opera na Banda-X capaz de desempenhar com precisão funções ISR (Vigilância, Reconhecimento e Inteligência), bem como apoiar missões de busca e salvamento, missões de patrulha marítima, costeira e terrestre. Dotado de transmissores de tecnologia estado sólido, a fabricante afirma que o radar oferece imageamento em alta-resolução e alcance de detecção superior. Também é fornecido com um variado leque de modos, incluindo TWS (Track While Scan-engaja enquanto escaneia), Spot/Strip-SAR (mapeamento terrestre de alta-resolução), imageamento e classificação de navios através de ISAR (Inverse Synthetic Aperture Radar-Radar de Abertura Sintética Inversa), navegação orientada por mapa digital móvel e de desvio de áreas sujeitas à condições meteorológicas adversas.

Segundo a empresa, o radar foi selecionado por dez usuários internacionais. A versão do radar que equipará o KC-390 irá incorporar modos optimizados para aviões militares de transporte. A produção contratada pela EDS é continuação do processo de seleção que escolheu a Selex ES como parte da cadeia de fornecedores. O KC-390, que voou pela primeira vez em fevereiro deste ano, foi desenvolvido para disputar um importante nicho do mercado internacional de aviões militares de transporte, tendo já contrato de compra e cartas de intenções de aquisição assinadas além de campanhas de vendas em andamento em várias partes do mundo.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Imagem-2-KC-390-Gabbiano..jpg)

Além do KC-390, Selex ES possui sólidos laços com as Forças Armadas do Brasil e com industrias de defesa do País. A companhia já fornece sistemas embarcados para aeronaves da Força Aérea Brasileira (A-1, F-5, P95) e para a Marinha do Brasil (helicópteros Lynx), sendo que há no Brasil mais de 140 radares de controle de fogo e vigilância (M-Scan e AESA) em serviço. Adicionalmente, a companhia participará do fornecimento da principal suíte de sensores dos Gripen NG brasileiros.

A Selex ES também está engajada na modernização das fragatas da classe Niteroi e corvetas da classe Barroso. Ao mesmo tempo, participa do desenvolvimento e implantação do Sistema Tático de Comunicações  (SISTAC) do Exército Brasileiro.

Fonte:  http://tecnodefesa.com.br/kc-390-contra ... -gabbiano/ (http://tecnodefesa.com.br/kc-390-contrata-selex-es-para-fornecer-radares-gabbiano/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 22, 2015, 03:22:30 pm
Aviação de Transporte da FAB

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Junho 23, 2015, 09:49:57 am
http://www.aereo.jor.br/2015/06/22/fab-avalia-rever-plano-de-modernizacao-do-jato-de-ataque-amx/
Citar
A Força Aérea Brasileira (FAB) está revisando o programa de modernização dos caças AMX, realizado pela Embraer, e estuda a possibilidade de redução do número de aeronaves a serem modernizadas. O Valor apurou que o estudo contempla a redução de 43 para 30 aeronaves, mas o número está sujeito a alterações. Procurada, a Embraer Defesa e Segurança disse que não comentaria o assunto.

“O projeto AMX está em processo de estudo, tendo em vista os novos cenários operacionais e logísticos, principalmente com a chegada da aeronave Gripen”, disse o presidente da Copac (Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate), brigadeiro do ar Paulo Roberto Chã. À medida que o Gripen for sendo incorporado aos esquadrões da FAB, a partir de 2019, segundo Chã, o AMX vai aos poucos saindo de cena. “A previsão é que a frota de AMX seja desativada até 2030″, disse.

A modernização daria uma sobrevida de mais 20 anos à frota de AMX. O projeto tem R$ 54 milhões no orçamento da FAB para este ano, embora na proposta de Lei Orçamentária estivessem previstos R$ 600 milhões. A Embraer entregou 3 AMX modernizados para a FAB. O cancelamento do programa, segundo o brigadeiro da Copac, não está em questão. “O Gripen ‘alugado’ não é uma realidade. Ainda está em processo de negociação”, afirmou.

Em situação similar ao AMX, encontra-se o programa de modernização do lote de onze caças F-5, que também está sujeito à redução. Um lote de 46 aeronaves já foi modernizado pela Embraer. Para o segundo lote, a FAB conta com uma verba orçamentária de R$ 46 milhões este ano. O programa do F-5 está atrasado cerca de um ano e meio e, segundo o Valor apurou, a FAB estuda reduzir de onze para sete o número de aeronaves modernizadas.

O presidente da Copac voltou a afirmar que o carro chefe dos projetos da FAB em 2015 é desenvolvimento do KC-390 e dos caças Gripen NG, para os quais conta com recursos da ordem de R$ 1,7 bilhão. O projeto F-X2, segundo ele, tem R$ 1 bilhão para este ano. Mas o valor poderá ser escalonado, segundo declarações recentes do ministro da Defesa, Jacques Wagner. O valor do repasse seria reduzido para R$ 200 milhões em 2015.

O brigadeiro da Copac explicou, porém, que a Lei Orçamentária de 2015 aprovou R$ 1 bilhão para o F-X2, sem corte nenhum. “Portanto, estamos autorizados a gastar esse valor em 2015. Não tenho nenhuma informação oficial de que o dinheiro será reduzido. No máximo, o que pode acontecer, é de faturarmos em dezembro uma parcela maior deste valor para pagamento na virada do ano”, disse. A redução do valor do repasse aos suecos, se acontecer de fato, segundo Chã, pode ser uma medida para garantir o equilíbrio fiscal e assegurar o cumprimento da meta de superávit primário.

O caça de ataque ar-superfície AMX, que na FAB é conhecido pela sigla A-1, é a principal ferramenta a ser utilizada pelo Brasil em caso de dissuasão de forças hostis nas fronteiras terrestres, nos limites das águas juridicionais brasileiras, além de impedir o uso do espaço aéreo nacional. Com a modernização, a FAB pretende ampliar a capacidade operacional e de sobrevivência da aeronave em ambientes hostis.
Se houver atrasos no Gripen NG, vai ser engraçado. Mais um planificação "em cima do Joelho"... :roll:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/07/Primeiro-A-1M-580x386.jpg)
(http://www.natalrn.net/minhas_imagens/cruzex2008/f-5em_sorbone_1280.jpg)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 23, 2015, 02:52:17 pm
Estação traz desafios às missões de voo na Antártica

Equipes da FAB, a bordo de cargueiros C-130 Hércules, levam suprimentos e realizam transporte de pessoas para o Programa Antártico Brasileiro

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25340/i1562211030057819.jpg)

Às 13h38min do domingo (21/06), começou o inverno no Hemisfério Sul. As regiões mais frias do Brasil, localizadas ao sul do país, registram temperaturas mínimas em torno de zero grau. Já no continente Antártico, onde pesquisadores brasileiros realizam estudos científicos, chega-se a uma média de -30º a -60ºC. É para este local que tripulações do Esquadrão Gordo (1º/1º GT) realizam dez voos ao ano, com a missão de apoiar o Programa Antártico Brasileiro, por meio do transporte de pessoas e mantimentos.

Segundo explica um dos pilotos de C-130 Hércules, Capitão André Faleiros, as condições de voo são complexas, assim como o pouso, pois há uma grande incidência de nevoeiro, vento forte e as manobras são visuais. “A neve acumulada nas laterais da pista chega a três metros de altura; a gente pousa praticamente num túnel”, compara o aviador. Para se ter uma ideia, da ponta de uma asa a outra, o avião mede 40m, e a largura da pista é de 39m. O comprimento da pista, 1.290m, também é considerado pequeno em relação à capacidade de carga do C-130: 19 toneladas.

O meteorologista chileno Jorge Prudant, que há 20 anos monitora as mudanças do clima, explica que a camada de neve que cobre a pista, acima da placa de gelo, precisa ficar entre três e 10cm. “Se tiver muita neve, o avião pode quebrar o trem de pouso, que é a base da aterrissagem. Se for menos, o gelo diminui a ação de frenagem e pode ser que caia no mar”, detalha.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25340/i1562211030182760.jpg)

Do local onde acontece o pouso do cargueiro até a base brasileira, onde ficam os cientistas do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR), é necessário deslocamento de navio ou helicóptero. No inverno, porém, a água no entorno da península congela, impedindo o acesso. Durante a estação, o ressuprimento é feito pela tripulação do Hércules, que libera a carga de paraquedas sobre o local, enquanto o piloto realiza uma passagem rasa. “Eu não vou mentir. Ainda sinto um frio na barriga”, relata o piloto Major Cláudio Garcia.


Fonte:   http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... C3%A1rtica (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22344/O-INVERNO-CHEGOU---Esta%C3%A7%C3%A3o-traz-desafios-%C3%A0s-miss%C3%B5es-de-voo-na-Ant%C3%A1rtica)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 23, 2015, 09:10:32 pm
Militares da FAB no Haiti

(https://farm8.staticflickr.com/7004/6834990591_5a187c7271_z.jpg)

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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 23, 2015, 09:17:03 pm
AVIAÇÃO DE RECONHECIMENTO

A visão estratégica da FAB

Conheça o papel desta aviação que faz o rastreamento dos dados de inteligência em áreas de conflito

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25357/i1562313420659318.jpg)

Os balões de ar quente utilizados na Guerra do Paraguai, em 1867, foram substituídos por sensores modernos em aeronaves. É assim que a Aviação de Reconhecimento da Força Aérea Brasileira (FAB) evoluiu em mais um século e meio. O avançar do tempo possibilitou, também, o aprimoramento tecnológico para cumprir sua principal missão: fazer um rastreamento minucioso dos dados de inteligência do inimigo com a utilização de meios aéreos e o monitoramento de áreas de interesse.

Em tempos atuais, a Aviação de Reconhecimento possui modalidades específicas que não se limitam ao reconhecimento de imagens. A captação de sinais do espectro eletromagnético, com o uso de equipamentos de alta tecnologia, possibilita o bom desempenho da função. Todas as plataformas utilizadas possuem sensores digitais (eletroóticos e IR) com capacidade de análise diurna e noturna, além de radares de abertura sintética, que permitem realizar o reconhecimento mesmo através da cobertura de nuvens.

De acordo com o Brigadeiro do Ar Fernando Almeida Riomar, Comandante da Terceira Força Aérea (III FAE), a Aviação de Reconhecimento se adequou a tendência de guerra moderna com o emprego de Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP). “Iniciamos a implantação de vetores não tripulados focados em ações de reconhecimento aéreo. No futuro, queremos acompanhar a tendência de países de primeiro mundo realizando ações com o emprego de armamento”, acrescenta.

Numa colocação popular, pode-se dizer que os quatro esquadrões de reconhecimento aéreo são os olhos da FAB: Poker (1º/10º GAV), Carcará (1º/6º GAV), Guardião (2º/6º GAV) e Hórus (1º/12º GAV). Veja as aeronaves e equipamentos utilizados:

Esquadrão Poker (1º/10º GAV)

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25357/i15623121030113689.jpg)

Instalado na Base Aérea de Santa Maria (RS), o esquadrão é a única unidadeA-1A é utilizado para reconhecimento tático  Tenente Enilton / Agência Força Aérea da FAB que tem por missão principal o reconhecimento tático. Operando desde 1999 as aeronaves Embraer RA-1A/B AMX, o esquadrão realiza o reconhecimento tático como função primária e mantém a capacidade de ataque, interdição e apoio aéreo aproximado.

Os RA-1 têm provisão para levar câmeras internas de longo alcance e de baixa atitude para fazer o sensoriamento remoto. Atualmente os RA-1 estão sendo equipados com datalink, que transmite as imagens capturadas em tempo real.

Esquadrão Carcará (1º/6º GAV)

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25357/i1562312103089563.jpg)

R-35A utiliza equipamentos de reconhecimento automatizados  Tenente Enilton / Agência Força AéreaNascido no Centro de Treinamento de Quadrimotores (CTQ), o esquadrão foi ativado em 1953 na Base Aérea de Recife e passou a desempenhar missões de busca e salvamento, reconhecimento fotográfico e, eventualmente, transporte aéreo. Atualmente a unidade realiza missões de reconhecimento fotográfico, visual e meteorológico e opera os R-35 A e R-35 AM Learjet.

O  R-35A Learjet é um jato mais moderno, com equipamentos de navegação automatizados. A aeronave utiliza câmeras para fotografia vertical adaptadas para atuarem em maiores altitudes. Três unidades foram equipadas com radares de última geração para cumprirem missões de guerra eletrônica e reconhecimento. Com essa modificação as aeronaves receberam a designação R-35AM.

Esquadrão Guardião (2º/6º GAV)

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25357/i1562313420659318.jpg)

Criada em 1999 para apoiar o Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM), a unidade foi incorporada à Base Aérea de Anápolis (GO) e recebeu a designação de Esquadrão Guardião. A unidade é responsável pelo planejamento, execução e supervisão das missões de sensoriamento remoto, reconhecimento aéreo e controle e alarme aéreo antecipado. Atualmente utiliza as aeronaves E-99 e R-99, ambas com radares e diversos sensores.

Esquadrão Hórus (1º/12º GAV)

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25357/i1562312102953841.jpg)

Esquadrão Hórus emprega o RQ-450  Cabo Silva Lopes/ Agência Força AéreaO esquadrão está localizado na Base Aérea de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. É a única unidade da FAB a operar Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP), o RQ-450 e o RQ-900. Os equipamentos também podem ser empregados na área de segurança pública, no controle de desmatamento e em operações de defesa civil.

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(https://farm9.staticflickr.com/8185/8102679661_1061cefa5a_z.jpg)

Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... ica-da-FAB (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22359/AVIA%C3%87%C3%83O-DE-RECONHECIMENTO-%E2%80%93-A-vis%C3%A3o-estrat%C3%A9gica-da-FAB)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Junho 24, 2015, 09:45:04 am
http://www.aereo.jor.br/2015/06/23/dilma-pede-a-suecia-revisao-de-juros-de-financiamento-dos-36-cacas-gripen/
Citar
Diante da pressão do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para que o contrato de financiamento dos 36 caças gripen tenha seus juros rebaixados, para ajudar no ajuste fiscal, a presidente Dilma Rousseff, conversou, por telefone na manhã desta terça-feira, 23, com o primeiro ministro da Suécia, Stefan Löfven. Dilma pediu a Löfven adiamento do prazo para a assinatura do contrato de financiamento, que expira nesta quarta-feira, dia 24 de junho, para que se possa renegociar as taxa de juros.

Levy tem alegado que a alteração da taxa representará uma redução de gasto da ordem de R$ 1 bilhão, em 25 anos. O ministro quer usar ainda este contrato como modelo para renegociar outros acordos internacionais já assinados por outros ministérios, sob a alegação de que os juros na Europa caíram e o Brasil pode ser beneficiado com isso.

O Comando da Aeronáutica está muito preocupado com esta alteração dos termos da proposta já assinada com a SAAB, fabricante dos aviões. A FAB teme que outras cláusulas importantes do contrato possam sofrer correção e atrapalhe o projeto de construção conjunta dos aviões, com transferência de tecnologia Para a FAB a economia é muito pequena para um período tão longo de 25 anos, pelo desgaste da alteração dos termos da proposta. Os suecos alegavam que o contrato já foi assinado e que os seus termos já foram aprovados pelo congresso daquele país.

Assim, qualquer alteração, necessitaria de nova aprovação pelo plenário do congresso sueco. O governo brasileiro, no entanto, acha que poderá contar com a boa vontade dos suecos porque eles também têm interesse no projeto e o sinal disso foi que eles já aceitaram um pedido do Levy de redução de R$ 1 bilhão para R$ 200 milhões do desembolso da primeira parcela, em função do forte ajuste fiscal que está em curso no País.

Na conversa com o primeiro ministro da Suécia, a presidente Dilma tentou tranquilizá-lo avisando que o governo brasileiro não tem interesse em romper o contrato, mas apenas renegociar as taxas de financiamento. Lembrou ainda que é tradição brasileira a segurança jurídica em relação aos contratos e explicou os benefícios para o País, em momento de dificuldades econômicas. Segundo apurou a reportagem, a reação do primeiro ministro foi “propositiva” e ele ficou de dar uma resposta ao governo brasileiro.

Para Levy, as taxas de juros do contrato podem ser alteradas. Já os suecos, consideram que não. O diretor da Saab no Brasil, Bengt Janér, ao falar sobre as dificuldades de qualquer tipo de alteração no contrato, informou que “no ato da assinatura do acordo comercial os juros estabelecidos foram congelados”. Para ele, a discussão é que o Brasil quer baixar ainda mais as taxas, que os bancos suecos dizem que já estão de menores que a da OCDE. “Só que os suecos têm de seguir as regras escritas, que são claras e dizem que os juros são congelados quando da assinatura do contrato porque senão vira subsídio à indústria de defesa da Suécia”.

De acordo com Bengt Janér, não tinha como baixar os juros “a não ser que o contrato voltasse ao parlamento sueco e se iniciasse toda uma nova discussão e negociação e, neste caso, o atraso será irreversível”.

Por ora estão mantidos os prazos de entrega do primeiro dos 36 aviões em 2019, completando dez no fim de 2021, para que se forme um esquadrão e eles comecem a operar. A previsão de entrega do último avião é 2024. Desde a primeira sinalização da compra, em dezembro de 2013, o contrato subiu 12% do preço e preços de hoje, segundo a FAB, agora está em US$ 4,8 bilhões. Cada dia de demora na assinatura do contrato de financiamento adia a ida dos 100 engenheiros brasileiros para começar a trabalhar na construção da nova geração do Gripen.
Até agora, foi assinado um pré-contrato, em outubro de 2014, e um dos seus itens prevê que, em até oito meses, tem de ser ratificado o financiamento com o banco de fomento sueco SEK. Caso isso não ocorra, todo o processo de negociação perde efeito e todos os termos do acordo da compra dos aviões terão de ser reavaliados. Outro problema é que, no caso de adiamento, de acordo com técnicos da Força Aérea e da empresa fabricante do caça, “a transferência de tecnologia é afetada de forma irreversível”.
Como se costuma dizer em Portugal: "Até ao lavar dos cestos é vindima". Fazer contas a um avião como já estando garantido quando nem o contrato de financiamento ainda está assinado :roll:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/08/Gripen-NG-montagem-com-cores-da-FAB-imagem-K-Tokunaga-Saab-580x385.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 24, 2015, 03:15:18 pm
Entrevista Exclusiva com o Comandante da Aeronáutica

“Assim como times que ganham, tem mais torcedores, um avião como esse [Gripen] vai trazer mais gente interessada na Força Aérea” - Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luís Rossato

(http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2015/06/26319.jpg/800/600/false/true/)

Em meio às comemorações pelos 16 anos do Ministério da Defesa, Brasília deu o ponta pé inicial das exibições programadas pela Força Aérea para levar para próximo dos contribuintes um de seus programas de modernização. O caça sueco-brasileiro Gripen NG (Nova Geração), mais que uma máquina destinada à assegurar a proteção dos 22 milhões de quilômetros quadrados sob responsabilidade da FAB, é uma peça integradora de tecnologias, que busca incorporar capacitação e conhecimento à indústria nacional, utilizáveis também, em outras aplicações de uso civil.

Sua escolha visou igualmente os ganhos educacionais técnicos e acadêmicos, a geração de postos de trabalho no país, e oportunidades de empregos de alta qualificação.

Agora, ao aproximar-se a conclusão de todos os trâmites contratuais envolvendo os dois países e as duas Forças Aéreas, um grupo de técnicos suecos com apoio de militares brasileiros excursionam pelo Brasil com uma réplica da aeronave, que está sendo desenvolvida pela Saab com a participação de empresas brasileiras da base industrial de defesa. Na ocasião do lançamento do tour, conversamos com o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luís Rossato. Confira a seguir:

Vianney Junior – Brigadeiro Rossato, neste ano de forte restrição orçamentária, cada Força busca assegurar a continuidade de seus programas estratégicos. A FAB traz para o centro do país, na Esplanada dos Ministérios, e em seguida para outras cidades, um modelo em escala real do Gripen NG Brasil. Qual o significado desta ação? Qual a importância de trazer para perto da população uma peça como essa, estratégica no arsenal da Força Aérea Brasileira?

Brigadeiro Rossato – Bom, trazer este programa para perto da população é importantíssimo. A divulgação do quê que é a Força Aérea, do que são as Forças Armadas é fundamental para que o povo brasileiro entenda qual é a razão de ser destas instituições, e ver que equipamentos compõem estas Forças. Então o momento, no ano que se comemora 16 anos da criação do Ministério da Defesa, no centro da Esplanada dos Ministérios é um momento ímpar. Quanto a isso, o pessoal do CeComSAer foi ágil e hábil em conseguir a concessão para instalação do modelo do avião aqui, já que normalmente é proibido a utilização desta área. Talvez por ser um avião tão importante e tão falado nos últimos anos, o Governo Federal e o Governo do DF concordaram com esta exibição.

VJ – O caça é provavelmente dentre os ativos de uma força aérea, o que mais desperta o interesse de jovens para a carreira de piloto militar. Como o senhor avalia o efeito do Gripen, incorporando estas novas tecnologias, representando uma nova geração, sobre a procura de candidatos para ingresso na Força?

Brigadeiro Rossato – A carreira militar sempre foi atrativa no Brasil, até porque a área militar é bastante organizada, é um dos exemplos dentro da sociedade. Então o jovem sempre teve um grande interesse em entrar nas atividades militares, e a aviação certamente atrai bastante. E quando vê um avião com a tecnologia do Gripen, com a divulgação que tem, a juventude logicamente se interessa mais. Assim como times que ganham, tem mais torcedores, um avião como esse vai trazer mais gente interessada na Força Aérea.

VJ – O Ministro da Defesa, Jaques Wagner, manifestou recentemente sua boa impressão acerca das tecnologias embarcadas, em particular sobre a modernidade do visor único de tela larga, o Wide Area Display, que é um diferencial do Gripen NG Brasil, como um dos requerimentos da FAB. Como o senhor avalia essa manifestação de aprovação do Ministro da Defesa?

Brigadeiro Rossato – O Ministro Jaques Wagner sempre foi incentivador do Gripen. Ele jamais deixou de nos dar o apoio integral para este nosso programa estratégico. E quando ele recebeu de um capitão nosso que participou do treinamento na Suécia, um briefing sobre a capacidade dos armamentos, sobre a capacidade do radar, na capacidade da eletrônica em geral, ele toma consciência da importância disso. Inclusive dentro do cenário moderno, para domínio do espaço aéreo, é fundamental que a gente tenha um avião como esse, e o nosso Ministro está perfeitamente alinhado com a nossa posição.

VJ – O Brasil diz buscar seu reconhecimento como ator global. Já há tempos vem pleiteando um assento definitivo no Conselho de Segurança da ONU, mas é óbvio que para cada bônus há equivalente ônus. Com a incorporação do Gripen na Força Aérea Brasileira, um caça que já participou de Forças de Coalisão autorizadas pelas Nações Unidas, e envolvendo a própria indústria nacional na produção deste nível de tecnologia, como o senhor avalia os avanços que o Brasil possa ter quanto a sua influência regional e eventualmente global, estando equipado apropriadamente para atender uma convocação da ONU?

Brigadeiro Rossato – Bem, eu entendo que qualquer país tem interesse em ter maior presença na ONU. O Brasil talvez por ser um país gigantesco, com o tamanho que nós temos, é mais do que natural que tenhamos essas ambições. Quanto a ter o Gripen, ou qualquer outro armamento moderno que nós estamos incorporando às Forças Armadas, isso ajuda em alguma coisa, mas nós estamos principalmente interessados na defesa da nossa soberania.

Todas as Forças estão interessadas nisso. Nós víamos há muitos anos, praticamente vinte anos atrás, ou até mais, que nós precisávamos de um caça desta geração, porque ele é o ponto central da defesa da soberania, e todos nós sabemos que o poder aéreo é fundamental. Se nós não tivermos poder aéreo não adianta termos outras coisas. Todas as guerras recentes mostram essa predominância do poder aéreo. Posteriormente, depois de ter o domínio do espaço aéreo, é que vem as ações decorrentes, mas esta é fundamental.

Fonte:  http://www.defesanet.com.br/gripenbrazi ... Exclusiva/ (http://www.defesanet.com.br/gripenbrazil/noticia/19544/Comandante-da-Aeronautica---Entrevista-Exclusiva/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 25, 2015, 03:12:19 pm
Esquadrões de helicóptero da FAB e do Exército participam de treinamento

Um dos objetivos foi abordar técnicas de lançamento de paraquedistas

(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2015/06/26330_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Com o objetivo de trocar conhecimentos operacionais e logísticos sobre o helicóptero H-36 Caracal, o Esquadrão Falcão (1°/8° GAV) e 1º Batalhão de Aviação do Exército (1º BAvEx), ambos sediados em Belém (PA), realizaram, entre os dias 17 e 19 de junho, um intercâmbio de infomações e doutrina na capital paraense.

As duas unidades operam o mesmo tipo de helicóptero, que é conhecido no Exército como HM-4.Durante esse período, a FAB apresentou algumas das doutrinas utilizadas nas operações de Resgate em Combate (CSAR - Combat Search and Rescue) e Kapoff (Resgate na água). O Exército focou suas apresentações nos parâmetros utilizados durante o lançamento de paraquedistas do helicóptero.

A partir do dia 29 de junho, durante a operação CSAR em Campo Grande (MS), o 1°/8° GAV deverá realizar o lançamento de paraquedistas do helicóptero, missão que a unidade nunca realizou com essa aeronave.

"Os paraquedistas do Esquadrão Aeroterrestre Salvamento têm realizado esse tipo de salto em conjunto com o Exército. Será a primeira vez que o Esquadrão Falcão vai realizar essa missão com o H-36 Caracal", explica o Capitão Aviador Izan Ribeiro de Alencar, oficial de doutrina do Esquadrão Falcão. Segundo ele, é importante esse tipo de treinamento. “Ter os conhecimentos doutrinários alinhados entre as três Forças é essencial para uma operação conjunta segura entre as forças”,completou.

Já o Major de Exército Flávio dos Santos Junior, Subcomandante do 1º BAvEx, ressaltou a importância da troca de conhecimentos entre operadores de uma mesma aeronave que está sendo implantada nas Forças Armadas. O 1º BAvEx possui cinco helicópteros desse modelo.  “Atividades de integração entre as Forças Armadas permite que tanto o Exército como a FAB obtenham ganhos técnico-operacionais, buscando um melhor aproveitamento das potencialidades dos equipamentos”, destacou.

(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2015/06/26331_resize_800_600_false_true_null.jpg)

(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2015/06/26332_resize_800_600_false_true_null.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: night_runner em Junho 26, 2015, 05:07:16 am
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Brazil seeks to renegotiate Gripen financing plan
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Brazil is reportedly seeking to restructure its financing agreements with Sweden over the procurement of Saab Gripen aircraft, as the South American country's defence budget is hit by austerity cuts.

According to press reports, Brazilian leader President Dilma Rousseff has requested an amendment to the financing arrangement with the Swedish Export Credit Corporation (SEK) to lower the interest rates on the loans for the aircraft. The previously agreed rates were frozen at the time the contract was signed.

Brazil announced earlier this month that it was cutting the amount it would be borrowing from SEK from BRL1 billion (USD324 million) to BRL200 million for the first disbursement for the procurement.

...
http://www.janes.com/article/52564/braz ... ncing-plan (http://www.janes.com/article/52564/brazil-seeks-to-renegotiate-gripen-financing-plan)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 26, 2015, 02:50:33 pm
Aviação de Reconhecimento da FAB

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Junho 27, 2015, 09:37:00 am
http://www.aereo.jor.br/2015/06/26/brasil-tem-prazo-de-dez-dias-para-acertar-acordo-de-financiamento-de-caca-sueco/
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O governo brasileiro tem prazo de mais dez dias para entrar em acordo com os suecos a respeito da assinatura do contrato de financiamento dos 36 caças Gripen NG, que foram adquiridos em contrato assinado em outubro de 2014, no valor de US$ 5,4 bilhões. Terminou ontem o prazo oficial. A presidente Dilma Rousseff telefonou nesta semana para o primeiro-ministro da Suécia, Stefan Löfven, em busca de uma solução.

No acordo com a Saab, fabricante dos caças, ficou estabelecido que o contrato de financiamento seria aprovado até oito meses após a assinatura do contrato de aquisição, mas as duas partes ainda têm mais dez dias para discutir se vão estender o prazo para renegociar algumas questões, como redução das taxas de juros.

“Os detalhes sobre o contrato de financiamento, se haverá redução de juros ou não, estão sendo discutidos diretamente pelo Ministério da Fazenda e a Secretaria de Economia e Finanças da Aeronáutica (Sefa)”, disse o presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (Copac), brigadeiro Paulo Roberto Chã.

De acordo com fontes ouvidas pelo Valor, a Fazenda pretende renegociar as taxas de juros que foram objeto de acFiordo no ano passado, alegando que houve recuo desde a assinatura do contrato. O financiamento tem como base a CIRR, taxa de empréstimo praticada por agências oficiais de crédito à exportação dos países integrantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), calculada com base na remuneração dos títulos públicos emitidos no mercado doméstico de cada país.

Nos bastidores, os suecos argumentam que a renegociação da taxa representaria violação do Arranjo de Crédito à Exportação da OCDE e poderia gerar punições no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC). O arranjo, segundo afirmam os fornecedores dos caças, define que a taxa válida é aquela do momento do contrato.

Chã reafirmou que a Força Aérea Brasileira (FAB) tem orçamento aprovado de R$ 1 bilhão para ser gasto com o programa dos caças F-X2 em 2015, mas que ainda não tem autorização para usar os recursos e iniciar o pagamento. “O Ministério da Fazenda pode contingenciar esse valor, ou seja, pagar um pouco agora e o restante até o final do ano, mas o recurso aprovado tem que ser faturado em 2015.”

A Saab já concordou, inclusive, em receber menos no período inicial do contrato. O importante, segundo fontes que participam das discussões, é ter algum empenho no orçamento de 2015 – mesmo que seja para deixar esses recursos carimbados como “restos a pagar” para os próximos anos. Já a renegociação das taxas de juros é considerada um assunto de extrema sensibilidade para os suecos, que alegam não haver espaço legal para a abertura de um precedente.

O presidente da Copac alertou sobre a importância de se definir a questão do financiamento do contrato antes de agosto. Caso contrário, haverá impacto no processo de transferência de tecnologia do projeto doscaças para as empresas e instituições de pesquisa brasileiras envolvidas.

“Em agosto os engenheiros da Embraer e de mais cinco empresas começam a se deslocar para as fábricas da Saab na Suécia. Se o financiamento não tiver sido resolvido, haverá atraso no envio dessas pessoas para a Saab”, disse.

As demais empresas parceiras da Saab no desenvolvimento do Gripen NG são a Inbra, Ael Sistemas, Akaer, Atech e Mectron. O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial também vai enviar 21 especialistas para serem treinados na Suécia. O F-X2 prevê a mobilização de 357 engenheiros e técnicos da indústria aeronáutica e de defesa brasileira para trabalhar no desenvolvimento dos caças na Suécia. A maior parte deles, 240 profissionais, será enviada pela Embraer, empresa que coordenará as atividades de desenvolvimento, produção e montagem do avião no Brasil.
Continua o impasse... :roll:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/04/Gripen-NG-Mock-up-580x395.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Junho 30, 2015, 10:26:17 am
http://www.aereo.jor.br/2015/06/29/producao-do-kc-390-nao-tem-recursos-garantidos/
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O programa de desenvolvimento do jato de transporte militar KC-390, a cargo da Embraer, é o único projeto estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB) que teve autorização do governo para o recebimento de recursos aprovados pela Lei Orçamentária Anual (LOA) em 2015. Mas o mesmo não acontece para a sua produção.

O desenvolvimento do cargueiro é considerado prioridade número um na FAB, tendo em vista que qualquer atraso pode comprometer as vendas da aeronave no mercado internacional. “Os recursos estão sendo liberados de forma parcelada e no valor total de R$ 771 milhões para este ano”, disse o presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (Copac), brigadeiro Paulo Roberto de Barros Chã.

Embora seja considerado prioritário, os recursos para a fase de produção da aeronave ainda não foram confirmados. A Lei Orçamentária prevê R$ 400 milhões para a produção do KC-390 este ano. O contrato de produção de 28 aeronaves para a FAB, avaliado em R$ 7,2 bilhões, foi assinado com a Embraer em maio do ano passado. Em 2014 a Embraer recebeu R$ 20 milhões para iniciar as atividades de produção do KC-390.

A certificação para voo da versão civil do KC-390, que será emitida pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), está prevista para o fim de 2016. Já a certificação militar, conduzida pelo Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), vinculado ao DCTA, deverá ocorrer no segundo semestre de 2017. O certificado de tipo (do projeto) é garantia da segurança de operação da aeronave e cumprimento dos requisitos de projeto.

O processo de certificação do KC-390, segundo o brigadeiro Alvani Adão da Silva, diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), já produziu cerca de 1500 relatórios entre desenvolvimento e certificação (civil e militar), dos quais um terço já foi aprovado. “Estamos agora entre as fases de aprovação do plano de certificação pelas autoridades e a demonstração de cumprimento dos requisitos. O KC-390 também se prepara para a realização dos ensaios em voo, fundamentais para a demonstração do cumprimento dos requisitos.”

Para cumprir os prazos previstos no cronograma de trabalho da certificação, o IFI foi autorizado pelo governo a contratar 34 servidores temporários. Os novos profissionais também darão apoio às atividades de certificação e de compensação comercial, industrial e tecnológica no âmbito do projeto dos caças F-X2.

Além do KC-390, a Copac é responsável pela coordenação dos principais programas de reaparelhamento da FAB, entre eles a aquisição dos caças suecos Gripen NG e dos helicópteros H225, que também estão sendo adquiridos pela Marinha e o Exército. Para os demais projetos, mesmo com orçamento aprovado, a Copac ainda não teve autorização para repassar os recursos.

O programa F-X2 tem R$ 1 bilhão aprovados para o exercício de 2015. “Temos o crédito, mas não temos o numerário para pagar ou o financiamento aprovado”, afirmou o presidente da Copac. Independentemente do valor que será autorizado para a primeira parcela, segundo o brigadeiro, os recursos do F-X2 terão que ser faturados em 2015.

No caso do programa dos helicópteros H225M, produzidos para as três Forças pela Helibras, o presidente da Copac diz que foi aprovado R$ 323 milhões para 2015, mas a proposta orçamentária previa R$ 538 milhões. A Copac, no entanto, ainda não obteve autorização para liberar os recursos aprovados para o projeto.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/02/KC-390-em-voo-580x339.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 30, 2015, 06:14:55 pm
FAB desiste de alugar caças Gripen, afirma diretor do DCTA

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/01/Gripen-C-frontal-foto-SAAB.jpg)

O cenário de ajuste fiscal no Brasil colocou por terra o projeto de arrendamento de 12 caças Gripen C/D, modelo antecessor da nova geração NG, que está sendo adquirida pela Força Aérea Brasileira (FAB). A necessidade operacional da FAB continuará sendo suprida, ainda que precariamente, pelos caças F-­5 modernizados pela Embraer.

“Diante da atual conjuntura de ajuste fiscal, o Comando da Aeronáutica começou a avaliar, como alternativa, a possibilidade de antecipar o simulador de voo do Gripen NG, como forma de propiciar a familiarização dos pilotos e mecânicos com a nova plataforma”, disse o diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), brigadeiro Alvani Adão da Silva.

Além do treinamento dos pilotos propriamente dito, segundo Alvani, o simulador também permitirá uma melhor avaliação das potencialidades do novo caça e até a possibilidade de serem sugeridas mudanças na plataforma, no sentido de melhorar a sua performance.

A proposta de arrendamento, segundo ele, começou a ser discutida entre o Comando da Aeronáutica e o governo sueco no ano passado. O negócio não tinha nenhuma relação com a compra dos 36 caças do programa F­X2. O aluguel dos aviões era considerado uma solução interina, que iria preencher a lacuna operacional entre a desativação das aeronaves Mirage F2000 ,em dezembro de 2013, e a entrega dos primeiros jatos Gripen NG, prevista para ocorrer a partir de 2019.

A FAB esclareceu que o contrato de aquisição do Gripen, assinado em outubro de 2014, foi firmado em coroas suecas, correspondendo a um valor de US$ 5,4 bilhões na época. Hoje, porém, este montante equivale a cerca de US$ 4,6 bilhões, já que houve variação na taxa de câmbio entre o dólar americano e a coroa sueca. A taxa de conversão utilizada, segundo a FAB, foi a do Banco Central do Brasil.

Sobre o contrato de financiamento dos caças, o diretor do DCTA disse que qualquer redução que se consiga nas taxas de juros é um esforço que está sendo feito para melhorar a situação fiscal do país. “Este contrato é tão importante para o Brasil quanto para a Suécia. Acredito que os dois lados estão em sintonia para buscar uma solução. Para quem esperou 18 anos, um ou dois meses a mais não faz diferença”, afirmou.

O brigadeiro admitiu, porém, que se não houver um acordo antes do mês de agosto, será necessário fazer um ajuste no cronograma de envio dos técnicos e engenheiros brasileiros que irão trabalhar no desenvolvimento dos primeiros caças na Suécia.

Pelo acordo acertado entre Saab e a FAB, a empresa sueca vai receber 357 engenheiros de empresas brasileiras e do DCTA. A maior parte, 240 profissionais, será enviada pela Embraer, empresa que também coordenará as atividades de desenvolvimento, produção e montagem do avião no Brasil. Também foram selecionadas para participar do desenvolvimento do Gripen NG as empresas Inbra, Ael Sistemas, Akaer, Atech e Mectron.

FONTE: Valor Econômico

http://www.aereo.jor.br/2015/06/30/fab- ... r-do-dcta/ (http://www.aereo.jor.br/2015/06/30/fab-desiste-de-alugar-cacas-gripen-afirma-diretor-do-dcta/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Junho 30, 2015, 06:36:26 pm
GRIPEN E/F - Simbiose de mercado

A parceria entre o Brasil e a Suécia para a construção do caça Gripen E/F analisada por Pedro Paulo Rezende

(http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2015/06/26396_resize_800_600_false_true_null.jpg)

O Brasil comprou uma ideia, e não um avião, ao selecionar a proposta da empresa sueca SAAB como fornecedora de 36 aeronaves de caça para a Força Aérea Brasileira. O Gripen E/F tem menos de 10% de partes comuns com a versão Gripen C/D, é 800 quilos mais pesado, possui uma fuselagem mais larga e uma superfície alar ligeiramente menor.

O primeiro protótipo ainda não voou em função da adequação da linha de montagem — a data prevista é junho de 2016. Em suma, somos sócios em um sonho e a SAAB depende do Brasil para colocar o novo modelo no mercado.

O Gripen C/D é sucesso de vendas, testado, confiável e de baixo custo, em uso na África do Sul, Hungria, República Checa e Tailândia. As negociações em curso — Croácia e Malásia — tratam da aquisição ou arrendamento de unidades usadas deste modelo de caça dos estoques da Força Aérea Sueca. Em contraponto, apenas Brasil e Argentina manifestaram interesse na nova versão em desenvolvimento. Ou seja, existe um claro processo simbiótico entre as duas partes no programa.

Estes fatos deveriam ser levados em conta enquanto o primeiro-ministro Stefan Löfven examina o pedido da presidente da República, Dilma Rousseff, para readequar os valores dos juros estabelecidos no pacote financeiro previsto no pré-contrato firmado pelo Comando da Aeronáutica em 24 de outubro do ano passado.

Economia

No último dia 23, Dilma e Löfven mantiveram uma longa conversa telefônica. Na ocasião, a chefe de Estado deixou claro que o Brasil não vai desistir da compra do Gripen E/F, mas pediu a redução dos juros, uma ideia do ministro Joaquim Levy para economizar R$ 1 bilhão ao longo de 21 anos.

O argumento de Levy se embasa em um ponto: as taxas praticadas hoje são menores que as estabelecidas pela OCDE em outubro do ano passado. Segundo a Presidência da República do Brasil, o primeiro-ministro ouviu a demanda com simpatia, mas alegou, sem fechar posição, que seria de difícil execução, uma vez que a medida necessita de aprovação pelo Parlamento da Suécia.

Aqui cabe uma explicação. Um contrato internacional inclui várias fases. No modelo adotado para a concorrência F-X2 estabeleceram-se dois pontos principais. No pré-contrato consolidou-se uma série de aspectos técnicos, o preço e a taxa de juros a ser seguida. No segundo, detalharam-se as cláusulas do pacote financeiro, que deveria ser assinado até oito meses depois, 24 de junho último, pelo ministro da Fazenda — cargo ocupado atualmente por Joaquim Levy.

A Corporação Sueca de Crédito de Exportação (SEK), garante do financiamento, usou as normas da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para o cálculo dos juros acertados entre o Comando da Aeronáutica e a SAAB em 24 de outubro de 2014. A OCDE, mensalmente, estabelece as taxas — conhecidas como Commercial Interest Reference Rates (CIRRs) — com base nos rendimentos oferecidos por cada Banco Central nos bônus colocados no mercado interno. As regras também determinam o congelamento do valor dos juros ao que era praticado na assinatura do primeiro contrato.

Depois de conversar com a presidente, o ministro da Defesa, Jacques Wagner, um dos principais articuladores do governo, está otimista. Dilma destacou o clima cordial da conversa com o primeiro-ministro sueco, na qual conseguiu ampliar em dez dias o prazo final para a assinatura do pacote financeiro por Levy. Anteriormente, houve outra concessão por parte da SAAB. Haveria um desembolso de R$ 1 bilhão neste ano, que foi dividido em cinco parcelas anuaí para não sobrecarregar o Tesouro.

A ampliação do prazo negociada por Dilma se encerra no próximo dia três. Na pior das hipóteses, o pacote financeiro será assinado como está, mas todas as autoridades brasileiras envolvidas no processo acreditam em uma resposta positiva da Suécia.

Fonte: http://www.defesanet.com.br/gripenbrazi ... e-mercado/ (http://www.defesanet.com.br/gripenbrazil/noticia/19591/GRIPEN-E-F---Simbiose-de-mercado/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Junho 30, 2015, 09:06:22 pm
Como o mundo existe para além das Forças Armadas Brasileiras, talvez uma notícia que não está directamente relacionada com estas devesse ser colocada num tópico mais adequado — digamos que na subsecção Indústrias de Defesa viewforum.php?f=16 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewforum.php?f=16) — onde o caríssimo Vítor Santos poderia criar um novo tópico dedicado à industria militar brasileira ou, caso não esteja disposto a tanto, simplesmente utilizar o actual tópico Notícias (Indústrias de Defesa) viewtopic.php?f=16&t=12198 (http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=16&t=12198)

 :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Junho 30, 2015, 09:59:15 pm
Feito. Movido para aqui:
 :G-Ok:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Julho 01, 2015, 09:37:46 am
http://www.aereo.jor.br/2015/06/30/esquadrao-poti-retoma-treinamento-de-combate-aereo/
Citar
O Esquadrão Poti (2°/8° GAV), qu e opera os helicópteros de ataque da Força Aérea Brasileira (FAB) AH-2 Sabre, retomou, em junho, o treinamento de combate aéreo similar. O termo se refere a situações em que dois helicópteros do mesmo modelo se enfrentam em combate aéreo. Esse tipo de exercício já era realizado desde 1996, quando o esquadrão ainda operava os helicópteros H-50 Esquilo, e foi interrompido em 2010 durante o processo de implantação dos AH-2 Sabre na FAB.

O objetivo do treinamento é habilitar os pilotos da unidade, sediada em Porto Velho (RO), para o cumprimento de todas as ações de força aérea atribuídas ao esquadrão, como escolta, varredura, defesa aérea e interceptação.

O treinamento teve início com a fase de combates 1 contra 1. O próximo passo, após esta etapa, é retomar também os voos mais avançados de combate aéreo, incluindo o combate 2 contra 1 similar. Em seguida, o foco passará a ser o combate dissimilar, quando o helicóptero enfrenta um outro tipo de aeronave, por exemplo, o caça A-29 Super Tucano.

“Espera-se com isso que a Unidade esteja plenamente capacitada para contribuir com a defesa do espaço aéreo brasileiro até a execução dos Jogos Olímpicos no Brasil. Dessa forma, a FAB poderá contar com mais um elo na execução da sua missão constitucional”, afirmou o Oficial de Operações do Esquadrão, Major Aviador Rômulo Amaral.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/02/AH-2-Sabre-foto-FAB-1-580x387.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 01, 2015, 07:30:11 pm
Brasil receberá novas aeronaves SC-105 Amazonas em 2017

Modelo terá equipamentos específicos para a missão, como radar e sistema eletro-ótico

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25428/i1563016083054864.png)

A frota da Aviação de Busca e Salvamento da Força Aérea Brasileira (FAB) vai ser reforçada: está previsto para 2017 o início da entrega de três SC-105 Amazonas projetados especificamente para missões de busca e salvamento (SAR). Os aviões terão equipamentos de bordo para aumentar as possibilidades de localizar aeronaves, embarcações ou pessoas desaparecidas, inclusive no período noturno.

Os três novos aviões, adquiridos da empresa europeia AIRBUS Defence & Space, contarão com um sistema eletro-óptico de busca por imagem e por espectro infra-vermelho. Isso permitirá realizar buscas pelo calor, permitindo detectar, por exemplo, uma aeronave encoberta pela vegetação, ou uma pessoa no mar.

No nariz, os aviões terão o radar EL/M-2022A(V)3, capaz de realizar buscas sobre terra ou mar, com alcance de até 360 quilômetros. Um sistema de comunicação via satélite também permitirá o contato com outras aeronaves ou centros de coordenação de salvamento (Salvaero), mesmo quando os SC-105 voarem a baixa altura.

Cada um dos SC-105 terá uma tripulação de pelo menos oito militares: dois pilotos, um mecânico, dois operadores de sistemas de missão (Radar e FLIR) e quatro observadores, especialistas que sentarão diante de quatro janelas em formato de bolha para poderem realizar a busca visual. Dependendo da missão, no entanto, podem ser levados mais militares para realizarem o revezamento nas posições durante os voos que podem durar até dez horas.

Também podem embarcar paraquedistas e um mestre de carga, loadmaster, responsável pelo lançamento de botes salva-vidas ou de mantimentos para sobreviventes localizados. A variação revela o caráter multimissão do SC-105: busca, transporte de carga, lançamento de paraquedistas, evacuação aeromédica e vigilância.

As aeronaves devem operar com o Esquadrão Pelicano (2°/10° GAV), sediado em Campo Grande (MS), de onde podem se deslocar para qualquer parte do território nacional. Os aviões são semelhantes aos dez C-105 Amazonas de transporte operados por unidades de Campo Grande e de Manaus e aos dois SC-105 Amazonas hoje em uso pelo Esquadrão Pelicano, mas de uma versão mais básica, com apenas duas janelas de observação e sem os equipamentos específicos para a missão SAR.

Ao lado dos P-3AM Orion e dos KC-390, os três novos SC-105 serão os principais aviões da FAB responsáveis por garantir o cumprimento do papel do Brasil nos acordos internacionais de busca e salvamento. Como signatário da Organização da Aviação Civil Internacional e da Organização Marítima Internacional, o Brasil é responsável por uma área que se estende até o meridiano 10. Somado ao território continental, são mais de 22 milhões de quilômetros quadrados sob responsabilidade brasileira.

Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... as-em-2017 (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22424/BUSCA-E-SALVAMENTO---Brasil-receber%C3%A1-novas-aeronaves-SC-105-Amazonas-em-2017)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 01, 2015, 07:34:18 pm
Citação de: "mafets"
http://www.aereo.jor.br/2015/06/30/esquadrao-poti-retoma-treinamento-de-combate-aereo/
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O Esquadrão Poti (2°/8° GAV), qu e opera os helicópteros de ataque da Força Aérea Brasileira (FAB) AH-2 Sabre, retomou, em junho, o treinamento de combate aéreo similar. O termo se refere a situações em que dois helicópteros do mesmo modelo se enfrentam em combate aéreo. Esse tipo de exercício já era realizado desde 1996, quando o esquadrão ainda operava os helicópteros H-50 Esquilo, e foi interrompido em 2010 durante o processo de implantação dos AH-2 Sabre na FAB.

O objetivo do treinamento é habilitar os pilotos da unidade, sediada em Porto Velho (RO), para o cumprimento de todas as ações de força aérea atribuídas ao esquadrão, como escolta, varredura, defesa aérea e interceptação.

O treinamento teve início com a fase de combates 1 contra 1. O próximo passo, após esta etapa, é retomar também os voos mais avançados de combate aéreo, incluindo o combate 2 contra 1 similar. Em seguida, o foco passará a ser o combate dissimilar, quando o helicóptero enfrenta um outro tipo de aeronave, por exemplo, o caça A-29 Super Tucano.

“Espera-se com isso que a Unidade esteja plenamente capacitada para contribuir com a defesa do espaço aéreo brasileiro até a execução dos Jogos Olímpicos no Brasil. Dessa forma, a FAB poderá contar com mais um elo na execução da sua missão constitucional”, afirmou o Oficial de Operações do Esquadrão, Major Aviador Rômulo Amaral.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/02/AH-2-Sabre-foto-FAB-1-580x387.jpg)

Cumprimentos

(http://i0.wp.com/www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/06/i156299432253635.jpg)

O Esquadrão Poti (2°/8° GAV), que opera os helicópteros de ataque da Força Aérea Brasileira (FAB) AH-2 Sabre, retomou, em junho, o treinamento de combate aéreo similar. O termo se refere a situações em que dois helicópteros do mesmo modelo se enfrentam em combate aéreo. Esse tipo de exercício já era realizado desde 1996, quando o esquadrão ainda operava os helicópteros H-50 Esquilo, e foi interrompido em 2010 durante o processo de implantação dos AH-2 Sabre na FAB.


O objetivo do treinamento é habilitar os pilotos da unidade, sediada em Porto Velho (RO), para o cumprimento de todas as ações de força aérea atribuídas ao esquadrão, como escolta, varredura, defesa aérea e interceptação.

O treinamento teve início com a fase de combates 1 contra 1. O próximo passo, após esta etapa, é retomar também os voos mais avançados de combate aéreo, incluindo o combate 2 contra 1 similar. Em seguida, o foco passará a ser o combate dissimilar, quando o helicóptero enfrenta um outro tipo de aeronave, por exemplo, o caça A-29 Super Tucano.

(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/06/i1562994324147156.bmp)

Espera-se com isso que a Unidade esteja plenamente capacitada para contribuir com a defesa do espaço aéreo brasileiro até a execução dos Jogos Olímpicos no Brasil. Dessa forma, a FAB poderá contar com mais um elo na execução da sua missão constitucional”, afirmou o Oficial de Operações do Esquadrão, Major Aviador Rômulo Amaral.

AH-2 SABRE

Os AH-2 Sabre são os primeiros helicópteros de combate em operação nas Forças Armadas brasileiras e começaram a ser utilizados em 2009. Em novembro de 2014, o esquadrão recebeu os três últimos exemplares da sua frota de doze helicópteros.

Cada AH-2 conta com um canhão de 23 mm capaz de disparar até três mil tiros em um minuto. Para se ter uma ideia, cada tiro de 23mm causa o mesmo impacto de quase 100 tiros de uma arma calibre 7,62mm, como os fuzis utilizados por tropas no solo.

Com peso de 12 toneladas, os helicópteros têm blindagens em partes essenciais, como o tanque de combustível. A cabine dos pilotos, além de blindada, também é vedada para o caso de contaminação química ou biológica.

Fonte:  http://www.cavok.com.br/blog/fab-esquad ... ate-aereo/ (http://www.cavok.com.br/blog/fab-esquadrao-poti-retoma-treinamento-de-combate-aereo/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Julho 04, 2015, 09:43:38 am
http://www.aereo.jor.br/2015/07/03/esquadrilha-da-fumaca-faz-primeira-demonstracao-publica-com-a-29-super-tucano/
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APRESENTAÇÃO FOI REALIZADA NA MANHÃ DESTA SEXTA-FEIRA (03/07) DURANTE CERIMÔNIA NA AFA

O Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), também conhecido como Esquadrilha da Fumaça, realizou na manhã desta sexta-feira (03/07), sua primeira apresentação após a substituição da aeronave T-27 Tucano pelo A-29 Super Tucano. A demonstração aconteceu durante a cerimônia de entrega de espadim aos cadetes do primeiro ano da Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP).

O comandante da Esquadrilha da Fumaça, Tenente-Coronel Marcelo Gobett Cardoso, ressaltou como foi retomar as atividades com o novo avião. “Foi uma honra porque foram dois anos de implantação da nova aeronave. Foram muitos treinamentos, muitos voos para conhecer a aeronave e adaptar o display de demonstração. Poder concluir, fazer um fecho desse trabalho todo, é muito gratificante, um motivo de muito orgulho”, disse o militar.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/07/Esquadrilha-da-Fuma%C3%A7a-com-Super-Tucano-volta-%C3%A0s-demonstra%C3%A7%C3%B5es-foto-FAB-580x387.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/07/Esquadrilha-da-Fuma%C3%A7a-com-Super-Tucano-volta-%C3%A0s-demonstra%C3%A7%C3%B5es-foto-EDA-CB-Diego-AFA-580x365.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 06, 2015, 03:49:04 pm
Padronização é meta de exercício de busca e salvamento em combate

A atividade envolve cerca de 350 militares de diversas unidades de todo o Brasil

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C  Sgt Batista/CECOMSAERoordenar cerca de 350 militares, 15 aeronaves e mais de 10 esquadrões vindos de norte a sul do País. Esse é um dos desafios do Exercício Operacional de Busca e Salvamento em Combate (CSAR). Manter a doutrina para que todas as unidades envolvidas possam atuar juntas e de maneira padronizada está entre os principais objetivos do exercício. A atividade é realizada a partir da Base Aérea de Campo Grande e vai até o próximo domingo (05/07).

O planejamento de um exercício operacional como esse começa no ano anterior e envolve não só a parte das operações aéreas, mas também toda a logística. Para o coordenador geral do evento, Coronel Aviador Eduardo Rodrigues da Silva, essa é a oportunidade de reunir todas as unidades envolvidas com busca e salvamento em combate. “São nessas atividades que eliminamos as possíveis diferenças, além de aperfeiçoar as técnicas empregadas. Todos os esquadrões devem atuar de maneira uniforme, a doutrina tem que ser igual no sul, no norte, em qualquer lugar do País”, explica.

O exercício é realizado pela Segunda Força Aérea (II FAE), unidade responsável pelo preparo operacional das unidades de busca e salvamento da Força Aérea Brasileira. Durante o CSAR, é verificado como está a eficiência das equipagens e tripulações de acordo com o que está previsto nos manuais. “Aqui a II FAE está observando de perto suas unidades subordinadas, como cada uma está exercendo sua função”, afirma o Coronel Rodrigues, que é também Chefe do Estado-Maior da II FAE.

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Em uma missão de busca e salvamento em combate estão envolvidos esquadrões de helicópteros, que desempenham atividades de resgate e escolta, aeronave de reconhecimento, unidades de tiro equipadas com mísseis e radares, além de pessoal especializado em operações especiais para guiamento aéreo avançado. São esquadrões sediados em diversas localidades do Brasil como Belém (PA), Santa Maria (RS), Rio de Janeiro (RJ), Anápolis (GO), Campo Grande (MS), Manaus (AM) e Porto Velho (RO).

“Durante o exercício, as técnicas utilizadas pelos militares são verificadas e avaliadas. A partir daí é possível medir a eficiência de nossas equipagens e tripulações. Além disso, também permite que façamos alterações e atualizações doutrinárias de acordo com as situações levantadas na execução das missões e em alinhamento com o que esta acontecendo no cenário mundial sobre o tema”, explica o Chefe de Doutrina da II FAE, Capitão Aviador João Carlos Perpétua Barbosa.

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A FAB possui um manual para atuação em CSAR, fruto de estudos realizados com base em missões reais de outros países com maior experiência no assunto. Antes de realizar o treinamento, os militares passam por aulas teóricas para atualizar e nivelar o conhecimento entre os participantes. Antes de cada voo, todos os envolvidos realizam briefings para estudar a estratégia, cenário e condições da missão. Após a atividade, são realizadas reuniões para avaliação daquilo que foi feito durante o treinamento.

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Fonte:  http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... em-combate (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22457/OPERACIONAL---Padroniza%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-meta-de-exerc%C3%ADcio-de-busca-e-salvamento-em-combate)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 06, 2015, 04:16:31 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 07, 2015, 01:31:18 pm
Militar da FAB ministra instrução operacional sobre o A-29 Super Tucano

Serão mais de cinco meses de intercâmbio operacional na Força Aérea do Equador

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25459/i157310492854444.jpg)

Destino: cidade de Manta, litoral do Equador. Neste local, um piloto da Força Aérea Brasileira (FAB) ficará pelos próximos cinco meses e meio. O Tenente Raphael Kersul vai ministrar instruções operacionais da aeronave A-29 Super Tucano aos militares da Força Aérea Equatoriana.

“A doutrina da nossa aviação é muito forte. O preparo dos pilotos, o estudo e a dedicação, também. Espero poder passar um pouco dessa determinação e vontade que nós temos aqui, na região Norte, onde tudo é mais longe e mais difícil”, explica o militar que iniciou a missão na metade de junho.

O objetivo é ajudar na formação de pilotos de caça e de líderes de esquadrilha da aviação de caça do país sul-americano. No Brasil, essas ações são realizadas pelos Esquadrões Joker, Grifo, Flecha e Escorpião. De acordo com o Tenente Kersul, a expectativa é ampliar o conhecimento e ajudar a Força Aérea Equatoriana a crescer. “Essa é uma oportunidade única. Espero voar o máximo possível para, além de ensinar, absorver o conhecimentos do país”, afirmou.

Antes da missão, a preparação foi intensa. O Tenente Kersul deixou tudo organizado, fez curso de espanhol, preparou o passaporte e a mente para o desafio de conviver com uma nova cultura. “Acredito que a adaptação ao novo país será o maior desafio”, ressaltou.

Intercâmbios operacionais -  O Equador é uma das dez nações que adquiriram o A-29 Super Tucano, aeronave fabricada no Brasil pela Embraer. Após a venda, o país compra  dor requer instrutor e mecânicos para ajudar na formação operacional das tripulações que vão operar o avião.

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Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... per-Tucano (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22453/NOTAER---Militar-da-FAB-ministra-instru%C3%A7%C3%A3o-operacional-sobre-o-A-29-Super-Tucano)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 07, 2015, 01:36:44 pm
Aviação de Asas Rotativas da FAB

Imagens de Busca e Salvamento, Resgate, Emprego de Armamento, Missões Humanitárias nos helicópteros: AH-2 SABRE, H-34 SUPER PUMA, H-36 CARACAL, H-60 BLACK HAWK, H-1H, H-50 ESQUILO. Imagens: CECOMSAER, 1º/11º GAV, 1º/8º GAV, 7º/8º GAV.


Exercício Operacional de Busca e Salvamento em Combate (CSAR) na Base Aérea de Campo Grande (BACG):

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 08, 2015, 09:59:41 pm
Inicia-se a montagem do laboratório na nova aeronave da FAB

O jato executivo Legacy 500 será transformado na nova aeronave-laboratório do GEIV

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25490/i157716343751732.jpg)

O Projeto I-X, um dos projetos estratégicos da Força Aérea Brasileira (FAB), que prevê o desenvolvimento das novas aeronaves de inspeção em voo, começou hoje (08/07) uma fase importante: a integração do sistema. É nesta etapa que o jato executivo Embraer Legacy 500 será transformado na nova aeronave-laboratório da FAB.

O projeto objetiva o desenvolvimento e aquisição de seis aeronaves para substituir a atual frota do Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV). A primeira delas, que entrou hoje em fase de integração, será entregue em maio de 2016. Já a última, em novembro de 2017.

Segundo o gerente do projeto, Major Luís Fernando Câmara Ferro, a integração do sistema é a fase mais sensível e mais importante do desenvolvimento e deve durar nove meses. “Essa é a primeira vez que será feita a integração de um sistema de inspeção nesse tipo de aeronave, não só no Brasil, mas no mundo. São equipamentos de última geração que, aliados às características do Legacy 500, vão trazer segurança e conforto à tripulação, além de confiabilidade e precisão aos dados coletados”, explica o Major Ferro.

(http://fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25490/i157716343783374.jpg)

O GEIV é responsável por medir, aferir e calibrar equipamentos auxiliares à navegação aérea instalados em aeroportos de todo o País. Com maior precisão e confiabilidade nas inspeções, o maior ganho é da sociedade brasileira, que tem a seu favor equipagens capazes de garantir que todos os percursos aéreos, civis e militares, aconteçam de forma ainda mais segura.

As novas aeronaves-laboratório, que vão substituir os atuais IC-95 Bandeirante e Hawker HS-800, vão trazer diversos ganhos operacionais às tripulações. Foram instaladas mais 14 antenas na parte externa do avião, além das existentes. Será incorporada, além disso, uma câmera a laser que vai permitir à aeronave maior autonomia e independência em relação às equipes de solo.

Esse vai ser o único avião do mundo com tecnologia “fly by wire” (comandado eletronicamente) a ser utilizado para inspeção em voo. O papel também será eliminado da cabine: o check list dos pilotos será feito através de um tablet.

(http://fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25490/i1577163438115448.jpg)

O Comandante do GEIV, Tenente-Coronel Marcelo de Lima Pinheiro, explica que, com o avanço tecnológico, os sistemas de navegação aérea sofreram alterações e, para serem testados, necessitam de alguns equipamentos mais precisos a bordo das aeronaves. Para fazer determinadas inspeções, hoje, o Grupo tem usado aviões pertencentes às companhias aéreas. Com a chegada das novas aeronaves, essa carência será suprida.

"Outro aspecto importante que os Legacy 500 vão trazer para o GEIV é a otimização da inspeção, como a possibilidade de testar mais de um auxílio sem a necessidade de pouso, até mesmo em localidades diferentes. Com a frota que temos hoje, nós não conseguimos, por exemplo, decolar com o tanque de combustível cheio aqui do Aeroporto Santos Dumont, pois nossas aeronaves precisam de muita pista. Para ir a Manaus, primeiro preciso parar em Santa Cruz para abastecer", explica o Tenente-Coronel Pinheiro.

Fonte:  http://fab.mil.br/noticias/mostra/22482 ... oje-(08/07 (http://fab.mil.br/noticias/mostra/22482/INSPE%C3%87%C3%83O-EM-VOO---Inicia-se-hoje-(08/07))
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 09, 2015, 02:18:08 pm
Esquadrão Arara forma primeira mulher mestre de carga na Amazônia

Função tradicionalmente executada por homens envolve gerenciamento de até sete toneladas de carga do C-105 Amazonas

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25460/i157311210553465.jpg)

A Sargento Luana Eiterer deu um novo passo na carreira: tornou-se mestre de carga (loadmaster) da Força Aérea Brasileira. A função, normalmente executada por homens, prevê o controle da carga e do pessoal transportados no avião. “Qualquer um que tem amor pelo que faz conquista seus objetivos”, afirma.

O processo de formação foi de um ano e quatro meses no Esquadrão Arara (1°/9°GAV), sediado em Manaus (AM), onde trabalha na manutenção da aeronave C-105 Amazonas. A militar teve aulas teóricas sobre configuração da aeronave, procedimentos empregados nas missões, entre outros assuntos. Entendeu todos os sistemas da aeronave e participou de instruções práticas. Todas as missões foram avaliadas.

Para se formar, passou por duas provas: uma em solo e outra em voo. A nova função a fez perceber a importância de cada militar do efetivo da unidade aérea. “Quando comecei a viajar na nova função, ficou ainda mais claro para mim o valor de cada um do grupo, desde aqueles da manutenção até os que participam do cumprimento da missão”, disse.

Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... z%C3%B4nia (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22454/NOTAER---Esquadr%C3%A3o-Arara-forma-primeira-mulher-mestre-de-carga-na-Amaz%C3%B4nia)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 10, 2015, 03:02:40 pm
Implantação do A-29 na Esquadrilha da Fumaça levou 27 meses de trabalho

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2014/09/Port%C3%B5es-Abertos-BAAN-2014-3.jpg)

NO PERÍODO FORAM REALIZADAS 765 MISSÕES DE PERFIL ACROBÁTICO DEDICADAS EXCLUSIVAMENTE AO PROGRAMA

Do início do trabalho em abril 2013 à primeira demonstração oficial da Esquadrilha da Fumaça foram 27 meses de trabalho, incluindo 765 missões de perfil acrobático dedicadas exclusivamente ao programa de implantação do A-29 Super Tucano. O período foi dividido em fases, desde a instrução teórica sobre o novo avião até os testes da execução das manobras em diferentes regiões do país. A substituição do T-27 Tucano envolveu 18 pilotos e também impôs capacitação dos mecânicos e preparação da parte de logística.

“Dentro dos métodos disponíveis, da cultura organizacional, da mentalidade operacional de segurança de voo e do próprio grupo envolvido, fizemos o melhor que pudemos”, avalia o Oficial de Operações da Esquadrilha, Major Álvaro Escobar Veríssimo.

Etapas – A primeira fase de trabalho foi o estudo teórico do avião. Depois os pilotos realizaram a capacitação prática na aeronave, com treinamento em simulador e instrução de voo. Para o Comandante da Esquadrilha da Fumaça, Tenente-Coronel Marcelo Gobett Cardoso, “os processos desenvolvidos e a metodologia aplicada nos estudos e na atividade aérea foram fatores muito importantes durante todo o programa”.

Paralelo a isso, todos os mecânicos participaram de cursos de logística e manutenção da nova aeronave. E les também passaram por adaptação para o trabalho de pista, atividades que envolvem a verificação do óleo para a produção de fumaça, abastecimento de combustível, checagem dos sistemas, além da conferência de saída e assistência à amarração do piloto.

A terceira fase de preparação foi o desenvolvimento e o reconhecimento e controle de parâmetros críticos, como altura, velocidade, ângulo e potência. “É o momento em que o avião é levado aos seus limites”, explica o major. O grupo contou com a ajuda do piloto de ensaios em voo do Departamento de Ciência e Tecnologia da Aeronáutica (DCTA) e do piloto de testes da Embraer, fabricante do A-29, para compartilhar as técnicas de pilotagem em condições críticas de voo.

Um dos desafios do grupo foi desenvolver a arena de demonstração adequada ao novo avião A-29 Super Tucano. Quanto menor a arena, melhor será a visão do público, pois as manobras ficam concentradas. Porém, o Super Tucano com mais potência e mais velocidade pedia um espaço maior.

Nos 45 minutos de apresentação, incluindo as passagens de reconhecimento dos pontos, são realizadas cerca de 50 manobras no ar. Para cada uma delas há uma faixa de velocidade que varia entre 160 km/h até 540 km/h, ou seja, de velocidade considerada baixa para o avião até aproximar-se da máxima. “A condição para mudar de fase foi dominar o avião em toda a sua plenitude”, sintetiza o piloto número seis, na posição de ala direita.

O quarto estágio envolveu o desenvolvimento das manobras e do display. “Foi o que mais deu trabalho”, avisa o Major Escobar. Usado na defesa da fronteira continental, o A-29 não foi desenvolvido com o foco acrobático. Ele foi adaptado para este perfil de voo, assim como a maior parte das aeronaves usadas pelas equipes militares de demonstração.

As manobras começaram a ser testadas a 5 mil pés de altura (1.524m) até serem executadas a 300 pés (91 m), como são realizadas nas demonstrações. “Foi um ano e meio só para isso”, ressalta.

A quinta parte da preparação levou os aviões pintados com as cores da bandeira do Brasil para extremos do território. Os voos experimentais fora de sede testaram a execução das manobras em extremos de temperatura e variações de pressão em Anápolis (GO), Natal (RN) e Santa Maria (RS). O grupo ainda avaliou a logística e o apoio com deslocamentos para Brasília (DF) e no circuito Rio de Janeiro – Minas Gerais – São Paulo.

A passagem na abertura da corrida Le Mans em São Paulo também serviu para avaliar as coordenações de apoio de pátio e de tráfego aéreo, além das missões precursoras.


Fonte: http://www.aereo.jor.br/2015/07/09/impl ... -trabalho/ (http://www.aereo.jor.br/2015/07/09/implantacao-do-a-29-na-esquadrilha-da-fumaca-levou-27-meses-de-trabalho/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 10, 2015, 03:08:58 pm
(https://farm3.staticflickr.com/2915/14119723392_5cac2b4fac_c.jpg)

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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 16, 2015, 09:54:57 pm
Aeronaves simulam interceptação durante Operação COLBRA IV

No exercício estão sendo utilizados aviões A-29 Super Tucano, C-98 Caravan e E-99

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2015/07/26656_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Brasil e Colômbia estão simulando a invasão de suas fronteiras por aeronaves desconhecidas. As Forças Aéreas dos dois países realizam durante toda esta semana a Operação COLBRA IV. Entre outros objetivos, a missão busca aprimorar a coordenação de Tráfego Aéreo de Interesse (TAI) e combater a atuação dos ilícitos transnacionais. Para isso, até a próxima sexta-feira (17/07), treinam ações de Controle e Alarme em Voo e de Defesa Aérea contra tráfego de aeronaves desconhecidas.

A operação envolve três momentos. A invasão simulada do espaço aéreo por uma aeronave desconhecida, o reconhecimento do tráfego não permitido através do avião de controle e alarme em voo e a interceptação com o uso de caças. A simulação é realizada no espaço aéreo dos dois países. Na COLBRA IV, a Força Aérea Brasileira utiliza as aeronaves A-29 Super Tucano (Defesa Aérea), C-98 Caravan (Transporte Aéreo Logístico) e E-99 (Controle e Alarme em Voo).

As atividades simuladas têm início com a invasão do espaço aéreo por uma aeronave. No caso brasileiro, o C-98 Caravan ingressa no território colombiano. Em seguida, esta aeronave é detectada pelo avião de controle e alarme em voo do país vizinho e interceptada por uma aeronave de  caça. Concluída a missão na Colômbia, em seu retorno, o C-98 simula a invasão do espaço aéreo brasileiro.

A aeronave C-98 Caravan é um dos monomotores mais seguros da aviação. De fabricação americana, permite aos pilotos fazerem pousos em diferentes tipos de pista, como grama, piçarra e cascalho. O avião também é capaz de pousar em pistas consideradas curtas, com cerca de 800 metros. Essas peculiaridades a torna uma estratégica escolha para a Região Amazônica, caracterizada pela instabilidade climática e pelas dificuldades logísticas.

Durante toda a operação o Caravan simulará incursões nos céus do Brasil e da Colômbia. O espaço aéreo brasileiro também receberá aeronaves invasoras da Força Aérea Colombiana.

Ao entrar em nosso território, as aeronaves serão detectadas pelo sistema de defesa aeroespacial brasileiro. Nesse momento da operação, a detecção é realizada pela aeronave E-99, que cumpre a missão de Controle e Alarme em Voo.

O E-99 é fabricado pela EMBRAER e possui um radar sueco e sistemas que percebem tráfego de aeronaves, em determinada área de interesse. A bordo da aeronave, o chefe-controlador gerencia o radar, faz contato com os centros de vigilância do espaço aéreo e coordenada a missão as ações durante a missão. A tripulação também é composta por controladores de tráfego aéreo que passam dados, imagens e coordenadas tanto para os controladores de tráfego aéreo que estão no solo, quanto para os interceptadores durante a interceptação.

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2015/07/26655_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Após a detecção de invasão do espaço aéreo, as aeronaves de caça são acionadas e recebem as coordenadas para encontrar o invasor. Na COLBRA IV, a Força Aérea Brasileira está utilizando o A-29 Super Tucano. Também de fabricado pela EMBRAER, esse avião é utilizado pelo país há dez anos. Com capacidade de atingir 510 km/h e transportar metralhadoras, bombas e foguetes, cumpre missões em prol da manutenção da soberania do espaço aéreo brasileiro.

As unidades operacionais possuem essa aeronave mantêm pilotos em alerta 24 horas, durante todos os dias do ano. Uma das principais atividades desses militares é interceptar tráfegos ilícitos e desconhecidos. Atualmente, essa aeronave também é utilizada pelo Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), a Esquadrilha da Fumaça.

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2015/07/26657_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Durante a Operação, o A-29 será responsável por interceptar a aeronave que invadirá nosso espaço aéreo e de conduzi-la até o Destacamento de Aeronáutica de São Gabriel da Cachoeira (DASG), que sedia a COLBRA IV no Brasil.

O exercício operacional também conta com outras aeronaves de apoio. O C-105 Amazonas e o C-97 Brasília, responsáveis pela mobilização e desmobilização da COLBRA IV e os helicópteros H-60L Black Hawk, utilizados para missões de busca e de salvamento, caso ocorra algum acidente durante a Operação.

Fonte: http://www.defesanet.com.br/al/noticia/ ... COLBRA-IV/ (http://www.defesanet.com.br/al/noticia/19759/Aeronaves-simulam-interceptacao-durante-Operacao-COLBRA-IV/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 17, 2015, 05:12:42 pm
FAB no COMBATE SAR

Em uma missão de busca e salvamento em combate ( Combate SAR) estão envolvidos esquadrões de helicópteros, que desempenham atividades de resgate e escolta, aeronaves de reconhecimento, unidades de tiro equipadas com mísseis e radares, além de pessoal especializado em operações especiais para guiamento aéreo avançado.


 :G-beer2:  :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Julho 17, 2015, 05:24:12 pm
No que respeita a helicópteros estão mesmo muito bem.
 :G-Ok:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 17, 2015, 05:49:42 pm
Citação de: "HSMW"
No que respeita a helicópteros estão mesmo muito bem.
 :G-Ok:

Concordo. Penso que a frota deveria ser ampliada, devido as dimensões do País, além da aquisição e incorporação de helicópteros pesados, como CH-47 Chinook ou Mil Mi-26.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 20, 2015, 09:10:03 pm
AVIÕES DA FAB: EMB E-99, OS OLHOS DO BRASIL NO CÉU

Embraer E-99 é o aparelho da FAB especializado na busca e viligância aérea, função que exige um radar instalado sobre a fuselagem do avião

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/05/EMB-E99_04.jpg)

O radar é a forma mais eficaz para detectar um avião que voa distante. O equipamento, contudo, não é tão efetivo na busca de aeronaves que voam em baixa altitude, na maioria dos casos aviões que não tem autorização para tal, por isso voam “escondidos” dos radares. Para encontrar esse tipo de ameaça não basta um radar baseado no solo, é preciso “instalá-lo” no céu, de modo que seu campo de varredura seja ampliado.

Tal função cabe aos “aviões-radares” ou AEW&C, sigla em inglês para “Avião de Alerta Antecipado e Controle Aéreo”. Esse tipo de aeronave ficou imortalizada pelo Boeing E-3 Sentry, um jato 707 que leva sob a fuselagem uma enorme antena de radar rotativa. Outra versão famosa dessa aplicação é o turbo-hélice Northrop Grumman E-2 Hawkeye, que pode operar em porta-aviões. Essa tecnologia, porém, é cara e poucas forças armadas a possuem.

O Brasil faz parte desse seleto time de Forças Aéreas que possuem aeronaves AEW&C, no caso o EMB E-99, uma versão do avião comercial EMB-145 adaptada para carregar uma enorme antena na fuselagem. Mas diferente dos E-2 e E-3, o avião usado pela Força Aérea Brasileira não utiliza um radar rotativo, mas sim uma antena plana e fixa com um sistema de busca diferente e melhor adaptado a busca de aviões em baixa altitude.

O radar usado no E-99 é o Erieye, desenvolvido pela SAAB. O equipamento possui em seu interior 192 módulos auto-direcionáveis de transmissão e recepção de sinais. Por isso, em vez de uma varredura rotativa convencional (e mais lenta), o equipamento faz uma busca seletiva, podendo acompanhar simultaneamente diferentes aeronaves que voam ao redor da antena. Segundo o fabricante, o equipamento possui um alcance de busca de 350 km a 450 km voando a 7.620 metros.

O desenvolvimento do E-99 começou ainda nos anos 1990 como uma exigência do plano SIVAM (Sistema de Vigilância da Amazônia) e o plano original era utilizar o radar embarcado no turbo-hélice EMB-120 Brasília. Com atrasos no projeto, a aplicação do Brasília para essa função se tornou obsoleta e a Embraer decidiu utilizar o jato EMB-145.

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/05/EMB-R99_01.jpg)

O E-99 voou pela primeira vez em 22 de maio de 1999 e estreou o radar Erieye oito meses depois. Considerado operacional, o avião começou a ser entregue a FAB em 2002. Os aviões, cinco ao todo, são operados pelo “Esquadrão Guardião” (2º Esquadrão do 6º Grupo de Aviação) e ficam baseados na base da FAB em Anápolis (GO), prontos para voarem a qualquer ponto do Brasil em poucas horas para efetuar sua missão de busca e controle aéreo.

Transformação

No intuito de carregar a antena, que tem quase de 10 metros de comprimento, a Embraer reforçou a parte superior da fuselagem do EMB-145 e acrescentou winglets nas pontas das asas e nos elevadores para compensar as variações aerodinâmicas causadas pelo radar “pendurado” na aeronave. Para cumprir missões de cunho militar, a fabricante ainda aumentou a capacidade de combustível do avião e também o equipou com lançadores de chaff e flares, recursos usados para enganar mísseis inimigos (guiados por radar ou calor).

Comparado ao EMB-145, que cobre uma distância média de 2.500 km, a variante E-99 pode fazer viagens de até 3.000 km ou permanecer voando por 6 horas sobre a área de vigilância. E o alcance da aeronave está programado para aumentar, só não se sabe quando. Em 2003, Embrear e FAB realizaram testes com um sistema de reabastecimento em voo para o avião. O projeto, entretanto, ainda não foi levado a diante.

O interior do avião também passou por uma completa reformulação para a função militar. Em vez dos 44 assentos do EMB-145, o E-99 leva apenas dois pilotos e seis tripulantes que operam os sistemas do radar em complexos computadores com telas que mostram as posições dos aviões.

A aeronave também possui recursos que permitem “conectá-lo” a redes de vigilância em solo e outras aeronaves, que recebem informações captadas do avião em voo e as utilizam para montar um plano de ação de coordenado.

Outra variação militar do EMB-145 é o R-99, um avião de missões ELINT (Serviço de Inteligência Eletrônica). A FAB possui três dessea aviões, que em vez da antena Erieye carregam sensores na parte inferior da fuselagem, formando estranhas pretuberâncias no corpo do avião. Essas antenas servem para descobrir defesas inimigas, como a origem de um sinal de radar em terra e sinais de mísseis terra-ar teleguiados.

Outros usuários

Com o surgimento do E-99 na FAB e sua elogiada capacidade de busca, surgiram outros países interessados no avião, que é uma das opções mais em conta no mercado militar para missões AEW&C. Além do Brasil, Grécia, México e Índia também compraram a aeronave, que custa US$ 80 milhões e tem um custo operacional de US$ 2.000 por hora.

Já o radar SAAB Erieye é utilizado pela Força Aérea da Suécia e da Tailândia, a bordo do turbo-hélice SAAB 340, e pelas Força Aérea do Paquistão e da Arábia Saudita com o também turbo-hélice sueco SAAB 2000.

O E-99 ainda pode desempenhar missões de comando e controle, gerenciamento de espaço aéreo, coordenação de operações de busca e salvamento, controle e vigilância de fronteiras, vigilância marítima, inteligência de sinais e comunicações e posto de comunicação aéreo. Na América Latina, apenas o Brasil e o Chile (com um Boeing EB-707) possuem aeronaves AEW&C.

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/05/EMB-E99_01.jpg)

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/05/EMB-E99_03.jpg)

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/05/EMB-E99_02.jpg)

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/05/EMB-E99_05.jpg)

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/05/EMB-E99_06.jpg)

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/05/EMB-E99_04.jpg)

(http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/05/EMB-R99_01.jpg)

Fonte: http://airway.uol.com.br/avioes-da-fab- ... il-no-ceu/ (http://airway.uol.com.br/avioes-da-fab-emb-e-99-os-olhos-do-brasil-no-ceu/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 21, 2015, 05:29:38 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 25, 2015, 08:35:27 pm
Força Aérea combate ilícitos na fronteira com Bolívia e Paraguai

Ação faz parte da operação do Ministério da Defesa iniciada esta semana

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25607/i1572210334688747.jpg)

Sem data para terminar, a Operação Ágata 9, do Ministério da Defesa, prossegue no combate de ilícitos transfronteiriços. Este ano, estão no foco das Forças Armadas e de 46 instituições e órgãos públicos os 4.045 quilômetros ao longo da fronteira do Brasil com a Bolívia e Paraguai. A Força Aérea Brasileira participa dessa missão com aeronaves de caça, helicópteros, aviões de transporte e de reconhecimento.

“Os objetivos da Força Aérea Brasileira são realizar a Defesa Aeroespacial do território nacional e apoiar o Comando da Área de Operações, a fim de contribuir para a redução das ações do crime organizado e práticas ilícitas nas regiões de faixa de fronteira”, afirma o Major-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Egito do Amaral, Comandante do COMDABRA.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25607/i1572210334656886.jpg)

Na operação, a FAB vai desenvolver ações de defesa aérea, vigilância e controle do espaço aéreo, transporte aéreo logístico, além de envolvimento em ações cívico-sociais.

O objetivo da Ágata 9 é intensificar a presença do Estado brasileiro junto à faixa de fronteira para o combate e a redução de ilícitos como contrabando, tráfico de drogas, de pessoas, de armas e munições, exploração sexual, evasão de divisas, crimes ambientais, roubo de veículos, garimpo ilegal, entre outros.

Além das aeronaves da FAB, as Forças Armadas estão utilizando viaturas, embarcações e empregam 5.310 pessoas que se somam aos 255 profissionais de agências federais e órgãos públicos estaduais e municipais.

Histórico da Operação Ágata

As ações iniciaram a partir do Plano Estratégico de Fronteiras do Governo Federal. Desde a primeira edição da Ágata, em 2011, até a oitava operação realizada em 2014, foram inspecionados 731.292 veículos e 253 aeronaves, 34.658 embarcações apreendidas, vistoriadas ou notificadas, 229 armas apreendidas, 21,9 toneladas de explosivos apreendidos, 68,1 toneladas de drogas apreendidas, 56.326 pessoas revistadas.

Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... e-Paraguai (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22585/OPERACIONAL---For%C3%A7a-A%C3%A9rea-combate-il%C3%ADcitos-na-fronteira-com-Bol%C3%ADvia-e-Paraguai)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 27, 2015, 03:52:43 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Julho 29, 2015, 11:21:34 am
http://www.aereo.jor.br/2015/07/28/acidente-com-bandeirante-da-fab-em-minas/
Citar
Minas Gerais foi palco de mais um acidente aéreo. Uma aeronave Bandeirante EMB 110 da Força Aérea Brasileira (FAB) sofreu acidente nessa segunda-feira na base aérea de Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O avião atravessou a pista e foi parar em um barranco. As hélices atingiram o solo e se partiram. Ninguém ficou ferido. O em.com.br recebeu com exclusividade nesta terça-feira imagens do acidente.

As fotos mostram um rastro deixado pela aeronave na terra no fim da pista de pouso. O avião estava sendo usado em um voo no Parque de Material Aeronáutico de Lagoa Santa, quando foi registrada a ocorrência. Os ocupantes faziam um treinamento de pouso e decolagem. Em uma das tentativas de subir com a aeronave, os flaps estavam puxados, por isso, o avião não decolou. Logo depois do acidente, militares foram atender os ocupantes, que passavam bem.

Os detalhes de como aconteceu o acidente não foram repassados pela Aeronáutica em Lagoa Santa. O em.com.br foi informado que os responsáveis pelo setor de comunicação deixaram a unidade por volta das 16h15 e que retornam somente nesta quarta-feira.

Acidentes aéreos estão acontecendo com frequência em Minas Gerais este ano. Já foram registradas nove quedas de aeronaves, com 17 mortos, em 2015. A primeira tragédia aérea do ano ocorreu em 19 de fevereiro, na Zona Rural, em Bueno Brandão, no Sul de Minas. Testemunhas contaram que viram o avião sem uma das asas antes de bater em árvores. Os corpos das vítimas foram encontrados por policiais militares e o Corpo de Bombeiros fora da cabine, que ficou destruída. As vítimas foram identificadas como Eduardo Laurentez de Caiado Castro, que pilotava a aeronave, e os tripulantes Júnia de Sales Caiado Castro, 25 de anos, Talita Mariana Tornel, 29, e o namorado dela, identificado apenas como Eduardo. Segundo o Corpo de Bombeiros, o avião saiu de Paraty, no Rio de Janeiro, e seguia para Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

No dia 04 de maio, foi encontrado o corpo do piloto de um ultraleve que ficou desaparecido durante quatro dias, na Serra da Canastra, Região do Alto Paranaíba. Apenas o piloto estava na aeronave no momento do acidente. Ele morreu na hora. De acordo com a Polícia Civil, a aeronave saiu de Pirassununga e teve problemas ao passar pela Serra da Canastra, quando caiu no local conhecido como Serra do Rolador.

Em 5 de junho um avião agrícola caiu em Monte Carmelo, no Alto Paranaíba e matou uma pessoa. Dois dias depois, um bimotor caiu em cima de uma casa no Bairro Minaslândia, Região Norte de Belo Horizonte, depois de decolar do aeroporto da Pampulha, matando piloto, copiloto e um passageiro.

No dia 17, o helicóptero Jet Ranger 206-B prefixo PT-YDY caiu em Santa Rita de Ouro Preto, distrito de Ouro Preto, na Região Central do estado. Morreram os três ocupantes: o piloto Felipe Piroli, de 24 anos, além do empresário Roberto Queiroz, de 63, dono de uma corretora com atuação em Minas e no Rio de Janeiro, e de seu filho, Bruno Queiroz, de 23.

A última ocorrência foi registrada em 14 de julho em Tumiritinga, na Região do Vale do Rio Doce. A aeronave emq ue estava o prefeito da cidade de Central de Minas, Genil Mata da Cruz (PP), de 39 anos, e um funcionário dele, de 28, caiu em uma fazenda ocupada por famílias do Movimento dos Sem-Terra (MST). Os dois morreram. Testemunhas contaram à polícia que o avião jogava uma espécie de coquetel molotov contra os invasores.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/07/acidente-EMB-110-FAB-foto-estado-de-minas-1-580x319.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/07/acidente-EMB-110-FAB-foto-estado-de-minas-3-580x275.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/07/acidente-EMB-110-FAB-foto-estado-de-minas-2-580x315.jpg)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 29, 2015, 03:13:21 pm
Governo da Suécia aceita reduzir a taxa de juros no contrato dos caças Gripen NG da FAB

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/04/Mock-up-do-Gripen-NG.jpg)

O governo da Suécia aceita reduzir a taxa de juros no contrato de financiamento para venda de 36 caças para a Força Aérea Brasileira, desde que o Brasil concorde em bancar parte do prejuízo com a troca de taxas.

A negociação pode ser fechada nesta quarta (29), quando deve deixar o Brasil uma delegação da agência de promoção e fomento às exportações do país europeu, a SEK.

Segundo a Folha apurou, o Palácio do Planalto nunca cogitou encerrar o negócio devido à discussão, como temiam executivos da fabricante do caça, a Saab.

O Brasil escolheu o Gripen para reequipar a FAB no fim de 2013 e, em 2014, assinou um contrato –que, à época, ficou em US$ 5,4 bilhões (R$ 18 bi na cotação desta terça). O problema é que o financiamento pela SEK teria de ser fechado e aprovado pelo Senado até o meio do ano.

Foi pedida prorrogação de prazo porque o Brasil desejava reduzir a taxa de juros pactuada, de 2,54% ao ano.

Como essa taxa é flutuante dentro das normas da OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico, órgão internacional que promove o livre comércio), neste mês ela está em 2,19% –chegou a cair para 1,98% em maio.

Os suecos toparam cobrar 2,19%, desde que a diferença para os 2,54% originais seja recomposta, já que seu governo sofreria críticas. Cerca de 60% do PIB local vem de exportações, e a concessão seria vista como senha para que outros clientes buscassem a mesma vantagem.

Do lado brasileiro, contudo, as autoridades consideram que não teriam como explicar que aceitaram uma taxa mais alta neste momento de dificuldades econômicas –ainda seja um pagamento que começa apenas daqui a oito anos e meio.

DIVISÃO DA PERDA

Duas fórmulas de divisão da perda estão em análise. Em uma, o Tesouro brasileiro assumiria metade do custo adicional com a redução da taxa de juros, estimado em US$ 180 milhões, e a Suécia ficaria a outra parcela.

A outra criaria uma taxa de administração de 0,35%, equivalente à diferença das taxas de juros, que começaria a ser paga pelo Brasil a partir do 11º ano do financiamento de 15 anos.

Os primeiros aviões devem chegar em 2019 e a produção será nacionalizada aos poucos, fazendo com que os últimos modelos sejam montados no Brasil, pela Embraer.

A orientação de Dilma Rousseff é forçar a Suécia a ceder nas negociações, mas sem colocar em risco o fechamento do contrato, o que traria péssima repercussão internacional. E interna: a FAB esperou mais de uma década pela escolha e já enviou pilotos para treinamento na Suécia.

FONTE: Folha de São Paulo

http://www.aereo.jor.br/2015/07/29/gove ... ng-da-fab/ (http://www.aereo.jor.br/2015/07/29/governo-da-suecia-aceita-reduzir-a-taxa-de-juros-no-contrato-dos-cacas-gripen-ng-da-fab/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Julho 30, 2015, 09:35:29 am
Citar
http://www.aereo.jor.br/2015/07/29/brasil-fecha-acordo-financeiro-com-suecia-para-pagamento-de-36-cacas-da-saab/

BRASÍLIA (Reuters) – O Ministério da Defesa fechou o acordo financeiro para o pagamento de 36 caças Gripen NG, fabricados pela sueca Saab, que serão adquiridos pelo país para equipar a Força Aérea Brasileira (FAB), disse nesta quarta-feira uma porta-voz do Ministério.

A Saab ganhou no final de 2013 a disputa para fornecer caças para a FAB. A previsão é de que as aeronaves sejam entregues ao país entre 2019 e 2024.

(Reportagem de Anthony Boadle)

FONTE: Reuters
Lá "mataram o Borrego". Resta saber qual o teor do acordo.  :wink:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/04/Mockup-Gripen-NG-na-Festa-da-Ca%C3%A7a-na-Base-A%C3%A9rea-de-Santa-Cruz-580x326.jpg)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 30, 2015, 11:22:01 am
Brasil e Suécia chegam a acordo sobre o projeto Gripen NG

Após as negociações entre os países, o contrato segue agora os trâmites legais para aprovação final no Senado Federal

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25651/i1572914212453617.jpg)

Brasil e Suécia chegaram a um denominador comum para assinatura do contrato de financiamento do projeto Gripen NG. O acordo sobre as taxas foi conduzido pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner, em reunião com representantes da agência de promoção e fomento às exportações do país europeu, a SEK, nesta quarta-feira (29).

Com o fim das negociações entre os países, o contrato segue agora os trâmites legais para aprovação final no Senado Federal.

“Conseguimos acordar a taxa da data de assinatura do contrato. Um ganho para os dois países na consolidação dessa parceria estratégica”, afirmou Jaques Wagner.

Sobre o Gripen NG

O Brasil escolheu o Gripen para reequipar a Força Aérea Brasileira (FAB) no fim de 2013 e, em 2014, assinou o contrato comercial. A Força Aérea Brasileira receberá 36 aviões de caça Gripen NG da empresa sueca Saab. A primeira aeronave deverá ser entregue em 2019 e, a última, em 2024.

Mais do que os caças, o projeto Gripen NG é tecnologia. O contrato envolve o treinamento de pilotos e mecânicos brasileiros na Suécia, apoio logístico e a transferência de tecnologia para indústrias brasileiras.

A aquisição das aeronaves trará benefícios que vão além do aumento da capacidade operacional da Força Aérea Brasileira. Por meio de um ambicioso programa de transferência de tecnologia, o Brasil pretende deixar de ser um comprador para se tornar um fornecedor de aeronaves de combate de última geração.

O contrato prevê a fabricação de 15 das 36 unidades no Brasil, incluindo oito unidades de dois lugares, um modelo criado especialmente para a FAB.

A participação do Brasil no desenvolvimento do projeto dará à indústria aeronáutica brasileira acesso a todos os níveis de tecnologia, incluindo os códigos-fonte do Gripen. O programa de transferência de tecnologia incluirá itens como a integração de hardware, aviônicos, software e sistemas da aeronave, entre outros.

Exposição - Em junho, mais de 10 mil brasileiros conheceram um pouco mais sobre o avião que vai renovar a Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira. Uma maquete do Gripen NG foi exposta na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Um dos pilotos que realizou treinamento na Suécia esteve no local. Quando a primeira unidade for entregue, em 2019, o Brasil será o único país do Hemisfério Sul com capacidade para voo de "supercruzeiro". A edição de julho do jornal Notaer destaca alguns dos atributos do avião Gripen NG, que o tornam um caça realmente novo. A última edição da revista Aerovisão apresenta as compensações de 9,1 bilhões de dólares para o Brasil na aquisição dos 36 caças.

Fonte:  http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... -Gripen-NG (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22627/PROJETO-FX-2---Brasil-e-Su%C3%A9cia-chegam-a-acordo-sobre-o-projeto-Gripen-NG)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 30, 2015, 07:02:32 pm
Operação Ágata 9: Aviões da FAB cumprem missão de longa distância

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Imagem-1-RA-1-Rec-%C3%81gata9.jpg)

Dois jatos de reconhecimento RA-1 (AMX) da Força Aérea Brasileira (FAB) cumpriram, na última segunda-feira (27), um voo de mais de 3,6 mil quilômetros, missão que teve cinco horas de duração. As aeronaves decolaram da Base Aérea de Santa Maria (RS), para capturarem imagens áreas de interesse na fronteira do Brasil com a Bolívia, sobre o estado do Mato Grosso.

A missão foi parte da Operação Ágata 9, e tem como objetivo abastecer o comandante da área de Operações com dados fundamentais ao combate das atividades ilícitas nas áreas de fronteira.

As aeronaves do 1º/10º GAv, Esquadrão Poker, decolaram pela manhã da Base Aérea de Santa Maria, e realizaram duas operações de reabastecimento aéreo (REVO) com apoio de uma aeronave KC-130 do 1º/1º GT Esquadrão Gordo, tanto na ida quanto na volta, sobre o estado do Mato Grosso do Sul.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Imagem-2-RA-1-Rec-%C3%81gata9.jpg)

As áreas localizadas até 61 quilômetros da fronteira com a Bolívia foram identificadas por meio do pod de reconhecimento Reccelite de origem israelense. É um dos mais modernos utilizados atualmente, inclusive por outras forças aéreas do mundo, sendo capaz de realizar o sensoreamento de áreas com câmeras de vídeo e infravermelhas, durante o dia e à noite, a grandes distâncias e altitudes.

“Esse tipo de missão é extremamente importante para a operação, pois possibilita o levantamento de dados necessários para as ações decorrentes, a serem tomadas pelo comando e agências envolvidas na Ágata 9″, explicou o chefe do Estado-Maior Conjunto do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), brigadeiro-do-ar Jefson Borges.

Sobre a Ágata 9

Iniciada no último dia 22 de julho, a Operação Ágata 9 é de responsabilidade do Ministério da Defesa e envolve 4.200 militares, com apoio de agentes governamentais. Nesta edição, o aparato militar atua em 166 municípios que vão de Vista Alegre do Abunã (RO) até Foz do Iguaçu (PR). A operação envolve os estados de Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná.

Fonte:  http://tecnodefesa.com.br/operacao-agat ... distancia/ (http://tecnodefesa.com.br/operacao-agata-9-avioes-da-fab-cumprem-missao-de-longa-distancia/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Julho 31, 2015, 04:20:22 am
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 03, 2015, 09:49:48 pm
FAB na Operação Ágata

(https://farm4.staticflickr.com/3751/20259072025_cac473673e_b.jpg)

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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Agosto 05, 2015, 11:47:43 am
http://www.aereo.jor.br/2015/08/04/novas-ideias-para-a-forca-aerea-brasileira/
Citar
Diante da crise política e econômica no Brasil e as perspectivas sombrias para os próximos anos em termos de orçamento, a Força Aérea Brasileira tem muitos problemas para resolver: modernização dos F-5 ex-Jordânia, modernização dos AMX, modernização dos C-95, Programa KC-390, Programa Gripen NG-BR, Progframa KC-X2 (KC-767), Programa HX-BR etc

São muitos programas e pouco dinheiro. Algumas coisas devem continuar, outras não. O que deve continuar e o que pode ser cortado para direcionar os recursos para outros programas? Com a palavra, os comentaristas do Poder Aéreo. Colabore com sua opinião, pois o que você escrever pode ser lido por decisores do Ministério da Defesa e da Força Aérea Brasileira.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/08/F-5M-A-1-e-A-29-2-960x670.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 06, 2015, 02:28:16 pm
Senado aprova projeto Gripen N/G

(http://www.defesa.gov.br/arquivos/2015/mes08/gri_inter.jpg)

O Senado aprovou nesta quarta-feira (05) a contratação de operação de crédito que vai possibilitar ao Brasil financiar o projeto dos caças suecos Gripen N/G , a versão produzida no Brasil.

A conclusão das negociações com a Suécia para a compra dos caças foi anunciada na última semana pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner, que comemorou a aprovação do acordo. "Essa versão mais avançada e moderna do Gripen vai permitir avanços na produção aeronáutica do Brasil", disse o ministro Wagner, após participar de demonstração no Campo de Instrução do Exército, em Formosa (GO).

O valor autorizado é de até US$ 245.325.000, o equivalente a mais de R$ 850 milhões, e SEK (coroas suecas) 39.882.335.471, o equivalente a quase R$ 16 bilhões.

Os recursos vão financiar o projeto F-X2, que inclui a compra das aeronaves, suporte logístico e a compra de armamentos necessários à operação dos caças. A Força Aérea Brasileira (FAB) receberá 36 aviões de caça Gripen NG da empresa sueca Saab. A primeira aeronave deverá ser entregue em 2019 e, a última, em 2024. A operação de crédito será firmada com a agência sueca de crédito às exportações (Ab Svensk Exportkredit).

Ao defender a aprovação do pedido de empréstimo, o líder do governo, senador Delcídio do Amaral (PT-MS), lembrou que o processo de escolha e compra dos caças já dura vários anos. Para ele, a Força Aérea Brasileira fez a escolha adequada ao dispensar os modelos americano e francês e apostar na transferência de tecnologia dos suecos.

“Eu não tenho dúvida nenhuma de que a FAB, conscienciosa, com uma visão de país e uma visão de transferência de tecnologia, escolheu o melhor projeto”, garantiu o senador.

O senador Walter Pinheiro (PT-BA) também elogiou a escolha e afirmou que a utilização da tecnologia dos caças poderá se dar em outras áreas, como a saúde, por exemplo.

A escolha também foi elogiada por senadores oposicionistas. José Agripino (DEM-RN) se disse convencido de que os caças suecos são a melhor escolha.

Juros

Em coletiva na última semana, o ministro Jaques Wagner explicou que o acordo foi possível porque a Suécia aceitou reduzir a taxa de juros do contrato, uma reivindicação do Brasil. Quando o negócio foi fechado, em 2014, a taxa estava maior que em 2015. O valor final da taxa acertado entre os dois países ficou em 2,19%, segundo o ministro.

Raimundo Lira (PMDB-PB), que relatou o projeto, afirmou que as taxas de juros são as mais baixas possíveis e que o financiamento poderá ser pago em 25 anos. Para ele, essas condições se dão porque o projeto é estratégico para a Suécia e a compra dos caças é essencial para a proteção do Brasil. “Eu acho que é muito importante para o país”, afirmou.

A aprovação se deu com a presença do comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato, e de outros integrantes da Força Aérea Brasileira.

A previsão do governo federal para a contratação está prevista na Medida Provisória 686/2015. O texto está sendo analisado pela Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO).

Fonte: http://www.defesa.gov.br/noticias/16482 ... gripen-n-g (http://www.defesa.gov.br/noticias/16482-senado-aprova-projeto-gripen-n-g)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 06, 2015, 07:20:41 pm
Cadetes da Academia da Força Aérea concluem exercício de campanha em São Paulo

Atividades de sobrevivência preparam futuros oficiais e estimulam a liderança

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25692/i1585101202142367.jpg)

Foram cinco dias de treinamentos em princípios, procedimentos, técnicas e táticas básicas de combate terrestre e de sobrevivência. Essa foi a rotina dos 199 cadetes aviadores, intendentes e infantes do Esquadrão Jaguar, que cursa o primeiro ano da Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga, no interior de São Paulo. O primeiro exercício de campanha do grupo encerrou na quarta-feira (04/08).

Os cadetes tiveram instruções como segurança de acampamento, bivaque (montagem e utilização de rede de selva, poncho e barraca modular), transposição de aquavias, navegação terrestre, orientação, minas e armadilhas, camuflagem, pista de combate e de cordas, entre outras. “Este exercício serve como base para atividades como sobrevivência na selva e no mar, bem como o exercício de liderança”, ressalta o Chefe da Instrução Militar da AFA, Capitão de Infantaria Muriel Rodrigo Martelo.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25692/i1585101200119039.jpg)

Para a Cadete Intendente Luiza Alvarenga Mota, entre as diversas oficinas realizadas, a que mais chamou atenção foi denominada AVOT, sigla formada pelas iniciais dos sentidos audição, visão, olfato e tato. “É muito importante, quando estamos em uma operação, ou um cenário de guerra, sabermos como nos comportar, para não denunciar posições e reconhecer ameaças”, explica.

Apesar da intensa carga de exercícios, para surpresa da Cadete Luiza, foi uma boa experiência. “Foi importante vermos nossa superação pessoal, e mais importante ainda ver que todos completaram o exercício. Ninguém ficou para trás”, analisa.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25692/i158510133058344.jpg)

Mesmo já sendo militar no Senegal, só agora o  Cadete Aviador Mouhammad Diallo teve seu primeiro contato com estas instruções. Ele é um dos seis estrangeiros que estão cursando a academia militar no Brasil e que participaram do exercício de campanha. “Me surpreendi na instrução de animais peçonhentos, fiquei com um pouco de medo, mas consegui segurar uma jiboia", afirma Diallo.

A instrução foi realizada em parceria com o Instituto Butantan, que cedeu os animais para serem apresentados aos militares.

Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... %A3o-Paulo (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22664/OPERACIONAL---Cadetes-da-Academia-da-For%C3%A7a-A%C3%A9rea-concluem-exerc%C3%ADcio-de-campanha-em-S%C3%A3o-Paulo)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 07, 2015, 03:08:51 pm
Esquadrão Pioneiro treina em campo não preparado e com balizamento de emergência

Objetivo é capacitar militares para atendimento à população em situações de calamidade e evacuação aeromédica

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25673/i15839395687983.jpg)

O Esquadrão Pioneiro (3º ETA), sediado na Base Aérea do Galeão (BAGL), no Rio de Janeiro (RJ), encerrou no último domingo, o Exercício Operacional Pioneiro 2015. Foram 15 dias de treinamento de pousos e decolagens diurnos em campo não preparado e noturnos com balizamento de emergência.

A equipe formada por 25 pilotos e 33 mecânicos usou como sede o aeroporto da Pampulha (Belo Horizonte) para realizar o exercício empregando a aeronave C-95M Bandeirante. O treinamento capacitou os militares a prestarem apoio à população civil em situações de emergência e calamidades públicas, realizando ações de evacuação aeromédica (EVAM) e transporte de órgãos vitais.

O esquadrão aperfeiçoou técnicas de ressuprimento aéreo em locais sem pista de pouso, quando os mantimentos e equipamentos são lançados das aeronaves por meio de paraquedas.

De acordo com o comandante do Esquadrão Pioneiro, Tenente-Coronel Alexandre Rubbioli Cordeiro, estando deslocado, a unidade aérea tem a oportunidade de manter seus militares focados na parte operacional, aproximando-se de um cenário real de operação. “O exercício foi bastante produtivo, pois foi a primeira vez que aplicamos a nova doutrina após a reedição do Manual de Doutrina de Preparo e Emprego da Aviação de Transporte, alcançando as metas previstas para o preparo das tripulações do 3º ETA”, acrescentou.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25673/i15839395355325.jpg)

O aeródromo de Belo Horizonte foi selecionado para o treinamento por apresentar condições geográficas e meteorológicas favoráveis ao treinamento de navegação à baixa altura. Também foram utilizadas pistas e áreas de lançamento para ressuprimento nos municípios mineiros de Lagoa Santa, Pompeu e Jaboticatubas.


Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... %C3%AAncia (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22645/OPERACIONAL---Esquadr%C3%A3o-Pioneiro-treina-em-campo-n%C3%A3o-preparado-e-com-balizamento-de-emerg%C3%AAncia)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 10, 2015, 02:39:29 pm
Brasil compra 70 mísseis e bombas israelenses para armar o Gripen

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2010/01/Gripen-weaponspread-1024x723.jpg)

G1 obtém informação pela Lei de Acesso; veja quais serão as armas. Compra fará país ter melhor força aérea da América Latina, diz especialista

A Força Aérea Brasileira pagará US$ 245.325 milhões (cerca de R$ 869 milhões) por 70 mísseis e bombas israelenses de alta tecnologia, e 14 unidades de sistemas táticos de captação de informações de reconhecimento para aeronaves, que serão empregados nos novos caças Gripen, de acordo com documentos obtidos pelo G1 através da Lei de Acesso à Informação.

Ao G1, a Aeronáutica diz que não divulga os tipos e a quantidade de armas compradas para o Gripen por considerar o dado uma informação "estratégica".

Nesta quarta-feira (5), o Senado aprovou o financiamento da compra dos 36 jatos suecos pelo país: além do valor do armamento, o empréstimo engloba mais SEK (coroas suecas) 39.882.335.471 (cerca de R$ 15,9 bilhões), que serão pagos pelas aeronaves de combate, segundo a mensagem da presidente Dilma Rousseff ao Congresso.

Uma das bombas compradas pelo Brasil para o Gripen, conforme os documentos obtidos pelo G1, é a potente Spice, desenvolvida por Israel e com capacidade de atingir vários alvos simultaneamente com precisão a até 100 km de distância.

Conforme o professor de relações internacionais Marco Tulio Freitas, especialista em terrorismo e em Israel, as Spice são consideradas "o estado da arte, o que há de melhor em bombas".

"Se a compra das armas for efetuada, a FAB será considerada a melhor força aérea da América Latina. E, sobretudo, ganharemos a capacidade de lançar mísseis muito além do alcance da visão, com muita distância, podendo atacar alvos em terra, como instalações militares e civis. Teremos alto poder de incursão em áreas muito bem guardadas", afirma o professor Marco Túlio Freitas.
Os dados obtidos pela reportagem sobre o tipo de armamento adquirido pelo Brasil (veja tabela abaixo) constam em um inquérito do Ministério Público Federal que apura o valor pago pelo Brasil pelos jatos Gripen NG, que ainda estão em desenvolvimento. A previsão é de que as aeronaves comecem a chegar ao país a partir de 2019, junto com o armamento.

Veja as armas compradas pela FAB para o Gripen:



Míssil A-Darter

(http://s2.glbimg.com/ScKdiC4rKVnZp2H7ItpwW8sk2w0=/300x225/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/08/05/missil1.jpg)

Quantidade: 10 unidades operacionais e 8, para treinamento
Diferencial: Desenvolvido por Brasil e África do Sul, é guiado por infravermelho e que será capaz de fazer manobras que o levam a sofrer até 100 vezes a força da gravidade

Míssil IRIS-T

(http://s2.glbimg.com/Z6DEkRMrMaHUTAKHXXuxCd3tvu8=/300x225/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/08/05/iris.png)

Quantidade: 10 unidades operacionais e 20, para treinamento
Diferencial: míssil ar-ar infravermelho de alto poder de manobra, que pode ser engajado contra novos alvos mesmo após lançado. Possui meios de contra-medidas (defender e escapar para atingir o alvo).

Bomba Spice 1000

(http://s2.glbimg.com/wsQmlazJdq8zhnjLqI8IxnzqXdc=/300x225/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/08/06/spice1000.jpg)

Quantidade: 20 kits de unidades operacionais
Diferencial: Bomba israelense guiada por GPS ou laser, capaz de atingir vários tipos de alvos simultaneamente e a longo alcances, até 60 km. Possui em seu espectro a identificação de mais de 100 diferentes alvo. A probabilidade de erro é de menos de 3 metros.

Spice 250

(http://s2.glbimg.com/S9V36lMRSRAvbF6CFEy69qQaCVw=/300x225/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/08/06/spice250.jpg)

Quantidade: 30 unidades
Diferencial: Bombas guiadas capazes de atingir alvos na terra e no mar a até 100 km de distância. Possibilita corrigir mudanças do alvo e transferir o percurso

Reccelite 2

(http://s2.glbimg.com/ic4ngkooUoney5dYutvqCo_jCnE=/300x225/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/08/06/recellite.jpg)

Quantidade: 4 unidades
Diferencial: Sistemas de sensores de reconhecimento eletro-óptico que são acoplados no avião, usados para o dia e à noite, e que fornecem, coletam e transferem imagens e informações em tempo real.

Litening G4

(http://s2.glbimg.com/bw3TYmTxloPOLrg0QAyzW2fMRWA=/300x225/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/08/06/litening31.jpg)

Quantidade: 10 unidades
Diferencial: Sistema que amplia a capacidade de combate, com sensores para busca, rastreamento e identificação do alvo. Possuem câmeras eletromagnéticas que fornecem imagens dos alvos. Equipado com laser que rastreia o caminho da munição até o destino.

Segundo o professor Freitas, para se ter uma ideia da potência das bombas israelenses Spice, adquiridas pela FAB para o Gripen, elas poderiam ser usadas por caças F-35 ou F-16 em uma eventual incursão de Israel no Irã.
O Brasil comprou ainda mísseis alemães IRIS-T ar-ar, que possuem capacidade de aniquilar medidas eletrônicas do inimigo para impedir que a bomba acerte o alvo, explica o professor. Todas as bombas e mísseis terão a validade inicial estendida de 5 anos, conforme o documento da FAB obtido pelo G1.
Ataque por trás
A Aeronáutica encomendou ainda 10 unidades operacionais e 8 de treinamento do míssil A-Darter, que o Brasil está desenvolvendo de forma conjunta com a África do Sul e que poderá atingir até aeronaves que estejam se aproximando por trás do avião lançador.

Segundo a Aeronáutica, R$ 300 milhões já foram investidos no projeto, que teve início em 2006.
Com 2,98 metros de comprimento e 90 kg de peso, o A-Darter será guiado pelo calor e fará  manobras que o levam a sofrer até 100 vezes a força da gravidade, com alcance máximo de 12 quilômetros.

Treinamentos

Um brigadeiro da reserva da FAB, especialista em combate aéreo e que pediu para não ser identificado, diz que se justifica a compra de pequena quantidade de munição devido ao uso ser raro e a validade, pequena.

Os treinamentos atuais de lançamentos de mísseis de jatos ocorrem geralmente de forma simulada e em ambientes virtuais, em que o computador informa a possibilidade de real de acerto do alvo. São poucos, diz o brigadeiro, os oficiais que já tiveram a oportunidade de lançar uma bomba real no Brasil.

Próximo ao vencimento, a munição comprada é usada em treinamentos reais em em alto mar, em áreas controladas e com aviso antecipado, para impedir que embarcações passem pela região, informa o oficial.
Durante o período de validade, as armas passam por manutenção contínua no ambiente de estocagem, com verificaçação de vários fatores, como umidade, qualdiade dos sensores, etc.

(http://s2.glbimg.com/Cl_rIG7aTRLdq6gImuRLtikFiCY=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/08/06/valegripen_do_brasil_300px-03.jpg)

Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/20 ... ripen.html (http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/08/brasil-compra-70-misseis-e-bombas-israelenses-para-armar-o-gripen.html)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 11, 2015, 02:17:42 pm
"A gente não consegue imaginar o Exército operando sem o apoio da Força Aérea"

Frase é do General de Brigada Antonio Manoel de Barros, Comandante da 2ª Brigada de Infantaria de Selva

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25712/i15810140612117125.jpg)

O apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) à ONG Expedicionários da Saúde, que realizou na semana passada atendimento médico aos índios da região de fronteira entre o Brasil e a Venezuela, revela a atuação das Forças Armadas na região Amazônica. "A gente não consegue imaginar o Exército operando sem o apoio da Força Aérea", afirma o General de Brigada Antonio Manoel de Barros, Comandante da 2ª Brigada de Infantaria de Selva.

Somente em apoio aos Expedicionários da Saúde, a FAB levou um avião e um helicóptero para o Pelotão Especial de Fronteira de Maturacá. O trabalho, no entanto, é constante. "Tem quase 80 toneladas de suprimentos por mês que eu preciso colocar aqui", explica o general.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25712/i15810140616173793.jpg)

Se no Pelotão Especial de Fronteira de Maturacá a pista de pouso construída pela Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (COMARA) tem 1.500 metros de comprimento e já não é o principal desafio para os aviadores, em outros lugares da Amazônia eles continuam a voar com técnicas de combate. Onde a pista é pequena, é necessário realizar um pouso que exige perícia dos tripulantes e características especiais das aeronaves militares. "É um pouso de assalto", resume o Capitão Davi Augusto Paveleck, piloto da aeronave C-105 Amazonas.

As aeronaves operam em pistas despreparadas, às vezes de grama ou de terra, com pequenas dimensões. “É parar rápido. Conseguir pousar com uma grande carga e velocidade considerável o mais rápido possível”, diz o piloto. Os C-105 operados pelo Esquadrão Arara (1°/9° GAV), sediado em Manaus (AM), têm capacidade de levar mais de 9 toneladas de carga ou 71 passageiros e podem decolar em uma pista de 670 metros de comprimento, segundo o fabricante. Para se ter uma ideia, uma das pistas do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, tem quatro mil metros de comprimento.

O papel realizado hoje pelos C-105 Amazonas já esteve sob a responsabilidade de modelos já fora de uso, como o C-115 Búfalo e o hidroavião CA-10 Catalina. "Os precursores aeronavegantes da FAB abriram os primeiros caminhos para que, hoje, alguns Pelotões Especiais de Fronteira pudessem existir. Por isso, manter nossa soberania terrestre não seria possível se antes não a tivéssemos conquistada pelo ar", afirma o Comandante do Comando Militar da Amazônia (CMA), General de Exército Guilherme Cals Theophilo Gaspar de Oliveira.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25712/i1581014060787771.jpg)

Somente o CMA, com jurisdição sobre os estados do Amazonas, do Acre, de Roraima e de Rondônia, tem 21 Pelotões Especiais de Fronteira sob seu comando, além de outras unidades operacionais. A logística para manter esses postos avançados na região de fronteira acontece com o apoio da FAB. "A Força Aérea Brasileira foi, é, e sempre será um vetor determinante para a integração da nossa Amazônia. Muitos dos nossos Pelotões Especiais de Fronteira só têm razão de existir graças à expertise das destemidas tripulações da FAB que, ainda hoje, voam em direção aos pontos mais remotos da Amazônia Ocidental", descreve o oficial-general.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25712/i1581014060653034.jpg)

Além dos C-105, a FAB também opera na região com outros modelos, como os C-95 Bandeirante, C-97 Brasília, C-98 Caravan, C-99 e C-130 Hércules. A Marinha do Brasil também conta com o apoio da Força Aérea Brasileira na região Amazônica.

Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... 2%B4%C2%B4 (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22681/AMAZ%C3%94NIA---%60%60A-gente-n%C3%A3o-consegue-imaginar-o-Ex%C3%A9rcito-operando-sem-o-apoio-da-For%C3%A7a-A%C3%A9rea%C2%B4%C2%B4)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 13, 2015, 04:44:48 pm
Exercício Operacional C-SAR 2015

(http://i0.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/07/capa-II.jpg?resize=752%2C490)

Entre 29 de junho a 03 de julho deste ano a Base Aérea de Campo Grande (BACG) – MS recebeu pela segunda vez o Exercício Operacional C-SAR (Combat Search em Rescue) ou Busca e Resgate em Combate, edição 2015, tendo o primeiro exercício ocorrido em 2014. Com cerca de 350 militares, 15 aeronaves e mais de 10 esquadrões vindos de norte a sul do País, contou com a presença de todas as  unidades de Asas Rotativas da Força Aérea Brasileira (FAB), da BACG e outras de apoio. Também contou com a presença de membros observadores do Exército Brasileiro e Marinha do Brasil que participaram de algumas missões. O exercício é realizado pela Segunda Força Aérea (II FAE), unidade responsável pelo preparo operacional das unidades de busca e salvamento da Força Aérea Brasileira.

Os esquadrões que participaram com aeronaves:

5°/8° GAv “Pantera” e 7°/8° GAv “Harpia”, operadores do H-60L Blackhawk ;
1º/8° GAv “Falcão“, operador do H-36 Caracal ;
2º/8° GAv “Poti“, operado do AH-2 Sabre;
2°/10° GAv “Pelicano“, operador do SC-105 Amazonas e H-1H Huey, futuro operador do H-36 Caracal(em 2016) ;
3°/8° GAv “Puma“, operador do H-34 Super Puma, futuro operador do H-36 Caracal(final de 2015);
2°/6° GAv “Guardião“, operador do avião de alerta aérea antecipado e controle (AEW & C) E-99;
3°/3° GAv “Flecha“, operador do avião turbo hélice de ataque leve A-29 A/B Super Tucano.

(http://i1.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/07/EC-x-A2.jpg)

(http://i2.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/07/EC-e-Sabre.jpg)

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(http://i2.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/07/sp-bh-ec.jpg)

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(http://i1.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/07/AH-2-e-Caracal-atr%C3%A1s.jpg)

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(http://i2.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2014/05/Flir.jpg)

(http://i1.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/07/ec-sabre-II.jpg)

(http://i2.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/07/ec-e-ec.jpg)

(http://i1.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/07/rotor-traseiro-II.jpg)

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(http://i2.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/07/bh.jpg)

(http://i0.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/07/sabre1.jpg)

(http://i2.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/07/sp-bh-ec.jpg)

(http://i1.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/07/ec-janela.jpg)

(http://i1.wp.com/portaldefesa.com/home/wp-content/uploads/2015/07/Caracal1.jpg)

Fonte:  http://portaldefesa.com/exercicio-opera ... rettyPhoto (http://portaldefesa.com/exercicio-operacional-c-sar-2015-2/#!prettyPhoto)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 13, 2015, 04:50:20 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: HSMW em Agosto 13, 2015, 07:23:10 pm
Muito bom. Só juntava aí uns MI-28 ou uns Rooivalk porque pelo que se tem visto na Síria os MI-24/35 não servem lá para grande coisa na prática.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 14, 2015, 06:20:05 pm
Comandante da Aeronáutica ressalta possibilidades econômicas de projetos estratégicos

Em audiência no Senado Federal, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato expôs expectativas dos projetos Gripen NG, KC-390 e PESE

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O projeto de desenvolvimento e aquisição de 36 caças Gripen NG para a Força Aérea Brasileira (FAB) poderá gerar cerca de 14.500 empregos diretos e indiretos no Brasil. A informação foi dada nesta quinta-feira (13/8) pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, durante audiência pública realizada no Senado Federal pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional.

 Comandante da Aeronáutica apresentou o cronograma de entrega de aeronaves, entre 2019 e 2024, e a participação de brasileiros no projeto. Segundo ele, 357 profissionais vão trabalhar na Suécia, e dos 36 jatos, oito serão construídos por eles no exterior e outros 15 no Brasil. O Tenente-Brigadeiro Rossato lembrou ainda que as empresas estrangeiras participantes do projeto vão trazer aproximadamente 9,1 bilhões de dólares para o Brasil em compensações de natureza industrial, tecnológica ou comercial.

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"Investir nos projetos estratégicos significa investir em empregos, conhecimento, geração de renda, tecnologia", disse o Senador Tasso Jereissati. Já o Senador Ricardo Ferraço ressaltou que para aproveitar todo o potencial econômico dos projetos, é necessário não haver atrasos. "Nós não estamos sozinhos na fronteira tecnológica", afirmou.

Sobre o projeto do KC-390, futuro avião de transporte da FAB, o Tenente-Brigadeiro Rossato disse haver estimativa de o Brasil exportar a aeronave. O protótipo voou em fevereiro deste ano e 28 unidades estão encomendadas para a FAB. "Ele é importantíssimo para nós, tanto para a integração nacional quanto no aspecto militar", explicou. O modelo deverá permanecer em produção pelo menos até 2029, com geração de aproximadamente 15 mil empregos ao longo do seu ciclo de desenvolvimento e produção.

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Investimento espacial

Outro ponto abordado durante a audiência pública foi o Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE). O mercado que o Brasil pode alcançar nesse setor, segundo o Comandante da Aeronáutica, é de R$ 41 bilhões. Além de lançamentos de foguetes brasileiros e do uso dos dois centros de lançamento localizados no Rio Grande do Norte e no Maranhão, o valor viria do uso de satélites, hoje, um valor que o Brasil paga a outros países por serviços como comunicação e monitoramento de áreas. "Nós da Força Aérea gastamos com satélites para o SISCEAB", disse o Tenente-Brigadeiro, em referência ao Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro.

No próximo ano, haverá o lançamento do Satélite Geoestacionário Brasileiro de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que será controlado no Brasil a partir de um centro de operações em criação pela Aeronáutica em Brasília. Contudo, o satélite é francês e será lançado a partir da Guiana Francesa. Já o PESE prevê o lançamento de várias unidades com tecnologia nacional.

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Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... C3%A9gicos (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22712/GRIPEN-NG---Comandante-da-Aeron%C3%A1utica-ressalta-possibilidades-econ%C3%B4micas-de-projetos-estrat%C3%A9gicos)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 15, 2015, 12:41:16 am
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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 16, 2015, 09:37:25 pm
Nova torre para radar no extremo Oeste do Brasil

Nova torre aumenta eficiência de radar localizado no interior do Acre

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Localizado na região Norte do Acre, já na fronteira do Brasil com o Peru, o Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Cruzeiro do Sul (DTCEA-CZ) ampliou sua área de vigilância. No dia 27 de julho, foi concluída a instalação do radar TPS-B34 sobre uma torre de 12 metros de altura.

Sem a interferência de obstáculos terrestres, agora com a elevação, o equipamento é capaz de identificar um alvo a até aproximadamente 475 quilômetros de distância, podendo ainda determinar a sua altura de voo.

O procedimento foi realizado por militares do DTCEA-CZ, do Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV) e do 4°/1° Esquadrão do Grupo de Comunicações e Controle, além de um técnico da empresa Lockheed Martin, fabricante do radar. Foram realizados procedimentos como a substituição da unidade hidráulica do radar, que é giratório, e testes de vibração da antena.

Após a montagem da torre, o radar foi homologado pelo Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV), unidade responsável por aferir equipamentos e auxílios à navegação no Brasil. O radar já envia informações para o Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV), localizado em Manaus (AM), integrando o conjunto de sensores instalados na região amazônica.

Saiba mais - Criado em 1999, o DTCEA-CZ é um dos 26 destacamentos do CINDACTA IV e é também a instalação do Comando da Aeronáutica localizada no extremo Oeste do País.

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Fonte:  http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... -do-Brasil (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22692/ESPA%C3%87O-A%C3%89REO---Nova-torre-para-radar-no-extremo-Oeste-do-Brasil)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 17, 2015, 03:34:59 pm
FAB participa de exercício conjunto de contraterrorismo

O exercício, com duração de um mês, foi realizado no Centro-Oeste do Brasil

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Já de olho nos   COMGARJogos Olímpicos 2016, a Força Aérea Brasileira (FAB) participou, no final de julho, do Exercício Contraterror. O treinamento, realizado no Distrito Federal e em Goiás, contou com a participação de cerca de 100 profissionais, entre militares da FAB, do Exército Brasileiro e das Forças Armadas americanas, além de agentes da Polícia Federal.

Foram realizadas simulações de situações extremas, como resgate de reféns, ataque à células terroristas e proteção de estações de metrô, espaços públicos e estádios. O objetivo foi treinar as Forças de Operações Especiais para essas situações.

A unidade de elite da FAB, o PARA-SAR, participou do exercício com a meta principal de aprimorar a ação de contraterrosimo. Nos jogos olímpicos, o esquadrão será responsável por neutralizar e combater ações de terrorismo em instalações aeroportuárias e em aeronaves militares. Para isso, são treinados grupos de intervenção tática, atiradores táticos de precisão e equipes de negociação.

O Major de Infantaria Allan Godoy de Menezes Andrade, Chefe da Subseção de Operações Especiais do Comando Geral de Operações Aéreas (COMGAR), participou do exercício como observador. Segundo o militar, o treinamento foi importante para verificar se a FAB está preparada para enfrentar uma ameaça terrorista em solo brasileiro. “Em um contexto de Garantia da Lei e da Ordem ou de Defesa da Pátria, caberá à FAB, através do PARA-SAR, combater o terrorismo  em áreas de interesse da Força Aérea”, explica. O exercício foi coordenado pelo Departamento da Polícia Federal e dividido em duas partes: uma de planejamento e, outra, de execução. Nessa última, as chamadas células (do inglês, operation cell) foram responsáveis pela execução das missões de vigilância, reconhecimento, operações aeromóveis, guiamento aéreo policial e ações diretas.

O exercício contou ainda com a participação de dois helicópteros Black Hawk da 160th Special Operations Aviation Regiment (160º SOAR) e com uma unidade do 7 º Grupo de Forças Especiais dos Estados Unidos.

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Esse intercâmbio foi uma oportunidade para utilização de novos   COMGARequipamentos, verificação das técnicas de emprego e dos procedimentos executados pelas tropas de operações especiais. Os observadores da FAB verificaram que a conduta de emprego do PARA-SAR está alinhada doutrinariamente com às outras Forças de Operações Especiais do Brasil e dos Estados Unidos.

De acordo com o Chefe da Subchefia de Segurança e Defesa do COMGAR, Brigadeiro de Infantaria Augusto Cesar Amaral, a participação neste exercício, na posição de observador, permitiu aos especialistas em Operações Especiais do PARA-SAR o contato direto com as técnicas, táticas e procedimentos utilizados pelas tropas de elite do Brasil e Estados Unidos no enfrentamento ao terrorismo. “Faltando pouco menos de um ano para os Jogos Olímpicos de 2016, este tipo de intercâmbio, com intensa troca de conhecimentos entre os participantes, é de suma importância para o preparo da tropa de Infantaria da Aeronáutica visando o emprego conjunto com as demais Forças Singulares e outros Órgãos Governamentais", finalizou.

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Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... terrorismo (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22699/OPERACIONAL-%E2%80%93-FAB-participa-de-exerc%C3%ADcio-conjunto-de-contraterrorismo)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: NVF em Agosto 17, 2015, 09:46:51 pm
Com o radar estacionado a somente 12 m de altura, para detectar um alvo a 475 km o alvo teria que estar a uns 40.000 pés de altitude. Nenhum inimigo suficientemente inteligente faria tal coisa. Só há uma forma de conferir um alcance decente a um radar terrestre: colocá-lo bem alto no topo de uma montanha.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 18, 2015, 04:36:20 pm
Citação de: "NVF"
Com o radar estacionado a somente 12 m de altura, para detectar um alvo a 475 km o alvo teria que estar a uns 40.000 pés de altitude. Nenhum inimigo suficientemente inteligente faria tal coisa. Só há uma forma de conferir um alcance decente a um radar terrestre: colocá-lo bem alto no topo de uma montanha.

Pois é amigo. Acontece que não há montanhas na floresta amazônica, ainda mais nesta área que se situa no Estado do Acre. Diferentemente do que ocorre na região Norte do Brasíl, no Sul do País já é montanhoso, inclusive a FAB aproveita da característica do relevo para instalar seus radares a 1,8 mil metros de altitude:

Militares da FAB trabalham a 14,1° graus negativos

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Enquanto várias cidades do Sul do país ganham as páginas dos jornais com temperaturas próximas ao zero grau Celsius, os 40 militares da FAB que trabalham em Urubici, em Santa Catarina, veem seus termômetros em temperaturas bem mais baixas. Nesta quarta-feira (24/7), o Destacamento do Controle do Espaço Aéreo (DTCEA) da cidade registrou uma temperatura de 14,1 graus negativos, além de neve e formação de placas de gelo. A sensação térmica estimada foi de -30°C.

Responsável por manter em operação um radar capaz de visualizar todo o espaço aéreo entre o Rio Grande do Sul e o interior de São Paulo, o DTCEA está localizado no alto do Morro da Igreja, a 1.882 metros de altitude. Todos os anos o local registra temperaturas abaixo dos 10 graus negativos, mas não nevava desde 2010. Além do frio, rajadas de vento na região podem chegar a 130 km/h.

Localizado a 160 km de Florianópolis, o morro é considerado um local turístico para quem procura uma foto em um lugar tão frio em pleno Brasil. Mas a rotina dos militares da FAB em Urubici não parece programa de férias. Diariamente, eles percorrem mais de 60 km na pequena estrada que sobe o morro para ir trabalhar. Nessa época do ano, é necessário ainda utilizar roupas especiais sobre o uniforme. Uma equipe técnica também precisa passar a noite no local, onde precisa garantir que o radar e outros equipamentos de comunicação funcionem 24 horas por dia.

"A gente é acostumado. E é militar, não é? A missão tem que ser cumprida", diz o Suboficial Lincoln Souza da Silva, que trabalhava em Curitiba (PR) mas pediu transferência para Urubici. "É um lugar bonito. Vale a pena pela vista", conta.

Ao lado de outros quatorze Destacamentos localizados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, o DTCEA de Urubici é subordinado ao Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA II), de Curitiba (PR). As operações no alto do Morro da Igreja foram iniciadas em novembro de 1987.

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Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/1 ... -negativos (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/15733/TR%C3%81FEGO-A%C3%89REO-%E2%80%93-Militares-da-FAB-trabalham-a-14,1%C2%B0-graus-negativos)


Sobre o novo radar acoplado em uma base de 12 metros de altura na Amazônia, a FAB deve ter lá suas motivações técnicas para tal. :G-Ok:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 18, 2015, 04:52:09 pm
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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Agosto 21, 2015, 10:23:46 am
http://www.aereo.jor.br/2015/08/20/corsario-02-vai-a-leilao/
Citar
Quem estiver interessado em adquirir um Boeing 707 poderá fazê-lo no próximo dia 27 de agosto.  Basta dispor de pelo menos R$ 312.200,00. A FAB disponibilizou para leilão o KC-137 matrícula FAB 2402.

O KC-137 em questão era um dos quatro aviões que serviram no 2º/2º Grupo de Transporte “Esquadrão Corsário” entre 1986 e 2013. As aeronaves foram compradas da extinta companhia de transporte aéreo VARIG e  passaram por modificações na Boeing Military Aircraft Company, Wichita, no estado norte-americano do Kansas onde foram submetidas a um processo de conversão e modernização que as transformou em aeronaves de reabastecimento aéreo. Elas foram batizadas então de FAB-2401, FAB-2402, FAB-2403 e FAB-2404.

O FAB 2403 foi desativado para servir como fonte de peças para as outras aeronaves e o FAB 2404 sofreu um grave acidente no aeroporto Tousand Louverture, de Porto Príncipe, no Haiti.

Após 27 anos de atividade a Força Aérea Brasileira (FAB) realizou a cerimônia de despedida dos aviões. Em 10 de outubro de 2013 os KC-137 restantes foram definitivamente aposentados.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2010/11/revobr-14-580x435.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2010/11/revobr-15-580x435.jpg)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 21, 2015, 03:44:31 pm
Militares do Esquadrão Pelicano treinam sobrevivência e evasão no Pantanal

Unidade da FAB é especializada em busca e salvamento. Exercício realizado no MS contou com a participação de 20 profissionais

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Vinte militares do Esquadrão Pelicano (2°/10° GAV) participaram do Exercício de Sobrevivência e Evasão no Pantanal, organizado pela equipe de resgate da unidade entre os dias 3 e 14 de agosto. O objetivo foi proporcionar conhecimentos mínimos necessários para sobreviver no pantanal e viabilizar o resgate em ambiente hostil, a partir de uma força tarefa de resgate em combate – também conhecido como CSAR, do inglês combat search and rescue.

Segundo o chefe da equipe de resgate do 2°/10° GAV, Tenente Thiago de Souza Junqueira, o Esquadrão Pelicano é a unidade responsável pela doutrina CSAR na FAB e por isso também capacita seus militares para missões de sobrevivência e evasão. “A meta do treinamento foi nivelar conhecimento”, explicou.

Íntegra:  http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... -Pantanal- (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22739/OPERACIONAL-%E2%80%93-Militares-do-Esquadr%C3%A3o-Pelicano-treinam-sobreviv%C3%AAncia-e-evas%C3%A3o-no-Pantanal-)

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 21, 2015, 03:48:50 pm
Simulador dos helicópteros H225 e H225M será inaugurado nesta sexta (21) no Rio de Janeiro

Equipamento que vai treinar os pilotos das Forças Armadas é resultado do contrato de offset

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25785/i1581916071888276.jpg)

O simulador dos helicópteros H225 e H225M, nomenclaturas que se referem, respectivamente, às versões civil e militar da aeronave, será inaugurado nesta sexta-feira (21/08) no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro (RJ).

Por meio do Projeto H-XBR, firmado entre o Ministério da Defesa e o consórcio formado pelas empresas Helibras e Airbus Helicopters, serão adquiridas 50 aeronaves H225M para as Forças Armadas brasileiras e para a Presidência da República. A Força Aérea Brasileira (FAB), já recebeu seis dos 18 helicópteros previstos. Na Aeronáutica, eles foram nomeados de H-36 Caracal e estão operando no Esquadrão Falcão (1º/8º GAV), em Belém (PA).  Juntas, todas as aeronaves em operação no Brasil já completaram mais de 10 mil horas de voo.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25785/i1581916071853268.jpg)

A partir de agora, pilotos militares e de offshore, que fazem voos da costa para pontos específicos como ilhas e plataformas de petróleo, ganham uma oportunidade de treinamento aqui no Brasil. Até então a formação era realizada na França e na Inglaterra, onde estão os dois simuladores destes modelos de helicóptero.

Segundo explica o Major Sérgio Paiva, gerente adjunto do Projeto H-XBR, o simulador é um dos mais de 20 projetos de offset que estão sendo gerenciados pela Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC).

A FAB está prestes a receber a versão operacional do H-36 Caracal, que será capaz de realizar o procedimento de reabastecimento em voo (REVO). Poucos países no mundo possuem helicópteros com essa capacidade. Ainda em 2014, o Esquadrão Falcão realizou treinamento de tiro lateral.

Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... -sexta-(21 (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22749/TECNOLOGIA---Simulador-dos-helic%C3%B3pteros-H225-e-H225M-ser%C3%A1-inaugurado-nesta-sexta-(21))-no-RJ
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 21, 2015, 03:52:45 pm
Fabricação das pistolas PT 92 empregadas pela FAB

O Programa FAB & Indústria de Defesa mostra, nesta edição, como são fabricadas as pistolas PT 92 utilizadas pela Força Aérea Brasileira (FAB). Seu acabamento é diferenciado com: cano oxidado, ferrolho teniferizado preto. Você vai ver também, como a tecnologia de ponta é uma grande aliada na produção dessas armas.


Fonte:  http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... s-pela-FAB (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22754/FAB-TV-%E2%80%93-FAB-&-Ind%C3%BAstria-de-Defesa-apresenta-a-fabrica%C3%A7%C3%A3o-das-pistolas-PT-92-empregadas-pela-FAB)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 25, 2015, 02:23:22 pm
Brasil e Suécia formalizam contratos de compra de caças

(http://55ca7cd0-f8ac-0132-1185-705681baa5c1.s3-website-sa-east-1.amazonaws.com/defesanet/site/upload/news_image/2015/08/27336_resize_800_600_false_true_null.jpg)

Os governos do Brasil e da Suécia formalizam hoje às 10h, em Londres, os contratos financeiros da compra de 36 caças supersônicos Gripen NG. O pacote inclui ainda a aquisição do armamento das aeronaves.

Acerimônia será na Embaixada do Brasil envolvendo funcionários da agêncía sueca de crédito à exportação, a SEK, e da Procuradoria Geral da Fazenda. O valor total é de cerca de US$ 5,4 bilhões, com oito anos de carência e 15 anos para o pagamento.

Há um mês, a operação esteve em risco: o setor econômico do governo pedia a revisão para baixo da taxa de juros, de 2,54% ao ano; propunha 2,19%. A empresa fornecedora dos aviões e da tecnologia que será repassada, a Saab, tentou uma negociação intermediária, sem sucesso. Com a discussão realizada diretamente entre governos, o processo resultou em um acordo no dia 28 de julho.

Para o ministro da Defesa, Jaques Wagner, principal negociador, o entendimento oficializado hoje encerra a "etapa de gabinete" e inicia "a fase da execução do contrato". O parceiro nacional é a Embraer Defesa e Segurança. A empresa, segundo Wagner, já está preparando a infraestrutura da fábrica de Gavião Peixoto, a 300 km de São Paulo, para receber o programa. A primeira unidade será entregue em 2019 e a última, cinco anos depois.

O crédito cobrirá 100% do contrato comercial, sem a necessidade de pagamento de sinal. "A aprovação do projeto é uma decisão estratégica para garantir a soberania nacional do espaço aéreo brasileiro", disse o ministro Jaques Wagner, lembrando que o pagamento efetivo do financiamento só ocorrerá após o recebimento da última aeronave previsto para 2024.

Com a decisão, a Força Aérea Brasileira (FAB) terá aeronaves de defesa e superioridade aérea compatíveis com a importância geopolítica do Brasil, abrindo as portas do mercado da América do Sul à Saab e às empresas brasileiras subcontratadas.

O financiamento permitirá a aquisição dos 36 caças Gripen NG, que atenderão às necessidades operacionais da FAB nos próximos 30 anos.

Por meio de um programa de transferência de tecnologia, com o Gripen NG o Brasil poderá deixar de ser comprador para se tornar fornecedor de aeronaves de combate de última geração. Anunciada em dezembro de 2013, a encomenda cobre suporte logístico e armamento.

O pacote prevê a fabricação de 15 das 36 unidades no Brasil, incluindo 8 unidades de dois lugares, para treinamento de pilotos e missões especiais. O modelo, criado para a FAB, será desenvolvido em parceria entre Saab e Embraer.


Fonte: http://www.defesanet.com.br/gripenbrazi ... -de-cacas/ (http://www.defesanet.com.br/gripenbrazil/noticia/20149/Brasil-e-Suecia-formalizam-contratos-de-compra-de-cacas/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 25, 2015, 02:29:42 pm
Operadores de Super Tucano da FAB debatem questões técnicas

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Imagem-1-A-29-Operadores.jpg)

O Parque de Material Aeronáutico de Lagoa Santa (PAMA-LS) realizou a Reunião de Operadores (ROP) da aeronave A-29 Super Tucano, empregada pela Força Aérea Brasileira (FAB) principalmente em operações de fronteira. Realizado em meados de agosto, o encontro anual reuniu empresas que participam da produção do avião, os esquadrões operadores e a equipe técnica do PAMA-LS para debater sobre as necessidades técnicas relacionadas à operacionalidade da frota. Segundo um dos organizadores da reunião, major Renato Alves de Oliveira, o evento foi importante porque possibilita o diálogo entre os principais envolvidos nas operações com os A-29. “Dessa forma, podemos encontrar as melhores soluções para questões técnicas”, explicou o militar.

Participaram da reunião, além da equipe do PAMA-LS, mais de 20 militares de diversas unidades pelo País, como o tenente Thiago Romeiro Capuchinho, Chefe de Manutenção da Esquadrilha da Fumaça. “Essa reunião representa uma oportunidade ímpar para que os operadores possam reportar  suas dificuldades diretamente aos fabricantes de cada componente da aeronave, na expectativa de uma melhoria na disponibilidade do projeto”, disse.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Imagem-2-A-29-Operadores-2.jpg)

As empresas envolvidas na fabricação da aeronave, como a EMBRAER, Pratt & Whitney e a AEL Sistemas, também estiveram presentes. “Nós acreditamos que essa reunião é uma oportunidade fundamental para ouvirmos aqueles que lidam com o A-29 quanto às suas expectativas, trocar ideias e informações e promover o relacionamento entre as equipes da Força Aérea Brasileira (FAB) e da EMBRAER. Também reforçamos nosso compromisso em atender e sempre aprimorar nosso suporte em termos de serviços, visando sempre aos altos índices de disponibilidade do A-29 nos Esquadrões”, afirmou o representante da EMBRAER, Tarcizio de Paiva.

Fonte: http://tecnodefesa.com.br/operadores-de ... -tecnicas/ (http://tecnodefesa.com.br/operadores-de-super-tucano-da-fab-debatem-questoes-tecnicas/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Agosto 25, 2015, 06:30:35 pm
Citação de: "Vitor Santos"
Citação de: "NVF"
Com o radar estacionado a somente 12 m de altura, para detectar um alvo a 475 km o alvo teria que estar a uns 40.000 pés de altitude. Nenhum inimigo suficientemente inteligente faria tal coisa. Só há uma forma de conferir um alcance decente a um radar terrestre: colocá-lo bem alto no topo de uma montanha.
Sobre o novo radar acoplado em uma base de 12 metros de altura na Amazônia, a FAB deve ter lá suas motivações técnicas para tal. :G-Ok:
(http://4.bp.blogspot.com/-xZHBfW-F7Xc/VO90war4eXI/AAAAAAAAADY/zkPGEtSR1BU/s1600/Brazil_CINDACTAs.png)
O Cindata (nesta caso o IV, onde se integra o radar montado) trabalha na Região da Amazónia em conformidade integrada com o SIVAM e o SIMPAM (https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_Vigil%C3%A2ncia_da_Amaz%C3%B4nia). Ou seja, na teoria o sistema trabalha usando não apenas os radares terrestres mas também as plataformas AEW da FAB e satélites, de forma a debelar um conjunto de questões como é o caso do terreno e intenso tráfico de matérias diversas na região.
(http://image.slidesharecdn.com/2territriobrasileiro-110211153239-phpapp02/95/2-territrio-brasileiro-32-728.jpg?cb=1297438425)
Embora inaugurado em 25 de Julho de 2002,  é evidente que faltam ainda sistemas vários (principalmente aéreos, AEW, UAV e satélites), no sentindo de aumentar a eficácia e que os diversos recursos existentes actualmente são escassos para a área abrangida (em funcionamento à 13 anos o sistema tem sido alvo de diversos melhoramentos, o ultimo dos quais em 2013 e está planificado que continue a ser, mas com constrangimento de verbas e com múltiplos projectos, é feito a conta-gotas):
Citar
- 2002 (25 de julho)  – É ativado oficialmente o Sivam, com 18 radares, uma aeronave de sensoriamento remoto e duas de vigilância aérea, quatro aeronaves-laboratório, 150 plataformas de coletas de dados, 300 equipamentos de radiodeterminação, o Centro Regional de Vigilância (CRV) de Manaus, o Centro de Apoio Logístico e o Centro de Vigilância Aérea de Manaus (Cindacta IV). Sivam estava submetido ao ministro-chefe da Casa Civil, Pedro Parente, que já tinha se incumbido de coordenar o Sipam e permitir a integração do trabalho dos vários ministérios.
http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/novo-radar-vai-melhorar-vigilancia-da-floresta-na-amazonia-5378.html

http://www.muco.com.br/index.php?option=com_content&id=244:caao-sivam&Itemid=53

http://freepages.military.rootsweb.ancestry.com/~otranto/fab/sivam.htm

http://www.wrm-eng.com.br/portfolio/19-sivam-sistema-de-vigilancia-da-amazonia

http://www.nossofuturoroubado.com.br/portal/navios-roubam-agua-dos-rios-da-amazonia/
(http://3.bp.blogspot.com/__pQxbde5vHw/SsFIkB2TD0I/AAAAAAAAAfk/XxhRd9pyXyw/s400/amazonia_sivam.jpg)
 
Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 26, 2015, 05:45:13 pm
Forças Aéreas do Brasil e do Peru treinam defesa aérea na Amazônia

Em sua 5ª edição, exercício operacional PERBRA tem como objetivo coibir voos ilícitos na região de fronteira

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25829/i15825153333177830.jpg)

As cidades de Cruzeiro do Sul, no Estado do Acre, e Pucallpa, no Peru, sediam nesta semana a quinta edição do exercício binacional PERBRA, envolvendo as forças aéreas do Brasil e do Peru. De hoje (25/8) até a próxima quinta-feira (27/8), pilotos e controladores de tráfego aéreo vão treinar juntos procedimentos de interceptação de aeronaves em voos ilícitos simulados entre os dois países.

O exercício consiste em um avião C-98 Caravan, da Força Aérea Brasileira (FAB), sair de Cruzeiro do Sul em direção ao Peru e ser interceptado por caças A-37 Dragonfly da Força Aérea do Peru (FAP). No retorno, ocorre mais uma interceptação, dessa vez por caças A-29 Super Tucano da FAB. O mesmo procedimento, em sentido inverso, é realizado com um avião TC-690 da FAP.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25829/i15825153730148391.jpg)

De acordo com o diretor do exercício no Brasil, Tenente-Coronel Marcelo Alvim, o objetivo principal é treinar a transferência dos chamados "tráfegos de interesse" entre os dois países. "São dois países que têm uma fronteira bastante sensível, onde ocorrem muitos ilícitos transfronteiriços, e têm grande interesse em mitigar esse volume de ilícitos", afirma. “Se um avião ultrapassa a fronteira sem um plano de voo, já é um voo ilícito”, completa.

Brasil e Peru têm acordos de defesa para que se uma aeronave em voo ilícito estiver aqui em rota para o país vizinho, o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA) alerta as autoridades peruanas. O procedimento inverso também ocorre.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25829/i1582515382458042.jpg)

“A Defesa Aérea Brasileira precisa estreitar as relações com os países vizinhos, a fim de aprimorar o controle do espaço aéreo e facilitar a transferência de informações nas regiões de fronteira. Assim, quando algum tráfego cruza a fronteira, devemos informar e ser informados prontamente, visando tomar atitudes no sentido de mitigar o uso do espaço aéreo para ações ilícitas, mantendo assim a soberania nacional ", explica o diretor do exercício.

Além dos treinamentos dos pilotos, controladores de tráfego aéreo trabalham juntos em Manaus (AM) e em Pucallpa, onde estão os centros de defesa aérea das duas forças aéreas responsáveis pela região Amazônica. Também participam do exercício aviões de apoio e helicópteros para o alerta de busca e salvamento.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25829/i1582515332859579.jpg)

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25829/i1582515332888285.jpg)

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25829/i15825153331149509.jpg)

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25829/i1582515372651660.jpg)

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25829/i1582613304951239.jpg)

Fonte:  http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... z%C3%B4nia (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22787/OPERACIONAL---For%C3%A7as-A%C3%A9reas-do-Brasil-e-do-Peru-treinam-defesa-a%C3%A9rea-na-Amaz%C3%B4nia)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Agosto 27, 2015, 02:25:25 pm
http://www.aereo.jor.br/2015/08/26/pindaiba-na-fab-semana-tem-quatro-dias/
Citar
A Aeronáutica oficialmente se recusa a explicar a decisão de eliminar um dia útil na semana: agora, a carga horária da Força Aérea Brasileira é de segunda a quinta, de 8h às 17h. E a sexta-feira será eterna folga.

FONTE: Diário do Poder
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/08/Capacete-580x389.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 27, 2015, 02:29:07 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Agosto 28, 2015, 10:40:56 am
http://www.aereo.jor.br/2015/08/27/depois-do-corsario-02-agora-e-a-vez-do-fab-01/
Citar
O antigo boeing presidencial 707 (KC-137) da Força Aérea Brasileira (FAB), mais conhecido como “Sucatão”, está sendo leiloado. A aeronave de 1958 foi usada pelos presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) até ser substituída, em 2005, pelo Airbus A-319, o ”Aerolula”, de U$$ 56,7 milhões.

O lance inicial para arrematar o “Sucatão” é de R$ 312.200 mil, com o incremento mínimo de R$ 1 mil. Após um agendamento por e-mail, os interessados podem visitar a relíquia nos dias 24, 25 e 26 deste mês, das 9h às 11h e das 13h às 15h30 no Parque de Material Aeronáutico do Galeão, na Ilha do Governador, no Rio.

Mas há uma ressalva: o ‘Sucatão’ não voa mais. Quando foi trocado pelo “Aerolula“, o boeing passou a servir a equipe auxiliar da presidência. Foi aposentado, porém, em setembro de 2013 e, de acordo com a FAB, não tem condições de voar no momento. Pela ‘falta de utilidade’, a Força Aérea resolveu realizar o leilão. A FAB conta que o “Sucatão” deixou de ser usado devido aos altos custos de manutenção, inclusive o consumo excessivo de combustível e o barulho acima dos níveis permitidos por muitos aeroportos.Em 2006, o avião foi motivo de polêmica entre os presidenciáveis da época Geraldo Alckmin (PSDB) e Lula. Durante debate, Alckmin sugeriu que o petista vendesse o “Aerolula” para comprar hospitais. Em resposta, o ex-presidente disse que o ‘sucatão’ era uma vergonha:

— Só um maluco acha que pode viajar de avião de carreira. O avião que nós tínhamos tinha o apelido de sucatão. Era uma vergonha. Somente quem não tem uma dimensão da política internacional que pode falar isso. A gente era multado em todos os aeroportos do mundo que a gente chegava. O sucatão ficava sobrevoando esperando alguém dar autorização para a gente pousar – protestou na época.

A aeronave, no entanto, já teve seus dias de glória. Adaptada para o governo, possibilitou viagens ao exterior em compromissos oficiais da presidência e de ministros de Estado. Quando foi substituída, ajudou no reabastecimento em voo de caças por ter grande capacidade de carregar combustível (90.000 litros) à maior distância e maior altitude, com possibilidade de transferência de 1.700 litros por minuto.

FONTE: Olhar Direto
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/11/sucatao-580x218.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 29, 2015, 12:17:05 am
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 29, 2015, 12:21:56 am
FAB lança foguete de treinamento básico em Alcântara

Veículo voou por 2 minutos e 44 segundos até a dispersão na área de impacto no Atlântico

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25872/i15827185359149570.jpg)

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) lançou, na quinta-feira (27/8), o 18º Foguete de Treinamento Básico (FTB). Além de treinar o efetivo da unidade, o lançamento permitiu obter dados para a qualificação e a certificação do veículo junto ao Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI). O processo faz parte da Operação Falcão I/ 2015, iniciada na última segunda (24/8) no CLA.

O Comandante de Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato, e demais oficiais-generais integrantes do Alto-Comando da Aeronáutica assistiram ao evento como parte da programação de atividades da reunião desses militares realizada em Alcântara (MA).

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25872/i1582718535957482.jpg)

Lançado às 11:45 h  (horário de Brasília), o veículo voou por 2 minutos e 44 segundos até a dispersão na área de impacto no Oceano Atlântico, a uma distância de 17 quilômetros do local de lançamento no CLA. Os dados coletados durante o voo apontam para uma trajetória real seguindo próximo da trajetória planejada para o FTB.

“Esse lançamento é extremamente importante para manter a operacionalidade e preparar o CLA para receber, a partir de outubro, o foguete VS-40 SARA Suborbital a ser lançado durante a Operação São Lourenço”, afirma o coordenador geral da Operação Falcão I/ 2015 e Diretor do CLA,  Coronel Cláudio Olany Alencar de Oliveira.

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25872/i1582718535987856.jpg)

Saiba mais - Os foguetes de treinamento básico e intermediário são fabricados pela indústria nacional e lançados desde 2009 tanto no CLA, quanto no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), localizado em Natal (RN). O objetivo é manter a operacionalidade dos meios técnicos e logísticos e treinar as equipes envolvidas com o lançamento e rastreio, de ambas organizações militares da FAB.

A Operação Falcão I/ 2015, realizada pelo CLA, organização subordinada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), cumpre ainda as atividades previstas no Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), em coordenação com a Agência Espacial Brasileira (AEB). A Marinha do Brasil (MB) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) também participaram da operação, atuando na interdição do tráfego marítimo e aéreo, respectivamente.


Fonte:  http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... %C3%A1sico (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22819/ESPA%C3%87O---Centro-de-Lan%C3%A7amento-de-Alc%C3%A2ntara-lan%C3%A7a-18%C2%BA-foguete-de-treinamento-b%C3%A1sico)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 29, 2015, 06:10:36 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 29, 2015, 06:18:29 pm

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Agosto 31, 2015, 05:34:02 pm
http://www.aereo.jor.br/2015/08/31/embraer-transfere-pessoal-de-defesa-para-os-jatos-comerciais/
Citar
Virgínia Silveira De São José Dos Campos

Para preservar a mão de obra qualificada de suas equipes da área de defesa, que precisou reduzir o ritmo dos projetos como o do cargueiro militar KC-390, a Embraer está remanejando alguns profissionais para o programa do jato comercial E-2, que está a pleno vapor.

A queda de 16,5% na receita da área de defesa afetou os resultados financeiros da empresa no segundo trimestre. Com o atraso no repasse de recursos, a certificação do KC-390, que sempre foi considerado um projeto prioritário para o governo, foi adiada em um ano e as primeiras entregas, antes previstas para 2016, só vão acontecer no primeiro semestre de 2018.

Apesar das dificuldades nas questões financeiras, os investimentos na formação e aperfeiçoamento dos profissionais têm sido mantidos, segundo a empresa. Em 2014, a Embraer destinou R$ 15 milhões em programas de qualificação e desenvolvimento profissional.


Nos últimos dez anos a fabricante brasileira também investiu R$ 5 milhões nos dois principais programas de treinamento de engenheiros e projetistas aeronáuticos da companhia. Com mais de 1300 engenheiros formados, o Programa de Especialização em Engenharia (PEE), realizado em parceria com o ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), atrai todos os anos 60 candidatos por vaga.

Mais recente, o Programa de Projetista Embraer (PPE) capacitou e contratou 124 profissionais para atender ao aumento da demanda de novos projetos da empresa em todas as áreas, como o KC-390, os jatos E2 e os executivos Legacy 450 e 500, informou a diretora de Desenvolvimento de Pessoas da Embraer, Daniela Sena.

“Com 60 engenheiros formados por ano em nível de mestrado, o PEE alimenta a cadeia de desenvolvimento de engenharia da Embraer. No caso dos projetistas, não existe formação no Brasil. No PPE nós customizamos o treinamento para as nossas necessidades”, explica a diretora.

Selecionada pelo PPE em 2013, a projetista aeronáutica Naiara Rose dos Santos trabalha hoje no projeto dos sistemas elétricos dos jatos E2. “O curso PPE me preparou para trabalhar no projeto, mas continuo fazendo outros cursos oferecidos pela empresa e desta forma me especializar ainda mais para o desenvolvimento de novos programas”, afirmou. Incentivada pela empresa, Naiara começou a cursar engenharia mecânica e acaba de concluir um curso de inglês fora do país.

FONTE: Valor Econômico, via NOTIMP
De 2016 para 2018. Afinal sempre vão existir atrasos no KC390. Falta saber quais serão os próximos atrasos de outros programas...  :roll:
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2012/04/Hangar-de-montagem-moderniza%C3%A7%C3%A3o-Gavi%C3%A3o-Peixoto-580x383.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 01, 2015, 09:06:19 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Setembro 04, 2015, 09:33:03 am
https://www.aereo.jor.br/2015/09/03/mpf-arquiva-inquerito-sobre-o-programa-f-x2-da-fab/
Citar
O Procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, pertencente ao Núcleo de Combate à Corrupção da Procuradoria da República no Distrito Federal, produziu despacho de arquivamento do inquérito que investigou as denúncias de corrupção quanto à escolha da aeronave Saab Gripen NG para a Aviação de Caça da FAB.
E siga (parece o caso por cá dos submarinos)...  :twisted:
(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/04/Gripen-NG-Mock-up1-580x395.jpg)

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 04, 2015, 02:13:22 pm
O dia de um “caçador” da Força Aérea Brasileira

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/G0060048-2-copy.jpg)

Mais um dia nasce e os primeiros raios de sol alcançam a grama molhada pelo orvalho da madrugada, levantando a cabeça observa-se também os mesmos fachos de luz alcançando o imponente e histórico Hangar do Zeppelin na Base Aérea de Santa Cruz, a “cidade da caça”.  O Relógio na parede da sala de Briefing marca 07:00 hs.

Olhando ao redor nota-se uma movimentação grande de pessoas, em um entra e sai frenético de pilotos e mecânicos de voo que se encaminham a uma porta que os conduz em direção aos hangares, onde estão abrigadas e sendo abastecidas as aeronaves A-1 do 1º/16º GAv.

Começa-se assim mais um dia normal e rotineiro na vida de quem está acostumado a voar com velocidades superiores a 1.000 km/h, enfrentando gravidade positivas e negativas. Homens comuns que fazem do seu dia a dia, algo incomum a grande parte da população, mas que para eles é tão normal quanto um singelo passeio de bicicleta.

A grande maioria das pessoas tem a curiosidade de poder saber como é a rotina de um piloto de caça, de saber o que se faz para ter a segurança necessária para poder estar voando mais rápido do que o som e de poderem também enxergar através dos olhos (lentes) de um piloto como é o mundo visto por eles lá em cima.

Íntegra: http://www.revistaoperacional.com.br/fo ... rasileira/ (http://www.revistaoperacional.com.br/forca-aerea/o-dia-de-um-cacador-da-forca-aerea-brasileira/)


(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/No-Ar-4-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/G0028369-2-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/hangar-do-zepellin5-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/No-Ar-22-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/No-Ar-21-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/No-Solo-1.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/No-Solo-2-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/No-Ar-10-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/No-Ar-9-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/No-Ar-7-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/No-Ar-6-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/No-Ar-12-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/No-Ar-16-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/No-Ar-1-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/mecanico2-copy.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/08/pira-copy.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 04, 2015, 02:21:23 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Setembro 06, 2015, 11:11:59 am
https://www.aereo.jor.br/2015/09/03/fab-treina-combate-aereo-alem-do-alcance-visual-em-anapolis/
Citar
A Força Aérea Brasileira está realizando nesta semana mais um exercício BVR na Base Aérea de Anápolis (BAAN), em Goiás. O treinamento conjunto tem o objetivo de instruir as unidades de defesa aérea na doutrina de combate além do alcance visual (BVR, do inglês Beyond Visual Range), em situações onde os pilotos empregam mísseis de maior alcance, como o Derby.

A FAB recebeu ontem jornalistas e fotógrafos para cobrir a operação. Abaixo segue a entrevista feita com o tenente-coronel aviador Ricardo Guerra Rezende, comandante do Esquadrão Pampa, 1º/14º Grupo de Aviação.
(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/09/Exerc%C3%ADcio-BVR-4-960x589.jpg)
(https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/09/Exerc%C3%ADcio-BVR-1-960x640.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 06, 2015, 08:45:53 pm
Militares da FAB treinam para desfile aéreo do dia 7 que acontece em Brasília

Caças F-5 e A-1, o reabastecedor KC-130 e a Esquadrilha da Fumaça participam da cerimônia

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/25961/i159515535258912.jpg)

A solenidade do Dia da Independência na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contará com desfile aéreo da Força Aérea Brasileira (FAB). A aeronave KC-130 Hércules, os caças F-5 e A-1, além da Esquadrilha da Fumaça sobrevoarão o desfile de 7 de setembro. Veja na reportagem como é feito o treinamento e a coordenação para a passagem da FAB:


Fonte: http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... s%C3%ADlia (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22902/SEMANA-DA-P%C3%81TRIA---Militares-da-FAB-treinam-para-desfile-a%C3%A9reo-do-dia-7-que-acontece-em-Bras%C3%ADlia)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 08, 2015, 03:10:00 pm
FAB no desfile cívico-militar de 7 de Setembro 2015

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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 09, 2015, 05:06:45 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 15, 2015, 06:31:56 pm
Esquadrão Puma inicia operações com o H-36 Caracal

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem-2-H-36-Esquadr%C3%A3oPuma.jpg)

O 3º/8º GAv, Esquadrão Puma, da Força Aérea Brasileira (FAB), sediado na Base Aérea dos Afonsos (BAAF), no Rio de Janeiro, celebrou 35 anos de criação da unidade na última quarta-feira (09). A data foi comemorada com o início da atividade operacional do helicóptero H-36 Caracal naquele Esquadrão.

“Hoje o Esquadrão Puma inicia uma nova fase da sua história. O H-36 proporcionará uma extensão operacional enorme, principalmente no que se refere ao voo com NVG (óculos de visão noturna), sendo possível, num futuro próximo, cumprirmos todas as missões no período noturno e com elevado grau de segurança”, disse o comandante do Esquadrão, tenente-coronel Eduardo Barrios.

O H-36 irá, gradativamente, substituir o H-34 Super Puma, modelo de helicóptero que atuou em inúmeras missões de busca e salvamento (SAR), como naquelas que foram realizadas por ocasião dos acidentes aéreos envolvendo o voo GOL 1907 em 2006, e o Air France AF447, em 2009. O H34 também foi empregado durante as enchentes ocorridas em Pernambuco (2010), Santa Catarina e Região Serrana do Rio (2011) e no Espírito Santo (2013).

O H-36 Caracal permitirá a realização de voos a qualquer hora do dia ou da noite para cumprir missões SAR, resgate em combate (C-SAR), operações especiais, evacuação aeromédica (MEDEVAC), transporte especial, transporte logístico e apoio às comunidades nos casos de calamidades públicas.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem-3-H-36-Esquadr%C3%A3oPuma.jpg)

A versão operacional do H-36 Caracal terá condições de realizar reabastecimento em voo mediante instalação de uma sonda de recepção de combustível. No mês passado, foi inaugurado no Rio de Janeiro o primeiro simulador das Américas desta aeronave, equipamento instalado no Centro de Treinamento e Simulação (CTS) da Helibras.

A aeronave tem capacidade de transportar até 29 combatentes, além de dois pilotos. A aeronave possui  grande volume interno para carga, além de modernos sistemas aviônicos e monitoramento redundante que garantem um elevado desempenho com máxima segurança.

Ivan Plavetz

Fonte: http://tecnodefesa.com.br/esquadrao-pum ... 6-caracal/ (http://tecnodefesa.com.br/esquadrao-puma-inicia-operacoes-com-o-h-36-caracal/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 17, 2015, 03:32:10 pm
Exercício Cacequi treina tripulações do Esquadrão Pantera

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem-2-ExercicioCacequi.jpg)

O 5°/8°GAv, Esquadrão Pantera, realizou o Exercício Operacional Cacequi, em Santa Maria (RS), local onde a unidade aérea está sediada. Os militares treinaram missões de ataque com helicópteros Sikorsky H-60 Black Hawk, incluindo tiro aéreo lateral diurno e noturno, escolta, busca e salvamento em combate (C-SAR) e evasão da tripulação no solo em caso de queda de aeronave. O exercício envolveu cerca de 60 homens entre pilotos, mecânicos, artilheiros e pessoal de resgate.

“Participei da minha primeira missão de tiro lateral com óculos de visão noturna (NVG) e de procedimentos de evasão no solo. Os ensinamentos e técnicas aprendidos nas missões são de grande valia para o emprego real no futuro, mantendo o nível operacional dos militares”, comentou o especialista em mecânica de aeronaves, sargento Micael Luciano de Matos.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem-3-ExercicioCacequi.jpg)

Para treinar missões de escolta e C-SAR foi transportado, como carga externa, um veículo sucateado para compor a figuração inimiga do exercício. O veículo serviu como alvo tático para os artilheiros. O transporte   suspenso por cabo umbilical foi colocado em prática com base nos conhecimentos obtidos junto ao Exército Brasileiro durante intercâmbio realizado em Taubaté (SP).

“O Exercício Cacequi coroa um ano de treinamento do Esquadrão. Todas essas atividades foram reunidas em uma missão, proporcionando aos tripulantes a adaptação de todo conhecimento em uma situação próxima à realidade em um teatro de operações”, explicou o comandante do Esquadrão Pantera, tenente-coronel Josirley Brito de Sousa.

 
Ivan Plavetz
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 17, 2015, 03:44:48 pm
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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Setembro 21, 2015, 10:04:12 am
http://www.aereo.jor.br/2015/09/21/dez-anos-do-primeiro-mike/
Citar
Há dez anos um esquadrão operacional da FAB recebia oficialmente o seu primeiro F-5 modernizado. A cerimônia ocorreu na Base Aérea de Canoas e o avião em questão era nada menos do que o FAB 4856, o primeiro F-5E construído pela Northrop (matrícula norte-americana 71-1417).

Antes dele, dois protótipos do novo padrão, um monoposto e um biposto, haviam iniciado os diversos testes do modelo modernizado, mas o primeiro exemplar do F-5M recebido por uma esquadrão de caça, o 1º/14º GAV “Pampa”, foi o FAB 4856. Há pouco tempo, o jato passou por mais uma revisão nível parque no PAMA-SP (Parque de Material Aeronáutico de São Paulo) e deverá continuar cumprindo seu papel na primeira linha da caça por mais alguns anos.
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/08/F5M-entrega-ao-Pampa.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/08/F5M-entrega-ao-Pampa-2.jpg)

Cumptimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 21, 2015, 05:07:53 pm
Entregue o primeiro P-95M

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem-2-1%C2%BAP-95M.jpg)

A empresa AEL Sistemas S/A, de Porto Alegre (RS), entregou nesta semana o primeiro dos oito P-95M à Força Aérea Brasileira. O projeto de modernização, atualmente realizado no Parque de Material de Aeronáutica dos Afonsos, no Rio de Janeiro, tem como foco substituir equipamentos eletrônicos e de comunicação e instalar um novo radar.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem-3-1%C2%BAP-95M.jpg)

O painel analógico foi substituído por quatro modernas telas digitais multifuncionais que melhoram a consciência situacional e aumentam a segurança da tripulação, enquanto que o radar Seaspray 5000E, de 48 quilos de peso, vai permitir a detecção de navios a até 370 quilômetros de distância. Os aviões P-95 poderão também acompanhar até 200 alvos simultaneamente além de realizar o mapeamento de terrenos e detectar aeronaves.

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem-1-1%C2%BAP-95M.jpg)

Os Bandeirulhas, como são conhecidos, são aeronaves de patrulha marítima e fazem a vigilância aérea do mar territorial, e cumprem missões de busca e salvamento, combate à pesca ilegal, pirataria, crimes ambientais e também são usados em missões especiais de combate e de inteligência. As duas primeiras unidades entregues vão operar na Base Aérea de Natal (RN), para a formação de novas tripulações, e depois seguirão para os 2º/7°GAv “Esquadrão Phoenix” e 3º/7°GAv “Esquadrão Netuno”, sediados em Florianópolis (SC) e Belém (PA).

Fonte: http://tecnodefesa.com.br/entregue-o-primeiro-p-95m/ (http://tecnodefesa.com.br/entregue-o-primeiro-p-95m/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 22, 2015, 05:50:35 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Setembro 23, 2015, 11:10:01 am
http://www.aereo.jor.br/2015/09/22/suecia-recebe-os-primeiros-engenheiros-brasileiros-que-vao-trabalhar-no-novo-caca-gripen/
Citar
Um grupo de 46 engenheiros e técnicos brasileiros começa a trabalhar na Suécia a partir do dia 19 de outubro. Eles são funcionários das empresas Embraer, de São José, e AEL Sitemas, de Porto Alegre.
Embora alguns engenheiros da Embraer já estejam na sede da sueca Saab, os 46 profissionais serão oficialmente os pioneiros para o início do programa de fabricação dos caças supersônicos Gripen NG, que serão produzidos pela Saab para equipar a FAB (Força Aérea Brasileira).
O contrato de compra dos jatos inclui transferência de tecnologia para o Brasil, sob a coordenação da Embraer.
Começa a valer agora, na prática, o contrato entre o Brasil e a Suécia, efetivado oficialmente há duas semanas.
Serão 36 caças supersônicos Gripen NG de última geração, capazes de voar duas vezes a velocidade do som.
A última pendência do contrato, o financiamento, também foi concluída há um mês. O contrato é de US$ 4,7 bilhões, dos quais US$ 245,3 milhões são para a compra de armamentos para os jatos.

Grupos. Os técnicos e engenheiros brasileiros irão em grupos ao longo dos próximos anos. Em outubro, irão 44 funcionários da Embraer e 2 da AEL. Segundo a Embraer, até 2020, a empresa vai enviar 280 funcionários para a sede da Saab para atuar no projeto.
De acordo com a Embraer, irão para a Suécia engenheiros e operadores de produção, de 2015 a 2020. A empresa informou que a permanência dos funcionários na Suécia pode durar de 6 a 24 meses.
Segundo a Saab, o tempo de permanência do primeiro grupo na Suécia deve ser de 12 meses. No início, haverá uma variedade de treinamentos teóricos e a maioria dos técnicos e engenheiros também irá participar do treinamento prático (on-the-job), no desenvolvimento do Gripen –uma formação mais especializada dentro do mesmo projeto que os engenheiros da Saab.

Entregas
Primeiros caças chegam em 2019
A entrega dos caças supersônicos Gripen NG deve começar em 2019 e terminar em 2024. A montagem final dos jatos no Brasil será feita na fábrica da Embraer em Gavião Peixoto. Dois pilotos brasileiros –Gustavo Pascotto e Ramon Forneas– foram os primeiros a serem treinados para pilotar o caça, na Suécia. Outros pilotos da FAB devem ser treinados.

FONTE: O Vale
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/11/Saab-Gripen-NG-2-580x388.jpg)
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/09/WAD-Prot%C3%B3tipo-580x870.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 26, 2015, 01:11:18 am
Imprensa destaca ‘labaredas’ de helicóptero da presidência

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Um dos helicópteros usados para transportar a presidente Dilma Rousseff soltou uma labareda de fogo em região próxima às suas hélices (sic) nos momentos que antecederam sua decolagem no final da tarde desta quinta-feira (24).

O voo partiu do Palácio da Alvorada até a base aérea de Brasília, de onde a presidente prosseguiu viagem rumo aos Estados Unidos. Em sua visita ao país, a presidente vai participar da 70ª Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) e só volta ao Brasil na próxima terça (29), quando deve formalizar o anuncio da reforma ministerial.

Antes da labareda desta quinta-feira (24), ocorreram duas anormalidades com helicópteros da Presidência em menos de um mês.

No começo do mês, uma das aeronaves, que levaria Dilma para Natal não saiu do lugar quando a presidente já estava embarcada. Em poucos minutos uma fumaça começou a sair do motor e Dilma foi obrigada a descer e percorrer o trajeto de carro.

Uma semana antes, o mesmo helicóptero apresentou uma pane elétrica e passou por uma manutenção no próprio gramado do Planalto. Na ocasião, a presidente tinha acabado de chegar de Nova York, onde fez o discurso de abertura da assembleia-geral da ONU.

A Presidência possui três helicópteros de modelos parecidos. O modelo usado nesta noite foi o H-34 Super Puma.


http://www.aereo.jor.br/2015/09/25/impr ... esidencia/ (http://www.aereo.jor.br/2015/09/25/imprensa-nacional-destaca-labaredas-de-helicoptero-da-presidencia/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 28, 2015, 06:48:02 pm
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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 29, 2015, 10:06:35 pm
Esquadrão Poti treina novas técnicas no emprego de armamento da aeronave AH-2 Sabre

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O Esquadrão Poti (2º/8º GAV), que opera os helicópteros de ataque AH-2 Sabre da Força Aérea Brasileira, realiza até a próxima semana (07/10) o Exercício Operacional Zarabatana VI. Durante as atividades, os 65 militares envolvidos trabalham para aprimorar as técnicas de emprego dos armamentos ar-solo da aeronave, como o míssil Ataka, foguetes e canhão. O exercício acontece no estande de tiros do Campo de Provas Brigadeiro Veloso (CPBV), no Sul do Pará.

Pela primeira vez, a unidade aérea vai avaliar o comportamento e o poder de destruição de dois de seus armamentos ativos - o foguete com cabeça de guerra e o canhão com projétil explosivo. “O emprego armado é de fundamental importância para o Esquadrão Poti, visto que todas as seis ações de força aérea - defesa aérea, ataque, escolta, supressão de defesa aérea inimiga, varredura e apoio aéreo aproximado - utilizam o emprego do armamento ar-ar ou ar-solo”, explica o Comandante do Esquadrão Poti, Tenente-Coronel Rodrigo Gibin Duarte. Além disso, os militares vão implementar novas táticas no emprego do míssil ar-solo Ataka.

As aeronaves AH-2 Sabre fazem parte do processo de reaparelhamento da FAB. Os primeiros helicópteros foram recebidos em 2010 e a última unidade foi entregue em 2014. Exercícios operacionais como a Zarabatana formam as etapas da implementação do helicóptero na FAB. “Está sendo feita uma gradação na implantação do Sabre. Assim vamos conhecendo as capacidades e limitações da aeronave e amadurecendo as atividades do Esquadrão”, esclarece.


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Fonte:  http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/2 ... AH-2-Sabre (http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/23045/OPERACIONAL---Esquadr%C3%A3o-Poti-treina-novas-t%C3%A9cnicas-no-emprego-de-armamento-da-aeronave-AH-2-Sabre)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 04, 2015, 03:15:59 pm
A saga do AMX (A-1) na FAB

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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 06, 2015, 02:02:22 pm
(https://scontent-gru1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xpa1/v/t1.0-9/12065514_393897070809656_8180048298643004723_n.jpg?oh=8d344d05c452cf585161e854ba6b6d9e&oe=5696FAB4)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 09, 2015, 12:06:33 am
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 12, 2015, 07:03:26 pm
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 12, 2015, 07:07:27 pm
(https://c1.staticflickr.com/1/640/21399033894_f53e44a20c_b.jpg)

(https://c1.staticflickr.com/1/768/22005773211_6500f1aa4a_b.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 12, 2015, 07:15:27 pm
Esquadrão Condor inaugura salão histórico no aniversário de 56 anos

Unidade é sediada na Base Aérea do Galeão e opera jatos C-99

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/26219/i1510717381856953.jpg)

O Esquadrão Condor (1º/2º GT) inaugurou seu salão histórico no último dia 1° de outubro, como parte das comemorações pelos seus 56 anos de atividade. Equipada com jatos C-99 e com sede na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ), a unidade é responsável por missões como o apoio aos médicos voluntários que atendem índios na região amazônica.

Fundado em 21 de setembro de 1959, o Esquadrão Condor já operou as aeronaves C-54 e C-91, assim como os atuais C-99 utilizados em missões de transporte. A sala histórica inaugurada ajuda a contar histórias como o apoio à Força de Paz na Faixa de Gaza, nos anos 60, e as linhas do Correio Aéreo Nacional. A sala histórica também lembra os dez anos de operação dos jatos C-99, fabricados pela Embraer.


(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/26219/i1510717381989457.jpg)

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/26219/i15107173819119203.jpg)

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/26219/i1510717415681365.jpg)

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/26219/i15107174157114373.jpg)

Fonte: http://www.fab.mil.br (http://www.fab.mil.br)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 13, 2015, 04:36:11 pm
FAB adquire kits Lizard II

(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Imagem-1-Lizard-II-A-1.bmp)

De acordo com nota publicada no último dia 07 no Portal da Transparência do Governo Federal, estão sendo adquiridos para a Força Aérea Brasileira (FAB) 120 kits Lizard II para conversão de bombas de queda livre Mk. 83 de 1000 libras (454 kg) em armas inteligentes. A nota especifica que esses sistemas serão usados por aviões de combate A-1. Consta como fornecedor a AEL International Ltd e que o valor do contrato é de US$ 2.104.718,61.

O kit Lizard II, desenvolvido pela israelense Elbit Systems, consiste em um par de módulos de adaptação, sendo um correspondente ao buscador de alvos por radiação laser associado à aletas móveis que controlam aerodinamicamente a trajetória da mesma e outro dotado de aletas estabilizadoras distendidas após lançamento.


(http://tecnodefesa.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Imagem-2-Lizard-II-A-1.bmp)

Em 2010 a FAB realizou campanha de ensaios com bombas dotadas de kits Lizard II, ocasião na qual pilotos do Grupo Especial de Ensaio em Vôo (GEEV) lançaram essas armas empregando aviões A-1. Na ocasião foram usados pods designadores de alvos Rafael Litening III.

Ainda são poucos os países que tem capacidade tecnológica de empregar esse tipo de armamento, que é mais eficaz, diminui o risco de perda de aeronaves e pilotos porque permite lançamento a grande altitude e distância do alvo. Ao mesmo tempo, reduz a possibilidade de danos colaterais nas proximidades dos alvos militares.


http://tecnodefesa.com.br/fab-adquire-kits-lizard-ii/ (http://tecnodefesa.com.br/fab-adquire-kits-lizard-ii/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Outubro 16, 2015, 10:00:20 am
http://www.aereo.jor.br/2015/10/16/amx-brasileiro-30-anos-do-primeiro-voo/
Citar
O primeiro protótipo brasileiro do AMX, YA-1 FAB 4200, em seu primeiro voo nas mãos do Cel Cabral, em 16 de outubro de 1985.

AMX: a concepção do projeto – parte 1
AMX: a concepção do projeto – parte 2
AMX: a concepção do projeto – parte 3
AMX: a concepção do projeto – parte 4
AMX no Afeganistão: 4 aeronaves, 400 surtidas e 1.000 horas
AMX podem combater no Afeganistão
AMX italianos: após a Green Flag, vem a Red
AMX italianos em exercício com Predator B
AMX italianos voltam pra casa após exercícios nos EUA
O AMX na Itália
‘AMX’ supersônico?
Participação brasileira nos equipamentos e sistemas do AMX
AMX da FAB, na Cruzex 08
Anúncio do AMX em 1984
A-1: um avião ainda incompleto
FLIR nos AMX da FAB
Nota sobre Programa de Modernização das Aeronaves A-1 (AMX) da FAB
Elbit fecha contrato de US$187 milhões com a Embraer para modernizar os AMX
AMX ACOL
Versões do AMX que não decolaram
Radar SCP-01 Scipio
AMX como treinador
Ressurreição do AMX?
AMX Naval
Vulcan, o canhão do AMX italiano
AMX sobre o Afeganistão
Afeganistão pode tornar-se terceiro operador de AMX
AMX: no topo da lista dos cortes da Itália
Como “não” reabastecer um AMX em voo
Modernização do A-1: sistemas de guerra eletrônica estarão na LAAD
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/10/AMX-25-1o-voo-AMX-Brasil-960x773.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 16, 2015, 05:48:25 pm
Esquadrão Gavião realiza exercício de emprego de armamento:


O Esquadrão Gavião (1º/11º GAV) encerra nesta sexta-feira (16/10), em Maxaranguape (RN), o Exercício Operacional Gavião de Fogo. A manobra, que faz parte do curso de especialização operacional das asas rotativas, é responsável pela formação dos novos pilotos de helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB). Divididos em dois grupos, os 21 estagiários do esquadrão aprendem as técnicas de emprego armado com o H-50 Esquilo. A experiência, já nos primeiros dias, despertou o interesse do Tenente Nathan de Souza Oliveira. “Estou gostando bastante, e ainda se eu for para o Esquadrão Poti (2º/8º GAV), pra onde pretendo ir, vai ser ainda mais prazeroso. Lá eles visam emprego armado”, acrescenta.

No Centro de Treinamento de Maxaranguape, os futuros pilotos de helicópteros aprendem técnicas de emprego de armamento. São lançados foguetes e tiros terrestres com metralhadora calibre .50. Os armamentos são instalados nas hastes laterais da aeronave.  Durante todo o ano, os estagiários são acompanhados por instrutores que avaliam as condições e técnicas empregadas no curso de especialização, como resgate, kapoff, busca, içamento e carga externa. “Agora estamos treinando para fazer missões de ataque, escolta, para desenvolver habilidades do emprego do armamento em si. E como o helicóptero é uma aeronave versátil, vamos ter que usar da furtividade. Ou seja, furtivo é ser baixo e chegar próximo do inimigo sem ser notado. E, após isso, fazer o emprego necessário”, explica o instrutor, Major Leonardo Bezerra Salim.

O Exercício Gavião de Fogo é a última etapa do curso, que tem duração de nove meses, entre avaliações teóricas e práticas. Depois da fase básica, em que são aplicadas as teorias de pilotagem da aeronave, os alunos seguem para instruções específicas, como voo por instrumento, formatura tática, resgate no mar, simulador e emprego armado. “O exercício é o coroamento do curso operacional de asas rotativas”, explica o Comandante do Esquadrão Gavião, Tenente-Coronel Jair Novaes de Almeida.


(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Gavi%C3%A3o-de-Fogo-%C3%A9-a-fase-final-da-forma%C3%A7%C3%A3o-dos-pilotos-de-helic%C3%B3ptero.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Gavi%C3%A3o-de-Fogo-%C3%A9-a-fase-final-da-forma%C3%A7%C3%A3o-dos-pilotos-de-helic%C3%B3ptero2.jpg)

(http://www.revistaoperacional.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Gavi%C3%A3o-de-Fogo-%C3%A9-a-fase-final-da-forma%C3%A7%C3%A3o-dos-pilotos-de-helic%C3%B3ptero3.jpg)

Fonte: http://www.revistaoperacional.com.br/20 ... armamento/ (http://www.revistaoperacional.com.br/2015/forca-aerea/esquadrao-gaviao-realiza-exercicio-de-emprego-de-armamento/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 17, 2015, 11:17:21 pm
(https://pbs.twimg.com/media/CRTSwDOXAAAe4Iw.jpg:large)

Em breve Gripen NG, KC-390 e KC-767.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 17, 2015, 11:21:15 pm
(https://c1.staticflickr.com/1/680/22004940780_4f06d28b01_b.jpg)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Outubro 18, 2015, 10:24:05 pm
Citação de: "Vitor Santos"

Em breve Gripen NG, KC-390 e KC-767.
Só para que conste:

 O kc390 devia ter voltado a voar em Setembro. Estamos em Outubro... :roll:
Citar
https://www.flightglobal.com/news/articles/saab-reveals-full-gripen-e-design-cost-savings-396977/
Mas o 767 "corre sobre rodas" com o pilotos qualificados e o primeiro exemplar já em Israel a ser convertido. Um em três, já é bem bom em tempo de "vacas magras" :wink:
Citar
http://brasilnicolaci.blogspot.pt/2015/03/pilotos-concluem-qualificacao-para-kc.html

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 20, 2015, 02:21:53 pm
Citação de: "mafets"
Citação de: "Vitor Santos"

Em breve Gripen NG, KC-390 e KC-767.
Só para que conste:

 O kc390 devia ter voltado a voar em Setembro. Estamos em Outubro... :roll:
Citar
https://www.flightglobal.com/news/articles/saab-reveals-full-gripen-e-design-cost-savings-396977/
Mas o 767 "corre sobre rodas" com o pilotos qualificados e o primeiro exemplar já em Israel a ser convertido. Um em três, já é bem bom em tempo de "vacas magras" :)  :)

Algumas imagens falarão por si:

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/10/Dilma-visita-Saab-e-posa-em-Gripen-foto-1-R-Stuckert-Presidencia.jpg)

(http://www.defesa.gov.br/arquivos/2015/mes08/embra_inter.jpg)

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/24571/i153515281252047jpeg)

 c34x
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Outubro 20, 2015, 02:34:21 pm
Citação de: "Vitor Santos"
Citação de: "mafets"
Citação de: "Vitor Santos"

Em breve Gripen NG, KC-390 e KC-767.
Só para que conste:

 O kc390 devia ter voltado a voar em Setembro. Estamos em Outubro... :roll:
Citar
https://www.flightglobal.com/news/articles/saab-reveals-full-gripen-e-design-cost-savings-396977/
Mas o 767 "corre sobre rodas" com o pilotos qualificados e o primeiro exemplar já em Israel a ser convertido. Um em três, já é bem bom em tempo de "vacas magras" :)  :)

Algumas imagens falarão por si:

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/10/Dilma-visita-Saab-e-posa-em-Gripen-foto-1-R-Stuckert-Presidencia.jpg)

(http://www.defesa.gov.br/arquivos/2015/mes08/embra_inter.jpg)

(http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/24571/i153515281252047jpeg)

 :wink:  )   :twisted:  
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/04/Gripen-NG-Mockup-cockpit.jpg)
(http://www.infodefensa.com/archivo/images/KC-390_First_Flight_Screen_Capture%20(7).jpg)
(http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/KC-767-Flavio-Cardia-600x600-600x600.jpg)

Cumprimentos  :G-beer2:
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 20, 2015, 02:36:05 pm
Pois é, mais uma vez, nos resta esperar para ver. Já que, pagar para ver, todos aqui do lado de cá do Atlântico, já fizeram.
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 20, 2015, 02:39:54 pm
(https://scontent-mia1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xap1/v/t1.0-9/12107888_1214706931888511_6315079962313992558_n.jpg?oh=2d5f0a8c37cb4f5bef086a23812b7533&oe=5685F3EC)

(https://fbcdn-sphotos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xtp1/v/t1.0-9/12079229_1213855225307015_919261008411353587_n.jpg?oh=37dbc8981e047d2348f1325424f16dda&oe=56C7D2FC&__gda__=1455814858_c803e1c454b5abd81daedf200d295e7b)

(https://fbcdn-sphotos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xtp1/v/t1.0-9/12107818_1213855228640348_185692489882544720_n.jpg?oh=8285223173c3241c7b97d79e9f05b592&oe=56C44EC7&__gda__=1456339441_0c35674c780ad81ca7c0f86eec6dfe9b)

(https://fbcdn-sphotos-e-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xla1/v/t1.0-9/12105723_1213855208640350_2485456514007300490_n.jpg?oh=f35de5bb1040184427aa1971923e89b6&oe=56C87C98&__gda__=1452476246_a726442838cead22dae59c0b9f34af1c)

(https://fbcdn-sphotos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xla1/v/t1.0-9/12065575_1213855465306991_7456406960616488326_n.jpg?oh=d7efa826af7dbffb921768f8b163024d&oe=5685E2E3&__gda__=1456043309_c2257839c97d200b59a2b9524c2f7e66)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 20, 2015, 02:43:07 pm
Cobrada na Suécia, Dilma diz que crise não compromete compra de caças

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/10/Dilma-no-Gripen.jpeg)

A visita de dois dias da presidente Dilma Rousseff à Suécia serviu para ela garantir ao país que, apesar da crise econômica e política que vive no Brasil, o seu governo vai honrar os compromissos no contrato de compra de 36 caças.

Apesar de um contrato assinado com a fábrica sueca Saab, Dilma foi questionada pela imprensa local pelo menos em três diferentes momentos sobre a viabilidade do governo em honrar os compromissos futuros em meio a turbulências que envolvem inclusive um risco de processo de impeachment.

O acordo com a fabricante sueca Saab foi assinado em outubro de 2014 no valor, da época, de US$ 5,4 bilhões. Como o contrato é feito em coroa sueca, o montante hoje está em torno de US$ 4,5 bilhões, em razão da desvalorização da moeda local. O financiamento será feito pela SEK (agência de promoção de exportações do país escandinavo).

Os caças Gripen NG devem ser entregues à FAB (Força Aérea Brasileira) entre 2019 e 2024. Dos 36, 15 serão produzidos no Brasil.

Nesta segunda, um grupo de 46 engenheiros brasileiros começou a trabalhar no projeto na Suécia. Dilma os visitou na fábrica da Saab na cidade de Linkoping, acompanhada de autoridades do governo local e diretores da empresa. Ela chegou a entrar no “cockpit’ de uma réplica de um caça.

Antes disso, ainda em Estocolmo, uma repórter sueca quis saber se a eventual abertura de um processo de impeachment contra a presidente no Congresso poderia pôr em risco a negociação com os suecos. Ao lado de Dilma, estava o primeiro-ministro da Suécia, Stefan Lofven.

Foi quando Dilma, um tanto incomodada com a situação, afirmou que não acredita numa “ruptura institucional” no Brasil e disse que o país tem uma economia sólida. ‘Asseguro que o Brasil está em busca de estabilidade política e não acreditamos que haja qualquer processo de ruptura institucional. Nós somos uma democracia e temos tanto um Legislativo, como também um Judiciário e um Executivo independentes, que funcionam com autonomia e também harmonia”, disse.

Logo depois, outra jornalista da mídia sueca perguntou se a turbulência econômica no Brasil compromete o pagamento dos caças. Sob o olhar do premiê sueco, Dilma então respondeu: “Não é um projeto que compromete os recursos do Brasil. O Brasil tem todas as condições econômicas de suportar um projeto deste tamanho. Não há uma implicação direta entre a crise econômica e o projeto, que é perfeitamente suportável para o Brasil”.

“Acreditamos que vamos passar por esse período de dificuldades conjunturais que não vão afetar o projeto Grippen, que é estrutural para nós de médio prazo”, disse.

No domingo, ao ser indagada por uma outra jornalista sueca, a presidente afirmou que o acordo dos caças era o “menor dos problemas” a ser resolvido no Brasil.

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/10/Dilma-visita-Saab-e-posa-em-Gripen-foto-3-R-Stuckert-Presidencia.jpg)

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/10/Dilma-visita-Saab-e-posa-em-Gripen-foto-1-R-Stuckert-Presidencia.jpg)

(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/10/Dilma-visita-Saab-e-posa-em-Gripen-foto-2-R-Stuckert-Presidencia.jpg)


FONTE: Folha de São Paulo

http://www.aereo.jor.br/2015/10/19/cobr ... -de-cacas/ (http://www.aereo.jor.br/2015/10/19/cobrada-na-suecia-dilma-diz-que-crise-nao-compromete-compra-de-cacas/)
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Outubro 20, 2015, 02:48:04 pm
Citação de: "Vitor Santos"
Pois é, mais uma vez, nos resta esperar para ver. Já que, pagar para ver, todos aqui do lado de cá do Atlântico, já o fez.
De ambos os lados do Atlântico, já que no que diz respeito ao Kc390 já vai em praticamente 40 milhões de investimento português.
Citar
O Governo português autorizou esta quinta-feira, 10 de Setembro, um aumento de 8,3 milhões de euros na despesa da sua participação no projecto de desenvolvimento e produção da aeronave KC-390. A fabricante aeronáutica brasileira Embraer produz componentes para este modelo militar nas suas instalações em Évora.

"A autorização hoje aprovada foi de um aumento de despesa de mais 8,3 milhões de euros, fazendo ascender o total do projecto a 38,3 milhões de euros para o período dos próximos quatro anos", referiu o ministro da presidência Luís Marques Guedes após a última reunião do Conselho de Ministros

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/aviao_kc_390_vai_custar_mais_83_milhoes_ao_estado_portugues.html

Saudações
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 20, 2015, 08:41:49 pm
Avião Presidencial brasileiro recebe as boas vindas de um caça Gripen

Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: mafets em Outubro 21, 2015, 09:44:58 am
http://www.aereo.jor.br/2015/10/20/brasil-e-suecia-estabelecem-procedimentos-para-certificacao-dos-futuros-cacas-gripen/
Citar
ORGANIZAÇÕES CERTIFICADORES DOS DOIS PAÍSES ESTABELECERAM PROCEDIMENTOS PARA RECONHECIMENTO MÚTUO DE ATIVIDADES

Brasil e Suécia vão trabalhar juntos na certificação dos caças Gripen NG. O Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI) e o Swedish Military Aviation Safety Inspectorate (FLYGI) formalizaram o reconhecimento mútuo de atividades relacionadas à certificação. Isso significa que as duas instituições poderão dividir os trabalhos de conferir as capacidades do futuro jato de combate em desenvolvimento pelos dois países. O processo de assinatura do Implementation Procedure (processo de implantação) ocorreu no dia 9 de outubro.

O diretor do IFI, Coronel Marcelo Franchitto, elogiou a integração entre os dois órgãos para a celebração do acordo. “Haverá muito trabalho relativo à certificação pela frente, para o qual a proatividade demonstrada será essencial”, afirmou. Da parte sueca, o documento foi assinado pelo Coronel Anders Janson, diretor do FLYGI.

O reconhecimento mútuo das atividades entre os órgãos vai representar a economia de recursos do projeto, pois evitará repetições desnecessárias de atividades de certificação. Além disso, o acordo servirá de base para incorporar a certificação de outros projetos e aquisições, caso futuramente sejam assinados outros contratos de aquisição de aeronaves militares envolvendo as duas nações.

FONTE: DCTA/fab.mil.br
(http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/10/Saab-Gripen-NG-960x585.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 21, 2015, 03:23:11 pm
Portões Abertos Base Aérea de Anápolis - 2015

A Base Aérea de Anápolis-GO, a 60 km da capital, realizou no final de semana dos dias 05 e 06 de Setembro, a 40ª edição dos Portões Abertos na unidade. De acordo com a FAB, 60 mil pessoas passaram pelo evento para conferir as diversas atrações, desde os caças Northrop F5-E/FM até a Esquadrilha da Fumaça.

Neste ano, o evento ocorreu em paralelo ao exercício BVR (Beyond Visual Range), no qual possui objetivo de capacitar as unidades de defesa aérea na doutrina além do alcance visual, em circunstâncias onde os pilotos utilizam mísseis de maior alcance do que os mísseis infravermelhos usuais.

Para este exercício, foram utilizadas aeronaves de ataque Northrop F5-E/FM e AMX A1-M, de transporte e reabastecimento KC130 Hércules, e aeronaves de reconhecimento Embraer E-99 e R-99, e o Gates Learjet R-35A.


(http://1.bp.blogspot.com/-0g7I3YBm0lc/VhkvT336LrI/AAAAAAAAFgA/UVCrdFvFO2I/s1600/20937529020_520b4f0436_h.jpg)

(http://1.bp.blogspot.com/--3kyO7U1YFg/VhkvOjhIZoI/AAAAAAAAFf4/f4jt2ngo_J0/s1600/21085877040_025970e671_h.jpg)

(http://4.bp.blogspot.com/-kkn1FNKKxl8/VhkvYpTHHoI/AAAAAAAAFgM/cPS74LPGbBk/s1600/21124583438_fa26b56f32_c.jpg)

(http://2.bp.blogspot.com/-pvUQjyWw5ug/VhkvgcwK_AI/AAAAAAAAFgw/Jinuq0jg8yE/s1600/21296690985_c1552c639b_h%2B%25281%2529.jpg)

(http://3.bp.blogspot.com/-JP3kqJrh4Vw/VhkviXXRkZI/AAAAAAAAFhI/bODWesbp9_0/s1600/21387408188_a5f08349ea_c.jpg)

(http://1.bp.blogspot.com/--jBzUQDc1n0/VhkxOXRSGRI/AAAAAAAAFh0/R6K-7p-FLSA/s1600/FAB2003%2Bcopy.jpg)

(http://2.bp.blogspot.com/-xKG38r1LRIo/VhkxRlGFjlI/AAAAAAAAFiU/_rLGlv_IadE/s1600/FAB2462-2%2Bcopy.jpg)

(http://1.bp.blogspot.com/-uuKexRDn47I/VhkxR-_ampI/AAAAAAAAFiY/Nvx5n0pNTqI/s1600/FAB4828%2Bcopy.jpg)

(http://4.bp.blogspot.com/-jJ8S7cwVmPw/VhkxTO883rI/AAAAAAAAFik/EtzTCJiMSHk/s1600/FAB4941%2Bcopy.jpg)

(http://1.bp.blogspot.com/-xrq4DvqRoqA/VhkxVDDf9yI/AAAAAAAAFis/K8WwlnkixXE/s1600/FAB4947%2Bcopy.jpg)

(http://4.bp.blogspot.com/-qB3wFYWtAYA/VhkxVmkXg6I/AAAAAAAAFiw/FxzUGd1YWcs/s1600/FAB5506%2Bcopy.jpg)

(http://2.bp.blogspot.com/-7ylceq06AEo/VhkxWB7V5KI/AAAAAAAAFi4/RnoW4cEdi9o/s1600/FAB5506-3%2Bcopy.jpg)

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Título: Re: FAB - Força Aérea Brasileira
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 21, 2015, 03:33:1